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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Textos enviados por Blogs Católicos, em 7 de Novembro de 2011 - AF.

No século passado sim, naquele contexto esses palavras são válidas e verdadeiras, não existiam variações substanciais de socialismo, mas hoje no século XXI não é assim, hoje existem diversos partidos devidamente purificados do ateísmo militante, da violência, e que preservaram o que havia de bom no socialismo, principalmente a busca pela justiça social, que é dever de todo cristão. Quer algo mais socialista (sem o velho sentido comunista) do que a própria Doutrina Social da Igreja?
O Papa — entenda-se! — não pretende condenar toda e qualquer forma de conflitualidade social. João Paulo II - Centesimus annus.

10:48

alexandre_cgr@hotmail.com

Esses textos falam de uma época já superada, onde o marxismo e o socialismo eram completamente pagãos, o Santo Padre João Paulo II explicou claramente a doutrina da Igreja a esse respeito: «com efeito

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segunda-feira, 7 de Novembro de 2011 10:48:42

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blogs-catolicos@googlegroups.com

Esses textos falam de uma época já superada, onde o marxismo e o socialismo eram completamente pagãos, o Santo Padre João Paulo II explicou claramente a doutrina da Igreja a esse respeito:
«com efeito, a luta de classes, quando se abstém dos actos de violência e do ódio mútuo, transforma-se pouco a pouco numa honesta discussão, fundada na busca da justiça» . Centesimus annus
Devidamente purificados o marxismo, o socialismo e a esquerda, que não são a mesma coisa, transformam-se numa discussão honesta pela busca da justiça.

03:53 aos contactos

Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos. Os que

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segunda-feira, 7 de Novembro de 2011 03:53:15

Para:
blogs-catolicos@googlegroups.com

Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.

Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente.

Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.

Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.

Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.

"Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI)

Recomendo vivamente que reveja sua posição, o marxismo sempre foi condenado como INTRINSECAMENTE mau, ao contrário do capitalismo que só é condenável em seus excessos.

Decreto do Santo Ofício de 1949

Q. 1 Utrum licitum sit, partibus communistarum nomen dare vel eisdem favorem praestare.
[Acaso é lícito dar o nome ou prestar favor aos partidos comunistas?]

R. Negative: Communismum enim est materialisticus et antichristianus; communistarum autem duces, etsi verbis quandoque profitentur se religionem non oppugnare, se tamen, sive doctrina sive actione, Deo veraeque religioni et Ecclesia Christi sere infensos esse ostendunt.

Q. 2 Utrum licitum sit edere, propagare vel legere libros, periodica, diaria vel folia, qual doctrine vel actioni communistarum patrocinantur, vel in eis scribere.
[Acaso é lícito publicar, propagar ou ler livros, diários ou folhas que defendam a ação ou a doutrina dos comunistas, ou escrever nelas?]

R. Negative: Prohibentur enim ipso iure

Q. 3 Utrum Christifideles, qui actus, de quibus in n.1 et 2, scienter et libere posuerint, ad sacramenta admitti possint.
[Se os cristãos que realizarem concientemente e livremente, as ações conforme os n°s 1 e 2 podem ser admitidos aos sacramentos?]

R. Negative, secundum ordinaria principia de sacramentis denegandis iis, Qui non sunt dispositi

Q. 4 Utrum Christifideles, Qui communistarum doctrinam materialisticam et anti Christianam profitentur, et in primis, Qui eam defendunt vel propagant, ipso facto, tamquan apostatae a fide catholica, incurrant in excommunicationem speciali modo Sedi Apostolicae reservatam.
[Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, "ipso facto" caem em excomunhão ("speciali modo") reservada à Sé Apostólica?]

R. Affirmative

D. ESTÊVÃO BETTENCOURT | QUI , 16 DE DEZEMBRO DE 2010

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A IGREJA CATÓLICA E O MARXISMO

Em síntese: Desde 1846 a Igreja vem condenando o marxismo ateu em sua evolução; embora pareça abrandar ultimamente sua sanha anti-religiosa, é sempre ateu e materialista. Semelhante evolução se dá com o socialismo.

* * *

Houve - e ainda há - católicos que pretendem conciliar entre si marxismo e Cristianismo. Na verdade, a conciliação é impossível, como tem proclamado a Igreja desde 1846. Quanto à palavra “socialismo”, ela encobre um leque de concepções, das quais algumas pretendem compatibilizar-se com a fé. Percorreremos, a seguir, o histórico da conde­nação do marxismo e das ideologias derivadas.

1. Não ao marxismo

Já em 1846, antes que se publicassem o Manifesto do Partido Co­munista de Marx a Engels (1848), o Papa Pio IX falava da ”execrável doutrina dita do comunismo”. Referia-se assim Pio IX à doutrina que sur­gia no seio do socialismo nascente e que proclamava a revolução do pro­letariado. Em 1849 o mesmo Papa chamava a atenção dos fiéis para o perigo de “conspirar com os sistemas perversos do socialismo e do comunismo”.

Em 1891 o Papa Leão XIII publicou a encíclica Rerum Novarum, em que mencionava o socialismo como sendo “um corpo de doutrinas amplamente inspiradas pelo pensamento marxista”.

Quarenta anos mais tarde, Pio XI, na Encíclica Quadragésimo Anno, distinguia nitidamente socialismo e marxismo - distinção esta que Leão XII não observara. A razão da diferenciação está no fato de que entre 1891 e 1931 haviam ocorrido duas revoluções: a russa e a mexica­na. A primeira havia revolvido o mapa da política de modo notável: Lenine ocasionou a transferência do centro marxista de Berlim para Moscou; em lugar do Partido Social-Democrata alemão proclamou o comunismo mar­xista; ergueu assim a internacional III em lugar da Internacional II, que ficaria com os Partidos Socialistas e se comprometera com o nacionalis­mo guerreiro de 1914.

Todavia Pio XI observava que marxismo e socialismo partem de uma fonte comum, embora o comunismo reivindicasse para si a ortodo­xia do marxismo. O Papa falava da “índole ímpia e injusta do comunismo” e ao mesmo templo declarava que “socialismo religioso, socialismo cris­tão são expressões contraditórias; ninguém pode ser simultaneamente católico e autêntico socialista”.

Em 1937 a guerra civil na Espanha levou Pio XI a escrever a encíclica “Divini Redemptoris” (19/03/37), na qual se lê:

“A doutrina que o comunismo esconde sob aparências perfeitas e sedutoras, tem por fundamento os princípios do materialismo histórico e dialético já propostos por Marx e pelos mestres do bolchevismo, que pre­tendem possuir a única interpretação do marxismo autêntica. Eis o novo Evangelho que o comunismo bolchevista e ateu quer anunciar ao mundo como mensagem de salvação e de redenção. Sistema cheio de erros e de sofismas, oposto tanto à razão quanto à revelação divina; doutrina subver­siva da ordem social porque destrói os fundamentos mesmos dessa or­dem… Pela primeira vez na história assistimos a uma luta friamente dese­jada e sabiamente preparada do homem contra tudo o que é divino. Vigiai, veneráveis irmãos, para que os fiéis não se deixem iludir. O comunismo é intrinsecamente perverso e não se pode admitir de maneira alguma a co­laboração com ele da parte de quem queira salvar a civilização cristã”.

Como se vê, a denúncia é mais explícita e enfática.

Por ocasião do Natal de 1942 Pio XII reiterou a condenação de todo socialismo - comunista ou não - visto que se inspira no marxismo.

Anos depois, o Papa verificou que o marxismo fora implantado em vários países, inclusive em alguns de venerável tradição cristã, atraindo muitos intelectuais. No Natal de 1955 removeu mais uma vez toda possi­bilidade de compromisso com o marxismo:

“Rejeitamos o comunismo como sistema social inspirado pela fé cristã, devemos afirmar os fundamentos do direito natural. Pelas mes­mas razões rejeitamos a opinião segundo a qual o cristão deveria consi­derar atualmente o comunismo como um fenômeno ou uma etapa no cur­so de história, como um momento necessário da evolução da história e, por conseguinte, devemos aceitá-lo como algo decretado pela Divina Pro­vidência”.

Paulo VI reforçou esses dizeres apontando a “Igreja do Silêncio”:

“Em certo sentido, não somos nós apenas que condenamos os sis­temas marxistas, mas são, antes do mais, eles mesmos que se conde­nam, apresentando regimes que se opõem a nós por suas idéiase nos oprimem por seus atos. Nossa queixa é, antes, um gemido mais do que uma sentença de juízes” (Ene. “Ecclesiam Suam” 105).

João XXIII levantou a hipótese de se efetuarem encontros no plano das realizações práticas, encontros que até 1963 foram tidos como ino­portunos, tendo por interlocutores a Igreja e certos movimentos de ordem econômica, social, cultural ou política, mesmo que tais movimentos te­nham em suas origens a inspiração de falsos sistemas filosóficos (ver encíclica “Pacem in Terris” 159-160). Para que o diálogo assim proposto pudesse tornar-se realidade, os mencionados movimentos deveriam ter passado por uma evolução que os afastasse das suas origens e os pu­sesse de acordo com as justas operações da pessoa humana. Por sua parte, os católicos deveriam permanecer fiéis aos princípios do direito natural e às diretrizes das autoridades eclesiásticas. Tais considerações não podiam ter em vista o marxismo como tal, mas um socialismo distan­ciado das suas origens ateias militantes. Com efeito, no ano de 1959 por ocasião do seu Congresso em Bad-Godesberg o Partido Social Democrá­tico alemão renegou formalmente qualquer referência a Karl Marx. É pro­vavelmente a tal movimento que se referia João XXIII em “Pacem in Terris” 159.

Paulo VI contribuiu para o reto entendimento das palavras de João XXIII ao escrever:

Segundo os continentes e as culturas, o socialismo toma formas diferentes, dando significados diversos ao mesmo vocábulo… Impõe-se atento discernimento. Muitas vezes os cristãos, atraídos pelo socialismo, tendem a idealizá-lo em termos muito generosos como arauto de justiça, solidariedade e igualdade. Não querem reconhecer as marcas dos movi­mentos históricos socialistas que permanecem condicionados pela ideolo­gia de suas origens. Entre os diversos níveis de expressão do socialismo, será preciso fazer distinções que orientarão as opções concretas. Mesmo feitas essas distinções, é necessário não julgar que os diversos níveis do socialismo são completamente separados e independentes uns dos ou­tros… Essa perspicácia permitirá aos cristãos avaliar até que ponto lhes é lícito comprometer-se com tais movimentos, salvaguardados os valores da liberdade, da responsabilidade e da abertura para o plano espiritual, valores que garantem o desabrochamento integral da pessoa humana” (ene. “Octogésima Adveniens” 31).

João Paulo II opôs-se ao uso do marxismo na construção da Teolo­gia da Libertação, muito em voga na América Latina. Em 1991, após a queda do comunismo na Europa, escrevia esse Papa:

“Num passado recente o sincero desejo de estar do lado dos oprimi­dos e de não ficarem alheios ao curso da história levou muitos fiéis a procurarem diversas maneiras de encontrar a possibilidade de um compromisso entre o marxismo e o Cristianismo. O momento presente põe em evidência o que havia de caduco nessas tentativas e incita a reafirmar o caráter posi­tivo de uma autêntica Teologia da Libertação integral do homem. Conside­rados nesta perspectiva, os acontecimentos de 1989 se mostram impor­tantes para os países do Terceiro Mundo, que trilham os caminhos do seu desenvolvimento (ene. “Centesimus Annus” 26).

A rejeição do marxismo por parte dos Papas não procede de um espírito sectário, nem sobre uma visão unilateral do mundo, pois os Pa­pas condenaram também o liberalismo, que, conforme Paulo VI, “é uma afirmação errônea da autonomia do homem” (ene. “Octogésima Adve-niens”35)..

João Paulo II observa que o marxismo e sua expansão foram de certo modo, preparados pelas correntes filosóficas racionalistas e ateias dos séculos XVIII e XIX.

“O ateísmo de que falamos está estritamente ligado ao racionalismo da Filosofia das Luzes (racionalismo do século XVIII), que concebe a rea­lidade humana e social de maneira mecanicista: negam assim a intuição última da verdadeira grandeza do homem e sua transcendência frente ao mundo material; negam a contradição que ele experimenta em seu cora­ção entre o desejo da plenitude de bem e sua incapacidade de obtê-la e, principalmente, a necessidade de salvação que decorre dessa experiên­cia” (ene. “Centesimus Annus” 13).

O conceito de ser humano proclamado pelo racionalismo liberal é descrito por Pio XI em sua Mensagem de Natal (1949) nos seguintes ter­mos:

“A noção de criatura que tem origem e destino em Deus foi substitu­ída pelo falso retrato do homem autônomo em sua consciência, incontrolável legislador dessa consciência, irresponsável frente aos seus semelhantes e a sociedade, sem outro destino fora dos valores deste mun­do, sem outra finalidade senão a de gozar dos bens finitos, sem outra lei que não a dos fatos consumados e a satisfação indisciplinada dos própri­os desejos”

Infeliz caricatura do ser humano, que Deus fez para o Bem Infinito e que só repousa quando se volta para Ele!

Posts publicados para este blogue, transferidos de emails recebidos hoje de Tarcísio Moura (tarcisiomoura@gmail.com) e alexandre carvalho (alexandre_cgr@hotmail.com), por

António Fonseca

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TEM DÚVIDAS SOBRE A BÍBLIA? ENTRE EM MEU BLOG:

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LÁ VOCÊ ENCONTRARÁ TEMAS COMO:

O INFERNO EXISTE?
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O CÉU EXISTE?
A IGREJA CATÓLICA É A ÚNICA IGREJA FUNDADA POR JESUS?
NÃO EXISTE SALVAÇÃO FORA DA IGREJA DE CRISTO?
OS SANTOS MORTOS PODEM INTERCEDER PELOS VIVOS?
A IGREJA CATÓLICA PRATICA A IDOLATRIA?
HOMOSSEXUALISMO É PECADO?
O DEMÔNIO REALMENTE EXISTE?
O QUE É O PECADO MORTAL?
O QUE É O PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO?
AS RELÍQUIAS DOS SANTOS ESTÃO NA BÍBLIA?
O EXORCISMO É AINDA PRÁTICA NA IGREJA CATÓLICA?
O ARREBATAMENTO É BÍBLICO?
JESUS CRISTO VOLTARÁ?
O QUE É A MEDIAÇÃO CRISTOLÓGICA?
A APOSTASIA ESTÁ TAMBÉM NA IGREJA DE CRISTO?
O FIM DO MUNDO ESTÁ PRÓXIMO?
O QUE É A INTERCESSÃO DOS SANTOS?
OS MORTOS ESTÃO DORMINDO?
A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS?

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Irlanda fecha sua embaixada junto à Santa Sé.

by G. M. Ferretti

Por Dr. Robert Moynihan – carta 43 de Inside The Vatican | Tradução: Fratres in Unum.com

Ontem à noite recebemos um anúncio surpreendente: a Irlanda fechará sua embaixada junto à Santa Sé em uma medida que o governo irlandês diz ser necessária para cortar os custos do governo [ndr: mais informações aqui].

A embaixada da Irlanda junto à Santa Sé, localizada na Colina Janiculum, próxima à residência do embaixador americano junto à Santa Sé e próxima à Academia Americana em Roma, é a Villa Spada, sendo sozinha a mais valiosa propriedade de todas as embaixadas da Irlanda no mundo, segundo informações.

No entanto, note bem: a Irlanda não venderá a Villa, mas transferirá a equipe de sua embaixada na Itália para trabalhar na Villa Spada.

Muitos observadores vêem essa decisão como um duro golpe no prestígio internacional do Vaticano, e essa impressão parece estar correta – trata-se de um golpe na Santa Sé o fato de um país de tradição Católica tão extensa como a Irlanda decidir fechar sua embaixada.

A maior parte dos observadores vê nesse fato uma retaliação direta do governo irlandês contra a Igreja pelos muitos anos de uma suposta supervisão negligente por parte dela em dúzias de casos de abuso de crianças e abusos sexuais.

Dois pontos devem ser especialmente enfatizados.

Primeiramente, esse pode não ser um caso único. Ninguém sabe ao certo, mas já há persistentes rumores em círculos diplomáticos de que até 40 países estão considerando fechar suas embaixadas junto à Santa Sé.

Se isso for até parcialmente verdade, a trajetória da importância diplomática do Vaticano em assuntos globais será minimizada, após várias décadas nas quais o papel diplomático do Vaticano – especialmente sob o Papa João Paulo II (1978-2005) – parecia crucial, mesmo decisivo, em um mundo dividido em dois blocos, um capitalista e outro comunista. Então, o “peso diplomático” do Vaticano parece, já com essa decisão e potencialmente ainda mais com decisões similares, estar em declínio.

Em segundo lugar, as conseqüências. Quais são as conseqüências para o mundo de um reduzido papel diplomático da Santa Sé?

Inevitavelmente, que as posições da Igreja em assuntos sociais e morais receberiam menos atenção.

As visões da Igreja, em nível das elites políticas do mundo, seriam, com efeito, marginalizadas.

A voz moral da Igreja seria, muito efetivamente, diminuída, enfraquecida, abafada, precisamente quando muitos debates morais – sobre a natureza do casamento; sobre os “assuntos vida” desde o aborto, esterilização e contracepção até o tráfico de órgãos e eutanásia; da justiça ou injustiça de nosso globalizado e globalizante sistema econômico – estão alcançando um tom de intensidade e estão sendo decididos e fixados na “pedra” dos códigos de lei.

Qualquer que seja a oposição que a Igreja possa ter a alguns desses desenvolvimentos, será menos influente, menos importante, se o prestígio diplomático da Igreja for reduzido.

G. M. Ferretti | novembro 7, 2011 at 5:00 am | Categorias: Atualidades | Categories: Atualidades, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4ib

Publicado por

António Fonseca

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LEITURA ORANTE


Lc 17,1-6 - Fé do tamanho da semente de mostarda

Posted: 06 Nov 2011 06:01 PM PST

"Aumente a nossa fé!"

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando, com todos que se encontram na web:

Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui, na web, em torno da Palavra. Juntos, rezamos ou cantamos o Salmo 94:
(Se, em grupo, pode ser rezado em dois coros ou um solista e os demais repetem)
- Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis)
- Ao Deus do universo, venham festejar (bis)
- Seu amor por nós, firme para sempre (bis)
- Sua fidelidade dura eternamente (bis)
- Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)
- Sirva com alegria, venha com fervor (bis)
- Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)
- Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis)
- Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)
- Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis)
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto, na minha Bíblia: Lc 17,1-6:

Jesus disse aos seus discípulos:

- Sempre vão acontecer coisas que fazem com que as pessoas caiam em pecado, mas ai do culpado! Seria melhor para essa pessoa que ela fosse jogada no mar com uma grande pedra de moinho amarrada no pescoço do que fazer com que um destes pequeninos peque. Tenham cuidado! Se o seu irmão pecar, repreenda-o; se ele se arrepender, perdoe. Se pecar contra você sete vezes num dia e cada vez vier e disser: "Me arrependo", então perdoe.

Os apóstolos pediram ao Senhor:

- Aumente a nossa fé.

E ele respondeu:

- Se a fé que vocês têm fosse do tamanho de uma semente de mostarda, vocês poderiam dizer a esta figueira brava: "Arranque-se pelas raízes e vá se plantar no mar!" E ela obedeceria.

Jesus fala aos seus discípulos que sempre vai haver escândalos. Escândalo é o que faz tropeçar e cair. Às vezes caímos. Os outros também caem. Ninguém está isento de cair, pecar. Se o escândalo tem como vítima os pequenos, tem um agravante a mais. Neste texto do Evangelho, Jesus fala também de admoestação ou repreensão. Fala também de perdão. Perdoar sete vezes num dia significa, sempre
E finaliza, falando da fé, capaz de grandes coisas, ainda se pequena. A força da fé não depende de grandeza, mas de seu ponto de referência que é é Deus.
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Em Aparecida, os bispos afirmaram: “Faz-se, pois, necessário propor aos fiéis a Palavra de Deus como dom do Pai para o encontro com Jesus Cristo vivo, caminho de “autêntica conversão e de renovada comunhão e solidariedade” (DAp 248).
É assim que assumo a Palavra de Deus? É minha referência que me motiva à conversão, me impulsiona à comunhão e solidariedade?
3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, com o
bem-aventurado Tiago Alberione:

Jesus, Mestre,

que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é para reconhecer meus erros, admiti-los e mudar de atitude nos meus relacionamentos.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Sugestão de gesto concreto:
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Biblia Catolica News


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Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU

Posted: 07 Nov 2011 02:09 AM PST

SÃO PAULO, 05 Nov. 11 / 02:50 pm (ACI) O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São [...]

Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU

7 novembro 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

SÃO PAULO, 05 Nov. 11 / 02:50 pm (ACI)

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com aACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (…) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém… que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (…). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor”.

“O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas”, afirmou também Boff.

Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.

Posts relacionados:
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Todos estes textos acima citados, provêm de alguns blogs católicos, que subscrevo e que me foram enviados hoje mesmo por e-mail, e que eu decidi desde há algum tempo, transcrever para este meu Blogue.
António Fonseca

Nº 1096 (290) - 7 de Novembro de 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º (Quarto Ano)

E FINALMENTE AÍ ESTÁ... CHEGOU O 4º ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE BLOGUE, que eu venho anunciando desde o dia 1 de Novembro em curso. 

Nº 1096

 

Finalmente, cheguei ao fim do 3º ano de publicação, entrando pois no 4º Ano consecutivo, de edição deste blogue (que, como é sabido) só tomou o seu nome atual SÃO PAULO (e Vidas de Santos) em Setembro de 2009, depois de ter tido os nomes de Conferência Vicentina de São Paulo e Comunidade de S. Paulo do Viso sucessivamente)… ou seja há exatamente 1097 dias que eu escrevo neste blogue.


É um  marco que eu quis assinalar simbolicamente, desde o passado dia 1, com a frase inicial  

Está quase … quase… quase… quase… a chegar…

só faltam 24 horas…

que como devem ter reparado estaria um pouco fora do que seria normal, mas sinto-me pessoalmente muito satisfeito com este acontecimento, que significa, que Deus me tem concedido a Sua graça em me conservar vivo e com Saúde para continuar a desenvolver e a melhorar a Missão que resolvi encetar, para desta maneira, poder contribuir um pouco para a Evangelização de mais gente e talvez quem sabe…? também tenha dado um pouquinho de Fé a todos que eventualmente venham a ler este blogue.

GRAÇAS A DEUS POR TUDO O QUE ME TEM CONCEDIDO E MUITO OBRIGADO AOS MEUS LEITORES.

ANTÓNIO FONSECA
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Em seguida e se me dão licença, gostaria de repetir aqui o que escrevi nos duas primeiras edições (1 experimental, de 3/11 – que considero o número ZERO) e 1 definitiva em 7/11/2008
Caros confrades:
Ao iniciar a composição do blogue CONFERÊNCIA VICENTINA DE SÃO PAULO desejo dá-la a conhecer a todos vós.
Em Novembro de 1988, o Reverº Padre António Inácio Gomes que fundou a Paróquia da Senhora do Porto e depois a Comunidade de S. Paulo do Viso, sita no Bairro do Viso, ambas parte integrante da freguesia de Ramalde, na cidade do Porto, deu corpo à Pastoral Sócio Caritativa do Bairro do Viso, para ajudar os pobres que aqui então habitavam. Durante 17 anos, esta Pastoral com os escassos meios que se iam obtendo, conseguiu ajudar centenas de pessoas. A meio de 2005, começou a falar-se na hipótese de se transformar em Conferência Vicentina, mas o nosso saudoso Pároco talvez por receio de não poder fazer a Caridade como entendia mas sim sob as determinações e regras de terceiros, e também porque começou a ter graves problemas de saúde, foi protelando essa decisão.
Em Outubro desse ano, após uma intervenção cirúrgica a que foi submetido, acabou por falecer no dia 28 (dois dias antes de completar 79 anos).
Em 8 de Dezembro foi nomeado Pároco o Reverº Padre Dr. Manuel Correia Fernandes - Diretor do Jornal da Diocese do Porto, VOZ PORTUCALENSE. Na reunião da Pastoral efectuada nesse mês, foi deliberado por unanimidade que fosse efectuada rapidamente a adesão à Sociedade de São Vicente de Paulo. como Conferência Vicentina.
Assim, em 16 de Fevereiro de 2006, com a presença das Presidentes dos Conselhos de Zona Porto Poente e Porto Nascente, do Conselho Central Feminino do Porto, foi eleita a Mesa desta Conferência composta pelo Presidente António Fonseca, Vice Presidente António Paixão, Secretário Lázaro Pinto e Tesoureiro José Nicolau.
Dado que S. Paulo é o padroeiro da nossa Igreja, foi adoptado o seu nome para a Conferência Vicentina de S. Paulo - Viso.
E, pronto, foi assim que apareceu esta Conferência.
Entretanto o Conselho de Zona Particular Porto Poente, no passado dia 30 de Junho, levou a cabo eleições da nova Mesa e consequentemente fui escolhido pela nova Presidente Maria de Fátima Sousa (Presidente da Conf. Vicentina de Santa Rita - Aldoar) para Secretário da referida Mesa.
Feita a apresentação da Conferência, resta-me informar que estou em fase de lançamento deste blogue que fica com o nome da Conferência como título e por isso mesmo há bastantes arestas a limar, que eu vou tentar melhorar dia a dia, se Deus quiser.
Vou tentar ainda colocar aqui uma imagem da minha Igreja para a poderem identificar, porém, como não percebo minimamente estas técnicas de feeds e Html, etc., etc., seja o que Deus quiser.
Saudações Vicentinas do António Fonseca

Caros Amigos Vicentinos:
Não sei se esta página já estará a ser lida por alguém, - se calhar, não, mas não há problema - algum dia há-de ser - mas mesmo assim, vou publicar aqui a 25ª leitura do livro "Um ano a caminhar com São Paulo" que está ser lido na Igreja da Comunidade de S. Paulo - Bairro do Viso, desde o início da celebração do Ano Paulino, em 29 de Junho de 2008 e que terminará em Junho de 2009.
Este livro foi publicado pela Diocese do Porto sob proposta da Conferência Episcopal Portuguesa e foi coligido na íntegra pelo Bispo Auxiliar de Lisboa, Senhor D. Anacleto de Oliveira e está a ser lido, como disse acima, pelos paroquianos da Igreja de S. Paulo do Viso, que desde aquela data e até ao seu epílogo, foi designada pelo Bispo do Porto, senhor D. Manuel Clemente, como Santuário Jubilar Paulino, juntamente com mais 9 Santuários situados na Diocese do Porto:
Sé Catedral do Porto,
Igreja de S. Gonçalo - Amarante,
Nossa Senhora da Assunção - Santo Tirso,
Nossa Senhora da Piedade - Penafiel,
Nossa Senhora de La Salette - Oliveira de Azeméis,
Santa Quitéria - Felgueiras,
Santa Rita - Ermesinde, Menino Jesus de Praga - Avessadas - Marco de Canavezes e
Monte da Virgem -Vila Nova de Gaia.
Esta Igreja é a única na Diocese do Porto, dedicada a S. Paulo, pelo que foi decidido que estivesse aberta todos os dias, de Segunda a Sexta-feira, a partir das 18 horas, para que os Fiéis a possam visitar e ali rezar com S. Paulo.
Além disso, nas celebrações dominicais, ao Sábado (Vespertina) às 19 horas e ao Domingo (10 horas), e em conformidade com o:
(Decreto da Sagrada Penitenciaria Apostólica) - são concedidas indulgências plenárias aos
"fiéis que cumprirem as condições habituais (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e Oração), segundo as intenções do Sumo Pontífice, excluído qualquer apego ao pecado, se participarem con devoção na sagrada função ou numa prática realizada publicamente em honra do Apóstolo das Nações; nos dias da solene abertura e encerramento do Ano Paulino, em todos os lugares sagrados; em outros dias determinados pelo Ordinário do lugar, nos locais sagrados intitulados a S. Paulo e, para a utilidade dos fiéis, em outros designados pelo mesmo Ordinário".
Pessoalmente, resolvi dar a conhecer o texto das leituras do livro acima indicado, desde Julho passado, através da sua inserção num blog que tenho alojado no Msn sob o URL: "spaces.msn.com/azulebranco2005/SpaceSettings.aspx".
Agora decidi também incluir neste blog que ora iniciei no passado dia 3, independentemente de publicar outros temas, nomeadamente sobre assuntos relativos propriamente à Conferência Vicentina de S. Paulo, pelo que abaixo, dou à estampa o 25º capítulo do referido livro.
É ESTE POIS O MEU CONTRIBUTO PESSOAL PARA LEVAR A MAIS PESSOAS O EVANGELHO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, SEGUNDO
S. PAULO - O APÓSTOLO DAS NAÇÕES
PRIMEIRA PARTE
PAULO FALA-NOS DA SUA VIDA
25
"CADA UM AME A SUA MULHER COMO A SI MESMO, E A MULHER RESPEITE O SEU MARIDO"
Uma das páginas mais belas da Bíblia sobre o Matrimónio cristão é a de Ef 5, 21-33. Mas é também das mais questionadas, mormente por mulheres que se chocam com a exigência de subordinação aos maridos. Como é possível isso, numa época em que eles e elas gozam finalmente de iguais direitos? Vamos regressar a um passado, em que, então sim, o estatuto social da esposa era inferior ao do marido? Ora Paulo parece até reforçá-lo. Mas, será mesmo isso que ele quer? Ao contrário, ele propõe o único caminho realmente eficaz para mudar a ordem social de então. Pergunta-se até se não foram textos como este, quando postos em prática, que contribuiriam para mudanças entretanto alcançadas, a nível legislativo e, sobretudo, de prática de vida. Ainda hoje, só por si, a legislação não garante o respeito pela igualdade de direitos. Veja-se quantas mulheres continuam a ser vítimas da violência familiar. Portanto, pelo ,menos a nível prático, as palavras de Paulo continuam atuais. Mas para as compreender, não esqueçamos que se dirigem a casais cristãos e, sobretudo, procuremos lê-las com olhos de cristãos. E quem sabe se, assim acolhidas, não irão convencer outros ... através do que veem em nós. EF 5, 21-33Subordinai-vos uns aos outros, no respeito que tendes a Cristo: as mulheres aos maridos, como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da Igreja – Ele, o Salvador do corpo. Ora, como a Igreja se subordina a Cristo, assim as mulheres aos maridos, em tudo. Maridos, amai as vossas mulheres, na medida em que Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, a fim de a santificar, purificando-a, no banho da águia, pela palavra, a fim de a apresentar esplêndida, como Igreja sem mancha nem ruga, nem coisa alguma semelhante, mas santa e imaculada. Assim devem também os maridos amar as suas mulheres, como os seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. De facto, ninguém jamais odiou a sua própria carne; pelo contrário, alimenta-a e cuida dela, como Cristo à Igreja; porque nós somos membros do seu corpo. É por isso que o homem deixará pai e mãe, unir-se-á a sua mulher e serão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu declaro que ele diz respeito a Cristo e à Igreja. De qualquer modo, ,também, vós e cada um ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher respeite o seu marido.Paulo dirige-se às esposas nos vv. 21-24 e 33b e aos maridos nos vv. 25-33a. A esta disparidade no volume de texto junta-se a da linguagem. Por que razão fala ele tão longamente aos maridos e insiste tanto no seu amor para com as esposas? Não será porque eram eles que precisavam mais precisavam de mudança? E que relação haverá entre o amor da parte deles e a subordinação da parte delas? Isto, para já, sugere-nos que comecemos por ver o que devem fazer os maridos e, principalmente, as razões da sua conduta. Estão distribuídas pelas três exortações ao amor (vv. 25, 28a.33a) e completam-se mutuamente.1. O que Cristo fez pela Igreja. (vv. 25-27): Amou-nos, entregando-se por nós na cruz (5, 2; Gl 2, 20). Para este amor extremo somos conquistados pela fé na palavra que o anuncia, completada pelo banho da água baptismal. Purificados do pecado tornamo-nos santos, isto é, propriedade divina. O que assim é dito em termos de iniciação cristão (v. 26) é repetido em linguagem nupcial (v. 27): nas palavras a fim de a apresentar esplêndida, (...) sem mancha nem ruga há uma alusão aos ritos de preparação da noiva para as núpcias, praticados então. Mas com uma diferença: a noiva era apresentada ao noivo e não por ele, como aqui. Cristo, qual esposo, não só conquista a Igreja para si, mas ele próprio, com a força regeneradora do seu amor, a conduz à reconciliação com Deus, para a fazer santa e imaculada (2, 14-18).Assim também os maridos devem amar as esposas: na mesma medida em que são amados por Cristo (v. 25).2. O que os maridos devem fazer pelas esposas (vv. 28-30): amá-las como os seus próprios corpos. Não como se elas fossem os seus corpos, mas porque o são de facto: Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. Não se trata apenas do amor ao próximo como a si mesmo (Lv 19, 18). A esposa faz parte da carne do marido, na linha da reação do homem à criação da mulher: Esta é, realmente, osso dos meus ossos, carne da minha carne (Gn 2, 23). E se já aí se afirma a igual dignidade entre homem e mulher, aqui muito mais. A uni-los está agora, não apenas uma relação humana interpessoal, mas a comunhão com Cristo comum a ambos. Nós somos membros do seu corpo, podem ambos dizer. E como Cristo, em relação à Igreja, a alimenta e cuida dela, numa possível alusão à Eucaristia, o mesmo faz o marido, alimentado por um amor que tudo pode, em relação à sua esposa. E qual o resultado de um amor mútuo sem reservas?3. O que o casal cristão faz em relação a Cristo e à Igreja (vv. 31-33a). Dá um sentido novo às palavras de Gn 2, 24: Por isso, o homem deixará pai e mãe, unir-se-á a sua mulher e serão os dois uma só carne. No amor que os atrai e une manifesta-se ao vivo o grande mistério do amor inefável de Cristo à Igreja (v. 32). São um sinal visível e eficaz da graça que faz da sua união matrimonial um sacramento. Uma graça que eles transmitem, antes de mais, um ao outro ... e sempre. Daí a recomendação final (v. 33), primeiramente aos maridos: cada um ame a sua mulher como a si mesmo. Agora sim, é o amor ao próximo como a si mesmo que ele realiza e pelo qual orienta todos os seus atos (Rm 13, 9; Gl 5, 14). Um amor cuja medida é o próprio, na sua dignidade de pessoa que se quer amada. E a esposa? Porque razão se diz apenas que respeite o seu marido? Repare-se que também da subordinação a que é convidada (vv. 21-24) faz parte o respeito que se deve ter, mas a começar por Cristo, como Senhor e Salvador do corpo. Só na medida em que todos a Ele se subordinam, é que a todos é dito, incluindo aos maridos: subordinai-vos uns aos outros. Pelo Baptismo, todas as diferenças deixaram de ser motivo de exclusão e de opressão (I Cor 12, 13; Gl 3, 28; CI 3, 10s). Mais: cada cristão deve considera os outros superiores a si mesmo (1 Cor 9, 19; Fl 2, 3; Rm 12, 16) ... nas suas diferenças, incluindo as de organização social. Daí que a mulher pudesse continuar a reconhecer o estatuto de chefia concedido então ao marido. Mas este, como membro da Igreja, cuja cabeça é Cristo, tinha de amar a esposa, até ao ,ponto de dar por ela a vida. Não foi isso que fez de Cristo cabeça da Igreja? Só assim o marido merece um estatuto semelhante em relação à esposa. E a subordinação dela deixa de se basear em normas sociais, mas na comunhão com Cristo, de que também, participa o marido. E qual é a mulher cristã que resiste a este amor?

Interior da Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso – Bairro do Viso – Ramalde – Porto Após as obras efectuadas (colocação de estrado de madeira no altar e nova iluminação) 5 de Novembro de 2008
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Nº 1096
76390 > Sant' Amarando (Amaranto) Martire 7 novembre MR
• Antonio Baldinucci, Beato
Novembro 7 Presbítero Jesuita,
Antonio Baldinucci, Beato
Antonio Baldinucci, Beato
Nesta data se celebra a festa do Beato Antonio Baldinucci na Companhia de Jesús e em várias dioceses de Itália, onde o beato trabalhou. Antonio nasceu em Florença. Era o quinto filho de Catalina Scolari e Felipe Baldinucci. Seu pai, que era pintor e escritor, se restabeleceu de uma enfermidade, graças à intercessão de Santo Antonio de Pádua, e prometeu que consagraria a Deus a seu próximo filho. O menino nasceu em 1665, precisamente na oitava da festa de Santo Antonio, e recebeu aquele nome no baptismo. Seu pai o educou desde o principio para o sacerdócio. Os Baldinucci habitavam na mesma casa de Via degli Angeli, em Florença, onde São Luis Gonzaga havia vivido um tempo quando menino e, a recordação deste santo exerceu uma influência profunda em Antonio. Aos dezasseis anos, pediu a admissão na Companhia de Jesús, coisa que lhe foi concedida, apesar de sua saúde não ser muito robusta.. Antonio havia querido ir missionar as Índias, mas seus superiores o dedicaram ao ensino dos jovens e à pregação nas confrarias, primeiro em Terni e depois em Roma. Como sufriese de fuertes jaquecas, sus superiores le enviaron de nuevo a Florencia y, después, a varios colegios situados en el campo. La salud de Antonio empezó a mejorar y comenzó a predicar con gran éxito. A los treinta años recibió la ordenación sacerdotal. Cuando terminó el año de su tercera probación, se ofreció nuevamente para las misiones de las Indias, pero sus superiores no accedieron, sino que le enviaron a trabajar a Viterbo y Frascati. Ahí pasó el beato los treinta años que le quedaban de vida, trabajando sobre todo entre los pobres e instruyendo al pueblo. Para atraer a las gentes, empleaba métodos muy llamativos, semejantes a los que usó San Pedro Claver con los negros y el Beato Julián Maunoir con los bretones. En efecto, solía organizar imponentes procesiones, desde diversos sitios hacia el centro de la ciudad, que era donde predicaba, con los penitentes que llevaban coronas de espinas y se disciplinaban. El beato predicaba a menudo con una cruz sobre los hombros o cargado de cadenas y movía a compasión al pueblo al aplicarse feroces disciplinas en las calles. Una vez que había conseguido impresionar a las gentes y hacerse oír, empleaba métodos más ordinarios. A fin de guardar el orden entre las multitudes que acudían a oírle, solía organizar un cuerpo de guardias, escogidos generalmente entre aquellos que llevaban una vida notoriamente licenciosa, con lo cual se los ganaba y conseguía que oyesen sus consejos. Por regla general, la misión terminaba con la quema pública de barajas, dados, imágenes obscenas y otros objetos que fuesen ocasión de pecado. El juego, las venganzas violentas y el libertinaje, estaban a la orden del día pero el celo del Padre Antonio lograba conversiones duraderas y le movía a dejar organizadas buenas obras. Aunque predicaba constantemente misiones, con el trabajo que ello supone, tuvo tiempo para escribir numerosos sermones e instrucciones, por no hablar de su amplia correspondencia. Rara vez dormía más de tres horas y lo hacía siempre sobre un lecho de tablas. Ayunaba tres días por semana. En vista de su prodigiosa actividad, el Papa Clemente XI le dispensó de la recitación del breviario, pero el beato jamás hizo uso de esa dispensa. En veinte años, predicó 448 misiones en trece diócesis de los Abruzos y de la Romaña. En 1708, fue a predicar la cuaresma en Liorna, por orden del duque Cosme III. Llegó descalzo, vestido con una vieja sotana y con su equipaje sobre los hombros. Los nobles no asistieron al principio sus sermones, pero el beato acabó por ganárselos, y desde entonces, predicó siempre durante la cuaresma en alguna de las ciudades más importantes de la región. El año 1776 Italia se vio asolada por un hambre terrible, y el beato Antonio trabajó incansablemente por socorrer a los necesitados. Aunque apenas tenía algo más que cincuenta años, estaba consumido por la fatiga y con dificultad pudo soportar aquel esfuerzo. Dios le llamó a Si el 7 de noviembre del año siguiente. Durante una misión que había predicado en Carpineto en 1710, se hospedó en la casa de la familia Pecci, que más tarde había de dar a la Iglesia al Papa León XIII. Antonio Baldinucci fue precisamente beatificado por dicho pontífice en 1893.
90402 > Beato Antonio Baldinucci Sacerdote gesuita 7 novembre MR

76380 >
Sant' Atenodoro Vescovo nel Ponto 7 novembre MR

92738 >
San Baudino (Baldo) Vescovo di Tours 7 novembre MR
Áudio da RadioRai:



76410 >

San Cungaro Abate 7 novembre MR

93704 >
Beata Eleonora di Portogallo Regina, mercedaria 7 novembre
76425 > Sant' Engelberto di Colonia Vescovo 7 novembre MR
SANTO ERNESTO
Monge (1147)
Ernesto, Santo
Ernesto, Santo
A primeira cruzada atingiu a sua finalidade (1099), e chegou até mais além; não só reabriu a estrada dos Lugares Santos aos peregrinos; permitiu mesmo fundar quatro Estadozinhos cristãos em terras islamitas: Jerusalém, Antioquia, Edessa e Trípoli. Mas desde 1144, a queda de Edessa ficou mostrando que os muçulmanos eram capazes de retomar aos Francos o que estes lhes tinham tirado, mesmo Jerusalém. Foi para obstar a este perigo que se realizou a segunda cruzada (1147-1149). Foi um desastre. Dos 200 mil homens e mulheres que partiram então para o Oriente, só regressaram alguns milhares. Ernesto de Steissklingen foi dos que não voltaram. Na juventude, fizera-se monge na abadia mista de Zwiefaklten (numa margem do lago de Constança). Durante cinco anos, governou-a como abade (1141-1146). Ela contava então setenta religiosos de coro, cento e trinta irmãos «barbados» ou conversos, e setenta e duas monjas. Em 1146, Ernesto apresentou a demissão para ir como cruzado, e no ano seguinte juntou-se ao exército alemão, comandado pelo imperador Conrado III. Ao despedir-se da comunidade, dissera: «Já não conto tornar-vos a ver cá na terra, porque Deus vai-me conceder, assim espero, derramar o sangue por Ele. Pouco importa aliás a morte que me está reservada, contanto que me permita sofrer por amor de Cristo Senhor». Realizaram-se estas suas previsões, e nunca se soube onde e como morreu. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
• Ernesto, Santo
Noviembre 7 Abad,
Ernesto, Santo
Ernesto, Santo
Etimológicamente significa “fuerte en el combate”. Viene de la lengua alemana. El joven Ernesto, muerto en el año 1147, vivió de lleno en la época de la primera cruzada (1099). Fue ella la que permitió abrir nuevos caminos para los Lugares santos a todos los peregrinos. Y además, permitió la fundación de cuatro pequeños estados cristianos en tierras del Islám: Jerusalén, Antioquía, Edesa y Trípoli. Sin embargo, desde 1144, la caída de Edesa mostró que los musulmanes podían volver a coger lo que los franceses les habían arrebatado anteriormente, incluida Jerusalén. Esto dio lugar a la segunda cruzada (1147-1149). Se sabe por la historia que fue un desatino. De los 200.000 hombres y mujeres que partieron para el Oriente, volvieron sólo algunos miles. Ernesto de Steisslingen fue uno de ellos. En su juventud entró de monje en la abadía de Zwiefalten, que da al bello lago de Constanza. Lo eligieron abad durante cinco años para dirigir humana y espiritualmente a los sesenta y dos monjes que la habitaban. Al término de su mandato, se marchó de nuevo a la cruzada con el ejército alemán, comandado por el emperador Conrado III.
Cuando se despidió de sus hermanos religiosos, les dijo: "Creo que no volveré a veros en esta tierra, pues Dios me concederá que vierta mi sangre por él. Poco importa la muerte que me reserva, si me permite sufrir por el amor de Cristo". Sus predicciones se cumplieron. Y desde entonces no se supo nunca cómo y dónde murió.
¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
76400 > Sant' Ernesto di Zwiefalten Abate 7 novembre
Áudio da RadioRai:
• Florêncio de Irlanda, Santo
Novembro 7 Fundador,
Etimologicamente significa “florescente”. Vem da língua latina. Disse Isaías: “ Buscai ao Senhor, ele se deixará encontrar pois é grande seu perdão”. Como estás vendo pelo Santoral, há santos de todas as condições sociais. A santidade é um dever de todo crente. Florêncio pertencia a uma das famílias mais ilustres de Irlanda.
Havia ouvido falar de Jesús. E sem o pensar duas vezes, empreendeu caminho até França. A razão não era outra que sabia que existiam bons mestres na fé do Ressuscitado. Se preparou a fundo para receber o baptismo e fazer-se cristão. Se deu perfeita conta de que Deus o chamava a que começasse o caminho da santidade.
Já estabelecido em França, construiu uma ermida na Alsácia muito perto do rio Hazle, nos Vosgos. Ali se passava o dia fazendo oração de contemplação ante a bela paisagem com que o brindava a natureza. Pouco a pouco a gente se foi inteirando de que ali havia um ermitão com fama de santidade. O próprio rei Dagoberto ia a miúdo a esta região. Se inteirou dos prodígios que fazia o solitário irlandês. Após haver falado com ele, nomeou-o bispo de Strasburgo. Era um privilégio que tinham então alguns reis cristãos. Não queria aceitar, mas no fim cedeu pelos intensos rogos do monarca. E diz sua biografia que o fez tão bem que se converteu no pai e guia de todos seus paroquianos. Fundou o mosteiro de Haselach e a colegiata de santo Tomás, que foram dois centros de verdadeira espiritualidade. Morreu no ano 693.
¡Felicidades a quem leve este nome!
76450 > San Fiorenzo di Strasburgo Vescovo 7 novembre MR
• Herculano de Perugia, Santo
Novembro 7 bispo e mártir,
Herculano de Perugia, Santo
Herculano de Perugia, Santo
Quando os godos tomaram a cidade de Perugia, depois de sete anos de sitio, o rei Totila condenou o bispo Herculano a uma morte terrível, já que os verdugos deviam arrancar-lhe tiras de pele desde a cabeça até aos pés antes de o decapitar. O lhe ter arrancado toda a pele. Era o ano 547 de nossa era. O corpo do mártir foi atirado para fora da cidade. Os cristãos se apressaram a sepultar o cadáver junto com a cabeça. São Gregório o Grande afirma que, quando o desenterraram para o trasladar para a igreja de São Pedro, quarenta dias depois, a cabeça estava unida ao tronco como se nunca tivesse sido cortada. Sobre o santo que nos ocupa, se tem o dado certo de que um jovem que buscou refúgio em Perugia, quando todos tomaram Tifernum (Cita di Castello), recebeu ali a ordenação sacerdotal de mãos de Santo Herculano. Posteriormente, aquele sacerdote foi o bispo de Tifernum e foi canonizado como São Florindo, a quem se comemora em 13 deste mês. Os habitantes de Perugia veneram também a outro Santo Herculano bispo de dita cidade. Segundo se diz, era um sírio que havia ido a Roma, de onde foi enviado a evangelizar Perugia. Aí morreu martirizado. Provavelmente os dois Herculanos se identificam.
93264 > Sant' Ercolano di Perugia Vescovo e martire 7 novembre MR
93020 > Santi Ierone e compagni Martiri 7 novembre MR
76420 > San Lazzaro il Galesiota Stilita 7 novembre MR
Lucía de Settefonti, Beata
Lucía de Settefonti, Beata
Casta virgem de Bolonha, chamada de Settefonti, não longe de Ozzano Emilia, onde estava o mosteiro de Santa Cristina onde com outras companheiras Lúcía professou na Ordem Camaldulense. Viveu, com odor de santidade, durante o século XII. Em redor de sua figura de monja e abadessa se divulgaram narrações populares que, atestam o valor de sua intercessão e caridade fraternal, aumentando seu culto particularmente na igreja de Santa Cristina en Bolonha. Desde aqui em 7 de Novembro de 1753, o Cardeal Palleoti trasladou as relíquias para a Igreja de Santo André de Ozzano onde hábia outro mosteiro do mesmo nome. Pio VI en 1779 confirmou a devoção e fixou sua festividade para 7 de Novembro.
76525 > Beata Lucia da Settefonti Vergine 7 novembre
92874 > San Mamante e compagni Martiri a Melitene 7 novembre
92818 > Santi Melasippo, Cassina (Carina) ed Antonio Genitori e figlio, martiri 7 novembre
76440 > San Pietro Wu Guosheng Martire 7 novembre MR

• Prosdócimo de Pádua, Santo
Novembro 7 Primeiro bispo de Pádua,
Prosdócimo de Padua, Santo
Prosdócimo de Pádua, Santo
Segundo uma piedosa tradição, santo Prosdócimo, primeiro bispo de Pádua, foi enviado pelo apóstolo são Pedro a anunciar a boa nova em terras euganeas. Santo patrono da cidade de Euganean, e também, segundo a opinião de muitos estudiosos, provável evangelizador da Veneza ocidental inteira. Santa Justina, Virgem e Mártir, foi convertida e batizada por Santo Prosdócimo, sendo este um claro exemplo do trabalho apostólico do santo bispo de Pádua
76500 > San Prosdocimo di Padova Protovescovo 7 novembre MR
91217 > San Prosdocimo di Rieti 7 novembre




BEATO VICENTE GROSSI
Sacerdote (1845-1917)
Nasceu de pais pobres, Baltazar Grossi e Madalena Capellini, no dia 9 de Março de 1845, penúltimo de sete irmãos. Vencidas não poucas dificuldades, entre as quais avultava a pobreza da família, entrou no seminário de Cremona, a 4 de Novembro de 1864, quando contava quase 20 anos. Ordenou-se a 22 de Maio de 1869. Tendo durante 4 anos dado mostras de grande zelo, prudência e santidade de vida no trabalho de coadjutor de vários párocos, o Bispo da Diocese finalmente encarregou-o da paróquia de Regona, onde reinavam a heresia e as rivalidades. O que foi a vida do Padre Grossi a partir desta data, expressou-o Paulo VI na homilia da beatificação no dia 1 de Novembro de 1975: «Foi pároco durante 44 anos, com todos os afazeres que tal vida leva consigo, desde a pregação viva e posta em dia até ao delicado desvelo pelos enfermos, desde as tarefas espirituais até às administrativas. A entrega, que nele estava inflamada por uma fé profunda, impele-o a pensar sobretudo nas crianças e adolescentes. Para cuidar deles, funda o Instituto das Filhas do Oratório, que se ocupa especialmente do catecismo nas paróquias. Apostolado simples, grande, insubstituível, sem o qual não se põe fundamento algum na vida cristã. O Padre Grossi foi assim: com a solidez das suas generosas virtudes, escondidas no silêncio, purificadas pelo sacrifício e mortificação, aperfeiçoadas pela obediência, deixou um sulco profundo na Igreja, que hoje o propõe como modelo e lhe reza como intercessor». A fundação do Instituto das Filhas do Oratório não foi fácil. Com efeito, o Bispo de Cremona, D. Jeremias Bonomelli, de quem dependia o Padre Grossi, fez demorar muito a sua resposta de aprovação nas Constituições, quer terminou por ser negativa. A comunidade nascente mudou-se então para Maleo, na diocese de Milão, com a anuência do Bispo dessa diocese. Em Dezembro de 1900, depois da visita pastoral a Vicobellignano, onde era pároco o Padre Grossi. D. Bonomelli decidiu-se finalmente a aprovar as Constituições do Instituto e recomendou as Irmãs aos párocos da diocese. A Congregação desenvolveu-se normalmente. Em 1915 era aprovada pela Santa Sé, o que foi uma grande consolação para o Padre Grossi, que veio a falecer santamente no dia 7 de Novembro de 1917, depois de uma vida totalmente consagrada a Deus e ao bem do próximo. AAS 46 (1954) 776-8; 65 (1973) 561-5; 68 (1976) 168-7. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
76650 > Beato Vincenzo Grossi Sacerdote 7 novembre MR
SÃO VILIBARDO
Bispo (658-739)
Willibrordo, Santo
Willibrordo, Santo
Nasceu em Northumbria, na Irlanda, em 658, e morreu em Echternach, no Luxemburgo, a 7 de Novembro de 739. «Durante cinquenta anos, escreve Alcuíno, este grande missionário e grande amigo de Cristo dedicou-se, dia após dia, à conversão dos infiéis». Em 690, quando Pepino d’Herstal terminava a conquista da Frísia, Vilibrardo chegou lá, vindo do seu país, à frente dum grupo de anglo-saxões. Em 695, o papa Sérgio I consagrou-o bispo de Echternach. Era de Utrecht e Echternach que os seus missionários partiam para evangelizar os povos da Renânia ainda pagãos. Vilibrardo chegou até à Dinamarca e mesmo, parece, à Turíngia. Batizou Pepino, o Breve, pai de Carlos Magno. Foi sepultado em Echternach, onde todos os anos, desde o século XIV, na terça-feira de Pentecostes, uma procissão dançante (cinco passos para a frente e três para trás) se realiza em sua honra. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
• Willibrordo, Santo
Noviembre 7 Biografia,
Willibrordo, Santo
Willibrordo, Santo
76600 > San Villibrordo Vescovo 7 novembre MR

Áudio da RadioVaticana: e RadioMaria:





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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
WWW. SANTIEBEATI.IT
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA