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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nº 951 - (166) - 15 DE JUNHO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

24 Santos e Beatos
Nº 951
Benilde de Córdoba, Santa
Benilde de Córdoba, Santa
Era bastante anciã já quando se desatou em sua Córdova natal uma perseguição califal contra o cristianismo das que fazem época; nunca melhor dito: a grande era dos mártires cordoveses. Desde fazia dois anos não cessavam os mortos pela fé cristã. Santo Fândila, sacerdote natural de Guadix e grande catequista, foi degolado por sua atividade cristã em 13 de Junho deste ano 853 e no dia seguinte o foram santa Digna, religiosa contemplativa, e são Félix, monge de um convento da capital e natural de Alcalá de Henares. Quer dizer, todo o cristão significativo estava sendo eliminado para desarreigar a fé de Cristo e «evangelizar» Córdova no espírito do Corão. Como os mouros eram bem conhecedores dos costumes cristãos, depois da execução, se queimavam os corpos dos mártires e suas cinzas as espalhavam no rio Guadalquivir para evitar a criação de santuários nas tumbas dos mártires. Benilde, apesar de seus muitos anos, se encheu de valentia evangélica, elevou seu grito de liberdade contra a tirania e proclamou em voz alta que preferia a fé à vida e à coerência crente ao silêncio cúmplice com aquele «terrorismo de estado». Seu gesto claro, generoso e valente lhe custou o pescoço e também foi incinerada para desperdiçar seus restos no rio. Dizem os entendidos que as águas do Guadalquivir baixam, desde então, «contaminadas» pelo único barro que, em lugar de sujar, fecundam a Igreja andaluza: o rio de amor que não pode enganar-se nem enganar-nos. Não, se já vedes como os velhos que estão perto da Igreja podem dar-nos, no final, mais de uma lição de vida comprometida com o evangelho. Ao tempo...
• Amós, Santo
Profeta do Antigo Testamento
Amós, Santo
Amós, Santo
Martirológio Romano: Comemoração de santo Amós, profeta, que sendo pastor de Tecoa e cuidador de sicómoros, foi enviado por Deus aos filhos de Israel para defender sua justiça e santidade contra suas prevaricações (s. X a.C.).Etimologicamente: Amós = Aquele que é forte, é de origem hebraica.Amós é o primeiro profeta escritor e seus vaticínios, que constituem para nós o primeiro documento do profetismo, são também uma preciosa fonte de noticias sobre sua vida e sobre os costumes de seu povo, sete séculos e meio antes de Cristo. Pregou entre 762 e 750 a.C., depois de uma precisa vocação divina que o tirou de seu povo, Téqoa, perto de Belém, e de seu oficio de criador de rebanhos e cortador de sicómoros. Jeroboão II, aproveitando o desinteresse de Egipto e de Ásia, havia ampliado os limites de Israel; mas as fáceis vitórias haviam suscitado uma situação social desordenada: havia poucos ricos, ávidos de riqueza, e muitos pobres, marginados e explorados inumanamente pelos comerciantes, magistrados e funcionários desonestos; ademais, o ócio, a preguiça e o desejo de prazeres haviam travado o antigo impulso religioso do povo de Deus. O sentimento religioso da antiga Aliança havia sido substituído pela exaltação presunçosa do homem e por seu poder. Contra esta mentalidade laica e o cumprimento puramente formal da Lei, Amós levanta sua voz para anunciar o iminente castigo de Deus, que destruirá a Israel, castigará os ricos e fará desaparecer esse vazio culto idólatra da riqueza: “Porque oprimis ao pobre e le impondes tributo do grão; casas de pedras lavradas haveis construído, mas não as habitareis; haveis plantado vinhas deliciosas, mas não bebereis seu vinho. Porque sei que são numerosos vossos crimes e que são grandes vossos pecados... Buscai o bem e não o mal, a fim de que vivais e assim o Senhor Deus estará convosco como dizeis... Odiai o mal e amai o bem, restabelecei o juízo na porta, e talvez Yahvé se apiede do resto de Jessé”. O pior mal está na presunção de haver cumprido os próprios deveres religiosos com o oferecimento de sacrifícios pingues e generosos, quer dizer, com um culto exterior que oculta uma vida desordenada moral e socialmente. A justiça divina lança por boca do profeta o último chamamento antes do desastre. Amós propõe eleger entre uma vida com Deus e uma vida sem Deus. Mas esta prova extrema será também um chamamento providencial a viver a aliança feita com seu povo, “eleito entre todas as famílias da terra”, essa aliança que chegará à sua perfeição no eterno reino do Messias. Terminada sua missão profética, Amós regressou a seu povo, onde, segundo uma tradição que conta Epifânio e que se encontra no Martirológio Romano foi morto com um golpe na cabeça pelo filho do sacerdote Amasias, para fazer calar essa voz incómoda, particularmente severa contra a hipocrisia dos sacerdotes. Este dia também se festeja a San Renato
Pedro Crisci de Foligno, Santo
Pedro Crisci de Foligno, Santo
Etimologicamente significa “rocha, pedra”. Vem da língua hebraica. Nada aproxima mais a misteriosa presença do Ressuscitado, Cristo de comunhão, que está plenamente neste mistério de comunhão que é seu Corpo, a Igreja.  Pedro. Foi um confessor do século XIV. Era frequente na Idade que se tratasse de loucos às pessoas que inspiravam desejos de santidade. Não te olvides de que era uma sociedade – tanto como agora – utilitária e prática. Isto o passou ao santo de hoje. Nasceu em Foligno entre o ano 1200 e 1300, isto é, num dos períodos mais fervorosos em Itália. Recorda que foi a idade de Dante, Giotto, Bonifácio VII e de Arnolfo.  Mas a autoridade e os mesmos cidadãos não viam com bons olhos a Pedro.  Sua conduta significava para muitos deles perplexidade. De jovem teve uma vida normal, até tumultuosa. Mas, quando cumpriu os 30, se converteu deveras. O viam mal porque era um inconformista como ocorreu a são Francisco de Assis e a tantos outros santos. Deixou tudo para fazer entrega de seus bens aos pobres. É possível que se metesse a terceiro franciscano. Rezava mirando o sol, símbolo de Cristo. Sua casa era a catedral da cidade. Nela trabalhava todo o dia. Seu estilo de vida atraiu a atenção da Inquisição. O examinaram e interrogaram várias vezes. Sua fé havia sido sempre ortodoxa. Morreu no ano 1323. ¡Felicidades a quem leve este nome!  Comentários a P. Felipe Santos: al Santoral">fsantossdb@hotmail.com
• Bernardo de Menthon, Santo
Ajudante dos alpinistas
Bernardo de Menthon, Santo
Bernardo de Menthon, Santo
Estrela Ver 28 de Maio

Nasceu no ano 923, provavelmente no castelo Menthon, perto de Annecy, em Sabóia; morreu em Novara, em 1008. Foi descendente de uma rica família aristocrática, e recebeu uma esmerada educação. Recusou contrair um matrimónio honorífico proposto por seu pai e decidiu consagrar-se ao serviço da Igreja. Pondo-se sob a direcção de Pedro, Arquidiácono de Aosta, sob cuja direcção progrediu rapidamente, Bernardo foi ordenado sacerdote e considerando sua sabedoria e virtude foi ordenado Arquidiácono de Aosta (em 966), fazendo-se cargo do governo da diocese, secundando o bispo. Vendo a ignorância e idolatria que todavia imperavam entre os povos dos Alpes, resolveu consagrar-se à sua conversão. Por quarenta e dois anos se dedicou a pregar o Evangelho a esses povos e levou a luz da fé inclusive a alguns cantões de Lombardia, ocasionando numerosas conversões e obrando vários milagres. Por outra razão, sem embargo, o nome de Bernardo será célebre para sempre. Desde os mis antigos tempos houve um caminho através dos Alpes Peninos, desde o vale de Aosta até ao cantão suíço de Valais, em que está agora a passagem do Grande São Bernardo. Esta passagem está coberto por neves permanentes de sete a oito pés (de 2 a 2,4 metros, N. del T.) de profundidade, e seus movimentos às vezes acumula até quarenta pés (um metro) de altura. Ainda que a passagem fosse extremamente perigosa, especialmente na primavera em razão das avalanches, não obstante era utilizado por peregrinos franceses e germanos a caminho de Roma. Para comodidade e protecção dos viajantes São Bernardo fundou um mosteiro e hospedagem no ponto mais alto da passagem, a 8.000 pés (2.400 metros, aproximadamente, N. del T.) sobre o nível do mar, no ano 962. Alguns anos mais tarde estabeleceu Ota hospedagem no Pequeno São Bernardo, um monte dos Grandes Alpes, de 7.076 pés (2.160 metros, N. del T.) sobre o nível do mar. Ambos foram postos a cargo de monges agostinhos, logo depois de conseguir a aprovação pontifícia numa visita a Roma. Estas hospedagens são famosas por sua generosa hospitalidade estendida a todos os viajantes que passam pelo Grande e o Pequeno São Bernardo, assim chamados em honra do fundador destas instituições de caridade. Em todas as estações do ano, mas especialmente durante as duras tormentas de neve, os heroicos monges acompanhados por seus bem treinados cães, saem em busca de vítimas que poderiam sucumbir à dureza do clima. Lhes oferecem comida, roupa, e refúgio aos desafortunados viajantes que correm perigo de morte. Os monges dependem de doações e colectas para sustentar-se. Actualmente, a Ordem consta de uns quarenta membros, a maioria dos quais vive nas hospedagens enquanto alguns vivem com vizinhos do lugar. A última obra na vida de São Bernardo foi a reconciliação de dois nobres cujo antagonismo ameaçou converter-se numa situação fatal. São Bernardo foi sepultado no convento de Saint Lawrence. Venerado como santo desde o Século XII em vários lugares de Piemonte (Aosta, Novara, Brescia), não foi canonizado até 1681, por Inocêncio XI. Sua festa é celebrada em alguns santorais em 15 de Junho e em outros em 28 de Maio.
SANTOS VITO (ou GUIDO) e MODESTO, e, SANTA CRESCÊNCIA
(ano 300)
Vito de Lucania, Santo
Vito de Lucânia, Santo
As Actas de S. Vito estão muito interpoladas e é difícil distinguir o que nelas existe de histórico ou exagerado. Geralmente, as tradições sobre os mártires do Sul de Itália são confusas. S. Vito tinha 12 anos, segundo as Actas do seu Martírio. Nascera na Sicília e teve Modesto por aio, que o iniciou nos mistérios da fé cristã. Quando seu pai, Hilas, veio a saber que Vito era cristão, não pôde deixar de manifestar assombro; tratou de dissuadir o filho duma religião que então era considerada como loucura e contrária às leis do Estado. mas encontrou-o tão resoluto nas suas crenças, que desistiu por essa altura. A fé de Vito não levou muito tempo a tornar-se pública e teve de intervir o Governador Romano. Chamado á presença dele, mostrou-se impertérrito. O pai chorava e pedia-lhe que se compadecesse dos seus anos e das suas cãs. Respondeu: «Não me perderás, nem eu perecerei. Morrendo por Jesus Cristo, conquisto a vida que não perece». Foi barbaramente açoitado e estendido no ecúleo. Uma vez assim castigado, puseram-no em liberdade, Vito aproveitou o intervalo para sair da ilha da Sicília com o seu aio, Modesto. Numa embarcação chegaram de noite às costas de Nápoles, na antiga Lucânia, hoje Basilicata. estiveram algum tempo perdidos junto do rio Siluro, passando vida de anacoretas. Movidos pelo espírito de Deus, trasladaram-se depois para Roma foram presos pelos agentes de Diocleciano. Sofreram prisão, fome e açoites. Por último, condenaram-no às feras. Quando no anfiteatro lançaram contra eles tigres e leões, fizeram o sinal da cruz e as feras apaziguaram-se e lançaram-se sujeitas a seus pés. Uma mulher, chamada Crescência, que presenciava a cena, converteu-se e começou a gritar que acreditava no Deus de Vito e de Modesto. As Actas falam-nos duma violenta tempestade que levou a que fugissem todos os espectadores. Os mártires ficaram em liberdade e voltaram à região meridional da Lucânia. S. Vito pediu a Deus que não os privasse da coroa do martírio e por fim obtiveram-na, a 15 de Junho do ano 300. Toda esta história é uma urdidura artificial, em que se misturam a verdade com o exagero bem intencionado. S. Vito obteve um culto muito extenso na Itália e por isso teve muito cedo Missa própria no missal Romano, mas só tarde se lhe veio juntar a comemoração dos seus dois companheiros, Modesto e Crescência. As relíquias de S. Vito chegaram à Alemanha em 836. Ficou célebre o santuário de Dresselhausen, perto de Ulm, a ele dedicado. Quando uma epidemia de coreia, no século XIV, assolou a Alemanha e os Países baixos, correu-se de toda a parte em direcção de Dresselhausen. Foi então que a doença tomou o nome de «dança de S. Vito»; e foi também então que ele foi incluído entre os Santos Auxiliadores e que a sua fama de taumaturgo se espalhou pela Europa inteira. A dança de S. Vito consistia nalguns passos para a frente e outros, menos numerosos, para trás. www.jesuitas.pt Ver também http://es.catholic.net/santoral
SANTA GERMANA COUSIN
Pastora (1579-1601)
Germana Cousin, Santa
Germana Cousin, Santa
Em Pibrac (França), nasceu em 1579, feia, escrofulosa, um pouco disforme e com a mão direita quase paralisada. A mãe faleceu pouco depois de a dar à luz. O pai só sabia dedicar-lhe aversão. A mulher com quem se tornou a casar, odiava-a. Trataram-na menos bem que aos seus animais domésticos. Obrigavam-na a dormir no estábulo ou debaixo da escada do prédio, sobre hastes de videira; só lhe davam a comer pão seco; proibiam-na de dirigir a palavra aos filhos da sua madrasta. Desde a idade de nove anos até aos 22, em que morreu. Germana guardou as ovelhas do pai. Parece que não sabia ler. Usava sempre o terço na mão e assistia à Missa todos os dias. Deixava então os rebanhos confiados a Deus; e eram bem guardados, tanto que os lobos não lhe apanharam uma só cabeça. E também elas nunca aproveitaram a ausência para ir pastar no terreno do vizinho, não ultrapassando o limite que ela lhes marcava, antes de partir, cravando o seu cajado no chão. Jesus Cristo, que ela amava e que a amava, dava-lhe grandes consolações. Tirava-a de dificuldades, quando era preciso, fazendo os respectivos milagres. E continuou a multiplicá-los tanto, a pedido dela desde que se encontrou no céu, que Pio IX julgou dever beatificar (1854) e canonizar (1867), com tão pouco intervalo, esta humilde jovem, tão desprezada enquanto viveu. O pai encontrou-a morta numa manhã, em Junho de 1601, debaixo da escada. Foi enterrada na igreja de Pribac, onde os seus restos ainda são honrados. www.jesuitas.pt Ver também http://es.catholic.net/santoral
Albertina Berkenbrock, Beata
Albertina Berkenbrock, Beata
Albertina Berkenbrock nasceu em 11 de abril de 1919 em São Luís, município de Imaruí, ao norte do Brasil, e foi baptizada em 25 de Maio sucessivo. Recebeu a Confirmação em 9 de Março de 1925 e a primeira Comunhão em 16 de agosto de 1928. Sua familia, profundamente católica, provinha de Vestefália (Alemanha). Frequentavam regularmente a igreja e rezavam todos os dias no lar. A serva de Deus viveu neste ambiente propicio, onde seus pais puseram os cimentos de sua fé simples e pura. Sua formação religiosa prosseguiu com a catequese de preparação para os sacramentos. Sua mãe recordava que Albertina foi sempre muito obediente, dócil e piedosa. Ajudava muito nos afazeres do lar assim como nos trabalhos de campo; na escola era amada tanto por seus mestres como por seus companheiros. Foi sempre muito simples, modesta no vestir, serena e delicada. De seu sentido cristão da vida nascia sua inclinação à bondade, à piedade e à virtude, na medida em que uma menina de 12 anos podia compreendê-las e vivê-las. A serva de Deus tinha dois pontos de referencia espirituais: a Virgem Mãe de Deus e são Luis Gonzaga. Seu ambiente familiar, sua sensibilidade de menina, sua formação religiosa e sua profunda devoção a são Luis constituem os pressupostos para identificar na alma da serva de Deus não só uma honestidade natural, mas também a plena consciência do sentido de pecado e da custódia de sua pureza. Três palavras são particularmente recorrentes nos testemunhos de quem conheceu a Albertina: "delicada", "modesta" e "reservada". Outro elemento que emerge com força dos testemunhos é seu grande sentido de caridade, que manifestava acompanhando a meninas mais pobres, brincando e compartilhando com elas seu pão. O fazia, em particular, com os filhos de Idanlício, seu assassino, que trabalhava para sua familia; este tinha um mérito especial porque eram de raça negra e nessa região, de colonização germânica e italiana, existia um forte sentimento racista. Idanlício Cipriano Martins tinha 33 anos e vivia com sua mulher e seus filhos perto da casa dos Berkenbrock. Em 15 de junho de 1931, pelas quatro da tarde, Albertina estava apascentando o gado de sua familia quando o pai lhe pediu que fosse buscar um boi que se havia afastado. No caminho encontrou a Idanlício, que se ofereceu para a ajudar. Com engano, a conduziu a um bosque próximo pedindo-lhe para ter uma relação sexual. Albertina se opôs com firmeza para salvaguardar sua pureza, e Idanlício tentou violá-la. Ao não o conseguir, o homem extraiu uma navalha e lhe cortou a garganta, causando-lhe a morte de imediato. Albertina tinha doze anos e meio. Dois dias depois se celebrou seu funeral. Os habitantes de São Luís e de muitas aldeias vizinhas participaram com grande comoção, não só pelo modo trágico como havia morrido, mas sobretudo pelo heroísmo com que havia defendido sua pureza. No lugar do martírio construiu-se posteriormente uma capela dedicada a santa Inés —outra virgem mártir dos primeiros séculos do cristianismo—, a que acudiam sem cessar multidões de peregrinos para pedir graças através da serva de Deus.  Em 1952, na mesma capela em que Albertina havia recebido a primeira Comunhão, se reuniu o tribunal eclesiástico da arquidiocese de Florianópolis para iniciar o processo de beatificação e canonização. Com a divisão da arquidiocese e a criação da diocese de Tubarão, os pastores desta nova circunscrição eclesiástica se encarregaram de promover a causa. Em 16 de dezembro de 2006 Sua Santidade Bento XVI firmou o decreto sobre o martírio da serva de Deus Albertina Berkenbrock e em 20 de outubro de 2007 a beatificou.Se tiverem informação relevante para a canonização da Beata Albertina, contacte a: Vice postulação da Causa A. Berkenbrock C.P. 341 88701-970 Tubarão, BRASIL  - Reproduzido com autorização de Vatican.va
SANTA MARIA MICAELA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Fundadora (1809-1865)
Maria Michela (Micaela) del SS. Sacramento 
Estrela Ver 24 de Agosto
O seu nome de família era Micaela Desmaisieres, viscondessa de Jorbalán. Nasceu em Madrid, no dia 1 de Janeiro de 1809 e faleceu em Valência, aos 24 de Agosto de 1865. Recebeu a educação literária e religiosa própria dos fidalgos do seu tempo. Desde jovem sobressaiu na piedade eucarística e na caridade para com os pobres e os conventos necessitados. Em 1844 visitou o hospital de S. João de Deus e ficou impressionada com a miséria moral e espiritual da juventude feminina. Assaltaram-na os desejos de fundar um colégio em que as jovens fossem preparadas para uma nova integração na sociedade. A 21 de Abril do ano seguinte entregou o colégio a uma associação de sete senhoras. Em 1847 fez os exercícios espirituais, dirigidos pelo Padre Eduardo José Rodriguez de Carasa, S.J., que passa a ser o seu director espiritual. Vai progredindo na vida espiritual e apostólica e um mês depois recebeu em Paris uma graça mística. Todavia, durante três anos permaneceu indecisa quanto á sua vocação. Em Paris, Boulogne-sur-le-Mer, Bruxelas e Madrid dedica-se a actividades religiosas e sociais. Propaga o culto de adoração ao Santíssimo Sacramento. Projeta entrar nas Filhas de Caridade de Paris, mas a família e os diretores espirituais fazem-na desistir. Volta para Madrid e entregasse à direcção do próprio colégio, que não ia bem. Por fim, em 1850, aconselhada pelo seu director e vários prelados, abandona o mundo e a família para dedicar-se completamente ao seu colégio. Seguem-se cinco anos de renúncias, privações, perseguições, calúnias e solidão. A 3 de Fevereiro de 1856, funda o novo Instituto das Religiosas Adoradoras Escravas do Santíssimo Sacramento e da Caridade, que obteve o Pontifício decreto de louvor a 15 de Setembro de 1860 e aprovação definitiva das Constituições a 24 de Novembro de 1866. Com a morte do padre Carasa, ela tomou por director espiritual o padre António Maria Claret, que depois, como ela, será canonizado. O Instituto desenvolveu-se rapidamente, mas ela não limita a ele a sua acção. Por sua amizade com Isabel II, rainha de Espanha, exerce um benéfico influxo moral e religioso na corte. Funda na Espanha as escolas dominicais e continua com as visitas às prisões e aos hospitais. Mantém correspondência com alguns Bispos, que a estimam e consultam. Santa Maria Micaela do Santíssimo Sacramento imitou especialmente a misericórdia de Cristo com os pecadores e atingiu a santidade com a prática de mais dois votos; o de não cometer nenhum pecado venial deliberado e o de fazer sempre o que julgasse ser mais perfeito. Foi beatificada em 1925 e canonizada a 4 de Março de 1934. AAS (1934) 529-41; DIP 1, 103-08; 1, 966-8, Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
Fernando de Portugal, Beato
Fernando de Portugal, Beato
 
Nasceu em Santarém, 29 de setembro de 1402 – Faleceu em Fez, Marrocos, 5 de junho de 1443. Filho de João I de Portugal, empregava desde muito jovem suas rendas pessoais em resgate de cativos cristãos das mãos sarracenas.  Parte em 1434, com seu irmão Henrique o Navegador a uma expedição contra Marrocos, então nas mãos de uma dinastia de piratas. ¿Acaso seria uma premonição sobre a situação actual? Nada de novo há debaixo do sol. O certo é que a expedição foi um fracasso e a armada lusitana teve de se render e deixar  Fernando como garantia do pagamento de enormes quantidades de dinheiro. As Cortes de Portugal, depois de nove anos de negociações, acabaram por deixar morrer de disenteria e em mãos do inimigo a seu príncipe. Fernando viveu como escravo, encadeado e obrigado aos mais sujos trabalhos. Suportou sua desdita com dignidade e pôs sua esperança em Deus com enorme integridade, sem renunciar à fé nem a uns compatriotas tão esquecidos de sua terrível sorte. As fontes históricas muçulmanas falam de sua vida edificante ou da veneração que suscitava nos mais piedosos habitantes de Fez. Fernando optou pela pobreza, castidade e obediência, em radical fidelidade à sua própria consciência. Seu cadáver esquartejado ficou pendurado nas torres das muralhas. Deve ser considerado patrono dos milhões de escravos que ainda restam no mundo; ou dos heróis esquecidos pelos seus, ou dos que são vítimas dos vaivéns políticos. Quando o sacerdote dom Pedro Calderón de la Barca chegou ao céu, foi recebido por Fernando agradecido por essa maravilha de drama chamada O Príncipe Constante. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
 
• Clemente Vismara, Beato
Sacerdote Missionário,
Clemente Vismara, Beato
Clemente Vismara, Beato
Em Myanmar (Birmânia), Beato Clemente Vismara, sacerdote profeso do Pontifício Instituto Missioni Estere (P.I.M.E.). ( 1988) Data de beatificação: 15 de junho de 2011, sendo Papa Bento XVI  Nascido em Agrate Brianza em 1897, participa como infante de trincheira na primeira guerra mundial, ao final da qual é sargento mor com três medalhas de valor militar. Entende que "a vida tem valor só se as doarem aos outros" (como escrevia); ingressa em Milão no Seminário Lombardo para as Missões Estrangeiras, que logo passaria a chamar-se Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras, PIME, é ordenado em 26 de maio de 1923 e quase imediatamente parte para Birmânia. Em Toungoo, a última cidade com um governador britânico, fica seis meses em casa do bispo para aprender inglês, logo é destinado a Kengtung, território florestal, montanhoso, quase inexplorado e habitado por tribos, todavia sob o domínio de um rei local (saboá) patrocinado pelos ingleses. Em catorze dias a cavalo chega a Kengtung, ali viverá três meses com o fim de aprender algo das línguas locais, logo o superior da missão o leva a Monglin, no limite entre Laos, China e Tailândia.  Chega a seu destino no mês de outubro de 1924 e permanecerá ali pelos próximos 32 anos (com a segunda guerra mundial de permeio e facto de haver sido tomado prisioneiro pelos japoneses). Clemente Vismara funda do nada três paróquias: Monglin, Mong Phyak e Kenglap. Escrevia em Agrate: "Aqui estou a 120 kms. de Kengtung, se quero ver outro cristão devo olhar-me ao espelho". Vive com três órfãos num galpao de barro e palha. Seu apostolado consiste em dar voltas a cavalo pelas aldeias tribais, pintar suas tendas e dar-se a conhecer: leva medicamentos,tira dentes que doem, adapta-se a viver com eles, ao clima, aos perigos, ao alimento, ao arroz e salsa picante, a carne procura-se caçando. Desde o inicio chega a Monglin órfãos e crianças abandonados para os educar. Em seguida fundou um orfanato que se converte na casa de 200-250 órfãos, homens e mulheres. Hoje é invocado como "protetor das crianças". Sua vida é pobríssima, Clemente escreve: "Aqui é pior que quando estava na trincheira no Adamello e em Monte Maio, mas esta guerra quero-a eu e devo combatê-la até ao fim com a ajuda de Deus. Estou sempre nas mãos de Deus". Pouco a pouco nasce uma comunidade cristã, chegam as religiosas de María Nina a ajudá-lo, funda escolas e capelas, arrozais e granjas, canais de irrigação, ensina carpintaria e mecânica, constrói casas com muros e leva novos cultivos, o trigo, o maíz, o bicho de seda, verduras (zanahoria, cebolla, ensalada: "o padre come ervas", dizia a gente). Em breve, o beato Clemente fundou a Igreja num lugar do mundo onde não há turistas mas só contrabandistas de ópio, bruxos e guerrilheiros de várias facções; há trazido a paz e estabilizado no território as tribos nómadas que através da escola e da atenção da saúde, se incrementaram e hoje têm médicos e enfermeiras, artesãos e mestres, sacerdotes e religiosas, autoridades civis e bispos. Não poucos se chamam Clemente e Clementina. Em 1956, depois que havia fundado a cidadela cristã de Monglin e havia convertido a umas cinquenta aldeias à fé em Jesus Cristo, o bispo o transfere para Mongping, a 250 quilómetros de Monglin na exterminada diocese de Kengtung, onde deve voltar a começar do zero. Clemente escrevia a um irmão de comunidade: "obedeço ao bispo, porque entendo que se faço o que penso então me equivoco". Com sessenta anos dá inicio a uma nova missão e funda a cidadela cristã e a paróquia de Mongping, uma segunda paróquia em Tongta e deixa em herança outras cinquenta aldeias católicas. Morre em 15 de junho de 1988 em Mongping e é sepultado junto à igreja e à gruta de Lourdes construída por ele. Sobre sua tumba, visitada também por muitos não cristãos, não faltam nunca flores frescas e velas acesas. Agora, 23 anos depois, em 26 de junho de 2011, o padre Clemente Vismara será proclamado beato da Igreja universal e o primeiro beato de Birmânia.
57320 > Sant' Abramo di St-Cirgues Monaco 15 giugno MR
Abramo di St-Cirgues
93276 > Beata Albertina Berkenbrock Vergine e martire 15 giugno
Beata Albertina Berkenbrock
47900 > Sant' Amos Profeta 15 giugno MR
Amos - Profeta
57390 > Santa Barbara Cui Lianzhi Martire 15 giugno MR
Barbara Cui Lianzhi
57360 > Santa Benilde di Cordova Martire 15 giugno MR
Bernardo di Aosta (di Mentone)
94018 > Beato Clemente Vismara Sacerdote missionario 15 giugno
Beato Clemente Vismara
57310 > Sant' Esichio di Durostoro Martire 15 giugno MR
Esichio di Durostoro
57275 > Beato Ferdinando (Fernando) del Portogallo Principe 15 giugno
Beato Ferdinando (Fernando) del Portogallo
57350 > Santa Germana Cousin Vergine 15 giugno MR
Germana Cousin
94327 > Beati Giovanni Rodriguez e Pietro da Teruel Mercedari 15 giugno
Beati Giovanni Rodriguez e Pietro da Teruel
57370 > Sant' Isfrido di Ratzeburg Vescovo 15 giugno MR
Isfrido di Ratzeburg
57330 > San Landelino Abate 15 giugno MR
Landelino
57340 > San Lotario di Seez Vescovo 15 giugno MR
Lotario di Seez
54400 > Beato Luigi Maria Palazzolo Fondatore 15 giugno MR
Beato Luigi Maria Palazzolo 
91064 - Santa Maria Michela del SS. Sacramento Fondatrice 24 agosto MR
Maria Michela (Micaela) del SS. Sacramento
77000 > Santi Modesto e Crescenzia Martiri 15 giugno
Modesto e Crescência
94326 > San Pietro de Cervis Martire mercedario 15 giugno
Pietro de Cervis
94325 > Beato Pietro Nolasco Perra Mercedario 15 giugno
Beato Pietro Nolasco Perra
57380 > Beati Pietro Snow e Rodolfo Grimston Martiri 15 giugno MR
Beati Pietro Snow e Rodolfo Grimslon
93334 > Beato Tommaso Scryven Monaco certosino, martire 15 giugno MR
Beato Tommaso Scryven
57300 > San Vito Adolescente martire 15 giugno MR
Vito 
Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por
António Fonseca