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quinta-feira, 3 de março de 2011

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma – www.es.catholic.net

 

Mensagem do Santo Padre para a Quaresma 2011

Com Cristo sois sepultados no Baptismo, com ele também haveis ressuscitado

Autor: S.S. Bento XVI | Fonte: http://www.vatican.va/

 

«Com Cristo sois sepultados no Baptismo, com ele também haveis ressuscitado» (cf. Col 2, 12)

Queridos irmãos e irmãs:

A Quaresma, que nos leva à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito valioso e importante, com vistas ao qual me alegra dirigir-vos umas palavras específicas para que o vivamos com o devido compromisso. A Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade operante, enquanto vê o encontro definitivo com seu Esposo na Páscoa eterna, intensifica seu caminho de purificação no espírito, para obter com mais abundância do Mistério da redenção à vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).

1. Esta mesma vida já se nos transmitiu no dia do Baptismo, quando «ao participar da morte e ressurreição de Cristo» começou para nós «a aventura gozosa e entusiasmada do discípulo» (Homilia na festa do Baptismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010). São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidamente na comunhão singular com o Filho de Deus que se realiza neste lavabo. O facto de que na maioria dos casos o Baptismo se receba na infância põe em relevo que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com suas forças. A misericórdia de Deus, que limpa o pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos que Cristo Jesús» (Flp 2, 5) comunica-se ao homem gratuitamente.
O Apóstolo das gentes, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que tem lugar ao participar na morte e ressurreição de Cristo, indicando sua meta: que eu possa «conhecer a ele, o poder de sua ressurreição e a comunhão em seus padecimentos até me fazer semelhante a ele na sua morte, tratando de chegar à ressurreição de entre os mortos» (Flp 3, 10-11). O Baptismo, portanto, não é um rito do passado mas o encontro com Cristo que conforma toda a existência do batizado, e da vida divina e o chama a uma conversão sincera, iniciada e sustentada pela Graça, que o leve a alcançar o talhe adulto de Cristo.
Um nexo particular vincula ao Baptismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II exortaram a todos os Pastores da Igreja a utilizar «com maior abundância os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal»
(Sacrosanctum Concilium, 109). Com efeito, desde sempre, a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Baptismo: neste Sacramento se realiza o grande mistério pelo qual o homem morre no pecado, participa da vida nova em Jesus Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo espírito de Deus que ressuscitou a Jesús de entre os mortos (cf. Rm 8, 11). Este dom gratuito deve ser reavivado em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um recurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: vivem realmente o Baptismo como um ato decisivo para toda sua existência.

2. Para empreender seriamente o caminho para a Páscoa e prepararmo-nos para celebrar a Ressurreição do Senhor - a festa mais gozosa e solene de todo o Ano litúrgico-, ¿que pode haver de mais adequado que nos deixarmos guiar pela Palavra de Deus? Por isto a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, nos guia a um encontro especialmente intenso com o Senhor, fazendo-nos percorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, e para quem está batizado, com vistas a novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na entrega mais plena a ele.
O primeiro domingo do itinerário quaresmal sublinha a nossa condição de homem nesta terra. A batalha vitoriosa contra as tentações, que dá início à missão de Jesús, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma chamada decidida a recordar que a fé cristã implica, seguindo o exemplo de Jesús e em união com ele, uma luta «contra os Dominadores deste mundo tenebroso» (Ef 6, 12), no qual o diabo atua e não se cansa, tampouco hoje, de tentar ao homem que quer aproximar-se do Senhor: Cristo sai vitorioso, para abrir também nosso coração à esperança e nos guiar para vencer as seduções do mal.
O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante de nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de que é levada, como os Apóstolos Pedro, S. Tiago e João «aparte, a um monte alto» (Mt 17, 1), para acolher novamente em Cristo, como filhos no Filho, o dom da graça de Deus: «Este é o meu Filho amado, em quem pus toda a minha complacência; escutai-O» (v. 5). É o convite para se afastar do ruído da vida diária para submergir-se na presença de Deus: ele quer transmitir-nos, cada dia, uma palavra que penetra nas profundidades de nosso espírito, onde distingue o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e fortalece a vontade de seguir ao Senhor.
A petição de Jesús à  samaritana: «Dá-me de beber» (Jn 4, 7), que se lê na liturgia do terceiro domingo, expressa a paixão de Deus por todo o homem e quer suscitar em nosso coração o desejo do dom da «água que brota para vida eterna» (v. 14): é o dom do Espírito Santo, que faz dos cristãos «adoradores verdadeiros» capazes de orar ao Padre «em espírito e em verdade» (v. 23). ¡Só esta água pode apagar nossa sede de bem, de verdade e de beleza! Só esta água, que nos dá o Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, «até que descanse em Deus», segundo as célebres palavras de santo Agostinho.
O domingo do cego de nascença apresenta a Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: «¿Tu crés no Filho do homem?». «Creio, Senhor» (Jn 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, dando voz a todo o crente. O milagre da cura é o sinal de que Cristo, junto com a vista, quer abrir nosso olhar interior, para que nossa fé seja cada vez mais profunda e possamos reconhecer nele como nosso único Salvador. Ele ilumina todas as escuridões da vida e leva ao homem a viver como «filho da luz».
Quando, no quinto domingo, se proclama a ressurreição de Lázaro, nos encontramos frente ao mistério último de nossa existência: «Eu sou a ressurreição e a vida... ¿Crês isto?» (Jn 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de voltar a pôr com sinceridade, junto com Marta, toda a esperança em Jesús de Nazaré: «Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, o que veio ao mundo» (v. 27). A comunhão com Cristo nesta vida nos prepara a cruzar a fronteira da morte, para viver sem fim nele. A fé na ressurreição dos mortos e a esperança na vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido último de nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade da dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e à sua vida social, à cultura,à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba encerrado dentro de um sepulcro sem futuro, sem esperança.
O percurso quaresmal encontra seu cumprimento no Tríduo Pascal, em particular na Grande Vigília da Noite Santa: ao renovar as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor de nossa vida, a vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e confirmamos de novo nosso firme compromisso de corresponder à ação da Graça para ser seus discípulos.

3. Nossa submissão na morte e ressurreição de Cristo mediante o sacramento do Baptismo,  impulsiona-nos cada dia a libertar nosso coração do peso das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a «terra», que nos empobrece e nos impede estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus se revelou como Amor (cf. 1 Jn 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a «palavra da Cruz» manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Co 1, 18), que se dá para levantar o homem e trazer-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus caritas est, 12). Mediante as práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do compromisso de conversão, a Quaresma educa a viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O jejum, que pode ter distintas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: fazendo mais pobre nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica do dom e do amor; suportando a privação de alguma coisa -e não só do supérfluo- aprendemos a afastar o olhar de nosso «eu», para descobrir a Alguém a nosso lado e reconhecer a Deus nos rostos de tantos de nossos irmãos. Para o cristão o jejum não tem nada de intimista, mas se abre mais para Deus e para as necessidades dos homens, e faz que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).
No nosso caminho também nos encontramos perante a tentação de ter, da avidez de dinheiro, que invade o primado de Deus em nossa vida. O afã de possuir provoca violência, prevaricação e morte; por isto a Igreja, especialmente em tempo quaresmal, recorda a prática da esmola, quer dizer, a capacidade de compartilhar. A idolatria dos bens, em troca, não só afasta do outro, mas também despoja o homem, o faz infeliz, o engana, o defrauda sem realizar o que promete, porque situa as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida. ¿Como compreender a bondade paternal de Deus se o coração está cheio de si mesmo e dos próprios projetos, com os quais nos enchemos de ilusões de que podemos assegurar o futuro? A tentação é pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em reserva para muitos anos... Mas Deus lhe disse: “¡Néscio! Esta mesma noite te reclamarão a alma”» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola nos recorda o primado de Deus e a atenção para com os outros, para redescobrir a nosso Pai bom e receber sua misericórdia.
Em todo o período quaresmal, a Igreja nos oferece com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver diariamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que segue falando a nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciamos no dia do Baptismo. A oração nos permite também adquirir uma nova concepção do tempo: de facto, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência, simplesmente marca nossos passos para um horizonte que não tem futuro. Na oração encontramos, em troca, tempo para Deus, para conhecer que «suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar em íntima comunhão com ele que «ninguém poderá tirar-nos» (cf. Jn 16, 22) e que nos abre a esperança que não falta, a vida eterna.
Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual se nos convida a contemplar o Mistério da cruz, é «fazer-me semelhante a ele na sua morte» (Flp 3, 10), para levar a cabo uma conversão profunda de nossa vida: deixar-nos transformar pela ação do Espírito Santo, como são Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos de nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os demais e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é el momento favorável para reconhecer nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.
Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com nosso Redentor e mediante o jejum, a esmola e a oração, o caminho de conversão para a Páscoa nos leva a redescobrir nosso Baptismo. Renovemos nesta Quaresma a acolhida da Graça que Deus nos deu nesse momento, para que ilumine e guie todas nossas ações. O que o Sacramento significa e realiza estamos chamados a vivê-lo cada dia seguindo a Cristo de modo cada vez mais generoso e autêntico. Encomendamos nosso itinerário à Virgem María, que engendrou o Verbo de Deus na fé e na carne, para submergirmos como ela na morte e ressurreição de seu Filho Jesús e obter a vida eterna.

Vaticano, 4 de novembro de 2010

BENEDICTUS PP. XVI

Transcrição e tradução (de espanhol para português) por

António Fonseca

Nº 62 - 3 DE MARÇO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

Nº 1294

SANTOS MARINO e ASTÉRIO

Mártires (260)

Marino y Asterio, Santos

Marino e Asterio, Santos

Não havia sinais de perseguição contra os cristãos em qualquer parte do Império, escreve Eusébio, quando vagou o lugar de centurião em Cesareia da Palestina. Um oficial cristão, chamado Marino, tinha todas as probabilidades de ser nomeado, mas apareceu um rival que alegou a existência duma lei antiga, segundo a qual ninguém podia ser nomeado centurião sem oferecer um sacrifício. Não recorrendo a qualquer subterfúgio, Marino confessou a sua fé. Foi-lhe concedido em consequência o prazo de três horas para escolher entre a apostasia e a morte. Ao sair do pretório, encontrou o bispo Teotecno que o levou à igreja e, apontando-lhe para a espada e para o Evangelho, o incitou a fazer uma escolha digna de um cristão. O oficial colocou as mãos sobre o livro santo. A seguir, o bispo despediu-se dizendo: “Conta com a graça de Deus para permaneceres fiel à tua escolha e mereceres as recompensas prometidas pelo Evangelho”. Passadas as três horas, Marino apresentou-se diante dos chefes e declarou que não podia prestar ao imperador um culto que só era devido a Deus. Foi, por isso, decapitado imediatamente. Astério, estendendo a capa, envolveu nela o corpo e a cabeça de S. Marino. Pondo tudo aos ombros, levou a enterrar os despojos do mártir. Esta ação valeu-lhe também a ele a coroa do martírio. Isto pelo ano de 260. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.


Beato Frederico de Hallum

abade

Frederico, nascido em princípios do século XII, era ainda criança quando perdeu o pai; a mãe educou-o no temor de Deus e na prática da virtude. E mandou-lhe terminar os estudos em Munster, Vestefália. Quando ele recebeu o sacerdócio, os compatriotas pediram-no para ajudar o pároco e, por morte deste, Frederico viu-se encarregado da freguesia. passou vários anos neste cargo modesto, unicamente ocupado com os seus deveres e com a santificação da paróquia. Mas tinha o projeto de se fazer religioso em vida comum. Animado pelo bispo de Utrecht, estabeleceu a abadia do Jardim de Maria (Mariengardt) que se tornou célebre mais tarde, quando os premonstratenses lá se viram instalados. O santo pároco tinha passado algum tempo no convento deles de Mariengardt para se habituar à disciplina e às observâncias da vida religiosa. Depois, foi preciso em Mariengardt juntar-lhe dois anexos, que ficaram igualmente sob a direção de Frederico. Este operou vários milagres durante a vida e a seguir à morte. Esta surpreendeu-o em Hallum, a 3 de Março de 1175, e o corpo ficou depositado na capela que ele mandara construir no princípio da fundação. Em 1616, os premonstratenses fizeram o levantamento do seu corpo afim de o transferirem para a abadia da Boa Esperança, na diocese de Cambraia; e conservaram disso a lembrança no martirológio deles, a 6 de Dezembro. Mas celebram a festa principal a 3 de MarçoDo livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Emetério e Celedónio, Santos
Mártires

