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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Da Rádio Renascença - 15-Novembro-2011 - … música da MEIA-HORA…

 

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Música da Meia-Hora

Receita simples para manter a linha! Quer saber os ingredientes?

Então ligue o rádio, amanhã às sete

O Paulino e a Isabel acordam cedo e bem dispostos para o ajudar a sair da cama com aquele sorriso que você conhece!
Esta terça-feira, está convidado para uma lição de Anatomia que o vai ensinar a viver melhor através de pequenas coisas.
Junte-se às Manhãs da Renascença e descubra o que é que a sua cama e a sua televisão têm a ver com a receita para manter a linha.
Descubra também que, para treinar as cordas vocais, pode acompanhar a Equipa Renascença na Música da Meia-Hora!

Solista: Ai! O que vou fazer agora à minha vida?
Coro 1: Desembuche, desembuche
Coro 2: Vai dançar o Fandango!
Solista: Quero-me pirar e o chefe sempre a olhar p'ra mim!
Coro 1: MEIA HORA …
Coro 2: OLHA A TROIKA
Coro 1: MEIA HORA..
Coro 2: OLHA A GREVE.
Coro 1: MEIA HORA….POR FAVOR
Coro 2: AI ..MAS QUE DORRRRRRRR

Solista: AI! Que tudo me dói sinto uma pedra no rim!

Coro 1
: AI! Que Tudo lhe dói! A meia-hora não tem fim!
Coro 2: E os homens da TROIKA ali a olhar pr'ra mim
Coro 1: Eles mandam, Eles ditam...
Solista: Não me sinto nada bem!!

Coro 2
: Trabalha mais!! Mais uma meia-hora!
Solista: AI QUE HORROR!!!!!
Coro 1: Mais cortes! Agora é no Natal!!!
Coro 2: E o IVA?!

Solista
: Sobe de 6 p'ra 23!
Coro 2: E AGORA?
Coro 1: É A MEIA HORA
Coro 2: E AGORA!
Coro 1: É A MEIA HORA!
A MEIA HORAAAAOOOOOOOOOOO
Coro 2: (NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO)

Coro 1: Olha a marmita…Olha a marmita...
Solista: Já nem sei o que almoçar!!
Todos: É DE FUGIR …ESTA CRISE QUE É SÓ PARA MIM..PRA MIM..PRA MIIIIIIIMmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm …

 

 

com as saudações de

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1104–(319) - 15 DE NOVEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO


Nº 1104
SANTO ALBERTO MAGNO
Bispo, Doutor da Igreja (1193 ou 1206-1280)
Alberto Magno, Santo
Alberto Magno, Santo
 
Não concordam os autores sobre a data do seu nascimento. Vindo à luz em 1193 ou em 1206, viveu até 1280 como farol do seu século e da Igreja universal. Era o primogénito do Conde Bollstadt e passou os primeiros anos no castelo familiar da Suábia, junto ao Danúbio. Seu pai era militar e lutou na Lombardia em favor do Imperador, mas Alberto não se entusiasmou pelas armas. Sentiu a curiosidade do filósofo, a sede da ciência. Na Universidade de Pádua estudou gramática, dialéctica, retórica, música, geometria e astronomia. O seu olhar perscrutador estava aberto para o grande livro do mundo exterior e vibrou com a leitura das suas páginas maravilhosas. É grande naturalista, observador paciente dos fenómenos da natureza – e grande filósofo ao mesmo tempo. Os contemporâneos chamaram-lhe «o filósofo». Por isso adora a Deus na natureza. A sua ciência é sabedoria. Alguns historiadores fazem intervir a Mãe de Deus na formação de Santo Alberto e no rumo definitivo da sua vida. Teve nos princípios dificuldade no estudo; e sendo muito devoto da Virgem Maria, lançou-se um dia aos pés do «Trono da sabedoria» e pediu-lhe que lhe fosse propícia. Foi ouvido e abriram-se-lhe todas as fontes do saber. Como sinal de assim ter sido, na hora da morte iria perder a memória de tudo. Também nos dizem que foi a Mãe de Deus quem indicou o caminho da sua vocação religiosa, dentro da regra de S. Domingos. Seja como for, na sua vocação influiu certamente o segundo Geral dos Padres Pregadores, Jordão de Saxónia. Com o conselho e a palavra dele. Alberto decidiu-se em 1223 a vestir o hábito branco e a capa negra dos Dominicanos, contra a oposição da família. De Pádua transferiu-se para Bolonha. Lá, no convento de S. Nicolau, segundo berço da Ordem, onde repousavam, os restos do grande Patriarca espanhol, S. Domingos, abriu Alberto alicerces para o grande edifício que iria levantar duma ciência universal e cristã. O discípulo converte-se em Mestre e vai a Colónia, a Hildsheim, Friburgo de Brisgóvia, Ratisbona e Estrasburgo. O Capítulo Geral que se reúne no Pentecostes do ano de 1238 pensa em Santo Alberto como Geral de toda a Ordem. A Providência queria-o, porém, luz nos claustros universitários, e a eleição definitiva caiu em S. Raimundo de Penhaforte. O nosso santo teve de fazer uma viagem a Barcelona para entregar os selos da Ordem ao novo Geral. Em 1245 encontramo-lo em Paris como Mestre no Colégio de S. Tiago, incorporado na Universidade. Três anos de trabalho científico e filosófico, que dão começo à série interminável das suas valiosas publicações: 38 volumes! Em fins de 1248 vai para o Estudo Geral de Colónia e com ele vai S. Tomás de Aquino, seu discípulo. Em 1254, sendo provincial da província dominicana da Alemanha, tem de interromper os estudos para dedicar-se ao governo. Visita canonicamente as casas de Áustria, Suábia, Baviera, Saxónia, Bélgica e Holanda. Vai a pé, sem provisões especiais, pedindo de esmola o sustento necessário. Mandava mais com o exemplo do que com a palavra, em todos os súbditos. Em 1256 tem de ir a Roma para defender a causa das Ordens mendicantes, atacadas em plena Universidade de Paris por Guilherme do Santo Amor, o que proporciona a Alberto que explique diante da Cúria o Evangelho de S. João e as Epistolas Canónicas. Os trabalhos e as viagens chovem sobre este operário infatigável. Uma missão apostólica obriga-o a chegar até à Polónia para cortar certos abusos. Em 1257 está em Colónia, consegue que o libertem do provincialato e volta à sua amada cátedra. Contudo as dificuldades acumulam-se contra o professor e o escritor. De 1260 a 1267, novamente o governo o retira dos estudos. Bispo de Ratisbona até 1262, pregador duma cruzada nos países de língua alemã até 1265, descansa em Wuzburgo, e em 1267 volta ao ensino em Colónia, que prosseguirá até 1277, com interrupções curtas. Em 1274 dirige-se para o Concílio de Lião, em que devia tomar parte S. Tomás. Em 1277 defende em Paris este seu discípulo predileto, que depois de falecido é atacado naquela Universidade. Entra novamente em Colónia e desde 1278 pensa unicamente em preparar-se para a morte. Foi trabalhador ativo na vinha do Senhor; pode esperar a justa recompensa. Faleceu a 15 de Novembro de 1280. Todas as curvas das suas múltiplas viagens e ocupações resultaram sempre numa recta: a glória de Deus e da sua Igreja. Três palavras resumem tudo: rezar, estudar e ensinar. Agora deve descansar no seio do Senhor. Em vida escolheu o lugar da sua sepultura: na igreja do convento de Colónia. Se sempre foi grande rezador – além do Ofício Divino e do Rosário, rezava diariamente os 150 Salmos do Saltério – agora nos últimos dias, visita diariamente o seu próximo túmulo e reza o Ofício de Defuntos, como se já tivesse morrido para o tempo. Recebidos os últimos Sacramentos, entregou a sua alma grande a Deus, sentado numa pobre cadeira da sua modesta cela. Escreveu muito, leu muito, brilhou como farol no pináculo do saber e do governo, mas foi humilde, puro, caritativo, um santo. Possuiu a ciência de Deus, a ciência da vida eterna, e esta é a grande lição que deixou à posteridade. Trabalhador infatigável, curioso por todas as disciplinas do saber humano – Doutor Universal lhe chamou o seu século, «luz do mundo, porque soube tudo o que se podia saber» – teria sido sábio imprudente, se não se tivesse provido do azeite da caridade para a noite da vida, quando todos os valores humanos baixam e todas as luzes se pagam. É invejável como sábio e imitável como santo. Pio XII proclamou-o em 1941 padroeiro de todos os que se dão às ciências naturais. Com uma carta decretal de Pio XI, datada de dez anos antes, tinha sido ele proclamado santo e doutor da Igreja: 651 anos entre a morte e a canonização! Talvez ter a Igreja procedido tão lentamente tenha vindo, ao menos em pequena parte, da lenda bem desagradável que apresentou Alberto como mago, aplicado às ciências ocultas. Foram-lhe atribuídas aventuras fantásticas: construir autómatos de perfeição prodigiosa… O nosso tempo, que é o tempo da cibernética e dos automatismos, gostaria de interessar-se por este pseudo-Alberto, se ele tivesse realmente existido. Um grande sábio, falecido em 1537, Lefèvre d’Étaples, julgava que os três maiores «génios» produzidos pela humanidade eram Aristóteles, Salomão e Alberto Magno; mas isto pode-se afirmar sem recorrer a «ocultismos» científicos. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santioebeati.it, além dos, a seguir indicados: Se queres saber mais da vida de Alberto Magno consulta Alberto Magno, Doctor Universal de Jesús Martí Ballester corazones.org
29950 > Sant' Alberto Magno Vescovo e dottore della Chiesa 15 novembre - Memoria Facoltativa MR
Áudio da RadioVaticana:  RadioRai: e RadioMaria:



BEATO ARTUR BELL 
(1539)
 
Este Beato recusou-se a reconhecer Henrique VIII como chefe espiritual da Inglaterra. Na abadia de Glastonbury, a que ele pertencia, descobriram-se bulas do papa, um escrito contra o divórcio do rei e uma Vida de S. Tomás Becket (1179); era a prova de que os monges dela «tinham o espírito corrompido e eram traidores a Sua Majestade» e Artur, do mesmo modo que vários outros, foi executado em Novembro de 1539.  Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt
SÃO LEOPOLDO III
Leigo (1073-1136)
Leopoldo de Austria, Santo
Leopoldo de Áustria, Santo
Filho do margrave da Áustria, Leopoldo II de Babenberg, nasceu S. Leopoldo em 1073, em Melk. A Marca, ou província militar, da Áustria começava então o seu longo crescimento que devia torná-la um dos maiores Estados da Europa. Na juventude, Leopoldo recebeu a feliz influência de Santo Altmano, bispo de Passau, e quando sucedeu ao pai, em 1095, estava bem decidido a ajudar, com todo o seu poder, a reforma da Igreja. O filho do imperador Henrique IV, o futuro Henrique V, estava tão impaciente por governar que se revoltou em Dezembro de 1104; para formar um partido, declarou-se publicamente defensor dos direitos da Igreja contra seu pai excomungado e esta manha resultou tão bem que se viu sustentado pelo papa Pascal II e pelos senhores mais dedicados à santa Sé, entre outros por Leopoldo da Áustria. Encontrava neste um aliado tão precioso que não hesitou em fazer que se casasse em 1106 com sua irmã Inês, viúva do duque da Suábia, de quem tinha três filhos. Do casamento tiveram Leopoldo e Inês, 18 filhos; sobreviveram ao pai, seis rapazes e cinco raparigas. Dois filhos serviram a Igreja; Conrado que morreu arcebispo de Salzburgo; e , sobretudo Otão que, depois de estudar em Paris, veio a ser monge de Morimont, contribuiu para fundar um mosteiro cisterciense e morreu bispo de Fressing. Cistercienses e cónegos regulares propagavam-se muitas vezes juntos. Otão, que introduziu os cistercienses na Áustria, tinha sido, desde a infância, preboste duma colegiada. E interveio para que seu pai fizesse vir para ela cónegos regulares de Chiemsee. Leopoldo também não esquecia as ordens antigas: fundou a abadia beneditina de Mariazell. Os 40 anos de governo de Leopoldo são pouco conhecidos: duas vezes teve de repelir ataques húngaros. Por morte de Henrique V em 1125, foi proposto para o Império, mas não tinha ambições e enfileirou ao lado de Lotário, a quem seguiu dentro da Itália. Sabemos que lhe chamavam pai dos pobres. Morreu a 15 de Novembro de 1136. O povo distinguiu-o com o título de Piedoso. O piedoso margrave veio a ser canonizado em 1485 por Inocêncio VIII. É patrono da Áustria. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.
77750 > San Leopoldo III il Pio Margravio d'Austria 15 novembre MR
SÃO MALÔ DE ROUEN
Bispo
Se acreditarmos no seu mais antigo biógrafo, ele era monge na abadia de Llancarvan, Gales, quando lhe veio a inspiração de ir converter os Bretões. Desembarcou não longe da cidade que hoje tem o seu nome. A gente que habitava essa região era tão selvagem que Malô resolveu começar por ela. À força de zelo e coragem, acabou por tornar o país mais ou menos cristão. Todavia, ao cabo de vinte anos, «o demónio veio semear a cizânia no seu rebanho». Julgando que o tempo necessário para refutar as calúnias espalhadas contra ele seria melhor empregado noutro sítio, entregou o seu cargo de bispo àquele dos seus clérigos que mais o deseja ser, saiu da Bretanha e encaminhou-se para a Aquitânia. deteve-se em Saintonge onde, fora das cidades, o Cristianismo pouco tinha ainda penetrado. Fez tanto bem aos habitantes de Saintonge como tinha feito aos Bretões; e foi entre eles que morreu. Como muitos santos, Malô gostava de animais, de que Deus gosta também pois os criou. Um dia que trabalhava na vinha, viu uma toutinegra a pôr ovos no capuz que deixara em cima duma moita. Mas não quis incomodar a ave. Nos dias seguintes, deixou-a pôr e chocar quanto quis; e só voltou a tomar conta do capuz quando ela voou com a sua familiazinha. Diz-se também que evitava carregar o seu burro com fardos excessivamente pesados, e que o desengatava sempre, antes de ele estar excessivamente cansado. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

BEATA MARIA DA PAIXÃO
Fundadora (1839-1904)
María de la Pasión, Beata
Maria de la Pasión, Beata
Helena Maria de Chappotin de Neuville, em religião Maria da Paixão, nasceu no dia 21 de Maio de 1839, em Nantes (França) numa nobre família cristã. Desde a infância manifestou eminentes dons naturais e uma fé muito profunda. Em 1856, durante uns Exercícios Espirituais, faz a sua primeira experiência de Deus, que a chama para uma vida de consagração total. Assim, atraída pelo ideal da simplicidade e da pobreza de São Francisco, entra nas Clarissas. Em 1861, ainda postulante, faz uma nova experiência de Deus, que a convida a oferecer-se como vítima pela Igreja e pelo Papa. Por motivos de saúde, deixa o mosteiro e, em 1864, entra na Sociedade de Maria Reparadora, recebendo o hábito religioso com o nome de Maria da Paixão. No ano seguinte, ainda noviça, é enviada para a Índia, com a tarefa principal da formação das religiosas de uma congregação autóctone. Dadas as suas qualidades, é nomeada Superiora local e, depois, provincial. Devido ao aumento das dissensões, Maria da Paixão deixa a Ordem, acompanhada de outras 19 religiosas, e, em 1877, obtém do Papa Pio IX a autorização para fundar um Instituto, com o nome de Missionárias de Maria, em seguida afiliado ao carisma franciscano, que se desenvolve rapidamente. Em 1900, o Instituto foi selado com o sangue da santidade, no martírio de Sete Franciscanas Missionárias de Maria na China, beatificadas em 1946 e canonizadas no ano de 2000. Esgotada pelos cansaços de viagens incessantes e pelo trabalho quotidiano, depois de uma breve enfermidade, Maria da Paixão morre piedosamente, no dia 15 de Novembro de 1904, deixando mais de duas mil religiosas e 86 casas espalhadas por quatro continentes. Em 1918 começou a causa de beatificação e, em 1999, foi promulgado o Decreto da heroicidade das suas virtudes. Foi beatificada em 2002. Do livro santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.
 
91157 > Beata Maria della Passione (Elena Maria De Chappotin de Neuville) Religiosa, fondatrice 15 novembre MR
SÃO RAFAEL KALINOWSKI DE S. JOSÉ
Sacerdote (1835-1907)
 
Deus é admirável nos seus santos, que conduz à perfeição cristã por meios que muitas vezes desconcertam a sabedoria humana. É o que se verifica na vida deste Santo. Com efeito, o Servo de Deus Rafael de S. Joséno século, José Kalinowski – veio ao mundo na cidade de Vilna, a 1 de Setembro de 1835. Tocou-lhe por sorte ter uns pais excelentes: André , que era diretor do Instituto dos Nobres de Vilna, investigador apaixonado no campo das ciências; e Josefa Potonska, que morreu dois meses depois de ter dado à luz. O pai casou novamente mas pouco depois perdeu a segunda mulher. Contraiu núpcias, pela terceira vez, com Sofia Puttkameer, que se tornou para José, de dez anos, uma verdadeira e amorosa mãe. O menino, tendo o pai por mestre, fez tais progressos que se avantajou aos condiscípulos na piedade, letras e ciências. Depois de sete anos (1843-1850) no Instituto dos Nobres de Vilna, frequentou por dois anos a escola de agronomia de Hori-Horki e finalmente, por um quinquénio (1852-1857) , a Academia de Arquitetura Militar, onde obteve a classificação máxima «summa cum laude». Foi, por isso, imediatamente convidado para professor de matemática na mesma Academia. Humanamente falando, a vida não lhe podia correr melhor. Mas em 1863, movido de sentimentos patrióticos, juntou-se aos revoltosos que se amotinaram contra a Rússia opressora, e tocou-lhe capitanear o movimento na Lituânia. Ele aceitou a incumbência com a condição de não ter de condenar ninguém à pena capital. As coisas, no entanto, não correram como se esperava, e em Março de 1864 ele foi aprisionado pelos Russos e condenado á morte. Contudo, a pena foi-lhe depois comutada por trabalhos forçados na Sibéria. Lá ficou dez anos, levando com paciência e fortaleza de ânimo todos os sofrimentos do corpo e alma. Em 1874 regressou à liberdade e transladou-se para a cidade de Paris, onde foi preceptor do Venerável Servo de Deus, príncipe Augusto Czartoryski (1858-1893), a quem instruiu não só nas letras mas também nos caminhos do espírito, de tal forma que ele foi admitido por S. João Bosco na congregação dos Salesianos e mereceu que a Igreja lhe reconhecesse as virtudes heroicas. Por seu turno, José Kalinowski, em 1877, ingressou na Ordem dos Carmelitas Descalços, na cidade de Gratz , na Áustria, tomando o nome de Rafael de S. José. feitos os estudos teológicos na Hungria, a 15 de Janeiro de 1882 recebeu a Ordem do presbiterado em Czerna, na Polónia. Com a longa experiência da cruz, pois foi provado como o ouro no cadinho, teve em nada a provecta idade, as honras e méritos passados, e preferiu ser contado entre os últimos dos seus Irmãos da Ordem. Nada lhe era mais caro que a união íntima com Deus e o oferecimento de si mesmo como hóstia expiatória por todos os homens, sobretudo os criminosos e os separados da Igreja. Dia e noite, como o patriarca Jacób , lutava com Deus com orações e penitências corporais, invocando como medianeira a Virgem Maria, de quem se considerava vassalo fidelíssimo. Confiado no auxilio materno, tratou de restaurar na Polónia a Ordem dos carmelitas descalços, levantando um mosteiro em Wadovice e multiplicando os conventos das Carmelitas, de quem foi nomeado Prepósito. Na prática das virtudes, avantajou-se na caridade, amando a todos, mas sobretudo os jovens, os pobres, os doentes, os irmãos de condição mais humilde, nos quais via a pessoa de Jesus Cristo. Aos pecadores, vindos das regiões mais longínquas da Polónia e até da Roménia, dedicava o dia completo, atendendo-os no sacramento da Penitência. Nesse ministério , tendo diante de si a imagem e o espírito do Bom Pastor, exortava os penitentes a procurar a perfeição com boas obras e a seguir a Cristo o mais de perto possível, conforma a vocação de cada um. Procurava ajudá-los com as suas orações e conselhos. O Santo Padre João Paulo II, nas Letras Apostólicas de Beatificação, proclamou-o verdadeiro «mártir da reconciliação». O Padre Rafael de S. José com 72 anos de idade , vítimas da tuberculose, partiu para o pai no dia 15 de Novembro de 1907, no convento de Wadocive, que ele tinha edificado, governado e confirmado com os seus exemplos. Foi beatificado no dia 22 de Junho de 1983, durante a visita do santo Padre à Polónia. Finalmente, recebeu a suprema honra da canonização a 17 de Novembro de 1991. AAS 44 (1952) 750-2; 72 (1980) 1062-6; 76 (1984) 1045-7. Do livro santos de cada dia, de www.jesuitas.pt
 
92146 > Sant' Alonso (Alfonso) Rodriguez Gesuita, martire 15 novembre MR

90422 >
Beato Caio di Corea Martire in Giappone 15 novembre MR

77770 >
San Desiderio di Cahors Vescovo 15 novembre MR

91091 >
Beato Enea da Faenza 15 novembre


77800 > Sant' Eugenio Martire a Deuil 15 novembre
• Eugénio de Toledo, Santo
Novembro 15 bispo e mártir,
Eugenio de Toledo, Santo
Eugénio de Toledo, Santo
 
Bispo, escritor e poeta espanhol da época visigoda. É um dos Padres da Igreja hispânica. Foi discípulo de Braulio de Zaragoza, estudando com ele na Igreja de Santa Engrácia dessa cidade. Foi chamado "O Poeta" e soube fundir os ensinamentos de seu mestre e de Santo Isidoro de Sevilha. Destacou-se, além disso por sua atividade poética, como músico e teólogo. Foi nomeado bispo de Toledo e é considerado como o iniciador do Arcebispado desta cidade após ser designado em 649 por Chindasvinto. Vida e obra Sus poemas y los testimonios de San Ildefonso, además de un relato martirológico del siglo IX, son la principal fuente conocer su biografía. Se educó con San Eladio y más tarde, atraído por la fama de Zaragoza como foco cultural, ingresó en el monasterio de Santa Engracia para ampliar sus estudios con San Braulio, uno de los personajes más cultos de su tiempo y que mantuvo constante comunicación con San Isidoro. San Braulio, tras ser nombrado obispo de la sede zaragozana en 626, escogió a Eugenio para que fuera su arcediano. En el año 649 fue nombrado arzobispo de Toledo por Chindasvinto, como muestra la carta del rey visigodo a Braulio, donde expresa su deseo de nombrar a Eugenio titular de un arzobispado en Toledo. Braulio, que veía en él a su sucesor en la sede cesaraugustana, se opuso sin ningún éxito. Desde su nueva cátedra toledana impulsó la cultura y celebró los concilios VIII, IX y X de Toledo. Fue asimismo, en tal sede catedralicia, promotor de la música sacra. En cuanto a su actividad literaria, escribió libros de teología, epístolas y poemas. Entre su poesía, destaca el Libellus diversi carminis metro (Libro de poesías diversas). Una de sus composiciones habla de san Ildefonso, aunque no ha llegado hasta nuestros días. Otra, titulada «Lamentum de adventu propriae senectutis» («Lamento por la llegada de mi propia vejez») [1], trata el tema de la vejez, el paso del tiempo y la implacabilidad de la muerte. Asimismo, Eugenio enseñó Gramática y Sagrada Escritura y fue consejero de los reyes Chindasvinto y Recesvinto. La narración martirológica sobre su vida y reliquias fue compuesta a mediados del siglo IX por un autor anónimo, probablemente el presbítero del santuario de Deuil donde, según la leyenda hagiográfica, reposaron los restos de San Eugenio. Existen dos versiones del relato. La más extensa se conserva en manuscritos de las bibliotecas de Bruselas, La Haya y París.Murió el año 657 en Toledo y fue sepultado en la basílica de Santa Leocadia.
93182 > Sant’ Eugenio II di Toledo Vescovo 13 novembre MR
90268 > San Felice di Nola Vescovo 15 novembre MR


77810 >

San Fintano Recluso 15 novembre MR

92720 >
San Flaviano di Vercelli Vescovo 15 novembre

94781 >
Beato Gerardo Mercedario 15 novembre

92515 >
Santi Giuria e Samona Martiri 15 novembre MR
95471 > Beato Juan Duarte Martín Diacono e martire 15 novembre
José Mkasa Balikuddembé, Santo
José Mkasa Balikuddembé, Santo
 
Em Mengo, lugar de Uganda, são José Mkasa Balikuddembé, mártir, que sendo conselheiro do rei pelo que administrava o palácio real, recebeu o baptismo e ganhou a muitos jovens para Cristo e defendeu as crianças da corte das paixões viciosas do rei Mwenga, e, por isto, o rei, enfurecido, ordenou que fosse degolado aos vinte e cinco anos de idade (1885). É um dos 22 mártires de Uganda.
93397 > San Giuseppe Mkasa Balikuddembé Martire 15 novembre MR

 

77825 > San Giuseppe Pignatelli 15 novembre MR
(Ver este mesmo blogue, no dia de ontem, 14/11)

90818 >
Beata Lucia (Broccadelli) da Narni Domenicana 15 novembre MR

77760 >
San Macuto (o Maclovio) di Aleth Vescovo 15 novembre MR
 
77780 >
Santi Marino e Aniano Martiri 15 novembre MR
 
77740 >
Santi Martiri di Ippona (… Fidenziano, vescovo, Valeriana e Vittoria, e mais 16…) 15 novembre MR
 
78125 >
San Rocco Gonzalez de Santa Cruz, Alonso Rodriguez e Juan del Castillo – Martires 15 novembre MR
 
77790 >
San Sidonio Abate in Normandia 15 novembre MR
 
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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
WWW. SANTIEBEATI.IT
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA