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sexta-feira, 6 de maio de 2011

“FAIT DIVERS” - 6 DE MAIO DE 2011

 

Caros Amigos:

Apesar deste blogue não se destinar precisamente a noticiar outros assuntos, que não sejam relativos à Igreja e seus Santos e beatos, como tenho dito repetidamente e tem sido o meu lema desde que o iniciei, de vez em quando, tenho necessidade de aqui expressar opiniões que não têm nada a ver, a título excepcional, está bem de ver…

Por isso, mais uma vez, venho solicitar aos meus eventuais leitores e seguidores, que me deem licença para falar sobre um assunto, que embora esteja no meu pensamento, é raríssimo debruçar-me sobre ele, aqui nestas páginas, assim como  política, futebol (aliás, vem atalhe de foicedizer aqui uma coisa, que meu avô e padrinho me dizia há mais de 60 anos «NUNCA DISCUTAS POLÍTICA, FUTEBOL E RELIGIÃO, embora possas ter as tuas ideias e manifestá-las… mas nunca as discutas, pois isso evitar-te-á muitos problemas». Palavras sábias, que tenho seguido, e realmente nunca tive problemas com isso, graças a Deus.

Mas a que vem a propósito todo este exórdio, perguntar-me-ão?

Ora, porquê?…

Porque ontem, (5/5/2011), por volta das 22 horas, tive uma alegria imensa, como aliás o devem ter tido milhares e milhares de portugueses, aqui e no estrangeiro: ter visto o Futebol Clube do Porto, chegar sem mancha, à final da Taça Europa, em futebol, com uma vitória total de 7 a 3 contra o Villareal, de Espanha (com resultados parcelares de 5 – 1 e 2 – 3, nos dois jogos) e ver também o Sporting Clube de Braga a derrotar o Sport Lisboa e Benfica, por 1 – 0, depois de ter perdido na 1ª mão por 2 – 1, colocando-se também na final, que se vai realizar em Dublin – Irlanda no próximo dia 18 do corrente mês.

Primeiro porque o FCP apenas perdeu um jogo no Dragão, pela margem mínima e 1 jogo em casa do adversário (Villareal) também por uma margem mínima; os restantes jogos foram todos ganhos e alguns deles por números impensáveis (em alguns casos), nomeadamente na Rússia e também no Dragão; segundo porque teve o melhor marcador da prova com 16 golos, Falcão; terceiro porque é Campeão Nacional, com toda a justiça e neste momento a dois jogos do final, está com uma vantagem sobre o segundo (SLB), de 21 pontos… (nunca sonhada…), e onde se mantém invicto, embora tenha tido dois empates (e espero que se mantenha nos dois últimos jogos, claro…), tendo também os dois melhores marcadores (Hulk e Falcão, como não podia deixar de ser); que venceu o Benfica, por 5-0 e 2-0, respectivamente no campeonato, além de ter ganho a Supertaça no início da época, por 2-0; e , ainda por ter posto fora da Taça de Portugal, o mesmo Benfica, depois de ter perdido por 2-0 no Dragão e ir ter ganha à Luz por 3-0 (Benfica esse, que ganhou apenas e por bambúrrio da sorte, a Taça da Liga ao Paços de Ferreira, sem brilho algum). Isto no que respeita ao F. C. Porto. Porque a outra a grande alegria foi o S. C. de Braga, depois de ter sido a “equipa-sensação” da Taça Europa, ganhando a equipas como o Liverpool, equipas ucranianas, etc., embora sempre pela margem mínima, manifestou-se um GRANDE EQUIPA, sem meios técnicos ou económicos, comparativamente a todas as outras (de toda a Europa…) que ficaram de fora, com excepção apenas do Futebol Clube do Porto.

Por isto, estou muito feliz. Valha-nos são Futebol, como dizia o outro… No meio das adversidades todas com que pessoalmente tenho lutado e continuo a lutar, assim como todo o povo português, sabem bem estas alegrias (embora passageiras…) para esquecer um pouco os problemas que vêm aumentando dia a dia por sobre todos nós: veja-se estado da Nação, com quedas de Governo, eleições à porta, FMI cá dentro, pobreza e fome cada vez maior; desemprego aumentando todos os dias, idem corrupção, idem desastres, catástrofes, etc., etc., etc..

Relativamente ao futebol, agora até ao próximo dia 18, tanto os portistas como os arsenalistas, vão sonhar em ser campeões da Taça da Europa, que diga-se de passagem, ficará bem entregue a qualquer equipa, ao Futebol Clube do Porto, que foi a equipa mais realizadora ou ao Sporting Clube de Braga que foi a equipa sensação. Claro que, pessoalmente gostaria que fosse o Futebol Clube do Porto a ganhar, mas também não me incomoda de todo, que seja o Sporting Clube de Braga a ganhar, porque fundamentalmente o que me interessa acima de tudo, é que seja uma equipa portuguesa e do Norte a ganhar. VIVA O FUTEBOL CLUBE DO PORTO. VIVA O SPORTING CLUBE DE BRAGA.

De qualquer modo, o Porto já ganhou 2 taças dos Campeões, já ganhou uma Taça UEFA, já ganhou uma Taça do Mundo (de clubes): e o Sporting Clube de Braga nunca ganhou nada, portanto ficar-lhe-á muito bem ganhar esta Taça. Tenho dito. Parabéns sinceros aos vencedores.

Post de António Fonseca

Nº 911 - (124) - 6 DE MAIO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º. ANO

229 Santos e Beatos

Nº 911

O MARTÍRIO DO APÓSTOLO SÃO JOÃO

S. João - Martírio

Apóstolo - (parente) de Jesus

A primeira perseguição cristã, que principiou sob o domínio do imperador Nero, cessou no ano de 69. Durante mais de 20 anos, sucedendo-se no império Galba, Otão, Vitélio, Vespasiano e Tito, viveram em paz os fiéis em toda a extensão do domínio de Roma. Tendo a Santíssima Virgem subido ao céu pelo ano de 42, S. JOÃO ficou estabelecido na cidade marítima de Éfeso, capital efectiva de toda aquela Província Romana. Lá estava o Santo Apóstolo quando subiu ao trono o imperador Domiciano (81-96). os primeiros anos passaram tranquilos para os cristãos, mas no ano 14 do seu reinado (94), Domiciano enfureceu-se contra eles e renovou aquilo que Tertuliano (cerca de 155-220) chama o Institutum Neronianum, o rescrito neroniano: muitos cristãos, por ateísmo (rejeição dos deuses tradicionais) e por costumes judaicos foram, como dizem os pagãos, condenados à morte ou ao desterro ou ainda à confiscação dos próprios bens. Mesmo da família imperial, Flávia Domitila, a jovem, neta, ao que parece, de Pompónia Grecina e filha de Santa Plautila, foi deportada para a ilha Pôncia. Também foi martirizado e morreu Acílio Glabrião, no ano de 91, quase certamente adepto do cristianismo. Da Palestina foram levados a Roma e julgados na presença de Domiciano dois parentes do Senhor, netos de S. Judas Apóstolo. O Imperador convenceu-se de que não aspiravam à coroa dos Judeus e deixou-os em liberdade. Com S. João Apóstolo foi mais severo. Não consta claro com que motivo e em que circunstâncias veio S. João a Roma. Mas a sua vinda e o martírio no tempo de Domiciano são coisas certas. Tertuliano, em princípios do século III, muito informado em todas as tradições romanas dos primeiros séculos, diz-nos claramente que S. João esteve em Roma e que foi lançado a uma caldeira de azeite a ferver. S. João era já idoso e provavelmente foi açoitado antes de ser lançado nu dentro da caldeira. Podemos imaginá-lo dentro, de mãos postas e em fervorosa oração, recordando as palavras proféticas do Senhor, quando lhe anunciou que tinha de beber o cálice da sua Paixão, antes de entrar no reino de seu Pai. Ali se ofereceu como vítima pela Igreja, mas Deus contentou-se com a oferta e talvez com as primeiras dores, pois, em vez de submergir-se e morrer, perseverou orando e louvando a Deus, até que o torturaram mais forte e rejuvenescido, como expressamente diz Tertuliano. S. Jerónimo menciona esta confissão do Apóstolo, também referida pelos Padres da Igreja posteriores. Santo Isidoro fala dum veneno que o obrigaram a tomar, sem que lhe fizesse qualquer mal. Desde o século IX, comemora-se este martírio numa basílica romana, junto à porta chamada Latina, porque dá saída para o Lácio. A igreja é do século V e foi restaurada em várias ocasiões. Diante da evidência e do poder sobrenatural, que tão sensível se mostrou no velho Apóstolo de Cristo, cedeu o Imperador, deixou-o viver e contentou-se com enviá-lo desterrado para a ilha de Patmos. Não tinha ainda chegado a hora final de S. João; Deus conservava-o ainda para grandes empresas. No desterro de Patmos iria escrever a sua Revelação ou Apocalipse, e depois, com a morte do tirano, voltar às Igrejas da Ásia Menor, para deixar-lhes como herança o Evangelho de Jesus Cristo, o Evangelho espiritual, que tão manifestamente ia pôr em relevo o amor e a divindade de Jesus. www.jesuitas.pt

SANTO ANDRÉ KIM e 102 Companheiros, entre os quais

PEDRO YU – “13 anos”, MARCOS CHONG – “72 anos”, TERESA KWON, AGOSTINHO YU, PEDRO CHO e ÁGUEDA YI

André Kim

mártires coreanos entre «milhares» nos anos de 1784, 1791, 1801, 1827, 1839, 1846 e 1866)

Sua Santidade João Paulo II, ao celebrar-se o segundo centenário da implantação do Cristianismo na república da Coreia, no Extremo Oriente, visitou esse país e canonizou, a 6 de Maio de 1984, cento e três cidadãos coreanos ou missionários lá residentes, isto é, 11 clérigos e 92 leigos. Vamos reproduzir a parte central da homilia então pronunciada pelo Santo PadreA verdade sobre Jesus Cristo chegou também à terra coreana. Chegou por meio de livros trazidos da China. E, de modo maravilhoso, a graça divina estimulou logo os vossos sábios antepassados, primeiro a uma pesquisa intelectual sobre a verdade da palavra de Deus, e depois a uma fé viva no Salvador Ressuscitado. Desejando ardentemente maior participação na fé cristã, os vossos antepassados enviaram, em 1784, um dos seus a Pequim, onde foi batizado. Desta boa semente nasceu a primeira comunidade cristã na Coreia, comunidade única na história da Igreja pelo facto de ter sido fundada inteiramente por leigos. Esta inexperiente Igreja, tão jovem e já com uma fé tão forte, resistiu a várias ondas de ferozes perseguições. Foi assim que, em menos de um século, ela já podia vangloriar-se de algumas dezenas de milhares de mártires. Os anos de 1791, 1801, 1827, 1839, 1846 e 1866 ficaram para sempre marcados com o sangue dos vossos mártires e gravados nos vossos corações. Apesar dos cristãos, nos primeiros cinquenta anos, terem sido apenas dois sacerdotes vindos da China para os assistir, e isto só por algum tempo, eles intensificaram a sua unidade em Cristo mediante a oração e o amor fraterno; não fizeram distinção de classes sociais e encorajaram as vocações religiosas. E procuraram uma união cada vez mais estreita com o seu Bispo em Pequim, e com o Papa na longínqua Roma. Depois de por vários anos, terem suplicado que lhes enviassem mais sacerdotes, os vossos antepassados cristãos deram as boas vindas aos primeiros missionários franceses, em 1836. Alguns destes encontram-se também entre os Mártires que deram a vida pela causa do Evangelho, e que vão ser canonizados hoje nesta histórica celebração. Hoje a esplêndida florescência da Igreja na Coreia é certamente fruto do heroico testemunho dos Mártires. Também, hoje o seu espírito imortal ampara os cristãos na Igreja do silêncio, no Norte desta terra tragicamente dividida. Hoje, pois, é-me dado, como Bispo de Roma e Sucessor de S. Pedro na Sé Apostólica, participar no Jubileu da Igreja na terra coreana. Há vários dias que me encontro entre vós como peregrino, prestando o meu serviço, como Bispo e como Papa , aos filhos e filhas da amada Nação coreana. A Liturgia de hoje constitui o ponto culminante deste serviço pastoral. Observai: mediante esta Liturgia de Canonização, os Bem-aventurados Mártires coreanos são inscritos no catálogo dos santos da Igreja Católica. Estes são verdadeiros filhos e filhas da vossa Nação, juntamente com numerosos missionários vindos doutras terras.

Mártires Coreanos

 

São os vossos antepassados, pela descendência, língua e cultura. Ao mesmo tempo, são os vossos pais e as vossas mães na fé, que eles testemunharam, derramando o próprio sangue. Desde Pedro Yu, de 13 anos, a Marcos Chong, de 72 – homens e mulheres, sacerdotes e leigos, ricos e pobres, gente do povo e nobres, muitos deles descendentes de mártires desconhecidos de épocas precedentes – todos eles morreram com alegria pela causa de Cristo. Escutai as últimas palavras de Teresa Kwon, uma das primeiras mártires: “Dado que o Senhor do Céu é o Pai de toda a humanidade e o Senhor de toda a criação, com,o podeis pedir-me para O trair? E se neste mundo, aquele que trair o próprio pai ou a própria mãe não é perdoado, com maior razão não posso nunca trair Aquele que é o Pai de todos nós”. Uma geração depois, o pai de Pedro Yu, Agostinho, declara firmemente: “Agora, depois de conhecer a Deus, não me é possível traí-Lo”. Pedro Cho vai mais além e diz: “Supondo que o próprio pai tivesse cometido um crime, ninguém possui o direito de o repudiar nem, de o não reconhecer como próprio pai. Por conseguinte, como posso dizer que não conheço o Pai e Senhor Celestial que é tão bom?”. E que é que respondeu Águeda Yi, de 17 anos, quando a ela e ao irmão mais novo deram a falsa notícia de os pais terem renegado a fé? “Se os meus pais traíram ou não, é coisa deles. No que nos diz respeito, não podemos trair o Senhor do Céu que sempre servimos”. Ouvindo isto, outros seis cristãos adultos entregaram-se voluntariamente aos magistrados para que os martirizassem. Águeda, os seus pais e os outros seis, vão ser canonizados hoje. Além disso, há muitíssimos outros desconhecidos e humildes Mártires, que serviram ao Senhor com igual fé e coragem”. www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

S. PEDRO AUMAITRE

Mártir (1837 – 1866)

Há cento e cinquenta anos, vivia em Aizecq (Charentes), França, uma jovem viúva de apelido Aumaitre, com o seu único filho de 7 anos de idade, chamado Pedro, nascido a 8 de Abril de 1837. Para ganhar o pão de cada dia, para si e para o seu menino, andava pelas casas a coser e remendar roupa. Costureira muito competente, trabalhadora e séria, não lhe faltava trabalho. Mãe e filho encontravam-se no único compartimento que havia em casa. A grande lareira servia para os cozinhados e para se aquecerem do frio. Naquele tempo, em que não havia rádio nem televisão, as noites ao lume, constituíam uma espécie de paraíso terrestre. A jovem mãe fiava a lã e cantava, com uma música de séculos, páginas inteiras do Evangelho, que sabia de cor. O pequeno Pedro escutava sem perder palavra e sentia apoderar-se do seu coração grande amor por Jesus. O dia terminava com a oração de joelhos diante da imagem da Virgem Nossa Senhora, Mãe e protetora de todas as famílias cristãs. A paz e o amor estendiam o seu manto sobre este pequenino e feliz lar cristão. Certo dia, ao voltar da escola, contou Pedro que o professor tinha falado da China imensa e da muralha com mais de três mil quilómetros, que cercava a nação e a defendia da Mongólia. A imaginação do pequeno ficou impressionada com esta imensa nação. Certa noite à lareira, perguntou:“ – Ó mãe, os Chineses conhecem Jesus?Oh, creio que são muito poucos aqueles que O conhecem!Porquê?Porque seriam precisos muitos missionários para lhes falar de Jesus. poucos são os que se atrevem a ir para lá e, desses, raríssimos regressam à Pátria”.  O rapazinho não se assustou. refletiu e sonhou partir para a China. Quando Pedro contava doze anos, certa noite, à lareira, abriu o seu coração:"´- Ó minha mãe, queria ser missionário na China. Dá-me licença?” Esperou a resposta, mas só viu lágrimas correrem pelo rosto da mãe. ”- Meu querido filho – murmurou ela depois de uma longa pausa – só te possuo a ti. Pensava que tu me levarias contigo para tua casa, quando eu fosse velhinha, e que os netos me haviam de estimar e brincar comigo. Esta pobre casa, comprei-a tostão por tostão, para ti… Mas se Jesus te chama, vai, meu querido filho. Parte-se-me o coração de dor, mas não te direi que não”. Pedro tornou-se aluno do Colégio Municipal da Vila. Aos 19 anos entrou no Seminário das Missões Estrangeiras, na Rua do Bac, em Paris. Aos 25 foi ordenado sacerdote e designado para a China. A cerimónia da partida foi comovedora, como era então costume. A mãe de Pedro encontrava-se presente. Bem sabia que muito provavelmente era a última vez que o podia abraçar e beijar. Depois de longa e trabalhosa viagem em vapor e, a última parte, barco à vela, o Padre Pedro chegou à região de Tseu-Kong na China, onde o esperava um grupo de cristãos isolados no meio de milhares de pagãos. Por amor deles, aprendeu a língua chinesa. Ao cabo de dois anos, já podia pregar o Evangelho nesta língua tão difícil. Corria o ano de 1866 quando rebentou a mais terrível das perseguições. leigos e missionários foram presos e martirizados. Ao Padre Pedro, depois de terríveis torturas, cortaram-lhe a cabeça. Contava 33 anos: a idade de Jesus. A notícia do martírio levou cinco anos a chegar ao conhecimento da bondosa mãe, que no meio de saudosas lágrimas, rezava constantemente pela China e pela Coreia. Era uma maneira de colaborar com o apostolado do seu querido filho. Sonhava ser avó de uns encantadores netinhos. E foi mãe e avó, mas de outra maneira. Lá longe, por meio do seu filho, possui uma descendência espiritual tão numerosa como as estrelas do Céu e as areias do mar. Como dissemos, o Santo Padre João Paulo II, na sua visita à Coreia, canonizou, isto é, declarou santos 103 mártires, entre os quais S. Pedro Aumaitre. Bendita mãe que tal filho deu ao céu e bendito filho que foi generoso com Jesus! www.jesuitas.pt

SÃO MARIANO e SÃO JACOBO

mariano e jacobo

(e muitos (!!!) companheiros)

Exercia as funções de leitor na comunidade cristã de Circé, Argélia, vindo a ser preso, assim como muitos outros cristãos, no tempo de Valeriano (253-259). Foram reunidos em Lambese, não longe de Circé, num vale. Quando vieram a ser numerosos, alinharam-nos na vertente da colina, vendaram-lhes os olhos e depois os algozes passaram pelas fileiras, decapitando-os à espada. www.jesuitas.pt

Em Lambesa, de Numidia (hoje Argélia), santo Jacobo, diácono, foi detido de novo junto com seu querido companheiro Mariano, e ambos, ao cabo de suportar cruéis suplícios, confortados com a graça de Deus foram mortos a espada em companhia de muitos outros (c. 259). http://es.catholic.net/santoral

Petronax de Montecassino, Santo
bispo,

Petronax de Montecassino, Santo

Petronax de Montecassino, Santo

Martirologio Romano: Em Montecassino, em Itália, São Petronax ou Petronaco, abade e bispo. Petronax, que chegou a ser bispo de Montecassino, pertencia a uma poderosa familia nobre da região de Nápoles. Movido pelo desejo de vida religiosa, resolveu gastar toda sua fazenda na restauração de Montecassino, mosteiro beneditino situado na colina do mesmo nome desde que se domina a cidade italiana de Cassino, situada a noroeste de Nápoles.  Foi fundado por são Bento, conhecido como o pai del monacato ocidental, que havia nascido numa distinta familia de Nursia, em Itália central, e que passou seus primeiros anos estudando em Roma; mas comovido por la degenerada vida da cidade, retirou-se a uma zona desabitada perto de Subiaco, onde viveu numa cova (mais tarde chamada a Gruta Santa) por três anos. Durante este período aumentou sua fama de homem santo, e se acercavam a visitá-lo multidão de pessoas. Aceitou o oferecimento para ser abade de un grupo de monges que viviam no norte de Itália, mas estes não aceitaram suas regras e intentaram envenená-lo. Al descobrir a conspiração abandonou o grupo e pouco depois fundou o mosteiro de Montecassino. Bento estabeleceu uma regra de vida, adoptada posteriormente por quase todos os mosteiros de Europa, que sobressaia na vida em comunidade e o trabalho físico.  Pois bem, este sitio de trabalho e de oração, o mosteiro mais importante de Ocidente durante séculos, onde se iniciou pelos monges a famosa escola de medicina de Salerno no século XI, foi destruído pelos lombardos em 590 e estava deserto e arruinado desde um século antes de que vivesse Petronax que agora está disposto a reconstruí-lo e devolver-lhe o espírito com que nasceu. Alentado pelo pontífice são Gregório II, levou adiante seu projeto, recolheu as tradições do santo patriarca, reuniu companheiros participantes de seu entusiasmo, e restabeleceu na sagrada montanha a observância da regra beneditina que impunha austeridade e ascetismo: As comidas se faziam em comunidade e se evitava a conversa desnecessária; tinham que dispor os monges da comida, roupa e abrigo adequados,mas não podiam ter propriedades; dependendo da época do ano e das festas litúrgicas que celebrassem cada dia, os beneditinos destinavam entre quatro e oito horas para celebrar o Oficio divino e sete horas para dormir. O resto do dia estava dividido com o mesmo número de horas para trabalhar (geralmente na agricultura), e para o estudo e a leitura religiosa. O abade, como sucedeu ao principio com são Bento, tinha uma total autoridade patriarcal sobre a comunidade, ainda que ele mesmo estava sujeito à Regra e devia consultar os membros da comunidade sobre os assuntos mais importantes entre os que se contava a esmola aos necessitados. O bispo Petronax já havia feito muito recuperando para a história, a cultura, a arte e a Igreja a joia que foi berço de tanto bem; mas havia-lhe faltado o principal se não tivesse devolvido àquelas pedras do mosteiro o espírito primitivo e o destino pelos que foram arrancados das montanhas. Essa foi em verdade a obra do santo.

• Evódio de Antioquia, Santo
Bispo

Evodio de Antioquía, Santo

Evodio de Antioquia, Santo

 

Este cristão do século I nos há chegado pelo ministério apostólico que levou a cabo durante sua vida. Antioquia, Turquia, tinha por aquele tempo mais ou menos meio milhão de habitantes. Era a residência dos reis seleucidas e mais tarde a do legado imperial de Síria.  Todo o mundo considerava a esta cidade como a mais moderna e a mais atrativa por seu turismo, suas ruas, seus monumentos, suas festas civis e religiosas, hotéis, jardins e demais coisas que fazem a vida prazenteira ao visitante.
Sem embargo, havia um bairro afastado, marginal. Era o dos judeus expatriados. no mistério da vida dos crentes em Deus. O cristianismo sobretudo devido a são Paulo, rompeu as fronteiras de Israel para ir a outros países. Antioquia foi o primeiro lugar em que nasceu uma comunidade cristã composta por antigos pagãos convertidos ao cristianismo. Paulo e Barnabé trabalharam apostólica mente entre eles uma vez que sucedeu a vinda do Espírito Santo na festa de Pentecostes. O primeiro bispo foi são Pedro, mas, ao ir para Roma, foi Evódio quem lhe sucedeu e depois de Evódio, o grande santo Ignácio de Antioquia¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários ao P. Felipe Santos:
al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

• Enrique Kaczorowski, Beato

Sacerdote e Mártir

Enrique Kaczorowski, Beato

Enrique Kaczorowski, Beato

Martirológio Romano: Cerca de Munich, de Baviera, na Alemanha, beatos Enrique Kaczorowski e Casimiro Gostynski, presbíteros e mártires, que na invasão de Polónia foram feitos prisioneiros pelos perseguidores da dignidade humana e conduzidos ao campo de concentração de Dachau, onde, por sua fé em Cristo, exalaram o último suspiro nas câmaras de gás (1942). Etimologicamente: Enrique = Aquele que é chefe do lar, é de origem germânico. Nasceu em Bierzwiennej, Wielkopolskie, Polónia, em 10 de julho de 1888. O beato Enrique, igual a qualquer um que viva sua fé em profundidade, teve que fazer frente a muitos problemas. Se deu conta de que o compromisso de sua fé, lhe exigia levar as dificuldades com a maior dignidade possível. Era o superior do seminário de Wloclawek, na Polónia, terra de abundantes vocações religiosas desde sempre. Quando trabalhava a gosto na formação dos futuros sacerdotes, no seminário de Wloclawek chega a Gestapo e o prende.  Ao perguntar a razão porque o faziam, le responderam-lhe que por causa de suas actividades pastorais com a gente. Não era fiel à doutrina que impunha Hitler. A Gestapo o levou para maior segurança ao campo de concentração de Dachau na Alemanha. Se sentiam felices com tê-lo sob atenta vigilância. Uma estupidez mais das muitas que se cometeram em tempos do ditador. Já no campo de concentração alemão, o mandaram para o “bloque de los inválidos”, quer  dizer, daqueles que, por causa de tantos maus tratos, ficavam com incapacidade em qualquer parte de seu corpo. Estando nesta situação, em 6 de maio de 1942 o encerraram na câmara de gás onde morreu nesse instante. Foi beatificado pelo Papa Juan Pablo II junto a outros 107 mártires polacos, vítimas do odio nazi à fé, em 13 de junho de 1999¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários a P. Felipe Santos: al Santoral"> fsantossdb@hotmail.com

• Eadberto ou Edberto de Lindisfarne, Santo
Bispo

Eadberto o Edberto de Lindisfarne, Santo

Eadberto ou Edberto de Lindisfarne, Santo

Martirológio Romano: Em Lindisfarne, de Northumbria, em Inglaterra, santo Eadberto, bispo, sucessor de são Cutberto, que brilhou por seu conhecimento das Escrituras, por sua observância dos preceitos divinos e especialmente por suas generosas esmolas. Etimologicamente: Eadberto = Aquele que destaca por suas riquezas, é de origem Teutónico. Morreu no ano 721. Foi monge e bispo de Lindisfarne. Se conhece pouco antes de que fosse bispo em 698.  O que se cabe com certeza é que estudou na Irlanda e que foi um excelente calígrafo e artista.  Tardou tempo em escrever e iluminar os Evangelhos que podem ver-se agora na Biblioteca Británica. Deu aos Evangelhos uma apresentação preciosa com seus desenhos e sua letra atraente e viva. Algumas de suas obras se encontram na atualidade fora de Inglaterra, em Itália, em concreto.  Há em suas obras muitos elementos que pertencem à igreja romana e à irlandesa. Seu trabalho pastoral como bispo está intimamente unido à figura de Cutberto. Tanto lhe queria como amigo seu que chamou a Beda O Venerável para que escrevesse sua história. Tinha tão boas qualidades e dotes que a gente ia fazer-lhe consultas. É um ponto chave na vida pessoal poder contar com alguém que te dê orientações seguras e claras para seguir vivendo com perto da tumba de Cutberto. Ao descobrir-se as relíquias deste, levaram junto as de seu amigo Eadberto. ¡Felicidades a quem leve este nome!  Comentários a P. Felipe Santos: al Santoral">al Santo>fsantossdb@hotmail.com

• Pedro Nolasco, Santo
Presbítero e Fundador

Pedro Nolasco, Santo

Pedro Nolasco, Santo

Martirológio Romano: Em Barcelona, em Espanha, são Pedro Nolasco, presbítero, que com são Ramón de Penafort e o rei Jaime I de Aragão fundou, segundo se crê, a ordem da Bem-aventurada María de la Merced, para a redenção dos cativos. Se entregou ardentemente com trabalho e esforço a procurar a paz e a libertar do jugo da escravidão aos cristãos, em tempo dos infiéis (1258). Nasce em Barcelona, Espanha, 1189. Aos 15 anos sofre a morte de seu pai e se dispõe a repartir santamente seus muitos bens ao que sua mãe acede. Anos mais tarde, estando em idade de casar-se, peregrina a Monserrat. Ali, aos pés da Virgem, pôde compreender melhor o vazio das vaidades mundanas e o tesouro que é a vida eterna. Prometeu então à Virgem manter-se puro e dedicar-se a seu serviço. Eram tempos em que os muçulmanos saqueavam as costas e levavam os cristãos como escravos à Africa. A horrenda condição destas vítimas era indescritível. Muitos por isso perdiam a fé pensando que Deus os havia abandonado. Pedro Nolasco era comerciante. Decidiu dedicar sua fortuna à libertação do maior número possível de escravos. Recordava a frase do evangelho: "Não armazenem sua fortuna nesta terra onde os ladrões a roubam e o pó a devora e a água a corroí. Armazenem sua fortuna no céu, onde não há ladrões que roubem, ne poeira que devore nem óxido que as danifique" Mt 6,20. Em 1203 o laico São Pedro Nolasco iniciava em Valência a redenção de cativos, redimindo com seu próprio património a 300 cativos. Forma um grupo disposto a pôr em comum seus bens e organiza expedições para negociar redenções. Sua condição de comerciantes lhes facilita a obra. Comerciavam para resgatar escravos. Quando se lhes acabou o dinheiro formam grupos -confrarias- para recolher a "esmola para os cativos". Mas chega um momento em que a ajuda se esgota. Pedro Nolasco pensa entrar em alguma ordem religiosa ou retirar-se ao deserto. Entra numa etapa de reflexão e oração profunda. Na noite de 1 a 2 de agosto do ano 1218, a Virgem apareceu a Pedro Nolasco. Segundo uma tradição duvidosa, também apareceu a Virgem a São Raimundo de Peñafort, e ao rei Jaime I de Aragão, e comunicou aos três em separado seu desejo de fundar uma ordem para redimir cativos. O facto é que a Virgem María moveu profundamente o coração de Pedro Nolasco para fundar a ordem da Merced e formalizar o trabalho que ele e seus companheiros faziam já por 15 anos. Em 10 de agosto de 1218 no altar mor da Catedral de Barcelona, em presença do rei Jaime I de Aragão e do bispo Berenguer de Palou, se cria a nova instituição. Pedro e seus companheiros vestiram o hábito e receberam o escudo com as quatro barras vermelhas sobre um fundo amarelo da coroa de Aragão e a cruz branca sobre fundo vermelho, titular da catedral de Barcelona. Pedro Nolasco reconheceu sempre a María Santíssima como a autêntica fundadora da ordem mercedária. Sua padroeira é a Virgem de la Merced. "Merced" significa "misericórdia".(Mais sobre a Virgen de la Merced e São Nolasco). A nova ordem foi laica nos primeiros tempos. Sua primeira localização foi o hospital de Santa Eulália, junto ao palácio real. Ali recolhiam a indigentes e a cativos que regressavam de terras de mouros e não tinham para onde ir. Seguiam o trabalho que já antes faziam de criar consciência sobre os cativos e recolher dinheiro para os libertar. Eram acompanhados com frequência de ex-cativos, já que, quando um era resgatado, tinha obrigação de participar durante algum tempo neste serviço. Normalmente iam cada ano em expedições redentoras. São Pedro continuou suas viagens pessoalmente em busca de escravos cristãos. Na Argélia, Africa, o fizeram prisioneiro mas logrou  conseguir sua liberdade. Aproveitando seus dons de comerciante, organizou com êxito por muitas cidades colectas para os escravos. Os frades faziam, além dos três votos da vida religiosa, pobreza, castidade e obediência, um quarto: dedicar sua vida a libertar escravos. Ao entrar na ordem os membros se comprometiam a ficar em lugar de algum cativo que estivesse en perigo de perder a fé, em caso que o dinheiro não alcançasse a pagar sua redenção. Entre os que ficaram como escravos está São Pedro Ermengol, um nobre que entrou na ordem após uma juventude dissoluta. Este quarto voto distinguiu a nova comunidade de mercedários. O Papa Gregório IX aprovou a comunidade e São Pedro Nolasco foi nomeado Superior Geral. O rei Jaime dizia que se havia logrado conquistar a cidade de Valência, isso se devia às orações de Pedro Nolasco. Cada vez que obtinha algum triunfo o atribuía às orações deste santo. Antes de morrer, aos 77 anos (em 25 de dezembro de 1258), pronunciou o Salmo 76: "Tu, oh Deus, fazendo maravilhas, mostraste teu poder aos povos e com teu braço hás resgatado os que estavam cativos e escravizados". Sua intercessão logrou muitos milagres e o Papa Urbano VIII o declarou santo em 1628. A missão redentora continua hoje na familia mercedária através de seus institutos religiosos e associações de laicos. É também a missão de todo o bom cristão.

• Ana Rosa Gattorno, Beata
Religiosa

Ana Rosa Gattorno, Beata

Ana Rosa Gattorno, Beata

 EstrelaPor ser muita longa, apenas traduzi parte da biografia. Desculpem e obrigado. AF.

Martirológio Romano: Em Roma, beata Ana Rosa Gattorno, religiosa, que era mãe de família, mas, ao ficar viúva deixou tudo e se entregou totalmente a Deus e ao próximo, fundando as Filhas de Santa Ana, Mãe de María Imaculada, brilhando pelo grande labor que realizou em favor dos enfermos, dos débeis e das crianças desamparadas, em cujo rosto contemplava a Cristo pobre (1900). Etimologicamente: Ana = Aquela com graça e compaixão, é de origem hebraica. "Amor meu, ¿como posso fazer para que todo o mundo te ame?… Serve-te uma vez mais deste teu miserável instrumento para reavivar a fé e a conversão dos pecadores". Este impulso generoso brotado aos pés de seu "Sumo Bem", que a atraía sempre mais irresistivelmente a si, constituiu o anseio profundo do coração de Ana Rosa Gattorno, até a impulsionar a oferecer totalmente sua vida numa continua imolação por à glória e complacência do Pai. Nasceu em Génova em 14 de outubro de 1831, de uma familia de condição económica acomodada, de boa posição social e de profunda formação cristã. Foi batizada no mesmo dia, na Paróquia de São Donato, com o nome de Rosa María Benedetta.
No pai Francisco e na mãe Adelaida Campanella, ela como seus outros cinco irmãos, encontrou os primeiros formadores essenciais de sua vida moral e cristã. Aos doze anos recebeu a confirmação em Santa María das Viñas, de mãos do Arcebispo Cardeal Plácido Tadini.  Durante sua juventude, foi-lhe dada a instrução em casa, como era usança nas famílias acomodadas do tempo. De carácter sereno, amável, aberto à piedade e à caridade, sem embargo firme, soube reagir ante a conflitualidade do clima político e anticlerical da época, que afetou também a alguns componentes da familia Gattorno.  Aos 21 anos (5 de novembro, 1852) , contraiu matrimónio com seu primo Jerónimo Custo e mudou-se para Marselha. Uma imprevista crise financeira turvou muito cedo a felicidade da nova familia, obrigada a voltar a Génova marcada pela pobreza. Desgraças ainda mais graves a ameaçavam, sua primeira filha Carlota afectada de uma improvisa enfermidade ficou surdo muda para sempre; a tentativa de Jerónimo para fazer fortuna no estrangeiro se concluí com o regresso, agravado por uma funesta enfermidade; o gozo dos outros dois filhos foi profundamente turvado pelo falecimento do marido, que a deixou viúva a menos de seis anos de casada (9 de março, 1858) e depois de alguns meses a perda de seu último filhinho. A premiar tantos acontecimentos tristes, marcou na sua vida uma mudança radical que ela chamará "sua conversão" a oferta total de si ao Senhor, a seu amor e ao amor do próximo. Purificada pelas provas, mas forte no espírito, compreendeu o verdadeiro sentido da dor, enraizando-se na certeza de sua nova vocação. Sob a direcção do confessor Don José Firpo emitiu em forma privada os votos perpétuos de castidade e obediência na festa da Imaculada de 1858; Em seguida também o de pobreza (1861), no espírito do pobrezito de Assis, como terciária franciscana. Desde 1855 havia obtido o beneficio da comunhão diária, não comum naquele tempo. A tal manancial de graça  ficou constantemente ancorada e sustentada por uma sempre maior intimidade com o Senhor, na qual encontrou apoio, ardor missionário, força e impulso para o serviço aos irmãos. Em 1862 recebeu o dom dos estigmas ocultos, percebidos mais intensamente às sextas-feiras. Já esposa fiel e mãe exemplar, sem subtrair nada a seus filhos, sempre ternamente amados e acompanhados, com uma maior disponibilidade aprendeu a compartilhar os sofrimentos dos outros, prodigalizando-se em apostólica caridade: "me dediquei com maior fervor às obras piedosas e a frequentar os hospitais e aos pobres enfermos a domicilio, socorrendo-os com quanto podia e servindo-os em tudo". As associações católicas em Génova a solicitavam e assim, ainda amando o silêncio e o anonimato, todos notaram o carácter genuinamente evangélico de seu teor de vida. Progredindo neste caminho foi-lhe confiada a presidência da "Pía União das novas Ursulinas, Filhas de Santa María Imaculada", fundada por Frassinetti e por expresso desejo do Arcebispo Monsenhor Charvaz, também a revisão das regras destinadas à Pía União. Justamente naquela circunstância (fevereiro 1864), num clima de mais intensa oração, diante do Crucifixo, recebeu a inspiração de uma nova regra para uma sua específica Fundação.
Temendo ser obrigada a abandonar os filhos, reza,faz penitência, pede conselho. Frei Francisco de Camporosso, santo capuchinho leigo, ainda mostrando-se temeroso pelas graves tribulações que se perfilavam, a sustentam dando-lhe valor; de igual maneira o fazem o confessor e o Arcebispo de Génova. Advirtiéndo siempre más insistentes sus deberes de madre, quiso la confirmación competente de la misma palabra de Pío IX, con la secreta esperanza de ser aliviada. El Pontífice en la audiencia del 3 de enero de 1866, la exhorta en cambio a iniciar de inmediato la fundación, agregando: "Este Instituto se extenderá rápidamente en todas las partes del mundo; Dios pensará en tus hijos, tú piensa a Dios en su obra". Aceptó, entonces, cumplir la voluntad del Señor y como después escribió en sus memorias: "con generosidad hice a Dios la oferta y le repetía las palabras de Abraham: "Héme aquí para cumplir tu voluntad "… me ofrecí víctima por su obra y recibí consolaciones muy grandes…".
Superadas las resistencias de los parientes y abandonadas las obras de Génova, no sin disgusto de su Obispo, da inicio en Placencia a la nueva Familia Religiosa que denominó definitivamente "Hijas de Santa Ana, Madre de María Inmaculada" (8 diciembre 1866). Vistió el hábito religioso el 26 de julio de 1867 y el 8 de abril de 1870 emitió la profesión religiosa junto a doce hermanas. En el desarrollo del Instituto recibió la colaboración del P. Juan Baustista Tornatore, sacerdote de la Misión, a quien pidió expresamente que escribiera las Reglas y que luego fue considerado Cofundador del Instituto. Confiada totalmente a la Providencia divina y animada desde el principio de un valeroso impulso de caridad, Rosa Gattorno dió inicio a la construcción de la "Obra de Dios", como la había llamado el Papa y como la llamará siempre también ella, elegida para cooperar, en espíritu de donación materna, atenta y solícita hacia las diversas formas de sufrimiento y de miseria moral o material, con la única intención de servir a Jesús en sus miembros adoloridos y heridos y de "evangelizar ante todo con la vida". Da inicio a varias obras de servicio para los pobres y enfermos de cualquier enfermedad, para las personas solas, ancianas, abandonadas; los pequeños e indefensos; las adolescentes y las jóvenes "en peligro" a quienes proveía una instrucción adecuada y la sucesiva inserción en el mundo del trabajo. A estas formas, se agregan muy pronto la apertura de escuelas populares para la instrucción de los hijos de los pobres y otras obras de promoción humano-evangélica, según las necesidades más urgentes de la época, con una efectiva presencia en la realidad eclesial y civil. Llamaba a sus hijas "Siervas de los pobres y ministras de la misericordia" y las exhortaba a acoger como signo de predilección del Señor el servicio a los hermanos, cumpliéndolo con amor y humildad: "Sean humildes… piensen que son las últimas y las más miserables de todas las creaturas que prestan su servicio a la Iglesia, de la cual tienen la gracia de formar parte". A menos de diez años de fundación el Instituto obtuvo el Decreto de Aprobación(1876), y la aprobación definitiva en 1879, mientras que para la aprobación de las reglas se tuvo que esperar hasta el 26 de julio de 1892. Muy apreciada y estimada por todos, colaboró en Placencia con el Obispo Monseñor Scalabrini, ahora beato, en modo particular en la obra a favor de las sordomudas por él fundada. A pesar de todo, no fueron ahorradas a Madre Rosa Gattorno pruebas, humillaciones, dificultades y tribulaciones de todo género. No obstante esto, el Instituto se difundió rápidamente en Italia y en el extranjero, realizando así el ardiente deseo misionero de la fundadora: "Amor mío! Cómo me siento arder de deseo de hacerte conocer y amar por todos; quisiera atraer a todo el mundo, dar a todos, socorrer a todos… quisiera correr por doquier y gritar fuerte para que todos vengan a amarte". Ser "portavoz de Jesús" y hacer llegar a todos los hombres el Amor que salva, fue siempre el anhelo profundo de su corazón. En 1878 enviaba ya a las primeras Hijas de Santa Ana en Bolivia, después Brasil, Chile, Perú, Eritrea, Francia, España. En Roma, donde había iniciado su obra desde el 1873, organizó escuelas masculinas y femeninas para los pobres, jardínes infantiles, asistencia a los hijos recién nacidos de los obreros de la Manufactura de tabaco, casas para ex prostitutas, mujeres de servicio doméstico, enfermeras a domicilio, surgió también la Casa Generalicia, con la Iglesia anexa. A su muerte dejó 368 casas, en las cuales desempeñaban su misión 3.500 hermanas. El secreto de su camino de santidad, del dinamismo de su caridad y de la fuerza de ánimo con la cual supo afrontar con fe robusta todos los obstáculos y guiar por 34 años, con dedicción plena, valor y clarividencia el Instituto, fue su continua unión con Dios y un total y confiado abandono en El: "No obstante en medio de tanto tumulto de un abismo de trabajo, nunca he quedado privada de la unión con mi Bien"; la atención y docilidad a los impulsos del Espíritu, la íntima y amorosa participación a la pasión de Cristo; la incesante súplica por la conversión de los pecadores y la santificación de todos los hombres.
Nutrió hacia la Iglesia un vivo sentido de pertenencia y fue siempre humilde, devota y obediente a las directivas del Papa y de la Jerarquía. En su predilección por Santa Ana, vivió un amor especial hacia María en quien se confió enteramente para ser toda de Dios y toda de los hermanos. Puro y simple instrumento en las manos del " delicado Artífice", conformada a Cristo pobre y víctima de amor con El, realizó en su vida el anhelo inculcado a sus hijas : "Vivir por Dios y morir por El, gastar la vida por amor". Así vivió hasta febrero de 1900, cuando afectada por una inesperada enfermedad, se agravó rápidamente. Sometida a duras pruebas de penitencia, frecuentes y extenuantes viajes, una intensa correspondencia epistolar, preocupaciones y grandes disgustos, su físico no pudo más. El 4 de mayo recibió el sacramento de los enfermos y dos días después el 6 de mayo, a las 9 de la mañana, cumplido su peregrinaje terreno se extingue santamente en la Casa General. La fama de santidad que ya había irradiado en vida, irrumpe en ocasión de su muerte, creciendo ininterrumpidamente en todas partes del mundo. Expresión de un singular designio de Dios, en su triple experiencia de esposa y madre, viuda y después religiosa- fundadora, Rosa Gattorno ha honrado la dignidad y el "genio de la mujer" en su misión al servicio de la humanidad y la difusión del Reino. Siempre fiel a la llamada de Dios y auténtica maestra de vida cristiana y eclesial, permaneció esencialmente madre: de sus hijos, que constantemente acompañó; de las hermanas, que profundamente amó; y de todos los necesitados, de los sufridos y de los infelices, en cuyo rostro contempló al mismo Cristo, pobre, llagado y crucificado. Su carisma se ha difundido en la Iglesia con el surgir de otras formas de vida evangélica: Hermanas de vida contemplativa, Asociación religiosa de vida sacerdotal, Instituto Secular y Movimiento eclesial de laicos, activamente operante en la Iglesia en casi todas partes del mundo. El 9 de abril del año 2000 fue beatificada por S.S. Juan Pablo II.Si usted tiene información relevante para la canonización de la Beata Ana Rosa, contacte a: Sr. Anna Angela Florio, FSA  - Figlie di S. Anna  -  Via Merulana, 177 - 00185 Roma, ITALIA  - Reproduzido com autorização de
Vatican.va

• Bartolomé Pucci-Franceschi, Beato
Presbítero Franciscano

Bartolomé Pucci-Franceschi, Beato

Bartolomé Pucci-Franceschi, Beato

Martirológio Romano: Em Montepulciano, na Toscana, beato Bartolomé Pucci-Franceschi, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, que, impulsionado por seu amor a Deus, deixou sua mulher, a seus filhos e riquezas, fazendo-se pobre de Cristo (1330).Etimologicamente: Bartolomé = Aquele que é filho de Tolomeo, é de origem hebreu. Seu culto foi aprovado por Leão XIII em 24 de junho de 1880. Bartolomé Pucci‑Franceschi nasceu no ano 1245 em Montepulciano, filho de Puccio di Francesco, nomes que foram unidos para formar o apelido familiar. Em sua juventude casou com Milla, filha do capitão Tomás de Pécora, da qual teve quatro filhos, que fazia 1290, quando ele aos 45 anos de idade, decidiu ingressar entre os Irmãos Menores do convento de São Francisco de Montepulciano, já haviam chegado à maioria de idade. As crónicas exaltam sua memorável renúncia à familia e ao rico património, sua caridade para com os pobres nos tempos de carestia, e vários milagres. O Senhor lhe havia inspirado consagrar-se a seu serviço e ele, dócil à divina chamada, proveu ao porvir de seus filhos e com o consentimento de sua mulher se fez religioso irmão. Na vida de convento chegou a ser modelo de perfeição. Durante a oração a miúdo era arroubado em êxtases, seu rosto se voltava radiante com uma luz celestial, sua alma acesa num fogo divino. Se reputava tão pequeno e pobre que não se atreveu a ser sacerdote, mas os superiores se impuseram e, depois de um tempo de estudos filosóficos  teológicos foi ordenado sacerdote e de imediato se entregou humilde e devotamente ao sagrado ministério com fervor e santa vida. Também então era tanta sua humildade, que havia desejado viver ignorado de todos. Seu amor pelo próximo e especialmente pelos mais pobres e desditados era grandíssimo. Por suas orações a miúdo Deus multiplicou o alimento para sua comunidade e a favor dos necessitados. Frequentes aparições da Santíssima Virgem, de anjos e de santos o enchiam de tanta alegria que parecia estar já no paraíso. Foi para toda a comunidade modelo de observância exata da regra de São Francisco, do espírito de pobreza, de castidade e de penitências com as quais martirizava seu cuerpo. Bartolomé adormeceu serenamente na paz dos justos em 6 de maio de 1330. Foi sepultado na igreja de São Francisco, onde permaneceu até 1930. Logo foi trasladado para a igreja de Santo Agostinho. Um catálogo de 1538 recorda que suas relíquias se conservavam numa urna de nogal, exposta à pública veneração dos fieis e fechada com duas chaves, das quais uma era guardada pelo superior do convento e a outra era confiada aos descendentes da familia do Beato.

BEATA CATARINA TROIANI

Religiosa (1813-1887)

María Catalina Troiani, Beata

María Catalina Troiani, Beata (1813-1887)

Foi beatificada no dia 14 de Abril de 1985 esta Serva de Deus, que veio à luz do dia em Giuliano di Roma, a 19 de Janeiro de 1813, e faleceu no Cairo, a 6 de Maio de 1887. No baptismo impuseram-lhe os nomes de Constância Dominica Antónia. Perdendo a mãe aos seis anos, foi educada pela Irmãs de Santa Clara da Caridade. Aos 16 anos ingressou no noviciado dessas religiosas com o nome de Maria Catarina de Santa Rosa de Viterbo. Aplicou-se à prática de todas as virtudes e aos 22 anos manifestou desejos de ir para as missões. Em 1859 partiu para Mênfis, no Egipto com 5 companheiras, para abrirem um mosteiro. teve assim início a primeira casa de Missionárias em Clot-Bey. Crescendo o número de Irmãs nessa terra, em 1865 as Irmãs de Santa Clara de Ferentino acharam que elas podiam seguir por si mesmas, sem depender mais da casa-mãe. A 10 de Novembro de 1868, a Congregação da Propaganda da Fé reconheceu-lhes a autonomia, com o nome de Franciscanas Missionárias do Egipto, nome que em 1950 foi mudado para Franciscanas Missionárias do Coração Imaculado de Maria. O Santo Padre descreveu assim o papel desempenhado pela Irmã Catarina. «Chamada pela Providência a deixar o mosteiro das Clarissas de Ferentino para se dirigir com algumas Co-Irmãs ao Egipto, a fim, de ali cuidar da formação humana e cristã de crianças daquela terra de ultramar, ela acolheu com plena disponibilidade o desígnio de Deus. recordando-se do voto, pronunciado nos primeiros anos de profissão religiosa, de “viver sempre súbdita e no esquecimento”, com entusiasmo missionário dedicou-se ao novo serviço na cidade do Cairo. Apresentava-se-lhe uma quantidade de misérias e de sofrimentos, em que parecia revelar-se uma síntese da dor humana: escravidão, fome, pobreza, abandono dos recém,-nascidos e dos doentes, exploração e marginalização. A Irmã Catarina não se limitou a apontar aos outros o que devia ser feito em favor daqueles infelizes. Como o bom Samaritano da parábola evangélica, ela pôs-se ao lado de cada irmão e de cada irmã que sofria no corpo e no espírito, estendendo de maneira amorosa sua mão benéfica e sacrificando-se pessoalmente por eles. Diante do próximo, vítima da dor, da doença e da miséria, a sua caridade nunca teve limites: católicos, ortodoxos, muçulmanos encontraram, nela acolhimento e ajuda porque em cada pessoa, a Irmã Catarina entrevia o rosto sofredor de Cristo. Não sem razão, a pequena Irmã, mais do que com o seu nome, era conhecida como a “Mãe dos pobres”; e pelas mulheres libertadas da escravidão, era chamada a “Mãe Branca”. Nem mesmo o perigo da doença e da própria morte por contágio deteve o ardor da caridade da Irmã Catarina; por duas vezes foi contagiada pelo mal da cólera , e em tais situações dramáticas Beata e as Co-Irmãs preocuparam-se com a assistência aos atingidos pelo mal. Algumas delas pagaram com a vida tal serviço de dedicação e de caridade. Quando as obras por ela instituídas pareciam prosperar na serenidade, sobrevêm de modo imprevisto a guerra de 1882, que pareceu transformar tudo. também nessa circunstância emergiu a fé luminosa, a fortaleza indómita, a caridade ardente da Beata. Com inabalável esperança na Providência, ela continuou a comportar-se em todas as circunstâncias segundo o principio a ela tão caro: “Desconfianças de si mesmo , confiança em Deus”. A Beata Catarina Troiani inseriu-se no serviço da Igreja com um estilo próprio : como atenta e fiel discípula de Santa Clara e de São Francisco de Assis, conseguiu reunir em si mesma a vida contemplativa da primeira com o apostolado itinerante do segundo. Foi missionária na clausura e contemplativa na missão, na plena e total dedicação ao Senhor e aos Irmãos». AAS 78 (1986) 913-16; L’OSS. ROM. 21.4.1985; DIP 4, 337-8 www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

• Francisco Montmorency-Laval, Beato
Bispo e Fundador

Francisco Montmorency-Laval, Beato

Francisco Montmorency-Laval, Beato

Estrela Falta de tempo, motivou que não me foi possível traduzir a presente biografia. As minhas desculpas e obrigado. AF

Martirológio Romano: Em Quebec no domínio de Canadá, beato Francisco de Montmorency Laval, bispo, que estabeleceu sua sede episcopal naquela cidade e desde ali, durante quase cinquenta anos, se dedicou com todas suas forças a confirmar e acrescentar a Igreja naquela vasta região de América do Norte, chegando inclusive até ao golfo de México (1708). Etimologicamente: Francisco = Aquele que porta a bandeira, é de origem germânico. Da familia Montmorency-Laval, uma das mais distintas de França, nasceu Francisco em 30 de abril de 1623, em Montigny-sur-Avre. Educado nos jesuítas de La Flèche, recebeu a tonsura, mas à morte de seu pai, ainda teve que ocupar-se dos assuntos e negócios dos seus, como cabeça de familia. Ordenado sacerdote em 1647, foi designado arquidiácono de Évreux, onde o bispo era tio seu. Quando em 1653 foi nomeado vigário apostólico de Tonkín, na Indochina, a viagem se fez impossível, e se retirou quatro anos ao Hermitage, numa escola de espiritualidade aberta por Juan de Bernières. Su vida misionera se inició en 1658, año en que fue designado vicario apostólico de la Nueva Francia y obispo titular de Petra. Llegó a Quebec al año siguiente, y en treinta años desarrolló una formidable actividad apostólica, organizando aquella Iglesia incipiente, luchando contra las tendencias galicanas de los gobernadores y defendiendo a los indios. A él se debe el Seminario de Quebec - Universidad Laval, desde 1852 -, y la erección de la diócesis en 1674, de la que fue primer obispo. Los últimos años de su vida los pasó retirado en el Seminario, donde murió el 6 de mayo de 1708 a los ochenta y cinco años. Venerable desde 1960, y beatificado en 1980, «fue en Canadá lo que San Agustín en Bretaña, San Bonifacio en Germania, o Cirilo y Metodio en los pueblos eslavos» (AAS 73,1981, 256).

• Domingo Savio, Santo
Adolescente Santo

Domingo Savio, Santo

Domingo Savio, Santo

Estrela A sua grande extensão e falta de tempo, originou que não fosse feita a sua tradução completa. Desculpem-me e obrigado. AF.

Martirológio Romano: Em Mondónio, no Piemonte, santo Domingo Savio, que, doce e jovial desde a infância, todavia adolescente consumou com passo ligeiro o caminho da perfeição cristã. Etimologia: Domingo = Aquele que é consagrado o senhor, é de origem latino.

PADROEIRO de: Meninos e Adolescentes, Meninos Cantores, Estudantes, Acólitos e Mães Grávidas

Nace en Riva de Chieri, Italia, en la humilde casita de los esposos Carlos y Brígida, el 2 de abril de 1842. Al año siguiente toda su familia se traslada a las colinas de Murialdo. Es un niño del pueblo, nacido en una familia profundamente cristiana y joven, pobre y repetidamente probada. El 8 de abril de 1849 hace su Primera Comunión. Muy temprano, vestido de fiesta, Domingo se dirige a la Iglesia parroquial de Castelnuovo. Es el primero en entrar al templo y el último en salir. Aquel día fue siempre memorable para él. Arrodillado al pie del altar, con las manos juntas y con la mente y el corazón transportados al cielo, pronuncia los propósitos que venía preparando desde hacía tiempo: "Propósitos que yo, Domingo Savio, hice el año de 1849, a los siete años de edad, el día de mi Primera Comunión: 1. Me confesaré muy a menudo y recibiré la Sagrada Comunión siempre que el confesor me lo permita. 2. Quiero santificar los días de fiesta. 3. Mis amigos serán Jesús y María. 4. Antes morir que pecar”. Estos recuerdos fueron la norma de todos sus actos hasta el fin de su vida. El 2 de octubre de 1854 conoce a Don Bosco. Este santo sacerdote lo guiará por el camino de la santidad juvenil, convirtiéndose en su padre, maestro y amigo. Lo lleva a estudiar a Turín. Tiene en ese momento12 años y medio. Allí pasa su adolescencia, viviendo como pupilo con los muchachos pobres que el mismo Don Bosco recoge en su Oratorio.  El 1 de marzo de 1857 su delicada salud se agrava. El médico aconseja que vaya a su casa y allí se reponga. Al despedirse de Don Bosco y de sus compañeros les dice: “Nos veremos en el paraíso”. Intuía que muy pronto iba a morir.  Efectivamente, el 9 de marzo, postrado en la cama, en un momento se incorpora y le dice a su papá que lo asiste: “Papá, ya es hora”, y va repitiendo las oraciones de los moribundos que entre sollozos lee el papá. Luego parece adormecerse. Pasados algunos minutos entreabre los ojos y con voz clara y sonriente exclama: “Adiós, querido papá, adiós. ¡Oh, qué hermosas cosas veo!”, y expira con las manos juntas sobre el pecho, tan dulcemente que su padre cree que se adormece de nuevo. Tenía 14 años y 11 meses.  A los dos años de su muerte Don Bosco escribe un librito narrando la vida de este su querido alumno. De los hechos allí narrados son testigos todos sus compañeros; pero lo que no todos ellos conocen bien son las grandes motivaciones de la fe que orientaron la vida de Domingo Savio, cosa que sí conoce Don Bosco, ya que lo atendía en el sacramento de la Confesión y en la dirección espiritual.  ¡Adolescente santo, de sólo 15 años de edad! El primero que a tan corta edad, sin ser mártir, fue declarado santo por el Papa Pío XII el 12 de junio de 1954. En esa ocasión el mismo Papa dijo: “Con admiración se descubren en él los maravillosos caminos de la gracia, y una adhesión permanente y sin reservas a las cosas del cielo que su fe percibía con rara intensidad”. Su antecesor el Papa Pío XI dijo de él: “Pequeño, mejor aún, gran gigante del espíritu”. ¿Qué hizo de extraordinario este niño y adolescente para que la Iglesia lo eleve al honor de los altares y lo proponga como modelo de vida cristiana? Veamos los rasgos de su santidad - Perfil de su niñez: Una vida en la presencia de Dios, a quien sentía vivo y presente en todo momento. Algunos ejemplos: Se levanta de la mesa y no quiere comer porque un invitado se sienta y empieza a comer sin rezar antes. Los domingos es el primero en llegar a la iglesia, y si la encuentra cerrada se arrodilla junto a la puerta para rezar, haya buen tiempo o esté nevando; y luego su mayor alegría es poder hacer de monaguillo en la santa misa; y su compostura durante la oración es objeto de admiración de los que lo ven: manos juntas, ojos fijos en el sagrario, absorto en la presencia de Jesús. Al recorrer solo y a pie, entre matorrales, los 18 kilómetros para ir diariamente a la escuela, un tío le pregunta: ¿No tienes miedo de ir solo? La respuesta de Domingo, de 10 años, no se hace esperar: “Yo no estoy solo; me acompaña el Ángel de la Guarda”.  El amor personal a Cristo y a su Madre: Esta vida en la presencia de Dios es puesta en evidencia desde su temprana Primera Comunión, con aquel propósito que es la clave de otros tres: “Mis amigos serán Jesús y María”. Los otros tres los hizo como medios para mantener y acrecentar dicha amistad, y son el leit-motiv en sus momentos más importantes. Las lágrimas que vierte tienen su fuente en este precoz concepto del pecado: así por ejemplo pide perdón a su mamá en vísperas de su Primera Comunión; pide perdón cuando cree haber herido su amistad con Cristo por haber cedido ante la invitación de algunos compañeros a darse un baño en un arroyo, motivo por el que lloró repetidamente, y no cedió nunca más a otras invitaciones, como cuando lo invitaban a “hacerse la rabona” y no concurrir a la escuela. Por eso decide elegir a amigos que no le impidan mantener su amistad con Jesús y con la Virgen María.  El cumplimiento heroico del humilde deber cotidiano: A sus padres no les daba sino “satisfacciones”. Para ir a la escuela recorría, con sus 10 años de edad, 18 kilómetros diarios, con cualquier tiempo. Domingo era un chico de recia voluntad, sostenida por la gracia de la amistad con Jesús y María. Don Bosco escribe: “Domingo no se ha hecho notorio en los primeros tiempos del Oratorio por cosa alguna, fuera de su perfecta docilidad y de una exacta observancia de las reglas de la casa…y una exactitud en el cumplimiento de sus deberes más allá de la cual no sería fácil llegar”. A este respecto, cierta vez sus compañeros pupilos notaron que Domingo faltaba en el almuerzo; lo buscaron en vano; le dijeron a Don Bosco, y él fue a la iglesia donde por la mañana había participado en la Misa y había comulgado, y allí lo encontró junto al altar, inmóvil, con los ojos fijos en el Sagrario desde hacía 7 horas; lo llamó por su nombre y nada, tuvo que tocarlo en el hombro para que se diera cuenta; y al enterarse de que ya estaban almorzando pidió humildemente perdón a Don Bosco por la trasgresión a las reglas de la casa.  Con sus compañeros sobresale en dos actitudes: rechaza aprobarlos y seguirlos en sus comportamientos reprensibles; pero por otro lado irradia simpatía y “es la delicia de ellos”, a tal punto que acepta en lugar de quienes lo han acusado falsamente, un humillante castigo. Es decir: tiene firmeza unida a dulzura. Perfil de su adolescencia: La edad de la adolescencia: se caracteriza por la inestabilidad, que Domingo supo domarla a fuerza de dominio de sí mismo y de docilidad a las directivas de Don Bosco, y más que nada con su habitual recogimiento en Dios. Y las otras características propias de esta edad también las puso al servicio de su santidad de adolescente: afirmación de sí mismo, llamado a grandes horizontes, fervor de sentimiento. Esto se hace evidente en el exaltante descubrimiento y en el apasionado deseo de la santidad (“¡Yo quiero hacerme santo!”), en su viva ternura demostrada para con la Virgen María, como también con sus amigos más íntimos, en su voluntad de acción, de dominio, de construcción de alguna “obra” (funda la Compañía de La Inmaculada: grupo de compañeros buenos que se comprometen a ayudarse mutuamente y a ayudar a Don Bosco en la educación de los chicos del Oratorio, que los había artesanos rústicos y jóvenes burgueses y aristocráticos, chicos que se peleaban a pedradas, que faltaban a clase, que tenían costumbres de blasfemar, que con placer se entretenían con revistas pornográficas, que no se hacían problemas de tomar a golpes de puño y puntapiés a los otros, que se enfurecían por nada). En medio de éstos es como Domingo ha vivido y ha construido su santidad: con cuatro viajes diarios por las calles de Turín para ir a la escuela; con un Reglamento y un horario de Internado cristiano. En resumen, se halla inmerso en nuestro mundo moderno (aunque no hay todavía bicicletas y televisores), metido en todo aquello que aún hoy es la sustancia de la vida de un estudiante de 15 años. Aparecen turbaciones y arranques bruscos, como el endurecimiento para consigo que sigue al descubrimiento de que la santidad es posible, las dudas de conciencia que lo llevan a querer confesarse cada tres o cuatro días, el ansia de penitencias extraordinarias (“¡para unirme –dice- a los sufrimientos de Jesús en la cruz!”). También aparece lo trágico de algunas circunstancias: el desgarrón hiriente de sus truncadas amistades, la alarma por su endeble salud, la dolorosa partida del Oratorio… Todo esto hace de Domingo un verdadero y simpático adolescente. Un santo “joven estudiante”.  La presencia de un guía: La adolescencia es una etapa de conquista de la personalidad, a la vez que de gran necesidad de guía y formación individual. Domingo tuvo la suerte de encontrar un guía espiritual en Don Bosco y de saber aprovecharlo. Y así se encuentran la generosidad de un adolescente con la luz de un verdadero sacerdote amigo del alma. Cuando llegó al Oratorio leyó el cartel puesto sobre la puerta del cuarto de Don Bosco: “¡Denme almas, y llévense lo demás!”; y con espontaneidad le dijo: “Don Bosco, aquí se trata de un negocio, la salvación de las almas. Pues bien, yo seré la tela y usted será el sastre. Haga de mí un hermoso traje para el Señor”. A esta docilidad en dejarse guiar, atribuye Don Bosco la orientación de Domingo hacia su santidad de estudiante. En este contexto aparece la función decisiva de la Confesión frecuente. Así va descubriendo el misterio de la redención: Jesús es comprendido como el Salvador; María como La Inmaculada y La Dolorosa. Su alma y la de sus compañeros deben ser salvadas…a través del misterio de la cruz. Su devoción a la Virgen María: La estadía con Don Bosco coincide con el acontecimiento mundial de la proclamación del dogma de la Inmaculada Concepción. Como santo “adolescente”, Domingo es el fruto de aquel 8 de diciembre de 1854. En ese día hace una confesión general, y delante del altar de la Inmaculada se consagra personalmente a Ella. De aquí en adelante ve a María con su rostro de “Inmaculada”, y su propósito de la Primera Comunión adquiere una nueva dimensión: “el pecado al que preferirá la muerte es ahora, de manera más precisa, la impureza”. Los esfuerzos heroicos de adolescente para conservar intacta su pureza, especialmente con el control de los ojos, se deben a su gran devoción hacia La Inmaculada vivida con espíritu caballeresco y con ardiente ternura. Había días que terminaba con dolor de cabeza, por el esfuerzo de controlar la curiosidad y no mirar cosas que perturbaban su alma limpia y ponían en peligro su amistad con Jesús y María, exponiéndolo a dejarse llevar por pensamientos y deseos impuros (tan comunes en esa edad). También contempla a la Virgen con su rostro de “Dolorosa”: todos los miércoles hace la comunión en su honor y por la conversión de los pecadores; cada viernes se hace acompañar por algunos compañeros para rezar en la capilla la Corona de los Siete Dolores; más de una vez es visto en extática oración ante el altarcito del dormitorio, donde campea una imagen de la Dolorosa; cada sábado hubiera querido ayunar a pan y agua por Ella (Don Bosco no le permite esto último). Esta doble devoción es la inspiradora de su apostolado, especialmente en la Compañía de la Inmaculada, que exige de sus miembros una verdadera consagración de sí mismos a María.
Algunos años después de su muerte se aparece a Don Bosco en uno de sus famosos sueños. Éste le pregunta: “Domingo, ¿qué es lo que más te consoló en el momento de tu muerte?”. Y la respuesta de Domingo: “La asistencia de la poderosa y amable Madre del Salvador”. Su amor a Jesús. La misa y la comunión cotidiana (cuyos efectos se prolongan a través de frecuentes visitas a la capilla que está junto al patio de juegos), enseñan a Domingo a considerarlo como Salvador de su alma y de la de sus compañeros. Su odio por el pecado crece a medida que comprende el precio que por él ha pagado Cristo y su Madre. Su espíritu de penitencia lo lleva a sufrir para asemejarse a Jesús, por ejemplo cuando es calumniado, cuando se cubre con una sola frazada en pleno invierno o pone piedritas entre las sábanas (al enterarse Don Bosco le prohíbe esta penitencia), cuando transforma sus sabañones en llagas, cuando se le suministran medicinas amargas… Su celo apostólico se ve alimentado en la misma fuente: quiere impedir o reparar el pecado porque arruina el fruto de la sangre de Cristo, y quiere hacer el bien a sus compañeros para asegurar el fruto de esta sangre divina. Este es el sentido de varias de sus intervenciones, como la de impedir el desafío a pedradas de dos compañeros, interponiéndose entre ellos con un crucifijo en la mano y pidiendo que arrojen la primera piedra contra él; el de narrar cosas edificantes o bien enseñar a hacer bien la señal de la cruz durante los tiempos de recreo... (su preocupación era atender de modo particular a los compañeros díscolos, a los recién llegados al Oratorio y a los solitarios, a los compañeros de clase con dificultades y a los enfermos). Obsesión por la santidad en la alegría: A partir de una predicación de Don Bosco sobre la santidad se desata en su alma una verdadera efervescencia. Realiza un gran descubrimiento: ¡Dios le quiere santo! Y da su explicación: “Yo quiero entregarme todo al Señor. Yo debo y quiero pertenecer todo al Señor”. Por un momento Domingo piensa imitar a los santos en sus prácticas de penitencia y en unas prolongadas y extraordinarias prácticas de piedad. Pero aquí interviene su guía espiritual Don Bosco: “Domingo, lo que Dios quiere de ti, como adolescente, es que cumplas siempre bien tus deberes de estudiante, trates de hacer el bien a tus compañeros y estés siempre alegre”. Y cosa maravillosa: este nuevo impulso de querer ser santo y de que es posible lograrlo, le proporciona una profunda alegría, y de tal modo la suscita que la alegría viene a definir esta santidad tan salesiana y juvenil: “Nosotros hacemos consistir la santidad en estar siempre alegres, haciendo bien las cosas que tenemos que hacer, porque Jesús lo quiere”. ¿Por qué este adolescente es Patrono de las mamás embarazadas? Estando Domingo en el Oratorio en Turín, un día le pide a Don Bosco que le deje ir a ver a su mamá porque está enferma. Don Bosco no sabe explicarse, pues nadie se lo había dicho, ni él mismo lo sabía; pero ante la insistencia de Domingo se lo permite. Al llegar cerca de la casa los familiares le quieren impedir que entre a ver a su mamá, pues está luchando por dar a luz a un nuevo hijo y corre grave peligro de morir en el intento. Domingo no hace caso y entra, se arroja sobre la mamá, la abraza, la besa y disimuladamente deja sobre el pecho de ella un escapulario de la Virgen María. Regresa después al oratorio y se presenta a Don Bosco para agradecerle el permiso y para decirle que su madre está perfectamente bien. Efectivamente la mamá pudo dar a luz sin ningún problema a su hijito. Todos vieron que esto fue un milagro. La mamá conservó este escapulario. Y lo prestaba a las vecinas y a las mismas hermanas de Domingo cuando tenían dificultades en el embarazo. Los médicos, enterados, lo recomendaban a sus pacientes. Fueron muchas las gracias conseguidas con aquel milagroso escapulario. El escapulario se lo puede adquirir en las librerías y/o santerías salesianas, con la imagen del Patrono Domingo Savio, junto con la oración y la historia detallada de este milagro. El 9 de marzo se recuerda el nacimiento al cielo de Santo Domingo Savio, siendo el 6 de mayo la fecha fijada para la celebración litúrgica de su fiesta. Además de la Vida de Domingo Savio escrita por Don Bosco, hay abundante bibliografía y estudios sobre este adolescente santo. Hay libritos escritos para niños, para adolescentes, para educadores, para todos. Los que no lo conocen se van a sorprender de su santidad extraordinaria viviendo lo ordinario de su vida de estudiante cristiano.

ORACIÓN DE LA MADRE EN LA ESPERA DE UN HIJO
Señor Jesús, por intercesión de Santo Domingo Savio te ruego  con amor por esta dulce esperanza que llevo en mi seno.  Me has concedido el inmenso don de esta pequeña vida que alienta  en la mía; te doy humildemente gracias por haberme escogido como  instrumento de tu amor. En esta dulce espera, ayúdame a vivir en continuo  abandono a tu divina voluntad.  Concédeme un corazón de madre, puro, fuerte y generoso.  Te ofrezco las preocupaciones del porvenir:  las ansias, los temores, los deseos en favor de la criatura que no conozco aún.  Haz que nazca sana en el cuerpo,  aparta de ella todo mal físico y todo peligro para el alma.  Tú, María, que gozaste las inefables alegrías de una maternidad santa,  dame un corazón capaz de transmitir una fe viva y ardiente.  Santifica mi espera,  bendice mi gozosa esperanza,  haz que el fruto de mi seno sea fecundo en virtud y santidad,  como le concediste al adolescente Santo Domingo Savio.  Amén.  ORACIÓN A SANTO DOMINGO SAVIO Santo Domingo Savio,  que en la escuela de Don Bosco  aprendiste a recorrer los caminos de la santidad juvenil:  enséñanos a imitar tu amor a Jesús y a María,  y tu ansia de llevar a tus compañeros a ser sus amigos;  alcánzanos del Señor que,  practicando tu lema  “Antes morir que pecar”,  podamos conseguir nuestra salvación eterna.  Amén.

Outros Santos e Beatos
Completando o santoral deste dia

Otros Santos y Beatos

Outros Santos e Beatos

Santo Lúcio de Cirene, santo do Novo Testamento

Comemoração de santo Lúcio de Cirene, a quem o livro dos Actos dos Apóstolos nomeia entre os profetas e doutores da Igreja de Antioquia (s. I).

Santo Venério, bispo

Em Milão, da Ligúria (hoje Itália), santo Venério, bispo, discípulo e diácono de santo Ambrósio, que acudiu em ajuda dos bispos africanos enviando-lhes clérigos e favoreceu a são Juan Crisóstomo em seu desterro (409).

Santa Benta, monja

Em Roma, santa Benita, virgem e monja romana, da qual são Gregório I Magno conta que descansou no Senhor, tal como ela mesma havia pedido com insistência, aos trinta dias da morte de santa Gala, que a amava de uma maneira especial acima das demais (s. VI)

Beatos Eduardo Jones e Antonio Middleton,

presbíteros y mártires

Em Londres, em Inglaterra, beatos Eduardo Jones e Antonio Middleton, presbíteros e mártires, os quais, durante o reinado de Isabel I, por sua condição de sacerdotes foram enforcados e esquartejados ante sua própria casa (1590).

90016 > Beata Anna Rosa Gattorno 6 maggio MR
52040 > Beato Bartolomeo Pucci-Franceschi Sacerdote francescano 6 maggio MR
52020 > Santa Benedetta di Roma Vergine 6 maggio MR
91679 > Beata Caterina Troiani Fondatrice 6 maggio MR
52030 > Sant' Edberto di Lindisfarne Vescovo 6 maggio MR
52060 > Beati Edoardo Jones e Antonio Middleton Martiri 6 maggio MR
91469 > Beati Enrico Kaczorowski e Casimiro Gostynski Sacerdoti e martiri 6 maggio MR
91844 > Beato Francesco de Montmorency-Laval Vescovo di Québec 6 maggio MR
92219 > Beata Jutta (Giuditta) di Sangerhausen Vedova 6 maggio
52050 > San Lucio di Cirene Vescovo 6 maggio MR
92633 > Santi Mariano e Giacomo Martiri di Lambesa 6 maggio MR
94138 > Beati Pietro de Tornamira e Guglielmo Tandi Mercedari 6 maggio
92371 > Beato Pietro I di Tarantasia Vescovo 6 maggio
32550 > San Pietro Nolasco Fondatore dei Mercedari 6 maggio MR
94131 > Beato Ponzio de Barellis Mercedario 6 maggio
94740 > San Protogene di Harran Vescovo 6 maggio
52010 > San Venerio di Milano Vescovo 6 maggio MR

http://es.catholic.net/santoral e www.jesuitas.pt

Recolha, transcrição e tradução incompleta por António Fonseca