Emeterio y Celedonio, Santos

Emetério e Celedónio, Santos

Martirológio Romano: Em Calahorra, na Hispânia Tarraconense, santos Emeterio e Caledónio, os quais, estando cumprindo a milícia nos acampamentos junto a Leão, na província de Galiza, por confessar o nome de Cristo no inicio da perseguição foram conduzidos a Calahorra e ali coroados com o martírio (c. s. IV). Etimologicamente: Emetério = Aquele que é defensor, é de origem grega, Em verso recolheu por escrito os relatos de sua morte, o poeta hispano Prudêncio.  Calahorra (La Rioja, Espanha) está unida a estes soldados pelo facto de seu martírio e talvez também por ser o lugar de seu nascimento. Outros assinalam a Leão como berço pelos livros de orações leoneses - antifonários, lecionários e breviários do século XIII - ao interpretar «ex legione» como lugar de sua proveniência, quando parece ser que a frase latina é melhor referida á Legión Gemina Pia Felix a que pertenceram e que esteve acampada perto da antiga Lancia, hoje Leão, segundo se encontra no documento histórico denominado "Actas de Tréveris" do século VII.  Na parte alta de Calahorra está a igreja do Salvador - provavelmente em testemunho perpétuo do facto martirial - por onde antes esteve um convento franciscano e antes ainda a primitiva catedral visigótica que se construiu, segundo o costume da época, junto à residência real, para defesa ante possíveis invasões e que foi destruída pelos muçulmanos na invasão de 923, segundo consta no códice primeiro do arquivo catedralicio. Não se conhecem as circunstâncias do martírio destes santos; não as refere Prudêncio. ¡Que pena que o imperador Diocleciano ordenasse queimar os códices antigos e expurgar os escritos de seu tempo! Com isso tentou, pelo que nos refere Eusébio, que não ficasse constância nem servisse como propaganda dos mártires e evitar que se estendesse o incêndio(Ver mais sobre SANTOS EMETÉRIO E CELEDÓNIO em http://es.catholic.net/santoral.)

BEATA CATARINA MARIA DREXEL

Fundadora (1858-1955)

Catalina Drexel, Santa

Catalina Drexel, Santa

Fundadora da Congregação
das irmãs do Santíssimo Sacramento

Catarina Maria Drexel nasceu no lar de um rico banqueiro de Filadélfia, a 26 de Novembro de 1858. Não conheceu a mãe, que faleceu um  mês depois do parto. Foi educada pela madrasta, Ema Bouvier, segunda esposa do pai, Francisco Drexel. O dinheiro não corrompeu a família Drexel, porque em sua casa a religião e a caridade estavam acima de tudo. O pai sustentava vários institutos católicos, que cuidavam dos pobres; a mãe adotiva era conhecida como a “matrona da bondade”, pois visitava e socorria os necessitados em seus tugúrios. Muitas vezes fazia-se acompanhar por Catarina ou por qualquer outra das suas duas irmãs. Ensino da religião e prática da caridade são as linhas mestras que vão orientar toda a vida de Catarina são as linhas mestras que vão orientar toda a vida de Catarina. Desde jovem , vê-mo-la entregar-se a ensinar o catecismo com alegria e entusiasmo. A frequência dos sacramentos e o exercício da caridade levaram-na a progredir no caminho espiritual, de tal forma que sentia desejos de abraçar a vida consagrada. Todavia, o Padre Tiago O’Connor, seu diretor espiritual, fez-lhe ver que ela no mundo podia fazer muito pelo Reino de Deus, ajudando as missões entre os índios e os negros do país. Ela concordou, mas isto não a impediu de se consagrar totalmente a Deus com o voto de virgindade, para melhor O conhecer, amar e servir. (…) Fiel ao  carisma da promoção dos indígenas e dos negros americanos, a Irmã Catarina Drexel empregou todos os bens da família que lhe tocaram por herança na construção de 60 escolas, 3 casas para assistência social, um centro missionário. Levou o seu arrojo até à  criação da Universidade Xavier em Nova Orleães, para formar os negros, que não podiam entrar nas Universidades comuns do Estado. Enquanto as forças lho consentiram, visitava com regularidade todos os centros que fundara. Em 1937, contando 79 anos, entregou o governo da Congregação a outra Irmã e recolheu-se a uma vida de mais intensa oração e contemplação. Assim viveu até 3 de Março de 1955, em que placidamente faleceu no Senhor, com mais de 96 anos de idade. Tendo sido aprovado um milagre atribuído à sua intercessão, foi beatificada por João Paulo II no domingo, 20 de Novembro de 1988. AAS 79 (1987) 610-14; DIP 3, 980. AAS 80 (1988) 1802-6; W. MEYER, OP.F.M. To The Least, Munster 2 1976Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Ticiano de Bréscia, Santo
  Bispo

Ticiano de Brescia, Santo

Ticiano de Brescia, Santo

Martirológio Romano: Em Brescia, na região de Veneza, são Ticiano, bispo (c. 526). Etimologia: Ticiano = Tito = o valente defensor, é de origem italiana. Ante as rivalidades que imobilizam, nada tão essencial como pôr-se em marcha para se visitar uns a outros, escutar, e celebrar juntos o mistério pascal. Não se sabe muito da vida deste bispo de Brescia, cidade de que têm saído muitos ao longo da história da Igreja. Lhe tocou viver em finais do século V. Intentou – como o Papa são Simplício, reconstruir tudo o que haviam destruído os Bárbaros. Seus restos mortais foram sepultados na igreja de são Cosme e Damião. Sabe-se que foi ele próprio quem a mandou construir. Muito cedo se lhe fez mesmo ao lado dela, um mosteiro. Mais tarde, em 1202, o bispo Berardo Maggi mandou que se destruísse tudo para que o Palácio Broletto tivesse mais espaço. Na atualidade é o que ocupa a Praça del Duomo.  A igreja e o mosteiro foram reconstruídos na parte ocidental da cidade, na zona dos Campos Baixos onde segue ainda. Suas relíquias se tiraram. E o bispo Paolo Zane, em 1505, mandou construir uma arca de mármore na capela da esquerda. Nela estão agora. Seu sarcófago primitivo está hoje na fonte da praça de Tito Speri. ¡Felicidades a quem leve este nome!  Comentários ao P. Felipe Santos: Santoral">fsantossdb@hotmail.com

• Pedro Renato Rogue, Beato
Mártir

Pedro Renato Rogue,  Beato

Pedro Renato Rogue, Beato

Martirológio Romano: Em Vannes, da Bretanha Menor, em França, beato Pedro Renato Rogue, presbítero da Congregação da Missão e mártir, que em tempo da Revolução Francesa, recusando o injusto juramento imposto ao clero, permaneceu secretamente na cidade, para atender com seu ministério aos fieis, e finalmente, condenado a pena capital, descansou na misericórdia do Senhor na mesma igreja onde celebrava os sagrados mistérios (1796). A figura do Beato Pedro Renato Rogue, missionário paúl e mártir durante a Revolução francesa, é uma figura atraente e de grande atualidade. Se chama "Mártir da Eucaristia e da Caridade". Com este sobrenome se compendia sua jovem vida, ao serviço de Deus e dos irmãos. Vannes é uma antiga cidade da Bretanha francesa, onde nasceu Pedro Renato, em 11 de Junho de 1758, sendo seus pais Cláudio Rogue e Francisca Loiseau, pertencentes à classe média da cidade. Como bons cristãos batizaram a seu filho no dia seguinte ao seu nascimento.
La prueba se abatió sobre la familia Rogue con la muerte del padre, cuando Pedro Renato no tenia más que tres años. Su madre, como la mujer fuerte de la Biblia, supo hacer frente a su desgracia y educar adecuadamente a su hijo, en el Colegio de san Ivo, dirigidos por los Jesuitas. Formó parte de la Congregación mariana del Colegio y en ella profundizo en la devoción a la Virgen, que perduraría durante toda su vida. En aquel ambiente no fue extraño el brote vocacional al sacerdocio, animado por su generosa madre. Estaba el Seminario diocesano de Vannes, dirigido por los Hijos de san Vicente de Paúl, que lo recibieron en l776, cuando contaba 18 años. Quizás por no dejar sola a su madre, paso un tiempo como externo. Fue un discípulo aventajado en virtud y ciencia, necesarias para la vida sacerdotal Terminados su estudios, fue ordenado sacerdote el 21 de septiembre de 1782, celebrando al día siguiente su primera misa en la iglesia del Seminario diocesano, Enseguida su Obispo le nombró cape1lán de la Casa de Ejercicios espirituales para mujeres, donde continuo su dedicación a la oración y al estudio, que hizo florecer en su alma el deseo de un compromiso mayor en el servicio a Dios y a las hermanos, volviendo sus ojos a los Hijos de san Vicente de Paúl, que habían sido sus formadores en la virtud y en la ciencia. Pero no le resultaba fácil tal determinación: debería separarse de su madre y su apostolado en la Diòcesis que le llenaba plenamente. Pero la llamada de Dios le hizo superar todo, ingresando en el Seminario interno (noviciado) de los Hijos de san Vicente de Paúl, en la Casa Madre de san Lázaro de Paris, el 25 de octubre de 1786. Dos años duraba el noviciado. Quienes le conocieron en aquella época, afirmaban que poseía la figura de un predestinado: su bondad se reflejaba en todo su ser: su carácter dulce y afable atraía a cuantos le trataban. Al terminar el primer año de noviciado, juzgaron los superiores (por su formación tanto espiritual como teológica), podría ser ya destinado, para seguir su segundo año de noviciado en su destino, Ya era misionero de san Vicente de Paúl. Sus superiores, pensando que en su anciana madre y también en el apostolado anterior en Vannes, quizás pedido por el Obispo, que tan bien conocía a Pedro Renato, le destinaron al Seminario diocesano de Vannes, su ciudad natal, como profesor de teología. Al1i completo su noviciado y pronuncio sus votos en la Congregación de la Misión, el 26 de octubre de 1788. El entonces Superior general de los Hijos de san Vicente de Paúl, P. Jacquier, dejo un hermoso retrato del misionero, como sacerdote de la Congregación de la Misión:"Exacto en la hora de levantarse, en la oración comunitaria y demás ejercicios de piedad de la Regla. Exacto en sus obligaciones. Todo su tiempo lo dedica al ejercicio de sus funciones sacerdotales o a prepararlos con la oración o el estudio. Amigo del silencio, separado del mundo y si en él está, es para ayudar a todos, Fiel imitador de san Vicente de Paúl en la sencillez, humildad, mansedumbre, mortificación y celo por la salvación de las almas, Por todas partes deja "el buen olor de Cristo". Esta era la vida de Pedro Renato Rogue. Por otra parte Dios le había dotado de dones preciosos que conquistaba las almas, de una fisonomía serena, hermosa voz que le ayudaba en la predicación; incansable en el confesionario al que dedicaba la mayoría del tiempo que le dejaban sus clases de teología. El horizonte de Francia no se veía muy halagüeño. El pueblo pedía un mejor régimen social, La iglesia pedía se corrigiesen los abusos. Pero la revolución estaba servida: era el mes de mayo de 1789.El 13 de junio, la Casa Madre de los Hijos de san Vicente, san Lázaro, era asaltada y profanada por los revolucionarios. Al día siguiente fue tomada la Bastilla y un largo y sangriento etc. El 12 de julio de 1790, se voto la famosa Constitución civil del Clero, que no reconocía al Papa como cabeza de la Iglesia y si al Estado. El Papa Pío VI, en abril de 1791 previno a los fieles que dicha Constitución civil era cismática. La persecución se desato contra el clero fiel, El Rey fue encarcelado, los bienes de la Iglesia, fueron confiscados, las Ordenes religiosas suprimidas. El 2 de septiembre de 1792, comienzan las horribles matanzas en Paris, donde tres Obispos y 250 sacerdotes y religiosos fueron martirizados. El clero de Vannes con su Obispo a la cabeza, rehusaron, desde el primer momento, la Constitución civil, negándose a prestar juramento. Algunos sacerdotes fueron sobornados, entre ellos el Superior del Seminario, que prometieron emitir el juramento. Y surge la figura de Pedro Renato Rogue: comenzó a animar al Superior del Seminario para que se retractase de la promesa del juramento. Los sacerdotes que habían dado palabra para el juramento lo rechazaron con una sola excepción. Pedro Renato era mirado por el clero de Vannes, como el defensor de la Iglesia. El Obispo, los sacerdotes y religiosos fueron expulsados. La casa de su anciana madre fue el refugio de Pedro Renato, pero tuvo que disfrazarse y cambiar de domicilio, al arreciar la persecución tuvo que disfrazarse y cambiar de domicilio mientras seguía visitando enfermos, animando a los que flaqueaban. Su coraje y su animo juvenil le llevó incluso a entrar en las cárceles para animar a los presos y administrar los sacramentos. Tan querido y respetado era que a pesar de ser reconocido, nadie se atrevió a denunciarle. En la vigilia de la Navidad de 1795, a las 9 de la noche, fue llamado a atender a un moribundo. Llevando consigo el viático, fue apresado poco antes de llegar a la casa del enfermo. Despidió apresuradamente a los que le acompañaban para que no fueran también detenidos y se dejó prender por aquellos que le perseguían, entre los cuales, uno que había recibido de Pedro Renato abundantes ayudas de todo género: un nuevo Judas, Fue llevado al tribunal, formado por algunos antiguos compañeros suyos, que se enfrentaron con los que le habían detenido, señal de gran aprecio y estima que hacia Pedro Renato sentían. Le dieron ocasión para que pudiera huir y esconderse, pero no acepto, para no comprometerles."Llevo conmigo la Sagrada Eucaristía", les dijo y retirándose a un rincón, ele mismo se comulgó, ante el silencio respetuoso de todos, Llevado a la cárcel el mismo 24 de diciembre, en ella permaneció hasta el 3 de marzo siguiente. Fue encerrado en una de las torres de la antigua prisión de la ciudad de Vannes, llena de humedad y frío, sin que de sus labios saliera una sola queja. En aquellas fechas la persecución parecía amainar y tan ilusionado como estaba por el martirio, que creía cercano, llegó a exclamar:"Señor, no soy digno. . ".Pero la calma de la persecución fue sólo temporal. Llamado al tribunal y después del interrogatorio de rigor, confeso y no negó su condición de sacerdote refractario a la Constitución civil y que había seguido ejercitando su ministerio sacerdotal: por ella fue condenado a la guillotina. La sentencia debía ser ejecutada antes de veinticuatro horas y en la plaza pública, sin que pudiera haber remisión alguna. Su madre estaba presente en el juicio y se le permitió abrazarla por ultima vez. Terminado aquel inicuo proceso, fue devuelto a la cárcel, desde donde escribió la ultima carta a su anciana madre y a sus hermanos de Comunidad, comunicándoles que va a morir por la fe y que en aquellos momentos se sentía feliz y contento al dar su vida por Cristo, Hubo varias tentativas para sacarle de la prisión, mientras él pasó la noche en oración y ayudando a los que, como él, habían sido condenados a muerte.Era jueves, el 3 de marzo de aquel año de 1796, a las tres de la tarde, cuando Pedro Renato, con las manos atadas a la espalda fue sacado de la prisión y conducido a las guillotina, que había sido colocada cerca de su colegio, donde se había consagrado al Señor y que traería a su mente tantos y tantos recuerdos La cuchilla de la guillotina segó su cabeza en pocos minutos, mientras pronunciaba las palabras de Cristo:" A tus manos, Señor, encomiendo mi espíritu". La multitud, sin miedo alguno, se lanzo al patíbulo para empapar en la sangre del mártir lienzos, que se guardaron como preciosas reliquias. Los soldados volvieron de la ejecución llenos de admiración y respeto hacia el heroico mártir, exclamando:"No era un hombre, era un ángel". Tenia 38 años. Al día siguiente su cuerpo fue inhumado en el cementerio de la ciudad. Cinco personas se atrevieron a asistir al entierro y una de ellas escribió su nombre "Rogue", sobre un trozo de pizarra, que colocó sobre su cuerpo, para poder, algún día identificarlo. Su propia madre, pasada la época de la persecución, hizo colocar una cruz sobre la tumba de su querido hijo. Vannes siempre considero a aquel hijo preclaro, como un santo y un mártir. Su tumba era muy frecuentada y se la atribuían favores de todo tipo. El Papa Hipo X1, el 12 de junio de 1929, firmo el Decreto de la Causa de Beatificación y el 10 de mayo de 1934 en la basílica de san Pedro del Vaticano era declarado BEATO Pedro Renato Rogue, misionero de san Vicente de Paúl y mártir de la Eucaristía y de la Caridad, La ciudad de Vannes le honró con grandes fiesta y colocó sus reliquias en una hermosa imagen yaciente en su iglesia Catedral, donde se venera.

• Pedro Geremía, Beato
Sacerdote Dominicano

Pedro Geremía, Beato

Pedro Geremía, Beato

Martirológio Romano: Em Palermo, na Sicília, beato Pedro Geremia, presbítero da Ordem de Pregadores, que, confirmado por são Vicente Ferrer no ministério da palavra de Deus, se entregou de todo à salvação das almas (1452). O Beato Pedro Geremia nasceu em Palermo (Itália), em 1399. Estudou direito em Bolonha e em 1424, na véspera de sua graduação, entrou num convento da Ordem Dominicana. Foi noviço de Santo António. Participou na reforma espiritual de Ordem e ajudou na reforma do clero diocesano.  Morreu em 1452.  O culto foi confirmado pelo Papa Pío VI em 12 de Maio de 1784.

• Teresa Eustochio Verzeri, Santa
  Fundadora

Teresa Eustochio Verzeri, Santa

Teresa Eustochio Verzeri, Santa

Virgem e Fundadora das Filhas do Sagrado Coração de Jesus

Martirológio Romano: Em Brescia, na Lombardia, santa Teresa Eustoquio (Ignacia) Verzeri, virgem, fundadora do Instituto das Filhas do Sacratíssimo Coração de Jesús (1852). Teresa Verzeri nasceu em Bérgamo de Lombardia, em 31 de julho de 1801. Era uma das filhas de António Verzeri e de sua esposa Elena, pertencente à família dos condes de Pedroça-Grumelli. Os Verzeri professavam grande devoção a São Jerónimo. Um de seus filhos, que foi mais tarde bispo de Frescia, se chamava Jerónimo e Teresa tinha como segundo nome Eustóquio, em recordação da filha de Santa Paula. Como é bem sabido, estas duas santas haviam sido muito amigas de São Jerónimo e haviam exercido, por turno, o superiorado do convento de mulheres que este havia fundado em Jerusalém. No caso de Teresa, o nome Eustóquio resultou profético. Se cuenta que Teresa decidió hacerse religiosa a los diez años de edad, el día de su primera comunión. Tales inspiraciones no son raras a esa edad, pero la firme resolución de Teresa no hizo más que crecer hasta el día de su confirmación. En esto le ayudó mucho al canónigo José Bengalio, de la catedral de Bérgamo. Es difícil determinar si el canónigo tenía ideas claras sobre Teresa o si estaba tratando de probar su vocación, pues tres veces la hizo entrar y volver a salir del convento de las benedictinas de Santa Grata. La obediencia ciega de Teresa al canónigo le valió no pocas críticas y burlas, pero la beata las soportó con paciencia y alegría. Fue sin duda una época de rudo aprendizaje. Después de haber salido por tercera vez del convento, Teresa se consagró enteramente a la instrucción religiosa de las niñas en una pequeña casa llamada Gromo, que pronto se convirtió en la semilla de la nueva congregación religiosa que había de fundar. Antonia, su hermana y otras dos jóvenes, llamadas Virginia Simoni y Catalina Manghenoni, se le unieron al poco tiempo. Las cuatro hicieron la profesión de votos simples ante el canónigo Benaglio, quien las destinó a la enseñanza de la juventud. La vida de la nueva comunidad era muy austera, con largos períodos de silencio y ayuno. Teresa tuvo que hacer frente a muchas dificultades espirituales, dudas y tentaciones. La congregación empezó pronto a crecer, pues ingresaron en ella numerosas jóvenes de buena familia, entre las que se contaban tres hermanas de Teresa, llamadas María, Judit y Catalina, además de su propia madre que había quedado viuda. El canónigo Benaglio se encargaba de la dirección espiritual de la comunidad y ayudó a redactar las reglas y constituciones que comprendían diferentes obras de caridad: escuelas para los niños pobres, visitas a las mujeres enfermas, centros religiosos y de recreación para las jóvenes que se hallaban en peligro y sobre todo, retiros para mujeres, según el espíritu de San Ignacio de Loyola. El obispo de Bérgamo, Mons. Carlos Gritti-Morlacchi, favoreció al principio a la nueva congregación, pero después se dedicó a obstaculizar su crecimiento. Mayor prueba fue para Teresa su propia indecisión y humildad. ¿La llamaba Dios realmente a fundar una nueva congregación, dado que ya existían otros institutos similares, como el del Sagrado Corazón, fundado por Santa Magdalena Sofía Barat? Teresa fue a Turín, donde la madre Barat había empezado a organizar, desde 1832, los retiros para mujeres y se sintió muy inclinada a unir su congregación con la de la santa. Pero pronto comprendió que la voluntad de Dios era diferente, pues había campo más que suficiente para las dos congregaciones, por similares que fuesen. Así pues, la beata tuvo que superar ésta y otras dificultades y soportar con paciencia numerosas desilusiones, antes de conseguir que se estableciera sólidamente su instituto. Finalmente, en 1841, Teresa y sus compañeras pudieron hacer la profesión solemne en manos del mismo prefecto de la congregación de obispos y religiosos, el cardenal Constantino Patrizi. Unos cuantos días más tarde, fue publicado el decreto aprobatorio de la Santa Sede y la congregación fue definitivamente confirmada en 1847. Con esta ocasión, se autorizó a la fundadora a abrir una casa en Roma. Entre los que ayudaron a Teresa Verzeri en las dificultades, se contaba el Beato Luis Pavoni, de Brescia, quien se encargó de imprimir las constituciones de la nueva congregación, en un momento en que esto significaba exponerse a muchas molestias; pero el beato hizo caso omiso de las murmuraciones y hablillas. Además, intercedió ante Mons. Speranza para que apoyase en Roma la causa de las Hijas del Sagrado Corazón. Cuando Teresa compró un antiguo monasterio en Brescia, el Beato Luis proyectó los cambios que era necesario hacer al edificio y se encargó de vigilar personalmente la obra. Para ayudar a Teresa, hizo varios viajes a Bérgamo y a Trento, y se comprometió a asegurar la misa diaria en la casa madre. Nada era demasiado difícil para el Beato Luis, cuando se trataba de ayudar a las religiosas. La gran estima mutua que se profesaban el Beato Luis y la Beata Teresa ha continuado entre sus congregaciones respectivas, en el siglo que ha transcurrido desde su muerte. La beata vivió todavía cuatro años después de la fundación de la casa de Roma. Durante ellos creció en gracia y santidad y su congregación con ella. El cólera que azotó el norte de Italia, arrebató a la beata el 3 de marzo de 1852. La multitud que asistió a sus funerales fue el mejor testimonio de la reputación de santidad de que gozaba y que no ha hecho sino aumentar con el tiempo.  Teresa fue beatificada en 1946 por Pío XII y canonizada el 10 de Junio de 2001 por Juan Pablo II.

• Inocêncio de Berzo, Beato
Presbítero Capuchinho

Inocencio de Berzo, Beato

Inocêncio de Berzo, Beato

Martirológio Romano: Em Bérgamo, também de Lombardia, em Itália, beato Inocêncio de Berzo (Juan) Scalvinoni, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores Capuchinhos, que brilhou por sua eximia caridade difundindo a palavra de Deus e escutando as confissões (1890). Etimologicamente: Inocêncio = Aquele que não tem maldade, é de origem latino Sacerdote da Primeira Ordem (1844‑1890). Beatificado por João XXIII em 12 de novembro de 1961. Inocêncio, filho de Pedro Scalvinoni e Francisca Poli, nasceu em 19 de março de 1844 em Niardo em Valcamonica (Brescia), no baptismo se lhe chamou Juan. Perdeu cedo a seu pai. Entrou no Seminário e se ordenou sacerdote em 2 de junho de 1867. Coadjutor paroquial, se distinguiu por seu desprendimento das coisas, pela assiduidade no confessionário e sua caridade para com os pobres, a assistência aos enfermos e a pregação humilde. Nomeado por seu bispo Vice-reitor do Seminário, um ano depois foi novamente destinado ao trabalho pastoral paroquial em Berzo, onde desenvolveu uma intensa atividade apostólica, a base de oração, bom exemplo e uma pregação simples e paternal, acompanhamento individual às pessoas para as conduzir a Deus. Mas o Senhor o chamava a uma vida mais austera. Depois de uma maior preparação espiritual, superadas não poucas dificuldades, pediu ser admitido entre os Irmãos Menores Capuchinhos, onde ingressou em 1874, com o nome de Frei Inocêncio. Foi a Albino, logo ao convento da Santíssima Annunciatta, como vice mestre de noviços; em 1880 foi assinalado á redação dos Anais franciscanos em Milão. Depois foi a Crema, levando a todas partes a irradiação de sua santidade. Novamente destinado ao convento da Santíssima Annunciatta, onde encontrou o que seu espírito ansiava: ser santo a todo o custo. No solitário convento tinha modo de submergir-se em aquela união com Deus que era acorde com seu temperamento, secundar sua intensa ânsia de sacrifício, de penitência e de ocultamento. Seu ideal era anular-se e fazer-se olvidar, o exercício de prolongadas horas de oração e de contemplação, o desempenho dos humildes ofícios do ministério sacerdotal e de aqueles todavia mais humildes da vida conventual, como a petição de esmola de casa em casa, com a pregação do bom exemplo e de uma boa palavra. A beleza de sua alma transparecia através destas manifestações. Pregou cursos de exercícios espirituais a seus co-irmãos, nos quais derramou a abundância de seu espírito seráfico. Neste ministério da pregação de exercícios espirituais deveu impor-se violência, pois não se considerava capaz de nada. Morreu aos quarenta e seis anos em 3 de março de 1890, na enfermaria do convento de Bérgamo. O Senhor chamou a si ao servo bom e fiel, que havia vivido na humildade e na pobreza. Seus paisanos de Berzo reivindicaram o corpo deste autêntico filho de São Francisco.

• Cunegundes, Santa
Imperatriz de Alemanha

Cunegunda, Santa

Cunegunda, Santa

Martirológio Romano: No mosteiro de Kaufungen, em Hesse, santa Cunegunda, que aportou muitos benefícios à Igreja juntamente com seu cônjuge, o imperador são Enrique, e após a morte deste abraçou a vida cenobítica no mosteiro onde se havia retirado. Ao morrer fez a Cristo herdeiro de todos seus bens e seu corpo foi colocado junto os restos de são Enrique, em Bamberg (1033/ 1039). Etimologicamente: Cunegunda = Aquela guerreira de origem nobre, é de origem germânica. Imperatriz alemã. Nasceu  em 980, filha do conde Sigfredo de Luxemburgo. Em 998-1000 casou-se com o último sucessor da casa reinante de Saxónia, duque Enrique de Baviera (Enrique II o Santo), eleito em 1002 rei de Alemanha e que em 1014, junto com sua esposa, foi coroado Imperador em Roma pelo papa Bento VIII. O matrimónio, ainda que muito feliz, não teve descendência.  Cunegunda possuía uma formação muito boa para sua época, participou em muitas gestões de governo, acompanhou a seu esposo em viagens e campanhas, exercendo como suas predecessoras uma grande influência política. Em 1012 e 1016 representou a Enrique como governadora do reino de Saxónia. Constantemente tratou de moderar o Imperador, impulsivo e iracundo por natureza, intercedendo sempre pela paz interior e exterior, assim como pela justiça social. Cunegunda estava em relação com o mosteiro reformado de Cluny em França, que também visitou pessoalmente. Desde esse lugar o casal imperial era animado a levar a cabo a reforma do sistema eclesiástico em Alemanha (que tantas falhas mostrava, sobretudo nos mosteiros beneditinos e no alto clero), tal como ordenava especificamente o sínodo de Pavia de 1022, convocado pelo Papa e o Imperador. Por meio de ricas fundações sufragadas com seu dote, Cunegunda apoiou o episcopado de Bamberg, de nova criação, assim como o de Merseburg, desde onde se iniciou a evangelização.  Ao morrer Enrique II em 1024, Cunegunda fez de regente tomando parte ativa na nomeação de Conrado 11 como rei de Alemanha, retirando-se logo para a abadia de monjas beneditinas de Kaufungen (Hessen-Kassel), fundada por ela, onde, já como monja, realizou grandes obras de caridade. Morreu nesta abadia em 3 março 1033, sendo enterrada na catedral de Bamberg, junto a seu defunto esposo.  Enrique foi canonizado em 1145 e Cunegunda em 1200. O povo e a liturgia a veneram como a imperatriz virgem que manteve uma relação muito especial com a Virgem Maria. Em redor de sua recordação se tecem várias lendas (por exemplo, a prova de fogo narrada pela Lenda áurea de Jacobo de Varagine a que se submeteu por pretendida infidelidade). Segundo a versão das novas investigações, também é fruto de lenda popular a versão de voto de castidade no matrimónio imperial.  A festa de Cunegunda se celebra em 3 de março. As principais fontes para conhecer sua vida são especialmente a crónica de seu contemporâneo, o Bispo Thietmar de Merseburg (ed. R. Holtzmann, MGH, Scriptores reruin Germanicarum, IX), e a bula de canonização (Acta Sanct., marzo 1,281 ss.).

• Jacobino de Canepacis, Beato
Religioso Carmelita

Jacobino de Canepacis, Beato

Jacobino de Canepacis, Beato

Martirológio Romano: Em Vercelli, no Piemonte, beato Jacobino de’ Canepacci, religioso da Ordem dos Carmelitas, preclaro por sua dedicação á oração e à penitência (1508). Etimologicamente: Jacobino = Pertencente à família de Jacobo, é de origem latina. Nasceu em Piasca, diocese de Vercelli (Itália), em 1438. Seus pais, bons cristãos, o educaram em todas as virtudes humano-divinas. O menino e o jovem Jacobino ia pouco a pouco assimilando estes ensinamentos.  Sendo já um jovem maduro e atraído pela especial devoção que conheceu que os carmelitas professavam á Santíssima Virgem, pediu ser acolhido entre eles. Desde o princípio rogou ser admitido como irmão de obediência e se pôs ao serviço de todos e á disposição incondicional tanto dos superiores como de todos os demais irmãos. Ao professar, o primeiro ofício que o encarregaram os superiores foi o de esmoler. Maus tempos aqueles para a débil economia conventual. Abundavam também as pestes e outras enfermidades. Tudo isso contribuía a penúria que reinava em quase todos os conventos. Frei Jacobino percorria, com grande sacrifício e bondade, ruas e praças, tanto de Vercelli como de outros povos vizinhos, para recolher quantas esmolas lhe davam os bons cristãos. Com estas esmolas, além de ajudar a sua própria comunidade, ajudava também, com permissão dos superiores, a quantos pobres encontrava á sua passagem. Outro cargo que também desempenhou com a admiração de todos foi o de porteiro do convento de Vercelli durante muitos anos. Ele sabia muito bem que quantos visitam os conventos a imagem que levam dele é o que lhes há dado o irmão porteiro. O Irmão Jacobino procurava dar bom exemplo sempre e a todos com sua afabilidade, humildade e distinto trato. Todos ficavam admirados de sua bondade e o tinham por santo.  Cheio de méritos, aos 70 anos de idade, e depois de lhe haver sido anunciado a Santíssima Virgem Maria, É conhecido com o duplo nome de Jacobino de Canepacis ou de Crevacuore.  O papa Gregório XVI, em 5.3.1845, aprovou seu culto imemorial.

• Liberato Weiss e companheiros, Beatos

Samuel Marzorati (António Francisco) e

Miguel Pío Fasoli

Mártires (1716)

