OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Notícias de Josémaria Escrivá.info–20-4-2011

 
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Multimedia
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:: Viver a Semana Santa ::
Meu Senhor e Meu Deus, sob o olhar amoroso da nossa Mãe, dispomo-nos a acompanhar-te pelo caminho da dor...
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/semana-santa


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Multimedia
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:: A Semana Santa em imagens ::
"A Semana Santa não pode reduzir-se a uma mera recordação, já que é a consideração do mistério de Jesus Cristo, que se prolonga nas nossas almas; o cristão deve ser "alter Christus, ipse Christus", outro Cristo, o mesmo Cristo". (São Josemaria)
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/semana-santa-roma


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Para falar com Deus
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:: Ser uma personagem mais na vida de Jesus ::
É preciso que conheçamos bem a vida de Cristo, que a tenhamos toda inteira na mente e no coração, de modo que, em qualquer momento, sem necessidade de nenhum livro, fechando os olhos, possamos contemplá-la como num filme; de forma que, nas diversas situações da nossa conduta, acudam à memória as palavras e os feitos do Senhor.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/ser-uma-personagem-mais-na-vida-de-jesus


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Para falar com Deus
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:: O mandamento novo ::
Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a Sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele que amara os Seus, que estavam no mundo, levou até ao extremo o Seu amor por eles (Jo 13, 1).
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/o-mandamento-novo


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Relatos
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:: Mortificação e penitência, o amor à Cruz, o espírito de contrição no Fundador do Opus Dei ::
O Fundador do Opus Dei alude, em Caminho, 856, ao paradoxo de que quem segue o “Pequeno caminho de infância”, para se tornar criança, necessita de robustecer e virilizar a sua vontade. Por isso, me pareceu oportuno abordar agora a prática da mortificação e da penitência, o amor à cruz, o espírito de contrição.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/mortificaccedilao-e-penitecircncia2c-o-amor-agrave-cruz2c-o-espirito-de-contricccedilao-no-fundador-do-opus-dei


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Notícias
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:: Charlie Cox: "Agora tenho uma ligação especial com São Josemaria" ::
Reproduzimos uma entrevista ao actor Charlie Cox, que interpreta o papel de São Josemaria em 'Encontrarás dragões', no jornal espanhol "El Mundo". Cox explica que um actor devia ter uma carreira fora do comum e uma vida normal: “Luto por ter uma vida normal, por voltar sempre às raízes, à família, aos velhos amigos".
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/charlie-cox3a-5c22agora-tenho-uma-ligae7e3o-especial-com-se3o-josemaria5c22



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Compilação de 
António Fonseca

Nº 896-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - QUINTA-FEIRA SANTA - 21 DE ABRIL DE 2011

896-3

Do livro A Religião de Jesus, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De BrouwerHenao, 648009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

21 de Abril - QUINTA-FEIRA SANTA

ÚLTIMA CEIA e LAVA-PÉS

Jo 13, 1-15

Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a Sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele que amara os Seus que estavam no mundo, levou até ao extremo o Seu amor por eles. E, no decorrer da ceia, tendo já o Diabo metido na cabeça a Judas Iscariotes, filho de Simão, que O entregasse, sabendo Jesus que o Pai depositara nas Suas mãos, todas as coisas e que havia saído de Deus e ia para Deus, levantou-Se da mesa, tirou as vestes e, tomando uma toalha, colocou-a à cinta. Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que pusera à cinta. Ao chegar a Simão Pedro, este disse-Lhe. «Tu vais lavar-me os pés?» Jesus respondeu-lhe: «O que Eu faço, tu não podes entendê-lo agora, mas hás-de sabê-lo depois». Pedro insistiu: «Nunca me lavarás os pés». Jesus respondeu-lhe: «Se eu não te lavar, não terás parte Comigo». «Senhor, disse-Lhe Simão Pedro, não só os pés, mas também as mãos e a cabeça!» Jesus respondeu-lhe: «Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos». Ele bem sabia quem O ia entregar; por isso, disse: «Nem todos estais limpos». Depois de lhes lavar os pés, de retomar as Suas vestes e de Se pôr de novo à mesa, disse-lhes: «Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-Me Mestre e Senhor, e dizeis bem, visto que sou. Ora, se Eu vos lavei os pés, sendo Senhor e Mestre, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também…»

1. O lava-pés reduziu-se na Igreja a um mero rito litúrgico que uma vez por ano, nos ofícios de Quinta-feira Santa, o sacerdote oficia como mais uma cerimónia. E sem mais consequências, nem na vida da gente, nem no sistema organizativo da Igreja. É verdade que, na missa deste dia, é costume pregar sermões e homilias que elogiam a humildade, a caridade e outras virtudes semelhantes. Mas o facto é que este ritual não modifica nem a vida dos fiéis, nem a exemplaridade da Igreja.

2. Seguramente, o pior que temos feito aos cristãos com este exemplo, que nos deixou Jesus, terá sido organizar com ele um rito litúrgico. E, fazendo isso, talvez nos imaginemos que estamos cumprindo o mandato do Senhor. Mas o que fez Jesus não foi um ritual litúrgico. Se Pedro não estava disposto a aceitar o lava-pés, é que se deu conta de que aquilo era algo muito sério e com o que ele não estava de acordo. Porque lavar os pés era trabalho de escravos. Por isso, como se podia tolerar que o “Mestre” e o “Senhor” se convertesse em “escravo”? Isso equivalia a transtornar toda a ordem estabelecida, o sistema económico, a organização da sociedade.

3. Disse São Paulo, que Deus, em Jesus, “se esvaziou de si mesmo”, o que significa que mudou a “condição divina” pela “condição de escravo” (Fil 2, 7). Isto se sabia uns trinta anos antes de se redigir o IV Evangelho. O lava pés é a forma concreta de representar a Deus, revelado em Jesus, na sociedade de todos os tempos, também (como é lógico) na atual. Que nos diz isto? Que este mundo tem arranjo na medida em que há gente que se nega a fazer de “senhor” dos demais; e aceita ir pela vida como “escravo” de todos.

Compilação por

António Fonseca

Nº 896-2 - (109) - SANTOS DE CADA DIA - 21 DE ABRIL DE 2011

35 Santos e Beatos

Nº 896-2

• Anselmo, Santo 
Bispo e Doutor da Igreja

Anselmo, Santo

Anselmo, Santo

Nasceu Santo Anselmo em Aosta (Piemonte), pelo ano de 1033. Seus pais foram o Conde Gondulfo e uma senhora chamada Ermemberga, a quem veio a dever a educação cristã. Teve como mestres um clérigo e depois os Beneditinos de Aosta; recordará depois com saudade o que assim aprendera. Encantador, bem disposto, a todos agradável, nem sempre foi edificante. Pelos vinte anos,  tendo perdido a mãe e sendo o pai intratável, Anselmo saiu do castelo familiar com um criado e um burro, indo para França sem intenção de voltar. Seis anos se entregou lá ao estudo e à “procura de prazer”. Na Normandia bateu à porta do mosteiro de Bec, para completar os estudos. Era lá professor Lanfranc, de quem se dizia que sabia a gramática como Herodiano, a dialéctica como Aristóteles, a retórica como Cícero e a Sagrada Escritura como S. Jerónimo e Santo Agostinho. Ao terminar a formação científica. Anselmo resolveu fazer-se também monge. Tinha 27 anos. Pouco depois, o seu mestre Lanfranc era elevado à sé arquiepiscopal de Cantuária e Anselmo teve de sucede-lhe na cátedra como o discípulo mais distinto, E por morte de Herluíno, abade do mosteiro de Bec, o jovem mestre foi eleito para Superior da abadia. A norma do seu governo foi mansidão e bondade. A um abade excessivamente rigoroso, que se queixava do espírito de rebeldia dos súbditos, escreveu: “Como quereis que reinem na vossa casa a paz e a disciplina, se apenas alimentais os vosso filhos com  fel e amargura?» O segredo da sua paz interior declarou-o a outro religioso com estas palavras: «Se queres ser feliz na vida religiosa, esquece-te do mundo e alegra-te de que o mundo se esqueça de ti». A calma era um, dos seus traços distintivos. Por isso tanto insistia na renúncia de si próprio. Costumava dizer que não vive ele próprio, mas Cristo. Esquecia-se do mundo, mas o mundo não se esquecia dele. Em 1902 foi nomeado para a sé primacial de Cantuária, por morte do mestre Lanfranc. Desde então o seu viver foi lutar. Antes de nomeado bispo, tinha dito a Guilherme II: «Não te empenhes em jungir um toiro com um  cordeiro, porque não poderão debulhar juntos”. Efectivamente, o monarca inglês nunca se pôde entender com Anselmo. Queria ser Monarca e Papa ao mesmo tempo. Pretendia dispor com absoluta autoridade dentro dos assuntos da Igreja e apropriar-se de todos os seus bens. O novo arcebispo quis reduzi-lo ao recto caminho com bons modos, com exortações e conselhos. Não bastou e foi preciso excomungá-lo. Anselmo saiu desterrado da Inglaterra e peregrinou pelo Continente. Lião, Roma e Nápoles puderam admirar a sua virtude e ciência. Assistiu como luminar a um concilio, em Bári, e depois ao outro, em Roma. As honras que recebia na Itália fizeram-no voltar a França, mas não sem pedir várias vezes ao Papa que aceitasse a sua renúncia ao bispado de Cantuária. Por morte de Guilherme II voltou à sua diocese. Teve de lutar com Henrique II para defender os direitos da igreja. Novo desterro e nova visita ao papa. Mas os clamores dos católicos ingleses e a influência da irmã do rei conseguiram que fosse reposto na sua sé e ocupou-a até à morte. Preparando-se para esta, esteve dois anos doente, sem que lhe saísse dos lábios outra queixa que não fosse de não poder celebrar Missa. Durante essa última enfermidade, descansava num leito de cinzas e vestido de áspero cilício. Morreu a 21 de Abril de 1109. Santo Anselmo foi um  santo e o primeiro teólogo-filósofo. Como Santo Agostinho e todos os grandes talentos, buscou sempre a paz da alma na união com Deus. “Vamos, homem inconsistente, diz-nos: deixa o tormento das tuas canseiras; foge um  instante dos teus cuidados tormentosos; esquece as fadigas que te esmagam, e despreza essa estéril atividade que te enche de fadiga e aflição. Ocupa-te um instante de Deus e busca n’Ele o teu repouso. Entra na celazinha do teu coração, e arroja daí tudo o que não seja Ele, tudo o que não te ajude a buscá-lo. Depois fecha, e abre bem os olhos”. E a seguir dirige-se a Deus e fala-lhe do seguinte modo: “Senhor, desejo conhecer a Tua vontade, a Tua verdade que o meu coração crê e que ama a aminha alma; não quero compreender para crer, mas crer para compreender, pois sei muito bem que sem a fé não compreenderia nada de nada”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www. jesuítas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

• Maximiano de Constantinopla, Santo
Bispo

Maximiano de Constantinopla, Santo

Maximiano de Constantinopla, Santo

 

Maximiano, natural de Roma, de família rica e poderosa, saiu da sua terra natal para se dirigir para Constantinopla, onde o seu amor pela virtude e a afabilidade lhe ganharam o afecto de todos. O patriarca Sisínio ordenou-o sacerdote. Quando, a seguir à condenação de Nestório, ele foi nomeado patriarca, estava já velho e esgotado pelas suas mortificações; uma piedade profunda e o carácter agradável e sossegado pareceram convenientes para as disputas acabarem. Escreveu a Cirilo de Alexandria para lhe pedir socorro de orações; na resposta, este prestou homenagem à pureza da fé, à sabedoria e à prudência de Maximiano, e prometeu-lhe o auxílio do Senhor. O papa Celestino I, informado da nomeação, felicitou os Padres do Concílio de Éfeso pela escolha feita; esse homem, desprovido de qualquer artifício, era exatamente o sucessor indicado para Sisínio de santa memória, que tanto se notabilizara pela simplicidade da fé. Maximiano, pastor fiel e prudente, possuía tudo o que se requer para reunir ovelhas dispersas. Cirilo atribuiu o restabelecimento da paz na Igreja às orações de homem tão santo. Mas este, depois de ocupar a sé patriarcal durante dois anos  e cinco meses, faleceu subitamente em quinta-feira santa, a 12 de Abril de 434. Os Gregos honram a memória de Maximiano a 21 de Abril, talvez por ter sido o dia do enterro, ou porque esta data indica a trasladação do corpo para a Igreja dos Santos Apóstolos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Bartolomeu Cerveri, Beato
Sacerdote e Mártir

Bartolomé Cerveri, Beato

Bartolomé Cerveri, Beato

 

Martirológio Romano: Em Cervere, perto de Fossano,no Piemonte, beato Bartolomé Cerveri, presbítero da Ordem de Pregadores e mártir, que lutou por defender a fé católica e a confirmou ao morrer atravessado por lanças de hereges (1466). Etimologicamente: Bartolomé = Aquele que é filho de Ptolomeu, é de origem hebraica. Nascido em Savigliano (Turim) em redor de 1420. Sacerdote da Ordem de Pregadores (Dominicanos), foi professor de teologia em Turim (1452) e várias vezes prior de Savigliano. Insigne por seu magistério e por seu ministério apostólico foi encarregado do oficio de inquisidor geral (1459). Lutou eficazmente pela defesa da fé e selou seu ensino com o martírio quando foi assassinado pelos hereges perto de Cerveri em 21 de abril de 1466. Bartolomé soube de antemão que ia a morrer, pelo que antes de viajar a Cerveri se confessou e logo  comentou a seu confessor "Me chamarão Bartolomé de Cerveri, ainda que nunca tenha posto ali os pés. Hoje vou como inquisidor, e ali hei-de morrer". Seu corpo foi trasladado para a igreja paroquial de Cerveri. Pío IX confirmou seu culto em 22 de setembro de 1853.

• Romão Adame Rosales, Santo
Presbítero e Mártir Mexicano

Román Adame Rosales, Santo

Román Adame Rosales, Santo

Martirológio Romano: Em Nochistlán, no território de Guadalajara, no México, são Román Adame, presbítero e mártir, que na perseguição contra a Igreja foi martirizado por confessar a Cristo Rei (1927). Etimologicamente: Román = Aquele que pertence a Roma, é de origem latina.

Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram:

1 - Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote; 2 - Roman Adame Rosales, Sacerdote; 3 - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote; 4 - Júlio Alvarez Mendoza, Sacerdote; 5 - Luis Batis Sainz, Sacerdote; 6 - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote; 7 - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote; 8 - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote; 9 - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote; 10 - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote; 11 - Margarito Flores Garcia, Sacerdote; 12 - José Isabel Flores Varela, Sacerdote; 13 - David Galvan Bermudez, Sacerdote; 14 - Salvador Lara Puente, Laico; 15 - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote; 16 - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote; 17 - Manuel Morales, Laico; 18 - Justino Orona Madrigal, Sacerdote; 19 - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote; 20 - Jose Maria Robles Hurtado, Sacerdote; 21 - David Roldan Lara, Laico; 22 - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote; 23 - Jenaro Sanchez Delgadillo; 24 - David Uribe Velasco, Sacerdote; 25 - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote

Para ver as biografias dos Mártires Mexicanos do século XX
F
az Click AQUI

• Conrado (Juan Evangelista) Birndorfer de Parzham, Santo
Religioso Capuchinho

Conrado (Juan Evangelista) Birndorfer de Parzham, Santo

Conrado (Juan Evangelista) Birndorfer de Parzham, Santo

Nasceu em Parzham (Baixa Baviera), em 1818, e morreu em Altoting (na mesma Baviera), a 21 de Abril de 1894. Trabalhou na quinta da família até à idade de 30 anos, quando se foi apresentar aos capuchinhos que se ocupavam do santuário de Nossa Senhora de Altoting. Estes receberam-no com o irmão leigo e fizeram-no porteiro, cargo em que o mantiveram sempre. Acolhia, como se fosse Cristo, todos os que se apresentavam; fornecedores, visitantes e peregrinos. Muitos religiosos e religiosas confessaram dever a própria vocação à palavra do Santo. Um beneditino fez à conta: à razão de 40 badaladas por dia, Conrado fez mais de meio milhão de atos de virtude na sua vida. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.. Ver também www.es.catholic (onde consta uma longuíssima biografia deste Santo) e www.santiebeati.it.

• Apolónio de Roma, Santo
Mártir

Apolonio de Roma, Santo

Apolónio de Roma, Santo

Martirológio Romano: Em Roma, comemoração de santo Apolónio, filósofo e mártir, que, em tempo do imperador Cómodo, ante o prefeito Perénio e o Senado defendeu com aguda palavra por causa da fé cristã, que confirmou com o testemunho de seu sangue ao ser condenado à pena capital (185). Etimologicamente: Apolónio = Aquele que brilha, é de origem grega.  Apolónio, senador romano, era conhecido entre os cristãos da Urbe por sua elevada condição social e profunda cultura. Denunciado provavelmente por um escravo seu, o juiz convidou a Apolónio a justificar-se frente ao senado. O apresentou  - escreve Eusébio de Cesareia - uma eloquentíssima defesa da própria fé, mas igualmente foi condenado a morte. O procônsul Perenio, em atenção à nobreza e fama de Apolónio desejava sinceramente salvá-lo, mas se viu obrigado a pronunciar a condenação pelo decreto do imperador Cómodo (em redor do ano 185). Reproduzimos aqui alguns passagens do processo, em que o mártir afirma seu amor pela vida, recorda as normas morais dos cristãos recebidas do Senhor Jesús, e proclama a esperança numa vida futura. Apolónio: Os decretos dos homens não podem suprimir o decreto de Deus; mais crentes vocês matem, e mais se multiplicará seu número por obra de Deus. Nós não encontramos duro o morrer pelo verdadeiro Deus, porque por meio dele somos o que somos; para não morrer de má morte, suportamos tudo com constância; já vivos, já mortos, somos do Senhor. Perenio: ¡Com estas ideais, Apolónio, tu sentes gosto em morrer! Apolónio: eu experimento gosto na vida, mas o por amor à vida que não temo em absoluto a morte; indubitavelmente, não há coisa mais preciosa que a vida, mas que a vida eterna, que é imortalidade da alma que há vivido bem nesta vida terrena. O Logos (= Palavra) de Deus, nosso Salvador Jesus Cristo nos ensinou a travar a ira, a moderar o desejo, a mortificar a concupiscência, a superar as dores, a estar abertos e sociáveis, a incrementar a amizade, a destruir a vanglória, a não tratar de vingar-nos contra aqueles que nos fazem mal, a desprezar a morte pela lei de Deus, a não devolver ofensa por ofensa, mas a suportá-la, a crer na lei que ele nos deu, a honrar ao soberano, a venerar somente a Deus imortal, a crer na alma imortal, no juízo que verá depois da morte, a esperar no prémio dos sacrifícios feitos por virtude, que o Senhor concederá a quem haja vivido santamente. Quando o juiz pronunciou a sentença de morte, Apolónio disse: "Dou graças a meu Deus, procônsul Perenio, juntamente com todos aqueles que reconhecem como Deus o omnipotente e unigénito Filho seu Jesus Cristo e ao Espírito Santo, também por esta sentença tua que para mim é fonte de salvação". Apolónio morreu decapitado em Roma no domingo 21 de abril. Eusébio comenta assim a morte de Apolónio: "O mártir, muito amado por Deus, foi um santíssimo lutador de Cristo, que foi ao encontro do martírio com alma pura e coração fervoroso. Seguindo seu fúlgido exemplo, vivifiquemos nossa alma com a fé".  Sabemos também pelo mesmo Eusébio que o acusador de Apolónio - como também mais tarde o do futuro papa Calixto – foi condenado a ter as pernas quebradas. Com efeito, segúndo uma disposição imperial, que Tertuliano (Ad Scap. IV, 3) atribuí a Marco Aurélio, os acusadores dos cristãos deviam ser condenados à morte. As Actas do martírio de Apolónio, descobertas no século passado, existem hoje em versão original arménia e grega e em várias traduções modernas (das "Actas dos antigos mártires", incorporadas em Eusébio,"Historia Eclesiástica", V, 21).
Reproduzido com autorização de Catacombe.Roma.it

• Juan Saziari, Beato
Religioso Franciscano

Juan Saziari, Beato

Juan Saziari, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Cagli, de Piceno, em Itália, beato Juan Saziari, religioso da Terceira Ordem de São Francisco (c. 1372). Etimologicamente: Juan = Deus é misericordioso, é de origem hebraica. Em 1287, durante uma cruenta batalha, a antiquíssima comuna de Cagli foi quase totalmente incendiada. Esta comuna surgiu sobre o Monte Petrano mas dois anos depois dois habitantes decidiram deslocar o centro das actividades cidadãs para as suas faldas. É aqui, onde algumas décadas depois, viveu o beato Juan Saziari. Nasceu em redor do ano 1327, levou uma vida simples, dividindo seu tempo entre o trabalho no campo e a oração. Não se casou, nem teve filhos, mas foi querido por todos. Teve um carisma certamente não ordinário. Se fez terceiro franciscano querendo assim seguir os ensinamentos e o ideal de vida do santo de Assis. Morreu entre 1370 e 1372, deixando a seus concidadãos um extraordinário exemplo de santidade vivida na modéstia de vida quotidiana. O Senhor, por intercessão do piedoso camponês de Cagli, contestou aos rogos de seus devotos, concedendo graças e milagres. Estes tiveram lugar em seguida de sua morte e sua memória foi transmitida através de inscrições na lápide sepulcral. Em particular, sua celeste ajuda se fez sentir durante uma terrível peste. A parte frontal de urna mármore, elaborada pelo maestro António de Cagli, está agora próxima do altar onde são custodiadas suas relíquias. Um notário de Imola, em 1374, registou oficialmente alguns milagres. Num antigo documento de 1441 já era chamado beatoJuan é enterrado na igreja de São Francisco, a mais antiga da ordem franciscana na região de Marcas, provincia de Piceno. Em 1642 foi posto numa urna de madeira. Às relíquias foram realizados dois reconhecimentos, em 1764 e em 1849. Na Cúria de Cagli, hoje unida com a de Fano, se conserva a documentação do processo de beatificação que viu sua culminação em 9 de dezembro de 1980 – no pontificado de João Paulo II – considerando a veneração que lhe tem sido tributada ininterrompidamente por séculos. A festa do beato, hoje familiarmente chamado beato Juanino, foi fixada para 21 de abril.  Reproduzido com autorização de Santiebeati.it

• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia

Santo Aristo, presbítero e mártir
Em Alexandria, no Egipto, santo Aristo, presbítero e mártir (s. inc.).

Santo Anastásio, abade
No monte Sinai, santo Anastásio, ecúmeno, que defendeu incansavelmente a fé ortodoxa ante os monofisitas e escreveu obras destinadas à salvação das almas (c. 700).

Santo Maelrubo, abade
No mosteiro de Applecroos, em Escócia, santo Maelrubo, abade, o qual, oriundo de Irlanda e monge de Bangor, fundou um mosteiro de missionários, desde que distribuiu, durante cinquenta anos, a luz da fé à população daquelas regiões (722).

50220 > Sant' Anastasio il Sinaita  MR
26800 > Sant' Anselmo d'Aosta Vescovo e dottore della Chiesa - Memoria Facoltativa
90522 > Sant' Apollonio di Roma Filosofo e martire  MR
50210 > Sant' Aristo Sacerdote e martire  MR
90756 > Beato Bartolomeo Cerveri Sacerdote e martire  MR
32000 > San Corrado (Giovanni Evangelista) Birndorfer da Parzham Cappuccino  MR
94110 > Beato Giovanni de Riano Mercedario 
92696 > Beato Giovanni Saziari Terziario francescano  MR
20256 > Giovedì Santo - Cena del Signore  (celebrazione mobile) - Solennità
50230 > San Maelrubha di Applecross Abate  MR
90112 > San Roman Adame Rosales Sacerdote e martire  MR

http://es.catholic.net/santoral e também  www.santiebeati.it  e, ainda  www.jesuitas.pt

Compilação  e tradução de espanhol para português por

António Fonseca

Nº 896-1 - REZAR NA QUARESMA - 21 DE ABRIL DE 2011

896-1

21 DE ABRIL

QUINTA-FEIRA

SEMANA SANTA

João 13, 1-15

“Começou a lavar os pés aos discípulos…”

*************

Não havia necessidade!

Talvez não.

Mas esta é a hora da verdade.

Em que os gestos e as palavras devem dizer o mais profundo da alma.

E Jesus mostra aos discípulos a sua verdade:

filho amado pelo Pai,

só Se sente feliz,

realizado,

amando e servindo.

 

»»»»»»»»»

Ao ver-Te aos meus pés,

disponível para me servires,

percebo finalmente quem és.

Começo a entender

o sentido da tua vida.

Fica mais claro

o que fazes na Eucaristia.

Ofereces a tua vida por amor.

Ajuda-me a aprender conTigo

esta arte de um amor tão intenso.

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail