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Imagens e Frases de Natal Religioso

sábado, 17 de dezembro de 2011

Viva a música !!! - 16 de Dezembro de 2011

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Dê a voz pela DPOC

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Quando menos se esperava, 4 cantores líricos juntaram-se na Gare do Oriente e alto e bom som deram voz à DPOC. Uma ação que surpreendeu e marcou o dia mundial da DPOC, a 16 de Novembro. O momento,…

00:03:16

Adicionado em 19-11-2011

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Lindo ouçam!!!!

Na Gare do Oriente

http://youtu.be/nrJMavQgUf4

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e.m.

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Post colocado

em 16-12-11 -  19,52 horas.

 

António Fonseca

Nº 1136-2 - “Um outro Vitral”, para recordar o Padre Salgueirinho – 17-12-11

 

 

Na quarta-feira, dia 14 exatamente – (parece que os CTT entraram nos eixos (!) – voltei a receber a VOZ PORTUCALENSE desta semana e na rubrica “VITRAL” que se mantém, conforme promessa da sua Direção, vem publicado o seguinte texto, que foi escrito pelo Padre Mário Salgueirinho, há algum tempo atrás, que eu transcrevo: 

“Vitral”

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1927-2011

 

MENSAGEM DE AMOR

Nas minhas leituras em busca de um tema para o meu “vitral”, encontrei uma página muito interessante e construtiva.

Nos Estados Unidos da América vivia um bom homem, pai de um jovem que muito amava, chamado João Swet.

Um dia, numa pequena discussão, o rapaz enervou-se e deu uma bofetada no pai, abandonando em seguida a casa. Partiu em busca de trabalho nas minas de S. Francisco.

O coração do pai ficou esfrangalhado, mais pela saída do filho do que pela bofetada ingrata. Foi procurar o rapaz de S. Francisco, mas disseram-lhe que ele tinha ido para outra terra.

Mais amargurado, o pai regressou a casa. Sentou-se numa pedra no caminho e teve este pensamento: “Pode ser que o meu filho passe por aqui um dia. Vou deixar-lhe uma palavra”. Tomou um cinzel e um martelo e gravou, comovido, num rochedo, em grandes letras, esta frase: “João Swet, teu pai ama-te! Regressa!”.

Passados meses, o rapaz passou por ali novamente em busca de trabalho. Ficou surpreendido ao ler o seu nome gravado na pedra. Mas estremeceu mais ainda ao ler: “Teu pai ama-te"! Regressa!”.

Pôs-se apressadamente a caminho de casa. Foi um encontro emocionante, num abraço de arrependimento e carinho ao seu bondoso pai.

A nossa vida contém algumas ofensas amargas a Deus, fruto da nossa fragilidade. Mas o pai celeste – de amor superior ao das mães – apresenta-nos mensagens de misericórdia e de perdão ao longo dos caminhos da vida. Quantas legendas de amor e de apelo ao regresso podemos ler nas graças recebidas de Deus, nas ajudas que d’Ele recebemos, na sua “mão” invisível que nos levanta quando caímos.

Quantas legendas dizendo: “Deus ama-te!” oferecendo-nos caminhos de regresso, de esperança e de perdão!

Temos e saber descortinar e reconhecer, no meio da profusão de todos esses anúncios comerciais ou políticos à margem da vida esta mensagem: Deus ama-te! Regressa!.

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A responsabilidade de inclusão deste texto (e a sua disposição) neste blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos) é exclusiva de

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1136-1 - (350) - 17 DE DEZEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

Nº 1136

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BEATO JOSÉ MANYANET

Fundador (1833-1901)

Josep Manyanet y Vives, Santo

Josep Manyanet y Vives, Santo

No dia da beatificação, 25 de Novembro de 1984, fez o Santo Padre João Paulo II o seu elogio com estas palavras: «José Manyanet, nasceu em Tremp (Espanha), a 7 de Janeiro de 1833. Para seguir a vocação sacerdotal, teve de deixar a sua cidade, completando os estudos clássicos em Barbastro e cursando Filosofia e Teologia, respectivamente nos seminários de Lleida e de La Seu d’Urgel. Foi ordenado sacerdote a 9 de Abril de 1859. Depois de 12 anos de intenso trabalho na diocese de Urgel, onde se mostrou fiel colaborador do seu Bispo, O Padre Manyanet preferiu dedicar-se às famílias para as defender da influência de ideologias laicas da época. Foi este apostolado que o inspirou a fundar dois Institutos religiosos, com o objectivo de imitar e honrara a Sagrada Família de Nazaré, modelo de vida familiar, e de proporcionar a formação cristã às famílias. Em 1864 surgiu a primeira Congregação – os Filhos da Sagrada Família, Jesus, Maria e José – e com os primeiros companheiros, a 2 de Fevereiro de 1870, ele emitiu a primeira profissão religiosa. Mais tarde, em 1874, foi criado o instituto feminino chamado hoje «Missionárias Filhas da Sagrada Família». Com o empenho assíduo na oração e no trabalho, com o espírito exemplar de todas as virtudes, com a terna dedicação e incansável solicitude pelas almas, o Padre Manyanet, por quase 40 anos, Foi guia e propulsor da expansão dos dois Institutos. escreveu várias obras para propagar a devoção à Sagrada Família, para a formação dos religiosos e das famílias para a direção os colégios e das escolas profissionais. Fundou a revista «La Sagrada Família», publicada ainda hoje, e promoveu a ereção do Templo expiatório da “Sagrada Família”, surgido em Barcelona, e destinado a perpetuar as virtudes de Nazaré e a ser o centro e a casa das famílias cristãs. As obras do Padre Manyanet cresceram entre muitas dificuldades, e não lhe faltaram várias enfermidades de ordem física que o torturaram durante a vida toda. Mas a sua indómita constância e fortaleza, alimentadas por uma profunda adesão e obediência à vontade de Deus, fizeram que ele superasse todos os obstáculos. A 17 de Dezembro de 1901, rico de virtudes e de méritos, era chamado para a casa do pai, pronunciando estas palavras como jaculatória: Jesus, José e Maria, expire em Paz convosco a minha alma».Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it 

SANTA OLÍMPIA

(366-408)

Olimpia, Santa

Olímpia, Santa

Nasceu em Constantinopla, pelo ano de 366. Pertencia à mais alta nobreza bizantina e casou-se aos dezoito anos com Nebrídio, prefeito da mesma capital. Perdeu-o após vinte meses de casamento, não acedeu aos desejos do imperador Teodósio que lhe propunha outro marido, e, em 391, tomou o véu das diaconisas. Com as suas imensas riquezas, fundou um hospital e um orfanato que era servido por uma comunidade de virgens consagradas. Quando, em 3907, João Crisóstomo foi eleito Patriarca de Constantinopla, ela tornou-se filha espiritual dele. E sempre lhe ficaria sendo a pessoa mais dedicada.. Tratando-se do grande pregador-patriarca (13 de Setembro), vimos como a imperatriz Eudóxia e o bispo Teófilo de Alexandria se desonraram à uma, expulsando da sé do Bósforo aquele que era a glória da Igreja do Oriente (404-407). Olímpia saiu a defendê-lo, negando-se a reconhecer o intruso que o tinha substituído, mas ela ficou sendo alvo de perseguição. Eudóxia dispersou-lhe a comunidade, acusou-a de ter querido pegar o fogo à catedral de Constantinopla, tornou-lhe impossível a permanência nesta cidade e inquietou-a em toda a parte onde ela se refugiou. Possuímos dezassete cartas que ela recebeu do ilustre exilado. Mostram heroísmo e transpiram afeto paterno. Dá-lhe notícias suas, preocupa-se com a má saúde dela, agradece-lhe serviços que ela lhe presta e pede-lhe outros. Não se queixa de si nem a lastima a ela; felicita-a por ser tão prudente, tão paciente e por amar os que a perseguem; repete-lhe que o melhor modo de mostrar o próprio amor a Nosso Senhor Jesus Cristo está em sofrer imitando-O, e que os males da terra são pouca coisa em comparação com as alegrias eternas que elas ganham. Olímpia apenas sobreviveu alguns meses ao seu padre espiritual; morreu jovem ainda, pelo ano de 408, exiliada na Bitínia longínqua (Turquia) , vítima da sua fidelidade e dedicação. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it Felicidades a quem leve este nome! “Se pode duvidar do que se vê, mas não das palavras de um homem honrado” (A. France).

81900 > Sant' Olimpia Vedova 17 dicembre

 

OS MÁRTIRES DE GAZA (+ ou – 50)

(638)

Em Junho ou Julho de 637, Gaza, na Palestina, foi tomada pelo general árabe Amr que não incomodou em seguida a população, mas esforçou-se por levar à apostasia os sessenta soldados cristãos quer tinham defendido a cidade. Primeiro, foram decapitados em Jerusalém, o comandante cristão Callinicos com nove companheiros, a 6 ou a 11 de Novembro de 638. Um mês mais tarde, Amr mandou ao seu subordinado Ammiras que lhe enviasse presos os cinquenta sobreviventes para Eleuteropolis. E ordenou também que fossem as mulheres e os filhos deles, para que os deportados tivessem pacífica vida familiar em honesta situação, se aceitassem apostatar. Mas recusaram-se, dizendo: «Ninguém poderá separar-nos do amor de Cristo, nem as nossas mulheres, nem os nossos filhos, nem todas as vantagens do mundo, porque somos servos de Cristo, filhos de Deus vivo, e estamos prontos a morrer por quem morreu e ressuscitou por nós». Furioso, Amr deitou contra eles uma multidão de Sarracenos que os esquartejou. Os cristãos de Eleuteropolis resgataram os corpos deles, dando três mil moedas, sepultaram-nos e construíram-lhes uma igreja. Em 1141, encontraram-se numerosas relíquias debaixo da igreja de Santo Estevão, em Bolonha, Itália. Pretendeu-se que elas tinham sido trazidas para lá pelo bispo S. Petrónio. Mais tarde, no fim da Idade Média, houve quem tivesse a ideia de adaptar aos mártires anónimos de Gaza a Paixão dos soldados de Gaza. Reduziu-se o número de sessenta (os de dezembro e os de Novembro) para quarenta, dando-lhes por chefe o lendário S. Floriano. sem dificuldade foi admitida esta Paixão em Bolonha, que levava a que morressem, em 638, mártires cujas relíquias se pretendia terem sido trazidas por S. Petrónio em 450 (!). Não foram mais de cinquenta os mártires de 17 de Dezembro. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Bega de Andenne, Santa
Dezembro 17 Viúva e Abadessa,

Bega de Andenne, Santa

Bega de Andenne, Santa

Pepino de Landen, fue mayordomo de palacio de tres reyes francos. Estuvo casado con la Beata Ida y dos de sus hijas aparecen en el Martirologio Romano: Santa Gertrudis de Neville y su hermana mayor, Santa Bega. Gertrudis se negó a casarse y llegó a ser abadesa poco después de haber cumplido veinte años. Bega contrajo matrimonio con Ansegisilo, hijo de Arnulfo de Metz, y pasó casi toda su vida cumpliendo sus deberes en ese mundo. Santa Bega fue la madre de Pepino de Heristal, el fundador de la dinastía carolingia. Después de la muerte de su esposo, Santa Bega construyó el año 691, en Andenne, a orillas del Mosa, siete capillas que representaban las Siete Iglesias de Roma.Las capillas estaban situadas alrededor de una iglesia. La santa fundó ahí mismo un convento y lo pobló con religiosas de la abadía que su hermana había gobernado en vida. Más tarde, dicho convento se convirtió en una casa de canonesas, y los canónigos regulares de Letrán conmemoran a Santa Bega como miembro de su orden. También las beguinas de Bélgica la veneran como patrona. Pero Santa Bega no fue la fundadora de las beguitas, como suele afirmarse; la confusión procede de la semejanza de los nombres. Santa Bega murió cuando era abadesa de Andenne y fue sepultada ahí.

91759 > Santa Begga Badessa di Andenne 17 dicembre MR

• Iolanda, Santa
Dezembro 17 Superiora,

Yolanda, Santa

Iolanda, Santa

Etimologicamente significa “de cor violácea”. Vem da língua grega e latina.Hoy es uno de los nombres que más se ponen a las chicas. Quizá porque ha salido en alguna serie televisiva o en varias películas. Sí, porque en nuestros días se pone el nombre, en parte por el de los padres o abuelos, en parte por los nombres de la serie y, finalmente, por el santo del día.Pero, por supuesto, los padres no tienen ni idea de quién fue esta joven francesa santa. Pues resulta que era hija de Margarita de Courtenay. Nunca quiso aceptar el rango social al que pertenecía por nacimiento o por herencia. Era una chica coherente con sus principios cristianos vividos y asimilados al cien por cien. Cosa nada fácil cuando lo que prima es el confort, el lujo y la “pasta”. A raíz de que hizo un viaje a Luxemburgo, le entraron ganas de entrar en un monasterio regentado por las monjas dominicas. Lo hizo, sin embargo, en contra de los deseos y de las ilusiones que su madre había puesto en ella para su futuro. Todo el afán de su madre era sacarla o arrancarla de la iglesia para que viviera las fiestas mundanas que, aunque estén bien, no le llenaban sus anhelos de perfección. Un día se cansó de su madre y se escapó de casa para encerrarse en una cueva para que nadie la viera. Estando sola, pensó cómo se encontraría su madre y su mundo social de relaciones humanas. La madre, que estuvo a la búsqueda de su hija, al encontrarla, le rogó que volviese a casa, aunque mantuviera su decisión de hacerse monja. Su madre, al darse cuenta de la voluntad de su hija, aceptó que se fuera al monasterio de Marienthal. Pronto, debido a sus cualidades, la eligieron superiora. Durante 25 años fue modelo para toda la comunidad. Murió en el año 1283.
¡Felicidades a las Yolandas!

• Jacinto María Cormier, Beato
Dezembro 17 Maestro de la Orden de Predicadores,

Jacinto María Cormier, Beato

Jacinto María Cormier, Beato

Nació el 8 de diciembre de 1832. Siendo sacerdote secular en 1856 ingresó en la Orden de los Predicadores (Dominicos) en Flavigny.En 1858 profesó en Santa Sabina de Roma, después de una enfermedad. En 1862 fue nombrado Prior en la isla de Córcega, por el Maestro General. En 1886 fue instituido primer Provincial de la nueva Provincia de Tolosa, confirmado en 1870 por los vocales de la Provincia y en 1878 fue elegido por tercera vez. En 1882 fue Prior de Tolosa. En 1888 fue Presidente de la nueva Casa erigida en Biarritz, y en 1890 Prior del Convento de San Maximino. En 1891 llevado como socio del P. Früwihth. En 1896 fue instituido Procurador General en la Curia Romana. Publicó varios libros sobre historia (vidas de santos) y sobre espiritualidad.  Hombre de profunda vida interior y espiritual, fue amigo y consejero de León XIII y Pío X. León XIII quiso hacerle cardenal, pero no se llevó a cabo por razones políticas. A Santo Domingo se le dio este nombre cuando comenzó a predicar en el sur de Francia, como aparece en algunos documentos: “Prior y maestro de los predicadores”. En el Capítulo General de la Orden que se celebró en Bolonia en 1221 se decidió dar el nombre de “Maestro” al superior de toda la Orden. Jacinto María fue elegido Maestro General en el Capítulode Santa María de la Encina de Viterbo, Italia, en 1904. Durante su mandato fue creado el Colegio Angelicum, en Roma, para lo cual llamó a eximios profesores de varias Provincias de la Orden. También hizo que se redactase el Reglamento de Estudios (Ratio Studiorum) de modo que respondiese a las necesidades de los tiempos. Propagó el conocimiento y la veneración a los santos de la Orden. Su norma fue evitar todo tipo de sectarismo en la Orden a la vez que impulsó el respeto de las individualidades y de las libertades. Falleció el 17 de diciembre de 1916 y está enterrado en el Angelicum. Fue beatificado por Juan Pablo II el 20 de noviembre de 1994.

90773 > Beato Giacinto Maria Cormier Domenicano 17 dicembre MR

• João de Mata, Santo
Dezembro 17 Fundador,

Juan de Mata, Santo

Juan de Mata, Santo

Hoje os membros da Comunidade da Santíssima Trindade ou Padres Trinitários festejam a seu fundador, o Martirológio Romano o festeja a 10 de Março

35750 > San Giovanni de Matha Sacerdote 17 dicembre MR

• Matilde del Sagrado Corazón Téllez Robles, Beata
Dezembro 17 Fundadora,

Matilde del Sagrado Corazón Téllez Robles, Beata

Matilde del Sagrado Corazón Téllez Robles, Beata

Matilde Téllez Robles nace en Robledillo de la Vera (Cáceres - España) el 30 de mayo de 1841, en un día de plenitud primaveral inundado por la luz de la solemnidad litúrgica de Pentecostés. Recibe las aguas bautismales en la iglesia parroquial al día siguiente de su nacimiento. Era la segunda de los cuatro hijos de Félix Téllez Gómez y de su esposa Basilea Robles Ruiz. En noviembre de 1841, el padre, por su profesión de notario, se establece con su familia en Béjar (Salamanca), ciudad notable por su industria textil. En esta ciudad va creciendo la pequeña Matilde; recibe una formación cultural básica, propia de su clase social media, y una esmerada formación religiosa, iniciada en el ambiente profundamente cristiano de su hogar. Guiada por su madre, ya desde pequeña comienza a amar intensamente al Señor y a ejercitarse en la práctica de la oración y en las virtudes, con una tierna devoción a la Virgen y una gran compasión por los necesitados y los pecadores. Todavía muy joven, cuando todo en la vida le sonríe, Matilde hace su opción radical y definitiva por Cristo, decidiendo entregarse de lleno a Él y a buscar corazones que le amen.Su madre la apoyará siempre en este empeño, pero su padre, que ambiciona un porvenir halagüeño para su hija en el matrimonio, la obliga a alternar en la vida de sociedad, limitándole además el tiempo que pasa en la iglesia. Ella, obediente, se adorna y alterna luciendo su gracia juvenil. Pero aún así, su inclinación por las cosas de Dios es manifiesta, y, al fin, D. Félix, vencido por la constancia de su hija, la deja en libertad para que siga el camino por ella elegido.Matilde continúa intensificando su vida espiritual; su devoción a la Virgen la lleva a una profunda intimidad con Jesús Eucaristía, a quien ama apasionadamente. Aun «¡en medio del invierno ardía al acercarme a un sagrario!», nos dice en sus escritos.A los 23 años es elegida presidenta de la asociación de Hijas de María, recién establecida en Béjar, y poco después la nombran enfermera investigadora de las Conferencias de San Vicente de Paúl. Ella, en su ardiente deseo de ganar corazones para Jesús, exclama ante el sagrario: «¡Mi dueño, Jesús amante! El mundo está lleno de necesidades. Todos tienen corazón. Yo voy a por los que pueda. Yo te los traeré». Conjugando la contemplación con la acción, Matilde se lanza por largos años a una intensa actividad apostólica con niñas y jóvenes, pobres y enfermos; trabaja con las Hijas de María, da catequesis, atiende la escuela dominical, prepara para el matrimonio cristiano y acompaña a jóvenes vocacionadas; recorre alegre la ciudad en todas las direcciones para llevar consuelo y ayuda a cualquier enfermo o necesitado, «visitando a su amante Jesús en la persona de sus pobres».Siempre contemplativa en la acción, la Eucaristía es su fuerza, el sagrario su refugio durante prolongadas horas de oración, y la Virgen su guía, su maestra y compañera inseparable. Desde joven siente la llamada a la vida religiosa y ya entonces recibe ante el sagrario la inspiración de fundar un Instituto religioso. Así se lo comunica al Papa Pío IX en carta del 4 de mayo de 1874. Pero su padre vuelve a probar a su hija impidiéndole realizar su vocación, a causa del clima político anticlerical de aquella época en España. Matilde entre tanto sufre en silencio, ora y espera, alentada por su director espiritual, D. Manuel de la Oliva, sacerdote filipense, hasta que por fin su padre le concede la ansiada autorización. Ella exulta de gozo en acción de gracias a Dios y rápidamente lo prepara todo para iniciar la fundación con siete jóvenes de las hijas de María, que se han comprometido a seguirla en la vida religiosa. El 19 de marzo de 1875, solemnidad de San José, deben reunirse todas para la celebración eucarística en la Parroquia de Santa María y desde allí marchar a la casa preparada para iniciar la vida religiosa. Pero de las siete jóvenes comprometidas sólo una se presenta: María Briz. Ante esta gran prueba, Matilde no se desalienta. Fortalecidas con el pan de la Eucaristía, ella y su única compañera se dirigen gozosas, con heroica intrepidez, a la «casita de Nazaret», como Matilde la denomina. En esta casa tratan de imitar a la Sagrada Familia de Nazaret, viviendo con mucho amor y alegría en recogimiento y oración, en humildad y pobreza, sin contar con nada y plenamente confiadas en la Providencia. En la casa no tienen todavía sagrario, pero las acompaña una imagen de la Virgen ante la que oran y a quien se lo consultan todo. Pocos días después, conjugando siempre la contemplación y la acción, reciben un grupo de niñas huérfanas en casa, dan clase a niñas pobres y atienden a los enfermos en sus domicilios. Su testimonio evangélico va atrayendo a algunas jóvenes a unirse a ellas, a pesar de las críticas de quienes consideran la fundación como una locura. El 23 de abril de 1876, el obispo de Plasencia, D. Pedro Casas y Souto, autoriza provisionalmente la Obra con el título de «Amantes de Jesús e Hijas de María Inmaculada»; y el 20 de enero de 1878 Matilde y María visten el hábito religioso en Plasencia. A últimos de marzo de 1879 la comunidad se traslada de Béjar a Don Benito (Badajoz), donde instalan el noviciado, acogen niñas huérfanas, ponen clase diaria y dominical, atienden a los enfermos en sus casas y ayudan a los pobres. En la comunidad se respira el espíritu de Nazaret y toda la vida de la casa gira en torno al sagrario, ante el cual, turnándose, las Hermanas pasan varias horas todos los días. También la Virgen recibe un culto especial. El 19 de marzo de 1884, el mismo obispo erige canónicamente la Obra como Instituto religioso de derecho diocesano, y el 29 de junio, la Fundadora con otras Hermanas emiten la profesión religiosa. Al año siguiente se declara una terrible epidemia de cólera en la ciudad. La M. Matilde y todas las Hermanas se entregan heroicamente al cuidado amoroso de los apestados, despertando gran admiración en el pueblo su exquisita caridad evangélica. Muere contagiada Sor María Briz, y la Madre abre en su memoria un Hospital para los pobres. En 1889 comienza la expansión del Instituto, con una fundación en Cáceres, y continúa en los años siguientes con otras fundaciones en Trujillo, Béjar, Villanueva de Córdoba, Almendralejo, Los Santos de Maimona y Villaverde de Burguillos. De cada una de ellas se podría escribir una hermosa historia de amor; amor apasionado a Jesús Eucaristía, amor a María, amor al hermano necesitado: enfermos, pobres, niñas huérfanas, etc. Siempre con total desinterés económico, pero la Providencia nunca falla. No faltan las pruebas y dificultades de toda clase, pero no importa: Matilde con Jesús ¡siempre adelante!, siempre haciendo vida el lema que ha dado a su Instituto: «Oración, acción, sacrificio»; siempre sacando fuerza de sus prolongados tiempos de oración ante el sagrario y de la mano de María. De su fuerte experiencia eucarística brota su ardor evangelizador y la ardiente caridad que todos admiran. «¡Sea toda la vida un acto de amor!», repite a sus Hermanas. Y así lo ven en ella: es una vida llena de Dios, en continua oración y volcada a la vez en los hermanos. Multiplica sus atenciones maternales con las nuevas comunidades, es la animadora de la Obra, la Regla viviente. Su sencillez, su prudencia, su bondad e inalterable alegría atraen a todos. Pobres y ricos se acercan confiados a ella, pues para todos tiene una atención, un consejo y una sonrisa. Aunque sólo cuenta 61 años, su organismo está ya muy agotado, a causa de los sufrimientos, del intenso trabajo, de las enfermedades, y presiente gozosa que se acerca la hora de su unión definitiva con el Señor. En efecto, al salir temprano de viaje, el 15 de diciembre de 1902, sufre un fuerte ataque de apoplejía, y en las primeras horas del día 17, rodeada de sus hijas, en medio de una gran paz, vuela a la casa del Padre. Todo el pueblo, principalmente los pobres, la lloran como a una madre, proclamando a la vez su gran caridad y sus muchas virtudes. El 23 de abril de 2002, el Papa Juan Pablo II reconocía oficialmente las Virtudes Heroicas de la Sierva de Dios Matilde Téllez, y al año siguiente, el 12 de abril, se promulgaba el Decreto sobre el milagro obrado por su intercesión, dando así el paso decisivo a su Beatificación: el 21 de marzo de 2004. El Instituto de la Madre Matilde, fiel a la herencia recibida de su fundadora, continúa viviendo su carisma, que tiene como centro la Eucaristía y a María como Madre y Maestra, para que Ella forme su corazón para el Evangelio y las guíe hacia la Eucaristía. Según consta en las Constituciones actuales, de la Eucaristía nace en ellas una viva respuesta de amor a Jesucristo y, en Él y con Él, a todo el mundo, llevando la buena nueva del amor del Padre, con preferencia y de una manera integral, a los pobres, a los pequeños y a los que sufren. Actualmente las Hijas de María Madre de la Iglesia (así se llaman desde 1965) realizan su labor evangelizadora en España, Portugal, Italia, Venezuela, Colombia, Perú y Méjico, a través de: hogares - internados como acogida a la niñez y juventud marginada; escuelas y colegios abiertos a todas las familias sin exclusiones; comunidades sanitarias dedicadas a la atención de enfermos, ancianos desatendidos, transeúntes, alcohólicos, etc., comunidades orantes, casas de acogida, y comunidades de Pastoral rural y de colaboración en Parroquias. Todas las Hermanas del Instituto piden a su Fundadora que las ayude a hacer, como ella, de su vida un continuo acto de amor y una «eucaristía perenne», para la mayor gloria de Dios y la salvación del mundo. Rreproducido con autorizacion de Vatican.va

Vivina ou Wivina, Santa
Dezembro 17 Abadessa,

Vivina o Wivina, Santa

Vivina ou Wivina, Santa

Quase tudo o que se conta de Santa Vivina convém igualmente a outras religiosas santas da Idade Média. Vivina era uma flamenga que havia recebido boa educação.
Aos quinze anos decidiu abandonar o mundo e a casa de seu pai.  Tinha por então vários pretendentes entre os que se distinguia um jovem nobre chamado Ricardo, a quem os pais de Vivina viam com bons olhos.  Quando Ricardo, que estaba profundamente enamorado de Vivina, se enteró de que ella no estaba dispuesta a casarse, cayó gravemente enfermo, con peligro de su vida.  Sintiéndose responsable de aquella enfermedad, la joven oró y ayunó por él hasta que recobró la salud, en forma aparentemente milagrosa. A los veintitrés años, Vivina abandonó la casa paterna furtivamente, llevándose un salterio. Con otra compañera construyó una ermita con ramas cerca de Bruselas, en el bosque de Grand-Bigard. Pero las gentes de la ciudad, movidas por la curiosidad, acudían a verla y no la dejaban en paz. El conde Godofredo de Brabante le ofreció tierras y dinero para que fundara un monasterio, y la santa aceptó de buen grado. Vivina y su comunidad se pusieron bajo la dirección del abad de Afflighem. Dicho monasterio, que todavía existe, se hallaba situado cerca de Alost y estaba entonces poblado de monjes que más bien parecían ángeles que hombres, según el testimonio de San Bernardo. Bajo tales auspicios, el convento de Grnad-Bigard empezó a prosperar, aunque la abadesa tuvo que hacer frente a muchas dificultades; en efecto, algunas de sus súbditas juzgaban que no era bastante discreta, sobre todo en cuestión de penitencia, y no supieron callarse su opinión. Santa Vivina les advirtió que se estaban dejando engañar por el demonio; pero tuvo que hacer un milagro para convencerlas de ello. Después de la muerte de Santa Vivina, el convento se convirtió en un sitio de peregrinación. Dios obró numerosos milagros en el sepulcro de la santa; sus reliquias se hallan actualmente en Nuestra Señora de Sablon, en Bruselas.

92014 > Santa Wivine (Vivina) Badessa benedettina 17 dicembre MR

91866 > Santi Anania, Misaele e Azaria (Abdenago, Misach e Sidrach) Martiri 17 dicembre

 

81960 > San Cristoforo di Collesano Monaco 17 dicembre MR


82000 > San Floriano Venerato a Bologna 17 dicembre



 
92638 > San Giudicaele (Judicaël) Re di Bretagna 17 dicembre MR

 
91419 > San Josè Manyanet y Vives Sacerdote 17 dicembre MR

 
81930 > Santi Martiri di Eleuteropoli 17 dicembre MR


92002 > Beata Matilde del Sagrado Corazon Tellez Robles Fondatrice 17 dicembre MR

 
81920 > San Modesto Patriarca di Gerusalemme 17 dicembre MR

 
94813 > Beato Pietro di Spagna Martire mercedario 17 dicembre

 
81940 > Santo Sturmio di Fulda Abate 17 dicembre MR

 

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    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
  • EVANGELHO, SEGUNDO S. MARCOS - ANO B – 17 DE DEZEMBRO DE 2011




    Em continuação…)


    MINISTÉRIO DE JESUS EM JERUSALÉM
     
     
    11 – Entrada messiânica em Jerusalém  - Estando próximos de Jerusalém, perto de Betfagé e de Betânia, junto do Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos Seus discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente de vós e, logo que nela entrardes, encontrareis um jumentinho preso, sobre o qual ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. E se alguém vos perguntar: Porque fazeis isso? respondei: O Senhor precisa dele, mas logo o mandará para aqui». Partiram e encontraram um jumentinho preso a uma porta, cá fora na rua, e soltaram-no. Alguns que ali se encontravam disseram-lhes: «Que fazeis, soltando o jumentinho?» Responderam-lhes como Jesus havia dito e eles deixaram-nos ir. Levaram o jumentinho a Jesus, lançaram-lhe por cima as suas capas e Jesus montou nele. Muitos estenderam as suas capas pelo caminho; outros, ramos de verdura que tinham  cortado nos campos. E tanto os que iam à frente como os que iam atrás gritavam:  HOSANA! BENDITO SEJA O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! BENDITO O REINO DO NOSSO PAI DAVID QUE ESTÁ A CHEGAR. HOSANA NAS ALTURAS! Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no templo e, depois de ter examinado tudo quanto O rodeava, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze.
     
     
    A figueira estérilNa manhã seguinte, ao saírem de Betânia, Jesus sentiu fome. Vendo ao longe uma figueira com folhas, foi ver se nela encontraria alguma coisa, mas, ao chegar ao pé dela, não encontrou senão folhas, pois não era tempo de figos. Disse então: «Nunca mais alguém coma fruto de ti». E os discípulos ouviram isto.
     
     
    Expulsão dos vendilhões – Chegaram a Jerusalém, e, entrando no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derrubou as mesas dos cambistas e os bancos dos vendedores de pombas, e não permitia que se transportasse qualquer objecto através do templo. E ensinava-os dizendo: «Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos? Mas vós fizestes dela um  covil de ladrões» Os príncipes dos sacerdotes e os escribas ouviram isto e procuravam maneira de O perder, mas temiam-n’O, pois toda a multidão estava maravilhada com os Seus ensinamentos. Quando se fez tarde, saíram para fora da cidade».
     
     
    A figueira seca; Fé e oração – Ao passarem, na manhã seguinte, viram a figueira seca até às raízes. Pedro, recordando-se, disse a Jesus: «Olha, Rabbi a figueira que amaldiçoaste secou!» Jesus disse-lhes: «Tende fé em Deus. Em verdade vos digo: Se alguém disser a este monte: Tira-te daí e lança-te ao mar, e não vacilar em seu coração, mas acreditar que o que diz se vai realizar, tudo o que disser será feito. Por isso, vos digo: Tudo quanto pedirdes, orando, crede que o recebereis e o obtereis. Quando vos puserdes de pé para orar, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe primeiro, para que o vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe também os vossos pecados. Porque, se não perdoardes, também o vosso Pai que está nos céus não perdoará as vossas ofensas».


    A autoridade de Jesus -  Regressaram a Jerusalém, e, andando Jesus pelo templo, os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os anciãos aproximaram-se d’Ele e perguntaram-Lhe: «Com que autoridade fazes estas coisas? Quem Te deu autoridade para as fazeresJesus respondeu: «Também eu vos farei uma pergunta: respondei-Me e dir-vos-ei então com que autoridade faço estas coisas. O baptismo de João era do Céu ou dos homens? Respondei-Me». Começaram a discorrer entre si, dizendo: «Se dissermos: do Céu dirá; Porque não acreditastes então nele? Se, porém, dissermos: dos homens, tememos o povo». Porque todos consideravam João um verdadeiro profeta. por fim, responderam: «Não sabemos» E Jesus retorquiu: «Nem Eu vos digo com que autoridade faço estas coisas».

     

    (continua em 18/12)

    Transcrição de António Fonseca

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