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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Nº 1141-1 - (356) - 22 DE DEZEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

Nº 1141

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SANTA FRANCISCA XAVIER CABRÍNI

Fundadora (1850-1917)

Francisca Javier Cabrini

Francisca Javier Cabrini

 

Uma santa ativa, audaz, sem um desfalecimento, sempre unida a Deus e confiada no Coração de Jesus, alma de cruzado e coração compadecido de todas as desgraças, eis o retrato de Santa Francisca Xavier Cabrini. Mas quem é a santa a quem Pio XII chamou “heroína dos tempos modernos”, “imagem de mulher forte, conquistadora do mundo, com passos audazes e heroicos através do curso da sua vida mortal?” Nasceu em Sant’Angelo de Lódi, na Lombardia, Itália, em 1850. Última dos 13 filhos de Agostinho Cabrini e Estela Oldini, recebeu no baptismo o nome de Maria Francisca, ao qual mais tarde ajuntou o de Xavier, pelo seu amor e veneração ao apóstolo das Índias Pequena, débil e enfermiça, mas duma sólida e generosa piedade, aos 11 anos fez voto de castidade. Seguiu a carreira do magistério  com as religiosas filhas do Sagrado Coração de Jesus, em Arluno, terminando-a aos 18 anos. Sentindo vocação divina, pretendeu entrar para essa Congregação religiosa, mas foi recusada por falta de saúde. Exerceu durante dois anos o cargo de professora primária em Vidardo e durante três dedicou-se na sua terra à instrução religiosa da juventude ao trato dos enfermos e empestados. Aos 23 anos intentou mais uma vez ser religiosa nas Filhas do Sagrado Coração, mas de novo obteve uma negativa. Um pouco desconcertada sobre o seu porvir e diante da insistência dos párocos de Sant’Angelo e de Vidardo e do proprio Bispo de Lódi, trasladou-se para a “Casa da Providência” de Codogno, a fim de a reformar, pois estava em franca decadência. Fez a profissão a 14 de Setembro de 1877, nas mãos do diretor dessa congregação, António Serrati. Foi a sua prova de fogo. Mas dela saiu com o carácter “fortemente temperado” e aí, no meio de grandes contradições e sofrimentos, encontrou as 7 primeiras companheiras da sua futura Obra. Três anos mais tarde, a conselho do bispo de Lódi, abandonou a «Casa da Providência» que, devido às questões das antigas diretoras, foi dissolvida pelas autoridades eclesiásticas. Então, por insinuação do mesmo prelado, fundou uma nova Congregação religiosa. A 10 de Novembro de 1880 alojou-se , com  7 companheiras, num desmantelado Convento franciscano, onde, a 14 de o mesmo mês, deu princípio ao novo Instituto, com a inauguração duma capela em honra do Sagrado Coração de Jesus. A boa sombra se acolhera , pois um mês mais tarde a sua Obra recebia a aprovação episcopal. Francisca contava então 30 anos. Enquanto se dedicava com as companheiras à educação das meninas e à catequização dos rapazes, foi compondo as regras do seu Instituto, obra de prudência sobre-humana, que recebeu aprovação episcopal em 1881 e a definitiva da Santa Sé em 1907. Em 1884, com  7 anos de vida, já contava cinco casas. A 24 de Setembro de 1887 partiu para Roma, contra o parecer de muitos. Na capital do Orbe católico só encontrou dificuldade e portas fechadas. Até o próprio cardeal Vigário respondeu com uma negativa redonda às suas pretensões de fundar ali uma casa. Mas a obra era de Deus e a Madre Cabrini não desanimava. Com um  sorriso e um Deo gratias nos lábios , disse à companheira: «Fique tranquila, Deus, há-de mudar-lhe o coração». Assim sucedeu. Ao apresentar-se de novo ao cardeal Vigário, esperava-a a afabilidade e a condescendência. – “Então, estão dispostas a obedecer?” –perguntou. E ante o gesto afirmativo da Superiora, prosseguiu: – “Pois agora, em vez de fundar uma casa em Roma, haveis de fundar duas: uma escola gratuita para os pobres fora da Porta Pia, e um  asilo infantil ali na Sabina, em Aspra”. A serva de Deus retirou-se jubilosa, pois sentia palpavelmente a proteção celestial. O problema da emigração italiana para a América do Norte preocupava então vivamente o bispo de Placença (ou Piazenza), Mons. Scalabrini. E com fundamento, pois em 1884, só em Nova Iorque moravam 44 300 italianos, que em 1915 subiam a 400 000, e a 485 000 no estado do mesmo nome. Mons. Scalabrini pedia à serva de Deus algumas das suas religiosas para irem socorrer aqueles desamparados. Mas a virtuosa fundadora não se decidia a responder, pois pensava nas Missões do Oriente. No meio destas perplexidades, dirigiu-se a Roma, a consultar Leão XIII. O Papa, depois de a ouvir, concluiu solene e paternal: «Não ao Oriente mas ao Ocidente». E desde esse momento ficou decidida a sua partida para Nova Iorque, a qual se veio a efetuar pela primeira vez em 1889. Quase aos 40 anos de idade, começa aquela série ininterrupta de viagens, realizadas com o entusiasmo e ardor que a faziam escrever, ao sulcar as águas do mar de Caribe, esta frase digna de um novo Alexandre: «O Mundo parece-me muito pequeno e não descansarei até que sobre o meu Instituto o Sol nunca se ponha». Percorreu a América inteira transpondo a cavalo a cordilheira dos Andes, o que demonstra bem a têmpera da sua alma. Por toda a parte era conhecida como a mãe dos emigrados. ia de casa em casa, em pós da ovelha perdida, do enfermo e da criança ignorante. Lutou denodadamente contra a fome, as enfermidades e a própria morte.

Francisca Javier Cabrini

Francisca Javier Cabrini

Em 1912 fez a sua última viagem de Roma a Nova Iorque. Deus dispunha-a já para gozar a recompensa eterna. Umas febres palúdicas contraídas no Brasil deixaram nela profundos sulcos. A Santa fundadora das Missionárias do Sagrado Coração morria placidamente em Illinois, perto de Chicago, a 22 de dezembro de 1917, com 67 anos de idade. Igual era o número das casas que então deixara fundadas, que em 1938 subiam a mais de 100, com cerca de 4 000 religiosas. A fama das suas virtudes e os prodígios por ela operados fizeram que logo após a morte se começasse o processo da sua beatificação , que se veio a realizar em 1938, isto é, 21 anos após a sua morte. E foi canonizada a 7 de Julho de 1946. Ouçamos o santo padre Pio XII, no discurso que em Roma proferiu diante dos peregrinos que assistiram à canonização: «Concentrai o vosso olhar nela mesma; que altura e que elevação e compreensão de pensamentos, que insaciável sede de conquista, que riqueza e ampla generosidade de amor para com todas as necessidades da humanidade… Quê ou quem poderá fazê-la retroceder um passo no caminho empreendido? Audácia e valor, previsão e vigilância, perspicácia e constância tornaram-na firme em qualquer dificuldade… Francisca nem sequer terá medo dos instáveis elementos da natureza. A graça e a vocação divina vencem nela todo o temor e toda a separação. Vede-a atravessar impertérrita 19 vezes o Oceano , costear 2 vezes as praias do Pacifico, 3 as do Atlântico. vede-a a percorrer e sulcar em todos os sentidos os dois hemisférios do globo e atravessar a cordilheira dos Andes. Poderoso foi nela o trabalho da graça, que a fez mais que mulher, e que nos providenciais sucessos da sua ativíssima vida quis recordar e renovar a memória do Apóstolo S. Paulo»… Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt ¿Quieres saber más? Consulta corazones.org

35800 > Santa Francesca Saverio Cabrini Vergine 22 dicembre MR

Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

BEATO GRACIANO

Religioso (1439-1503)

Gracia (Graciano) de Cáttaro, Beato

Gracia (Graciano) de Cáttaro, Beato

Era filho único de dois esposos honrados que viviam na aldeia de Mulla, perto de Kotor (Cattarro), situada numa das mais belas localidades da costa da Dalmácia (Jugoslávia). Ignora-se o seu nome de família. A mãe chamava.-se Bona; o pai, Bento de nome, ganhava a vida como pescador e barqueiro. Ele dedicava-se a serviços de cabotagem no Adriático, quando, aos trinta anos, ouviu um sermão na igreja de S. Cristóvão de Veneza. Acabado o sermão, foi à sacristia encontrar-se com o pregador e, como se se tratasse da coisa mais natural, pediu que o admitissem como irmão converso na sua Ordem. O pedido foi atendido imediatamente. Voltou a Mulla, a fim de vender a choupana que tinha herdado dos pais, a barca e a as redes; algumas semanas depois, entrou no noviciado dos eremitas de Santo Agostinho em Monte Orlone, perto de Pádua.Tinha com o principal ocupação tratar do jardim, mas era também, alfaiate, pedreiro, carpinteiro e sapateiro da comunidade. Dormia numas águas-furtadas, com uma pedra por travesseiro; acrescentava três jejuns por semana aos determinados pela Igreja e pela sua regra; passava todas as horas livres na capela; e usava por cima da pela um áspero cilício que ainda hoje se pode ver na catedral de Kotor. A sua biografia, escrita um século depois da sua morte, está repleta de milagres que ele operou e de graças prodigiosas com que foi favorecido. Tal como na vida de S. Pascoal Bailão, nela se lê que as paredes da igreja se abriam no momento da elevação, para lhe permitirem melhor adorar a Sagrada Eucaristia. Como nos Fioretti, fala-se em chamas que saíam do seu coração, dando a impressão de que se declarara no convento um principio de incêndio; relatam-se, além disso, as longas perseguições diabólicas que foi sujeito. Os demónios batiam-lhe sem dó nem piedade, arremessavam-no às paredes e por tal forma o maltratavam que, numa dessas arremetidas, ele ficou coxo para o resto da vida. O irmão Graciano passou os últimos anos no convento de S. Cristóvão em Veneza, onde morreu a 9 de Novembro de 1503. Nascera em 1439. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Francisca de Colledimezzo, Santa
Diciembre 22 Monja Clarissa,

 

Etimológicamente significa “franca, libre”. Viene de la lengua alemana. Moisés dice: “Abre la mano a tu hermano, a aquel de los tuyos que es humillado y pobre en tu tierra”. Fue una monja clarisa del siglo XIII. Cuando se visita Así, la cuna de san Francisco y de santa Clara, hay un convento, el de san Damián, que muestra un portento de la fundadora de las clarisas. La santa que hoy veneramos, tuvo parte activa en este portento. Santa Clara cayó enferma con la invasión sarracena. Fue a socorrerla Francisco de Colledimezzo, mientras mantenía elevado el pan eucarístico enfrente de sus opresores. Francisca fue una seguidora fiel de santa Clara. De su alma y de su trato aprendió y mamo el carisma mejor que nadie. El testimonio atrae mucho más que los escritos y las palabras. Su contacto personal hizo que floreciera en esta joven el amor por la contemplación y la vida de oración tal y como lo vivía santa Clara. Eran como palomas que seguían con su vuelo a la fundadora adondequiera que fuera. Era un grupo de mujeres llenas de amistad, no sólo sentimental, sino perfumada con el amor sobrenatural a Jesucristo y a todo el santo Evangelio. Francisca fue la confidente del corazón de santa Clara. Ella nunca se ausentó de Asís hasta la muerte de santa Clara. Su cuerpo se encuentra en la cripta de la iglesia de san Damián. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! “Muchos reciben consejos; sólo los sabios les sacan provecho” (Siro).

• Honorato de Toulouse, Santo
Diciembre 22 Obispo,

Honorato de Toulouse, Santo

Honorato de Toulouse, Santo

En la cripta de San Saturnino de Toulouse, se compendió taxativamente en estos términos, debajo de unas reliquias: "San Honorato, segundo Obispo de Toulouse. Había nacido en la provincia de España llamada Tarraconensis. Fue convertido y bautizado en Pamplona por San Saturnino, al cual se vinculó de una manera especial."  "Después del martirio del apóstol de Toulouse, fue llamado a sucederle. Él confirió la unción episcopal a San Fermín, primer Obispo de Amiens, y que era como él uno de los más ilustres convertidos de Pamplona." No sólo Toulouse, en la cripta de su catedral venera destacadamente el sepulcro de San Honorato. También la catedral de Amiens conserva su figura en piedra, formando el cortejo de San Fermín

82750 > Sant' Onorato di Tolosa Vescovo 22 dicembre

• Queremón de Nilópolis y companheiros mártires, Santos
Diciembre 22 Obispo y mártir,

Queremón de Nilópolis y compañeros mártires, Santos

Queremón de Nilópolis y compañeros mártires, Santos

San Dionisio de Alejandría, en su carta a Fabiano de Antioquía, hablando de los cristianos egipcios que padecieron en la persecución de Decio, cuenta que muchos fueron arrojados al desierto, donde murieron de hambre, de sed, de insolación, o perecieron atacados por las fieras o por hombres no menos feroces.  Otros muchos cristianos fueron vendidos como esclavos; cuando escribía San Dionisio, muy pocos habían sido rescatados. El santo menciona en particular al anciano obispo de Nilópolis, Queremón, quien había ido a refugiarse a las montañas de Arabia con otro compañero y a quien nadie había vuelto a ver.  Los cristianos los buscaron, pero no lograron encontrar ni siquiera los cadáveres.  El Martirologio Romano conmemora a estos dos mártires el día de hoy.

82710 > Santi Cheremone di Nilopoli e compagni Martiri 22 dicembre MR

 
82700 > Santi Demetrio, Onorato e Floro di Ostia Martiri 22 dicembre


82800 > San Flaviano Martire 22 dicembre



82720 > Sant' Ischirione di Alessandria Martire 22 dicembre MR

 
82740 > Santi Martiri di Rhaitu 22 dicembre MR


82730 > Santi Martiri di Via Labicana 22 dicembre MR

 

94821 > Beato Ottone da Tolosa Martire mercedario 22 dicembre

 
82770 > Beato Tommaso Holland Sacerdote gesuita, martire 22 dicembre MR

 
82760 > Sant' Ungero di Utrecht Vescovo 22 dicembre MR

 

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  • WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
  • EVANGELHO, SEGUNDO S. MARCOS - ANO B – 22 DE DEZEMBRO DE 2011




    Em continuação…)


    A PAIXÃO E A RESSURREIÇÃO DE JESUS
     
     
    Prisão de Jesus Jesus estava ainda a falar quando apareceu Judas, um dos doze, e com ele uma grande multidão com espadas e varapaus, da parte dos príncipes dos sacerdotes, dos escribas, e dos anciãos. Ora o que O ia entregar tinha-lhes dado este sinal: «Aquele que eu beija, é Esse mesmo; prendei-O e levai-O bem guardado!». Logo que chegou, aproximou-se d’Ele, dizendo: «Rabbi», e beijou-O. Os outros deitaram-Lhe as mãos e prenderam-n’O. Então, um dos que estavam presentes, tirando a espada, feriu o criado do Sumo Sacerdote e cortou-lhe uma orelha. Tomando a palavra, Jesus disse-lhes: «Saístes com espadas e varapaus para Me prender, como se fora um salteador! Estava todos os dias junto de vós, no Templo, a ensinar, e não Me prendestes; mas é para que se cumpram as Escrituras». Então, os discípulos, deixando-O, fugiram todos. Seguia-O um jovem envolto apenas num lençol. Prenderam-no, mas ele, largando o lençol fugiu completamente nu.
     
     
    Ante o tribunal dos judeus Conduziram Jesus a casa do Sumo Sacerdote onde se juntaram todos os príncipes dos Sacerdotes, anciãos e escribas. Pedro seguiu-O de longe até dentro do palácio do Sumo Sacerdote onde se sentou com os guardas a aquecer-se ao lume. Ora, os príncipes dos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam um testemunho contra Jesus, para Lhe dar a morte, mas não o encontravam. Muitos depuseram, falsamente contra Ele, mas os seus depoimentos não eram concordes. Alguns ergueram-se e proferiram contra Ele este falso testemunho: «Ouvimo-Lo dizer: Demolirei este templo construído perlas mãos dos homens e em três dias edificarei outro que não será feito pelas mãos dos homens». Mas nem assim concordava o seu depoimento. Então, o Sumo Sacerdote  ergueu-se no meio da assembleia e interrogou Jesus: «Não respondes nada ao que estes depõem contra Ti?» Mas ele continuava em silêncio e nada respondia. O Sumo Sacerdote voltou a interrogá-Lo: «És Tu o Messias, Filho de Deus Bendito?» «Sou, respondeu Jesus, e vereis o Filho do Homem sentado à direita do Poder e vir sobre as nuvens do céu». O Sumo Sacerdote rasgou, então, as suas túnicas e disse: «Que necessidade temos ainda de testemunhas? Ouvistes a blasfémia! Que vos parece?» E todos sentenciaram que Ele era réu de morte. Depois, alguns começaram a cuspir-Lhe, cobrindo-Lhe o rosto com um véu, e esbofetearam-n’O, dizendo-Lhe: «Profetiza!» E os guardas davam-Lhe bofetadas.
     
     
    A negação de Pedro Estando Pedro em baixo, no pátio, chegou uma das criadas do Sumo Sacerdote e, vendo Pedro a aquecer-se, fixou nele os olhos e disse-lhe: «Tu, também estava com o Nazareno, com Jesus». Ele porém, negou, dizendo: «Não sei nem entendo o que dizes». Depois, saiu para fora, para o vestíbulo, e o galo cantou. A criada, vendo-o de novo, começou a dizer aos que ali estavam: «Este é dos tais». Mas ele negou segunda vez. Pouco depois, de novo, os presentes disseram a Pedro: «És com certeza um deles, pois és também galileu». Começou então a dizer imprecações e a jurar: «Não conheço esse homem que dizeis». E imediatamente o galo cantou. Pedro recordou-se então, do que Jesus lhe havia dito: «Antes que o galo cante duas vezes, ter-me-ás negado três vezes». E desatou a chorar.
     
     

    (continua em 23/12)

    Transcrição de António Fonseca

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