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terça-feira, 22 de março de 2011

O quinteto era de cordas"... Espectacular

O quinteto era de cordas"...
Espectacular
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[Guitar] Cha Sun Chon et al. - "Our Kindergarten Teacher" {DPRK Music}

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00:03:29

Adicionado em 02-12-2010

1.771

Nº 866-2 - (80) - 22 DE MARÇO DE 2011–SANTOS DO DIA - 3º ANO

Nº 866-2
SÃO DEOGRÁCIAS
Bispo (457)
Quando Genserico, rei dos vândalos, tendo caído sobre a África, se apoderou de Cartago, no ano de 439, expulsou e desterrou os bispos católicos e os nobres do país, depois de os ter despojado dos seus haveres. Por espaço de catorze anos, ficou a Igreja de Cartago sem pastor, até que a pedido do imperador Valentiniano III, no tempo do qual teve lugar esta invasão, Genserico permitiu que se lhe desse por bispo um exemplar sacerdote, chamado Deográcias, que foi sagrado no ano de 453. Era este sacerdote de vida admirável e de grande prudência e sabedoria. Dois anos depois da sua elevação à cátedra episcopal, permitiu o Senhor que Genserico invadisse Roma, a pedido de Eudóxia, viúva de Valentiniano, e saqueasse aquela cidade, levando muitos prisioneiros. Chegados à África os prisioneiros, foram barbaramente separados os filhos dos pais e as mulheres dos maridos. Este acto encheu de horror a todos, especialmente ao santo bispo, que logo vendeu todos os vasos de ouro e de prata dedicados ao serviço do altar, para com o seu produto redimir os cativos. Como as habitações de Cartago não bastassem para alojar tanta gente, destinou para isso as duas grandes igrejas de S. Fausto e de S. Vero, onde os proveu de tudo o necessário. Tendo adoecido muitos daqueles infelizes, o santo prelado ia visitá-los incessantemente, levava-lhes médicos e remédios, que lhes subministrava por suas próprias mãos, e isto tanto de noite como de dia. Longe de o louvarem por tanta caridade, os arianos tinham-lhe tal ódio que se valeram de todos os meios tendentes a impedir que Deográcias favorecesse os católicos, chegando o seu furor ao extremo de atentarem contra a sua vida. Deus, porém livrou o seu fiel servo das emboscadas dos hereges, chamando-o ao céu no ano de 457, ao fim dum breve mas glorioso pontificado de três anos e alguns meses. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/
Lea, Santa
Lea, Santa
Sem dúvida, como Marcela, Melânia e outras, fez parte do círculo de nobres romanas a quem S. Jerónimo, quando estava em Roma, dava lições da Sagrada Escritura. Enviuvando, Leia retirou-se para um mosteiro romano de que veio a ser superiora. Morreu ao mesmo tempo que certo cônsul que, segundo parece, levou vida bastante livre; tanto que S. Jerónimo o lança, sem mais, no inferno. Da sua gruta de Belém onde vivia, assim escreve em resumo a Marcela, que permanecia em Roma: “Quem renderá à bem-aventurada Leia os louvores que merece? Renunciou a pintar o rosto e a adornar a cabeça com pérolas brilhantes. Trocando os ricos atavios por vestido de saco, deixou de dar ordens aos outros para obedecer a todos; viveu num canto com alguns móveis; passava as noites em oração; ensinava as companheiras mais com o exemplo do que com admoestações ou discursos; esperou a chegada ao Céu para ser recompensada pelas virtudes que praticou na terra. É lá que goza, daqui nem diante, felicidade perfeita. Do seio de Abraão, onde está com Lázaro, olha para o nosso cônsul, outrora coberto de púrpura e agora revestido de ignominia, pedindo em vão uma gota de água para matar a sede. Embora ele tivesse subido ao Capitólio entre os aplauso da população e a sua morte enlutasse toda a cidade, é em vão que sua mulher proclama imprudentemente que ele foi para o Céu e lá ocupa um grande palácio. A realidade é que foi precipitado nas trevas exteriores, ao passo que Leia, que queria passar na terra por insensata, foi recebida, na casa do Pai, ao festim, do Cordeiro. Por isso vos peço, com as lágrimas nos olhos, que não procureis os favores do mundo e que renuncieis a tudo o que é da carne. Em vão se procuraria seguir ao mesmo tempo o mundo e Jesus. Vivamos na renúncia de nós mesmos, porque o nosso corpo em breve se converterá em pó e o resto não durará também muito?”.
Lea, Santa
Lea, Santa
À falta de outras informações sobre Santa Leia, falecida por 383, temos de nos contentar com esta passagem de S. Jerónimo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://www.es.catholic/ e http://www.santiebeati.it/.
SÃO ZACARIAS
Papa (752)
Filho de pai grego, residente na Calábria, foi eleito papa em 741 e morreu em 752. Ao contrário do seu predecessor Gregório III, relativamente a Liutprando, frei dos Lombardos, julgou ser melhor partido inaugurar com ele relações amistosas. Concluiu assim um  acordo bastante vantajoso, recuperando quatro fortalezas e vários patrimónios; estipulou também com ele uma trégua de trinta anos. Mas não conseguiu impedir os Lombardos de tirarem aos Bizantinos o exarcado de Ravena. Zacarias soube tornar favorável à Igreja romana o Imperador Constantino V e recebeu mesmo territórios como dádiva. Em 747 aprovou a mudança de regime em França, com a proclamação de Pepino o Breve. Foi bom administrador das terras da Igreja, as quais progrediram no seu tempo. restaurou o palácio de Latrão e embelezou, no sopé do Palatino, a igreja de Santa Maria Antiga, onde se conserva ainda o seu retrato, pintado quando ele ainda vivia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/.
Epafrodito, Santo
Epafrodito, Santo
Epafrodito parece haver nascido em Filipos. Havia ido a Roma, onde Paulo estava cativo, para lhe levar uma nova colecta de parte dos filipenses. Ali caiu enfermo de cuidado, mas Deus teve misericórdia dele e não quis acrescentar tristeza sobre a alma de Paulo. Os mesmos filipenses, ao saber que seu emissário havia estado enfermo, ardiam em desejos de o voltar a ver, pelo que Paulo não duvidou em separar-se de seu amado colaborador e o despediu com uma carta para os fieis de Filipos.  Na carta, Paulo rogava a seus queridos neófitos que recebessem a seu compatriota com toda alegria no Senhor, já que para realizar a missão que lhe haviam encomendado se havia visto à beira da morte. Entregava sua vida para suprir os cuidados que os filipenses não lhe podiam dar. Fora deste autêntico testemunho, não se possui outros detalhes da vida de Epafrodito; sem embargo, o Martirológio Romano assinala que "logo foi Bispo de Terracina, enviado por São Pedro quando este esteve em Roma, e onde batizou a um bom número de conversos, deixando ali como bispo a Lino e partiu para Terracina onde consagrou a Epafrodito".
Bienvenido Scotivoli, Santo
Bienvenido Scotivoli, Santo
Bienvenido Scotívoli nasceu em Ancona em 1188; estudou direito em Bolonha sob a guia de São Silvestre Guzzolini, canónico de Osimo, depois fundador dos monges Silvestrinos. Nomeado capelão pontifício, logo arcediago de Ancona. Em 1 de agosto de 1263 foi nomeado administrador da diocese de Osimo, que havia sido unida a Numana por Gregório IX em castigo por sua adesão ao partido de Federico II. Restabelecida a sede em 13 de Março de 1264 Urbano IV lhe confiou seu governo a Bienvenido, que em 1267 foi também encarregado por Clemente IV do governo da Marca de Ancona.
Neste período ordenou sacerdote a são Nicolás de Tolentino. Foi devotíssimo de São Francisco, acolheu em sua diocese aos Irmãos Menores e pediu pertencer à primeira Ordem. Vestiu com fervor o hábito e se empenhou em viver o espírito seráfico. Bienvenido foi um grande reformador. Por uma disposição de 15 de Janeiro de 1270 proibiu ao mosteiro de São Florêncio de Pescivalle, do qual era administrador, alienar os bens.  Num sínodo tido em 7 de Fevereiro de 1273 proibiu a venda das propriedades eclesiásticas e em 1274 pôs em marcha a reforma do capítulo da catedral e defendeu os direitos da diocese sobre a cidade de Cingoli. Em seu ministério episcopal sempre teve como única meta promover a glória de Deus, desprezar as riquezas e as coisas do mundo, trabalhar intensamente pelo bem de sua alma e das almas confiadas a seus cuidados. Em sua atuação sabia unir a fortaleza e a suavidade dos modelos, para o triunfo da justiça e da paz no vínculo do amor. Foi um verdadeiro e bom pastor de seu rebanho e vigilante custódio das leis de Deus e da Igreja. Zeloso na pregação evangélica e na instrução catequística, muitas vezes visitou a diocese, celebrou um sínodo diocesano no qual ditou sábias normas para promover a disciplina eclesiástica. Promoveu a cultura e a formação dos novos levitas, que preparava para o sacerdócio, com palavra inspirada, com o bom exemplo, e com sua vida santa. Bienvenido morreu em 2 de Março de 1282, aos 94 anos de idade. Foi sepultado na igreja catedral de Osimo num nobre mausoléu, por disposição do clero e do povo. Sobre seu sepulcro tiveram lugar graças e milagres. Martín IV reconheceu o culto em 1284, sem haver sido canonizado.
Clemens August von Galen, Beato
Clemens August von Galen, Beato
Nasceu em 16 de março de 1878 no castelo de Dinklage, em Oldenburg (Alemanha). Era o undécimo de treze filhos dos condes Ferdinand e Elisabetta von Spee; cresceu no seio de uma família crente. Começou seus primeiros estudos no colégio dos jesuítas de Feldberg e obteve o título de bacharelato em 1896, em Vechta. Continuou seus estudos em Friburgo (Suíça), Innsbruck e Münster. Recebeu a ordenação sacerdotal em 28 de Maio de 1904. Durante um breve período exerceu o ministério como vigário cooperador da catedral de Münster; logo foi nomeado vigário cooperador da igreja de São Matías em Berlim. Começou assim uma atividade sacerdotal na capital do antigo império alemão, que durou 23 anos. Trabalhou durante alguns anos como cooperador na paróquia de São Clemente; logo foi nomeado pároco de São Matías em Berlín-Schöneberg. Ali viveu os anos terríveis da primeira guerra mundial, os distúrbios de pós-guerra e um longo período da época de Weimar. A situação da diáspora em Berlim o obrigou a enfrentar notáveis exigências pastorais. Em 1929 foi nomeado pároco da igreja de São Lamberto em Münster.  À morte do bispo Johannes Poggenburg, foi nomeado bispo de Münster. Recebeu a consagração episcopal em 28 de Outubro de 1933. Elegeu como lema: "Nec laudibus, nec timore" (Nem por louvores nem por ameaças me desviarei dos caminhos de Deus). Em sua primeira carta pastoral, para a Quaresma de 1934, desmascarou a ideologia neo-pagã do nacional-socialismo. Nos anos seguintes defendeu continuamente a liberdade da Igreja e das associações católicas, assim como o ensino da religião. Num sermão na catedral de Xanten, na primavera de 1936, acusou abertamente ao regime nacional-socialista de discriminar aos cristãos, encarcerá-los e até matá-los. Mons. Clemens August von Galen foi um dos bispos que Pío XI convidou a Roma em Janeiro de 1937 para conversar com eles sobre a situação na Alemanha e para preparar a encíclica "Mit Brennender Sorge" (Com grande preocupação), em que o Papa acusou ao regime nacional-socialista ante a opinião mundial. Grande ressonância mundial tiveram mais tarde, como ponto culminante de sua resistência aberta contra o nacional-socialismo, os três famosos sermões que pronunciou no verão de 1941 ―em 13 de Julho e em 3 de agosto― na igreja de São Lamberto e ―em 20 de Julho― na paróquia de Nossa Senhora em Münster, chamada  "Überwasserkirche"; neles condenou os abusos do Estado e reclamou o direito à vida, à inviolabilidade e à liberdade dos cidadãos. Fustigou duramente o assassinato dos incapacitados físicos e mentais por os considerar  "improdutivos". Por sua atitude valente foi chamado "o León de Münster". A autoridade nacional se sentiu fortemente ferida e queria detê-lo e assassiná-lo, mas temeu perder o apoio da população católica da diocese de Münster para o tempo da guerra. O bispo sofreu muito porque em seu lugar levaram a campos de concentração a 24 membros do clero secular e 18 do clero regular, dos quais 10 perderam a vida. Nos difíceis meses da pós-guerra, muitas pessoas recorriam a ele. Se opôs abertamente às autoridades de ocupação quando se queria cometer alguma injustiça. Contradisse energicamente à opinião então dominante da culpabilidade colectiva de todos os alemães. Pío XII o criou cardeal em 18 de Fevereiro de 1946, como reconhecimento a sua atitude intrépida durante o período do nacional-socialismo. Os fieis que enchiam a basílica de São Pedro aplaudiram quando recebeu de mãos do Papa a dignidade cardinalícia. Ao regressar à diocese, em 16 de Março de 1946, foi acolhido com entusiasmo por uma grande multidão. Ante as ruínas da catedral destruída pronunciou seu último discurso. No dia seguinte, depois de uma operação cirúrgica, adoeceu gravemente. Morreu em 22 de Março desse mesmo ano e foi sepultado na capela de São Ludgero da catedral destruída. Foi um homem de fé profunda e muito piedoso, como o atestam suas cartas; um de seus primeiros actos pastorais foi a instituição da adoração perpétua na igreja de São Servácio de Münster. De sua oração profunda sacava força para sua inquebrantável resistência à injustiça e inumanidade dos poderosos nacional-socialistas e para sua ação pastoral. Muitas vezes, pela alba, peregrinava ao santuário da Virgem em Telgte para suplicar a protecção da Mãe de Deus. Segue sendo também hoje modelo para enfrentar a "ditadura" da moda ou da opinião pública, e ensina que se deve sacar a força para isso da fé pessoal e de uma religiosidade autêntica.
• Nicolás Owen, Santo
Mártir Jesuíta
Nicolás Owen, Santo
Nicolás Owen, Santo
É o santo do silêncio, a oração, o trabalho e a amizade. Sabemos muito pouco. Nasce em Oxford. Seu pai é Walter Owen, um carpinteiro nomeado nos registos da cidade. Walter tem êxito ao exercer uma verdadeira influência religiosa em seus filhos. Os tempos da Reforma, iniciada por Enrique VIII, devem viver-se com grande cuidado. É um período de constante tirania e afrouxamento. Inteligência e ação são os requisitos necessários para qualquer empresa. Também, quando se trata de preservar a fé dos filhos. Toda a família Owen, com o exemplo do pai, mantém incólume a fé e se consagra inteiramente a ela. Enrique, o irmão mais velho, depois de aprendido o oficio de impressor, dedica-se ao perigoso comércio de editar e distribuir os livros católicos. Desde 1595 a 1601, e Northamptonshire, dirige a editorial que tem como logótipo o de "impresso em Amberes". Seus irmãos Walter e John recebem a ordenação sacerdotal no célebre Colégio de Douai do continente. Nicolás, ainda laico, sempre ajuda com dinheiro. Isto consta por uma carta do P. Enrique Garnet, o superior dos jesuítas. "Nós temos como benfeitores a um bom número de laicos, todos muito bem conhecidos. Um deles é um carpinteiro. Queira Deus que um dia possa ingressar em nossa Companhia. Ele tem uma extraordinária habilidade e maestria, digna de toda a confiança, para construir gratuitamente em todo o país esconderijos que permitem aos sacerdotes católicos estar seguros do furor protestante. Qualquer dinheiro que é forçado a receber por seus trabalhos, ele o dá a seus dois irmãos presos, um sacerdote e o outro um laico". Desde um começo, como dizemos, os Owen sobrevivem à Reforma. Walter Owen, o pai, vive o infeliz tempo da mudança, mas conserva o caminho antigo.  Sob o reinado de Enrique VIII, Walter conhece de perto a morte de Tomás Moro, o santo Lord Chanceler do Reino. Também ouve falar do martírio dos Cartuxos. Sem embargo, a prática religiosa do país parece não haver mudado para a gente comum. Se pode ouvir missa e receber os sacramentos. Walter vive e, provavelmente, lamenta a expulsão dos religiosos de Oxford. Mas até à morte do rei Enrique VIII Walter cê que, sem perigo, pode seguir sendo um bom católico.
Eduardo VI, o filho do rei Enrique, reforma a religião de Roma. A missa católica fica proibida e os serviços ingleses são agora obrigatórios. As imagens dos santos e da Virgem são destruídas ou mutiladas. Os altares de pedra são substituídos por mesas de madeira. Em todas partes os pregadores do rei falam contra a Eucaristia e ridiculizam a María. O sacramento da Penitência se suprime ou é administrado muito em segredo. Agora, na missa as espécies não se mudam no corpo e no sangue de Cristo. Depois de sete anos, Eduardo morre em 1553 e, lhe sucede sua meia irmã María. Ela é católica. O antigo regime volta a ser restaurado. A Igreja em Inglaterra se reconcilia com Roma e tudo parece voltar ao verdadeiro caminho.  Mas a paz e a unidade, uma vez rompida, são difíceis de reconstruir. Muitos dos reformadores, que um dia tiveram poder no  reinado de Eduardo, não se submetem. Em Oxford, os três reformadores mais importantes: Cramer, Latimer e Ridley, são queimados vivos. Talvez os Owen ajudem a acender as fogueiras. Ao melhor sentem repulsão ou, com a implacável conduta dos pequenos, injuriam aos condenados. Não o sabemos. Mas Nicolás, por certo, não tem suficiente idade para participar na restauração. Em 1558, Isabel I sobe ao trono. Ela também é filha de Enrique VIII. A nova rainha determina que a Reforma regresse com toda sua força. Mas, ¿que se passa em Oxford? Nicolás começa a viver seus anos de turbação. Não volta já ao tempo tranquilo da meninice. Ele tem agora dez anos. Aprende o ofício de pedreiro e carpinteiro com seu pai. A carpintaria, nesse tempo, é uma profissão que não está aberta aos aficionados. Nicolás, com entusiasmo,chega a ser um notável mestre na arte. ¿Em que data ingressa Nicolás na Companhia de Jesús? Não o sabemos exatamente. Mas desde muito cedo se une ao grupo que é fiel aos jesuítas.  A primeira expedição, a dos PP. Roberto Persons e Edmundo Campion, cruza o canal da Mancha em Junho de 1580. A Nicolás Owen não lhe resulta difícil contactar-se com eles. Os dois hão sido professores na Universidade de Oxford. Portanto, são antigos conhecidos e ele é de confiança.  O P. Roberto Persons é o superior. Não tem instruções de o admitir na Companhia. O pode fazer em casos urgentes e muito qualificados. O normal é ingressar a um noviciado,mas este está no continente. Persons aceita a Nicolás, mas deixa-o no país. Não parece conveniente prescindir de seus serviços. Lhe exige guardar estrito segredo. Owen aceita. Tanto é o silêncio que muito poucos, ainda seus próprios irmãos jesuítas, os atuais e os seguintes, chegam a imaginar que ele é religioso.
NOTA de António Fonseca:
A extraordinária biografia de SANTO NICOLÁS OWEN é muito rica e por isso mesmo muito extensa. Depois dos 4 capítulos que transcrevi e traduzi acima, aparecem mais 32 (!!!) capítulos, o que de certeza me levaria muito tempo a traduzir embora gostasse de o fazer. Porém tal não me é possível neste momento. Assim mais uma vez e com as maiores desculpas, permito-me endereçar-vos para o site http://es.catholic.net/santoral onde poderão ler completamente a biografia deste grande Santo, que está dividida nos seguintes capítulos: Com São Edmundo Campion - O martírio de Campion - Nicolás Owen é detido - A libertação do simples - Um jesuíta só - A chegada de Southwell e Garnet - O P. Enrique Garnet - Os esconderijos secretos - Essa lista interminável - Uma ironia da história - A consulta clandestina - Uma escapada incrível - A perseguição recua - Novamente o esconderijo salva - Um reconhecimento justo - De novo nas prisões - As torturas - O resgate negociado - Nicolás liberta a Gerard - os últimos votos - O perigo sempre está perto - Um acidente perigoso - A mudança no governo inglês - O assim chamado Complot da pólvora - Um assédio bem planeado - Uma busca cruel - Detidos em Londres – Na prisão de Marshalsea - As duas confissões firmadas - A morte - A calúnia - A glorificação
Obrigado.
António Fonseca
• Basilio de Ancira, Santo
Presbítero e Mártir,
Basilio de Ancira, Santo
Basilio de Ancira, Santo
Martirológio Romano: Em Ancira, na Galácia, são Basilio, presbítero e mártir, que, ao ser designado imperador Constâncio, resistiu energicamente aos arianos, e sob o imperador Juliano rogou a Deus para que nenhum Cristiano se afastasse da fé, pelo que, preso e entregue ao prefeito da provincia, teve de padecer muito até consumar seu martírio (362). A mediados del siglo IV, cuando arrianos y semi-arrianos propagaban sus herejías, Basilio era un sacerdote de Ancira, un hombre santo que había sido formado en la verdadera doctrina de la Iglesia católica, por el obispo san Marcelo. Después de que éste fue desterrado por el emperador Constancio, y un semi-arriano, llamado también Basilio, ocupaba la sede, impuesto por el emperador, el sacerdote Basilio no cesó de exhortar a su pueblo para que permaneciera fiel a la fe católica. En 360, los arrianos radicales obtuvieron el dominio y no solamente depusieron al obispo semi-arriano, sino que ordenaron la degradación de san Basilio, al que prohibieron asistir a las asambleas religiosas. Sin embargo, desobedeciendo sus órdenes y apoyado por sus fieles, el santo ganó para su causa a muchos que habían sido engañados y defendió audazmente la fe, ante el mismo Constancio. Cuando Juliano el Apóstota llegó al trono, la persecución abierta cesó temporalmente, pues el emperador confiaba en emplear métodos más sutiles para combatir a los cristianos y minar su fe. En algunos casos, sin embargo, se impacientó y permitió, aunque no exigió, el castigo de conocidos dirigentes cristianos. Basilio, quien continuaba sus esfuerzos contra la política imperial en Ancira, fue arrestado y acusado de sedición, de destrucción de aliares, de incitación al pueblo contra los dioses y de hablar irreverentemente contra el emperador y su religión. Basilio hizo una valiente confesión y, tras de haber sido colgado por las muñecas, con pesas en los pies, se ordenó que desgarrasen sus carnes con garfios y fue arrojado en prisión y finalmente muerto. Este presbítero mártir no debe confundirse con su oponente, el más conocido obispo de Ancira.
Pablo de Narbona, Santo
Pablo de Narbona, Santo
Martirologio Romano: En Narbona, al sur de la Galia (Francia), en la vía Domitia, fuera de la ciudad, sepultura de san Pablo (Paul-Serge), obispo y mártir (s. III). Sabemos por San Gregorio de Tours, que San Pablo de Narbona fue enviado de Roma, con otros muchos misioneros, para implantar la fe en la Galia. Dos de los miembros de la expedición, san Saturnino de Toulouse y san Dionisio de París, recibieron la corona del martirio, pero san Pablo de Narbona, san Trófimo de Arles, san Marcial de Limoges y san Gaciano de Tours, después de haber pasado muchos peligros y de fundar iglesias en todos aquellos lugares de la Galia ligados ahora con sus nombres, murieron finalmente en paz. Prudencio dice que el nombre de Pablo dio lustre a la ciudad de Narbona. No hay que prestar atención a la leyenda que ha identificado a san Pablo de Narbona con aquel Sergio Paulo que fue precónsul en Chipre, cuando el Apóstol san Pablo resistió al mago Elimas (Hech 13,7).
• Outros Santos y Beatos
Completando el santoral de este dia,
Otros Santos y Beatos
Santos Calinico e Basilissa, mártires
En Galácia (hoje Turquia), santos Calinico e Basilissa, mártires (s. inc.).
Beato Francisco Chartier, presbítero e mártir
En Anjou, en Francia, Beato Francisco Chartier, presbítero y mártir, que durante a Revolução Francesa foi decapitado por ser sacerdote (1794).
Beatos Mariano Górecki e Bronislao Komorowski,
presbíteros y mártires
En el campo de concentración de Stutthof, cerca de Gdansk, en Polonia, beatos Mariano Górecki y Bronislao Komorowski, presbíteros y mártires, que, durante la ocupación militar por los seguidores de doctrinas hostiles a la religión, fueron fusilados en desprecio a la fe (1940).
94295 > Beato Antonio Cocq Certosino 
94286 > Beato Antonio Rubino Sacerdote gesuita, martire 
92522 > San Basilio di Ancira Sacerdote e martire  MR
91975 > Beata Vergine Addolorata di Castelpetroso 
46450 > San Benvenuto Scotivoli Vescovo  MR
46480 > Santi Callinico e Basilissa Martiri  MR
92190 > Beato Clemente Augusto von Galen Vescovo
46460 > San Epafrodito Vescovo di Filippi  MR
46490 > Beato Francesco Luigi Chartier Sacerdote e martire  MR
46500 > Santa Lea  MR
93055 > Beati Mariano Gorecki e Bronislao Komorowski Sacerdoti e martiri  MR
93218 > San Nicola Owen Gesuita, martire  MR
46550 > Sant' Ottaviano di Cartagine e compagni Martiri 
46470 > San Paolo di Narbona Vescovo e martire  MR
90182 > Beato Ugolino Zefirini 
Transcrição e tradução de espanhol para português da maior parte das biografias, por António Fonseca

Nº 866-1 - REZAR NA QUARESMA - 22-03-2011

866-1

22 DE MARÇO

3º FEIRA

2ª SEMANA DA QUARESMA

Mateus 23, 1-12

“Um só é o vosso Pai

o Pai do Céu....”

*************

Quem é o teu pai? Quem é que de “fez”? 

Não falo do teu pai biológico, claro.

Falo dos professores que te moldaram. 

E dos amigos e vizinhos.

E das tradições e valores que recebeste.

E dos media,dos livros que leste, dos filmes que te comoveram, das canções que te fizeram dançar.

Dos encontros e confrontos de amor que te alegraram o coração ou te fecharam.

Quem te fez como és hoje?

Tanta gente, tantos processos…

Mas Jesus traz-te uma novidade perigosa: um só é o teu “pai”.

Só uma fonte conta mesmo para ser feliz: o amor terno e constante desse Deus a quem Jesus chama Pai.

»»»»»»»»»

O teu amor de Pai me liberta.

Me abre horizontes novos.

Já não vivo de coração fechado

pelo amor que não me deram.

A minha verdade mais profunda

está em Ti.

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail

Nº 867-2 - (81) - 23 DE MARÇO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº 867-2

SÃO NÍCON e  198 companheiros

Mártires (251)

Nícon, natural de Nápoles, era ainda pagão quando assentou praça. A mãe, que era cristã, dera-lhe certa formação: durante um, combate perigoso, ouviram-no pedir o auxílio de N. S. Jesus Cristo, o que lhe assegurou o triunfo. Depois do licenciamento das tropas, voltou para junto de sua mãe; esta convenceu-o a fazer-se cristão. Mas, sem nada lhe dizer dos seus projetos, embarcou para Constantinopla, demorou-se algum tempo na ilha de Quio e aplicou-se lá, durante oito dias, ao jejum e à oração. Embarcou de novo e chegou perto de Monte Ganos, onde o Beato Teodósio de Cízico lhe administrou o baptismo, o conservou três anos junto de si para o formar na observância das regras e na prática das virtudes. Teodósio, ao morrer, confiou a Nícon a direção dos seus 199 discípulos e sagrou-o como bispo regionário. A perseguição obrigou Nícon e os seus religiosos a tomarem o caminho do mar; chegaram à Sicília, onde foram presos e chacinados por ordem do prefeito. Foi-lhes aplicado o suplicio a 23 de Março, pelo ano de 251, durante a perseguição de Décio. Estes mártires são venerados entre os Gregos, e José Hymnógrafo compôs um hino em honra deles. Não é verdade que o suplício tenha sido aplicado em Cesareia da Palestina. As Atas elevaram as vítimas até ao número de 199. Os Gregos consagram a estes mártires um  ofício completo a 23 de Março. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SÃO TORÍBIO DE MONGROVEJO

Bispo (1538-1606)

Toribio de Mogrovejo, Santo

Toribio de Mogrovejo, Santo

Foi grande benfeitor dos Índios da América Espanhola. Tiveram estes muito que sofrer devido à cobiça dos que se vieram a tornar senhores das terras que eles habitavam. Nos Estados Unidos foram quase todos exterminados. Frades houve que, chegando ao México, declararam que os Índios eram animais, “criados para estar ao serviço do homem como animais domésticos”. No Peru, os buscadores de ouro limitaram-se a tratá-los como escravos e embrutecê-los para tomarem conta do que era deles. Isto até ao dia em que Filipe II de Espanha nomeou Toríbio arcebispo de Lima (1581). A sua diocese era tão grande como metade da França. Visitou-a três vezes. A primeira visita durou sete anos. Todos os seus diocesanos estavam batizados, mas quase nenhum era cristão autêntico. Os clérigos que os pastoreavam davam mau exemplo e só pensavam mantê-los em submissão àqueles que os exploravam. O mérito de Turíbio esteve em levar estes Índios miseráveis a tomar consciência da sua dignidade de homens e em obrigar o clero a que os instruísse. Construiu escolas e igrejas, e fundou em Lima o primeiro seminário da América espanhola. Teve de lutar sem descanso com as autoridades civis, que o perseguiam, quanto podiam; ele era, porém, manso, paciente, hábil e de coragem indomável. O que é certo é que transformou o estado de coisas no Peru, onde se tornou impossível,  voltar atrás. É compreensível que aspirasse ao descanso, ao fim de 25 anos de tais canseiras. caiu doente em Santa, Peru, e prometeu que recompensaria a primeira pessoa que lhe anunciasse que não escaparia. Não faltou quem aceitasse a missão. E Toríbio entregou-lhe o presente. Entoou em seguida o salmo: “Alegro-me com a notícia que me foi agora dada”. E morreu pouco depois. Nascera em Mayorga (Leão, Espanha), em 1538, e morreu a 23 de Março de 1606. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

SÃO VITORIANO

Mártir (484)

Victoriano, Frumencio y compañeros, Santos

Vitoriano, Frumêncio e companheiros, Santos

Hunerico, rei dos Vândalos da África (484), escreveu a Vitoriano, governador de Cartago, dando-lhe ordem de prender os cristãos católicos e de começar ele próprio por abraçar o arianismo. Vitoriano respondeu-lhe: “Mesmo que não houvesse outra vida além da presente, eu manter-me-ia fiel a Cristo, de quem recebi tantos benefícios. Mas acredito na vida eterna que Ele prometeu. Não contes portanto comigo para obedecer, mesmo que isso me custe ser lançado às chamas ou às feras”. Na verdade, esta resposta valeu-lhe perecer nos tormentos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it. Comentários al P. Felipe Santos: al Santoral">al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

Rebeca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayès, Santa

Religiosa (1832-1914)

Rebeca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayès, Santa

Rebeca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayès, Santa

Nasceu no Líbano, em 1832, de pais honrados e piedosos, na aldeia de Himlaya, perto de Bikfaya. No baptismo recebeu o nome de Boutrossiéh (Petrina) e foi-lhe dada uma educação muito cristã. Aos 7 anos ficou órfã de mãe. O seu pai veio pouco depois a contrair novas núpcias. A madrasta porém, tinha-lhe pouco amor. Chegada à adolescência, foi para Damasco como empregada de uma família cristã. Ali permaneceu 4 anos. Tendo atingido a idade de casar , a família fez pressão sobre ela para que contraísse matrimónio. Recorrendo a Deus com fervorosa oração para que lhe desse luz na escolha do estado de vida que deveria abraçar, sentiu-se chamada à consagração ao Senhor no estado religioso. Dirigiu-se ao mosteiro das religiosas de Nossa Senhora de Bikfaya, onde, acolhida com carinho, foi alistada entre as Irmãs Mariamettes no dia 1 de Janeiro de 1853. depois dos votos, passou 7 anos no convento de Ghazir, aplicada à cozinha. Entretanto, ia estudando árabe, aritmética e caligrafia. Em 1860 foi mandada para casa de Deir Ei Kamar, onde se entregou a obras de caridade, sobretudo no tempo das convulsões civis, prestando a sua ajuda aos Jesuítas e às crianças. A seguir, desempenhou o cargo de educadora de meninas durante quase 8 anos. Recrudescendo a perseguição, que obrigou algumas Irmãs a regressar a suas casas, a serva de Deus, depois de muito orar, a 12 de Julho de 1871 ingressou no mosteiro de S. Simeão de Monjas Baladitas de Santo António do Líbano, em Ai Quarn, com o nome de Rebeca (Rafka). Quando um dia orava fervorosamente no oratório do mosteiro, sentiu-se inspirada a pedir ao Senhor que Se dignasse visitar a sua escrava com sofrimentos corporais. Deus ouviu-a. Com efeito, atacaram-na fortes dores de cabeça e começou a sofrer de cegueira. Ela dava graças ao Senhor pelos sofrimentos que lhe tinham sobrevindo, pois assim se julgava mais conforme à imagem de Cristo paciente. Todos os medicamentos aplicados foram inúteis, e o médico diagnosticou que a doença era incurável. Todavia, por prescrição de outro médico e com a anuência da Superiora, foi-lhe extraído um dos olhos, por um processo absolutamente cruel. Ela, no decorrer da intervenção, mantinha.-se serena, meditando na Paixão de Senhor. Pouco  tempo depois, após outro tratamento igualmente inútil, começou a sofrer da vista esquerda e em, breve ficou completamente cega. Ao fim de 26 anos passados no mosteiro de S. Simeão, a serva de Deus, ceguinha foi transferida para Ad Dahr, onde, decorrido pouco tempo, começou também a sofrer dos ossos e aos poucos foi ficando paralítica. Assim provada pelo Senhor, veio a falecer santamente no dia 23 de março de 1914, com 82 anos de idade. Com razão o santo Padre João Paulo II, ao beatificá-la no dia 17 de Novembro de 1985, declarou: “A nova bem-aventurada legou ao seu país e à Igreja o misterioso sabor de uma existência totalmente impregnada do espírito de Cristo Redentor (…). As crianças corriam instintivamente para ela. Durante a perseguição de 1860 salvou a muitas. Conta-se que uma criancinha de Deir El Qamar escapou à morte, refugiando-se sob o manto da querida Irmã (…) Chegada aos 50 anos, gozando de boa saúde, a Irmã Rafqa, misteriosamente impulsionada pelo Espírito Santo, ambicionou a graça de ser visitada pela doença. Longe de ser vítima dum gosto mórbido da dor, ela sentia a atração mística de se conformar com Cristo sofredor. A partir de 1885 até à morte em 1914, padeceu diariamente de fortes dores de cabeça e dos olhos que a levaram à cegueira completa. A sua oração mais frequente era esta: – Em comunhão com os vossos sofrimentos, Jesus”. AAS 62 (19760) 8476-9; 74 (1982) 651-4; 78 (1986) 302-7). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

José Oriol, Santo
Confessor

José Oriol, Santo

José Oriol, Santo

Martirológio Romano: Em Barcelona, em Espanha, são José Oriol, presbítero, que, com a mortificação corporal, o cultivo da pobreza e a contínua oração, manteve uma constante união com Deus, enriquecido de dons celestiais (1702). Nasceu em Barcelona, Espanha, e ficou órfão de pai sendo todavia muito pequeno. Jovenzito foi admitido como acólito e cantor numa igreja, e vendo os sacerdotes sua grande piedade e devoção se propuseram custear-lhe os estudos de seminário. Passava muitas horas rezando ante o Santíssimo Sacramento no templo. Ordenado sacerdote, e havendo recebido na universidade o grau de doutor, se dedicou à educação da juventude. Era sumamente estimado pelas gentes e muito louvado por sua grande virtude e por seus modos tão amáveis que tinha no trato com todos, mas Deus o deixou ver o estado de sua alma e desde esse dia já não teve José nenhum sentimento de vaidade nem de orgulho. Se deu conta de que o que ante os olhos da gente brilha como santidade, ante os olhos de Deus não é senão miséria e debilidade. Desde o dia em que Deus lhe permitiu ver o estado de sua alma, José Oriol se propôs nunca mais voltar a comer carne em sua vida e jejuar todos os dias. A São José Oriol concedeu Deus o dom da direção espiritual. As gentes que iam a consultá-lo voltavam a suas casas e a seus ofícios com a alma em paz e o espírito cheio de confiança e alegria. Às pessoas que dirigia  insistia em que sua santidade não fosse só superficial e externa, mas sobretudo interior e sobrenatural.  O santo nunca atribuía a ele próprio nenhum dos prodígios que obrava. Dizia que tudo se devia a que seus penitentes se confessavam com muito arrependimento e que por isso Deus os curava. Em seus últimos anos obteve de Deus o dom de profecia e anunciava muitas coisas que iam a suceder no futuro. E até anunciou quando ia a suceder sua própria morte. Num dia do mês de Março do ano 1702, enquanto cantava em seu leito de enfermo um hino à Virgem Maria, morreu santamente. Tinha apenas 53 anos.

• Metódio Domingo Trcka, Beato
Mártir Redentorista

Metodio Domingo Trcka, Beato

Metódio Domingo Trcka, Beato

Martirológio Romano: Em Leopoldvara, cidade de Eslováquia, beato Metodio Domingo Trcka, presbítero da Congregação do Santíssimo Redentor e mártir, que em tempo de perseguição por causa da fé, mudou seu peregrinar terreno na vida eterna com seu glorioso martírio (1959). Etimologicamente: Metódio = Aquele que é estudioso e investigador, é de origem grega. Dominick Trcka nasce em 6 de Julho em Frydlant nad Ostravici (atualmente República Checa), último dos sete filhos de Františka Šterbova e Tomaš Trcka. Foi batizado no dia seguinte de seu nascimento, em 7 de Julho de 1886. Cresce numa família católica onde recebe uma boa educação cristã. Uma de suas irmãs foi religiosa. Dominick começou seus estudos na escola elementar de Frydlant e depois passou ao instituto de Mistek. Durante o curso 1902/1903 começou a frequentar a classe sexta do Jovenado Redentorista a Cervenka. Após esses contactos, decidiu entrar na Congregação do Santíssimo Redentor. A etapa seguinte de sua vida religiosa foi seu ingresso no noviciado de Bilsko que começou em agosto de 1903. Emite a profissão religiosa em 25 de agosto de 1904 (curiosamente a data de seu martírio). Depois do noviciado continuou os estudos de filosofia e teologia no seminário redentorista, em Oborišt. Aqui se encheu dos ideais dos Santos Irmãos Cirilo e Metódio, primeiros evangelizadores de Europa Oriental e Patronos de Europa. Ambos são os fundadores dessas igrejas e os criadores de seus caracteres na escritura. Trcka queria com todo o coração trabalhar no campo da unidade da igreja. Em sua rara correspondência aparece com evidência que esperava com glória o dia de sua ordenação sacerdotal. Em 17 de Julho de 1910 é ordenado presbítero pelo arcebispo de Praga, o cardeal Leo Skrbensky. Depois de sua primeira missa, celebrada em 18 de Julho em São Kajetan a Praga, regressou a Oborište para terminar o último ano de estudos teológicos. De Oborište foi transferido a Praga (1911) onde começou, sob a guia do P. Fratišek Polepil, para o segundo noviciado e onde continuará como missionário. Seus superiores dão as seguintes informações: "O Padre Trcka, preparando a pregação, quer ser original. Não sempre o consegue, mas aceita as criticas. Enquanto à proclamação, o faz bem, afavelmente". Para ver mais sobre BEATO METÓDIO DOMINGO TRCKA, consultar site http://es.catholic.net/santoral.

• Gualtério (Walter) de Pontoise, Santo
Abade

Gualterio (Walter) de Pontoise, Santo

Gualterio (Walter) de Pontoise, Santo

Martirológio Romano: Em Pontoise, perto de París, em França, são Gualtério, primeiro abade do mosteiro do lugar, que, renunciando a seu amor pela solidão, ensinou com seu exemplo aos monges a disciplina da Regra e fustigou no clero os costumes simoníacas (c. 1095). Etimologicamente: Walter = Gualtério = Aquele que comanda o exército, é de origem germânica. São Gualtério ou Walter, alcança celebridade no norte de França, por sua caridade e espírito religioso. Nascido em Andainville, Picardía, era noviço da abadia de Rebais quando se arriscou a atender e libertar de seu calabouço a um lavrador. Nomeado contra sua vontade para reger a abadia de Pontoise, Muito cedo  se fez querer de todos os monges, sem embargo, se sentiu incapaz de ocupar o primeiro lugar, e por isso, aproveitando uma noite de lua nova, deixou sub-repticiamente Pontoise para ir a refugiar-se a Cluny, junto a Santo Hugo. Obrigado a regressar, se retira de novo a uma ilha de Loira, junto a Tours, tomando a seu cargo a capela de São Cosme e São Damião. A fama do desconhecido ermitão atrai as multidões. Volta a ser reconhecido e tem que regressar a Pontoise. Não lhe restava outra saída que recorrer ao Papa. Partiu para Roma contando com que Gregório VII, devidamente informado de sua indignidade, aceitaria sua demissão. Mas o Papa não se deixou convencer, deu ao santo varão suas melhores bênçãos e o obrigou a regressar, proibindo-o que voltasse a abandonar seu posto, o que cumpriu Gualtério ao pé da letra até ao fim de sua vida.

• Anunciata Colcchetti, Beata
Virgem

Anunciata Colcchetti, Beata

Anunciata Colcchetti, Beata

Martirológio Romano: No povo de Cemmo, de Lombardia, em Itália, beata Anunciata Cocchetti, virgem, que com fortaleza e humildade dirigiu o Instituto de Irmãs de Santa Doroteia, recentemente fundado (1882). Etimologicamente: Anunciata = Aquela que há sido informada, referente ao mistério da Anunciação. Fundadora das Monjas Doroteias de Cemmo, a madre Anunciata Cocchetti nasceu em Rovato (Brescia) em 9 de Maio de 1800; quando tinha sete anos de idade morreram seus dois pais e foi sua avó paterna que a criou, logrando que não lhe faltasse carinho, cuidados, educação e grandes ideais. Os sacerdotes da paróquia, e em particular dom Lucas de Conti Passi, foram seus diretores e guias espirituais para ajudá-la no crescimento humano e cristão, aos 17 anos abriu em sua casa uma escola para as meninas pobres do país. Aos 22 anos de idade obteve o título de mestra, com lo que se converteu na primeira professora da escola feminina de Rovato; naquele período teve a ocasião de conhecer a beata Magdalena de Canossa, que tinha a ideia de abrir uma casa de sua Congregação na zona bresciana; Magdalena intuiu que a jovem Anunciata estava destinada a um caminho diferente e assim o predisse.
En 1824 cuando tenía 24 años, murió su abuela, y el tío Carlos, quien era el tutor de sus tres hermanos, hombre inmerso en la vida social y en la política, dispuso que Anunciata se les uniera en Milán, donde permaneció por seis años, tiempo en el que intentó convencerla de optar por un buen matrimonio y de apartarla de sus inclinaciones religiosas. Aunque Anunciata adquirió nuevas experiencias, no renunció a su vocación que cada vez era más clara, y que existía cuando le pidió a la beata Magdalena de Canossa ser admitida entre sus hijas. En el 1831 abandonó Milán y se fue a Cemmo en Valcamonica, entonces pequeña y desconocida zona de Italia, siempre siguiendo la guía de don Luca Passi; allí había una escuela creada por la noble Erminia Panzerini, y quien desde 1821 junto a algunas piadosas mujeres administraba la escuela dentro del espíritu de la obra de Santa Dorotea, pero la institución no tuvo éxito.  Anunciata Cocchetti se unió a Panzerini como maestra, logrando un incremento en el número de alumnas y aumentando la ayuda a las jóvenes. Durante 10 años fue obediente, trabajadora y una fiel colaboradora de la directora de la escuela, a quien quiso y respetó, a pesar de las profundas diferencias de temperamento y mentalidad; se volvió madre y maestra para todas las chicas del valle, deseosas de instrucción y educación.  En el 1842 la señora Panzerini murió, así ella ya era libre para optar por la vida religiosa, se trasladó a Venecia vistiendo el vestido religioso de las Monjas Doroteas, apenas fundadas por don Luca Passi; en octubre del mismo año regresó a Cemmo con otras dos religiosas que prácticamente eran fundadoras del instituto, emitiendo los votos en 1843. Por 40 años fue la apóstol de Valcamonica, mujer de una gran, robusta y práctica espiritualidad, ilustre en su espíritu de oración, piedad eucarística y un celo ardiente por la salvación de la juventud. Cada domingo, y siempre a pie, visitaba las parroquias de las regiones cercanas, la esperaban las animadoras de la obra de Santa Dorotea y contaba con la completa colaboración de los movimientos apostólicos de las parroquias. Laborando en el espíritu de la obra de Santa Dorotea, de quien era su convencida apóstol en todo el Valle, imprimió a su Instituto una apariencia propia, fundando en 1853 en Cemmo un noviciado propio, desarrollando el Instituto de un modo autónomo y también difundiéndolo fuera de Italia. A sus hijas dejó el ejemplo de una vida llena de una fe viva, de oración, de energía laboriosa, diciéndoles: "Amaos como buenas hermanas, haceos santas… obrando muy bien para las joven a vosotras confiadas". Murió a los 82 años el 23 de marzo de 1882, su cuerpo descansa desde 1951 en la casa santificada por su presencia a Cemmo. Fue beatificada por el papa a Juan Pablo II, el 21 de abril de 1991. traduzido por Xavier Villalta - Nota: Valcamonica es uno de los valles más extensos de los Alpes, con cerca de 90 kilómetros de largo y 1347 Km. cuadrados. Comienza en la Corna Trentapassi cerca de Pisogne, sobre el lago Iseo, y acaba en el Passo del Tonale, a 1883 metros sobre el nivel del mar. Pertenece a la región italiana de Lombardía, en las provincias de Brescia y Bérgamo.

Santo Pedro Higgins,

religioso presbítero e mártir

Pedro Higgins, Beato

Pedro Higgins, Beato

Martirológio Romano: Na localidade de Naas, perto de Dublin, na Irlanda, beato Pedro Higgins, presbítero da Ordem de Pregadores e mártir, que por guardar fidelidade à Igreja Romana, no tempo do rei Carlos I foi enforcado sem julgamento. Data de beatificação: 27 de setembro de 1992 pelo Papa João Paulo II. Nasceu em Dublín (Irlanda) no ano 1601, e em 1622 decide sua vocação religiosa, entrando na Ordem de Pregadores. Enviado a Espanha, completa ali seus estudos. Se ordena sacerdote em 1627. Regressa a Irlanda em 1630 e é nomeado prior do convento de Naas. Em 1641, durante a rebelião contra os ingleses, se prodigalizou para hospedar aos sem tecto e para travar a onda  de violências, salvando a muitas pessoas, inclusive protestantes, dos tumultos. No ano seguinte é preso e levado a Dublín, onde se lhe oferece a liberdade e a vida se passasse alo anglicanismo. Ao negar-se foi condenado à morte na forca, a sentença se leva a efeito num parque situado no centro de Dublín chamado St. Stephen´s Grenn em 23 de março de 1642. À  hora de morrer recordou que ele era inocente, que havia auxiliado a muitos protestantes e que sua morte se devia somente à sua fé católica. E em prova disso exibiu uma carta em que o governador lhe oferecia a vida se renunciasse à sua fé. Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Pedro, escreva a: Irish Bishops‘ Conference - Saint Patrick’s College - Maynooth, County Kildare, IRLANDA

• Outros Santos e Beatos
Completando santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santo Fingar ou Guignero, mártir

Em Cornualles, santo Fingar ou Guignero, mártir (c. 460).

Santo Otón, eremita

Em Ariano, de Irpinia, em Itália, santo Otón, ermitão (c. 1120).

Beato Pedro, eremita

Em Gubbio, da Umbría, beato Pedro, presbítero da Ordem de Ermitãos de Santo Agostinho (c. 1306).

Beato Edmundo Sykes, presbítero e mártir

Em York, em Inglaterra, beato Edmundo Sykes, presbítero e mártir, que durante o reinado de Isabel I foi desterrado por ser sacerdote, e havendo regressado a Inglaterra de novo, foi preso e justiçado (1587).

52900 > Beata Annunciata Cocchetti Vergine  MR
94695 > San Benedetto Monaco in Campania, martire 
46650 > Santi Domezio, Pelagia, Aquila, Eparchio e Teodosia Martiri 
46720 > Beato Edmondo Sykes Martire  MR
46670 > San Fingar (Guigner) Martire MR
46740 > San Giuseppe Oriol Boguna Sacerdote  MR
90038 > Beato Metodio Domenico Trcka Sacerdote, martire  MR
91968 > Sant' Ottone Frangipane Eremita  MR
46710 > Beato Pietro da Gubbio Agostiniano  MR
90814 > Beato Pietro Higgins Martire 23 marzo MR
46725 > Santa Rebecca Pierrette (Rafqa Pietra Choboq) Ar-Rayes  MR
26500 > San Turibio de Mogrovejo Vescovo  - Memoria Facoltativa MR
92715 > San Vittoriano Martire 
93392 > Santi Vittoriano, Frumenzio e compagni Martiri  MR
46690 > San Walter (Gualtiero, Gualterio) di S. Martino di Pontoise Abate  MR

http://es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução incompleta nuns casos e completa noutros, de espanhol para português,

por António Fonseca