Liberato Weiss y compañeros, Beatos

Liberato Weiss e companheiros, Beatos

Samuel Marzorati (de secular, António Francisco) e

Miguel Pío Fasoli

Na solenidade de Cristo Rei, domingo, 20 de Novembro de 1988, João Paulo II elevou às honras de beatificação os Padres Liberato Weiss, Samuel Marzorati e Miguel Pio Fasoli, da Ordem dos Frades Menores Franciscanos e mártires na Etiópia em Março de 1716. Liberato Weiss nasceu em Konnersreuth, na Baviera, a 4 de Janeiro de 1675. Aos 18 anos pediu para ingressar na Ordem dos Frades Menores. Fez o noviciado em Graz (Áustria). recebeu a ordenação sacerdotal, cinco anos mais tarde, em Viena. Samuel Marzorati veio à luz do dia em Biurno Inferiore (Itália), a 10 de Setembro de 1670. No batismo tomou os nomes de António e Francisco. passou os anos da puerícia no mosteiro dos Frades Menores onde entrou com o nome de Samuel. Ordenado sacerdote, não duvidou em pedir para se preparar a fim  de um  dia ir para as missões. Miguel Pio Fasoli, que nasceu em Zerbo, perto de Pavia (Itália), a 3 de Maio de 1676, foi igualmente admitido na Ordem dos Frades Menores. Depois da ordenação sacerdotal, aplicou-se ao ensino da teologia, manifestando ao mesmo tempo o desejo de ir para as missões da Etiópia. De facto para lá partiram. Depois de uma breve permanência no Cairo, chegaram à Etiópia nos meados de 1712. Com a mudança política no país , os três missionários foram encarcerados e lapidados a 3 de Março de 1716. Na homilia da beatificação, o santo Padre elucida-nos algo a respeito das causas que levaram os missionários a dar a vida pela fé católica: «A celebração do martírio destes Franciscanos recorda-nos também os períodos durante os quais as relações entre a Igreja católica e a Igreja etíope eram difíceis. A fraternidade, que deveria ter reinado entre as duas Igrejas irmãs, estava então conturbada por graves e reciprocas incompreensões causadas pela ignorância da linguagem de uns e de outros, pela diferença de cultura e por varias circunstâncias”,  Só com o Concílio Vaticano II começou o diálogo ecuménico entre as diversas Igrejas. Por isso, o Santo Padre encerra a sua exposição com estas palavras: “ Observo com alegria que hoje os vínculos de fraternidade entre os cristãos na Etiópia são mais profundos e que eles conduzem , em particular, a uma colaboração em ordem a aliviar as dores de quem sofre. Oxalá os novos beatos e todos os Santos do céu intercedam junto do Senhor, a fim de que nesse País, onde desde há tantos séculos os cristãos têm testemunhado a sua fidelidade a Cristo até ao ponto de darem a vida por Ele, vivam todos na unidade de fé e de amor”. AAS 82 (1990) 313-17; L’OSS. ROM. 27.11.1988. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Anselmo de Nonántola, Santo
Abade

Anselmo de Nonántola, Santo

Anselmo de Nonántola, Santo

Martirológio Romano: Em Nonántola, na Emília, santo Anselmo, fundador e primeiro abade deste mosteiro, em que durante cinquenta anos promoveu a disciplina monástica, tanto com seus preceitos como no exercício das virtudes (803). Etimologicamente: Anselmo = Aquele que tem a proteção divina, é de origem germânica. Quando o rei Astulfo governava Itália, seu cunhado Anselmo, duque de Friuli, o acompanhou em suas campanhas militares. O duque não só era um valente soldado, mas também um fervoroso cristão. Primeiro fundou um mosteiro e um hospital em Fanano, na provincia de Módena e mais tarde, uma grande abadia a uns 30 quilómetros ao sul de Nonántola. Desejoso de consagrar-se inteiramente a Deus, Santo Anselmo foi para Roma, onde tomou o hábito de São Bento e foi nomeado abade da nova comunidade.  O Papa Estevão III lhe deu também permissão de trasladar a Nonántola o corpo do Papa São Silvestre. Astulfo enriqueceu muito a abadia, e lhe concedeu grandes privilégios, de sorte que se fez famosa em toda Itália.  O abade Anselmo chegou a governar a mais de mil monges. Igualmente estava encarregado de um grande hospital e de um albergue para os enfermos e peregrinos que ele mesmo havia construído perto do mosteiro, em honra de Santo Ambrósio. Desidério, o sucessor de Aistulfo, desterrou o santo abade a Monte Cassino, onde passou sete anos; mas Carlomagno o restituiu a Nonántola, e aí morreu, já muito ancião, depois de haver passado cinquenta anos na religião.

Santos Cleónico e Eutrópio,

mártires

Cleónico y Eutropio, Santos

Cleónico e Eutropio, Santos

Martirológio Romano: Em Amasea (hoje Amasya), no  Ponto, hoje Turquia, santos Cleónico e Eutropio, mártires na perseguição sob o imperador Maximiano, sendo procurador Asclepiódato (s. IV). Existe uma antiga narração relativa a três mártires, militares de profissão: os irmãos Eutropio, Cleónico e Basílico, este último parente de são Teodoro o recluso, que foram descobertos como cristãos e depois de terem sido submetidos a uma grande variedade de tormentos, foram trasladados a Comona onde Eutropio e Cleónico foram executados imediatamente, enquanto Basílico teve que esperar até 22 de maio para receber sua palma de martírio.

• Outros Santos e Beatos
Completando santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

São Winwaleo, abade

Na península de Armórica (Bretanha), são Winwaleo, primeiro abade de Landevenec, do qual a tradição narra que era discípulo de são Budoco na ilha de Lavret, e que com sua vida ilustrou a regra monástica (533).

Santa Artelaides, virgem

Em Benevento, na Campânia, santa Artelaides, virgem (c. 570).

 

90975 > Sant' Anselmo di Nonantola Abate  MR
43770 > Sant' Artellaide Vergine MR
92028 > Beato Benedetto Sinigardi da Arezzo  (13 agosto)
94087 > San Caluppano Eremita in Alvernia
92290 > Santa Camilla di Auxerre Vergine 
43675 > Santa Caterina (Katharina) Drexel Fondatrice  MR
92996 > Santi Cleonico ed Eutropio Martiri  MR
43700 > Santa Cunegonda Imperatrice MR
43740 > Santi Emiterio e Cheledonio Martiri MR
43850 > Beato Federico di Hallum  MR
43725 > Beato Giacomino da Crevacuore (di Canepaci) MR
72400 > Beato Innocenzo da Berzo Sacerdote  MR
91250 > Beato Liberato Weiss e compagni Martiri francescani MR
43750 > Santi Marino di Cesarea e Asterio Martiri  MR
78600 > Beato Michele da Zerbo e compagni Martiri  MR
94557 > Santi Nove Fratelli Chercheulidze Martiri  (Chiese Orientali)
94734 > Santa Piamun Vergine in Egitto
43780 > Beato Pier Renato (Pierre-René) Rogue Sacerdote vincenziano, martire  MR
90811 > Beato Pietro Geremia Domenicano  MR
78550 > Beato Samuele Marzorati e compagni Sacerdote e martire 3 marzo MR
75450 > Santa Teresa Eustochio Verzeri  (o 27 ottobre) MR
43800 > San Tiziano di Brescia Vescovo  MR
43760 > San Vinvaleo Abate di Landevennec 3 marzo MR

http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

 

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (incompleta em algumas biografias, por serem muito extensas…)

por António Fonseca.