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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Nº 888-1 - REZAR NA QUARESMA - 13 DE ABRIL DE 2011

888-1

13 DE ABRIL

QUARTA-FEIRA

5ª SEMANA DA QUARESMA

João 8, 31-42

“Se o Filho vos libertar,

sereis realmente homens livres.”

*************

Julgamos que somos muito livres,

muito transgressivos,

por fazermos o que nos dá na gana.

Mas somos como animais com a trela dada pela sociedade em que vivemos,

pela educação que recebemos,

pelos erros e desamores acumulados ao longo dos anos.

Só a presença libertadora de Jesus Cristo nas nossas vidas nos permite começar de novo.

Nos permite a verdadeira liberdade do amor.

 

»»»»»»»»»

Conhecer-Te, Jesus,

viver na Tua intimidade,

muda a minha vida.

Tu tornas puro o meu olhar

e fico capaz de ver o mundo

e os outros sem sombras.

Tu libertas o meu coração

de todas as armadilhas

e fico capaz de oferecer ternura,

compaixão e solidariedade.

Tu abres a minha boca

e fico capaz de dizer

palavras de sabedoria

que indicam a estrada do bem.

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail

Nº 886-1 - REZAR NA QUARESMA - 11 DE ABRIL DE 2011

886-1

11 DE ABRIL

SEGUNDA-FEIRA

5ª SEMANA DA QUARESMA

João 8, 1-11

“Eu também não te condeno.

Vai e não tornes a pecar.”

*************

Às vezes, gostaria que Deus fosse mais severo.

Que castigasse depressa os “maus”.

Mas Jesus funciona a partir do amor que recebeu de Deus e não a partir dos meus esquemas mesquinhos.

Não percas tempo a condenar os erros dos outros.

Aprende com Jesus a perdoar.

Aceita que o amor de Deus é para ti,

também quando erras.

 

»»»»»»»»»

Senhor, Jesus:

dá-me um coração humilde

para reconhecer a minha fraqueza

e dar-Te espaço na minha vida.

E quando o pecado estiver a roubar

beleza e alegria à minha vida

diz-me também a mim:

“Eu não te condeno. estás perdoado.”

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail

Nº 886-2 - (99) - 11 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

231 Santos e Beatos

Nº 886-2

NOSSA SENHORA DOS PRAZERES

Festa na Arquidiocese de Braga, na Segunda-feira de Páscoa 

– este ano será pois em 25 de Abril, apesar de estar publicada aqui hoje -

(nota de A. Fonseca)

Imagem Nossa Senhora dos Prazeres 32 cm

O seu culto é muito antigo, e alguns autores afirmam que teve início em Portugal. A. Pimentel, na página 110 da História do culto de Nossa Senhora em Portugal diz: «É certo ter sido a Igreja Portuguesa (Lisboa, Évora e Braga) a primeira da cristandade que festejou as alegrias da Virgem Santíssima pela ressurreição do Seu amado Filho, dando-lhe a invocação de – Senhora dos Prazeres». Cauteloso foi Fr. A. de Santa Maria (Sant. Mar: tom. I, liv. II tit. XLIV), referindo-se à «imagem de Nossa Senhora dos Prazeres que se venera junto à casa de Saúde, sobre a ribeira de Alcântara (…), jamais celebrada en outro reino (que se saiba ao certo) da Cristandade». Pimentel declara ainda que «a devoção de Nossa Senhora dos Prazeres remonta entre nós ao século XV» embora no século XVI tomasse «maior desenvolvimento pela aparição de uma imagem na quinta dos condes da Ilha, sobre a ribeira de Alcântara, em Lisboa»… É de lembrar que em 1958 foi criada, em Lisboa, a freguesia de Nossa Senhora dos Prazeres, cujo primeiro pároco tomou posse em 11 de Outubro de 1964, na igreja do Triunfo, por não haver ainda Igreja Paroquial. Esta Senhora é orago de muitas igrejas paroquiais e de muitas capelas. Na diocese da Guarda é orago de quatro freguesias e de outras tantas capelas. Na arquidiocese de Braga estão, pelo menos, 15 imagens de culto, algumas delas em capelas próprias. Na diocese de Leiria é orago da freguesia de Alcaria (Porto de Mós) e de uma das duas de Aljubarrota (Alcobaça). Tem festas tradicionais em Ponte de Sor, distrito e diocese de Portalegre. Em Borba, arquidiocese de Évora, há uma imagem desta Senhora. No Pico da Pedra, S. Miguel, Açores, há uma paróquia com o orago de Nossa Senhora dos Prazeres. Uma das seis capelas que Nuno Álvares Pereira (Santo) deixou por completar à hora da sua morte, na Igreja do Carmo, foi a de Nossa Senhora dos Prazeres. O nome do Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, vem da invocação desta Senhora, e na capela está uma sua antiga imagem. Também à Índia chegou o culto desta Senhora, levado pelos Portugueses. Na freguesia de Ribandar, concelho, distrito e arquidiocese de Goa, a sua confraria está reunida à de Nossa Senhora da Ajuda, desde 1925. Não faltam estampas desta Senhora na Biblioteca Nacional de Lisboa. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuityas.pt

• Estanislau de Cracóvia, Santo
Bispo e Mártir

Estanislao de Cracovia, Santo

Estanislao de Cracóvia, Santo

 

Este grande defensor da moral católica, sobretudo no que respeita à pureza e santidade do matrimónio, nasceu em 1030, em Sezépanow da Polónia, perto de Cracóvia. O pai, Wieleislau, que era um dos principais nobres do reino, esforçou-se por dar ao primogénito a melhor formação possível. Mandou-o estudar na universidade de Gnesne, que passava por ser então a melhor da Polónia, e depois em Paris, onde esteve sete anos aplicado à teologia e ao direito canónico. Regressando à Polónia por morte dos pais, encontrou-se com grandes riquezas e diante dum futuro esperançoso. Mas não se deixou encantar. Seguindo o conselho do Evangelho, distribuiu entre os pobres todas as riquezas e foi ordenado sacerdote. Por falecimento do bispo de Cracóvia, Lamperto, foi destinado para lhe suceder. Mas resistiu até que o Papa Alexandre II lho mandou. Foi consagrado tendo 42 anos. Desde então inicia vida mais austera ainda. Veste-se de cilício que nunca deixará até à morte; todos os anos visita a diocese, ordena que seja feita uma lista completa dos pobres e das viúvas para lhes prestar socorro e consagra-se de corpo e alma à reforma da sua grei. A empresa não era fácil, pois um dos abusos maiores vinha da corte,em particular do rei Boleslau II, príncipe ambicioso e valente, mas déspota e sensual, como os Reis orientais da história antiga. Diante do capricho e da paixão do rei, não se encontrava vida segura, nem bens ou inocência en tranquilidade. Numa assembleia plenária de magnates e prelados, levantou-se Estanislau a promulgar em voz alta o programa da moral católica e a defender os direitos da justiça e da santidade. Falou dos juízos de Deus, da perda das almas, dos castigos eternos, da lei santa da  continência, da santidade do matrimónio e dos direitos dos súbditos e vassalos, diante da tirania e arbitrariedade dos senhores. O Rei sentiu-se visado e respondeu publicamente com uma série de injúrias e insultos ao prelado «hipócrita e soberbo». Desde esse dia estava lavrada a sentença de morte. Só faltava esperar o momento favorável, o dia em que ela pudesse ser executada sem tumulto, como pensaram também de Cristo Senhor os seus inimigos.

Estanislao de Cracovia, Santo

Estanislao de Cracóvia, Santo

Esse dia chegou finalmente para o santo Bispo. A 8 de Maio de 1097, estava Estanislau a celebrar Missa numa capela dedicada a S. Miguel , nos arredores de Cracóvia. Chegavam  até ao altar o ruído das armas e os gritos das pessoas enviadas pelo rei. O perigo era claro,  mas o santo prosseguiu a celebração. Aí mesmo, no altar, foi ferido de morte, ao que parece, por mão do rei. O certo é que o tiraram da Igreja já cadáver. Toda a Polónia estremeceu com tal crime, fruto duma vida desenfreada e louca. O abalo aumentou quando se soube que o rei, além de mandante, fora ao menos parte na execução do crime, mutilara o cadáver e logo o mandara dividir em pedaços, para serem espalhados. A Providência não se esqueceu dessas relíquias do Mártir. Cada uma se converteu em luz e língua para apregoar a santidade da causa porque tinha morrido o Santo Bispo e a brutalidade e injustiça do seu assassínio. Foram recolhidas e enterradas diante da igreja de S. Miguel, onde fora assassinado. Gregório VII excomungou e depôs o rei. Este abdicou, converteu-se e veio a morrer sendo irmão leigo beneditino. Assim dizem os hagiografos polacos. A celebração litúrgica de Santo Estanislau, onde era apenas memória facultativa, foi levada a memória obrigatória por João Paulo II, que, antes de ser papa, foi sucessor do Mártir na sé de  Cracóvia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuityas.pt ¿Queres saber mais? Consulta ewtn

• Gema Galgani, Santa
Virgem

Gema Galgani, Santa

Gema Galgani, Santa

Estrela Como podem verificar esta biografia foi já publicada ontem neste mesmo espaço. AF.

A história desta santa, tão próxima de nós pelo tempo (1878-1903) e pelos costumes da vida quotidiana, tem coisas incríveis pelos fenómenos místicos de que foi protagonista. Em certos períodos de sua atormentada vida suportou vexames de toda classe. O demónio lhe aparecia até sob a figura do confessor para lhe sugerir obscenidades. Outras vezes lhe aparecia como um anjo luminoso; quando se via desmascarado, desaparecia numa grande chama vermelha deixando no chão uma estrela de cinza. Às vezes a golpeava e a deixava exânime no solo, onde a encontravam com o rosto tumefacto e com os ossos deslocados. Mas a animava a miúdo a companhia de Cristo, da Virgem e de seu anjo custódio. Assim narrou ela mesma, por obediência, os acontecimentos que precederam o misterioso fenómeno dos estigmas: “Era a noite de 8 de Junho de 1899, quando de repente sinto uma dor interna de meus pecados... Apareceu Jesús, com todas as feridas abertas; mas dessas feridas já não saía sangue, mas que saiam, umas como chamas de fogo, que vieram a tocar minhas mãos, meus pés e meu coração. Acreditei morrer...”. As chagas que se haviam aberto apareciam cada semana das oito da noite de quinta-feira até às três da tarde de sexta-feira, acompanhadas com o êxtase. Ante estes fenómenos misteriosos, que foram cedo motivo de curiosidade dos vizinhos de Lucca onde vivia Gema, a gente começou a chamá-la: “a menina da graça”. Era uma jovenzita crescida rapidamente e amadurecida pela experiência da dor. Era filha de um farmacêutico da província de Lucca, e quando tinha oito anos perdeu a mãe. Cuidaram dela os sete irmãos. Poucos anos depois morreu também o pai e ela, curada prodigiosamente de uma grave enfermidade que a atormentava, pediu entrar ao convento, mas sua petição foi recusada. Foi recebida em casa do cavaleiro Mateo Giannini, e ali levou uma vida muito retirada, serena e obediente às diretivas do pai espiritual e das Irmãs passionistas que se preocuparam dela. Debaixo das luvas e do modestíssimo vestido ocultava os sinais de sua participação na paixão de Cristo. Entretanto as manifestações de sua santidade haviam superado os limites do bairro e da cidade. Muitos, que haviam ido a sua casa movidos pela curiosidade, saíam transformados em seu espírito. A enfermidade óssea que a havia atacado desde muito jovem voltou a aparecer e a fazia sofrer atrozmente. Compreendeu que seu calvário estava por terminar. Mas em sua humildade não acreditava haver pago suficientemente com a moeda do sofrimento o privilégio de haver sido associada à paixão de Cristo. Morreu aos 25 anos, em 11 de Abril de 1903. era a manhã de sábado santo. Canonizada por S.S. Pío XII em 2 de Maio de 1940.

ORAÇÃO - Aqui me tendes prostrada a vossos pés santíssimos, meu querido Jesús, para manifestar-vos em cada instante meu reconhecimento e gratidão por tantos e tão contínuos favores como me haveis outorgado e que todavia quereis conceder-me. Quantas vezes vos tenho invocado, oh Jesús! me haveis deixado sempre satisfeita; hei recorrido a miúdo a Vós, e sempre me haveis consolado. ¿Como poderei expressar-vos meus sentimentos, amado Jesús?Vos dou graças…; mas outra graça quero de Vós, oh Deus meu!, se é de vosso agrado… (aqui se manifesta a graça que se deseja conseguir). Se não fosseis todo poderoso não Vos faria esta súplica. ¡Oh Jesús!, tende piedade de mim. Faça-se em tudo vossa santíssima vontade. Rezar Pai nosso, Ave María e Glória.

• Elena Guerra, Beata
Virgem

Elena Guerra, Beata

Elena Guerra, Beata

 

A cidade de Lucca, na Etrúria (Itália), orgulha-se de ter sido o berço de Santa Gema Galgani Estrela(ver biografia anterior a esta) e da Beata Helena Guerra. Ali veio ela ao mundo, a 23 de Junho de 1835, em parto prematuro. Seus pais, António Guerra e Faustina Franceschi, ilustres por nascimento e muito mais por suas virtudes, colocaram a filha sob a protecção de Santa Zita, honra insigne da mesma cidade, e procuraram incutir-lhe a verdadeira piedade desde os mais tenros anos. Foi educada em casa com  professores particulares para que o límpido espelho da sua alma não fosse embaciado por possíveis más companhias. A 5 de Julho de 1845 recebeu o sacramento da Confirmação. O Espírito Santo tomou posse daquela alma infantil, infundindo-lhe os seus dons. ´É que nos desígnios desta menina estava predestinada para ser uma grande apóstola da devoção à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Com efeito, impulsionada pelo mesmo Espírito Santo, dedicou-se a estudar latim para poder ler a Sagrada Escritura e os Santos Padres. Reuniu um  grupo de amigas e com elas formou a associação das “Amizades espirituais”, com o fim de se ajudarem mutuamente no caminho da virtude e se dedicarem à salvação das almas. Fundou, ademais, os «Jardins de Maria», isto é, uma associação em que as jovens do campo cultivassem com empenho uma determinada virtude para oferecer como flor à Mãe de Deus. Deu a essa associação o nome de Filhas de Maria. Levada do desejo de cuidar dos pobres, filiou-se nas Conferências de S. Vicente de Paulo. E quando a cólera-morbo atracou as redondezas de Lucca,  ela não deixou de atender as vítimas da peste. Na própria casa reuniu um grupo de jovens que – depois de muitos sofrimentos e contratempos – deram começo à congregação de Santa Zita, que mais tarde tomou o nome de Oblatas do Espírito Santo. É que o carisma próprio da beata Helena Guerra foi praticar e difundir a devoção ao Divino Paráclito, valendo-se de todos os meios ao seu alcance. para isso recorreu ao Santo Padre Leão XIII que, vendo na proposta da humilde religiosa o dedo de Deus, publicou nada menos que três documentos sobre o Espírito Santo. A Serva de Deus tinha cumprido a sua missão na terra. Mas antes de partir para o Pai, no dia 11 de Abril de 1914, teve de se associar de perto aos sofrimentos e humilhações de Cristo. Caluniaram-na de tal forma que foi forçada a abandonar o cargo de Superiora da Congregação que fundara e ficar reduzida ao silêncio durante anos. Verificou-se nela a sentença do Mestre: «Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica só, mas se morre, dá muito fruto». Aceitou a humilhação com paciência e espírito de fé. A glorificação tinha que vir rapidamente. Assim sucedeu com a beatificação, a 26 de Abril de 1959. AAS 28 (1936) 473-6; 45 (1953) 813-15; DIP 4, 1474-5. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Calínico, Santo
Bispo

Calínico, San

Calínico, Santo

Etimologicamente significa “o que alcança uma bela vitória”. Na mitologia, sobrenome de Heracles. Vem da língua grega. Rezando, te surpreenderás às vezes ao dizer: ”Meu pensamento se perde, meu coração se dispersa”. O Evangelho te responde: “Deus é maior que teu coração”. Em todo momento, abandona-te de corpo e de espírito. Confia-lhe tudo o que te pesa. Atreve-te a dizer-lhe: ”Concede-me o dar-me”. Com outros, canta-lhe até descobrir o desejo de Deus. Morreu em 1868. Este santo, de nome raro, foi um grande confessor. Depois de fazer seus estudos numa escola greco-romena de Bucareste, pensou muito a sério onde estaria o futuro de sua vida. E, após muitas horas de reflexão, oração e contemplação, se decidiu por entrar no mosteiro de Tchernica. Cedo, levado por seus ideais de vocação, se distinguiu por seu zelo ascético. Quando viram suas boas disposições, o ordenaram de sacerdote. A partir deste instante, se dedicou ao ministério da confissão com toda sua alma. Confessava a laicos e sacerdotes de todos os arredores. Depois de levar a cabo uma peregrinação ao Monte Atos, teve que suportar muitas dificuldades devidas, em grande parte, a insurreição de 1821. Muitos habitantes de Bucareste, temendo a repressão dos Turcos, se refugiaram em seu mosteiro. Fez todo o possível para lhes dar alimento. Sabia que Deus é maior que ele. Com o tempo, o mosteiro teve em seu interior até 30 monges. A rogos do príncipe Barbu Stibei, aceitou ser bispo de Rimmi-Vilcea, onde restaurou igrejas e deu um claro dinamismo chave em seus assuntos pastorais, animando-os a levar uma vida espiritual inspirada no ideal monástico. ¡Felicidades a quem leve este nome!

• Ângelo Carletti de Chivasso, Beato 
Franciscano

Angelo Carletti de Chivasso, Beato

Ângelo Carletti de Chivasso, Beato

Nascido no ano 1411 em Chivasso, diocese de Ivrea, Itália. Estudou leis em Bolonha, e exerceu em Monferrato. Foi eleito senador, mas abandonou sua função e seu trabalho para se unir aos franciscanos em Génova. Notável teólogo. Foi Núncio Papal para S.S. Sixto IV e também para o Papa Inocêncio VIII. Pregava contra os prestamistas e usurários. Escrito "Casos de Consciência", um dicionário de teologia moral. Entrou ao reino dos céus em 11 de Abril de 1495 em Coni, Itália. Seu culto foi confirmado pelo Papa Bento XIV.

• Sinforiano Ducki, Beato
Mártir

Sinforiano Ducki, Beato

Sinforiano Ducki, Beato

Nasceu em 10 de Maio de 1888 em Varsóvia. No baptismo, em 27 de Maio, recebeu o nome de Félix. Frequentou a escola elementar na nativa Varsóvia. Quando em 1918 os capuchinhos regressaram a seu convento próprio, abandonado com a supressão czarista de 1864, Félix Ducki, que de tempo atrás sentia a vocação, se uniu a eles, primeiro ajudando simplesmente a reorganização do convento e mais tarde como postulante. Em 19 de Maio de 1920 começou o noviciado em Nowe Miasto com o nome de frei Sinforiano. Terminado o ano de noviciado se dedicou ao serviço fraterno nos conventos de Varsóvia, de Lomza e de novo em Varsóvia (desde o 27 de Maio de 1924), até à profissão solene, em 22 de Maio de 1925. Em Varsóvia desempenhou primeiro o oficio de irmão esmoler, preocupando-se sobretudo de recolher ofertas para a construção do Seminário Menor de São Fidel. Depois foi nomeado irmão sócio do padre Provincial. De carácter sociável, simples, cortês e amigável, facilmente conquistava a simpatia do povo e novos amigos para a Ordem. Não obstante sua vida tão ativa no meio da gente, não perdeu nunca o espírito interior, distinguindo-se por sua oração devota e fervorosa. Era conhecido e estimado pelos habitantes da capital e o chamavam "padre" ainda que não era sacerdote. Ao sobrevir a II Guerra mundial se esforçou para que não faltasse o necessário nem a seus irmãos frades nem aos demais pobres, até 27 de Junho de 1941, dia em que a Gestapo prendeu a todos os 22 capuchinhos do convento da capital. Num primeiro momento frei Sinforiano foi internado na prisão de Pawiak, e logo, em 3 de Setembro, no campo de concentração de Auschwitz. De constituição robusta, sofreu mais que os outros a fome e as perseguições, suportando tudo em silêncio. as míseras rações que recebiam não cobriam nem sequer a quarta parte da necessidade do organismo de um homem normal. Depois de sete meses foi condenado a uma morte lenta. Uma tarde, enquanto os custódios do campo haviam começado a assassinar prisioneiros de um modo bestial, destroçando-lhes a cabeça com garrotes, frei Sinforiano teve a valentia de fazer sobre os caídos o sinal da cruz. A testemunha ocular e companheiro de prisão César Ostankowicz declara que houve um momento de aturdimento e surpresa, ao que seguiu a ordem de bater com pauladas a Sinforiano. Um golpe na cabeça o fez cair ao solo entre os esbirros e os prisioneiros. Pouco depois teve forças para levantar-se e fazer de novo o sinal da cruz. Foi então quando o assassinaram. Era 11 de Abril de 1942. A morte de frei Sinforiano pôs fim à tremenda matança que os soldados estavam perpetrando, e uns quinze prisioneiros se salvaram assim da morte. Estes, com grande veneração, carregaram a frei Sinforiano no carro que o levaria, com os demais cadáveres, ao forno crematório. Com seu martírio frei Sinforiano demonstrou heroicamente sua fé na Trindade, e salvou de uma morte segura a um grupo de companheiros de prisão. Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

Sancha de Portugal, Beata

Sancha de Portugal, Beata

Sancha de Portugal, Beata

Martirológio Romano: Em Coimbra, cidade de Portugal, beata Sancha, virgem, filha do rei Sancho I, que fundou o mosteiro de Cellis (Chelas) de monjas cistercienses, e nele abraçou a vida regular. ( 1229). Data de beatificação: Junto a sua irmã Teresa, em 13 de Dezembro de 1705 pelo Papa Clemente XI. Foi a segunda filha de Sancho I o Povoador e de D. Dulce de Barcelona, irmã das beatas Mafalda e Teresa. À morte de Sancho I, Sancha devia receber, segundo as disposições testamentárias de seu pai, o Castelo de Alenquer, como o resto do território. Uma luta com seu irmão Afonso II, que desejando centralizar o poder, obstruiu a prossecução do testamento de seu pai, impedindo a infanta-rainha de receber os títulos e os réditos a que tinha de direito e de facto. Afonso II temia que esta pudesse passar a eventuais herdeiros o vasto património que o testamento lhe legava, criando assim um problema à soberania do rei de Portugal e dividindo o país ao meio.


As Beatas Mafalda, Teresa e Sancha de Portugal

O testamento previa também terras e castelos para suas irmãs Teresa e Mafalda, formando-se um partido de nobres afectos às infantas, liderado pelo infante Pedro (que se exilou em Leão sob a protecção de Teresa, na época rainha consorte de Leão, e tomou algumas praças transmontanas), que acabou por ser derrotado. Com a morte de Afonso II, e a subida de seu filho Sancho II o Capelo resolveu o problema, concedendo os impostos dos castelos a suas tias, nomeando seus alcaides de entre os nomes que estas propuseram, pedindo-lhes apenas que renunciassem ao título de rainhas (1223). Sancha renunciou ao matrimónio e ingressa no mosteiro cisterciense de Chelas, o mosteiro que ela própria havia contribuído a fundar em 1216, ali tomou o hábito regular e transcorreu o resto de seus anos. Morreu em 13 de Março de 1229; posteriormente seus restos foram trasladados a Lorvão.

SANTO ISAAC

Confessor (554)

S. Gregório fala deste santo nos seguintes termos: “Nos primeiros tempos dos godos, viveu perto da cidade de Espoleto um homem venerável, chamado Isaac, o qual não tinha nascido na Itália, mas sim na Síria. Certo dia, ao entrar numa igreja, pediu aos guardas dela que o deixassem orar todo o tempo que necessitava, e que nada lhe dissessem, ainda que chegasse a noite. Esteve orando todo aquele dia e o seguinte. Divulgada a fama da sua virtude, o servo de Deus fugiu aos aplausos e glórias do mundo, retirando-se a um deserto próximo da cidade. Depressa se reuniram naquela solidão muitos discípulos, os quais dirigiu pelos caminhos da perfeição, encarecendo-lhes sobre todas a virtude da pobreza, como fundamento de toda a vida religiosa. Foi dotado do dom da profecia e dos milagres. Depois de uma longa vida sempre mortificada, voou ao Senhor, no ano de 554”. Tal é a biografia de Santo Isaac, escrita pelo Papa S. Gregório Magno. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 LANUÍNO, Beato 

Beato

Lanuino, Beato

Lanuíno, Beato

Martirológio Romano: Em Calábria, Itália, beato Lanuino, que foi companheiro de são Bruno e seu sucessor, insigne intérprete do espírito do fundador nas instituições e mosteiros da Cartuxa. ( 1119)  Data de beatificação: Culto confirmado em 4 de Fevereiro de 1893 pelo Papa Leão XIII. Lanuino era filho de uma família oriunda de Normandía (França). Lanuino era filho de uma familia oriunda de Normandía (França), ignorando-se mais detalhes de sua vida anterior ao ano de 1087, data em que parece ter vindo a solicitar seu ingresso em Chartreuse, atraído pela grande fama de santidade de que gozavam Mestre Bruno e seus companheiros. Varão letrado, de muita prudência e de grande integridade nos costumes, ficou atraído desde o começo de sua vida monástica ao afecto e à admiração de todos, que viam nele um fiel discípulo de Mestre Bruno, que o distinguia com particular amor e consideração. Dois anos mais tarde, havendo sido chamado a Roma São Bruno por seu antigo discípulo o Papa Urbano II, para ser ocupado nos assuntos da Cristandade, seguiram-no vários dos seus, entre eles Lanuino, que «por saber passado quase toda sua vida anterior na Cidade Eterna, e aplicando-se nela a os estudos literários e morais, com tanto êxito que era tido como um dos maias sábios», foi para São Bruno uma ajuda incomparável, até ao ponto de parecer que nada importante quis fazer ali Bruno sem este auxiliar, a quem estimava en sumo grau. Feliz de poder em certo modo iludir sua responsabilidade e el luzimento de sua própria atuação, se comprazia em ver o crédito que seu discípulo tinha com todos, e encontrou nele uma preciosa ajuda em suas entrevistas com os Príncipes Normandos, que estavam encantados de encontrar um de sua raça, tão exímio em letras e em virtude. Estabelecidos naquela relativa solidão das Termas de Diocleciano, que lhes cedeu o Papa, fizeram um ensaio de vida monástica, enquanto seu santo Fundador, ainda depois de haver recusado o Episcopado de Mas cedo  compreenderam que o ruído da Cidade, junto com as frequentes moléstias que lhes rogava o Antipapa, não eram ambiente a propósito para a vida de recolhimento e de oração; e então, por conselho de São Bruno, empreenderam o retorno à Grande Chartreuse, presididos por Landuino (não Lanuino), que pelo mesmo veio a ser o segundo Prior da Casa Mãe. Outros  não consentiram em separar-se de nosso Padre, e ficaram formando com ele uma pequena comunidade monástica. Entre estes se contava Lanuino. Com ocasião de uma viagem que a Corte Pontifícia empreendeu pelo sul de Itália, apresentou a São Bruno boa ocasião de obter para os seus um lugar adequado a seu género de vida. Encontrou-o em La Torre, dos domínios do Conde Roger, na Calábria. Deixou ali Mestre Bruno a Lanuino de Superior, enquanto ele acompanhava ao Papa e ajudava â preparação do Concilio de Placência. Só depois deste, quando em 1095 passou o Pontífice a França, obteve São Bruno a ansiada permissão de retirar-se a sua amada solidão de Calabria. Já a partir deste momento, e até à morte de nosso Santo, apenas há documento eclesiástico ou civil en que se fale dele sem mencionar também a seu companheiro Lanuino; sempre os encontra juntos a pai e filho, mestre e discípulo. Em 1097 construiu-se a Casa de Santo Estevão, ao estilo de Casa Inferior, mas com a particularidade de que nela, além das Obediências e do governo das coisas materiais, havia também uma pequena comunidade de monges, integrada por aqueles que, em consequência de seus anos, ou de achaques de enfermidade, não podiam seguir em tudo a observância do Ermo de Santa María; sendo nomeado para a presidir, na qualidade de Prior e Procurador, nosso Lanuino. (…), (…), (…) O Sumo Pontífice Leão XIII, por decreto da Sagrada Congregação de Ritos, de 4 de fevereiro de 1893, se dignou confirmar o culto outorgado a nosso Beato desde tempo imemorial; e no dia 27 de junho do mesmo ano autorizava o Oficio, a Missa e o elogio de Martirológio, para a diocese de Esquilache, e concedia também à Ordem, seu Oficio e Missa. A Ordem, por sua vez, publicou estes decretos em 17 de novembro do expresso ano 1893, e o Capítulo Geral do ano seguinte mandou que a festa do Beato Lanuino se celebrasse em todas as Casas em 11 de abril com Oficio de XII lições do foi mudada  para 13 de outubro."Santos e Beatos da cartuxa", pág. 89, autor Juan Mayo Escudero, Edit. Analecta Cartusiana, ISBN 3-901995-24-2, ano 2000 REPRODUZIDO COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR

 

• Antipas, Santo
Mártir,

Antipas, Santo

Antipas, Santo

Martirológio Romano: Em Pérgamo, na provincia romana de Ásia, na moderna Turquia, comemoração de santo Antipas, que foi testemunha fiel, como diz são João no Apocalipse, ao ser martirizado pelo nome de Jesús. ( s. I)  O nome de Santo Antipas foi-nos transmitido pelo livro de Apocalipse: “És fiel a meu nome e mão renegastes  de minha fé, nem sequer nos dias de Antipas, minha testemunha fiel, que foi morto entre vós, aí onde habita Satanás” (Ap. 2;13), essa é a única menção que nos dá o Apóstolo São João.  Um relato escrito muito posteriormente nos conta que Antipas foi martirizado em Pérgamo, na Ásia Menor, durante o reinado de Nero, imperador que realizará uma feroz perseguição aos cristãos. Andrés de Cesareia, em seus comentários do Apocalipse escritos no século VII, declara haver lido o relato do martírio do santo, mas tão só nos dá pedaços de informação, tal como se costumava no modelo do género literário usado pelo autor. De acordo com este relato Antipas, já de avançada idade, foi preso após um levantamento popular e levado ante o tribunal do prefeito da cidade. Interrogado como de costume, foi instado a obedecer às órdens imperiais e oferecer sacrifício aos deuses, por sua negativa foi arrastado até ao templo de Diana e encerrado num  touro de bronze que posto ao fogo tomava um intenso brilho incandescente.  Tanto no Sinasario Bizantino quanto no Martirológio Romano a Santo Antipas se comemora em 11 de abril. A iconografia o representa como bispo e segundo a tradição oriental ele era parte dos 72 discípulos de Cristo que se menciona nos Evangelhos. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it  - responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

 

• Jorge Gervásio, Beato
Sacerdote e Mártir,

Jorge Gervase, Beato

Jorge Gervase, Beato

Martirológio Romano: Em Londres, Inglaterra, beato Jorge Gervase, presbítero da Ordem de São Bento e mártir, aluno do Colégio dos Ingleses de Douai, que em tempo do rei Jacobo I, quando exercia o ministério pastoral em sua pátria, foi detido duas vezes, e não deixou de confessar com constância sua fé católica até ser enforcado. ( 1608) Data de beatificação: 15 de dezembro de 1929 pelo Papa Pío XI, junto a outros 106 mártires de Inglaterra e Gales. Jorge Gervase nasceu em 1569, no porto de Bosham de Sussex, Inglaterra, como pode ler-se ainda na acta batismal que se acha no registo da famosa paróquia. Segundo parece abandonou a fé católica durante algum tempo, apesar que sua mãe pertencia à familia do Beato Eduardo Shelley. Challoner conta que os piratas raptaram a Jorge aos doze anos, e levaram-no para as Índias Ocidentais, onde passou os seguintes doze anos. O que sucedeu na realidade foi que, aos 26 anos de idade, Jorge tomóu parte na desastrosa expedição às Índias, que partiu de Plymouth em 1595, ao mando de Sir Francis Drake, ainda que é muito provável que Jorge haja tido que ir na expedição contra sua vontade. No seu regresso, serviu dois anos na Flandres, no exército espanhol. Talvez em 1599, "entrou finalmente a servir no exército de Cristo, no Colégio Inglês de Douai". Ordenou-se sacerdote em Cambrai em 1603 e no ano seguinte, partiu para Inglaterra. Durante dois anos exerceu os ministérios apostólicos em diversas regiões, até que caiu prisioneiro em Haggerston. Ainda se conservam as actas das perguntas que lhe fez o deão de Durham, com as respostas do beato. Esteve preso, em Londres, até julho de 1606, data em que foi desterrado do reino com outros sacerdotes. Jorge fez então uma peregrinação a Roma, e provavelmente solicitou aí o hábito dos beneditinos ingleses, porque no mesmo ano de 1607, à sua volta a Douai, entre os meses de julho e setembro, recebeu o hábito de mãos do prior geral, Agustín Bradshaw.  Em setembro, embarcou para Inglaterra. Apenas dois meses depois de sua chegada, foi preso e encarcerado na prisão de Gatehouse, em Westminster. Julgado no Tribunal de Old Bailey, se recusou a prestar o juramento de lealdade ao rei, já que o texto do juramento havia sido condenado pela Santa Sede, mas protestou que se duvidasse de sua lealdade à coroa. Quando o interrogaram sobre o poder do Papa para depor aos monarcas, respondeu. "Declaro que o Papa pode depor aos reis e imperadores quando estes o merecem". Também confessou que era sacerdote. Foi condenado a morte imediatamente. Roberto Chamberlain, confessor do mártir, anota que, quando o verdugo lhe pôs a corda ao pescoço, o P. Jorge levantou os braços e olhou para o céu, na atitude do noviço que recita o "Suscipe" no dia de sua profissão. E assim, "abrindo os braços como se fossem asas", voou a receber o prémio celestial. O Beato Jorge Gervase, protomártir do mosteiro beneditino de São Gregório de Douai (actualmente São Gregório de Downside), morreu em 11 de abril de 1608. No mesmo dia e à mesma hora, um incêndio destruiu quase toda a cidade de Bury y St. Edmunds, em que o Beato Jorge havia passado grande parte de sua juventude.Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Jorge, contacte a: Catholic Bishops´ Conference of England and Wales 39 Eccleston Square London SW1V 1BX, UNITED KINGDOM

 

• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

 

São Felipe de Gortina, bispo
Comemoração de são Felipe, bispo de Gortina, em Creta, Grécia, que em tempo dos imperadores Marco Antonio Vero e Lucio Aurélio Cómodo, tutelou energicamente a Igreja que se lhe havia encomendado, frente à violência dos pagãos e às insidias dos hereges. († c.180)


São Domnión de Salona, bispo e mártir
Em Salona, na Dalmácia, são Domnión, hoje Croácia, bispo e mártir, que, segundo a tradição, foi martirizado durante a perseguição desencadeada sob o imperador Diocleciano. († 299)

São Barsanufio, eremita
Cerca de Gaza, na Palestina, são Barsanufio, anacoreta, o qual, de origem egípcio, dotado de graças de contemplação, foi também exímio pela integridade de sua vida. († 540)

90363 > Beato Ângelo (Carletti) da Chivasso Sacerdote  MR
92520 > Sant’ Antipa di Pergamo Martire MR
91654 > San Barsanofio Eremita  MR
49220 > San Domnione (Donnione) di Salona Vescovo e martire  MR
31750 > Beata Elena Guerra Vergine  MR
49210 > San Filippo di Gortina Vescovo a Creta  MR
31800 > Santa Gemma Galgani Vergine  MR
49240 > Beato Giorgio Gervase Sacerdote benedettino, martire  MR
95025 > Beato Giovanni di Massaccio Religioso 
92326 > San Guthlac Eremita 
49230 > Sant' Isacco di Monteluco Monaco  MR
90541 > Beato Lanuino Monaco certosino  MR
93897 > Beati Paolo e Giacomo Cavalieri mercedari 
92702 > Beata Sancia del Portogallo Principessa, vergine  MR
92958 > Beato Sinforiano Felice (Symforian Feliks) Ducki Religioso e martire  MR
26700 > Santo Stanislao Vescovo e martire  - Memoria MR

http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução

de espanhol para português por

António Fonseca