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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Diocese do Porto; Doutrina Católica; CEFAScast‏ - TELEFONE DA ESPERANÇA PORTUGAL;

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Nº 41 | Novembro de 2011

Mensagem para o Advento 2011

Está já disponível no canal de vídeos da Diocese a Mensagem do Bispo do Porto para o Advento de 2011.

Encontro dos Maestros

(diretores, ensaiadores ou responsáveis) de coros litúrgicos da diocese do Porto

Viagens com Alma

Viagens com alma, em torno da herança de Cluny na diocese do Porto. Viagens, atração de púbicos, como se formou o primeiro País da Europa, os vestígios...

http://www.bcdp.org

Propostas para o Advento - Paróquia de Margaride

Propostas para o Advento - Paróquia de Margaride

No sentido de tornar o próximo Advento/Natal mais criativo e autêntico, a Paróquia de Margaride, Felgueiras, teve a ideia de criar alguns elementos alusivos ao ano da Família e para o tempo litúrgico que se aproxima.

Qualquer destes elementos destina-se preferencialmente às famílias e às comunidades paroquiais, de modo a tornar o período litúrgico que se aproxima (Advento/Natal) mais próximo da fonte cristã, conjugando a intimidade da oração familiar com a afirmação pública da fé no Menino Deus.

Se desejar saber mais informações ou conhecer as condições de fornecimento, por favor, contacte a paróquia de Margaride por algum dos seguintes meios:

Tel: 255922531 ou 917336090; email: parocomargaride@sapo.pt

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Novos Curso no Centro de Cultura Católica

Integrados no plano de formação do Centro de Cultura Católica (CCC), vão decorrer em 2012 dois novos cursos de formação organizados pelo Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde: 1) O Curso Acolher Acompanhar, a funcionar pela primeira vez; 2) O Curso de Educação da Sexualidade, que retoma uma proposta já oferecida nos anos anteriores.

Informações e inscrições

As inscrições fazem-se na secretaria do CCC (Rua D. Manuel II, 286, 4050-344 Porto, Tel. 226094639, ccc@diocese-porto.pt), de segunda a sexta-feira, das 15 às 19 h. e aos sábados, das 9 às 13 h. Para o Curso Acolher Acompanhar, as inscrições decorrem até 30 de Dezembro. Para o Curso de Educação da Sexualidade, o prazo prolonga-se até 18 de Fevereiro. Ambos os Cursos têm inscrições limitadas.

Todas as informações podem ser obtidas na secretaria do CCC ou na sua página web (ccc.diocese-porto.pt), a partir da qual também podem ser impressos os boletins de inscrição a entregar pessoalmente ou a enviar pelo correio, juntamente com uma fotografia e a taxa de inscrição.

O CCC e Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde, que se juntam na promoção destes Cursos, convictos da sua importância e inovação na resposta aos desafios pastorais, aguardam bom acolhimento por parte da Igreja diocesana.

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Doutrina Católica

A Bíblia qualifica a Igreja como Coluna e Fundamento da Verdade

Posted on 25/11/2011by Doutrina Católica

É muito interessante que em 1 Tm 3,15 vemos não a Bíblia, mas a Igreja – isto é, a comunidade viva de crentes fundada sob Pedro e os apóstolos e mantida pelos seus sucessores – sendo chamada de coluna e fundamento da verdade. Claramente esta passagem de modo algum significa diminuir a importância da Bíblia, mas sua intenção é de mostrar que Jesus Cristo de fato estabeleceu um magistério autorizado que foi enviado a ensinar todas as nações (cf. Mt 28,19) Em outro lugar esta mesma Igreja recebeu de Cristo a promessa de que os portões do inferno não prevaleceriam contra ela (cf. Mt 16,18), pois Ele sempre estaria presente (cf. Mt 28,20) e enviaria o Espírito Santo para ensiná-la todas as verdades (cf. Jo 16,13). Ao chefe visível de sua Igreja, São Pedro, Nosso Senhor disse: “Te darei as chaves do Reino dos Céus. Tudo que ligares na terra será ligado no céu; e tudo que desligares na terra será desligado no céu” (Mt 16,19). É evidente a partir destas passagens que Nosso Senhor enfatiza a autoridade de Sua Igreja e a norma que deveria seguir para salvaguardar e definir o Depósito da Fé.

Também é evidente destas passagens que esta mesma Igreja seria infalível, pois se em algum lugar de sua história a Igreja ensinou o erro em matéria de fé e moral – ainda que temporariamente – cessaria de ser coluna e fundamento da verdade. Pelo fato de todo fundamento existir para ser firme e permanente, e de que as passagens acima não permitem a possibilidade da Igreja ensinar algo contrário à reta fé e moral, a única conclusão plausível é que Nosso Senhor foi muito preciso em estabelecer a sua infalibilidade quando chamou-a de coluna e fundamento da verdade.

O protestante, entretanto, vê aqui um dilema quando afirma que a Bíblia é a única regra de fé para os crentes. Qual a capacidade, então, da Igreja – coluna e fundamento da verdade – se não deve servir para estabelecer autoridade alguma? Como a Igreja pode ser coluna e fundamento da verdade se não é palpável, habitualmente prática para servir como autoridade na vida do cristão? O protestante efetivamente nega que a Igreja seja o fundamento da verdade por negar que ela possua qualquer autoridade para ensinar.

Além disso, os protestantes entendem o termo Igreja como sendo algo diferente do que entende a Igreja Católica. Os protestantes veem a igreja como uma entidade invisível, e para eles ela é a coletividade de todos os cristãos ao redor do mundo unidos na fé em Cristo, apesar das grandes variações nas doutrinas e alianças denominacionais. Os católicos, por outro lado, entendem que não somente os cristãos unidos na fé em Cristo formam seu corpo místico, mas entendemos simultaneamente que esta seja – e somente uma – a única organização que possa traçar uma linha ininterrupta até os próprios apóstolos: a Igreja Católica. É esta Igreja e somente esta Igreja que foi estabelecida por Cristo e que tem mantido uma consistência absoluta em doutrina através de sua existência, e, portanto, é somente esta Igreja que pode requerer ser a coluna e fundamento da verdade.

O protestantismo, por comparação, tem conhecido história de fortes vacilos e mudanças doutrinárias, e nem mesmo duas denominações concordam entre si completamente – mesmo quanto a doutrinas importantes. Tais mudanças e alterações não permitem que sejam consideradas fundamento da verdade. Quando os fundamentos de uma estrutura alteram-se ou são dispostos inapropriadamente, este mesmo fundamento é fraco e sem suporte firme (Mt 7,26-27). Pelo fato de o protestantismo ter experimentado mudanças tanto intradenominacional quanto entre as diversas denominações que surgem continuamente, estas crenças são como uma fundação que muda constantemente. Tais credos então cessam de prover o suporte necessário para manter a estrutura que sustentam, e a integridade dessa estrutura fica comprometida. Nosso Senhor claramente não pretendeu que seus discípulos e seguidores construíssem suas casas espirituais em tal fundamento instável.

Fragmentos da obra “Scripture Alone? 21 Reasons to reject Sola Scriptura” de Joel Peters, traduzido e editado em português pelo Apostolado Veritatis Splendor na forma de ebook com o título “Somente a Escritura?”. Tradução de Rondinelly Ribeiro Rosa. Pgs 18-19.

Fonte:http://www.veritatis.com.br/apologetica/106-biblia-tradicao-magisterio/1305-a-biblia-qualifica-a-igreja-como-coluna-e-fundamento-da-verdade

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Anunciar o Evangelho àqueles que não o conhecem, exorta o Papa

Posted: 24 Nov 2011 04:00 AM PST

Vaticano, 23 Nov. 11 / 07:35 pm (ACI/EWTN Noticias) Como é habitual logo depois de uma viagem internacional, o Papa Bento XVI recordou na audiência geral desta quarta-feira sua visita ao Benin na África Ocidental e animou os fiéis a trabalharem pela reconciliação e a paz, comprometendo-se na tarefa de anunciar o Evangelho àqueles que ainda não [...]

24 novembro 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

Anunciar o Evangelho àqueles que não o conhecem, exorta o Papa

Vaticano, 23 Nov. 11 / 07:35 pm (ACI/EWTN Noticias)

Como é habitual logo depois de uma viagem internacional, o Papa Bento XVI recordou na audiência geral desta quarta-feira sua visita ao Benin na África Ocidental e animou os fiéis a trabalharem pela reconciliação e a paz, comprometendo-se na tarefa de anunciar o Evangelho àqueles que ainda não o conhecem.

Na Sala Paulo VI no Vaticano, o Papa recordou as etapas de sua viagem entre os dias 18 e em 20 de novembro, começando pela visita à Basílica da Imaculada Concepção no Ouidah, onde depositou aos pés da Virgem os frutos da Segunda Assembleia Especial para a África do Sínodo dos Bispos.

“Agora as comunidades cristãs da África –disse– estão chamadas a renovar-se na fé para servir melhor à reconciliação, a justiça e a paz. Devem reconciliar-se em seu interior para ser instrumentos da misericórdia divina, contribuindo cada una suas riquezas espirituais e materiais à tarefa comum”.

O Santo Padre afirmou logo que “naturalmente, esse espírito de reconciliação é indispensável também em âmbito civil, e necessita uma abertura à esperança que deve animar a vida sócio-política e econômica do continente”.

Em seu encontro com as autoridades civis, políticas e religiosas do Benin reiterou que “a esperança deve animar o caminho do continente, tomando ato do ardente desejo de liberdade e justiça que nestes momentos se difunde entre os numerosos povos africanos”.

Na Eucaristia dominical no Estádio da Amizade no Cotonou, o Papa constatou que a numerosa presença de jovens e pessoas da terceira idade é “um testemunho inigualável de como a fé consegue unir as gerações e responder aos desafios de cada fase da vida”.

Nessa celebração, o Papa entregou aos presidentes das conferências episcopais da África a exortação apostólica pós-sinodal Africae Munus, na qual “os fiéis encontrarão as diretrizes que guiarão e alentarão o caminho da Igreja na África, chamada a ser cada vez mais ‘sal da terra’ e ‘luz do mundo’”.

Referindo-se depois ao encontro com as crianças e os doentes na igreja da Santa Rita e no Lar “Paz e Alegria”, das Missionárias da Caridade da Beata Madre Teresa de Calcutá, Bento XVI disse que compartilhou “a alegria de viver e o entusiasmo das novas gerações que constituem o futuro da África”.

Também pôde ver de perto “como o amor e a solidariedade fazem presentes na debilidade a força e o afeto de Cristo ressuscitado”.

Bento XVI se referiu logo ao encontro com os sacerdotes, seminaristas, religiosos e leigos, a quem apresentou magistralmente um programa de vida. Aos sacerdotes, o Santo Padre mostrou “o caminho de santidade, conscientes de que o ministério não é uma simples função social, mas se trata de levar Deus ao ser humano e o ser humano a Deus”.

O encontro com os Bispos, recordou, esteve centrado na “reflexão sobre as origens do anúncio evangélico em seu país graças à obra dos missionários”, e na exortação aos prelados a “redescobrir constantemente a Sagrada Escritura como fonte de renovação espiritual e ocasião de aprofundar na fé”.
O Papa Bento XVI disse logo, a modo de resumo, que “na África vi a frescura do sim à vida, do sentido religioso e da esperança; uma percepção da realidade em sua totalidade com Deus não reduzida ao positivismo que, ao final, extingue a esperança”.

“Todo isso –assegurou– testemunha que nesse continente há uma reserva de vida e vitalidade para o futuro com a qual podemos contar, sobre a qual pode apoiar-se a Igreja”.

“Esta viagem foi uma grande chamada à África para que oriente todos seus esforços para o anúncio do Evangelho a quem ainda não o conhece. É um compromisso renovado para a evangelização à qual estão chamados todos os batizados, promovendo a reconciliação, a justiça e a paz”, concluiu o Papa.

Para ver o vídeo resumindo a catequese de hoje, visite: http://www.youtube.com/watch?v=f5YgKHnU6AI

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    António Fonseca


LEITURA ORANTE; APOSTOLADO DA ORAÇÃO

LEITURA ORANTE


Lc 21,29-33 - Tudo passa, mas não passa a Palavra!

Posted: 24 Nov 2011 06:01 PM PST

Vejam a figueira!

Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui, na web, em torno da Palavra.

Juntos, rezamos ou cantamos o Salmo 94:

(Se, em grupo, pode ser rezado em dois coros ou um solista e os demais repetem)

- Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis)

- Ao Deus do universo, venham festejar (bis)

- Seu amor por nós, firme para sempre (bis)

- Sua fidelidade dura eternamente (bis)

- Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)

- Sirva com alegria, venha com fervor (bis)

- Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)

- Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis)

- Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)

- Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis)

1. Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia: Lc 21,29-33.

Em seguida Jesus fez esta comparação:

- Vejam o exemplo da figueira ou de qualquer outra árvore. Quando vocês vêem que as suas folhas começam a brotar, vocês já sabem que está chegando o verão. Assim também, quando virem acontecer aquelas coisas, fiquem sabendo que o Reino de Deus está para chegar. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer antes de morrerem todos os que agora estão vivos. O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre.

Jesus chama a atenção para um sinal da natureza: uma figueira. Quando esta árvore começa a brotar é sinal de que o verão está chegando. E aponta para alguns sinais do Reino. Tudo pode passar, desaparecer, mas, Jesus garante que suas palavras não passarão. Ficarão para sempre.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Percebo os sinais do Reino de Deus no meio em que vivo, em que estou agora? Quais são eles? Creio na Palavra de Deus e me apoio nela? Jesus mostrou através de sua Palavra tantos sinais do Reino! Por exemplo: “onde dois ou três estão reunidos em meu nome, eu estou!”

Os bispos, na Conferência de Aparecida, lembraram: “Louvamos ao Senhor que criou o universo como espaço para a vida e a convivência de todos seus filhos e filhas e no-los deixou como sinal de sua bondade e de sua beleza. A criação também é manifestação do amor providente de Deus; foi-nos entregue para que cuidemos dela e a transformemos em fonte de vida digna para todos. Ainda que hoje se tenha generalizado uma maior valorização da natureza, percebemos claramente de quantas maneiras o homem ameaça e inclusive destrói seu ‘habitat’. “Nossa irmã a mãe terra” é nossa casa comum e o lugar da aliança de Deus com os seres humanos e com toda a criação. Desatender as mútuas relações e o equilíbrio que o próprio Deus estabeleceu entre as realidades criadas, é uma ofensa ao Criador, um atentado contra a biodiversidade e, definitivamente, contra a vida. O discípulo missionário, a quem Deus encarregou a criação, deve contemplá-la, cuidar dela e utilizá-la, respeitando sempre a ordem dada pelo Criador.”(DAp 125).

E eu me interrogo: Como me sinto na casa comum e lugar da aliança de Deus? Favoreço ao equilíbrio da vida, em todos os sentidos?
3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos e concluo com as

Invocações a Jesus Mestre

Jesus Mestre, santificai minha mente e aumentai minha fé.
Jesus, Mestre vivo na Igreja, atraí todos à vossa escola.
Jesus Mestre, libertai-me do erro,

dos pensamentos inúteis e das trevas eternas.
Jesus Mestre, caminho entre o Pai e nós,

tudo vos ofereço e de vós tudo espero.
Jesus, caminho da santidade, tornai-me vosso fiel seguidor.
Jesus caminho, tornai-me perfeito como o Pai que está nos céus.
Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.
Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós.
Jesus Vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.
Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo.
Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante dos homens.
Jesus vida, fazei que minha presença contagie a todos

com o vosso amor e a vossa alegria.

Bem-aventurado Tiago Alberione

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado pelos sinais do Reino.

Bênção - Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.


Uma sugestão para gesto concreto:
- No blog da Leitura Orante - http://leituraorantedapalavra.blogspot.com/ - , no início, do lado direito, clique no selo TOPBLOG e vote quantas vezes quiser. Assim, você se demonstra missionário/a e coloca a Palavra de Deus no topo do blog e da sua vida. O blog já está entre os 100 classificados no 1º Turno.
- Se quiser receber em seu endereço eletrônico o Evangelho do Dia, acesse o seguinte endereço e preencha o formulário de cadastro - http://www.paulinas.org.br/loja/CentralUsuarioLogin.aspx

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- Faça também o Retiro de Advento e Natal, acessando: http://viverecomunicarcristo.blogspot.com/p/retiro-advento-natal-2011-2012.html

Irmã Patrícia Silva, fsp

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APOSTOLADO DA ORAÇÃO

INTENÇÕES DO SANTO PADRE BENTO XVI PARA O MÊS DE DEZEMBRO, CONFIADAS AO APOSTOLADO DA ORAÇÃO E A TODOS OS CRISTÃOS

Paz na terra. Para que, através do conhecimento e do respeito mútuo, todos os povos cresçam na concórdia e na paz. [Intenção Geral]

Respeitar as crianças e os jovens. Para que as crianças e os jovens se façam mensageiros do Evangelho e a sua dignidade seja respeitada e preservada de toda a violência e exploração. [Intenção Missionária]

A Palavra do Santo Padre

A paz é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, um projeto a realizar, nunca totalmente cumprido. Uma sociedade reconciliada com Deus está mais perto da paz, que não é simples ausência de guerra, nem mero fruto do predomínio militar ou económico, e menos ainda de astúcias enganadoras ou de hábeis manipulações. Pelo contrário, a paz é o resultado de um processo de purificação e elevação cultural, moral e espiritual de cada pessoa e povo, no qual a dignidade humana é plenamente respeitada. Convido todos aqueles que desejam tornar-se obreiros de paz e sobretudo os jovens a prestarem ouvidos à própria voz interior, para encontrar em Deus a referência estável para a conquista de uma liberdade autêntica, a força inesgotável para orientar o mundo com um espírito novo, capaz de não repetir os erros do passado. Como ensina o Servo de Deus Papa Paulo VI, a cuja sabedoria e clarividência se deve a instituição do Dia Mundial da Paz, «é preciso, antes de mais nada, proporcionar à Paz outras armas, que não aquelas que se destinam a matar e a exterminar a humanidade. São necessárias sobretudo as armas morais, que dão força e prestígio ao direito internacional; aquela arma, em primeiro lugar, da observância dos pactos».

Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial da Paz, 2011

SUGESTÃO DE LEITURA

A Caridade na Verdade – Carta Encíclica Caritas in Veritate

Bento XVI

O núcleo da encíclica reside na proposta ética de Bento XVI, fundada nos valores do Cristianismo, sem a qual nenhum modelo económico conseguirá levar por diante o desenvolvimento integral das pessoas e dos povos. Compreende-se, por isso, que o Santo Padre faça referência às questões éticas e morais mais relevantes da atualidade, desde a liberdade religiosa à bioética, considerando-as fulcrais em qualquer programa económico-social que tenha por objectivo avançar na integração e desenvolvimento das sociedades, tornando o mundo mais justo e mais humano.

NOVIDADE EDITORIAL

Evangelho Diário 2012

O Evangelho Diário 2012, em formato de bolso, apresenta o texto do Evangelho lido na Eucaristia diária, para ser alimento espiritual, força e fonte de vida e de graça dos cristãos. Para ser rezado individualmente, em família, em grupo. Inclui também as indicações das restantes leituras da Missa e os santos que a Igreja venera em cada dia.

O MUNDO À NOSSA VOLTA

O reboliço do Natal

Dário Pedroso, s.j.

Afinal, enganei-me. Eles conseguem enganar-me sempre. Pensava que este ano, com a «crise», a malfadada crise, não ia haver despesas loucas nas iluminações e noutras coisas quejandas. Mas, afinal, pelo menos nalgumas cidades e vilas, já andam por aí movimentos de instalação de folguedos, de luzes, de iluminações. E o resto vai correr na mesma: compras, prendas, dinheiro mal gasto. [...] Estamos todos loucos? Ou são eles que estão loucos e nos enganam? Haverá mesmo crise? Ou andam a enganar-nos?

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

www.apostoladodaoracao.pt

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[peque_semillitas] Tempo de Advento‏

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A colocação destes Posts neste Blogue são de minha inteira opção e responsabilidade.

António Fonseca

Nº 1114 - (329) - 25 DE NOVEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 
Nº 1114
 
SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA
Mártir (princípios do século IV)

Catalina de Alejandría, Santa

Catalina de Alexandria, Santa

É uma das mais célebres mártires dos primeiros séculos, um dos Santos Auxiliadores (cfr. 8 de Agosto). O pai, diz a lenda, era Costes, rei de Alexandria. Ela própria era, aos 17 anos, a mais bonita e a mais sábia das raparigas de todo o império; esta sabedoria levou-a a ser muitas vezes invocada pelos estudantes. Anunciou que desejava casar-se, contanto que fosse com um príncipe tão belo e tão sábio como ela. Esta segunda condição embargou que se apresentasse qualquer pretendente. «Será a Virgem Maria que te procurará o noivo sonhado», disse-lhe o ermitão Ananias, que tinha revelações. Maria aparece, de facto, a Catarina na noite seguinte, trazendo o Menino Jesus pela mão. «Gostas tu d’Ele?», perguntou Maria. – «Oh, sim». – «E tu, Jesus, gostas dela?» – «Não gosto, é muito feia». Catarina foi logo ter com Ananias: «Ele acha que sou feia», disse chorando. – «Não é o teu corpo, é a tua alma orgulhosa que Lhe desagrada», respondeu o eremita. este instruiu-a sobre as verdades da fé, batizou-a e tornou-a humilde; depois disto, tendo-a Jesus encontrado bela, a Virgem Santíssima meteu aos dois o anel no dedo; foi isto que se ficou chamando desde então o «casamento místico de Santa Catarina». Ansiosa de ir ter com o seu Esposo Celestial, Catarina ficou pensando unicamente no martírio. Passou o imperador Maxêncio por Alexandria; ela foi-o repreender de perseguir os cristãos, provando-lhe ao mesmo tempo a falsidade da religião pagã. Incapaz de lhe responder, Maxêncio reuniu para a confundir os 50 melhores filósofos da província. Ela entupiu-lhes a boca a todos, até ao último, e conseguiu convertê-los. O Imperador mandou-os queimar vivos, assim como à sua mulher Augusta, ao ajudante de campo Porfírio e a duzentos oficiais que, depois de ouvirem Catarina, se tinham proclamado cristãos. Quando chegou a hora de ela ser sacrificada, um dos filósofos desceu do céu para lhe cingir a fronte com uma coroa de oiro. Em seguida foi aproximada uma máquina horrível. Consistia em quatro rodas, armadas de pontas e de serras, andando em sentido contrário. Nela foi introduzido o belo corpo de Catarina; e delas saíram umas papas ensanguentadas que os anjos recolheram e levaram para o Sinai. Tal é a lenda de Santa Catarina, como no-la transmitiu a Idade Média. Da verdadeira história, quase nada se sabe. O seu culto parece ter irradiado do Monte Sinai; a festa foi incluída no calendário por João XXII (1316-1334). Filósofos e estudantes, por um lado; amoladores, carpinteiros de rodas, curtidores, torneiros e fiandeiros, por outro, escolheram-na como padroeira; os primeiros por causa da fama de sábia; os outros em atenção á máquina de quatro rodas, de que acima falámos. Como a cidade de Goa foi conquistada por Afonso de Albuquerque em 25 de Novembro de 1510, Santa Catarina foi escolhida para sua padroeira. A roda de navalhas do seu martírio entrou no escudo heráldico da cidade , que lhe ficou a celebrar a festa com grande esplendor. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 
BEATOS LUÍS BELTRAME e MARIA BELTRAME QUATTROCCHI
Esposos (1880-1951; 1884-1965)

 

Luis Beltrame Quattrocchi y María Corsini, Beatos

Luis Beltrame Quattrocchi e María Corsini, Beatos

Primeiro Matrimónio Beatificados Juntos

Luís Beltrame nasceu na Catânia (Sicília, Itália), a 12 de Janeiro de 1880. Um seu tio sem filhos adoptou-o e trouxe-o para Roma. Luís estudou direito e formou-se com tão altas classificações que foi nomeado Advogado Geral do Estado, cargo que exerceu com grande competência e honestidade durante toda a vida. Maria Corsini nasceu em Florença, a 24 de Junho de 1884. Desde a infância mostrou um comportamento exemplar, sempre obediente e inclinada à piedade. Por causa do trabalho do pai, passa a viver sucessivamente em Pistoia, de novo Florença, depois Arezzo e finalmente Roma. Aqui frequenta o Instituto Feminino de Comércio e obtém a licenciatura, mostrando-se dotada sobretudo para as disciplinas literárias e revelando-se muito cedo como uma mulher culta, apaixonada pela arte, literatura, poesia e música. Luís Beltrame e Maria conheceram-se em Roma, em 1901, e em 1905 casaram em Santa Maria Maior. Dos quatro filhos que tiveram, três professaram a vida religiosa e a última filha levou uma vida consagrada no mundo. Viveram santamente unidos, durante quase 50 anos, numa vida comum, aparentemente igual a tantas outras, mas intimamente diferente. Luís ocupava-se da sua vida de advogado, sendo para todos exemplo de dignidade, honradez e espírito cristão. Assim contribuiu para o renascimento católico e social de Itália. A sua grande caridade lavava-o a dedicar-se aos afastados da Igreja e aos necessitados que todos os dias, sobretudo durante a guerra, batiam à sua porta, pedindo auxílio. Maria, mulher dinâmica e corajosa, alistou-se como enfermeira voluntária na Cruz Vermelha, durante as duas guerras mundiais. Cuidava carinhosamente dos soldados feridos, procurando que nada lhes faltasse e também que não morressem sem sacramentos. Na sua paróquia realizou cursos de preparação para o matrimónio, novidade pastoral para a época. exerceu também o apostolado pela escrita, para a qual tinha especial queda, como já dissemos. Fez parte da Ação Católica, apoiou a fundação da Universidade Católica e a propagação do «Movimento para um Mundo Melhor». No início da vida conjugal não faltaram as dificuldades, mas tudo se foi resolvendo, dado o profundo espírito cristão deste casal. Todas as manhãs participavam juntos na missa em Santa Maria Maior e rezavam o terço todas as noites. Em 1917 filiaram-se na Ordem Terceira de S. Francisco. Acompanhavam as peregrinações nacionais dos doentes aos santuários marianos de Lourdes e Loreto, ele como servita e ela como enfermeira. João Paulo II confirma: «Estes esposos, entre as alegrias e as preocupações de uma família normal souberam realizar uma existência rica de espiritualidade. No centro, a Eucaristia quotidiana, à qual se acrescentava a devoção filia à Virgem Maria». Luís faleceu em 1951, com 71 anos de idade, e Maria em 1965, com 81. Foram beatificados a 21 de Outubro de 2001, na presença de três dos quatro filhos que tiveram. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 
SÃO TOMÁS DE VILA NOVA
Bispo (1488-1555)
 

Áudio da RadioMaria:

 

O que mais falta na literatura de hoje é o heroísmo”, escrevia em 1931 um dos mestres dessa altura, incrédulo. O Santo de que vamos falar, esse monge espanhol que veio a ser arcebispo , é modelo de heroísmo, muitas vezes simples, sem brilho, prosaico, e por isso mesmo precioso para nós. Nasceu em Espanha, na Castela-a-Nova, na Mancha, região de altas planuras quase sem relevo. A pradaria constitui o fundo da paisagem manchega, mas o homem soube fazer que se alternassem lavras e terrenos de poisio. Nas alturas do fundo da paisagem, elevam-se moinhos de vento, imagens do trabalho espiritual movido pelo sopro do Espírito. A uns 80 quilómetros de Ciudad Real, em Villanueva de los Infantes, viu o nosso Santo a luz em 1488. Nasceu numa família de pequenos lavradores, limpios de todos cuartos, isto é, isentos de qualquer sangue mouro ou judaico. Tinham um moinho na margem do Jabalón, e a farinha das sextas-feiras passava em parte para os pobres. A mãe de Tomás era uma santa austera que usava cilício; a casa tinha tão bom nome que, ao passarem por lá tropas, todas as raparigas honestas iam nela refugiar-se. Ela sabia organizar a caridade e nas grandes festas repartia distribuições judiciosas. Tomasinho repetia com ardor à mocidade da vizinhança os sermões que tinha ouvido. Mostrava-se caridosíssimo e dava ora o pequeno almoço ora o saio, ou o seu gibão ou a boina, os sapatos ou o casaco. Um dia que a mãe tinha saído, sem deixar que distribuir aos pobres, Tomás deu um frango a cada mendigo que se apresentou. Regressando, a mãe aprovou. Pelos 15 anos, foi estudar para Alcalá. O pai morreu dois anos mais tarde e reservou-lhe por testamento uma casa. Tomás obteve da mãe que esta fosse adaptada a hospício; e depois voltou para conseguir os títulos de Mestre em filosofia e licenciado em teologia. Tomou o hábito dos religiosos agostinhos em Salamanca, em 1516. Foi noviço modelo, orando, lendo S. Bernardo, calando-se e obedecendo. Durante o Advento e a Quaresma, dormia sobre tábuas. Fez a profissão solene em 1517, na festa de Santa Catarina. Ordenado sacerdote, quando no Natal chegou às palavras do prefácio per incarnati Verbi mysterium (pelo mistério do Verbo encarnado), teve de parar sufocado pelas lágrimas. Foi encarregado de comentar o livro das Sentenças, em Salamanca, diante de padres jovens; fê-lo tão brilhantemente que o imperador Carlos V quis tê-lo como pregador em Valladolid, onde residia a corte. Mas o novo Crisóstomo foi emprestado ao rei de Portugal. Como diretor de almas, mostrava-se eficaz, determinava grandes senhoras a darem-se a boas obras e aos pobres, reanimava o fervor entre as religiosas. A sua prudência cheia de sabedoria fez que fosse nomeado prior e provincial na sua Ordem. Apoiou a obra do Padre Jerónimo Ximénez no México, de maneira que o nosso Santo foi como que apóstolo deste país longínquo. Houve vontade de confiar a Tomás o arcebispado de Granada; recusou-se energicamente. Valência ficou disponível; ofereceram-lhe, mas ele de novo protestou. Insistindo Carlos V, ele apelou para Filipe II. Mas por fim teve de ceder diante da coalizão das coroas e dos superiores eclesiásticos, que o ameaçavam, de excomunhão no caso de recusa. Tomás tomou conta do governo eclesiástico de Valência em 1544, quase sexagenário, quando era preciso chamar para Deus a cidade do Cid, atolada em bastantes abusos. Procurou inicialmente melhorar a prisão eclesiástica e arranjar um hospício. Mostrou-se sempre pobre; por vezes, mangas renovadas eternizavam-lhe o vestuário. Ele próprio se remendava, para mais poder dar aos pobres. Quiseram-lhe servir um dia um peixe estimadíssimo; recusou-o, mandando que o dessem aos pobres. Convocado para o Concílio Tridentino, desculpou-se com a falta de saúde. Reuniu um sínodo e defendeu com vigor a imunidade eclesiástica contra o governador da cidade, que prendera um cónego; o governador teve de fazer penitência pública. Diante duma violação do sigilo sacramental, condenou a prisão perpétua o padre inconfidente e conseguiu que fosse indultado pelos juízes o assassino confesso. O Santo recebia facilmente os pobres; falava-lhes, consolava-os, por vezes horas inteiras. Não se envergonhava de alguns dos seus parentes, gente miúda: ao atender dois bispos, dirigiu-se amavelmente a um tio, vestido à maneira popular castelhana. para seu primeiro sermão arquiepiscopal, tinham ornamentado magnificamente o púlpito; mas Tomás diminuiu muito este luxo. Quando celebrava Missa pontifical, nenhum paramento usava que não fosse seu; tudo vinha da Igreja onde estava; usava sobrepelizes e capas, por vezes em estado lastimoso. Fugia ao contacto com príncipes; mandou-o chamar Carlos V, quando ele preparava um sermão; mas ele desculpou-se. E o imperador teve esta reflexão edificante. : «Oxalá todos os monges fossem tão livres como este!» O prelado todas as noites dava uma volta pela sua casa. Uma vez, entrou no quarto de um arrieiro que estava agonizante; muito tempo se conservou com ele a ajudá-lo e valer-lhe, conforme podia. Em seguida foi para a cama; de manhã, o homem estava curado. Tomás diminuía as relações pessoais com mulheres. A mãe veio visitá-lo, mas ele não a recebeu em Valência; passou um mês com ela em Líria. Em Valência, ela teria visitas femininas no palácio episcopal, e Tomás receava tais invasões. Desejava ter uma diocese mais pequena, para se ocupar melhor das ovelhas. Suspirava pela conversão dos Mouros. Para evitar maiores males, não teve pressa em aplicar censuras canónicas ultimamente promulgadas. Teve paciência para reconduzir um cónego pouco edificante a uma vida melhor. Um dia, repreendeu com bondade um velho aldeão que, na ausência do pároco, tinha vestido a sobrepeliz e pegado no Cibório, e depois, à porta da Igreja, procurara afugentar uma trovoada, que na realidade se afastou. Deu-lhe como penitência oferecer dois altos círios brancos para serem acesos todo o ano à Missa, da consagração à comunhão. A um padre que, ao celebrar a Missa dos pré-santificados, na Sexta-feira Santa, tinha pronunciado uma praga tremenda por os cantores terem omitido algo, impôs três dias de jejum com três esmolas a pobres, assiduidade em frequentar o coro e proibição de celebrar a Missa durante quinze dias. Um clérigo tinha tido, no pecado, três filhos: o arcebispo soube chamá-lo ao dever, casou a mulher e mandou educar à sua custa os filhos. Outro clérigo foi preso pela polícia durante uma ronda noturna; era um homem que estava armado e combateu; Tomás conseguiu fazer dele um eclesiástico direito. O nosso Santo imitava o Bom Pastor; quantas ovelhas perdidas salvou e de que espinhos! Mas flagelava-se até ao sangue para as curar. Por vezes, os maus costumes dos seus padres tinham como desculpa a pobreza em que viviam; então, com os seus dinheiros, vinha ele em auxilio desses desgraçados. Socorria os pobres envergonhados, os desempregados e as viúvas; era o “pai dos pobres”. dava aos religiosos : a Companhia de Jesus beneficiou das suas generosidades quando se instalou em Valência. Cuidava de dotar as raparigas sem recursos; recolhia as crianças enjeitadas. Em Alcalá, fundou um colégio para estudantes pobres e outro na sua cidade episcopal. Em Fevereiro de 1555, Tomás exprimiu o desejo de resignar o seu cargo. A 29 de Agosto, foi atacado de angina. A 2 de Setembro recebo o Viático. Na cidade não faltava quem rezasse por ele. Endereçou aos pobres todo o dinheiro que tinha. teve a delicadeza de dar de presente até a sua cama, pedindo que a entregassem de esmola antes de ele morrer. Começava a festa da Natividade de Nossa Senhora quando ele se confessou pala última vez. Fizeram-lhe a leitura da Paixão segundo o quarto evangelista. A estas palavras de Jesus, «Dos que me confiastes, não perdi nenhum» (18, 9), fez sinal que parassem e chorou demoradamente olhando para o Crucifixo. depois continuaram a ler, com paragens . Foi celebrada a Missa diante dele. À elevação do cálix , disse «In te, Domine, speravi» (esperei em ti, Senhor), e morreu à comunhão. Tinha uns 67 anos. Existem dele Canciones sacrae (sermões), cartas e diversos escritos de ascética e mística; como servir a Deus, em dez regras; sobre os dons do Espírito Santo e o Pai-Nosso; e orações para depois da comunhão. Na grande escola espanhola do século XVI, ele é precursor. O Santo Arcebispo foi enterrado na igreja dos Agostinhos, de Nossa Senhora do Socorro, em Valência. Foi beatificado em 1618 e canonizado em 1658. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

San Tommaso da Villanova Vescovo

Áudio da RadioMaria:

 

94787 > Beato Andrea de las Heras Mercedario 25 novembre


91839 > Sant' Audenzio di Milano 25 novembre

 

94498 > Santa Basilissa (Augusta) Imperatrice 25 novembre (Chiese orientali)

 

• Beatriz de Ornacieux, Beata
Novembro 25 Monja Cartuxa,

Beatriz de Ornacieux, Beata

Beatriz de Ornacieux, Beata

Martirológio Romano: Na região de Valence, na Gália, beata Beatriz de Ornacieux, virgem da Ordem Cartuxa, insigne pelo amor à Cruz, que viveu e morreu com pobreza extrema no mosteiro de Eymeu, fundado por ela (1303/ 1309). Etimologia: Beatriz = Aquela que enriquece ou gratifica, vem do latim Beatriz nasceu na segunda metade do século XIII no solar feudal da nobre família dos Ornacieux, nos confins do Delfinado de Saboia (Sudeste de França). Recibió una rica educación cristiana que la llevaría, con apenas 13 años, a abandonar para siempre el mundo para entrar en la cartuja del Monte de Santa María, en el desierto de Parménie (Isére, Francia ). Margarita d’Oygnt, monja cartuja que la conoció, nos dejó escrita en lionés su vida. No se ha escrito todavía una biografía crítica sobre la beata Beatriz, ni tengo noticia que se esté intentando. Según Margarita d’Oygnt, desde los comienzos como monja cartuja, Beatriz se destacó por la santidad de vida. Se manifestó siempre llena de mucha caridad y de una profunda humildad de corazón; procuraba en todo ayudar a sus hermanas de religión y manifestó una gran capacidad para sufrir. Su obediencia extrema y su fidelidad a la vida de oración fueron otros dos rasgos característicos de su vida. Nuestro Señor le concedió el don de lágrimas y en tal grado que estuvo a punto de perder la vista en varias ocasiones. Su gran deseo fue siempre hacer la santa voluntad de Dios. Un día delante del Sagrario pedía a Nuestro Señor que la sacase del mundo para ponerla así a salvo de los continuos ataques del demonio; pero una voz salida del Sagrario le prohibió desear otra cosa que no fuera hacer la voluntad del Señor; entonces sintió interiormente que su deseo de morir se cambiaba por un inmenso anhelo de vivir para la mayor gloria de Dios, y suplicó al Señor que le concediera la salud que en tantos momentos le faltaba debido a sus numerosas enfermedades; pero, una vez más, la voz del Señor se hizo oír diciéndole: “Recibe las consolaciones que te doy y no rehúses los sufrimientos que te envíe”; a partir de entonces, aleccionada por estas locuciones divinas, ya no deseó más algo que no fuera la voluntad divina, convirtiéndose ella misma en un modelo de confianza y de abandono en la Divina Providencia. Amó profundamente la penitencia, expresión de su amor loco a la Cruz. Se entregaba a prolongados ayunos, se daba sangrientas disciplinas. Fue especialmente devota de la Pasión de Cristo y se dice que perforó su mano izquierda con un clavo para recordar mejor los sufrimientos de la crucifixión. Por otra parte, tuvo que soportar los asaltos frecuentes del demonio, en especial, la tentaba contra de la virtud de la santa pureza, poniéndole delante representaciones obscenas, a las cuales Beatriz siempre resistió con invencible pureza de alma y de cuerpo. En medio de estos ataques del enemigo y de las victorias de la gracia, sentía los consuelos de Jesús y María. Un día la Virgen Santísima le dijo: “Nada temas, ten confianza; soy la Madre del Rey Omnipotente, tu Esposo, la Madre de la misericordia, y tomo tu alma y tu cuerpo bajo mi cuidado y protección; yo te defenderé contra los asaltos del demonio y te salvaguardaré de sus engaños”. Dios la enriqueció con múltiples dones y carismas extraordinarios: gozaba continuamente de la presencia del Señor en visión corporal a su lado; veía a Jesús Niño en la Sagrada Forma eucarística. Y también sentía, en ciertos momentos, las sequedades y los aparentes abandonos de Dios, motivos de gran sufrimiento para su alma. Una noche de Navidad, llena de angustia mortal por la duda de si estaría en pecado mortal, permaneció en su silla en el coro mientras sus hermanas fueron a comulgar; pero, recorriendo con gran devoción a la Divina Misericordia, le pidió que se dignara mostrarle su voluntad para que la cumpliera ciegamente. Entonces, sin saber como, y sintiéndose como que arrastrada por una fuerza superior, se encontró junto al comulgatorio. Comulgó, pues, y el Señor le concedió en esta comunión una infinidad de gracias. Como ejemplo de estas, se puede referir el hecho de que una porción de la Hostia sagrada se quedó en su boca, sin que la pudiera tragar, con un claro sabor a carne y sangre: esto le produjo gran aflicción; pero, luego sintió cómo esta porción eucarística le pasaba al corazón, abrasándola con un gran fuego de amor, dejándola sumida en un arrobamiento amoroso que permaneció durante varios días; y, todavía más, desde entonces, volvió al perfecto gozo de la unión amorosa con Dios y recobró la perfecta paz del alma, para nunca más perderla. En 1300 fue obligada, bajo obediencia, a aceptar el priorato de la cartuja de Eymeux, departamento de Drome; en esta nueva fundación cartujana, en el ejercicio del cargo de priora, brillaron sus grandes virtudes. Por fin, el 25 de Noviembre de 1303, el Señor vino a llamar a su esposa para las bodas celestiales, terminando su vida santa en la tierra con una preciosa muerte. Sin embargo, otras fuentes la dan por fallecida a 5 de febrero dos años después. Fue sepultada en Eymeux, y casi de inmediato, empezaron a obrarse milagros en su tumba, extendiéndose su fama de santidad. Algún tiempo después, su cuerpo fue trasladado a su primera cartuja de Parménie. El 15 de Abril de 1869 el Beato Pío IX, Papa, aprobó su culto. Su fiesta se celebra el día 25 de noviembre, aniversario de su nacimiento para el cielo. Es la única monja cartuja beatificada; no dejó ningún escrito.

90538 > Beata Beatrice di Ornacieu Vergine e monaca certosina 25 novembre MR

79050 > Santa Caterina d'Alessandria Martire 25 novembre - Memoria Facoltativa MR

Áudio da RadioRai: e RadioMaria:

• Garcia, Santo
Novembro 25 Abade,

Garcia, Santo

Garcia, Santo

Martirológio Romano: No mosteiro de Arlanza,na região de Burgos, em Espanha, memória de são Garcia, abade (1073). Nasceu em finais do século X ou princípios do XI na localidade burguesa de Quintanilha, que com o tempo teria o nome de São Garcia. Muito jovem, o futuro santo Garcia alcançou, em companhia de alguns familiares, na margem do rio Arlanza, onde estava o mosteiro de São Pedro de Arlanza, antiga abadia da ordem beneditina. A suas portas, e alheio aos rigores que exigia a vida monacal, São Garcia resolveu ingressar na ordem. O moço adquiriria com os anos reputação de santidade e a ele se atribuem não poucos atos milagrosos. As crónicas contam que, durante uma das fomes que ciclicamente açoitavam a Europa medieval, o monge beneditino assombrou a seus companheiros de refeitório com o que o que se testemunha como um dos milagres atribuídos ao santo. Ante a estupefacção dos presentes, a água contida num jarro se converteu em vinho.  Os monges tinham vedado o consumo de carne. A dieta estava constituída por uma libra de pão diária e dois pratos em cada comida. Contudo, os monges consagravam oito meses do ano ao jejum. O jejuar do beneditino se cingia a uma manta, um cobertor, um colchão e uma almofada. Seu atavio, a cogula, a túnica, o escapulário, as calças, os calções e o calçado. O trabalho no campo, o canto e a redação de códices ocupavam a maior parte do tempo dos irmãos. Com os anos, e após concluir seus estudos de Teologia, São Garcia foi elevado em 1039 à dignidade de abade e, mais tarde, à de conselheiro do rei Fernando I. Em companhia deste monarca foi testemunha da batalha de Atapuerca no ano 1054. São Garcia manteria sua condição de conselheiro real no reinado de Sancho II. Os historiadores concluem que o santo travou conhecimento com os mais conspícuos personagens de seu tempo. Assim, por exemplo, se conservam documentos de doações em que, junto à rúbrica do santo, figura a de Rodrigo Diaz de Bivar. Seu nome também é consignado por Gonzalo de Berceo em seus textos. São Garcia faleceria no ano 1073.

Beata Isabel Achler, reclusa
Em Reute, de Suábia, na Germânia, beata Isabel Achler, por sobrenome “Buena”, virgem, que, vivendo como uma reclusa da Terceira Ordem Regular de São Francisco, cultivou em grau admirável a humildade, a pobreza e a mortificação corporal (1420).

79090 > Beata Elisabetta Achler di Reute Vergine, terziaria francescana 25 novembre MR

• Jacinto Serrano López, Beato
Novembro 25 Mártir Dominicano,

Jacinto Serrano López, Beato

Jacinto Serrano López, Beato

Martirológio Romano: Em Puebla de Híjar, povoação perto de Teruel, em Espanha, beato Jacinto Serrano López, da Ordem de Pregadores e mártir, que foi fuzilado na perseguição contra a Igreja. Com ele se comemora o beato mártir Santiago Meseguer Burillo, presbítero da mesma Ordem, que, por Cristo, realizou seu glorioso combate em Barcelona, não se sabe exatamente em que data (1936). Naces en Urrea de Gaén (Teruel), el 10 de julio de 1901. Te quedas huérfano de madre al poco de nacer y de padre a los 6 años. A los 12 ingresas en Escuela Apostólica de Solsona. El 5 de abril de 1924 recibes el sacramento del Orden Sacerdotal. Ejerces la docencia en el seminario menor dominicano de Calanda y en el Estudio General de Valencia. Al mismo tiempo obtienes la licenciatura en la Facultad de Ciencias Físico-Químicas de Valencia. Tu apostolado se proyecta dando conferencias apologéticas, dirigiendo la revista Rosas y Espinas, colaborando en la revista Contemporánea, y dirigiendo la Asociación de Señoritas de la Beata Imelda, dedicada a la catequesis y beneficencia de niños pobres. En julio de 1936, como Vicario Provincial, preparas la evasión a Francia de varios religiosos y tú permaneces en Barcelona atento a las vicisitudes del resto de los frailes. A mediados de noviembre de 1936 eres detenido en Barcelona por unos milicianos paisanos tuyos que se desplazaron desde Urrea. Te encierran en el castillo de Montjuich, poco tiempo después te trasladan a Puebla de Híjar, allí fuiste encarcelado, sometido a interrogatorio, y después... dando la cara y diciendo ¡Viva Cristo Rey! te dispararon. Tenías 35 años de edad, 19 de vida religiosa y 12 de ordenación sacerdotal. Para ver más sobre los 233 mártires en España haz "click" AQUI

93237 > Beati Giacinto Serrano Lopez e Giacomo Meseguer Burillo Sacerdoti domenicani, martiri 25 novembre MR

 

94531 > Beata Malcolda Pallio Monaca benedettina 25 novembre

Santo Márculo, bispo e mártir


Em Numídia, santo Márculo, bispo, que, segundo a tradição, morreu mártir em tempo do imperador Constante, despenhado desde um rochedo por um tal Macário (347)

79070 > San Marcolo Vescovo 25 novembre MR


Santo Maurino, mártir


Na região de Agen, em Aquitânia, santo Maurino, mártir, que, dedicado à evangelização da gente do campo, foi desapiedadamente destroçado pelos pagãos, segundo dizem as crónicas (s. VI).

79080 > San Maurino Venerato ad Auch 25 novembre MR

• Mercúrio de Cesareia de Capadócia, Santo
Novembro 25 Mártir,

Mercurio de Cesarea de Capadocia, Santo

Mercúrio de Cesareia de Capadócia, Santo

Martirológio Romano: Em Cesareia de Capadócia, santo Mercúrio, mártir (250). Etimologia: significa “pertencente a Mercúrio”. Vem da língua latina. Fica-se alucinado quando se lê a biografia deste mártir do século III. Todos os pagãos invocavam ao deus Mercúrio como o protetor dos comércios. No calendário cristão há dois santos que levam este nome. Os dois são mártires e soldados. O de hoje gozou de uma grande popularidade no Oriente onde se difundiu sua Paixão (ou teatro) para o dar a conhecer melhor. Segundo este teatro, Mercúrio militou nos exércitos de Décio e Valeriano, dos insignes –¡ valha o adjetivo! – perseguidores dos crentes em Cristo Jesús. Quando estava a ponto de que o nomeassem chefe superior dos exércitos imperiais, se recordou de que havia sido batizado com o nome de Filopatrós, quer dizer, “que ama ao pai”. Então não teve a menor dúvida em se apresentar a seu chefe superior, e imperador, para lhe dizer que era cristão. Açoutaram-no. E nada. Então carregaram-no num asno para o levar a Capadócia onde deveria ser decapitado para escarmento dos cristãos desse lugar. Suas relíquias deram lugar a muitas curas e inclusive conversões ao cristianismo. Segundo os fieis de Capadócia foi são Mercúrio que empregou sua lança para lutar contra o imperador apóstata Juliano. É uma lenda. Historicamente não se sabe nada deste mártir, mas seu culto data desde a antiguidade na Capadócia.¡Felicidades quem leve este nome!

79100 > San Mercurio di Cesarea di Cappadocia Martire 25 novembre MR

 

Santo Moisés, presbítero e mártir


Em Roma, comemoração de santo Moisés, presbítero e mártir, que no tempo do imperador Décio, ao ser martirizado o papa são Fabião, juntamente com o colégio de presbíteros cuidou dos irmãos na Igreja, determinou que devia outorgar-se a reconciliação aos lapsos enfermos e moribundos e, durante o longo tempo que esteve retido na cadeia, frequentemente os consolava com as cartas de são Cipriano de Cartago, sendo coroado finalmente com um martírio glorioso e admirável (251)

79060 > San Mosè di Roma Martire 25 novembre MR

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• Pedro Alexandrino (Pedro de Alexandria) e companheiros,

bispos Hesíquio, Pacómio e Teodoro, Santos
Novembro 25 bispo,

Pedro Alejandrino (Pedro de Alejandría) y compañeros, Santo

Pedro Alexandrino (Pedro de Alexandria) e companheiros, Hesíquio, Pacómio e Teodoro, Santos

Martirológio Romano: Em Alexandria, no Egito, são Pedro, bispo e mártir, que, dotado de todas as virtudes, foi decapitado por mandato do imperador Galério Maximiano, vindo a ser a última vítima da grande perseguição e com o selo dos mártires. Com ele se comemoram três bispos egípcios, que são Hesíquio, Pacómio e Teodoro, junto com outros mais que, também em Alexandria, sofreram na mesma perseguição e subiram ao céu por meio de cruel espada (305/311). Etimologia: Pedro = rocha, pedra. Vem da língua hebraica. Nasceu Pedro em Alexandria. E com o tempo chegou a ser patriarca desta florescente cidade. Entretanto Maximiano e Diocleciano estavam fazendo estragos com suas perseguições. Ele se entregou a ajudar a todos os crentes falando com eles e com quem não podia, o fazia mediante cartas. Escreveu mais de 600. Nelas os advertia do perigo que corriam por causa de sua fé.
Além de fazer tudo isto, lutou valorosamente contra os hereges e pagãos. Sentiu muito ter que destituir ao bispo Melécio porque havia sacrificado aos deuses. Árrio (ou Ário), já excomungado por Pedro, o acusava neste trabalho. Quando Maximiano tinha o cetro no Oriente, mandou para a morte São Pedro A gente foi à cadeia e o tiraram ainda que suas vidas estivessem em perigo. O governador queria que se retratasse de sua doutrina. Não cedeu. Então tiraram-no sigilosamente da prisão e morreu felizmente no ano 311.¡Felicidades a quem leve este nome!

92837 > Santi Pietro d’Alessandria, Esichio, Pacomio e Teodoro e compagni Martiri 25 novembre MR

Áudio da RadioVaticana:

 

Santos Pedro Yi Hoyong, Águeda Yi So-sa, mártires


Em Seul, na Coreia, são Pedro Yi Hoyong, mártir, que, sendo catequista, foi feito prisioneiro por uns sicários, juntamente com sua irmã santa Águeda Yi So-sa, e permanecendo firme na confissão da fé, depois de quebrar-lhe por três vezes os ossos o mantiveram quatro anos na cadeia, onde finalmente morreu, sendo o primeiro do glorioso esquadrão dos mártires (1838).

79110 > San Pietro Yi Ho-yong Martire 25 novembre MR

• Santiago Meseguer Burillo, Beato
Novembro 25 Mártir Dominicano,

Santiago Meseguer Burillo, Beato

Santiago Meseguer Burillo, Beato

Martirológio Romano: Em Puebla de Híjar, povoação perto de Teruel, em Espanha, beato mártir Santiago Meseguer Burillo, da Ordem de Pregadores e mártir, que foi fuzilado na perseguição contra a Igreja. Com ele se comemora o beato mártir Jacinto Serrano López,, presbítero da mesma Ordem, que, por Cristo, realizou seu glorioso combate em Barcelona, não se sabe exatamente em que data (1936). El 1 de mayo de 1885 nace en Híjar (Teruel). Allí recibe la primera instrucción y se familiariza con la lengua latina. Ingresa en el convento de la Orden en Corias (Asturias) y en 1905 es ordenado presbítero en Salamanca. En la redacción de La Ciencia Tomista, en Madrid y en el colegio de Vergara transcurre los meses de su actividad apostólica y ministerial en la Provincia de España. Se incorpora a la Provincia de Aragón desde su restauración y estuvo asignado en Barcelona, Solsona y Valencia para dedicarse principalmente a la enseñanza. En el año 1934 es promovido al grado de Maestro en Teología. Se encontraba en Barcelona cuando empezó la revolución. Se esconde durante casi cuatro meses en diversos hogares de amigos. Y a finales de noviembre es asesinado el P. Meseguer con otros detenidos en la cárcel de El Clot. A los pocos días de ser liberada Barcelona, los restos mortales, enterrados en una fosa común e identificados, fueron depositados en un nicho propiedad de las Hermanas Dominicas de la Anunciata en el cementerio de Montcada. Para ver más sobre los 233 mártires en España haz "click" AQUI

93237 > Beati Giacinto Serrano Lopez e Giacomo Meseguer Burillo Sacerdoti domenicani, martiri 25 novembre MR


 
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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
WWW. SANTIEBEATI.IT
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes (que não constem do livro citado – nem tampouco dos outros sites) surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
As minhas desculpas e obrigado.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA