OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Nº 893-2 - (106) - 18 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

 

NOTA PRÉVIA  -  Devido à grande extensão de algumas biografias hoje inseridas, e por falta de tempo, vi-me obrigado a truncar a sua tradução de espanhol para português e remeto os meus prezados leitores para o site www.es.catholic, se acaso estiverem interessados em lê-las. Aproveito ainda para informar que esta semana publicarei as mensagens do livro A RELIGIÃO DE JESUS, em separado e traduzidas, de Segunda-feira a Domingo inclusive, além dos textos do livro REZAR NA QUARESMA, terminando  assim o Ciclo da Páscoa. 

As minhas sinceras desculpas. António Fonseca

Hoje 127 Santos e Beatos

Nº 893-2

 

• PERFECTO (ou PERFEITO) de Córdova, Santo
Mártir

Perfecto de Córdoba, Santo

Perfeito de Córdoba, Santo

Perfeito é o primeiro mártir da perseguição muçulmana na Córdova dos califas. Já pelo ano de 824 tinham sido martirizados dois cristãos oriundos de Sevilha, mas a série grande dor mártires, imolados em Córdova pelo furor de Abderramão II e Mohamed, começa em 850 com S. Perfeito. Por isso Santo Eulógio, ao contar a história deles, apresenta uma introdução majestosa, a recordar o modo como o Martirológio Romano anuncia o nascimento de Nosso senhor Jesus Cristo. Reinando para sempre Nosso Senhor Jesus Cristo, no ano da sua Encarnação 850, da era (espanhola) 888; do consulado de Abderramão, 29; no tempo em que tinha na Espanha aumentado em riqueza e dignidade o povo árabe, ocupando por duro privilégio quase toda a Ibéria; quando Córdova (chamada antigamente Patrícia e sendo hoje cidade régia) chegou ao ápice do seu esplendor…, gemendo a Igreja ortodoxa sob o seu duríssimo jugo, e achando-se em perigo de morte, nasceu em Córdova o presbítero Perfeito, de santa memória, educado sob a direcção de pedagogo da basílica de Santo Aciseclo, onde aprendeu as sagradas disciplinas, distinguindo-se pela erudição literária e conhecimentos da língua árabe”. São Perfeito devia ser o ecónomo da comunidade de clérigos que servia a Igreja de Santo Aciseclo. Os negócios domésticos obrigavam-no a andar com frequência pelas duas partes da cidade. Um dia, um grupo de maometanos perguntou-lhe que diziam os cristãos sobre o profeta Maomé. Pediu-lhes segredo e eles prometeram-no. Então, em lingua árabe. disse-lhes que, segundo os cristãos e o Evangelho, Maomé era inimigo de Deus e falso profeta que, depois de mergulhar os seus no lodo, os queria levar aos tormentos do inferno. Naquele dia calaram-se. Mas pouco depois, passava ele pelo mesmo bairro e uma multidão furiosa, semelhante a enxame enfurecido, lançou-se sobre Perfeito e arrastou-o até ao tribunal do cádi: “Este homem blasfemou do profeta (a bênção e a paz sobre este); já sabes o castigo que merece”. Segundo o Corão, todo aquele que blasfemava contra Maomé era réu de morte. Num primeiro momento de surpresa, perfeito negou que tivesse blasfemado. Apesar de tudo, mandou o juiz que o encarcerassem num calabouço, caverna imunda, onde eram aprisionados os maiores criminosos. Aqui recuperou a serenidade, resgatando a momentânea cobardia com vida de oração e penitência. Confessava em alta voz a sua fé e blasfemava contra Mafoma e a sua doutrina. A execução fixou-se para o dia primeiro da festa solene que seguia o Ramadão, a qual foi naquele ano a 18 de Abril. Multidão imensa cobria a planura espaçosa, que hoje se chama Campo da Verdade, do outro lado da ponte romana. O chefe da prece chegou, montado no seu esplêndido alazão. Vinha pregar o discurso da Páscoa. “Deus é grande”, disse muitas vezes, respondeu em coro a multidão, “e Maomé o seu profeta”. E referiu-se ao sacerdote que jazia na prisão como blasfemo. A multidão pediu a sua cabeça: “Venha o blasfemo”. Perfeito tinha passado vários meses na cadeia. Estava maduro para o martírio. No caminho confirmou as suas maldições contra Maomé e fez profissão solene e pública da sua fé em Cristo. Diante do cadafalso continuou blasfemando de Maomé, até que o verdugo fez rolar a sua cabeças. Alguns dos presentes enfureceram-se contra o seu corpo, pisando-lhe o sangue. Mas Deus desafrontou a honra do mártir. No rio havia um enxame de embarcaçõezinhas; uma delas, com oito tripulantes, afundou-se, e afogaram-se duas pessoas. Também o seu juiz morreu pouco depois, como o Santo predissera, obrigado a tomar um veneno que destinara para o sultão. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

Beata Maria da Encarnação
Mãe e fundadora do Carmelo Teresiano em França

María de la Encarnación, Beata

María de la Encarnación, Beata

Berta Avrillot, nascida em 1565, casou-se aos 16 anos com Pedro Acarie, que pertencia como ela a uma antiga família parisiense. Dessa união nasceram seis filhos. Desde os 22 anos, e durante toda a vida, teve raptos e êxtases. Obedecendo a Santa Teresa que lhe apareceu, mandou vir para França religiosas espanholas da sua reforma e fundou, para elas e para quem as seguisse, quatro conventos. Falecendo o marido em 1613, pediu para ser admitida entre as carmelitas, sendo-lhe designado o Convento de Amiens para fazer o noviciado. Depois da tomada de hábito, exclamou com transportes de alegria: “Eis-me agora mais pobre do que os que pedem esmola”. Os seus vestidos seculares foram recolhidos com cuidado e muitos doentes ficaram curados pelo contacto com eles. Só estava contente com os mais baixos empregos da casa. Fez os votos no leito, num quarto que dava para a capela. Tomou o nome de Maria da Encarnação, em honra do mistério que era celebrado no dia da profissão. Foi eleita prioresa de Amiens, mas recusou o cargo com tanta insistência que os eleitores tiveram de desistir. Foi por isso elevada a subprioresa sua filha mais velha, que ali era religiosa com duas irmãs; e a mãe, na qualidade de conversa, jurou-lhe obediência de joelhos. Foi no convento de carmelitas de Pontoise, para onde fora enviada para o fazer prosperar, que a Irmã Maria da Encarnação passou a última parte da sua vida. Caiu doente a 7 de Fevereiro de 1618. Às vezes, deixando-se abismar no amor divino, parecia insensível a tudo e só repetia: “Que misericórdia, senhor! Que bondade para com uma pobre criatura!” rezava muitas vezes os salmos 21 e 101, que descrevem de modo sublime e patético os sofrimentos de Nosso senhor Jesus Cristo na Paixão. Na Quarta-feira santa desse ano de 1618, recebeu o Sagrado Viático e Quinta-feita Santa de Páscoa entregou a alma ao Senhor. Nesse momento, o diretor espiritual da casa parou de rezar o Subvenite e disse: “Neste momento que vos falo, a defunta goza já da vista de Deus”. Foi beatificada por Pio VI. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it. e ainda www.carmel.net.org e www.EWTN.org

• Atanásia ou Anastácia, Santa
Abadessa

Atanasia o Anastasia, Santa

Atanásia ou Anastácia, Santa

Martirologio Romano: Na ilha Egina, santa Atanásia, viúva, que viveu como solitária e foi também ecúmena, ilustre por suas virtudes e observância monástica (s. IX). Santa Atanásia ou Anastásia (século IX) Nasceu e morreu na ilha de Egina, Grécia.  Aspirava à vida religiosa, mas foi obrigada a casar-se duas vezes. A primeira vez com um homem rico e bastante jovem. Formaram um matrimónio feliz até que morreu seu marido defendendo o porto de Egina de que pretendiam apoderar-se os muçulmanos procedentes de Espanha. As leis da ilha forçavam as viúvas jovens a contrair um novo matrimónio, já que esta se havia despovoado após a guerra. Seu novo esposo, mais rico ainda que o primeiro, era um homem bom e misericordioso com os pobres, igual a ela. Se dedicavam juntos à oração e a socorrer aos indigentes.  Quando chegaram à velhice, se separaram para preparar sua morte cada um por sua conta. Anastásia ficou no seu palácio que transformou em convento e dirigiu uma comunidade de religiosas. As monjas levavam uma vida extremadamente austera moderada sob a hábil direcção de um abade chamado Matías, que lhes sugeriu que se mudassem a um lugar mais solitário: Tamia. Ali, o mosteiro cresceu e prosperou. A fama de Atanásia chegou a ouvidos da imperatriz de Constantinopla, Teodora, esposa do Imperador Teófilo o Iconoclasta. Esta lhe pediu que fosse a Constantinopla, para a ajudar a restaurar a veneração das imagens. Ali permaneceu Atanásia durante sete anos. De regresso a Tamia, caiu gravemente enferma, pese o qual, seguiu assistindo ao oficio divino até à véspera de sua morte. ¡Felicidades a quem leve este nome!

• Francisco Solano, Santo
Presbítero Franciscano

Francisco Solano, Santo

Francisco Solano, Santo

NOTA: Devido à sua grande extensão, não me é possível efetuar como é habitual a tradução do texto que segue ao preâmbulo, pelo que solicito aos meus eventuais leitores que estejam interessados, procurem saber mais em www.es.catholic. e em www.ewtn Obrigado AF. 

Martirologio Romano: Em Lima, capital do Peru, são Francisco Solano, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, que para salvar almas percorreu em todas as direções a América Meridional, ensinando com palavras e com milagres os índios e aos próprios colonizadores espanhóis a novidade da vida cristã (1610). Etimologicamente: Francisco = Aquele que porta a bandeira, é de origem germânica. Antigamente se recordava a São Francisco Solano em 18 de Abril, o Martirológio Romano actual o festeja em 14 de Julho. Aqueles primeiros missionários que vieram a nossas terras americanas junto com os conquistadores são de uma grandeza quase sobre-humana. Entre eles descola a figura imponente de São Francisco Solano, o de uma vida apostólica inconcebível que hoje vamos apresentar. ¿Como é possível realizar tanto trabalho apenas em vinte anos, desde as costas do Panamá até às imensidades peruanas, argentinas e uruguaias, para finalizar seus dias de novo no sonhado Peru?... Nasce em Andaluzia, ingressa na Ordem de São Francisco, e é um religioso e sacerdote sábio e santo.

• Andrés Hibernón, Beato
Franciscano

Andrés Hibernón, Beato

Andrés Hibernón, Beato

NOTA  -  Tal como acontece na biografia de S. Francisco Solano acima descrita, esta do beato Andrés Hibernón, é também muito extensa (muito mais…) pelo que não me é possível traduzir tudo, fazendo-o apenas relativamente ao preâmbulo inicial. Assim quem esteja interessado, procure saber mais em www.es.catholic. e em www.ewtn Obrigado AF. . As minhas desculpas e obrigado. AF.

O Beato Andrés, irmão professo primeiro na Observância e depois nos Descalços franciscanos, nasceu em Múrcia e morreu em Gandía (Valência). Se distinguiu por sua austeridade e vida de oração, que esteve acompanhada de carismas extraordinários, assim como pelo fiel cumprimento dos ofícios conventuais e a particular atenção aos pobres e necessitados. Suas devoções favoritas foram a Sagrada Eucaristía e a Virgem Maria no mistério de sua Imaculada Conceição.

 • Andrés de Montereale, Beato
Agostinho

Andrés de Montereale, Beato

Andrés de Montereale, Beato

Veio à luz deste mundo na pequena localidade de Mascioni, província de L’Aquila (Itália), no seio de uma modesta família de campesinos. Ainda que desconheçamos a data exata de seu nascimento, é muito provável que tivesse lugar dentro do primeiro decénio do século. Se diz que aos catorze anos entrou no vizinho convento dos agostinhos de Montereale. Certamente em 1431 figura como estudante de teologia em Rimini, e nos anos sucessivos em Pádua e Ferrara, logrando os graus de leitor e bacharel. Em 1438 explicou no studio et universitate Senensi os livros das Sentenças, e poucos anos depois obteve o título de mestre em sagrada teologia. À suas obrigações docentes ou de governo – em 1453 foi eleito provincial de Umbría - se viu obrigado a acrescentar outras delicadas actividades, pois em consideração a seu dinamismo, à valia de sua pessoa e à reconhecida rectidão, em várias ocasiões os Padres gerais da Ordem o nomearam seu vigário com o específico encargo de restabelecer a observância nos conventos de Nursia (1452), Amatrice (1468) e Cerreto di Spoleto (1475). Desde o principio, o desempenho desta missão de reformador lhe ocasionou não poucos sofrimentos e incompreensões. Em 1459, sendo prior e regente do estudo de Siena renunciou a ambos ofícios, muito provavelmente por causa dos cargos contra sua pessoa e modo de proceder que alguns religiosos fizeram chegar a Roma. Não se conhece o resultado da investigação levada a termo, mas chegou-nos o julgamento do P. Geral Ambrósio Massari de Cori, por aquele então presidente do estudo de Perugia, que não duvidou em afirmar que Andrés, “suportando injustiças e mostrando sempre grande paciência, maximum ostendit exemplum sanctitatis”. Os factos posteriores confirmam tal elogio, já que em 1471 foi reeleito provincial, e nunca diminuiu a estima e a confiança dos superiores maiores da Ordem, que continuaram servindo-se dele para promover a observância regular.Os últimos anos do Beato transcorreram serenos no convento de Montereale, onde morreu em abril de 1479, e onde ainda hoje, na igreja em outros tempos da Ordem, se veneram seus restos mortais.Entre as festividades locais vinculadas a sua memória destaca-se a celebrada em 13 de Setembro que, segundo a tradição em 1691 teria elevado de seu túmulo seu braço direito para salvar a cidade de um terramoto.

 • Román Archutowski, Beato

Sacerdote e Mártir,

Román Archutowski, Beato

Román Archutowski, Beato

Martirologio Romano: No lugar de Majdanek, perto de Lublín, na Polónia, beato Román Archutowski, presbítero e mártir, que, encarcerado em tempo de guerra por sua fé cristã, foi torturado pelos soldados e, consumido pela fome e a enfermidade, passou a glória eterna. ( 1943) Data de beatificação: 13 de junho de 1999 pelo Papa João Paulo II. Román Archutowski, sacerdote da Arquidiocese de Varsóvia, vítima do nazismo por ódio a sua fé cristã. Morreu no povo de Majdanek, próximo a Lublin, em 18 de abril de 1943. O Papa João Paulo II. o elevou à glória dos altares em 13 de junho de 1999 junto com outras 107 vítimas daquela perseguição. Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

BEATA SABINA PETRILLI

Fundadora (1851-1923)

Savina Petrilli, Beata

Sabina Petrilli, Beata

Martirologio Romano: Em Siena, cidade de Toscana, em Itália, beata Sabina Petrilli, virgem, que fundou a Congregação de Irmãs de Santa Catalina, para ajuda às jovens desamparadas e pobres. ( 1923) Data de beatificação: 24 de abril de 1988 pelo Papa João Paulo II.  Savina Petrilli nasceu em Siena 29 de agosto de 1851, segunda filha de Celso e Matilda Venturini. Aos 15 anos se inscreveu na Congregação das Filhas de María e cedo foi eleita presidente. Dois anos depois emite seu primeiro voto de castidade por um ano. Em 1869 foi recebida pelo Papa Pío IX, que a insta a caminhar sobre as pegadas de Santa Catalina de Siena, isto a animou a fundar uma nova familia religiosa. Em 1872, com permissão do bispo, fundou a Congregação das Irmãs dos Pobres de Santa Catalina de Siena e em 15 de agosto de 1873 na capela de sua casa, com cinco companheiras, emite os votos de castidade, pobreza e obediência, em presença do confessor e com o consentimento do Arcebispo Monsenhor. Enrico Bindi, a concessão de permissão para iniciar a obra em beneficio dos pobres.  Em 1881 se inicia a primeira fundação em Onano (Viterbo) e em 1903 a primeira missão em Belém (Brasil). As Constituições da Congregação, que se converte de direito pontifício, se aprovaram finalmente 17 de junho 1906.  Inicialmente a obra se dedicou aos órfãos, depois abraçou outros apostolados de alivio à miséria e ao sofrimento.  Os últimos 30 anos de sua vida sofreu uma grave enfermidade degenerativa. Morreu em 18 de abril de 1923 em Siena. Sucessivamente a madre Savina emite voto de "não negar voluntariamente nada ao Senhor”, voto de "obediência perfeita" para o diretor espiritual, voto “não queixar-se deliberadamente nos padecimentos externos e internos”, voto de "entrega total" à vontade do Pai. Em 18 de abril de 1923 às 17.20 madre Savina finalmente sai da terra para entrar em posse de Deus  Mais do que as 25 casas em Itália, a congregação conta com obras no Brasil, Argentina, Índia, EE.UU., Filipinas e Paraguai. O carisma Savina transmitido pela madre Savina a suas irmãs é viver radicalmente o sacerdócio de Cristo na adoração e dependência total à vontade do Pai até à imolação, fazendo a Eucaristía o centro de suas vidas, continuando a missão de Cristo que anuncia ao Pai num serviço de evangelização fraternal, especialmente aos pobres. Para madre Savina o pobre é símbolo de Cristo e pode considerar-se como um mistério de fé, como a eucaristia. Portanto a Congregação existe para o serviço dos pobres, "de todos os que sofrem e são oprimidos". responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

BEATO TIAGO DE OLDO

Confessor (404)

Tiago, natural de Lódi, Itália, entregou-se, depois da morte do pai, a toda a espécie de prazeres, em combinação com  a mulher, tão frívola como ele. Uma peste, que atacou a sua cidade, obrigou-o a refugiar.-se momentaneamente em casa do sogro. Entrou numa igreja dedicada a S. Marcos e viu-se repentinamente mudado. Com grande pasmo do sogro, Tiago entregou-se desse esse momento a práticas de devoção. Manifestou o projecto de deixar a esposa para entrar na ordem terceira de S. Francisco, mas opôs-se a mãe dele. Passado todavia algum tempo, ela consentiu, e mais: fez-se também ela terceira com a sua piora. Tiago transformou então a casa num oratório que dedicou a S. Julião, vendeu todos os seus outros bens,  distribuiu o preço pelos pobres e juntou a si vários companheiros. as obras que realizou excitaram a inveja dos franciscanos: estes obrigaram-no a afastar-se deles. Retirou-se para um arrabalde de Lódi, onde se encontrava numa igreja dedicada a S. Bassiano. passou lá uma vida muito austera, mas foi obrigado a aceitar algumas mitigações. No meio das discórdias que agitavam Lódi, anunciou ele que a cidade seria devastada; deu exemplo de fuga, mas voltou para socorrer os prisioneiros, em cuja salvação se interessa. Contraiu uma doença, negou-se a recorrer a certos feitiços para recuperar a saúde e teve uma santa morte em 1404. O corpo foi sepultado no oratório de S. Julião. Sete anos depois, foi encontrado sem nenhuma corrupção. devem-se numerosos milagres à intercessão deste Beato. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Galdino de Milán, Santo
bispo,

Galdino de Milán, Santo

Galdino de Milán, Santo

Martirológio Romano: Em Milão, de Lombardía, Itália, santo Galdino, bispo, que trabalhou na restauração da cidade destruída pela guerra e, ao finalizar um sermão contra os hereges, entregou sua alma a Deus. ( 1176)  Santo Galdino foi um dos principais patronos de Milão. Seu nome aparece, junto com os de Santo Ambrósio e Santo Carlos Borromeu, em todas as ladainhas do rito milanês. O santo descendia da famosa familia Della Scala. Foi chanceler e arquidiácono de dois arcebispos de Milão; desempenhou tão habilmente esses cargos numa época muito difícil, que ganhou a estima do clero e do povo. O Papa Alexandre III foi eleito em 1159 mas alguns cardeais dissidentes, elegeram pouco depois, a um antipapa amigo do imperador Federico Barbarroja. Milão havia ofendido antes o imperador, reclamando o direito de eleger a seus magistrados, e o apoio que a cidade prestou à causa do Papa Alexandre III enfureceu todavia mais a Federico. O Arcebispo Huberto e seu arquidiácono Galdino, tiveram que sair da cidade, e o ano seguinte, Federico a sitiou com um grande exército e a tomou. Foi então quando o imperador deu a ordem de trasladar o relicário que se diz conter os ossos dos Reis Magos, da igreja de Santo Eustorgio para Colónia, onde se conserva ainda essas relíquias Em 1165, Galdino foi consagrado cardeal. No ano seguinte, morreu o arcebispo Huberto e ele foi escolhido para o suceder. Em vão alegou sua má saúde, debilitada com as provas que havia tido que sofrer; Alexandre III o consagrou pessoalmente. O novo prelado se dedicou, antes de tudo, a consolar e alentar a seu rei. Os lombardos haviam formado uma união para reconstruir Milão, e o santo colaborou, com todas suas forças, na empresa. Mas isso não o impediu desempenhar zelosamente seus deveres pastorais, pois pregava constantemente e ia a visitar os pobres a sua casa. Também se ocupou de restabelecer a disciplina do clero, que inevitavelmente se havia relaxado um tanto, durante a época tormentosa que havia atravessado a cidade. O santo consagrou toda sua eloquência e sabedoria a sanar os efeitos do cisma e a refutar as doutrinas dos cátaros, que se haviam divulgado muito na Lombardía.  No último dia de sua vida, ainda que estivesse já muito débil para celebrar a missa, pronunciou ainda um ardente sermão contra a heresia;mas perdeu o conhecimento antes de baixar do púlpito e morreu ao terminar a missa.  No ano da morte de Santo Galdino, a Liga Lombarda derrotou os exércitos imperiais na batalha de Legnano. Na famosa reunião, que teve lugar em Veneza, em 1177, Barbarroja abjurou do cisma e fez a paz com a igreja. Na realidade, todos os historiadores sensatos estão de acordo em afirmar que o Papa jamais pôs o pé sobre o pescoço do imperador, excepto num sentido metafórico. Nenhum dos escritores da época menciona esse facto que, por demais, não quadra com o carácter magnânimo de Alexandre III.

• Idesbaldo, Beato
Abade

Idesbaldo, Beato

Idesbaldo, Beato

Martirológio Romano: Em Brujas, no território de Flandres, beato Idesbaldo, abade que, depois de perder a sua esposa, serviu durante trinta anos na corte dos condes de Flandres e, já em idade madura, ingressou no mosteiro de Dune, de que foi terceiro abade durante doze anos. ( 1167)  Também é conhecido como: Beato Idesbald Van der Gracht  Este é um célebre abade de 1155 do mosteiro cisterciense de Dune, nascido en 1090, se crê que pertencia à nobre familia de Van der Gracht, Senhores de Moorsel na Flandres Ocidental. Ingressou em 1150, depois de ficar viúvo, na famosa abadia, morreu em 1167 com grande reputação de santidade, foi enterrado no capítulo da igreja num ataúde de chumbo. Em 1577, o ataque dos Gueux (variante flamenca do neerlandês Gauzen: Mendigos, nome tomado por insurgentes calvinistas) devastou a abadia e os monges se viram obrigados a levar suas relíquias para a granja de Ten Bogaerde. Em 1623 se levou a cabo um reconhecimento e o ataúde foi aberto diante de muitos testemunhas, o corpo foi encontrado intacto. Durante vários dias esteve exposto à veneração dos fieis que acudiam em massa, muitas sanções tiveram lugar nessa ocasião e seu culto estenda mais e mais. Para 1796 foi trasladado a Brujas, para o salvar das tropas revolucionárias e por fim em 1830 foi depositado na capela do hospital de Nossa Senhora Ter Poterie próximo à abadia onde está todavia. Seu culto foi aprovado no ano 1894 com decreto da Diocese de Brujas. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it  - responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

• Antusa, Santa
Virgem,

Antusa, Santa

Antusa, Santa

Martirológio Romano: Em Constantinopla, santa Antusa, virgem, que, sendo filha do imperador Constantino Coprónimo, se dedicou com grande ânimo a ajudar aos pobres, a redimir a escravos, a reparar igrejas e a edificar mosteiros, e recebeu el hábito monacal de manos do bispo são Tarásio. ( c.801) Princesa e monja, filha do imperador bizantino Constantino V, apodado Coprónimo, que seguindo as políticas de seu pai o imperador Leão III o Isaurio, perseguiu a quem apoiavam o culto às sagradas imagens, entre eles a própria princesa Antusa, que foi açoitada e desterrada. Voltou a Constantinopla à morte do pai para continuar ajudando aos pobres, resgatando escravos, reparando igrejas, edificando mosteiros... até finalmente ingressar num. Filha do imperador de Oriente Constantino V Coprónimo e da imperatriz Irene, a princesa Antusa nasceu perto do ano 750 em Constantinopla. Lhe foi dado tal nome em honra a Santa Antusa dell´Onoriade, que fundou mosteiros masculinos e femininos, foi hostilizada por causa da perseguição iconoclasta e vaticinou o feliz desenlace do difícil embaraço gemelar da imperatriz, do qual nasceram Antusa e seu irmão Leão. Sem embargo, pouco depois morreu a imperatriz, e Antusa e seu gémeo foram criados na corte do pai.  Já desde pequena Antusa destacou por seu amor e serviço aos mais necessitados. Mas durante o governo de seu pai, que durou de 718 a 775, este se dedicou a perseguir monges, monjas e a todos quantos veneravam imagens ou relíquias, sobretudo depois de celebrar o Concilio de Hieria (754) que condenou o culto das imagens.  Esta situação perturbou profundamente a bonança do reinado de Constantino e inclusive sua própria filha, a mesmíssima princesa Antusa, resultou afectada pois ao opor-se à perseguição ela também foi açoitada e desterrada. Já antes se havia oposto à posição de seu pai ao renunciar ao matrimónio e dedicar sua vida ao serviço de Cristo.  À morte de Constantino V, em 775, lhe sucedeu no trono o gémeo de Antusa com o nome de Leão IV; então a princesa pôde voltar e dispor de sua herança, ajudando com suas riquezas a quanto pobre podia, além de restaurar igrejas, edificar mosteiros e resgatar escravos.  Quando também Leão IV morreu, em 780, sua mulher Irene se converteu em regente até que seu filho menor Constantino VI tivesse a idade para fazer o cargo do governo, oferecendo a sua cunhada Antusa a associar-se com ela para dirigir o império.
Antusa recusou a oferta pois já havia decidido pertencer só a Deus e a Ele servir, pelo que continuou com suas práticas de caridade, ocupando-se sobretudo das viúvas e dos órfãos, a que proveu de educação a suas expensas até que em 784 recebeu o hábito monacal de mãos do santo patriarca Tarásio, no mosteiro da Concórdia de Constantinopla, onde transcorreram seus últimos anos de vida realizando os mais humildes serviços e assistindo com amor a suas irmãs del monasterio.  Morreu em 801, aos 51 anos de idade. A tradição oriental a considera também mártir, mas este título não é reconhecido pelo Martirologio latino. A comemoramos tanto no Oriente como no Ocidente em 18 de abril.

• Laisren de Leighlin, Santo
Abade

Laisren de Leighlin, Santo

Laisren de Leighlin, Santo

Martirológio Romano: Em Leighlin, na Irlanda, santo Laisren ou Molásio, abade, que difundiu pacificamente na ilha o rito romano da celebração pascal. ( c.639)
Também é conhecido como: Santo Molaise de Leighlin, Santo Molásio ou São Laserian de Leighlin  Nascido em Irlanda e criado na Escócia quando era jovem, viveu a vida de um ermitão em Holy Isle (a este da Ilha de Arran). Mais tarde visitou Roma como peregrino e se diz que foi ordenado bispo ali. Mais tarde ingressou no mosteiro em Old Leighlin na Irlanda onde foi abade e, possivelmente bispo . Ele adaptou a disciplina eclesiástica de conformidade com as práticas de Roma. Se lhe atribui a introdução da promoção do método romano de datar a celebração da Páscoa durante o Sínodo de Magh-lene, posteriormente no Sínodo de Leighlin defendeu o uso romano, mesmo que rapidamente se propagou por todo o país. Segundo Kuno Meyer, ele é o personagem “Laisren” mencionado num antigo relato de prosa irlandesa chamado «A Visão de Laisren», uma das primeiras peças vernáculas de literatura deste tipo na tradição cristã irlandesa. O fragmento existente o mostra deixando o mosterio de Clúain (possivelmente Clonmacnois ou Cloyne) para ´purificar´ a igreja de Clúain Cháin (não identificada) em Connaught. Depois das três de jejum, sua alma é tomada por dois anjos, que o escoltam ao inferno para lhe mostrar os horrores que esperam aos pecadores irridentes. Os anjos explicam a um diabo impaciente por atrapalhar a Laisren que esta visão foi concedida a seu convidado para que "ele avise em nossa representação a seus amigos”. Laisren provavelmente morreu cerca do ano 639. Sua festividade se celebra em 18 de abril. Seu mosteiro prosperou e deu seu nome  à diocese estabelecida em 1111 no Sínodo de Rathbreasail.

• Outros Santos e Beatos
Completando el santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

 

Santos Hermógenes e Elpidio, mártires
Em Melitene, cidade da antiga Arménia, hoje em Turquia, santos Hermógenes e Elpidio, mártires. ( s.inc.)


Santo Pusicio, mártir
Na Pérsia, hoje Irão, santo Pusicio, mártir, prefeito dos artesãos do rei Sapor II, que, por haver confortado o vacilante presbítero Ananias quando duvidava de renegar da fé, foi ferido no pescoço e morreu em Sábado Santo, ocupando assim um lugar insigne no grupo de mártires sacrificados depois de são Simeón. ( 341)


Santo Eusebio de Fano, bispo e confessor
Em Fano, no Piceno, em Itália, santo Eusebio, bispo, que acompanhou o papa são João I na viagem a Constantinopla imposto pelo rei Teodorico, e ao regressar o seguiu também à prisão em que foram encerrados. ( c.526)

Santo Ursmaro de Lobbes, abade e bispo
No cenóbio de Lobbes, em Hainaut, hoje na Bélgica, santo Ursmaro, bispo e abade, que propagou a Regra de são Bento e atraiu ao povo a fé cristã. ( 713)


São João Isauro, monge
Na  ilha de Egina, Grécia. são João Isauro, monge, discípulo de são Gregório Decapolita, que em tempo do imperador Leão o Arménio lutou denodadamente defendendo as santas imagens. ( c.842)


Beato José Moreau, presbítero e mártir
Em Angers, França, beato José Moreau, presbítero e mártir, que durante a Revolução Francesa foi guilhotinado em Sexta-feira Santa por quem odiavam a fé cristã. ( 1794)

90143 > Beato Andrea da Montereale 18 aprile MR
92674 > Beato Andrea Hibernon Francescano 18 aprile MR
92528 > Sant' Antusa di Costantinopoli Vergine, principessa imperiale 18 aprile MR
49965 > Sant' Atanasia di Egina 18 aprile MR
49950 > San Calogero di Brescia Martire 18 aprile
91198 > Santi Eleuterio ed Anzia Martiri 18 aprile
49910 > Santi Ermogene ed Elpidio Martiri 18 aprile MR
49930 > Sant' Eusebio di Fano Vescovo 18 aprile MR
49900 > San Galdino Vescovo 18 aprile MR
49970 > San Giovanni Isauro Monaco 18 aprile MR
49990 > Beato Giuseppe Moreau Sacerdote e martire 18 aprile MR
49925 > Beato Idesbaldo delle Dune Abate 18 aprile MR
49940 > San Lasreano o Molasso Abate 18 aprile MR
49975 > Beata Maria dell'Incarnazione (Barbara Avrillot) Carmelitana 18 aprile MR
49980 > San Perfetto di Cordova Martire 18 aprile MR
49920 > San Pusicio Martire 18 aprile MR
93105 > Beato Romano (Roman) Archutowski Sacerdote e martire 18 aprile MR
90836 > Beata Savina Petrilli 18 aprile MR
49960 > Sant' Ursmaro Vescovo-abate di Lobbes 18 aprile MR

http://es.catholic.net/santoral e www.jesuitas.pt  -  www.santiebeati.it

Recolha, transcrição e tradução por António Fonseca

Nº 893-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - SEGUNDA-FEIRA SANTA - 18 DE ABRIL DE 2011

893-3

Do livro A Religião de Jesus, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De BrouwerHenao, 648009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

18 de Abril – SEGUNDA-FEIRA SANTA 

Jo 12, 1-11

Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera e a quem Jesus ressuscitara dos mortos. Ofereceram-Lhe uma ceia. Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com Ele. Então Maria, tomando uma libra de perfume de nardo puro, de alto preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-os com os cabelos; e a casa encheu-se com  o cheiro do perfume. Então um dos Seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, aquele que O havia de entregar, disse: «Porque não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres?” Disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e, como tinha a bolsa, tirava o que nela se metia. Respondeu Jesus: «Deixai-a, ela tinha-o guardado para o dia da Minha sepultura. Pobres, sempre os tereis convosco; mas a Mim, nem sempre Me tereis». Soube então um grande número de judeus que Ele estava ali, e ali foram, não só por causa d’Ele, mas também, para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dos mortos. Os príncipes dos sacerdotes tinham deliberado matar também a Lázaro, porque muitos judeus, por causa dele, afastavam-se e acreditavam em Jesus.

1. Há duas maneiras de se relacionar com a religião e, em geral, com as experiências religiosas: 1) Para expressar, mediante gestos simbólicos e poéticos, os sentimentos mais profundos e mais nobres do ser humano. 2) Para utilizar a religião (e as experiências que transporta) em proveito próprio. A primeira maneira manifesta a beleza do mais nobre que há em nós. A segunda põe em evidência o mais detestável que temos (e ocultamos) os mortais.

2. Maria, perfumando os pés de Jesus com essência de nardo, do bom e do caro, expressava o amor mais belo e mais nobre, o sentimento mais sublime, de que se fala na Bíblia; os encantos do esposo e da esposa (Cant. 1, 12. 14; 5, 1. 5). Judas, invocando a ajuda aos pobres, para dissimular sua ambição pelo dinheiro, põe a descoberto a baixeza vergonhosa do que se serve do sofrimento humano para se enriquecer sem pudor.

3. Dá pena pensar como e até que ponto estas duas maneiras de se relacionar com a religião seguem tendo actualidade. A primeira, a mais nobre e a mais formosa, temo-la misturado e temo-la confundido com a relação puramente erótica. E temos olvidado, não só o Cântico dos Cânticos e a esplêndida experiência mística que nele se desenha, senão até de que se intuíram os gregos quando, nas Bacanais de Eurípedes, o coro entoa um hino ao deus Dionísio em que “a felicidade da bacanal” conduz a “pôr as almas em comum” (M. Daraki). A beleza e o gozo nos unem aos humanos. Pelo contrário, a sedução do dinheiro disfarça-se de ideias sociais (saqueando, por exemplo, a qualquer ONG) ou entesourando joias e vaidades na ornamentação de sacrários, altares, e capelas, para colocar outro exemplo. Que perigosa é a  religião?”.

Compilação por

António Fonseca

Nº 893-1 - REZAR NA QUARESMA - 18 DE ABRIL DE 2011

893-1

18 DE ABRIL

SEGUNDA-FEIRA

SEMANA SANTA 

João 12, 1-11

“Maria tomou uma libra de perfume (…).

ungiu os pés de Jesus

e enxugou-lhos com os cabelos;

e a casa encheu-se

com o perfume do bálsamo.”

*************

O cenário já está posto.

O enredo que vai levar Jesus à morte já está em andamento.

Mas esta mulher levanta-se e toma posição.

Pouco pode ela fazer contra a força dos que querem a morte de Jesus.

Mas pode o suficiente para um gesto de amor.

E a casa enche-se de perfume.

Apesar da tensão e da violência que se avizinha,

o gesto desta mulher oferece a todos um pouco de beleza.

»»»»»»»»»

Senhor Jesus, aos teus pés

eu aprendo o que é importante.

A ternura, a compaixão,

O acolhimento, a disponibilidade,

O interesse pelos problemas das pessoas.

Ajuda-me a fazer da minha vida

perfume que enche a casa

daqueles que amo.

 

00000000000000000

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail