OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Nº 890-2 - (103) - 15 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

Nº 890-2

SÃO CRESCENTE

Mártir (354)

Crescente nasceu em Mira, cidade da Lícia, Ásia Menor, pátria de muitos santos. Não se conhecem datas a seu respeito. Cheio e zelo, chorava dia e noite os extravios dos infelizes que, desconhecendo as vantagens da verdadeira e única religião, viviam sepultados nas trevas do erro e da mentira. Um  dia, em que os pagãos celebravam uma grande festa às suas falsas divindades, reprovou publicamente tão lamentável cegueira, dizendo que só Deus, Criador de tudo, era digno de adoração. Se forte e enérgica foi a pregação do santo na praça pública, não o foi menos na presença do juiz. De mil meios se valeu o tirano para enfraquecer a fortaleza admirável do invencível campeão de Jesus Cristo: mas nada conseguiu. Chegou a propor-lhe que ao menos oferecesse exteriormente incenso aos ídolos para salvar a vida; mas o santo recusou-se terminantemente. Vendo por último que nada conseguia, e que o santo permanecia constante e imperturbável na confissão de Jesus Cristo, mandou que fosse queimado, e neste suplício alcançou a palma e coroa dos mártires. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

SANTAS BASILISSA e ANASTÁCIA

Mártires (66)

Basilisa y Anastasia, Santas

Basilissa e Anastácia, Santas

Neste dia faz-se comemoração das Santas Basilissa e Anastácia, ilustres matronas, discípulas de S. Pedro e S. Paulo, as quais,. tendo recolhido as relíquias dos príncipes dos Apóstolos, para lhes dar sepultura depois do martírio, denunciadas como cristãs foram presas e conduzidas, carregadas de cadeias, à presença do Imperador. Nero fez-lhes padecer várias classes de tormentos, mandou cortar-lhes a língua e os peitos, açoutá-las e abrasá-las com archotes acesos para render aquelas duas heroínas da religião cristã. Por fim, foram, degoladas, recebendo ambas por este meio a almejada coroa do martírio, no ano 66. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

BENTO CÉSAR DE  BUS

Fundador (1544-1607)

César de Bus, Beato

César de Bus, Beato

A 27 de Abril de 1975, João Paulo II beatificou o P. César de Bus, que veio ao mundo em Cavaillon , no dia 3 de fevereiro de 1544, sobrinho neto de Santa Francisca Romana (1384-1436). Sétimo de 13 irmãos e irmãs, de família nobre, depois de uma infância e adolescência exemplares, deixou-se arrastar para o mal. Contudo, Deus não o abandonou e pela sua graça fez que voltasse ao bom caminho. Ordenado sacerdote, entregou-se de alma e coração ao ensino do catecismo. Fundou a congregação dos Padres da Doutrina Cristã ou Doutrinários, cujos membros, apesar de várias perseguições e sérias adversidades, continuam ainda hoje. Nos fins de 1970 contavam 103 professos e 9 noviços em 18 casas. Eis alguns parágrafos da homilia da beatificação: “Um estudo aprofundado revelou que esta grande figura do passado levou as virtudes evangélicas até ao heroísmo (…) A penitência não foi, para César de Bus, uma palavra vaga. Teve que dominar as suas paixões, de que noutros tempos se fizera escravo. Combate violento e contínuo. Assim aprendeu a buscar e a amar o sacrifício, porque o sacrifício configura com Cristo padecente e vitorioso. Oferecer-se em oblação, abandonar-se inteiramente nas mãos de Deus, á custa de renúncias mais pesadas, parece ter sido o leit-motiv, a finalidade constante dos seus esforços. E quando, no fim da vida, atingido pelas doenças, em particular pela cegueira, pôde dispor-se já para o dom supremo, verificou até que ponto a ascese lhe havia sido útil para dominar o homem velho. Estava preparado para se encontrar com o Senhor. A sua alegria era perfeita”. L’OSS. ROM. 4.5.195; DIP 1, 1681-83; 3, 975-77. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Damião de Molokai (José de Veuster), Beato
Sacerdote Leproso (1840-1889)

Damián de Molokai (José de Veuster), Santo

Damião de Molokai (José de Veuster), Beato

No dia 3 de janeiro de 1840, nascia na aldeia de Trémelo, Brabante flamengo, uma criança que recebeu o nome de José Veuster. No ambiente do lar rural em que nasceu, vão brotando no coração de José as primeiras e profundas verdades e costumes religiosos, que se manterão firmes e florescerão até ao fim da sua vida e fizeram dele uma criança jovem e feliz. Com 18 anos, quando estudava na região da Valónia, tomou a resolução de entrar na vida religiosa e pede que o aceitem na Congregação dos Sagrados Corações (Padres de Picpus) que tinham aberto um “Seminário de Missões” e onde um irmão seu já era noviço. Na religião recebeu o nome de Damião. Fez o seu noviciado e estudou filosofia, como qualquer jovem que entrava na Congregação. Quando ainda estudava teologia, ofereceu-se para ir trabalhar para as ilhas de Hawai, em substituição de seu irmão que na véspera de partir para esta Missão contraiu o tifo. Pouco depois da chegada é ordenado sacerdote, na chamada “Ilha grande” do arquipélago, onde trabalhou durante 9 anos, em duas missões, de maneira incansável, construindo capelas, dando catequese, fazendo intermináveis caminhadas. A quem lhe perguntava onde vivia, apontava para a sela do seu cavalo e respondia: - “Esta é a minha casa”. Em 1873, o bispo pede voluntários para trabalhar em Molokai, chamada “ilha do diabo”, para onde o Governo tinha começado a deportar todos os contagiados pela lepra. O Bispo pretendia organizar um grupo de missionários que se iriam revezando no trabalho, de maneira que nenhum permanecesse na ilha mais de 3 semanas seguidas. O P. Damião oferece-se para ir sozinho e dedicar-se inteiramente a esse trabalho e a sua oferta é aceite. Lembremos que naquele tempo a lepra não tinha cura e quem contraía a doença era isolado de qualquer contacto humano. Quando o P. Damião chegou, havia em Molokai cerca de 800 leprosos, mas o seu número aumentava continuamente com novos doentes vindos de outras ilhas. As condições de vida eram atrozes e as mortes numerosas, mas Damião via em cada uma daquelas pessoas “uma alma remida pelo Sangue do nosso Divino Salvador”. Visitava os doentes nas suas cabanas, administrando os sacramentos e preocupando-se pelas suas condições de vida, introduzindo regras higiénicas, a fim de reduzir os efeitos da doença, tinha a casa aberta aos leprosos, comia com eles, divertia-se a brincar com as crianças. Ajudava a reparar as cabanas e administrava os medicamentos. A lista das suas actividades é infinita, na sua total entrega às necessidades espirituais e materiais da sua gente, ele quer ser a imagem viva de Jesus no meio dos doentes. Em janeiro de 1885, é-lhe diagnosticada a doença. O facto provocou-lhe um período de desolação, pois para além da doença em si, foi-lhe proibido abandonar a ilha, a qualquer pretexto que fosse. Mas continuou ativo como sempre e a sua vida espiritual tornou-se ainda mais profunda. Ele próprio escreve: “Até agora sinto-me feliz e se se me desse a possibilidade de sair daqui, responderia, sem duvidar: – fico aqui para toda a minha vida, com os meus leprosos”. A presença de Jesus numa igreja junto de sua casa, fá-lo sentir-se cada vez mais próximo e semelhante a Jesus, no seu mistério eucarístico, sacrifício de Corpo entregue e Sangue derramado por todos. O único medo que experimentava nesta fase da sua vida, era que a doença o viesse a impedir de dizer Missa. Sobre a solidão que a doença acentuou. escreve ele: “Não sei bem em que acabará tudo isto. Resigno-me, contudo, à divina Providência e encontro a minha única consolação no meu único companheiro que não me abandona, quero dizer, o nosso divino Salvador na santa Eucaristia”. E sobre a sua doença declara: “Permaneço tranquilo e resignado e inclusivamente me sinto mais feliz entre a minha gente”. Na segunda feira-santa de 15 de Abril de 1889, partiu para o céu o “varão de dores”, glorificado na e pela ressurreição do Senhor Jesus, ao qual ele tanto amara. Centenas de leprosos choraram a morte do pai. O mundo comoveu-se ao tomar conhecimento da façanha de Damião, sem precedentes na história, João Paulo II ouviu esse clamor da humanidade, beatificando o leproso por Deus em Molokai, a 4 de Junho de 1995. WWW.JESUITAS.PT. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

 

• Potenciana, Santa
Virgem

Potenciana, Santa

Potenciana, Santa

Martirológio Romano: Na cidade chamada Villanueva de la Reina, na região hispânica de Andaluzia, santa Potenciana, virgem, que se santificou trabalhando como tecedeira em sua própria casa (s. XII/XIII). Etimologicamente: Potenciana = Aquela que tem uma grande força interior, é de origem latina. SANTA POTENCIANA, é a padroeira de Villanueva de la Reina. Potenciana vivia na margem direita do rio Guadalquivir, nos arredores de Villanueva, perto de um batán, Estrela que hoje em dia ainda desafia as furiosas investidas invernais. Este batán filtrava fibras têxteis mediante golpes ou percussão, aparecendo como uma arquitetura de cadeiras toscamente lavradas de areia, unidas por uma argamassa ou cimento (!) e com encerramento quase plano. Na sua base destacaram, nesses dias, três canais paralelos ao sentido da corrente, a nível do próprio rio, com o objecto de aproveitar a força da água para mover um mecanismo que a levava a uns enormes maços que golpeavam a lã.

SANTA POTENCIANA

Potenciana, padroeira de Villanueva de la Reina (Jaén), a colocam no ano 1200 da era de Cristo, em plena época moçárabe. Teve como oficio o de tecedeira e fez vida eremítica. Seu martírio consistiu em emparedamento. O  povo de Villanueva e a comarca de Andújar a consideravam Santa, visitando o sepulcro situado na ribeira setentrional do rio Guadalquivir para pedir sua intercessão nas enfermidades e outras necessidades. Talvez o acontecimento mais importante na história de nossa localidade haja sido abrir o sepulcro. Este feito teve lugar no ano 1628 e foi ordenado pelo Cardeal D. Baltasar de Moscoso e Sandoval, que também mandou que se fizesse um processo sobre os milagres levados a cabo pelo cura pároco de Villanueva D. Juan Acuña del Adarve. Dito processo culminaria em 1638 quando foi elevada aos altares por Urbano VIII.

EstrelaBatán. Pessoalmente creio que será uma espécie de trincheira para evitar que as dunas sejam destruídas, feita de betão e pedra com frestas para passar a água (!). Não encontrei no dicionário algo que me pudesse clarificar, pelo que coloco aqui a minha ideia sobre a referida palavra. No entanto, se alguém souber o que significa realmente, agradeço que me informem. Obrigado. Afonseca 

 

• Paterno de Abranches, Santo
Abade e bispo,

Paterno de Avranches, Santo

Paterno de Avranches, Santo

Martirológio Romano: No cenóbio de Scissy, na região de Coutances, na Gália, França, sepultura de são Paterno, bispo de Avranches, que, após haver fundado muitos mosteiros, já septuagenário foi eleito para a função episcopal. Cheio de méritos, entregou por fim sua alma a Deus no dito cenóbio. ( c.565) Paterno nasceu em finais do século V  em Poitiers numa familia de notáveis da localidade. Muito jovem ingressou na Abadía de Ansión (também conhecido como Saint-Jouin-de-Marne), na diocese de Poitiers. Por sua vocação de ermitão, retirou-se para o bosque de Scissy, perto de Coutances, com um companheiro. Leontien, então bispo dessa cidade, o ordena sacerdote e o delegou para evangelizar aos povoadores da zona. Logo foi apoiado por São Gaud de Evreux, São Sénier e o sacerdote Aroaste que compartilham sua solidão nos bosques de Scissy.Foi consagrado bispo de Avranches em torno do ano 552, onde continuou seu trabalho missionário. Fundou vários mosteiros, entre eles o de Scissy, e morreu em redor de 565.São Laudo, bispo de Coutances, preside seu enterro no oratório de Scissy junto a seu companheiro Scubilion, que morreu no mesmo dia. Esta capela se converteu na igreja paroquial de Saint-Pair-sur-Mer, que tem umas poucas relíquias de São Paterno. São Paterno teve como sucessor a São Sénier, que havia sido seu colaborador na evangelização dos povos desta região. A história de sua vida foi escrita por Venance Fortunat († c. 600). É normal confundi-lo amiudadamente com São Paterno de Vannes.

• Ortário, Santo
Abade

Ortario, Santo

Ortario, Santo

Martirológio Romano: No mosteiro de Landelles, na comarca de Bayeux, em Normandía, França, santo Ortário, abade célebre por sua austeridade e sua vida de oração, assim como por sua dedicação ao cuidado dos enfermos e a ajuda dos pobres. ( 580) Segundo a tradição, Santo Ortário, descendente da nobreza galo Romana, nasceu em 482  "em Le Dézert (Mancha, Baixa Normandía), no lugar onde se eleva hoje a capela São Ortário. Em sua juventude se dedicou à penitência: praticava jejuns prolongados, se vestia pobremente, levava o cilicio, comia pão de cevada, bebia a água de uma fonte ainda existente, e que goza de uma virtude milagrosa. Sua caridade com os pobres era inesgotável”. Desde tenra idade se sentia atraído pela vida monástica, deixou sua familia aos doze anos de idade para se converter em monge na vizinha abadia de Beaumesnil (diocese de Bayeux, no departamento de Calvados), onde fez uma longa aprendizagem, instruindo-se e entregando-se à penitência. "Em muito curto tempo, converteu-se num exemplo perfeito de todas as virtudes", de acordo aos monges de La Perrine. É designado por seu supervisor para fundar um mosteiro no bosque de Andaine, a oeste de Bagnoles-de-l´Orne (diocese de Séez). Ele fundou assim a ermida de Bézier em Saint-Michel-des-Andaines . Segundo a tradição local, haveria recebido a visita, c. 555, de Santa Radegunda. Ortario regressou a Beaumesnil, mas como ermitão já que os monges na época todavia não tinham estrutura enquadrada por regras precisas como sucede a partir do século VIII. Tinha como refúgio uma cova perto de seu mosteiro, dominando o curso do rio Drôme. Em Segundo seus hagiógrafos, Ortário tem a visão da morte do abade de Landelles e foi a seu funeral. Foi eleito então como o novo abade, mas retira-se para uma cova em Malloué "a cem milhas do mosteiro", segundo a Acta Sanctorum do breviário de Coutances de 1745. Santo Ortário é celebrado em 15 de abril e 21 de maio (trasladação de suas relíquias). É Invocado para a cura das crianças, dos problemas nas extremidades inferiores e os reumatismos, tradicionalmente é representado "vestido de um hábito com capucho e apoiado num bastão".

• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Santos Teodoro e Pausilipo, mártires

Em Trácia, santos Teodoro e Pausilipo, mártires, que, segundo a tradição, sofreram o martírio em tempo do imperador Adriano (117/137).


São Marón, mártir

No monte Áureo, do Piceno, na Itália, são Marón, mártir (s. inc.).

Santo Abúndio, diácono

Em Roma, na basílica de São Pedro, comemoração de santo Abúndio, que, como narra o papa santo Gregório I Magno, foi humilde e fiel mordomo desta igreja (c. 564).

http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt

 

49530 > Sant' Abbondio 15 aprile MR
49550 > Sante Anastasia e Basilissa Martiri 15 aprile
31900 > Beato Cesare De Bus Sacerdote 15 aprile MR
49520 > San Crescente di Mira Martire 15 aprile MR
52750 > San Damiano de Veuster Sacerdote 15 aprile MR
90682 > Beato Lorenzino Sossio Martire 15 aprile
90738 > San Marone Martire 15 aprile MR
93709 > Santi Martiri Mercedari Redentori d’Africa 15 aprile
49540 > Sant' Ortario Abate di Landelles 15 aprile MR
91287 > San Paterno di Avranches Vescovo 15 aprile MR
93956 > Santa Suina Vergine e martire 15 aprile
49510 > Santi Teodoro e Pausilopo (Pausilippo) Martiri 15 aprile MR

 

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português

por António Fonseca.

Nº 890-1 - REZAR NA QUARESMA - 15 DE ABRIL DE 2011

890-1

15 DE ABRIL

SEXTA-FEIRA

5ª SEMANA DA QUARESMA

João 10, 31-42

“E muitos ali acreditaram em Jesus.”

*************

As leituras destes dias mostram como cresce a hostilidade contra Jesus.

Diante da franqueza de Jesus, alguns respondem abandonando-O ou tentando  agredi-lO

Apesar disso, há muitos outros que resistem e acreditam em Jesus.

Apesar dos gritos e calúnias dos poderosos e da maioria, param para pensar.

Recordam o que Jesus fez já nas suas vidas.

E, contra tudo e contra todos, decidem acreditar em jesus, confiar-Lhe as suas vidas.

 

»»»»»»»»»

Já Te conheço, Jesus.

Sempre fizeste o bem.

Trouxeste luz e misericórdia.

Levantaste e curaste.

Libertaste do poder do mal.

Abriste à esperança.

Já te conheço

e por isso acredito em Ti.

 

00000000000000000

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail