OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

sábado, 27 de agosto de 2011

Nº 1025-2 - A RELIGIÃO DE JESUS - 22º DOMINGO COMUM - 28 DE AGOSTO DE 2011



Nº 1025-2

Do livro A Religião de Jesus, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com:
tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF

28 de Agosto
22º DOMINGO COMUM
Mt 16, 21-27


A partir desse dia, Jesus começou a fazer ver aos Seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, e, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas, ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar. Tomando-O de parte, Pedro começou a repreendê-lo, dizendo: «Deus te livre de tal, Senhor. Isso não há-de acontecer!» Ele porém, voltando-Se, disse a Pedro: «Afasta-te, Satanás! Tu és para Mim um estorvo, porque os teus pensamentos não são os de Deus, mas os dos homens»! Jesus disse, então aos discípulos: «Se alguém quiser vir após Mim, renegue-se a si mesmo, tome a sua Cruz e siga-Me. Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas quem perder a sua vida por Minha causa, encontrá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se, depois perde a sua alma? Ou que poderá dar o homem em troca da sua alma? Porque o Filho do Homem, há-de vir na glória de seu Pai, com os Seus anjos, e então retribuirá a cada um conforme o seu procedimento. Em verdade vos digo, alguns dos que estão aqui presentes não hão-de experimentar a morte, antes de terem visto chegar o Filho do Homem com o Seu Reino».
1. A partir do momento em que os discípulos, por boca do seu porta-voz, Pedro, afirmam  sua fé em Jesus como o Messias (Mc 8, 27-30; Mt 16, 13-16; Lc 9, 18-21), este “começa” a explicar àqueles homens em que consistia o seu Messianismo e como se ia realizar. Tal Messianismo não seria uma carreira de êxitos, de triunfos, de poder e de fama. Antes pelo contrário. O Messianismo, que poderia trazer a salvação e a solução ao mundo, seria (tinha que ser) e se realizaria numa vida que ia terminar em confrontação mortal com os poderes religiosos e políticos, até se ver marginalizado, excluído e condenado por tais poderes..
2. Este facto, tal como historicamente sucedeu, pareceu a Pedro intolerável. Por isso “increpou” a Jesus. O que foi motivo de uma confrontação duríssima. Porque Jesus chegou a qualificar Pedro de “Satanás”. Porque chegou aquela confrontação até tal extremo? Estava em jogo o mais decisivo. Porquê? O Messias, segundo o Antigo Testamento, era o “ungido” e, “ungidos” eram o “Sumo Sacerdote” e o “rei”. O Messianismo estava associado, para qualquer judeu, ao mais digno, ao poder e à grandeza. A ideia do Messias estava, portanto, vinculada ao sobre-humano, ao governo glorioso do rei David (Is 9, 1-16; 11, 1 ss; Mi 5, 1-5). Talvez na ideia do Messias entrasse também o conceito de “sagrado”. Mas o que não há dúvida é que a ideia judaica do Messianismo estava associada à realeza, com seu poder e dignidade (K. H. Rengstorff).
3. Estando assim as coisas, e sendo essa a mentalidade do judaísmo proveniente do Antigo Testamento, compreende-se que Jesus, ao explicar o seu Messianismo (tal como de facto se consumou), teve que deitar mão de uma fórmula forte e taxativa: “o Messias tem que ir a Jerusalém e padecer ali muito”. O texto utiliza o vocábulo grego “deí”, que não tem equivalente semítico (W. Popkes) e que designa uma necessidade absoluta, inquestionável. Mas, na história da interpretação bíblica, esta necessidade apresenta um problema que na teologia se comprometeu seriamente: Jesustinha quepadecer e morrer recusado pelas autoridades religiosas, porque assim o havia decidido Deus? ou porque o próprio Jesus viveu de forma que aquela vida não podia acabar senão em fracasso, no sofrimento e na morte  de um subversivo? Aqui está o problema capital para entender Jesus, para compreender o que significa o cristianismo e para viver a fé cristã com coerência e segundo o seu razoável significado. Que quer dizer isto?
4. A forte afirmação, que faz Jesus, segundo a qual o Messias “tem que padecer muito” (deí pollá pathein), associa o sofrimento e a morte de Cristo com “uma necessidade absoluta”. O problema está em que o vocábulo “deí” (“é necessário”, “tem que”) associa-se no Novo Testamento com decretos divinos (W. Popkes). Isto é o que deu pé a dizer que foi Deus que decretou o sofrimento e a morte de Jesus. Mas, se chegamos a esta conclusão, no fundo o que estamos afirmando é que Deus necessitou de sofrimento e morte, nada menos do que a morte de seu Filho. O que faz de Deus um monstro de maldade e sadismo. Semelhante afirmação teológica é absolutamente intolerável e inaceitável. Num Deus assim, não se pode acreditar.
5. Para pôr as coisas no seu lugar, é necessário saber: 1) No Novo Testamento relaciona-se o vocábulo deí com normas de Deus para a ética e piedade (Act 5, 29; Tes 4, 1; Rom 8, 26; 1 Cor 8, 2; 1 Tim 3, 2.7.15; Lc 13, 14. 16). 2) Nunca se relaciona com sofrimentos que Deus o manda com decisões divinas relativas à morte de alguém. 3) E, por suposto, jamais se vincula a sofrimentos, violência e morte cuja origem esteja nas autoridades religiosas.
6. Há que dizer, portanto, o que dizem os evangelhos quando põem na boca de Jesus os anúncios da sua Paixão: foram os sumos sacerdotes, os letrados e os senadores os que decidiram torturar, humilhar e assassinar Jesus. Neste sentido, pode-se afirmar que não foi Deus, mas sim que foi a Religião (pelos seus representantes oficiais) que matou Jesus.
7. O apóstolo Pedro não entendeu o que Jesus disse. Nem o aceitou. E mais, sentiu-se no dee4r de “repreender” a Jesus. Esta repreensão é expressa com o verbo apitimaô, que significa “vencer com uma palavra de poder” (H. Giesen). O que Jesus qualificou como um “escândalo”. E disse a Pedro que ele era “Satanás”.
8. Como a Pedro, a quem dizemos que acreditamos em Jesus e o seguimos, não nos entra na cabeça que a tarefa messiânica e salvífica sobre este mundo se tenha que realizar mediante o sofrimento, a exclusão, o fracasso e até a morte. Não porque Deus o haja disposto assim. Quem o dispõe é o poder ou, melhor, os poderes deste mundo, que não toleram a quem se atreva a apresentar uma ordem de coisas diferente, não baseada na primazia do poder, mas na primazia da solidariedade. A salvação não consiste em “sacrifícios religiosos” que aplacam um “Deus sádico”. A salvação vem de quem joga seu nome, seu prestigio, sua comodidade, seus interesses e até sua vida, por fazer que este mundo sejas menos inumano e mais solidário.
Compilação por
António Fonseca

http://bibliaonline.com.br/acf
http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
NOTA FINAL:
Desejo esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO. Desculpem e obrigado. AF.
http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

Nº 1024 - (218) - 27 DE AGOSTO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

 

Nº 1024

 

SANTA MÓNICA

(387)

Mónica, Santa

A história de Santa Mónica é o exemplo mais palpável de quanto pode uma mãe na educação dos filhos e de quanto deve a Igreja às mães cristãs. Santo Agostinho confessa que, depois de Deus, tudo deve a sua mãe. Por isso fala dela com tanto carinho e lágrimas, quando recorda a sua morte. «Não calarei o que me nasce da alma sobre aquela serva vossa que me deu à luz na sua carne para que nascesse para esta vida temporal, e em seu coração para eterna». Mónica deveu a sua educação cristã «não tanto à diligência da sua mãe, quanto à duma criada decrépita», que se ocupava das filhas dos seus senhores, como se fossem próprias. Educada com honestidade e temperança, casou-se por vontade dos pais com um gentio, chamado Patrício, que ela desde o princípio se esforçou por ganhar para Deus com as virtudes e bons costumes «com que se tornava formosa e reverentemente amável». Seu marido, como pagão, não reconhecia a lei da fidelidade conjugal. Mónica «de tal maneira suportou as suas infidelidades conjugais, que nunca teve com o marido a menor altercação; porque esperava que a vossa misericórdia viesse em ajuda dele, para, crendo em Vós, se tornar casto». Tinha Patricio temperamento forte e muito iracundo, diz-nos seu filho Santo Agostinho. «Mas ela sabia não resistir ao marido irado, não já com obras mas nem mesmo com palavras. Depois de ele desafogar e sossegar, se o julgava oportuno dava-lhe explicação do seu proceder, no caso de ele se ter descomposto com alguma desconsideração». O mesmo Santo Agostinho nos conta que havia muitas mães de família com maridos mais mansos, que apresentavam os rostos afeados com os sinais das violências que lhes imprimiam os seus esposos. Enquanto elas tornavam a culpa à vida desordenada dos maridos, Mónica atribuía-a à língua delas. Sabendo todas que feroz marido tinha ela de suportar, maravilharam-se de nunca Patrício lhe ter batido e perguntavam-lhe familiarmente qual o segredo. Ela respondia-lhes que o seu segredo era calar e mostrar-se sempre submissa e sacrificada. As que seguiam esta norma matrimonial, depois de a experimentarem, davam-se os parabéns; as que não a seguiam, sofriam a sujeição e os maus tratos.  Mónica, com a sua paciência e silêncio, conseguiu ganhar o marido e até convertê-lo à fé em Cristo. Desde esse momento, já não teve de sofrer a infidelidade. Tropeçou também Mónica com a sogra, suspicaz e avinagrada, e diz-nos Santo Agostinho que «de tal maneira a ganhou com atenções e perseverando em aguentá-la com mansidão», que a converteu na sua melhor panegirista e advogada. Outra grande virtude lhe tinha concedido Deus: «que, entre quaisquer pessoas zangadas e discordes, se mostrava quanto podia tão pacificadora que ouvindo dum e doutro lado amaríssimas acusações… nada referia, duma parte à outra, senão o que podia servir para as reconciliar». Com os pobres e transeuntes foi sempre caritativa e esmoler, «serva dos vossos servos». A grande obra de Santa Mónica foi a conversão e mudança de seu filho Agostinho. Na África velou pelas companhias e mestres do filho, pelos seus costumes, por que se casasse honestamente. Quando soube que o filho projectava trasladar-se para Itália, resolveu embarcar com ele para continuar sendo o seu anjo da guarda. Mas Agostinho, a quem estorvava a companhia santificadora da mãe, conseguiu, enganando-a, fazer-se à vela. «Naquela noite eu parti às escondidas, ela ficou orando e chorando. E que vos pedia com tantas lágrimas, Deus meu?» Chegou Agostinho a Roma e adoeceu, longe da mãe: «Não conhecia a minha mãe o meu perigo; mas ausente orava por mim; e Vós, em toda a parte presente, onde ela orava ouvíeis-la e onde eu estava Vos apiedáveis de mim para que recuperasse a saúde do corpo, embora o coração seguisse delirando com erro sacrílego».De Roma trasladou-se Agostinho para Milão e aqui o encontrou a mãe: «Já a minha mãe, forte com  a sua piedade, tinha vindo para o meu lado, seguindo-me por mar e por terra, confiando em Vós em todos os perigos; tanto que nas tempestades do mar esforçava até os marinheiros, fazendo votos por que chegasse com felicidade». Em Milão teve Mónica um enorme gozo: o filho Agostinho tinha travado amizade com Santo Ambrósio, bispo da cidade. E redobrou desde então as suas lágrimas e orações, sendo constante na Igreja. E o dia suspirado chegou por fim. Quando Santo Agostinho comunicou à mãe o propósito, não só de fazer-se católico, mas de consagrar-se totalmente ao serviço de Cristo no estado de castidade perfeita, a mãe não coube em si de gozo. «E trocastes o seu pranto e lágrimas em gozo, muito mais copioso do que ela tinha apetecido, e muito mais caro e casto dos que esperava dos netos da minha carne».Isto sucedeu em 387, a 24 ou 25 de Abril. Pouco depois, adoecia e morria santa Mónica, dentro ainda do ano de 387, como se Deus lhe tivesse conservado a vida só para alcançar a conversão do filho. Cumprida a sua missão neste mundo, não lhe restava senão subir ao paraíso e receber a coroa das virtudes. Contemplando a beleza e a grandeza do amor – na praia de Óstia, junto a Roma – submergiam-se Mónica e Agostinho na felicidade dos Santos. Depois de conversarem cinco dias sobre a felicidade do céu, adoecia ela: «Aqui enterrareis a vossa mãe», disse aos seus dois filhos. Agostinho calava-ser e reprimia o pranto. A mãe continuou: «Enterrai este corpo em qualquer parte, não continue em vós a preocupação de cuidar dele; somente vos peço que, onde quer que vos encontrardes, vos lembreis de mim diante do altar do Senhor». «No dia nono da sua doença, aos 56 anos de idade e 33 da minha, aquela alma piedosa e religiosa foi desatada do corpo. Quando lhe fechava os olhos, afluiu ao meu coração imensa tristeza, que se transformava em lágrimas… E agora Senhor eu Vo-lo confesso nestes escritos, leia-o quem quiser, e interprete-o como queira. E se achar pecado chorar eu,  por uma exígua parte duma hora, a minha mãe, que por tantos anos me chorou diante dos vossos, não se ria; antes, se tem grande caridade, chore também ele pelos meus pecados diante de Vós, Pai de todos os irmãos do vosso Cristo». Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

BEATO GABRIEL MARIA

Fundador (1462-1532)

Para os Menores da Observância foi um animador e, com Joana de Valois, ou de França, fundou a Ordem da Anunciada, em honra da Santíssima Virgem. Nasce no ano de 1462, perto de Riom, na Alvérnia, filho de Nicolau e de Galopa. Chamaram-lhe Gilberto e ele assinou, até 1517, Gilberto de Nicolau. Nesse ano, porém, Leão X deu-lhe o nome de Gabriel Maria, por causa da devoção que tinha ao mistério da Anunciação. (…), (…), (…) Em 1517, defendeu diante de Carlos V, em Bruxelas, a causa da Observância. (…) Em 1526, o papa Clemente VIII confirmou-o como superior geral da Anunciada. Três anos mais tarde, Gabriel Maria escreveu uma declaração oficial em favor da Regra deste Instituto e uma carta que, para as suas filhas, viria a constituir o testamento espiritual. Em Lovaina caiu doente em Dezembro de 1531. Morreu no trajecto, perto de Rodez, a 27 de Agosto de 1532, quando se deslocava para o capítulo dos cismontanos, em Tolosa. As últimas palavras foi buscá-las ao cântico do Magnificat. O culto deste grande devoto de Maria santíssima perpetuou-se entre as suas religiosas, que o festejam neste dia. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

 

HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

Mónica, Santa
Agosto 27 Madre de San Agustín,

Mónica, Santa

Mónica, Santa

Madre de San Agustín

Martirologio Romano: Memoria de santa Mónica, que, muy joven todavía, fue dada en matrimonio a Patricio, del que tuvo hijos, entre los cuales se cuenta a Agustín, por cuya conversión derramó abundantes lágrimas y oró mucho a Dios. Al tiempo de partir para África, ardiendo en deseos de la vida celestial, murió en la ciudad de Ostia del Tíber (387).
Etimológicamente: Mónica = Aquella que disfruta de la soledad, es de origen griego.

Cesáreo de Arlés, Santo
Agosto 27 Obispo,

Cesáreo de Arlés, Santo

Cesáreo de Arlés, Santo

Obispo

Martirologio Romano: En Arlés, de la Provenza, san Cesáreo, obispo, que, después de haber llevado vida monástica en la isla de Lérins, recibió ese episcopado en contra de sus deseos. Preparó y reunió sermones apropiados para las festividades que los presbíteros debían leer con objeto de instruir al pueblo y escribió también reglas de vida, tanto para hombres como para religiosas, para dirigir la vida monástica (542).

David Lewis, Santo
Agosto 27 Presbítero y Mártir,

David Lewis, Santo

David Lewis, Santo

Presbítero y Mártir

Martirologio Romano: En la ciudad de Usk, en Gales, san David Lewis, presbítero de la Compañía de Jesús y mártir, que, ordenado sacerdote en Roma, celebró ocultamente los sacramentos en su patria durante más de treinta años y prestó ayuda a los pobres, hasta que en el reinado de Carlos II fue ahorcado por ser sacerdote (1679).
Fecha de canonización: Fue beatificado en 1929, por el papa Pío XI. Pablo VI lo canonizó, solemnemente en Roma, el 25 de octubre de 1970, conjuntamente con otros 39 mártires de Inglaterra y Gales.

Domingo de la Madre de Dios Barberi, Beato
Agosto 27 Presbitero,

Domingo de la Madre de Dios Barberi, Beato

Domingo de la Madre de Dios Barberi, Beato (*) Ver neste blogue, no dia de ontem, 26/8

Apóstol de Inglaterra

Martirologio Romano: En Reading, en Inglaterra, beato Domingo de la Madre de Dios Barberi, presbítero de la Congregación de la Pasión, que, buscando con empeño restablecer la unidad de los cristianos, llevó a muchos al seno de la Iglesia católica (1849).
Fecha de beatificación: El 27 de octubre de 1963. El papa Pablo VI lo elevó al honor de los altares.

María del Pilar Izquierdo Albero, Beata
Agosto 27 Fundadora,

María del Pilar Izquierdo Albero, Beata

María del Pilar Izquierdo Albero, Beata

Fundadora de ls Obra Misionera de Jesús y María

Martirologio Romano: En San Sebastián, en España, beata María del Pilar Izquierdo Albero, virgen, que muy probada por la pobreza y por graves enfermedades, sirvió a Dios mostrado una caridad singular en favor de los pobres y afligidos, para cuyo servicio fundó la Obra Misionera de Jesús y María (1945).
Fecha de beatificación: 4 de noviembre de 2001 por S.S. Juan Pablo II.

Fernando Gonzáles Añón, Beato
Agosto 27 Presbítero y Mártir,

Fernando Gonzáles Añón, Beato

Fernando Gonzáles Añón, Beato

Presbítero y Mártir

Martirologio Romano: En la localidad de Picasent, en la región de Valencia, en España, beato Fernando González Añón, presbítero y mártir, que, en tiempo de persecución, mereció pasar a la bienaventuranza eterna (1936).
Fecha de beatificación: Fue solemnemente Beatificado, el 11 de marzo de 2001, por el Papa Juan Pablo II en la Plaza de San Pedro como parte de un total de 233 mártires por su fe.

Francisco de Santa María y catorce compañeros, Beatos
Agosto 27 Mártires,

Francisco de Santa María y catorce compañeros, Beatos

Francisco de Santa María y catorce compañeros, Beatos

Mártires

Martirologio Romano: En Nagasaki, en Japón, beatos Francisco de Santa María, presbítero de la orden de los Hermanos Menores, y sus catorce compañeros, mártires, que por orden del gobernador de la ciudad sufrieron el martirio en odio al nombre cristiano (1627).
Integran el grupo: Beatos Bartolomé Laurel y Antonio de San Francisco, religiosos de la Orden de los Hermanos Menores; Gaspar Vaz y María, esposos; Magdalena Kiyota, viuda; Cayo Jiyemon, Francisca, Francisco Kurobioye, Luis Matsuo Soyemon, Martín Gómez, Tomás Wo Jinyemon, Lucas Kiyemon y Miguel Kizayemon.
Fecha de beatificación: El 7 de julio de 1867 fueron beatificados por Pío IX.

HTTP://SANTIEBEATI.IT

92236 > Sant'Amedeo di Losanna Vescovo 27 agosto MR


90144 > Beato Angelo da Foligno Sacerdote agostiniano 27 agosto MR


94270 > San Bacolo di Sorrento Vescovo 27 agosto


67750 > San Cesario di Arles Vescovo 27 agosto MR


93227 > San Davide Enrico Lewis Sacerdote gesuita, martire 27 agosto MR


34300 > Beato Domenico della Madre di Dio Barberi Sacerdote passionista 27 agosto MR


93437 > Beato Ferdinando Gonzalez Anon Sacerdote e martire 27 agosto MR


90872 > Beata Francesca Pinzokere Martire 27 agosto


67770 > Beati Francesco di S. Maria e compagni Martiri 27 agosto MR


91943 > San Gebardo di Costanza Vescovo 27 agosto MR


67730 > San Giovanni di Pavia Vescovo 27 agosto MR


36450 > San Guerrino di Sion Vescovo 27 agosto MR


91351 > Beato Jean-Baptiste Souzy Sacerdote, martire della Rivoluzione Francese 27 agosto MR


67720 > San Licerio Vescovo 27 agosto MR


94579 > Beato Luigi Suarez Vescovo 27 agosto


92758 > Santi Marcellino, Mannea e compagni Sposi e martiri 27 agosto MR


90335 > Beata Maria Pilar Izquierdo Albero 27 agosto MR


24200 > Santa Monica Madre di S. Agostino 27 agosto - Memoria MR


38000 > San Narno Vescovo di Bergamo 27 agosto MR


92752 > San Poemen Abate 27 agosto MR


93440 > Beato Raimondo Martì Soriano Sacerdote e martire 27 agosto MR


67710 > San Rufo Martire, venerato a Capua 27 agosto MR


67760 > Beato Ruggero Cadwallador Martire 27 agosto MR


93794 > San Teona d’Alessandria Vescovo 27 agosto


93168 > Beato Uldarico (Jean-Baptiste) Guillaume Religioso e martire 27 agosto MR

Sites utilizados: HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL, relativamente aos textos em espanhol, sem tradução; HTTP://SANTIEBEATI.IT, em relação aos textos em italiano e imagens dos santos descritos; WWW.JESUITAS.PT. através da transcrição dos textos em português do livro Santos de cada Dia.

Compilação de

António Fonseca