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sábado, 5 de novembro de 2011

Blogs católicos – 5-11-2011

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Sermão do Reverendíssimo Padre Anderson Batista da Silva por ocasião da Peregrinação de Cristo Rei.

by G. M. Ferretti

Temos a satisfação de publicar o vídeo e a transcrição do sermão proferido pelo Reverendíssimo Padre Anderson Batista da Silva por ocasião da Peregrinação de Cristo Rei no último dia 30 de outubro.

Vídeo: Anthony Tannus Wrigth | Transcrição: Fratres in Unum.com

Meus irmãos e irmãs, neste domingo, 30 de outubro, aos pés do Cristo Redentor, no alto desta colina, aqui estamos participando deste momento mais sagrado que há na face da Terra, a celebração da Santa Missa, a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário pelo qual o Senhor nos resgatou. O que estamos a fazer aqui? Estamos aqui para adorar a Deus e proclamar ao mundo nossa Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, nossa Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo Rei e Redentor. Nossa Fé no Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é Rei e deve reinar.

No Santo Evangelho, Pilatos pergunta a Nosso Senhor: Tu és Rei? Esta é a pergunta que muitos ainda fazem e nós devemos agora anunciar publicamente: nós acreditamos no reinado de Cristo. Como é óbvio, acreditamos que este reinado não pertence só às almas individualmente tomadas, mas a todo o conjunto das almas e à sociedade inteira.

A Nosso Senhor vimos também aqui pedir a paz. Se queremos a paz no mundo, devemos recorrer ao Príncipe da Paz. É a ele que deve ser pedida a paz, em seu nome está a paz, no sangue derramado na Cruz está a paz: a verdadeira e única paz. Para que os povos do mundo encontrem a paz, necessitam encontrar Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso, também proclamamos que para que o mundo veja a paz, o mundo necessita converter-se a Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é rei, e como rei tem direito de reinar nas almas individualmente tomadas. O seu reino, obviamente, é um reino espiritual. Não é um reino deste mundo, mas não significa que não deva reinar neste mundo. É um reino espiritual porque sua origem não vem desta terra. Seu poder e o direito de reinar vêm do Padre Eterno. Ele deve reinar nas almas, qua ndo as almas convertidas (...) a Ele encontram-se com a Verdadeira doutrina – A Verdadeira Doutrina – e são batizadas. Quando as almas recebem a graça do Santo Batismo, passam a pertencer ao reino da paz, passam a pertencer ao Rei de Paz.

Diariamente o Senhor e Rei da Paz é imolado incruentamente nos altares do mundo. Por isso, amamos também a Santa Missa. Para estender o reinado da paz, o reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo, a missa – esta Missa que está sendo celebrada – deve estender-se cada vez mais aos altares do mundo inteiro, aos antigos altares de tantas e belas igrejas que se tornaram porta-flores e guarda-pó. Estes altares, para que o mundo tenha paz, devem ser ressuscitados e restaurados. Ali o Senhor deve novamente ser imolado. E em todas as outras igrejas no mundo esta missa deve ser estendida. Aos pés do Cristo Redentor, imploramos do Senhor que esta missa – A Missa, A Missa... – se estenda cada vez mais nos altares do Brasil e do mundo. Que os sacerdotes queiram celebrá-la. Que os fiéis a amem, implorando, se for necessário, que os sacerdotes a celebrem.

Nosso Senhor quer reinar na alma, nas almas, e reina quando uma alma pecadora ajoelhada implora o perdão ao sacerdote, e ali, pela voz e pelas mãos do sacerdote, que diz + Ego te absolvo, volta a reinar a paz na alma. Não pode haver paz longe de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não pode haver paz no pecado. Por isso, o anúncio da paz, e a petição da paz, deve ser o anúncio da conversão. “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

Nosso Senhor quer reinar nas almas, mas não tomadas somente individualmente. Ele quer reinar nas famílias. As famílias necessitam de Nosso Senhor... as famílias necessitam de Nosso Senhor para educar seus filhos na Fé; para manterem-se fiéis os esposos; para não cederem facilmente à tentação do adultério e do divórcio, esta praga que destruindo os lares, também vai destruindo (...) muitos dos nossos adolescentes e jovens.

Mas Nosso Senhor, como é rei, deve reinar também nos estados, na sociedade inteira. O Papa Pio XI, quando proclamou a festa de Cristo Rei com a sua encíclica Quas Primas... Ah, encíclica Quas Primas... como deveria ser ela novamente lida, meditada, retomada, ensinada e acreditada nos dias de hoje. Nosso Senhor deve reinar também na sociedade. As leis das nações devem obedecer a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Outrora, 80 anos atrás, católicos fiéis, acreditando no reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo também na sociedade, ergueram este magnífico monumento, que é uma proclamação de Fé para o mundo inteiro de que Jesus Cristo é rei e deve reinar. Hoje, querem tirar os crucifixos dos ambientes públicos... hoje, querem arrancar qualquer vestígio da presença e do reinado de Nosso Senhor na sociedade.

Os parlamentos das nações, como diz o Salmo 2º, orquestram coisas contra Deus e o Seu Cristo. As leis que destroem as famílias, as leis que destroem a juventude, embebida de um liberalismo, de uma naturalismo tal que infectou as fileiras católicas. O liberalismo, que coloca a liberdade individual acima da verdade; o naturalismo que esquece a graça de Deus e a luta que o inferno trava contra o céu para arrancar as almas, e os discursos, mesmo daqueles que deveriam guiar as almas, é sempre, ou quase sempre, um discurso liberal e naturalista. Não se fala do pecado, não se fala da graça, não se fala do reinado de Cristo nas almas; se fala de pluralismo, de sociedade plural, de liberdade... de liberdade religiosa. Nós aqui professamos a Fé em Cristo Rei, que deve reinar na sociedade. É possível e é real.

Enquanto muitos trabalham contra a descristianização da sociedade, cada um dos que estamos aqui, professando a Fé em Deus e em Nosso Senhor Jesus Cristo, devemos trabalhar pela re-cristianização da sociedade, como dizia o Papa São Pio X – o grande São Pio X – em sua encíclica Notre Charge Apostolique, quando condenando o movimento Sillon, que havia sido primeiramente aprovado pela Igreja e havia feito inicialmente um bem aparente pela Igreja, demonstrou que ia por caminhos opostos ao reinado social. Queria uma paz quimérica na sociedade, uma paz no mundo onde fosse possível, acreditava e acreditam muitos hoje, conviver a cidade de Deus e a cidade dos homens, como se existisse uma cidade neutral. Não há possibilidade de neutralidade: ou a cidade, entenda-se a sociedade, a civiliza� �ão, é cristã, ou a sociedade pertence a Deus, ou pertencerá ao demônio. Ele reinará na sociedade, como já está fazendo nas almas.

São Pio X dizia que não há de se buscar uma nova civilização, uma nova cultura do pluralismo, não. A cidade que Deus quis já existiu e existe: é a civilização cristã, é a cidade Católica. A nossa missão é reconstruí-la das ruínas que se encontra nos dias de hoje. Reconstruí-la, reedificá-la com Deus, em Deus e para Deus. A sociedade deve voltar a Deus.

Mas muitos, também na Igreja, nos últimos cinquenta anos especialmente, acreditam ser possível construir uma cidade, dizem, vitalmente cristã, sem que seja oficialmente cristã. Dizem que não é mais necessário que a sociedade seja confessional, que publicamente a civilização dê culto a Deus; basta que as almas sejam cristãs e a sociedade será cristã. É bonito, mas utópico. Como podemos esperar que uma sociedade seja vitalmente cristã se nossas crianças, adolescentes e jovens, já são metidos numa sociedade brutalmente anti-cristã na escola, em casa, com os programas de televisão, etc, etc...?

Como é possível acreditar numa sociedade vitalmente cristã, onde os símbolos religiosos serão arrancados da sociedade? Já sabiam disso os revolucionários franceses quando criaram a escola pública, a escola laica. Diziam eles: criemos uma escola onde as crianças entrem aqui e passem o dia inteiro, o tempo todo, aprendendo tudo o que é importante para a vida: a língua, matemática, ciências, geografia, história, cultura... mas que nunca se fale de Deus e que eles nunca vejam símbolos religiosos. E não necessitaremos mais fazer discursos ateus, anti e contra de Deus, porque eles verão que tudo é importante, menos Deus.

Esta é a sociedade em que estamos vivendo. Por isso, nós devemos levantar bem alto a Cruz de Nosso Senhor para plantá-la como os primeiros evangelizadores nesta terra aqui fizeram. Como os católicos que ergueram este magnífico monumento, que não será destruído por graça de Deus, para manifestar ao Brasil e ao mundo que o Brasil pertence a Deus e que nós somos de Deus.

Lutam, se digladiam duas posturas: o laicismo visceral e maçônico, que quer arrancar Deus completamente da sociedade, e a resposta que pretende-se dar ao laicismo é a chamada laicidade. Eles só reclamam da violência contra a religião, mas acreditam que pode haver na sociedade um pluralismo tal que não seja anti-religioso e que convivamos todos muito bem e todos juntos... algo utópico que não conseguiu nem nos países mais católicos, vide Itália, Espanha e Portugal, proibir o aborto, por exemplo.

Nós aqui manifestamos nossa Fé em Cristo Rei e por isso afirmamos: nem laicismo, nem laicidade. Acreditamos no reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo nas almas e na sociedade. A sociedade também deve prostrar-se diante de Cristo Rei. O Brasil como um todo deve reconhecer que Cristo é Rei do Brasil. O Brasil foi batizado católico, seu nome para o céu será sempre a Terra de Santa Cruz. Nesta Terra de Santa Cruz manifestamos com ardor nosso amor a Nosso Senhor Jesus Cristo e a Nossa Senhora Rainha do Brasil. Ela também quis ser a padroeira, protetora e soberana desta nação, quando quis ser encontrada naquela primeira imagem no fundo do Rio Paraíba. Que Ela reine em nossas almas também, nas nossas famílias e na nossa nação. Que a partir de hoje o grito de “Viva Cristo Rei”, que fez mui tos mártires, volte a estar nos lábios dos católicos brasileiros. Que nós lutemos, rezemos e trabalhemos pelo reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo nas almas e na sociedade por inteiro, cada um na vocação a que foi chamado, lutando, sem descansar, para que Cristo reine. Mesmo que víssemos diante de nós o Anti-Cristo surgir com seu reino diante do mundo inteiro, nós não dobraríamos nosso joelho diante dele e proclamaríamos até o fim que Cristo é rei e deve reinar, ainda que sucumbam pastores, ainda que sucumbam aqueles que devem governar e ensinar ao povo o caminho correto, nós todos não sucumbiremos se formos fiéis e implorarmos a Deus esta graça.

Que esta peregrinação não seja a única, mas a primeira de muitas, para proclamar ao Brasil e ao mundo que Nosso Senhor é Rei. Que do alto desta colina do Corcovado o Brasil inteiro volte a redescobrir sua missão. O Brasil nasceu católico, é católico e só fielmente será aquilo que Deus quer que ele seja para o mundo inteiro se permanecer fiel à sua vocação batismal e ser de Deus e para Deus.

Que a Virgem Santíssima, Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, proteja cada um de nós contra os ataques infernais que não querem que Nosso Senhor reine e que querem confundir as almas com tantas doutrinas novas e sedutoras como o canto da sereia. Mas nós queremos ficar com a doutrina tradicional de Cristo Rei, com a Missa Tradicional, o Sacrifício do Senhor. Amém.

G. M. Ferretti | novembro 4, 2011 at 10:15 am | Categorias: Cristo Rei, Reinado Social de Jesus Cristo | Categories: Atualidades, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4hG

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LEITURA ORANTE


Lc 16,9-15 - O discípulo dá prioridade ao Reino de Deus

Posted: 04 Nov 2011 07:01 PM PDT

Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas
que se encontram neste ambiente
virtual.


Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui, na web, em torno da Palavra. Juntos, rezamos ou cantamos o Salmo 94:
(Se, em grupo, pode ser rezado em dois coros ou um solista e os demais repetem)
- Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis)
- Ao Deus do universo, venham festejar (bis)
- Seu amor por nós, firme para sempre (bis)
- Sua fidelidade dura eternamente (bis)
- Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)
- Sirva com alegria, venha com fervor (bis)
- Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)
- Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis)
- Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)
- Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis)
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 16,9-15:

Por isso eu digo a vocês: usem as riquezas deste mundo para conseguir amigos a fim de que, quando as riquezas faltarem, eles recebam vocês no lar eterno. Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes; e quem é desonesto nas coisas pequenas também será nas grandes. Pois, se vocês não forem honestos com as riquezas deste mundo, quem vai pôr vocês para tomar conta das riquezas verdadeiras? E, se não forem honestos com o que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês?

- Um escravo não pode servir a dois donos ao mesmo tempo, pois vai rejeitar um e preferir o outro; ou será fiel a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e também servir ao dinheiro.

Os fariseus ouviram isso e zombaram de Jesus porque amavam o dinheiro. Então Jesus disse a eles:

- Para as pessoas vocês parecem bons, mas Deus conhece o coração de vocês. Pois aquilo que as pessoas acham que vale muito não vale nada para Deus.

O Mestre Jesus diz algumas sentenças relacionadas à riqueza. Começa dizendo que o bom uso deste valor pode garantir a vida eterna. Fala daqueles que são fiéis nas pequenas coisas e com certeza serão fiéis nas grandes. Por sua vez a desonestidade nas pequenas revela desonestidade nas grandes. Fala ainda que não se pode viver duplamente, ou seja, ser fiel ao dinheiro e a Deus. Os fariseus zombavam de Jesus ao ouvir isto porque “amavam o dinheiro”. O discípulo dá prioridade ao Reino. Não abre mão da fidelidade. Sua vida não está dividida entre a fidelidade a Deus e fidelidade ao dinheiro.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram: “No entanto, no exercício de nossa liberdade, às vezes recusamos essa vida nova (cf. Jo 5,40) ou não perseveramos no caminho (cf. Hb 3,12-14). Com o pecado, optamos por um caminho de morte. Por isso, o anúncio de Jesus sempre convoca à conversão”. (DAp 351).
E eu me interrogo: Como me situo frente ao dinheiro, a busca de sucesso, de status, de consumismo, de destaque e o amor a Deus? Sou egoísta e sinto dificuldade em partilhar com os demais os dons que Deus me deu?
3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos e concluo com a oração do bem-aventurado Alberione, cuja festa celebramos no dia 26 de novembro.

Jesus, Mestre:

que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar, neste dia, será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração e no coração das demais pessoas. Um olhar sem ambição ou dominação pelo que tenho e sou.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém

.
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Biblia Catolica News


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Jovens avaliam a moral entre o certo e o bobo

Posted: 04 Nov 2011 07:48 AM PDT

Por Pe. John Flynn, L.C. ROMA, domingo, 30 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – Dois livros recentes oferecem uma interessante perspectiva sobre a situação da religião nos Estados Unidos e o que podemos esperar de quem está chegando à idade adulta. O primeiro, FutureCast: What Today’s Trends Mean for Tomorrow World (Barna Books), foi escrito [...]

 

Jovens avaliam a moral entre o certo e o bobo

4 novembro 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

Por Pe. John Flynn, L.C.

ROMA, domingo, 30 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – Dois livros recentes oferecem uma interessante perspectiva sobre a situação da religião nos Estados Unidos e o que podemos esperar de quem está chegando à idade adulta.

O primeiro, FutureCast: What Today’s Trends Mean for Tomorrow World (Barna Books), foi escrito por George Barna, um prolífico escritor que fundou o Barna Research Group. Baseado em pesquisas de opinião, o livro analisa onde está a sociedade atual numa série de temas sociais.

Três dos capítulos tratam da prática religiosa. A pertença religiosa se manteve estável, com 84% das pessoas se considerando cristãs em 1991 e 85% em 2010. Barna observa, porém, que muitos se consideram cristãos mas não praticam a religião.

Por exemplo, só 45% creem “firmemente” que a bíblia acerta em todos os princípios que ensina. Esta cifra cai para 30% entre os nascidos de 1984 em diante. Só 34% dos adultos acreditam que existe uma verdade moral absoluta.

Barna indica que entre os adultos pertencentes a uma igreja cristã só a metade afirma estar comprometida de modo profundo com a fé cristã.

Espiritual

Uma das últimas mudanças na identidade religiosa é o aumento dos que se consideram “espirituais mas não religiosos”. Cerca de um quarto dos adultos se qualificam assim; entre os menores de 30 anos, esta é a norma.

Também há um aumento de formas alternativas de igreja. As igrejas-lar, de grupos de pessoas que se reúnem numa casa, começam a ficar populares nos Estados Unidos. Outras formas alternativas incluem o que Barna denomina cyberigrejas, com reuniões via internet.

Tornou-se também comum que os norte-americanos mudem de igreja. Barna descobriu que não são os fatores doutrinais os que mais motivam a trocar de igreja, e sim razões muito mais subjetivas, ligadas a personalidades, conveniência, potencial de relações e experiências.

Adultos emergentes

O segundo livro se concentra num grupo mais reduzido de pessoas. Christian Smith, professor de sociologia na Universidade de Nôtre Dame, fez uma série de entrevistas com uma ampla gama de pessoas de 18 a 23 anos, grupo que os sociólogos chamam de “adultos emergentes”. Os achados estão no livro Lost in Transition: The Dark Side of Emerging Adulthood (Oxford University Press).

O livro enumera fatores cruciais da formação desses jovens:

- O espetacular crescimento da educação superior, que significa que muitos estendem sua educação até depois dos 20 anos de idade.

- O adiamento do casamento, que trouxe uma liberdade sem precedentes durante a década posterior ao fim dos estudos.

- Mudanças econômicas que tornam mais difícil para os jovens encontrar um trabalho estável e bem remunerado.

- A vontade dos pais de apoiar economicamente os filhos até bem depois dos 20 anos.

- A disponibilidade do controle de natalidade, que desligou as relações sexuais da procriação.

- A difusão de teorias pós-estruturalistas e pós-modernistas que promovem o subjetivismo individualista e o relativismo moral.

O livro começa com o longo capítulo “À deriva moral”. Os jovens têm uma visão muito individualista da moral, que os leva a dizer que não devemos julgar ninguém moralmente, porque todos têm direito a opiniões pessoais. Uma estudante universitária explicou, por exemplo, que não colava nas provas, mas se abstinha de julgar os companheiros que colavam.

Bobo

Segundo esta postura, “algumas coisas estão certas e outras são bobas, mas não está provado que algo seja objetiva e moralmente bom ou mau”.

O relativismo moral caracteriza muitos dos entrevistados, grande parte dos quais expressaram ideias racionalmente inconsistentes.

A ideia de que a moral é uma construção da sociedade e da cultura pode chegar tão longe num debate que um jovem não exprimiu juízo negativo algum sobre a escravidão. Outro defendeu a retidão moral dos terroristas que causam a morte de multidões.

“Eles [os terroristas] são assim, fazem o que acham que é o melhor, e por isso fazem o bem”. Esta foi uma parte da explicação dada por esse jovem.

Um terço dos entrevistados manifesta um relativismo muito forte, e os outros dois terços, embora menos intensamente, também se mostram relativistas.

Todos os adultos emergentes acreditam, de alguma forma, em algo chamado “moral”. Os sociólogos descobriram que, ao serem perguntados sobre as fontes da moral, a maior parte de suas respostas não resistia a um exame crítico básico.

34% declarou que não sabia o que tornava algo moralmente correto ou incorreto, e alguns sequer entenderam as perguntas sobre o assunto.

As respostas dos demais foram bastante diversas. Alguns acham que a moral se baseia no que outras pessoas pensam de alguém. 40% citou este critério.

Outros descreveram a base da moral em função de melhorar ou não a situação das pessoas.

Em sua conclusão do capítulo sobre a moral, os autores apontaram que os adultos emergentes têm muito pouca bagagem para encarar os desafios do presente e do futuro, e formam uma geração que fracassou na formação moral.

Mesmo evitando generalizar as pesquisas de opinião feitas com grupos pequenos, as evidências em ambos os livros indicam a dimensão dos desafios das igrejas e de todas as pessoas preocupadas com a moral.

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Nº 1094–(288) - 5 DE NOVEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 3º ANO (…)

 

Está quase …

quase…

quase…

quase…

a chegar…

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Nº 1094

BEATO CAIO COREANO

Mártir (162)

Desde a juventude na Coreia, tinha Caio sentido a mais viva queda para a contemplação e levou vários anos, numa gruta, a vida eremítica mais austera. Durante a expedição do japonês Hideyoshi (1592-1598), Caio foi aprisionado. Naufragou na ilha de Tsousima, chegando moribundo a Meaco, onde foi curado graças aos cuidados dum bom cristão. Entrou numa bonzaria, fez-se nela estimar, mas não encontrou aí a verdade que procurava. Um neófito levou-o à igreja dos jesuitas e ele ficou conquistado. Feito cristão, Caio pediu para ser admitido como servo dos Padres. Foi empregado como catequista e gostava de se ocupar dos leprosos. Em 1614, teve de partir para as Filipinas, donde regressou ao fim de dois anos. Retomou as suas atividades missionárias que lhe valeram o cognome de «apostolozinho». Foi detido quando ia visitar os presos. Propuseram-lhe soltá-lo se prometesse não tornar a explicar os livros cristãos nem ensinar o catecismo. Respondeu que se manteria até à morte naquilo em, que se ocupava. Foi metido num cárcere com um japonês, Tiago Caichi, que fora preso por ter escondido o Padre Vasquez, mas que não foi incluído no decreto de beatificação. Foram condenados e executados juntos, Caio e Tiago, no dia 5 de Novembro de 1624, em Nagasáqui. Segundo o refinamento da tortura habitual, apenas ligeiramente tinham sido presos pelo braço esquerdo e colocados a alguma distância da fogueira. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesduitas.pt

 

• Francisca de Amboise, Beata

Viúva e Religiosa (1427-1485)

Francisca de Amboise, Beata

Foi duquesa da Bretanha e depois carmelita. A figura mais interessante do reinado de Pedro III, segundo La Borderie, Francisca é infelizmente conhecida só por documentos tardios. Filha mais velha de Luís d’Amboise, visconde de Thouars e de Maria de Rieux, Francisca nasceu a 9 de Maio de 1427. Rica herdeira, viu-se quase desde o princípio desejada pelo favorito de Carlos VII, Jorge de La Trémoille, para seu filho Luís; a infeliz criança teve de fugir com a mãe e colocar-se sob a guarda do condestável de Richemont, em Parthenay. E este influente protetor negociou o casamento de Francisca com o seu sobrinho Pedro, segundo filho de João V. Por isso foi ela transportada para Nantes e colocada na corte de Bretanha. Contratado em 1431, o casamento só veio a celebrar-se dez anos mais tarde. Os jovens esposos estabeleceram-se então em Guingamp, apanágio de Pedro. Mas este último não tardou em tornar-se ciumento: «alguns aduladores, de língua serpentina, lançaram na alma do príncipe suspeitas contra a sua casta e pudica esposa». Terá mesmo chegado a bater-lhe, mas não tardou em reconhecer que se enganara e em pedir desculpa. Em 1450, o duque Francisco I morreu; não deixou senão duas filhas e a as sucessão passou para Pedro II. A influência da sua virtuosa esposa e a beneficência delas cresceram para este meio. Não se deve contudo atribuir-lhe, como fazem certos hagiografos, tudo o que de bom se fez na época. Muito caridosa e esmoler, soube todavia manter o nível social Por isso é preciso acolher com justa reserva isto que afirma o bom Alberto Magno, que depois de ouvir pregar contra o «luxo e a superfluidade no vestir… se redobrou a tanta modéstia, que dentro de pouco tempo toda a nobreza das Bretanha, amoldando-se ao que fazia a princesa, se contentou com simples e modestos atavios». Desejando prolongar a boa influência de S. Vicente Ferrer, que foi canonizado durante o reinado de Pedro II, Francisca interessou-se especialmente pelas casas religiosas e fundou um mosteiro de clarissas em Nantes, e um Carmelo em Vannnes. Para esta última casa quis ela retirar-se, depois da morte do marido (1457). Recusando todas as propostas para um segundo casamento, tomou o véu carmelita em 1468. Em 1475 foi eleita prioresa. Mas a afeição de Francisco I e da esposa Margarida de Froix, que desejava aproximá-la deles, obteve de Roma a transferência do mosteiro para junto a Nantes. Foi neste que morreu, a 4 de Novembro de 1485. O culto imemorial que lhe era prestado, confirmou-o em 1864 a Sagrada Congregação dos Ritos. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesduitas.pt

• Francisca de Amboise, Beata
Noviembre 4 Religiosa Carmelita,

Francisca de Amboise, Beata

Francisca de Amboise, Beata

Estrela Esta biografia foi ontem publicada através do site http://es.catholic.net/santoral, neste mesmo blogue.

Martirologio Romano: En el convento de Nuestra Señora des Cöts, de Nantes, en Francia, beata Francisca de Amboise, que, siendo duquesa de Bretaña, fundó en Vannes el primer Carmelo femenino francés, donde se retiró como sierva de Cristo al quedar viuda (1475). Nació en Thouars (Francia) el 28 de Septiembre de 1427, hija del vizconde Luis y de la baronesa María de Rieux. A los cuatro años fue prometida esposa de Pedro, hijo del duque de Bretaña. Su futura suegra, Juana, hermana del rey Carlos VII de Francia, imprimió en su alma un espíritu profundamente cristiano. El 1450, en lacatedralde Reims, era coronada como Duquesa de Bretaña juntamente con su esposo, Pedro. De común acuerdo con él, decidieron conservarse castos y ofrecer a la alta sociedad un modelo de hogar cristiano con la práctica asidua de excelsas virtudes Juntos se consagraron a la Virgen María en su santuario de Folgoët, donde dejaron fundada una misa para ser celebrada todos los sábados. Francisca supo frenar los excesos de la moda femenina en la corte y se dedicó particularmente a obras de piedad y caridad. Todos los miércoles sentaba a su mesa a 11 doncellas pobres, el día de Navidad escogía a un niño pobre, lo vestía con traje nuevo ylo hospedaba como representante del Niño Jesús, el jueves santo lavaba los pies a doce pobres y les ofrecía un traje nuevo. Trabajó tanto en favor de la religión catolica que, según dice un historiador, "Dios se sirvió de esta joven para realizar una reforma general en la Bretaña y para hacer reflorecer, después de tantas desgracias y misenas, un siglo de Oro" Muerto su esposo y conocedora a fondo de las miserias de la corte, resolvió hacerse monja de clausura. Mil dificultades le salieron al paso; Luis Xl, rey de Francia, puso en juego todos los medios para que desistiera, pero todo fue en vano, y el monarca acabó de desengañarse cuando ella en el acto de recibir la comunión, hizo en alta voz el voto de castidad.
Después de un providencial encuentro con el beato Juan Soreth (+1471), a la sazón Prior General de los carmelitas, se decidió a ingresar entre las monjas carmelitas de clausura que habían sido instituidas poco antes canónicamente por la Bula de Nicolás V "Cum nula", del 7 de Octubre de 1452. El mismo Beato le impuso con toda solemnidad el hábito una vez resueltos todos sus compromisos ducales. Junto con un grupo de carmelitas venidas de Bélgica, inició Francisca su vida religiosa en el convento de Bondón, fundado por ella misma. Renunció a sus títulos y no quiso trato ni distinción especial, sino ser considerada como Humilde sierva de Cristo".
Desde entonces su gran empeño fue la de hacer efectiva su total entrega a Dios. Nombrada priora por la comunidad, tuvo que dirigirse más tarde con el mismo título a un nuevo convento, fundado también por ella cerca de Nantes. En el ejercicio de este cargo alimentaba el espíritu de sus religiosas con sabias "Exhortaciones", que fueron publicadas más tarde. Ella era ejemplar en todas las virtudes, descollando por su espíritu de oración y penítencia. Insistió siempre en la práctica del silencio, la obediencia y la pobreza. Introdujo la comunión frecuente y una estricta clausura. Fueron sus últimas palabras: "¡Adiós, hijas mías! Voy a probarlo que es amar a Dios sobre todas las cosas". Bien puede ser llamada como la "Madre" de las carmelitas, ya que es la primera santa desde que el Carmelo femenino tuvo existencia canónica.
El 4.11.1485 expiró santamente. Su culto fue reconocido por el papa Pío IX el 16 de julio de 1867.

• Bernard Lichtenberg, Beato
Novembro 5 Sacerdote Mártir,

Bernard Lichtenberg, Beato

Bernard Lichtenberg, Beato

Sacerdote e Mártir

Martirologio Romano: Na aldeia de Hof, na Alemanha, beato Bernardo Lichtenberg, presbítero e mártir, que ao ver pisada a dignidade de Deus e dos homens, não cessava de orar em público pelos judeus inumanamente torturados e detidos, e por isso foi também preso e destinado ao campo de concentração de Dachau, onde, destroçado pelos maus tratos mas impávido, deu sua vida por Cristo (1943). Etimologia: Bernard = Aquele que é valente e batalhador, é de origem germânica Nasceu em Ohlau, Alemanha, em 3 de Dezembro de 1875. Sacerdote da diocese de Berlim, exercia seus labores na Catedral berlinense, e era muito conhecido nos círculos cívicos da capital alemã. Forte crítico dos Nazis e seu antissemitismo, o Padre Bernard organizou protestos fora dos campos de concentração, elevou orações públicas pelos hebreus logo depois da "Kristallnacht" (noite de cristal) e apresentou denúncias formais contra as políticas racistas do partido. Por causa disto foi encarcerado durante dois anos, e após ser posto em liberdade retomou de imediato seus labores pastorais e sociais, pelo que foi detido novamente mas desta vez foi condenado ao campo de concentração de Dachau. Tinha 67 anos, o embarcaram num trem para o levar a cumprir sua condenação, o Padre Bernard morreu no caminho para o campo de concentração, por causa da fome e enfermidades adquiridas na prisão, em 5 de Novembro de 1943. Foi beatificado por João Paulo II no Estádio Olímpico de Berlim, em 25 de Junho de 1996.

Santa Bertila, abadessa

SANTA BERTILLA

 

No cenóbio de Chelles, junto a Meaux, na Gália Lugdunense, santa Bertila, sua primeira abadessa (s. VI).

Santo Domingo Mau, religioso presbítero e mártir

SANTO DOMINGO MAU

 

Perto do rio Hung Yen, em Tonquín, santo Domingo Mau, presbítero da Ordem de Pregadores e mártir, que na perseguição sob o imperador Tu Duc, por exortar aos cristãos à profissão da fé levando o Rosário, por sua fidelidade a Cristo foi conduzido ao patíbulo para ser degolado, com as mãos juntas, como para subir ao altar (1858).

Santo Domnino, mártir


Em Cesareia de Palestina, santo Domnino, mártir, jovem médico, que nos começos da perseguição sob o imperador Diocleciano, o condenaram a ser enviado às minas de Fanesia, onde, após padecer cruéis vexações, foi entregue ao fogo por ordem do prefeito Urbano, no ano quinto da perseguição, por haver-se mantido firme na confissão da fé (307).

São Fibicio, bispo

Em Tréveris, na Renânia, de Austrásia, são Fibicio, bispo (500).

São Geraldo, bispo

Em Beziers, da Gália Narbonense, santo Geraldo, bispo, varão de admirável honradez e simplicidade, a que, sendo canónico regular, se o obrigou a aceitar o episcopado, em cuja dignidade foi ainda mais humilde (1123).

 

• Gomidas Keumurjian (Cosme de Carboniano), Beato
Novembro 5 Mártir,

Gomidas Keumurjian (Cosme de Carboniano), Beato

Gomidas Keumurjian (Cosme de Carboniano), Beato

Martirologio Romano: Em Constantinopla, beato Gómidas Keumurgian (Cosme de Carboniano), presbítero e mártir, que, sendo pai de família, nascido e ordenado na Igreja de Arménia, por manter firmemente e propagar a fé católica professada no Concílio de Calcedónia, padeceu enormemente e finalmente morreu degolado enquanto recitava o símbolo niceno (1707). O Beato Gomidas Keumurjian se casou aos vinte anos. Era sacerdote na igreja arménia. Em 1696, ele e sua família se submeteram à autoridade de Roma. Os funcionários arménios se encolerizaram, tomando-o como um insulto. Alguns deles caluniaram a Gomidas, acusando-o de ser espia de Roma. Em razão disso, foi detido e executado pelas autoridades turcas. Se o considera mártir, pois sua morte foi o resultado de sua conversão. Em 1929 foi beatificado pelo Papa Pío XI.

• Gregório (Hryhorij) Lakota, Beato
Novembro 5 bispo e mártir,

Gregorio (Hryhorij) Lakota, Beato

Gregorio (Hryhorij) Lakota, Beato

Martirologio Romano: No campo de concentração da cidade de Abez, na Sibéria Russa, beato Gregorio Lakota, bispo de Przemysl y mártir, que ao ver desprezada a fé de sua pátria pelos perseguidores, superou os tormentos corporais morrendo intrepidamente por Cristo (1950). Etimologia: Gregório = Aquele que está sempre preparado, é de origem grega Nasceu em 31 de Janeiro de 1883 em Holodivka, Distrito de Lviv, Ucrânia. Estudou teologia em Lviv e foi ordenado sacerdote no rito greco-católico em Przemysl em 1908. Doutorado em teologia na Universidade de Viena em 1911, logo foi professor e reitor do seminário de Przemysl. Foi nomeado bispo auxiliar de Przemysl em 16 de maio de 1926. Esse mesmo mês as autoridades o deportaram para Ucrânia. Se lhe infligiu uma pena de dez anos de cárcere no campo de concentração de Abez, nas cercanias de Vorkuta (Sibéria). Faleceu ali em 5 de novembro de 1950.

São Guetnocio, abade

Na Bretanha Menor, santo Guetnocio, venerado como irmão dos santos Winwaleo e Jacuto (s. VI).

• Guido Maria Conforti, Santo *
Novembro 5 Bispo e Fundador,

Guido Maria Conforti, Beato

Guido Maria Conforti, Beato

*  Ver referência à sua canonização neste mesmo blogue, no passado dia 28 de Outubro,
numa página que publiquei com o título MAIS UMA NOTA INFORMATIVA. AF.

Martirologio Romano: Em Parma, de Itália, beato Guido María Conforti, bispo e bom pastor, sempre em vela pela defesa da Igreja e da fé de seu povo, o qual, movido pelo anseio da evangelização dos povos, fundou a Pia Sociedade de São Francisco Xavier (1931). Etimologia: Guido = Aquele que pertence ao bosque, é de origem germânica. O Beato Guido María Conforti nasceu em 30 de Março de 1865 em Ravadasc, pequena aldeia da província de Parma (Itália). Sendo ainda muito jovem, contemplando a imagem de um Crucifixo, descobriu o Amor de Deus e a necessidade de o comunicar a todos. Mais tarde, lendo a vida de S. Francisco Javier, sentiu que no missionário navarro estava resumido o ideal de vida que havia descoberto no rosto de Cristo na Cruz. Decidiu assim dedicar toda sua vida "à mais nobre das causas": anunciar, como Xavier, o Evangelho até aos confins da terra. Em 3 de Dezembro de 1895, Guido fundou uma família missionária: os Missionários Javerianos, dedicados exclusivamente a levar a noticia do amor de Deus a quem ainda não o conhecem. Chamado a ser bispo, Conforti trabalhou para que toda a Igreja vivesse a urgência da Missão. Quis que sua diocese fosse missionária, foi bispo de Parma e missionário do mundo. Em 5 de Novembro de 1931, Guido María Conforti entregou sua vida de pastor e missionário nas mãos do Pai. Em 17 de março de 1996 o Santo Padre, João Paulo II, declarou beato a Guido María Conforti, "modelo de pastor e missionário". Em 23 de Outubro de 2011 (cfr.Nota acima…) foi canonizado pelo Papa Bento XVI.

Beato João António Burró Más, religioso mártir


Em Madrid, capital de Espanha, beato Juan Antonio Burró Más, religioso da Ordem de São João de Deus, mártir por sua profissão evangélica durante a perseguição contra a Igreja, (1936).

São Marcos, bispo

Em Apúlia, são Marcos, bispo de Ecano (hoje Troia) (s. V).

• Maria Carmela Viel Ferrando, Beata
Novembro 5 Mártir,

Maria Carmela Viel Ferrando, Beata

Maria Carmela Viel Ferrando, Beata

Martirologio Romano: Em El Soler, perto de Valência, em Espanha, beata María del Carmen Viel Ferrando, virgem e mártir, que na mesma perseguição levou a cabo uma luta gloriosa (1936). Nascida na Suécia em 27 de Novembro de 1893. Trabalhou muito com as jovens operárias e colaborou na atividade social da paróquia, participando ativamente nas iniciativas religiosas. Em 2 de novembro de 1936, padeceu horríveis torturas por seu trabalho pastoral, para finalmente ser fuzilada na estrada de Saler na noite de 4 para 5 de novembro, quando tinha 42 anos. Ela foi uma das mártires beatificadas por João Paulo II em Janeiro de 2001. Para ver mais sobre os 233 mártires em Espanha faz "click" AQUI

Santos Teótimo, Filoteo, Timoteo e Ausêncio, mártires


Na mesma cidade, memória dos santos Teótimo, Filoteo e Timoteo, mártires, que, sendo ainda jovens, foram destinados aos jogos de circo para diversão da plebe e se os entregou às bestas assim como santo Ausêncio, que era já ancião (307).

 

• Zacarias e Isabel, Santos
Novembro 5 Pais de João o Baptista,

Zacarías e Isabel, Santos

Zacarias e Isabel, Santos

Martirologio Romano: Comemoração dos santos Zacarias e Isabel, pais de são João Baptista, Precursor do Senhor. Isabel, ao receber a sua parente María em sua casa, cheia de Espírito Santo saudou a Mãe do Senhor como bendita entre todas as mulheres, e Zacarias, sacerdote cheio de espírito profético, ante o filho nascido louvou a Deus redentor e pregou l próxima aparição de Cristo, Sol de Oriente, que procede do Alto. O louvor mais sintético, autorizado e profundo que se há dito deste matrimónio é que "ambos eram justos ante Deus". Foi nada menos que o evangelista são Lucas quem o fez.  Se sabe que ele era sacerdote do templo de Jerusalém e que sua esposa Isabel era parente —talvez prima— da Virgem María. Se sabe, também pelo testemunho evangélico e por suas próprias palavras, que eram já bastantes idosos e que não haviam conseguido ter descendência por mais desejada que fosse. Um dia, cumpre Zacarias o oficio sacerdotal e, enquanto oferece o incenso, vê um anjo —se chama Gabriel— que lhe disse: "Tua oração foi escutada; Isabel, tua mulher, te dará a luz um filho a que porás por nome João". Ainda que Zacarias seja um homem piedoso e de fé, não dá crédito ao que está passando. Certo que os milagres são possíveis e que Deus é o Todo-poderoso, certo que se conta na história um repertorio extenso de intervenções divinas, certo que conhece obras portentosas do Deus de Israel, mas que "isto" de ter o filho tão desejado se possa passar com ele e que sua boa esposa "agora" que é anciã possa conceber um filho... nestas circunstâncias... vamos que não o crê de todo por mais que a um anjo não se o veja todos os dias. O castigo pela debilidade de sua fé será a mudez até que l prometido de parte de Deus se cumpra. Quando nasce João —o futuro BaptistaZacarias recupera a fala, bendiz a Deus e entoa um canto de júbilo, profetizando. Também Isabel pronunciou numa exclamação sublime —que repetimos ao rezar cada Ave-maria— quando estava grávida e foi visitada pela Virgem: "Bendita és Tu entre todas as mulheres, e bendito o fruto de teu ventre". Acrescentando "¡Feliz a que acreditou que se cumpririam as coisas que lhe foram ditas de parte de Deus!". Com Zacarias e Isabel a fé é aclamada com exultação e reconhecida em sua inseparável escuridão.
Em alguns santorais sua celebração está marcada para 23 de setembro, em outros em 5 de novembro.

92413 > Beata Beatrice de Suabia Regina 5 novembre


92207 >
Beato Bernardo Lichtenberg Sacerdote e martire 5 novembre MR

 
76230 >
Santa Bertilla Badessa di Chelles 5 novembre MR

 
91022 >
Santa Canonica Anacoreta 5 novembre


90978 >
Santa Comasia Vergine e martire 5 novembre


90869 >
San Domenico Mau Martire 5 novembre MR

 
91239 >
San Donnino Martire a Cesarea di Palestina 5 novembre MR

 

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:


95365 >
Festa delle Sante Reliquie 5 novembre


76220 >
San Fibizio (Fibicio) di Treviri Vescovo 5 novembre MR

 
92817 >
Santi Galazione ed Episteme Sposi e martiri 5 novembre


76235 >
San Geraldo di Beziers Vescovo 5 novembre MR

 
76240 >
Beato Giovanni Antonio Burro Mas Martire 5 novembre MR

 
92680 >
Beato Gomidas Kaumurdjian (Keumurgian) Sacerdote e martire 5 novembre MR


92931 >
Beato Gregorio (Hryhorij) Lakota Vescovo e martire 5 novembre MR

 
76225 >
San Guetnoco Abate 5 novembre MR

 
76260 >
San Guido Maria Conforti Fondatore dei Miss. Saveriani 5 novembre MR

 
91043 >
San Leto (Lieto) Prete 5 novembre


92847 >
San Mamete (Mamet) Confessore 5 novembre


91376 >
San Marco di Atina Vescovo 5 novembre MR


76215 >
San Marco di Troia Vescovo 5 novembre MR


93326 >
Beata Maria Carmela Viel Ferrando Vergine e martire 5 novembre MR

 
76210 >
Santi Teotimo, Filoteo, Timoteo e Aussenzio Martiri 5 novembre MR


82305 >
San Tigrino Martire di Roma 5 novembre


91592 >
Santa Trofimena Vergine e martire 5 novembre


35200 >
Tutti i Santi delle regioni Conciliari 5 novembre


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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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WWW.JESUITAS.PT.

WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

WWW. SANTIEBEATI.IT

Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.

Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA