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terça-feira, 26 de julho de 2011

Nº 992 - (207) - 26 DE JULHO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

Nº 992
S. JOAQUIM  e SANTA ANA
S. JoaquimStª Anna - Mãe da Virgem Maria
(Pais da Virgem Santíssima)
Dos pais da Santíssima Virgem nada nos transmitiram os escritos inspirados do Novo Testamento. O pouco que sobre eles conhecemos deve-se a vários livros apócrifos, como o Proto-Evangelho de S. Tiago, o Pseudo-Mateus e o Evangelho de Maria, que apresentam sempre um núcleo de verdade e história, embora em muitas coisas sejam lendários. O pai de Santa Ana chamava-se Mátan e era natural de Belém; o marido dela era galileu e chamava-se Joaquim. A Igreja recebeu e consagrou os nomes de Ana e Joaquim e é também muito universal e antiga a tradição sobre a esterilidade e senilidade de ambos os esposos, quando Deus os abençoou com o nascimento da Virgem Maria. O culto de Santa Ana e de S. Joaquim é antiquíssimo, sobretudo entre os Orientais, como o revelam S. Gregório Nisseno e Santo Epifânio, os hinos gregos e as homilias dos Santos Padres, que louvam extraordinariamente a bem-aventurada mãe da Virgem Maria. Justiniano mandou construir em Constantinopla uma igreja em honra de Santa Ana – isto em 550. Em 636, ano da tomada de Jerusalém pelos muçulmanos, existia já, junto da piscina probática, basílica em cuja área a tradição estabelece o lugar de nascimento da Mãe de Deus. Consta de três naves esplêndidas, que terminam em ábside. No altar-mor há uma estátua preciosa de Santa Ana ensinando a Sagrada Escritura à Filha, recordação que inspirou muitos artistas, por exemplo, o imortal Murilo. Os Sírios veneram Santa Ana com o nome de Dina, a 25 de Julho. Mas geralmente os Orientais tendem a colocar a festa dos pais de Maria junto da sua Natividade ou da Assunção ao céu. No Ocidente, o culto de Santa Ana não é anterior ao século VIII. Num nicho da basílica de Santa Maria Antiga, no foro romano, há uma pintura do mesmo século que representa três mães, cada uma com seu filho: Santa Ana com a Virgem, Santa Isabel com S. João, e Maria com o Menino Jesus. A festa litúrgica de Santa Ana começa a aparecer, por aqui e por acolá, em pleno decurso da Idade Média. Entra definitivamente no Missal Romano em 1584, no tempo de Gregório XIII. O nome de Ana é em hebraico Hannah ou Joana, e exprime graça. Joaquim equivale a «Javé prepara ou fortalece». Ambos os nomes indicam, portanto, a sua missão divina: preparar em Israel a realização das promessas messiânicas, sendo eles os imediatos progenitores da Mãe do Salvador. Pouco nos consta da vida externa destes dois santos esposos. Basta-nos saber que foram pai e mãe da «cheia de graça, a bendita acima de todas as mulheres e a mãe de Jesus». Sabemos que no seio de Ana germinou a plenitude da graça; que nas suas entranhas se realizou o mistério da Imaculada Conceição. Os dois anciãos tinham, por muito tempo suplicado ao Senhor uma bênção; e afinal veio a ser-lhes concedida em abundância. Todos os anelos, todos os suspiros apaixonados dos antigos patriarcas se tinham condensado neles, e neles se condensou também a realização de todas as promessas de Deus, ao fazê-los pai e mãe de Maria. Eles foram a haste de que brotou a flor que havia de produzir o fruto bendito, que é Jesus, o Salvador. É isto o que sabemos de Santa Ana e S. Joaquim. Basta e sobra para a nossa devoção e o nosso reconhecimento. Grandes tiveram de ser aqueles corações e muito santos, para Deus os escolher como pais das Virgem Imaculada, Mãe de Deus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT.- Áudio da RadioVaticana: da RadioRai: e da RadioMaria
SANTA BARTOLOMEA CAPITÂNIO
Santa Bartolomea Capitanio
Fundadora (1807-1833)
Nasceu em Lóvere, na diocese de Bréscia (Itália), a 13 de Janeiro de 1807, e lá faleceu, a 26 de Julho de 1833. Beatificada por Pio XI, a 30 de Maio de 1926 e solenemente canonizada por Pio XII, a 18 de Maio de 1950. A vida desta bem-aventurada não foi fácil. Não lhe faltaram grandes problemas familiares. teve por pai um homem que não punha os pés na Igreja e que muito fez sofrer a esposa e a família. A mãe, mulher pobre, mas temente a Deus e cumpridora dos deveres religiosos, entregou a filha aos cuidados da Irmãs Clarissas para que a educassem. esteve com elas dos 11 aos 16 anos. Bartolomea, embora amasse a vida contemplativa, sentia uma forte inclinação para se entregar a obras de caridade em favor dos pobres. Saída do mosteiro, fez-se apóstola por todos os modos possíveis; na família, na paróquia, na escola, no hospital e nas casas dos mais necessitados. para o apostolado serviu-se também da pena; inúmeras cartas às amigas, práticas de piedade, formas de vida e regulamentos para várias associações. Todavia, a sia primeira preocupação era preparar a fundação de um Instituto que desse seguimento às suas obras de caridade. O seu diretor espiritual, Padre Ângelo Bosio, encorajou-a e ajudou-a muito. Mas, em certo sentido, deixou-a só – jovem de pouco mais de vinte anos – a idealizar o Instituto, que devia ser obra de Deus. Bartolomea encontrou uma cooperação eficaz na pessoa da futura Santa Vicentina Gerosa, e as duas, abandonando as respectivas famílias, se abrigaram numa pequena casa ao lado do hospital, no dia 21 de Novembro de 1832. Entregaram-se totalmente à assistência aos enfermos e à educação de crianças pobres, num espírito de cooperação plena com a paróquia. O espírito que as animava era a caridade, doçura e humildade, «à imitação do amantíssimo Redentor». Bartolomea é considerada fundadora do Instituto – que leva o seu nome e da sua companheira –, embora tivesse vivido nele apenas oito meses, sem haver vestido o hábito religioso nem feito os votos oficiais. AAS 43 (1951) 689-98; DIP I, 1063-5; 2, 386-9. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
Joaquim y Ana, Santos  -  Abuelos de Jesús,
Tito Brandsma, Beato  -  Presbítero y Mártir,
Camila Gentilli, Beata  -  Mártir,
Bartolomea Capitanio, Santa  -  Virgen Fundadora,
Jorge Preca, Santo  -  Presbítero Fundador,
Beato Andrea di Phu Yen Proto-martire del Vietnam - Sant' Anna Madre della Beata Vergine Maria -  Sant' Austindo Vescovo - Santa Bartolomea Capitanio Vergine - San Benigno di Malcesine Eremita - Beata Camilla Gentili di Rovellone - San Caro di Malcesine Eremita -
Beato Edoardo Twing Martire - Sant' Erasto - Beati Evangelista e Pellegrino - San Gioacchino Padre della Beata Vergine Maria - San Giorgio Preca Sacerdote -  Beato Giorgio Swallowell Martire - Beato Giovanni Ingram Martire - Beato Giovanni Iraizos Mercedario -   Beato Guglielmo Webster Martire - Beato Jorio - Beati Marcello Gaucherio Labigne de Reignefort e Pietro Giuseppe Le Groing de La Romagère Martiri - Beate Maria Margherita di S. Agostino Bonnet e 4 compagne Martiri - Beato Roberto Nutter Domenicano - Beata Sancia di Leon Sposa, religiosa - San Simeone di Polirone Eremita  Beato Tito BrandsmaBeato Ugo de Actis Monaco silvestrino - Beati Vincenzo Pinilla ed Emanuele Martin Sierra Sacerdoti e martiri
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NOTA:
A partir de hoje, estou experimentando nova maneira para apresentação dos Santos celebrados diariamente. Optei por efetuar apenas a transcrição dos textos do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. No que se refere ao site www.es.catholic.net/santoral, apenas indico os nomes acompanhados das imagens respectivas e em relação aos de www.santiebeati.it, apenas os seus nomes e condição. As imagens colocadas sobre os textos acima, proveem na generalidade do site www.santiebeati.it., já que no Livro não existem.
Compilação por
António Fonseca