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terça-feira, 14 de junho de 2011

Nº 950 - (165) - 14 DE JUNHO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

15 SANTOS E BEATOS
Nº 950
SANTO ELISEU
Profeta
Eliseu

Este profeta do século IX antes de Cristo, cujo nome significa saúde de Deus, foi discípulo de Elias. nasceu em Abelmeula, na tribo de Manassés, a dez milhas de Segtopólis. Elias encontrou-o a lavrar, pôs sobre ele a sua capa, e Eliseu deixou a lavoura, os pais e parentes, e seguiu-o; desde então, recebeu também o espírito profético. os prodígios que em seguida obrou deram-no a conhecer como herdeiro das virtudes e graças do antigo profeta. Passou a pé enxuto as águas do Jordão, trocou as más qualidades da água de Jericó; socorreu o exército de Josafat e Jorão, que estavam morrendo de sede, e predisse-lhes a completa vitória que alcançariam sobre os moabitas; aumentou milagrosamente o azeite que uma pobre viúva tinha em casa; ressuscitou o filho duma mulher sunamita, curou a lepra de Naamã, general sírio; predisse os males que Hazael causaria aos israelitas e anunciou a Joás, rei de Israel (798-783) que tantas vitórias ganharia aos Sírios quantas vezes ferisse a terra com a sua flecha – profecias que se cumpriram com a maior exactidão. Desde esta época, a Sagrada Escritura (1º e 2º dos Reis) passa em silêncio as obras do profeta Eliseu, que é bem de crer tenham sido notáveis, esforçando-se ele por fomentar o bem dos seus compatriotas. Morreu durante o reinado de Joás, que, tendo ido visitá-lo e conhecendo que morreria, exclamou chorando: «Pai em, pai meu, carro de Israel e seu condutor». estas foram também as palavras que o mesmo Eliseu disse a Elias no rapto misterioso deste. No mesmo ano da sua morte sucedeu que, sendo assaltados por ladrões moabitas certos homens que iam enterrar um defunto, lançaram este na cova e sepulcro de Eliseu, que foi tudo o que acharam mais à mão; e logo que o morto tocou nos ossos do profeta, recuperou a vida. Eliseu foi um desses homens extraordinários que de vez em quando enviava a Divina Providência ao mundo, em tempos de corrupção e obscurantismo, para reanimar a fé dos bons e aterrar com prodígios os malvados. S. Jerónimo diz que o sepulcro deste profeta faz tremer os demónios. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt; Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it
SANTOS ANASTÁCIO e FÉLIX, e, SANTA DIGNA
Mártires (852)
Digna, Anastasio y Félix, Santos
Digna, Anastácio e Félix, Santos
Santo Anastácio era padre de Córdova, homem venerável que fora elevado ao sacerdócio depois de passar muitos anos no estado monástico. No dia seguinte ao martírio de Santo Fândila, (VER DIA 13 DE JUNHO) apresentou-se diante das autoridades da cidade e atacou, também em termos veementes, os inimigos da fé. Cortaram-lhe imediatamente a cabeça. Ao mesmo tempo que ele, foi executado um monge chamado Félix, originário da Getúlia, na África, que viera por acaso a Espanha, convertendo-se aí e abraçando o estado monástico. Os corpos de ambos foram dependurados como de São Fândila. A tarde do mesmo dia viu igualmente o martírio duma jovem monja chamada Digna. Esta que, por causa da sua profunda humildade, se considerava como a última das suas irmãs, dizia muitas vezes da maneira mais comovedora: «Não me chameis Digna, mas antes Indigna, que o meu nome deve dizer o que eu sou». Viu uma noite, durante o sono, Santa Águeda, com a aparência duma esplendorosa beleza, tendo na mão lírios e rosas. A santa mártir entregou-lhe um lírio vermelho, animando-a a combater corajosamente por Cristo. Digna, a partir de então, apaixonou-se por um vivo desejo de martírio; e quando a notícia da execução de Anastácio e de Félix lhe chegou, compreendeu que a sua hora tinha vindo; saiu secretamente do mosteiro, apresentou-se diante do juiz e censurou-o claramente dos assassínios que pouco antes cometera em pessoas culpadas unicamente por adorarem o verdadeiro Deus e por acreditarem na Santíssima Trindade. Por sua vez, foi decapitada e dependurada como os dois precedentes, pelo ano de 852. A Igreja reuniu estes três mártires em 14 de Junho. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt; Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it
Metodio de Constantinopla, Santo
Metódio de Constantinopla, Santo
Defensor de imagens durante a segunda perseguição iconoclasta, nasceu em Siracusa a finais do século oitavo; morreu em Constantinopla em 14 de Junho de 846. Filho de uma rica família, veio a Constantinopla quando era jovem intentando obter um posto na corte. Mas um monge o persuadiu de que mudasse de intenção e entrasse para um mosteiro.Sob o imperador León V (O Arménio, 813-820) se iniciou a perseguição iconoclasta por segunda vez. Quase todos os monges eram aguerridos defensores das imagens; Metódio permaneceu do lado de sua ordem e se distinguiu por sua oposição ao governo. Em 815 o patriarca Nicéforo I (806-815) foi deposto e exilado por sua resistência às leis iconoclastas; em seu lugar se impôs Theodotus I (815-821). Nesse mesmo ano Metódio foi a Roma, aparentemente enviado pelo deposto Patriarca, para reportar o assunto ao Papa (Pascoal I, 817-824). Permaneceu em Roma até que Leão V foi assassinado em 820 e sucedido por Miguel II (820-829). Esperando coisas melhores do mudasse a política de governo e restaurasse ao Patriarca Nicéforo. Mas Miguel só aumentou a ferocidade da perseguição. Tão cedo regressou a Constantinopla, tendo entregue a carta e exortado ao imperador a actuar de acordo com ela, foi severamente castigado (com 70 chibatadas), levado à ilha Antigoni em Propontis, e aí foi encarcerado numa tumba fora de uso. A tumba havia sido concebida como um edifício de certo tamanho; Metódio viveu nela sete anos. Em 828 Miguel II, não muito tempo antes de sua morte, mitigou a perseguição e proclamou uma amnistia geral. Tirando vantagem disso, Metódio saiu de prisão e regressou a Constantinopla quase esgotado por suas privações. Seu espírito não estava rompido e retomou a defesa das imagens com o mesmo zelo que antes. Miguel II foi sucedido por seu filho Teófilo (829-842), que causou a última e mais feroz perseguição dos veneradores de imagens. Metodio resistiu directamente ao imperador e foi novamente açoitado e encarcerado no palácio. Mas essa mesma noite escapou ajudado por seus amigos da cidade, que o esconderam em sua casa e lhe vendaram as feridas. Por esta razão, o governo confiscou a casa. Mas vendo que Metodio não ia a ser dobrado pelo castigo, o imperador tratou de o convencer com argumentos. O resultado de sua discussão foi que Metodio em certo grau persuadiu o imperador. De qualquer maneira, até ao final de seu reinado, a perseguição foi mitigada. Theophilus morreu em 842 e imediatamente mudou toda a situação. Sua esposa Theodora chegou a ser regente para seu filho Miguel III (El Borracho, 842-867). Ela havia sido sempre uma secreta veneradora de imagens e agora que tinha o poder, imediatamente começou a restaurar imagens, libertar os confessores prisioneiros e a regressar tudo às condições do Segundo Concilio de Nicea (787). O patriarca de Constantinopla, Juan VII (832-842), era um iconoclasta posto pelo governo e ao persistir na sua heresia, foi deposto e Metodio foi feito patriarca em seu lugar (842-846). Metodio ajudou então a imperatriz-regente na sua restauração. Convocou um sínodo em Constantinopla (842) que aprovou a deposição de Juan VII e de sua sucessão. Não teve que fazer novas leis sobre imagens. Os Decretos de Nicea II que haviam recebido o assentimento do Papa e de toda a igreja como os de um Concilio Ecuménico foram postos novamente em efeito. Em 19 de Fevereiro de 842, as imagens regressaram aos templos em solene procissão. Esta foi a primeira "Festa da Ortodoxia", observada em memória daquele evento no primeiro domingo de Quaresma de cada ano por toda a Igreja Bizantina. Metodio então procedeu a depor a todos os bispos iconoclastas por todo seu patriarcado, substituindo-os por veneradores de imagens. Ao fazê-lo, parece ter atuado severamente. Se formou uma oposição contra ele que por pouco se voltou num cisma organizado. O Patriarca foi acusado de violação; mas a mulher em questão, ao ser interrogada admitiu que havia sido comprada pelos inimigos de Metodio. Em 13 de Março de 842, Metodio, com grande honra para Constantinopla, comprou as relíquias de seu predecessor Nicéforo (que havia morrido no exilio). Foram expostas por algum tempo no templo da Sagrada Visão e logo enterrados no dos Apóstolos. Metodio foi sucedido por Ignacio, em cujo tempo se iniciou o grande cisma de Photius. Metodio é um santo para católicos e ortodoxos. É mencionado no Martirologio Romano (14 Junho), nesse dia a Igreja Bizantina mantém sua festa junto à do profeta Eliseu. Com os outros patriarcas é aclamado defensor de imagens, no serviço da festa da Ortodoxia: "A Germanus, Tarasius, Nicephorus e Metodio, verdadeiros altos sacerdotes de Deus e defensores e mestres da Ortodoxia, R. Memoria Eterna (triple)." Os Sírios Uniatos (N.T.: membros da Igreja Oriental que estão em união com a Igreja Católica Romana, e reconhecem ao Papa romano como supremo em questões de fé, mas mantém sua própria liturgia, rito e disciplina) celebram sua festa no mesmo dia. Os ortodoxos têm uma curiosa lenda: que suas orações e as de Teodora salvaram a Theophilus do inferno. Está narrada no Synaxarion para a festa da Ortodoxia.
57220 > Santi Anastasio, Felice e Degna Martiri 14 giugno MR
Anastasio, Felice e Digna
93509 > San Cipriano Venerato ad Antigny 14 giugno
Cipriano e Savino (Sabino)
94701 > Beata Costanza de Castro Terziaria francescana 14 giugno
Beata Costanza de Castro
57250 > Sant' Eliseo Profeta 14 giugno MR
Eliseu
57210 > Sant' Eterio di Vienne Vescovo 14 giugno MR
Eterio di Vienne
91859 > San Fortunato di Napoli Vescovo 14 giugno MR
Fortunato di Napoli
92500 > San Metodio Patriarca di Costantinopoli 14 giugno MR
Metodio
94555 > San Mstislav di Novgorod Principe 14 giugno (Chiese Orientali)
Mstislaw di Novgorod

94339 > Beato Pietro de Bustamante Vescovo 14 giugno
Beato Pietro de Bustamante
91151 > San Proto di Aquileia Martire 14 giugno MR
Proto di Aquileia
91423 > Santa Teopista Vergine e martire 14 giugno
Teopista
57200 > Santi Valerio e Rufino Martiri 14 giugno MR
 Valerio e Rufino
Recolha, transcrição e tradução
por António Fonseca