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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Notícias da SSVP - 4 de Abril de 2011

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LA SSVP FUE SELECCIONADA PARA RECIBIR UNA CONDECORACIÓN CONCEDIDA POR EL PARLAMENTO BRASILEÑO

Posted: 31 Mar 2011 08:11 AM PDT

SSVP Brasil

En nombre de los “relevantes servicios prestados a la paz en el mundo y las causas humanitarias”, la Sociedad de San Vicente de Paúl (SSVP) fue seleccionada para recibir la Medalla del Merito Legislativo, en el ámbito de la Cámara de Diputados de Brasil. La petición fue hecha por el diputado nacional Antonio Carlos Mendes Thame, católico practicante y alentador de las acciones vicentinas.
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NECESITAMOS UN MILAGRO DE OZANAM

Posted: 31 Mar 2011 01:18 AM PDT

SSVP oración

Queridos amigos vicentinos de Brasil y del mundo entero.

¡Alabado sea nuestro Señor Jesucristo!

En Brasil y en el mundo tenemos millares de amigos que dieron y dan sus vidas a favor de la Sociedad de San Vicente de Paulo y de los más pobres, personas que nos enseñan a cada día a ser mejores cristianos-católicos y mejores vicentinos.

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Recolha e transcrição por António Fonseca

Nº 879-2 (92) - 4 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

NOTA: Hoje são apenas 11 Santos e Beatos

Nº 879-2

SANTO ISIDORO DE SEVILHA

Bispo, Doutor da Igreja (556-636)

Isidoro de Sevilla, Santo

Isidoro de Sevilla, Santo

Se bem que alguns historiadores julguem que Santo Isidoro nasceu em Cartagena, o mais seguro é que tenha visto a luz em Sevilha, pelo ano de 556. Seu pai, Severiano, de nobre família hispano-romana, casado com Teodora, que pertencia provavelmente à raça dos invasores germânicos, vivia em Cartagena, onde nasceram S. Leandro, S. Fulgêncio e Santa Florentina. O pai, desterrado voluntariamente nos tempos de Leovigildo, protetor dos arianos, refugiou-se com os seus na Província Bética. Deve ter morrido pouco depois em Sevilha e do mesmo modo sua esposa. Devido a estas faltas, a educação de Isidoro ficou entregue aos irmãos mais velhos, especialmente a Leandro que, inspirado no rigor pedagógico do tempo, propendeu para a dureza e severidade. A lenda apresenta-nos o menino que, acobardado pelas repreensões e vencido pelo desalento, sentindo-se incapaz de meter a lição na cabeça, foge da escola e põe-se a andar sem rumo pela margem do Guadalquivir. Cansado e sedento, senta-se na margem dum poço e começa a contemplar, dentro, uns canaizinhos de pedra. Uma mulher que vem buscar água encontra-o pensativo e explica-lhe: as gotas de água, caindo um dia atrás doutro no mesmo sítio, abriram aqueles orifícios. “Então, diz o biógrafo do século XII, o menino pensou que, se a água caindo lentamente pode vencer a dureza da pedra, também, o seu espírito rebelde e duro poderia receber os vestígios do ensino”. Pelo ano de 583, quando Leandro se encontrava em Constantinopla, Isidoro já era denodado paladino do catolicismo. Por 600 morre Leandro e é eleito por unanimidade Isidoro para lhe suceder na cátedra de Sevilha. Em 619 reúne e preside ao Sínodo II hispalense ou sevilhano, e em 633 assiste ao IV Concílio toletano, a que também preside. E morreu a 4 de Abril de 636. Estes são os puros factos, inteiramente certos da sua vida. Espírito extraordinariamente organizador, tomou parte ativa na solução da questão ariana e da judaica, e ainda na reorganização da igreja visigoda. A ele se devem a criação de seminários, a unificação da liturgia, a regulamentação da vida monástica, a composição do Liber canonum e do Livro oficial, que servia aos diáconos e presbíteros como manual teológico e litúrgico; o estabelecimento da vida de comunidade no clero e os frutos do IV Concílio de Toledo que traçou a pauta daquelas assembleias político-religiosas, espécie de cortes do reino. Como sábio, o seu mérito consistiu em salvar a cultura antiga do naufrágio universal que a ameaça com a invasão dos bárbaros. Foi pedagogo não só do reino, mas do mundo inteiro. É tesouro imenso aquilo que passou por sua mão invadindo a posteridade, que o escuta agradecida, o venera, o lê e o admira. Os Padres do VII Concílio de Toledo chamam-lhe “doutor insigne do nosso século, novíssimo ornamento da Igreja Católica, o último no tempo mas não na doutrina, o varão mais sábio dos últimos séculos, cujo nome deve ser pronunciado com reverência”. Pai espiritual de muitas gerações e doutor universal dum milénio, foi chamado também “o último Padre da Igreja do Ocidente”. A sua obra imortal, intitulada Etymologiae, consta de vinte livros, e é extraordinária e genial para o seu tempo. E Santo Isidoro praticou o que ensinou. Um texto antigo pinta-o com estas palavras: “ Foi largo nas esmolas, insigne na hospitalidade, sereno de coração, verdadeiro nas palavras, justo nos juízos, assíduo na pregação, afável no exortar, habilíssimo para ganhar as almas para Deus, cauto na exposição das escrituras, sábio no conselho, humilde no vestir, sóbrio na mesa, pronto a dar a vida pela verdade e eminente em toda a classe de bondades”. A oração era para ele o remédio do pecado, o martelo dos vícios e atmosfera da vida cristã: “Todo o progresso espiritual vem da lição e da meditação. Uma instrói-nos e a outra purifica-nos. É preciso ler frequentemente e orar ainda com a maior frequência, para viver em união com Deus”. A última lição de tal vida foi a sua morte santa. No termo do ano de 635 sentiu aproximar-se o fim e multiplicou então as suas esmolas. Na Semana Santa de 636 teve de renunciar ao lava-pés dos pobres, a consagrar o santo crisma e a benzer as águas baptismais. A 31 de março, reanimado com, a alegria da Páscoa, sentiu-se com forças para ir à Basílica de S. Vicente. Queria receber o rito da penitência, que era comovedor. Um sacerdote rapava a cabeça do moribundo, vestia-o de cilício e derramava um punhado de cinza em forma de cruz. O penitente confessava logo em alta voz os seus pecados, a seguir, recebia o Santo Viático. Depois vinha a sentença sacerdotal: “A teu pedido, dei-te o rito da penitência; tem cuidado agora de não pecar enquanto viveres no corpo. A tua vida deve ser chorar, gemer e tremer, pelos pecados cometidos. Já não podes misturar-te com as coisas do século; não podes desejar nada que seja temporal. Estás como que morto para o mundo”. A cena foi comovedora. A multidão exclamava: “Indulgência”. No fim dirigiu-lhes ele a última recomendação, palavras de amor e paz; “Peço-vos que observeis a caridade entre vós; não deis mal por mal… não arrebate o lobo nenhum de vós e volte a ovelha errante ao redil nos ombros do pastor”. E não quis sair da Basílica sem receber o ósculo dos circunstantes. Todos passaram diante do moribundo: “Perdoai-me, dizia-lhes, e Deus vos perdoará”. Três dias depois, a 4 de Abril, a morte do Metropolita veio interromper os júbilos pascais. Quem não há-de crer, dizia uma testemunha, que foi, livre de toda a mancha, juntar-se imediatamente com a sociedade dos Anjos?”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SÃO BENEDITO, o Africano

Religioso (1526-1589)

Benito de Palermo, Santo

Benito de Palermo, Santo

Benedito nasceu em Fratello, perto de Messina, por volta de 1526, de pais etíopes, feitos cativos pelos cristãos e vendidos a um latifundiário siciliano. Na Sicília converteram-se ao cristianismo e contraíram matrimónio. A Benedito foi concedida a liberdade por ser o primogénito. Levou desde o princípio uma vida tão virtuosa que começaram a designá-lo por “santo mouro”. Alguns escarneciam dele, por causa da cor da pele e pela condição dos seus pais, mas ele tudo suportava com grande paciência. Um jovem de nome Lanza responsável por um grupo de jovens eremitas franciscanos, intuiu que Benedito tinha estofo para religioso e convidou-o a juntar-se a eles. Quando Lanza morreu, Benedito foi escolhido para superior da comunidade. Pouco tempo depois, o papa ordenou a dissolução do grupo e que os membros entrassem numa ordem religiosa, reconhecida pela igreja. Benedito escolheu os Frades Menores da Observância e entrou numa casa da Ordem, perto de Palermo, como irmão converso. Em 1578 foi eleito para guardião (superior) da casa, apesar de ser analfabeto e simples irmão leigo. Mostrou.-se um superior ideal, dotado de grande capacidade de juízo e de fino tacto. Entretanto a sua fama de santo e taumaturgo espalhava.-se opor toda a Sicilia e via-se assediado por numerosas pessoas que lhe pediam graças. Quando deixou o cargo de guardião, foi nomeado vigário da casa e mestre de noviços. A seu pedido, foi-lhe permitido deixar esses cargos para voltar a ser cozinheiro, como já fora anteriormente. Era, porém, demasiado famoso, para conseguir viver na solidão como ele tanto desejava. Todos os dias apareciam pobres a invocar a sua caridade, doentes que pediam a cura e ricos que buscavam conselhos e direcção espiritual. A sua vida teve sempre por base a caridade, austeridade e penitência. Morreu em 1589, depois duma breve doença. O seu culto divulgou-se por toda a Itália, Espanha e América Meridional. Foi canonizado em 1807 e é um dos santos protetores da cidade de Palermo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SANTA IRENE

(irmã do Papa S. Dâmaso)

Santa irene era irmã do Papa S. Dâmaso. Quando morreu em Roma, aos 20 anos, e foi sepultada no cemitério de Calisto, na Via Ápia, o irmão dedicou-lhe o seguinte epitáfio, que julgamos poder traduzir do latim, desta maneira: “Descansam agora neste túmulo os restos de quem se consagrou a Deus. Esta é a irmã de Dâmaso; se perguntas o seu nome, chamava-se Irene. Estando em vida, consagrou.-se a Cristo, para que até o exterior patenteasse o mérito da virgindade. Não chegou a completar 20 Invernos, mas à idade adiantaram-se insignes costumes, e a piedade veneranda da jovem antecipou-se ao propósito do espírito. Deu magníficos frutos nos mais belos anos. A ti me refiro, irmã, agora certificada de quanto te amei. Ao saíres do corpo, deixaste-me um rico penhor, tu que, ao conseguires a melhor parte, a pátria do céu, longe de temeres a morte, livremente entraste nos céus. Eu porém, senti dor, confesso, ao ver partir tal companhia da vida. Mas agora, ao vir Deus ao teu encontro, lembra-te de nós tu Virgem , a fim de a recordação de ti me trazer luz mediante o Senhor”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

BEATO JOSÉ BENTO DUSMET

Bispo (1818-1894)

José Benito Dusmet, Beato

José Benito Dusmet, Beato

Este monge beneditino, Cardeal da Santa Igreja, veio ao mundo em Palermo (Itália) a 15 de Agosto de 1818, no seio da família dos Marqueses Luís Dusmet e Maria Dragonetti. Aos 5 anos começou a ser educado pelos beneditinos e com o outro Samuel se entregou ao serviço divino, enquanto progredia no estudo das letras. vencendo a oposição da família, em 1833, vestiu o hábito de S. Bento. A 15 de Agosto de 1840 fez a profissão solene de pobreza, castidade e obediência, e dois anos depois recebeu a ordenação sacerdotal. A par do trabalho pastoral, confiaram-lhe os cargos de professor de filosofia e teologias, além da administração dos bens do mosteiro e secretário do D. Abade. Deu tão boa conta de si que em 1852 foi eleito Abade do mosteiro de Santa Flávia, e em 1858 do de S. Nicolau de Catânia. Por suas eximias virtudes de humildade, prudência e caridade, conquistou a admiração e simpatia de todos. Em 1867 foi elevado a Arcebispo de Catânia. Regeu a Arquidiocese durante 27 anos. Em 1888 foi elevado á dignidade de Cardeal da Santa Igreja. João Paulo II, na homília da beatificação, a 25 de Setembro de 1988, expressou-se assim a seu respeito: “Ergue-se ele como testemunha da caridade evangélica em tempos particularmente conturbados para a vida da Igreja, no meio de inflamados conflitos partidários  e de alterações profundas de tecido político e social do País, numa região atribulada pelo suceder-se de terríveis calamidades naturais: epidemias de cólera, terramotos, inundações, erupções do Etna, além da constante e vastíssima calamidade que é a miséria dos deserdados. Embora tivesse sido criado entre as comodidades de uma familia aristocrática, ele fez da pobreza, vivida en função do serviço e de doação aos outros, uma programática opção de vida, de modo tão radical,  que à sua morte – 4 de Abril de 1894 – não se encontrou nem sequer um lençol, para o envolver: De tudo, literalmente, ele se tinha desprendido para revestir os pobres, dos quais se sentia humilde servidor. Grande relevo teve também a obra por ele realizada ao serviço da Ordem beneditina à qual pertencia. Por especial mandato do Sumo Pontífice Leão XIII realizou a refundação do Colégio Internacional de Santo Anselmo, no Aventino – levada a cabo exatamente há um século – e a estruturação da Confederação da Ordem de São Bento que hoje, de modo tão autorizado, está representada, nesta Praça, por mais de 200 Abades beneditinos, vindos de todas as partes do mundo. O Cardeal Dusmet , decoro e glória do monaquismo, do Episcopado e do Sacro Colégio cardinalício, transmite-nos assim a mensagem profética de uma autêntica solidariedade evangélica e de uma dócil e operosa fidelidade ao carisma da própria vocação, vividas e expressas na realidade ativa do dom total de si, no itinerário traçado pelos passos de Cristo Salvador”. AAS 57 (1965) 735-8; L’OSS. ROM. 210.1988. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Platão, Santo
Abade

Platón, Santo

Platón, Santo

Etimologicamente significa “largo de ombros”. Vem da língua grega. Eleger a Cristo Jesús supõe não seguir mais que um. ¿Elegerás tu a Cristo? Começa tu. Dá-lhe tua confiança. Não esperes que teu coração haja mudado: dia após dia Cristo o mudará. Este confessor, morto no ano 814, elegeu a Cristo. Não teve a menor dúvida. Em abandonar muitos bens e o porvir feliz que o aguardava para se fazer monge. Primeiro esteve em Bitinia, e em continuação passou como abade ao mosteiro de Sakkoudion em Constantinopla. E aqui lhe veio o primeiro fio. Resulta que o imperador Constantino IV repudiou a sua mulher com o fim de se casar com uma prima de são Platón. Houve alguns que viram muito mal esta atitude do imperador. Sem embargo, o abade o condenou com palavras duras. ¡Miúdo atrevimento! Cristo atuava nele. A verdade faz ao homem livre. A ele lhe custou dizê-la. 14 anos de cadeia e sentir-se perseguido sempre. Uma vez que foi libertado, não o pensou duas vezes. Se foi ao mosteiro de Studion durante algum tempo. Pouco depois, o patriarca Nicéforo o levou encarcerado para a ilha de Oxeia, no arquipélago dos Príncipes. A razão deste desterro foi porque Platón não aceitava sua rápida elevação ao trono patriarcal. Voltando ao mosteiro de Studion por ordem do imperador Miguel I, morreu três anos mais tarde cantando o hino: ”Eu sou a Ressurreição e a Vida”. Morreu no ano 814.  Quando se faz uma eleição por Cristo, se faz de forma definitiva. ¡Felicidades a quem leve este nome!

• Francisco Marto, Beato
Vidente de Fátima

Francisco Marto, Beato

Francisco Marto, Beato

Nasceu em Aljustrel, Fátima, em 11 de Junho de 1908. Foi batizado em 20 de Junho de 1908.  Caiu vitima da pneumonia em Dezembro de 1918 e faleceu em Aljustrel às 22 horas do dia 4 de Abril de 1919.  Seus restos mortais ficaram sepultados no cemitério paroquial de Fátima até ao dia 13 de Março de 1952, data em que foram trasladados para a Basílica de Cova da Iria (lado direito conforme se entra). Sua grande preocupação era a de “consolar a Nosso Senhor”. O Espírito de amor e reparação para com Deus ofendido, foram notáveis em sua vida tão curta. Passava horas “pensando em Deus”. Segundo sua história, o pequeno Francisco passava longas horas "pensando em Deus", pelo que sempre foi considerado como um contemplativo. Sua precoce vocação de eremita foi reconhecida no decreto de heroicidade de virtudes, segundo o que depois das aparições "se escondia detrás das árvores para rezar sozinho; outras vezes subia aos lugares mais elevados e solitários e aí se entregava à oração tão intensamente que não ouvia as vozes dos que o chamavam". Hoje festejamos o nascimento de Francisco para o Reino de Deus; Ver Francisco junto a sua irmã Jacinta. Ambos são festejados em 20 de Fevereiro.

• Cayetano Catanoso, Santo
Fundador

Cayetano Catanoso, Santo

Cayetano Catanoso, Santo

Nasceu em Chorio di San Lorenzo, arquidiocese de Reggio Calábria, numa família de agricultores profundamente cristãos, em 14 de Fevereiro de 1879. Nesse mesmo dia foi batizado. Em 1882 recebeu o sacramento da Confirmação. Aos dez anos sentiu a vocação ao sacerdócio e entrou no seminário arcebispal de Reggio. Foi ordenado sacerdote em 20 de Setembro de 1902. Durante dois anos foi prefeito de disciplina no seminário. Logo, em 1904, foi nomeado pároco numa aldeia, onde reinava a pobreza, o analfabetismo, a ignorância religiosa. Ali compartilhou as privações e sofrimentos da gente. Foi zeloso no anúncio da palavra de Deus e no ensino da doutrina cristã, edificante na celebração dos mistérios divinos, assíduo no ministério da Confissão, generoso com as famílias necessitadas, e solícito com os enfermos. Para os jovens que não podiam frequentar as escolas públicas abriu uma escola vespertina gratuita, em que ele era o mestre. Colaborava com os párocos das aldeias vizinhas na pregação e na administração do sacramento da Penitência. Era muito devoto da Santa Face de Cristo e difundiu com zelo essa devoção entre o povo, implicando a sacerdotes e laicos no apostolado da reparação pelos pecados, especialmente da blasfémia e a profanação das festas religiosas. Com feliz intuição, uniu esta devoção à piedade eucarística: o rosto real de Cristo o encontramos na Eucaristia, onde se oculta sob o branco véu da Hóstia. Em 1918 fundou a Pía União da Santa Face. Para ajudar aos jovens que queriam ser sacerdotes mas não tinham recursos, instituiu a "Obra dos clérigos pobres". Desde 1921 até 1940 foi pároco, na cidade de Reggio, da igreja de Santa María da Purificação. Ali desempenhou uma atividade ainda mais intensa e mais ampla. Se dedicava em especial à catequese, as missões populares, o ministério da Confissão, a assistência aos pobres, aos enfermos e aos perseguidos por associações criminais. Fomentava com empenho o culto à Eucaristia e promovia as vocações sacerdotais. Ademais, foi diretor espiritual no seminário arcebispal, capelão de hospitais, confessor em casas religiosas e em cadeias, e canónico penitenciário da catedral. Em 1934 fundou as religiosas Verónicas da Santa Face, para propagar a devoção que constituía o fulcro de sua espiritualidade e para ajudar aos sacerdotes mais necessitados nas paróquias mais perdidas e abandonadas. Em 1953 a congregação recebeu a aprovação canónica. A missa, celebrada diariamente, e a adoração frequente do Santíssimo Sacramento foram a alma de seu sacerdócio e o apoio de seu apostolado. Cultivou uma devoção filial à Virgem María, que irradiou a suas religiosas e ao povo fiel. Desde menino aprendeu a rezar o rosário todos os dias e o seguiu fazendo até sua morte. Praticou o sacrifício, a mortificação e a penitência. Aceitou com paciência as enfermidades e a cegueira que o afligiu na última etapa de sua vida. Em 1929 se havia oferecido como vítima ao Coração de Cristo, ansiando completar em sua carne o que faltava aos padecimentos de Cristo em favor de seu corpo, que é a Igreja. Se preparou com grande serenidade ao encontro definitivo com o Senhor, que teve lugar em 4 de Abril de 1963, em Reggio, na casa mãe da congregação que havia fundado. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 4 de Maio de 1987 e canonizado por S.S. Bento XVI em 25 de Outubro de 2005.  Reproduzido com autorização de Vatican.va

Ambrósio, Santo

Ambrosio, Santo

Ambrósio, Santo  

Martirológio Romano: Em Milão, na região de Ligúria, morte de santo Ambrósio, bispo, que no dia de Sábado Santo saiu ao encontro de Cristo, vencedor da morte. Sua memória se celebra em sete de Dezembro, aniversário de sua ordenação. (†397)  O jovem prefeito de Ligúria e de Emilia, Ambrósio, nasceu em Tréveris no ano 340 de uma família romana. Todavia era catecúmeno, quando por aclamação do povo foi eleito à sede episcopal de Milão, em 7 de Dezembro de 374. Em questão de religião cristã tinha que aprender quase tudo, e se dedicou sobretudo ao estudo da Bíblia com tanto empenho que cedo a aprendeu a fundo. Mas Ambrósio não era um intelectual puro; era sobretudo um óptimo administrador de sua comunidade cristã. Foi um verdadeiro pai espiritual dos jovenzitos imperadores Graciano e Valentiniano II e do temível Teodósio I, a quem não duvidou em reprovar duramente, exigindo-lhe uma penitência pública como expiação por haver feito assassinar ao povo de Tessalónica para acabar com uma revolta. Ambrósio é o símbolo da Igreja que renasce depois dos duros anos de ocultação e das perseguições. Por meio de ele a Igreja de Roma tratou sem nada de servilismos com o poder político. Suas qualidades pessoais foram as que a atraíram, a devota atenção de todos. A atividade quotidiana de Ambrósio estava dedicada à direcção de sua própria comunidade, e cumpria seus compromissos pastorais pregando a seu povo mais de uma homilia semanal. Santo Agostinho, que foi um assíduo ouvinte dos sermões de Santo Ambrósio, nos conta em suas Confissões que o prestigio da eloquência do bispo de Milão era muito grande e muito eficaz o tom deste apóstolo da amizade. Seus livros publicados que chegaram até nós são as rápidas transcrições e reutilizações de seus discursos, pouco ou nada revistos. Seus famosos Comentários exegéticos, antes de ser reunidos em volumes, haviam sido pregados à comunidade cristã de Milão. Neles se nota o tom familiar do pastor que se dirige com amável simplicidade a seus fieis. Neles se sente palpitar o coração de um grande bispo, que logra suscitar comovedora emoção em seus ouvintes com argumentos cheios de emotividade e de interesse. Como bom pastor gostava de ensinar cantos litúrgicos ao seu povo. Por isso compôs um bom número de hinos, alguns são ainda familiares na liturgia ambrosiana. Foi ele quem introduziu no ocidente o canto alternado dos salmos. Entre seus escritos que não têm relação direta com sua pregação, recordamos o De officiis ministrorum, porque, repisando o conhecido texto ciceroniano e acolhendo todos seus elementos, demonstra que o cristianismo pode assimilar sem perigo de alterar o significado da boa noticia esses valores morais naturais que o mundo pagão e romano em particular soube expressar. Ambrósio morreu em Milão em 4 de abril de 397. ¿Queres saber mais? Consulta ewtn

• Guillermo (Guilherme) de Noto, ou Guillermo de Scicli Beato
Eremita e Terceiro Franciscano

Guillermo de Noto, Beato

Guillermo de Noto, Beato

Martirológio Romano: Em Scicli, lugar de Sicilia, beato Guillermo Cuffitelli, eremita, que, renunciando à paixão pela caça, passou cinquenta e sete anos na solidão e na pobreza. ( 1404) Data de beatificação: 9 de abril de 1537 pelo Papa Paulo III.Também é conhecido como: Guillermo de Scicli Nascido em Noto (Siracusa) numa data não determinada do ano 1309, na nobre familia "Buccheri”, muito jovem se introduziu na corte do rei Federico II de Sicilia, onde durante muitos anos ocupou o cargo de um dos escudeiros do monarca. Em 1337 durante uma partida de caça nos bosques nas ladeiras do Etna, Guillermo cavalgava junto a seu rei quando de um arbusto saiu um enorme javali que se lançou ao rei. Guillermo rapidamente se interpôs ante a besta, logrando salvar a vida do Rei, mas não pôde evitar uma funesta mordida que o deixou moribundo.Transportado a Catânia, uma junta de médicos rapidamente convocada pelo Rei, não pode fazer nada tendo em conta a gravidade da ferida e a conclusão de que o escudeiro, lamentavelmente, lhe restavam apenas umas poucas horas de vida. Entretanto Guillermo está em agonia e num sonho lhe apareceu a mártir Santa Ágata, que lhe disse estas palavras: "Levanta-te Guillermo, meu irmão, abandona a corte e vai para a solidão, onde Deus falará a teu coração”.No dia seguinte, para surpresa geral da corte, Guillermo se levantou da cama em perfeito estado de saúde. Levado à presença de seu soberano, que o recebeu com alegria, falou-lhe da visão que teve na noite, e seu desejo de levar vida de ermitão. O agradecido Rei tenta deter a seu escudeiro, mas dada a firmeza de Guillermo, convenceu-o para que aceitasse ao menos um cavalo e uma bolsa de dinheiro. Parte de Catânia para regressar a sua terra natal, Noto, ao chegar a um lugar chamado "Primosole" encontrou-se com um mendigo com quem trocou sua roupa, e inclusive lhe dá o cavaloe a bolsa de dinheiro que recebeu do Rei; a partir deste momento começa a nova vida de Guillermo, que ao chegar a Noto ocupa uma ermida denominada "Las Celdas" adjacente à igreja de Santa María de la Cruz, onde se dedicou à oração e a servir os pobres ante o assombro de seus concidadãos, que o recordavam elegante e poderoso ao serviço do rei e agora o veem como humilde e modesto ermitão usando o hábito dos terceiros franciscanos.Em “Las Celdas” viveu em completa pobreza e por alguns anos em companhia do co-irmão Terceiro Franciscano São Conrado Confalonieri de Piacenza, que logo veio a ser protetor de Noto. Quando este, para se afastar ainda mais do mundo escolheu a localidade chamada Pizzoni, Guillermo recebeu da Mãe de Deus a ordem de ir a Scicli, em 1345, para renovar o culto à Madona de la Pietá (Nossa Senhora da Piedade). Ao lado da igrejinha construiu com suas mãos um pequeno eremitério. Viveu em áspera penitência e em oração fervorosa e constante, difundindo a devoção à Mãe Dolorosa e fazendo bem a todos. Em 1350 recebeu a visita de São Conrado Confalonieri e com ele passou em oração toda a Quaresma. Em 1382 ampliou a igreja de Santa María de la Pietà. A devoção a Nossa Senhora voltou a florescer. A estima e veneração que os habitantes de Scicli e das regiões limítrofes tiveram pelo heroico ermitão foram tais, que em pouco tempo aquele lugar solitário se converteu em meta de peregrinações frequentes e fonte de celestiais prodígios. Frei Guillermo, ermitão terceiro franciscano, viveu neste novo eremitério durante 57 anos. Dormia na dura terra, alimentava-se do que a caridade dos fieis lhe levava em sinal de devoção e reconhecimento. Sua oração era constante, contínua sua união com Deus.Em 4 de abril de 1404, aos noventa e cinco anos de idade, abriram-se perante ele as portas do céu. Os sinos soaram a festa e anunciaram sua morte bem-aventurada. Clero e povo se dirigiram ao eremitério, onde encontraram o ancião ermitão com as mãos juntas estendido na terra, rodeado de esplendores celestiais. Parecia absorto em êxtases. Foi trasladado processionalmente a Scicli para a igreja de São Mateus, e sepultado numa urna de mármore. Quando em 4 de abril cai na Semana Santa, o calendário litúrgico da Região Siciliana celebra sua memória no sábado seguinte ao Domingo de Páscoa.

• Agatópodo e Teódulo, Santos
Mártires,

Agatópodo y Teódulo, Santos

Agatópodo e Teódulo, Santos

Martirológio Romano: Em Tessalónica, cidade de Macedónia, hoje na Grécia, santos mártires Agatópodo, diácono, e Teódulo, leitor, que por causa de sua confissão da fé cristã, em tempo do imperador Maximiano, e por mandato do prefeito Faustino, foram arrojados ao mar com uma pedra atada ao pescoço. ( c.302). Os santos Agatópodo e Teódulo alcançaram o martírio perto de Tessalónica, em tempos do imperador Maximiano, provavelmente depois de 302, quando um édito ordenou queimar os textos cristãos e obrigar os cristãos a sacrificar aos ídolos dos pagãos. Pelo missal vaticano grego de 1660 sabemos que: Agatópodo, ancião diácono, e Teódulo, jovem leitor, viviam santamente em oração. Capturados e conduzidos ante a presença do governador Faustino, confessaram valentemente sua fé. Já encarcerados, passaram a noite fazendo orações de louvor a Deus; no dia seguinte Faustino fez tenção de chegar ao pescoço de Teódulo a espada do verdugo, com a esperança de que cedesse, mas nem as ameaças nem os afagos surtiram efeito nele e foi novamente encarcerado com seu companheiro. O menológio de Basilio Porfirogénito afirma que, durante a noite tiveram os dois um sonho que lhes anunciou o próximo martírio. Na manhã, depois de um terceiro interrogatório, foram arrojados ao mar, com uma grande pedra atada a seus pescoços. responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

• Outros Santos e Beatos
Completando santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos 

São Pedro de Poitiers, bispo


Em Poitiers, na Aquitânia, em França, são Pedro, bispo, que favoreceu os começos da Ordem de Fontevrault e, afastado injustamente da sede, faleceu exiliado em Chauvigny. († 1115)

93000 > Santi Agatopodo e Teodulo Martiri  MR
94506 > Beata Aletta Madre di s. Bernardo di Chiaravalle 
31700 > San Benedetto il Moro Religioso  MR
53060 > Beato Francesco Marto Veggente di Fatima  MR
91075 > San Gaetano Catanoso Fondatore   MR
72025 > Beato Giuseppe Benedetto Dusmet Vescovo  MR
92005 > Beato Guglielmo di Noto Eremita  MR
26600 > Sant' Isidoro di Siviglia Vescovo e dottore della Chiesa  - Mem Facoltativa MR
48510 > San Pietro di Poitiers Vescovo MR
48475 > San Platone Abate in Bitinia  MR
93836 > Beato Tommaso da Napoli Mercedario, martire

Nº 879-1 - REZAR NA QUARESMA - 4 DE ABRIL DE 2011

879-1

4 DE ABRIL

SEGUNDA-FEIRA 

4ª SEMANA DA QUARESMA

João 4, 43-54

“O homem acreditou nas palavras que

Jesus lhe tinha dito e pôs-se a caminho.’”

*************

Este homem tem o filho à morte.

E pede a ajuda de Jesus.

Não exige provas;

limita-se a pedir a ajuda de Jesus.

E confiando na palavra de Jesus, regressa a sua casa, na esperança de encontrar o filho curado.

A fé deste homem permite avaliar a tua fé.

Acreditas que a palavra de Jesus é eficaz, que faz o que diz?

Não é como outras palavras

(palavras, leva-as o vento).

É força poderosa que cria e transforma a realidade.

É Palavra de Deus.

ACREDITAS?

 

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Ajuda-me a confiar em Ti

e na tua Palavra poderosa

Senhor.

Ajuda-me a ler a minha vida

à luz da Tua Palavra.

Aí encontrarei os sinais da Tua vontade

Aí encontrarei pistas para o meu caminho.

 

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António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail