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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Nº 1089 - (283) - 31 DE OUTUBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

Localização do meu Blogue, na cidade do Porto - Portugal

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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

1089

• Alonso (ou Afonso) Rodríguez, Santo
Outubro 30 Viúvo e Porteiro,

Alonso Rodríguez, Santo

Alonso Rodríguez, Santo

(*) Ver este blogue em 30 de Outubro, ontem.

Duas etapas duma vida. Em Julho de 1533, enquanto Inácio de Loiola, na Universidade de Paris, se a aplicava ao estudo duma filosofia e animava a alguns dos seus companheiros a compartilharem seus ideais apostólicos, nascia na cidade espanhola de Segóvia o segundo numa família cristã de 7 filhos e 4 filhas, Afonso Rodriguez. Só 38 anos mais tarde é que entrará na Companhia de Jesus. Ele mesmo nos conta em seu Memorial, como se converteu a Deus; «Estando metido nas coisas do mundo, Deus tocou-o com alguns trabalhos, despertando-o assim para o conhecimento da miséria dessa vida e para o desprezo do mundo… e este conhecimento próprio era acompanhado do conhecimento de Deus». Profundos desgostos familiares, a morte de sua mulher e de seus dois filhos, o descalabro dos seus interesses económicos prepararam o caminho para a graça de Deus. O conhecimento próprio e o conhecimento de Deus levaram-no a uma «grande dor e pena de ter ofendido o seu Deus, gastando com profundos sentimentos noites e dias com muita abundância de lágrimas de contrição por ter ofendido ao seu Deus que ele já conhecia… Tudo isto aconteceu em Segóvia, onde esteve uns três anos, depois de Deus lhe ter dado aquela luz tão profunda». A conversão de Afonso foi profunda e definitiva. No mês de Janeiro de 1571, aos 38 anos, começou o seu noviciado. Ainda noviço, em Agosto desse mesmo ano, foi destinado para o Colégio do Monte Sião, em Palma de Maiorca. Aqui havia de permanecer os restantes 46 anos da sua vida, até que Deus o chamou a Si, no dia 31 de Outubro de 1617. Irmão auxiliar da Companhia, exerceu por muito tempo o ofício de porteiro e ocupou-se noutros trabalhos domésticos. Exteriormente, a vida de Afonso parece refletir a plácida tranquilidade da linda ilha em que viveu. Sem grandes preocupações, com poucas responsabilidades, dentro dum quadro de monótona rotina, com poucas oportunidades para o heroísmo que faz santos. Aparentemente, é um bom Irmão entre os outros Irmãos. Mas outro é o Afonso que se nos revela em seus escritos e sobretudo no memorial ou Contas de consciência que são como uma Autobiografia. Não é tarefa fácil refazer, em poucas linhas, o denso itinerário espiritual do interior de Afonso, que se reflete em múltiplos escritos. Numa incansável fidelidade à graça, Afonso viveu intimamente a espiritualidade daquele momento histórico, com todos os seus valores e todas as suas limitações. Conhecimento próprio e conhecimento de Deus. Aquela «luz tão particular» do tempo da sua conversão foi-se intensificando cada vez mais ao longo da sua vida na Companhia. Afonso continuou a explorar o filão inesgotável de santificação que é o conhecimento próprio e o conhecimento de Deus. Em seus escritos aparece insistentemente a palavra de Santo Agostinho: «Senhor, eu Vos conheça a Vós e me conheça a mim!»; muitas páginas correspondem ao profundo realismo daquele «considerar quem é Deus, contra quem pequei» da meditação dos pecados nos Exercícios de Santo Inácio. É por assim dizer o eixo, o «lei-motiv» da intensa atividade espiritual de Afonso. desde que, por graça especial, Afonso chegou a conhecer «quem é Deus», só quer uma coisa: que a sua vida seja de Deus: «vendo-se, e vendo toda a a majestade de Deus, contra quem tem sido desleal, mau e traidor, sente aborrecimento de si; deste nasce grande amor que tem a Deus e da pena que sente por O ter ofendido; porque o amor desperta a alma para que ele a reconheça o mal que fez ofendendo a um Deus tão bom». Continua a aproximação do Senhor. «Depois da limpidez, da humildade e do amor de Deus vem a entrega de toda a alma ao Senhor. Isto é que é seguro, e tudo o mais tem por suspeito e teme-o, como sejam visões, revelações, palavras interiores ou exteriores e consolação espiritual». As contínuas graças de oração e contemplação que Deus lhe vai concedendo marcam novas etapas na ascensão espiritual de Afonso, mas não alteram a clareza da sua visão ascética e não o afastam do critério inaciano: «que o amor deve consistir mais em obras do que em palavras». Se, como alguém,escreveu com toda a razão, «Afonso Rodriguez é uma alma eminentemente carismática», pode afirmar-se também, que a sua sensatez espiritual e o seu prudente equilíbrio sobrenatural o levam sempre a examinar com atenção e a discernir cuidadosamente os diversos espíritos que se agitam no seu interior. Na contínua oração com Deus, não se descuida em fazer, o mais perfeitamente que pode, com a ajuda da graça, a vontade do Senhor. Toda a sua atividade diária, repetida e monótona durante longos anos, vem a ser para ele ocasião da maior fidelidade a Deus. Isto explica o seu amor característico e ardente à obediência, entendida como ele a entendeu e como a descreve em seus escritos: execução fiel e plena das indicações ou ordens do Superior, por amor de Deus a quem vê sempre presente na pessoa daquele que manda: «comunicou-lhe Deus tanta luz sobre a obediência, que se encontrava diante de Deus sem qualquer raciocínio, e via clara e abertamente como a obediência era a voz de Deus, e que era Ele quem mandava e não o homem. O amor concreto, com que Afonso quer amar a Deus, leva-o a querer também, é a pedir, que não só ele mas todos os homens, a criação inteira, ame a Deus e não se afaste do serviço de Deus: «Assim preocupado com a salvação de todos os homens, se oferecia a Deus com muito afecto…» Com um coração dilatado como o mundo,. assim resume, em 1608, os desejos de sua alma sedenta de Deus: «A oração que tem é uma súplica a Deus e a Nossa Senhora de quatro amores: o amor de Deus: o amor de Jesus Cristo; o amor à Santíssima Virgem; e o amor de uns para com os outros… Senhor, suplico-vos, com a vossa graça, antes padeça eu todas as penas, para que Vós, meu Deus. não sejais ofendido por ninguém…» Nossa Senhora. Na intima união de Afonso com Deus, Maria esteve sempre muito presente: «Minha senhora, a Virgem Maria», «doce Maria», «Maria!», como ele lhe chama. Num momento grave de sofrimento físico e de abandono interior, Afonso sente que até o demónio escarnece dele, dizendo-lhe: «Onde está Maria?». Mas, nestas ocasiões, ela vem invariavelmente em sua ajuda, dizendo-lhe: «Onde Eu estou, não há que temer…» Esta devoção a Nossa Senhora tem raízes profundas em Afonso: desde a infância, confessa ele, no seio da família e da cidade onde nasceu, Segóvia, tão devota de Maria,. «Passados anos, escreve Afonso quanto tinha 75 anos, cresceu nele tanto o amor e devoção a Nossa Senhora que, falando várias vezes com Ela, Lhe pedia que suplicasse a seu bendito Filho que o fizesse muito devoto e imitador de Ambos. Cresceu tanto o seu amor a Nossa Senhora que, noutra ocasião Lhe disse estas palavras: “Que A ama a Ela mais, do que Ela a Ele”, e Nossa Senhora respondeu-lhe: “Isso não. Eu é que te amo mais a ti”». Referindo-se a si próprio, confessa lealmente: «Também muito deseja e assim o pede… com insistência à Virgem Maria, para que Ela lhe alcance de seu Filho… a graça de antes morrer do que cometer qualquer pecado, mesmo venial… não quer ofender a quem tanto ama». Com os anos, esta comunicação com Maria e o amor que lhe tem tornam-se cada vez mais espontâneos e íntimos: «Nossa Senhora mostrava-lhe, por palavras e ações, que o amava muito». Contemplativo na ação. Ao vê-lo tão unido com o Senhor. tão cheio de Deus, foram muitos os que recorreram a ele, procurando conselho e luz espiritual; alentou a muitos a generosidade para com Deus; com muitos manteve uma fiel correspondência epistolar, cheia de sensatez espiritual, desejo de comunicar o que ele sentia de Deus e de fazer vem a todos. O mais notável dos seus filhos espirituais foi S. Pedro Claver. Sob a influência de Afonso, Claver sentiu desejo e chegou à decisão de se fazer apóstolo dos escravos abandonados, cheios de sofrimentos, são um reflexo de toda a grandeza de alma de Afonso. Já na posse do gozo de seu Senhor, Afonso continua no mundo a sua ação apostólica com o exemplo da sua admirável vida. Todos os jesuítas, mas de modo muito especial os Irmãos, da Companhia e até de outros institutos religiosos, têm recebido de Afonso ânimo e estímulo na sua vocação de contemplativos da ação, e aprendido dele aquela disponibilidade sempre satisfeita por receber uma indicação da vontade de Deus. sendo porteiro no Colégio de Monte Sião, escreve ele: «Quanto tocavam à porta, fazia interiormente atos de alegria, pelo caminho, como se fosse abrir a Deus, e como se fosse Ele que tivesse tocado à campainha, ia-Lhe dizendo: “Já vou, Senhor"!”». Afonso Rodríguez morreu em Palma de Maiorca (Ilhas Baleares), a 31 de Outubro de 1617. Foi canonizado por Leão XIII, a 15 de Janeiro de 1888. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt NOTA de AF.: Como podem verificar esta biografia foi inserida neste blogue no passado dia 30/10, embora sob o texto de www.es.catholic.net. Agora faço-o através do livro Santos de Cada Dia

• Alonso (ou Afonso) Rodríguez, Santo
Octubre 30 Viudo y Portero,

Alonso Rodríguez, Santo

Alonso Rodríguez, Santo

Estaba un día enfermo y le llevó el enfermero la comida a la cama con un mandato de parte del Padre Superior: «que se coma todo el plato». Cuando regresa el enfermero, le encuentra deshaciendo el plato y comiéndolo pulverizado. El santo se impuso a sí mismo una obediencia ciega; se exigió a sí mismo tanto que uno de los padres le dijo un buen día «que obedecía a lo asno». Nació en Segovia en el año 1533, segundo de los once hijos del matrimonio formado por Diego Rodríguez y María Gómez que vivían del comercio de paños. Su niñez y juventud estuvieron ligadas a la Compañía de Jesús. A la muerte de su padre se encarga de sacar adelante el negocio familiar, pero su incompetencia es notable para el negocio de los paños. Contrae matrimonio con María Juárez con quien tiene dos hijos. Pero la mala fortuna parece que le persigue: muere uno de sus hijos y su mujer y el negocio va de mal en peor; luego fallece su otro hijo y su madre. Alonso se ha quedado solo. Se produce entonces una crisis fuerte que resuelve con confesión general y con el deseo de comenzar una nueva vida tomando un impresionante ritmo interior de trato con Dios y que mantiene por seis años. Cede a sus hermanos sus bienes y marcha a Valencia en 1569 con el propósito de ingresar en la Compañía; pero no contaba con insalvables obstáculos: su edad, la falta de estudios y escasa salud. Trabaja entonces en comercio y de ayo. Por fin es admitido en el Colegio Monte Sión en el año 1571; desde el año 1572 ocupa el cargo de portero hasta el 1610 que hacen casi cuarenta años. Es considerado en la Compañía como modelo para los hermanos legos por su ejercicio permanente para lograr auténtica familiaridad con Dios, por su obediencia absoluta y por su amor y deseo de tribulación. Este humilde y santo portero fue durante su vida un foco radiante de espiritualidad de la que se beneficiaron tanto los superiores que le trataron como los novicios con los que tuvo contacto; un ejemplo representativo está en San Pedro Claver, el apóstol de los esclavos. Con sus cartas ejerce un verdadero magisterio. Su lenguaje es sencillo y el popular de la época, pero logra páginas de singular belleza al tratar temas de mayor entusiasmo. La santidad que describe en sus escritos no es aprendida en los libros, es fruto de su experiencia espiritual. Fue canonizado por el papa León XIII junto con san Pedro Claver. Quieres saber más? Consulta ewtn

75650 > Sant'Alfonso Rodriguez Vedovo, Religioso gesuita 31 ottobre MR

Áudio da RadioVaticana: e RadioMaria:

SANTA JOANA DELANOUE

Fundadora (1668-1736)

A 31 de Outubro de 1982 o Papa João Paulo II acrescentou, no calendário dos santos da França, mais Santa Joana Delanoue, a «Mãe dos Pobres». Nasceu em 1668, em último lugar numa série de doze filhos. Nada parecia prepará-la para o destino que realmente veio a ter. Seus pais eram modestos negociantes de quinquilharias ou miudezas; eram capelistas. Aos 26 anos, herdou ela o estabelecimento familiar e veio a mostrar-se nele, comerciante habilidosa e ávida de ganhos. Num dia de inverno de 1693, notavelmente áspero, vem ter com ela uma boa mulher que, por devoção a Nossa Senhora, passara a vida em peregrinações. Diz-lhe: «Joana, dá-te à caridade; em São Florêncio esperam-nos seis crianças pobres num curral». Joana recolheu-as em sua casa. É o ponto de partida da sua vocação. Durante cinco anos leva a sério os seus negócios, mas também se dedica a obras de caridade cada vez mais numerosas. Tanto que lhe vão chamando mãe dos pobres. Aos trinta anos dá o passo decisivo; trespassa a loja a uma sobrinha e transforma a casa em asilo a que chama «a Providência». Ele desaba, mas ela em breve cria três novos. Recolhe assim mais de cem crianças; órfãos, meninas abandonadas, velhos, indigentes de toda a qualidade. Em 1703 vem uma companheira partilhar a sua vida e seguem-na outras duas, uma das quais a sobrinha. São os princípios da Congregação de Santa Ana da Providência, que recebe aprovação da Igreja em 1709. A Irmã Joana da Cruz, assim fica a chamar-se daí em diante, quer que as suas irmãs vivam numa casa semelhante à dos pobres, que se alimentem como eles e colmo eles sejam tratadas em caso de doença. Provações não lhe faltaram, conforme indicamos já: o desabamento da casa transformada em asilo, faltas de dinheiro, críticas de pessoas qualificadas que lhe acham exagerada a austeridade e classificam de desordenadas as suas caridades. Quanto aos pobres, ela mostra-se para com eles cheia de atenções. Pobre com pobres, não hesita em pôr-se a mendigar. Vem a morrer em 1736, com 68 anos. Uma palavra sua resume-lhe a vida: «Quero viver e morrer com os meus queridos irmãos, os Pobres». Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SÃO QUINTINO

Mártir (entre 282 e 287)

Em 641, ano da sua elevação à sé episcopal de Noyon, França, Santo Elígio encontrou o corpo deste mártir. Ampliou a igreja que lhe era dedicada e colocou as suas relíquias num túmulo que ele próprio enriqueceu de ouro e pedrarias. No século anterior, já Gregório de Tours, afirmava que São Quintino tinha numerosos devotos e que era eficaz a sua intercessão. E contava a história de um ladrão condenado à morte em virtude da queixa de um padre. Apavorado com a severidade da sentença, o padre reconsiderou e pediu aos juízes que comutassem a pena. Como estes recusassem, correu à igreja de São Quintino, a fim de pedir a intervenção do santo. E o santo interveio de facto, segundo diz Gregório, pois a corda partiu-se antes do homem morrer. Vendo nisso uma indicação do céu, os juízes perdoaram ao criminoso. As Atas de São Quintino são das melhores. Foram redigidas cerca do ano 630, segundo um texto escrito pelo ano de 327, isto é, cinquenta e cinco anos depois do martírio. Foi, com efeito, entre os anos de 282 e 287 que Quintino, filho dum senador romano chamado Zenão, foi morto pela fé. Viera de Roma e tinha evangelizado com S. Luciano as regiões de Beauvais e Ambiano. Preso primeiramente nesta cidade, foi arrastado até uma localidade chamada então Augusta Varmanduorum e que depois passou a ser conhecida por Saint-Quintin. Aí foi supliciado e por fim decapitado. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

75800 > San Quintino di Vermand Martire 31 ottobre MR

Áudio da RadioRai:

SANTO WOLFGANG

Bispo de Ratisbona (927-994)

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Nascido na Suábia por 927, morreu em Peppigen (Áustria), a 31 de Outubro de 994. Sentia-se reconhecido por lhe terem chamado Wolfgang, isto é, «o lobo que anda à volta» (Lupambulus). «Só que eu, dizia ele, corro atrás das ovelhas para as alimentar e não para as comer». Depois de ensinar em Tréviros, fez-se beneditino em Einsiedeln (964). Quis ir levar o Evangelho aos Magiares, mas estes não estavam dispostos a recebê-lo dum desses Alemães que pouco antes os tinham batido. Foi no regresso da Hungria (927) que Wolfgang foi nomeado para a sé episcopal de Ratisbona (Baviera). Pelo zelo, pelos talentos e pela santidade de vida, deixou a recordação dum grande bispo. Transformou a diocese e o clero. Abadias que já não se distinguiam senão pela mesa e pela cozinha, tornaram a encontrar, graças a ele, o fervor. Toca-lhe também o mérito, tendo sido seu mestre e seu diretor, de ter formado o Imperador Santo Henrique II (1002-1024). Era amável e indulgente. Um pobre miserável tinha vindo cortar material, para se vestir, na cortina da sua cama episcopal: «Deixai-o em paz, disse Wolfgang aos que falavam de o enforcar; ele não teria tido essa ideia, se fosse menos miserável»; e mandou-o embora, perdoado e com um fato novo. Wolfgang caiu doente em Peppingen, junto a Linz, quando visitava parte da sua diocese. Mandou que o transportassem para diante do altar da igreja, para receber os Sacramentos. Querendo os seus clérigos fazer sair a multidão,disse: «Deixai que me veja morrer, já que nisso se empenham; isto fá-los-á pensar na própria morte, e talvez em prepará-la. Com, eles e comigo tenha Deus misericórdia!».Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt – Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

• Wolfgang de Ratisbona, Santo
Octubre 31 Obispo de Ratisbona

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Etimológicamente significa “que camina como el lobo”. Viene de la lengua alemana. El aliento fundamental del creyente en todo tiempo y lugar lo constituye la oración. Si no se alimenta de ella se parece a un cielo sin sol o a un jardín sin bellas flores.
La vida de este joven comenzó en el año 937 hasta que murió en Peppingen (Austria) el 31 de octubre del 994. Cuando en la vida hay personas que les molesta el nombre que le han puesto, él, sin embargo, se lo agradeció a sus padres. Y con gracia les decía:" Sólo que yo corro detrás de las ovejas para alimentarlas y no para matarlas". Comenzó su trabajo como profesor. Pero este trabajo, aunque bello y lindo, no le llenaba. Por eso pidió entrar en los Benedictinos. En sus sueños juveniles llevaba impresa la imagen de ser misionero en Hungría. No era el mejor momento, ya que los húngaros habrían sufrido una derrota con los alemanes. A su vuelta de Hungría, lo nombraron obispo de Ratisbona. Fue un obispo apostólico, lleno del celo de Dios por sus fieles. Mostraba ante ellos una santidad viva y un amor que no conoce límites. Logró, mediante su ejemplo, transformar la diócesis y al mismo clero. Tenía tiempo para todo. El mismo se encargó de la formación del futuro emperador san Enrique II. Por su parte era amable e indulgente con todos, sobre todo con los que más merecían estas dos cualidades de su rica personalidad. Cayó enfermo en Peppingen, cerca de Linz mientras hacía una visita pastoral a esa parte de la diócesis. Lo llevaron, a petición suya, al altar para que le diesen la Unción de los Enfermos. La muchedumbre se agolpaba para verlo. El clero quería impedirlo. Entonces les dijo:" Dejad queme vean morir y que Dios nos dé a todos su misericordia". ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

75850 > San Volfango di Ratisbona Vescovo 31 ottobre MR

75780 > Sant'Antonino di Milano Vescovo 31 ottobre (29 ottobre) MR

• Cristóbal de Romagna, Beato
Outubro 31 Sacerdote,

Cristóbal de Romagna, Beato

Cristóbal de Romagna, Beato

Foi inicialmente sacerdote diocesano, exercia o ministério de pároco em Cesena em Romagna. Aproximadamente quando tinha quarenta anos deixou tudo para ser um seguidor de São Francisco de Assis e entrar na nascente Ordem de Frades Menores.
O Beato Cristóbal exerceu seu apostolado entre os leprosos e é distinguido pela austeridade de sua vida. São Francisco o enviou a pregar em França contra alguns hereges. Fundou vários conventos franciscanos, o primeiro deles foi o de Chaors em Guyenne uma região ao sul de França. Lhe pertence o grande mérito de ser capaz de estender a ordem franciscana pelas Gálias. Morreu em 1272, em Cahors, de Aquitânia, possivelmente já centenário. Sua veneração foi ratificada em 1905.

• Cristóbal de Romagna, Beato
Octubre 31 Sacerdote,

Cristóbal de Romagna, Beato

Cristóbal de Romagna, Beato

Fue inicialmente sacerdote diocesano, ejercía el ministerio de párroco quizás en Cesena en Romagna. Aproximadamente cuando tenía cuarenta años dejó todo para ser un seguidor de San Francisco de Asís y entrar en la naciente Orden de Frailes Menores. El Beato Cristóbal ejerció su apostolado entre los leprosos y es distinguido por la austeridad de su vida. San Francisco lo envió a que predicara en Francia contra algunos herejes. Fundó varios conventos franciscanos, el primero de ellos fue el de Chaors en Guyenne una región al sur de Francia. Le pertence el gran mérito de ser capaz de extender la orden franciscana por las Galias. Murió en 1272, en Cahors, de Aquitania, posiblemente ya centenario. Su veneración fue ratificada en 1905.

92973 > Beato Cristoforo di Romagna Sacerdote 31 ottobre MR

• Domingo Collins, Beato
Outubro 31 Mártir Jesuíta,

Domingo Collins, Beato

Domingo Collins, Beato

Domingo Collins nasceu em 1566 na cidade de Youghal, condado de Cork, na Irlanda. Teria uns vinte anos quando partiu para França. Ali decidiu seguir a carreira militar, em que tanto se distinguiu que rapidamente é promovido ao posto de capitão.
Em 1598 faz uma nova opção de vida ingressando na Companhia de Jesús em Santiago de Compostela, onde pronuncia sua profissão perpétua como Irmão Coadjutor. Volta a Irlanda em 1601, mas em 17 de Junho de 1602 o fazem prisioneiro os ingleses, que em vão forcejam por o fazer renegar de sua fé. Condenado à morte, foi enforcado em 31 de outubro de 1602 em Youghal, cidade onde havia nascido. João Paulo Il o beatificou, juntamente com outros dezasseis mártires irlandeses, em 27 de setembro de 1992 e cuja lista foi aqui já publicada ontem (30/10). Los otros beatificados fueron:Patrick O’Healy, Obispo de Mayo, 31 agosto Conn O’Rourke, Sacerdote de los Frailes Menores, 31 agosto Matthew Lambert, Laico, Robert Meyler, Laico, Edward Cheevers, Laico, Patrick Cavanagh, Laico, Dermot O’Hurley, Obispo de Cashel Margaret Ball nata Bermingham, Laica Maurice Mac Kenraghty, Sacerdote de la diocesis de Limerick Conor O’Devany, Obispo de Down y Connor Patrick O’Loughran, Sacerdote de la diocesis de Armagh Francis Taylor, Laico Peter Higgins, Sacerdote dominico Terence Albert O’Brien, Obispo de Emly, domenico John Kearney, Sacerdote de los Frailes Menores William Tirry, Sacerdote agustino

• Domingo Collins, Beato
Octubre 31 Mártir Jesuíta,

Domingo Collins, Beato

Domingo Collins, Beato

Domingo Collins nació hacia 1566 en la ciudad de Youghal, del condado de Cork, en Irlanda. Tendría unos veinte años cuando partió para Francia. Allí decidió seguir la carrera militar, en la que tanto se distinguió que rápidamente es promovido al rango de capitán. En 1598 hace una nueva opción de vida ingresando en la Compañía de Jesús en Santiago de Compostela, donde pronuncia su profesión perpetua como Hermano Coadjutor. Vuelve a Irlanda en 1601, pero el 17 de junio de 1602 lo hacen prisionero los ingleses, que en vano forcejean por hacerle renegar de su fe. Condenado a muerte, fue ahorcado el 31 de octubre de 1602 en Youghal, ciudad donde había nacido. Juan Pablo II lo beatificó, juntamente con otros dieciséis mártires irlandeses, el 27 de septiembre de 1992.  Los otros beatificados fueron:Patrick O’Healy, Obispo de Mayo, 31 agosto Conn O’Rourke, Sacerdote de los Frailes Menores, 31 agosto Matthew Lambert, Laico, Robert Meyler, Laico,  Edward Cheevers, Laico,
Patrick Cavanagh, Laico, Dermot O’Hurley, Obispo de Cashel Margaret Ball nata Bermingham, Laica Maurice Mac Kenraghty, Sacerdote de la diocesis de Limerick Conor O’Devany, Obispo de Down y Connor Patrick O’Loughran, Sacerdote de la diocesis de Armagh Francis Taylor, Laico Peter Higgins, Sacerdote dominico Terence Albert O’Brien, Obispo de Emly, domenico John Kearney, Sacerdote de los Frailes Menores William Tirry, Sacerdote agustino

93360 > Beato Domenico Collins Religioso gesuita, martire 31 ottobre MR

75760 > Sant'Epimaco (Epimachio) di Melusio Martire 31 ottobre MR

• Froilán de Fosses. Santo
Outubro 31 Abade e missionário,

Foilán de Fosses. Santo

Froilán de Fosses. Santo

Nasceu no século VII na Irlanda. Irmão de São Fursey e Santo Ultan. Viajou com eles desde Irlanda a Inglaterra onde realizaram trabalhos missionários, e estabeleceram um mosteiro perto de Yarmouth. Abade da comunidade en Cnoberesburg, Suffolk no ano 640, numa casa fundada por seu irmão Fursey. Durante uma guerra entre os Mercians e os Anglo-saxões em 650 a casa foi destruída, os irmãos assassinados, capturados ou dispersados. Froillan resgatou a seus irmãos, recuperou as relíquias não destruídas, os livros e ornamentos litúrgicos da casa, e viajou para França. ele e seus irmãos foram acolhidos con beneplácito e apoiados no seu trabalho evangelizador pelo rei Clodoveo II. Froillan fundou um mosteiro em Fosses, diocese de Lieja, no ano 653 nas terras doadas por Santo Itta de Nivelles e Santa Gertrudes de Nivelles. Foi eleito abade deste mosteiro, como referência podemos indicar que em seus arredores cresceu a moderna cidade de Le Roeulx, Bélgica. Foi também capelão e diretor espiritual na casa fundada por Santa Gertrudes. Pregador popular e pastor dedicado a seu povo, morreu assassinado junto com três companheiros por uns bandidos que os atacaram numa de suas viagens. Seu irmão sobrevivente, Saint Ultan, tomou o cargo de abade de Fosses.

Froilán de Fosses. Santo

Abad y misionero, 31 Octubre

Foilán de Fosses. Santo

Foilán de Fosses. Santo

Nació en el siglo VII en Irlanda. Hermano de San Fursey y San Ultan. Viajó con ellos desde Irlanda a Inglaterra donde realizaron labores misioneras, y establecieron un monasterio cerca de Yarmouth. Abad de la comunidad en Cnoberesburg, Suffolk por el año 640, una casa fundada por su hermano Fursey. Durante una guerra entre los Mercians y los Anglosajones en el 650 la casa fue destruida, los hermanos asesinados, capturados o dispersados. Foillan rescató a sus hermanos, recuperó las reliquias no destuidas, los libros y ornamentos litúrgicos de la casa, y viajó a Francia. Él y sus hermanos fueron acogidas con beneplácito y apoyados en su labor evangelizadora por el rey Clodoveo II. Foillan fundó un monasterio en Fosses, diócesis de Lieja, en el año 653 en las tierras donadas por San Itta de Nivelles y Santa Gertrudis de Nivelles. Fue electo abad de este monasterio, como referencia podemos indicar que a sus alrededores creció a la moderna ciudad de Le Roeulx, Bélgica. Fue también capellán y director espiritual en la casa fundada por Santa Gertrudis. Predicador popular y pastor dedicado a su pueblo, murió asesinado junto con tres compañeros por unos bandidos que los atacaron en uno de sus viajes.  Su hermano sobreviviente, Saint Ultan, tomó el cargo de abad de Fosses.

75770 > San Foillano di Fosses Abate 31 ottobre MR

• León Nowakowski, Beato
Outubro 31 Sacerdote e Mártir,

León Nowakowski, Beato

León Nowakowski, Beato

O beato León Nowakowski, sacerdote diocesano polaco, nasce em Byton em 28 de Junho de 1913 e morreu na localidade de Piotrkow Kujawski, durante a ocupação militar de Polónia, por sua fé foi fuzilado a mãos de um regime contrário a Deus.
Foi beatificado por João Paulo II em Varsóvia (Polónia) em 13 de Junho de 1999 junto con outros 107 mártires polacos. Para ver mais sobre os 108 mártires de Polónia durante a Segunda Guerra Mundial faz "click" AQUI

• León Nowakowski, Beato
Octubre 31 Sacerdote y Mártir,

León Nowakowski, Beato

León Nowakowski, Beato

El beato León Nowakowski, sacerdote diocesano polaco, nace en Byton el 28 de junio de 1913 y murió en la localidad de Piotrkow Kujawski, durante la ocupación militar de Polonia, por su fe fue fusilado a manos de un régimen contrario a Dios. Fue beatificado por Juan Pablo II en Varsovia (Polonia) el 13 de junio de 1999 junto con otros 107 mártires polacos. Para ver más sobre los 108 mártires de Polonia durante la Segunda Guerra Mundial haz "click"

93070 > Beato Leone (Leon) Nowakowski Sacerdote e martire 31 ottobre MR

• Lucilla de Roma, Santa
Outubro 31 Virgem e mártir,

Lucilla de Roma, Santa

Lucilla de Roma, Santa

Etimologicamente significa “luminosa, resplandecente”. Vem da língua latina. Oseias disse:”Apliquemo-nos a conhecer ao Senhor; sua vinda é certa como a aurora. Virá a nós como a chuva de primavera que refresca os campos”. Dois termos embaraçosos expressam o início e o fim do dia: a alba e o pôr-do-sol. Lucilla é o diminutivo de Lucía. Como virgem e mártir do século III se recorda no calendário no dia de hoje. Há pouca documentação acerca de Lucilla. Sem embargo que há que baste no aspecto simbólico, traduzido como luz que provém da fé em Cristo, luz do mundo. O corpo santo de Lucilla foi extraído do cemitério de são Calixto em 1642 para o levar a Reggio Emilia, Itália. A narração acerca de sua vida parece longínqua e legendária. Fala dela a perseguição de Valeriano em 257. Neste tempo o tribuno Nemésio pediu ao Papa para lhe conceder o baptismo para si mesmo e para sua filha Lucilla. Esta, cega de nascimento. Recobrou a vista depois da cerimónia do baptismo.A nova fé e o milagre fizeram que o tribuno “passasse” das ordens imperiais. O imperador lhe pedia que voltasse à religião oficial do Império. Se negou rotundamente e, como consequência, pai e filha morreram mártires. ¡Felicidades a quem leve este nome!

• Lucilla de Roma, Santa
Octubre 31 Virgen y mártir,

Lucilla de Roma, Santa

Lucilla de Roma, Santa

Etimológicamente significa “luminosa, resplandeciente”. Viene de la lengua latina. Oseas dice:”Apliquémonos a conocer al Señor; su venida es cierta como la aurora. Vendrá a nosotros como la lluvia de primavera que refresca los campos”. Dos términos embarazosos expresan el inicio y el fin del día: el alba y la puesta del sol. Lucilla es el diminutivo de Lucía. Como virgen y mártir del siglo III se le recuerda en el calendario el día de hoy. Hay poca documentación acerca de Lucilla. Sin embargo sí que hay bastante en el aspecto simbólico, traducido como luz que proviene de la fe en Cristo, luz del mundo. El cuerpo santo de Lucilla fue extraído del cementerio de san Calixto en 1642 para llevarlo a Regio Emilia, Italia. La narración acerca de su vida parece lejano y legendario. Habla dela persecución de Valeriano en el 257. En este tiempo el tribuno Nemesio le pidió al Papa y se lo concedió el bautismo para sí mismo y para su hija Lucilla. Esta, ciega de nacimiento. Recobró la vista después de la ceremonia del bautismo. La nueva fe y el milagro hicieron que el tribuno “pasara” de las órdenes imperiales. El emperador le pedía que volviera a la religión oficial del Imperio. Se negó en rotundo y, como consecuencia, padre e hija murieron mártires. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

75900 > Santa Lucilla di Roma Vergine e martire 31 ottobre

• María Puríssima de la Cruz Salvat y Romero, Beata
Outubro 31 Religiosa,

María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

María Puríssima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

En Sevilha, Espanha, Beata María Purísima de la Cruz (no século Isabel Salvat y Romero), que foi superiora geral da congregação das irmãs da Companhia de la Cruz. ( 1998) Data de beatificação: 18 de setembro de 2010, durante o pontificado de S.S. Bento XVI. La Sierva de Dios nació el 20 de febrero de 1926 en Madrid en el seno de una familia acomodada. Al día siguiente, fue llevada a la fuente bautismal en la parroquia de Nuestra Señora de la Concepción, recibiendo el nombre de María Isabel. En su ambiente familiar, fuertemente motivado en sentido religioso, junto con la primera educación asimiló también los valores cristianos, que profundizó con creciente conocimiento frecuentando desde niña el colegio madrileño de la Virgen María, gestionado por las Religiosas Irlandesas. En el ámbito de su itinerario formativo, recibió la Primera Comunión, la Confirmación y completó el currículo normal de los estudios. En el 1936, al estallar la guerra civil, la familia se trasladó a Portugal; pero, después de dos años, regresó a la patria, escogiendo como residencia, en un primer momento, la ciudad vasca de San Sebastián y luego nuevamente Madrid. A lo largo de estos años Maria Isabel fue madurando en todas las cualidades personales y culturales para poder proyectar una vida social llena de satisfacciones, revalorizada posteriormente por su procedencia alto burguesa. Ella, sin embargo, comenzó a percibir con mucha claridad la vocación a la vida religiosa, de manera que, una vez presentada la solicitud, en el 1944 fue acogida como postulante en el Instituto de las Hermanas de la Compañía de la Cruz de Sevilla. Al año siguiente recibió el hábito religioso, asumiendo el nombre de Sor María de la Purísima de la Cruz, y fue admitida al noviciado. Ya durante este periodo de formación, la Sierva de Dios se distinguió por su compromiso, espíritu de sacrificio y ejemplaridad. De modo particular se manifiestan en ella, con admirable sencillez, el amor a la pobreza, un comportamiento humilde y un espíritu de obediencia desinteresada y convencida. En el 1947 emitió los votos temporales. Reconociendo en ella la preparación humana y espiritual, a la joven hermana se le confió la dirección del colegio de Lopera, cerca de Jaén, compromiso al que siguieron otros cargos de responsabilidad en Valladolid y Estepa. En 1966 fue llamada a la Casa Madre de Sevilla, primero como auxiliar del Noviciado, luego como Maestra de novicias. Dos años más tarde fue nombrada Provincial, luego Consejera General, después aún Superiora de la comunidad de Villanueva del Río y Minas (Sevilla) y en el 1977 fue elegida Madre General del Instituto. Sería reelegida, con permiso de la Santa Sede, otras tres veces para este oneroso cargo, particularmente delicado en los difíciles años que siguieron al Concilio Vaticano II y que vieron a la Sierva de Dios comprometida en la actualización de las Constituciones del Instituto dentro de la óptica de la salvaguardia y de la revalorización del carisma original, a través de una renovada fidelidad al Evangelio y al Magisterio eclesial, una intensa dimensión eucarística y mariana, una inteligente adaptación de la tradición a las nuevas perspectivas de la Iglesia y de la sociedad. Su actitud fundamental fue de un equilibrio dinámico: Sor María no vivió la fidelidad como una cansada repetición de fórmulas ensayadas, sino como un deseo de creatividad para ir al encuentro de las exigencias que el Señor le iba haciendo comprender. En cada circunstancia miró a Santa Ángela de la Cruz, Fundadora de la Congregación, como a un manantial perenne de continuidad coherente dentro de la necesaria renovación.  Tuvo una solicitud particular por la formación permanente de las Hermanas, sobre todo por las que atravesaban momentos de crisis y de desorientación, de modo que en aquellos años de experiencias y de no pocas incertidumbres su testimonio de vida constituyó un punto seguro de referencia para muchas de ellas. Cuidó con amor la animación vocacional, cuyos frutos maduraron incluso de modo visible, hasta el punto de que la Sierva de Dios tuvo que dedicarse a abrir nuevas casas religiosas en otras ciudades de España, como Puertollano, Huelva, Cádiz, Lugo, Linares, Alcázar de S. Juan. Incluso en Reggio Calabria, en Italia, en el 1984 realizó la fundación de una casa. Su personalidad serena y jovial contribuía a crear un clima de confianza y de comunión, pero era sobre todo su sólida espiritualidad la que motivaba sus intenciones y sus acciones. En ella, efectivamente, se pone de manifiesto una intensa experiencia religiosa, vivida con clara conciencia de la presencia de Dios y en la constante búsqueda de su voluntad, y alimentada en las fuentes de la oración y de la contemplación; una sincera disponibilidad a las exigencias del prójimo, de manera particular para con los más necesitados, y una sagaz apertura hacia los problemas contemporáneos; una tendencia hacia la perfección, hasta llegar a conseguir un asiduo y fervoroso ejercicio de las virtudes humanas e cristianas.  En el 1994 le diagnosticaron un tumor, por el que tuvo que ser operada. Afrontó la enfermedad con gran docilidad a la voluntad de Dios y con fortaleza de ánimo y durante cuatro años continuó generosamente con su actividad. En los últimos días de vida, cuando el sufrimiento fue más doloroso, renovó su confianza en la bondad de Dios, preparándose para el momento del encuentro con el Esposo.  El 31 de octubre 1998 se durmió piadosamente en la Casa Madre de Sevilla. En su funeral participaron numerosos sacerdotes y religiosas, junto con un grandísima asistencia de fieles, testimonio de una fama de santidad que ya en vida había acompañado a la Sierva de Dios. El sábado 27 de marzo de 2010, S.S. Benedicto XVI firmó el decreto referente a un milagro atribuido a la intercesión de la venerable María Purísima de la Cruz Salvat.

• María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata
Octubre 31 Religiosa,

María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

En Sevilla, España, Beata María Purísima de la Cruz (en el siglo Isabel Salvat y Romero), quien fuera superiora general de la congregación de las hermanas de la Compañía de la Cruz. ( 1998) Fecha de beatificación: 18 de septiembre de 2010, durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI. La Sierva de Dios nació el 20 de febrero de 1926 en Madrid en el seno de una familia acomodada. Al día siguiente, fue llevada a la fuente bautismal en la parroquia de Nuestra Señora de la Concepción, recibiendo el nombre de María Isabel. En su ambiente familiar, fuertemente motivado en sentido religioso, junto con la primera educación asimiló también los valores cristianos, que profundizó con creciente conocimiento frecuentando desde niña el colegio madrileño de la Virgen María, gestionado por las Religiosas Irlandesas. En el ámbito de su itinerario formativo, recibió la Primera Comunión, la Confirmación y completó el currículo normal de los estudios. En el 1936, al estallar la guerra civil, la familia se trasladó a Portugal; pero, después de dos años, regresó a la patria, escogiendo como residencia, en un primer momento, la ciudad vasca de San Sebastián y luego nuevamente Madrid. A lo largo de estos años Maria Isabel fue madurando en todas las cualidades personales y culturales para poder proyectar una vida social llena de satisfacciones, revalorizada posteriormente por su procedencia alto burguesa. Ella, sin embargo, comenzó a percibir con mucha claridad la vocación a la vida religiosa, de manera que, una vez presentada la solicitud, en el 1944 fue acogida como postulante en el Instituto de las Hermanas de la Compañía de la Cruz de Sevilla. Al año siguiente recibió el hábito religioso, asumiendo el nombre de Sor María de la Purísima de la Cruz, y fue admitida al noviciado. Ya durante este periodo de formación, la Sierva de Dios se distinguió por su compromiso, espíritu de sacrificio y ejemplaridad. De modo particular se manifiestan en ella, con admirable sencillez, el amor a la pobreza, un comportamiento humilde y un espíritu de obediencia desinteresada y convencida. En el 1947 emitió los votos temporales. Reconociendo en ella la preparación humana y espiritual, a la joven hermana se le confió la dirección del colegio de Lopera, cerca de Jaén, compromiso al que siguieron otros cargos de responsabilidad en Valladolid y Estepa. En 1966 fue llamada a la Casa Madre de Sevilla, primero como auxiliar del Noviciado, luego como Maestra de novicias. Dos años más tarde fue nombrada Provincial, luego Consejera General, después aún Superiora de la comunidad de Villanueva del Río y Minas (Sevilla) y en el 1977 fue elegida Madre General del Instituto. Sería reelegida, con permiso de la Santa Sede, otras tres veces para este oneroso cargo, particularmente delicado en los difíciles años que siguieron al Concilio Vaticano II y que vieron a la Sierva de Dios comprometida en la actualización de las Constituciones del Instituto dentro de la óptica de la salvaguardia y de la revalorización del carisma original, a través de una renovada fidelidad al Evangelio y al Magisterio eclesial, una intensa dimensión eucarística y mariana, una inteligente adaptación de la tradición a las nuevas perspectivas de la Iglesia y de la sociedad. Su actitud fundamental fue de un equilibrio dinámico: Sor María no vivió la fidelidad como una cansada repetición de fórmulas ensayadas, sino como un deseo de creatividad para ir al encuentro de las exigencias que el Señor le iba haciendo comprender. En cada circunstancia miró a Santa Ángela de la Cruz, Fundadora de la Congregación, como a un manantial perenne de continuidad coherente dentro de la necesaria renovación. Tuvo una solicitud particular por la formación permanente de las Hermanas, sobre todo por las que atravesaban momentos de crisis y de desorientación, de modo que en aquellos años de experiencias y de no pocas incertidumbres su testimonio de vida constituyó un punto seguro de referencia para muchas de ellas. Cuidó con amor la animación vocacional, cuyos frutos maduraron incluso de modo visible, hasta el punto de que la Sierva de Dios tuvo que dedicarse a abrir nuevas casas religiosas en otras ciudades de España, como Puertollano, Huelva, Cádiz, Lugo, Linares, Alcázar de S. Juan. Incluso en Reggio Calabria, en Italia, en el 1984 realizó la fundación de una casa. Su personalidad serena y jovial contribuía a crear un clima de confianza y de comunión, pero era sobre todo su sólida espiritualidad la que motivaba sus intenciones y sus acciones. En ella, efectivamente, se pone de manifiesto una intensa experiencia religiosa, vivida con clara conciencia de la presencia de Dios y en la constante búsqueda de su voluntad, y alimentada en las fuentes de la oración y de la contemplación; una sincera disponibilidad a las exigencias del prójimo, de manera particular para con los más necesitados, y una sagaz apertura hacia los problemas contemporáneos; una tendencia hacia la perfección, hasta llegar a conseguir un asiduo y fervoroso ejercicio de las virtudes humanas e cristianas. En el 1994 le diagnosticaron un tumor, por el que tuvo que ser operada. Afrontó la enfermedad con gran docilidad a la voluntad de Dios y con fortaleza de ánimo y durante cuatro años continuó generosamente con su actividad. En los últimos días de vida, cuando el sufrimiento fue más doloroso, renovó su confianza en la bondad de Dios, preparándose para el momento del encuentro con el Esposo. El 31 de octubre 1998 se durmió piadosamente en la Casa Madre de Sevilla. En su funeral participaron numerosos sacerdotes y religiosas, junto con un grandísima asistencia de fieles, testimonio de una fama de santidad que ya en vida había acompañado a la Sierva de Dios.
El sábado 27 de marzo de 2010, S.S. Benedicto XVI firmó el decreto referente a un milagro atribuido a la intercesión de la venerable María Purísima de la Cruz Salvat.

95291 > Beata Maria Puríssima della Croce (Maria Isabel Salvat Romero) Vergine 31 ottobre

94773 > Beata Maria de Requesens Vergine mercedaria 31 ottobre

94507 > San Stachys Discepolo di s. Paolo, vescovo di Costantinopoli 31 ottobre

91227 > Beato Tommaso Bellacci da Firenze Religioso 31 ottobre MR

 


 

 











 

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WWW.JESUITAS.PT.

WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

WWW. SANTIEBEATI.IT

Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.

Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

Fratres in Unum.com - 25-10-2011

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by G. M. Ferretti
Rorate-Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com - Magnificat Dominum é um novo trabalho produzido pela admirável Association Sacra Musica (France - page in English), não afiliada oficialmente a nenhuma ordem ou fraternidade em particular, pela popularização das peçcas básicas do canto Gregoriano e das canções religiosas tradicionais em vernáculo entre os fiéis. O organizador do livro? Padre Bernard Lorber, FSSPX (SSPX), o padre por trás dos mais importantes projetos de Sacra Musica.
Quem escreveu o prefácio? O Cardeal Cañizares Llovera, Prefeito da Congregação para o Culto Divino. (Fonte: UnaVoce.fr; créditos: Le Forum Catholique)
G. M. Ferretti | outubro 25, 2011 at 8:43 am | Categorias: Cardeal Antonio Cañizares Llovera, FSSPX | Categories: Atualidades, Igreja, Tradição | URL: http://wp.me/pgELf-4eF

Doutrina Católica – Blogs - 25-10-2011

Idolatria?

Posted by Doutrina Católica ⋅ 24/10/2011 ⋅ 2 comentários

Filed Under Contradições protestantes, Idolatria, Imagens

Contradições do mundo protestante sobre as imagens

Jaime Francisco de Moura

Ainda que alguns protestantes se manifestem a favor do uso de imagens, é muito comum encontrarmos posições críticas a esse respeito. Na maioria das vezes, os protestantes apresentam algumas inconsistências dignas de serem observadas.

Antes de tudo é bom sempre lembrar que:

  • A própria Bíblia é uma imagem: as palavras impressas sobre o papel nada mais são do que símbolos gráficos que excitam os olhos resultando na imaginação responsável pela compreensão do texto. Em verdade, a Bíblia é a imagem da Palavra de Deus.
  • Imagem não é apenas escultura: muito pelo contrário, abrange também pinturas, gravuras, fotografias, desenhos, imagens em 3D e quaisquer outras formas que estimulem a visão. É, portanto, inconcebível que as mesmas igrejas que atacam as imagens sacras defendidas pelos católicos distribuam folhetos, Bíblias e estudos bíblicos ilustrados, quer para crianças, quer para adultos – pois senão também estarão afrontando o Mandamento divino de (Êxodo 20,4) , como dizem que os católicos afrontam…

Não sei se o caro leitor já teve a oportunidade de ver em alguns panfletos protestantes, ou até mesmos livros, algumas imagens que são utilizadas por eles. Abaixo, apresento algumas delas distribuídas pelos protestantes que costumam a acusar os católicos de idólatras:

1) Imagem do rosto de Cristo no folheto “Ele é a solução”, produzido e distribuído pelos Adventistas do 7º Dia: qualquer semelhança com as imagens católicas de Cristo não é mera coincidência.

2) Imagem de Jesus e os discípulos em um barco no “Livro Vida discipular” da Editora LifeWay.

3) Imagem de Jesus e as crianças na “Bíblia Sagrada” da Sociedade Bíblica do Brasil, concordando, é claro, com as mesmas ilustrações utilizadas pela Igreja Católica.

4) Imagem desenhada representando a visita dos Reis Magos no “Caderno Bíblico nº 1/NT” da Sociedade Bíblica do Brasil: a cena se refere a (Mt 2,1-12), porém concorda com a tradição católica de 3 reis magos, já que esse número não é explicitamente citado pela Bíblia. Bom exemplo do uso de imagens para a catequese.

5) Marcador de livro distribuído por um candidato membro da Assembleia de Deus de Santos, durante as Eleições de 1998: a cena apresenta Moisés e os hebreus atravessando o Mar Vermelho. Outro ótimo exemplo do uso de imagens para fins catequéticos.

6) História em quadrinhos produzida pelo americano J.T.C. e distribuída por diversas igrejas protestantes: embora sua real intenção seja combater Maria Santíssima, acaba retratando-a de acordo com a tradição católica.

7) Imagem de Jesus Cristo no folheto “Quem realmente governa o mundo”, produzido pela Sociedade Torre da Vigia e distribuído pelas Testemunhas de Jeová: Cristo representado com barba e cabelos longos concordam com as imagens católicas.

8 ) Estátua de um anjo sobre o templo Mórmon de Salt Lake City, segundo revista “Despertai”, de 08/11/1995: exemplo de imagem em escultura no meio protestante.

Falta-nos ver, então o que diz as Escrituras Sagradas e finalmente, a posição oficial da Igreja sobre as imagens.

Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro, fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa. Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada. (Êxodo 25,18-20) obs: Não devemos esquecer que querubins são imagens de escultura.

Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras: querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces: uma figura humana de um lado, voltada para a palmeira, e uma face de leão voltada para a palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo. Desde o piso até acima da porta, havia representações de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo. (Ezequiel 41, 17-20) obs: aqui podemos ver até figura humana, face de leão, palmeiras etc. O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua glória.

“Fez no santuário dois querubins de pau de oliveira, que tinham dez côvados de altura. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. O segundo querubim tinha também dez côvados; os dois tinham a mesma forma e as mesmas dimensões. Um e outro tinham dez côvados de altura. Salomão pô-los no fundo do templo, no santuário. Tinham as asas estendidas, de sorte que uma asa do primeiro tocava uma das paredes e uma asa do segundo tocava a outra parede, enquanto as outras duas asas se encontravam no meio do santuário. Revestiu também de ouro os querubins. Mandou esculpir em relevo em todas as paredes da casa, ao redor, no santuário como no templo, querubins, palmas e flores abertas”. (1 Reis 6, 23-29)

Confira mais em: (Êxodo 25,22) ( 2 Crónicas 3, 10-14) (Ezequiel 41, 17-21) (2 Samuel 6,2) (1 Reis 7, 23-26) (Êxodo 26, 1-2)

Agora vamos a posição oficial da Igreja. Esta pode ser retirada do Catecismo da Igreja Católica.

  • 476. Visto que o Verbo se fez carne assumindo uma verdadeira humanidade, o corpo de Cristo era delimitado. Em razão disto, o rosto humano de Jesus pode ser ‘representado’ (Gl 3,1). No VII Concílio Ecuménico [=II Concílio de Nicéia] a Igreja reconheceu como legítimo que Ele seja representado em imagens sagradas.
  • 1159. A imagem sacra, o ícone litúrgico, representa principalmente Cristo. Ela não pode representar o Deus invisível e incompreensível; é a encarnação do Filho de Deus que inaugurou uma nova ‘economia’ das imagens: “Antigamente Deus, que não tem nem corpo nem aparência, não podia em absoluto ser representado por uma imagem. Mas agora, que se mostrou na carne e viveu com os homens, posso fazer uma imagem daquilo que vi de Deus. (…) Com o rosto descoberto, contemplamos a glória do Senhor” (São João Damasceno, Imag. 1,16).
  • 1160. A iconografia cristã transcreve pela imagem a mensagem evangélica que a Sagrada Escritura transmite pela palavra. Imagem e palavra iluminam-se mutuamente: “Para proferir sucintamente a nossa profissão de fé, conservamos todas as tradições da Igreja, escritas ou não escritas, que nos têm sido transmitidas sem alteração. Uma delas é a representação pictórica das imagens, que concorda com a pregação da história evangélica, crendo que, de verdade e não na aparência, o Verbo de Deus se fez homem, o que é também útil e proveitoso, pois as coisas que se iluminam mutuamente têm sem dúvida um significado recíproco” (II Concílio de Nicéia, DOC 111).
  • 1161. Todos os sinais da celebração litúrgica são relativos a Cristo: são-no também as imagens sacras da santa mãe de Deus e dos santos. Significam o Cristo que é glorificado neles. Manifestam a nuvem de testemunhas’ (Hebreus 12,1) que continuam a participar da salvação do mundo e às quais estamos unidos, sobretudo na celebração sacramental. Através dos seus ícones, revela-se à nossa fé o homem criado ‘à imagem de Deus’ e transfigurado ‘à sua semelhança’, assim como os anjos, também recapitulados por Cristo [...].
  • 1162. “A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus” (São João Damasceno, Imag. 1,27). A contemplação dos ícones santos, associada à meditação da Palavra de Deus e ao canto dos hinos litúrgicos, entra na harmonia dos sinais da celebração para que o mistério celebrado se grave na memória do coração e se exprima em seguida na vida nova dos fiéis.
  • 2130. No entanto, desde o Antigo Testamento Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens que conduziriam simbolicamente à salvação através do Verbo encarnado, como são a serpente de bronze (Nm 21,4-9) (Sb 16,5-14) (Jo 3,14-15), a arca da aliança e os querubins (Ex 25,10-22) (1Rs 6,23-28) (7,23-26).
  • 2131. Foi fundamentando-se no mistério do Verbo encarnado que o sétimo Concílio Ecuménico, em Nicéia (em 787), justificou, contra os iconoclastas, o culto dos ícones: os de Cristo, mas também os da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos. Ao se encarnar, o Filho de Deus inaugurou uma nova economia de imagens.
  • 2132. O culto cristão de imagens não é contrário ao primeiro mandamento que proíbe os ídolos. De fato, “a honra prestada a uma imagem se dirige ao modelo original” (São Basílio, Spir. 18,45), e “quem venera uma imagem, venera nela a pessoa que nela está pintada” (II Concílio de Nicéia, DS 601). A honra prestada às santas imagens é uma veneração respeitosa, e não uma adoração, que só compete a Deus: “O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é imagem” (São Tomás de Aquino, S.Th. 2-2,81,3,ad 3).
  • 2691. [...] A escolha de um lugar favorável não é sem importância para a verdade da oração: para oração pessoal, pode ser um ‘recanto de oração’, com as Sagradas Escrituras e imagens sagradas, para aí estar ‘no segredo’ diante do Pai. Numa família cristã, essa espécie de pequeno oratório favorece a oração em comum; [...]
  • 2705. A meditação é sobre tudo uma procura. O espírito procura compreender o porquê e o como da vida cristã a fim de aderir e responder ao que o Senhor pede. Para tanto é indispensável uma atenção difícil de ser disciplinada. Geralmente, utiliza-se um livro, e os cristãos dispõem de muitos: as Sagradas Escrituras, o Evangelho especialmente, as imagens sagradas, os textos litúrgicos do dia ou do tempo, os escritos dos Padres espirituais, as obras de espiritualidade, o grande livro da criação e o da história, a página do ‘Hoje’ de Deus.


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Transcrição por

António Fonseca

Telefone da Esperança Portugal – vários blogs - 25 de Outubro de 2011

LEITURA ORANTE


Lc 13,10-17 - Pela dignidade e integridade da pessoa

Posted: 23 Oct 2011 07:01 PM PDT

"Começou a louvar a Deus"

Saudação

- A nós, reunidos pela grande rede da internet,

a paz de Deus, nosso Pai,

a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo,

no amor e na comunhão do Espírito Santo.

- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

Preparo-me para a Leitura, rezando:

Jesus Mestre, que dissestes:

"Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome,

eu aí estarei no meio deles",

ficai connosco,

aqui reunidos (pela grande rede da internet),

para melhor meditar

e comungar com a vossa Palavra.

Sois o Mestre e a Verdade:

iluminai-nos, para que melhor compreendamos

as Sagradas Escrituras.

Sois o Guia e o Caminho:

fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.

Sois a Vida:

transformai nosso coração em terra boa,

onde a Palavra de Deus produza frutos
abundantes de santidade e missão.

(Bv. Alberione)

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?

Leio atentamente o texto, na minha Bíblia : Lc 13,10-17, e procuro compreender as palavras de Jesus

Certo sábado, Jesus estava ensinando numa sinagoga. E chegou ali uma mulher que fazia dezoito anos que estava doente, por causa de um espírito mau. Ela andava encurvada e não conseguia se endireitar. Quando Jesus a viu, ele a chamou e disse: - Mulher, você está curada. Aí pôs as mãos sobre ela, e ela logo se endireitou e começou a louvar a Deus. Mas o chefe da sinagoga ficou zangado porque Jesus havia feito uma cura no sábado. Por isso disse ao povo: - Há seis dias para trabalhar. Pois venham nesses dias para serem curados, mas, no sábado, não! Então o Senhor respondeu: - Hipócritas! No sábado, qualquer um de vocês vai à estrebaria e desamarra o seu boi ou o seu jumento a fim de levá-lo para beber água. E agora está aqui uma descendente de Abraão que Satanás prendeu durante dezoito anos. Por que é que no sábado ela não devia ficar livre dessa doença? Os inimigos de Jesus ficaram envergonhados com essa resposta, mas toda a multidão ficou alegre com as coisas maravilhosas que ele fazia.

Jesus ensinava na sinagoga, num dia de sábado. Ali chegou aquela mulher, imagem viva do ser humano oprimido: encurvada, como se carregasse um enorme fardo nas costas. Carregava, na verdade, duplo fardo: o fato de ser mulher e doente há dezoito anos. Sua presença não passou despercebida ao Mestre. Ele a chamou. E sem precisar ser solicitado, ele a libertou. O chefe da sinagoga ficou zangado e argumentou que no sábado não podia acontecer a cura. E então? O que devia prevalecer: a lei que proibia curar no sábado ou Jesus que veio para salvar, curar? Jesus dá a resposta chamando a esta reacção de legalismo hipócrita. E fala do boi e do jumento que são “desamarrados” em dia de sábado para beber água. Se é assim, por que não se pode “desamarrar” a mulher de sua doença? O evangelista Lucas diz que os inimigos de Jesus ficaram envergonhados.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? O que mais me toca o coração?

De que lado estou: do lado de Jesus que é sensível ao sofrimento dos mais fracos, do lado da mulher, do chefe da sinagoga? É verdade que algumas vezes somos legalistas não querendo nos deixar incomodar por algo diferente que pode acontecer, por uma pessoa que não pensa como nós, por um horário que muda, um atraso que acontece, uma criança que chora, uma palavra mais forte dita pelo pregador, um ruído do microfone, ou algo que não ouvimos bem, nem entendemos. Tantos imprevistos nos incomodam. Nos irritamos quando nossa rotina nos desinstala, ainda mais se é para atender alguém que não nos é muito simpático.... Ajuda-nos a reflectir a palavra dos bispos: “Os desejos de vida, de paz, de fraternidade e de felicidade não encontram resposta em meios aos ídolos do lucro e da eficácia, da insensibilidade diante do sofrimento alheio, dos ataques à vida intra-uterina, a mortalidade infantil, a deterioração de alguns hospitais e todas as modalidade de violência contra crianças, jovens, homens e mulheres. Isto sublinha a importância da luta pela vida e pela dignidade e integridade da pessoa humana. A defesa fundamental da dignidade e destes valores começa na família.” (DAp 468).

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus? Rezo com a
Canção Para Meu Deus
Pe. Zezinho
O orvalho da manhã criança
Me fala do meu Deus
O cantar da brisa mansa
Me fala do meu Deus
O pássaro que canta e trina
Me fala do meu Deus
Minha vida uma canção ensina
A canção que eu fiz para meu Deus
CD Canção para meu Deus, Pe. Zezinho, scj
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus.
Vou eliminar do meu modo de pensar e agir todo legalismo, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patrícia Silva, fsp
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LEITURA ORANTE


Lc 13,18-21 - O Reino de Deus é como o fermento

Posted: 24 Oct 2011 07:01 PM PDT

 

Saudação

- A nós todos, reunidos pela comunicação digital,

A paz de Deus, nosso Pai,

a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo,

no amor e na comunhão do Espírito Santo.

- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

Preparo-me para a Leitura, rezando:

Jesus Mestre, que dissestes:

"Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome,

eu aí estarei no meio deles",

ficai conosco, aqui reunidos (pela Web),

para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra.

Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos,

para que melhor compreendamos as Sagradas Escrituras.

Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.
Sois a Vida: transformai nosso coração em terra boa,

onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e missão.

(Bv. Alberione)

1. Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia? Leio atentamente o texto, na minha Bíblia: Lc 13,18-21, e observo as comparações que Jesus faz para fazer compreender o Reino.

Jesus disse:

- Com o que o Reino de Deus é parecido? Que comparação posso usar? Ele é como uma semente de mostarda que um homem pega e planta na sua horta. A planta cresce e fica uma árvore, e os passarinhos fazem ninhos nos seus ramos.

Jesus continuou:

- Que comparação poderei usar para o Reino de Deus? Ele é como o fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinha, até que ele se espalhe por toda a massa.

Pensar no Reino de Deus como a semente e o fermento é pensar em algo muito dinâmico. Na primeira parábola vemos o Reino como uma grande árvore que nasce de uma minúscula semente plantada por um homem. Na segunda, vemos o Reino como a massa que uma mulher faz e que cresce sob a força do fermento. O crescimento não é mágico, nem repentino. É preciso esperar. É preciso dar tempo para a semente germinar e a massa crescer. É preciso ter paciência. A semente some na terra. O fermento é misturado na farinha e desaparece para poder fazer crescer. A semente morre, explode para poder germinar e brotar. Há um mistério de morte e vida nos dois casos. Há um aspecto de "perda". Perda de aparência, de imagem, de importância. Compreende-se através destas parábolas o que Jesus dizia: "Quem perder a própria vida vai ganhá-la" (Lc 17,33) ou, a Nicodemos: "Se alguém não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus" (Jo 3,3).

2. Meditação (Caminho)

O que o texto diz para nós, hoje? Faço parte deste Reino e vivo a alegria de sermos discípulos de Jesus Cristo. Os bispos, em Aparecida disseram: "A alegria do discípulo não é um sentimento de bem-estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do amor de Deus. Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria." (DAp 29).

3. Oração (Vida)

Rezo com todos os cristãos, pedindo a graça de fazer parte do Reino de Deus, mesmo se encontrar dificuldades.

Rezo com o Padre Zezinho.

Cidadão do Infinito

Por escutar uma voz que disse

Que faltava gente pra semear

Deixei meu lar e saí sorrindo,

E assobiando pra não chorar.

Fui me alistar entre os operários

Que deixam tudo pra te levar

E fui lutar por um mundo novo,

Não tenho lar mais ganhei um povo.

Sou cidadão do infinito,

Do infinito, do infinito,

E levo a paz no meu caminho,

No meu caminho, no meu caminho.
Eu procurei semear a paz
E onde fui andando falei de Deus,

Abençoei quem fez pouco caso

E espalhou cizânia onde eu semeei.

Não aceitei condecoração

Por haver buscado um país irmão,

Vou semeando por entre o povo

E vou sonhando este mundo novo.
CD Colectânea, Pe. Zezinho, scj

4. Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra meditada e rezada?

Vou contemplar o mundo com os olhos da fé e descobrir bem próximo de mim o Reino que se faz presente. Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus.

Bênção

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Irmã Patrícia Silva, fsp

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Transcrição da responsabilidade  de

António Fonseca

Fratres in Unum – vários blogs - 25-Outubro -2011

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Foto da semana.

by G. M. Ferretti

Itália, 4 de outubro de 2011, festa de São Francisco de Assis: sacerdote recebe a benção do cão.

Itália, 4 de outubro de 2011, festa de São Francisco de Assis: sacerdote recebe a bênção do cão.

G. M. Ferretti | outubro 23, 2011 at 1:04 pm | Categorias: Atualidades | Categories: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4b1

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A Liturgia dos ex-anglicanos será ‘ad Orientem’.

by G. M. Ferretti

O Tablet, semanal cato-progressista inglês, publica, de má vontade, a notícia de que a liturgia, ainda em via de definição, do Ordinariato de Nossa Senhora de Walsingham, que reúne sacerdotes e leigos ex-anglicanos, preverá que o sacerdote celebre a Missa ad Orientem, como acontece no Rito de São Pio V (de fato, já hoje as Missas do Ordinariato são muito mais parecidas com as do Rito tridentino que com as do Novus Ordo).

Outro passo avante na direção da restauração da liturgia católica, depois da devastação do pós-Concílio.

Publicado por Giorgio Roversi | Tradução: Giulia d'Amore

G. M. Ferretti | outubro 24, 2011 at 8:50 am | Categorias: Atualidades | Categories: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4eo

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Sharia será base da lei líbia; homens poderão ter 4 esposas.

by G. M. Ferretti

Catholic Culture | Tradução: Fratres in Unum.com: Mustafa Abdul-Jalil, líder do governo de transição líbio, anunciou que a sharia será a "fonte básica" da lei na Líbia pós-Kadaffi.

"Somos um país islâmico", disse Abdul-Jalil. "Tomamos a religião islâmica como o centro de nosso novo governo. A constituição será baseada em nossa religião islâmica".

Agências de notícias informaram que Abdul-Jalil anunciou que o novo governo levantará "restrições quanto ao número de esposas que os homens líbios podem ter". O Corão permite aos homens ter quatro esposas.

Segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, a lei líbia atualmente permite a um homem assumir até quatro esposas, mas apenas com o consentimento da primeira e mediante a prova de que pode sustentar mais que uma esposa.

G. M. Ferretti | outubro 24, 2011 at 10:40 am | Categorias: Atualidades, Islamismo | Categories: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4et

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A verdadeira face de Dom Lefebvre. Novo livro de Cristina Siccardi.

by G. M. Ferretti

Mestre em Sacerdócio, mestre na fé, aquele que salvou a Missa de sempre...

Fonte: Una Fides | Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

Monsenhor Marcel Lefebvre nasceu em 29 de novembro de 1905, em Tourcoing (Norte da França), e morreu em Martigny (Valais, Suíça), em 25 de março de 1991. Arcebispo católico de Dakar e Delegado Apostólico para a África francesa, é nomeado Bispo de Tulle[1] em 1962; depois, Superior Geral da Congregação do Espírito Santo. Grande figura entre os representantes da oposição ao Concílio Vaticano II, em 1970 funda a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, com a finalidade de preservar o sacerdócio católico.

Menos de um ano após o primeiro livro, "Mons. Marcel Lefebvre: em nome da verdade", a conhecida escritora católica Cristina Siccardi volta a enfrentar a figura do Bispo francês, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Este fato já demonstra claramente o notável aumento do interesse por este personagem, controvertido e discutido, mas que deixou uma mensagem no mínimo atual, justo neste momento em que mais e mais vozes se levantam para analisar, de uma nova forma, e anticonformista, o grande fenómeno eclesial do Concílio Vaticano II.

Neste segundo livro, a autora intenta aprofundar sobretudo a espiritualidade e a doutrina de Mons. Lefebvre, evidenciando seu profundo apego à Igreja e à sua Tradição bimilenar.

Continue lendo...

G. M. Ferretti | outubro 24, 2011 at 1:42 pm | Categorias: Mons. Lefebvre | Categories: Atualidades, FSSPX, Igreja, Tradição, Vaticano II | URL: http://wp.me/pgELf-4ev

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“Ocupar Wall Street”. O Vaticano nas barricadas.

by G. M. Ferretti

Às vésperas do G-20, a Santa Sé invoca uma autoridade política universal que governe a economia. Para começar, pede que se implemente um imposto sobre transacções financeiras

Por Sandro Magister | Tradução: Fratres in Unum.com

ROMA, 24 de outubro de 2011 – Segundo o parecer do padre Thomas J. Reese, professor da Universidade de Georgetown de Washington e ex-diretor de "America", o semanário dos jesuítas de Nova York, o documento divulgado hoje pela Santa Sede "não apenas está mais à esquerda de Obama: está também mais à esquerda dos democratas liberais e mais próximo dos pontos de vista do movimento 'Ocupar Wall Street' que de qualquer um dos membros do Congresso dos Estados Unidos".

Na verdade, o documento difundido na segunda-feira, 24 de outubro [hoje], pelo Pontifício Conselho "Justiça e Paz" invoca o advento de um "mundo novo" que deveria ter sua dobradiça em uma autoridade política universal.

A ideia não é inédita. Ela já foi evocada na encíclica "Pacem in terris" de João XXIII, no ano de 1963, e já foi relançada por Bento XVI na encíclica "Caritas in veritate", no ano de 2009, no parágrafo 67.

Porém, a "Caritas in veritate" dizia muitas outras coisas e o presságio de um governo mundial da política e da economia não era seguramente o centro.

Aqui, pelo contrário, todo o documento gira em torno desta ideia, reclamada desde o título:

> "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal"

O que há de utópico e de realista na invocação de tal governo supremo do mundo podemos vislumbrar na desordem geral que nos descrevem diariamente as crónicas da atual crise económica e financeira.

Porém, pertence ao âmbito do realista e viável um elemento específico de inovação auspiciado pelo o documento: os impostos sobre transacções financeiras, também chamado "imposto Tobin".

O documento dedica poucas linhas a essa proposta. E sabe que esta é contestada por objecções fortes e fundamentadas. Assim como também se sabe que a mesma é apoiada por economistas famosos, como Joseph Stiglitz e Jeffrey Sachs.

Porém, ao apresentar o documento à imprensa, a Santa Sé decidiu mostrar-se decisivamente a favor do "imposto Tobin", não somente pedindo para "reflectir sobre ele", tal como se lê no documento, mas também respondendo ponto a ponto às objeções e mostrando a viabilidade e a utilidade já no imediato.

Esta apologia do "imposto Tobin" foi confiada ao economista Leonardo Becchetti, professor da Universidade de Roma "Tor Vergata". Ele desenvolveu a sua tarefa com precisão e com grande quantidade de dados.

> "O Aspecto positivo da crise..."

Sobre a mesa dos chefes de governo do G-20, que se reunirão em Cannes, na França, nos dias 3 e 4 de novembro próximo, estará presente então esta clara postura da Santa Sé a favor da introdução do "imposto Tobin", cuja arrecadação "poderia contribuir para a constituição de uma reserva mundial para sustentar as economias dos países golpeados pela crise".

G. M. Ferretti | outubro 24, 2011 at 3:49 pm | Categorias: Igreja | Categories: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4eD

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Transcrição da responsabilidade de

António Fonseca