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domingo, 2 de outubro de 2011

Fonte: DICI | Tradução: Fratres in Unum.com - 2 de Outubro de 2011

 

Importantíssima entrevista do número 2 da FSSPX: “Um reconhecimento canônico seria um ganho para a Igreja”.

by G. M. Ferretti

Fonte: DICI | Tradução: Fratres in Unum.com

Durante sua visita a Stuttgart, o Primeiro Assistente da Fraternidade São Pio X, Padre Niklaus Pfluger, apesar de sua agenda cheia, encontrou tempo para responder a algumas questões de pius.info [sítio oficial do distrito Alemão].

Padre Niklaus Pfluger.

Padre Niklaus Pfluger.

O preâmbulo doutrinal é de grande interesse a todos os envolvidos. Ambos os lados concordaram em manter a confidencialidade, e, portanto, não podemos esperar que o senhor fale de seu conteúdo. Permita-me, no entanto, perguntar: o que o senhor pensa do documento?

O documento permite correções de nossa parte. E isso também se torna necessário ao menos para excluir clara e definitivamente até a aparência de ambiguidade e mal-entendidos. Então, agora devemos enviar a Roma uma resposta que reflita nossa posição e inequivocamente represente as preocupações da Tradição. Não devemos, por nossa missão de fidelidade à Tradição Católica, fazer qualquer concessão. Os fiéis, e ainda mais os padres, entendem muito bem que as propostas feitas por Roma no passado a várias comunidades conservadoras eram inaceitáveis. Se Roma agora faz uma oferta à Fraternidade, deve-se deixar clara e inequivocamente que o faz pelo bem da Igreja e acelerar o retorno à Tradição. Nós pensamos e sentimos com a Igreja Católica. Ela tem um objetivo missionário mundial, e sempre foi o mais ardente desejo de nosso fundador que a Tradição devesse florescer novamente por todo o mundo. Um reconhecimento canônico da Fraternidade São Pio X poderia justamente favorecer isso.

Críticos dizem que Roma está, com esse preâmbulo, tentando armar uma cilada para a Fraternidade e tirar proveito disso. Uma vez canonicamente reconhecida, a Fraternidade poderia talvez introduzir o “carisma da Tradição” na Igreja moderna, mas também teria de aceitar os caminhos e o pensamento conciliar pelo bem do “pluralismo”.

Essa crítica é inteiramente justificada e deve ser levada a sério. Pois não podemos excluir a impressão de que, no fim das contas, isso equivaleria a uma aceitação tácita, por assim dizer, que levaria com efeito a essa diversidade que relativiza a única verdade: essa é, de fato, precisamente a base do modernismo.

Assis III e ainda mais a infeliz beatificação de João Paulo II, mas também muitos outros exemplos, deixam claro que a liderança da Igreja, hoje como no passado, não está pronta a desistir dos falsos princípios do Vaticano II e suas conseqüências. Portanto, qualquer “oferta” feita à Tradição deve nos garantir liberdade para poder continuar nosso trabalho e nossa crítica à “Roma modernista”. E para ser honesto, isso parece ser muito, muito difícil. Novamente, qualquer concessão falsa ou perigosa deve ser eliminada.

Não faz sentido comparar a situação atual com as conversas em 1988. Naquela época, Roma queria impedir qualquer espécie de autônomia para a Fraternidade; o bispo que eles (talvez sim ou talvez não) concederiam teria, em todo caso, que estar sujeito a Roma. Isso era simplesmente muito incerto para Dom Lefebvre. Se Dom Marcel Lefebvre tivesse cedido, Roma poderia, de fato, ter esperado que a Fraternidade, sem os seus “próprios” bispos, um dia viesse a se orientar conforme a linha conciliar. Hoje a situação é completamente diferente. Temos quatro bispos e por ora 550 padres por todo o mundo. E as estruturas da Igreja oficial estão ruindo cada vez mais rápido. Roma não pode mais confrontar a Fraternidade como fez há mais de vinte anos.

Quais são as chances que o senhor vê de uma resposta positiva? A Fraternidade São Pio X aceitará o preâmbulo?

Aqui a diplomacia tem um papel importante. Exteriormente, Roma quer salvar sua honra. O Papa já foi muito frequentemente acusado de levantar as “excomunhões” de nossos bispos sem precondições. Se dependesse da maioria dos bispos alemães, a Fraternidade teria de assinar um cheque em branco, reconhecendo todo o Concílio primeiro. De resto, eles o demandam ainda. O Papa Bento não o fez. Além disso, o livre acesso ao Sacrifício Católico da Missa [i.e., Missa Tridentina] era a segunda condição exigida pela Fraternidade. Portanto, Roma atendeu duas vezes aos desejos da Fraternidade. É claro que agora eles estão pedindo um documento que possa ser apresentado ao público. A questão é saber se é possível assinar esse documento. Em uma semana, os superiores da Fraternidade São Pio X se encontrarão em [Albano, Laziale, subúrbio de] Roma para discuti-lo juntos. É óbvio que deve ficar claro ao Cardeal Levada e também à Congregação para a Doutrina da Fé que eles não podem insistir em um documento que a Fraternidade não pode, por sua vez, justificar a seus membros e fiéis.

Uma última pergunta. Quem conquistou maior vantagem com as conversações teológicas: Roma ou a Fraternidade São Pio X?

Este é um ponto muito importante, e o direi novamente: não estamos preocupados em conseguir uma vantagem para nós. Queremos tornar novamente acessível para a Igreja o tesouro que Dom Lefebvre confiou à nossa custódia. Neste aspecto, um reconhecimento canônico seria um ganho para a Igreja. Dessa forma, por exemplo, um bispo conservador poderia pedir aos padres da Fraternidade que trabalhasse em seu seminário diocesano. Claro que a regularização das relações também significaria que os católicos que se mantinham distantes da Fraternidade, talvez pelo rótulo de “suspensa”, agora se arriscarão a se aproximar. Mas não se trata disso. Por quarenta e um anos, a Fraternidade cresceu de maneira constante, mesmo a despeito de ser atingida pelo cajado da “excomunhão”. Estamos preocupados, antes, com a Igreja Católica. Juntos com o Arcebispo, nós também gostaríamos de dizer [as palavras de S. Paulo cf. I Coríntios 11:23]“Tradidi quod et accepi” – Transmitimos o que recebemos.

G. M. Ferretti | outubro 2, 2011 at 7:45 pm | Categorias: Discussões Teológicas, FSSPX, O Papa | Categories: Atualidades, Ecclesia Dei, FSSPX, Igreja, O Papa, Tradição, Vaticano II | URL: http://wp.me/pgELf-48q

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Transcrição por

António Fonseca

Nº 1060-2 - A RELIGIÃO DE JESUS - XXVII DOMINGO COMUM - 2 DE OUTUBRO DE 2011

Nº 1060-2

Do livro , A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª CastilloComentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com:

tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

 

2 de Outubro de 2011

 

 

27º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Mt 21, 33-32

 

Escutai outra parábola: Um chefe de família plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, construiu uma torre, arrendou-a a uns vinhateiros e ausentou-se para longe. Quando chegou a época das vindimas, enviou os seus criados aos vinhateiros para receber deles a parte que lhes competia. Os vinhateiros, porém, apoderaram-se dos criados, bateram num, mataram outro e apedrejaram o terceiro. Tornou a mandar outros servos, mais numerosos do que os primeiros, e trataram-nos da mesma forma. Finalmente, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo: «Hão-de respeitar o meu filho». Mas os vinhateiros, vendo o filho, disseram entre si: «Este é que é o herdeiro. Matemo-lo e ficaremos com a sua herança». E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no. Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros? Eles responderam-Lhe: «Dará morte afrontosa aos vinhateiros que lhe entregarão os frutos na altura devida». Jesus disse-lhes: «Nunca lestes nas Escrituras? A pedra que os construtores rejeitaram transformou-se em pedra angular? Isto é obra do Senhor e é admirável aos nossos olhos. Por isso eu vos digo: o reino de Deus ser-vos-á tirado e será confiado a um povo que produzirá os seus frutos. Quem cair sob esta pedra, ficará despedaçado; aquele sobre quem ela cair, ficará esmagado» Os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ao ouvirem as Suas parábolas, compreenderam que eram eles os visados. Embora procurassem  meio de O prender, temeram o povo que O considerava profeta.

 

1. Esta parábola é seguramente a mais dura e direta, que ficou recolhida nos evangelhos, como denúncia contra os dirigentes religiosos do judaísmo. Sem dúvida foi redigida depois do ano 70, como reflexão do desastre que sofreu o povo judeu com a queda de Jerusalém, na guerra contra os romanos, que arrasaram a cidade santa  e destruíram o templo. O mais razoável é pensar que os cristãos viram naquela ruína do povo judeu o cumprimento de um castigo divino: Deus tirou a vinha a Israel e a entregou a outro povo que haveria de dar seus frutos.

 

2. É capital deixar claro que, por mais negativa que possa ser a interpretação, que se dê à parábola, nunca se poderá explicar como uma recusa total do povo de Israel em bloco. Fazer isso, além duma falsidade, é dar argumentos ao anti-semitismo, de que, em, boa parte, têm sido responsáveis os cristãos. Algo porque a Igreja deveria pedir perdão. E aceitar, com, humildade, que pela nossa paixão, temos estigmatizado a história de um povo que merece todo o nosso respeito, por mais indignos que fossem os sacerdotes e senadores que teve no primeiro século.

 

3. Mas ao que se disse há que acrescentar algo que resulta decisivo: o Evangelho não se escreveu para fomentar o desprezo ou ressentimento contra os judeus. Nem contra ninguém. O Evangelho é memória de Jesus e da sua presença na comunidade cristã. Essa memória e essa presença nos diz também que nós, os cristãos, o povo e seus dirigentes, podemos pensar que somos os novos proprietários da vinha do Senhor, já que, presumivelmente, foi entregue a nós. Não. Ninguém é dono da vinha. O dono é só Deus, e nós, o que se nos exige é que a cultivemos com esmero e esforço essa vinha. Mas, não é um facto que a temos demasiado abandonada e mal cultivada?

 

 

Compilação por

António Fonseca

http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

NOTA FINAL:

Desejo esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO. Desculpem e obrigado. AF.

http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

Nº 1060 - (254) - 2 DE OUTUBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

Nº  1060

SANTOS ANJOS DA GUARDA

Os Anjos são puros espíritos mensageiros da bondade de Deus. Diz-nos a Epístola aos Hebreus que «todos eles são espíritos servidores, enviados em serviço daqueles que devem herdar a salvação» (Hb 1, 14). Segundo a piedade e a tradição cristãs,bem fundadas no dogma, as nações, as dioceses, as povoações, estão confiadas à guarda de um Anjo. Dum  modo particular, honrámos hoje os Anjos que têm o encargo de guardar, iluminar e reger cada um de nós. Jesus disse expressamente,: «Não desprezeis nenhum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus Anjos nos céus vêm continuamente a face de meu Pai que está no Céu» (Mt 18, 10). Os últimos papas têm-nos dado cativantes lições sobre a devoção aos Anjos da Guarda. O papa Pio XI confidenciou na um grupo de peregrinos que cada manhã pedia a proteção do seu Anjo da Guarda, e que no decorrer do dia invocava o auxílio dos Anjos, de maneira especial quando o trabalho era complicado e difícil. Em ato de reconhecimento , o mesmo Papa declarou: «Para cumprir também um dever de gratidão, devo afirmar que sempre me senti maravilhosamente assistido pelo meu Anjo da Guarda. experimentei continuamente que ele está bem perto de mim , pronto a ajudar-me». De maneira especial inculcava a devoção ao Anjo a todos os educadores: «Recomendamos sempre a devoção ao Anjo, aos que têm a missão de ensinar». O Papa João XXIII conta que, ao mandá-lo com,o Delegado Apostólico para a Turquia e Grécia, Pio XI confiou-lhe este «belíssimo segredo» para acertar no desempenho da sua delicada missão: «Quando devo manter uma conversa difícil com qualquer pessoa, então peço ao meu amigo Anjo da Guarda que fale ao Anjo da Guarda daquela pessoa com que devo tratar». Gostava também de recorrer aos Anjos da Guarda dos seus colaboradores  e das pessoas que estavam à frente dos organismos eclesiásticos e das circunscrições territoriais. Pio XII, na Encíclica Humani Generis (1950), chamou a atenção para «algumas falsas opiniões que ameaçavam destruir os fundamentos da doutrina católica», entre as quais menciona esta: «por alguns põe-se em discussão se os Anjos são pessoas». A 2 de Outubro de 1958, uma semana antes do seu falecimento, exortou os peregrinos americanos a entreter-se familiarmente com os Anjos da Guarda. «Eles estavam nas cidades que visitastes, eram vossos companheiros de viagem. Não disse Cristo que os Anjos das crianças contemplam o rosto do Pai do Céu? (Mat 18, 10). Quando os pequenos se tornam adultos vão porventura ser abandonados pelos Anjos da Guarda?» Acabou afirmando que os Anjos «preocupam-se constantemente pela vossa salvação e santificação. passareis uma eternidade de alegria com os Anjos. Aprendei desde agora a conhecê-los». João XXIII, este bom e piedoso Pontífice, vivia em familiaridade com os Anjos. Considerava o culto dos Anjos como devoção fundamental dos cristãos e assim o expressava nos seus discursos: «Os Anjos , entrando em cada casa, velem pelo restabelecimento da concórdia social, pela pureza dos costumes, pela prática da caridade, e pela paz entre as nações» (1-10-1961). Aos sacerdotes (6-1-1962): «Pediremos particularmente ao nosso Anjo da Guarda que nos assista na recitação quotidiana do Ofício divino para que o rezemos com  dignidade, atenção e devoção e seja agradável a Deus, útil para nós e para as almas dos irmãos». A 30 de setembro de 1959, recomendava aos pais que lembrassem aos filhos que nunca estão sós, porque têm um Anjo a acompanhá-los sempre. Exortava-os ainda a ensinar aos filhos a tratar confiadamente com o celeste companheiro. Numa confidência a um bispo canadiano, atribuiu a ideia da convocação do Concílio a uma inspiração do seu Anjo da Guarda. Paulo VI, no Credo do Povo de Deus (30.6.1968), explica o sentido das palavras: «Criador do céu e da terra, de todas as cosias visíveis e invisíveis», esclarecendo: «Criador … das coisas invisíveis, como são os espíritos puros, chamados Anjos» e, por fim, evoca as almas que estão no céu «associadas aos santos Anjos no governo divino exercido por nós por Cristo». João Paulo II dedicou quatro Alocuções das quartas-feiras (23 de Julho, 30 de Julho, 6 de Agosto, 13 de Agosto de 1986), a expor a teologia e devoção dos Anjos.Referindo-se concretamente aos Anjos da Guarda, ensina: «Entre os livros do Novo Testamento, são especialmente os Actos dos Apóstolos que nos dão a  conhecer alguns factos que atestam a solicitude dos Anjos pelo homem e pela sua salvação. Assim é quando o Anjo de Deus liberta os apóstolos da prisão (cf. Act 5, 18-20), e antes de tudo Pedro, que estava ameaçado de morte por parte de Herodes (cf. Act 12, 5-10), ou quando guia a atividade de Pedro a respeito do centurião Cornélio, o primeiro pagão convertido (cf.  Act 10, 3-18; 11. 12-13) e de modo análogo a atividade do Diácono Flipe no caminho de Jerusalém para Gaza (cf. Act 8, 26-29). Destes poucos factos citados, a título de exemplo, compreende-se como na consciência da Igreja se tenha podido formar a persuasão  acerca do ministério  confiado aos Anjos a favor dos homens. Portanto, a Igreja confessa a sua Fé pelos Anjos da Guarda, venerando-os na Liturgia com uma festa própria, e recomendando o recurso à sua proteção, com uma oração frequente, como na invocação do Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador… Esta oração parece um tesouro extraído das lindas palavras de S. Basílio: «Cada fiel tem ao seu lado um  Anjo como tutor e pastor para o levar à vida» (cf. S. Basílio, adv. Eunomium III, I) veja-se também, S. Tomás, Summa theol. I q. II, a3)» (Alocução de 6 de Agosto de 1986). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt

Ángeles Custodios
Octubre 2 Cada persona tiene un ángel custódio,

Ángeles Custodios

Ángeles Custodios

Nuestros Guardaespaldas Celestiales

¿Quiénes son los ángeles custodios? Dios ha asignado a cada hombre un ángel para protegerle y facilitarle el camino de la salvación mientras está en este mundo. Afirma a este respecto San Jerónimo: “Grande es la dignidad de las almas cuando cada una de ellas, desde el momento de nacer, tiene un ángel destinado para su custodia”.  En el antiguo testamento se puede observar cómo Dios se sirve de sus ángeles para proteger a los hombres de la acción del demonio, para ayudar al justo o librarlo del peligro, como cuando Elías fue alimentado por un ángel (1 Reyes 19, 5.) En el nuevo testamento también se pueden observar muchos sucesos y ejemplos en los que se ve la misión de los ángeles: el mensaje a José para que huyera a Egipto, la liberación de Pedro en la cárcel, los ángeles que sirvieron a Jesús después de las tentaciones en el desierto. La misión de los ángeles custodios es acompañar a cada hombre en el camino por la vida, cuidarlo en la tierra de los peligros de alma y cuerpo, protegerlo del mal y guiarlo en el difícil camino para llegar al Cielo. Se puede decir que es un compañero de viaje que siempre está al lado de cada hombre, en las buenas y en las malas. No se separa de él ni un solo momento. Está con él mientras trabaja, mientras descansa, cuando se divierte, cuando reza, cuando le pide ayuda y cuando no se la pide. No se aparta de él ni siquiera cuando pierde la gracia de Dios por el pecado. Le prestará auxilio para enfrentarse con mejor ánimo a las dificultades de la vida diaria y a las tentaciones que se presentan en la vida. Muchas veces se piensa en el ángel de la guarda como algo infantil, pero no debía ser así, pues si pensamos que la persona crece y que con este crecimiento se tendrá que enfrentar a una vida con mayores dificultades y tentaciones, el ángel custodio resulta de gran ayuda.  Para que la relación de la persona con el ángel custodio sea eficaz, necesita hablar con él, llamarle, tratarlo como el amigo que es. Así podrá convertirse en un fiel y poderoso aliado nuestro. Debemos confiar en nuestro ángel de la guarda y pedirle ayuda, pues además de que él nos guía y nos protege, está cerquísima de Dios y le puede decir directamente lo que queremos o necesitamos. Recordemos que los ángeles no pueden conocer nuestros pensamientos y deseos íntimos si nosotros no se los hacemos saber de alguna manera, ya que sólo Dios conoce exactamente lo que hay dentro de nuestro corazón. Los ángeles sólo pueden conocer lo que queremos intuyéndolo por nuestras obras, palabras, gestos, etc. También se les pueden pedir favores especiales a los ángeles de la guarda de otras personas para que las protejan de determinado peligro o las guíen en una situación difícil. El culto a los ángeles de la guarda comenzó en la península Ibérica y después se propagó a otros países. Existe un libro acerca de esta devoción en Barcelona con fecha de 1494. Cuida tu fe Actualmente se habla mucho de los ángeles: se encuentran libros de todo tipo que tratan este tema; se venden “angelitos” de oro, plata o cuarzo; las personas se los cuelgan al cuello y comentan su importancia y sus nombres. Hay que tener cuidado al comprar estos materiales, pues muchas veces dan a los ángeles atribuciones que no le corresponden y los elevan a un lugar de semi-dioses, los convierten en “amuletos” que hacen caer en la idolatría, o crean confusiones entre las inspiraciones del Espíritu Santo y los consejos de los ángeles. Es verdad que los ángeles son muy importantes en la Iglesia y en la vida de todo católico, pero son criaturas de Dios, por lo que no se les puede igualar a Dios ni adorarlos como si fueran dioses. No son lo único que nos puede acercar a Dios ni podemos reducir toda la enseñanza de la Iglesia a éstos. No hay que olvidar los mandamientos de Dios, los mandamientos de la Iglesia, los sacramentos, la oración, y otros medios que nos ayudan a vivir cerca de Dios.  Si quieres saber más de ellos, consulta Más de los ángeles,

24750 > Santi Angeli Custodi 2 ottobre - Memoria MR

SÃO TOMÁS DE EREFORD

Bispo (1282)

Tomás era descendente duma das mais ilustres famílias de Inglaterra, enlaçado em parentesco com as casas soberanas da França e da Grã-Bretanha. Aprendeu as ciências sob a orientação do tio, bispo de Ereford; daqui passou a Paris para completar a educação intelectual, e lá se distinguiu no aproveitamento e na piedade. Muito versado na teologia  e no direito civil e canónico, abraçou o estado eclesiástico, e foi nomeado chanceler da universidade de Oxónia (Oxford), e depois chanceler supremo do rei de Inglaterra. No desempenho dos seus trabalhos mostrou-se sempre justo, laborioso e incansável. Nada se fazia, nas assembleias e no paço, sem o seu parecer e voto, e era tão respeitável a sua ilustrada prudência, que todos os buscavam, como oráculo infalível. O papa Gregório X mandou-o comparecer no concílio de Lião, celebrado em 1274 e um ano depois foi canonicamente eleito arcebispo de Ereford, e consagrado na catedral de Cantuária. Desde então, pensou somente em adquirir todos os predicados do pastor de almas, e chegou a conseguir a perfeição em todos eles. O tempo que lhe deixavam todos os deveres do ministério, dedicava-o ao retiro, ao estudo e à oração. e posto ser de débil compleição, não deixava de castigar o corpo com ásperas penitências. A sua caridade não conhecia limites, estendia-se a todas as necessidades espirituais e temporais dos seus diocesanos , a quem  chamava irmãos. No sétimo ano do seu pontificado , necessitando fazer uma viagem a Roma para tratar de negócios do seu bispado, acometido por grave enfermidade em Monte Fiascone, na Toscana, entregou a alma a Deus a 25 de Agosto de 1282, depois de se preparar para a morte com os atos da mais tocante piedade. O venerável cadáver foi depois transferido para Ereford e colocado honorificamente na sua catedral. No dia 2 de Outubro de 1310, em presença dos milagres que Deus realizava pelos seus merecimentos, João XXIII colocou solenemente a Tomás no catálogo dos Santos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt

BEATO ANTÓNIO CHEVRIER

Fundador (1826-1879)

Antonio Chevrier, Beato

Filho de uma família modesta, nasceu em Lião (França), a 16 de Abril de 1826. Tendo completado os estudos preparatórios, filosóficos e teológicos, recebeu a ordem de presbítero no dia 25 de Maio de 1850. Foi nomeado pároco da freguesia de Santo André, no bairro operário de Lião, onde havia tremendos problemas sociais: crianças de oito anos trabalhavam até dez horas por dia. Esta situação de injustiça levou as pessoas e a afastarem-se da Igreja. Era urgente envidar esforços para remediar o mal. Ele fez o que pôde durante seis anos. No Natal de 1856, rezando demoradamente diante do presépio do Menino Jesus, sente-se inspirado a seguir pelo caminho da pobreza e da humildade, a fazer-se pobre com os pobres. Aconselhado pelo santo Cura d’Ars, a quem consultou, em 1857 deixou a paróquia de Santo André para se tornar capelão duma espécie de cidade de urgência, na qual estavam alojadas as vítimas das terríveis inundações de 1856. Consagra a maior parte do seu tempo às crianças e jovens, preparando-os para a primeira comunhão. Alugou e, mais tarde, comprou o Prado, antigo salão de baile m e transformou-o numa escola. Começa por arranjar comida e vestidos para as crianças e jovens paupérrimos. Além disso, ensina-os a ler, a escrever, contar e a rezar. Comunica-lhes as bases da fé e da vida cristã. As condições de vida no Prado são muito precárias. Vive-se da providência, isto é, dos donativos que vão chegando. No entanto, foi prosseguindo e apareceram até pessoas dispostas a ajudar no trabalho, como a jovem Maria Boisson, que será depois a primeira das Irmãs do Prado. O padre António Chevrier teve a intuição de formar padres para o auxiliarem e no futuro continuarem aquela obra benéfica. Em 1865 abriu uma escola com essa finalidade. Encaminha depois os jovens para o seminário. Em Outubro de 1876, com a autorização do Arcebispo de Lião, os seus quatro primeiros seminaristas partem para Roma. Ele próprio, na devida altura, assiste à ordenação deles em S. João de Latrão. É este um ponto importante na vida do Instituto dos Padres do Prado. O Padre Chevrier morreu aos 53 anos, a 2 de Outubro de 1879. Foi beatificado no dia 4 de Outubro de 1986. AAS 45 (1953) 5515-17; L’OSSS. ROM. 21.9.1986 E 12.10.1986; DIP 2, 88. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt
www.acip

Antonio Chevrier, Beato
Octubre 2 Presbítero y Fundador,

Antonio Chevrier, Beato

Antonio Chevrier, Beato

Fundador de la Obra de la Providencia del Prado

Martirologio Romano: En Lyon, en Francia, beato Antonio Chevrier, presbítero, que instituyó la Obra de la Providencia del Prado, para preparar sacerdotes destinados a enseñar la doctrina cristiana a jóvenes pobres (1879). Nació en Lión el 16 de abril de 1826 de una familia modesta. A los diecisiete años el joven Antonio sintió la llamada al ministerio sacerdotal. En el primer año de los estudios teológicos pensó seriamente ingresar en el Instituto de Misiones extranjeras de París. No logró realizar su deseo, pero el anhelo misionero permaneció en él y se manifestó concretamente en el momento de su ordenación sacerdotal, en 1850, cuando aceptó gustoso el nombramiento rechazado por otros, de vicario en la parroquia de San Andrés, en pleno barrio obrero, en medio de los pobres. Allí ejerció un apostolado fructuoso por su caridad inagotable. La noche de Navidad de 1856, delante del pesebre, recibió la revelación de la divina pobreza y el amor de Navidad, y desde entonces, como perfecto imitador de San Francisco de Asís, vivió una vida cada vez más pobre. Alentado por el santo Cura de Ars aceptó en 1857 el oficio de director espiritual de la “Ciudad del Niño Jesús”, una obra fundada en Lión para niños pobres, que se proponía sobre todo la preparación de los niños para la primera comunión y la acogida de niños abandonados. En 1859 decidió fundar una obra suya en favor de los muchachos marginados. Con la ayuda de Fray Pedro Louat y de Sor Amelia y Sor María compró un gran salón de baile, situado cerca de la parroquia de San Andrés en Lión, que se llamaba “Prado” y que fue el centro de sus obras asistenciales. A la obra para los muchachos añadió pronto una escuela para clérigos de la cual salieron los sacerdotes que formaron la “Sociedad de los Sacerdotes del Prado”. Antonio Chévrier está ciertamente entre los primeros en tomar conciencia de la apostasía de las masas y del riesgo que corría el sacerdote permaneciendo lejos de los pobres. Por eso quiso “sacerdotes pobres entre los pobres”, verdaderos testigos de Cristo buen samaritano y, como él, solícitos sobre todo de la salvación de los hermanos. Como los grandes apóstoles de la juventud, Antonio meditaba a menudo las palabras de Jesús (Mc 10,14): “Dejad que los niños vengan a mí y no se lo prohibáis, porque de los que son como ellos es el reino de Dios”. “Si no os convertís y no os hacéis como niños, no entraréis en el reino de los cielos (Mt 18,3). “El que acoge a uno de estos mis pequeños, a mí me acoge!”.En Lión, después de un año de agudos dolores a causa de una úlcera, se durmió en la paz de los santos el 2 de octubre de 1879, a los 53 años. Fue beatificado por Juan Pablo II durante su peregrinación apostólica a Lión el 4 de octubre de 1986.

90667 > Beato Antonio Chevrier Sacerdote 2 ottobre MR

San Beregiso, abade
En Andage o Andain, en los bosques de Ardennes, en Austrasia, san Beregiso, abad, que fundó en este lugar un monasterio de canónigos regulares, el cual presidió con fidelidad (c. 725).

Beatos Elías y Juan Bautista Carbonell Mollá, presbíteros y mártires
En el lugar de Sax, cerca de Alicante, también en España, beatos Elías y Juan Bautista Carbonell Mollá, presbíteros y mártires, que, siendo hermanos, fueron fusilados en la misma persecución contra la Iglesia (1936).

93446 > Beati Elia e Giovanni Battista Carbonell Mollà Fratelli, sacerdoti, martiri 2 ottobre MR

San Eleuterio, mártir
En Nicomedia, de Bitinia, san Eleuterio, mártir (s. III/IV).

90323 > Santi Eleuterio e compagni di Nicomedia Martiri 2 ottobre MR

 

Beatos Francisco Carceller, religiosos presbíteros y mártires
Cerca de Castellón, en el levante español, beatos Francisco Carceller, de la Orden de los Clérigos Regulares de las Escuelas Pías, e Isidoro Bover Oliver, de la Hermandad de Sacerdotes Operarios Diocesanos, presbíteros y mártires, que, durante la persecución, en odio al sacerdocio fueron fusilados junto al muro del cementerio, consumando así su martirio (1936).

91748 > Beato Francesco Carceller Scolopio, martire 2 ottobre MR

 

Jeanne Emilie de Villeneuve, Beata
Octubre 2 Fundadora,

Jeanne Emilie de Villeneuve, Beata

Jeanne Emilie de Villeneuve, Beata

Fundadora de la Congregación
de la Inmaculada Concepción de Castres


Nació en Toulouse el 9 de marzo de 1811; murió en Castres el 2 de octubre de 1854.  Fundó la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres en 1836. En la actualidad esta Congregación dispone de setecientas religiosas e implantación en 16 países, donde gestiona una amplia obra social que incluye cincuenta colegios con 35.000 alumnos anualmente inscritos, y múltiples casas de acogida de niños abandonados. Presta servicio asimismo en hospitales y a familias desfavorecidas. En Roma dispone de una residencia para acogida de peregrinos. Su vida Jeanne Emilie de Villeneuve era nieta del Conde de Villeneuve y tercera de los cuatro hijos del Marqués de Villeneuve y de Rosalie d’Avessens. Los primeros años de su vida trascurrieron en el castillo de Hauterive, en la proximidad de Castres, a donde su madre debió retirarse por su delicado estado de salud. A la edad de 14 años, Jeanne Emilie de Villeneuve pierde a su madre, y tres años después a su hermana Octavie. Estos hechos trágicos marcarán su existencia, así como el contacto que traba con el padre jesuita Le Blanc, a quien trasmite las preocupaciones que de índole social habían germinado en ella (entre las que destaca la miseria que veía a su alrededor, en el contexto histórico de los primeros albores de la revolución industrial).Tras la muerte de su madre, la vida de la familia de Jeanne Emilie de Villeneuve trascurre entre Hauterive y Toulouse, donde la abuela se hace cargo de la educación de sus nietos. A la edad de 19 años, Jeanne Emilie de Villeneuve se traslada definitivamente a Hauterive con su familia, donde lleva a buen puerto la gestión diaria de la vida familiar, descargando de esta tarea a su padre, alcalde de Castres (1826-1830). Poco después, declara a su padre su voluntad de entrar a formar parte de las Hijas de la Caridad. Éste no acepta su petición y le solicita un plazo de reflexión que durará cuatro años. Antes de que transcurra ese plazo, y con la aprobación del obispo, Jeanne Emilie de Villeneuve decide crear, junto a dos compañeras, la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres (8 de diciembre de 1836), llamada abreviadamente las monjas azules por el color de su hábito. Entre los principios que regirán esta Congregación, destacan dos: “Dios sólo” y “Servir a los pobres”. La austeridad y la preocupación social por los menos favorecidos de la sociedad serán los ejes principales de la acción social y religiosa de esta Congregación. Partiendo de un humilde local en la localidad de Castres, presta ayuda a las jóvenes del extracto social menos favorecido, a obreros, a condenados a prisión y a enfermos. La Congregación ve aumentar el número de Hermanas, y su horizonte se amplía desde la Francia natal hasta Senegal, Gambia y Gabón, donde se desplazan las primeras Hermanas Misionarias, todavía en vida de Jeanne Emilie de Villeneuve. En 1853, Jeanne Emilie de Villeneuve solicita ser sustituida como Guía de la Congregación, consiguiendo que esta tarea le sea confiada a la Hermana Hélène Delmas. Escribe por este motivo a sus Hermanas Misionarias “Tras las elecciones tengo el consuelo de poder dedicarme mayormente al aspecto espiritual de la Congregación”. A mediados de 1854 una epidemia de cólera y de fiebre asola el sur de Francia, llegando sus efectos hasta Castres. Jeanne Emilie de Villeneuve muere el 2 de octubre de 1854 como consecuencia de esta epidemia, rodeada del afecto de las Hermanas de su Congregación. Su obra En 1836, Jeanne Emilie de Villeneuve fundó en Castres (Francia) la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres. Su fuerte vocación misionaria se manifiesta sólo doce años después de la fundación de la Congregación en Senegal (1848). En la actualidad, esta Congregación dispone de escuelas, hospitales y obras parroquiales y sociales en los siguientes países (aparecen ordenados según el año de implantación): Francia (1836), Senegal (1848), Gambia (1848), Gabón (1849), España (1903), Italia (1904), Brasil (1904), Argentina (1905), Paraguay (1939), Uruguay (1957), México (1982), Benín (1988), República Democrática del Congo (1990), Bolivia (1992), Venezuela (1996) y Filipinas (1997). Otros países donde en algún momento la Congregación ha dispuesto de sede permanente han sido Portugal (1886-1910), Guinea Ecuatorial (1897-1918) y Camerún (1915-1916). Proceso de beatificación Los primeros trámites procesales que acabarían concluyendo en el proceso de beatificación de Jeanne Emilie de Villeneuve se iniciaron en 1945. Tras la promulgación oficial del Decreto Papal sobre la heroicidad de las virtudes de Jeanne Emilie de Villeneuve (octubre de 1991), fue considerada venerable y pudo iniciarse el proceso de beatificación. En vista de la beatificación de Jeanne Emilie de Villeneuve, se inició la causa correspondiente a la Congregación de Causas de Santos en base a la curación de Binta Diaby. Binta Diaby (Mamou, Guínea Conakry, 1 de enero de 1978), tras ser repudiada por su padre por creerla embarazada, intentó el suicidio a la edad de 19 años mediante la ingestión de sosa cáustica, lo que le provocó daños irreversibles en diferentes órganos de su cuerpo. Fue llevada a Barcelona (España), ingresada y operada de urgencia. Entró en coma y su caso fue considerado, desde un punto de vista clínico, en fase terminal. Las Hermanas y Novicias de la Congregación de Nuestra Señora de la Inmaculada Concepción de Castres, informadas por miembros del hospital de la situación en que se encontraba Binta Diaby, dirigieron una novena a Jeanne Emilie de Villeneuve, rogando por su curación, y depositaron diferentes reliquias en la habitación donde se encontraba la enferma. Se produjo una inesperada y rápida curación de la enferma, que en la actualidad vive y trabaja en Barcelona. Entre el 16 de mayo y el 29 de octubre de 2003 se instruyó una encuesta diocesana por la Curia de Barcelona sobre la curación de Binta Diaby, presumiblemente milagrosa. El 4 de febrero del 2005 fue reconocido por la Congregación para la Causa de los Santos el proceso presentado por el Tribunal de Barcelona. El 16 de febrero de 2006, la Consulta Médica del Dicasterio reconoció que la curación de la ingestión de sosa cáustica, con las consecuencias directas post-operatorias, fue rápida, completa y permanente, e inexplicable a la luz de los conocimientos actuales de la ciencia médica. En las sesiones del 13 de junio de 2006 y del 26 de enero de 2007, el Congreso Particular de Consultores Teológicos, realizó una investigación con mayor profundidad del proceso de curación de Binta Diaby. El 6 de noviembre de 2007 se informó positivamente de la curación milagrosa acaecida a Binta Diaby en la Sesión Ordinaria de Cardenales y Obispos, siendo Ponente de la Causa el Excmo. Señor Lino Fumagali, Obispo de Sabina-Poggio Mirteto. El 17 de diciembre de 2007 el Papa Benedicto XVI autorizó la emisión del decreto sobre el milagro de la curación de Binta Diaby, atribuido a Jeanne Emilie de Villeneuve.  Este proceso se culminó el 5 de julio de 2009, en que Jeanne Emilie de Villeneuve fue beatificada en Castres (Francia), en presencia del Prefecto de la Congregación para las Causas de los Santos, el Reverendísimo Sr. Arzobispo don Angelo Amato, S.D.B.

95117 > Beata Emilia di Villeneuve Fondatrice 2 ottobre

 

Beato Jorge Edmundo René, presbítero y mártir

En el mar frente a Rochefort, en el litoral norte de Francia, en una vieja nave anclada, beato Jorge Edmundo René, presbítero y mártir, que, siendo canónigo de Vézelay, durante la Revolución Francesa fue encarcelado por su condición de sacerdote, muriendo víctima de tuberculosis (1794).

72640 > Beato Giorgio Edmondo Renè Martire 2 ottobre MR

Juan Beyzym, Beato
Octubre 2 Presbítero Jesuita,

Juan Beyzym, Beato

Juan Beyzym, Beato

Apóstol de los lebrosos en Madagascar

Martirologio Romano: En Fianarantsoa, en la isla de Madagascar, beato Juan Beyzym, presbítero de la Compañía de Jesús, que ejerció su ministerio junto a los leprosos, a los que prodigó una obra de caridad en favor de sus cuerpos y de sus espíritus (1912). Nacido en Beyzymy Wielkie (actualmente Ucrania), el 15 de mayo de 1850 y murió el 2 de octubre de 1912, en en Fianarantsoa, Madagascar, es el apóstol de los leprosos de Madagascar.  Fray Beyzym fue el primer sacerdote en vivir entre las víctimas de la enfermedad de Hansen (lepra) en la historia de la misión de Madagascar. Apostolado instrucción Después de que sus estudios secundarios, él entró al noviciado Jesuíta Stara Wies el 10 de diciembre de 1872. Se ordenó el 26 de julio de 1881 en Kraków. Fray Beyzym trabajó durante 17 años como un educador de jóvenes en las Universidades Jesuítas de Tarnopol y Chyrów. Durante todo este tiempo él estaba discerniendo un llamado de Dios para servir en la difícil misión entre los leprosos en Madagascar. En 1898, cuando tenía 48 años, viajó hacia Madagascar para empezar su apostolado. "Yo sé muy bien", escribió en 1897 a Fray Louis Martin (General en Roma), "lo que es la lebra y lo que debo esperar, pero todo esto no me asusta, al contrario, me atrae." Misión entre los leprosos en Madagascar Apenas llegado a Red Island (Madagascar) fue enviado al leprocomio de Ambahivoraka cerca de Antananarivo, donde 150 personas enfermas vivían en abandono casi total en el desierto, lejos de las personas sanas. Vivían en chozas que eran divididas en pequeños cuartos sin piso ni moviliario. No recibían ninguna medicación y vivían, día a día, sin ningún tipo de asistencia. Muchos morían a menudo de hambre en lugar de su enfermedad. Después de dos semanas en el hospicio, Fray Beyzym escribió en 1899 a Rodolphe de Scorraille, Superior de la Provincia de Champagne y sus misiones, una carta para presentar las condiciones indescriptibles encontró y admite que le pidió al Señor que le ayudara a traer alivio a esta miseria y que lloró en privado por los sufrimientos de estas personas. Sin embargo, él no se doblegó ante esta realidad. Consagró toda su fuerza, sus talentos como organizador y, sobre todo, su corazón al enfermo. Vivió entre ellos para demostrarles el hecho de que eran seres humanos y que ellos merecían la salvación.
Recolectó dinero y probó ayudándolos de cuanta manera pudo. En aquel momento no existía ninguna medicación eficaz para la enfermedad de Hansen. Sin embargo, Fray Beyzym notó que una comida saludable y la higiene adecuada limitaba el contagio, y que estas dos condiciones juntas impidian progresar a la enfermedad. Fray P. Sau, testigo ocular, escribió de Fr Beyzym que durante su vida, "sorprendido dolorosamente por la visión de la pobreza extrema de Ambahivoraka, llamó a la caridad de sus compatriotas polacos y pronto pudo aumentar la ración de arroz de sus niños. La mejora en la dieta redujo el número de entierros de 5 o 7 por semana a 5 por año" (La Mission de Madagascar a vol d´oiseau, pp. 62-63). Otro testigo ocular, Fray A. Niobey, escribió sobre la devoción de Fray Beyzym al cuerpo y alma del enfermo: "Su devoción a sus leprosos era inquebrantable. No poseía nada, pero entregaba lo poco que podía disponer desinteresadamente. Su respuesta a cada objeción siempre era: "Lo que hagas a la menor de mis criaturas a mi me lo haces. Nosotros debemos hacer como los comerciantes de esta tierra: debemos buscar la mayor ganancia" (Carta, junio 3 de 1913). Respondiendo al provincial que le preguntó sobre las condiciones de trabajar con los enfermos, dijo: "Uno debe estar en unión constante con Dios y debe orar sin la tregua. Uno debe acostumbrarse poco a poco al hedor, aquí nosotros no respiramos el olor de flores sino el olor de putrefacción generado por la lepra en los cuerpos". (Carta, abril 18 de 1901). Sin embargo, esto "habilidad" no vino en seguida. Fray Beyzym admitió que al principio sentía repulsión a la vista de las víctimas. Varios veces incluso se desmayó. Su ardiente meta era construir un hospital donde los leprosos tendrían cuidados de y se protegerían de la permisibidad moral que prevaleció en los hospicios. En 1903 dejó Ambahivoraka para ir a construir un hospital a Marana cerca de Fianarantsoa. Hablando de la inauguración del hospital el 16 de agosto de 1911, Fray J. Lielet, doctor en medicina, dijo "el leprocomio de Fray Beyzym ha sido abierto finalmente.... La construcción y equipamiento de este inmenso hospital en un país donde falta todo era una tarea colosal, pero él completó la tarea. Llegando sin dinero, encontró maneras de colectar miles de francos en Europa (principalmente en Polonia, Austria y Alemania) para semejante distante proyecto, su confianza en la ayuda de Dios era inbatible. La providencia ha realizado casi milagros para él" (Chine, Ceylan, Madagascar, 1912, pág. 94). Él deseaba lograr condiciones de vida más humana para las víctimas de la enfermedad de Hansen. El hospital todavía existe hoy e iradia amor, esperanza y justicia - las virtudes que hicieron su construcción posible. Desde 1964 pequeñas casas han sido construidas cerca al hospital para alojar a los familiares de los enfermos. Vida interna, alma de su apostolado. La vida interna de Fray Beyzym está marcada por una atadura profunda con Cristo y la Eucaristía. La Misa era el centro de su vida; él deploró el hecho que la pequeña iglesia cerca de la misión no tenía ni siquiera un tabernáculo permanente y que durante la estación lluviosa el agua goteaba sobre el altar durante Misa. Él era gran devoto de María y atribuyó sus éxitos a María siendo él tan sólo su instrumento. Era un hombre de acción y un obrero incansable, pero también un hombre de oración - Atribuyó a la oración un papel esencial en su vida apostólica, subrayando su importancia para lograr santidad. Fray Beyzym era un contemplativo en acción en el estilo de San Ignacio de Loyola. Tenía problemas diarios y batalló contra mil cuidados y sufrimientos, pero era sobre todo un hombre de oración. La oración era la fuente de su fortaleza. No teniendo mucho tiempo por la oración callada, oraba todo el tiempo y en todas partes. Repitía a menudo que su oración no merecía mucho la pena y que tenía problema orando. Por esto era qué él les pidió a las monjas Carmelitas que oraran para él. Fué beatificado por Su Santidad Juan Pablo II el 18 de agosto del 2002, en Kraków, Polonia

91083 > Beato Giovanni Beyzym Sacerdote gesuita 2 ottobre MR

Traducido por Xavier Villalta

Leodegario de Autun, Santo
Octubre 2 Obispo y Mártir,

Leodegario de Autun, Santo

Leodegario de Autun, Santo

Obispo y Mártir

Martirologio Romano: n Sarcing, en el territorio de Arras, en Neustria, Francia septemtrional, muerte de san Leodegario, obispo de Autun, el cual, sometido a varios suplicios y cegado, fue condenado a muerte injustamente por Ebroino, mayordomo de palacio del rey Teodorico. Con él se venera la memoria de su hermano Gerino, mártir, que dos años antes, por orden del mismo Ebroino, había sido lapidado (679- 680 y 677). Etimología: Leodegarido = que govierna a su pueblo, viene del teutón San Leodegario (616-679) Nació en Fécamp, Francia hijo de un gran señor y formado por su tío Dido, obispo de Poitiers.  Se ordenó sacerdote y después fue nombrado obispo de Autun. Pero tuvo la desgracia de ser nombrado consejero de la reina Batilde donde despertó la envidia del mayordomo Ebroino. Sirvió a tres hijos de la reina en sus consecutivos reinados procurando siempre llevar a estos a una vida más cristiana, en algunos casos, con pocos resultados.  Durante el último reinado, logró Ebroino asediar Autun donde Leodegario estaba refugiado. El obispo se rindió para evitar a sus feligreses los horrores del hambre. Después de haberle arrancado la lengua y quemado los ojos, Ebroino convocó a un sínodo donde convenció a los miembros de declararlo “sacerdote indigno” y condenarlo a muerte. Sin embargo, Ebroino también fue asesinado algunos meses más tarde y en otro sínodo, los obispos otorgaron a Leodegario la corona del martirio.

90609 > San Leodegario di Autun Vescovo 2 ottobre MR

 

Beatos Luis Yakichi y Lucía, Andrés y Francisco, mártires
En Nagasaki, en Japón, beatos Luis Yakichi y Lucía, esposos, junto con sus hijos Andrés y Francisco, mártires, que murieron por Cristo. La madre y los hijos fueron degollados en presencia del padre, y éste fue quemado vivo (1622).

92963 > Beati Luigi, Lucia, Andrea e Francesco Yakisci Martiri 2 ottobre MR

 

Beata María Antonina Kratochwil, religiosa mártir
En la ciudad de Stanislanòw, de Polonia, beata María Antonina Kratochwil, virgen, de la Congregación de las Hermanas de las Escuelas de Nuestra Señora y mártir, que, durante la guerra mundial, fue encarcelada por su fe y murió a causa de las torturas soportadas por Cristo (1942).

 

93073 > Beata Maria Antonina (Maria Anna) Kratochwil Vergine e martire 2 ottobre MR

Saturio, Santo

Saturio, Santo

Eremita

Martirologio Romano: En Numancia, en la Hispania Cartaginense, san Saturio, eremita (606). Etimología: Saturio = saturado. Viene de la lengua latina. San Saturio, fue un noble visigodo del siglo IV, que repartió todos sus bienes entre los pobres y se retiró a a una cueva cercana a la ciudad de Soria, junto al Duero, para meditar y enseñar a quienes a él acudían.  La ermita del santo anacoreta se sostiene espectacularmente sobre una peña abierta por amplia cueva. Frente a la verja de entrada, una vidriera muestra al santo adoctrinando a su discípulo, San Prudencio, quien más tarde fue obispo de Tarazona y canonizó a su maestro. Al fondo se encuentra una espaciosa sala del s. XVIII con bancos de piedra y un busto del santo. Se trata del lugar donde celebraba sus juntas el Cabildo de Heros, Hermandad de labradores sorianos. Más arriba, subiendo por la escalera adyacente, se llega a la cueva de San Miguel, de quien era muy devoto San Saturio y lugar donde según la tradición habitó durante 36 años, y a la derecha, una losa donde se cuenta que se encontraron en 1580 sus reliquias.
Los frescos de la capilla, que reflejan la leyenda saturiana en las paredes y es una antología del anacoretismo primitivo en la cúpula, fueron pintadas por Juan Antonio Zapata, discípulo de Lucas Jordán y de Palomino, que concluyó su obra en 1704.  San Saturio es el patrón de la ciudad de Soria, España, y una figura muy entrañable y querida por los sorianos.


San Teófilo, monje
En Constantinopla, conmemoración de san Teófilo, monje, que, por defender el culto de las santas imágenes, fue torturado cruelmente por el emperador León el Isáurico y después exiliado (795).

90457 > San Teofilo di Bulgaria Monaco 2 ottobre MR


San Ursicino, abade y obispo
En la Recia, san Ursicino, obispo de Chur (Coira) y primer abad del monasterio de Disentis, que él mismo había fundado (s. VIII).

72635 > Sant' Ursicino di Coira Vescovo 2 ottobre MR

 

94611 > Beato Alfonso del Rio Mercedario 2 ottobre

 
94612 >
Beato Andrea Ximenez Mercedario 2 ottobre

 

49050 >
Beato Bartolomeo Blanco Marquez Martire 2 ottobre



94289 >
Beato Bonaventura Relli da Palazzolo Francescano 2 ottobre

 


92168 >
Beato Enrico Saiz Aparicio Sacerdote salesiano, martire 2 ottobre



90284 >
San Gerino Martire venerato a St-Vivant 2 ottobre




93381 >
Beata Maria Guadalupe (Maria Francesca) Ricart Olmos Vergine e martire 2 ottobre MR


91873 > San Modesto Diacono e martire 2 ottobre


95177 >
Beato Szilárd István Bogdánffy Vescovo e martire 2 ottobre



 

Sites utilizados: Primeiramente os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Seguem-se depois http://es.catholic.net/santoral, são recolhidos os textos sem tradução e imagens, e por último (também sem tradução) os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

NOTA INFORMATIVA: Sucede por vezes estarem repetidas ou as imagens ou os textos, em algumas biografias, motivadas pelo facto de inclusão das mesmas imagens (ou dos mesmos textos) nos sites consultados, pelo que até servirá para fazer comparações entre os textos em português e os outros – se assim o desejarem – os meus eventuais leitores.

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