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sábado, 18 de junho de 2011

Nº 954 - (169) - 18 DE JUNHO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

23 SANTOS E BEATOS
Nº 954
SÃO GREGÓRIO BARBARIGO
Bispo (1625-1697)
Gregorio barbarigo
Gregório Barbarigo, Santo
São Gregório nasceu em Veneza em 1625. Ao cumprir os vinte anos foi escolhido pelo governo veneziano como acompanhante do embaixador Luigi Contarini, ao famoso Congresso de Munster, onde os representantes de Alemanha, França e Suécia, firmaram o tratado de Vestefália, em 24 de Outubro de 1648, e assim puseram fim à guerra de Trinta Anos. Em 1657, o Papa Alexandre VII, nomeou-o bispo de Bérgamo e em 1660, consagrou-o cardeal; quatro anos mais tarde, foi transferido ao bispado de Pádua. Era benigno e misericordioso, sua piedade se mostrava sobretudo aos que sofriam ou estavam em desgraça. Com o propósito de fomentar a cultura, fundou um colégio e um seminário que tiveram grande renome. As duas instituições dotou-as com imprensa própria e uma biblioteca bem surtida, particularmente com os escritos dos Pais da Igreja e os estudos sobre as Sagradas Escrituras. São Gregório Barbarigo morreu em 18 de Junho de 1697 e foi beatificado em 1761 e canonizado por S.S. João XXIII, em 26 de Maio de 1959. Ver também forma longa  (que infelizmente ainda não pude desta vez, transcrevê-la, por falta de tempo. em www.jesuitas.pt. Desculpem-me, por favor. Obrigado. AF
BEATA OSANA ANDREASI
(1449-1505)
osana_andreasi
Osana Andreasi, Beata
Em Mântua, na Lombardia, nasceu em 1449 e morreu em 1505. Toda a sua existência decorreu em palácios, cumulada de graças e oprimida com sofrimentos, umas e outros invisíveis aos olhos dos homens. Foi o confessor que revelou depois da sua morte que ela ficava, por vezes, sete horas imóvel em oração e tinha misteriosas feridas interiores que renovavam nela as dores da Paixão. Desde a infância teve a obsessão das realidades do alto. Aos seis anos, imaginando que os teólogos sabiam muito mais sobre Deus do que sabia o comum dos mortais, veio pedir ao pai que lhe comprasse livros de teologia e lhe desse licença de aprender a ler para conseguir estudá-los; mas foi recambiada para os seus jogos. No ano seguinte, caiu tão doente que se julgou que ia partir. Foi então autorizada , o quer lhe tinha sido recusado até então, a entrar na Ordem terceira dominicana. Mas só fez profissão em 1501, de maneira que o noviciado durou perto de 50 anos. Osana passou os últimos 37 anos da vida na corte de Mântua. Em 1478, os soberanos de então, o duque Francisco II e a mulher Isabel de Este, obtiveram que ela ficasse superintendente de sua Casa. Depressa compreenderam que era um anjo quem tinham debaixo do tecto. Quando ela estava a morrer, ajoelhados junto do leito, pediram-lhe a bênção; respondeu que pertencia ao sacerdote presente abençoá-los; foi preciso que este tomasse a mão dela para lhes traçar na testa o sinal da cruz. Francisco II isentou de contribuições, por vinte anos, todos os membros da família dela. E a duquesa Isabel ergueu-lhe um belo mausoléu, que ainda agora se vê na catedral de Mântua. www.jesuitas.pt. Ver também es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it
Marcos y Marceliano, Santos
Marcos e Marceliano, Santos
 
Martirológio Romano: Em Roma, no cemitério de Balbina, na Via Ardeatina, santos Marcos e Marceliano, mártires na perseguição sob o imperador Diocleciano, aos que irmanou o sofrimento (c. 304). São mártires e patronos secundários da Diocese de Badajoz — hoje Arquidiocese de Mérida-Badajoz —. Um raio que caiu no castelo foi a causa do terrível fogo que ameaçava a todas luzes alcançar o polvorinho ou armazéns de pólvora da cidade e cuja explosão houvera sido uma catástrofe tanto em perda de vidas humanas como de vivendas e bens. A apressada oração aos santos do dia naquele apuro fez que milagrosamente se detivessem as chamas na mesma zona imediatamente próxima ao armazém de munição. As pessoas que se souberam protegidas pela intercessão dos santos mártires Marceliano e Pedro pediram às autoridades eclesiásticas seja oficialmente reconhecida a protecção dos santos que os livraram no final daquela terrível tormenta.  Um decreto da Sagrada Congregação de Ritos faculta ao Deão e Cabido para os eleger patronos menos principais da cidade de Badajoz. Uma vez executado, é aprovado pelo Bispo Juan Marín Rodezno, em 13 de Junho de 1969. Sua celebração é só para a cidade.
juliana_falconieri
Juliana Falconieri, Santa
Esta santa teve a sorte de ser sobrinha de um santo (Santo Aleixo Falconieri, irmão de seu pai) e de ser dirigida espiritualmente por outro santo (São Felipe Benicio). Nasceu em Florença no ano 1270. Seu pai era riquíssimo e havia construído por sua própria conta um templo em honra da Santíssima Virgem de quem era sumamente devoto. Os papás haviam suplicado por muitos anos a Deus que lhes concedesse descendência e no fim conseguiram que lhes desse esta filha que ia ser sua glória e sua alegria. De jovem era tão virtuosa, que Santo Aleixo disse a mãe de Juliana: "Deus não só te deu uma filha, mas que te regalou um verdadeiro anjo". De menina costumava passar longos pedaços rezando no templo, pelo qual a mamã lhe repetia: "Se não concedes mais tempo à costura e à cozinha, não vais a encontrar marido". Mas aquela ameaça não lhe produzia nenhum temor, já que sentia uma imensa inclinação para com a virgindade. Havendo morrido seu pai quando ela era muito pequena, a mamã e o tio lhe prepararam um honroso matrimónio, mas ela os chamou à parte e lhes disse que havia tomado a decisão inquebrantável de ficar solteira e dedicar sua vida à oração, à meditação, à caridade e ao apostolado. Tinha apenas 15 anos. Bien preparada por su tío, San Alejo (fundador de los Siervos de María) recibió del gran apóstol San Felipe Benicio el distintivo de Terciaria de los Siervos de María. Este distintivo era un manto sobre la cabeza. Ella siguió viviendo en su casa con la mamá, pero observando una conducta tan religiosa y tan santa como la de una fervorosa religiosa. A otras les agradó este modo de practicar la vida religiosa (quedándose con sus familiares, pero observando una conducta como la de una santa monja) y siguieron su ejemplo. Todas llevaban como distintivo un manto sobre la cabeza, por lo cual la gente las llamaba: las muchachas de la pañoleta. Creció mucho el número de las jóvenes Terciarias (se llaman terciarias a las que pertenecen a la tercera rama de una comunidad religiosa; la primera son los hombres; la segunda son las monjas y la tercera son las personas laicas que viven en el mundo pero llevando una conducta como de gente muy piadosa) y tuvieron que conseguir una casa para reunirse. Entonces ellas eligieron como superiora a Juliana. Su asociación tomó el nombre de "Siervas de la Virgen María". Durante 35 años, hasta su muerte, dirigió nuestra santa a esta piadosa asociación, llevándola a un alto grado de perfección.  Juliana se propuso un Reglamento sumamente riguroso. Ayunaba tres días por semana, y a veces pasaba días sin comer bocado (sobre todo cuando se dedicaba a altísimas oraciones). Esto hizo que se enfermara muy gravemente del estómago (úlcera llamaríamos quizás hoy a la tal enfermedad). Los viernes los dedicaba a meditar en la Pasión y Muerte de Jesucristo. Los sábados a pensar y leer acerca de la Santísima Viren (de quien fue supremamante devota desde sus primeros años). Muchas vces dormía sobre el duro suelo. Se propuso hacer los oficios más humildes de la casa, y tratar a cada una de sus compañeras como si fuera muy superior a ella (cumpliendo lo que recomienda San Pablo: "Considerad a los demás como superiores en todo a vosotros)."(Filip. 2,3). Redactó para su comunidad un Reglamento que fue aprobado después por 4 Sumos Pontífices (Honorio IV, Nicolás IV, Benedicto XI y Martín V). Ella misma era la más exacta en cumplir cada uno de los artículos del Reglamento, dando así muy buen ejemplo a todas. Los que tuvieron que tratar con ella estuvieron de acuerdo en que su caridad, su amabilidad y su inclinación a buscar el bien de las almas de los demás, eran extraordinarias. La gente gozaba al recibir las demostraciones de su afectuosa bondad. Nunca dejaba escapar una oportunidad de ayudar a los que necesitaban de su colaboración. Los sacerdotes decían que a los pecadores les hacían mayor bien los sencillos consejos de esta sencilla religiosa seglar, que los sermones de los mejores predicadores. Muchos pecadores se convirtieron de su vida de maldad, después de tener una charla con Juliana, la de la "pañoleta". Enemigos que se odiaban a muerte, hacían las paces y se declaraban para siempre la paz, cuando la santa se dedicaba a volverlos otra vez a la amistad.  Pasaba horas y horas seguidas dedicada a la oración, sin sentir pasar el tiempo. A quien le preguntaba por qué se estaba tanto tiempo de rodillas, le respondía: "Es para alejar las tentaciones". Muchos días los pasó solamente con la Sagrada Comunión, sin ningún alimento más. Su fama de santidad se extendió por todos los alrededores de la casa donde vivía y por toda la ciudad. Y por medio de sus fervorosas oraciones consiguió favores especialísimos para quienes se encomendaban a sus plegarias.  En su última enfermedad, a la edad de 71 años, ya su estómago no le recibía ningún alimento. Vomitaba todo lo que comía. Así que tuvo que dejar de recibir la Sagrada Comunión. Y esto constituía para Juliana la más grande mortificación y penitencia. Y sucedió que en la última visita que le hizo el sacerdote, llevando el Santísimo Sacramento, la santa, sabiendo que no podía comulgar, pidió que le colocaran sobre su corazón un mantel blanco y sobre este mantel la Santa Hostia. Y he aquí que de un momento a otro, la Hostia Consagrada desapareció y nadie la pudo encontrar. Ella había pedido poder recibir a Jesús Sacramentado antes de morir, y su estómago no le permitía, pero su fe le consiguió el prodigio de poder comulgar. Después de muerta encontraron sobre su corazón, en la piel, una cicatriz redonda, como si hubieran cortado para que pasara una Hostia. En recuerdo de esto, sus religiosas llevan siempre sobre su hábito, en el lado del corazón, una medalla donde está grabada una Santa Hostia.  Tan pronto como la Hostia Consagrada colocada sobre su corazón desapareció, Juliana, con una expresión de inmensa alegría en su rostro, como si estuviera en éxtasis, murió llena de amor hacia Nuestro Señor. En su sepulcro se obraron numerosos milagros. Y nosotros le pedimos a tan grande santa que nos obtenga de Dios que también a la hora de nuestra muerte, recibamos con todo el fervor posible la Sagrada Hostia, donde está el cuerpo Santísimo de Cristo. Fue canonizada por Clemente XII el 16 de junio de 1737.
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Isabel de Schönau, Santa
Nascida pelo ano 1126 na Alemanha, radicada e educada num mosteiro Beneditino perto de Bonn, Alemanha, desde os 12 anos de idade. Isabel chegou a ver o mosteiro como sua própria casa, e fez votos em 1147. Ela foi vidente, começando em 1152 a ter êxtases místicos e visões, possuía o dom da profecia, e sofreu ataques de forças demoníacas. Com a ajuda de seu irmão Egberto, monge e abade, escreveu três volumes que descrevem suas visões. Foi abadessa de Schönau desde 1157 até sua morte, em 18 de Junho de 1164. Nunca foi formalmente canonizada, mas seu nome consta no Martirológio Romano.
 
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Simplicio e familiari (Felicio, Potentino)
Recolha, transcrição e tradução (parcial) de espanhol para português
por António Fonseca