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domingo, 11 de dezembro de 2011

Nº 1130-2 - A RELIGIÃO DE JESUS – 3º DOMINGO DO ADVENTO - 11 DE DEZEMBRO DE 2011

 

Nº 1130-2

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com:  tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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11 DE DEZEMBRO DE 2011

3º DOMINGO DO ADVENTO

Jn 1, 6-8 e 19-28

A PRIMEIRA PÁSCOA, SEMANA INAUGURALTestemunho de João – Surgiu um homem enviado por Deus, cujo nome era João. Veio, como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de todos crerem por Seu intermédio. Ele não era a Luz, mas veio para dar testemunho da Luz. Foi este o testemunho de João, quando os judeus lhe enviara, de Jerusalém, sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: «Quem és tu?» Ele confessou e não negou: «Eu não sou o Messias». «Quem és então?» – perguntaram-lhe. «És Elias?» «Não sou», respondeu ele. «És tu o Profeta?» Respondeu: «Não». Disseram-lhe então: «Quem és tu? Pois queremos dar uma resposta aos que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?» Ele disse: «Eu sou a voz do que brada no deserto: Aplanai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías». Alguns dos enviados eram fariseus, e interrogaram-no nestes termos: «Porque é então que batizas se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?» João respondeu-lhes. «Eu batizo com água; mas, no meio de vós, encontra-se Alguém que não conheceis, Aquele que vem depois de mim; e eu não sou digno de desatar a correia da Sua sandália». Isto passou-se em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava a batizar.

1. Aqui fica claro que o ensino e o testemunho de João não coincidia com o que ensinavam e queriam os dirigentes religiosos. Tenha-se em conta que, no Evangelho de João, a expressão “os judeus” designa (menos em 4, 9, 22 e 18; 33. 35. 39; cf. 19, 3. 19. 21) aos homens que se identificavam totalmente com a religião, sobretudo aos seus dirigentes religiosos (2, 18; 5, 10. 16. 18; 9, 22; 11, 47; 19, 7. 12) e especialmente às autoridades supremas do Templo (8, 31; 11, 19; 12, 11). Por isso João desperta o alarme “nos judeus”. E mandam sacerdotes, levitas e fariseus a interrogar o Baptista. Queriam saber quem era aquele estranho pregador que anunciava uma nova Luz, na outra margem do Jordão, fora da cidade santa, o território da religião oficial, que não tolera que se anuncie uma Luz à margem da instituição.

2. O que interessava aos dirigentes religiosos é que título ou cargo tinha João tinha para pregar e batizar. Os títulos e os cargos denotam poder. O poder é que obsessiona os sacerdotes. Mas João não aceitou nem títulos nem cargos. João era um “zé ninguém”. Sua autoridade era sua vida, seu exemplo, sua liberdade de tudo e em tudo. É só uma voz que grita no deserto. Não se trata de humildade. A chave está em que só desde o despojamento de toda a pretensão pode alguém ser testemunha autorizada da Luz, que é o Senhor.

3. João foi uma voz, escutada e acolhida por uns, “os publicanos e as prostitutas” (Mt 21, 32), e recusada por outros, os “sacerdotes e senadores” (Mt 21, 32. cf. Mt 21, 23). Os “ninguéns” escutam e acolhem a voz do Senhor. Os “titulares” a recusam. O Evangelho transtorna nossas seguranças. Jesus foi tão audaz que chegou a dizer-lhes, aos supremos dirigentes religiosos, que os publicanos e as prostitutas entram antes deles no reino de Deus.

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Viso - mapa

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Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opiniãoe não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento, No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos do Evangelho de S. Marcos, - pela ordem com que são apresentados - para que, quem eventualmente esteja interessado possa seguir os factos relatados pelo Evangelista. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF.

Nº 1130-1 - (345) - 11 DE DEZEMBRO DE 201 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 

Nº 1130-1

Terço

SÃO DÂMASO I

Papa (384)

Dámaso I, Santo

XXXVII Pontífice

Ocupou a Sé de Roma de 366 a 384. Foi natural, ou pelo menos originário , da antiga Hispânia. O Livro pontifical, não muito posterior, dá-o como hispanus, e André de Resende, firmado num velho código, diz que era vimaranense. seu pai, e uma irmão ao menos, Santa Irene, viveram também em Roma. Lá erigiu ele a basílica a S. Lourenço, que recebeu o cognome de in Dâmaso. Mas ele é sobretudo conhecido por “Papa das Catacumbas”. Citam-se muito as suas inscrições, que redigiu e mandou colocar , assinalando os numerosos mártires cristãos. Devido a esta benemerência, o papa Dâmaso, 37º da tradição apostólica, poderia ser chamado o primeiro cultor da arqueologia cristã. Depois do édito de Constantino de 313, que dava aos cristãos liberdade de culto, era natural que fosse sentido o desejo de construir igrejas ao ar livre, abandonando os antigos e sombrios lugares de culto que, despojados das relíquias, depressa viriam a cair em ruína. O Papa Dâmaso , eleito não sem contraste em 366, dedicou boa parte dos seus cuidados à catacumbas. teve naturalmente de fazer obras de consolidação e adaptação, alertando em vários locais a antiga disposição dos túmulos; mas impedindo os efeitos irreparáveis do abandono completo. Poder-se-ia dizer que ele tinha inclinação romântica para as antigas memórias: escavando, procurando e identificando os túmulos dos Mártires, marcava-os com epígrafes poéticas, sendo homem culto e escritor de certa elegância.

Dámaso I, Santo

Os seus adversários (quem é que os não tem?) rumorejavam precisamente que os seus versos «afagavam os ouvidos das matronas». Isto por a sua eleição ter sido bem vista pelo patriarcado romano, mesmo por aquele que ainda era pagão. Da parte das senhoras nobres não lhe faltou, por isso,. ajuda na sua obra de artista. Se nos recordarmos que no seu tempo era bispo de Milão o grande Santo Ambrósio, e que S. Jerónimo punha a sua formidável inteligência ao serviço da Igreja, parece que o papa Dâmaso vivia quase escondido dentro das Catacumbas, a compor as suas estudadas e poéticas epígrafes. Mas não era assim, porque, do mesmo modo que a sua ação apostólica era guiada por alto sentido de responsabilidade, também o seu pontificado consolidou cada vez mais a posição e autoridade da Igreja Romana. Sendo ele Papa, chegou quase a extinguir.-se a heresia ariana. O Imperador Teodósio, se não encontrou nele um indomável mestre de moral como Santo Ambrósio, encontrou um Papa que afirmou sempre, com serena firmeza, «a autoridade da Sé Apostólica». Esta expressão, que depois se tornou tradicional , foi cunhada precisamente quando ele era papa e sobre a cátedra de S. Pedro se sentava com exemplar dignidade e com sabedoria de largo alcance. Foi ele, o Papa Dâmaso, que ordenou a S. Jerónimo a tradução latina e a revisão da Bíblia. Em Roma, conseguiu separar Estado e Paganismo. A sua obra foi paciente e oculta , mas não medíocre nem definhante. Soube ligar à Sé apostólica todas as Igrejas e obteve do poder civil o maior respeito. O Império romano tinha-ser já dividido em dois, e a Roma, centro da nova vida religiosa, opunha-se muitas vezes Constantinopla, onde o Imperador do oriente julgava poder transformar o seu trono em cátedra de teologia,. O Papa Dâmaso, com discrição mas com firmeza, fez que se compreendesse que a «Sé Apostólica», era uma só. Por esta Sé, os mártires, de quem ele honrava as memórias, tinham enfrentado morte gloriosa, afirmando, diante dos representantes do Império, a soberania do espiritual acima do temporal. Dâmaso sentia-se, portanto,. intérprete daqueles mártires, a começar em S. Pedro para acabar no mais obscuro, de quem ele muitas vezes não encontrava senão um nome, marcado por uma cruz e uma palma. Na chamada Cripta dos Papas, por ele explorada nas Catacumbas de S. Calisto, no fim duma longa inscrição, escreveu: «Aqui eu, Dâmaso, desejaria mandar sepultar , os meus restos, mas tenho medo de perturbar as piedosas cinzas dos Santos». Humildade e discrição dum Papa verdadeiramente santo, que de facto preparou para si a sepultura longe, num local solitário, à margem da Via Ardeatina.

30350 > San Damaso I Papa 11 dicembre - Memoria Facoltativa MR

Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

SÃO DANIEL, o Estilista

Estilista (409-493)

Daniel el Estilita, Santo

Daniel el Estilita, Santo

Nasceu no ano de 409, em Mrata (Samsate, Turquia), e morreu perto de Constantinopla, a 11 de Dezembro de 493. Entrou para um mosteiro aos doze anos e viveu nele até aos trinta e oito. No decorrer duma viagem, com o seu abade, a Antioquia, passou por Tellnesin, onde recebeu a bênçãop e os conselhos de S. Simeão, Estilista. Visitou a seguir os Lugares Santos, demorou-se em diversos conventos e retirou-se, em 451, para as ruínas dum templo pagão; em 460 fixou-se no alto duma coluna, na margem do Bósforo, para começar a sua vida de estilista. Essa «coluna» consistia numa plataforma erguida sobre duas pilastras de cerca de quatro metros; a plataforma era rodeada por uma balaustrada e tinha por cima um tectozinho. Assim passou trinta e três anos. Havia sempre quem o ouvisse; Daniel dirigia-se à assistência, «sem recorrer às flores de retórica e às palavras difíceis, tratando continuamente os mesmos assuntos: Deus que é preciso amarmos, pois nos ama: o pecado que, mesmo na terra, não dá a felicidade; o amor do próximo e sobretudo dos pobres». Daniel desceu algumas vezes da coluna, a fim de auxiliar os que se opunham aos arianos. Vinha gente de muito longe para se edificar com as suas penitências e discursos. Os imperadores Leão I e Zenão recorreram muitas vezes aos seus conselhos; e, como os outros, subiam pela escada quando lhe queriam falar. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

92529 > San Daniele lo Stilita Sacerdote 11 dicembre MR

 

MARTINHO DE S. NICOLAU e MELCHIOR DE SANTO AGOSTINHO (beatos)

Mártires (1632)

Entre os Servos de Deus que João Paulo II elevou às honras da beatificação no dia 23 de Abril de 1989, contam-se os mártires Martinho de S. Nicolau e Melchior de Santo Agostinho. O primeiro nasceu em Saragoça (Espanha) provavelmente a 8 de Dezembro de 1598, filho duma família nobre de Aragão. A 30 de Abril de 1618, Martinho, renunciando a um futuro glorioso, entrou no convento dos Agostinianos Recolectos e fez a profissão religiosa no dia 1 de Maio do ano seguinte, no mosteiro da sua terra natal. Em 1622, embarcou para as Filipinas e, durante uma paragem no México, foi ordenado sacerdote. O amor ao recolhimento e à oração despertou a atenção dos Superiores, que o nomearam Mestre de noviços no convento de São Nicolau, em Manila. O seu primeiro biógrafo diz que «era um anacoreta na penitência, um homem mais celestial do que humano, um prodígio de santidade». Dedicava-se sobretudo ao apostolado entre os doentes e os moribundos. O seu grande desejo era derramar o próprio sangue por Cristo e, várias vezes, ofereceu-se para as missões no Japão, ali chegando em 1629, onde foi martirizado, em Nagasáqui, no dia 11 de dezembro de 1632. O padre Melchior de Santo Agostinho nasceu em Granada (Espanha) em 1599. Órfão de pai e mãe, foi acolhido pelos Agostinianos Recolectos, no convento de Albaicin. Recebeu o hábito religioso a 25 de Março de 1617 e no ano seguinte fez os votos de pobreza, castidade e obediências. Em 1621, embarcou, com 19 companheiros da Ordem, para as Filipinas. Também ele foi ordenado na cidade do México. «Homem de preclara inteligência e singular memória». Falava diversos idiomas, foi orador exímio e Superior de diversos conventos nas Filipinas. Nutria grande desejo de trabalhar no Japão e de derramar ali o seu sangue e, por isso, como Martinho, ofereceu-se como voluntário para a missão. Chegou ao japão a 4 de Setembro de 1632, iniciando o seu apostolado junto dos cristãos que se escondiam, fugindo da perseguição. Pouco mais de três meses lhe restavam de vida. De facto, foi preso com o Padre Martinho e com ele deu a vida por Jesus Cristo. AAS 82 (1990) 1376-8; L’OSS. ROPM. 30.4.1989.

92545 > Beati Martino Lumbreras Peralta e Melchiorre Sanchez Perez Sacerdoti agostiniani, martiri 11 dicembre MR

 

• Fidel, Santo
Diciembre 11 Presbítero,

Joven mercader oriental que en su visita a Mérida conoció circunstancialmente a su tío carnal Paulo. Se consagra a Dios recibiendo la tonsura, diaconado y presbiterado, hasta llegar a la plenitud del sacerdocio. Tal dignidad nunca fue obstáculo para asistir y servir al anciano antecesor. Fue educado a la sombra del Altísimo llegando en pocos años a dominar las disciplinas eclesiásticas y sagradas letras. Hombre de gran santidad, caridad, paciencia y humildad para todos, especialmente para todo el clero. Fue perseguido persistentemente por sus enemigos. Varón espiritual y cultual.

• Hugolino Magalotti, Beato
Diciembre 11 Ermitão,

Hugolino Magalotti, Beato

Hugolino Magalotti, Beato

Hugolino Magalotti nació en Camerino, en las Marcas, de noble y antigua familia. Pronto quedó huérfano de madre y no mucho después también de padre. Todavía joven se mostró inclinado a la piedad y a la lectura de los libros santos. Habiéndose integrado a la Orden Franciscana Seglar, distribuyó entre los pobres todas sus pertenencias y se retiró a la vida eremítica. Su vida fue probada por violentas tentaciones y apariciones monstruosas y su nombre se hizo famoso por los prodigios, de modo que muchas veces tuvo que cambiar de eremitorio para esconderse del continuo ir y venir de los curiosos. De tanto en tanto solía ir al vecino monasterio de Riosacro para recibir los sacramentos. Su lecho habitual era una tabla desnuda, sobre la cual tomaba el descanso. El primer eremitorio de Hugolino fue en las faldas del Monte Ragnolo, no lejos de las fuentes del río Tenna. Lo debió abandonar porque gente de toda condición, especialmente enfermos del alma y del cuerpo iban a él para escuchar su palabra inspirada, para encomendarse a sus oraciones, para pedir ayuda en sus necesidades. Los prodigios hicieron célebre y venerado su nombre desde los primeros años de su vida eremítica. Pedro de Brunfort, tullido desde su infancia, con mucho trabajo logró llegarse a sus pies, él lo bendijo y lo curó inmediatamente. Una pobre mujer, asaltada por dolores agudos y por convulsiones, estaba en peligro de muerte. Fue llevada a donde el ermitaño, quien oró y la paciente se vio libre de todo sufrimiento. Hugolino decidió cambiar de vivienda para evitar también allí nuevas peregrinaciones. Pasó la cima del monte Ragnolo, bajó hacia la parte opuesta y se estableció en una localidad rodeada de rocas y de añosas hayas en las cercanías de Fiegni. En su nuevo retiro Hugolino intensificó la vida de penitencia y de íntima unión con Dios. También allí sufrió nuevos asaltos de parte del demonio, que una noche intentó sacarlo fuera de su eremitorio. Nuevas peregrinaciones de devotos acudían a él para obtener alivio en sus necesidades espirituales y materiales. Son célebres dos prodigios realizados por él en el nuevo eremitorio. Con la oración hizo brotar del monte una fuente de agua limpia que todavía hoy es utilizada por sus devotos. Consumido por las abstinencias y por la penitencias, bajo el peso de los años, Hugolino sintió que estaba por llegar su última hora. Se preparó a la venida de la hermana muerte recibiendo devotamente los santos sacramentos. Amorosamente asistido por algunos devotos y un sacerdote del vecino monasterio de Riosacro, acostado sobre la desnuda tabla que por tantos años le había servido de lecho, entregó su alma a Dios. Era el 11 de diciembre de 1373. La constante veneración tributada a sus reliquias y los milagros que hicieron glorioso su sepulcro, movieron al papa Pío IX a aprobar su culto el 4 de diciembre de 1856.

92008 > Beato Ugolino Magalotti da Fiegni 11 dicembre MR

• Jerónimo Ranuzzi, Beato
Diciembre 11 Presbítero,

Jerónimo Ranuzzi, Beato

Jerónimo Ranuzzi, Beato

BEATO JERÓNIMO DE LA CIUDAD DE "SANT´ANGELO IN VADO"

El Beato Jerónimo nació a principios del siglo XV en la ciudad de "Sant´Angelo in Vado", Italia.  A temprana edad vistió el hábito de los Siervos de María en el convento de su ciudad natal, del que, por breve tiempo, debió ausentarse para llevar a cabo sus estudios.  Ordenado sacerdote, regresó a su convento. Se distinguió por el amor a la soledad y al silencio, por el espíritu de contemplación, por el don de consejo y de prudencia.  Murió en torno al 1468. El papa Pío VI aprobó su culto en el año 1773.

92876 > Beato Girolamo (Ranuzzi) da Sant’Angelo in Vado Servo di Maria 11 dicembre MR

• Madre Maravilla de Jesús, Santa
Diciembre 11 Virgen, Carmelita Descalza,

Madre Maravilla de Jesús, Santa

Madre Maravilla de Jesús, Santa

Nació en Madrid el 4 de noviembre de 1891. Desde su infancia deseó consagrarse a Dios y dedicó su juventud a ayudar a los necesitados. Atraída por la espiritualidad de Santa Teresa de Jesús y de San Juan de la Cruz, y movida por su amor a la Virgen María, ingresó en el Carmelo de El Escorial el 12 de octubre de 1919.  En 1924 fundó un monasterio de Carmelitas Descalzas en El Cerro de los Ángeles, centro geográfico de la península, junto al monumento del Corazón de Jesús, como lugar de oración y de inmolación por la Iglesia y por España.  Durante la persecución religiosa la Madre Maravillas brilló por su espíritu de reparación, fortaleza, serenidad y confianza en el Señor. Bajo el signo de la fidelidad a Santa Teresa fundó otros diez Carmelos recuperando lugares de tradición teresiano-sanjuanista. Priora durante largos años, enseñó a sus hermanas con el testimonio de sus virtudes y se distinguió por su vida mística, ardor apostólico y por la bondad unida a la firmeza ante quienes la tenían por verdadera madre. Murió en el Carmelo de La Aldehuela, el 11 de diciembre de 1974, expresando “¡Qué felicidad morir Carmelita!”.  Fue beatificada por vuestra Santidad el 10 de mayo de 1998. Canonizada por el Papa Juan Pablo II el 4 de mayo, 2003. Consulta también Madre Maravillas de Jesús

91489 > Santa Maria Maravillas de Jesus Religiosa, fondatrice 11 dicembre MR

• Paulo de Mérida, Santo
Diciembre 11 Obispo,

 

Con él comienza la época de oro del episcopado emeritense según nos consta por la obra "Vitas Sanctorum Patrum Emeritensium". De origen griego y médico de profesión llega a Mérida. Varón virtuoso, que se distinguió por su humildad y mansedumbre. Fue consagrado obispo para la sede emeritense a la que le proporcionó un periodo de tranquilidad. Como agradecimiento de la intervención quirúrgica de una matrona le declaran único heredero de sus bienes. Antes de retirarse al cenobio de Santa Eulalia, puso como sucesor suyo en la sede episcopal a su sobrino Fidel.

92218 > San Pablo di Merida Vescovo 11 dicembre

• Pilar Villalonga Villalba
Diciembre 11 Mártir,

Pilar Villalonga Villalba

Pilar Villalonga Villalba

Soltera, nacida en Valencia el 22 de Enero de 1891 Llevó siempre una vida espiritual intensa, que se manifestó en su actuación pública al servicio de la Iglesia a través de asociaciones católicas.  Murió el 11 de Diciembre de 1936 en el lugar llamado el Saler, cerca de Valencia, en España, virgen y mártir, la cual, durante la persecución religiosa, con su martirio siguió las huellas de Cristo. Para ver más sobre los 233 mártires en España haz "click" AQUI

92950 > Beata Maria della Colonna (Pilar) Villalonga Villalba Vergine e martire 11 dicembre MR

 

81030 > Beato Arturo Bell Martire 11 dicembre MR

 
81020 > Beato Davide di Himmerod Monaco 11 dicembre MR

 
94801 > Beato Domenico Yanez Mercedario 11 dicembre

 
91458 > Beato Franco da Siena Eremita carmelitano 11 dicembre MR

 


94804 > Beato Martino de Melgar Mercedario 11 dicembre

 

92217 > San Masona di Merida Vescovo 11 dicembre


90502 > San Savino (Sabino) di Piacenza Vescovo 11 dicembre MR

 
94502 > Beato Tassilone III Duca di Baviera 11 dicembre



81010 > Santi Vittorico e Fusciano Martiri 11 dicembre MR

 
91825 > Beata Wilbirg (Vilburga) Reclusa di S. Florian 11 dicembre

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WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
WWW. SANTIEBEATI.IT
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
As minhas desculpas e obrigado.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

EVANGELHO, SEGUNDO S. MARCOS - ANO B – 11 DE DEZEMBRO DE 2011

 

 

(Em continuação…)

VIAGENS EM TIRO E SIDÓNIA E NA DECÁPOLE

 

Os fariseus pedem um sinal E, subindo logo para a barca com os discípulos, foi para os lados de Dalmanuthá. Apareceram os fariseus e começaram a disputar com Ele, solicitando-Lhe um sinal do céu, para O experimentarem. Jesus, suspirando profundamente, disse: «Porque pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo: Sinal algum lhe será concedido». E, deixando-os, embarcou de novo e foi para a outra margem. Os discípulos tinham-se esquecido de levar pães e só tinham consigo um pão no barco.

O fermento dos fariseus e de Herodes Jesus começou a avisá-los, dizendo: «Olhai, tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes». E eles discorriam entre si, pensando que se referia ao facto de não terem pão. Mas Ele percebendo-o, disse-lhes: «Porque estais a discorrer que não tendes pão? Ainda não refletistes nem compreendestes? Tendes o vosso espírito embotado? Tendes olhos e não vedes, tendes ouvidos e não ouvis? E não vos lembrais de quantos cestos cheios de pedaços recolhestes, quanto parti os cinco pães para aqueles cinco mil?»  Responderam: «Doze». «E quando partir os sete para os quatro mil, quantos cestos cheios de sobejos recolhestes?» responderam: «Sete». Disse-lhes então: «Ainda não compreendeis?»

Cura do cego de Betsaida – Chegaram a Betsaida e trouxeram-Lhe um cego, suplicando-Lhe que o tocasse. Tomou o cego pela mão e conduziu-o para fora da aldeia. Depois deitou-lhe saliva nos olhos e, impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe: «Vês alguma coisa?» Ele ergueu os olhos e respondeu: «Vejo os homens; vejo-os como árvores a andar». Em seguida, impôs-lhe novamente as mãos sobre os olhos, e viu perfeitamente, ficando restabelecido e distinguindo tudo com nitidez. Jesus mandou-o então para casa, dizendo-lhe. «Nem sequer entres na aldeia».

(continua em 12/12)

Transcrição de António Fonseca

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Vaticano II: Destruição, sofrimento e reforma marcaram Concílio, diz português que esteve nos bastidores.

by G. M. Ferretti

Manuel Oliveira assinala que assembleia foi «uma experiência humana e de fé»

Lisboa, 03 dez 2011 (Ecclesia) – O sofrimento causado pelo abalar de convicções defendidas durante anos e a renovação da Igreja Católica marcaram o Concílio Vaticano II (1962-1965), assinala o português Manuel Oliveira, que participou nos bastidores da assembleia.

O primeiro convidado do ciclo de conferências sobre o Concílio promovidas pelo Colégio Pontifício Português, em Roma, referiu em entrevista a este organismo que assistiu à “destruição do trabalho de preparação que tinha sido feito” até ao encontro.

“O Concílio começou a ser dirigido noutra direção, muito mais ampla, universal e católica, e não, simplesmente, segundo a tradição histórica da Igreja, no sentido de usos, costumes e maneiras de ser tinham deixado de ser atuais”, explicou.

O responsável assistiu ao “sofrimento das pessoas que tiveram de aceitar essa mudança e, por outro lado, daquelas que propunham as alterações mas sabiam que estavam a causar sofrimento a outros”.

O cardeal italiano Alfredo Ottaviani, então responsável pelo Santo Ofício, que em 1965 passou a chamar-se Congregação para a Doutrina da Fé, sentiu-se “completamente destruído na sua visão geral do que deviam ser as resoluções do Concílio”, referiu.

De acordo com o relato do responsável português, a assembleia decidiu-se também por uma “grande mudança” na “colegialidade”, conceito que antes do Concílio causava “oposição” e que constituiu uma “novidade radical” ao realçar que o Papa deve governar a Igreja “junto com os bispos, em comunhão”.

Manuel Oliveira diz que guarda memória “de praticamente tudo”, desde a “preparação” até à “emoção” que sentiu “ao entrar na sala conciliar”: “Foi “uma experiência humana e de fé” testemunhar “a parte humana da Igreja, por um lado, e, por outro, ver o Espírito Santo a trabalhar”.

A próxima sessão do ciclo que marca os 50 anos da convocação do Concílio Vaticano II está prevista para 8 de março, com a presença do presidente do Conselho Pontifício da Cultura, o cardeal italiano D. Gianfranco Ravasi.

A conferência conclusiva, “Algumas reflexões com o ‘sentir do depois’ sobre a reforma litúrgica conciliar”, vai ser proferida por monsenhor Crispino Valenziano, a 3 de maio.

“Apesar da distância”, as atividades do Colégio Pontifício Português “são sempre realizadas de olhos postos na Igreja de Portugal e os textos das conferências serão transcritos e traduzidos de forma a que sejam editados como subsídios às comemorações que se realizarão também nas dioceses portuguesas”, indica a instituição.

Nosso agradecimento ao leitor Elmo Correa de Lacerda pela indicação da notícia.

G. M. Ferretti | dezembro 10, 2011 at 9:13 pm | Categorias: Vaticano II | Categories: Vaticano II | URL: http://wp.me/pgELf-4sv

SE ME É PERMITIDO UM COMENTÁRIO PESSOAL, NÃO PERCEBI BEM SE “MANUEL OLIVEIRA” ESTÁ OU NÃO ESTÁS A FAVOR DA TESE QUE ESCREVEU, MAS ESTOU ABERTO À SUA PUBLICAÇÃO NO MEU BLOGUE.

POSSIVELMENTE, AS CONCLUSÕES DO CONCÍLIO PODERÃO NÃO TER SIDO AS MELHORES, MAS FEZ-SE MUITA COISA BOA. SE NO ENTANTO, HÁ COISAS QUE NÃO ESTÃO BEM, MADA MELHOR DO QUE PROPOR UM NOVO CONCÍLIO PARA RESOLVER ESSAS FALHAS E ATUALIZÁ-LAS, DADO QUE O CONCÍLIO JÁ TEM MAIS DE QUARENTA ANOS E MUITO MUDOU NA VIDA DO MUNDO, ALÉM DE QUE COMO TODOS NÓS SABEMOS, TODOS SOMOS FALÍVEIS E NADA É DEFINITIVO. PORTANTO O QUE HÁ A FAZER, SEGUNDO PENSO, É FAZER NOVO CONCÍLIO E FICA TUDO MAIS ATUAL.

NÃO ACHAM? SEMPRE PENSEI QUE SE ALGO ESTÁ MAL, HÁ QUE EMENDAR PARA MELHORAR POIS DA DISCUSSÃO NASCE A LUZ.

ISTO QUE ACABEI DE ESCREVER, É SÓ UMA OPINIÃO, ABSOLUTAMENTE LAICA,E NÃO DESEJO DE FORMA NENHUMA PERTURBAR OUTRAS IDEIAS (!!!)

DESCULPEM A INTROMISSÃO, E OBRIGADO.

LOUVADO SEJA DEUS.

ANTÓNIO FONSECA

Notícias da Alternativa Portugal‏ - Newsletters - 11-12-2011

  • Notícias da Alternativa Portugal‏

10-12-2011

AP Info

Para aarfonseca@hotmail.com

De:
AP Info (info@alternativaportugal.org)

Enviada:
sábado, 10 de Dezembro de 2011 20:22:46

Para:
aarfonseca@hotmail.com


Boletim de 8 de Dezembro de 2011

A partir deste momento pode ler toda a atualidade em http://www.alternativaportugal.org

Liberdade, Portugueses!

«O dia primeiro de Dezembro de 1640 amanheceu puro e alegre... Assim o afirmam quantos viveram essa data gloriosa da História de Portugal (...). Os fidalgos portugueses que tinham resolvido restaurar a independência portuguesa, dirigiam-se discretamente para o terreiro do Paço (...). Na Sé, o relógio da torre começa a badalar e, como por encanto, os conjurados descem dos coches, saltam dos cavalos, estugam o passo à uma, entram em grupo no Palácio da Ribeira, desembaraçando-se das capas, empunhando pistolas, desembainhando espadas... É o ataque de surpresa. Em poucos minutos, dominam a guarda alemã da Vice-Rainha, derrubam alabardas, invadem as salas a caminho do gabinete de Miguel de Vasconcelos, o Secretário de Estado, traidor dos portugueses (...). Este sai, branco de espanto, e é logo morto (...). O largo terreiro é já um mar de gente. O povo acorre, da Ribeira, da Rua Nova, do Rossio, gritando, num entusiasmo novo, dançando abraçado, como numa festa antiga. Abrem-se as janelas do Paço e surge D. Miguel de Almeida, de espada erguida, as lágrimas rolando sobre a barba branca:

— Liberdade, Portugueses! Viva El-Rei D. João IV.»

Para o movimento Alternativa Portugal, o 1º de Dezembro é uma das datas mais significativas da História de Portugal. É justamente em períodos de grave crise, como a que o País atravessa, que devemos buscar "inspiração" naqueles que há 371 anos não se conformaram, lutaram e venceram a adversidade, por Portugal!

DESTAQUE

Só um novo 1640 salvará Portugal!

Em 1 de Dezembro ocorre mais um aniversário do dia em que os nossos antepassados levantaram-se em 1640 para sacudir a humilhação do domínio espanhol que se vinha exercendo há longos 60 anos, pouco depois que a Coroa de Portugal ficou à mercê do monarca de Espanha, por virtude da morte que El-Rei D. Sebastião encontrou postal.

A Restauração de 1640 e a Acção Presente

Foi no dia 1 de Dezembro de 1640 que um grupo de nobres portugueses, por bravura e patriotismo, deram por terminado o jugo asfixiante que Castela exercia, sem remorsos, diga-se, sobre Portugal fazia então 60 (penosos) anos. Esses portugueses não temeram nem fracassos, nem sanções, nem tão-pouco pela própria vida!

ACTUALIDADE E NOTÍCIAS

OPINIÃO

Recolha de assinaturas pró Referendo Vida

A defesa da Vida será sempre um desígnio nacional. É hora de despertar para defender a Vida sempre! Nesse sentido, prossegue a recolha de assinaturas a favor da realização de um "Referendo Vida" no qual, de uma assentada, esperamos banir o "aborto a pedido" e atalhar a eutanásia. Temos de intensificar o nosso trabalho, na certeza de que a Causa é justa. Quanto mais cedo conseguirmos terminar, mais vidas poderão salvar-se! Colabora connosco!

Mais um número de "O Veterano de Guerra"

Já está disponível o último número de "O Veterano de Guerra" (nº 54, Outubro/Dezembro), editado pela Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra. Esta edição dá particular destaque às últimas actividades desenvolvidas e ao Dia do Combatente.

Visite a Livraria da Alternativa Portugal

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António Fonseca