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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

LUCERE ET FOVERE: ANO NOVO, VIDA NOVA

LUCERE ET FOVERE: ANO NOVO, VIDA NOVA: "Ano Novo, Vida Nova!" Recentemente alguém decidiu: "Vou mudar, quero sair daqui, quero ir para uma casa nova, para outro ambiente". O se...

Conversa com Deus

Conversa com Deus

Nº 1146-2 - A RELIGIÃO DE JESUS - SÃO JOÃO EVANGELISTA - 27 DE DEZEMBRO DE 2011

Nº 1146-2

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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27 DE DEZEMBRO DE 2011

MISSA DO DIA DE SÃO JOÃO EVANGELISTA

Jo 20, 2-8

20 – Túmulo vazio  -  No primeiro dia da semana, Maria de Magdala foi ao sepulcro logo de manhã, ainda escuro, e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu, pois, e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram». Pedro saiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntamente, mas o outro discípulo antecipou-se e chegou primeiro ao sepulcro. Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou. Entretanto, chegou Simão Pedro, que o seguia, entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que estivera sobre a Sua cabeça; este não estava com as ligaduras, mas enrolado num lugar à parte. Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: Viu e acreditou. Não tinha efetivamente, entendido ainda a Escritura, segundo a qual Ele devia ressuscitar dos mortos. A seguir, os discípulos regressaram a casa.

1.  autor do quarto Evangelho não é o apóstolo João, o filho de Zebedeu. O autor do Evangelho foi “o discípulo amado” (Jo 21, 24), que não podia ser um modesto pescador da Galileia. Em que cabeça cabe que um modesto pescador galileu fosse um “conhecido do Sumo Sacerdote”? (Jo 18, 15-16?). O autor foi um cristão desconhecido da segunda ou terceira geração cristã (J. Zumstein).

2. A Igreja, que recorda estes dias o presépio do nascimento, recorda também o sepulcro da morte. Jesus, que nasceu em dificuldades, terminou sua vida assassinado como um malfeitor. O Evangelho compôs-se à base de “relatos”, não como uma série de “teorias”. O Evangelho não é “filosofia do serdivino do Senhor, mas sim “recordação do que aconteceu”. O acontecer humano dum homem bom e livre que lutou pela liberdade de quem sofre, especialmente os oprimidos. Uma liberdade que nunca foi caprichosa, mas que sempre esteve ao serviço da misericórdia.

3. A “recordação” que nos propõe o Evangelho é tão subversiva que o discípulo, “a quem tanto queria Jesus”, não acreditava no que aquilo significava. Só quando chegou ao sepulcro e viu o que viu, então acreditou. Quer dizer, convenceu-se de que quem crê que Jesus “é solução”, por isso “tem a vida unida a ele” (Jo 20, 31). Possivelmente, no fundo desta passagem, se oculta uma provável rivalidade que existiu entre João e Pedro. Assim pensam não poucos especialistas deste Evangelho (cf. M. Hengel). O que daria pé a dois modelos de cristianismo: um, mais hierárquico, o de Pedro; outro, mais baseado no mandato central do amor, é do IV Evangelho.

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opiniãoe não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento, No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos do Evangelho de S. Marcos, - pela ordem com que são apresentados - para que, quem eventualmente esteja interessado possa seguir os factos relatados pelo Evangelista. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF.

Nº 1146-1–(361) - 27 DE DEZEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

Nº 1146

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SÃO JOÃO

Apóstolo e Evangelista

Juan Apóstol y Evangelista, Santo

João Apóstolo e Evangelista, Santo

O Discípulo Amado

Vinte anos teria, quando muito, ao ser chamado por Jesus. Foi, sem dúvida, o mais novo dos discípulos e com menos que o Mestre uma boa dúzia de anos. Ribeirinho do lago de Tiberíades, nem o seu género de vida como pescador; nem aquela fogosidade juvenil que lhe mereceu o título de Boanerges (filho do trovão), partilhado com o seu irmão Tiago, o Maior; nem a sua atividade apostólica nos tempos heroicos da primitiva Igreja palestinense; nem a sua longevidade quase centenária, que supõe constituição corpórea vigorosa; nem a intrepidez com que defendeu – diante dos gnósticos, chamando-lhes “anti-cristos” – a verdadeira fé em Jesus Deus-homem; nem a densidade sublime da sua teologia e da sua mística, baseadas, no entanto, na realidade histórica; nada disso autoriza essa figura de jovenzinho brando – quase feminino, se não enfermiço – tantas vezes representada por uma arte iconográfica que parece ignorar os dados bíblicos. Se João foi «o discípulo que Jesus amava» e o mais jovem dos apóstolos, foi também o pescador robusto e vigoroso, o moço equilibrado e sereno que respeitosamente sabe manter-se em segundo lugar quando acompanha Pedro; o homem varonil a quem Jesus confia vitaliciamente a sua própria mãe como herança; o teólogo que, sem perder o contacto com a terra, sabe elevar-se a tais cumes teológicos, como nenhum outro escrito neotestamentário, nem sequer S. Paulo. Tudo isso supõe personalidade riquíssima em qualidades humanas, e uma entrega interna e externa, total e decisiva, ao amor e ao serviço do Mestre. Conhecem-se dois períodos na sua vida, separados por longo silêncio de quase meio século. Os pormenores do primeiro ficaram registados no Testamento Novo; os do segundo, na mais estrita e depurada tradição contemporânea. Entre um e outro, a falta de dados durante esse prolongado silêncio. A respeito da primeira época, sabemos que João era de Betsaida, nas margens do lao, terra também de Pedro. Teve como pais Zebedeu e Salomé (irmã de S. José?). Os filhos deste matrimónio, Tiago e João, foram pescadores como o pai, mas não de condição precária, pois tinham ao seu serviço jornaleiros, possuíam barco próprio, pescavam com o corpo ligado a extensa rede varredora, e a mãe deles era uma daquelas piedosas mulheres que valiam com os seus bens às necessidades materiais do Mestre. João, o irmão Tiago e o amigo Pedro formavam o grupo predileto de Jesus. Os três foram testemunhas diretas da ressurreição da filha de Jairo, da transfiguração de Jesus no Tabor e da sua agonia no Getsémani. Jesus teve tal predileção por João que este assinalava-se como «o discípulo que Jesus amava». Na noite da ceia reclinou a cabeça sobre o peito do Mestre e foi o único discípulo que esteve ao pé da cruz; e a ele Jesus agonizante deixou a sua Mãe entregue. a amizade de João com Pedro foi de sempre. Conterrâneos e companheiros de pesca, foram ambos encarregados de preparar a última ceia pascal. Também foi sem dúvida João quem introduziu Pedro na casa do sumo sacerdote, durante a noite da paixão. E na manhã da ressurreição verificam, ambos juntos, que o sepulcro está vazio. Juntos aparecem também na cura do paralítico por Pedro, na prisão e no julgamento sofrido diante do sinédrio, e na Samaria, para onde se dirigem em nome dos Doze, a fim de invocarem lá, sobre os já crentes, o Espírito Santo. E quando S. Paulo, aí pelo ano de 49, volta a Jerusalém no fim da primeira experiência missionária, encontra lá Pedro e João, aos quais qualifica de «colunas» da Igreja. O segundo período da sua vida coincide com o último decénio do primeiro século da nossa era, pouco mais ou menos, João é nessa altura o oráculo dos cristãos da província romana da Ásia, quer dizer, do litoral egeu e de parte da terra interior da atual Turquia. O centro da sua atividade apostólica mantém-se continuamente em Éfeso. Ele mesmo nos diz no Apocalipse que esteve desterrado em Patmos, por ter dado testemunho de Jesus. Deve ter isto acontecido durante a perseguição de Domiciano (81-96 depois de Cristo). O sucessor deste, o benigno e já quase ancião Nerva (96-98), concedeu amnistia geral; em virtude dela pôde João voltar a Éfeso. Lá o coloca a tradição cristã da primeiríssima hora, cujo valor histórico é irrecusável. O Apocalipse e as três cartas de João testemunham igualmente que o autor vivia na Ásia e lá gozava de extraordinária autoridade. E não era para menos. Em nenhuma outra parte do mundo, nem sequer em Roma, havia já apóstolos que sobrevivessem. E é de imaginar a veneração que sentiriam os cristãos dos fins do século I por aquele ancião, que tinha ouvido falar o Senhor Jesus, e O tinha visto com os próprios olhos, e Lhe tinha tocado com as próprias mãos, e O tinha contemplado na sua vida terrena e depois de ressuscitado, e presenciara a sua Ascensão aos céus. Por isso, o valor dos seus ensinamentos e o peso das suas afirmações não podiam deixar de ser excepcionais e mesmo únicos. E neste ancião, que parecia não dever morrer nunca – isso anelavam e, em parte, acreditavam os bons filhos espirituais do apóstolo, vendo a sua longevidade, encontravam aquelas comunidades na sua espiritualidade e na suave e unção cristocêntrica dos escritos – os Santos Padres daquela primeira geração pós-apostólica que com ele trataram pessoalmente ou se formaram na fé cristã com os que tinham vivido com ele, como S. Pápias de Hierápole, S. Policarpo de Esmirna, Santo Inácio de Antioquia e Santo Ireneu de Lião. E são estas precisamente as fontes donde dimanam as melhores notícias, que a tradição nos transmitiu acerca deste a última etapa da vida do apóstolo. Mas a situação não era nada risonha para a Igreja. Às perseguições mais ou menos individuais de Nero seguiu-se, no tempo de Domiciano, uma perseguição em toda a regra. O imenso poder do divinizado César romano propõe-se aniquilar a inerme Esposa de Cristo. A Besta contra o Cordeiro. E, para mais, o cúmulo de heresias que desentranhava o movimento religioso gnóstico, nascido e propagado fora e dentro da Igreja, procura corroer a essência mesma do Cristianismo. Triste situação a deste nonagenário sobre cujos membros pesa agora, por ser o sobrevivente único dos que conviveram com o Mestre, o sustentáculo da fé cristã. Mas Deus concedeu-lhe, providencialmente, tão longos anos de vida para ser o pilar básico da sua Igreja naquela hora terrível. E assim o foi. Para aquela horas, e para as gerações futuras também, Com a sua pregação e os seus escritos ficava assegurado o porvir glorioso da Igreja, entrevisto por ele nas suas visões de Patmos e cantado em seguida no Apocalipse. Completada a sua obra, o santo evangelista morreu quase centenário, sem que nós saibamos a data exata. Foi no fim do primeiro século ou, quando muito, nos princípios do segundo, em tempos de Trajano (98-117). Entre destes dois períodos de atividade apostólica de S. João, existe a grande interrupção dum silêncio prolongado. Desde o ano 49 – quando S. Paulo o encontra ainda em Jerusalém, sendo ele «coluna» da Igreja palestinense – até cerca do ano 90 – quando foi desterrado para Patmos – nada se sabe a seu respeito. Onde esteve? Que igrejas evangelizou?

Sem dúvida, a tradição considera a sua vinda a Éfeso depois de Patmos como volta, como regresso. Lá tinha pois trabalhado anteriormente. Mas quando chegou aí pela primeira vez? Talvez os factos se devam explicar assim: entre o ano 66 e 68, sucederam muitas coisas que puderam motivar a ida de S. João para Éfeso. Primeiramente, a Santíssima Virgem, entregue aos cuidados filiais de João, voara já em corpo e alma para os céus. Por outro lado, começava em 66 a espantosa guerra judaica que terminaria com a destruição de Jerusalém pelo exército romano e, em conformidade com o aviso prévio de Jesus, os cristãos da Cidade Santa dispersaram-se anteriormente e situaram-se noutras regiões. Já não era, portanto, necessária a presença de João na Palestina. Além disso, pelo ano de 67, Paulo, o grande evangelizador do mundo greco-romano e, que tinha permanecido em Éfeso mais tempo que em nenhuma outra cidade do Império, tinha sido decapitado em Roma. Como deixar abandonada a si mesma a região da Ásia, que – pela situação, cultura helenística e pelo estado florescentíssimo das suas comunidades, ameaçadas pelas novas correntes de Éfeso reclamavam a presença dum apóstolo que, como João, continuasse na Ásia a sementeira de Paulo e lhe fecundasse o desenvolvimento doutrinal. Pata tal obra ninguém mais a propósito – e talvez já então o único disponível – que aquele animoso Boanerges, que, por outro, tão profundamente penetrara na compreensão do «mistério» de Jesus. Estes factos motivaram sem dúvida a transferência de João para Éfeso, a fim de exercer a sua atividade missionária, plasmada ao mesmo tempo nos seus escritos. as o João missionário fica quase diminuído pelo João escritor. Se com a palavra falada foi o oráculo da Ásia durante muitos anos, como escritor é e continuará a ser, através dos séculos, o «teólogo»e o «místico» por excelência, a «águia» dos evangelistas, a tocha quer ilumina com claridades celestiais o futuro terrestre e eterno da Igreja. Três são as obras saídas da sua pena incluídas no cânone do Novo Testamento: o quarto Evangelho, O Apocalipse e as três cartas que têm o seu nome. Apesar da aparente serenidade e di buscado anonimato, em parte, destas obras, a forte personalidade do seu autor, dominada por fundíssima penetração do «mistério» de Jesus, manifesta-se fortemente nelas pela concepção e trama das mesmas, pela profundidade das ideias, que o leitor nunca chega a esgotar, e pelo que tem de particular o seu estilo, pobre em gramática e em recursos literários, mas de dramatismo inigualado. Os escritos de S. João constituem já o final dos livros sagrados, o último estádio do fieri da Igreja nascente, a maturidade definitiva da revelação. Com uma meia dúzia escassa de ideias, mas carregadas de densidade teológica inesgotável, João desenvolve o tema central e mesmo único dos seus escritos: ensinar-nos quem é Jesus: Deus-homem, luz, verdade e amor. Se a S. João se chama o evangelista do amor, pelas mesmas razões devia chamar-se o evangelista da vida terrena do Mestre, que ele descreve como nenhum  outro escritor sagrado. Igualmente é característica de S. João a teologia da nossa palingénesis ou renascer do Espírito Santo, e da nossa imanência em Cristo mediante a fé e a Eucaristia. E é curioso anotar que S. João não repara na esperança. Nunca utiliza deste termo no Evangelho ou no Apocalipse, e só uma vez nas suas epístolas. Parece que não pensa no mais além. Mas o caso é que, segundo o seu pensamento, para quem «permanece em Cristo» não há fronteiras entre este mundo e o vindouro. Tudo está já presente para quem ama a Cristo. A vida eterna possui-a já, em toda a sua essência, aquele que tem fé em Cristo e «permanece n’Ele» pela observância dos mandamentos. Os escritos de S. João devem dizer-se, portanto, essencialmente cristocêntricos. A finalidade central que têm em vista é revelar-nos as riquezas encerradas na pessoa de Jesus. O seu tema central é Jesus, que, por ser tão realmente homem e tão realmente Deus, é o Revelador do Pai, e é por isso a luz do mundo, e a vida dos homens, e a chave do universo, que n’Ele encontra a razão da sua existência e do seu destino. João é, por último, o evangelista da universal missão materna de Maria. Prescindindo mesmo da parte que ele tinha tido em transmitir as notícias recolhidas em S. Lucas sobre a infância de Jesus, o evangelista S. João, que tanto simbolismo sabe descobrir  nos principais milagres de Jesus, coloca a Santíssima Virgem no milagre de Canaã e junto da cruz – princípio e fim da vida pública de Jesus –, como para indicar a presença permanente de Maria na obra do seu Filho e a sua solícita colaboração maternal com Ele. Se quiséssemos resumir, em poucas palavras, a que se deve-me estas características dos escritos de S. João, diríamos: primeiro, ao amor sincero do seu coração varonil pelo Mestre, durante a sua vida terrena; segundo, à intimidade do seu viver diário com a Santíssima Virgem, desde que Jesus lha recomendou, estando Ela junto da cruz, até que subiu aos céus; terceiro, a um contínuo repensar os factos de que foi testemunha direta, durante a vida de Cristo e ao valorizar-lhes o significado sobrenatural; e quarto, aos seu constante «permanecer em Cristo» durante tantos anos de união íntima com Ele, pela fé e pela recordação, com o que obteve essa penetração saborosíssima do «mistério» de Jesus reflectida nas suas obras. Há narrações simpáticas, embora historicamente não de todo seguras, que vêm confirmar a amabilidade deste santo ancião, ao mesmo tempo que mostram a sua natural viveza de carácter e o amor em Cristo que a todos professava. Contam dele que, para descanso do espírito, gostava de entreter-se a acariciar uma rolinha domesticada que tinha. Bom precedente para S. Francisco de Assis… E, certa ocasião – conta Santo Ireneu –, tendo ido o bem aventurado apóstolo aos banhos públicos de Éfeso, viu que eles estava o herege Cerinto; imediatamente, sem se banhar, saiu dizendo: «Fujamos daqui; não vá desabar o edifício por estar dentro dele tão grande inimigo da verdade». E noutra ocasião, tendo sabido que um jovem cristão, educado para o sacerdócio, veio a dar tão maus passos que chegou a chefe de bandidos, fez o Santo que o levassem ao monte que servia de refúgio ao ladrão e, correndo atrás dele e chamando-o com gritos, dizendo «Meu filho, meu filho», conseguiu resgatá-lo para Cristo. Alguns autores dos primeiros séculos indicam que João ressuscitou um morto. Mas o milagre principal foi o sucedido na sua própria pessoa. Refere Tertuliano que, sendo levado o apóstolo a Roma, pouco antes do desterro para Patmos, foi metido numa talha de azeite a ferver, da qual saiu porém totalmente ileso e cheio de renovada juventude. Há quem ponha em dúvida a historicidade deste facto, porque nem consta que S. João tenha estado alguma vez em Roma nem de tal milagre se fizeram eco os escritores que tiveram conhecimento do Santo, ao passo que Tertuliano, da Igreja de África, dificilmente poderia ter informação segura. Mas a Igreja romana celebrou muito tempo a festa de «S. João diante da Porta Latina», dando crédito ao tormento ineficaz do azeite. Uma lenda curiosa recolheu Santo Agostinho. No sepulcro do santo apóstolo – diz – vemos mover-se a terra sobre a parte correspondente ao peito, como se o corpo ali sepultado respirasse ainda, ou continuasse a palpitar o seu coração. Nada mais que lenda, é claro. Mas o que não é lenda, mas realidade; é o coração do santo evangelista continuar a palpitar nos seus escritos, e essas palpitações serem de amor, de admiração e de enlevo diante da pessoa de Jesus, que foi para ele a grande revelação da sua vida e o centro do seu viver. E João queria que o fosse também para todos os homens. Porque Jesus é o Cristo, o Filho de Deus; é a Luz, e a Verdade, e a Vida, e o Amor. Do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

22100 > San Giovanni Apostolo ed evangelista 27 dicembre - Festa MR

Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

SANTA FABÍOLA

(399)

Nasceu em Roma e em Roma veio a falecer, no ano de 399. O seu principal título de glória foi compadecer-se dos doentes abandonados e fundar em Óstia, junto de Roma, um grande hospital em que eles eram tratados gratuitamente. Foi a primeira fundação do género existente na Europa. Esta fundação é «uma das datas mais altas na história da civilização ocidental», escreve o historiador Camille Julian. Fabíola pertencia à ilustre gens dos Fábios. Na juventude, tinha escandalizado a Igreja, divorciando-se civilmente do seu marido legítimo para se casar com outro. Mas, falecendo ambos pouco tempo depois, fez publicamente penitência em S. João de Latrão, e o papa Sirício (384-399) admitiu-a de novo à comunhão. Consagrou-se desde esse momento à piedade e despendeu os enormes bens em obras caritativas. Em 395, Fabíola partiu para a Terra Santa e esteve algum tempo na escola de S. Jerónimo. Este ficou impressionado com a sua forte personalidade, inteligência e virtude; e escreveu-lhe a biografia. Receando uma invasão dos Hunos, deixou ela a Palestina e voltou para a Cidade Eterna. Do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

83300 > Santa Fabiola di Roma Matrona romana 27 dicembre MR

SANTOS TEODORO e TEÓFANES

Estes dois irmãos palestinianos, ambos monges e ambos poetas, sofreram, tormentos atrozes em Constantinopla, por terem permanecido fiéis ao culto das imagens. Teodoro morreu na prisão em consequência dos ferimentos que recebeu. Teófanes, posto em liberdade , foi arcebispo de Niceia e sobreviveu quatro anos ao irmão. Do Livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt.

83290 > Santi Teodoro e Teofane Grapti 27 dicembre MR

• Alfredo Parte, Beato
Dezembro 27 Mártir Escolápio,

Alfredo Parte, Beato

Alfredo Parte, Beato

O P. Alfredo se nos apresenta como um testemunho de Cristo nestes tempos modernos, vítima da intolerância que desencadeou a dura guerra civil espanhola nos anos 1.936-39. Em poucas palavras vamos a sintetizar a vida do Beato Alfredo. FAMILIA CRISTÃ. Mace em Cilleruelo de Bricia (Burgos), em e de junho de 1.899, no seio de uma numerosa família cristã de sete filhos. Ele era o mais velho. Seus pais: Castor e Justa. SACERDOTE ESCOLAPIO. De menino quis seguir a Jesús de Nazaré, imitando a S. José de Calasanz, dedicando sua vida à educação cristã. E se ordena Sacerdote em Palência, en 1.928. GESTO. Uma enfermidade no fémur o deixou coxo quando tinha 18 anos. Isso o impediu compartilhar o desporto com seus alunos, expresando el carácter alegre que tenía. Además, esa enfermedad originó una de las anécdotas más significativas y espontáneas de su martirio. Viéndole cojo los milicianos, quisieron ayudarle a subir a la cubierta del barco para fusilarle. A lo que él respondió. “Hasta ahora he necesitado bastón, pero para subir hacia Dios no lo necesito”. Y la arrojó, trepando como pudo hasta la cubierta. MÁRTIR. En su vida encontramos rasgos muy marcados del creyente, religioso, educador y sacerdote: generoso, humilde, hombre de oración, devoto de Ntra. Sra., amigo de los chicos, siempre estaba rodeado de ellos. Pero además fue mártir, es decir, dio la vida por la fe. Estaba en el colegio de Villacarriedo cuando estalló la guerra. Se refugió en la casa de su tía, pero lo cogieron preso, llevándole a la bodega del barco Alfonso Pérez, anclado en la bahía de Santander. Pudo disimular su condición de sacerdote pero, ante la pregunta de qué era, confesó en voz alta oyéndolo los compañeros de bodega: “Soy sacerdote Escolapio de Villacarriedo”. Y le fusilaron. Era el 27 de diciembre de 1.936. BEATIFICADO. Ante los datos claros de su martirio, Juan Pablo II le beatificó en Roma, junto con otros doce escolapios, el 1 de octubre de 1995.

91745 > Beato Alfredo Parte Scolopio, martire 27 dicembre MR

• Francisco Spoto, Beato
Dezembro 27 Sacerdote e Mártir,

Francisco Spoto, Beato

Francisco Spoto, Beato

Francisco Spoto nasceu a 8 de julho de 1924, em Raffadali (Itália). Os pais o educaram para uma fé profunda e genuína e eles lhe transmitiram um grande sentido do dever. A família, a escola e a paróquia eram as atmosferas frequentadas por Francisco: seus educadores e os pais em primeiro lugar se deram conta de que nesse rapaz bom, consciente e sensível estava amadurecendo o gérmen da vocação o serviço de Deus e dos irmãos. Francisco entró en el Seminario de la Congregación de los Misioneros Siervos de los Pobres, en 1936. Desde el principio mostró poseer un carácter: humille, pero tenaz, con un alto sentido del deber y de responsabilidad. Precisamente debido a su determinación y la tenacidad ganó dos apodos, de los compañeros y los superiores respectivamente: “alemán” y “piedra”, nombres que dan una imagen clara del temple del joven. Durante los años en el seminario nació en él la pasión por los estudios, que en su breve vida se tradujeron en una preparación sólida, claramente visible en sus escritos, cartas y homilías. La cultura no era en sí su meta, sino colocarla al servicio del amor a Dios y a los hermanos. En 1 de noviembre de 1940 Francisco emitió su primera profesión. Recibió la Ordenación sacerdotal al 22 de julio de 1951. Inmediatamente dedicó su ministerio sacerdotal al desarrollo de los trabajos típicos de la Congregación de los Misioneros Siervos de los Pobres. El Capítulo General de 1959 lo escogió Superior-General teniendo tan sólo 35 años justos, necesitó una dispensa de la Santa Sede debido a su corta joven. Asume las nuevas responsabilidades con tenacidad renovada, determinación y fuerte sentido del deber empeñándose con todo sus fuerzas en dar impulso y vitalidad a la Congregación, poniéndose al servicio de todos con activa humildad y la amorosa firmeza. La oración perfuma y palpita en su vida, ya que él la considera centro de sus actividades cotidianas. Su manera concreta permitió conseguir la aprobación de las Constituciones de parte de la Santa Sede, la nueva Casa de estudios teológicos en Roma y, en 1961, la inauguración de la misión en Biringi, en la actual República Democrática de Congo (anterior-Zaire). Y, de hecho allí, en la tal estimada tierra, P. Spoto pasará los últimos meses de su vida en una camino direccionado a la santidad y al martirio. El 4 de agosto de 1964, partió para Biringi para confortar a los hermanos que se encontraron en dificultad notable debido a la situación políticamente crítica y peligrosa en la ex-colonia belga que, después de obtener la independencia en 1960, pasó un periodo muy inestable, con luchas marcadas por ideologías materialistas y anti-religiosas, que se volvieron más feroces a partir de 1964 debido a la persecución de innumerables religiosos y monjas. En este contexto, P. Francisco partió para el Congo, lleno de entusiasmo, aunque consciente de que podría perder su propia vida. En el mes de septiembre, cuando la situación en Biringi se hizo más difícil, decidió dejar el cargo de Superior-General, comunicando su decisión en una carta dirigida al Vicario-General: “Si me quedo aquí no es por persistencia o indiferencia, más bien es por un alto sentido alto del deber, interés y amor de la Congregación" (Carta al Vicario-general, el 20 de septiembre de 1964). Un padre bueno no abandona a sus propios hijos en la necesidad extrema. A inicio de noviembre, P. Spoto y tres hermanos de la congregación fueron obligados dejar la misión y vagar sin dirección, escondiéndose y intentando huir de los Simba que los seguían por matarlos. En esta situación penosa, P. Francisco puso a punto su sentido de sacrificio, perfeccionando el deseo de ofrendar su vida para salvar a sus compañeros. No obstante vivir esa vida nómada, repleta de sustos y miedos, P. Francisco consiguió escribir una especie de “diario”. El día 3 de Diciembre sus compañeros fueron capturados. Él logró huir, empezó la noche vagando por el bosque con los pies descalzos, sediento, hambriento, ensangrentado... la mañana siguiente, él encontró a sus tres compañeros libres, milagrosamente ilesos. En la noche del 11 de Diciembre P. Francisco fue atacado por dos guerrilleros y, debido a los violentos golpes, quedó paralítico. A partir de esa trágica noche, hasta el día de su muerte, él fue transportado en una especie de camilla, continuando el escape para evitar ser capturados nuevamente. P. Francisco murió al 27 de diciembre de 1964, después de haber recibido el Sacramento de la Unción. Enterrado en las proximidades de la choza donde se refugiaron. Sus hermanos de la Congregación sobrevivieron y regresaron a Italia. Su muerte no fue una oferta inútil: su sangre inocente bañó ese pedazo de tierra de África e hizo crecer y producir abundantes frutos. Reproducido con autorización de Vatican.va traducido por Xavier Villalta

90217 > Beato Francesco Spoto Sacerdote e martire 27 dicembre

• José María Corbín Ferrer, Beato
Dezembro 27 Mártir de Valência,

José María Corbín Ferrer, Beato

José María Corbín Ferrer, Beato

Nasceu em Valência, em 26 de Dezembro de 1914. O mais jovem dos mártires tratou de levar a seus companheiros a viver plenamente as virtudes cristãs com o testemunho de sua vida. Morreu em Santander, no barco prisão "Alfonso Pérez", em 27 de Dezembro de 1936. Para ver mais sobre os 233 mártires em Espanha faz "click" AQUI

93245 > Beato Giuseppe Maria (José Maria) Corbin Ferrer Giovane laico, martire 27 dicembre MR

• Loreta ou Lorena Fusconi, Santa
Dezembro 27
Religiosa

Etimologicamente significa “laurel”. Vem da língua latina. Jesús disse: “ Voltai-vos para Deus, porque está chegando o reino dos céus”. Loreta ou Lorena foi monja no século XV. Nasceu em Nurcia, Itália, na mesma pátria de são Bento, o grande fundador da Ordem beneditina. Era filha de uma família importante na cidade. Seu pai era senador em Roma. Era amigo do Papa Urbano IV. Tanta era sua influência que chegou a salvar ao Papa de um atentado que ia a cometer Banderesi contra ele. Foi um pai exemplar em casa. Sua filha Loreta encontrou em casa os primeiros germes de sua vocação religiosa. Em1400, meditando tudo em seu coração e ante a presença de Deus, tomou a opção de se entregar a Deus por completo na vida religiosa, e num convento das dominicanas. Vestiu o hábito no convento de sua cidade, fez seu postulado e em continuação o ano de noviciado, após o que professou solenemente na Ordem. Toda sua vida a passou no mesmo convento. Esteve nele 30 anos, até sua morte, acontecida no ano 1430. Durante este tempo, se dedicou inteira e intensamente à oração, a penitência, pureza e ao heroísmo da caridade pelos mais necessitados. Na grande árvore dominicana havia nascido uma flor nova de santidade nesta rapariga Lorena. ¡Felicidades a quem leve este nome! “Perdoa a miúdo aos demais, nunca a ti mesmo” (Siro).

• Sara Salkahazi, Beata
Dezembro 27 Mártir,

Sara Salkahazi, Beata

Sara Salkahazi, Beata

Nació el 11 de mayo de 1899 en Kassa-Košice, Eslovaquia. Provenía de una familia acomodada. Era una mujer inteligente, profesora y periodista. En contacto con sus alumnos, conoció los problemas sociales de los pobres, que después denunció en sus artículos periodísticos. Para ampliar sus horizontes y experimentar directamente lo que implicaba ser discriminado, aprendió el oficio de encuadernadora y también trabajó para una modista. Se afilió al partido social cristiano y fue redactora de su periódico, ocupándose sobre todo de problemas sociales femeninos. En 1929, cuando tenía 30 años, solicitó ingresar en el instituto de las Religiosas de la Asistencia, congregación húngara fundada por Margit Schlachta para promover obras caritativas y sociales en favor de la mujer, actualmente presente en Estados Unidos, Canadá, México, Taiwan y Filipinas. Emitió los votos temporales en el año 1930. Eligió como lema de su vida religiosa las palabras de Isaías: «Heme aquí: envíame» (Is 6, 8). Desempeñó su primera labor apostólica en su ciudad natal, donde organizó la obra caritativa católica. A continuación, fue enviada a Komárom con la misma finalidad. Creó una publicación católica femenina, gestionó una librería religiosa, dirigió un hospicio para pobres y también se dedicó a la enseñanza. Los obispos de Eslovaquia le encomendaron la organización del movimiento nacional de jóvenes. En aquella época impartía cursos de dirección y publicaba manuales. En su corazón Sara albergaba el deseo de ir a misionar a China o a Brasil, pero el estallido de la segunda guerra mundial no se lo permitió. Después de algunas incomprensiones con sus superioras, en 1940 emitió los votos perpetuos. Como directora nacional del movimiento católico de jóvenes trabajadoras creó el primer colegio húngaro para trabajadoras, cerca del lago Balaton. En Budapest abrió casas para trabajadoras y organizó cursos de formación. Cuando el partido nacionalsocialista húngaro alcanzó el poder y comenzó a perseguir a los judíos, las Religiosas de la Asistencia dieron refugio a muchos. Por su parte, sor Sara, con grandes sacrificios y poniendo en peligro su vida, les brindó alojamiento en las casas que había fundado para las trabajadoras. Durante una redada en Budapest, los soldados la detuvieron y la condujeron hasta un muelle a orillas del Danubio. Allí, mientras se hacía la señal de la cruz, la fusilaron, juntamente con la catequista Vilma Bernoviczs y las personas que había escondido en su casa. Era el 27 de diciembre de 1944; después arrojaron su cuerpo al río. En 1996 la archidiócesis de Esztergom-Budapest inició su proceso de beatificación y canonización. El 17 de Septiembre de 2006 en Budapest, Hungría, fue beatificada Esta beatificación será la primera que se realice en Hungría desde el año 1083, cuando el primer rey del país, San Esteban, fuera beatificado con su hijo, Emerico, y San Gellert, un obispo italiano que contribuyó a la evangelización de la nación.  Reproducido con autorización de Vatican.va

92766 > Beata Sara Salkahazi Vergine e martire 27 dicembre




94059 > Santa Nicarete (Niceras) di Costantinopoli Vergine 27 dicembre


94825 > Beato Raimondo de Barellis Mercedario 27 dicembre


 

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  • WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
  • EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 27 DE DEZEMBRO DE 2011




    (Continuação (2) -)
    PRÓLOGO: NARRAÇÕES DA INFÂNCIA
     
     
    1 – Os Magos do Oriente Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. «Onde está o reio dos judeus que acaba de nascer? – perguntavam. Vimos Sua Estrela no Oriente e viemos adorá-Lo». Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes perturbou-se e toda a Jerusalém com ele, E, reunindo todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo, perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém da Judeia pois assim foi escrito pelo profeta:
    E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Príncipe que apascentará o Meu povo Israel”.
    Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e pediu-lhes informações exatas sobre a data em que a estrela lhes havia aparecido. E, enviando-os a Belém, disse-lhes: «Ide e informai-vos cuidadosamente acerca do Menino, e, depois de O encontrardes, vinde comunicar-mo, para que também eu vá adorá-Lo». Após as palavras do rei, puseram-se a caminho. E a estrela, que tinham visto no oriente, ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o Menino, parou. Ao ver a estrela sentiram, grande alegria e entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe. Prostrando-se, adoraram-n’O, e, abrindo os cofres, ofereceram-Lhe presentes: Ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho a não voltarem para junto de Herodes, regressaram a sua terra por outro caminho.
     
     
    Jesus e o Egito Depois de partirem, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José, e disse-lhe: «Levanta-te, toma o Menino e Sua Mãe, foge para o Egito e fica lá até que eu te avise, pois Herodes procurará o Menino para O matar». E ele levantou-se, de noite, tomou o Menino e Sua mãe e partiu para o Egito, permanecendo ali até à morte de Herodes. Assim se cumpriu o que o Senhor anunciou pelo profeta: “Do Egito chamei o Meu Filho”.
     
    O martírio dos Inocentes – Então Herodes, ao ver que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o seu território, da idade de dois anos para baixo, conforme o tempo que, diligentemente, tinha inquirido dos magos. Cumpriu-se, então, o que o profeta Jeremias dissera:
    Ouviu-se uma voz em Ramá, uma lamentação e um grande pranto; É Raquel que chora os seus filhos e não quer ser consolada, porque já não existem”.
     
     
    Jesus e Nazaré Morto Herodes, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José, no Egito, e disse-lhe: «Levanta-te toma o Menino e Sua Mãe e vai para a terra de Israel, porque morreram os que atentavam contra a vida do Menino». Levantando-se, tomou o Menino e Sua Mãe e voltou para a terra de Israel. Porém, tendo ouvido dizer que Arquelau reinava na Judeia, em lugar de Herodes, seu pai, teve medo de ir para lá. Advertido em sonhos, retirou-se para a região da Galileia e foi morar numa cidade chamada Nazaré; assim se cumpriu o que foi anunciado pelos profetas: «Ele será chamado Nazareno”.

    (continua em 28/12)

    Transcrição de António Fonseca

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