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terça-feira, 1 de março de 2011

Mais para além das falhas dos cristãos… (es.catholic.Net) - (28/02/11)

Mais para lá das falhas dos cristãos

Se deixamos de vigiar, se permitimos que o mal entre nos corações, sucumbimos.

Autor: P. Fernando Pascual LC | Fonte: Catholic.Net

Um homem recebeu o baptismo, foi à catequese, fez a Primeira comunhão, se casou pela Igreja. Um belo dia, deixa a sua esposa e a seus filhos, escapa-se com o dinheiro e vai viver com uma amante.
Outra pessoa recebeu uma boa formação católica até à adolescência. Depois, deixou de lado o que havia aprendido, acolheu novas ideias, tomou posturas radicais, e terminou num grupo terrorista onde cometeu dezenas de assassinatos.
Uma mulher, de menina e adolescente, confessava-se, comungava, rezava, e lia o Evangelho. Passados os anos, casou-se. Quando iniciou a gravidez de seu terceiro filho, foi ao hospital para o abortar.
Um governante conheceu, durante sua infância e juventude, a bons sacerdotes, leu livros com sãos conteúdos. Mas o poder pouco a pouco cresceu na sua alma. Um belo dia, apoiado por alguns militares que também haviam sido católicos, decidiu começar uma terrível e injusta guerra contra o país vizinho.
A lista poderia aumentar-se até ao infinito. Porque são muitos, muitíssimos, os católicos que um dia deixaram de lado o Evangelho e preferiram viver sob a escravidão da avareza, da luxúria, do ódio, da inveja, da sede de vingança, o medo às pressões do mundo.
¿Que terá ocorrido? ¿Porque há tantos católicos que mancham a beleza da mensagem cristã? O motivo é simples: porque se deixamos de vigiar, se permitimos que o mal entre nos corações, sucumbimos.
Por isso vale sempre o convite de Cristo: “Velai e orai, para que não caiam em tentação; que o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mc 14,38). Só a partir de Deus é possível conservar fielmente a mensagem recebida do Senhor sem que nos percamos pelo caminho. “Portanto, é preciso que prestemos maior atenção ao que vamos ouvindo, para que não nos extraviemos” (Hb 2,1).
As falhas dos cristãos, nos dói reconhecer, ficam escritas como parte da história humana. Frente àqueles irmãos nossos que vão caindo, frente às próprias faltas (não podemos dizer que não temos pecados sem nos afastarmos da verdade, (cf. 1 Gn 1,8-10), necessitamos renovar a confiança, recorrer com humildade e arrependimento ao sacramento da confissão, e abrirmo-nos ao grande milagre: onde abundou o pecado, superabundou a graça (cf. Rm 5,20).
Se de verdade nos deixamos curar por Cristo, se lhe permitimos entrar a fundo para que limpe as trevas de nossos corações, poderemos amar muito, porque se nos perdoou muito (cf. Lc 7,47). Então nos converteremos em membros vivos e sãos da Igreja, regeneradores do mundo, transmissores de esperança a quem necessita de encontrar a seu lado testemunhos fieis e bons da beleza do Evangelho.

  • Perguntas ou comentários ao autor
  • P. Fernando Pascual LC

    Recolha e tradução de espanhol para português, por

  • António Fonseca

  • http://es.catholic.net/santoral/articulo.php?id=35316

  • Nº 60 - 1 DE MARÇO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

    Salmo do Dia

    Mc 10, 28-31 

    – Naquele tempo, Pedro disse a Jesus: Vistes que nós deixamos tudo para Te seguir. Jesus respondeu: Vos asseguro que quem deixe sua casa, seus irmãos ou suas irmãs, pai ou mãe, filhos ou propriedades, por mim e pelo Evangelho, receberá agora, neste tempo, cem vezes mais – casas, irmãos, irmãs, mães, filhos ou propriedades, com perseguições – e no futuro, Vida Eterna. Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros.

     

    Nº 1292

    SÃO ROSENDO

    Bispo (907-977)

    Rosendo, Santo

    Rosendo, Santo

    Seus pais foram o Conde D. Guterre Méndez de Árias e Santa Ilduara. Nasceu, segundo J. Mattoso, em Monte Córdova, concelho de Santo Tirso, a 26 de Novembro de 907, ano em que o pai acompanhou Afonso III de Leão na marcha contra Coimbra muçulmana. Adolescente, passou Rosendo a Mondoñedo, onde seu tio paterno, Savarico, era bispo. É de presumir que tenha prosseguido os estudos nalgum mosteiro beneditino. Em 925, apenas com dezoito anos, sucede ao bispo de Mondoñedo, sendo muito bem recebido. Esforçou-se por restabelecer e consolidar a paz, reconstruindo – ajudado pelos pais – os mosteiros e igrejas que tinham sofrido com a desordem. Assim serenou e conquistou os abades de toda a Galiza, que formavam a nobreza eclesiástica; e atraiu a nobreza civil, a que estava muito ligado pelo sangue. Libertou os escravos dependentes da mitra e trabalhou para que os outros senhores fizessem o mesmo; ficou sendo o pai de todos os libertos. Depois de ser bispo de Mondoñedo, passou a sê-lo de Dume, que nessa época superintendia na vida monástica em muitas casas dos territórios da Galiza e de Entre-Douro-e-Minho, as quais pertenciam à sua família ou foram entregues ao santo para serem reformadas.

    Rosendo, Santo

    Rosendo, Santo

    Veio a Portugal visitar o mosteiro em que era abadessa sua parente, Santa Senhorinha. Desejando apresentar uma comunidade-modelo, conseguiu regressar e edificar um grande mosteiro, depois de um irmão e uma prima lhe terem cedido a quinta de Villar, na diocese de Orense. Obteve doações de ricos e de pobres, sobretudo a da mãe. Ao fim  de oito anos de construção, num domingo do ano de 942 inaugurou a casa, que se ficou chamando Celanova: recebeu as felicitações de 11 bispos da Galiza e de Leão; foi saudado por 24 condes; prestaram-lhe homenagem muitos abades, presbíteros, diáconos e monges; e ouviu os aplausos da multidão. Ficou abade de Celanova o monge Franquila. E São Rosendo voltou a Mondoñedo a extinguir rancores, sufocar conspirações, acalmar avarezas e pacificar famílias. Entre 944 e 948, depois de renunciar ao bispado, retirou-se para Celanova. Mas foi preciso que substituísse alguns parentes seus, na autoridade que lhes pertencera, pois esses tinham-se revoltado contra Ordonho III (955). Administrou a diocese de Iria-Compostela pelo ano de 970, quando a região era assolada opor violentas incursões normandas. Veio a falecer em Celanova, em 1 de Março de 977, com  testamento que reflecte fé, ciência escriturística, humildade, amor a Ordem Beneditina, predilecção por Celanova e desejo de  viver na eternidade  como vivera os seus dias de afadigado peregrinar na terra: “sob a providência de Deus”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.. ¡Felicidades a quem leve este nome! - Comentários ao P. Felipe Santos: fsantosssdb@hotmail.com

    • Eudóxia, Santa
    Mártir

    Eudoxia, Santa

    Eudóxia, Santa

    Etimologicamente significa “de boa reputação”. Vem da língua grega. Eudóxia nasceu em Heliópolis de pais hebreus, procedentes de Samaria, pelo que lhe foi dado o sobrenome de "samaritana".  É uma jovem mártir do século II do cristianismo. Morreu em Heliópolis, Líbano. Germano era um monge que foi detido nesta cidade quando estava em casa de um amigo passando a noite. Perguntou de quem era o chalé que havia em frente e quem o habitava. O seu amigo disse-lhe: "É de Eudóxia, a rapariga cortesã mais bela. Como é querida, é natural que seja rica". Apenas foi para a cama, Germano começou desde a janela a dizer frases e palavras do Evangelho. Anteriormente havia-se dedicado este jovem a cantar nos concertos porque tinha uma voz magnífica. Primeiro cantou-lhe sobre o inferno: Depois continuou pelo filho pródigo e a ovelha perdida. E finalmente, sobre a felicidade que gozam os bem-aventurados no céu. Eudóxia levantou-se e foi para o seu balcão para o ouvir. Depois de o escutar, meteu-se na cama e passou a noite chorando. No dia seguinte pela manhã, foi tocar à porta de seu vizinho rogando-lhe que a deixasse ver o cantor. Germano que não se sentia vocacionado para falar com uma rapariga, prometeu-lhe que rezaria por ela e encaminhou-a ao bispo Teodoto para que fosse  instruída, e a baptizasse e se encarregasse de dirigir sua alma. Sem embargo, havia um cliente de Eudóxia que, ao inteirar-se de que ela se tinha feito cristã, foi denunciá-la ao governador romano, e o prefeito de Heliópolis mandou-a prender, mas ela fez tais prodígios que os verdugos assombrados a deixaram ir embora. No entanto, pouco depois outro prefeito, Vicente, mandou que fosse decapitada. Entre os Latinos é muito pouco conhecida esta santa mártir cuja veneração nas igrejas orientais é muito grande e devota. ¡Felicidades a quem leve este nome!

    • Albino de Angers, Santo
    Bispo

    Albino de Angers, Santo

    Albino de Angers, Santo

    Nasceu de família nobre, na região de Vannes, França, no ano de 469 e faleceu em 1 de Março de 550. Era já sexagenário quando, depois de governar durante 35 anos a abadia de Tintillant, foi eleito bispo de Angers. Eram numerosos, na época merovíngia, os senhores que tomavam por esposas as suas irmãs ou filhas. Albino combateu, com todas as forças, este costume incestuoso, o que despertou contra ele grande animosidade: durante muito tempo, julgou que morreria degolado como S. João Baptista por se opor a Herodes, que fez menos: tomar para si uma cunhada, sendo vivo o irmão. Nos anos de 538 e 541, Albino convocou em Orleães concílios que estabeleceram penas severas contra esse abuso vigente e contribuíram para levantar o nível de moralidade pública. No culto popular atribuíam-se ao santo Bispo os mais extraordinários milagres; matar com um sopro um soldado que maltratava uma mulher presa por dívidas; e provocar um desabamento de terra que abriu caminho para uns encarcerados se libertarem. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. ¡Felicidades a quem leve este nome!

    • Félix III, Santo
    XLVIII Papa

    Félix III, Santo

    Félix III, Santo

    Martirológio Romano: Na basílica de São Paulo de Roma, na via Ostiense, são Félix III, papa, que foi antepassado do papa são Gregório I Magno (492). Etimologicamente: Félix = Aquele que é feliz, é de origem latina. Nasce de uma família senatorial romana, e se diz que é descendente de São Gregório o Magno. Sobre a vida de Félix nada se conhece com certeza até que em 483 sucede a São Simplício na Cátedra de São Pedro. Neste tempo a Igreja estava no meio de seu longo conflito com a heresia de Eutiques. No ano anterior o Imperador Zenón decreta o Henoticon (o instrumento de união), onde declara que nenhum símbolo da fé deve de ser recebido, exceptuando o de Niceia com as adições de 381. O fez segundo as sugestões de Acácio, o pérfido Patriarca de Constantinopla. O édito tratava de selar a reconciliação entre os católicos e os eutiquianitas, mas causa mais conflitos que nunca e divide a Igreja Oriental em três ou quatro facções.  Enquanto os Católicos em todas partes recusavam o édito, o Imperador removia os Patriarcas de Antioquia e Alexandria de suas Sedes. Pedro o Batanero, um notório herege, novamente entra na Sede de Antioquia, e Pedro III (“Peter Mongus”), quem era o verdadeiro causador das dificuldades durante o pontificado de Félix, tomava a sede de Alexandria. Em seu primeiro sínodo Félix excomunga a Pedro o Batanero, a que Acácio já havia condenado num sínodo em Constantinopla. Em 484, Félix excomunga a Pedro III, acto que causa um cisma entre Ocidente e Oriente que não foi sanado por trinta e cinco anos. Este Pedro, sendo oportunista e de engenhosa disposição, se congraça com o imperador e com Acácio, ao subscrever-se ao Henoticon. E para o desagrado de muitos bispos Acácio novamente o admite em comunhão. Félix, havendo convocado um sínodo, envia legados ao imperador e a Acácio, pedindo-lhes que expulsassem a Pedro III de Alexandria e que Acácio pessoalmente fosse a Roma a explicar sua conduta. Os legados foram detidos e encarcerados. Posteriormente, incitados mediante ameaças e promessas, entram em comunhão com os hereges ao distintamente mencionar o nome de Pedro III na leitura dos trisagios litúrgicos. Quando Simeão, um dos monges de Acaemeti, informa em Roma a traição, Félix convoca um sínodo de setenta e sete bispos na Basílica de Latrão, onde Acácio e os legados papais são excomungados. Apoiado pelo imperador, Acácio ignora a excomunhão, remove o nome do Papa dos trisagios litúrgicos e permanece em sua Sede até sua morte, evento que sucede um ou dois anos depois. Flaviano, seu sucessor, envia mensageiros a Félix assegurando-lhe que não estaria em comunhão com Pedro III. Mas o Papa precata-se que isto não era certo, continua o cisma. Eutimio, o sucessor de Flaviano, ao morrer Pedro III também procura a comunhão com Roma. Mas o Papa se recusa, já que Eutimio não removia os nomes de seus dois predecessores dos trisagios litúrgicos. Este cisma, conhecido como o cisma de Acácio, não foi sanado até 518 durante o reino de Justiniano.
    Em África os vândalos arianos, Genserico e seu filho Hunerico, perseguiram a Igreja por mis de 50 anos e expulsam a muitos católicos ao exílio. Quando se restaura a paz, muitos daqueles que por temor caíram na heresia e haviam sido rebaptizados pelos arianos desejavam retornar à Igreja. Ao ser recusados pelos que estiveram firmes, apelaram a Félix. Em 487 este convoca um sínodo e envia uma carta aos bispos de África estipulando as condições para o retorno destes. Félix morre em 492, havendo reinado oito anos, onze meses e vinte e dois dias.

    • Albino de Vercelli, Santo
    Bispo

    Albino de Vercelli, Santo

    Albino de Vercelli, Santo

    Bispo da diocese de Vercelli, foi consagrado em 452, num período histórico muito tormentoso em Itália. Reconstruiu a igreja metropolitana, sobre as ruínas da pequena basílica que Santo Eusébio havia construído sobre a tumba do mártir São Teofrasto, e que o imperador Teodósio havia feito ampliar. Para a solene celebração do rito Albino esperava a visita de algum bispo importante. A espera foi premiada com a passagem de São Germano, bispo de Auxerre, que se dirigia a Ravena. Como não podia esperar, o santo bispo prometeu que assistiria ao rito, quando regressasse. São Germano morreu durante sua estadia em Ravena, e a Vercelli regressou somente seu cadáver.  Quando colocaram o féretro no centro da basílica, todas as velas se acenderam simultaneamente. O facto, mais prodigioso porque nos dias anteriores ninguém havia podido acendê-las, foi interpretado como o cumprimento da promessa que São Germano havia feito a Santo Albino. Do bispo de Vercelli não sabemos senão que seu culto é muito antigo.

    • Cristóvão de Milão, Beato
    Dominicano

    Cristóbal de Milán, Beato

    Cristóbal de Milán, Beato

    Se chama ao Beato Cristóbal  "o apóstolo de Ligúria", pelo êxito com que evangelizou essa região de Itália. Cristóbal tomou o hábito de Santo Domingo a princípios do século XV. Depois de sua ordenação, sua fama de pregador se propagou rapidamente. Seus biógrafos fazem notar que os sermões do beato, que obravam grandes conversões e melhoravam os costumes do povo, se baseavam sempre na Bíblia, os escritos dos Padres e a teologia de Santo Tomás. Por sua parte, o Beato Cristóbal clamava contra os pregadores que lançavam ideias novas em vez de comentar o Evangelho, com o objecto de ganhar popularidade e estar na moda.  O beato predisse também a destruição de Trioria pelos exércitos franceses e anunciou aos habitantes de Taggia que deveriam fugir sem ser perseguidos e que o rio transbordaria e acabaria com as hortas. Ditas profecias se cumpriram até em seus menores detalhes.  O beato se achava pregando a quaresma em Pigna, quando o surpreendeu sua última enfermidade. Pediu que o transportassem a Taggia e expirou em sua amada cidade. Seu culto foi confirmado em 1875 pelo Papa Pio IX.

    • David (Dewi) de Gales, Santo
    Bispo

    David (Dewi) de Gales, Santo

    David (Dewi) de Gales, Santo

    São David, ou Dewi Sant, como se  conhece em idioma galés, é o santo padroeiro de Gales. Era um monge, abade e bispo celta que viveu durante o século VI. Foi arcebispo de Gales, e um dos primeiros santos que ajudaram a disseminar o Cristianismo entre as tribos celtas pagãs do oeste das ilhas britânicas. Dewi nasceu perto de Capel Non, na costa sul oriental de Gales, perto do que agora é a cidade de Saint Dewi. Estudou num mosteiro de nome Hen Fynyw  Dewi fez muitas viagens como missionário por todo Gales, onde estabeleceu várias igrejas. Também viajou ao sul e oeste de Inglaterra e Cornualha. Fundou um mosteiro em Glyn Rhosyn na ribeira do pequeno Rio Alun, onde actualmente se ergue a catedral da cidade de Saint David. Existem muitas histórias acerca da vida de Dewi, mas talvez a mais conhecida se diz que ocorreu no Sínodo de Llanddewi Brefi. Estavam por decidir se Dewi se converteria em arcebispo. Uma multidão se congregou no Sínodo e quando Dewi se pôs de pé para tomar a palavra, um dos membros da congregação gritou: "Não poderemos vê-lo nem ouvi-lo". Nesse momento, o piso se elevou até que todos podiam vê-lo e ouvi-lo. Assim, não era de surpreender que cedo fosse nomeado arcebispo.  Se diz que Dewi viveu mais de 100 anos, e geralmente se aceita que morreu no ano 589. As últimas palavras que dirigiu a seus seguidores foram num sermão um domingo antes de sua morte. Segundo um de seus biógrafos, Dewi disse-lhes: "Sejam alegres e mantenham sua fé e seu credo. Façam as pequenas coisas que me hão visto ou ouvido fazer. Eu caminharei pela rota que nossos ancestrais percorreram antes de nós".  "Façam as pequenas coisas" é uma frase muito conhecida em Gales que há sido a inspiração de muitos. Se diz que na quarta-feira  1 de Março do ano 589 o mosteiro se encheu de anjos e Cristo recebeu sua alma. Tal como se celebra na actualidade, o Dia de São David data do ano 1120, quando Dewi foi canonizado pelo Papa Calixto II, e em 1 de Março ficou incluído no calendário da Igreja. São David foi, e segue sendo, uma figura muito importante de Gales. O Dia de São David é uma grande celebração para Gales.

    Domnina, Santa
    Virgem

    Domnina, Santa

    Domnina, Santa

    A Virgem Domnina de Síria era discípula de São Mauro.  A monja construiu uma choça coberta de palha no jardim de sua mãe e viveu ali como asceta, comendo somente as lentilhas empapadas em água. Cada manhã e tarde ia à igreja, coberta sempre com um véu de modo que ninguém pudesse ver seu rosto.  A voz da monja, nas palavras de seu biógrafo Teodoreto de Cyrro, era ressoante e expressiva, e as palavras sempre as acompanhava com rasgões.  A asceta caiu adormecida pacificamente nos braços do Senhor entre os anos 450-460.

    • Suitberto de Kaiserswert, Santo
    Bispo

    Suitberto de Kaiserswert, Santo

    Suitberto de Kaiserswert, Santo

    Hoje, 1 de Março, a Igreja comemora a São SUITBERTO, que descansou no Senhor num dia como hoje do ano 713, no mosteiro de Kaiserswerth, perto de Dusseldorf, na Alemanha. Oriundo de Inglaterra no ano 614, foi monge beneditino, bispo itinerante e fundador do mosteiro de Kaiserswert, onde se veneram suas relíquias dentro de um precioso relicário lavrado, de cobre dourado.  Era o ano de 810 quando o Papa Leão III lhe havia dado a honra dos altares inscrevendo-o no  livro dos Santos. Unidos, pois, a todos os bispos que acendem a luz da fé em regiões não cristãs, e às Igrejas de Inglaterra e Alemanha, brindemos nosso devoto aplauso a São Suitberto De Kaiserswert .

    Joana María Bonomo, Beata

    Abadessa,

    Juana María Bonomo, Beato

    Juana María Bonomo, Beato

    Martirológio Romano: No mosteiro de Bassano, na região de Veneza, beata Juana María Bonomo, abadessa da Ordem de São Bento, que, dotada de místicos carismas, experimentou no corpo e na alma as dores da Paixão do Senhor (1670). Data de beatificação: 9 de Junho de 1783 pelo Papa Pio VI. A Beata Juana María Bonomo nasceu em Asiago (Vicenza, Itália) em 15 de Agosto de 1606. Foi educada pelas Irmãs Pobres de Santa Clara em Trento. Aos nove anos fez voto de virgindade, aos doze era já religiosa e somente com quinze anos ingressou no mosteiro beneditino em Bassano (Itália) onde foi mestra de noviças, prioresa e por três ocasiões abadessa. Muito favorecida por visões místicas, recebeu durante um êxtases os estigmas da Paixão. Caiu em êxtases pela primeira vez durante a cerimónia de sua profissão. Sua dedicação e experiências místicas ocasionaram que algumas de suas Irmãs pensaram que tudo tinha algo de heresia ou que Sor Juana desejava chamar a atenção. Isto chegou ao ponto que até se lhe negou a comunhão. Sempre o mesmo, o mundo é tão míope que não acerta a distinguir entre Deus e o demónio, entre a luz e a escuridão, entre a vida e a morte.No meio de seus soluços, Cristo se apresentava diante dela, tirava de suas costas uma hóstia e lha dava em comunhão, dizendo-lhe: “Toma, esposa minha”; ou permitia-lhe ir comungar a outro lado sem se mover de sua cela, ou lhe enviava um querubim para que este tomasse da patena uma partícula enquanto o sacerdote dava a comunhão e levava-a a sor Juana, silenciosamente ajoelhada num canto do convento.Ingressou na casa do Pai em 1 de Março de 1670 logo após uma vida perdida no oceano de amor a Deus. bibliografía: ÁNGELES EN VUELO DE SIGLOS de Francisco Javier Álvarez Medina, Presbítero; y Hno. Humberto Álvarez Ruesga, Marista - Editorial Progreso - ISBN 970-641-407-X

    OUTROS SANTOS E BEATOS

    Santo Siviardo, abade

    Perto de Cenomanum (hoje Le Mans), em Neustria, santo Siviardo, abade de Anille (c. 680).

    São Leão de Vasconia, bispo e mártir

    Na região de Vasconia, são León, bispo e mártir (s. IX).

    São Leão Lucas, abade

    No mosteiro de Vena, nas fragas do monte Mercúrio, em Calábria, são León Lucas (ou Leoluca), abade de Mula, que, ajustando-se às instituições dos monges orientais, destacou-se na vida eremítica e cenobítica (c. 900).

    Santa Inés Cao Kuiying, mártir

    Na cidade de Xilinxian, na província chinesa de Guangxi, santa Inés Cao Kuiying, mártir, que, casada com um marido violento,após a morte deste entregou-se com mandato do bispo ao ensino da doutrina cristã, por cujo motivo, depois de ser presa numa cadeia e sofrer crudelíssimos tormentos, confiando sempre no Senhor passou aos festins eternos (1856).

    http://es.catholic.net/santoral

    Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca

    43390 > San Agnese Cao Kuiying Vedova, martire  MR

    43350 > Sant' Albino di Angers Vescovo  MR

    43400 > Sant' Albino di Vercelli Vescovo

    90536 > San Bono di Cagliari Vescovo e martire 1 marzo (e 10 marzo)

    90761 > Beato Cristoforo da Milano Domenicano  MR

    43425 > San David di Menevia (del Galles) Vescovo MR

    43500 > Santa Domnina Vergine in Siria

    43450 > Sant' Eudocia (Eudossia) di Eliopoli Martire 

    89048 > San Felice III (II) Papa  MR

    94344 > Beato Giorgio di Biandrate

    92489 > Beata Giovanna Maria Bonomo Religiosa MR

    93981 > Beato Gonzalo de Ubeda Vescovo 

    43370 > San Leone di Bayonne Vescovo e martire MR

    92184 > San Leone Luca (Leoluca) di Corleone Abate  MR

    93982 > San Pietro Ernandez Mercedario, martire

    43380 > San Rudesindo Vescovo  MR

    43550 > San Silvio e compagni Martiri venerati ad Anversa 

    43360 > San Siviardo Abate di Anille  MR

    43575 > San Suitberto di Kaiserswerth  MR

    http://santiebeati.it/

    + San Rosendo o Rudesindo, Bispo

    + San Félix III, Papa

    + San Albino, Bispo

    http://peque-semillitas.com

    Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português do site:  http://es.catholic.net/santoral por António Fonseca

    Nº 59 - 28 DE FEVEREIRO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

    NOTA PRÉVIA:

    1º - Apenas hoje me é possível efectuar a publicação refeREnte ao dia de ontem, QUE INCLUÍ SANTOS CELEBRADOS EM 28 E 29 DE FEVEREIRO

    2º - Além disso indico mais um site http://ar.groups.yahoo.com/group/peque_semillitas/m que coloquei apenas os nomes dos santos citados, como aliás já o venho fazendo em relação ao site www.santiebeati.it, há já algum tempo, os quais deverão ser procurados por quem esteja interessado na sua linguagem original, efectuando o clique no nome de cada um.

    3º - por conseguinte todos eles continuam  a ser descritos como o vinha fazendo até agora ou através da transcrição através do livro santos de cada dia, de www.jesuitas.pt ou através de www.es.catholic.santoral

    Nº 1291 

    + San Román, Abad   - a)

    + San Hilario, Papa   -  a)

    + Santa Antonia de Florencia, Abadesa  - a)

    + San Augusto Chapdelaine, Presbítero y Mártir  - a)

    a)  http://ar.groups.yahoo.com/group/peque_semillitas/

    SÃO TORCATO

    Bispo (século I ou II) – (dia 28)  -  b)

    Numa igreja monumental ainda em construção, na freguesia de São Torcato, perto de Guimarães, venera-se um corpo incorrupto que se diz ser de São Torcato. Este santo é tido como o primeiro dos Varões Apostólicos, bispos que teriam sido mandados no século I desde Roma à Península Ibérica para a evangelizar. Aportaram perto de Cádis, ao Sul da Espanha, que percorreram. Torcato ficou em Cádis, onde morreu e foi sepultado. No tempo das invasões dos mouros, no século VIII, os cristãos de Cádis fugiram, para o Norte, transportando consigo o corpo de São Torcato que ficou depositado no mosteiro de Celanova, Orense. Alguns monges deste convento vieram no século X fundar um mosteiro perto de Guimarães, no terreno que lhes ofereceu a Condessa Mumadona. Como traziam consigo relíquias de São Torcato deram ao novo convento o nome deste santo. Há efectivamente documentos autênticos que atestam que pelo menos no ano de 1059 (cerca de cem anos antes da independência de Portugal) já existia o mosteiro de São Torcato, perto de Guimarães. Dele fazia parte a actual igreja paroquial, onde se encontram vestígios arquitectónicos antiquíssimos. Em 1637, numas escavações que se fizeram na freguesia de São Torcato descobriu-se um túmulo , dentro do qual apareceu um corpo incorrupto revestido de alva com um  cajado ao lado. Começaram então a dizer que era o corpo do bispo São Torcato, varão apostólico, que vindo de Roma, morreu em Cádis, sendo depois trazido para a Galiza e dali par o mosteiro que tem o seu nome, perto de Guimarães. Pensam os historiadores modernos que tal hipótese é falsa. As razões são claras. Sabe-se que muitas relíquias do corpo de São Torcato de Cádis foram distribuídas pelos mosteiros da Galiza,. Ora o corpo do «santo» de Guimarães está completo. São Torcato era bispo. Ora o corpo encontrado não estava revestido com os trajes de bispo, mas com os de peregrino (túnica e cajado). Nenhum dos documentos antigos que se referem à fundação e história do mosteiro de São Torcato, fala do corpo incorrupto de tal santo. E para que é que o haviam de enterrar para só aparecer 600 anos mais tarde? Tudo isto prova que o corpo encontrado incorrupto em 1637 não era o de São Torcato, bispo e varão apostólico, que deu o nome ao mosteiro. De quem é então? Não se sabe. Algum monge do mosteiro que ali existia? Ou algum peregrino, pois o cadáver estava vestido com as características de peregrino: túnica e cajado? Qual o seu nome? Não se sabe. Chamaram-lhe Torcato, pensando erradamente que era o bispo, varão apostólico que tinha esse nome. Em conclusão: o corpo incorrupto desenterrado em 1637, que se encontra na igreja monumental de São Torcato, nos arredores de Guimarães, não é de São Torcato bispo, varão apostólico. Não se sabe de quem é, nem qual o seu nome. Seja como for, não há dúvida que são numerosas as graças por ele concedidas e grande a devoção que o povo lhe dedica. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

    Leandro de Sevilha, Santo
    Bispo

    Leandro de Sevilla, Santo

    Leandro de Sevilha, Santo

    (*) Como podem verificar esta biografia foi publicada com a data de 27 de Fevereiro, neste blogue, sob descrição no Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

    ¿Que segredo possuía aquela família de Cartagena que soube pôr nos altares a seus três filhos? Porque não há dúvida da influência dos pais na vida de seus filhos tanto para bem como para o mal. Isso não quer dizer que os filhos que hão nascido em boa e cristã família tenham uma apólice de seguro que lhes garanta a fidelidade aos princípios que mamaram nem tampouco que quem conheceu a uns pais medíocres estejam condenados irreparavelmente à desgraça moral. Não. Mas, feitas as separações e sabendo que o uso da liberdade é privado e pessoal, não cabe dúvida -o testemunha a história- da prontidão que deixa nos retornos ao estilo de quem os engendraram e educaram. Neste caso, Leandro teve outros dois irmãos que estão como ele nos altares, Isidoro que lhe sucedeu no arcebispado de Sevilha, e santa Florentina. Seu nascimento foi em torno a 535. A família emigra a Sevilha e, quando tem a idade, Leandro entra num mosteiro. É nomeado metropolitano de Sevilha. Funda uma escola de artes e ciência que a concebe como instrumento para difundir a doutrina ortodoxa no meio de uma Espanha que está infeccionada de arianismo, particularmente na corte visigoda. Dois filhos do rei ariano Leovigildo estão formando-se em sua escola, Hermenegildo e RecaredoLeovigildo assenta em Toledo a capital do reino visigodo. Seu filho Hermenegildo será seu igual na Bética e residirá em Sevilha; por sua ciência, bondade e zelo Hermenegildo se converte à fé nicena com o exemplo e apoio de sua esposa Igunda. Mas em Toledo há reais ares de grandeza; o rei pensa que o princípio de unidade da Bética, em que seu próprio filho Hermenegildo morrerá mártir. Leandro há sido obrigado a abandonar sua Igreja e sua pátria. Aproveita o desterro para pedir ajuda o imperador de Bizâncio. Em Constantinopla se encontra com Gregório, que há sido enviado pelo papa Pelágio –que  sucederá logo na Sede romana- com quem trava uma grande amizade; o anima a pôr por escrito os livros Morales -comentário ao livro de Job- que influíram de um modo decisivo na ascética de todo o Medievo.  Volta a Sevilha seu Arcebispo ao diminuir a tensão do rei Leovigildo e o verá morrer. Leandro, em 589, convoca o III Concilio de Toledo onde Recaredo, que há sucedido a seu pai no trono, abjura dos erros arianos e faz profissão de fé católica logrando-se a unidade do reino visigodo e a paz. Sobrevém como esperada consequência uma renovação na vida religiosa, um ressurgir das letras e uma fresca ganância no terreno das artes.  A conversão paulatina à fé católica dos arianos visigodos do reino é sincera e a desejada unidade há encontrado o vínculo de coesão na unidade da fé. O que intuiu o rei Leovigildo, mas com sinal contrário; nesta ocasião, triunfou a verdade. Agora e até sua morte no ano 601, o sábio e santo Arcebispo deixa de ser um homem influente na política do reino. O ocupa a alma a ânsia de fazer o bem. Muita oração, atenção às obrigações pastorais, estudo da Sagrada Escritura, penitência pelos pecados de sua vida, e a carta que escreve a sua irmã Florentina que chega a servir de pauta para a vida monástica feminina até ao ponto de ser chamada «a regra de Santo Alejandro» lhe encheram seu tempo. Sevilha tem motivos para mostrar orgulho com um santo assim ¿verdade? Há quem afirma que os santos pertencem a todos e possivelmente não lhes falte razão, mas ¿não poderão pertencer a alguns um pouco mais?

    SANTOS ROMÃO e LUPICINO

    Religiosos franceses (meados século V)  -  (dia 28)  -  b)

    BEATO DANIEL BROTTIER

    Religioso (1876-1936)  -  (dia 28)  -  b)

    BEATO AUGUSTO CHAPDELAINE

    Religioso (1814-1856)  -  (dia 28)  -  b)

    Gregório de Narek, Santo

    Gregorio de Narek, Santo

    Gregorio de Narek, Santo

    Martirológio Romano: No mosteiro de Narek, na Arménia, são Gregório, monge, doutor dos arménios, ilustre por sua doutrina, seus escritos e sua sabedoria mística (1005). Se le supone nacido en Armenia hacia el 944, y murió en Narek, sobre el lago Van (Turquía), en 1010. Fue hijo del obispo de Ansevatsik, que se llamaba Cosroes. Desde muy pequeño lo tomó bajo su protección su tío materno, Ananías el Filósofo, que era abad del monasterio de Narek. Allí fue instruido de modo especial en el conocimiento de las Santas Escrituras, se distinguió por su rigor ascético, y por su espíritu de oración. Gregorio pasó toda su vida tras los muros del monasterio. Después de ser ordenado sacerdote, lo hicieron formador de los novicios que deseaban entrar en la vida monástica. Su fama de santidad y sabiduría trascendió las paredes de Narek, pasó a los monasterios vecinos y se convirtió sin pretenderlo en reformador de monjes. Por la envidia de su sabiduría, y debido también a la estricta observancia de las normas de vida conventual, se ganó la enemistad de algunos que abrieron contra él una auténtica persecución; le llegaron a acusar injustamente de herejía, y aquella campaña terminó con la deposición de sus cargos. Es uno de los grandes poetas de la literatura universal. Su obra poético-literaria se encuentra dispersa en el extensísimo Libro de oraciones; sus más de veinte mil versos los compuso en poco más de tres años. Cuenta el sinaxario armenio que los obispos desearon conocer la clase de herejía que profesaba Gregorio de Narek; comisionaron a dos monjes sabios de su total confianza para que se entrevistaran con él y descubrieran sus errores. Aquellos buenos delegados temían una entrevista formal con quien tenía fama de recto y sabio; prefirieron hacer otras cuentas y someterlo a una especie de juicio de Dios. Idearon hacerle un exquisito paté de pichón y dárselo a comer en cuaresma; el asunto consistía en que, si Gregorio se comía el paté, sería hereje; si lo rechazaba, demostraría su fidelidad a la doctrina. Se refiere que, nada más verlos entrar en su celda, Gregorio dejó su oración, se puso en pié, abrió la ventana y dio unas palmadas en el aire, mientras gritaba a los pájaros: "Venid, pajaritos, a jugar con el pescado que se come hoy". Entendieron aquellos monjes que el modo de resolverse la trampa era testimonio más que evidente de su santidad, y tomaron buena cuenta de su inocencia, porque un hereje nunca hubiera podido realizar tal gesto. Y bien pudo ser así; porque, aunque el premio prometido comienza a disfrutarse detrás de los linderos de esta vida, algunas veces el buen Dios concede un anticipo tanto para mostrar su grandeza, como para dar un respiro de justicia a los que le son fieles.

    BEATA ANTÓNIA ou ANTONIETA

    Viúva (1472)  -  (dia 29)  -  b)

    b)  http://www.jesuitas.pt ou livro SANTOS DE CADA DIA

    • Dositeo de Palestina, Santo
    Monge, 29 (28)

    Dositeo de Palestina, Santo

    Dositeo de Palestina, Santo

    Os anos bissextos têm o inconveniente de celebrar um tanto isolada em clara desvantagem com respeito aos demais santos a festa dos que o santoral coloca neste dia. Menos mal que desde a altura da santidade essa situação peculiar, devida às imperfeições humanas que não encontram outra forma para medir o tempo, a mim se me antecipa que pode ser uma mais das oportunidades que no Céu devem ter os bem-aventurados para brincar entre eles aquilo da glória acidental e para exercer sua função de intercessores ao compadecer-se melhor das fraquezas tão comprováveis dos homens.  É o caso de Dositeo. Conta uma antiquíssima biografia sua que passou os anos de sua juventude alinhado nas filas do exército, pelejam como o primeiro e entusiasta das vitórias como o que mais. Era cristão. Entre guerra e guerra teve a oportunidade de visitar os Santos Lugares; peregrino piedoso, foi rememorando os acontecimentos da Salvação que ali se realizaram; seu amor a Jesus Cristo foi crescendo entre as pedras que agora podia tocar e beijar; em Getsemaní ficou profundamente impressionado ante a visão de um quadro que representava os tormentos do Inferno. Aquilo foi a ocasião para que desse uma volta na sua vida. Decidiu abandonar seus bem estudados planos de futuro e os mudou por se fazer monge em Gaza (Palestina); desde então, intentou pôr em jogo todas suas energias com o fim de lograr a mais perfeita imitação de Jesus Cristo, sob a direcção do abade são Dositeo. Desprendimento é a palavra-chave desde então. Compreendeu com claridade que qualquer pessoa, coisa e situação da terra poderia servir-lhe de enredo e estorvo para o anseio do Céu. E com o passar do tempo contam seus biógrafos, conseguiu un desapego completo e perfeito de todas as coisas, manifestado inclusive no desprendimento dos livros para as orações e das ferramentas com que trabalhava na sua horta. Deviam ter razão, porque ¡tantas vezes se oculta o apegar detrás da razoável escusa de possuir as coisas consideradas imprescindíveis para o exercício da profissão, ou das que são um meio para viver! Desta maneira, se apresenta ao asceta são Dositeo como um imenso mar de amor a Deus, um homem cuja vontade está plena de desejos, de ânsias, de anseios de viver em exclusiva para o Senhor, com a decisão de entrar en sua eterna posse sem o remo ou lastro que possa supor o mais ínfimo carinho às coisas terrenas. Pensando bem, não é estranho que com essa nudez heróica de afectos ao que a maioria dos mortais apreciam, Dositeo haja dado uma prova mais ao acertar a morrer no dia do ano que só cada quatro chega. Assim, nem sequer está apegado a sua recordação.

    • Hilário, Santo
    XLVI Papa, 28 (29) de Fevereiro

    Hilario, Santo

    Hilário, Santo

    Hilarus, natural de Sardenha. Quando só era diácono teve uma intervenção muito especial no concilio de Éfeso actuando como legado do papa são León I o Magno, em 449. Não firma a deposição de são Flaviano, patriarca de Constantinopla. Tão mal se puseram as coisas naquele concilio – o do latrocínio– que chegou a temer as iras dos adversários e fugiu levando a apelação de Flaviano ao papa. (Este texto se descobriu em 1882). Desde Roma escreve à imperatriz Pulquéria dando-lhe informação precisa do ocorrido. Também interveio na questão controvertida entre gregos e latinos sobre a fixação da data comum para celebrar a festa da Páscoa. Hilário sucedeu ao papa são León na Sede de são Pedro em finais de 461. E e nos sete anos que durou seu pontificado governou a Igreja dedicando-se por inteiro e com firmeza a assentar princípios teóricos e práticos em matéria de disciplina e jurisdição. Era posta em marcha desse funcionamento interno que a Igreja havia de ir tecendo no tempo buscando o bem dos pastores e dos fieis e para a melhor difusão do Evangelho. De modo especial houve de intervir na correcção de abusos por parte de altos eclesiásticos nas Gálias, como é o caso do bispo Hermes, usurpador da sede narbonense, sem mediação do arcebispo Leôncio. Também tomou decisões no caso de Mamerto, em Viena, que consagrava bispos sem conhecimento do metropolita. E para não ser menos, corrigiu igualmente abusos cometidos em Espanha, na província Tarraconense, onde algum bispo abandonou a sua grei e fixou arbitrariamente sua residência em lugar diferente, algum outro interferia em labores pastorais alheios e ademais existiam consagrações ilegais de bispos. O desejo que o papa expressa na carta dirigida a Leôncio é trabalhar "em prol da universal concórdia dos sacerdotes do Senhor, procurarei que ninguém se atreva a buscar seu próprio interesse, mas que todos se esforcem em promover a causa de Cristo". Nestes assuntos usa uma forma colegial de governar inclinando-se a promover encontros de bispos, mais ou menos numerosos, que o assessoraram sobre as questões difíceis, o ajudaram a mirar cada problema desde distintos ângulos e lhe proporcionaram elementos de juízo suficientes para poder tomar decisões justas com o ministério e com as pessoas. Em Roma fomentou o culto, edificou capelas na basílica constantiniana de Latrão, construiu um mosteiro dedicado a são Lorenzo e deixou testemunho da devoção agradecida que professou ao Apóstolo e evangelista são João a quem atribuiu sempre a graça de haver sido livre da ira dos homens, aquando o Latrocínio de Éfeso. Morreu no último dia de Fevereiro do ano 468. Santo Hilário conhecia bem o homem; esse espírito humano que é prolixo a pactuar com a soberba, a comodidade, o afã de poder e o bem que reportam as riquezas; isso tão comum do que não estão isentos nem os hierarcas de ontem, nem os de hoje. Sua fortaleza de então com disposições claras, suponho que ajudará aos que profetizam, santificam e mandam a estar bem vigilantes em seu esforço pessoal de fidelidade ao Evangelho. Desse modo não há perigo de que o serviço à Igreja que comporta o ministério se perverta convertendo-se em instrumento de lucro pessoal. Este dia também se festeja a San Román

    • Augusto Chapdelaine, Santo
    Fevereiro 29   -  Mártir na China, 29 (28) de Fevereiro

    Augusto Chapdelaine, Santo

    Augusto Chapdelaine, Santo

    Presbítero e Mártir

    Martirológio Romano: Na cidade de Xilinxian, na província chinesa de Guangxi, santo Augusto Chapdelaine, presbítero da Sociedade de Missões Estrangeiras de París e mártir, que, detido pelos soldados junto com muitos neófitos desta região a quem havia convertido, recebeu trezentos açoites, foi encerrado numa reduzido buraco e finalmente degolado. (1856)
    Etimologicamente: Augusto = Aquele que é venerado e respeitado, é de origem latino.

    Nasceu em La Rochelle (Manche) francesa em 1814. Se ordenou sacerdote em 1843. Em 1851 ingressou no Instituto das Missões Estrangeiras de París e em 1852 embarcou para China.
    Fundou urna comunidade cristã em Kuang-Si, que à sua morte contava com várias centenas de cristãos.
    Por suas cartas se sabe que esperava como a coisa mais natural do mundo sua morte ao estilo dos mártires. Nesses escritos aparece com uma serenidade fora do comum, apoiada só no sobrenatural e com uma perseverança heróica.
    Várias vezes foi preso e encarcerado e outras tantas posto em liberdade. E mais, enquanto estava prisioneiro, sucedia entrar ou sair da prisão, segundo o bom humor dos funcionários locais, indo e vindo a atender a seus fieis com os sacramentos e à pregação. 
    Até que um dia, um dos chefes o torturou com o refinamento reservado aos criminosos. Como no dia seguinte ainda respirava, o mandou decapitar e colocar sua cabeça nos ramos de uma árvore gigante. 
    As crianças, se pelejavam entre eles para atirar-lhe pedras até conseguir fazer cair. 
    E isto, sem mais precisão, sucedeu nos últimos dias de Fevereiro.
    Em 1 de Outubro de 2000, Sua Santidade João Paulo II o proclamou santo.
    Para ver mais sobre os 120 mártires na China faz "click" AQUI

    • RomÃO, Santo
    Fevereiro 28   -  Abade

    Román, Santo

    Román, Santo

    São escassas as notícias que chegaram até nós deste ilustre ermitão e célebre fundador de Mosteiros, sobretudo de sua juventude e formação intelectual. Parece que apenas tinha estudos mas gozava de uma sabedoria e inteligência nada comuns e que em seu lar familiar havia recebido uma esmerada educação cristã que, apesar das não poucas dificuldades por  que o trem da vida o arrastou, jamais chegou a olvidar.
    Sua vida se move naqueles anos tão difíceis quando o Império Romano de Ocidente se desmorona e quando os povos bárbaros vindos do norte de Europa ameaçam avassalar tudo. De facto reina a barbárie e a desolação. O cristianismo que há pouco conheceu os ares da liberdade, ao poder celebrar seus actos fora das catacumbas, encontra agora este inimigo a que tão só interessa o materialismo e a barbárie, pólos opostos à doçura e valores eternos que prega a fé de Jesus Cristo. 
    A Divina Providência ia dirigindo os passos de Román e pouco a pouco lhe fazia ver que aquela vida que levava não podia satisfazer nem encher as ânsias de seu coração. Estava dotado de um carácter vivo, fogoso e expansivo. Por outro lado  também o arrastava a solidão e a entrega a Deus no silêncio e na oração. ¿Quem vencerá a batalha?
    É ordenado sacerdote em Besançón pelo ilustre Hilário de Arlés em tempos tão difíceis para a Igreja. Não por cobardia, mas por necessidade interior, renuncia a todas as prebendas que podia oferecer-lhe sua Ordenação sacerdotal e se retira para a solidão para viver a vida eremítica. Ali passa uns anos não tendo outra companhia que as árvores, as plantas e alguns animais. Toda sua jornada a passa entregue à oração, à mortificação e faz também alguns trabalhos manuais.
    Pronto se inteiram alguns homens, igual a ele, famintos de vida de maior entrega ao Senhor, e lhe pedem  que os aceite em sua companhia... Assim se vão cimentando naquele género de vida que chamará a atenção por aqueles arredores e que será foco de virtudes cristãs. Román conhecia bem a vida e escritos dos Padres do Deserto de Egipto, a Tebaida, etc... e pensou que, sem abandonar sua Pátria, na mesma Gália, podia ele e os seus organizar o mesmo género de vida que aqueles Padres... Daqui surgiu seu célebre convento de Condat que será depois a semente de outros mais Mosteiros ou uma espécie de lauras aglutinadas em torno ao abade ou padre espiritual de todo o Mosteiro.
    Certo dia se juntou aqueles monges próprio irmão de Román, chamado Lupicino, que depois também será inscrito no Catálogo dos Santos. Entre os dois levavam a direcção do Mosteiro. Lupicino era mais fogoso que Román e às vezes era um tanto duro nas penitências que ele se impunha e queria também para os demais. Então aparecia Román, e com sua grande bondade, trazia a paz e descarregava aos monges de penitências exageradas.
    Graças ao bem fazer de Román não houve nunca excisões no Mosteiro e todos viviam como verdadeiros irmãos, tendo, como diz o livro dos Actos "um mesmo sentir e sendo tudo comum entre eles".
    Román também soube ser duro e intransigente com os príncipes e nobres quando via que os direitos humanos e da Igreja eram pisados por eles. Condat se havia convertido numa das escolas mais famosas de seu tempo e dali saiam fervorosos missionários e trabalhadores para todos os campos na vinha do Senhor. Famosos se fizeram aqueles cenóbios por sua sabedoria, cópia de códices, ensino de idiomas antigos, composição de preciosos tratados de vida espiritual e obra dores de muitos prodígios. Cheio de méritos expirava no ano 460.

    • Antónia de Florença, Santa
    Fevereiro 29   -  Viúva, 29 (28) Fevereiro

    Antonia de Florencia, Santa

    Antónia de Florença, Santa

    Etimologicamente significa “florida, inestimável”. Vem da língua grega.
    Lutar com um coração reconciliado supõe manter-se firme no meio das tensões mais fortes. Longe de afogar tuas energias, semelhante luta te convida a concentrar todas tuas forças vivas.
    Esta jovem florentina se casou muito cedo. Teve um filho que era a delicia do casal. 
    O marido morreu, e ela teve que enfrentar sua viuvez do melhor modo que pôde. Apenas terminou de criar a seu filho, só ansiava entrar num mosteiro, sobretudo no das terceiras de são Francisco.
    E efectivamente, tanto ardia seu coração em desejos de ser santa que em pouco tempo a elegeram abadessa do mosteiro de Foligno (1430-1433).
    Daqui passou ao de Aquila. Aconselhada e orientada por são João de Capistrano, fundou o mosteiro de Corpus Domini. 
    A regra que lhe impôs foi a mesma de santa Clara
    O mesmo que ocorreu em Assis em tempos de são Francisco, assim voltou a passar com Antónia.
    Muitas raparigas de Aquila seguiram suas pegadas ao ver que resplandecia em virtudes e em santidade de vida.
    Estas raparigas, como ocorre hoje, deixam o mundo para levar uma vida distinta da normal. Não fogem por medo mas sim por um amor mais generoso, mais entregue a todos e não somente a um homem, filhos e família própria.
    Ela, com as mãos cheias de boas obras e com seu desejo de encontrar-se com Cristo no céu, morreu em 28 de Fevereiro de 1472.
    Quem for a Aquila, Itália, pode ver ainda como se mantém  seu corpo intacto e flexível. Se pode visitar no convento de santa Clara
    O Papa Pío IX aprovou que todo o mundo podia dar-lhe culto. Isto foi no ano 1847.
    ¡Felicidades a quem leve este nome!

    • Daniel Brottier, Beato
    Febrero 28 Sacerdote,

    Daniel Brottier, Beato

    Daniel Brottier, Beato

    Nasceu em La Ferté Saint-Cyr (França), seu biógrafo não escreveu dados de sua família e meninice, só se têm dados biográficos a partir de seu ingresso no seminário diocesano e ao ser ordenado sacerdote da Congregação do Espírito Santo.
    Para evangelizar em África, se uniu aos missionários da congregação do Espírito Santo. Enviado a Senegal em 1902, seu zelo apostólico se volveu em dar a conhecer a Cristo entre os pagãos.
    Durante sete anos de pregação, adoeceu devido às carências e ao clima africano. Regressou a seu país e se dedicou a educar e assistir a crianças e jovens abandonados.
    Ao estalar a Primeira  Guerra Mundial se perguntou: "¿Que posso fazer frente a esta barbárie que arrasa com a saúde, a vida e a civilização?", A resposta foi oferecer-se como capelão dos militares.
    Durante quatro anos de entrega arriscou a vida. Foi esperança para os soldados e salvação para os moribundos.
    As testemunhas de seu trabalho reconheceram seu estoicismo e o fizeram digno da Legião de Honra e a Cruz de Guerra.
    Em 1923, depois da contenda se ocupou da direcção da Casa de órfãos Aprendizes de Auteil, com 175 alunos Treze anos depois, antes de sua morte, a população estudantil aumentou para 1400.
    Confiou a manutenção da obra à Providência divina e à intercessão de santa Teresa do Menino Jesus, e nunca faltou o necessário na instituição. 
    O padre Brottier destacou-se por ser homem de oração e humildade, com dotes de criatividade, iniciativa e capacidade administrativa. Propiciou a construção da Catedral de Dakar (Senegal) e participou na integração da União Nacional de Ex-combatentes, obra de beneficio social.
    Dormiu na paz do Senhor, em París, em 28 de Fevereiro de 1936 e os milagres se suscitaram. 
    João Paulo II o beatificou em 1984.

    • Timóteo Trojanowski, Beato
    Fevereiro 28   -  Mártir,

    Timoteo Trojanowski, Beato

    Timóteo Trojanowski,  - Beato1908 - 1942

    Religioso que professou entre os Franciscanos Conventuais em 1930.
    Trabalhava no convento de Niepokalanów, na distribuição dos periódicos franciscanos e na enfermaria. 
    Preso em 14 de Outubro de 1941, foi deportado para o campo de extermínio de Auschwitz; dele disse uma testemunha: «Frei Timóteo suportava com fortaleza a fome, o frio e o duro trabalho. Não se desalentava, não perdia o ânimo. Consolava e exortava à confiança na protecção divina aos prisioneiros laicos que trabalhavam connosco».
    Pelas duríssimas condições da prisão, aos dois meses de permanência no campo contraiu uma pneumonia e morreu em 28 de Fevereiro de 1942.
    Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

    • Carlo Gnocchi, Beato
    Fevereiro 28   -  Presbítero e Fundador,

    Carlo Gnocchi, Beato

    Carlo Gnocchi, Beato

    Presbítero e Fundador
    da Fondazione Pro Juventute (actual Obra Don Gnocchi)

    Data de beatificação: 25 de Outubro de 2009 na Praça del Duomo de Milán (Itália). Durante o pontificado de S.S. Bento XVI

    Carlo Gnocchi nasceu em São Colombano al Lambro, em Milán, Itália, em 25 de octubre de 1902 foi um sacerdote italiano, criador da "Fondazione Pro Juventute" (actual Obra Don Gnocchi), que ajuda as crianças com incapacidades múltiplas.
    Nasceu em São Colombano al Lambro, vila próxima a Milán, em 1902, no seio de uma família rural. Foi ordenado sacerdote em 1924, também foi professor de teologia e religião em colégios, liceus e universidades de sua cidade natal.
    Durante a Segunda Guerra Mundial foi oficial e capelão do Batalhão Alpino (Corpo de Infantaria de Montanha) do Exército Italiano (1941-1945). Naqueles momentos o Padre Gnocchi (ou Don Gnocchi, como é chamado em Itália), concebe a ideia de criar uma fundação que ajude as crianças mutiladas e incapacitadas físicas e psíquicos por causa da guerra. Assim em 1942, nasceu sua obra máxima, a "Fondazione Pro Juventute" (hoje Obra Don Gnocchi). Um ano mais tarde teve uma audiência com o Papa Pío XII, na qual apresentou sua fundação.
    Faleceu de um câncer no pâncreas em Milão em 28 de Fevereiro de 1956, com a idade de 54 anos. Seu processo de beatificação começou em 1962, e foi declarado Venerável pelo Papa João Paulo II em 2002.
    Sua vida é recordada, actualmente, através de um filme da RAI, intitulado "O anjo das crianças".

    Pablo Uchibori y 15 compañeros, Beatos
    Febrero 28 Mártires, 28 de febrero

    Pablo Uchibori y 15 compañeros, Beatos

    Pablo Uchibori y 15 compañeros, Beatos

    Mártires

    En el monte Unzen, en Nagasaki, beatos mártires Pablo Uchibori Sakuemon, quien junto a sus compañeros ofrecieron con alegría su vida por mantener su fe.(1627)
    Nombres de los mártires: Pablo Uchibori Sakuemon, Samurai, Gaspar Kisayemon, María Màe, Gaspar Nagai, Luis Shàzaburo, Dionisio Saiki Zenka, Luis Saiki Kizo, Damiin Lchiyata, Leo Nakayama Sokan, Pablo Nakayama, Juan Kisaki Kyuhachi, Juan Heisaku, Tomás Shàgo-ro, Alexio Shohachi, Tomás Kando Heie-mon, y Juan Araki Kenshichi.
    Fecha de beatificación: 24 de noviembre de 2008 en el pontificado del Papa Benedicto XVI, junto a otros 172 mártires de Japón.

    Son un grupo de veintinueve, todos ellos indicados con sus nombres y datos concretos. Destacan el samurai Pablo Uchibori, con sus tres hijos, y el anciano señor ("tono") de la aldea Hachirao, Pablo Onizuka, padre del mártir beato Pedro Onizuka, s.j., quemado vivo en 1622. Pero los veintinueve mártires se distribuyen en tres grupos, según la fecha del martirio: 21 de febrero, 28 de febrero y 17 de mayo de 1627.
    Casi todos habían sufrido anteriormente cárcel y torturas. Algunos son descendientes o familiares de mártires. Otros mueren con su esposa e hijos. Algunos eran catequistas o jefes de aldeas, o habían hospedado a los misioneros ocultos, arriesgando su propia vida.
    A los tres hijos de Pablo Uchibori, antes de matarlos y arrojarlos al mar (21 de febrero de 1627), les cortaron los dedos de las manos, ante su padre y ante un gran grupo de condenados al martirio, para presionarlos a apostatar. El niño Ignacio Uchibori, de cinco años, sufrió la mutilación con gran serenidad, levantando sus dedos y mano mutilada y sangrienta, con la admiración de todos los presentes. Con ellos murió del mismo modo, con los dedos mutilados y arrojada al mar, Gracia, esposa de Tomás Soxin, porque no quiso renegar de la fe; también mataron allí mismo, arrojándolos al mar, a otros doce.
    Cinco de los veintiséis mártires de la presente lista, martirizados en los sulfatos del monte Unzen —en dos grupos y fecha distinta: 28 de febrero y 17 de mayo— son firmantes, entre otros doce, de la carta dirigida anteriormente a Pablo V (18 de octubre de 1620), expresando su disponibilidad de "ofrecer nuestras vidas en testimonio de Cristo y de la santa Iglesia romana... Nada tenemos tan grabado en el corazón como el padecer el martirio, cuando la ocasión se ofrezca, con la gracia de Dios".
    El samurai Pablo Uchibori, ya desde las torturas en la cárcel y durante los tormentos de los sulfatos, animaba a todos sus compañeros a perseverar en la fe, mientras él y otros eran torturados y mutilados en rostro y manos. Murió diciendo: "Alabado sea el Santísimo Sacramento". De él se conserva una carta escrita desde la cárcel, en la que explica el martirio de otros mártires anteriores y su propia disponibilidad martirial por amor a Cristo: "Deseo padecer por su amor".
    Todos murieron orando, fuertes en la fe y con alegría, a veces dejando escritas, durante el trayecto hacia el martirio, expresiones poéticas de despedida, como hicieron los mártires Joaquín Mine y Bartolomé Baba con esta afirmación: "Hasta ahora creía que el cielo estaba muy lejos; ahora, viéndolo tan cerca, me llena de alegría". El samurai Juan Marsutake murió orando: "¡Señor Jesús, no me dejéis de vuestra mano!". Los testigos han dejado constancia de la actitud martirial de todos.

    Osvaldo de Worchester, Santo
    Febrero 28 Obispo, 28 (29) de febrero

    Osvaldo de Worchester, Santo

    Osvaldo de Worchester, Santo

    Obispo

    Martirologio Romano: En Worchester, en Inglaterra, san Osvaldo, obispo, que fue primero canónigo y después monje, presidió las sedes de Worchester y de York, introdujo en muchos monasterios la Regla de san Benito, siendo un maestro benigno, alegre y docto (992).

    En los años bisiestos se celebra el día 29 en lugar del 28.

    Hijo de padres daneses, se hizo monje benedictino en el monasterio de Fleury, en Francia, y posteriormente recibió la ordenación sacerdotal en Inglaterra en el año 959. Por recomendación de san Dunstan, con quien san Osvaldo compartía los ideales monásticos, fue nombrado obispo de Worcester en el año 961, donde convirtió el cabildo de la iglesia catedral en una comunidad monástica, fundó también otros dos monasterios en Westbury-on-Trym, cerca de Bristol, y el más influyente de Ramsey, para el cual obtuvo que el monastero de Fleury le “prestara” a san Abón, como maestro.
    Cuando fue nombrado arzobispo de York, se le permitió mantener también la diócesis de Worcester. En la reacción anti monástica que siguió a la muerte de san Eduardo mártir, las comunidades monásticas se dispersaron temporalmente. Tenía como características personales la amabilidad, la cortesía y la alegría, que lo hicieron ser muy amado por el pueblo.
    Murió en Worcester el 28 de febrero del 992 después de lavar los pies a doce pobres y de sentarse con ellos a la mesa. Su cuerpo fue trasladado a un sepulcro nuevo por san Wulfstano, también obispo de Worcester desde 1062 hasta 1095.

    responsable de la traducción: Xavier Villalta

    Otros Santos y Beatos
    Febrero 28 Completando santoral de este día, 28 de febrero

    Otros Santos y Beatos

    Otros Santos y Beatos

    Santos Mártires de Alejandría
    Conmemoración de los santos presbíteros, diáconos y otros muchos, que en Alejandría, en tiempo del emperador Galieno, al declararse una gravísima epidemia se entregaron al servicio de los enfermos hasta morir ellos mismos, y por ello la piedad de los creyentes les consideró como mártires (262).
    Santas Marana y Cira, Reclusas
    Conmemoración de las santas Marana y Cira (o Cyra), vírgenes, que en Berea, en Siria, vivieron en un lugar estrecho y cerrado sin techo, recibiendo el alimento necesario por una ventana y guardando silencio (s. V).

    43300 > Beata Antonia di Firenze Badessa 28 febbraio (negli anni bisestili: 29 febbraio) MR
    92019 > Sant' Augusto Chapdelaine Martire in Cina 28 febbraio (negli anni bisestili: 29 febbraio) MR
    43175 > Beato Daniele Alessio Brottier Sacerdote 28 febbraio MR
    89046 > Sant' Ilaro Papa 28 febbraio (negli anni bisestili: 29 febbraio) MR
    92995 > Sante Marana e Cira Vergini 28 febbraio MR
    43210 > Santi Martiri di Alessandria 28 febbraio MR
    94397 > Beati Martiri di Unzen 28 febbraio
    43200 > Sant' Osvaldo di Worcester Vescovo 28 febbraio (negli anni bisestili: 29 febbraio) MR
    43250 > San Romano di Condat Abate 28 febbraio MR
    92020 > Beato Timoteo (Stanislaw Tymoteusz) Trojanowski Religioso e martire 28 febbraio MR

    • Antónia de Florença, Santa
    Fevereiro 29   -  Viúva, 29 (28) Fevereiro

    Antonia de Florencia, Santa

    Antónia de Florença, Santa

    Etimologicamente significa “florida, inestimável”. Vem da língua grega.
    Lutar com um coração reconciliado supõe manter-se firme no meio das tensões mais fortes. Longe de afogar tuas energias, semelhante luta te convida a concentrar todas tuas forças vivas.
    Esta jovem florentina se casou muito cedo. Teve um filho que era a delicia do casal. 
    O marido morreu, e ela teve que enfrentar sua viuvez do melhor modo que pôde. Apenas terminou de criar a seu filho, só ansiava entrar num mosteiro, sobretudo no das terceiras de são Francisco.
    E efectivamente, tanto ardia seu coração em desejos de ser santa que em pouco tempo a elegeram abadessa do mosteiro de Foligno (1430-1433).
    Daqui passou ao de Aquila. Aconselhada e orientada por são João de Capistrano, fundou o mosteiro de Corpus Domini. 
    A regra que lhe impôs foi a mesma de santa Clara
    O mesmo que ocorreu em Assis em tempos de são Francisco, assim voltou a passar com Antónia.
    Muitas raparigas de Aquila seguiram suas pegadas ao ver que resplandecia em virtudes e em santidade de vida.
    Estas raparigas, como ocorre hoje, deixam o mundo para levar uma vida distinta da normal. Não fogem por medo mas sim por um amor mais generoso, mais entregue a todos e não somente a um homem, filhos e família própria.
    Ela, com as mãos cheias de boas obras e com seu desejo de encontrar-se com Cristo no céu, morreu em 28 de Fevereiro de 1472.
    Quem for a Aquila, Itália, pode ver ainda como se mantém  seu corpo intacto e flexível. Se pode visitar no convento de santa Clara
    O Papa Pío IX aprovou que todo o mundo podia dar-lhe culto. Isto foi no ano 1847.
    ¡Felicidades a quem leve este nome!

    http://es.catholic.net/santoral

    Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (CONSEGUI  MAIS UMA VEZ, FINALMENTE…) por António Fonseca