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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

NOTÍCIAS DE BLOGS CATÓLICOS-2 - 13-10-2011

LEITURA ORANTE


Lc 11,47-54 - "Ai de vocês!"

Posted: 12 Oct 2011 08:01 PM PDT

Saudação

- A nós, que nos encontramos na internet, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo.
- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!Preparo-me para a Leitura, rezando:Jesus Mestre, que dissestes:
"Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles", ficai connosco,
aqui reunidos (pela grande rede da internet), para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra. Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos, para que melhor compreendamos  As Sagradas Escrituras. Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento. Sois a Vida: transformai nosso coração em terra boa, onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e missão.(Bv. Alberione)

1. Leitura (Verdade)O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 11,47-54, e observo este discurso de Jesus.
Ai de vocês! Pois fazem túmulos bonitos para os profetas, os mesmos profetas que os antepassados de vocês mataram. Com isso vocês mostram que concordam com o que os seus antepassados fizeram, pois eles mataram os profetas, e vocês fazem túmulos para eles. Por isso a Sabedoria de Deus disse: "Mandarei para eles profetas e mensageiros, e eles matarão alguns e perseguirão outros." Por causa disso, esta gente de hoje será castigada pela morte de todos os profetas assassinados desde a criação do mundo, começando pela morte de Abel até a morte de Zacarias, que foi assassinado entre o altar e o Lugar Santo. Sim, eu afirmo a vocês que o povo de hoje será castigado por todos esses crimes. - Ai de vocês, mestres da Lei! Pois guardam a chave que abre a porta da casa da Sabedoria. E assim nem vocês mesmos entram, nem deixam os outros entrarem. Quando Jesus saiu dali, os mestres da Lei e os fariseus começaram a criticá-lo com raiva e a lhe fazer perguntas sobre muitos assuntos. Eles queriam levá-lo a dizer alguma coisa que pudesse lhes servir de motivo para acusá-lo. Jesus continua a dizer “ai de vocês!” Lamenta que os fariseus fazem túmulos para os profetas que seus antepassados mataram. Jesus diz ainda que eles manipulam a “sabedoria”, o que pode entender, a compreensão da Escritura. Os letrados se arrogam o monopólio da compreensão das Escrituras. E Jesus é criticado com raiva pelos mestres da Lei e os fariseus por causa desta verdade que ele tem coragem de dizer.


2. Meditação (Caminho)

O que o texto diz para mim, hoje?
Hoje também há profetas e apóstolos. Como os acolho? Como são acolhidos pela sociedade, pela comunidade? Há hoje pessoas que manipulam a verdade? E eu sou coerente com a verdade?

Os bispos, na Conferência de Aparecida apontaram um caminho para quem busca a verdade: "Neste momento, com incertezas no coração, perguntamo-nos com Tomé: “Como vamos saber o caminho?” (Jo 14,5). Jesus nos responde com uma proposta provocadora: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). Ele é o verdadeiro caminho para o Pai., quem tanto amou ao mundo que deu a seu Filho único, para que todo aquele que nele creia tenha a vida eterna (cf. Jo 3,16). Esta é a vida eterna: “que te conheçam a ti o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo teu enviado” (Jo 17,3). A fé em Jesus como o Filho do Pai é a porta de entrada para a Vida. Como discípulos de Jesus, confessamos nossa fé com as palavras de Pedro: “Tuas palavras dão vida eterna” (Jo 6,68); “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16)." (DAp 101).


O que o texto me leva a dizer a Deus? Rezo com o Pe. Zezinho, scj, na sua canção
A Verdade Vos Libertará
A Verdade vos libertará, libertará
A verdade vos libertará, libertará
Não temais os que matam o corpo
Não temais os que armam ciladas
Não temais os que vos caluniam
Nem aqueles que portam espadas
Não temais os que tudo deturpam
pra não ver a justiça vencer
Tende medo somente do medo
De quem mente pra sobreviver
Tende medo somente do medo
De quem mente pra sobreviver
A Verdade vos libertará, libertará
A verdade vos libertará, libertará
Não temais os que vos ameaçam
Com a morte ou com difamação
Não temais os poderes que passam
-Eles tremem de armas na mão
Não temais os que ditam as regras
Na certeza de nunca perder
Tende medo somente do medo
De quem cala ou finge não ver
Tende medo somente do medo
De quem cala ou finge não ver
A Verdade vos libertará. libertará
A verdade vos libertará, libertará
Não temais os que gritam nas praças
Que está tudo perfeito e correto
Não temais os que afirmam de graça
Que vós nada trazeis de concreto
Não temais o papel de profetas
Que o papel do profeta é falar
Tende medo somente do medo
De quem acha melhor não cantar
Tende medo somente do medo
De quem acha melhor não cantar
A Verdade vos libertará, libertará
A verdade vos libertará, libertará

4.Contemplação (Vida e Missão)Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Não me permitirei falsificar a verdade, mascará-la ou diminuí-la.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

3.Oração (Vida)

Ir. Patrícia Silva, fsp
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Mês das Missões - 2011.
Tema: "Missões na Ecologia"
Veja mais sobre o tema e sugestões de reflexão em DVDs,
no blog: http://comunicacatequese.blogspot.com/

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Lefebvrianos acreditam que a oferta de Roma é ”pior” do que as de João Paulo II.

by G. M. Ferretti

IHU Online - Profunda desilusão dos lefebvrianos, reunidos em conclave em Albano, onde a cúpula dos tradicionalistas conheceu em detalhe o conteúdo do envelope lacrado e do Preâmbulo Doutrinal que lhes foi entregue pelo cardeal Levada para o seu eventual retorno a Roma.

A reportagem é de José Manuel Vidal, publicada no sítio Religión Digital, 11-10-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A conclusão generalizada entre eles é que a oferta feita pela Santa Sé "é pior" do que a que João Paulo II e o então cardeal Ratzinger lhes haviam feito em 1988, para evitar que o arcebispo Lefebvre consagrasse bispos e ocorresse o cisma. A proposta é tão ruim que eles nem sequer são igualados com os anglicanos de volta a Roma, dizem os tradicionalistas feridos.

Segundo confirmado por fontes próximas à Fraternidade São Pio X (FSSPX), Dom Lefebvre, apesar de ter assinado a proposta vaticana, já naquela época decidiu rompê-la e consagrar bispos, consciente de que só assim a sua fraternidade poderia perpetuar. E sabendo, também, que a consagração de bispos não pertence ao núcleo dogmático da fé.

Os atuais dirigentes tradicionalistas asseguram que, se o seu líder não aceitou aquela proposta que era mais vantajosa, como seus sucessores vão aceitar esta que é pior e em um momento em que a Fraternidade está mais forte? E dão um exemplo: naquela época, eles tinham 40 seminaristas; hoje possuem 550.

Perante uma proposta "menor, menos clara e mais intragável", nem por isso os tradicionalistas vão desistir. Eles vão demonstrar a sua decepção para Roma e vão esperar uma contraproposta vaticana. Caso contrário, preferem "continuar assim".

Estamos, portanto, em pleno processo de negociação e de dar e receber. Ao contrário do que muitos comentaristas e a maioria da Cúria Romana pensam, os tradicionalistas não acreditam que Roma lhes está dando "um presente" convidando-os a retornar. Consideram, ao contrário, que são eles que dão um presente (inclusive numérico) para a exausta Santa Sé.

Convencidos de ter o vento a seu favor, os lefebvrianos estão dispostos a voltar, mas com a cabeça erguida. Eles acreditam que a conjuntura lhes favorece. Tanto que até estão pensando (alguns deles afirmam isso em privado) em uma intervenção direta do papa. "É do senso comum que o papa tome as rédeas e decida por si mesmo, para que possamos entrar sem condições", dizem as fontes tradicionalistas.

Em todo o caso, a comunicação da FSSPX com o papa continua sendo excelente e não parece que nenhuma das partes quer romper as negociações. Por enquanto, as espadas continuam elevadas. Roma quer que os tradicionalistas voltem. Com condições e sem tapete vermelho. Os tradicionalistas querem voltar com uma festa, como o filho pródigo, e com o Pai-Papa que vai pessoalmente em busca deles.

G. M. Ferretti | outubro 13, 2011 at 8:15 am | Categorias: Discussões Teológicas, FSSPX, O Papa | Categories: FSSPX, Igreja, O Papa | URL: http://wp.me/pgELf-4an

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Arcebispo de Maceió desaconselha a comunhão de joelhos. O senhor não tem mais com o que se preocupar, Excelência? Nossas sugestões para Dom Antônio Muniz.

by G. M. Ferretti

Clique para ampliar.

Nesta Quarta-feira, 5, realizou-se na Paróquia Rosa Mística (Mangabeiras) a Reunião do Clero da Arquidiocese de Maceió do mês de outubro com a participação de 66 clérigos. A reunião acontece mensalmente como forma de intercâmbio e de ser um momento para tratar de assuntos concernentes a vida pastoral e administrativa das Paróquias, clero e arquidiocese.
(...)
Liturgia
O Arcebispo de Maceió pediu ao Clero uma linguagem litúrgica comum para o bem Pastoral da Igreja. Por esta razão formar o povo a não comungar de joelho para evitar transtornos no momento da Celebração Eucarística.

Fonte: Site da Arquidiocese Maceió, via Blogonicvs.

* * *

Causa-nos estranheza tal pedido feito por Dom Antônio Muniz Fernandes em reunião do clero local, visto que os transtornos geralmente ocorrem na distribuição da Comunhão na Missa Ordinária, onde os comungantes, ao voltar para seus bancos, tendem a esbarrar nos que ainda vão comungar em virtude das longas filas indianas. No Rito Gregoriano, o sacerdote se move horizontalmente de um lado para o outro da mesa de comunhão e, ao voltar à extremidade de onde começou, novos comungantes já o aguardam tranquilamente, sem nenhum transtorno.

Pergunta ingênua: Por que sua excelência reverendíssima não recomenda a volta das oportuníssimas mesas de Comunhão? Dessa forma, além de não haver transtornos, os fiéis poderão demonstrar sua adoração e reverência ao Santíssimo Sacramento, comungando da melhor forma até hoje inventada: na boca e de joelhos, tal como o Santo Padre tem feito nas missas que celebra.

* * *

Este é mais um dos incontáveis sintomas da "falta de sintonia", para dizer o mínimo, do episcopado brasileiro com a Igreja Católica Apostólica Romana. Seguramente, em Maceió não há falta de vocações, nem evasão de católicos para seitas das mais diversas; a fé, sem dúvida alguma, é pregada de maneira sólida e o empenho apostólico é exemplar. A liturgia, então... nem se fale!

Por isso, Excelência, nosso único pedido: procure outras coisas para fazer. Como a imagem acima do sítio da Arquidiocese mostra, o senhor faz muitíssimo bem em dar prioridade a assuntos alheios à religião, como o plano de saúde dos sacerdotes. Força! Continue neste caminho! Pelo bem da Igreja!

O grande contributo de bispos de sua lavra é deixar de lado os assuntos de religião, enquanto os fiéis rezam para que complete logo os 75 anos -- annuntio vobis gaudium magnum: habemus episcopus emeritus. Assim, Excelência, pedimos encarecidamente: não toque no direito dos fiéis, sedimentado pela devoção e pelo costume milenar da Santa Igreja, de comungar de joelhos e na boca.

Sugestões do Fratres in Unum: que tal jogar uma bocha com os amigos? Ou então reinvindicar os direitos dos companheiros idosos a uma pista de malha no bairro? Há ainda muitas outras alternativas, que nossos leitores, respeitosamente, por particular diligência para com os nossos amados hierarcas, não deixarão de dar. Mas, por favor: deixe a Igreja Católica e seus fiéis em paz!

G. M. Ferretti | outubro 13, 2011 at 10:31 am | Categorias: Atualidades, CNBB, Dom Antônio Muniz Fernandes | Categories: Atualidades, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4ap

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Transtornos na hora da Comunhão? Para que complicar se existe uma solução simples e consagrada?

by G. M. Ferretti

Missa Tradicional em Latim celebrada ontem, dia de Nossa Senhora Aparecida com a igreja completamente lotada. A esmagadora maioria dos fiéis nunca havia participado da Missa de Sempre. Reverência e atenção permearam todos os momentos da Santa Missa celebrada pelo padre Anderson Batista da Silva, na paróquia de Nossa Senhora Aparecida, no Patronato, São Gonçalo, RJ. Antes da Missa, os fiéis receberam várias explicações sobre o rito tradicional e como se comportar durante a liturgia.

Comunhão na Boca e de joelhos para todos os fiéis - uma cena inusitada em uma paróquia diocesana. Transtorno zero! Zero esbarrões e zero profanações. Todos esperam calma e tranquilamente a chegada do Doce Hóspede da Alma.

Distribuição feita exclusivamente pelo sacerdote sob o olhar atento e respeitoso de três Ministros Extraordinários da Comunhão. Para estes também uma grande surpresa e um aprendizado. Sim, o sacerdote pode fazê-lo sem problemas, mesmo com um número considerável de comungantes!

Aprendeu como se faz, Dom Antônio Muniz Fernandes?

G. M. Ferretti | outubro 13, 2011 at 4:14 pm | Categorias: Summorum Pontificum, Summorum Pontificum no Brasil | Categories: Igreja, Summorum Pontificum | URL: http://wp.me/pgELf-4aE

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Notícias de blogues católicos–13-10-2011

 

TELEFONE DA ESPERANÇA PORTUGAL


40º Aniversário da ASITES

Posted: 11 Oct 2011 06:23 AM PDT

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LEITURA ORANTE


Jo 2,1-11 - Maria estava lá, intercedendo pela família

Posted: 11 Oct 2011 08:01 PM PDT

A Mãe de Jesus estava lá!

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando com todos os que navegam pela web:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em mim, falas em mim, rezas em mim, ages em mim. Ensina-me a fazer espaço à tua palavra, à tua oração, à tua ação em mim para que eu possa conhecer o mistério da vontade do Pai.

Amém.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Jo 2,1-11- O casamento em Caná.

Dois dias depois, houve um casamento no povoado de Caná, na região da Galileia, e a mãe de Jesus estava ali. Jesus e os seus discípulos também tinham sido convidados para o casamento. Quando acabou o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: - O vinho acabou.  Jesus respondeu: - Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer. Ainda não chegou a minha hora.  Então ela disse aos empregados:  - Façam o que ele mandar.  Ali perto estavam seis potes de pedra; em cada um cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água. Os judeus usavam a água que guardavam nesses potes nas suas cerimônias de purificação. Jesus disse aos empregados:  - Encham de água estes potes.  E eles os encheram até a boca. Em seguida Jesus mandou:  - Agora tirem um pouco da água destes potes e levem ao dirigente da festa.  E eles levaram. Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Por isso ele chamou o noivo e disse:  - Todos costumam servir primeiro o vinho bom e, depois que os convidados já beberam muito, servem o vinho comum. Mas você guardou até agora o melhor vinho.  Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galileia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele.  Jesus, sua mãe e seus discípulos participam de uma festa de casamento no povoado de Caná, na Galileia. O casamento reúne muitas pessoas. É neste ambiente que Jesus faz o seu primeiro milagre. Por este sinal, diz o Evangelho, os discípulos creem nele. No Antigo Testamento, o matrimônio era símbolo do amor de Deus pela comunidade; era símbolo da união do Messias com a Igreja, como diz São Paulo: “Cristo amou a Igreja e deu a vida por ela” (Ef 5,25). O vinho é dom do amor e símbolo do Espírito. Acabar o vinho era um mal sinal. À preocupação de Maria – “O vinho acabou” -, Jesus dá uma resposta que parece uma repreensão – “Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer”. Porém, passa a ideia de que não é preciso que Maria diga o que ele deve fazer. Maria acredita nele, por isso, diz aos empregados: “Façam o que ele mandar”. E assim foi feito. Os empregados, seguindo o conselho de Maria, obedecem a Jesus. Enchem os seis potes de pedra de água. Ao levar ao dirigente da festa um pouco da água destes potes, ela havia se transformado em vinho. Esta mudança da água em vinho simboliza a passagem da velha à nova economia. O vinho novo é melhor. Esta é missão de Maria: dar o vinho novo, Jesus, à humanidade e levá-la até Ele.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
A cena de Canaã ilustra ainda hoje o papel de Maria na Igreja: dar Jesus ao mundo e apresentar o mundo a Jesus. Hoje também, Maria nos diz como disse aos servos: “Façam o que ele mandar”. Quem vai a Jesus por indicação de Maria não fica decepcionado.

Em Aparecida, os bispos afirmaram: “Com os olhos postos em seus filhos e em suas necessidades, como em Canaã da Galileia, Maria ajuda a manter vivas as atitudes de atenção, de serviço, de entrega e de gratuidade que devem distinguir os discípulos de seu Filho. Indica, além do mais, qual é a pedagogia para que os pobres, em cada comunidade cristã, “sintam-se como em sua casa”. Cria comunhão e educa para um estilo de vida compartilhada e solidária, em fraternidade, em atenção e acolhida do outro, especialmente se é pobre ou necessitado. Em nossas comunidades, sua forte presença tem enriquecido e seguirá enriquecendo a dimensão materna da Igreja e sua atitude acolhedora, que a converte em “casa e escola da comunhão” e em espaço espiritual que prepara para a missão” (DAp 272). É assim que assumo a Palavra de Deus? Também eu me distingo pelo “estilo de vida compartilhada e solidária, em fraternidade, em atenção e acolhida do outro, especialmente se é pobre ou necessitado”?

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, com os bispos em Aparecida:

“Louvamos ao Senhor Jesus pelo presente de sua Mãe Santíssima, Mãe de Deus e Mãe da Igreja na América Latina e do Caribe, estrela da evangelização renovada, primeira discípula e grande missionária de nossos povos.” (DAp 25). Ave Maria...

4.Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é como o de Maria voltado para as necessidades de meus irmãos e fixos em Jesus que é capaz de salvar a comunidade, a família, a Igreja de qualquer constrangimento, carência ou necessidade.

Bênção Bíblica
O Senhor nos abençoe e nos guarde!
O Senhor nos mostre seu rosto brilhante e tenha piedade de nós!
O Senhor nos mostre seu rosto e nos conceda a paz!’ (Nm 6,24-27
Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Ir. Patrícia Silva, fsp
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Mês das Missões - 2011.
Tema: "Missões na Ecologia"
Veja mais sobre o tema e sugestões de reflexão em DVDs,
no blog: http://comunicacatequese.blogspot.com/

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Biblia Catolica News


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Solenidade de Nossa Senhora de Aparecida

Posted: 11 Oct 2011 02:48 PM PDT

Por Gabriel Frade, professor de Liturgia e Sacramentos SÃO PAULO, terça-feira, 11 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – Apresentamos o comentário à solenidade de Nossa Senhora de Aparecida, redigido pelo professor Gabriel Frade. Natural de Itaquaquecetuba (São Paulo), Gabriel Frade é leigo, casado e pai de três filhos. Graduado em Filosofia e Teologia pela Universidade [...]


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Blog Vocacional Barnabita

Para Rádio Web Barnabita

De:
blogs-catolicos@googlegroups.com em nome de Blog Vocacional Barnabita (blogvocacionalbarnabita@gmail.com)

Enviada:
quarta-feira, 12 de Outubro de 2011 13:41:33

Para:
Rádio Web Barnabita (radiowebbarnabita@hotmail.com)

Graça e paz!

Confiram em nosso blog vocacional (www.vocacionalbarnabita.blogspot.com) a postagem comemorativa em honra a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Santo Alexandre Sauli e do aniversariante Ivo dos Santos (noviço).

E acompanhem durante todo o dia AO VIVO, pela nossa Rádio Web (www.radiowebbarnabita.blogspot.com), a transmissão em rede da Rádio Aparecida direto do Santuário Nacional de Aparecida.

Um ótimo feriado a todos.

Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós.

D. Leandro Soares, CRSP

Humberto V. de Souza, Noviço Barnabita

Administradores do Blog Vocacional Barnabita

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Renúncia em massa de editores de Zenit. Novas acusações contra atual Superior dos Legionários de Cristo.

by G. M. Ferretti

Por Patrícia Medina

Padre Alvaro Corcuera e Padre Marcial Maciel.

Padre Alvaro Corcuera e Padre Marcial Maciel.

Nesta semana, seis editores da agência de notícias Zenit (responsáveis pelas diferentes edições locais em línguas diferentes – francês, italiano, espanhol, inglês, português e árabe) deixaram seus cargos por discordarem da nova política de dependência da agência aos Legionários de Cristo.

A notícia da Catholic News Agency afirma que “a Zenit é um serviço de notícias patrocinado pelos Legionários de Cristo, que expressaram o desejo de mudar a identidade da Zenit, passando de agência de notícias independente a serviço da Igreja para uma agência mais dependente institucionalmente da congregação (dos Legionários de Cristo)”. Os comentários à notícia original, no site da CNA, são dignos de nota.

A Zenit respondeu às recentes acusações por meio do padre legionário Thomas Williams. Na resposta, o padre afirma que, “um mês após a morte do padre Maciel, nenhum legionário que ele conhece tinha o padre (abusador) como modelo a ser seguido”. Espera-se uma resposta do jornalista Jesus Colina, fundador de Zenit e o primeiro renunciar ao cargo de direção que ocupava, nos próximos dias.

Também nesta semana, duas outras notícias dignas de nota são as cartas públicas endereçadas ao Padre Alvaro Corcuera, superior dos Legionários de Cristo e membros do Regnum Christi. Na primeira, uma ex-consagrada do Regnum Christi, membro do movimento por 35 anos, escreveu ao padre Corcuera, questionando o infeliz hábito legionário das “mentiras piedosas, como inflacionar o número de membros do movimento” e afirma que “todos os que trataram com o fundador foram afetados por sua visão pouco cristã”.

Outra carta pública, desta vez de um padre legionário, padre Pablo Pérez, acusa, com palavras fortes, o padre Corcuera: “O senhor também, bem como um número de superiores, fizeram gozação da autoridade do Papa ao acompanhar nosso pedófilo fundador em suas viagens com sua concubina e filha sacrílega quando, de acordo com o julgamento [emitido pelo então Cardeal J. Ratzinger, hoje Bento XVI] de maio de 2006, ele deveria ter deixado o ministério e se retirado a uma vida de oração e penitência”.

G. M. Ferretti | outubro 12, 2011 at 2:17 pm | Categorias: Legionários de Cristo | Categories: Atualidades, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4aa

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Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil.

by G. M. Ferretti

Por Padre Elcio Murucci

Em 1954 Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, Cardeal e Arcebispo Metropolitano de São Paulo, escreveu uma Carta Pastoral, verdadeira exaltação a Maria Santíssima. Dela daremos aqui aos caríssimos leitores apenas alguns trechos:

"Os filhos bem-nascidos e espiritualmente bem formados exultam sempre em conhecer a vida da criatura abençoada que lhes deu o ser e o materno leite e amor de mãe. Se assim é na ordem natural, mormente na ordem sobrenatural ou na ordem da vida da graça.

"Aquela que é Mater Divinae Gratiae tem todo o direito ao mais sublime amor e ao mais acendrado culto por parte de todos os verdadeiros cristãos, regenerados pelo divino sangue do Salvador dos homens. Pois este sangue redentor, Cristo o recebeu do seio imaculado e sempre virgem de Maria: Mariae, de qua natus est Jesus, qui vocatur Christus.

Continue lendo...

G. M. Ferretti | outubro 12, 2011 at 3:27 pm | Categorias: Igreja | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4ae

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SEMANA:
DOMINGO XXIX DO TEMPO COMUM (16 Out) + 29ª Semana Tempo Comum (17-21 Out)

LEITORES:
Pedro Portela (pontos) + Maria Santana (texto bíblico)

TEXTOS:
P. Gonçalo Miller Guerra sj


ZIP FILE:
2011-10-16.zip (toda a semana)

REFERÊNCIAS BÍBLICAS:

(dom) Slm 95
(seg) Ev Lc 12, 13-21
(ter) Ev Lc 10, 1-9
(qua) Ev Lc 12, 39-48
(qui) Ev Lc 12, 49-53
(sex) Slm 118, 66.68.76.77.93.94

Domingo 16.10.2011
Anónimo, O Lord who shall dwell in thy holy hill
(CD) Masterpieces of the Ukrainian Choral Baroque, Kyiv Chamber Choir [
Procurar ]
© Magnatune -
www.magnatune.com
Segunda 17.10.2011
Margaret Rizza, Her music for harp
(CD) Margaret Rizza - Fountain of Life [
Procurar ]
© Kevin Mayhew Publishers-
www.kevinmayhew.com
Terça 18.10.2011
Ray Sison/ Lionel Valdellon, Stella Maris
(CD) Vespers, Jesuit Music for Meditation [
Procurar ]
© Jesuit Music Ministry -
http://jescom.ph/
Quarta 19.10.2011
J. S. Bach, Concerto for 2 Violins, Strings and Continuo in D Minor: Largo
(CD) Bach Violin Concertos | Lara St John [
Procurar ]
© Magnatune –
www.magnatune.com
Quinta 20.10.2011
Comunidade de Taizé, Tui amoris ignem
(CD) Laudate Omnes Gentes [
Procurar ]
© Ateliers et Presses de Taizé –
www.taize.fr/pt
Sexta 21.10.2011
Jonathan Roberts, Never seek to tell Thy Love
(CD) Naked Byrd 2, Armonico Consort [
Procurar ]
© Signum Records –
www.signumrecords.com

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info.pt@josemariaescriva.info

Para aarfonseca@hotmail.com

De:
newsletter-josemariaescriva (info.pt@josemariaescriva.info)

Enviada:
quarta-feira, 12 de Outubro de 2011 22:57:14

Para:
aarfonseca@hotmail.com

 
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Para falar com Deus
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:: O Santo Rosário ::
Santo Rosário. —As alegrias, as dores e as glórias da vida de Nossa Senhora tecem uma coroa de louvores, que os Anjos e os Santos do Céu repetem ininterruptamente ... e aqueles que amam a nossa Mãe aqui na terra.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/o-santo-rosario-2


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Relatos
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:: Por um "hoje" que seja a base de um amanhã ::
Olga Marlin nasceu em Nova Iorque. Foi para a Irlanda com a família. Ao acabar os estudos em Dublin, decidiu ir viver para Nairobi para responder a uma iniciativa de São Josemaria: trabalhar com as pessoas do Quénia no desenvolvimento do seu país.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/por-um-5c22hoje5c22-que-construa-o-amanhe3


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Para falar com Deus
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:: Como e porquê fundou o Opus Dei? ::
As obras que nascem da vontade de Deus não têm outra razão de ser senão o desejo divino de as utilizar como expressão da sua vontade salvífica universal, católica.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/como-e-porquea-fundou-o-opus-dei3f


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Multimedia
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:: O que é o Santo Rosário? ::
“O Rosário, meu filho, é uma oração que agrada muito a Maria Santíssima, a Nossa Senhora”. São palavras de São Josemaria Escrivá a um rapaz que lhe perguntou o significado do Terço.

http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/o-que-e-o-santo-rosario-terco-escriva


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Escrevem-nos
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:: O meu filho jogador de rugby ::
Não posso precisar mas tive muitas dificuldades que, postas nas suas mãos, foram solucionadas. Conheci-o num momento dificílimo, quando o meu filho estava gravemente doente.

http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/o-meu-filho3ajogador-de-rugby


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Escrevem-nos
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:: Um colégio para o meu filho doente ::
Tenho um filho com síndrome de Asperger (autismo) e em cada ano, com muito esforço, tinha que o pôr a estudar onde o admitissem. Este ano pedi a S. Josemaria para encontrar um lugar onde realmente o ajudassem. Encontrei uma universidade onde neste fim de ano se aceitam os estudos secundários por maturidade, e assim ele poderá continuar os estudos universitários.
http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/um-colegio-para-o-meu-filho-doente

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Não há planos de oração inter-religiosa para o evento de Assis.

by G. M. Ferretti

Catholic Culture | Tradução: Fratres in Unum.com - A oração inter-religiosa não está na agenda do encontro de 27 de outubro em Assis, revelou o Vaticano. "A ênfase, desta vez, é sobre a peregrinação, e não sobre a oração", disse o Cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho para a Justiça e a Paz, à EWTN News. O cardeal africano reconheceu que alguns católicos ficaram preocupados -- e com justiça, afirmou ele -- quanto a dar aprovação para liturgias não-cristãs em igrejas Católicas durante os eventos anteriores em Assis.

O Papa Bento XVI convidou líderes de várias religiões para se reunirem em Assis em prol da paz mundial. Mas o Papa -- que expressou ele mesmo temores quanto ao evento original de Assis, organizado pelo Beato João Paulo II, em 1986 -- escolheu enfatizar o comprometimento comum com a causa da paz, em vez de tentar encontrar uma base comum para a oração entre os seguidores de diferentes fés.

G. M. Ferretti | outubro 12, 2011 at 7:01 pm | Categorias: Diálogo Inter-religioso, Ecumenismo, O Papa | Categories: Atualidades, Igreja, O Papa | URL: http://wp.me/pgELf-4ah

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RECOLHA E TRANSCRIÇÃO DIRETA EFECTUADA POR

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1071 - (265) - 13 DE OUTUBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

 

Nº 1071

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

94º ANIVERSÁRIO DAS APARIÇÕES

DA ÚLTIMA APARIÇÃO DA VIRGEM SANTÍSSIMA NA COVA DA IRIA, EM 13 DE OUTUBRO DE 1917,

AOS PASTORINHOS IRMÃ LÚCIA E A SEUS PRIMOS, IRMÃOS FRANCISCO E JACINTA.

Peregrinação Aniversária - 12 e 13 de Outubro

 Estrela Ver mais em 13 de Maio de 2011

 

• Alexandrina María da Costa, Beata
Outubro 13 Apóstola do sofrimento reparador,

Alejandrina María da Costa, Beata

Alexandrina María da Costa, Beata

Martirológio Romano: No lugar de Balasar, perto de Braga, em Portugal, beata Alexandrina María da Costa, que ao tentar fugir de quem a perseguia com más intenções, caiu, ficando paralisada de todos seus membros, encontrando na contemplação da Eucaristia o modo de oferecer ao Senhor todas as suas dores por amor de Deus e dos irmãos mais necessitados (1955). Laica portuguesa, membro da União de Cooperadores Salesianos, apóstola do sofrimento reparador (data de beatificação: 25 de abril de 2004). Nasceu em Balasar, província e distrito do Porto e arquidiocese de Braga (Portugal) em 30 de Março de 1904, e foi batizada em 2 de abril seguinte, Sábado santo. Foi educada cristãmente por sua mãe, junto com sua irmã Deolinda. Alexandrina permaneceu com sua família até aos sete anos; depois foi enviada a Póvoa do Varzim, onde se alojou com a família de um carpinteiro, para poder assistir à escola primária, pois não a tinha em Balasar. Ali fez a primeira comunhão em 1911; no ano seguinte recebeu o sacramento da confirmação. Depois de dezoito meses, voltou a Balasar. Com sua mãe e sua irmã mudou-se logo, para viver na localidade de «Calvário», onde permaneceu até sua morte. Começou a trabalhar no campo. Sua adolescência foi muito feliz; tinha um carácter comunicativo, e era muito apreciada por suas companheiras. Sem embargo, aos doze anos adoeceu: uma grave infeção (talvez “tifo”) a levou a um passo da morte. Superou o perigo, mas em consequência disso, sua constituição ficou debilitada para sempre. Quando tinha catorze anos sucedeu um facto decisivo para sua vida. Era em Sábado santo de 1918. Nesse dia ela, sua irmã Deolinda e uma rapariga aprendiz realizavam seu trabalho de costura, quando se deram conta de que três homens tratavam de entrar em sua casa. Apesar das portas estarem fechadas, os três conseguiram forçá-las e entraram. Alexandrina, para salvar sua pureza ameaçada, não duvidou em se atirar pela janela desde uma altura de quatro metros. As consequências foram terríveis, embora não imediatas. Com efeito, As diversas visitas médicas a que se submeteu sucessivamente diagnosticaram sempre com maior claridade um factor irreversível. Até aos dezanove anos pôde ainda arrastar-se até à igreja, onde, totalmente contrafeita, permanecia sempre, com grande admiração de toda a gente. A paralisia foi progredindo cada vez mais, até que as dores voltaram horríveis, as articulações perderam seu movimento e ela ficou completamente paralítica. Era em 14 de abril de 1925. Nos restantes trinta anos de sua vida Alexandrina não pôde levantar-se da cama. Até ao ano 1928 não deixou de pedir ao Senhor, por intercessão da Virgem, a graça da cura, prometendo que, se se curasse, se faria missionária. Mas, quando compreendeu que o sofrimento era sua vocação, o abraçou com prontidão. Dizia: «Nossa Senhora me concedeu uma graça ainda maior. Primeiro a resignação, depois a conformidade completa à vontade de Deus e, por último, o desejo de sofrer». A este período remontam seus primeiros fenómenos místicos, quando iniciou uma vida de profunda união com Jesus no sacrário, por meio de Maria Santíssima. Um dia que estava só, lhe veio improvisadamente este pensamento: «Jesus, tu estás prisioneiro no sacrário e eu em meu leito por tua vontade. Faremos companhia um ao outro».  Desde então começou sua primeira missão: ser como a lâmpada do sacrário. Passava suas noites como peregrinando de sacrário em sacrário. Em cada missa se oferecia ao eterno Pai como vítima pelos pecadores, junto com Jesus e segundo suas intenções. Na medida en que percebia de maneira mais clara sua vocação de vítima, crescia nela o amor ao sofrimento. Fez o voto de fazer sempre o que fosse mais perfeito. De sexta-feira 3 de outubro de 1938 a 24 de Março de 1942, ou seja, 182 vezes, viveu cada sexta-feira os sofrimentos da Paixão. Superando seu estado habitual de paralisia, descia do leito e com movimentos gestos acompanhados de fortíssimas dores, reproduzia os diversos momentos da via sacra, durante três horas e meia.  «Amar, sofrer, reparar» foi o programa que lhe indicou o Senhor. Desde 1934, por mandato de seu diretor espiritual, punha por escrito tudo o que lhe dizia Jesus. Em 1936, por ordem de Jesus, pediu ao Santo Padre a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria. Esta súplica foi várias vezes renovada até 1941, pelo que a Santa Sede interrogou três vezes ao arcebispo de Braga sobre Alexandrina. Em 31 de outubro de 1942, Pío XII consagrou o mundo ao Coração Imaculado de Maria com uma mensagem transmitida a Fátima em língua portuguesa. Este ato foi renovado em Roma na basílica de São Pedro em 8 de dezembro do mesmo ano. Desde 27 de março de 1942, Alexandrina deixou de se alimentar, vivendo só da Eucaristia. Em 1943, durante quarenta dias e quarenta noites, seu jejum absoluto e sua anúria (supressão de urina…) foram estritamente controlados por médicos no hospital da Foz do Douro no Porto. Em 1944 seu novo diretor espiritual a animou para que seguisse ditando seu diário, depois de constatar a altura espiritual a que havia chegado; ela obedeceu com docilidade até à morte. No mesmo ano 1944 Alexandrina inscreveu-se na União dos cooperadores salesianos. Rezou e sofreu pela santificação dos cooperadores de todo o mundo. Apesar de seus sofrimentos, seguia interessando-se e empenhando-se em favor dos pobres, do bem espiritual dos paroquianos e de muitas outras pessoas que recorriam a ela. Promoveu tríduos, quarenta horas e exercícios quaresmais na sua paróquia. Especialmente nos últimos anos de vida, muitas pessoas acudiam a ela inclusive desde longe, atraídas por sua fama de santidade; e bastantes atribuíam a seus conselhos sua conversão. Em 7 de Janeiro de 1955 foi-lhe anunciado que seria o ano de sua morte. Em 12 de Outubro quis receber a Unção dos enfermos. Em 13 de Outubro, aniversário da última aparição da Virgem de Fátima, foi ouvida a exclamar: «Sou feliz, porque vou para o céu». Às 19,30 expirou. (Texto: L’Osservatore romano, edição em língua espanhola, 23 de abril de 2004). Ver também www.es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it.

90074 > Beata Alessandrina Maria da Costa 13 ottobre MR

91966 > Benedetto Martire 13 ottobre


Chelidonia (Celidónia ou Quelidónia), Santa
Octubre 13 Eremita,

Chelidonia (Celidonia o Quelidonia), Santa

Chelidonia (Celidónia ou Quelidonia), Santa

Martirologio Romano: Cerca de Subiaco, en el Lacio, santa Quelidona o Celidona, virgen, que, como dice la tradición, durante cincuenta y dos años condujo vida solitaria y austera, dedicada únicamente a Dios, (1152). Etimología: Chelidonia = golondrina. Viene de la lengua griega. Esta chica, de nombre original y que no mucha gente lo lleva, disfrutaba con la soledad. Se pasó nada menos que 60 años en el monte que rodea la ciudad de Abruzzo, Italia. Este lugar era entonces un itinerario importante para lograr la santidad, debido, en parte, a las huellas de san Benito y a su inmensa obra religiosa. Fue aquí a donde se retiró la primera vez para llevar una vida de penitencia y oración.
Fundó doce eremitorios. Hoy queda sólo el de santa Escolástica, hermana de san Benito. Esta joven se fue en peregrinación a Roma. A su vuelta, tomó el hábito de monja en el monasterio de santa Escolástica. Esto significa que lo hizo en la comunidad femenina más antigua de Occidente. Su vida estuvo marcada por el silencio, la oración, la meditación y la contemplación La muerte le sobrevino en 1152. Cuatro siglos más tarde, sus reliquias se llevaron a la iglesia de santa Escolástica, en donde se veneran. Ahora, ya sin sus vuelos como las golondrinas de una parte para otra por el monte, se le honra como a la patrona principal de la diócesis de Subiaco. Posiblemente, en nuestros días habría menos estrés e infartos si mucha gente dedicara algunos días a lo que hizo Chelidonia. Sería la mejor terapia para todo aquel que siente necesidad de paz interior. Y es un hecho que las hospederías de los monasterios se encuentran llenas todo el año de personas que buscan el silencio. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

90479 > Santa Chelidonia di Subiaco Solitaria 13 ottobre MR

 

São Comgano, abade
Na ilha de Iona, na Escócia, sepultura de são Comgano, abade, que chegou a esta região procedente de Hibernia, junto com sua irmã santa Kentigerna, os filhos desta e alguns missionários (s. VIII).

92970 > San Comgano Abate 13 ottobre MR

 

SANTO EDUARDO III

Rei (1000-1066)

Santo Eduardo III, rei dos Anglo-Saxões, chamado o Confessor ou o Piedoso, nasceu pelos princípios do undécimo século. Foi sobrinho de um santo rei mártir, do seu mesmo nome, filho de Etelredo e de Ema, filha de Ricardo, duque da Normandia. Por singular e extraordinária eleição da divina Providência, foi jurado rei estando ainda no ventre de sua mãe, com prejuízo do príncipe Edmundo, seu irmão, primogénito do primeiro matrimónio, e de seu irmão, o príncipe Alfredo, que era primogénito do segundo. Juntos em cortes todos os Estados do reino, prevendo já a próxima irrupção e inundação dos dinamarqueses que ameaçavam a Inglaterra, convieram em reconhecer como herdeiro presuntivo da coroa o infante que a rainha trazia em suas entranhas, jurando-lhe fidelidade. Logo que nasceu, foi levado para a Normandia com toda a família real para fugir ao furor dos dinamarqueses. Todo o tempo que durou a educação que recebeu naquele desterro, observou-se então que, com toda a inocência de costumes, iam crescendo no tenro príncipe o horror ao vício e o amor à virtude. Sempre lhe parecia pouco o tempo que despendia na igreja. Sendo tão inimigo de todos os divertimentos, toda a sua recreação, logo ao concluir as horas de estudo e as suas devoções, era ir passar alguns instantes a qualquer mosteiro. Morreu por este tempo seu pai. Os dinamarqueses tiraram barbaramente a vida a seus dois irmãos, ajudados nesta façanha por Goduíno, um dos principais senhores de Inglaterra, levando tudo a fogo e sangue; pelo que se viu Eduardo herdeiro único do reino. Vivia nestes tempos calamitosos o santo bispo Britualdo, que teve um sonho muito consolador. Pareceu-lhe ver S. Pedro a ungir como rei o príncipe Eduardo, a prognosticar-lhe que reinaria em paz para felicidade dos seus vassalos. Disseram um dia a Eduardo os cortesãos que não poderia abrir caminho para o trono senão à ponta da espada; ao que respondeu prontamente, que nunca poria coroa alguma que lhe pedisse uma só gota de sangue. Subiu enfim ao trono dos seus maiores, depois da morte do rei Canuto e de seus filhos, restituindo logo a seus Estados a antiga felicidade. Antes de mais nada, reparou as igrejas que os inimigos haviam saqueado ou arruinado, edificou outras, fundou muitos mosteiros e ordenou que fossem dizer que o bem público da monarquia estava inseparavelmente ligado ao maior bem da Igreja. Dedicou todos os cuidados à reforma dos abusos, a pôr em ordem todas as coisas e a procurar que renascesse por toda a parte a justiça. Nunca os seus súbditos lhe mostraram de modo mais ostensivo o amor que lhe tinham, do que no dia em que foi consagrado, na Páscoa de 1041. Foi universal a alegria, inúmeros os votos que ao céu ofereceu toda a nação, para que lhe conservasse um príncipe tão bom. Os grandes do reino apertavam com ele para que se casasse, com o legítimo intento de dar um sucessor à coroa. Ignoravam que Eduardo havia feito voto de perpétua castidade. Mas havia-lhe destinado o céu uma esposa com todas as prendas dignas de uma rainha; esta desde a infância tinha resolvido conversar a sua virgindade. O rei declarou à rainha voto que tinha feito; a rainha, por sua parte, comunicou-lhe também o seu. O amor a Cristo Sacramentado correspondia à viva fé que o animava. Todos os dias gastava muitas horas diante do Santissimo Sacramento, despertando a fé dos cortesãos. Assistindo ao santo sacrifício da Missa, viu reflectidamente com os olhos corporais a Jesus Cristo, na forma humana, ao tempo da elevação da sagrada hóstia. Foi também dotado com o dom da profecia. estando a ouvir Missa em certa ocasião,, viu a morte do rei da Dinamarca com a perda de toda a sua esquadra; vinha operar um desembarque na Inglaterra: Notaram os circunstantes que tinha ficado extático, derramando depois abundantes lágrimas. Acabada a Missa, permitiram-se alguns grandes a liberdade de lhe perguntar o que significava aquela novidade; ele então referiu-lhes sinceramente o sucesso funestíssimo dos dinamarqueses e de sua armada, notícia que pouco depois se confirmou. Ganhou o coração de todos por sua doçura e afabilidade, ao mesmo tempo que a sua ardente caridade com os necessitados lhe mereceu o glorioso título de tutor dos órfãos e de pai dos pobres. Encontrou um dia na rua um pobre bastante paralisado, carregou com ele às costas e transportou-o à igreja. Premiou Deus no mesmo instante um ato tão heroico de caridade, porque o paralisado ficou são repentinamente. Seu tesoureiro-geral deixou um dia aberto o tesouro por inadvertência; certo oficial, sem reparar que o rei estava a ver, aproveitou-se da ocasião e furtou uma quantia considerável. Não lhe disse palavra o santo rei; mas, voltando o tesoureiro e reconhecendo o furto, suplicou a sua Majestade que mandasse abrir uma devassa. «Não farei tal, respondeu o suavíssimo rei, porque é natural que aquele que furtou esse dinheiro tivesse mais necessidade dele do que eu; mas tu tem cuidado de que para o futuro não sejam fáceis esses furtos». Além do terno e respeitoso amor que professava a Jesus Cristo e da ardente devoção à Santissima Virgem, sentia particularmente devoção para com S. João Evangelista, um dos principais protetores da virgindade. Por meio deste Santo recebeu o aviso de ter apenas seis meses de vida. Recebeu Santo Eduardo essa comunicação do seu insigne patrono com visíveis demonstrações de alegria; ordenou que se fizessem orações por todo o reino; por sua parte, dobrou as suas penitências e as demais obras boas. Foram, aqueles seis meses uma renovação de fervor e um continuado exercício de virtudes e obras de misericórdia. Enfim, tendo chegado o dia predito, que foi 5 de Janeiro de 1066, entregou a sua alma inocente nas mãos do Criador, por entre as lágrimas saudosas de toda a Inglaterra. O sagrado corpo foi levantado da terra 36 anos depois da sua morte, achando-se tão inteiro e fresco, com todos os membros tão flexíveis, como se estivesse vivo, e com os vestidos tão novos, como se acabassem de lhos fazer. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt Áudio da RadioMaria:

SANTO FAUSTO e companheiros

SÃO JANUÁRIO e SÃO MARCIAL

Mártires (307)

O ódio com que a gentilidade perseguiu a Igreja de Jesus Cristo provinha do seu aferro às velhas superstições do paganismo e ao erro deplorável de que eram essa crenças o sustentáculo do Império e a condição essencial da sua eterna permanência. Os imperadores publicaram terríveis decretos contra os cristãos, reputados a peste pública, para cuja execução enviavam, como governadores das províncias, homens que estivessem bem compenetrados da necessidade de os exterminar. Para a Espanha, entre outros, veio um, chamado Eugénio. Achavam-se por este tempo em Córdova, Fausto, Januário e Marcial, a quem vários escritores nacionais fazem irmãos, filhos de São Marcelo, centurião, ilustre mártir de Jesus Cristo. Educados no fervor da piedade, ansiosos de padecer o martírio, condoídos de ver a injustiça do governador romano, perseguidor dos seus irmãos na fé, apresentaram-se perante o seu tribunal e disseram-lhe: – «Que fazes ou pensas Eugénio? Porque persegues os servos de Deus em lugar de acreditares no que eles acreditam?» Surpreendido com esta apóstrofe, que tomou por ousadia, perguntou-lhes: – «Quem sois vós, desventurados, que assim ousais falar?» – «Nós, respondeu Fausto, somos cristãos; reconhecemos um só Deus verdadeiro, por quem tiveram o ser todas as criaturas: a Ele adoramos e reverenciamos; os vossos ídolos só têm o ser que lhes deram as mãos dos homens, sem que neles haja outra virtude senão a que a vossa cegueira lhes atribui; e com tudo isso não vos envergonhais de adorar as obras das vossas mãos, deixando de fazê-lo com o Criador de todas as coisas». – «Que desespero vos impeliu a procurar a vossa perda?» – «Vós é que sois o desesperado, pois tendo ódio ao nome cristão, pode-se-vos perguntar que tendes com inocentes, que em nada vis ofenderam, cujo crime está em reconhecerem por seu Deus a Nosso Senhor Jesus Cristo». Não gostou Eugénio desta santa liberdade; para castigar o que ele reputava petulância, ordenou aos carrascos que estendessem o santo no cavalete e o atormentassem. Então falou Januário a Fausto, em presença do tirano, nestes termos: – «Tu padeces por nós, sendo certo que não tens mais culpa do que a que todos cometemos», ao que Fausto respondeu: – «Nós, que temos estado sempre unidos na terra, crede que estaremos também no céu». Ouvindo Eugénio estes e outros discursos, tendentes a mostrarem o ardente desejo que tinham de padecer, disse-lhes: – «Sei muito bem que estais unidos na impiedade, e que entre vós combinastes o que tendes aqui dito; portanto, cessai já de blasfemar chamando Deus ao que o não é». – «Muito te enganas, replicou Januário, em reputares impiedade a nossa uniformidade em confessar a Jesus Cristo por verdadeiro Deus na presença de um inimigo». Pelo que foi também estendido no cavalete como Fausto; e outro tanto fizeram a Marcial por se manter firme em igual confissão. Tentou novamente a Fausto para que sacrificasse aos deuses do Império; mas, vendo-o alegre em meio de tormentos, Eugénio mandou que lhe cortassem as orelhas, o nariz, as sobrancelhas e o lábio inferior, lhe arrancassem os dentes superiores, sem que o santo deixasse no meio desta carnificina de louvar ao Senhor. Julgou Eugénio que com semelhantes tratamentos intimidaria a Januário, e portanto dirigiu-lhe a palavra nestes termos: – «Já vês o estado a que reduziram a desobediência e obstinação deste teu correligionário; tem dó de ti mesmo, subtraindo-te à mesma crueldade». «Estás enganado, respondeu Januário, se julgas Fausto obstinado, porque professa com constância a verdadeira religião. Quanto a mim, jamais romperei os laços de caridade que a ele me unem; ninguém nos poderá demover da confissão do verdadeiro Deus, por cujo amor estamos resolvidos a sofrer quantos tormentos tu possa imaginar». Teve os mesmos tratamentos cruéis que Fausto. Voltando-se para Marcial, representou-lhe que não quisesse acompanhar os seus dois correligionários em tanta demência; Marcial manteve-se porém constante na mesma confissão, pelo que padeceu iguais suplícios, até que Eugénio, cansado de esperar que reconsiderassem a seu modo, os mandou queimar a todos. O sacrifício das três ilustres vítimas foi consumado a 18 de Outubro de 307. Não consumiu o fogo os veneráveis corpos de modo que não ficassem ossos e restos, que os fiéis guardaram a ocultas, até ao tempo da paz dada à Igreja. Nessa ocasião, edificaram um templo em sua honra, do qual fala Santo Eulógio, muito concorrido de fiéis a celebrarem o seu culto. Essa igreja tomou depois o título de S. Pedro, porque foi neste dia que o rei São Fernando reconquistou Córdova aos mouros. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

92969 > Santi Fausto, Gennaro e Marziale Martiri 13 ottobre MR


 

São Florêncio, mártir

Em Tessalónica, cidade de Macedónia, são Florêncio, mártir, que, segundo a tradição, depois de vários tormentos morreu queimado vivo, (c. s. III).


74105 >
San Fiorenzo di Tessalónica Martire 13 ottobre MR

94643 > Beati Francesco da Torquemada e Alfonso de Ossorio Mercedari 13 ottobre

São Geraldo, laico

Em Cierges, na região de Auvérnia, na Gália, são Geraldo, que, sendo conde de Aurillac, foi um exemplo para os demais príncipes por haver vivido como monge com hábito secular, procurando o bem das regiões que tinha encomendadas (909). ...[ler hagiografia]
92106 > San Geraldo D'Aurillac 13 ottobre MR

94943 > Beato Gerardo Fondatore dell'Ordine di Malta 13 ottobre


 

São Leobono, eremita


Em Salagnac, no território de Limoges, em Aquitânia, são Leobono, eremita (s. inc.).

74130 > San Leobono Eremita 13 ottobre MR

São Lubêncio, presbítero


Em Kobern, junto ao Mosela, no território de Tréveris, são Lubêncio, presbítero (s. IV).

74110 > San Lubenzio 13 ottobre MR

 


 

Magdalena Panattieri, Beata
Octubre 13 Virgen,

Magdalena Panattieri, Beata

Magdalena Panattieri, Beata

Martirologio Romano: En la localidad de Trino, en el Monferrato, beata Magdalena Panatieri, virgen, hermana de Penitencia de Santo Domingo (1503). Muchos autores consideran el hábito de los hijos de Santo Domingo símbolo por excelencia de la caridad y entrega al servicio del prójimo. Esa idea estuvo muy generalizada en una época, y numerosas personas tomaban el hábito de la tercera orden de Santo Domingo y vivían en sus casas el espíritu de caridad característico del fundador. Santa Catalina de Siena es un ejemplo clásico; la Beata Magdalena Panattieri constituye otro. Magdalena nació y vivió toda su vida en el pueblecito de Trino-Vercellese del marquesado de Monte Ferrato, entre el Piamonte y la Lombardía. Antes de cumplir los veinte años, Magdalena hizo voto de castidad perpetua e ingresó como terciaria de Santo Domingo, en una cofradía de jóvenes que se consagraban a las obras de piedad y beneficencia. La vida de la Beata Magdalena no tiene nada de pintoresco. Cosa extraña: Magdalena no parece haber sido víctima de ninguna persecución y pronto llegó a ser un personaje de importancia en su pueblo. La caridad con que se consagraba al cuidado de los niños pobres, en cuyo favor realizó varios milagros, le facilitaba la tarea de convertir a los pecadores. Por estos últimos oraba y se imponía continuamente nuevas penitencias; pero no vacilaba en reprenderlos severamente, sobre todo a los usureros. La beata tenía gran facilidad de palabra y empezó a dar una serie de conferencias a las mujeres y a los niños en un salón llamado "la capilla del marqués", contiguo a la iglesia de los dominicos; pronto empezaron a acudir, a las conferencias también los hombres y aun los sacerdotes y religiosos, y el superior de los dominicos solía enviar a los novicios a escuchar las fervorosas exhortaciones de Magdalena.  Gracias a los esfuerzos de la beata, los dominicos empezaron, a practicar más estrictamente la observancia. El año de 1490, el Beato Sebastián Maggi fue de Milán a Vercellese para ratificar ese movimiento de reforma. Por entonces, los dominicos estaban envueltos en un pleito con uno de los miembros del consejo de Milán. El consejero abusó tanto de su poder, que fue excomulgado por Roma. En la terrible confusión que produjo esa sentencia, un joven abofeteó públicamente a Magdalena, la cual le presentó la otra mejilla, cosa que no hizo sino enfurecer más al agresor. Los habitantes de Vercellese vieron una especie de señal del cielo en el hecho de que el violento joven, que se llamaba Bartolomé Perduto, murió trágicamente un año más tarde, y el consejero de Milán falleció también a consecuencia de una terrible enfermedad. La beata lloró esas muertes sinceramente. Según parece, Magdalena profeetizó las calamidades e invasiones que iban a abatirse sobre el norte de Italia en el siglo XVI. Los habitantes de Vercellese, que inexplicablemente no sufrieron daño alguno, atribuyeron a la intercesión de la beata ese favor. Sin embargo, en 1639, la población fue cañoneada por los españoles y los napolitanos, y las reliquias de Magdalena fueron destruidas. Cuando Magdalena comprendió que se aproximaba el momento de su muerte, mandó llamar a todas las terciarias, a las que se unieron muchas otras personas, y les prometió orar por ellas en el cielo, diciendo: "No podría ser feliz en el cielo, si vosotras no estuviérais ahí." La beata entregó apaciblemente el alma a Dios, en tanto que los presentes entonaban el salmo 30. Los habitantes de Trino-Vercellese veneraban a Magdalena como santa desde antes de su muerte, ocurrida el 13 de octubre de 1503. El Papa León XII confirmó el culto de la beata.

90480 > Beata Maddalena Panattieri Domenicana 13 ottobre MR

 

74125 > Santa Parasceve la Giovane Eremita 13 ottobre

94383 > Beato Pietro Adriano Toulorge Sacerdote premostratense, martire 13 ottobre

• Rómulo, Santo Octubre 13 Obispo,

Rómulo, Santo

Rómulo, Santo

Martirologio Romano: En Matuta (hoy Sanremo), en la costa de la Liguria, san Rómulo, obispo de Génova, que, lleno de ardor apostólico, murió durante una visita pastoral (s. V). Etimología: Rómulo = fundador de Roma. Viene de la lengua latina. Cristo no vino a la tierra para ejercer un castigo, sino para que todo ser humano sea salvado, reconciliado, y descubra que Dios es amor y sólo amor. Rómulo fue un obispo del siglo V. El nombre mítico del fundador de Roma recorre el calendario una docena de veces. Cuando se va estudiando su biografía, uno cae en la cuenta de que han sido mártires por defender su fe en Cristo el Señor. El de hoy fue obispo de Génova en el siglo V. ¿Por qué se le conoce?
Hay dos característica en su vida que reflejan toda una vida que giró en torno a dos ejes fundamentales que, por otra parte, son los propios de cada cristiano: En primer lugar, en todo cuanto hacía, pensaba y meditaba, le guiaba la luz de la fe. Sin esta lámpara encendida en su corazón no habría podido llevar a cabo lo que constituye su segundo eje. La caridad sin límites. El amor de Dios, que ha venido para ayudar y para que todo el mundo se encuentre alegre y feliz, era el ímpetu que le lanzaba a recorrer la ciudad, las parroquias para tomar nota de las necesidades que padecían los predilectos de Dios, los pobres. Dicen que agotado de tanto trabajo, murió en la paz de Dios. Y que desde el momento en que enterrado, su tumba comenzó a ser venerada por los genoveses y que incluso se hicieron varios milagros. Cuando durante la invasión sarracena hubo que trasladar la sede episcopal a Villa Matutiana, se llevaron los restos de san Rómulo. Históricamente no hay nada comprobado. Son leyendas inventadas en la Edad Media. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

74100 > San Romolo di Genova Vescovo 13 ottobre MR

 

Áudio da RadioRai:

São Simberto, abade e bispo

Em Augsburgo, de Baviera, na Germânia, são Simberto, bispo, que antes foi abade de Mürbach (c. 807).

74135 > San Simperto (Simberto) Vescovo 13 ottobre MR

São Teófilo, bispo


Comemoração de são Teófilo, bispo de Antioquia, varão muito erudito, que ocupou esta sede como sexto sucessor de são Pedro e compôs um livro para defender a fé ortodoxa contra o herege Marción (s. II).

90478 > San Teofilo di Antiochia Vescovo 13 ottobre MR

 

Áudio da RadioVaticana: e RadioRai:

São Venâncio, abade

Em Tours, da Gália Lugdunense, são Venâncio, abade, o qual, tendo-se casado na sua juventude, ao visitar a basílica de são Martinho se comoveu ante a vida dos monges e, com a permissão de sua esposa, se juntou a eles para viver para Cristo (s. V).

 

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WWW.JESUITAS.PT.

WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

WWW. SANTIEBEATI.IT

Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, com exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – neste caso, hoje, por exemplo, é a de Nossa Senhora do Rosário – todos os restantes nomes (que não são do livro citado) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.

Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA