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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Notícias (várias) de Fratres in Unum.com–3 de Novembro de 2011

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Crescei e multiplicai-vos.

by G. M. Ferretti

Por Patrícia Medina

A menina Danica May Camacho, nascida neste domingo, foi a criança escolhida para ser - simbolicamente - o habitante de número 7 bilhões.

Nesta semana, a mídia vai nos bombardear com a falsa e demoníaca necessidade do controle populacional. Casais com muitos filhos serão olhados como aberrações irresponsáveis, e não como filhos de Deus que confiam na Divina Providência.

O vídeo abaixo denuncia a grande mentira da superpopulação mundial.

No site “Over Population is a Myth” pode-se encontrar mais vídeos esclarecedores sobre o assunto.

G. M. Ferretti | novembro 1, 2011 at 12:04 pm | Categorias: Moral Católica | Categories: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4gU

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Em defesa da vida, procuradora-geral de Justiça e jornalista fazem videoconferências.

by G. M. Ferretti

Por Vida sim, aborto não!

Hoje, às 21h (horário de Brasília), a procuradora-geral de Justiça do Maranhão, Fátima Travassos, abordará o tema “Anencefalia e Direito à Vida”, durante videoconferência promovida pelo II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida. Para assistir, acesse: www.livestream.com/congressoprovida.

Serviço

O quê? Videoconferências II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida
Quando? Hoje, terça-feira, 1 de novembro
Temas? "Redes sociais pela Verdade e pela Vida", apresentação da jornalista Fabíola Goulart, às 20h. "Anencefalia e Direito à Vida", apresentação da procuradora-geral de Justiça do Maranhão, Fátima Travassos, às 21h.

Site oficial do Congresso: www.congressoprovida.com.br

G. M. Ferretti | novembro 1, 2011 at 4:09 pm | Categorias: Moral Católica | Categories: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4h0

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Summorum Pontificum no Brasil: Missa Tradicional em Juiz de Fora, MG.

by G. M. Ferretti

Domingo, 6 de novembro, às 19 horas

Local: Paróquia São Sebastião, Bairro Barreira do Triunfo, em Juiz de Fora, Minas Gerais

Av. Presidente Juscelino Kubistscheck, 10578

Celebrante: Padre Elílio de Faria Matos Junior

Agradecemos novamente ao leitor Daniel Almeida de Oliveira pelas informações.

G. M. Ferretti | novembro 1, 2011 at 8:40 pm | Categorias: Summorum Pontificum no Brasil | Categories: Summorum Pontificum | URL: http://wp.me/pgELf-4gY

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Impressões de um peregrino.

by G. M. Ferretti

Por Luciano Mendes

Nosso Senhor nos Santos Evangelhos diz que se entra no Reino dos Céus pela porta estreita (Mt 7,14-14). E também nos ensina que Seu jugo é suave e Seu fardo é leve (Mt 11, 28-30).

Em absoluto, estas duas sentenças do Evangelho resumem o caminho de um peregrino.

No último domingo, 30 de outubro, eu e um grupo de amigos tivemos a graça de nos unir aos Peregrinos de Cristo Rei na cidade do Rio de Janeiro.

Juntos, percorremos longas horas a pé e também de bonde até chegarmos aos pés do Cristo Redentor.

Para muitos talvez esta caminhada seja só um belo momento de admirar a paisagem paradisíaca que o caminho rumo ao Cristo Redentor oferece, para outros pode significar também um momento de contato com a natureza ou então a simples visita a um monumento que é considerado uma das sete maravilhas do mundo.

-Continue lendo...>

G. M. Ferretti | novembro 2, 2011 at 9:14 am | Categorias: Igreja | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4h4

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Comunicado de imprensa da Casa Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

by G. M. Ferretti

DICI | Tradução: Fratres in Unum.com - Desde o encontro dos reitores dos seminários e superiores de distrito da Fraternidade São Pio X em Albano (Itália), em 7 de outubro de 2011, vários comentários foram publicados na imprensa sobre a resposta que Dom Bernard Fellay daria às propostas romanas de 14 de setembro.

Deve-se recordar que apenas a Casa Geral da FSSPX tem competência para publicar um comunicado oficial ou um comentário autorizado sobre o assunto.

Até novo aviso, deve-se ter por referência o comunicado de 7 de outubro de 2011. (DICI of 11/02/11).

* * *

Nota da redação: Este comunicado foi publicado hoje, após a divulgação de uma carta do Pe. Paul Morgan, superior do distrito da Grã-Bretanha, em que afirmava haver um consenso entre os presentes na reunião de Albano de que a proposta da Santa Sé era “inaceitável”. Pouco tempo depois, a carta foi retirada do ar.

G. M. Ferretti | novembro 2, 2011 at 3:00 pm | Categorias: FSSPX | Categories: FSSPX | URL: http://wp.me/pgELf-4hj

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No Purgatório.

by G. M. Ferretti

Por Mons. Ascânio Brandão

Quando levamos nossos mortos queridos à sepultura, costumamos dizer: descansaram!... Sim, descansaram das fadigas e lutas desta vida que é um combate no dizer expressivo de Jó: "militia est vita hominis super terram - a vida do homem neste mundo é um combate". Porém, descansaram já no seio de Deus? Estão já no eterno repouso no céu? Ai! é tão grande a fragilidade humana, que bem poucos, raríssimos, são os que deixam esta vida e entram logo no céu. Os mortos entram, sim, na paz do Senhor, mas na paz da justiça, geralmente na paz da expiação do purgatório. O purgatório é o lugar da paz. Lá habita a doce paz dos eleitos, dos que resignados e cheios de amor e de dor cumprem a sentença e se purificam à espera do céu. Já se chamou ao purgatório, e com razão, o vestíbulo do paraíso. É o pórtico da eternidade bem-aventurada.

Continue lendo...

G. M. Ferretti | novembro 2, 2011 at 8:00 pm | Categorias: Igreja | Categories: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4hn

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Prof. Roberto de Mattei, “… ‘regra da fé’ não é nem o Concílio Vaticano II, nem o Magistério vivo contemporâneo, mas a Tradição, ou seja, o Magistério perene”.

by G. M. Ferretti

Entrevista com o professor Roberto de Mattei - Um docente católico é ‘indigno’ de ser premiado

Na atual cultura europeia, o conceito de liberdade de opinião adquiriu, também, infelizmente, em campo católico, matizes tipicamente iluministas e ideológicos. Em nome da defesa da liberdade "de todos" se procura impedir que aqueles que defendem ideias consideradas incompatíveis com esta liberdade as possam expressar. Isto tem uma inata valência antirreligiosa e principalmente anticatólica, já que a Fé romana tem a certeza das Verdades que proclama, e isto é percebi do pelos relativistas como dogmatismo intolerante, a ser combatido em todas as suas expressões.

Neste quadro se insere o caso "de Mattei – Acqui Storia", que apareceu nos principais jornais italianos: desde o "Corriere della Sera" ao "Il Giornale", de "la República" ao "Libero". O Prêmio Acqui Storia, chegado este ano à 44ª edição (a cerimônia de premiação será realizada em Acqui Terme, em 22 de outubro próximo), tornou-se o mais importante reconhecimento dedicado à História, não apenas em nível nacional, mas na Europa, e está dividido em três seções: histórico-científica, histórico-divulgadora e romance histórico. O Presidente do Prêmio, Guido Pescosolido, demitiu-se de forma polêmica contra a escolha de premiar o ensaio histórico-científico O Concílio Vaticano II. Uma história nunca escrita (Lindau Ed.) do Professor Roberto de Mattei, Católico com C maiúsculo e vice-presidente do CNR (Conselho Nacional de Pesquisas). Motivo: "Trata-se da obra de um militante", no entanto havia declarado: "respeito todas as ideias"... Rocco Buttiglione, ex-ministro da Cultura, acusou Pescosolido de continuar uma ‘perseguição pessoal’ contra de Mattei. Cada estudioso lê e interpreta os eventos com base em sua própria bagagem cultural; mas isto não exclui de realizar obras sérias e rigorosas, sem manipulações, respeitando a objetividade dos fatos.

No ‘Corriere della Sera’ (3-10-2011) de Mattei escreveu: "Estou muito longe de Giuseppe Alberigo e de Alberto Melloni como orientação cultural, mas reconheço que desenvolveram sobre o Vaticano II um trabalho científico de primeira categoria. Depois, o juízo deles sobre o Concílio é oposto ao meu, mas isso é dialética normal entre históricos de diferentes procedências”. Justamente Melloni, no ‘Corriere della Sera’, reconheceu o valor historiográfico e crítico da obra do de Mattei. Declarou (‘Il Giornale’, 3-10-2011) o assessor de Cultura de Acqui Terme, ao qual compete a organização do Prêmio: "O ensaio de de Mattei não foi escolhido com base em considerações ideológicas, tanto é verdade que os jurados do prêmio pertencem a diferentes escolas científicas e tradições culturais”.

Nós entrevistamos o Professor Roberto de Mattei.

Professor, depois de estar entre os finalistas do prêmio PEN Club, seu livro ‘O Concílio Vaticano II. Uma história nunca escrita’ ganhou o Premio Acqui, o prêmio histórico italiano de maior prestígio. Até mesmo neste caso, não faltaram as polêmicas, inclusive com a renúncia do Presidente do Júri...

O Prêmio Acqui Storia foi atribuído ao meu livro exclusivamente pelo seu valor científico, independentemente de valorações ideológicas de qualquer natureza, como explicou o assessor Carlos Sburlati, mas o prof. Guido Pescosolido, presidente do júri, tão logo se esboçou a possibilidade de meu sucesso, pediu demissão. Poderia ter expressado um voto contrário, como se costuma fazer neste tipo de premiação, mas com sua demissão e as sucessivas declarações à imprensa quis dar a seu gesto o significado de um protesto contra a minha posição de ‘católico militante’ (assim me definiu no ‘Corriere della Sera’). Observo que qualquer católico é, ou deveria ser, ‘militante’, como membro da Igreja, que assim se define justamente porque aqui na terra combate. Mas o que os‘liberais’ como Pescosolido não aceitam, a ponto de ‘virar a mesa em que se joga’, é que ‘católicos militantes’ possam obter públicos reconhecimentos ou estar em instituições de relevo. Pode-se conceder a eles a liberdade de expressão somente sob a condição de que a exprimam na semi-clandestina de dos círculos tradicionalistas, em um estado de substancial dhimmitude[1]. Estamos diante de uma clara expressão do ‘totalitarismo liberal’.

Em que sentido fala de ‘totalitarismo’?

O totalitarismo é caracterizado pela proibição de fazer pergunta, porque exige não homens, mas máquinas, que ajam de modo mecânico, privados de critérios de juízo, de acordo com a vontade de seus superiores, nos quais se anulam. O totalitarismo é estranho ao Cristianismo, que certamente conhece a obediência ao superior, mas sempre escolhida, nunca imposta, como acontece nos regimes totalitários. A Idade Média nunca foi totalitária porque o soberano se curvava à lei natural e divina, e às tradições e aos costumes do reino. Foi a Revolução Francesa que impôs a todo cidadão uma obediência à Revolução desvinculada de qualquer critério transcendente. Foi a Revolução Francesa que introduziu a lei dos ‘suspeitos’, matriz de todos os totalitarismos. De acordo com essa lei, as pessoas eram presas e condenadas, não por crimes objetivos, mas por aqueles que o suspeito poderia ter cometido como resultado de sua educação, de suas amizades, de suas simpatias ideológicas. O mesmo princípio guiou os "expurgos" de Stalin: a condenação era decretada não contra quem tivesse violado a lei, mas contra quem quer que não manifestasse plena adesão, cego entusiasmo, obediência servil à Revolução Comunista e a seu líder. Esta mentalidade totalitária inspira a prática do ‘politicamente correto’ das sociedades democráticas. Existem alguns temas que não podem ser tratados, sob pena não de prisão física, mas do isolamento psicológico e moral do ‘suspeito’. A mesma mentalidade tem penetrado no seio da Igreja, em alguns de seus expoentes, laicos e eclesiásticos: ela se manifesta, hoje, através da proibição de colocar questionamentos sobre o Concílio Vaticano II.

Refere-se às críticas feitas a seu livro também em alguns círculos católicos?

Nenhum historiador pode imaginar que seu trabalho seja recebido sem discussão ou controvérsias, mas essas discussões acontecem, geralmente, no plano em que o historiador se situa: o dos fatos que narra. Não teria imaginado que meu livro fosse, no entanto, rejeitado por alguns em nome desses mesmos preconceitos ideológicos dos quais Bento XVI nos convida a nos livrarmos. Assim foi: em alguns jornais católicos meu livro foi acusado de ser ‘tendencioso’ e, portanto, inaceitável, porque dele parece emergir um juízo negativo em relação ao Concílio Vaticano II. O Concílio, tem sido escrito e repetido, é um ato supremo e infalível da Igreja e como tal não pode ser colocado em discussão: quem o discute se coloca, por isso mesmo, fora da Igreja.

Com esse incrível sofisma não só o meu estudo, mas qualquer livro, artigo ou afirmação que, respondendo ao chamado do Papa Bento XVI, no seu discurso de 20 de dezembro de 2005, queira colocar questionamentos sobre o Concílio, ou ao pós-Concílio, é imediatamente silenciado sob pena de excomunhão, se não canônica, ao menos psicológica, moral e mediática. Quem levanta questões sobre o Vaticano II é ‘suspeito’ de cisma e heresias, excluído dos salões eclesiásticos, isolado nas dioceses, nas paróquias, nas associações. Pelo contrário, aqueles que, em nome do Concílio Vaticano II, avançam teses ousadas e sem escrúpulos, às vezes heréticas ou perto da heresia, é convidado à mesa eclesiástica, tratado com o máximo respeito, considerado um interlocutor digno de atenção.

Não a surpreende que essas críticas tenham vindo sobretudo de católicos ‘neoconservadores’?

É verdade. As mais fortes críticas, de fato, vieram de círculos católicos que eu não gostaria de chamar de ‘neoconservadores’ porque me pareceria errado em relação aos verdadeiros conservadores, mas sim ‘neocentristas’ ou ‘neoconciliares’. São aqueles católicos que, para impor a própria hegemonia, brandem o ‘Magistério’ contra a Tradição da Igreja, propondo-se, em seguida, como os únicos intérpretes deste efêmero e magmático Magistério, mesmo que nunca infalível e nunca de definição. Outra característica deles é o complexo de inferioridade para com a cultura secular, que consideram sempre mais ‘respeitável’ e ‘científica’ do que aquela ‘tradicionalista’. São minimalistas, ou se se preferir ‘catacumbalistas’, porque aceitam, em última instância, seu destino catacumbal.

A Sua obra parece contrapor-se de maneira clara também ao clichê ‘tradicional’ sobre o Concílio Vaticano II, encarnada pela chamada Escola de Bolonha. Pode-se falar de uma fenda definitiva na homogeneidade quase absoluta da leitura ‘bolognese’ da Assis[2] pastoral?

A ‘Escola de Bologna’, depois da morte de Giuseppe Alberigo, é representada hoje por Alberto Melloni e alguns outros poucos alunos, enquanto se está formando uma nova escola em vez disso, que gosto de chamar de ‘romana’, em homenagem à grande escola teológica de que Mons. Brunero Gherardini é hoje ilustre representante. O termo Roma obviamente não é geográfico, ao contrário do de Bolonha, mas expressa a fidelidade destes autores ao perene ensinamento da Cátedra de Pedro. A esta escola ‘romana’ atribuiria o excelente livro recém publicado por Alessandro Gnocchi e Palmaro Mario: A Bela Adormecida. Porque depois do Vaticano II a Igreja entrou em crise. Porque despertará (Vallecchi Ed.), um livro que tem o mérito de desenvolver, em um modo brilhante e acessível ao grande público, questões importantes, tais como a Revolução da linguagem do Vaticano II.

Como reagem os estudantes universitários a essas novas pesquisas historiográficas? Há alunos laureados e laureandos que desejam aprofundar o sulco traçado pelo senhor?

Serão sobretudo os jovens a desenvolver e aprofundar os temas levantados pelo meu livro. Há ainda muitos arquivos para explorar, penso principalmente nos dos Países do Leste, e muitos diários para trazer à luz, tais como os dos Cardeais Felici e Ottaviani, cuja existência é certa, mas ainda mantidos em segredo. O problema real, no entanto, mais do que a aquisição de novos documentos é a discussão sobre o que é já conhecido. Esta discussão o Papa a abriu, a solicitou, a apreciou, como o confirmaram seus atos depois do discurso de 2005: refiro-me ao Motu Proprio Summorum Pontificum, com a qual devolveu a livre cidadania ao Rito Romano antigo, e à remissão da excomunhão aos quatro bispos consagrados por Mons. Marcel Lefebvre. A esta discussão eu pretendi dar uma contribuição, escrevendo uma história que, como tal, se colocasse ao nível dos fatos, buscasse a verdade do que houve no Concílio, para que, finalmente, discutindo-se isso, se soubesse do que fala, e o soubessem principalmente os jovens, aqueles que nasceram depois do Concílio Vaticano II e que o consideram muitas vezes um evento mítico, mais do que um fato histórico. É sobretudo para os jovens que o meu livro foi escrito, para ajudá-los a pensar, a discutir, a se situar na perspectiva sugerida por Bento XVI.

Pensa em dedicar outros estudos ao XXI Concílio ecumênico da Igreja Católica?

Será lançado em novembro, pela Lindau editora, um novo livro meu sobre a Tradição da Igreja, no qual não deixarei de responder aos problemas historiográficos e teológicos levantados pelos críticos da minha história do Concílio.

Esta fissura no edifício conciliar, que alguns definiram o triunfo da Revolução na Igreja, preludia, em sua opinião, a um seu colapso? E, em caso afirmativo, quando?

O Concílio Vaticano II, considerado como evento histórico, e para além até mesmo de uma necessária valoração teológica de seus documentos, foi uma verdadeira revolução, não por acaso definida o ‘89 [3]da Igreja Católica. Como qualquer revolução, ele construiu um edifício destinado a ruir. Isto será feito abruptamente, e o nosso trabalho é o de não nos deixar esmagar pelas ruínas, que não serão as da Igreja, mas de homens e de estruturas de Igreja.

Acredita que a Tradição, após a embriaguez do mito do aggiornamento [4], possa retornar a ter seu lugar de direito na Igreja?

A Tradição não é o passado, é o Depósito perene e sempre vivo da Fé e dos costumes da Igreja. Seu papel reemergirá, em minha opinião, com força sempre maior, como é natural que aconteça nos tempos de crise. A ‘hermenêutica da continuidade’, evocada por Bento XVI, não pode ser entendida se não como uma interpretação do Concílio Vaticano II à luz da Tradição, ou à luz do ensinamento divino-apostólico que perdura em todos os tempos e nunca se interrompe. Na Igreja, de fato, a ‘regra da Fé’ não é nem o Concílio Vaticano II nem o Magistério vivo contemporâneo, mas a Tradição, ou seja o Magistério perene, que constitui, com a Sagrada Escritura, uma das duas fontes da Palavra de Deus e usufrui da especial assistência sobrenatural do Espírito Santo.

Cristina Siccardi

Fonte: MessaInLatino.it via Una Fides

Tradução: Giulia d’Amore di Ugento.

G. M. Ferretti | novembro 3, 2011 at 9:20 am | Categorias: Roberto de Mattei, Summorum Pontificum, Tradição, Vaticano II | Categories: Atualidades, História da Igreja, Igreja, Summorum Pontificum, Vaticano II | URL: http://wp.me/pgELf-4hs

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Um bispo tomista para a Suíça.

by G. M. Ferretti

Acaba de ser divulgada pela Santa Sé a nomeação do Padre Charles Morerod, OP, atual secretário da Comissão Teológica Internacional, como novo bispo de Lausanne, Genebra e Friburgo, na Suíça. Morerod foi um dos responsáveis pelo decreto de reforma dos estudos eclesiásticos de filosofia e também um dos peritos da Santa Sé nas discussões com a Fraternidade São Pio X.

G. M. Ferretti | novembro 3, 2011 at 9:32 am | Categorias: Atualidades | Categories: Atualidades, Cúria Romana | URL: http://wp.me/pgELf-4hw

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ANTÓNIO FONSECA

Nº 1092 - (286) - 3 DE NOVEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO

 

Nº 1092

SANTO HUBERTO

Bispo (655-727)

 

  • Huberto (Humberto) de Mastrique-Tongeren, Santo

    Huberto (Humberto) de Masstricht-Tongeren, Santo

    Huberto foi príncipe real de França, descendente em linha recta de Clóvis. Era filho de Beltrão, duque de Aquitânia. Tendo somente doze anos, numa daquelas caçadas de que tanto gostavam os príncipes da sua raça, o jovem Huberto viu um urso furioso precipitar-se sobre o seu pai e calcá-lo com as suas poderosas patas. A este espetáculo, o jovem gritou: «Meu Deus, dai-me força para salvar o meu pai!». Imediatamente lança-se sobre o animal feroz e abre-lhe o peito com uma lança. Seu pai estava salvo. Pouco tempo depois, Huberto foi mandado para junto de Thierry III, rei de França, a fim de estudar na escola palatina, onde alcançou grandes triunfos. Mas a vista do miserável Ebroim, o assassino de S. Leger, provocava-lhe uma repulsão invencível, resolvendo por isso passar à corte de Austrásia, onde governava o neto de Santo Arnaldo, Pepino de Heristal. Huberto ganhou de tal modo o afecto de todos que, Pepino deu-lhe a mão duma bisneta de Santo Arnaldo, Floribana, de quem teve um filho, Floriberto, que chegou a ser santo como seu pai. Por esta altura, ainda o coração do jovem príncipe se sentia preso pelo desejo das glórias humanas. A caça sobretudo era o objecto da sua predileção. No ano de 683 foi à caça em Sexta-feira Santa. Em vez de meditar sobre o grande mistério deste dia, percorria a floresta das Ardenas. Um veado de incomparável beleza, que ele perseguia, parou de súbito na sua frente. Entre os chifres do animal estava uma cruz brilhante, e ao mesmo tempo uma voz dizia: «Huberto! Huberto! Se te não convertes e não levas vida santa, cairás dentro em breve no inferno!». O ardente caçador, atemorizado, salta abaixo do cavalo e prostra-se dizendo: «Senhor, que quereis que eu faça?» «Vai ter com o bispo Lamberto e ele te instruirá.» A visão desapareceu. Santo Huberto não calçou mais, e esta circunstância da sua vida, que o arrancou ao prazer da caça, constituiu-o patrono dos caçadores. Durante dois anos, ouviu os ensinamentos de Lamberto, bispo de Tongres. Depois da morte da esposa, fez-se eremita, indo para o mesmo lugar onde o veado lhe tinha aparecido. Algum tempo depois foi a Roma, onde o Pontifice Sérgio o nomeou para sucessor de S. Lamberto, que tinha sido morto por uma mulher infame cujos desvarios condenava. Foi Bispo de Tongres – Maastricht – Lieja: dois terços da Bélgica atual. Depois duma vida toda passada ao serviço de Deus sentiu aproximar-se o fim. Mandou chamar o filho Floriberto e disse-lhe o último adeus. Em seguida, cantou todo o Credo. Entoou o Pai-Nosso, para continuá-lo no céu. Tinha 72 anos de idade, no ano de 727. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

  • SÃO MARTINHO DE PORRES

    Religioso (1579-1639)

    Martín de Porres, Santo

    Martín de Porres, Santo

    Outrora, fez o Irmão Martinho de Porres no convento o seu ofício de enfermeiro com grande amor a Deus e às almas; agora, beneficiamos dos progressos espirituais que ele procurou à humanidade numa obra e por um obra sem grande brilho exterior. Nasceu fora do casamento, em Lima, capital do Peru, a 9 de Dezembro de 1579, dum nobre cavaleiro da ordem de Alcântara, João Porres e duma mulata não escrava, Ana Velásquez. A ata do batizado do nosso santo diz: «nascido de pai incógnito». Mas o cavaleiro no testamento, reconheceu o filho natural. No processo apostólico de 1683 sobre as virtudes de Martinho, notava-se como prova de humildade este facto: Martinho não apregoava a nobreza de seu pai. Ana fora abandonada pelo sedutor. para viver, Martinho aprendeu o ofício de barbeiro-cirurgião. Entrou muito jovem, como «donato», terceiro leigo, no convento de Nossa Senhora do Rosário de Lima. A 2 de Janeiro de 1603, fez profissão solene com os três votos, o que era então raro para os religiosos da sua categoria. Foi toda a vida enfermeiro da comunidade. A sua bondade estendia-se aos animais. O irmão leigo, fornecedor da cozinha, matara um cão e ia-o deitar num esgoto: Martinho ressuscitou o pobre animal. Um peru tinha uma para quebrada: Martinho tomou conta dele; a ave vinha pontualmente receber cuidados. Ele era bom para os touros como para as ratazanas, e combinou com os ratos garantir-lhes um espaço vital que não comprometesse as reservas dos religiosos. Encontrava combinações pacíficas entre cães, gatos e ratos. Uma imagem de 1733 representa-o com um cesto que serve de campo de concentração para a rataria. Na Itália é ele conhecido como «O Santo contra os ratos, il Santo contro i sorci». A sua solicitude pelos irmãos doentes era viva. Encontravam-no junto deles para os aliviar, mesmo, seguindo se diz, que a porta estivesse fechada à chave. Como um prestidigitador, ele sabia fazer sair da manga, na devida altura, a guloseima ou objecto mencionado para restituir ânimo ao paciente. Um, doente correspondeu às suas bondades com injúrias. Martinho foi rezar, depois voltou: «A sua ira, disse, era bem justa, irmão, é preciso reconhecê-lo. mas pense ainda assim que a ira pode agravar o seu mal». E serve-lhe um pratinho de alcaparras, pelas quais ele tem paixão. «Vamos irmão coma! Não se inquiete, Deus o socorrerá» O doente como um pouco. «Vejamos essa perna». E Martinho inspeciona-lhe a perna doente, fricciona-a um instante diz: «Vamos, irmão, tenha confiança em Deus! Não será nada!» O paciente sentiu-se logo aliviado e depressa se viu de todo curado. Desde então aclamou, por toda a parte, a santidade e a prodigiosa virtude do Santo Deus. Martinho sabia sair do êxtase logo que as suas funções de enfermeiro o exigiam. Os seus irmãos homens, em particular os seus irmãos em religião, eram para ele verdadeiramente irmãos. Considerava-se como escravo de todos e de cada um. Se a doença piorava, o zelo de Martinho crescia. Tinha então uma maneira tal para dobrar os seus cuidados e as suas delicadezas, que levava os observadores a dizerem: «Fulano está perdido». Martinho jejuava para dar de comer aos pobres. Jejuava todo o ano, quase não comendo senão restos de pão, mas discretamente, de maneira que nisso não se reparava.Samuel Butler escreveu nos seus Carnets: «O corpo não é mais de um par de pinças montado sobre um fole e uma caçarola, e tudo sustentado por duas andas». A caçarola, em Martinho, tornou-se extraordinariamente modesta. Socorria ainda assim sacerdotes indigentes. Dom Pedro Fernández de Bobadilha, conde de Chicón, e o governador João de Figueiroa confiavam-lhe cada um cem «peças» todos os meses, para dar esmolas. Ele trazia verdadeiramente os pobres no seu coração. Um dia, um superior increpou-o violentamente sem razão, diante de todos. A vingança do Santo foi do melhor gosto. Depois de se ajoelhar diante do prelado, foi à cozinha e trouxe-lhe para a mesa um presentinho de fruta e especialidades do país. O prelado não era insensível e ficou inclinado a maior benignidade. Este zelo e esta caridade ia-os Martinho buscar à oração. Gostava de ajudar à Missa, vivia da Eucaristia. Trazia um terço ao pescoço, «segundo o costume de S. João Baptista», e outro à cinta, a que ele desfiava as contas sempre que um trabalho determinado não o monopolizava. Rezava muito tempo de noite, como Jesus: Lc 6, 12. Cada noite tomava três disciplinas, e condimentava os ferimentos delas com um molho picante. Dormia no claustro, ou então na padiola reservada para os cadáveres. para não perturbar ninguém, tomava os seus «recreios» penitenciais entre as sepulturas da igreja, quando tudo descansava. Impuseram-lhe a cama, um lençol. Obedeceu, mas conservando o seu cilício. A áspera concha, que este formava, enfraquecia-o e ele tinha dificuldade em tornar a levantar-se. Mas esta fraqueza não lhe impedia desempenhar perfeitamente as suas funções; afinal, satisfazia a tudo o que lhe era pedido. O irmão Martinho era um homem prudente. As grandes personalidades consultavam-no com proveito. O seu zelo abrangia toda a Igreja militante, toda a Igreja padecente,.. Parecia sentir-se a sua ajuda na Argélia, na Índia, no Japão, no México … e no Purgatório. O historiador gostaria neste ponto de seguranças criticas. Conta-se que um homem indo a casa duma mulher para visita repreensível, passou antes pelo convento do irmão Martinho. Este entreteve-o de maneira cortês e edificante. Voltando à rua, veio o homem a saber que o tecto do quarto do projetado encontro acabava de cair sobre a mulher, que ficara gravemente ferida. O irmão tinha evitado um mau passo diante da divina Majestade. Depois do almoço, no recreio, Martinho ensinava o catecismo. Os mais instruídos viam que ele tinha ciência infusa, comunicada do alto, que ele estava cheio do Espírito Santo. Não insistiremos nos seus dons pré-ternurais de agilidade, subtileza, profecia, conhecimento dos pensamentos escondidos, nem nas lutas com os demónios e as suas relações com os anjos. Pensemos sobretudo que ele era verdadeiramente humilde e que procurava ter uma consciência pura.O seu frágil arcaboiço imobilizou-se a 3 de Novembro de 1639. Em 1837, o papa Gregório XVI proclamou beato o pobre mulato, insaciável de dedicação. Um Padre escreveu a sua vida. A mãe deste dominicano escritor, que era surda, recuperou a audição quando se puseram a a ler-lhe a biografia. É pelo menos o que afirma o filho e autor do livro. Foi canonizado o beato Martinho de Porres por João XXIII, na Basílica Vaticana, a 6 de Maio de 1962. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebneati.it Segue navegando com San Martín de Porres en: corazones.org. e EWTN

    BEATO TITO BRANDSMA

    Sacerdote (1881-1942)

     

  • A 3 de Novembro de 1985 foi em Roma beatificado o frade carmelita holandês Tito Brandsma (1881-1942). Professor da Universidade Católica de Nímega, notabilizou-se como jornalista e grande apóstolo da imprensa católica. Por isso, os nazistas prenderam-no e encerraram-no no Campo de Concentração de Dachau. No meio dos horrores do ódio e da vingança, desculpava os seus carrascos com estas palavras: «Também eles são filhos de Nosso Senhor». A seu respeito disse o santo Padre, na cerimónia da beatificação: «Uma constante veia de otimismo granjeava-lhe a simpatia de todos os que tinham a ventura de o conhecer, e que não abandonou nunca; acompanhou-o mesmo no inferno do campo de concentração nazista. Até ao fim manteve-se para todos os presos um motivo de amparo e de esperança: para todos tinha um sorriso, uma palavra de compreensão, um gesto de bondade. A própria “enfermeira” que no dia 26 de Julho de 1942 lhe injetou o veneno mortal, testemunhou mais tarde que na sua memória estava sempre vivo o rosto daquele sacerdote que “tinha compaixão de mim”. A essa enfermeira, que o veio matar, ofereceu-lhe Frei Tito a única coisa que tinha, o seu terço, dizendo: – “Usa-o para rezar.Não me serve para nada; não sei rezar.Experimenta rezá-lo; reza pelos pecadores.» A enfermeira, que ainda vivia na data da beatificação, pegou naquela prenda. Mais tarde converteu-se, foi testemunha no processo de Beatificação de Frei Tito,e conservava com grande estima o terço daquele sacerdote que ela própria matou. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

    76075 > Beata Alpaide di Cudot Vergine 3 novembre MR


    91159 >
    Sant' Amico di Avellana Monaco 3 novembre


    90916 >
    San Berardo dei Marsi Vescovo 3 novembre MR


    76070 >
    Sant' Ermengold (Ermengaudio) 3 novembre MR


    93269 >
    Sant' Eufrosino Vescovo 3 novembre


    95473 >
    San Gaudioso di Tarazona Vescovo 3 novembre


    76030 >
    Santi Germano, Teofilo e Cirillo Martiri 3 novembre MR


    76060 >
    San Giovanniccio Monaco in Bitinia 3 novembre MR


    76045 >
    San Guenaele Abate in Bretagna 3 novembre MR


  • • Gwenfrewi ou Winfred de Gales, Santa
    Novembro 3 Virgem e Mártir,

    Gwenfrewi o Winfred de Gales, Santa

    Gwenfrewi ou Winfred de Gales, Santa

    Jesús disse: “Orai por vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem para poder ser chamados filhos de vosso Pai que está no céu”. O nome da padroeira de Gales aparece também escrito em forma inglesa Winifred (Winifreda) ou com outra forma Guineura. Foi uma virgem do século VII. A vida dos santos e santas se deve, fundamentalmente, não tanto aos prodígios quanto a seu culto tributado desde a mais antiga era cristã. A vida desta virgem galesa se escreveu no século XII. ¿Que se sabe dela? Viveu em Holywell. Como tinha um tio santo, o seu passou a um segundo lugar. Se conta que viveu – desde que era muito jovem – assaltada por um homem que intentava seduzi-a do modo que fosse. Cansado e irritado por não conseguir seu objetivo de a violar, quando ia um dia à igreja, a seguiu. Esta a jovem sumida em sua intimidade com o Senhor mediante a oração, se acercou e lhe deu morte. Del lugar en el que cayó su cabeza, nació una fuente. Antes de morir, había sido monja entregada a Dios plenamente. Incluso, debido a sus cualidades y a su santidad, la eligieron abadesa de Holywell. En la Edad Media se propagó su culto por muchos sitios, debido, en parte, a la salida de los galeses de una parte para otra. Tanto Hoywell como Shrewsbury se han convertido en centros de peregrinación.
    Enrique V mandó que esta peregrinación se hiciera a pie. Eduardo VI hizo lo mismo. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

    76080 > Sant' Ida (Idda) di Fischingen 3 novembre MR


    76035 >
    San Libertino di Agrigento Vescovo e martire 3 novembre MR


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  • SÃO MALAQUIAS

  • Bispo (1094-1148)

  • Malaquías de Armagh, Santo

  • Estrela (Ver este blogue, no dia 2 de Novembro, ontem)

  • Nasceu em Armagh, Irlanda, pelo ano de 1094. Ficou célebre devido a uma profecia sobre os Papas, cuja autenticidade é contestada. Malaquias, depois de restaurar a ilustre abadia de Bangor (1123) e a diocese de Cannor (1124-1127) , que tinham sido destruídas pela invasão dos Vikings, veio a ser, em 1129, arcebispo de Armagh. Os anos que se seguiram (1129-1137) foram para ele anos de sofrimentos. Vieram dos senhores que tinham como próprios os bens da Igreja e tentaram repetidamente assassiná-lo. Em 1139, partiu para Roma, parando na ida e na volta em Claraval, na casa de seu amigo S. Bernardo. Rogou ao Papa que lhe tirasse o seu cargo, para ir viver como monge em Claraval. A isto respondeu o papa nomeando-o legado pontifício, o que o transformava em primeiro responsável pela Igreja da Irlanda. Foi o como tal que ele mostrou tudo quanto era capaz de fazer (1140-1148), transformando o seu país num dos mais religiosos da cristandade. Malaquias retomou caminho de Roma, em 1148; mas caiu doente chegando a Claraval, e lá morreu duas semanas mais tarde, a 2 de Novembro de 1148. S. Bernardo fechou-lhe os olhos, celebrou a Missa das exéquias e, seguidamente, escreveu-lhe a biografia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

  • • Manuel Lozano Garrido (Lolo), Beato
    Novembro 3 Laico,

    Manuel Lozano Garrido (Lolo), Beato

    Manuel Lozano Garrido (Lolo), Beato

    Em Linhares (Espanha), Beato Manuel Lozano Garrido, laico.( 1971) Data de beatificação: 12 de Junho de 2010 durante o pontificado de S.S. Bento XVI. Nació en Linares (Jaén) el 9 de agosto de 1920. En el año 1931 inició sus estudios de Bachillerato e ingresó como socio Junior en el recién creado centro de Jóvenes de Acción Católica. Aquellos años fueron para Lolo algo así como una prolongada vigilia, en la que los tres pilares “piedad, estudio y acción” fueron las armas que le prepararon para la gran prueba. En el Centro de Juventud fe Acción Católica fue incluido en un grupo de futuros dirigentes. Era consciente del riesgo que suponían en los tiempos azarosos de la guerra civil sus actividades, en especial la distribución de la Eucaristía a los enfermos. El 13 de febrero de 1938 fue encarcelado durante tres meses. Ya antes de terminar la guerra aparecen los síntomas de una enfermedad reumática que le iría impidiendo progresivamente los movimientos. Tras acabar la guerra retoma sus estudios y su actividad apostólica. En 1939 fue nombrado vicesecretario general de su Centro de Juventud de Acción Católica. Comienza a colaborar en unas emisiones de radio. El avance lento pero progresivo de su enfermedad no le impidió ejercer una intensa actividad intelectual y literaria: dirigió la revista “cruzada, publicó varios libros (El primero “El sillón de ruedas” en 1961) y artículos. Era consciente de que su misión era dar testimonio de que sus dolores y sufrimientos podían ser soportables. Escribió sobre su amor a la Virgen, sobre la oración y la Eucaristía. Vivió con gozo la convocatoria del Concilio Vaticano II.
    El 3 de noviembre de 1971 entregó su alma a Dios.

    29900 > San Martino de Porres Domenicano 3 novembre - Memoria Facoltativa MR

    Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:


    76065 >
    Santa Odrada 3 novembre MR


    76040 >
    San Papulo Martire 3 novembre MR


    93412 >
    San Pietro Francesco Neron Sacerdote e martire 3 novembre MR


    94553 >
    San Pimen di Zografo Monaco 3 novembre (Chiese Orientali)


    76055 >
    San Pirmino Abate 3 novembre MR


    94741 >
    San Quarto Discepolo degli Apostoli 3 novembre


  • Silvia, Santa

    Mãe de São Gregório Magno
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  • Martirologio Romano: Em Roma, comemoração de santa Silvia, mãe do papa são Gregório I Magno, de que o mesmo Pontífice deixou escrito que havia alcançado o cimo da oração e da penitência, sendo óptimo exemplo para os outros (s. VII). Etimologicamente: Silvia = Aquela que vem da selva ou do bosque, é de origem latina. Como todas as mulheres que estão esperando um filho, Silvia estava esperando o "grande evento", grande pelo milagre dos homens e grande pela graça de Deus. ¿Que sabemos acerca de Santa Silvia?. Que ela foi mãe de Gregorio Magno, Papa e doutor da Igreja.  ¿Não somos nós um reflexo de nossos pais e de seu pensamento? ¿Qué tan seguido he sentido el vibrar de un eco distante?, ¿o algunas llamadas de tiempos pasados?¿o sentido en la profundidad de mis huesos las pisadas de un ancestro Celta? ¿o el llanto de un jinete de Mongolia?, como si toda mi vida fuera hecha por fragmentos de vidas que vivieron miles de años atrás. Un hombre es lo que trae al mundo ¿Racine? el autor de Andromaque ou Silvia, la madre de San Gregorio. ¡Que emoción el sentir germinar los trabajos misteriosos del universo! Ayer apenas era una niña, pero ahora ya es una líder en la etapa de la vida. Ayer, el amor joven y encantador, dulces simplezas, días sin cuidado, y de repente ”cruzando la línea” y entrando en otro mundo algo desconocido, como un pájaro en islas extrañas, como la sombra de una palmera en el desierto, todo un nuevo sentido de vida, un baile misterioso, un nuevo vino... una sensación en el vientre, un hijo en la carne. Sostener a un hijo como Dios sostiene a la humanidad.
    En su vientre y en su mente, Silvia siente responsabilidad por su hijo. No solo su misión es dar a luz a un hijo, sino componer toda la vida de aquel hombre: su cuerpo y alma, ¿si la madre da a luz al cuerpo, no podrá también influenciar el alma?
    Ella sueña con él mientras lo amamanta, le da forma con todos los deseos de su cuerpo y con las bellezas de su alma. Y así por nueve meses Silvia esperó y planeó con ilusión. El bebé tiene que ser un niño, no cabe duda a cerca de eso le decía a toda su familia, ese era el hijo que ella sentía. Ella ya lo ha visto: una visión, un positivo, visión creativa. ¿Acaso el será un senador, como su padre Gordián? , ¿un cónsul,o el emperador?.  ¿Será el Papa? o ¿un santo?. No hay límite para la imaginación de una mamá. Todo esto pasó en Roma en el 540 d.C. Vigiluu fue Papa y Vetegis fue emperador pero ¿quien sabe algo de ellos?. Era un mundo todavía en transición. En un lado eran invasiones, en el otro eran herejías. El niño hizo sus estudios muy brillantemente. El recibió una fina educación latina que le sirvió para gobernar hombres y defender dogmas. Ella por fin lo vio usando la toga tricolor de un pretor romano. Pero, ¿qué importancia tiene la toga de un hombre comparada con la toga que usan los hombres de Dios? De pronto Gregorio renunció a todas sus responsabilidades y bienestar y se convirtió en un monje. Las seis villas que tenía en Sicilia las convirtió en seis monasterios.  El tenía 35 años de edad,y Silvia sintió en su cuerpo que toda la estructura delicada de la historia estaba temblando. Hubo una plaga y el Papa murió. Silvia decidió que el siguiente Papa tendría que ser Gregorio. El se negó en vano, escapó de Roma en una canasta de mimbre, se escondió en los bosques y pantanos de Pontine. Al final del curso fue encontrado – o descubierto— y con gran regocijo traído a la iglesia, en sept. 3 del 590, se consagró para Papa. Gregorio era Papa y Silvia había sido su profeta. El estaba para hacer un pontificado heróico. Los Lombardos, que estaban devastando Italia, tenían que ser vigilados y el emperador en Constantinopla tenía que ser enfrentado. Gregorio escribió muchos trabajos (principalmente los morales), reformó la Iglesia, trajo a los Visigodos Arios de regreso a la verdadera fe, y evangelizó Alemania. El fue el que inventó la frase: Servidora de los servidores de Dios. Su victoria mas característica fue la de extinguir la herejía de Eutyche), el patriarca de Constantinopla, que afirmó que la resurrección del cuerpo sería en una forma delicada, en una carne etérea.  Gregorio replicó de que resucitaremos en cuerpo y sangre, literalmente palpable como fue el cuerpo de Cristo para el apóstol Tomás. “Yo debo de ser vestido con mi carne de nuevo” dice el libro de Job, y en la Última Cena Jesús dijo: “Este es mi cuerpo.” Uno de los aspectos mas movedores de la fe Católica es la dominación del cuerpo, semi-incorruptible y eterno.Cuando Gregorio ya era Papa, Silvia ya había entrado al convento y su esposo ya se había convertido en sacerdote simultáneamente. Arriba de su casa en Colina de Coelian en Roma construyeron una capilla en su honor. Murió en el 592 d.C.

    76050 > Santa Silvia Madre di S. Gregorio Magno 3 novembre MR

  • • Silvia de Constantinopla, Santa
    Novembro 3 Biografia

  • Silvia, Santa

  • Etimologicamente significa “habitante da selva, senhora dos bosques”. Vem da língua latina. Quando o crente é bem educado na família, normalmente continua bem ao longo de sua vida. No seio familiar se aprende e se começa a viver o tesouro do amor. Eis aqui uma senhora no melhor sentido da palavra. Há sobre ela uma lenda que lhe atribui que foi a mãe dos gémeos Rómulo e Remo. Mas a realidade é que morreu no ano 420. Os martirológios orientais a recordam como a irmã de Rufino, governador da cidade. Tanta era sua virtude que todo o mundo em Constantinopla a conhecia por sua santidade e sua forma de ajudar a que os outros vivessem a edificação perfeita de suas pessoas no mistério de Deus. Dizem que era a rapariga mais inteligente do século e a mais valente em defender a ortodoxia contra as nascentes heresias. A outra Silvia foi a mãe de são Gregorio Magno, doutor da Igreja e Papa no século VI, cujos dados se podem ver fazendo click AQUI e também acima desta descrição.

  • • Simão Ballachi, Beato
    Novembro 3 Dominicano,

    Simón Ballachi, Beato

    Simón Ballachi, Beato

    Simón Ballachi entró a servir a Dios como hermano lego en el convento de los dominicos de Rímini, su ciudad natal, a los veintiséis años de edad.  Como si la humildad de su estado no bastase, Simón se mortificaba aún más al ofrecerse para ejecutar los trabajos más bajos y al disciplinarse con una cadena de hierro. Ofrecía todos sus sufrimientos por la conversión de los pecadores. Se dice que el demonio se le aparecía y le hacía sufrir mucho. Simón estaba encargado del huerto. Tenía predilección por las almas infantiles y solía recorrer las calles con una cruz en la mano, para llamar a los niños al catecismo. A los cincuenta y siete años quedó ciego y así vivió doce más. En los últimos años tuvo que guardar cama. Soportó esas pruebas con valor y alegría. Dios le premió con el don de milagros, y el pueblo le veneró como santo en cuanto murió. Su culto fue confirmado en 1821.
    90815 >
    Beato Simone Ballacchi Domenicano 3 novembre MR

     
    95536 >
    San Valentiniano di Salerno Vescovo 3 novembre (15 maggio)


    91136 >
    Santi Valentino e Ilario di Viterbo Martiri 3 novembre MR

     

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA