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sábado, 3 de dezembro de 2011

Biblia Católica News - 3 de Dezembro de 2011

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Os Pais da Igreja sobre a virgindade de Maria

Posted: 03 Dec 2011 04:00 AM PST

O reconhecimento da virgindade de Nossa Senhora sempre foi professado e repetido pelos Padres da Igreja, não obstante os protestantes querem nos fazer crer, com citações fora de exatidão, que muitos admitiam que ela tivesse perdido o que de miraculoso se preservou nela. Chegam nas afirmações mais extremas e enfatuadas dizer que isso foi muito disputado entre os Pais primitivos. Esse trabalho, então, tem o intuito de transcrever o verdadeiro pensamento dos preservadores da Tradição e de refutar as menções indevidas feitas por nossos irmãos evangélicos.

Santo Irineu (130 — 203):

“Como por uma virgem desobediente foi o homem ferido, caiu e morreu, assim também por meio de uma virgem obediente à palavra de Deus, o homem recobrou a vida. Era justo e necessário que Adão fosse restaurado em Cristo, e que Eva fosse restaurada em Maria, a fim de que uma virgem feita advogada de uma virgem, apagasse e abolisse por sua obediência virginal a desobediência de uma virgem.” (Contra Heresias L. 5, 19.1)

Santo Hipólito de Roma (170 — 236):

“…corpo de Maria toda santa, sempre virgem, por uma concepção imaculada, sem conversão, e se fez homem na natureza, mas em separado da maldade: o mesmo era Deus perfeito, e o mesmo era o homem perfeito, o mesmo foi na natureza em Deus, uma vez perfeito e homem.” (As obras e fragmentos. Fragmento VII)

Orígenes de Alexandria (185 — 253):

“Mas, seguindo a tradição que está registado no Evangelho segundo São Pedro ou no livro de Tiago, eles dizem que há alguns irmãos de Jesus, os filhos de José por uma ex-mulher, que vivia com ele antes de Maria. Agora aqueles que dizem por assim desejarem preservar a honra de Maria na virgindade até o fim, de modo que o organismo dela, que foi designada para ministrar a Palavra que diz: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do altíssimo deve ofuscar a ti “, pode não ter tido relação sexual com um homem depois que o Espírito Santo veio ela e o poder do alto a tivesse ofuscado. E eu acho que em harmonia com a razão que Jesus era o fruto primeiro entre os homens da pureza, que consiste na castidade, e Maria entre as mulheres, pois não foram piedosos atribuir a qualquer outro do que o seu fruto primeiro da virgindade.”(Comentário ao Evangelho de Mateus x. 17)

“Para, se Maria, como aqueles que declaram, com exaltar sua mente sã, não tinha outro filho, mas Jesus, e ainda Jesus diz para sua mãe, “Mulher, eis aí teu filho”, e não “Eis que você tem esse filho também” ” (Comentário ao Evangelho de João, Livro 1, 6)

“Sobre este assunto, eu encontrei uma observação muito bem em uma carta do mártir Inácio, segundo bispo de Antioquia depois de Pedro, que lutou com as feras, durante a perseguição em Roma. A virgindade de Maria estava escondida do príncipe deste mundo, graças a José e escondido seu casamento com ele. Sua virgindade foi mantida escondida porque ela foi pensada para ser casado. (Homilias sobre Lucas, 6, 3-4.)

São Gregório de Neucaesarea (213 — 270):

“Para a santa Virgem guardado cuidadosamente a tocha da virgindade, e deu ouvidos diligentemente que não deveria ser extinto ou contaminado.” (The Second Homily. On the Annunciation to the Holy Virgin Mary)

São Pedro de Alexandria (+ 311):

“…que tem o nome de Leucado, eles vieram para a igreja da mãe mais abençoada de Deus e sempre Virgem Maria, que, como se começou a dizer, ele tinha construído no oeste…” (Episolæ)

Santo Atanásio de Alexandria (295 — 373)

“Portanto, que aqueles que negam que o Filho do Pai, por natureza, e é adequado a esta essência, negam também que Ele tomou verdadeiro humano da Sempre Virgem Maria…” (Contra Arianos, cap 21)

Hilário de Poitiers (300 — 368):

“Se eles [os irmãos do Senhor] foram filhos de Maria e não tomados de casamento anterior de José, ele nunca teria sido entregue no momento da paixão [crucificação] para o apóstolo João, sua mãe, o Senhor dizendo: a cada um, ‘Mulher, eis aí teu filho’, e João, “Eis a tua mãe ‘[João 19:26-27), como ele legou o amor filial a um discípulo como um consolo para a desolação" (Comentário sobre Mateus 1 : 4 )

Santo Efrem da Síria (306 — 373):

"Em sua virgindade Eva colocou as folhas de vergonha: Sua mãe colocou na sua virgindade a roupa da Glória que é suficiente para todos." (Hino da Natividade, hino 12)

"O que teria sido possível que aquela que foi a residência do Espírito, que foi ofuscada pelo poder de Deus, tornou-se uma mulher mortal, e ela suportou a dor, de acordo com a maldição em primeiro lugar? [...] A mulher que dá à luz na dor não poderia ser chamado abençoado. O Senhor, que veio com as portas fechadas, e fora do seio virginal, porque isso realmente virgem deu à luz sem sentir dor “ (Efren, Diatessaron, 2,6: SC 121,69-70, cf. . ID, Hímni de Nativitate, 19,6-9: CSCO 187,59)

Santo Epifânio (310 — 403):

“De onde vem esta perversidade? De onde é que irrompeu tamanha audácia? Porventura o próprio nome não é suficiente atestado? Quem jamais houve, em tempo algum, que ousasse proferir o nome de Maria e espontaneamente não lhe acrescentasse a palavra virgem? O nome de Virgem foi dado a Santa Maria, nem se mudará nunca, ela sempre permaneceu ilibada (Panarion, Contra os hereges).

Dídimo, o cego (313 — 398):

“Nada fez Maria, que é honrada e louvada acima de todas as outras: não se relacionou com ninguém, nem jamais foi Mãe de qualquer outro filho; mas, mesmo após o nascimento do seu filho [único], ela permaneceu sempre e para sempre uma virgem imaculada”. (A Trindade 3,4)

São Cirilo de Jerusalém (315 — 386):

“o Unigênito do Único, Jesus Cristo, nosso Senhor, a produção, de acordo a carne, do ventre de São Maria, Virgem perpétua, em cuja santa casa somos eu reunidos neste dia para comemorar o dia de sua morte. ” (Homilias sobre a Dormição)

São Basílio de Cesareia (329 — 379):

“Os amigos de Cristo não toleram ouvir que a Mãe de Deus deixou de ser virgem num determinado momento” (Homilia Em Sanctum Christigenerationem, 5)

São Gregório de Nissa (330 — 395):

“Pois se José a tomou como sua esposa com o propósito de ter filhos, por que ela ficou pensando sobre o anuncio de sua maternidade, se ela mesma aceitou o fato de se tornar mãe de acordo com a lei da natureza? Mas assim como era necessário Guardar o corpo da consagrada a Deus como oferenda intocada e Espírito Santo, por esta mesma razão, ela afirma, mesmo se você é um anjo que desceu do céu e mesmo que este fenômeno está além da capacidade dos homens, no entanto, impossível para mim conhecer homem. Como devo tornar-me mãe sem conhecer homem? Pois, embora considere um José para ser meu marido, ainda assim não conhecerei homem” (Sobre a Geração de Santo Cristo, 5)

Santo Ambrósio de Milão (340 — 397):

“Houve quem negasse que Maria tivesse permanecido virgem. Desde muito temos preferido não falar sobre este tão grande sacrilégio. Maria (…) que é mestra da virgindade, (…) não podia acontecer que aquela que em si tinha trazido Deus , resolvesse andar às voltas com um homem. Nem José, varão justo, cairia nessa loucura de querer misturar-se com a mãe do Senhor, em relação carnal”.( De Inst. Virg. I , 3).

Rufino de Aquileia (340 — 410):

“A porta que estava fechada (Ezech. 44,2) foi a sua virgindade, través dela o Senhor Deus de Israel entrou, por isso Ele avançou a este mundo através do ventre da virgem. E, porque a sua virgindade foi preservada intacta, portão da Virgem permaneceu fechado para sempre “. (Comentário do Credo dos Apóstolos, 9)

Santo Agostinho (354 — 430):

“Virgem que concebe, virgem que dá à luz, virgem grávida, virgem que traz o feto, Virgem perpétua”(Sermão CLXXXVI, 1, 1)

“Concebeu-O [a Cristo Jesus] sem concupiscência, uma Virgem; como Virgem deu-lhe à luz, Virgem permaneceu” (Sermão sobre a Ressurreição de Cristo, segundo São Marcos, PL XXXVIII, 1104-1107).

São Jerônimo (347 — 420):

“Rogo também a Deus Pai para que demonstre que a mãe de Seu Filho – que se tornou mãe antes de se casar – permaneceu Virgem ainda após o nascimento de seu Filho.” (Contra Helvídeo, sobre a virgindade perpétua de Maria, cap II)

São João Cassiano (360 — 435):

“Por isso, confesso que o nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, que por sua própria causa foi gerado do Pai antes de todos os mundos, quando ao tempo ele por nossa causa se fez homem através do Espírito Santo e da sempre Virgem Maria, era Deus em Seu nascimento, e enquanto confessamos as duas substâncias, da carne e da Palavra.” (Sobre a Encarnação de Cristo contra Nestório, L. VII, 5)

São Cirilo de Alexandria (375 — 444):

“Salve, vaso puríssimo da temperança, a ti virgem, confiou, na cruz, nosso Senhor Jesus Cristo a Mãe de Deus, sempre virgem!” (Discurso em Concílio de Éfeso)

São Máximo, o Confessor (580 — 662):

“O nascimento e a adolescência daquela que concebeu e deu à luz – evento impensável, incompreensível, inefável! – ao Filho de Deus, o Verbo, Rei e Deus do Universo, já haviam sido mais maravilhosos que tudo o que se pode ver na natureza. Desde então, todos os dias de sua inteira existência, mostrou um estilo de vida superior à natureza [...] Logo, no caminho de sua fatigosa tarefa, sofreu e suportou muitas tribulações, provas, aflições e lamentos durante a Crucifixão do Senhor, alcançando uma completa vitória e obtendo coroas de triunfo, até ao ponto de ser constituída a Rainha de todas as criaturas[...] A Virgem não só animava e ensinava aos santos apóstolos e aos demais fiéis a ser pacientes e suportar as provas, senão que era solidária com eles em suas fadigas, lhes sustentava na pregação, estava em união espiritual com os discípulos do Senhor em suas privações e suplícios, em suas prisões[...] Depois da partida de João, o Evangelista, São Tiago, o filho de José, também chamado «irmão do Senhor», tomou a seu cuidado a santa Mãe de Cristo [...]” (Vida da Virgem)

Santo Ildefonso de Toledo (606 — 667):

“Tua pureza fica salva no anúncio sobre tua prole; tua virgindade encontra segurança no nome de teu filho, e assim permaneces honesta e íntegra depois do parto” (A virgindade perpétua de Santa Maria)

São João Damasceno (676 — 749):

“Tendo levado uma vida casta e santa, engendrastes a joia da virgindade, aquela que deveria permanecer Virgem antes, durante e depois do parto, a única sempre Virgem de espírito, de alma e de corpo.” (Homilia sobre a Natividade de Maria, 5)

Poderia acrescer com os santos Papas que defenderam o mesmo nesse período, mas não o farei, dando esse gostinho aos protestantes, evito que venham com mais desculpas.

Os protestantes também têm sua própria lista, é melhor chamá-la de pretensa lista, de citações de Pais da Igreja. Os citados quando não têm seus textos falseados são os hereges que só, por isso, não merecem nenhuma atenção. Os mencionados são: Santo Irineu, Tertuliano, Santo Eusébio, Santo Epifânio, Hegesipo, Helvídeo, Vigilâncio, Joviniano e Nestório. Conheçamos cada um deles.

Comecemos com Sto Irineu. Sua citação que encabeça os Pais citados por mim derruba qualquer interpretação contrária a sua virgindade.

Tertuliano é um caso particular, primeiramente defensor assíduo da fé cristã, depois no fim da vida acaba por se tornar um herege montanista. Santo Agostinho nos informa que Tertuliano, por fim, acaba por fundar uma seita própria, o próprio Santo Agostinho diz ter trazido de volta ao seio da Igreja seus últimos adeptos. [Os Padres da Igreja (séc I - IV) Jacques Liébaert]

Leiamos, antes, algumas de suas afirmações claramente hereges:

“O conhecimento e a defesa do Paráclito nos (nós montanistas) separam dos psíquicos (isto é, dos membros da Igreja Oficial)”

“A Igreja é propriamente e sobretudo o Espírito mesmo, em que reside a Trindade da única divindade, Pai, Filho e Espírito Santo. É ele que reúne essa Igreja que o Senhor estabeleceu nos três. Por isso, desde então, todo grupo de pessoas reunidas nessa fé constitui uma Igreja para o Autor e Consagrador” (Sobre a Castidade XXI,17)

Agora, sobre a virgindade o texto em questão é o seguinte:

“Uma Virgem deu à luz Cristo, e casou-se unicamente depois do nascimento deste. Para que fosse possível louvar no nascimento de Cristo os dois tipos de castidade: ser filho de uma mãe virgem que apenas conheceu um homem” (De Monogamia 8 )

Mas pasmem! O mesmo acreditava que Maria perdeu a virgindade ao dar a luz, o que destrói a fé cristã e não passa de uma repetição da desculpa dos judeus para não aceitarem Jesus Cristo:

“Pariu porque deu à luz um descendente da própria carne; não o deu enquanto não o fez por intervenção humana. Foi virgem com respeito ao marido, mas não com relação ao parto. (…) A mesma que deu à luz o fez verdadeiramente. Foi virgem quanto à concepção, não quanto ao parto. (…) O seio da Virgem abriu-se de modo especial, porque de modo especial havia sido selado” (De Carne Christi 23)

Definitivamente Tertuliano não é uma boa fonte contra a Igreja e chega ser desonesto usá-lo. Sobre ele São Jerônimo nem perdeu tempo, apenas disse: “De Tertuliano não direi senão que não pertenceu à Igreja.” (A Virgindade Perpétua virgindade de Maria IV, 19)

Com relação a Santo Eusébio não passa de uma falta de atenção de seus leitores. Não leram sua obra completamente, pegaram trechos isolados e já tiraram a conclusão. Citam as partes onde ele chama Tiago, primo de Jesus ou um dos filhos de José, de irmão do Senhor. Ora, isto não é novo, assim é chamado na própria Bíblia. Na verdade os Pais da Igreja continuaram a identificá-lo como irmão do Senhor, mesmo sabendo que não eram filhos de Maria, preservaram o semitismo que remonta as próprias traduções dos apóstolos. São vários os concílios da Igreja que continuaram a identificar Tiago assim, mesmo já promulgado o dogma da virgindade de Maria. No próprio Concílio de Trento isso é feito. (Cf. 14ª sessão – unção dos enfermos, cap 1). E como prova do que estou falando vejamos o que em outros capítulos de Santo Eusébio é explicado:

“Então Tiago, a quem os antigos sobrenome o Justo por conta da excelência da sua virtude, é lembrado por ter sido o primeiro a ser feito bispo da igreja de Jerusalém. Este Tiago foi chamado de irmão do Senhor, porque ele era conhecido como um filho de José, e José era suposto ser o pai de Cristo, porque a Virgem, sendo prometida a ele, foi encontrada com o filho pelo Espírito Santo antes de chegarem juntos, Mateus 1:18 como a conta dos shows santos Evangelhos”. (HE III 1,2)

Vemos aí que Sto. Eusébio relata que Tiago era conhecido como um filho de José, só José. Se achasse que fosse filho de Maria seria inútil sua explicação. Ele segue uma antiga tradição que encontramos, inclusive, no Proto-Evangelho de Tiago do ano 150.

Eusébio citando Clemente escreve:

Clemente, no livro VI das Hypotyposeis, adiciona o seguinte: “Porque -dizem – depois da ascensão do Salvador, Pedro, Tiago e João, mesmo tendo sido os preferidos do Salvador, não tomaram para si esta honra, mas elegeram como bispo de Jerusalém Tiago o Justo.”

E o mesmo autor, no livro VII da mesma obra, diz ainda sobre ele o que segue:

“O Senhor, depois de sua ascensão, fez entrega do conhecimento a Tiago o Justo, a João e a Pedro, e estes o transmitiram aos demais apóstolos, e os apóstolos aos setenta, um dos quais era Barnabé.

Houve dois Tiagos: um, o Justo, que foi lançado do pináculo do templo e morto a golpes com um bastão; e o outro, o que foi decapitado.” Também Paulo menciona Tiago o Justo quando escreve: Outro apóstolo não vi além de Tiago, o irmão do Senhor.” (HE II, 1)

Nesta, cita um Pai da Igreja, que identifica Tiago como irmão do Senhor, mesmo deixando claro que esse é um dos apóstolos. Os dois apóstolos chamados Tiago na Bíblia não são filhos de Maria, mãe de Jesus, um é filho de Zebedeu, o Tiago maior, enquanto o outro de Alfeu, o Tiago menor, que provavelmente era filho de Maria de Cléofas.

Então, ao contrário do que uma leitura superficial e isolada de seus escritos pode deixar parecer, ele acreditava na virgindade perpétua de Maria.

Santo Epifânio, é mais um em que as citações acima não deixam dúvidas.

Seguindo para Hegésipo, o trecho em questão é este:

Da família do Senhor ainda estão vivos os netos de Judas, que acredita-se que tenha sido irmão do Senhor pela carne..”

Podemos tirar disso apenas que Judas era dito irmão do Senhor pela carne, nada mais.

Ao trecho as seguintes formas de respostas seriam satisfatórias:

1. Os que acreditavam nisso eram os acusadores. Nada impede que os acusadores de Judas, que pelo o que parece não eram cristãos, acreditassem que Jesus era filho de José e de Maria, pois se não eram cristãos não tinham porque crer em sua virgindade mesmo no parto.

2. É dito irmão do Senhor pela carne não de Maria, mas de Davi. Eusébio, realmente, diz que acusavam Judas “com base em sua linhagem vinda de Davi e sua relação com o próprio Cristo” (HE III, 19) E Hegésipo no mesmo registo acrescenta: “Foram passadas informações de que eles seriam da família de Davi e eles foram levados até o imperador Domiciano pelo Evocatus…”

3. O uso de irmão deve ser levado em conta segundo o semitismo usado, e a ênfase “em carne”, para mostrar que não era irmão do Senhor segundo o espírito apenas. Como foi dito: “E se deve ver um estranho, que o levou sob o seu teto e se alegram por ele como mais um irmão de verdade, porque lhes chamar irmãos, não segundo a carne, mas segundo a alma.” (Aristides, desculpa 15,6, escrevendo aos cristãos). Um exemplo do uso é quando Jesus é dito filho de Davi ou descendente segundo a carne, isto não quer dizer que seja direto, mas segundo a carne de Maria. Assim como nos explica Tertuliano:

Sed et Paulus, eiusdem utpote evangelii et discipulus et al magister testículo quia apostolus eiusdem Christi, confirmat Christum ex Semine secundum carnem David, ipsius Utique. ergo ex Semine David caro Christi. sed secundum carnem Mariae ex Semine David, ergo est Mariae ex carne dum est Semine ex Davi.” (Na carne de Cristo 22,3)

O fato do acréscimo “da carne” não significa muito. O próprio Concílio Quinissexto de 692 identifica Tiago, outro irmão apontado pelos protestantes, de forma parecida: “Pois também Tiago, o irmão, segundo a carne, de Cristo nosso Deus, a quem o trono da igreja de Jerusalém primeira foi confiada, e Basílio, o arcebispo da Igreja de Cesaréia, cuja glória se espalhou por todo o mundo, quando nos deu instruções para o sacrifício místico, por escrito, declarou que o Santo Cálice está consagrado na Divina Liturgia com água e vinho.” (CÂNON XXXII) Só como curiosidade, esta é a mais antiga referência explícita à liturgia de Tiago que diz: “Fazemos memória de nossa Santíssima, Imaculada, e gloriosíssima Senhora Maria, Mãe de Deus e sempre Virgem“. A terceira alternativa me parece mais óbvia.

O próximo é Helvídeo, que fundamentado num herege, Tertuliano, numa interpretação literal da Bíblia e por mal interpretar outro Pai da Igreja, negou a virgindade de Maria. São Jerônimo fez uma bela refutação às suas tentativas frustradas. Vale a pena a leitura, que dispensa meus comentários.

Sigo para Vigilâncio, que também não tinha um bom currículo. É outro que foi refutado por S. Jerônimo. Entre suas heresias, além da de negar a virgindade perpétua de Maria, cita-se:

1. Era contra o culto aos mortos.

2. Pensava que os mortos dormiam ao que levou S. Jerônimo a chamá-lo de “Dormilâncio” (cF. Contra Vigilâncio CAP II)

3. Chamava as velas de insignificantes.

4. Sobre as relíquias dos mártires diz: “um pouco de pó miserável, envolto em panos caros”

5. Usava como fonte doutrinal um livro apócrifo, que não era recebido, obviamente, pela Igreja.

Enfim, é outro que não merece nenhuma consideração.

O Outro é Joviniano, que não por coincidência era outro herege. Entre suas crenças podemos trazer:

1. Uma virgem não é melhor aos olhos de Deus do que uma mulher casada.

2. Uma pessoa batizada com o Espírito Santo não pode cair no pecado. Sobre isso diz: “os que com plena certeza de fé que nasceram de novo no batismo, não pode ser derrubado pelo diabo.”

3. Todos os pecados são iguais.

4. Há apenas um grau de punição e recompensa no futuro estado.

Esse herege foi condenado pelo sínodo de Roma, sob Papa Sirício e pelo sínodo de Milão, convocado por Santo Ambrósio.

Tempos depois ele ainda é lembrado por Santo Ildefonso de Toledo: “Não quero ver-te [Joviniano] questionar sobre o pudor de nossa Virgem no parto, não quero ver-te corromper a sua integridade na geração; não quero saber violada sua virgindade no momento em que deu à luz. Não lhe negues a maternidade porque foi virgem; não a prives da plena glória da virgindade, porque foi mãe. Se uma dessas coisas tu confundes, em tudo erraste. Desconhecer a harmonia que as une é ignorar por completa a verdade que encerram. Se não pensas assim estas errado, pecas contra a justiça. Se negas à Virgem sua maternidade ou sua virgindade, injúrias grandemente a Deus.” (Patrologia Latina 96,58, 617-667 d. C.).

O próximo é Bonoso, herege, que teve suas obras condenadas pelo Decreto Gelasiano e foi condenado por um sínodo de Sto. Ambrósio. Suspeita-se ainda que o mesmo negava a divindade de Cristo, pois seus seguidores negavam esse dogma. Sobre ele, Anísio, bispo de Tessalônica, escreve ao Papa Sirício, indignado por sua descrença na virgindade de Maria, ao que o Papa responde:

“É natural que tenha sentido horror ao ouvir dizer que do ventre de Maria, do qual nasceu Cristo segundo a carne, tenham nascido outros filhos. Jesus Cristo não teria escolhido nascer de uma virgem se soubesse que ela se contaminaria por meio da união com um homem, manchando o lugar onde Ele havia repousado, a corte do Rei Eterno. Esta afirmação nada mais é do que a aceitação da falsa doutrina judia, segundo a qual Cristo não nasceu de uma virgem”.

Resta-nos Nestório. Ele além de negar sua virgindade perpétua, negava sua maternidade divina. Acreditava que em Cristo havia duas pessoas distintas, uma humana e outra divina, completamente independentes uma da outra. Ele foi condenado como herege pelo concílio de Éfeso em 431. O primeiro a acusá-lo de heresia foi um leigo, Eusébio de Doriléia, mas seu combatente mais assíduo foi São Cirilo.

Vemos que os apontados pelos protestantes dos ortodoxos tira-se todos, obviamente, sobrando os hereges condenados pela santa Igreja pela negação da virgindade de Maria e por outras heresias. Notamos que quando esses se pronunciaram foram duramente repreendidos pelos bispos em sua época e condenados. Nenhum deles diz estar falando o que os antigos Pais criam, ao contrário, do que Sto. Ambrósio, Sto. Agostinho, etc. faziam como referência. E não há de se comparar o número de Pais da Igreja que defendiam sua virgindade com algumas vozes hereges que de tempos em tempos foram aparecendo de forma isolada. Os hereges que faziam tal injúria sabiam que eram vozes a ermo na Igreja. Fundamentavam-se apenas numa leitura fundamentalista da Bíblia e, por vezes, por outros hereges. Essa cadeia de acusações nunca terá fim com a existência de heresias, mas nunca poderá ser embasada pela Sagrada Tradição. Lembrem-se os protestantes que todas essas seitas com suas heresias foram aos poucos caindo, só quem ficou foi a Igreja Católica e a integridade de sua doutrina, a que ficará “até o fim dos tempos.” (Mt 28, 20)

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Pedro, a Rocha. (Parte I)

Posted: 02 Dec 2011 04:00 AM PST

Fonte: Apologistas Católicos

Esta é mais uma matéria sobre Pedro. É com “grande freqüência” que estou postando sobre esse assunto, porque estou fazendo uma série de textos e colocando aos poucos devido a falta de tempo para fazer uma maior.

Já foram postadas:

Pedro realmente esteve em Roma?

Pedro era um simples Presbítero?

Pedro foi bispo de Roma! Testemunhos Primitivos.

E agora esta aqui, fundamentando Pedro como a Rocha de Mateus 16, 18, onde vamos analisar 3 fontes: Idiomática e Bíblica (juntas) e Patrística na Parte II.

Um aviso aos neófitos protestantes. Se quiserem se meter a refutar esta matéria, o faça no mesmo nível dela, com argumentações em grego, aramaico, bíblicas e patrísticas todas em harmonia entre si, caso contrário todos os delírios serão ignorados.

Então vamos lá.

IDIOMÁTICA E BÍBLICA

Em Aramaico temos duas palavras para designar materiais rochosos:

1º Evna = Pedra

2º Kepha כף (ou cefas, transliterado para o grego) = Rocha

Em Grego, assim como o aramaico, temos também 2 palavras:

1º Lithos (λίθος), = Pedra pequena

2º Petra (πέτρ ) = Rocha maciça, Pedra Grande (que é o equivalente de Kepha)

A Bíblia nos diz que Jesus deu um nome novo a um pescador que se chamava Simão e este nome foi “KEPHA” (Aramaico) e transliterado como “cefas”, que no grego ficou “Petrus”, como podemos ver em João 1, 42:

“Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de Jonas, serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).” (Negrito meu)

Em aramaico não temos gênero, mas em grego sim, por isso a palavra Petra que é o equivalente a KEPHA (cefas) foi masculinizada para dar nome a um homem, Petrus, mas o significado permaneceu o mesmo (Rocha ou pedra grande) como é atestado nos seguintes Léxicos protestantes:

CONCORDÂNCIA STRONG

4074 πετρος Petros Pedro = “uma rocha ou uma pedra”
1) um dos doze discípulos de Jesus

FRIBERG, ANALYTICAL GREEK LEXICON

“Πέτρος, ου, Pedro, nome próprio masculino dado como um título descritivo para Simão, um dos apóstolos (MK 3.16), o significado do nome, a pedra, é provavelmente o equivalente grego de uma palavra aramaica transliterada como Κηφς (João 1,42 )”

THAYER, GREEK LEXICON OF NT

Πέτρος, Πέτρου, – um nome próprio apelativo, o que significa “uma pedra”, “uma rocha,” “rochedo “”.

Em português a diferença entre Pedro e Pedra não permite acentuar a força do original aramaico e grego que é a mesma palavra que designa a materialidade da rocha.

A CONCORDÂNCIA STRONG, que é tão utilizada pelos protestantes brasileiros, diz que Cefas ou Kepha é Rocha, leiam:

“03710 כף (keph)
Procedente de 3721, grego 2786 κηφας (cefas); DITAT – 1017; n m
1) rocha, cavidade duma rocha” (o parênteses em vermelho foi adicionado por mim)

Os próprios protestantes em seus léxicos confirmam que o nome de Pedro Significa “ROCHA” ou “PEDRA”.

Mais algumas passagens com o nome de “Cefas”.

1Co 1:12 Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.

1Co 3:22 Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro; tudo é vosso,

1Co 9:5 Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?

1Co 15:5 E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze.

Gal 2:9 E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão;

Refutando Algumas objeções dos que dizem que:

1 º O significado do nome de Petrus é Pedregulho.

Não existe nenhum prova para isto, até por que no NT Petrus só é designado para Pedro e para nada mais.

2º O significado do nome Petrus é pequena pedra para arremessar.

Isso não existe no grego koiné. No grego koiné usa-se a palavra “lithos” para significar “uma pedrinha ou uma pedra para arremessar” como podemos constatar no caso da mulher adúltera (João 8, 7) ou de Jesus (João 8, 59).

João 8, 7 Ὡς δὲ ἐπέμενον ἐρωτῶντες αὐτόν, ἀνακύψας εἶπεν πρὸς αὐτούς, Ὁ ἀναμάρτητος ὑμῶν, πρῶτον ἐπ᾽ αὐτὴν τὸν λίθον βαλέτω.

Tradução: “Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.

John 8:59 Ἦραν οὖν λίθους ἵνα βάλωσιν ἐπ᾽ αὐτόν· Ἰησοῦς δὲ ἐκρύβη, καὶ ἐξῆλθεν ἐκ τοῦ ἱεροῦ, διελθὼν διὰ μέσου αὐτῶν·

Tradução: “Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou.”

Pedra de arremesso nunca foi nem será Petrus.

E para azar e confusão na cabeça dos protestantes que sustentam esta mesma idéia, Jesus em 1 Pedro 2,4 é chamado de “Lithos” a mesma palavra em gênero, número, grau e declinação que foi usada para a Pedra de arremesso da adúltera e das pedras jogadas em Jesus.

1 Pd 2:4 “πρὸς ὃν προσερχόμενοι λίθον ζῶντα ὑπὸ ἀνθρώπων μὲν ἀποδεδοκιμασμένον παρὰ δὲ θεῷ ἐκλεκτὸν ἔντιμον..”

Tradução “Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa…”

Seria também Jesus uma pequena pedrinha de arremesso e não a grande Rocha da Salvação?

Gostaria de ver algum protestante respondendo isto!

3º O significado do nome Petrus é pequena pedra igual as demais como citado em sua epístola.

Não existem bases ou sustentações para afirmar que “Petrus” significa “pedra pequena” porque para isto a Bíblia utiliza outra palavra (lithos ou lithon) como foi mostrado.

E vejam:

1 Pd 2:5 καὶ αὐτοὶ ὡς λίθοι ζῶντες οἰκοδομεῖσθε οἶκος πνευματικός, ἱεράτευμα ἅγιον, ἀνενέγκαι πνευματικὰς θυσίας εὐπροσδέκτους τῷ θεῷ διὰ Ἰησοῦ χριστοῦ.

Tradução: Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.

Ou seja, a palavra “Lithos” que é usada para Jesus em 1 Pd 2, 4 se referindo a Jesus é novamente utilizada em grau e gênero para os demais Cristãos em 1 Pd 2, 5.

E ainda aparecem protestante vindo dizer que a rocha ou pedra só pode ser utilizada para Jesus.

Em outras passagens Jesus também é chamado de PETRA, assim como Pedro (Petrus). Mas isso não tira a magnitude de Jesus como rocha da Salvação, nem da função de Pedro como Rocha da Unidade da Igreja.

Penso que por aqui já basta a explicação sobre o nome de Pedro, agora vamos a linda passagem do evangelho de Mateus que é o foco desta matéria.

Em Mateus 16, 18 lemos:

“Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”

Em Grego:

“κἀγὼ δέ σοι λέγω ὅτι σὺ εἶ Πέτρος, κα π ταύτ τ πέτρ οἰκοδομήσω μου τὴν ἐκκλησίαν καὶ πύλαι ᾅδου οὐ κατισχύσουσιν αὐτῆς.

Vejamos em aramaico este trecho em negrito na Bíblia Peshita (Tradução do grego para o aramaico do século V):

(lê se da direita pra esquerda)

Veja que não há diferença entre a rocha (em aramaico) e o nome de Pedro (em aramaico).

Agora analisaremos duas palavras em especial.

Voltemos ao grego de Mateus 16, 18:

“κἀγὼ δέ σοι λέγω ὅτι σὺ εἶ Πέτρος, κα π ταύτ τ πέτρ οἰκοδομήσω μου τὴν ἐκκλησίαν καὶ πύλαι ᾅδου οὐ κατισχύσουσιν αὐτῆς.

Note as duas palavras em vermelho que são ταύτ τ que quase todas as traduções (católicas e protestantes) traduzem simplesmente por esta”.

Vamos fazer uma analise:

ταύτ (tauth) é o dativo feminino de οτος (outós) e sua tradução simples é “esta”. E serve para dar ênfase a algo previamente mencionado.

τ (th) é também o dativo feminino e (o) e é o artigo da frase ou seja sua tradução é “a”.

Estas duas palavras juntas ταύτ + τ, tem o sentido ou tradução de “esta mesma”, “esta própria”.

Então juntando o nome de Pedro que foi previamente confirmado como ROCHA, e PETRA que também foi confirmada como ROCHA pelos léxicos protestantes, podemos traduzir Mateus 16, 18 da seguinte forma:

“TU ÉS ROCHA E SOBRE ESTA MESMA ROCHA, EU EDIFICAREI A MINHA IGREJA.”

A pergunta que todo protestante faria ao ver isto “então por que as traduções católicas não traduzem assim?”

A Resposta : Por que o artigo, no grego, depois de um pronome demonstrativo não precisa ser traduzido, já é sub-entendido, então se traduz somente o “esta” na maioria das vezes, mas o sentido continua o mesmo.

Além disso São Jerônimo traduziu para o Latim da seguinte forma “HANC PETRAM” ou seja “Esta mesma Rocha“.

HANC no latim tem o sentido próprio de “esta mesma”, “esta própria” assim como ταύτ + τ no grego. São Jerônimo, como falava fluentemente o grego koiné, sabia muito bem o sentido real da passagem, quando ele traduziu a vulgata o grego koiné ainda era “vivo”.

E agora para o desespero de protestantes que apesar de tudo o que aqui foi demonstrado até agora ainda estejam duvidando, vou usar a própria bíblia João Almeida para provar que ταύτ + τ tem o sentido e também tradução de “esta mesma”, apesar da maioria das passagens que contém estas duas palavras os tradutores não traduzam assim, por que já está implícito. Vou pegar aqui 1 passagem que a própria João Almeida confirma o que eu estou dizendo.

Antes que algum protestante venha com conversinha de versão da bíblia João Almeida, estou utilizando aqui 4 versões da mesma que traduzem a passagem do mesmo jeito em todas.

Vejamos em Atos 27, 23:

Grego:

Atos 27, 23 παρέστη γάρ μοι ταύτ τ νυκτὶ τοῦ θεοῦ, οὗ εἰμι [ἐγώ] ᾧ καὶ λατρεύω, ἄγγελος

João Almeida

Atos 27, 23 Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo.

Podem conferir ai no grego e em suas bíblias.

Ai vai vim um protestante me dizer que viu em sua bíblia as palavras “esta mesma” e no grego não estavam escritas como ταύτ τ.

Como eu já disse ταύτ e τ estão no dativo, declinadas, ou seja conjugadas. No português só temos conjugação para verbos na maioria das vezes, mas no grego não, acontece também com pronomes e substantivos, as palavras “esta mesma” podem ser encontradas também desta forma ταύτην τν, onde ταύτην equivale a ταύτ e τν equivale a τ. Onde não há nenhuma diferença entre as mesmas, apenas a declinação.

Portanto podemos dizer com clareza a quem quiser ouvir, PEDRO É A ROCHA.

“TU ÉS ROCHA E SOBRE ESTA MESMA ROCHA, EU EDIFICAREI A MINHA IGREJA.”

Na parte II desta matéria veremos os vários testemunhos patrísticos a respeito disso.

Bibliografia Utilizada:

1 - Malzoni, Cláudio Vianney, 25 Lições de Iniciação ao Grego do novo testamento/ Cláudio Vianney Malzoni. – 1. Ed. – São Paulo: Paulinas, 2009 (Coleção Línguas Bíblicas).

2 – Dicionário de Grego do Novo Testamento / Carlo Rusconi; [Tradução Rabuske] – São Paulo : Paulus 2003. – (Dicionários)

3 –Strong, James – Exaustiva Concordância – Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, São Paulo : Sociedade Bíblica do Brasil 2002.

4 – Friberg, Analytical Greek Lexicon.

5 – Thayer, Greek Lexicon Of Nt.

Posts relacionados:

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    A colocação dos textos acima, da Biblia Católica News, é da responsabilidade exclusiva de

    António Fonseca

Neste Natal… - 3 de Dezembro de 2011

  • : Neste Natal podemos poupar em tudo...‏

02-12-2011

  •  

    padrefernando77@hotmail.com

    Manuel Fernando Lopes Soares

    padrefernando77@hotmail.com

De:
Manuel Fernando Lopes Soares (padrefernando77@hotmail.com)

Enviada:
sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011 18:23:27

Para:

(Copiado do site da Rádio Renascença)

Neste Natal podemos poupar em tudo, menos no que podemos dar


25-11-2011

Participe na Campanha de Natal Renascença

Este ano contamos consigo para mais uma Campanha de Natal. Junte-se à Renascença e ajude-nos a encher esta caixa com amor, saúde, educação e solidariedade. Tudo isso será possível ao participar nesta campanha que chamámos SOS Natal.
Porque é verdadeiramente urgente ajudar milhares de portugueses que precisam de alimentos, trabalho, roupas, apoio médico ou financeiro, entre muitas outras coisas, a Renascença juntou-se à Sociedade de São Vicente de Paulo. Com a sua colaboração acreditamos que vamos poder entregar a esta instituição uma boa ajuda para que consigam responder a todos os pedidos que recebem.
A Sociedade de São Vicente de Paulo trabalha em proximidade com as comunidades em que se encontra (existem 805 conferências vicentinas no nosso país). Entre as atividades que desenvolvem encontram-se as visitas domiciliárias, uma parte fundamental da atividade vicentina. O contacto pessoal gerado nestas visitas é essencial e estende-se às mais variadas formas: apoio a idosos e pessoas doentes, auxílio em dificuldades familiares e sociais, carências económicas, problemas de álcool e droga, entre muitos outros.
A primeira conferência de S. Vicente de Paulo foi fundada em Paris, em 1833, por 7 jovens universitários, entre os quais se encontrava Frederico Ozanam. As conferências vicentinas chegaram a Portugal em 1859. Grupos semelhantes espalharam-se rapidamente por todo o mundo.
O fundador da Sociedade de São Vicente de Paulo, Frederico Ozanam, costumava dizer que “desejava abraçar o mundo inteiro numa rede de caridade”. E é mesmo isso que os vicentinos fazem, por isso pedimos a sua colaboração neste Natal. Afinal, nesta altura podemos poupar em tudo, menos no que podemos dar.

Participe na Campanha SOS Natal da Renascença! Com o seu apoio, caixas vazias podem vir a encher-se de respostas a pedidos que são muito urgentes, sejam um prato de comida, ajuda para pagar uma conta ou um simples gesto de afecto.
Pode deixar o seu contributo na conta “Natal Renascença”:
Conta: 0000 6303 6809
NIB: 0007 0000 00063036809 23
Multibanco - os campos entidade e referência devem ser preenchidos repetindo o número 7.
Esta conta está aberta no BES, por isso, também pode fazer o seu donativo em qualquer balcão deste banco.
Se até costuma tratar dos seus assuntos bancários online, aproveite que está ao computador e utilize o NIB para fazer uma transferência para a conta “Natal Renascença”.

A nós só nos resta agradecer a sua contribuição, seja ela qual for, pode ter a certeza que vai mesmo fazer a diferença na vida de alguém.

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Publicado porpadrefernando77@hotmail.com

e transcrito por

António Fonseca

CEFAScast‏; Fratres in Unum.com; LEITURA ORANTE

  • CEFAScast‏

02-12-2011

TELEFONE DA ESPERANÇA PORTUGAL

Para aarfonseca@hotmail.com

De:
noreply+feedproxy@google.com em nome de CEFAS cast Podcast Cristão Católico (noreply@blogger.com)

Enviada:
sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011 19:53:07

Para:
aarfonseca@hotmail.com

CEFAScast


122P13 - História da Igreja - parte 7

Posted: 01 Dec 2011 06:00 PM PST

Completamos nosso estudo sobre a História da Igreja! Finalizando até os nossos tempos...
Conduzido pelo Professor Felipe Aquino da Canção Nova, temos aí este tesouro ao seu acesso e conhecimento! 2000 anos de histórias resumidíssimas em 7 áudios!
Baixe, ouça, estude e divulgue!
Deus os abençoe!

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ÁUDIO!

Renomear mp3 para:
122P13 - História da Igreja - parte 7.mp3

LINKS

Estudo em vídeo Aprofundando a Inquisição
Confira aqui a Parte 1 (Resumão) da História da Igreja

Confira aqui a Parte 2 da História da Igreja

Confira aqui a Parte 3 da História da Igreja

Confira aqui a Parte 4 da História da Igreja

Confira aqui a Parte 5 da História da Igreja


Confira aqui a Parte 6 da História da Igreja


No final temos o Jingle XXX Congresso Nacional da RCC Brasil em 2012 e I Encontro Mundial de Jovens da RCC, feito pelo Ministério de Música Eterna Aliança

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Consultoria para os Legionários de Cristo.

by G. M. Ferretti

Por Patrícia Medina

A Legião de Cristo americana está implementando um modelo gerencial em suas estruturas para melhor recrutar e arrecadar fundos. De acordo com o blog Life After RC, é interessante se perguntar se Santo Inácio, São Francisco, São Bruno, São Domingos, algum fundador faria uma tal coisa.

A empresa contratada, Adizes, é uma firma de consultoria que promove, entre outras coisas, cursos “fascinantes” como “Empreendedorismo de Sucesso - Rumo ao Desempenho de Ponta”, “Como liderar times altamente eficientes”, “Dinâmicas de Grupo”, “Teorias da Mudança”, “Epistemologia”, “Pensamento Sistemático” e “Princípios de Cura”, um curso que apresenta “os princípios comparativos da cura tirados de sistemas não alopáticos, do Xamanismo, Budismo, Zen e Taoísmo”. As informações

As informações que seguem estão no blog do Regnum Christi, ramo leigo da Legião de Cristo:

O POC [Participatory Organizational Council – Conselho Organizacional Participativo] é um elemento chave no processo utilizado pelo Território Norte Americano que está sendo facilitado pela organização Adizes. A Adizes é uma firma de consultoria global de grande reputação. (...) A Adizes ajudou a Legião com inúmeros projetos nos EUA, no Brasil e na Espanha.

Começamos em março com 33 legionários, consagrados e leigos reunidos em Thornwood por vários dias para identificar áreas onde melhorias se fazem necessárias. Numa discussão ampla, foram identificados 400 PIPs ( “potential improvement point” – algo como “pontos potenciais de melhora”).

A Adizes ajuda uma organização a identificar suas forças e deficiências e faz com que a organização seja estruturada de modo a ser mais efetiva.

[Apesar deste processo envolver senso-comum] se soubéssemos como resolver esses problemas sozinhos, creio que não seria tão fácil identificar mais de 400 pontos que precisam ser consertados na Legião.

Eis alguns pontos específicos:

  • Diretivas para um modelo de arrecadação local
  • Communications model/flow tool /message mat (se você não souber o que isso significa e gostaria de saber, me contate pessoalmente e ficarei feliz em ajudar.... se você tiver um grupo de pessoas, ficarei feliz em disponibilizar um webinário (seminário via web) de treinamento).
  • Estudo sobre a subsidiariedade. O que vem a ser isso e como nós a implementamos em vários lugares e níveis de nossa organização.
  • Treinamento de procedimentos administrativos para uma variedade de centros.
  • Times para apoiar o desenvolvimento das localidades de Dallas e de NY.
  • A primeira pesquisa com todos os legionários, consagrados e leigos da América do Norte, gerando mais de 1500 respostas. Os resultados da pesquisa foram essenciais na criação do MAP (Plano de Ação Missionária).
  • Um processo para a implementação do MAP.

G. M. Ferretti | dezembro 3, 2011 at 7:55 am | Categorias: Legionários de Cristo | Categories: Atualidades, Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4q9

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LEITURA ORANTE


Mt 9,35-10,1.6-8 - Jesus deu autoridade a seus discípulos

Posted: 02 Dec 2011 06:01 PM PST

Em união com todos que se encontram neste ambiente virtual,

iniciamos nossa Leitura Orante do Advento, com a
Canção do Advento

Ó vem, Senhor, não tardes mais!
Vem saciar nossa sede de Paz!

1. Ó vem, como chega a brisa do vento,
Trazendo aos pobres justiça e bom tempo!

2. Ó vem, como a chuva no chão
Trazendo fartura de vida e de pão!

3. Ó vem, como chega a luz que faltou
Só tua palavra nos salva Senhor!

4. Ó vem, como chega a carta querida
Bendito carteiro do Reino da Vida!

5. Ó vem, como chega o filho esperado
Caminha conosco Jesus Bem amado!

6. Ó vem, como chega o Libertador
Das mãos do inimigo nos salva Senhor

Veja a melodia desta canção em: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com/

1. Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 9,35-10.1.6-8, e observo pessoas, palavras, relações, lugares.

Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas. Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos:
- A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita.
Jesus chamou os seus doze discípulos e lhes deu autoridade para expulsar espíritos maus e curar todas as enfermidades e doenças graves.
Pelo contrário, procurem as ovelhas perdidas do povo de Israel. Vão e anunciem isto: "O Reino do Céu está perto." Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, deem sem cobrar
.

O grande missionário do Pai, Jesus cumpre sua missão “visitando todas as cidades e povoados”, ensinando nas sinagogas, anunciando o Reino e curando de todas as enfermidades. A multidão a que atendia era muito grande e ele sentiu necessidade de mais missionários. Primeiro, diz ao povo que deve pedir ao “dono da messe” mais operários. Deve orar. Depois, ele faz o chamado aos doze discípulos. Não diz o evangelista que Jesus lhes deu títulos, um uniforme, paramentos, nem certificados de teologia, carteirinhas ou documentos de identificação, mas deu-lhes “autoridade” para anunciar e curar todas as enfermidades.

2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje?

Fala de vocação, de chamado a colaborar com a construção do Reino. Em Aparecida, os bispos assim refletiram: "3.Oração (Vida)O que o texto me leva a dizer a Deus? Faço minha oração pessoal e depois, ofereço o meu trabalho do dia:
Oferecimento do trabalho

"O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência quotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei...), mas para Alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para “que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de “ser d’Ele” e fazer parte “dos seus” e participar de sua missão. O discípulo experimenta que a vinculação íntima com Jesus no grupo dos seus é participação da Vida saída das entranhas do Pai, é se formar para assumir seu estilo de vida e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas." (DAp 131).

Sinto-me parte do grupo de Jesus? Como participo de sua missão? Meu estilo de vida e minhas motivações são as mesmas de Jesus Cristo?

Jesus Mestre,

eu vos ofereço o meu trabalho

com as mesmas intenções com que pregastes o Evangelho.

Seja tudo, só e sempre, para a glória de Deus e a paz dos homens

Jesus Verdade, que todas as pessoas vos conheçam!

Jesus Caminho, que as pessoas sigam vossas pegadas!

Jesus Vida, que todos vivam em vós!

Jesus Mestre, inspirai-me com a vossa sabedoria

para que eu possa transmitir palavras de salvação.

Que meus pensamentos se inspirem no Evangelho, e se tornem fontes de vossa luz

a iluminar as pessoas, nossos irmãos.

São Paulo, guiai-me!

Maria, Mãe e Rainha dos Apóstolos, que destes ao mundo o Verbo encarnado

abençoai esta minha missão. Amém.

(Bv. Alberione)

4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Jesus Mestre, colocando-me na sua equipe de evangelização.

Bênção

Bênção natalina (bem-aventurado Alberione)
Jesus Menino coloque sobre tua cabeça

a sua mãozinha e derrame sobre ti
a sua luz, conforto e alegria.
Amém!

- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Obs.: Se você quiser receber o Evangelho do Dia, acesse o seguinte endereço e preencha o formulário de cadastro - http://www.paulinas.org.br/loja/CentralUsuarioLogin.aspx
- Faça individualmente e partilhe com sua família, com seu grupo ou comunidade, o
Retiro de Advento e Natal. Veja em
http://bit.ly/edmxz1
- Ou a Novena de Natal que pode ser encontrada em
http://bit.ly/pcKxAb

Irmã Patrícia Silva, fsp

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Nº 1122-2 - Mais “Um outro Vitral” (in memorian P. Salgueirinho)–3-12-2011



“Um outro Vitral”
Imagem2145
1927-2011
Conforme o prometido volto a publicar Mais um outro Vitral do saudoso Padre Mário Salgueirinho, desaparecido do nosso convívio, que vou encontrando no Acervo do Blogue que Ele escreveu durante alguns anos http://padremariosalgueirinho.blogspot.com, datado hoje de 26 de Outubro de 2009, como segue:

Monday, October 26, 2009

A ignorância Bíblica
Tenho sempre a preocupação de procurar para os meus leitores “que são numerosos” algo que seja interessante e útil.
Nestes dias de ataques ao conteúdo da Bíblia, encontrei no “Público” de 23/10/2009, um primoroso texto de Vasco Pulido Valente. Vou recortar algumas passagens mais expressivas.
Diz o autor:
Claro que Saramago tem 80 e tal anos, coisa que não costuma acompanhar uma cabeça clara e que, ainda por cima, não estudou o que devia estudar, muito provavelmente contra a vontade dele. Mas, se há desculpa para Saramago, não há desculpa para o país, que se resolveu escandalizar inutilmente com meia dúzia de patetices.”
Claro que Saramago ganhou o prémio Nobel, como vários “camaradas” que não valiam nada, e vendeu milhões de livros,(...)
É claro que a saloiice portuguesa delirou com a façanha. Só que daí não se segue que seja obrigatório levar a criatura a sério. Não assiste a Saramago a mais remota autoridade para dar a sua opinião sobre a Bíblia ou sobre qualquer outro assunto, excepto sobre os produtos que ele fabrica (...)”
E referindo-se à palavra crítica do Sr. Bispo do Porto, Pulido Valente diz:
D. Manuel Clemente conhece com certeza a dificuldade de explicar a mediocridade a um medíocre e a impossibilidade prática de suprir, sobre o tarde, certos dotes de nascença e de educação.”
Não perde tempo quem procurar ler na íntegra o referido artigo.
posted by Maia @ 6:57 PM 0 comments
Postado em 3/12-2011  por 
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1122 - (337) - 3 DE DEZEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 

Nº 1122

SÃO FRANCISCO XAVIER

Sacerdote (1506-1552)

 

Francisco Javier, Santo

Francisco Javier, Santo

«Não é muito alto nem muito pequeno. O seu porte é nobre sem afectação, e os seus olhos fixos continuamente no céu e humedecidos pelas lágrimas. Aos seus lábios assoma perpétuo sorriso; as suas palavras são poucas, mas comovem até fazerem chorar». Esta é a imagem de Xavier que mantinha fresca na sua imaginação o Padre Baltazar Barreto, ao escrever da Índia no ano de 1548. Nas profundidades dos seus olhos negros encerravam-se as aspirações duma alma grande, que no Oriente inteiro encontrou cárcere estreito para as suas ânsias de apostolado. Tinha nascido Francisco no castelo de Xavier em terça-feira santa, 7 de Abril de 1506. A infância e primeira juventude passaram para ele entre os duros azares da guerra, que lhe ensinaram nobreza e valentia e, com as suas tristes consequências de lágrimas e pobreza, lhe endureceram, o corpo e o acostumaram às privações da vida. Não lhe sorria a carreira das armas, depois dos duros revezes sofridos pelo pai e pelos irmãos. Preferiu a carreira das letras e, em busca da glória, demandou Paris no fim do Verão de 1525. Lá o esperava Deus. O antigo e experimentado soldado Inácio de Loyola, que se tinha posto também a caminho de Paris para estudar, soube ganhar o coração do jovem navarro e lançar nele a gota divina do desengano a respeito de todos os ideais humanos. «Francisco, que te aproveita ganhar o mundo inteiro, se vens a perder a tua alma?» Esta sentença do Evangelho, repetida dia após dia, fixou-se bem fundo no espírito de Xavier. No Verão de 1533, era humilde discípulo de Inácio. Pouco depois, fazia os exercícios espirituais e, diante da figura amável de Cristo Rei, ficava para sempre definida a orientação da sua vida. A 15 de Agosto de 1534 pronunciava os seus primeiros votos e alistava-se debaixo das bandeiras do exército missionário, que havia de capitanear. Passaram-se todavia anos até se concretizar a vocação do Apóstolo do Oriente. Prenúncios teve em sonhos, durante uma viagem pelo Norte de Itália: «Jesus, disse ele ao despertar, como estou cansado! Sabeis em que sonhava? Que levava às costas um índio e o seu peso estava quase a esmagar-me». Depressa e de maneira providencial iam realizar-se tais sonhos. Dom João III, rei de Portugal, desejava enviar às suas recém-conquistadas possessões da Índia alguns Padres da Companhia de Jesus. Simão Rodrigues e Bobadilla foram os designados no princípio. Mas o homem propõe e Deus dispõe. Bobadilla caiu doente. Não havia em Roma mais jesuítas senão Jayo, destinado para outra missão em Bagnorea, e Francisco Xavier. Curta foi a ordem de Inácio: «Deus quer servir-se de vós, irmão Mestre Francisco. Esta é a vossa empresa, a vós toca esta missão. – Eis-me aqui, padre, estou disposto». No dia seguinte seguiam para Portugal, no séquito do embaixador D. Pedro de Mascarenhas, Xavier e Simão Rodrigues. Depois de magnifico trabalho dos dois em Lisboa, que lhes mereceu o cognome de «apóstolos», Xavier deixou a Europa, no dia dos seus anos, 7 de Abril de 1541, para ser Apóstolo mais longe. Nos treze meses que durou a viagem, Xavier, que levava a nomeação de Legado Pontifício, transformou-se em enfermeiro da pobre tripulação atacada pela peste. Chegou mesmo a lavar no convés a sua roupa e a dos doentes. No dia 6 de Maio de 1542 desembarcou em Goa e a 2 de Dezembro de 1552 morreu em Sanchão, às portas da China. Dez anos e sete meses tinha durado o seu apostolado prodigioso. Quanto pode uma vontade enamorada dum grande ideal e posta incondicionalmente nas mãos de Deus! Logo que pôs os pés em Goa, visitou o Arcebispo, apresentou-lhe os poderes que trazia como Legado Pontifício, mas prometeu que os não usaria sem o beneplácito do Prelado. Os cinco primeiros meses passou-os na capital da Índia Portuguesa: confessava, pregava, visitava os doentes no hospital e percorria as ruas com uma campainha, chamando as crianças para a doutrina. Por Outubro de 1542 embarcou para a costa da Pescaria, onde o esperavam 20 000 Paravás, que não tinham senão o baptismo e o nome de cristãos. Num mês batizou mais de 10 000. Os braços cansavam-se-lhe e a voz enrouquecia com tanto repetir o Credo e os Mandamentos. Passado um ano, voltou a Goa, aceitou o Colégio de S. Paulo para a formação do clero indígena; e partiu de novo para a costa da Pescaria e avançou até às regiões do Maduré. Percorreu o reino de Travancor e regressou à Pescaria. Falou com o vice-rei D. João de Castro e, no ano de 1545, evangelizou as ilhas do Ceilão e Manor. A 25 de Maio desembarcava em Malaca, porta do mundo oriental malaio, que se abria aos seus olhos; as inexploradas ilhas de Samatra e Java, Macasar, do outro lado do Bornéu e, mais para Oriente, nas últimas regiões descobertas, Ambóino e Banda, a famosa terra da noz moscada e, mais para Norte, Ternate nas Molucas, as terras do cravo aromático. Sonhos de Apóstolo que se converteram em realidade entre os anos de 1546 e 1548. As praias de Cerão, ao Norte de Ambóino, presenciaram o historicamente bem documentado milagre do caranguejo, que trouxe do fundo do mar o Crucifixo, pouco antes perdido por Xavier numa tempestade. De Ambóino passou a Ternate e dali às inóspitas e bárbaras ilhas do Moro. Então compreendeu ele, segundo escreveu, «Aquele latim por vezes tão difícil da palavra evangélica; quem perder a sua vida por Mim, encontrá-la-á». Num rasgo heroico de confiança em Deus, separou-se dos amigos e desprezou os remédios que lhe davam contra o veneno, e sozinho, esperando uma morte certa às mãos daqueles indómitos selvagens, encaminhou-se para as ilhas do Moro. Deus premiou-o: «Nunca me lembro de ter tantas e tão frequentes consolações espirituais como nestas ilhas. Estão estas ilhas muito dispostas para uma pessoa perder, em poucos anos, a vista dos olhos corporais com a abundância de lágrimas de consolação». Em Julho de 1547 estava de novo em Malaca. Em  fins do mesmo ano trava conhecimento providencial com um  japonês chamado Angero e forma o plano de evangelizar o Japão. A 20 de Março de 1548 está em Goa para ordenar o governo interior da Ordem e a 15 de Agosto de 1549 desembarca no Japão.Xavier faz-se como criança e começa de novo a aprender a falar, a sentar-se no chão e a comer com pauzinhos. Traduz as principais verdades da religião e ensina-as ao povo. Mas a sua pronúncia é incorreta e excita o riso dos ouvintes. O seu calvário foi a viagem à capital de então, Meaco . Quinhentos quilómetros a pé e descalço, por caminhos intransitáveis e cobertos de neve, com a troça e o apedrejamento da rapaziada, ardendo com febre e agarrado às vezes à cauda dum cavalo para conseguir andar. E no fim encontrou a indiferença e o nada na corte, tendo de voltar desapontado, sem conseguir a entrevista com o Imperador. Desta vez tinha-o prejudicado a sua pobreza e humildade. Compreendeu que tinha de revestir-se de autoridade e fausto exterior, para ser bem recebido entre os Japoneses. E assim, diante do rei de Bungo, apresentou-se como Legado Pontifício, servido por pajens, escoltado por nobres portugueses e carregado de valiosos presentes. O rei concedeu-lhe a ambicionada liberdade para pregar dentro dos seus domínios. Firando, Facata, Amangúchi e Funai são outros tantos centros da primeira evangelização nipónicas. Ao regressar em 1551 ficava solidamente plantada a Igreja com um grupo de 2 000 fiéis em cinco cristandades. Ainda lhe ficava um sonho, aquele que devia ser o último do seu coração de Apóstolo. Amarga luta teve de sustentar em Malaca contra a posição de Álvaro de Ataíde, até alcançar partir na nau «Santa Cruz», para a ilha de Sanchão. Ali, diante da costa da China, vendo morrerem as suas esperanças de penetrar em tão enorme império e atravessá-lo até chegar à Europa e recrutar apóstolos na Sorbona (Universidade de Paris) e voltar como chefe duma legião, enganado pelo chinês que se comprometera a introduzi-lo secretamente em Cantão, abandonado por todos numa pobre choça da ilha deserta, morre consumido pela febre, com os olhos fixos na messe e o nome de Jesus nos lábios. Estava ao seu lado, em Sanchão, apenas o jovem chinês António, que lhe pusera nas mãos o Crucifixo. Era na madrugada de sábado, 3 de Dezembro de 1552. Algumas semanas depois , vieram de Goa buscar o corpo, que encontraram perfeitamente incorrupto. Levaram-no e jaz em Goa, em esplêndida urna, venerado tanto por católicos como por hindus. Um braço foi-lhe cortado e levado para a Igreja do Gesú, em Roma. Dizem que foi desse corte que resultou ir secando a quase totalidade do corpo, como se vê hoje. «Ordenadas numa linha, as suas viagens dariam três vezes a volta à terra. O Santo morreu aos 46 anos de idade e só empregou 10 para execução dos seus prodigiosos trabalhos. Foi precisamente o tempo que empregou César para sujeitar e devastar as Gálias. E o mesmo que empregou Alexandre para fundar um Império. Sonhou penetrar no coração da Índia e chegar aos mares do Oriente; era pequeno conquistador para empresa tão grande. S. Francisco Xavier, sem mais armas do que a sua cruz e o seu breviário, chegou mais além do que os sonhos de Alexandre. Se o guerreiro tivesse podido conhecer o santo, teria tremido de admiração perante ele; e até o seu mestre, o grande estagirista Aristóteles, teria caído de joelhos para beijar aquela mão que fez chegar o cetro de Cristo a milhares de homens». O apostolado de S. Francisco Xavier não se explica pelas suas qualidades puramente humanas. temos de subir às alturas da graça, que se dá sem limites a quem se entrega docilmente. E a vastidão  dos seus espantosos itinerários foi o aproveitamento para o seu zelo ardentíssimo, das condições criadas, apesar de todos os defeitos, pelos descobrimentos e conquistas de Portugal. Possuiu num  grau de singular o dom da profecia. Os milagres eram nele coisa frequente. Vinte ressurreições foram referidas, em público consistório, diante de Gregório XV. Mas não faltam grandes devotos seus que não aceitam hoje a verdade histórica de tanta ressurreição! Quantas almas converteu? Na bula de canonização diz-se que batizou muitas centenas de milhares. Ele próprio escreveu: «É tão grande a multidão dos que se convertem à nossa fé, que muitas vezes acontece cansarem-se os braços de tanto batizar , e há dias em que batizo um lugar inteiro». Já em 1621 foi designado como patrono do reino de Navarra, o que foi ratificado pelas cortes de Espanha três anos depois. Bento XIV, em 1749, declarou-o patrono de todas as missões do Oriente. Em 1909, S. Pio X escolheu-o como «celestial patrono da Congregação e da Obra da Propagação da Fé». Agora reparte ele com Santa Teresa do Menino Jesus esses mesmo padroado universal. E o papa Pio XII nomeou, em 1952, S. Francisco Xavier padroeiro do Turismo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

Francisco Javier, Santo

 

Martirológio Romano: Memória de são Francisco Javier, presbítero da Companhia de Jesús, evangelizador da Índia, que, nascido em Navarra, foi um dos primeiros companheiros de santo Inácio que, movido pelo ardor de dilatar o Evangelho, anunciou diligentemente a Cristo a inumeráveis povos na Índia, nas Molucas e outras ilhas, e depois no Japão, convertendo a muitos à fé. Morreu na ilha de San Xon, na China, consumido pela doença e os trabalhos (1552). Etimologia: Francisco = "o abandeirado", é de origem germana. Javier = "aquele que vive em casa nova", é de origem eusquera (língua autóctone falada no País Vasco). Francisco de Jasu y Xavier (nascido no castelo de Xavier, em Espanha, em 1506), correspondendo às esperanças de seus pais graduou-se na famosa universidade de Paris. Nestes anos teve a fortuna de viver bocado a bocado, compartilhando inclusive o quarto da pensão, com Pedro Fabro, que será como o jesuíta e logo beato, e com um estranho estudante, já bastante entrado nos anos para se sentar, nos bancos de escola, chamado Ignacio de Loyola. Ignacio comprendió muy bien esa alma: “Un corazón tan grande y un alma tan noble” -le dijo- “no pueden contentarse con los efímeros honores terrenos. Tu ambición debe ser la gloria que brilla eternamente”. El día de la Asunción de 1534, en la cripta de la iglesia de Montmartre, Francisco Javier, Ignacio de Loyola y otros cinco compañeros se consagraron a Dios haciendo voto de absoluta pobreza, y resolvieron ir a Tierra Santa para comenzar desde allí su obra misionera, poniéndose a la total dependencia del Papa. Ordenados sacerdotes en Venecia y abandonada la perspectiva de la Tierra Santa, emprendieron camino hacia Roma, en donde Francisco colaboró con Ignacio en la redacción de las Constituciones de la Compañía de Jesús. Sin embargo, fue a los 35 años de edad cuando comenzó su gran aventura misionera. Por invitación del rey de Portugal, fue escogido como misionero y delegado pontificio para las colonias portuguesas en las Indias Orientales. Goa fue el centro de su intensísima actividad misionera, que se irradió por un área tan vasta que hoy sería excepcional aun con los actuales medios de comunicación social: en diez años recorrió India, Malasia, las Molucas y las islas en estado todavía salvaje. “Si no encuentro una barca, iré nadando” decía Francisco, y luego comentaba: “Si en esas islas hubiera minas de oro, los cristianos se precipitarían allá. Pero no hay sino almas para salvar”. Después de cuatro años de actividad misionera en estas islas, separado del mundo civilizado, se embarcó en una rústica barca hacia el Japón, en donde, entre dificultades inmensas, formó el primer centro de cristianos. Su celo no conocía descansos: desde Japón ya miraba hacia China. Se embarcó nuevamente, llegó a Singapur y estuvo a 150 kilómetros de Cantón, el gran puerto chino. En la isla de Shangchuan, en espera de una embarcación que lllevara a China, cayó gravemente enfermo. Murió a orillas del mar el 3 de diciembre de 1552, a los 46 años de edad.  Fue canonizado el 12 de marzo de 1622 junto con Ignacio de Loyola, Felipe Neri,Teresa de Jesús y el santo de Madrid, Isidro. ¡Buen grupo formado por cuarteto español y solista italiano! Es patrono de las misiones en Oriente y comparte el patronato universal de las misiones católicas con Teresa de Lisieux. Consulta também Corazones.org ¿Quieres saber más? Consulta . Reportaje de Jesús Martí Ballester sobre San Francisco Javier. Ver também www.santiebeati.it

• Birino de Dorchester, Santo
Dezembro 3 bispo,

Birino de Dorchester, Santo

Birino de Dorchester, Santo

Martirológio Romano: Em Winchester, em Inglaterra, sepultura de santo Birino, que, enviado a Grã Bretanha pelo papa Honório, teve sua primeira sede em Dorchester e difundiu com empenho o anúncio da salvação entre os saxões ocidentais (650). Etimologia: Birino = “rojizo”. Vem da língua alemã. Este joven inglés pasó a la gloria del Padre en el año 650. Cuenta el gran sabio de las islas, Beda el Venerable, que Birino fue el autor, con la ayuda de Dios, de la conversión de los Sajones al cristianismo. Fu enviado por el mismo Papa Honorio I (625-38). Después de haber sido consagrado obispo por Asterio, se fue a Inglaterra. Pero él quería ir a lugares en los que no hubiera entrado todavía nadie a predicar. Comenzó por los Anglosajones de Occidente que eran totalmente paganos. Tan bien le fue con ellos que prefirió permanecer allí sin salir para otros sitios. En el año 635 – llevaba tan sólo uno – el misionero intrépido por amor a Dios, pudo convertir al rey de la región. Asistió al bautismo el rey de Northumbria. Beda, que ya lo conocía, dijo de él estas palabras sintéticas:"Santísimo y valiente". Los dos reyes entregaron la ciudad de Dorchester a Birino para que pusiera allí la sede episcopal. El apóstol aceptó con gusto. Y toda su vida allá la empleó en evangelizar y en construir iglesias.
Cuando murió, todos pidieron que fuera enterrado en su ciudad querida. Después de muchos años, durante el episcopado de Edda (876-903), su cuerpo se trasladó a la iglesia de la ciudad de Venta (Winchester), que había sido consagrada en el 648. En 1035, los colocaron en un relicario, y más tarde volvieron de nuevo a su iglesia en donde están en la actualidad. Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos:
fsantossdb@hotmail.com

80350 > San Birino di Dorchester Vescovo 3 dicembre MR

Birino de Dorchester, Santo

São Cassiano, mártir


São Cassiano, mártir

Em Tânger, da Mauritânia, são Cassiano, mártir (c. 300).

80250 > San Cassiano di Tangeri Martire 3 dicembre MR

90498 > Santi Claudio, Ilaria, Giasone e Mauro Martiri a Roma 3 dicembre

93666 > Beati Corrado e VII compagni Martiri in Siria 3 dicembre

BEATO EDUARDO COLEMAN

Mártir (1678)

 


Em Londres, em Inglaterra, beato Eduardo Coleman, mártir, que, por haver abraçado a fé católica, foi acusado falsamente de conjuração contra o rei Carlos II, sendo enforcado em Tyburn e, ainda com vida, esquartejado (1678).

80210 > Beato Edoardo Coleman Martire 3 dicembre MR

80200 > Sant' Emma di Lesum Contessa 3 dicembre

25450 > San Francesco Saverio Sacerdote 3 dicembre - Memoria MR

Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

94792 > Beato Guglielmo de Bas Mercedario 3 dicembre

• Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato
Dezembro 3 bispo de Trento,

Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato

Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato

Martirológio Romano: Em Trento, da região de Vêneto, beato Juan Nepomuceno De Tschiderer, bispo, que administrou aquela Igreja com o ardor evangélico da fé, mas com compreensão, e em tempo de aflição deu à sua grei um admirável testemunho de amor (1860). Hijo de Joseph Joachim y Caterina de Giovanelli. nació el 15 de Abril de 1777 en Bolzano, Diócesis de Trento, Italia  Realizó sus estudios de enseñanza secundaria en un colegio franciscanos. En 1792 su familia se mudó a Innsbruck, Austria, donde estudió filosofía y teología en la universidad.  Fue ordenado sacerdote el 27 de julio de 1800.  Aunque no era un benedictino, Juan en un ejemplo viviente del lema de aquellos "oración y rabajo."  Fue párroco de varias parroquias de las montañas tirolesas. fue profesor en el seminario teológico de Trento, y decano de las escuelas en Sarentino y Merano.  Retornó a Trento en 1827 como miembro de la Catedral de San Vigilio, Fue Pro Vicario General de la diócesis. Obispo Auxiliar de Bressanone de Vorarlberg en 1832. Obispo en Innsbruck el 20 de mayo de 1832. Obispo de Innsbruck, el 3 de mayo de 1835.  Juan nunca dejó que sus tareas administrativas eclipsaran sus labores pastorales, y pasó gran parte de su tiempo en la predicación, la escritura, como catequista, la reactivación de las misiones, ayudando a los pobres y enfermos, la celebración de la Santa Misa, escuchando confesiones, y administrando los sacramentos de la Confirmación y de la Ordenación Sacerdotal, incluyendo a veces a candidatos de otras diócesis cuyos obispos no estaban disponibles. Supervisó la construcción y restauración de más de 60 iglesias, mantuvo buenas relaciones con los sacerdotes, preocupandose por su formación permanente. Promueve la educación cristiana de los niños y niñas para la vida religiosa, con el apoyo seminaristas, aseguradose que las enseñanzas en el seminario fueran estrictamente apegadas a la doctrina. Ayudó en la fundación de un instituto de audición y lenguaje, y motivaba a todos a rezar el Rosario cada día. Trabajó y proporcionó fondos para la atención de las víctimas de las epidemias de cólera de 1836 y 1855, y en la guerra de 1859. Trabajó para superar aquellos obstáculos entre la Iglesia y el Estado que fueron creadas por la legislación de aquella época. A finales de la vida tenía previsto una peregrinación a Roma para asistir a la proclamación del dogma de la Inmaculada Concepción, pero la enfermedad se lo impidió. El 31 de diciembre de 1854, ordenó como sacerdote a San Daniel Comboni. Murió el 3 de Diciembre de 1860 en Trento. Beatificado por Juan Pablo II el 29 de Abril de 1995.

80525 > Beato Giovanni Nepomuceno Tschiderer Von Gleifheim 3 dicembre MR

Santo Lúcio, eremita

SAN LUCIO DE COIRA

Em Chur (Coira), da Recia, entre os Helvécios (hoje Suíça), são Lúcio, eremita (c. s. IV).

80300 > San Lucio di Coira Vescovo e martire 3 dicembre MR

• Luis Gallo, Beato
Dezembro 3 Mártir Mercedario,

Luis Gallo, Beato

Luis Gallo, Beato

Pregador mercedario, o beato Luis Gallo foi enviado a Marrocos para evangelizar. Capturado e condenado à morte por ensinar a Palavra do Senhor e indicar os erros na fé dos muçulmanos. Pela defesa da religião de Cristo sofreu muitas multas e encarceramento, flagelado e finalmente recebeu gloriosamente o martírio das chamas morrendo queimado no ano 1258.

93854 > Beato Luigi Gallo Mercedario, martire 3 dicembre

São Sofonías

SAN SOFONÍAS

São Sofonías, santo do Antigo Testamento
Comemoração de são Sofonías, profeta, que nos dias de Josias, rei de Judá, anunciou a ruina dos ímpios no dia da ira do Senhor e robusteceu com a esperança da salvação aos pobres e menosprezados

92469 > San Sofonia Profeta 3 dicembre MR

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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
As minhas desculpas e obrigado.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA