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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nº 897-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - SEXTA-FEIRA SANTA - 22 DE ABRIL DE 2011

897-3

Do livro A Religião de Jesus, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De BrouwerHenao, 648009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

22 de Abril – SEXTA-FEIRA SANTA

PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Jo 18, 1-19, 42 

Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cédron onde havia um  horto, no qual Ele entrou com os discípulos. Ora Judas, o que O ia entregar, também conhecia aquele lugar por Jesus Se ter lá reunido muitas vezes com os discípulos. Então Judas, conduzindo a coorte e os guardas fornecidos pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus foi ali ter com lanternas, archotes e armas. Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «A quem buscais». Responderam-Lhe: «A Jesus, o Nazareno». «Sou Eu», retorquiu Jesus. E Judas, que o ia trair, também estava com eles. Quando Jesus lhes disse: «Sou Eu» recuaram e caíram por terra. Perguntou-lhes novamente: «A quem buscais»? E eles disseram: «A Jesus, o Nazareno». Jesus respondeu: «já vos disse que sou Eu. Se é, pois, a Mim que buscais, deixai partir estes». Isto, para que se cumprisse a palavra que havia dito: «Dos que Me deste não perdi nenhum». Então Simão Pedro que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu um servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco. Mas disse Jesus a Pedro: «Mete a tua espada na bainha; não beberei Eu o cálice que Meu Pai me deu»? Então a coorte, o tribuno e os guardas dos judeus apoderaram-se de Jesus e manietaram-n’O. Conduziram-n’O primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, que era Sumo Sacerdote, desse ano. Tinha sido Caifás quem dera este conselho aos judeus: «É preferível que morra um só homem pelo povo». Entretanto Simão Pedro, com outro discípulo, seguia a Jesus. Este discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote, enquanto Pedro ficava à porta, do lado de fora. Saiu então o outro discípulo, conhecido do Sumo Sacerdote, falou à porteira e levou Pedro para dentro. Então a porteira disse a Pedro: «Não és tu dos discípulos desse homem?» Ele respondeu: «Não sou» Estavam ali presentes os servos e os guardas, que, por estar frio, tinham feito um braseiro e estavam a aquecer-se. Pedro também estava com eles a aquecer-se. Então, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos Seus discípulos e da Sua doutrina. Jesus, respondeu-lhe: «Falei abertamente ao mundo: sempre ensinei na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em segredo. Porque me interrogas? Pergunta aos que ouviram aquilo que lhes ensinei; bem sabem o que Eu disse». Tendo dito isto, um dos guardas, que ali estava, deu uma bofetada a Jesus, dizendo: «É assim que respondes ao Sumo Sacerdote»? Jesus respondeu-lhe: «Se falei mal, mostra onde está o mal; mas, se falei bem, porque Me bates?» Então, Anás mandou-O, manietado, ao Sumo Sacerdote Caifás. Entretanto, Simão Pedro estava ali a aquecer-se. Disseram-lhe então: «Não és também tu um dos seus discípulos»? Ele negou e disse: «Não sou». E um dos servos do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: «Não te vi eu no horto com Ele?» Pedro negou outra vez, e nesse momento um galo cantou. Depois levaram Jesus da casa de Caifás ao pretório. Era de manhã cedo e eles não entraram no pretório para não se contaminarem e poderem, assim, celebrar a Páscoa. Pilatos então, saiu cá fora e disse-lhes: «Que acusação apresentais contra este homem?» Disseram-lhe em resposta: «Se Ele não fosse malfeitor, não t’O entregaríamos». Retorquiu-lhes Pilatos: «Levai-O vós e julgai-O segundo a vossa Lei». Disseram-lhe então os judeus: «A nós não nos é lícito matar pessoa alguma». Isto, para que se cumprisse a palavra dita por Jesus, ao indicar de que morte ia morrer. Pilatos tornou a entrar no pretório, chamou Jesus e disse-Lhe: «Tu és o rei dos judeus»? Jesus respondeu-lhe: «É por ti mesmo que dizes isso, ou disseram-to outros de Mim»? Pilatos respondeu: «Porventura sou eu judeu? A Tua nação e os sumos sacerdotes é que Te entregaram a mim: que fizeste?» Jesus respondeu: «O meu Reino não é deste mundo; se o meu Reino fosse deste mundo, pelejariam, os Meus servos, para que Eu não fosse entregue aos Judeus; mas o Meu Reino não é daqui». Disse-lhe Pilatos: «Logo Tu és Rei?» Jesus retorquiu: «Tu o dizes! Eu Sou Rei! Para isso nasci e para isto vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz». Disse-Lhe Pilatos: «Que é a verdade»? Dito isto, tornou a ir ter com os judeus e disse-lhes: «Não acho n’Ele culpa alguma; Vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus?» Então eles gritaram de novo: «Esse não, mas Barrabás». Barrabás era um salteador. Então Pilatos mandou que levassem Jesus e O açoitassem. E os soldados, depois de tecerem uma coroa com espinhos, puseram-Lha na cabeça e envolveram-n’O com um  manto de púrpura. Depois, avançavam para Ele e diziam: «Salve, ó Rei dos Judeus»! E davam-Lhe bofetadas. Pilatos saiu outra vez fora e disse-lhes: «Aqui vo-Lo trago fora, para que saibais que não acho n’Ele culpa alguma». Saiu, pois, Jesus fora, levando a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Pilatos disse: «Eis aqui o homem"« (Ecce homo) Assim que O viram, os príncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram: «Crucifica-O! Crucifica-O!» Tornou Pilatos a dizer: «Tomai-O vós e crucificai-O, que eu não encontro n’Ele culpa alguma». responderam-lhe os judeus: «Nós temos uma Lei e, segundo a nossa Lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus!» Quando Pilatos ouviu estas palavras, mais atemorizado ficou. Entrou outra vez no pretório e disse a Jesus: «De onde és Tu?» Mas Jesus não lhe deu resposta. Disse-Lhe então Pilatos: «Não me falas? Não sabes que tenho poder para Te soltar e poder parra Te crucificar»? Jesus respondeu: «Nenhum poder terias sobre Mim se do Alto te não fosse dado. Por isso, aquele que Me entregou a ti tem maior pecado». A partir de então, Pilatos procurava libertá-Lo; mas os judeus gritavam: «Se O libertardes, não és amigo  de César; todo aquele que se faz rei é contra César». Ouvindo isto, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Lajeado, em hebraico “Gabbathá”. Era a Preparação da Páscoa e quase à hora sexta. Pilatos disse aos judeus «Eis aqui o vosso rei»! Mas eles gritaram: «À morte, à morte. Crucifica-O»! Pilatos retorquiu: «Hei-de crucificar o vosso Rei»? Os príncipes dos sacerdotes responderam: «Não temos outro rei senão a César»! Então entregou-Lho para ser crucificado. Levaram, pois, consigo Jesus. E, carregando às costas a cruz, saiu para o lugar chamado Crânio, que em hebraico se diz «Gólgota», onde O crucificaram, e, com Ele, mais dois: Um de cada lado e Jesus no meio. Pilatos escreveu também um letreiro e pô-lo no cimo da cruz. Nele estava escrito: «JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS». Muitos dos judeus leram esse letreiro, porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade e o letreiro estava escrito em hebraico, grego e latim. Disseram então os príncipes dos sacerdotes a Pilatos: «Não escrevas: «O rei dos judeus, mas que Ele disse: «Eu sou o rei dos judeus». Pilatos respondeu: «O que escrevi, está escrito». Tendo os soldados crucificado Jesus, tomaram as Suas vestes – de que se fizeram quatro partes, uma para cada soldado – e também a túnica. A túnica, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram uns aos outros: «Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será». Assim se cumpriu a Escritura: «Repartiram entre si as Minhas vestes e sobre a Minha túnica deitaram sortes». Assim fizeram, pois, os soldados. Junto da cruz de Jesus estavam Sua mãe, a irmã de Sua Mãe, Maria, mulher de Cleófas e Maria de Magdala. Ao ver Sua Mãe e junto dela, o discípulo que Ele amava, Jesus disse a Sua mãe: «Mulher, eis aí o teu Filho». Depois disse ao discípulo: «Eis aí a tua mãe». E, desde aquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa. Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede». Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam uma esponja no vinagre, fixando-a a um rapo de hissopo, levaram-lha à boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito. Então os judeus, visto ser o dia da Preparação, para os corpos não ficarem na cruz ao sábado – pois era um grande dia aquele sábado –, pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retiras dos. Vieram então os soldados e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao segundo dos que tinham sido crucificados com Ele. Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados perfurou-Lhe o lado com uma lança e logo saiu sangue e água. Aquele que o viu é que o atesta, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que diz a verdade, para que também vós acrediteis. E isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: «Nem um  só dos Meus ossos se há-de quebrar». E outra vez diz a Escritura: «Hão-de olhar para Aquele que trespassaram». Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, ainda que em oculto por medo dos judeus, pediu a Pilatos para levar o corpo de Jesus. Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e tirou o corpo. Veio, também Nicodemos, aquele que, anteriormente, se dirigira, de noite, a Jesus, trazendo uma composição de quase cem libras de mirra e aloés. Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-n’O em ligaduras juntamente com os perfumes, segundo a maneira de sepultar usada entre os judeus. No lugar em que Ele tinha sido crucificado, havia um  horto e, no horto, um túmulo novo, no qual ninguém fora ainda depositado. por causa da Preparação dos judeus com o o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.

1. O que chama a atenção primeiro que tudo é que o mais significativo, que nos deixou Jesus (o final da sua vida), não nos é apresentado en forma de uma “reflexão teológica”, mas sim com o um “relato histórico”. O decisivo na vida (a de Jesus e nossa) não são as “ideias”, mas sim os “factos”. Há muitos escritores, pregadores, artistas, músicos, que se empregaram a fundo para explicar a morte de Jesus. Mas há muito menos imitadores do exemplo que nos deixou Jesus. O que salva o mundo é explicar a vida de Jesus mediante a própria vida.

2. Este relato da Paixão destaca a solidão de Jesus: o abandonam os apóstolos (Jo 18, 8); o atraiçoa Judas (Jo 18, 3); Pedro renega da sua fé e relação com Jesus (Jo 18, 15-27); a multidão entusiasta não se menciona. Fica Jesus só perante os Sumos Sacerdotes que, em todo o relato, atuam como os que forçam o procurador para a condenação à morte. E morte de cruz, a mais horrenda forma de execução que havia então.

3. Jesus se entrega livremente a uma tropa de polícias a que atira por terra só com a sua Palavra (Jo 18, 6). A duvidosa historicidade deste incidente não lhe tira o significado religioso.

4. Destaca a liberdade de Jesus perante o tribunal religioso. A “audácia” o atrevimento “parresia” de Jesus, que não tinha nada que ocultar (Jo 18, 19-21). É o modelo para o que a Igreja diz e como o diz. E também para o que cala e oculta.

5. O relato se esforça por deixar de lado a responsabilidade da autoridade política. Se bem que o motivo formal da condenação foi o delito  de laesae maiestatis, como consta pelo letreiro que puseram, sobre a cruz. A Jesus se condenou por uma ambição política que jamais teve nem mostrou.

6. Os responsáveis da morte na cruz foram os sacerdotes (Jo 19, 6. 7. 15). Foi a religião que matou Jesus (Jo 19, 7). O “sacerdote” e o “profeta” são incompatíveis.

7. A morte de Jesus não foi um acto religioso, nem um cerimonial sagrado, nem exemplo de devoção,  estética ou beleza. Foi um crime “legal”. E foi, portanto, a execução de um condenado. A salvação que transporta Jesus é laica; não está vinculada nem ao tempo, nem ao sacerdócio, nem ao culto. Está vinculada à liberdade profética e à transparência ética de um homem que existiu para os outros.

 

Compilação por

António Fonseca

Nº 897-2 (110) - 22 DE ABRIL DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

62 Santos e beatos

Nº 897-2

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NOSSA SENHORA

(MÃE DA COMPANHIA DE JESUS)

No dia 27 de Setembro de 1540, Paulo III aprovou a primeira fórmula da Companhia de Jesus e concedeu a faculdade de se escreverem as Constituições. Santo Ináciojá eleito Superior Geral – e os outros Companheiros que então estavam em Roma fizeram os votos solenes no dia 22 de Abril de 1541, na Basílica romana de S. Paulo, diante da imagem de Nossa Senhora. Por isso se considera esta data como o dia natalício da Companhia de Jesus; e, para o comemorar, se celebra a festa de Nossa Senhora, mãe da Companhia de Jesus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Sotero, Santo
Estrela XII Papa

Sotero, Santo

Sotero, Santo

Martirológio Romano: Em Roma, santo Sotero, papa, de que santo Dionísio de Corinto louva sua egrégia caridade para com os irmãos e aos estrangeiros necessitados e oprimidos pela necessidade ou condenados às minas (175). Etimologicamente: Sotero = Aquele que nos pode salvar, é de origem grega. São Sotero nasceu em Nápoles, segundo todas as probabilidades, em fins do século I ou princípios do II. Os seus méritos elevaram-no ao sólio pontifício no ano de 161, por morte de Santo Aniceto. Eram os tempos de Marco Aurélio (161-180), em cujo reinado tanto sofreu a Igreja. Em Roma, grande número de cristãos, seguindo o papa Calisto, foram condenados às minas da Sardenha e à perda da própria liberdade. O zelo e a caridade de S. Sotero tinha campo vastíssimo; é o que nos consta pela carta que lhe escreveu S. Dionísio, bispo de Corinto: “Derramaste a tua beneficência sobre os irmãos, enviando a muitas igrejas esmolas e socorrendo todos os pobres, especialmente os que trabalhavam nas minas. Em toda a parte renovas a generosa caridade dos teus antecessores, socorrendo os que padecem por Cristo”. Este zelo e  caridade coroou-os com o martírio, cujos pormenores não chegaram até nós; mas do martírio em si mal se pode duvidar, porque em todos os martirológios vem mencionado como confessor da fé, entre os que selaram com sangue o testemunho em favor da verdade.(ver abaixo a biografia de S. Caio), Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it. EstrelaAinda que estes Santos tenham vivido em séculos diferentes, a festa de ambos celebrava-se neste mesmo dia (22-Abril).

• Caio, Santo
Estrela XXVIII Papa

Cayo, Santo

Cayo, Santo

O Martirológio Romano fala-nos de S. Caio como Papa e Mártir do tempo de Diocleciano. O Livro Pontifical diz que foi obrigado a esconder-se por algum tempo nas profundidades do cemitério de Calisto. E indica na primeira redação que descansou como confessor; um segundo texto acrescenta que foi coroado pelo martírio. S. Caio morreu em 296, em completa paz. Os críticos modernos dizem que não existe nenhum monumento autêntico do seu martírio. O título de mártir pode-lhe advir somente pelos trabalhos que teve de passar, no princípio do reinado de Diocleciano. A veneração com que olharam os cristãos para o seu sepulcro, prova certamente que morreu em odor de santidade, assim como o título de confessor que lhe dá o Livro Pontifical. Encontrou-se a inscrição duma defunta que exprime o desejo de ser enterrada, no cemitério de Calisto, junto de S. Caio: ad Domnum Caium. Este termo Senhor (Domnum) designa nas catacumbas os mártires e confessores ilustres, junto dos quais tinham devoção de repousar os outros cristãos. S. Caio morreu a 22 de Abril de 296, como diz o seu epitáfio, encontrado fragmentariamente, junto à cripta do papa Eusébio. As actas lendárias de Santa Susana indicam-no como irmão do senador Gabínio e parente de Diocleciano. O que unicamente parece certo é que vivia junto à casa de Santa Susana e de seu pai Gabínio. S. Sotero e S. Caio (ver acima a sua biografia), foram inscritos no calendário romano bastante tarde. Mas a devoção dos fieis a ambos é antiquíssima; restam-nos sobretudo documentos da devoção a S. Caio. Estrela Ainda que estes Santos tenham vivido em séculos diferentes, a festa de ambos celebrava-se neste mesmo dia (22-Abril). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• Agapito I, Santo
LVII Papa

Agapito I, Santo

Agapito I, Santo

Martirológio Romano: Em Constantinopla, nascimento para o céu de santo Agapito I, papa, que trabalhou energicamente para que os bispos fossem eleitos livremente pelo clero da cidade e se respeitasse a dignidade da Igreja. Enviado a Constantinopla por Teodorico, rei dos ostrogodos, ante o imperador Justiniano confessou a fé ortodoxa, ordenou a Menas como bispo daquela cidade e descansou em paz (536). Etimologicamente: Agapito = Aquele que é amável, é de origem grega.  Sua data de nascimento é incerta; morreu em 22 de abril de 536.  Foi filho de Gordianus, um sacerdote Romano que havia sido liquidado durante os distúrbios nos dias do Papa Symmachus (ou Símaco). Seu primeiro acto oficial foi queimar em presença da assembleia do clero, o anátema que Bonifácio II havia pronunciado contra Dioscurus, seu último rival, ordenando fosse preservado nos arquivos Romanos. Confirmou o decreto do concilio sustentado em Cartago, depois da libertação de África, da junta de Vândalo, segundo os convertidos do Arianismo, foram declarados inelegíveis as Santas Ordens e aqueles já ordenados, oram admitidos meramente para dar a comunhão.  Aceitou uma apelação de Contumeliosus, bispo de Riez, a quem um concilio em Marselha havia condenado por imoralidade, ordenando a São Caesarius de Aries outorgar ao acusado um novo julgamento ante os delegados papais. Entretanto, Belisarius, depois da simples conquista de Sicilia, se preparava para uma invasão de Itália. O rei Gótico, Theodehad, como último recurso, mendigou ao velho pontífice proceder a Constantinopla e trazer sua influência para lidar com o Imperador Justiniano. Para pagar as custas da embaixada, Agapito viu-se obrigado a prometer as naves sagradas da Igreja de Roma. Se embarcou em pleno inverno com cinco bispos e um séquito imponente. Em fevereiro de 536, apareceu na capital de Este e foi recebido com todas as honras que convém à cabeça da Igreja Católica. Como ele havia previsto sem dúvida, o objeto aparente de sua visita foi condenado ao fracasso. Justiniano não poderia ser desviado de sua resolução para restabelecer os direitos do Império em Itália. Mas desde o ponto de vista eclesiástico, a visita do Papa a Constantinopla marcou um triunfo escassamente menos memorável que as campanhas de Belisário. O então ocupante da Sede Bizantina era um certo Anthimus, que sem a autoridade dos cânones havia deixado sua sede episcopal em Trebizond, para unir o cripto-Monophysites que, em união com a Imperatriz Teodora, intrigavam para socavar a autoridade do Concilio de Calcedónia. Contra os protestos do ortodoxo, a Imperatriz finalmente sentou a Anthimus na cadeira patriarcal. Mal chegou o Papa, a maioria proeminente do clero mostrou cargos contra o novo patriarca, como um intruso e um herético. Agapito lhe ordenou fazer uma profissão escrita da fé e voltar a sua sede abandonada; sobre sua negativa, recusou ter qualquer relação com ele.  Isto enfadou o Imperador, que havia sido enganado por sua esposa enquanto a ortodoxia de seu favorito, chegando a ponto de ameaçar o Papa com o desterro. Agapito contestou com o espírito: "Ansiosamente venho ver o Imperador Cristão Justiniano. Em seu lugar encontro a um Diocleciano, cujas ameaças, sem embargo, não me aterrorizam." Este atrevido idioma fez que Justiniano tomasse uma pausa; sendo convencido finalmente de que Anthimus era pouco sólido na fé, não fez nenhuma objeção ao Papa em exercitar a plenitude de seus poderes a depor e suspender o intruso, e, por primeira vez na história da Igreja, consagrar pessoalmente a seu sucessor legalmente eleito, Mennas. Este memorável exercício da prerrogativa papal não se olvidou cedo pelos Orientais, que, junto com os Latinos, o veneram como um santo. Para o purificar de qualquer suspeita de ajudar a heresia, Justiniano entregou ao Papa uma confissão escrita da fé, que o último aceitou com a judiciosa cláusula, "ainda que não pudesse admitir num laico o direito de ensinar a religião, observaram com prazer que o afã do Imperador estava em perfeito acordo com as decisões dos Padres". Pouco depois Agapito caiu enfermo e morreu, depois de um glorioso reinado de dez meses. Seus restos foram introduzidos num ataúde e dirigidos a Roma, sendo depositados em São Pedro. Sua memória se mantém em 20 de setembro, o dia de sua deposição. Os gregos o comemoram em 22 abril, dia de sua morte.

Santa Senhorinha, abadessa


Nasceu no ano de 924, mais provavelmente em Vieira do Minho. Era a filha mais nova de Avulfo, Conde e Senhor de Vieira e de Basto, e de D. Teresa, irmã do Conde Gonçalo Soares. Chamou-se primeiro Domitila, ou talvez Genoveva; mas o pai, regressando já viúvo de guerras, começou a chamar à filha queridíssima sua senhorinha e este passou a ser o seu nome. Ficando órfã muito cedo, o pai confiou-a a uma D. Godinha, tia materna da santa. Narram velhos códices que Senhorinha, tão bem acompanhada, se exercitou desde a mais tenra idade em jejuns, cilícios e disciplinas, consumindo o melhor do seu tempo na oração e em ouvir a palavra de Deus. Resistiu com energia a um nobre pretendente para matrimónio, pessoa que encontrava em Avulfo o melhor apoio. mas o pai compreendeu esses desejos de perfeição. Ela professou aos 15 anos, segundo os costumes monásticos peninsulares. E Avulfo dopou à filha, para que se sustentassem, ela e as companheiras que aparecessem, os direitos que possuía, como padroeiro, nas igrejas de S. João de Vieira, S. Jorge de Basto e de Atei. Assim parece ter-se originado o mosteiro de Vieira. Dizem-nos que a Santa lia lá assiduamente a regra do Convento, os escritos de Santo Ambrósio, a Vida dos Santos e, muito naturalmente, a escritura sagrada. Teve grandíssimos desejos de martírio, que a tia lhe fez compreender estar na observância monástica. Mas Godinha não durou muito e a sobrinha mandou dar-lhe honrosa sepultura na sua igreja de S. Jorge de Basto. E, para ocupar o seu lugar no governo do mosteiro, foi eleita Senhorinha. Teria então uns 36 anos de idade e aproximadamente 20 de professa. A partir desta data, falam os velhos textos de numerosos milagres seus; fazer que aparecesse o pão necessário, transformar água em vinho (ver os azulejos da Igreja de S. Vítor, em Braga), e outros prodígios ainda. Vivia então em Celanova (junto a Orense, na Galiza), onde fundara um notabilíssimo mosteiro, o ex-bispo de Dume, S. Rosendo, primo de Santa Senhorinha. Era visitador e reformador dos mosteiros de todo o Minho e Douro. Como tal, vinha de vez em quando a Vieira. Ora aconteceu que dois operários interpretaram maliciosamente a s relações dos dois Santos; mas o céu castigou-os, logo, caindo eles redondamente; mas recuperaram a saúde, graças à intercessão e ambos os caluniados. Também, isto está representado na mencionada igreja de S, Vítor; e em Celanova aparecem em talha este e outros factos da vida de S. Rosendo. Não se sabe porquê, Santa Senhorinha transferiu-se, com as suas religiosas, para a terra que hoje tem o nome da Santa, no concelho de Cabeceiras de Basto. Essa freguesia que já encontrámos, chamava-se então S. Jorge de Basto. Nela, ao lado da actual igreja paroquial seiscentista, ainda se encontra o chamado campo da feira, em cujo subsolo se descobrem sinais do que deve ter sido o mosteiro. Segundo uma notícia bastante duvidosa, Gervásio, irmão da Santa, foi mandado prender por latrocínios. Mas o rei, informado de quem ele era irmão, quis vê-la, libertou o homem e confirmou a doação de uma igreja que Avulfo fizera em favor de Senhorinha. E Gervásio converteu-se e santificou-se. Senhorinha, segundo um testemunho igualmente antigo, teve conhecimento, ao rezar no coro, da entrada de S. Rosendo no céu. Estando também a orar, ouviu uma voz que lhe dizia: “Vem, minha escolhida, porque desejou o rei a tua beleza”. Percebeu logo do que se tratava, pediu os sacramentos e exortou as religiosas a perseverarem no amor de Deus e do próximo. Deu a sua alma a Deus com 58 anos de idade, a 22 de Abril do ano 982. Ficou sepultada na igreja do mosteiro, entre os túmulos da tia e do irmão: Santa Godinha e S. Gervásio. Havendo muita devoção, o arcebispo de Braga, D. Paio Mendes (1118-1138), veio a visitar o sepulcro de Santa Senhorinha em ordem à canonização. Não quis por então abrir o sepulcro, mas depois mandou-o levantar da terra e apor-lhe uma inscrição, no ano de Cristo de 1130: fala esta da virgem consagrada Senhorinha, e dos seus milagres inumeráveis em vida e numerosíssimos depois da morte. Constituiu esta lápide uma verdadeira canonização, que estava nessa altura nas atribuições dos bispos locais; só Alexandre III (1159-1181) reservou as canonizações para os Papas. Com a visita e epitáfio de D. Paio Mendes começou época de mais intensa devoção à Santa, com peregrinos de Portugal inteiro, da Galiza, de Leão, etc.. D. Sancho I (1185-1211), vendo o filho herdeiro D. Afonso em, perigo de morte, veio a Santa Senhorinha (topónimo que sucedeu a S. Jorge de Basto) pedir a saúde dele e prometer, se obtivesse a graça, constituir um couto à volta da igreja; obteve-a e andou a pé a indicar o sítio dos marcos que D. Gonçalo Mendes, senhor da terra, mandou pôr. O rei D. Pedro I firmou, a 15 de Setembro de 1360, a doação do padroado de Santa Maria de Basto, com os seus frutos e rendas, à igreja de Santa Senhorinha, sob a condição, entre outras, de que este templo tivesse três lâmpadas com azeite, uma diante do crucifixo, outra diante do corpo de Santa Senhorinha e a terceira na capela em que jaz o corpo de S. Gervásio. E explica o rei que esta capela foi manda construir por D. Inês de Castro; terá sido entre 1340 e 1357. Conclui-se que, por essa altura, o túmulo de Santa Senhorinha estava no corpo da igreja. Apesar de só muito tarde, no século XVIII, ter entrado o ofício litúrgico de Santa Senhorinha no Breviário Bracarense, deve datar do século XIII a introdução da festa da mesma nos calendários da Igreja ou de Ordens monásticas. Já nos referimos aos dois sumptuosos painéis da Santa na igreja de S. Vítor de Braga; são dos fins do século XVII. Decorria o ano de 1634. A capela de D. Inês de Castro, em honra de S. Gervásio, além de pequeníssima, era natural que ameaçasse ruína. Então, um nobre filho de Santa Senhorinha, Francisco Ribeiro do Canto, enriquecido no Brasil, mandou construir em sua vez uma capela mais vasta. Do lado direito de quem olha para o altar encontra-se o túmulo de S. Gervásio; e, do lado oposto, os de Santa Senhorinha e de Santa Godinha. O de S. Gervásio tem a indicação estranha do ano de 1403; naturalmente datou uma colocação subsequente, por motivo de obras na igreja, dos corpos de Santa Senhorinha e Santa Godinha na capela de S. Gervásio, a que já nos referimos; o que é confirmado por uma frase numa placa de cobre que se lê no lado direito da capela de Francisco Ribeiro do Canto: fê-la “maior que a antiga e levantou em alto os túmulos dos santos”; estariam ali em 1403, os três corpos em campas modestas, pouco elevadas, com carácter mais ou menos provisório, onde permaneceram até 1634. A festa de Santa Senhorinha foi introduzida no Breviário Bracarense de D. Rodrigo de Moura Teles (1724). temos indícios de que desta santa se rezava liturgicamente em todo o país, a 22 de Abril, até ao fim do século passado; assim em almanaques de 1854 e 1898. De Santa Godinha, fora da Diocese de Braga, nada se encontra; de S. Gervásio rezou a Sé Patriarcal de Lisboa de 1322 até 1761, pelo menos. Com solenidade, celebrou-se em Santa Senhorinha de Basto o milenário da morte da Santa em 1982, Do livro SANTOS DE CADA DIA , de www.jesuitas.pt.

• Oportuna, Santa
Abadessa

Oportuna, Santa

Oportuna, Santa

Martirológio Romano: Na região de Séez, em Neustria, santa Oportuna, abadessa, célebre por sua abstinência e austeridade (c. 770). Etimologicamente: Oportuna = Aquela que nos conduz ao porto, é de origem latina  Nasceu perto de Ayesmes, Normandía e morreu em Almenèches, França, em 770.  Seu irmão era o santo Crodegan, bispo de Sées. Quando ela chegou à sua juventude, pensou que o fundamental para viver de acordo com seu projeto de vida, o melhor – repetia - era consagrar-se a Deus. Comunicou a seu irmão porque queria que fosse ele que lhe impusesse o véu de virgens. Já no convento brilhou por sua bondade e fervor. As irmãs religiosas a elegeram cedo sua abadessa ou superiora. Aos poucos meses fez dois milagres que deixaram a todos alucinados. Um foi com um camponês que havia roubado o burro do convento. Não queria soltá-lo porque dizia que o havia comprado e pago. Oportuna se pôs a rezar. No dia seguinte, o ladrão viu seu prado recoberto de um tapete branco, quer dizer, infértil para muito tempo. Isto o fez recapacitar. Então devolveu o burro, e além disso lhes ofereceu o prado. Desde então se chama “o Prado sujo”. No mesmo ano, um bando de pássaros invadiu o país e comeram todos os cereais e frutos. Oportuna lhes fez ver que iam a cair prisioneiros. Ao vê-los, reprovou sua má conduta e os deixou ir embora. Mas em lugar de sair, voaram à sua volta durante um tempo e cantando seu arrependimento. Todos os destroços que haviam causado, se repuseram em seguida. Morreu triste ante a morte trágica de seu irmão, assassinado por um primo que queria suceder-lhe como bispo. Ela morreu treze dias depois. ¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

• Francisco de Fabriano, Beato
Presbítero Franciscano

Francisco de Fabriano, Beato

Francisco de Fabriano, Beato

Martirológio Romano: Em Fabriano, de Piceno, em Itália, beato Francisco Venimbeni, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, exímio pregador da Palavra de Deus (1322). Etimologicamente: Francisco = Aquele que porta a bandeira, é de origem germânica. Sacerdote da Primeira Ordem. (1261‑1322). Pío VI aprovou seu culto em 1 de abril de 1775. Nasceu em Fabriano (Ancona) filho do médico Compagno Venimbeni e Margarita di Federico. Entrou na Ordem Franciscana de 16 anos de idade, depois de haver feito estudos de filosofia. Durante o ano de noviciado, transcorrido em Fabriano, obteve permissão de ir a Assis para ganhar a indulgência da Porciúncula. Ali conversou com frei Leão, um dos primeiros companheiros de São Francisco, e, segundo seu testemunho, muito precioso para a historiografia franciscana, leu seus «escritos». Em 1316 e no triénio 1318‑21 foi superior do novo convento construído pelos irmãos de Fabriano. Durante seu superiorato, ao celebrar-se na cidade por segunda vez o capítulo provincial, Francisco apelou a seus concidadãos, que proveram generosamente ao sustento dos irmãos assistentes de todas partes das Marcas. Com os dinheiros recebidos de seu padre construiu uma biblioteca onde reuniu uma notável quantidade de manuscritos. Isto lhe valeu o título de «primeiro fundador de bibliotecas» na Ordem Franciscana. Seu amor aos pobres foi grande. Ajudou a grande número de indigentes; ele próprio preparava cada dia o alimento para seus prediletos, logo o distribuía na porta do convento, onde acudiam os pobres.  Vestia uma burda túnica que parecia um cilício por sua aspereza. Se flagelava com ásperas disciplinas, dormia poucas horas num duro colchão e o resto da noite o transcorria em oração.  Incansável em seu zelo pelas almas: passava muitas horas no confessionário ou no anúncio da palavra de Deus. Assistia aos enfermos e os preparava para uma boa morte. Tema de sua contemplação eram os mistérios da Paixão de Cristo, que o faziam derramar abundantes lágrimas. Celebrava a santa Missa com angélico fervor. Devotíssimo das almas do purgatório não cessava de oferecer sufrágios por elas. Francisco conheceu com tempo o dia de sua morte; em 22 de abril de 1322 serenamente adormeceu no Senhor, aos 61 anos de idade, dos quais 45 passou no exercício das mais heroicas virtudes.

SÃO LEÓNIDAS

Mártir (204)

São Leónidas, pai de Orígenes, era retórico, filósofo e professor de renome em Alexandria. Dirigiu os primeiros estudos e a formação religiosa do filho. Este revelava tanto génio precoce e tal inocência que o feliz pai ia por vezes, quando o menino dormia, descobrir-lhe e beijar-lhe o peito com reverência. Orígenes tinha cerca de 17 anos quando o pai foi preso. Desejoso de morrer com ele pela fé, quis comparecer também no tribunal; a mãe teve de lhe esconder o fato para lhe impossibilitar sair de casa. Orígenes fez então chegar ao pai acusado uma carta sublime em que dizia: “O pensamento daquela e daqueles que deixais atrás de vós, não entibie o vosso ânimo: afrontai com ânimo os tormentos; Deus tomará cuidado de nós”. Cortaram a cabeça a Leónidas; os bens que deixou foram confiscados, mas uma rica senhora tomou á sua conta prover a viúva e os sete filhos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia,

Otros Santos y Beatos

Santos Epipódio e Alexandro

e mais 48 companheiros, mártires
Em Lyon, da Gália, santo Epipódio, que, detido com seu amigo Alejandro, consumou seu martírio ao ser degolado, depois da morte de outros quarenta e oito mártires (178).

Santo Leónidas, mártir
Em Alexandria, no Egipto, comemoração de santo Leónidas, mártir, que sob o imperador Septimio Severo foi morto à espada por sua fé em Cristo, deixando a seu filho Orígenes ainda menino (204).

São Maryahb, bispo e mártir
Comemoração de são Maryahb, que significa “O Senhor faz”, co-epíscopo e mártir na Pérsia, que sob a perseguição desencadeada por Sapor II, durante a oitava de Páscoa sofreu o martírio por Cristo (341).

Santo Leão, bispo
Em Sens, de Neustria, são León, bispo (s. VI).

São Teodoro, abade e bispo
Na aldeia de Siceone, na Galácia, santo Teodoro, bispo e ecúmeno, que desde a infância se distinguiu por seu amor à solidão, abraçando uma vida austera, e obrigado a aceitar sua ordenação como bispo de Anastasiópolis, insistiu ante o patriarca de Constantinopla para ser dispensado de seu cargo e volver a sua amada solidão (613).

 

 

90210 > Sant' Abrosino Martire 
94969 > Beato Adalberto Conte di Ostrevant 
51150 > Sant' Agapito I Papa  MR
92739 > Sant' Alessandra e compagni Martiri a Nicomedia 
50300 > Sant' Apelle 
50400 > San Caio Papa  MR
50310 > Santi Epipodio e Alessandro Martiri  MR
90371 > Beato Francesco da Fabriano  MR
50330 > San Leone di Sens Vescovo  MR
50250 > San Leonida Martire, padre di Origene  MR
50350 > San Lucio (Luca) Discepolo del Signore 
50320 > San Maryahb Martire MR
50340 > Sant' Opportuna di Seez Badessa MR
50360 > Santa Senorina di Vieira Badessa  MR
50450 > San Sotere (o Sotero) Papa  MR
93672 > Beato Stefano d’Ungheria Martire 
50500 > San Teodoro il Siceota Vescovo ed egumeno  MR
20258 > Venerdì Santo - Passione del Signore (celebrazione mobile) - Solennità

Compilação e tradução de espanhol para português

por António Fonseca

Nº 897-1 - REZAR NA QUARESMA - 22 DE ABRIL DE 2011

897-1

22 DE ABRIL

SEXTA-FEIRA

SEMANA SANTA

João 18, 1-19, 42 

“Quando tomou o vinagre, Jesus disse:

«Tudo está consumado.»

E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.”

*************

Tudo está consumado.

Jesus recebera uma missão do Pai e levou-a até ao final.

Amou sempre e com total intensidade esta nossa humanidade.

Amou-nos anunciando uma Palavra que muda a vida.

Amou-nos mostrando ternura e compaixão.

Agora, na cruz, ama-nos, entregando tudo o que é.

 

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Senhor, que morres na cruz,

acolhe a minha oração.

Os teus braços abertos na cruz,

abraçam toda a humanidade.

Acolhe as minhas mortes,

os meus pecados,

os meus desamores.

Acolhe-os e transforma-os

com a força do teu amor.

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca - www.aarfonseca@hotmail