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terça-feira, 12 de abril de 2011

Nº 888-2 (101) - 13 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº 888-2

BEATA IDA DE BOLONHA

Viúva (1040-1113)

Ida de Bolonia, Beata

Viúva (1040-1113)

Teve dois filhos e um genro cujos nomes ficaram na história. Os filhos, Godofredo de Bulhão e Balduíno I, tomaram parte gloriosa na primeira cruzada e foram os primeiros soberanos do reino franco de Jerusalém (1099-1187). O genro foi Henrique IV, imperador da Alemanha, cujo nome anda ligado à “questão das investiduras”. Vencido, foi pedir e obteve o perdão de S. Gregório VII em Canossa (1077). Mas, tornando-se mais forte, reabriu as hostilidades, apoderou-se de Roma e enviou o Papa a morrer no exílio (1085). Filha de Godofredo, duque da Baixa Lotaríngia, casou-se aos 17 anos com Eustáquio, conde de Bolonha. Os imensos domínios do conde iam do Luxemburgo actual até ao Atlântico.  Piedosíssima, recebeu conselhos de Santo Anselmo, que a visitava em Bolonha e lhe escrevia cartas espirituais que se conservam. Gostava sobretudo de fazer belos paramentos litúrgicos. Rezava tanto que não faltou cronista que atribuísse, em boa parte, às suas orações o bom êxito da primeira cruzada. Dotou ricamente antigas abadias e fundou três novas. Numa destas, em Wast, foi enterrada e fez milagres segundo a tradição. Faleceu a 13 de Abril de 1113, com setenta e três anos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

SÃO MARTINHO I

Papa (656)

Martín l, Santo

Martinho l, Santo

Nascido em Tódi, Itália, apocrisiário (ou Núncio) em Constantinopla, veio a ser bispo de Roma (649) num período difícil: o jovem imperador bizantino Constante II pretendia impor brutalmente o seu parecer ou o do seu Patriarca, em matéria de dogma. Para ter a última palavra, por um documento chamado Typo, proibiu em 684 que se falasse de uma ou de duas energias, ou de uma ou duas vontades, em Cristo; mas o monotelismo (segundo o qual havia uma vontade única em Cristo) era considerado útil para conciliar os partidários do monofisismo (uma só natureza em Cristo): era a teoria em vigor na corte, a dos teólogos oficiais. Ora, devemos defender que Jesus é Deus e é homem; assumiu também vontade humana. Martinho não admitiu o Typo que punha, no mesmo plano, erro e verdade. Com grande coragem, convocou um  concílio em Latrão (Outubro de 649), em que estiveram mais de cem bispos, sobretudo italianos, e uns trinta eclesiásticos gregos que tinham  sido expulsos pelos Árabes. O concílio condenou o Typo e a Ecthese que o precedera. Foi enviada uma encíclica às Igrejas ocidentais. No Oriente, retomava o Papa contacto com numerosos prelados. E claramente fazia saber que era preciso acabar com o monotelismo. Esta ousada atividade do Pontífice Romano encontrou oposição. A 17 de Junho de 653, o exarca de Ravena, Calíope, criatura do imperador, mandou prender o Papa na basílica de Latrão. O motivo era menos que o vigário de Cristo pensava sobre o dogma, do que uma pretensa colaboração dele numa revolta do precedente exarca, Olímpio, falecido na Sicilia. Martinho I foi levado preso a Óstia e a 17 de setembro chegava a Constantinopla. A viagem fora muito custosa; não tinha podido desembarcar nos portos, nem sequer lhe tinham permitido lavar-se; e os guardas comiam-lhes as provisões que trouxera. À chegada, deixaram que o poviléu o insultasse. Durante 93 dias foi mantido na prisão secreta Prandíara; em seguida, foi sujeito a um simulacro de julgamento. A sua destituição infamante fez-se num terraço, diante dos senadores e do imperador; Este, Sua Serenidade, assistia protegido por uma grade. Um magistrado pronunciou contra Martinho a pena capital e mandou-o transferir para outra cadeia. esfolou as pobres pernas, ao subir para a prisão, já entrevado. Duas mulheres, que tinham as chaves da cadeia, tiveram compaixão dele; uma deu-lhe a sua própria cama e cobertores; estava gelado de tanto frio e já não podia falar. Mas o Patriarca de Constantinopla, doente e temeroso do juízo de Deus, obteve de Constante II que Martinho não fosse executado. O Papa ficou ainda 83 dias cativo, mas com suficiente liberdade para conseguir escrever um memorial dirigido aos seus fiéis. depois, em Abril de 654, foi enviado clandestinamente para o Quersoneso, atual Crimeia. Sofreu fome entre os bárbaros que habitavam a região, e morreu, ao que parece, a 13 de Abril de 656. Ficou sendo celebrado liturgicamente, até há pouco, a 12 de Novembro; o outro Martinho, do dia 11, atraiu este para junto de si. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it. ¿Queres saber mais? Consulta ewtn

BEATA MARGARIDA DE MÉTOLA

( ou MARGARITA DE CIDADE CASTELLO)

Cega, Corcunda, Coxa (1320)

Margarita de Ciudad Castillo, Beata

Margarita de Cidade Castello, Beata

No castelo de Métola, em Città di Castello, em Itália, viviam em 1287 os Condes D. Parísio e D. Emília, esperando o nascimento do primeiro herdeiro. Certos de que seria um menino, forte e belo, continuador do nome e das glórias da família, mandaram preparar grandes festejos. Convidaram os fidalgos das cidades vizinhas, prepararam banquetes e esplendorosos espetáculos. Os trovadores, os atores e os músicos aguardavam o minuto em que o menino viesse à luz do dia para desatarem num coro de louvores e de música. Quando tão grandes esperanças se debruçavam sobre a criança que havia de nascer, veio ao mundo uma menina disforme, cega e coxa, aleijada e feia. A notícia foi mantida oculta e toda a festa se desfez repentinamente. Os pais, envergonhados, ocultaram a infeliz, chamada Margarida, a principio no celeiro, depois no sótão e mais tarde numa cela pegada à capela que possuíam, no bosque. Os horríveis defeitos do corpo eram compensados pelas qualidades de alma. Dotada de inteligência e memória invulgares, aprendeu Margarida de cor muitas orações que repetia nas horas de soledade, para seu conforto. Morreu nessa altura na cidade um frade franciscano, de nome Tiago. Era tal a fama da sua santidade que lhe começaram a atribuir numerosos milagres. Um raio de esperança iluminou a vida dos Condes. Levaram a aleijadinha, que então contava 16 anos, ao túmulo do frade santo, para lhes pedirem ou quase exigirem um milagre. A menina, depois de longo tempo de oração silenciosa, proferiu estas palavras: Senhor, concedei-me a cura, se for da vossa santíssima vontade. Senhor, se quiserdes que leve a minha cruz até à morte, ficarei igualmente contente. Só Vos peço que se faça a Vossa vontade. O milagre não veio. No fim da oração,  a menina continuava cega, corcunda, coxa e anã. Os desapiedados pais abandonaram a desgraçadinha na igreja e fugiram apressadamente para o castelo. Umas pobres mulheres, que ali vieram rezar, tiveram compaixão da menina. Desde essa altura passou ela a ser propriedade comum de toda a gente, andando de casa em casa, sustentada por caridade. A pobre cega, abandonada, como traste inútil, por todos, até pelas freiras dum convento, foi finalmente recolhida por uma família rica. Com memória prodigiosa, rezava de cor todos os dias os 150 salmos, os Ofícios de Nossa Senhora e de Santa Cruz. Consagrava especial devoção ao Menino Jesus e a São José, concorrendo poderosamente para a difusão do culto de tão amável santo. Alma inocente e pura, encantava a toda a gente pela sua alegria, inocência, desconhecimento do mal do mundo, abandono filial nas mãos de Deus e terna confiança nos amigos. Desculpava os defeitos alheios e acreditava na bondade de toda a gente. Apaixonada pelas crianças, atendia-as com carinho, ensinava-lhes a catequese e contava-lhes variadas histórias. Conduzida por mãos caridosas à cabeceira dos doentes, consolava-os, infundia-lhes resignação e conseguia que os pecadores mais endurecidos se reconciliassem com Deus. parecia ter recebido do céu a missão de difundir a paz, luz e graça. Atribuíam-lhe já em vida grandes milagres. tendo-se declarado um incêndio na casa duma família que a recebera, bastou deitar o seu manto sobre as labaredas para logo se pagarem. Prodígios ainda maiores sucederam depois da sua morte, ocorrida no dia 13 de Abril de 1320, quando Margarida contava 33 anos de idade. O povo começou desde logo a invocá-la como santa. A 9 de Junho de 1558, mais de dois séculos após a sua morte, o seu corpo foi encontrado fresco e incorrupto. A 19 de Outubro de 1609, o papa Paulo V reconheceu a sua santidade concedendo-lhe o título de Beata. É venerada na Ordem Dominicana e na Diocese de Santo Ângelo in Vado. Todos os limitados físicos, como a beata Margarida de Métola, podem ser integrados na sociedade e prestar-lhe serviço. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

• Hermenegildo, Santo
Mártir

Hermenegildo, Santo

Hermenegildo, Santo

Hermenegildo e seu irmão, Recaredo eram filhos de Leovigildo, rei dos visigodos de Espanha, e de sua primeira esposa, Teodósia. Seu pai os educou na heresia ariana. Sem embargo, Hermenegildo se casou com uma católica, que com seu exemplo e orações converteram o mártir. Seu pai ao inteirar-se disto se enfureceu e o deserdou, e tomou prisioneiros a sua esposa e filho. Sem embargo, logo depois de um ano fizeram as pazes. Tempo depois, a segunda esposa de Leovigildo começou a despertar novas suspeitas contra Hermenegildo, que foi encarcerado em Tarragona acusado de heresia; se lhe oferecia a liberdade na condição de que se retratasse. O mártir pediu fervorosamente a Deus que o fortalecesse em seu combate pela fé, acrescentou mortificações voluntárias a seus sofrimentos e se vestiu com um saco, como os penitentes. Ao negar-se a receber a comunhão de mãos de um bispo ariano, seu pai o mandou matar. Hermenegildo recebeu a noticia com grande resignação e morreu instantaneamente de um só golpe de maça. São Gregório o Grande atribui aos méritos de Santo Hermenegildo a conversão de seu irmão Recaredo e de toda a Espanha visigótica.

• Scubilion Rousseau, Beato
Irmão Cristão de La Salle

Scubilion Rousseau, Beato

Scubilion Rousseau, Beato

Martirológio Romano: Na ilha da Reunião, no Oceano Índico, beato Scubilión (Juan Bernardo), religioso do Instituto das Escolas Cristãs, que ensinou incansavelmente as crianças e ofereceu ajuda aos pobres e esperança aos escravos (1867). Data de beatificação: 2 de Maio de 1989  Jovem cristão, Juan Bernardo Rousseau faz o catecismo em seu povo natal de Borgonha, França, quando lhe apresentam aos Irmãos que acabam de abrir uma escola numa cidade vizinha. Entra no Noviciado de París em 1822. Depois de dez anos de ensino nas escolas elementares, em França, o irmão Scubilion sai de França em 1833 para consagrar os trinta e quatro anos de vida que ficam os escravos da ilha da Reunião, no Oceano Índico. O chamam o "Catequista dos escravos"; inaugura classes de noite para eles e são numerosos os que vêm, ainda depois de uma dura jornada de trabalho. Inventa programas e técnicas especialmente adaptadas a suas necessidades e a suas capacidades, para poder ensinar-lhes o essencial da doutrina e da moral cristãs e prepará-los para receber os sacramentos.
Ganha sua amizade com suas atitudes cordiais e cheias de respeito para com eles. Depois da emancipação dos escravos em 1848, continua ocupando-se deles e os ajuda a adaptar-se a sua nova vida de liberdade e de responsabilidade. Durante os últimos anos de sua vida, apesar de sua saúde delicada, colabora com o clero local quando vai a visitar os enfermos, granjeando-se o coração dos pecadores, animando as vocações e até fazendo o que parece curas milagrosas. Quando falece é venerado em toda a ilha como a um santo. Nascido em Annay la-Côte, França, em 21 de Março de 1797. Entrado no Noviciado em 24 de Dezembro de 1822  Falecido na ilha da Reunião, em 13 de Abril de 1867. Beatificado em 2 de Maio de 1989

• Sabas Reyes Salazar, Santo
Mártir Mexicano

Sabas Reyes Salazar, Santo

Sabas Reyes Salazar, Santo

Nasceu em Cocula, Jalisco (Arquidiocese de Guadalajara), em 5 de Dezembro de 1883. Vigário de Tototlán, Jal. (Diocese de San Juan de los Lagos). Simples e fervoroso, tinha especial devoção à Santíssima Trindade. Também invocava frequentemente as almas do purgatório. Procurou muito a formação dos meninos jovens, tanto na catequese como no ensino de ciências, ofícios e artes, especialmente na música. Cumprido e abnegado em seu ministério. Exigia muito respeito em tudo o referente ao culto e gostava que com prontidão se cumprisse qualquer dever. Quando, pelo perigo que havia para os sacerdotes, o aconselhavam que saísse de Tototlán, ele replicava: «A mim aqui me deixaram e aqui espero, a ver que dispõe Deus». Na Semana Santa de 1927 chegaram as tropas federais e los agrários buscando ao Sr. Cura Francisco Vizcarra e a seus ministros. Só encontraram ao padre Reyes e nele concentraram todo seu ódio. O tomaram preso, o ataram fortemente a uma coluna do templo paroquial, o torturaram três dias por meio da fome e da sede e com sadismo inqualificável, lhe queimaram as mãos porque estavam consagradas. Em 13 de Abril de 1927, Quarta-feira Santa, foi conduzido ao cemitério. Balearam-no, mas antes de morrer, mais com a alma que com a voz, pôde gritar o sacerdote mártir: «¡Viva Cristo Rei!».

Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram:

1 - Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote; 2 - Roman Adame Rosales, Sacerdote; 3 - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote; 4 - Julio Alvarez Mendoza, Sacerdote; 5 - Luis Batis Sainz, Sacerdote; 6 - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote; 7 - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote; 8 - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote; 9 - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote; 10 - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote; 11 - Margarito Flores Garcia, Sacerdote; 12 - José Isabel Flores Varela, Sacerdote; 13 - David Galvan Bermudez, Sacerdote; 14 - Salvador Lara Puente, Laico; 15 - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote; 16 - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote; 17 - Manuel Morales, Laico; 18 - Justino Orona Madrigal, Sacerdote; 19 - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote; 20 - José Maria Robles Hurtado, Sacerdote; 21 - David Roldan Lara, Laico; 22 - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote; 23 - Jenaro Sanchez Delgadillo; 24 - David Uribe Velasco, Sacerdote; 25 - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote

Para ver as biografias dos Mártires Mexicanos do século XX. Faz Click AQUI
Reproduzido com autorização de Vatican.va

 

• Ida de Lovaina, Beata
Monja,

Ida de Lovaina, Beata

Ida de Lovaina, Beata

Martirológio Romano: No mosteiro cisterciense de Roosendaal, em Brabante, Países Baixos, beata Ida, virgem, que desde jovem sofreu por parte de seu pai antes de entrar na vida religiosa, e com a austeridade quotidiana imitou em sue corpo a Cristo sofredor. ( 1290)  Viveu no século XIII em Lovaina, onde seu pai era dono de um florescente comércio de vinhos que vivia nas obras académicas e da cidade de Lovaina e a preocupação de só acumular riqueza e disfrute dos bens terrenais. Ida no principio não se distinguia das meninas de sua idade. Mas desde os 18 anos de idade começou uma vida de penitência e de oração; manifestou sua intenção de converter-se em monja ao que seu pai se opôs completamente. Ela não viveu mais no interior da casa, se construiu uma choça miserável, no exterior. Além disso, recebeu em seu corpo os sinais das feridas do Senhor (estigmas). Trataram de ocultar as cicatrizes, mas as dores que ela sentia eram muitas vezes muito notórios. Seus pais e toda a familia se envergonhavam dela, e trataram mediante o ataque e o menosprezo em fazê-la mudar de opinião. Finalmente a determinação de Ida triunfou, incorporou-se na abadia cisterciense de Roosendaal em Mechelen (Malinas). O facto de que toda sua gente lhe haja dado as costas, a ajudou a concentrar-se mais em entregar todo seu amor ao Senhor mediante a oração. Era notório o poder de sua oração, a gente dizia que ela brilhava por sua santidade, a tal ponto que inclusive à noite podia ler ou coser, isto possivelmente seja uma lenda dourada, o certo é que ela se dedicou à oração, à contemplação e ao trabalho manual, incluindo a transcrição dos livros preferidos, mas nunca evitou as tarefas mais humildes, sempre disponível para servir as irmãs. Os fenómenos místicos continuaram, com frequentes momentos de êxtases, se lhe atribuem vários milagres e muitas conversões. Falecida em 13 de abril de um ano em redor de 1290, por suposto, o lugar de descanso final foi seu convento. Este foi destruído em 1576 pelos Geuzen1. Em 1600 foi reconstruído, mas o culto e veneração à Beata Ida não se reativou senão em 1719 em que seu nome foi incluído em vários calendários publicados por mosteiros beneditinos e cistercienses.
1 Gauzen ou Mendigos nome tomado por insurgentes calvinistas neerlandeses na Guerra dos Oitenta Anos contra Espanha e a Igreja Católica.  responsável da tradução: Xavier Villalta

• Urso de Ravena, Santo
bispo,

Urso de Ravena, Santo

Urso de Ravena, Santo

Martirológio Romano: Em Rávena, da Flaminia, Itália, santo Urso, bispo, que trasladou a sede episcopal desde Classe para esta cidade e dedicou a igreja catedral na festa de Páscoa sob o título de santa Anástasis1. Neste mesmo dia, passados alguns anos, emigrou para a glória da ressurreição. ( c.425)  Urso, bispo de Classe, local permanente da sede episcopal em Ravena em torno ao ano 402, quando o imperador Honório, por razões de segurança estratégica põe na mesma cidade a capital de Ocidente. No catálogo Episcopal da Igreja de Ravena o nome de Urso precede imediatamente o de São Pedro Crisólogo, logo, supondo a exatidão da fonte episcopal, isto coloca a Urso em inícios do século V. Em Ravena Urso construiu a "Ecclesia Catholica”, quer dizer a catedral, (mesma que posteriormente foi chamada "Basílica Ursiana"), e a dedicou à Ressurreição de Nosso Senhor no dia de Páscoa. Segundo Agnello, Urso morreu depois de vinte e seis anos de episcopado em 13 de abril de um ano em redor de 425. Mas em Ravena tradicionalmente se celebra no domingo de Páscoa, aniversário da dedicação feita por Urso em dia de Páscoa do templo que hoje está dedicado à sua memória. Segundo a tradição Urso era de origem siciliana, detalhe que explicaria o culto a santos sicilianos em Ravena durante o século V. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it  responsável da tradução: Xavier Villalta

1Anástasis é um nome da palavra grega para Ressurreição de Cristo. Num significado mais restrito, se refere à descida de Cristo aos infernos, ou ao Limbo dos Patriarcas, com o fim de permitir sua entrada no céu. Este episódio se descreve de maneira mais breve no Novo Testamento (Mateus 27:52-53) e é mencionado no Credo Apostólico. Na liturgia cristã a miúdo se usa esta palavra, consagrando-se inclusive igrejas à Anástasis, sendo a mais famosa a de Constantinopla. Também a Basílica do Santo Sepulcro de Jerusalém se denomina de Anástasis.

• João Lockwood e Eduardo Catherick, Beatos
Presbíteros y Mártires,

Juan Lockwood y Eduardo Catherick, Beatos

Juan Lockwood y Eduardo Catherick, Beatos

Martirológio Romano: Em York, Inglaterra, beatos Juan Lockwood e Eduardo Catherick, presbíteros e mártires em tempo do rei Carlos I. O primeiro, de oitenta e sete anos, que já havia sido condenado duas vezes à pena capital por ser sacerdote, quis preceder no patíbulo a seu companheiro mais jovem, que estava algo angustiado ante a morte, para o animar a culminar o glorioso martírio. ( 1642). Data de beatificação: 15 de dezembro de 1929 pelo Papa Pío XI, dentro de um grupo de 107 mártires de Inglaterra e Gales.

O Beato Juan Lockwood, também conhecido como São João Lascellas, nasceu em redor de 1555 em Sowerby, Yorkshire, Inglaterra. Era o filho mais velho de Christopher Lockwood e de Clara, filha mais velha de Christopher Lascelles. Com seu irmão Francisco (segundo entre os irmãos), chegou a Reims em 4 de Novembro de 1579, e ao ponto que foi enviado a Douai a estudar Filosofia. Francisco foi ordenado em 1587, mas João ingressou no Colégio Inglês, em Roma, em 4 de Outubro de 1595, finalmente foi ordenado sacerdote em 26 de Janeiro de 1597 e enviado de missão em 20 de Abril de 1598. Depois de haver sido tomado prisioneiro em 1610 é desterrado mas regressa, e novamente é preso e condenado à morte, mas é libertado. Durante quarenta e quatro anos exerceu seu ministério em Inglaterra, de forma clandestina. Finalmente foi capturado em Wood End, Gatenby e executado, junto com Edmundo Catherick, em York em 13 de abril de 1642.

Beato Eduardo Catherick

O Beato Eduardo Catherick era nascido em Carlton, perto de Richmond, Yorkshire, no ano 1605. Logo de estudar em Douai e de receber sua ordenação sacerdotal, retorna a Inglaterra em 1635, pôde exercer seu ministério durante sete anos, até que foi preso, encarcerado, julgado e condenado à morte. Conheceu a quem seria seu companheiro no martírio, o P. Juan Lockwood, no calabouço. Contra eles não houve outra acusação que a de ser sacerdotes católicos.

• Francisco Dickenson e Milón Gerard, Beatos
Presbíteros e Mártires,

Francisco Dickenson y Milón Gerard, Beatos

Francisco Dickenson y Milón Gerard, Beatos

Martirológio Romano: Em Rochester, em Inglaterra, beatos Francisco Dickenson e Milón Gerard, presbíteros e mártires que, após haver-se formado no Colégio dos Ingleses de Reims, regressaram a sua pátria para exercer clandestinamente o ministério sacerdotal, por causa do qual, durante o reinado de Isabel I, ambos foram condenados à forca e depois esquartejados. ( 1590). Data de beatificação: 15 de dezembro de 1929 pelo Papa Pío XI, dentro de um grupo de 107 mártires de Inglaterra e Gales. Mártir, nasceu no ano 1550 em Wigan, e foi executado em Rochester 13 (30?) de abril de 1590. Talvez fosse um dos membros da familia Gerard de Ince, no ano 1576 foi tutor dos filhos de Edward Tyldesley, em Morleys, Lancashire. En 1579 foi os seminários de Douai e Reims, onde foi ordenado sacerdote em 7 de abril de 1583, e logo ficou como professor até 31 de agosto de 1589, quando partiu para Inglaterra com 5 companheiros. Em Dunquerque os marinheiros se negaram a tomar mais de dois passageiros, de modo que os missionários tiveram que eleger, e Gerard e Francisco Dickenson, o de maior idade (segundo parece) e o mais jovem, foram os ganhadores. Ainda que seu destino fosse Londres, seu curso foi mudado e levados ao porto de Dover, onde foram interrogados e presos sob suspeita (em 24 de novembro). Um boletim contemporâneo disse que eles trataram de se escapar sem sorte já que caíram em mãos dos perseguidores, mas esta história não é compatível com os arquivos oficiais. Estes mostram que os presos deram no inicio nomes falsos e respostas ambíguas, mas cedo decidiram que o melhor era confessar tudo. Depois de muitas torturas na pior das prisões de Londres manejada pelo infame Ricardo Topcliffe, foram condenados como traidores e "enviados a Rochester, onde foram enforcados e esquartejados e deram um esplêndido testemunho de fé católica", diz o Padre John Curry, SJ, que escreveu sobre o acontecido pouco depois.

• Carpo, Pápilo, Agatónica, e companheiros, Santos
Mártires,

Carpo, Pápilo, Agatónica, y compañeros, Santos

Carpo, Pápilo, Agatónica, e companheiros, Santos

Martirológio Romano: Em Pérgamo, na provincia romana de Asia, na actual Turquia, santos mártires Carpo, bispo de Tiatira, Pápilo, diácono, Agatónica, hermana de Pápilo, e outros muitos que, pela dita de expressar sua confissão cristã, foram coroados com o martírio. ( s.II)  As Actas dos santos Carpo, Papilo e Agatónica são a relação autêntica de uma testemunha ocular do martírio de Carpo e Papilo, que morreram na fogueira no anfiteatro de Pérgamo, e de Agatónica, uma mulher cristã que se arrojou às chamas. As actas, em sua forma actual, parecem incompletas. Agatónica havia sido condenada como os outros dois; mas, como esta parte falta no texto, dá impressão de que se suicidou. Os martírios ocorreram em tempo de Marco Aurélio e Lúcio Vero (161-169). Estas actas circulavam ainda em tempo de Eusébio (Hist. eccl. 4,15,48).


Martírio de Santo Carpo, Pápilo, Agatónica e companheiros

Carpo era bispo de Gurdos, na Lidia, enquanto que Pápilo era diácono en Tiatira, na mesma provincia, e Agatónica era sua irmã: foram levados ante o governador romano de Pérgamo, e convidados a comer a carne oferecida aos ídolos. Carpo, sem embargo, replicou: “Eu sou cristão, venero a Cristo, Filho de Deus, que veio ao mundo nos últimos tempos para nossa salvação [...] mas a estes ídolos não ofereço sacrifícios”. Passados sucessivos interrogatórios, foi finalmente condenado à flagelação.Também Pápilo respondeu de modo similar ao governador: “Desde minha juventude sirvo ao Senhor e não ofereci mais sacrifícios aos ídolos: sou cristão, e não poderás obter outra coisa de mim mais que isto, porque não há outra palavra maior e mais bela que eu possa dizer”. Depois de que Pápilo foi torturado, foram convidados novamente a consumir a carne usada no sacrifício pagão, e à sua negativa, condenados a morrer queimados na fogueira. Estando Carpo a ponto de morrer exclamou: “Bendito sejas, Ó Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, porque te dignaste fazer me partícipe da glória inclusive a mim, un pecador”. Agatónica era uma mãe cristã que padeceu a perseguição no mesmo período; a quem se exortou salvar sua própria vida pelo bem de seus filhos, ela respondeu: “Meu filho tem um Deus que pode ter piedade dele, porque Ele é quem provê a todas as criaturas”. Foi assim destinada a sofrer a mesma sorte que seu irmão Pápilo e que o bispo Carpo, com a mesma motivação. A antiguidade do culto aos três mártires está atestada na “História Eclesiástica” do célebre Eusébio de Cesareia, e pelo Breviário Sírio. O Martirológio Romano recolheu esta memória inscrevendo-a em 13 de abril, e acrescentando-a muitos presuntos companheiros de martírio. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it - responsável da tradução: Xavier Villalta

Outros Santos e Beatos

Otros Santos y Beatos

Otros Santos y Beatos

Santo Carádoco, presbítero e eremita
Em Saint-David, no território de Cambria, em Gales, santo Carádoco, presbítero e ermitão, que sendo tocador de harpa no palácio real, ao constatar que ali se queria mais aos cães que aos homens, decidiu servir a Deus sob a direção do abade Teliavo. († 1124)


Beato Albertini, abade
No mosteiro de Fonte Avellana, na Umbría, Itália, beato Albertini, ermitão e prior de um grupo de eremitas, que antepôs a solidão às honras e procurou conciliar as cidades que estavam inimizadas entre si. († 1294)

 

90691 > Sant' Albertino da Montone Abate  MR
49310 > San Caradoco Eremita nel Galles  MR
92743 > Santi Carpo, Papilo, Agatonica e compagni Martiri  MR
31850 > Sant' Ermenegildo Martire MR
49320 > Beati Francesco Dickenson e Miles Gerard Martiri MR
92623 > Beato Giacomo (Jacopo) da Certaldo Religioso 
92534 > Beato Giovanni Bernardo Rousseau (fratel Scubilione) Relig. lasalliano MR
49330 > Beati Giovanni Lockwood e Edoardo Catherick Martiri  MR
92025 > Beata Ida di Boulogne Contessa  MR
92024 > Beata Ida di Lovanio Monaca a Val-des-Roses  MR
90763 > Beata Margherita da Città di Castello Domenicana  MR
90714 > San Marice 
26750 > San Martino I Papa e martire  - Memoria Facoltativa MR
91214 > San Marzio Abate in Alvernia 
93384 > Sant' Orso di Ravenna Vescovo  MR
90129 > San Sabas Reyes Salazar Martire Messicano  MR
95460 > Beato Serafino Morazzone Sacerdote 

http://es.catholic.net/santoralwww.jesuitas.pt  - www.santiebeait.it

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português,

por António Fonseca

Nº 887-2 (100) - 12 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

37 Santos e beatos

Nº 887-2

• Julio I, Santo
Papa

Julio I, Santo

Julio I, Santo

Os cristãos de então dividiam-se em ortodoxos, arianos e semi-arianos. (Tomam-se aqui como ortodoxos os seguidores da verdadeira fé, e não os cristãos orientais separados de Roma que para si tomam esta designação honrosa). Os ortodoxos do século IV professavam o Credo de Niceia (325); um só Deus em três pessoas consubstanciais e incriadas. Os discípulos de Ário I (336) defendiam que Jesus (o Verbo) é o primogénito do Pai, mas que foi tirado do nada e portanto não é Deus. E os semi-arianos moviam-se entre os dois grupos, elaborando credos de compromisso. O mérito de Júlio I (337-352) esteve em manter o mistério da Santíssima Trindade contra os que tentavam fazer do Evangelho um monoteísmo racionalista a meias, aceitável para todos. Foram precisos uns dez concílios falhados para se chegar ao I Concílio ecuménico de Constantinopla (381), representando este uma vitória em que todas as Igrejas cristãs foram unânimes em rejeitar o arianismo e os movimentos que lhe tomaram o lugar. Como preparação da assembleia de 381 devemos assinalar principalmente o concílio que S. Júlio I conseguiu reunir em Sárdica (Sófia, Bulgária) em 344; este reabilitou Santo Atanásio, que os arianos tinham expulsado cinco vezes de Alexandria, sua sé episcopal ; renovou a adesão ao texto exato do Credo de Niceia; e proclamou a primazia da sé episcopal de Roma. Mas como afirmava recentemente o cardeal Séper, muitos anos secretário da Congregação da Doutrina da Fé (antigo santo Ofício), foi ao credo simples do povo que se deveu a vitória prática sobre o arianismo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

• Teresa de Jesús dos Andes
Monja Carmelita

Teresa de Jesús de los Andes

Teresa de Jesús de los Andes

João Paulo II, durante  a sua visita ao Chile, em Abril de 1987, beatificou Joana Fernandéz Solar ou Irmã Teresa de Jesus, que veio ao mundito na capital daquele país, no dia 13 de Julho de 1900. Seus pais, Miguel Fernandéz Jaraquemada e Lúcia Solar Amstrong, eram pessoas abastadas de bens materiais e cristãos exemplares. No baptismo, que recebeu dois dias depois, deram-lhe os nomes de Joana, Henrica e Josefa dos Sagrados Corações. A mãe educou a filha com esmero, inculcando-lhe a prática das virtudes cristãs. Aos sete anos acercou-se ao sacramento da Penitência. No dia 11 de Setembro de 1910, depois de longa e fervorosa preparação, teve a feliz dita de comungar pela primeira vez. desde esse dia e sobretudo depois da Confirmação, que recebeu no mesmo ano, a menina crescia a olhos vistos na prática das virtudes. Tornou-se mais amável, mais calma, mais serviçal e condescendente, mais piedosa. Fez os estudos no Colégio de Santiago das Irmãs do Sagrado Coração, ao princípio como externa e depois em regime de internato. Foi aluna verdadeiramente exemplar, que conquistou a admiração das colegas e professoras. Na festa da Imaculada Conceição de 1915, com licença do confessor, fez voto de castidade. Esse gesto era fruto de uma vida espiritual intensa, alimentada com o exercício da presença de Deus, meditação diária, leitura da Sagrada Escritura, devoção ardente à Eucaristia, ao Sagrado Coração de Jesus e a Maria Santíssima. Isto significa que Joana vivia no mundo, mas não pertencia ao mundo. O seu coração era totalmente de Deus. E porque ardia no amor divino, esforçava-se quanto podia por levar almas a Deus. Ensinava catecismo em Santiago e em todos os lugares frequentados pela família. Ajudava os padres nas missões ao povo. Cuidava dos criados e caseiros com alegria, procurando instrui-los nas verdades da religião, dando-lhes ao mesmo tempo exemplo de caridade humilde. A ninguém causou estranheza quando Joana declarou que desejava fazer-se carmelita. De facto, entrou no Carmelo dos Andes nomo dia 7 de maio de 1919, tomando o nome de Irmã Teresa de Jesus. Foi o meio de que Se serviu o Divino Artista para dar a última pincelada à alma daquele anjo que passou pela terra do Chile. Com  efeito, a Irmã Teresa não chegou a viver um ano no Carmelo. Aproveitou o tempo para se imolar pela santificação do clero e pela conversão dos pecadores, “para completar em si o que falta à paixão de Cristo”. Esta disposição de espírito já vinha de longe, pois quando era aluna do colégio já se havia oferecido ao Senhor como hóstia expiatória. No Carmelo não lhe faltaram angústias, inquietações e enfermidades, mas até ao fim ela permaneceu no seu propósito: “Não só Vos ofereço a minha vida, mas aceitarei com alegria a morte na solidão e desolação do Calvário ou no paraíso da casa de Nazaré. se me quereis cheia de dores a carregar a cruz, a sofrer humilhações e até a ser calcada aos pés de todos, faça-se a Vossa Vontade”. O Senhor aceitou o seu oferecimento de subir ao Calvário, exatamente na Sexta-feira Santa de 1920, em que foi atacada de tifo. Era o dia 2 de Abril. No dia 6, recebeu os Sacramentos e fez a profissão religiosa. Na tarde do dia 12, placidamente, partiu para os braços do Pai a receber a coroa eterna. Na homilia da beatificação, João Paulo II disse entre outras coisas: “Nos seus breves escritos autobiográficos ela deixou-nos o testamento de uma santidade simples e acessível, centrada no essencial do Evangelho: amar, sofrer, orar e servir. O segredo da sua vida, voltada toda para a santidade, está contido numa familiaridade com Cristo, presente a e amigo, e com a Virgem Maria, Mãe próxima e amorosa. Teresa dos Andes experimentou desde a mais tenra idade a graça da comunhão com Cristo, a qual se foi desenvolvendo progressivamente nela com o encanto da sua juventude, cheia de vitalidade e de jovialidade, na qual não faltou, como filha do seu tempo, o sentido do sadio entretenimento e do desporto, o contacto com a natureza. Era uma jovem alegre e dinâmica; uma jovem aberta a Deus. E Deus fez florescer nela o amor cristão, aberto e profundamente sensível aos problemas da sua pátria e às aspirações da Igreja. O segredo da sua perfeição, como não podia deixar de ser, é o amor. Um grande amor a Cristo, por quem ela se sente fascinada e que a leva a consagrar-se a Ele para sempre, e a participar no mistério da sua Paixão e da sua ressurreição. Ao mesmo tempo, sente um amor filial à Virgem Maria que a estimula a imitar as suas virtudes…”. Tendo sido aprovado um milagre atribuído à sua valiosa intercessão, foi solenemente canonizada no dia 21 de Março de 1923.  AAS 78 (1986) 798-803; L’OSS. ROM. 124.1987. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 


• José Moscati, Santo
O médico santo

José Moscati, San

José Moscati, Santo

O doutor José Moscati nasceu em Benevento (Itália), em 25 de julho de 1880. Ingressou na universidade para estudar medicina e aos 22 anos de idade se graduou com as melhores qualificações de sua geração. Se levantava diariamente muito cedo para ir a missa e receber a comunhão. Depois dirigia-se às colónias pobres para ver alguns enfermos e às oito e trinta da manhã iniciava o trabalho no hospital. Seus pacientes prediletos eram os pobres. Basta narrar um episódio que sucedeu nos últimos anos de sua vida. Desde há algum tempo atendia a um ancião pobre. Já que não podia visitá-lo em sua casa com a frequência desejada, pediu-lhe que todos os dias fosse tomar o pequeno almoço ao café situado junto à igreja onde acudia diariamente à missa e assim o podia ver. No dia em que o ancião não ia a almoçar, o doutor acudia a seu domicilio para o assistir. Dos pobres nunca aceitava honorários, antes os curava a suas expensas ou os ajudava sem se fazer notar. Depois da morte do doutor, sua irmã Ana assegurou que durante sua vida, dedicou todos os seus ganhos - que não eram poucos - aos pobres, sem ficar com nada. Quando sucedeu a erupção do Vesúvio em 1906, foi como voluntário a Torre del Greco onde havia um grande hospital, com a ordem de o desalojar. Durante mais de vinte horas ajudou a trasladar enfermos para um lugar seguro. Quando todos estavam a salvo, o tecto do edifício caiu com o peso das cinzas. Durante a epidemia de cólera de 1911 em Nápoles, se manteve em seu posto apesar de os outros médicos se ausentarem, sustendo com abnegação heroica as tarefas mais difíceis nas zonas mais afectadas da cidade. Em 1911 foi nomeado diretor do Hospital de Incuráveis e foi-lhe recomendada formação dos estudantes de medicina. São suas estas palavras dirigidas a um deles: “Ama a verdade; mostra-te como és, sem fingimentos, sem medos, sem lamentos. E se a verdade te custa perseguição, aceita-a; e se tormento, suporta-o. E se pela verdade tiveres que sacrificar-te a ti mesmo e a tua vida, sê forte no sacrifício”. Sua densa jornada, cheia de ocupações no hospital, na universidade, no consultório e nas visitas domiciliárias, quebrantaram sua saúde. Morreu em 12 de abril de 1927. Naquela manhã, como sempre, assistiu no hospital, visitando a numerosos enfermos. Pelas três da tarde se sentou numa cadeira, onde morreu. Entre os primeiros que acudiram a rezar ante seu cadáver esteve o cardeal Ascalesi, que ante os presentes, pronunciou estas comovedoras palavras: “O doutor pertencia a Igreja; não àquela de quem sarou o corpo, mas à de quem salvou a alma e que saíram ao seu encontro quando subia ao céu”. Foi beatificado em 1975 pelo papa Paulo VI e canonizado em 25 de outubro de 1987 pelo papa João Paulo II.

• Zenón (ou Zenão) de Verona, Santo
Bispo

Zenón de Verona, Santo

Zenón de Verona, Santo

Etimologicamente significa “relativo ao deus Zeus”. Vem do grego e do latim. Quando se visita a preciosa cidade de Verona, acode à mente a imagem deste santo. Os olhos não só contemplam o anfiteatro – bem conservado – ou a casa de Julieta, mas que também se dá uma volta para visitar a igreja de são Zenón. Ele morreu no ano 380. Se o conhecia somente graças aos cem sermões que se lhe atribuem.  Se sabe que foi bispo de Verona, perto de Veneza em 362. O primeiro que aparece de sua figura , está em Juliano o Apóstata (361-363). É o caso de um clérigo pagão restabelecido em seu cargo durante o império, mas a que se lhe proibiu que fizesse proselitismo entre os cristãos. Outro dado é o que provém de Teodósia. Foi ela quem proclamou o cristianismo como religião do Estado.  O bispo Zenón vivia ao modo, ao estilo próprio que levavam os apóstolos.  É representado na arte e iconografia como o santo que leva um peixe para recordar-nos que, se não queres estar a cargo de ninguém, deves ir a pescar ao rio ou ao mar para comer o necessário. Boa ideia e magnífica lição a que nos deixa sua simbologia que, como sempre, transcende o olhar para diante e nunca para atrás. Se visitas Verona, além do típico nos guias turísticos, aproxima-te um pouco a contemplar o templo de santo Zenón. ¡Felicidades a quem leve este nome!

• David Uribe Velasco, Santo
Mártir

David Uribe Velasco, Santo

David Uribe Velasco, Santo

Nasceu em Buenavista de Cuéllar, Gro. (Diocese de Chilapa), em 29 de dezembro de 1889. Pároco de Iguala, Gro. (Diocese de Chilapa). Exerceu exemplarmente seu ministério numa região atacada pela maçonaria, o protestantismo e um grupo de cismáticos. O militar que o prendeu propôs-lhe toda classe de garantias é liberdade se aceitasse as leis e ele ser bispo da Igreja cismática criada pelo Governo da República, mas o Padre David reafirmou o que havia escrito um mês antes, e que revela toda a força de sua fé e de sua fidelidade: «Se fui ungido com o óleo santo que me faz ministro do Altíssimo, ¿porquê não ser ungido com meu sangue em defesa das almas redimidas com o sangue de Cristo? !Que felicidade morrer em defesa dos direitos de Deus! ¡Morrer antes que desconhecer o Vigário de Cristo!» Já na prisão escreveu suas últimas palavras: «Declaro que sou inocente dos delitos que se me acusa. Estou nas mãos de Deus e da Virgem de Guadalupe. Peço perdão a Deus e perdoo a meus inimigos; peço perdão aos que haja ofendido».  Chegado a um lugar próximo da estação de São José Vistahermosa, Mor. (Diocese de Cuernavaca). Apenas pisou terra, se pôs de joelhos e desde o mais profundo de sua alma implorou de Deus o perdão de seus pecados e a salvação de México e de sua Igreja.Se levantou tranquilo e dirigindo-se aos soldados com paternal acento, lhes disse: «Irmãos, parem que lhes vou a dar a bênção. De coração lhes perdoo e só lhes suplico que peçam a Deus por minha alma. Eu, em troca, não os olvidarei diante d’Ele». Levantou firme sua mão direita e traçou no ar o sinal luminoso da Cruz; depois repartiu entre os mesmos seu relógio, seu rosário, um crucifixo e outros objetos.  Seus restos descansam na igreja de Santo António de Pádua em seu povo natal de Buenavista de Cuéllar. Foi sacrificado com um tiro na nuca em 12 de abril de 1927.


Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram:

1 - Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote; 2 - Roman Adame Rosales, Sacerdote; 3 - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote; 4 - Julio Alvarez Mendoza, Sacerdote; 5 - Luis Batis Sainz, Sacerdote; 6 - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote; 7 - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote; 8 - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote; 9 - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote; 10 - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote; 11 - Margarito Flores Garcia, Sacerdote; 12 - José Isabel Flores Varela, Sacerdote; 13 - David Galvan Bermudez, Sacerdote; 14 - Salvador Lara Puente, Laico; 15 - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote; 16 - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote; 17 - Manuel Morales, Laico; 18 - Justino Orona Madrigal, Sacerdote; 19 - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote; 20 - José Maria Robles Hurtado, Sacerdote; 21 - David Roldan Lara, Laico; 22 - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote; 23 - Jenaro Sanchez Delgadillo; 24 - David Uribe Velasco, Sacerdote; 25 - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote

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Reproduzido com autorização de Vatican.va

• Alfério, Santo
Abade

Alferio, Santo

Alfério, Santo

Nascido em Salerno, Itália, no ano 930. Membro da nobre familia Pappacarbone. Era embaixador para o Duque Gisulf de Salerno, quando caiu gravemente enfermo na abadia de Chiusa, Itália, ele prometeu a Deus que se sobrevivesse, lhe entregaria sua vida a Ele assumindo uma vida religiosa. Quando se recuperou, fez-se monge em Cluny, França, ensinado por Santo Odilio. O Duque Gisulf o chamou novamente a Salerno para reformar os mosteiros nessa região. Alfério teve êxito moderado nesta tarefa. Voltou a ser ermitão na Montaña Fenestra perto de Salerno no ano 1011.
Sua reputação de santidade e sabedoria se estendeu por toda a região, pelo que muitos estudantes se acercavam dele, de entre eles selecionou doze, e fundou a abadia Beneditina da Santíssima Trindade de La Cava sob a regra de Cluniac. A abadia foi o modelo a seguir para outras fundações na zona; esta rede de casas foi uma força poderosa para a civilização e religião na Sicilia e Itália do sul. Viveu até aos 120 anos de idade, e governou a abadia até ao dia de sua morte; nesse dia celebrou Missa e lavou os pés de seus irmãos, inclusive do futuro Papa Victor III. Era Sexta-feira Santa do ano 1050. Seu culto foi confirmado no ano 1893 por S.S. Leão XIII

• Sabas Godo, Santo
Mártir,

Sabas Godo, Santo

Sabas Godo, Santo

Martirológio Romano: Em Capadócia, hoje Turquia, são Sabas Godo, mártir, que durante a perseguição contra os cristãos sob Atanarico, rei dos godos, por haver recusado três dias depois da celebração da Páscoa os alimentos imolados aos ídolos, foi arrojado a um rio após cruéis tormentos. ( 372) Uma carta sobre seu martírio escrita muito pouco depois de sua morte encerra com notável exatidão os sucessos, que deviam de ter por cenário as terras do norte do Danúbio, possivelmente Tirgoviste, na actual Roménia.Sabas, ao que parece leitor na igreja, não devia de ser considerado como uma luminária, e é significativo que dele se nos diga que «não era eloquente nas palavras»; cantava e dizia os ofícios do culto divino, mas sua eloquência para incitar a todos a viver bem residia muito mais no exemplo que na voz. No curso de uma perseguição foi preso e solto ao fim de pouco tempo por ser julgado pessoa insignificante; não valia a pena assanhar-se com um infeliz como ele, talvez de curtas luzes ou de muito escassa instrução, em qualquer caso um dom ninguém na comunidade cristã daquela turbulenta Gotlândia. Preso por segunda vez, «levaram-no desnudo por lugares ásperos e espinhosos, dando-lhe muitas pauladas e açoites», e ao ver que sua atitude era de mansidão e de alegria, uma fé tão eloquente exasperou a seus verdugos, que o torturaram até o deixar por morto. Uma piedosa mulher desatou-o de noite e levou-o a sua casa, mas voltou a cair em mãos de seus perseguidores. Então se lhe exigiu que comesse manjares sacrificados aos ídolos, dando assim um testemunho público de apostasia. É improvável, como sugere algum hagiógrafo, que nesta ocasião se lhe desatara a língua, não era homem de grandes discursos. Talvez só tenha dito ou feito algum gesto negativo com a cabeça, aceitando o martírio. Foi atado a um tronco e morreu afogado no rio Buzau.
Nota: Não se nos há escapado, ao ler o texto antes de o publicar, que existe uma incompatibilidade entre o exposto no elogio do Martirológio Romano, que fala de Capadócia como lugar do martírio, e o escrito na breve biografia, que fala de Tirgoviste, na actual Roménia. Não hemos encontrado o porquê desta diferença, mas hemos preferido apresentá-los tal como as encontramos, antes de alterar os textos pondo-nos a favor de uma ou outra versão.

 

• Erkembodone, Santo
Bispo e Abade

Erkembodone, Santo

Erkembodone, Santo

Martirológio Romano: Na região de Calais, na Gália, santo Erkembodone, abade de Sithiu e, também, bispo de Thérouanne. ( 742) Santo Erkembodone entrou como monge na abadia de Sithiu,próximo a Saint-Omer, depois de 707 e transcorridos dez anos foi elevado à dignidade abacial, levando assim a termo a reforma columbiana da Regra beneditina. Os soberanos Chilperico II e Tierrico IV lhe confirmaram os privilégios de imunidade acordados com a abadia por Clodoveo e seus sucesores. Erkembodone demonstrou ser um administrador astuto e aumentou sensivelmente as possessões de terra da abadia. Em 723 foi chamado a suceder ao defunto Ravangerio, bispo de Thérouanne, mas manteve os dois cargos: o de bispo e o de abade. Morreu finalmente em 12 de abril de 742. Desde a morte vemos que o santo bispo e abade foi objeto de culto popular, e em 1052 teve sua “elevação aos altares”. Sua tumba, situada hoje na catedral de Saint-Omer, é uma arca monolítica posta sob uma coberta em forma de tecto a duas águas, que no passado era sustentada por quatro leões de mármore, dos que agora restam tão só dois. Entre 1152 e 1250 os canónicos de Saint-Omer fizeram edificar uma igreja sobre sua tumba, substituída depois pela actual catedral. O santo é invocado em especial para a cura de enfermidades das pernas. Sua Vita foi redigida no século XIV por João Lelong, abade de São Bertin. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it  responsável da tradução: Xavier Villalta

• Vissia de Fermo, Santa
Virgem e Mártir

Vissia de Fermo, Santa

Vissia de Fermo, Santa

Martirológio Romano: Em Fermo, no Piceno, Itália, santa Visia, virgem e mártir. ( c.250) Também é conhecida como Santa Visia de Fermo  Uma coisa está segura, a Igreja por seu texto oficial, o ´Martirológio Romano´ recorda em 12 de abril as santas Vissia e Sofia, virgens e mártires de Fermo, no Piceno, Itália; logo depois disto, não se sabe nada mais, nem de suas vidas, nem do porquê são mencionadas juntas. Além disso, se conta com alguma que outra noticia espalhada em distintos documentos. O historiador Ughelli, na sua «Itália Sacra», vol. II, falando da diocese de Fermo, menciona que o corpo de santa Vissia repousa na catedral, e com efeito, na igreja metropolitana da cidade (o Domo) há alguns relicários, entre os quais, numa chamativa urna de ébano, com ornamentos em metal dourado de estilo barroco, se conserva a cabeça de santa Vissia, mártir; estranhamente noutra urna se conserva a cabeça de santa Sofia, também mártir. Esta coincidência de ter dois crânios faz supor que teriam sido martirizadas ao mesmo tempo, ainda que não necessariamente juntas, e provavelmente foram decapitadas. Segundo tradições locais, Sofia e Vissia sofreram o martírio em 250, sob o império de Décio (249-251), durante a sétima perseguição ordenada por ele. Há na catedral uma lápida que indica que santa Vissia enobrece sua cidade natal com seu martírio; seu nome se encontra numa lista de santos venerados em Fermo, transmitida em 5 de agosto de 1581 por um prelado local a um sacerdote oratoriano, amigo do Cardeal Barónio que foi, como se sabe, quem compilou o primeiro Martirológio Romano, e inseriu as duas virgens e mártires juntas no mesmo dia 12 de abril. Segundo alguns documentos locais a santa Sofia também é celebrada em 30 de abril, talvez a ele se deve que na atualidade se as recorde em datas separadas. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it responsável da tradução: Xavier Villalta

• Constantino de Gap, Santo
Bispo,

Constantino de Gap, Santo

Constantino de Gap, Santo

Martirológio Romano: Perto de Gap, Provença, França, santo Constantino, bispo. ( meados do s.V) O nobre nome de Constantino é portado por não poucos santos, mas os mais conhecidos são sem dúvida um rei e mártir Inglês na Escócia, que se comemora em 11 de março no Martirológio Romano, assim como os imperadores de Constantino o Grande, Constantino VI e Constantino XI o Paleólogo, venerados especialmente pelas Igrejas Orientais. Mas não tão só augustos soberanos de nome Constantino alcançaram a meta da santidade: o santo de hoje é um bispo da cidade francesa de Gap, no coração do Delfinado. Esta histórica região alpina, situada entre Saboya e Provença, foi parte do reino de Provença, e logo de Arles, do Sacro Imperio Romano, para finalmente ser adquirido em 1349 pelo rei Felipe VI de França, sempre e quando se mantenha a autonomia do feudo a respeito a outros domínios da coroa e fosse assinado ao filho mais velho e herdeiro ao trono de França com a obrigação de que ostentasse o título de "Delfim". O santo Constantino bispo viveu muito antes dos acontecimentos que acabamos de descrever, quase contemporâneo com São Cesáreo de Arles. De acordo com a história da diocese de Gap, Constantino foi o quarto bispo a ocupar a sede episcopal. Antes dele estiveram: o legendário São Demétrio confundido a miúdo com seu homónimo mártir muito venerado no Oriente, e os Santos Teridio e Remedio, que se celebram em 3 de fevereiro. Constantino deu corpo e alma em revitalizar a diocese confiada a seu cuidado pastoral e deu um grande impulso à criação de novas paróquias rurais. Sua rúbrica se encontra nos documentos do Concilio de Riez. O Papa São Leão Magno o menciona numa de suas cartas como celebrante da consagração do bispo que sucedeu a santo Hilário de Arles. Desgraçadamente não é possível proporcionar mais dados e detalhes de sua vida, salvo que morreu em meados do século V. A diocese de Gap foi fusionada com a de Digne em 1801, logo depois da concordata napoleónica, mas foi restaurada em 1822 acrescentando parte do território da antiga diocese de Embrun. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it - responsável da tradução: Xavier Villalta

• Outros Santos e Beatos
Completando el santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Otros Santos y Beatos

São Damião de Pavía, bispo
Em Pavía, cidade de Lombardia, Itália, são Damião bispo, cuja carta sobre a recta fé, referente à vontade e ao obrar de Cristo, foi lida no III Concilio de Constantinopla. († 697)


São Basilio de Pario, bispo e confessor
Em Pario, no Helesponto, hoje Turquia, são Basilio, bispo, que, por defender o culto das sagradas imagens, padeceu açoites, cadeias e exílio. († 735)

Beato Lorenzo, monge e presbítero
No mosteiro de Belém, perto de Lisboa, em Portugal, beato Lourenço, presbítero da Ordem de São Jerónimo, cuja eximia piedade atraiu a muitíssimos penitentes a este cenóbio. († s. XIV)

90560 > Sant' Alferio Abate MR
49260 > San Basilio di Pario Vescovo MR
92859 > San Costantino di Gap Vescovo  MR
91281 > San Damiano di Pavia Vescovo MR
90134 > San David Uribe Velasco Martire Messicano  MR
93041 > Sant’ Erchembodone Vescovo di Therouanne  MR
93902 > Santi Ferdinando da Portalegre ed Eleuterio de Platea Martiri mercedari
49250 > San Giulio I Papa  MR
77850 > San Giuseppe Moscati Laico   MR
49270 > Beato Lorenzo Sacerdote  MR
92722 > San Saba il Goto Martire MR
62425 > Santa Teresa di Gesù delle Ande (Giovanna Fernandez Solar) Monaca carmelitana  MR
91652 > Santa Vissia di Fermo Vergine e martire  MR
49300 > San Zeno (Zenone) di Verona Vescovo  MR

http://es.catholic.net/santoral  -  www.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução

por António Fonseca