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domingo, 18 de setembro de 2011

Nº 1047 - (241) - 19 de Setembro de 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ano

Nº 1047

SÃO JANUÁRIO

Mártir (305)

Jenaro Obispo, Mártir

Jenaro bispo, Mártir

Há santos de que é mais fácil conhecer a missão que lhes toca exercer do céu, do que aquela que desempenharam na terra. Neste caso se encontram muitos dos antigos heróis cristãos, de quem a histórias muito pouco nos guardou, a lenda e mais alguma coisa, mas de quem a devoção popular, larga como um rio, ilustrou através dos séculos o papel como valedores e intercessores, para bem dum povo ou duma época cristã. A contínua intervenção sobrenatural de S. Januário, na vida das gentes de Nápoles, recorda-nos Jesus clemente e poderoso que sossegava as tempestades e Se compadecia das multidões;que vivia com os homens e para os homens, e era oprimido às vezes pelos apertos do fervor popular. Nápoles, um dos povos mais vivos e comunicativos da terra, sentada nessa maravilha que é a baía partenopeia, terna e alegre como um ninho, viveu sob a ameaça do Vesúvio, o sinistro vulcão vizinho, o monstro nunca morto, embora com frequência adormecido ou dormitante. Nápoles, cantora e jovial, onde a natureza é exuberante e branda, a temperatura maravilhosa, a vida humana fácil e cómoda pertence a essas cidades cuja psicologia foi modelada pelo secreto terror da desgraça, que sempre se descobre sobre elas ao longe. Diante dos vestígios de antigas erupções, diante da recordação das cidades vizinhas desaparecidas debaixo da lava, diante da «respiração» periódica do vulcão que se coroa com a clássica fumarada ou «fumata», era lógico que Nápoles buscasse – como Tebas – um exorcismo das suas inquietações. Nápoles é, de facto, uma das cidades onde são mais numerosos os «telésmata», objetos mágicos que se enterravam ao lançar os fundamentos das muralhas ou primeiras edificações. Nápoles cristã encontrou por fim o verdadeiro símbolo e sacramento no sangue do mártir S. Januário. A história da devoção a S. Januário é a história de sempre de Nápoles. É rigorosamente histórico o martírio de S. Januário, pelo ano de 305, assim como é certo que os seus restos repousavam na catedral de S. Nápoles. S. Januário era bispo de Benevento, cidade da Campânia como Nápoles, quando se desencadeou a perseguição de Diocleciano, a última que sofreu a Igreja antes da paz de Constantino. Pertence, portanto, S. Januário à mesma «promoção» martirial que S. Vicente, Santa Eulália, S. Severo, Santa Engrácia e os «inumeráveis mártires de Saragoça». Refere a tradição que S. Januário foi reconhecido e preso pelos soldados do governador da Campânia, quando o Santo se dirigia à prisão para visitar os cristãos nela retidos. Segundo a mesma tradição, Januário e os companheiros foram lançados a um  forno aceso de que saíram milagrosamente ilesos. Seja como for, depressa foram conduzidos a Pozzuoli (Puteóli em latim), a primeira terra italiana que pisou S. Paulo a caminho de Roma, e onde havia desde a antiguidade numerosa comunidade cristã. Conta-se que no anfiteatro desta cidade foram expostos às feras, que, do mesmo modo que anteriormente as chamas, também respeitaram os cristãos. O governador veio finalmente a ordenar que fossem degolados. Os mártires, além do bispo Januário, foram os diáconos Sósio, Próculo e Festo; Desidério, leitor e Eutíquio e Acúrcio. Refere a lenda que um ancião pedira ao bispo, antes do martírio, uma recordação, e que no dia seguinte S. Januário lhe apareceu oferecendo-lhe um lenço ensanguentado;  era o pano com que os verdugos costumavam vendar os olhos das vítimas do golpe. Os cristãos recolheram, segundo o costume que tinham, um pouco de sangue dos mártires para o colocar numas ampolas ou anforazinhas de vidro diante do túmulo destes. Sabe-se que os restos de S. Januário receberam a sepultura, primeiro em Pozzuoli, no Campo de Marte; depois em Nápoles, e nas catacumbas que depois foram designadas com o nome do santo. Nesta há documentos arqueológicos que afirmam a existência de uma devoção antiquíssima e singular. Entre eles está a pintura de S. Januário, que data do século V. No século IX foram as relíquias trasladadas para Benevento e mais tarde para Montevèrgine. Mas em 1497 encontraram sepulcro definitivo na catedral de Nápoles. Nesta vieram a ficar numa capela formosíssima construída em 1608, em cumprimento duma promessa feita pelos napolitanos em 1527, por ocasião duma peste que assolou a região, mas de que o santo preservou a cidade. Refiramo-nos a outras duas ocasiões de especial proteção do Santo. A primeira foi a erupção do Vesúvio em 1631, que se pode comparar com a que destruiu Pompeia e Herculano no ano de 79 da nossa era. A segunda ocasião memorável foi no ano de 1884, quando a cólera dizimou ou destruiu muitas localidades à volta, poupando a cidade. Mas também noutros casos de guerras e desventuras, a fé dos devotos não conheceu limites. Mas ser a devoção a S. Januário conhecida no mundo inteiro, não se deve ao que fica dito, mas sim ao portento da liquefacção do sangue do mártir. O milagre é atestado, desde 1389, por uns 5000 processos verbais; e reproduz-se três vezes por ano: em Maio, sobretudo em Setembro e em Dezembro. O prodígio consiste no sangue do mártir passar do estado sólido ao estado líquido, perdendo no peso e aumentando notavelmente no volume. Montesquieu, que assistiu em 1728 a duas destas liquefacções, escreve: «Posso declarar que o milagre de S. Januário não é intrujice; os padres estão de boa fé». A 15 de Setembro de 1902, o conteúdo das ampolas foi submetido a exame electroscópico diante de testemunhas. escreve o cientista Sperindeo, que realizou a experiência: «Vi aparecer, por trás da linha D, a faixa escura característica do sangue, seguida doutra verde, e entre as duas uma zona clara». Não há dúvida que se trata de sangue humano, que uma vez coalhado não perde o estado sólido. sendo o relicário levado a um ourives para ser reparado, deu-se a liquefacção inesperada e quase indesejável. Não se nega que haja outros casos paralelos com sangues, no Sul da Itália; com o de S. João Baptista, santo Estêvão e S. Lourenço, sempre no dia da festa deles, Mas estes casos não estão porventura tão estudados como o de S. Januário. E o que se tem passado na Catedral de Nápoles – apesar do cenário, bastante estranho, de devoção popular – foi referidamente e com maior rigor verificado nos últimos anos, 1904 e muitos seguintes (e na atualidade ainda). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Jenaro Obispo, Mártir

Jenaro Obispo, Mártir

SAN JENARO y COMPAÑEROS(+ 305)

Los santos Jenaro, Festo, Desiderio, Sosso, Eutiques y Acucio, de los que tenemos Passiones muy posteriores, parece que derramaron su sangre por Cristo al comienzo del siglo IV.- En una breve nota hagiográfica de la Liturgia de las Horas se lee, efectivamente, que Jenaro "fue obispo de Benevento; durante la persecución de Diocleciano sufrió el martirio, juntamente con otros cristianos, en la ciudad de Nápoles, en donde se le tiene una especial veneración".- Los obispos de Benevento con este nombre son por lo menos dos: San Jenaro, mártir en el 305, y San Jenaro 11, que en el 342 participó en el concilio de Sardes. Este último, perseguido ,por los arrianos por su adhesión a la fe de Nicea, se lo habría venerado como mártir. Pero la mayoría de los historiadores se inclinan a identificar al patrono de Nápoles con el primero, o mejor con un mártir napolitano de Pozzuoli.- Condenado "ad bestias" en el anfiteatro de Pozzuoli, junto con los compañeros de fe, a causa del atraso de un juez, fue decapitado en vez de ser echado en pasto a las fieras para la gratuita y macabra diversión de los paganos.- Más de un siglo después, en el 432, con ocasión del traslado de las reliquias de Pozzuoli a Nápoles, una mujer le habría entregado al obispo Juan dos ampollas pequeñas con la sangre coagulada de San Jenaro. Casi como garantía de la afirmación de la mujer la sangre se volvió líquida ante los ojos del obispo y de una gran muchedumbre de fieles.- Ese acontecimiento extraordinario se repite constantemente todos los años en determinados días, es decir, el sábado anterior al primer domingo de mayo y en los ocho días siguientes; el 16 de diciembre y el 19 de septiembre y durante toda la octava de las celebraciones en su honor.- El fenómeno se realiza también en fechas variables, y de ahí deducen los devotos del santo acontecimientos faustos o infaustos. Los testimonios de este fenómeno comienzan desde 1329 y son tan numerosos y concordantes que no se pueden tener dudas.- El prodigio, porque así lo considera hasta la ciencia, merece la afectuosa admiración con que lo sigue el pueblo. La sincera devoción de los napolitanos por este mártir, históricamente poco identificable, ha hecho que la memoria de San Jenaro, celebrada litúrgicamente desde 1586, se haya conservado en el nuevo calendario.- Puesto que el fenómeno no tiene ninguna explicación natural, pues no depende ni de la temperatura ni del ambiente, podemos atribuirle el significado simbólico de vivo testimonio de la sangre de todos los mártires en la vida de la Iglesia, que nació de la sangre de la primera víctima, Cristo crucificado.- Entre los elementos positivamente ciertos en relación con esta reliquia, figuran los siguientes: 1 -La substancia oscura que se dice ser la sangre de San Genaro (la que, desde hace más de 300 años permanece herméticamente encerrada dentro del recipiente de cristal que está sujeta y sellada por el armazón metálico del relicario) no ocupa siempre el mismo volumen dentro del recipiente que la contiene. Algunas veces, la masa dura y negra ha llenado casi por completo el recipiente y, en otras ocasiones, ha dejado vacío un espacio equivalente a más de una tercera parte de su tamaño.- 2 -Al mismo tiempo que se produce esta variación en el volumen, se registra una variante en el peso que, en los últimos años, ha sido verificada en una balanza rigurosamente precisa. Entre el peso máximo y el mínimo se ha llegado a registrar una diferencia de hasta 27 gramos.- 3 -El tiempo más o menos rápido en que se produce la licuefacción, no parece estar vinculado con la temperatura ambiente. Hubo ocasiones en que la atmósfera tenía una temperatura media de más de 30º centígrados y transcurrieron dos horas antes de que se observaran signos de licuefacción. Por otra parte, en temperaturas de 5º a 8º centígrados más bajas, la completa licuefacción se produjo en un lapso de 10 a 15 minutos.- 4 -No siempre tiene lugar la licuefacción de la misma manera. Se han registrado casos en que el contenido líquido burbujea, se agita y adquiere un color carmesí muy vivo, en otras oportunidades, su color es opaco y su consistencia pastosa.- Aunque no se ha podido descubrir razón natural para el fenómeno, la Iglesia no descarta que pueda haberlo. La Iglesia no se opone a la investigación porque ella busca la verdad. La fe católica enseña que Dios es todopoderoso y que todo cuanto existe es fruto de su creación. Pero la Iglesia es cuidadosa en determinar si un particular fenómeno es, en efecto, de origen sobrenatural .- La Iglesia pide prudencia para no asentir ni rechazar prematuramente los fenómenos. Reconoce la competencia de la ciencia para hacer investigación en la búsqueda de la verdad, cuenta con el conocimiento de los expertos.- Una vez que la investigación establece la certeza de un milagro fuera de toda duda posible, da motivo para animar nuestra fe e invitarnos a la alabanza. En el caso de los santos, el milagro también tienen por fin exaltar la gloria de Dios que nos da pruebas de su elección y las maravillas que El hace en los humildes.-

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San Jenaro
ORACIÓN

Señor, tú que nos has congregado hoy para venerar la memoria del mártir San Jenaro, concédenos que podamos ir a gozar en tu reino, juntamente con él, de la alegría que no tiene fin. Por nuestro Señor Jesucristo, tu Hijo.-

29200 > San Gennaro Vescovo e martire 19 settembre - Memoria Facoltativa MR

Áudio da RadioVaticana:  da RadioRai: e da RadioMaria:

BEATO AFONSO DE OROSCO

Sacerdote (1500-1591)

Este homem tentou a sorte, digamos assim, na corte de Carlos V e pouco depois na de Filipe II, de 1554 a 1591. Nascido em 1500, na província de Toledo, tinha entrado nos eremitas de Santo Agostinho, com um pouco mais de 20 anos. Desejava evangelizar as «Índias», mas teve de regressar, doente, das ilhas Canárias. Desejou sair de Madrid, cidade excessivamente mundana. «Não queria expulsar os santos da corte», sentenciou Filipe II. Pregador oficial da corte, Afonso conseguiu fazer bem nela, não só à nobreza, mas também a todo o pessoal subalterno. Vivia, austero e humilde, em San Felipe el Real, e não aparecia nas cerimónias régias senão quando o serviço o, obrigava. Recusou bispados, e mesmo a sé de Toledo, que lhe foi oferecida. Morreu com  mais de 90 anos. «Deus não faz mal a ninguém», dizia ele na última doença. Foi beatificado por Leão XIII em 1881.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt 

90141 > Sant' Alfonso de Orozco 19 settembre MR

SANTA EMÍLIA MARIA GULIELMA DE RODAT

Religiosa (17687-1852)

Filha de uma nobre e piedosa família, veio ao mundo em Druelle (França), a 6 de Setembro de 1787. A avó materna, para ajudar a filha, encarregou-se da educação da neta. Aos dezoito meses, levou-a para o seu castelo, onde vivia com uma cunhada, obrigada pela Revolução francesa a abandonar o mosteiro da Visitação. As duas senhoras exerceram grande influxo no espírito da menina, levando-a a amar a oração, o estudo , a leitura espiritual e a comunhão frequente. Contudo, por volta dos 15 anos, Emília esfriou no fervor, depois de haver assistido a brilhante festa de casamento de um tio seu, que reuniu uma sociedade escolhida e elegante. Começou a interessar-se pela moda e pela vida mundana. Abandonou a prática da oração e, pouco a pouco, afastou-se da Mesa Eucarística, deixando-se arrastar pelas frivolidades da sociedade. esta crise durou18 meses. Deus, porém, não abandonou esta alma generosa e, durante a semana da festa de Corpus Christi, a pregação de um santo jubileu, a que Emília assistiu, fê-la entrar em si e tomar a decisão de abandonar o mundo enganador. Voltou à vida de oração, penitência, humildade e prática da caridade. Começou a pensar em entregar-se totalmente ao Senhor na vida consagrada, mas restava-lhe ainda um  longo caminho a percorrer antes de descobrir o que Deus queria dela. A Providência serve-se das criaturas para atingir os seus fins. No caso de Emília, foi o encontro com o Padre António Marty, homem culto e sobrenatural, que passou a orientar aquela jovem ansiosa por acertar no rumo da vida. Ele era diretor espiritual de um colégio em Villefranche-de-Rouergue. É neste colégio que Emília começa a desenvolver o seu zelo apostólico, preparando as crianças para a primeira comunhão . Em 1815, com  aprovação do Padre Marty e ajuda de três jovens, ela abriu em sua casa uma escola para crianças pobres. Estavam lançados os alicerces para um novo Instituto religioso, que tomará o nome de Irmãs da Sagrada Família. O percurso não foi fácil. Quando constou que Emília, pretendia fundar uma nova Congregação religiosa, muitos insurgiram-se contra ela, dizendo que aquilo era uma loucura. Os parentes abandonaram-na, mas alguns corações generosos ajudaram-na com o necessário para arrendar uma casa. Assim, a 3 de Maio de 1816 nascia o Instituto das Irmãs da Sagrada Família. Deus permitiu outras dolorosas provações, como a morte de algumas religiosas e alunas. Além disso, a Madre Emília passou pelo estado da «noite escura», com terríveis tentações contra a fé, esperança e caridade, durante 32 anos. Isto não a impediu de debruçar-se sobre toda a espécie de misérias do seu tempo; órfãos, emigrados, prisioneiros, doentes, jovens delinquentes, etc., etc. . Faleceu santamente a 19 de Setembro de 1852; foi beatificada a 9 de Junho de 1940 e canonizada dez anos depois, no dia 23 de Abril de 1950. AAS 43 (1951) 644-53; DIP 3, 1127-8. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Emília de Rodat, Santa
Septiembre 19 Fundadora,

Fundadora
Septiembre 19

Etimológicamente significa “gentil, amable, encanto”. Viene de la lengua latina. En nuestra vida se nos presenta la alternativa de elegir con toda libertad una respuesta a lo que la vida espera de nosotros. La fe es un don que se recibe o se rechaza. Esta joven francesa tuvo muchas dificultades para poder entrar de religiosa. Tres intentos y los tres fracasaron.  Pero Dios sabía que aceptaba su exigencia de ser alguien importante, no pos sus cualidades – que las tenía – sino por la elección de entregarse plenamente a su servicio. Hacía nada que había terminado la Revolución francesa. En 1815 había gente que deploraba los destrozos y muertes que había causado aquel horrible acontecimiento en Francia. Oyó el llanto de personas que veían con sus propios ojos que la escuela de las Ursulinas había desaparecido.. No se quedó en lamentos, sino que abrió en seguida una escuela pequeña hasta que 1817 pudo adquirir el convento Cordeliers. Este fue el sitio en el que, por inspiración divina, fundó la nueva congregación de la Sagrada Familia (en España se les conoce con el nombre de “las francesas”). Era el año 1819 El fin de la nueva obra sería la educación de las chicas pobres, a cuidar a los enfermos en su domicilio. Como obra de Dios, floreció en seguida. A la muerte de Emilia había ya 40 casas en distintos países. Por su parte, le tocó sufrir más de veinte años con sus enfermedades y hasta con su crisis de que podía haber perdido la fe y la esperanza. Pasados estos malos trances, Dios la premió con una gran paz interior y la intimidad con el Señor. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

91176 > Sant' Emília Maria Guglielma de Rodat  MR

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José María de Yermo y Parres, Santo
Septiembre 19 Biografía,

José María de Yermo y Parres, Santo

José María de Yermo y Parres, Santo

El sacerdote José María de Yermo y Parres nació en la Hacienda de Jalmolonga, municipio de Malinalco, Edo. de México el 10 de noviembre de 1851, hijo del abogado Manuel de Yermo y Soviñas y de María Josefa Parres. De nobles orígenes, fue educado cristianamente por el papá y la tía Carmen ya que su madre murió a los 50 días de su nacimiento. Muy pronto descubrió su vocación al sacerdocio.  A la edad de 16 años deja la casa paterna para ingresar en la Congregación de la Misión en la Ciudad de México. Después de una fuerte crisis vocacional deja la familia religiosa de los Paúles y continúa su camino al sacerdocio en la Diócesis de León, Gto. y allí fue ordenado el 24 de agosto de 1879. Sus primeros años de sacerdocio fueron fecundos de actividad y celo apostólico.  Fue un elocuente orador, promovió la catequesis juvenil y desempeñó con esmero algunos cargos de importancia en la curia, a los cuales por motivo de enfermedad tuvo que renunciar. El nuevo obispo le confía el cuidado de dos iglesitas situadas en la perifería de la ciudad: El Calvario y el Santo Niño. Este nombramiento fue un duro golpe en la vida del joven sacerdote. Le sacudió profundamente en su orgullo, sin embargo decidió seguir a Cristo en la obediencia sufriendo esta humillación silenciosamente.  Un día, mientras se dirigía a la Iglesia del Calvario, se halla de improviso ante una escena terrible: unos puercos estaban devorándose a dos niños recién nacidos. Estremecido por aquella tremenda escena, se siente interpelado por Dios, y en su corazón ardiente de amor proyecta la fundación de una casa de acogida para los abandonados y necesitados. Obtenida la autorización de su obispo pone mano a la obra y el 13 de diciembre 1885, seguido por cuatro valientes jóvenes, inaugura el Asilo del Sagrado Corazón en la cima de la colina del Calvario. Este día es también el inicio de la nueva familia religiosa de las “Siervas del Sagrado Corazón de Jesús y de los Pobres”.  Desde ese día el Padre Yermo pone el pie sobre el primer peldaño de una larga y constante escalada de entrega al Señor y a los hermanos, que sabe de sacrificio y abnegación, de gozo y sufrimiento, de paz y de desconciertos, de pobrezas y miserias, de apreciaciones y de calumnias, de amistades y traiciones, de obediencias y humillaciones. Su vida fue muy atribulada, pero aunque las tribulaciones y dificultades se alternaban a ritmo casi vertiginoso, no lograron nunca abatir el ánimo ardiente del apóstol de la caridad evangélica.  En su vida no tan larga (1851-1904) fundó escuelas, hospitales, casas de descanso para ancianos, orfanatos, una casa muy organizada para la regeneración de la mujer, y poco antes de su santa muerte, acontecida el 20 de septiembre de 1904 en la ciudad de Puebla de los Ángeles, llevó a su familia religiosa a la difícil misión entre los indígenas tarahumaras del norte de México. Su fama de santidad se extendió rápidamente en el pueblo de Dios que se dirigía a él pidiendo su intercesión. Fue beatificado por Su Santidad JuanPablo II el 6 de mayo 1990 en la Basílica de Ntra. Sra. de Guadalupe en la Ciudad de México. Fue canonizado el 21 de mayo de 2000 en la Plaza de San Pedro.

María de Cervellón, Beata
Septiembre 19 Religiosa,

María de Cervellón, Beata

María de Cervellón, Beata

La primera religiosa mercedaria, nació en Barcelona, en la calle de Moncada, el 1 de diciembre de 1230.  Fue bautizada el 8 del mismo mes, en el sarcófago antiguo de la mártir barcelonesa Santa Eulalia, que servía de pila bautismal en la parroquia de Santa María del Mar.  La joven María, inmersa en el clima de caridad creado en su ciudad natal por los frailes redentores de cautivos, se sintió atraída por el empeño liberador, y se convirtió en el consuelo de los pobres, de los enfermos y de los cautivos, en el Hospital de Santa Eulalia. Allí conoció a las grandes primeras figuras de la Orden Mercedaria agrupados en torno a fray Pedro Nolasco. Pidió, decidida, el hábito blanco de la Merced, y el 25 de mayo de 1265, emitió su profesión religiosa como hermana de la Orden de la Merced, prometiendo trabajar por la redención de cautivos. Con ella formaron comunidad las jóvenes sor Eulalia Pinós, sor Isabel Berti y sor María de Requesens, a las que muy pronto se agregó sor Colagia. A Santa María de Cervelló también se le denomina Socós o Socorro. Esto se debe a los relatos que dicen que fue vista, en vida y después de muerta, ir sobre las alas del viento en ayuda de las naves de la redención combatidas por el mar embravecido.  Murió el 19 de septiembre de 1290. Sus restos mortales fueron sepultados en la iglesia de los frailes mercedarios de Barcelona, hoy Basílica de la Merced. En un altar, el primero de la derecha, reposa su cuerpo, que se conserva incorrupto. Desde el siglo XIII fue tenida como santa.  Ha sido invocada como patrona de los navegantes y tiene su templo parroquial en la Barceloneta, puerto de la ciudad Condal. Su culto fue confirmado por el Papa León X el 13 de febrero de 1692.

Mariano de Evaux, Santo
Septiembre 19 Eremita,

Mariano de Evaux, Santo

Mariano de Evaux, Santo

Martirologio Romano. En el territorio de Bourges, en Aquitania (hoy Francia), san Mariano, eremita, que sólo se alimentaba de manzanas agrestes y a veces de miel, si la encontraba (s. VI). Etimologia: Mariano = iluminador, espejo. Viene de la lengua hebrea. Cuando en las pruebas de tus pensamientos se imbrican unos en otros, la esencial paz del corazón hace que te vuelvas hacia Jesús, el Resucitado. No mi paz, sino tu paz, esto es posible decirle a Cristo. Cuando surgen temores en nuestro interior, acudamos a él. Mariano vivió en Bourges, Francia, y no se sabe mucho de su vida y de sus andanzas. Se sabe que era de una familia rica y noble. Su juventud prometía para todos los suyos un casamiento original y feliz. Pero Mariano, en contra de la opinión de los padres y de mucha gente que le halagaba, decidió entregarse enteramente a Dios. Y con la mayor tranquilidad de lo que se podía esperar de sus años, les dijo a todos unas palabras que les hicieron pensar:"Si quieres ser perfecto, anda, deja cuanto tienes, dalo a los pobres y sígueme". Siguió al pie de la letra el Evangelio de Jesús de Nazaret. Vendió cuanto le correspondía por herencia y, sin la menor vacilación, se los entregó a los pobres. Se fue a un bosque solitario a hacer penitencia y oración. Su fama de santidad llegó a conocerla mucha gente que acudía a su cueva para que los curara o para que los animara en sus dudas y malos ratos. Un día fue exagerada la gente que se acercó a verle. Cuál no fue su sorpresa al encontrarlo muerto debajo de un manzano. Su devoción es grande en Francia, y Pío VII ordenó su fiesta para el día de hoy. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

HTTP://SANTIEBEATI.IT

70790 > Sant' Abbone (o Goerico) di Metz Vescovo 19 settembre MR



70800 >
Sant' Arnolfo di Gap Vescovo 19 settembre MR


93408 >
San Carlo Hyon Song-mun Martire 19 settembre MR


91371 >
San Ciriaco di Buonvicino Abate 19 settembre MR

 
94541 >
Santi Costantino Bogorodskij e 2 compagni Martiri 19 settembre (Chiese Orientali)


93834 >
Beate Elisabetta, Barbara, Antonia e Caterina Monache mercedarie 19 settembre


 
70770 >
Sant' Eustochio di Tours Vescovo 19 settembre MR


93319 >
Beata Francesca Cuallado Baixauli Vergine e martire 19 settembre MR



70840 >
Beato Giacinto Hoynelos Gonzalez Martire 19 settembre MR


94505 >
San Giovanni di Spoleto Vescovo 19 settembre


70830 >
San Lamberto (Lantberto) di Frisinga Vescovo 19 settembre MR

 
91496 >
Madonna de La Salette 19 settembre


70725 >
Santa Maria de Cervellon 19 settembre MR

 
93428 >
Beate Maria di Gesù de la Yglesia de Varo e Maria Addolorata e Consolata Aguiar-Mella y Diaz Martiri 19 settembre MR

 
66750 >
San Mariano di Evaux Eremita 19 settembre MR

 
91242 >
Santi Peleo, Nilo, Elia, Patermuzio e compagni Martiri 19 settembre MR


70820 >
Santa Pomposa di Cordova Martire 19 settembre MR

 
70780 >
San Segnano (Sequano) Abate 19 settembre MR


70810 >
San Teodoro di Canterbury Vescovo 19 settembre MR

 
70750 >
San Teodoro di Verona Vescovo 19 settembre


70760 >
San Trofimo Martire 19 settembre MR

Sites utilizados: Primeiramente os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Seguem-se depois http://es.catholic.net/santoral, são recolhidos os textos sem tradução e imagens, e por último (também sem tradução) os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

Nº 1046-2 - A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo - 18 DE SETEMBRO DE 2011 - 25º DOMINGO COMUM – ANO A

Nº 1046-2

Do livro , A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com:
tradução de espanhol para português, por António Fonseca


Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

18 de Setembro de 2011 
25º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Mt 20, 1-16 

Os trabalhadores da vinha - Com efeito, o reino dos céus é semelhante a um proprietário que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar trabalhadores para a sua vinha. Ajustou com eles a um denário por dia e enviou-os para a sua vinha. Saiu depois pela terceira hora, viu outros, que estavam na praça ociosos, e disse-lhes: «Ide vós também para a minha vinha e tereis o salário  que for justo». E eles foram. Saiu de novo pela hora sexta, e pela hora nona, e fez o mesmo. Saindo pela hora undécima, encontrou ainda outros que ali estavam e disse-lhes: «Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?» «É que, responderam-lhe, ninguém nos contratou». Ele disse-lhes: «Ide vós também para a minha vinha». Ao entardecer, o dono da vinha disse ao capataz: «Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário começando pelos últimos até aos primeiros». Vieram os da hora undécima e receberam um denário cada um. Vieram, por seu turno, os primeiros e julgaram que iam receber mais, mas receberam também um denário cada um. Depois de o terem recebido, começaram a murmurar Cintra o proprietário, dizendo: «Estes últimos só trabalharam uma hora e deste-lhes a mesma paga que a nós, que suportamos o cansaço do dia e o seu calor». Respondeu a um deles: «Em nada te prejudico, meu amigo. Não foi um denário que nós ajustámos?» Leva pois o que te cabe e segue o teu caminho. Apraz-me dar a este último tanto como a ti. Não me será permitido dispor dos meus bens como me aprouver? Ou tu hás-de ter maus olhos por eu ser bom? Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos. Porque muitos são chamados e poucos os escolhidos».
1. A interpretação mais correcta desta parábola explica-nos como é o comportamento de Deus com os humanos. Deus não nos trata segundo os lógico critérios da produtividade laboral (que se mede pelas horas de trabalho), mas sim por motivos que brotam de um bom coração e generoso. O coração, que é tão profundamente bom, que privilegia aos últimos, aos mais desgraçados da vida, aos que a lógica dos homens nunca privilegia.
2. Mas esta parábola remete-nos hoje a outra leitura, segundo a qual as leis da “economia humana”, para que seja verdadeiramente humana, têm que aprender os projectos da “economia divina”. A economia não é uma ciência exacta. E desvia-se até excessos que jamais podemos imaginar. A economia, tal como funciona, é a «ciência» (?) que privilegia os privilegiados e afunda mais os que estão a afundar-se. Daí, os desequilíbrios crescentes e escandalosos que sabemos. E que padecemos ao repartir os ganhos e os benefícios que produzem a terra e o trabalho humano.
3. Urge encontrar-se e pôr-se a praticar outras formas de gerir a economia mundial. E, se acreditamos no Evangelho, temos que acabar com o escândalo de que haja tanta gente piedosa, ou amiga dos piedosos, que não consente que os últimos ganhem o que eles ganhem e vivam como eles vivem. Pode haver maior contradição e até maior desvergonha? Também nisto o Evangelho é norma de sabedoria e critério determinante da humanidade.
Compilação por
António Fonseca
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NOTA FINAL:
Desejo esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO. Desculpem e obrigado. AF.
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Nº 1046-1 - (240) - 18 DE SETEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO


1046-1

SÃO JOSÉ DE CUPERTINO
Religioso (1603-1663)
A vida de S. José de Cupertino é sem dúvida uma das mais extraordinárias, e por vezes das mais perturbadoras que se encontram nos anais da santidade. Os pais de José, o pai sobretudo, possuíam muitas virtudes mas pouca perícia nos negócios. Por isso nasceu José, como Jesus, num estábulo, em Cupertino, no reino de Nápoles, a 17 de Junho de 1603. O menino recebeu formação enérgica de sua mãe, a ponto de poder dizer mais tarde: «Não precisei de noviciado para me ajustar à vida religiosa». Tinha aliás tudo o que se requer para se pôr à prova toda a paciência dos seus educadores e para excitar a viveza dos seus camaradinhas. Era, de facto, quase incapaz de levantar uma palha do chão e o seu cérebro era refractário a qualquer estudo. Por ele andar quase sempre assim, deram-lhe a alcunha de boca aberta. Mas tudo o que era de Deus impressionava-o o mais possível e transportava-o para fora de si. Aos 17 anos quis entrar nos Menores conventuais, onde tinha dois tios. As aparências jogavam tão pouco em seu favor que o despediram. Apresentou-se então aos Capuchinhos, que o aturaram algum tempo e o experimentaram em tudo, mas os seus êxtases contínuos sujeitavam a louça do convento a uma prova bem custosa! Foi preciso mandá-lo embora. Deixando o hábito religioso, o pobre José julgava que se lhe deslocava a carne dos ossos. Passado todavia algum tempo, os Conventuais reflectiram e concordara, em aceitá-lo, primeiramente para cuidar da mula do convento de Grotella; depois, o espectáculo da sua piedade, austeridade, obediência e dons sobrenaturais decidiu a que o admitissem. Foi mesmo recebido como clérigo. Isto exigia pelo menos que ele fosse capaz de ler o missal e o breviário. Frei José fazia todo o possível, mas o resultado era pouco. Quando a paciência do seu mestre começava a faltar, ele punha-se a pedir: «Tenha paciência, assim crescerá o mérito». Mas era preciso ficar bem nos exames exigidos. Que ia acontecer? O santo entregou o assunto à boa mãe, Nossa Senhora de Grotella. A 3 de Janeiro de 1627, o Bispo de Nardo interrogou-o antes de o admitir ao diaconado; abriu o livro dos Evangelhos e mandou-lhe explicar o texto: «Felizes as entranhas que Te trouxera». Ele saiu-se admiravelmente. Antes do sacerdócio, apareceu, com os seus confrades, diante do bispo de Castro. A ciência dos primeiros examinandos dir-se-à que correspondeu pela dos últimos, que não foram interrogados; José estava no número destes. Aqui está a razão por que ele ficou sendo o padroeiro dos candidatos nos exames.  Desde então, a vida do Santo já não passa de uma série de milagres e de provações. Nem todos aceitavam evidentemente com a mesma confiança ingénua os fenómenos sobrenaturais de que ele era objecto. Uma viagem que fez, por ordem do Superior, para visitar as casas da sua Ordem, no Sul de Itália, atraiu um pouco de mais a atenção sobre ele, segundo o entender dum vigário geral. Foi denunciado ao Santo Ofício, examinado primeiro em Nápoles e depois enviado a Roma. O seu Superior Geral, primeiro desconfiado, depressa se mostrou conquistado e apresentou-o ao Sumo Pontífice Urbano VIII, diante de quem ele teve um êxtase. Enviado ao grande convento de Assis, suspirou ao entrar na igreja: «Pai santo, tanto amastes a pobreza durante a vida, mas eis que hoje estais na prata e no brocado, e entre as mais sumptuosas decorações». S. Francisco ensinou-lhe que tudo isso não era para ele, mas para o Hóspede do tabernáculo. A hostilidade e a severidade dum guardião muito fizeram sofrer José. A sua maior obrigação constava em estar afastado de Nossa Senhora da Grotella, de Cupertino. Para consolação, o Geral chamou-o a Roma por algum  tempo. Mas regressando, foi acolhido em triunfo. Entrando na igreja, viu, pintada na abóbada, uma imagem de Nossa Senhora semelhante à de Grotella. Logo arrebatado fora de si, lançou-se ao ar para beijar a imagem, exclamando: «Minha Mãe, seguisTe-me». Este fenómeno era ordinário e repetia-se a qualquer propósito e em quaisquer circunstâncias. Um dia, o embaixador de Espanha, depois de lhe falar na sala de visitas, quis apresentar-lhe a esposa na igreja. Uma ordem do seu guardião venceu nele a repugnância a tratar com mulheres. Mas, logo que chegou à igreja, vendo a estátua de Nossa Senhora, voou para lhe beijar os pés, soltando o seu forte grito habitual. Depois duma prolongada oração, deu novo grito, desceu, beijou o chão, saudou a Virgem Maria, e, com o rosto escondido no capuz, voltou à cela, deixando as senhoras meio mortas de susto. Vinham-no consultar outras personagens sobre a atitude que deviam tomar. Assim o príncipe Casimiro da Polónia, que deixara o seu país a fim de se fazer jesuíta; tinha sido nomeado cardeal por Inocêncio X. Acabava, com autorização do papa, de renunciar a esta dignidade, para se casar com a viúva de seu irmão e dar herdeiros ao trono. Para tranquilizar a consciência, passou por Assis e perguntou ao Santo: «É com o chapéu de cardeal ou então com a espada que eu sou chamado por Sua divina Majestade?» - «Com a espada», respondeu o santo. Todo este movimento criado à volta do humilde religioso e os fenómenos sobrenaturais estranhos inquietaram de novo a Inquisição. Em 1653, uma ordem do Santo Ofício tirou-o de Assis para o levar a um convento de capuchinhos, em Petra Rúbia, e depois, para o isolar mais, a Fossombrone. Como em Assis, e pelas mesmas razões, devia o santo viver isolado da comunidade. Como exemplo: a sua Missa durava habitualmente duas horas; de vez em quando, Deus avisava-o que a abreviasse para chegar a tempo de ir desempenhar o seu ofício de esmoler. A elevação do Cardeal Chigi ao pontificado supremo, com o nome de Alexandre VII, permitiu aos conventuais recuperar aquele que tinham como sua glória. Queriam reconduzi-lo a Assis, mas o Papa respondeu: «Não, basta um S. Francisco em Assis. Foi enviado a Ósio, na Marca de Ancona, perto de Loreto (1657). Ao chegar lá, exclamou: este é o meu descanso. Foi lá que morreu, a dezassete de Setembro de 1663. Foi beatificado por Bento XIV em 1573, e canonizado por Clemente XIII, em 1767. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt.
BEATO JOÃO MASÍAS
Religioso (1585-1645)
Este bem-aventurado servo de Deus, irmão da Ordem Dominicana, nasceu na vila estremenha de Ribera, na Espanha, em Fevereiro de 1585. Os pais faleceram, deixando-o órfão e sem qualquer amparo, quando apenas contava quatro anos; mas já lhe tinham ensinado as principais orações. Apesar da sua tenra idade, entrou em combinação com um lavrador para lhe guardar uma vara de porcos. Um dia, estando entregue a este humilde ocupação, apareceu-lhe o evangelista S. João, que desde esse momento o ficou a proteger. Nessa altura, o perturbado menino teve o primeiro êxtase e, transportado fora de si, mereceu contemplar a cidade celestial. O amparo de S. João acompanhou-odurante a vida inteira, apartando-o de todo o mal e resguardando-lhe a pureza de qualquer acto que a pusesse em risco. Deste modo, o beato, ao morrer, pôde gloriar-se de morrer virgem como outro S. Domingos. Passados anos, abandonou a pastorícia, encontrando o sustento com o trabalho manual. Procurava sempre a soledade, como o ambiente mais a propósito para o sossego do espírito. Depois foi para Sevilha e empregou-se em casa dum negociante, em companhia do qual se trasladou para o Novo Mundo. Por não saber ler, o patrão despediu-o em Cartagena das Índias; daí empreendeu Masías viagem por terra até ao Peru. Aos 37 anos, em Janeiro de 1622, encontrando-se em Lima, recebeu o hábito dominicano, vindo a professar como leigo um ano depois. Ofereceu à comunidade o seu esforço corporal; por ele e pela submissa obediência, chegou ao cume da perfeição. Entregaram-lhe o serviço da portaria do Convento das Recoletas, de Santa Maria Madalena, que a Ordem Dominicana tinha em Lima. Sem prejuízo das atenções próprias de tal cargo, dedicava à oração cada dia seis ou sete horas; e noite em que não tivesse consagrado a tão recomendável exercício pelo menos três ou quatro horas, parecia-lhe desperdiçada. Segundo confessou, quando isto lhe sucedia, na manhã seguinte sentia insuportável vergonha ao apresentar-se diante de Deus. Para maior sacrifício, cumpria estas devoções todo o tempo de joelhos. Como resultado deste esforço, e encontrando-se debilitado e fraco devido ao seu rigoroso ascetismo, sobreveio-lhe uma chaga rebelde num joelho. Depois de os médicos terem esgotado nele todos os esforços científicos, uma noite apareceu-lhe o seu protector S. João Evangelista, deixando-o milagrosamente limpo da chaga. Distribuía o tempo sem deixar um instante desocupado. Desde o amanhecer afadigava-se atendendo os pobres envergonhados, preparando-lhes de comer e servindo com grande humildade os que vinham pedir socorro à portaria. O descanso limitava-o apenas a inclinar-se de bruços, com a face apoiada nos braços, ajoelhado diante duma imagem da Rainha dos Céus, sob a invocação de Belém, colocada à cabeceira da cama. Incansável em mortificar-se, cingia permanentemente o corpo com ásperos cilícios, escondidos debaixo do hábito. Homem de admirável e exemplar observância da vocação a que fora chamado, merecedor de memória e celebridade a muitos títulos, nunca se pôde notar nele qualquer coisa que desdissesse do seu estado; perfeitíssimo em todas as virtudes, amável e contemplativo, fez vida de extrema austeridade. A juízo do seu confessor, não incorreu em toda a vida em pecado mortal, nem em venial de malícia. Foi de mediana estatura, com  o rosto branco e feições delicadas, a barba espessa e negra. O retrato que dele se conhece mostra-nos semblante ascético, macerado pela penitência. Notabilizou-se pela integridade de ânimo e paciência em combate encarniçados com o espírito infernal. E ninguém lhe levou vantagem no exercício da caridade. Com frequência, quando escasseavam as provisões para os necessitados que a ele acudiam, jejuava para ceder-lhes parte do seu próprio almoço. por outro lado, é fama que a divina Providência multiplicava milagrosamente a comida que servia. Segundo os autores que escreveram sobre a sua vida, virtudes e prodígios do Beato Masías, e atendo-nos à autobiografia que ditou na véspera da morte. Nossa Senhora de Belém, a que professava singular devoção, apresentou-se-lhe várias vezes para revelar o futuro e confortá-lo nas suas penitências. Outras testemunhas depuseram no processo de beatificação o seguinte: que, ao mesmo tempo que atendia às suas obrigações no refeitório, cozinha ou portaria, sentia raptos extáticos e era visto, em sublime arroubamento, elevar-se do solo, aureolado por vivíssimo resplendor. Em 1645 adoeceu gravemente, e em tal altura a sua cela foi visitada, uma vez mais, por todos os que em Lima eram mais importantes; sobressaiu o vice-rei, marquês de Mancera. O santo morreu a 17 de Setembro desse ano, com 60 anos de idade. Vieram ao enterro do humilde leigo, o referido vice-rei, o arcebispo, todas as comunidades e corporações religiosas e civis de Lima e uma multidão que já o aclamava como digno de ser elevado aos altares. As suas relíquias, assim como os retratos, eram objecto de grandes disputas, pois era sabido que operavam prodígios. Um ano depois do falecimento, foi trasladado o cadáver a outra sepultura dentro do mesmo convento em que o beato se tinha santificado. Encontrou-se então o corpo incorrupto e a exalar singular fragrância. São inumeráveis os prodígios que se lêem nas suas biografias. Curas sobrenaturais, aparições extraordinárias. Referiremos um sucesso notável acontecido depois da sua morte e que, segundo a tradição constante em Lima, merece total crédito. Numa localidade perto da capital do Peru, o beato, antes de se fazer dominicano, tinha à sua conta o gado de um  senhor distinto. Naquele sítio havia várias laranjeiras, e numa delas, abrindo a casca, o devoto pastor traçou cruzes; ao pé dela rezava e dela dependurava o seu terço. Quinze anos depois de ele falecer, o proprietário do laranjal mandou cortá-lo e, precisamente no dia em que a Igreja comemora o triunfo da santa Cruz, o encarregado do corte descobriu no interior de uma das árvores duas cruzes do tamanho de um palmo. Todos se admiraram, e logo se improvisou uma fervorosa procissão, que levou as cruzes com todo o respeito para lugar sagrado. Os portentos que durante a vida realizara o servo de Deus, a pública voz e fama das suas virtudes, e a devoção geral, afervorada mais ainda a seguir às sua morte devido aos milagres, moveram os seus irmãos dominicanos e promoverem-lhe a causa de beatificação. Depuseram mais de 150 testemunhas e todas coincidiram em ponderar a virtude santa e exemplar do caritativo religioso. Foi beatificado pelo papa Gregório XVI em 1840. A sua festa ficou a celebrar-se com toda a solenidade na igreja peruana. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt.
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José de Cupertino, Santo
Septiembre 18 Religioso Presbítero,
José de Cupertino, Santo
José de Cupertino, Santo
Martirologio Romano: En Osimo, en la región Picena, en Italia, san José de Cupertino, presbítero de la Orden de Hermanos Menores Conventuales, célebre, en circunstancias difíciles, por su pobreza, humildad y caridad para con los necesitados de Dios (1663). José nació en 1603 en el pequeño pueblo italiano llamado Cupertino. Sus padres eran sumamente pobres. El niño vino al mundo en un pobre cobertizo pegado a la casa, porque el papá, un humilde carpintero, no había podido pagar las cuotas que debía de su casa y se la habían embargado.- A los 17 años pidió ser admitido de franciscano pero no fue admitido. Pidió que lo recibieran en los capuchinos y fue aceptado como hermano lego, pero después de ocho meses fue expulsado porque era en extremo distraído. Dejaba caer los platos cuando los llevaba para el comedor. Se le olvidaban los oficios que le habían puesto. Parecía que estaba siempre pensando en otras cosas. Por inútil lo mandaron para afuera.- Al verse desechado, José buscó refugio en casa de un familiar suyo que era rico, pero él declaró que este joven "no era bueno para nada", y lo echó a la calle. Se vio entonces obligado a volver a la miseria y al desprecio de su casa. La mamá no sintió ni el menor placer al ver regresar a semejante "inútil", y para deshacerse de él le rogó insistentemente a un pariente que era franciscano, para que lo recibieran al muchacho como mandadero en el convento de los padres franciscanos.- Sucedió entonces que en José se obró un cambio que nadie había imaginado. Lo recibieron los padres como obrero y lo pusieron a trabajar en el establo y empezó a desempeñarse con notable destreza en todos los oficios que le encomendaban. Pronto con su humildad y su amabilidad, con su espíritu de penitencia y su amor por la oración, se fue ganando la estimación y el aprecio de los religiosos, y en 1625, por votación unánime de todos los frailes de esa comunidad, fue admitido como religioso franciscano.- Lo pusieron a estudiar para presentarse al sacerdocio, pero le sucedía que cuando iba a presentar exámenes se trababa todo y no era capaz de responder. Llegó uno de los exámenes finales y el pobre Fray José la única frase del evangelio que era capaz de explicar completamente bien era aquella que dice: "Bendito el fruto de tu vientre Jesús". Estaba asustadísimo pero al empezar el examen, el jefe de los examinadores dijo: "Voy a abrir el evangelio, y la primera frase que salga, será la que tiene que explicar". Y salió precisamente la única frase que el Cupertino se sabía perfectamente: "Bendito sea el fruto de tu vientre".- Llegó al fin el examen definitivo en el cual se decidía quiénes sí serían ordenados. Y los primeros diez que examinó el obispo respondieron tan maravillosamente bien todas las preguntas, que el obispo suspendió el examen diciendo: ¿Para qué seguir examinando a los demás si todos se encuentran tan formidablemente preparados?" y por ahí estaba haciendo turno para que lo examinaran, el José de Cupertino, temblando de miedo por si lo iban a descalificar. Y se libró de semejante catástrofe por casualidad.- Ordenado sacerdote en 1628, se dedicó a tratar de ganar almas por medio de la oración y de la penitencia. Sabía que no tenía cualidades especiales para predicar ni para enseñar, pero entonces suplía estas deficiencias ofreciendo grandes penitencias y muchas oraciones por los pecadores. Jamás comía carne ni bebía ninguna clase de licor. Ayunaba a pan y agua muchos días. Se dedicaba con gran esfuerzo y consagración a los trabajos manuales del convento (que era para lo único que se sentía capacitado).- Desde el día de su ordenación sacerdotal su vida fue una serie no interrumpida de éxtasis, curaciones milagrosas y sucesos sobrenaturales en un grado tal que no se conocen en cantidad semejante con ningún otro santo. Bastaba que le hablaran de Dios o del cielo para que se volviera insensible a lo que sucedía a su alrededor. Ahora se explicaban por que de niño andaba tan distraído y con la boca abierta. Un domingo, fiesta del Buen Pastor, se encontró un corderito, se lo echó al hombro y al pensar en Jesús, Buen Pastor, se fue elevando por los aires con cordero y todo.- Los animales sentían por él un especial cariño. Pasando por el campo, se ponía a rezar y las ovejas se iban reuniendo a su alrededor y escuchaban muy atentas sus oraciones. Las golondrinas en grandes bandadas volaban alrededor de su cabeza y lo acompañaban por cuadras y cuadras.- Sabemos que la Iglesia Católica llama éxtasis a un estado de elevación del alma hacia lo sobrenatural, durante lo cual la persona se libra momentáneamente del influjo de los sentidos, para contemplar lo que pertenece a la divinidad. San José de Cupertino quedaba en éxtasis con mucha frecuencia durante la Santa Misa, cuando estaba rezando los salmos de la S. Biblia. Durante los 17 años que estuvo en el convento de Grotella sus compañeros de comunidad presenciaron 70 éxtasis de este santo. El más famoso sucedió cuando 10 obreros deseaban llevar una pesada cruz a una montaña y no lo lograban. Entonces Fray José se elevó por los aires con cruz y todo y la llevó hasta la cima del monte.- El Papa Benedicto XIV que era rigurosísimo en no aceptar como milagro nada que no fuera en verdad milagro, estudió cuidadosamente la vida de José de Cupertino y declaró: "Todos estos hechos no se puede explicar sin una intervención muy especial de Dios".- Los últimos años de su vida, José fue enviado por sus superiores a conventos muy alejados donde nadie pudiera hablar con él. La gente descubría donde estaba y corrían hacia allá. Entonces lo enviaban a otro convento más apartado aún. El sufrió meses de aridez y sequedad espiritual (como Jesús en Getsemaní) pero después a base de mucha oración y de continua meditación, retornaba otra vez a la paz de su alma. A los que le consultaban problemas espirituales les daba siempre un remedio: "Rezar, no cansarse nunca de rezar. Que Dios no es sordo ni el cielo es de bronce. Todo el que pide, recibe".-
 José de Cupertino, Santo
Murió el 18 de septiembre de 1663 a la edad de 60 años. Que Dios nos enseñe con estos hechos tan maravillosos, que Él siempre enaltece a los que son humildes y los llena de gracias y bendiciones.-
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San José Cupertino
Oración

Confesamos, Señor, que solo tú eres santo y que sin ti nadie es bueno, y humildemente te pedimos que la intercesión de San José Cupertino venga en nuestra ayuda para que de tal forma vivamos en el mundo que merezcamos llegar a la contemplación de tu gloria. Por nuestro Señor Jesucristo tu Hijo.-
Adriana de Prymnesso, Santa
Septiembre 18 Mártir,
Adriana de Prymnesso, Santa
Adriana de Prymnesso, Santa
Martirologio Romano: En Prymnesso, de Frigia, santa Ariadna, mártir (s. inc.). Etimología: Adriana = Ariana = Ariadna = castísima o santísima, viene del griego Se sabe que esta joven fue una mártir del siglo I.  Se cuenta que fue una bella mártir por amor a Cristo en el siglo I. Se ve que asimiló muy pronto la profundidad de la vida encerrada en el Evangelio y, sin la menor duda, no tuvo reparos en entregar la propia existencia por una causa tan clave para toda su vida. La historia dorada que hay alrededor de ella dice que era una esclava preferida del rey de Frigia. El hecho es que se convirtió al cristianismo y, por esta razón fue procesada. Los jueces, antes de dictar el juicio premeditado, le permitieron que se fuera a pensar lo bien a solas a la montaña.  Cuando volvió, le preguntaron acerca de su última decisión. Era la misma. Entonces mandaron ejecutarla.
¡Felicidades a quien lleve este bello nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Ricarda ou Riquilda, Santa
Septiembre 18 Imperatriz,
Ricarda o Riquilda, Santa
Ricarda o Riquilda, Santa
Martirologio Romano: En Andlau, de la Baja Lotaringia (Alsacia), santa Ricarda, quien, siendo reina, despreció el poder terreno por servir a Dios en el monasterio fundado por ella misma (c. 895). Etimología: Ricarda = fuerte en la riqueza. Viene de la lengua alemana. Nació y murió en Alsacia, Francia, en el año 900. Era hija de Echanger, conde de esta ciudad. Se casó con el conde Carlos el Grueso en el año 862. Era biznieto de Carlomagno, y en aquel tiempo, rey de los Francos de Ranania. Carlos En el 881, con el apoyo del Papa Juan VIII, llegó a emperador de Occidente y, al mismo tiempo de Alemania, Francia, dueño de una parte de Italia y protector de Papado. Pese a ello, abandonó al Papa cuando éste le llamó para que le ayudara. Al no acudir, el Papa fue masacrado a martillazos en el palacio de san Juan de Letrán. Tras veinte años de matrimonio, Ricarda fue acusada de adulterio y repudiada, ella rechazó la acusación y fue sometida a la prueba del fuego para demostrar su inocencia, Dios demostró con un patente milagro su inocencia. Y así acabó el inmenso imperio carlovingio. Sus siete hijos se repartieron cuanto quedaba. Su padre murió al año siguiente . Y Ricarda no estaba a su lado en esos momentos cruciales para la vida de una persona. Como no había seguido la vida Cristo en su estricto cumplimiento, nunca se sintió feliz a pesar de sus riquezas.
Se fue a la abadía de Alsacia, Andlau, para pasar allí sus últimos años. En 1049, el Papa León IX vino a venerar sus restos y los colocó en el altar. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
David Okelo y Gildo Irwa, beatos
Septiembre 18 Jóvenes mártires,
David Okelo y Gildo Irwa, beatos
David Okelo y Gildo Irwa, beatos

Catequistas y Mártires

Martirologio Romano: En la aldea Paimol, cerca de la misión de Kalongi, en Uganda, beatos David Okelo y Gildo Irwa, catequistas y mártires, que habiéndose ofrecido espontáneamente para anunciar el Evangelio al pueblo, fueron atravesados por lanzas, manifestando así en el martirio la fuerza de Cristo (1918). Dos jóvenes catequistas ugandeses, David Okelo, de entre 16 y 18 años, y Gildo Irwa, de entre 12 y 14, fueron martirizados a golpes de lanza y cuchilladas en Palamuku, cerca de Paimol, aldea situada al norte de Uganda, en la cuenca del alto Nilo. Era el año 1918. El ejemplo dado por estos dos jóvenes, unidos por una profunda amistad y por el entusiasmo de enseñar la religión cristiana a sus compatriotas, permanece como signo de coherencia de vida cristiana, fidelidad a Cristo y compromiso en el servicio misionero entre su pueblo. La fecha de nacimiento de David y Gildo no se conoce con exactitud. Fueron bautizados el 1 de junio de 1916 y confirmados el 15 de octubre del mismo año. Pertenecían a la tribu Acholi, una rama del gran grupo Lwo, cuyos miembros viven aún en su mayor parte en el norte de Uganda, aunque también están presentes en el sur de Sudán, Kenia, Tanzania y Congo. Los misioneros combonianos habían llegado en 1915 a la región de Kitgum, donde comenzaron su labor evangelizadora con la ayuda de algunos catequistas. Existían entonces muchas dificultades, algunas creadas por la primera guerra mundial, otras por la peste, la viruela y la situación de carestía. Para los brujos de la zona la llegada de la nueva religión era la causa de todas las desgracias. Por ello, surgieron movimientos anticristianos y anticolonialistas (los Adwi y los Abas) promovidos por los brujos y apoyados por los traficantes de marfil y de esclavos, que veían en el cristianismo un obstáculo para sus negocios. Además eran frecuentes las luchas tribales. En este contexto de hostilidad y desconfianza se sitúa el testimonio heroico de los dos jóvenes catequistas, que no dudaron en trasladarse a Paimol para cubrir el vacío dejado en la obra de evangelización por la muerte de Antonio, el hermano de David. Cuando este pidió al padre Cesare Gambaretto sustituir a su hermano, juntamente con su amigo Gildo, el misionero intentó disuadirles, no sólo por su juventud, sino también por el peligro que corrían en aquella violenta zona. "¿Y si os matan?", preguntó entonces el misionero. "¡Iremos al paraíso!", fue la respuesta inmediata. "Ya está allí Antonio -añadió David-, no temo la muerte. ¿No murió Jesús por nosotros?". Llegaron a su destino en noviembre de 1917 y once meses más tarde fueron asesinados por odio a la fe. Su martirio fue documentado por los habitantes de Paimol y ocho testigos oculares, entre los que se encontraba uno de los que les dieron muerte. En Paimol, David y Gildo se dedicaban sin descanso a su misión de evangelización y ganaban su sustento trabajando duramente en los campos. Un catequista que enseñaba en una aldea dejó este testimonio: "Toda la gente del pueblo sin excepción les amaba por el bien que hacían (...). Murieron en el cumplimiento exacto de su enseñanza". Al amanecer, David tocaba el tambor para llamar a sus catecúmenos a las oraciones de la mañana. Juntamente con Gildo, rezaba también el rosario. Enseñaba a los catecúmenos a memorizar las oraciones y las preguntas y respuestas del catecismo; durante las clases, para facilitarles el aprendizaje de las verdades fundamentales, les hacía repetir los textos también con la ayuda de cantos. Además, visitaba las aldeas vecinas, desde donde acudían sus catecúmenos, que durante el día ayudaban a sus padres en los campos o con el ganado. Cuando se ponía el sol, David llamaba a la oración en común y a rezar el rosario, concluyendo siempre con una canción a la Virgen. Los domingos, celebraba un servicio de oración, animado a menudo por la presencia de catecúmenos y catequistas de la zona. Se recuerda a David como un joven de carácter pacífico y tímido, diligente en sus tareas como catequista y querido por todos. Nunca se vio involucrado en disputas tribales o políticas. El padre Cesare Gambaretto, que había administrado los sacramentos a los dos jóvenes mártires, describía a Gildo como un joven de carácter dulce y alegre, muy inteligente. "Era de gran ayuda para David, y reunía a los niños para recibir la instrucción con su dulzura e insistencia infantil (...). Había recibido el bautismo recientemente, cuya gracia preservó en su corazón y dejó traslucir con su comportamiento encantador". Gildo estuvo siempre disponible y fue ejemplar en sus tareas como catequista-asistente. Espontáneamente, se mostró deseoso de ir con David a enseñar la palabra de Dios a Paimol. Murieron atravesados por las lanzas de Okidi y Opio, dos Adwi (revolucionarios que se habían alzado en armas contra los jefes impuestos por las autoridades coloniales). Antes de matarles, los Adwi intentaron convencer a David y a Gildo para que abandonaran la región y la enseñanza del catecismo. Podrían haber salvado la vida, pero ellos rechazaron la oferta. A Gildo se le dio la oportunidad de huir, pero él respondió: "Hemos trabajado en la misma obra; si es necesario morir, tendremos que morir juntos". Cuando les sacaron del pueblo para matarles, David lloraba. Fue entonces consolado por el pequeño Gildo: "¿Por qué lloras? Mueres sin motivo; no has hecho mal a nadie". Era poco antes del amanecer del 19 de octubre de 1918. Los cristianos del lugar, acabada la furia homicida, no olvidaron a sus heroicos catequistas. El lugar del martirio, Palamuku, fue llamado desde entonces Wi-Polo ("En el cielo") para recordar el premio concedido por Dios a los dos adolescentes. Fueron beatificados el 20 de octubre de 2002 por S.S. Juan Pablo II.
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94596 > Beato Steano Pina Mercedario 18 settembre
Sites utilizados: Através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt, os textos em português; De www.es.catholic.net/santoral, os textos e imagens, sem tradução; e de www.santiebeati.it. os nomes e imagens em italiano, por
António Fonseca