OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

domingo, 18 de dezembro de 2011

Nº 1137-1 - (352) - 18 DE DEZEMBRO DE 2011 - Desculpem, por favor...

Hoje detectei novo erro de contagem dos blogs relativamente ao corrente ano, na sua numeração total diária, desde 7 de Novembro de 2008.
Verifiquei mais uma vez, que a nível de Matemática ... sou um NABO (!), pois se comecei com o Blogue em 2008 (ano de 366 dias), mas apenas o fiz a partir de 7 de Novembro, quer dizer que nesse ano decorreram 55 dias; juntando 365 dias de 2099, mais 365 dias de 2010 e mais 365 dias em 2011 (ou melhor... até hoje dia 18, escrevi o blogue nº 1137 (o que corresponde exatamente ao que coloquei, nesta data) - isto no que respeita ao nº de blogues, pois que no que se refere ao dia do corrente ano, é o Nº 352 e não o 351- ou seja faltam 13 números para chegar ao 365 em 31 do corrente mês).
Espero que os meus leitores mais atentos, que eventualmente tenham reparado, compreenderão que de facto, o erro que, embora possivelmente não seja muito importante, existiu e a culpa é apenas minha, apesar de não o ter feito com intenções de prejudicar algo ou alguém.
Trata-se somente agora de colocar as coisas em "su verdadeiro sitio" - nada mais.
Quanto ao futuro, a Deus pertence, mas vou fazer os possíveis para que este erro de palmatória, não se torne a repetir  no próximo ano de 2012.



Para terminar esta "dissertação..." - que não tem ponta por onde se lhe pegue - em virtude da sua ínfima importância, quero desejar a todos os leitores, e, apesar da CRISE porque atualmente todos nós estamos passando - sem culpa nenhuma, diga-se de passagem... - que tenham um Feliz Natal cheio de Saúde, Paz e Amor e que o Menino Jesus nos proteja de todo o Mal que nos rodeia.



BOAS FESTAS



e  GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS DE BOA VONTADE





 
António Fonseca

Post colocado em 18/12-2011  -  20,50 horas

TELEFONE DA ESPERANÇA PORTUGAL; LEITURA ORANTE - 18-12-11

TELEFONE DA ESPERANÇA PORTUGAL


Mensagem de Natal

Posted: 17 Dec 2011 01:59 PM PST

Eis-nos chegados ao final de mais um ano, em que crescemos, servimos, e fizemos novos amigos. O sentimento é de gratidão por tudo o que de maravilhoso nos foi dado viver. Um obrigado muito especial a cada um dos voluntários que dedicou o seu tempo, o seu saber e o seu entusiasmo à nossa missão comum: levar paz e esperança aos corações de quem nos pede ajuda, e fornecer ferramentas de vida e de

========================================

LEITURA ORANTE


Lc 1,26-38 - O maior Anúncio

Posted: 17 Dec 2011 06:01 PM PST

Em união com todos que se encontram neste ambiente virtual, iniciamos nossa Leitura Orante do Advento,
com a
Canção do Advento
Ó vem, Senhor, não tardes mais!
Vem saciar nossa sede de Paz!
1. Ó vem, como chega a brisa do vento,
Trazendo aos pobres justiça e bom tempo!
2. Ó vem, como chega a chuva no chão
Trazendo fartura de vida e de pão!
3. Ó vem, como chega a luz que faltou
Só tua palavra nos salva Senhor!
4. Ó vem, como chega a carta querida
Bendito carteiro do Reino da Vida!
5. Ó vem, como chega o filho esperado
Caminha conosco Jesus Bem amado!
6. Ó vem, como chega o Libertador
Das mãos do inimigo nos salva Senhor
Veja a melodia desta canção ao lado.

1. Leitura (Verdade)
- O que a Palavra diz?

Leio com toda atenção, na minha Bíblia, o texto do Evangelho: Lc 1,26-38.

Quando Isabel estava no sexto mês de gravidez, Deus enviou o anjo Gabriel a uma cidade da Galileia chamada Nazaré. O anjo levava uma mensagem para uma virgem que tinha casamento contratado com um homem chamado José, descendente do rei Davi. Ela se chamava Maria. O anjo veio e disse:

- Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você.

Porém Maria, quando ouviu o que o anjo disse, ficou sem saber o que pensar. E, admirada, ficou pensando no que ele queria dizer. Então o anjo continuou:

- Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus. Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará.

Então Maria disse para o anjo:

- Isso não é possível, pois eu sou virgem!

O anjo respondeu:

- O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Deus Altíssimo a envolverá com a sua sombra. Por isso o menino será chamado de santo e Filho de Deus. Fique sabendo que a sua parenta Isabel está grávida, mesmo sendo tão idosa. Diziam que ela não podia ter filhos, no entanto agora ela já está no sexto mês de gravidez. Porque para Deus nada é impossível.

Maria respondeu:
- Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer!
E o anjo foi embora.

O lugar onde acontece este fato é uma pequena aldeia da Galileia: Nazaré. A pessoa a quem Deus envia seu mensageiro é uma jovem como as outras de seu tempo: Maria. Fica preocupada e pede explicações. Por isso, fica sabendo que o que lhe acontecerá é obra do Espírito Santo e que o Menino do qual será Mãe é o próprio Filho de Deus. Sabendo que a Deus nada é impossível, com fé, faz seu ato de disponibilidade ao Projeto de Deus: “Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer!” Aprendo com Maria a buscar perceber os sinais de Deus, a dialogar com Deus, a ouvi-lo, a discernir a vontade de Deus e a dizer “sim”.
2. Meditação(Caminho)

- O que a Palavra diz para mim?

Como acolho os “anúncios” de Deus na minha vida? Muitas vezes o anúncio é para uma mudança de vida, outras é o imprevisto que me faz trocar meus projetos, outras vezes um problema de saúde, no trabalho, em família. Respondo com fé e disponibilidade?

O anúncio de Nazaré continua hoje, de muitas formas e através de muitas pessoas. Os bispos nos ajudam nesta reflexão: “A Virgem de Nazaré teve uma missão única na história da salvação, concebendo, educando e acompanhando seu filho até seu sacrifício definitivo. Desde a cruz Jesus Cristo confiou a seus discípulos, representados por João, o dom da maternidade de Maria, que nasce diretamente da hora pascal de Cristo: “E desse momento em diante, o discípulo a recebeu em sua casa” (Jo 19,27). Perseverando junto aos apóstolos à espera do Espírito (cf. At 1,13-14), ela cooperou com o nascimento da Igreja missionária, imprimindo-lhe um selo mariano que a identifica profundamente. Como mãe de tantos, fortalece os vínculos fraternos entre todos, estimula a reconciliação e o perdão e ajuda os discípulos de Jesus Cristo a experimentarem como uma família, a família de Deus. Em Maria, encontramo-nos com Cristo, com o Pai e com o Espírito Santo, assim como com os irmãos.”( DAp 267).

3. Oração (Vida)
- O que a Palavra me leva a dizer a Deus?
Acendemos a 4ª vela do Advento, cantando, conforme melodia ao lado.
Refrão:
Meus irmãos, penitência e oração !
Arrumemos nossa casa co'alegria !
Logo a ela, o Senhor vai chegar,
Pelo ventre imaculado de Maria !
4º domingo:Acendemos hoje a última vela,
Pois tão logo o Emanuel vai chegar.
Com Maria, todos juntos, na espera,
"Deus-Conosco", pro seu Reino implantar!
Posso também cantar, com o Padre Zezinho, a canção que é uma oração a Maria,

Maria de Nazaré

Maria de Nazaré, Maria me cativou

Fez mais forte a minha fé

E por filho me adotou

As vezes eu paro e fico a pensar

E sem perceber, me vejo a rezar

E meu coração se põe a cantar

Pra Vigem de Nazaré

Menina que Deus amou e escolheu

Pra mãe de Jesus, o Filho de Deus

Maria que o povo inteiro elegeu

Senhora e Mãe do Céu

Ave Maria, Ave Maria, Ave Maria, Mãe de Jesus!

Maria que eu quero bem, Maria do puro amor

Igual a você, ninguém

Mãe pura do meu Senhor

Em cada mulher que a terra criou

Um traço de Deus Maria deixou

Um sonho de Mãe Maria plantou

Pro mundo encontrar a paz

Maria que fez o Cristo falar

Maria que fez Jesus caminhar

Maria que só viveu pra seu Deus

Maria do povo meu

4. Contemplação(Vida/ Missão)
- Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?
Quero hoje perceber melhor os anúncios de Deus e com fé e disponibilidade vou dar minha resposta.

Bênção
A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar,
a bênção do Filho, nascido de Maria,
a bênção do Espírito Santo de amor,
que cuida com carinho,
qual mãe cuida da gente,
esteja sobre todos nós. Amém!
Obs.: Se você quiser receber o Evangelho do Dia, acesse o seguinte endereço e preencha o formulário de
cadastro - http://www.paulinas.org.br/loja/CentralUsuarioLogin.aspx
- Faça individualmente e partilhe com sua família, com seu grupo ou comunidade, o
Retiro de Advento e Natal. Veja em
http://bit.ly/edmxz1
- Ou a Novena de Natal que pode ser encontrada emhttp://bit.ly/pcKxAb
Ir. Patrícia Silva, fsp/

00000000000000000000000===========================00000000000000000000000

Posts colocados neste blogue, por

ANTÓNIO FONSECA – 18-12-11 -  15,35 H

Nº 1137-2 - A RELIGIÃO DE JESUS - 4º DOMINGO DO ADVENTO - 18 DE DEZEMBRO DE 2011

Nº 1137-2

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

18 DE DEZEMBRO DE 2011

4º DOMINGO DO ADVENTO

Lc 1, 26-38

Anúncio do Nascimento de Jesus – Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David, e o nome da virgem era Maria. Ao entrar em casa dela, o anjo disse-lhe: «Salve, ó cheia de graça, o senhor está contigo». Ao ouvir estas palavras, ela perturbou-se e inquiria de si própria o que significava tal saudação. Disse-lhe o anjo: «Não tenhas receio Maria, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Será grande e chamar-Se-à Filho do Altíssimo. O Senhor Deus dar-Lhe-á o trono de Seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o Seu reinado não terá fim». Maria disse ao anjo: «Como será isso, se eu não conheço homem?» O anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre tio a Sua sombra. por isso mesmo que o santo que vai nascer há-de chamar-Se Filho de Deus. Também a tua parente Isabel concebeu um  filho na sua velhice e está já no sexto mês, ela, a quem chamavam, estéril, porque nada é impossível a Deus». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra». E o anjo retirou-se de junto dela.

1. O local: o que aqui se conta, tão transcendental para a humanidade, sucede na Galileia, a região dos que em Israel eram tidos por serem ignorantes, impuros, com os quais não se deviam relacionar (M. Pérez Fernández). Era famoso o ditado de Yojanán ben Zakkai: «Galileia, Galileia, tu odeias a Toráh”. Num povo perdido, de um local assim, acontece um facto extremo, a que se refere São Paulo, quando afirma que Deus se despojou de seu posto, esvaziou-se a si próprio, e assumiu a forma e presença de um escravo (Fil 2, 6-7). Deus já não é como o representaram tantas gerações durante séculos e séculos. Deus se coloca no último lugar. Para começar, com  seu próprio exemplo, para nos dizer que é verdade isso de que os primeiros têm que ir em último lugar. Acabaram-se todos os motivos de orgulhos, títulos, homenagens e privilégios.

2. A pessoa: central no relato é Maria uma mulher desconhecida e humilde, de que se diz que era “virgem”, uma palavra que, no judaísmo daquele tempo, designava uma rapariga, desde a sua puberdade até ser mulher. O relato de Lucas quer destacar que o facto prodigioso, que sucedeu em Maria, é muito mais importante que o da sua parente Isabel. O texto não fala da virgindade biológica de Maria, mas sim da sua fidelidade total a Deus.

3. A mensagem: de Maria vai nascer o Messias que Israel esperava. E muito mais do que esperava. Este texto foi escrito quando já se tinha consciência do que disse São Paulo em (Rom 1, 3-4): o filho de David foi constituído “por sua ressurreição”, Senhor e Filho de Deus. Ainda que Lucas conhecesse este texto de Paulo, o que diz o texto era já conhecido na Igreja. E por isso se aplica aqui já ao menino que Maria levou nas suas entranhas durante nove meses.

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««

0000000000000000000000000000000000000000000000000000000

=======================================================

Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opiniãoe não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento, No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos do Evangelho de S. Marcos, - pela ordem com que são apresentados - para que, quem eventualmente esteja interessado possa seguir os factos relatados pelo Evangelista. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF.

Nº 1137-1 - (352) - 18 DE DEZEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

Nº 1137
Tero_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_t
#####################################
img06658-prespio_thumb_thumb

EXPECTAÇÃO DO PARTO DE NOSSA SENHORA (ou
NOSSA SENHORA DO Ó
La Expectación del Parto
La Expectación del Parto
Festa católica de origem claramente espanhola, é a festa de hoje, conhecida na liturgia com o nome de «Expectação do parto de Nossa Senhora», e entre o povo com o título de «Nossa Senhora do Ó». Os dois nomes encerram o mesmo significado e objeto: os anelos santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido. Anelos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos. A Expectação do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogénito; é o desejo inspirado e sobrenatural da «bendita entre as mulheres», que foi escolhida para Mãe Virgem do Redentor dos homens, para corredentora da humanidade. Ao esperar o seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afectivos duma mãe vulgar e eleva-se ao plano universal da economia divina da salvação do mundo. O Filho que vai nascer traz uma missão de catolicidade salvadora. Não vem simplesmente para sorrir e para beijar a mãe, mas para resgatar com o seu sangue o povo. Os sentimentos da Virgem Maria, nestes dias que precedem o nascimento de Jesus, não são egoístas, tendem somente para Deus, que será agora dignamente glorificado, e olham para todos os homens, que vão sair da escravidão para entrar na categoria de filhos, de nobres e livres, no Reino de Deus. As antífonas maiores que põe a Igreja nos lábios dos seus sacerdotes desde hoje até à véspera de Natal começam sempre pela interjeição exclamativa Ó, como expoente altíssimo do fervor e ardentes desejos da Igreja, que suspira pela vinda pronta de Jesus, inspiraram ao povo espanhol a formosa invocação de «Nossa Senhora do Ó». Nossa Senhora como centro dos desejos dos antigos justos de Israel e dos fieis cristãos de hoje, que, à uma e em afetuosa comoção, anelam pela aparição do Messias. É ideia grande e inspirada: a Mãe de Deus, a Virgem Imaculada posta  à frente da imensa caravana da humanidade, peregrina pelo deserto da vida, que levanta os braços suplicantes e abre o coração enternecido, para pedir ao céu que lhe envie o Justo, o redentor.
«Ó Sabedoria… vinde ensinar-nos o caminho da salvação». «Ó Chefe da Casa de Israel… vinde resgatar-nos com o poder do vosso braço». «Ó rebento da Raiz de Jessé… vinde libertar-nos, não tardeis mais». «Ó Chave da Casa de David… vinde libertar os que vivem nas trevas e nas sombras da morte». «Ó Sol Nascente, esplendor da luz eterna e sol de justiça, vinde iluminar os que vivem nas trevas e na sombra da morte». «Ò rei das nações e Pedra angular da Igreja, vinde salvar o homem que formastes do pó da terra». «Ó Emanuel…, vinde salvar-nos, Senhor Nosso Deus».
A festa de Nossa Senhora do Ó foi instituída no século VI pelo décimo concílio de Toledo, ilustre nos fastos da história pela dolorosa, humilde, edificante e pública confissão de Potâmio, bispo bracarense, pela leitura do testamento do ínclito S. Martinho de Dume, e pela presença simultânea de três santos naturais de Espanha; Santo Eugénio III de Toledo, S. Frutuoso de Braga e o então abade agaliense Santo Ildefonso. Primeiro comemorava-se hoje a Anunciação de Nossa Senhora e Encarnação do Verbo. Santo Ildefonso estabeleceu-a definitivamente e deu-lhe o título de Expectação do parto. Assim ficou sendo na Hispânia e passou a muitas Igrejas da França, etc., Ainda hoje é celebrada na Arquidiocese de Braga. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
SÃO FLÁVIO (ou FLAVITO) 
(fins século VI)
Flabio, Santo
Flávio, Santo
Feito prisioneiro por ocasião da invasão lombarda de 568, Flávio foi levado da Itália para as Gálias e vendido como escravo em Champagne O patrão, chamado Montano, pagou trinta soldos por ele, ou seja, o preço dum cavalo nesse tempo. Colocou-o na sua propriedade de Marcilly-le-Hayer, perto de Troyes, casou-o com uma escrava chamada Apónia e nomeou-o seu administrador. Flávio caiu por duas vezes no desagrado do patrão, mas de ambas recuperou as suas boas graças. Da primeira vez, foi acusado pela mulher de Montano de ter pretendido seduzi-la. Tratava-se de mera vingança e calúnia: o virtuoso administrador, tal como outrora José em casa de Putífar, limitara-se a resistir às arremetidas dessa esposa pouco virtuosa. Doutra vez, Montano foi prevenido de que Flávio lhe delapidava os bens e planeava a sua ruína; afinal veio a verificar-se que, apesar das esmolas que dava, o administrador tinha duplicado os bens do patrão. Este acabou por lhe dar a liberdade a Flávio e a sua mulher, que daí em diante se puderam consagrar inteiramente a Deus, Das mãos de S. Lopo, bispo de Sens, recebeu ela o véu de religiosa e ele, até poder ser ordenado sacerdote, o hábito dos eremitas. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
90648 > San Flavito Eremita 18 dicembre
SÃO GACIANO (ou GRACIANO)
Bispo (século IV)
Gaciano é considerado fundador da Igreja de Tours, França, e seu primeiro bispo. Pretendeu-se outrora que ele era um dos pastores que, avisados por um anjo do nascimento do Salvador, foram adorar Jesus no presépio de Belém. É preferível colocar a sua existência no século IV e a sua vinda para a região Turonense algumas dezenas de anos antes de S. Martinho. Quando este chegou a Tours, tinham-se quase desvanecido os vestígios do apostolado do seu predecessor, diz Sulpício Severo, pois « quase ninguém lá conhecia sequer o nome de Cristo». O de Gaciano eram, no entanto, lembrado: dizia-se que fora ele o primeiro a pregar lá o Evangelho e aí acabara a vida. Sulpício Severo acrescenta que Deus revelou a S. Martinho o local onde se encontrava o seu corpo e que, daí em diante , quando o grande apóstolo se dirigia a Tours, nunca deixava de se ir prostrar sobre o túmulo de S. Gaciano. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
82050 > San Graziano (Gaziano) di Tours Vescovo 18 dicembre MR
• Júlia Nemésia Valle, Beata
Dezembro 18 Virgem e Formadora de Jovens,
Julia Nemesia Valle, Beata
Julia Nemésia Valle, Beata
Martirológio Romano: Em Borgari, perto de Turim, em Itália, beata Nemesia (Julia) Valle, virgem do Instituto das Irmãs da Caridade, que se dedicou de modo extraordinário à formação e direção dos jovens segundo o Evangelho, correndo pelo caminho dos mandamentos do Senhor por amor ao próximo (1916).  Julia, es el nombre que sus padres, Anselmo Valle y María Cristina Dalbar, eligen para ella. Nació en Aosta el 26 de junio de 1847, en el mismo día es bautizada en la antigua iglesia de San Orso. Los primeros años de su vida transcurren en la serenidad de una familia que se alegra por el nacimiento de un nuevo hijo, Vicente, y donde el trabajo de la mamá que administra un negocio de modista y del papá que desempeña una intensa actividad comercial, aseguran un cierto bienestar. Su mamá muere cuando Julia tiene, tan sólo, cuatro años. Los dos huérfanos son confiados al cuidado de los parientes paternos, primero en Aosta, después a sus parientes maternos en Donnas. Aquí encuentran un ambiente sereno, la escuela, el catecismo y la preparación a los sacramentos se hace en casa, bajo la guía de un sacerdote, amigo de la familia. Cuando Julia tiene once años, para completar su instrucción, es enviada a Francia, a Besançon, a un pensionado perteneciente a las Hermanas de la Caridad. La separación de la familia es un nuevo dolor para ella, una nueva experiencia de soledad que la orienta hacia una profunda amistad con “el Señor que tiene a su lado a su mamá”. En Besançon aprende bien la lengua francesa, enriquece su cultura, llega a ser habilidosa en los trabajos femeninos, madura una delicada bondad que la hace amable y atenta hacia los otros. Después de cinco años, Julia regresa a su tierra, pero no encuentra más su casa en Donnas. Su padre, se ha vuelto a casar, y se ha transferido a Pont Saint Martín. Encuentra una situación familiar tensa, donde la convivencia no es fácil. Su hermano Vicente no soporta: se va de la casa y no se sabrá nada más de él … Julia se queda y en su soledad nace el deseo de buscar aquello que la familia no le puede dar, a comprender aquellos que viven la misma experiencia de dolor, a encontrar gestos que expresen amistad, comprensión, bondad para todos. En este periodo, en Pont Saint Martín se habían establecido las Hermanas de la Caridad. Julia encuentra allí su maestra de Besançon; las hijas de santa Juana Antida Thouret, la ayudan, la animan. Observa el estilo de vida donado a Dios y a los otros y decide ser una de ellas. Cuando su padre le presenta la propuesta de un buen matrimonio, Julia no vacila: ha decidido que su vida será toda donada a Dios: desea solamente ser Hermana de la Caridad. El 8 de septiembre de 1866 su padre la acompaña a Vercelli, en el Monasterio de Santa Margarita donde las Hermanas de la Caridad tienen su noviciado. Comienza una vida nueva en la paz, en la alegría, mas allá de las lagrimas por una separación no fácil. Se trata de entrar en una relación más profunda con Dios, de conocerse a sí misma y la misión de la comunidad, para ser disponible a andar donde Dios la llame. Julia entra con alegría en este camino de noviciado. Cada día descubre aquello que debe perder o conquistar: “Jesús despójame de mi misma y, revísteme de Vos. Jesús por ti vivo, por ti muero…” es la oración que la acompaña y la acompañará a lo largo de su vida. Al fin del noviciado, con el habito religioso recibe un nombre nuevo: Hermana Nemesia. Es el nombre de una mártir de los primeros siglos. Está contenta y del nombre hace su programa de vida: testimoniar su amor a Jesús hasta las últimas consecuencias, a cualquier precio, para siempre. Es enviada a Tortona, al Instituto de san Vicente. Encuentra una escuela primaria, cursos de cultura, un pensionado, un orfanato. Enseña en la escuela primaria y en los cursos superiores la lengua francesa. Es el terreno adapto para sembrar bondad. La Hermana Nemesia está presente donde hay un trabajo humilde para desarrollar, un sufrimiento para aliviar, donde un disgusto impide relaciones serenas, donde la fatiga, el dolor, la pobreza limitan la vida. Muy pronto una voz se difunde dentro del instituto y en la ciudad: “¡Oh, qué corazón el de la Hermana Nemesia!” Cada uno está convencido de tener un lugar particular en su corazón, que parece no tener limite: hermanas, huérfanos, alumnos, familias, pobres, sacerdotes del vecino seminario, soldados de la gran casa de Tortona recurren a ella, la buscan como si fuera la única hermana presente en la casa. Cuando a los cuarenta años es nombrada superiora de la comunidad, la Hna.. Nemesia queda desconcertada, mas un pensamiento le da coraje: ser superiora significa “servir”, por consiguiente podrá darse sin medida y, humildemente, enfrenta la subida. Las líneas de su programa son trazadas: “Enfrentar el paso, sin volver atrás, fijando una única meta: ¡Sólo Dios! “A Él la gloria, a los otros la alegría, a mí el precio a pagar, sufrir mas jamás hacer sufrir. Seré severa conmigo misma y toda caridad con las hermanas: el amor que se dona es la única cosa que permanece.” Su caridad no tiene limites. En Tortona la llaman “nuestro ángel” La mañana del 10 de mayo de 1903, las huérfanas y las pupilas encuentran un mensaje de la Hna.. Nemesia para ellas: “Me voy contenta, las confío a la Virgen…Las seguiré en cada momento del día.” Parte a las 4 de la mañana, después de 36 años… En Borgaro, pequeño pueblito cerca de Turín, existe un grupo de jóvenes que espera ser acompañado por un nuevo camino, hacia la donación total a Dios en el servicio a los pobres… Son las novicias de la nueva provincia de las Hermanas de la Caridad… El método de formación usado por la Hna.. Nemesia es siempre el mismo: el de la bondad, de la comprensión que educa a la renuncia más por amor, de la paciencia que sabe esperar y encontrar el camino justo que conviene a cada una. Sus novicias la recuerdan: “Nos conocía a cada una, comprendía nuestras necesidades, nos trataba según nuestra manera de ser, nos pedía aquello que conseguía hacernos amar…” La superiora provincial que tenía un carácter “en perfecta antítesis con el suyo” disentía de este método. Ella aplicaba un método rígido, fuerte, inmediato. Esta forma de ver generaba relevantes contrastes que desembocaban en reproches y humillaciones. La Hna.. Nemesia acogía todo en silencio, sonriendo continuaba su camino, sin apuro, sin dejar sus responsabilidades: “De estación en estación, recorremos nuestro camino en el desierto…y si el desierto es sordo Aquel que te ha creado siempre escucha…” A lo largo de su camino la Hna. Nemesia se acerca al final. Han pasado trece años de su llegada a Borgaro. Cerca de quinientas hermanas aprendieron con ella a caminar los senderos de Dios. Ha donado todo: ahora el Señor le pide también de “dejar” a otras “su noviciado”. La oración que ha hecho suya desde el inicio: “Jesús despójame de mi misma, revísteme de Vos” la acompaña a lo largo de toda la vida. Ahora puede decir “no soy más para ninguno”. El despojo es total. Es la última ofrenda de una vida donada totalmente por amor. El 18 diciembre de 1916 la Hna. Nemesia muere. Fue beatificada por Juan Pablo II el 25 de abril de 2004. Reproducido con autorización de Vatican.va
92023 > Beata Nemesia (Giulia) Valle 18 dicembre MR
• Malaquias, Santo
Dezembro 18 Profeta Antigo Testamento,
Malaquías, Santo
Malaquias, Santo
Oriundo de Sofa, na Palestina, viveu no século V antes de Cristo. Pertenceu à tribo de Zabulão e foi o último dos doze profetas menores. Desenvolveu sua atividade entre os anos 450 e 455 antes de Cristo, depois do desterro de Babilónia, anunciou o grande dia do Senhor e sua vinda no templo, e a oblação pura que sempre e em todo lugar se lhe ofereceria.  Os Padres da Igreja veem nas profecias de Malaquias o pré-anúncio do sacrifício da missa e a chegada do precursor de Jesús: “Eis aqui que eu envio a meu mensageiro para que prepare o caminho diante de mim”.
91570 > San Malachia Profeta 18 dicembre MR
Áudio da RadioVaticana:

• Miguel Syncelle, Santo
Dezembro 18 Monge,
Etimologicamente significa “ ¿quem como Deus?”.Vem da língua hebraica. Pedro disse: “ Buscai a constância, o amor fraterno, a caridade. Estas coisas darão fruto em vós para compreender melhor a Nosso Senhor Jesus Cristo”. Era originário de Jerusalém. Fez seus estudos superiores, mas aos 25 anos, foi para um mosteiro, o de são Sabas. Nele pôs manifestamente sua grande caridade que o animava por todas as forças de sua vida a ser um monge exemplar. Sua defesa da caridade, da verdade e da penitência o converteram numa pessoa digna de atenção para tudo o que observava noite e dia. Quando o patriarca, soube, chamou-o para o seu lado para o fazer seu secretário. Como consequência do proselitismo reinante entre os monges que haviam chegado de Jerusalém, o enviaram a Roma com o fim de que mantivesse a unidade da fé comum tanto a Oriente como a Ocidente, ameaçada pelo excessivo número de monges latinos. Voltou a Constantinopla, mas desta vez foi preso pelo imperador. Era o imperador iconoclasta Leão I, o Arménio. Ficou encerrado durante sete anos num calabouço sem luz, com os pés atados. Foi libertado à morte do imperador. Quando se sentiu libre, foi para o seu mosteiro de Chora (atualmente Kahrié-Djami), onde terminou seus dias no ano 846. ¡Felicidades a quem leve este nome! “A conversação é a imagem do espírito. Segundo é o homem, assim é seu espírito” (Siro).
• Modesto, Santo
Dezembro 18 Restaurador de Jerusalém,
Áudio da RadioRai:
Etimologicamente significa “ o que observa a justa medida, o que mantém os limites do justo”. Vem da língua latina. Há pessoas que passam à história por distintos motivos. Hoje nos encontramos ante um homem que tentou reconstruir os Santos Lugares de Jerusalém na base de esforço e constância. Tudo ficou en ruinas quando o rei persa Cosroes entrou e não deixou pedra sobre pedra em tudo o que tivesse sabor ou ressonância a cristão. Modesto, homem providencial, era o superior de um dos conventos assentes em Jerusalém. Pôs em xeque a todos os monges para que procurassem tudo o que havia restado da barbárie para o reconstruir á base de paciência e resolução. As pessoas ajudaram com seu esforço nesta ingente labor. Inclusive desde longe, o próprio arcebispo de Alexandria, no Egito, lhe mandou alimento, trabalhadores e gado para o trabalho. Quando caiu derrotado o rei persa, Heráclito, imperador de Constantinopla, prestou-lhe também sua ajuda inestimável. O próprio imperador, após a morte do arcebispo Zacarias, nomeou-o a com este cargo pastoral. Este cargo deu-lhe asas para voar pelo céu limpo que sempre havia sonhado. Foi então quando se entregou em pleno à reconstrução de cada templo e de todos os lugares – por insignificantes que fossem – de tudo o que havia sido destruído pelos bárbaros infiéis. Havia gente que lhe tinha inveja pelo que fazia. Aguardavam o momento para lhe dar morte. E teve que ser por meio de veneno. Morreu no ano 634. Foi o restaurador de Jerusalém. ¡Feliz dia aos Modestos/as!
• RuFo e Zósimo, Santos
Dezembro 18 Mártires,
São Policarpo, em sua famosa carta aos filipenses, escreveu: “Vos exorto, pois, a todos a obedecer e a exercitar sua paciência, a que viram com seus próprios olhos, não só nos beatos Ignacio, Rufo e Zósimo, mas também em outros cidadãos seus, no mesmo Paulo e nos outros apóstolos. Estejam seguros que nenhum deles correu em vão, mas na fé e na justiça, e que eles estão com o Senhor, no lugar que lhes correspondia pelos sofrimentos que suportaram. Porque ellos no amaron el siglo presente, sino a quien murió por nosotros y que por nosotros fue resucitado por Dios” Filipos era una famosa ciudad de Macedonia, en los límites con Tracia, y su nombre le venía de Filipo II, padre de Alejandro Magno. La composición étnica de la comunidad cristiana era prevalentemente de ex?paganos, mientras los provenientes del judaísmo eran minoría. El cristianismo les había sido llevado a los filipenses por el mismo San Pablo: era la primera comunidad fundada por él en tierra europea, y tal vez por esto él tenía un particular afecto a la comunidad de los filipenses, como lo demuestran varias expresiones de la carta que San Pablo les escribió desde su cautiverio romano, o más probablemente desde el cautiverio de Efeso. Policarpo, al citar a San Pablo, estaba seguro de tocar el corazón de esos cristianos, como ya lo había hecho también al citar a ese otro campeón que fue San Ignacio de Antioquía, que se presentó a los filipenses encadenado durante su paso, camino hacia Roma, en donde –según su deseo—seria “trigo de Cristo triturado por los dientes de las fieras”. Precisamente en compañía de San Ignacio y de San Pablo son citados San Rufo y San Zósimo. De ellos el Martirologio Romano refiere, con un juicio que depende del historiador San Abdón, que ellos “fueron del número de esos discípulos que fundaron la primitiva Iglesia entre los judíos y los griegos”. Pero la noticia no parece lo suficientemente confirmada. En una lista de discípulos del Señor festejados por la Iglesia bizantina se encuentra, efectivamente, un Rufo que tal vez se identifica con el personaje homónimo citado por el Evangelio de Marcos y por la carta de San Pablo a los Romanos, pero probablemente no se trata del santo de hoy; y en todo caso no se dice nada de Zósimo.
93857 > Beati 6 Redentori Mercedari  Giacomo de Lara, Ludovico Gascò, Bernardo de Pratis, Pietro da Barcellona, Pietro de Quesada e Guglielmo de Quadres, sotto il generalato di San Pietro de Amer 18 dicembre
 
82070 > San Flamiano (Flannano) di Killaloe Vescovo 18 dicembre MR


82060 > Santi Namfamone e compagni  Míggine, Sanámis e Lucítas Martiri in Africa 18 dicembre MR
 
82200 > Santi Quinto, Simplício e compagni  Pompinio, Paolo, Aritife, Cresto, Degno, Datulo, Feliciano, Mosé, Rogaziano, Martirio, Orato, Evasio, Vittoria, Privato, Tinno, Salvatore, Sito, Teturo, Vittorico, Celiano, Settimino, Rustico, Bassa, Lucania, Onorato, Saturnino, Ceciliana, Namfamone, Felice, Vincenzo, Aresto, Museo, Siddino, Adiutore - Martiri in Africa 18 dicembre

91528 > San Wunibald di Heidenheim (Vunibaldo) Abate 18 dicembre MR


0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000


  • 000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_
    ===================================
    0000000000000000000000000000000000000000000000
    $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$


    «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»


  • WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
  • EVANGELHO, SEGUNDO S. MARCOS - ANO B – 18 DE DEZEMBRO DE 2011




    Em continuação…)


    MINISTÉRIO DE JESUS EM JERUSALÉM
     
     
    12 – Parábola dos vinhateiros – Jesus pôs-Se a falar-lhes em parábolas: «Um homem plantou uma vinha, cercou-a de uma sebe, cavou nela um lagar e edificou uma torre. Depois arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe. Na altura própria, enviou aos vinhateiros um servo para receber deles parte dos frutos da vinha. Eles, porém, prenderem-no, bateram-lhe e mandaram-no com as mãos vazias. Enviou-lhes novamente, outro servo. Também a este partiram a cabeça e cobriram de vexames. Enviou outro, e a este mataram-no; mandou ainda muitos outros e eles bateram nuns e mataram outros. Restando-lhes ainda alguém, o filho muito amado, enviou-o por último, pensando: “Hão-de respeitar o meu filho”. Mas os vinhateiros disseram uns para os outros: «Este é o herdeiro. Vamos matá-lo e a herança será nossa». E apoderaram-se dele, mataram-no e lançaram-no fora da vinha. Que fará o dono da vinha? Regressará e exterminará os vinhateiros e, depois entregará a vinha a outros. Não lestes, esta passagem da escritura: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Tudo isto é obra do Senhor e é admirável aos nossos olhos? Eles procuraram prendê-Lo. Mas temiam a multidão; tinham percebido perfeitamente que a parábola fora dita para os atingir. Deixando-O, retiraram-se.
     
     
    O tributo a CésarEm seguida enviaram-Lhe alguns fariseus e herodianos, a fim de O apanharem nalguma palavra. Aproximando-se, disseram-Lhe: «Mestre, sabemos que és sincero, que não poupas ninguém, porque não olhas à condição das pessoas, mas ensinas o caminho de Deus, segundo a verdade. Diz-nos: É lícito ou não pagar tributo a César? Devemos pagar ou não?» Jesus, conhecendo-lhes a hipocrisia, respondeu-lhes: «Porque me tentais? Trazei-Me um denário para Eu ver». Trouxeram-Lhe e Ele perguntou: «De quem é esta efigie e a inscrição?» Responderam: «De César». Jesus disse-lhes: «Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus». E ficaram admirados com Ele.
     
     
    A ressurreição dos mortos Vieram, depois, ter com Ele os saduceus, que dizem que não há ressurreição, e interrogaram-n’O: «Mestre, disseram: Moisés prescreveu-nos que, se morrer o irmão de alguém, deixando a mulher e não deixando filhos, seu irmão terá de casar com a viúva para proporcionar descendência ao irmão. Eram sete irmãos, e o primeiro casou e morreu sem deixar filhos. O segundo casou com a viúva e morreu também sem deixar filhos, e o mesmo aconteceu ao terceiro; e todos os sete morreram sem deixar descendência . Finalmente, morreu a mulher. Na ressurreição, de qual deles será ela mulher? Porque os sete a tiveram por mulher». Disse-lhes Jesus: «Não andareis enganados por desconhecerdes as Escrituras e o poder de Deus? Quando ressuscitarem, dentre os mortos, nem casarão, nem, se darão em casamento, mas serão como anjos nos céus. E. acerca da ressurreição dos mortos, não lestes no livro de Moisés, no episódio da sarça, como Deus lhe falou, dizendo: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob?” Não é Deus de mortos mas de vivos. Andais muito enganados».
     
     
    O primeiro mandamento – Aproximou-se d’Ele um escriba que os tinha ouvido discutir, e, vendo que Jesus lhes tinha respondido bem, perguntou-Lhe: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?» Jesus respondeu: «O primeiro é:Ouve Israel: O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor; amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças”. O segundo é este: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. «Não há outro mandamento maior que estes». O escriba disse-Lhe: «Muito bem, Mestre, com razão disseste que Ele é o único e que não existe outro além d’Ele: e que amá-Lo com todo o coração, com todo o entendimento, com todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo vale mais do que todos os holocaustos e todos os sacrifícios». Vendo Jesus que ele respondera sabiamente, disse-lhe: «Não estás longe do Reino de Deus». E, ninguém mais ousava interrogá-Lo.


    O Messias, Filho de David e SenhorEnsinando no templo, Jesus tomou a palavra e perguntou: «Como dizem os escribas que o Messias é filho de David? O próprio David disse, inspirado pelo Espírito Santo: – Disse o Senhor, ao meu Senhor: Senta-te à Minha direita, até que ponha os Teus inimigos debaixo dos Teus pés. – O próprio David chama-Lhe Senhor; como é Ele seu filho?» E a numerosa multidão ouvia-O com agrado.

    Os escribas julgados por JesusContinuando a ensinar, dizia também: «Tomai cuidado com os escribas, que gostam de exibir longas vestes, ser cumprimentados nas praças, de ocupar os primeiros lugares nas sinagogas e nos banquetes; eles devoram, as casas das viúvas a pretexto de longas orações. Estes receberão uma sentença mais severa».

    A oferta da viúva pobreEstando sentado em frente da arca do tesouro, observava como a multidão nela deitava as moedas. Muitos ricos deitavam bastante. Veio, porém, uma pobre viúva e deitou duas moedinhas, isto é, um quadrante. Chamando os discípulos, disse-lhes: «Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram no tesouro; porque todos deitaram do que lhes sobrava, mas ela, da sua pobreza, deitou tudo, quanto possuía, todo o seu sustento».

    (continua em 19/12)

    Transcrição de António Fonseca

    000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]_thumb
    ===================================

    Blogs católicos - 17-12-11

    Guia de Blogs Católicos


    Convido os meus leitores a clicarem nos títulos atrás, – dado que são muitos e podem não interessar a todos.

    António Fonseca

    000000000000000000000000000

    LEITURA ORANTE


    Mt 1,1-17 - Jesus dentro da história

    Posted: 16 Dec 2011 06:01 PM PST

    Com todos que se encontram neste ambiente virtual, iniciamos nossa Leitura Orante do Advento,

    com a

    Canção do Advento

    Ó vem, Senhor, não tardes mais!
    Vem saciar nossa sede de Paz!

    1. Ó vem, como chega a brisa do vento,
    Trazendo aos pobres justiça e bom tempo!

    2. Ó vem, como chega a chuva no chão
    Trazendo fartura de vida e de pão!

    3. Ó vem, como chega a luz que faltou
    Só tua palavra nos salva Senhor!

    4. Ó vem, como chega a carta querida
    Bendito carteiro do Reino da Vida!

    5. Ó vem, como chega o filho esperado
    Caminha conosco Jesus Bem amado!

    6. Ó vem, como chega o Libertador
    Das mãos do inimigo nos salva Senhor

    Veja a melodia desta canção neste blog, ao lado.

    1. Leitura (Verdade)

    O que diz o texto do dia?

    Leio atentamente o texto, na minha Biblia: Mt 1,1-17.

    Esta é a lista dos antepassados de Jesus Cristo, descendente de Davi, que era descendente de Abraão.
    Abraão foi pai de Isaque, Isaque foi pai de Jacó, e Jacó foi pai de Judá e dos seus irmãos. Judá foi pai de Peres e de Zera, e a mãe deles foi Tamar. Peres foi pai de Esrom, que foi pai de Arão. Arão foi pai de Aminadabe, que foi pai de Nasom, que foi pai de Salmom. Salmom foi pai de Boaz, e a mãe de Boaz foi Raabe. Boaz foi pai de Obede, e a mãe de Obede foi Rute. Obede foi pai de Jessé, que foi pai do rei Davi.
    Davi e a mulher que tinha sido esposa de Urias foram os pais de Salomão. Salomão foi pai de Roboão, que foi pai de Abias, que foi pai de Asa. Asa foi pai de Josafá, que foi pai de Jorão, que foi pai de Uzias. Uzias foi pai de Jotão, que foi pai de Acaz, que foi pai de Ezequias. Ezequias foi pai de Manassés, que foi pai de Amom, que foi pai de Josias. Josias foi pai de Jeconias e dos seus irmãos, no tempo em que os israelitas foram levados como prisioneiros para a Babilônia.
    Depois que o povo foi levado para a Babilônia, Jeconias foi pai de Salatiel, que foi pai de Zorobabel. Zorobabel foi pai de Abiúde, que foi pai de Eliaquim, que foi pai de Azor. Azor foi pai de Sadoque, que foi pai de Aquim, que foi pai de Eliúde. Eliúde foi pai de Eleazar, que foi pai de Matã, que foi pai de Jacó. Jacó foi pai de José, marido de Maria, e ela foi a mãe de Jesus, chamado Messias.
    Assim, houve quatorze gerações desde Abraão até Davi, e quatorze, desde Davi até que os israelitas foram levados para a Babilônia. Daí até o nascimento do Messias, também houve quatorze gerações.

    Esta é a genealogia de Jesus ou, sua árvore genealógica. Faz parte também da sua identidade. O objetivo da descrição de Mateus é apresentar Jesus inserido dentro da história humana que, com sua vinda, enviado pelo Pai, se torna história de salvação. Entre tantos nomes, encontramos também pessoas cuja vida não era recomendável, gente não muito justa no trato com os demais. É no meio desta gente que Jesus nasce e vive, como um grande dom do Pai para a salvação de todos.

    2. Meditação (Caminho)
    O que o texto diz para mim, hoje?

    Cabe recordar aqui, as palavras do Papa Bento XVI na abertura da V Conferência dos bispos da América Latina e do Caribe: “Comuniquem por toda parte, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Jesus Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço – seu serviço! – que a Igreja tem que oferecer às pessoas e nações”. (DAp 14).
    3.Oração (Vida)

    O que o texto me leva a dizer a Deus?
    Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo com a canção “Daqui quero iluminar”, Pe. Zezinho:

    Daqui deste sacrário quero iluminar
    quero ver vocês a me levar
    Não tenham medo
    Eu lhes direi o que dizer
    Iluminador eu sou
    Mensageiros e mensageiras
    anjos de um tempo singular
    Quero ver vocês entre o povo
    E levando o meu povo a pensar
    Vivam em contínua conversão
    E não há de lhes faltar poder
    Não há de lhes faltar poder
    Não há de lhes faltar unção.
    CD Cuida bem da Palavra

    4.Contemplação (Vida e Missão)
    Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
    Meu novo olhar é de busca e acolhimento do Dom de Deus para cada instante do meu dia.

    Bênção natalina
    Jesus Menino coloque sobre tua cabeça
    a sua mãozinha e derrame sobre ti
    a sua luz, conforto e alegria.
    Amém!

    (bem-aventurado Alberione)
    Obs.: Se você quiser receber o Evangelho do Dia, acesse o seguinte endereço e preencha o formulário de
    cadastro - http://www.paulinas.org.br/loja/CentralUsuarioLogin.aspx
    - Faça individualmente e partilhe com sua família, com seu grupo ou comunidade, o
    Retiro de Advento e Natal. Veja em
    http://bit.ly/edmxz1
    - Ou a Novena de Natal que pode ser encontrada em
    http://bit.ly/pcKxAb
    Ir. Patrícia Silva, fsp

    000000000000000000000000000000

    Biblia Catolica News


    Link to Bíblia Católica News


    O Papa a jovens: Não tenham medo ao sacrifício, a Igreja confia em vocês

    Posted: 16 Dec 2011 01:13 PM PST

    Vaticano, 16 Dez. 11 / 03:29 pm (ACI/EWTN Noticias)

    Em sua mensagem pela 45ª Jornada Mundial da Paz que será celebrada neste 1 de janeiro de 2012 e que foi divulgada hoje, o Papa Bento XVI fez um especial chamado aos jovens a não desanimar diante das dificuldades, a não ter medo ao sacrifício e a procurar sempre a Deus para viver os ideais do bem e da beleza.

    Na mensagem titulada “Educar os jovens para a justiça e a paz” e dirigindo-se aos jovens, o Papa recordou que “não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor eterno”.

    “Queridos jovens, vós são um dom precioso para a sociedade. Não lhes deixem vencer pelo desânimo ante às dificuldades e não lhes entreguem às falsas soluções, que com freqüência se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas”.

    Seguidamente o Santo Padre exortou a não temer: ” vós sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação. Vivei com confiança a vossa juventude e os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de entusiasmo”.

    “Sabei que vós mesmos servis de exemplo e estímulo para os adultos, e tanto mais o sereis quanto mais vos esforçardes por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejardes um futuro melhor e vos comprometerdes a construí-lo. Cientes das vossas potencialidades, nunca vos fecheis em vós próprios, mas trabalhai por um futuro mais luminoso para todos”.

    O Papa Bento XVI animou os jovens dizendo: “Nunca vos sintais sozinhos! A Igreja confia em vós, acompanha-vos, encoraja-vos e deseja oferecer-vos o que tem de mais precioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus, de encontrar Jesus Cristo – Ele que é a justiça e a paz”.

    A “vós todos, homens e mulheres, que tendes a peito a causa da paz! Esta não é um bem já alcançado mas uma meta, à qual todos e cada um deve aspirar”, alentou o Santo Padre.

    No texto o Pontífice descreveu algumas das características do mundo atual em meio da crise econômica cujas raízes são culturas e antropológicas. “Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia”, assinala.

    “Esta expectativa mostra-se particularmente viva e visível nos jovens; e é por isso que o meu pensamento se volta para eles, considerando o contributo que podem e devem oferecer à sociedade. Queria, pois, revestir a Mensagem para o XLV Dia Mundial da Paz duma perspectiva educativa: “Educar os jovens para a justiça e a paz”, convencido de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo”, afirmou Bento XVI.
    O Papa disse logo que “A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum, a possuírem perspectivas abertas sobre o mundo e olhos capazes de ver “coisas novas”".

    Bento XVI se referiu logo à educação das novas gerações como a “a aventura mais fascinante e difícil da vida”.

    “Educar – na sua etimologia latina educere– significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo”, explicou.

    “Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas autênticas, ou seja, testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho que propõe”.

    O primeiro lugar da educação, recordou, é a família: “Antes de mais nada, a família, já que os pais são os primeiros educadores. A família é célula originária da sociedade. « É na família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos que permitem uma convivência construtiva e pacífica. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro ». Esta é a primeira escola, onde se educa para a justiça e a paz”.

    Ante as ameaças e os desafios atuais que vivem a família, o Papa exorta aos pais a não desanimar-se: “induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas”.

    O Santo Padre também pediu aos educadores embarcar em sua missão respeitando e valorizando “em toda circunstância a dignidade de cada pessoa” e solicitou aos responsáveis políticos a ajudar “concretamente as famílias e instituições educativas a exercer seu direito-dever educar. Nunca deve faltar uma ajuda adequada à maternidade e à paternidade”.

    O Papa recordou também que “os meios de comunicação de massa têm uma função particular: não só informam, mas também formam o espírito dos seus destinatários e, consequentemente, podem concorrer notavelmente para a educação dos jovens”.

    “É importante ter presente a ligação estreitíssima que existe entre educação e comunicação: de fato, a educação realiza-se por meio da comunicação, que influi positiva ou negativamente na formação da pessoa”, afirmou.

    O Papa se referiu logo ao fato de que só na relação com Deus o homem é capaz de entender e viver sua liberdade. “Quando o homem se crê um ser absoluto, que não depende de nada nem de ninguém e pode fazer tudo o que lhe apetece, acaba por contradizer a verdade do seu ser e perder a sua liberdade. De fato, o homem é precisamente o contrário: um ser relacional, que vive em relação com os outros e sobretudo com Deus. A liberdade autêntica não pode jamais ser alcançada, afastando-se d’Ele.”.

    O Pontífice afirmou que “para exercer a sua liberdade, deve superar o horizonte relativista e conhecer a verdade sobre si próprio e a verdade acerca do que é bem e do que é mal. No íntimo da consciência, o homem descobre uma lei que não se impôs a si mesmo, mas à qual deve obedecer e cuja voz o chama a amar e fazer o bem e a fugir do mal, a assumir a responsabilidade do bem cumprido e do mal praticado”.

    “Por isso o exercício da liberdade está intimamente ligado com a lei moral natural, que tem caráter universal, exprime a dignidade de cada pessoa, coloca a base dos seus direitos e deveres fundamentais e, consequentemente, da convivência justa e pacífica entre as pessoas”.

    O Papa explicou logo a importância de educar para a justiça e a paz, dois valores fundamentais para o desenvolvimento humano integral que surgem do amor de Deus e que devem estar sempre presentes na sociedade e nas relações entre as pessoas.

    “Olhemos, pois, o futuro com maior esperança, encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sintamo-nos unidos na responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras, nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras! Apoiado em tal certeza, envio-vos estas reflexões que se fazem apelo: Unamos as nossas forças espirituais, morais e materiais, a fim de « educar os jovens para a justiça e a paz »”, concluiu.

    Posts relacionados:

    00000000000000000000

    Guia de Blogs Católicos