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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Blogs Católicos - EU TENHO DEUS E DEUS ME TEM - 20 de Dezembro de 2011

 

 

Do Blog “EU TENHO DEUS E DEUS ME TEM” tomei a liberdade de transcrever a:

 

A Verdadeira História de Papai Noel (Parte 01 / 03)

http://youtu.be/Y5_SkU0Nda4

http://youtu.be/bxWv1a8XlHs

http://youtu.be/2-k8g2CwTtk

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São Nicolau, bispo da Igreja. Conheça a vida deste santo, o qual se originou o costume do "Papai Noel" São Nicolau, rogai por nós

00:08:20

Adicionado em 21-12-2008

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http://www.youtube.com/watch?v=2-k8g2CwTtk&feature=related

EU TENHO DEUS E DEUS ME TEM.

Post colocado por António Fonseca, 29-12-11 – 23,00 h

29-12-2011 - TEORIA DA CONSPIRAÇÃO… - “Viver Santamente”; e outros blogs…

email: aarfonseca0491.hotmail.com

Do blogue “Viver Santamente”, transcrevo:

Viver Santamente


Líderes com câncer, será tudo verdade?

Posted: 28 Dec 2011 12:15 PM PST

O que há em comum entre: Cristina Kirchner, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Fernando Lugo e Hugo Chávez? Para quem acompanha os noticiários via mídia independente dirá com grande facilidade que todos são membros do famigerado e até temido Foro de São Paulo, ainda se dirá que possuem alinhamento político dito socialista, nascidos de corações guerrilheiros, abortistas, homossexualistas, ditadores, comunistas e mentirosos. Até algum tempo atrás estas eram as mais conhecidas semelhanças entre este bando, agora estranhamente surgiu o danado do Câncer; todos estes encontram-se acometidos desta moléstia que afeta e encara o mundo da medicina.

Presidente da Argentina

Muito estranho de entender porque estes líderes comunistas de uma mesma região em tão curto tempo 'obtiveram' em partes diferentes do corpo este descontrole das células que fazem prostrar a humanidade. Nunca se ouviu falar de coisa parecida, é tão estranho que até Hugo Chaves está questionando e pensando como se houvesse uma intenção por parte inimiga que pudessem ter injetado algo em seus corpos para que o Câncer neles evoluísse. Se por um lado o Chaves diz expor suas dúvidas por seu direito de liberdade (verdadeiramente ele tem), eu cá também tenho minhas dúvidas: Estariam estes líderes comungando alguma ideia em comum em torno de uma mentirosa doença? Sabe-se que a mentira não é abominável por parte destes socialistas. Estariam eles querendo angariar apoio do povão fazendo cara de coitados e usurpando a piedade popular?

Líderes da América Latina

Outra pergunta: Você teria coragem de instituir uma primavera latina e derrubar um líder qualquer que estivesse acometido de um câncer? Você iria fazer barulho em frente a casa dele, gritando palavras de ordem e pedindo para que ele deixasse o país?
Estariam estes líderes agregando a eles mais títulos de vencedores como já gostam de explicitar?
Sabe-se também que eles auto intitulam como os grandes libertadores da nação, vencedores das 'torturas', passeatas, exílios etc em nome do necessitado país. Seria mais uma arma mentirosa? Na verdade não sei e nem posso afirmar ainda, somente o tempo dirá, concordo que é meio amargo falar deste assunto, mas deste povo pode-se tudo esperar.
"Vamos fazer uma cúpula com Dilma, Lugo, Lula e este humilde servidor. Não haverá câncer ou qualquer outra força para nos segurar, porque a América Latina está renascendo", Hugo Chaves
.

Veja a relação dos líderes regionais afetados pelo câncer:

Cristina Kirchner
A presidente argentina, de 58 anos, tem câncer na tiroide e será operada no dia 4 de janeiro. “Foi detectado um carcinoma papilar no lóbulo direito da glândula tiroide (...) sem comprometer os gânglios linfáticos e com ausência de metástase”. Kirchner iniciou seu segundo mandato de quatro anos no dia 10 de dezembro passado.
Luiz Inácio Lula da Silva
O ex-presidente brasileiro (2003-2010), de 66 anos, combate um tumor na laringe, e o tratamento com quimioterapia tem evoluído favoravelmente.
Dilma Rousseff
A presidente do Brasil, de 63 anos, enfrentou a partir de 2009 um câncer no sistema linfático, e foi declarada completamente curada em setembro do mesmo ano, mas realiza exames a cada seis meses.
Fernando Lugo
O presidente do Paraguai, de 60 anos, foi diagnosticado em agosto de 2010 com um linfoma de Hodgkins (não agressivo). O câncer no sistema linfático exigiu seis sessões de quimioterapia, em São Paulo e Assunção, mas em dezembro de 2010 foi finalmente extinto.
Hugo Chávez
O presidente da Venezuela, de 57 anos, teve um câncer diagnosticado em junho passado. O líder “bolivariano” não permite que se revele a origem do tumor, que segundo fontes médicas foi retirado da próstata no dia 20 de junho, em Havana. Chávez foi submetido a quatro sessões de quimioterapia, sendo três em Havana e uma em Caracas, e após ficar ausente da vida pública, voltou à atividade, participando, inclusive, da Cúpula do Mercosul em Montevidéu, na semana passada.
Não é demais rezarmos para que o bem seja derramado sobre estas nações. Que Jesus tenha piedade de todos estes líderes e os dê antes de tudo a conversão que precisam para obterem a amizade com Deus e um dia poderem morar no Céu. Amém.
Fonte:
Correio24horas , Bol, Veja

Fim de ano, faça drinks sem álcool

Posted: 28 Dec 2011 09:25 AM PST

Fim de ano já em cena e nos convidando a gritar de alegria, fazer algo diferente, ser criança por uns instantes e pular muito! É um convite a ouvir uma música animada aos mais altos decibéis, abraçar os parentes, entoar um louvor e sorrir gratuitamente. Para acompanhar, podemos vestir roupas alegres, gravatas engraçadas, apito, língua de sogra, churrasco e ou algum assado como alimento, balas e travessuras. Adicione ai um coquetel supimpa para alegrar, chamar a atenção e sair engraçado nas fotos, faça drinks sem álcool e pule muito, isto é o que vou fazer e garanto que é muitíssimo bom. Veja abaixo como fazer um drink sem fazer a cabeça ou cometer loucura. Seja feliz, seja Santo! Saber ser feliz é Viver Santamente.

Coquetéis deliciosos, saudáveis e sem álcool para o Réveillon

Sangria Especial

Ingredientes

1 garrafa (750ml) de suco de uva orgânico
½ xícara (chá) de suco de laranja
1 laranja pequena picada
½ abacaxi picado
2 maçãs picadas
1 cacho (grande) de uvas vermelhas
2 pêssegos frescos maduros picados
Cravo-da-índia (2)
Gelo a gosto

Modo de Preparo: coloque as frutas em uma jarra grande ou tigela. Adicione o suco de laranja, o suco de uva, os cravos e o gelo. Enfeite a jarra com cascas de laranja e de limão.

Rendimento: 8 porções

Fonte: Exame.com

A mensagem de Bento XVI para Dia Mundial da Paz (2012)

Posted: 28 Dec 2011 08:59 AM PST

EDUCAR OS JOVENS PARA AJUSTIÇA E A PAZ

A mensagem de Bento XVI para a celebração do XLV Dia Mundial da Paz

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 16 de dezembro de 2011(ZENIT.org)-Apresentamos na íntegra a Mensagem de Sua Santidade Bento XVI para a Celebração do XLV Dia Mundial da Paz, dia 01 de janeiro de 2012.

***

EDUCAR OS JOVENS PARAA JUSTIÇA E A PAZ

1. O INÍCIO DE UM NOVO ANO, dom de Deus à humanidade, induz-me a desejar a todos, com grande confiança e estima, de modo especial que este tempo, que se abre diante de nós, fique marcado concretamente pela justiça e a paz.

Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor « mais do que a sentinela pela aurora » (v. 6),aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia,salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia;uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia.

Mas, nesta escuridão, o coração do homem não cessa de aguardar pela aurora de que fala o salmista. Esta expectativa mostra-se particularmente viva e visível nos jovens; e é por isso que o meu pensamento se volta para eles, considerando o contributo que podem e devem oferecer à sociedade. Queria, pois, revestir a Mensagem para o XLV Dia Mundial da Paz duma perspectiva educativa: « Educar os jovens para a justiça e a paz », convencido de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.

A minha Mensagem dirige-se também aos pais, às famílias, a todas as componentes educativas, formadoras, bem como aos responsáveis nos diversos âmbitos da vida religiosa, social, política,económica, cultural e mediática. Prestar atenção ao mundo juvenil, saber escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz não é só uma oportunidade mas um dever primário de toda a sociedade.

Trata-se de comunicar aos jovens apreço pelo valor positivo da vida, suscitando neles o desejo de consumá-la ao serviço do Bem. Esta é uma tarefa, na qual todos nós estamos, pessoalmente,comprometidos.

As preocupações manifestadas por muitos jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de poder olhar para o futuro com fundada esperança. Na hora atual, muitos são os aspectos que os trazem apreensivos: o desejo de receber uma formação que os prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade deformar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efetiva de intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.

É importante que estes fermentos e o idealismo que encerram encontrem a devida atenção em todas as componentes da sociedade. A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum, a possuírem perspectivas abertas sobre o mundo e olhos capazes de ver « coisas novas » (Is 42, 9; 48, 6).

Os responsáveis da educação

2. A educação é a aventura mais fascinante difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina educere – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem.Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas autênticas, ou seja,testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho que propõe.

E quais são os lugares onde amadurece uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de mais nada, a família,já que os pais são os primeiros educadores. A família é célula originária da sociedade. « É na família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos que permitem uma convivência construtiva e pacífica. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro ».[1] Esta é a primeira escola, onde se educa para ajustiça e a paz.

Vivemos num mundo em que a família e até a própria vida se veem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas.Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos de vida, emigração à procura dum adequado sustentamento se não mesmo da pura sobrevivência, acabam por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais preciosos: a presença dos pais; uma presença, que permita compartilhar de forma cada vez mais profunda o caminho para se poder transmitir a experiência e as certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com o tempo passado juntos. Queria aqui dizer aos pais para não desanimarem! Com o exemplo da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas.

Quero dirigir-me também aos responsáveis das instituições com tarefas educativas: Velem, com grande sentido de responsabilidade, por que seja respeitada e valorizada em todas as circunstâncias a dignidade de cada pessoa. Tenham a peito que cada jovem possa descobrir a sua própria vocação, acompanhando-o para fazer frutificar os dons que o Senhor lhe concedeu. Assegurem às famílias que os seus filhos não terão um caminho formativo em contraste com a sua consciência e os seus princípios religiosos.

Possa cada ambiente educativo ser lugar de abertura ao transcendente e aos outros; lugar de diálogo, coesão e escuta,onde o jovem se sinta valorizado nas suas capacidades e riquezas interiores e aprenda a apreciar os irmãos. Possa ensinar a saborear a alegria que deriva de viver dia após dia a caridade e a compaixão para com o próximo e de participar ativamente na construção duma sociedade mais humana e fraterna.

Dirijo-me, depois, aos responsáveis políticos, pedindo-lhes que ajudem concretamente as famílias e as instituições educativas a exercerem o seu direito-dever de educar. Não deve jamais faltar um adequado apoio à maternidade e à paternidade. Atuem de modo que a ninguém seja negado o acesso à instrução e que as famílias possam escolher livremente as estruturas educativas consideradas mais idóneas para o bem dos seus filhos.Esforcem-se por favorecer a reunificação das famílias que estão separadas devido à necessidade de encontrar meios de subsistência. Proporcionem aos jovens uma imagem transparente da política, como verdadeiro serviço para o bem de todos.

Não posso deixar de fazer apelo ainda ao mundo dos media para que prestem a sua contribuição educativa. Na sociedade atual, os meios de comunicação de massa têm uma função particular:não só informam, mas também formam o espírito dos seus destinatários e,consequentemente, podem concorrer notavelmente para a educação dos jovens. É importante ter presente a ligação estreitíssima que existe entre educação e comunicação: de facto, a educação realiza-se por meio da comunicação, que influi positiva ou negativamente na formação da pessoa.

Também os jovens devem ter a coragem de começar, eles mesmos, a viver aquilo que pedem a quantos os rodeiam. Que tenham a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois cabe-lhes em tudo isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz.

Educar para a verdade e a liberdade

3. Santo Agostinho perguntava-se:« Quidenim fortius desiderat anima quam veritatem – que deseja o homem mais intensamente do que verdade? ».[2] O rosto humano duma sociedade depende muito da contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De facto, a educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a que pertence. Por isso, a fim de educar para a verdade, é preciso antes de mais nada saber que é a pessoa humana, conhecer a sua natureza. Olhando a realidade que o rodeava, o salmista pôs-se a pensar: « Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que Vós criastes: que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes? » (Sal 8, 4-5). Esta é a pergunta fundamental que nos devemos colocar: Que é o homem? O homem é um ser que traz no coração uma sede de infinito, uma sede de verdade – não uma verdade parcial,mas capaz de explicar o sentido da vida –, porque foi criado à imagem e semelhança de Deus. Assim, o facto de reconhecer com gratidão a vida como dom inestimável leva a descobrir a dignidade profunda e a inviolabilidade própria de cada pessoa. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer no homem a imagem do Criador e, consequentemente, a ter um profundo respeito por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta sublime dignidade. É preciso não esquecer jamais que « o autêntico desenvolvimento do homem diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em todas as suas dimensões »,[3] incluindo a transcendente, e que não se pode sacrificar a pessoa para alcançar um bem particular, seja ele económico ou social, individual ou colectivo.

Só na relação com Deus é que o homem compreende o significado da sua liberdade, sendo tarefa da educação formar para liberdade autêntica. Esta não é a ausência de vínculos, nem o império do livre arbítrio; não é o absolutismo do eu. Quando o homem se crê um ser absoluto, que não depende de nada nem de ninguém e pode fazer tudo o que lhe apetece, acaba por contradizer a verdade do seu ser e perder a sua liberdade.De facto, o homem é precisamente o contrário: um ser relacional, que vive em relação com os outros e sobretudo com Deus. A liberdade autêntica não pode jamais ser alcançada, afastando-se d’Ele.

A liberdade é um valor precioso, mas delicado: pode ser mal entendida e usada mal. « Hoje um obstáculo particularmente insidioso à acção educativa é constituído pela presença maciça,na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, nada reconhecendo como definitivo, deixa como última medida somente o próprio eu com os seus desejos, sob a aparência da liberdade, torna-se para cada pessoa uma prisão, porque separa uns dos outros, reduzindo cada um a permanecer fechado dentro do próprio“eu”. Dentro de um horizonte relativista como este, não é possível, portanto,uma verdadeira educação: sem a luz da verdade, mais cedo ou mais tarde cada pessoa está, de facto, condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem, da validez do seu compromisso para construir com os outros algo em comum ».[4]

Por conseguinte o homem, para exercer a sua liberdade, deve superar o horizonte relativista e conhecer a verdade sobre si próprio e a verdade acerca do que é bem e do que é mal. No íntimo da consciência, o homem descobre uma lei que não se impôs a si mesmo, mas à qual deve obedecer e cuja voz o chama a amar e fazer o bem e a fugir do mal, a assumir responsabilidade do bem cumprido e do mal praticado.[5] Por isso o exercício da liberdade está intimamente ligado com a lei moral natural, que tem carácter universal, exprime a dignidade de cada pessoa, coloca a base dos seus direitos e deveres fundamentais e,consequentemente, da convivência justa e pacífica entre as pessoas.

Assim o recto uso da liberdade é um ponto central na promoção da justiça e da paz, que exigem a cada um o respeito por si próprio e pelo outro, mesmo possuindo um modo de ser e viver distante do meu. Desta atitude derivam os elementos sem os quais paz e justiça permanecem palavras desprovidas de conteúdo: a confiança recíproca, a capacidade de encetar um diálogo construtivo, a possibilidade do perdão, que muitas vezes se quereria obter mas sente-se dificuldade em conceder, a caridade mútua, compaixão para com os mais frágeis, e também a prontidão ao sacrifício.

Educar para a justiça

4. No nosso mundo, onde o valor da pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos, não obstante as proclamações de intentos, está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. De facto, ajustiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa concepção contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade do amor.[6]

Não podemos ignorar que certas correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios económicos racionalistas e individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora « a “cidade do homem”não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo ».[7]

« Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados » (Mt 5,6). Serão saciados, porque têm fome e sede de relações justas com Deus, consigo mesmo, com os seus irmãos e irmãs, com a criação inteira.

Educar para a paz

5. « A paz não é só ausência de guerra,nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade ».[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É,antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.

A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos.« Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).

A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover ajustiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente.

Levantar os olhos para Deus

6. Perante o árduo desafio de percorrermos caminhos da justiça e da paz, podemos ser tentados a interrogar-nos como o salmista: « Levanto os olhos para os montes, de onde me virá o auxílio? » (Sal 121, 1).

A todos, particularmente aos jovens,quero bradar: « Não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor eterno. E que mais nos poderia salvar senão o amor? ».[9] O amor rejubila com a verdade, é a força que torna capaz de comprometer-se pela verdade, pela justiça, pela paz, porque tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 1-13).

Queridos jovens, vós sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação.

Vivei com confiança a vossa juventude e os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de entusiasmo.

Sabei que vós mesmos servis de exemplo e estímulo para os adultos, e tanto mais o sereis quanto mais vos esforçardes por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejardes um futuro melhor e vos comprometerdes a construí-lo. Cientes das vossas potencialidades,nunca vos fecheis em vós próprios, mas trabalhai por um futuro mais luminoso para todos. Nunca vos sintais sozinhos! A Igreja confia em vós, acompanha-vos,encoraja-vos e deseja oferecer-vos o que tem de mais precioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus, de encontrar Jesus Cristo – Ele que é a justiça e a paz.

Oh vós todos, homens e mulheres, que tendes a peito a causa da paz! Esta não é um bem já alcançado mas uma meta, à qual todos e cada um deve aspirar. Olhemos, pois, o futuro com maior esperança,encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sinta-mo-nos unidos na responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras,nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras!Apoiado em tal certeza, envio-vos estas reflexões que se fazem apelo: Unamos as nossas forças espirituais, morais e materiais, a fim de « educar os jovens para a justiça e a paz ».

Vaticano, 8 de Dezembro de 2011.

BENEDICTUS PP XVI

Notas

[1] Bento XVI, Discurso aos administradores da Região do Lácio, do Município e da Província de Roma (14 de Janeiro de 2011): L’Osservatore Romano (ed. port. de 22/I/2011), 5.

[2] Comentário ao Evangelho de S. João, 26, 5.

[3] Bento XVI, Carta enc. Caritas inv eritate (29 de Junho de2009), 11: AAS 101 (2009), 648; cf. Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio (26 de Março de1967), 14: AAS 59 (1967), 264.

[4] Bento XVI, Discurso por ocasião da abertura do Congresso eclesial diocesano na Basílica de São João de Latrão (6 de Junho de2005): AAS 97 (2005), 816.

[5] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 16.

[6] Cf. Bento XVI, Discurso no Parlamento federal alemão (Berlim,22 de Setembro de 2011):L’Osservatore Romano (ed. port. de 24/IX/2011), 4-5.

[7] Bento XVI, Carta enc. Caritas inv eritate (29 de Junho de2009), 6: AAS 101 (2009), 644-645.

[8] Catecismo da Igreja Católica, 2304.

[9] Bento XVI, Homilia durante a vigília com os jovens (Colónia,20 de Agosto de 2005): AAS97 (2005), 885-886.

Fonte: Zenit

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Igreja uruguaia promete excomungar políticos que aprovarem a lei do aborto no país.

by G. M. Ferretti

Montevidéu (Quarta-feira, 28-12-2011, Gaudium Press) Católicos uruguaios estão vivendo um verdadeiro drama neste final de ano. A preocupação está em torno da aprovação por parte do Senado do projeto de lei que legaliza o aborto nas 12 primeiras semanas de gestação. A votação aconteceu na última sessão da casa e agora segue para a Câmara dos Deputados que, mesmo tendo encerrado os trabalhos de 2011, já sinaliza com a aprovação do projeto. O que torna as coisas ainda mais difíceis é o fato de que o presidente do Uruguai, José Mujica, declarou que "não usará sua possibilidade de veto nesta matéria".

Após nove horas de debate, o projeto de lei foi aprovado por 17 dos 31 senadores presentes, em sua maioria da Frente Ampla e um voto de um senador do Partido Nacional, de oposição. Segundo a senadora Mónica Xavier, "a lei vigente é ineficaz, discriminatória e injusta, por que algumas mulheres podem levar adiante suas decisões e outras, não".

A senadora explicou ainda que a medida constitui "um mecanismo de garantia de que a mulher que não pode prosseguir com a gravidez tenha as mesmas garantias da mulher que levou a gravidez a termo".

O texto do projeto afirma que "toda mulher maior de idade tem o direito de decidir pela interrupção voluntária da gravidez durante as primeiras doze semanas de gestação". O prazo não se aplica se a gravidez foi produto de estupro, se há risco para a saúde da mulher ou se existem "problemas fetais graves, incompatíveis com a vida fora do útero".

Com a aprovação do projeto, todos os serviços de saúde, públicos e privados, terão a obrigação de realizar o aborto de forma gratuita se forem solicitados.

A lei vigente, aprovada em 1938, pune com entre três e nove meses de prisão a mulher que faz aborto não autorizado.

A Igreja Católica uruguaia já anunciou que deve excomungar os legisladores que se posicionarem a favor da descriminalização do aborto. Nas últimas décadas, houve várias tentativas para legalizar a prática do aborto no Uruguai.

A Conferência dos Bispos do Uruguai, através de seu presidente, Dom Jaime Fuentes, publicou uma nota direcionada aos senadores e criticando duramente a aprovação do projeto. O prelado relata a visita que fez no início do mês a uma penitenciária feminina onde teve o contato com duas presas que vivem com seus filhos; uma menina de um ano e meio e outra de dois anos.

Segundo Dom Jaime "uma das mulheres me pediu que as batizasse; ela e sua filha. Perguntei sobre o pai da criança e a mãe, não sabia dizer quem era, mas, afirmou que, por sua filha, daria a própria vida".

O presidente da Conferência Episcopal afirma ainda que o relato desta visita não é para contar apenas uma "pequena história comovente", mas mostrar que são "mulheres uruguaias de verdade, sem ideologias e com muito peso nas costas por estarem presas porque roubaram e praticaram outros delitos, mas tem bem claro que a vida é sagrada, divina, no sentido mais espontâneo e forte da palavra".

Dom Jaime questiona os senadores perguntando sobre o que pretendem com a lei do aborto. "Não é suficiente a violência diária da qual padecemos e querem facilitar ainda mais a maior delas matando as crianças no ventre de suas mães? Pensam que, tornando o aborto legal, essa prática deixará de ser crime que agrava a consciência da mulher que o pratica? Pensam que esta lei é progressista porque com ela, a mulher decidirá sobre seu próprio corpo? Essas são ideias que não correspondem ao pensamento da mulher uruguaia."

Dom Jaime Fuentes termina sua mensagem afirmando que "estamos em tempo que reclamam a grandeza de espírito e por isso, busquem soluções humanas a maior e mais humana das situações. Os senhores tem capacidade de encontrá-la". (LB)

G. M. Ferretti | dezembro 29, 2011 at 8:29 am | Tags: Atualidades | Categorias: Igreja | URL: http://wp.me/pgELf-4vn

Comentário  :  PORQUE NÃO FAZER ISTO EM PORTUGAL?

Pergunta de ANTÓNIO FONSECA, no blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos) à IGREJA PORTUGUESA.


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Transcrição pessoal e da responsabilidade de

António Fonseca

29-12-11 -  14,30 h

 

email: aarfonseca0491.hotmail.com

Nº 1148–1 - (363) - 29 DE DEZEMBRO DE 2011 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

Nº 1148

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SÃO TOMÁS BECKET

Arcebispo (1117-1170)

Tomás Becket, Santo

Tomás Becket, Santo

Em 1155, Henrique II, rei de Inglaterra e de parte da França, nomeou seu chanceler Tomás Becket. Oriundo da Normandia, onde nasceu em 1117, e senhor de grande riqueza, era considerado um dos homens de maior capacidade de seu tempo. Compararam-no a Richelieu, com o qual na realidade nada se parecia, pelas qualidades de homem de Estado e amor das grandezas. Ficou célebre a visita que fez, em 1158, a Luís VII, rei de França.Tendo atravessado a mancha em seis fragatas, com dois mil homens, Tomás Becket tomou o caminho de Paris, passando por várias cidades, precedido de duzentos e cinquenta músicos, rodeado de numerosos galgos e seguido de oito coches, puxados a seis cavalos cada um. Seguiam-se vários carros, com o seu quarto de cama, cozinha, capela e baixela; depois, em soberbos alazões, centenas de escudeiros, cercando a fina flor da nobreza, recamada de oiro e prata. Quando vagou a sé de Cantuária, Henrique II nomeou para ela o chanceler.

Tomás Becket, Santo

Tomás Becket, Santo

Tomás foi ordenado sacerdote a 1 de Junho de 1162 e sagrado bispo dois depois. Desde então, passou a ser mais importante a seguir ao rei e mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros. Convencido de o cargo de primeiro ministro e o de príncipe de Inglaterra serem incompatíveis, pediu a demissão de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos «concílios» de Clarendon e Northampton, o arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado em irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens. Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei de França, Henrique II acabou por consentir que Tomás regressasse a Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante, com a submissão cega do arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias. Desesperado, o rei exclamou um dia: «Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente». Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de Dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da sé. «Morro de boa vontade por Jesus e pela Santa Igreja», disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

30550 > San Tommaso Becket Vescovo e martire 29 dicembre - Memoria Facoltativa MR

Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

SÃO GERARDO DE SAINT-WANDRILLE

Abade (assassinado em 1029)

 

S. Gerardo nasceu em França, pouco antes de 970, duma família de pequena nobreza. Enviado para as escolas de Chartres, seguiu lá os cursos de dois discípulos do ilustre Gerbert: primeiro, de Herbert, judeu convertido, de 984 a 996; e, depois, de Fulbert, o futuro bispo, a partir de 987. Herbert, feito monge, deu o hábito a Gerardo e, por 1001, encarregou-o da fundação de uma abadia. Gerardo tanto mereceu o apreço de Ricardo II, duque da Normandia, que recebeu dele o báculo de abade de Saint- Wandrille, e durante 23 anos deu lá os melhores exemplos de virtudes monásticas e de capacidade administrativa. Parece ter aí introduzido certos usos e algumas particularidades da liturgia de Chartres. Por 1024, provocou provavelmente os avisos do Beato Ricardo, reformador dos mosteiros lorenos. Reconstruiu a igreja (incendiada em 1284) o refeitório, que ainda se conserva, promoveu o culto de S. Vulfrano e reconheceu as suas relíquias; e, ajudado pelo seu prior, S. Gradulfo, construiu uma abadia em Ruão. Durante a noite de 29 para 30 de Novembro de 1029, foi assassinado durante o sono por um monge, irritado com as observações dele e excitado pelo conflito que então opunha o abade ao tirânico duque Roberto I. Os religiosos de Saint-Wandrille consideraram-no como mártir, “pois morreu pela verdade”, e dedicaram-lhe um culto que, de privado, se tornou público. As suas relíquias foram descobertas em 1671. Foi honrado, só em Saint-Wandrille, até à Revolução francesa. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Santa Benedicta Ion Kyong-nyon e seis companheiros, mártires

Em Seul, de Coreia, santa Benedicta Ion Kyong-nyon, viúva e catequista, e seis companheiros, mártires, todos os quais sofreram muitos suplícios por causa do nome de cristão, acabando degolados (839). Seus nomes são: são Pedro Ch’oe Ch’ang-hub, catequista; Bárbara Cho Chungi, viúva de são Sebastián Nam I-gwam; Magdalena Han Yong-i, viúva; Isabel Chong Chong-hye, virgem, filha de santa Cecilia Yu Sosa e irmã de são Paulo Chong Hasang; Bárbara Ko Sun-i, mulher de santo Agustín Pak Chong-won; e Magdalena Yi Yongdog, virgem, irmã de santa Catalina Yi.

83360 > Sante Benedetta Hyon Kyong-nyon e compagne Martiri 29 dicembre MR

• David, Santo
Dezembro 29 Rei e Profeta

David, Santo

David, Santo

Rei, antepassado de Jesus

Martirológio Romano: Comemoração de santo David, rei e profeta, filho de Jessé betlehemita, que encontrou graça ante Deus e foi ungido com o santo óleo pelo profeta Samuel para reger o povo de Israel. Mudou para a cidade de Jerusalém a arca do Senhor, e o Senhor lhe jurou que sua descendência permaneceria para sempre, porque dele nasceria Jesus Cristo segundo a carne. Etimologia: David = aquele que é amado, é de origem hebraica. En la Biblia, el nombre de David sólo lo ostenta el segundo rey de Israel, el bisnieto de Booz y Rut (Rut 4 18 ss.). Era el más joven de los ocho hijos de Isaí, o Jesé (I Reyes 16 8; cf. I Cro 2 13), un pequeño propietario de la tribu de Judá que habitaba en Belén, dónde nació David. Nuestro conocimiento de la vida y características de David se deriva exclusivamente de las páginas de Sagrada Escritura (ver I R 16; II R 2; I Cro 2, 3 y 10-19; Rut 4 18-22) y los títulos de muchos Salmos. Según la cronología usual, David nació en 1085 y reinó de 1055 a 1015 a.C. Recientes escritores han datado su reinado, deduciéndolo de inscripciones asírias, unos 30 ó 50 años más tarde. Por las limitaciones, no es posible dar más que un esbozo de los eventos de su vida y una simple estimación de sus características y su importancia en la historia del pueblo elegido, como rey, salmista, profeta e imagen del Mesías. La historia de David se divide en tres períodos: (1) antes de su elevación al trono; (2) su reinado, en Hebrón sobre Judá y en Jerusalén sobre todo Israel, hasta su pecado; (3) su pecado y sus últimos años. Aparece primero en la historia sagrada como un joven pastor que cuidaba los rebaños de su padre en los campos cercanos a Belén, "rubio, de bellos ojos y hermosa presencia”. Samuel, el profeta y último de los jueces, fue enviado a ungirlo en lugar de Saúl. a quien Dios había rechazado por su desobediencia. Los relatos de David no parecen haber reconocido la importancia de esta unción que lo marcó como sucesor al trono después de la muerte de Saúl. Durante un período de enfermedad, cuando un espíritu maligno atormentaba a Saúl, David fue llevado a la corte para aliviar al rey tocando el arpa. Ganó la gratitud de Saúl y lo puso al frente del ejército, pero su estancia en la corte fue breve. Más tarde, mientras sus tres hermanos mayores estaban en el campo, luchando bajo Saúl contra los Filisteos, David fue enviado al campamento con algunos comestibles y regalos; allí oyó las palabras con las que el gigante, Goliat de Gat, desafiaba a todo Israel a un combate singularizar y él se ofreció para matar al filisteo con la ayuda de Dios. Su victoria sobre Goliat provocó la derrota del enemigo. Las preguntas de Saúl a Abner en este momento, parecen implicar que él nunca había visto antes a David, sin embargo, como hemos visto, David ya había estado en la corte. Se han hecho varias conjeturas para explicar esta dificultad. Como el pasaje hace pensar en una contradicción en el texto hebreo, es omitido por la traducción de los Setenta, algunos autores han aceptado el texto griego en preferencia al hebreo. Otros suponen que el orden de las narraciones se ha confundido en nuestro texto hebreo actual. Un solución más simple y más probable mantiene que, en la segunda ocasión, Saúl sólo preguntó a Abner por la familia de David y sobre su infancia. Antes no había prestado atención a estas cosas. La victoria de David sobre Goliat le ganó la amistad entrañable de Jonatán, el hijo de Saúl. Obtuvo un lugar permanente en la corte, pero su gran popularidad y las imprudentes canciones de las mujeres excitaron los celos del rey, que intentó matarlo en dos ocasiones. Como jefe de mil hombres buscó nuevos riesgos para ganar la mano de Merab, la hija mayor de Saúl: pero, a pesar de la promesa del rey, fue dada a Adriel de Mejolá. Mical, la otra hija de Saúl, estaba enamorada de David, y, con la esperanza de que finalmente fuera muerto por los Filisteos, su padre prometió dársela en matrimonio, con tal de que David matara a cien Filisteos. David tuvo éxito y se caso con Mical. Este éxito, sin embargo, hizo temer más a Saúl y finalmente le indujo a ordenar que debiera matarse a David. Por mediación de Jonatán fue perdonado durante un tiempo, pero el odio de Saúl le obligó finalmente a huir de la corte. Primero fue a Ramá y desde allí, con Samuel, a Nayot. Los grandes esfuerzos de Saúl por asesinarlo eran frustrado por la interposición directa de Dios. Una entrevista con Jonatán le convenció de que la reconciliación con Saúl era imposible y de que, para el resto del reino, él era un desterrado y un bandido. En Nob, David y sus compañeros fueron armados por el sacerdote Ajimélec, que después fue acusado de conspiración y asesinado con todos sus sacerdotes. De Nob, David fue a la corte de Aquis, rey de Gat, de donde escapó de la muerte fingiendo locura. En su retorno se convirtió en cabeza de una banda de aproximadamente cuatrocientos hombres, algunos parientes suyos otros entrampados y desesperados, que se reunieron en la cueva o refugio de Adulán. Poco tiempo después su número llegó a seiscientos. David liberó la ciudad de Queilá de los filisteos, pero fue obligado a huir de nuevo de Saúl. Su siguiente morada fue el desierto de Zif, memorable por la visita de Jonatán y por la alevosía de los zifitas que avisaron al rey. David se libró por la llamada a Saúl para rechazar un ataque de los filisteos. En los desiertos de Engadí estuvo de nuevo en gran peligro; pero, cuando Saúl estaba a su merced, él generosamente le perdonó la vida. La aventura con Nabal, el matrimonio de David con Abigail, y una segunda ocasión rehusada de matar a Saúl, fueron seguidas por la decisión de David de ofrecer sus servicios a Aquis de Gat y así poner fin a la persecución de Saúl. Como vasallo del rey filisteo, se estableció en Sicelag, desde donde hizo incursiones a las tribus vecinas, devastando sus tierras y no dejando con vida hombre ni mujer. Pretendiendo que estas expediciones eran contra su propio pueblo de Israel, se aseguró el favor de Aquis. Sin embargo, cuando los filisteos se prepararon en Afec para emprender la guerra contra Saúl, los otros príncipes no fueron partidarios de confiar en David, y él regresó a Sicelag. Durante su ausencia había sido atacada por los amalecitas. David los persiguió, destruyó sus fuerzas y recuperó todo su botín. Entretanto había tenido lugar la fatal batalla en el monte de Gelboé, en la que Saúl y Jonatán fueron muertos. La elegía conmovedora, que se conserva para nosotros en II Reyes 1, es un arranque de pesar de David por su muerte. Por mandato de Dios, David, que tenía ahora treinta años, subió a Hebrón para reclamar el poder real. Los hombres de Judá lo aceptaron como rey y fue ungido de nuevo, solemne y públicamente. Por influencia de Abner, el resto de Israel permanecía fiel a Isbóset, hijo de Saúl. Abner atacó las fuerzas de David, pero fue derrotado en Gabaón. La guerra civil continuó durante algún tiempo, pero el poder de David aumentaba continuamente. En Hebrón tuvo seis hijos: Amnón, Quilab, Absalón, Adonías, Sefatías, y Yitreán. Como resultado de una riña con Isbóset, Abner hizo maniobras para llevar a todo Israel bajo el poder de David; sin embargo, fue alevosamente asesinado por Joab, sin el consentimiento del rey. Isbóset fue asesinado por dos benjamitas y David fue aceptado por todo Israel y ungido rey. Su reinado en Hebrón sobre Judá había durado siete años y medio. David tuvo éxito en sus sucesivas guerras, haciendo de Israel un estado independiente y provocando que su propio nombre fuera respetado por todas las naciones circundantes. Una notable hazaña fue, al principio de su reinado, la conquista de la ciudad jebusita de Jerusalén, a la que hizo capital de su reino, “la ciudad de David”, el centro político de la nación. Construyó un palacio, tomó más esposas y concubinas, y engendró más hijos e hijas. Habiéndose liberado del yugo de los filisteos, resolvió hacer de Jerusalén el centro religioso de su pueblo, transportando el Arca de la Alianza (ver artículo) desde Baalá (Quiriat Yearín). La trajo a Jerusalén y la puso en la nueva tienda construida por el rey. Después, cuando propuso construir un templo para ella, le fue dicho, por el profeta Natán, que Dios había reservado esta tarea para su sucesor. En premio a su piedad, le fue hecha la promesa de que Dios le construiría a una casa y establecería su reino para siempre. No hay detalles sobre las diversas guerras emprendidas por David; sólo tenemos algunos hechos aislados. La guerra con los amonitas es recordada de un modo más completo porque, cuando su ejército estaba en el campo durante esta campaña, David cometió los pecados de adulterio y asesinato, atrayendo por ello grandes calamidades para él y su casa. Estaba entonces en la plenitud de su poder, era un gobernante respetado por todas las naciones, del Eufrates al Nilo. Después de su pecado con Betsabé y el asesinato indirecto de Urías su marido, David la convirtió en su esposa. Pasço un año de arrepentimiento por su pecado, pero su contrición fue tan sincera que Dios le perdonó; aunque, al mismo tiempo, le anunció los severos sufrimientos que le sucederían. El espíritu con que David aceptó estas penas lo ha hecho en todo tiempo modelo de penitentes. El incesto de Amnón y el fratricidio de Absalón (ver artículo) trajeron la vergüenza y la aflicción a David. Absalón permaneció tres años en el destierro. Cuando fue llamado de regreso, David lo mantuvo en desgracia durante dos años más y entonces le restauró a su anterior dignidad, sin ninguna señal de arrepentimiento. Molesto por el tratamiento de su padre, Absalón se consagró durante los siguientes cuatro años a seducir a la gente y finalmente se proclamó rey en Hebrón. David fue cogido por sorpresa y obligado a huir de Jerusalén. Las circunstancias de su huída se narran en la Escritura con gran simplicidad y patetismo. El rechazo de Absalón del consejo de Ajitófel y su consecuente retraso en la persecución del rey, hizo posible a éste último reunir sus fuerzas y vencer en Majanáin dónde Absalón murió. David retornó triunfante a Jerusalén. Una gran rebelión bajo Seba fue reprimida rápidamente en el Jordán. En este punto de la narración de II de Reyes leemos que “hubo hambre, en los días de David, durante tres años consecutivos”, en castigo por el pecado de Saúl contra los gabaonitas. A su llamada, siete de la familia de Saúl fueron entregados para ser crucificados. No es posible fijar la fecha exacta de la hambruna. En otras ocasiones, David mostró gran compasión con los descendientes de Saúl, sobre todo con Mefibóset, el hijo de su amigo Jonatán. Después de una breve mención de cuatro expediciones contra los filisteos, el escritor sagrado recuerda un pecado de orgullo por parte de David en su resolución de hacer un censo del pueblo. Como penitencia por este pecado, se le permitió escoger entre hambre, derrotas o peste. David escogió la tercera y en tres días murieron 70.000. Cuando el ángel estaba a punto de golpear Jerusalén, Dios se apiadó y cesó la peste. David fue enviado a ofrecer un sacrificio en la era de Arauná, el lugar del futuro templo. Los últimos días de David fueron perturbados por la ambición de Adonías, cuyos planes para la sucesión fueron frustrados por Natán, el profeta, y Betsabé, la madre de Salomón. El hijo que nació después del arrepentimiento de David, fue elegido con preferencia sobre sus hermanos mayores. Para asegurarse que Salomón le sucedería en el trono, David lo había ungido públicamente. Las últimas palabras recogidas del anciano rey son una exhortación a Salomón a ser fiel a Dios, premiar a los sirvientes fieles y para castigar a los malos. David falleció a la edad de setenta años, tras haber reinado en Jerusalén treinta y tres años. Fue enterrado en el Monte Sión. San Pedro dice que su tumba todavía existía en el día de Pentecostés, cuando el Espíritu Santo descendió sobre los Apóstoles (Hch 2 29). David es honrado por la Iglesia como un santo. Se le cita en el Martirologio romano, el 29 de diciembre. El carácter histórico de las narraciones sobre la vida de David ha sido atacado principalmente por escritores que han desatendido el propósito del narrador de I Cro. Este pasa por encima los acontecimientos que no están relacionadas con la historia del Arca. En los Libros de los Reyes se narran los eventos principales, buenos y malos. La Biblia recuerda los pecados de David y sus debilidades sin excusa ni paliativos, pero también recuerda su arrepentimiento, sus actos de virtud, su generosidad hacia Saúl, su gran fe y su piedad. Los críticos que han juzgado duramente su carácter no han considerado las circunstancias difíciles en las que vivió o los modales de su edad. No es crítico ni científico exagerar sus faltas o imaginar que toda la historia es una serie de mitos. La vida de David fue un momento importante en la historia de Israel. Fue el fundador real de la monarquía, la cabeza de la dinastía. Escogido por Dios “como un hombre según Su propio corazón”, David fue probado en la escuela del sufrir durante los días de destierro y se convirtió en un renombrado líder militar. A él es debida la completa organización del ejército. Dio una capital, una corte y un gran centro de culto religioso, a Israel. La pequeña banda de Adulán se convirtió en el núcleo de una eficiente fuerza. Cuando fue proclamado rey de todo Israel, tenía 339.600 hombres bajo su mando. En el censo se cuentan 1.300.000 capaces de empuñar un arma. Un ejército dispuesto, que constaba de doce cuerpos, cada uno con 24.000 hombres, que se turnaban para servir durante un mes cada vez, en la guarnición de Jerusalén. La administración de su palacio y su reino exigió un gran séquito de sirvientes y oficiales. Sus diferentes funciones están fijas en I Cro 27. El rey mismo ejerció la función de juez, aunque posteriormente los levitas fueron designados para este propósito, así como otros oficiales menores. Cuando el Arca fue llevada a Jerusalén, David emprendió la organización del culto religioso. Las funciones sagradas se confiaron a 24.000 levitas; además 6.000 fueron escribas y jueces, 4.000 porteros, y 4.000 cantores. Organizó las diversas partes de los ritos, y asignó a cada sección sus tareas. Los sacerdotes estaban divididos en veinticuatro familias; los músicos en veinticuatro coros. A Salomón había sido reservado el privilegio de construir la casa de Dios; pero David hizo amplias preparaciones para el trabajo reuniendo tesoros y materiales, así como transmitiendo a su hijo un plan para el edificio y todo sus detalles. Se nos relata en I Cro., cómo exhortó a su hijo Salomón para llevar a cabo este gran trabajo y dio a conocer a la asamblea de jefes la importancia de las preparaciones. La parte más importante de los trabajos del templo, musicada y cantada, como compuso David, está rápidamente explicada con sus habilidades poéticas y musicales. Su habilidad para la música se recuerda en I Reyes, 16 18 y Amós 6 5. Se encuentran poemas compuestos por él en II Reyes, 1, 3, 22 y 23. Su conexión con el Libro de Salmos, muchos de los cuales se atribuyen expresamente a diferentes situaciones de su carrera, fue tomada para atribuirle por parte de muchos, en los últimos tiempos, todo Salterio. La paternidad literaria de estos himnos y las cuestiones acerca de en qué medida pueden ser considerados un medio para proporcionar material ilustrativo sobre la vida de David, se trata en el artículo los SALMOS. David no fue meramente un rey y gobernante, también fue un profeta. “El espíritu del Señor ha hablado por mi y su palabra por mi lengua” (II Reyes, 23 2), es una declaración directa de inspiración profética en el poema allí recordado. San Pedro nos dice que era un profeta (Hch 2 30). Sus profecías están inmersas en los Salmos literalmente mesiánicos que compuso y en las “últimas palabras de David” (II R 23). El carácter literal de estos Salmos Mesiánicos se indica en el Nuevo Testamento. Ellos se refieren al sufrimiento, la persecución y la liberación triunfante de Cristo, o a las prerrogativas conferidas a Él por el Padre. Además de estas profecías directas, el propio David siempre ha sido considerado como un modelo del Mesías. En esto la Iglesia siguió las enseñanzas de los profetas del Antiguo Testamento. El Mesías sería el gran rey teocrático; David, el antepasado del Mesías, era un rey según el corazón de Dios. Se atribuyen sus cualidades y su mismo nombre al Mesías. Episodios en la vida de David son considerados por los Padres como prefiguración de la vida de Cristo; Belén es el lugar de nacimiento de ambos; la vida de pastor de David apunta hacia Cristo, el Buen Pastor; las cinco piedras escogidas para matar a Goliat son tipo de las cinco llagas; la traición por su consejero de confianza, Ajitófel, y el pasaje en el Cedrón nos recuerda la Sagrada Pasión de Cristo. Muchos de los Salmos davídicos, tal y como los comprendemos, desde el Nuevo Testamento, son claramente el anuncio del futuro Mesías.

83350 > San Davide Re 29 dicembre MR

Áudio da RadioVaticana:

Santo Ebrulfo, abade

Em Oroër, de Neustria, santo Ebrulfo, abade do mosteiro de Saint-Fuscien, em tempo do rei Childerberto (c. 596).

83355 > Sant' Ebrulfo (Ebrolfo) di Ouche Abate 29 dicembre MR

• Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato
Dezembro 29 Franciscano

Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato

Gerardo Cágnoli de Valenza, Beato

Martirológio Romano: Em Palermo, de Sicília, beato Gerardo Cagnoli, religioso da Ordem de Irmãos Menores, que durante muito tempo fez vida eremítica (1342). O culto que desde tempo imemorial se tributava em Palermo e outras partes, a este franciscano, foi confirmado por Pío X em 13 de maio de 1908. Gerardo nació hacia 1270. Era el único vástago de una noble familia del norte de Italia. A los diez años de edad perdió a su padre. Su madre murió algunos años después. Resistió a los consejos de sus parientes que querían casarlo y, distribuyó sus bienes entre los pobres. Hasta los cuarenta años, vivió como ermitaño en los sitios más inhospitalarios de Sicilia. A principios del siglo XIV, se habló mucho de la santidad y milagros de San Luis de Anjou, quien había renunciado al trono que le esperaba para hacerse franciscano. Gerardo, tomándole por patrono, ingresó en la misma orden alrededor de 1310. La sencillez y devoción con que cumplió sus deberes de hermano lego, fueron la admiración de todos. Un día de fiesta, cuando él era cocinero del convento, se quedó absorto en oración y se olvidó de preparar la comida. Cuando a media mañana el guardián se enteró de que ni siquiera había encendido el fuego, reprendió al hermanito por su descuido. Sin inmutarse por ello, Gerardo se dirigió a la cocina. Asistido por un joven desconocido, de radiante belleza, consiguió preparar, para la hora fijada, el banquete más delicioso que la comunidad había jamás probado. A la intercesión del Beato Gerardo se atribuyeron muchos milagros. Por ejemplo, en una ocasión, encontró llorando a un niño que había roto una jarra de cristal que llevaba a su madre; el hermano Gerardo recogió los fragmentos, los bendijo y entregó al niño la jarra en perfecto estado. Para los milagros de curación empleaba el aceite de la lámpara del altar de su patrono, San Luis. Vivía a pan y agua, dormía sobre una tabla, se disciplinaba hasta sacarse sangre y, con frecuencia, era arrebatado en éxtasis a varios palmos sobre el suelo, rodeado de un halo luminoso. Dios le llamó a Sí el 29 de diciembre de 1345. Los restos mortales del Beato Gerardo Cágnoli reposan en el templo de San Francisco en Palermo, a pocos pasos de la puerta del convento que por largos años fue testigo de su santidad.

83325 > Beato Gerardo Cagnoli 29 dicembre MR

• Guillermo (William) Howard, Beato
Dezembro 29 Mártir

Guillermo (William) Howard, Beato

Guillermo (William) Howard, Beato

Martirológio Romano: Em Londres, em Inglaterra, beato Guillermo Howard, mártir, que, sendo visconde de Stanford, professou a fé católica e por isto foi acusado de conspiração contra o rei Carlos II, morrendo degolado por amor a Cristo (1680). Naciò el 30 de Noviembre de 1614. Nieto de San Felipe Howard, siendo vizconde de Stafford, profesó la fe católica y por esto fue acusado de conspiración contra el rey Carlos II, encarcelado en la tristemente celebre Torre de Londres. Muriendo degollado nn Londres, Inglaterra el 29 de Diciembre de 1680.

93211 > Beato Guglielmo Howard Visconte di Stafford, martire 29 dicembre MR

• Enrique Juan Requena, Beato
Dezembro 29 Sacerdote e Mártir

Enrique Juan Requena, Beato

Enrique Juan Requena, Beato

Martirológio Romano: No povo de Picadero de Paterna, na região de Valência, Espanha, beatos mártires Enrique Juan Requena, presbítero, e José Perpiñá Nácher, os quais lutaram nobremente por Cristo (1936). Etimologia: Enrique = Aquele que é chefe de lar. É de origem germânica. Enrique Juan Requena nasceu em Aielo de Malferit, em Espanha, em 19 de Janeiro de 1883 e foi sacerdote da Arquidiocese de Valência. Ao estalido da guerra civil e a feroz perseguição religiosa que atravessou Espanha, foi chamado a testemunhar com sangue sua fé em Cristo. Foi executado por conseguinte perto de Picadero Paterna em 29 de dezembro de 1936 junto com José Aparício Sanz e José Perpiña Nácher. O Papa João Paulo II o beatificou em 11 março de 2001 com outras 232 vítimas da mesma perseguição.

93247 > Beato Enrico (Enrique) Juan Requena Sacerdote e martire 29 dicembre MR

• Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato
Dezembro 29 Mártir Jesuíta

Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato

Juan Bautista Ferreres Boluda, Beato

Martirológio Romano: Na localidade de San Miguel de los Reyes, na mesma região, beato Juan Bautista Ferreres Boluda, presbítero da Companhia de Jesús e mártir, que durante a perseguição contra a fé em Espanha, imitando a paixão de Cristo, conseguiu a palma do martírio (1936). Padre Juan Bautista Ferreres Boluda nasceu em Olleira (Valência) em 27 de novembro de 1861 e entrou na Companhia de Jesús em 1888, onde se fez sacerdote. Era mestre de Teologia Moral e de Direito Canónico no teologado de Sarriá. Morreu em Valência no lugar chamado “Picadero Paterna” em 29 de dezembro de 1936 em consequência dos maus tratos recebidos. Tinha 75 anos.

93199 > Beato Giovanni Battista Ferreres Boluda Sacerdote gesuita, martire 29 dicembre MR

• José Aparício Sanz, Beato
Dezembro 29 Sacerdote e Mártir

José Aparicio Sanz, Beato

José Aparício Sanz, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Paterna, na região de Valência, em Espanha, beato José Aparício Sanz, presbítero e mártir, que derramou seu sangue por Cristo quando receava a perseguição contra a fé (1936). O P. José Aparício Sanz nasceu em 12 de março de 1893 em Enguera. Seus pais foram Manuel Aparicio Sanz e Leonor Sanz Sanz, que o educaram num ambiente profundamente cristão, dando sinais desde muito menino de piedade e vocação sacerdotal. Logo depois de finalizar seus estudos secundários, ingressou no Colégio de Vocações Eclesiásticas de São José, de Valência. Depois passou ao Seminário Conciliar Central de Valência, que então tinha o posto de Universidade Pontifícia, onde foi um seminarista modelo tanto por sua aplicação ao estudo como por suas virtudes.Foi ordenado sacerdote em 17 de junho de 1916 pelo bispo de Segorbe, o também Servo de Deus frei Luis Amigó Ferrer. Em 30 do mesmo mês celebrou sua primeira Missa em sua paróquia natal, a arciprestal de San Miguel de Enguera. Exerceu seu primeiro ministério sacerdotal na vigaria de Benalí, onde, além de seu bom exemplo, deixou a recordação da reconstrução da igreja e da casa abadia. En 1917 fue trasladado a Santa María de Oliva, como coadjutor, y, al tratarse de una parroquia mayor, pudo tener más campo para desarrollar sus actividades en todos los sectores de la pastoral, añadiendo a ello el alto espíritu de caridad que demostró durante la epidemia de gripe del año 1918, que afectó gravemente a numerosas poblaciones valencianas. Más tarde pasó a Luchente, parroquia de la que tomó posesión el 16 de octubre de 1921 y lugar apropiado para el desarrollo de su profunda devoción eucarística. Tal vez desde entonces comenzó a firmar sus escritos como director espiritual de almas y escritor místico con el título de "Centinela de mi Sagrario". De este pueblo, santificado por el prodigio de los Corporales de Daroca, hizo un centro de irradiación y atracción eucarísticas. En 1930, cuando tenía 37 años, fue nombrado arcipreste de su población natal, Enguera, parroquia que dirigió hasta coronar su vida de apóstol con el martirio. Fue en esta parroquia donde culminó su trabajo pastoral iniciado anteriormente en otros pueblos, y en todos los campos, aspectos y matices del apostolado dejó huellas indelebles de la fuerza de su espíritu. Al estallar la revolución española de 1936, el P. José Sanz reaccionó como verdadero sacerdote católico. El 11 de octubre de 1936 fue detenido por unos milicianos en casa de su familia, siendo trasladado a la Cárcel Modelo donde encontró a otros feligreses. Estos feligreses le pidieron al P. Sanz que interceda y pida clemencia al Comité de Enguera, que los habaía encarcelado, al estar cerca las fiestas navideñas. El sacerdote accedió y el resultado fue que pusieron en libertad a unos y a otros les martirizaron, entre ellos el fiel sacerdote. Durante los meses que permaneció en cautiverio, el P. Sanz animó a sus compañeros a sufrir el martirio por Cristo y a perdonar de corazón a sus ejecutores, pues la recompensa del "cielo" estaba esperando por ellos. Fue ejecutado el 29 de diciembre de 1936 en Paterna. Sus restos descansan en la Capilla del Santísimo de la parroquia de Enguera.

93256 > Beato Josè Aparicio Sanz Sacerdote e martire 29 dicembre MR

• José Perpiñá Nácher, Beato
Dezembro 29 Mártir Laico

José Perpiñá Nácher, Beato

José Perpiñá Nácher, Beato

Martirológio Romano: No povo de Picadero de Paterna, na região de Valência, Espanha, beatos mártires Enrique Juan Requena, presbítero, y José Perpiñá Nácher, os quais lutaram nobremente por Cristo (1936). José Perpiña Nácher, fiel laico, nació el 22 de febrero de 1911 en Sueca, cerca de Valencia -España. Fue bautizado el 25 de Febrero 25 de 1911 y recibió la primera comunión por el mes de mayo de 1919, siempre en la iglesia de la parroquia de San Pedro Apóstol de su ciudad natal. Telegrafista de profesión, prestó sus servicios en la nave “Buenos Aires”. Graduado en Jurisprudencia, lo hicieron secretario del Sindicato de la Policía Rural. Trabajó mucho por los pobres, sobre todo como abogado sin cobrar por sus servicios. Se uniò a Acción Católica y a la Adoración Nocturna. Hombre muy devoto, era usual que recibiera la Eucaristía periódicamente y lo distinguió por servir a su comunidad como catequista y periodista. En abril 22 de 1935 se casó con Francisca Bosch Pieva en la iglesia de la parroquial de la Santísima Virgen de Sales, pero la relación duró desgraciadamente muy poco. Con el estallido de la guerra civil y la feroz persecución religiosa que la caracterizò,fue arrestado el 3 de septiembre de 1936 y el 29 de diciembre siguiente sufrió el martirio por odio a la fe cristiana en el Picadero Paterna. Junto a él también murieron José Aparicio Sanz y Enrique Juan Requena. El Papa Juan Pablo II lo beatificò el 11 de marzo de 2001 con otras 232 víctimas de la misma persecución.

93248 > Beato Giuseppe (José) Perpina Nacher Giovane laico, martire 29 dicembre MR

Santo Libosio, bispo e mártir

Em Cartago, santo Libosio, bispo de Vaga e mártir, que no concílio de Cartago afirmou acerca do baptismo dos hereges: Cristo disse no Evangelho: Eu sou a verdade, e não disse: Eu sou o costume (c. 258).

83335 > San Liboso Vescovo e Martire 29 dicembre MR

Santo Marcelo, abade

Em Constantinopla, santo Marcelo, abade do mosteiro dos Acemetes no Bósforo, onde dia e noite, sem parar, se cantavam salmos (c. 480).

83345 > San Marcello l'Acemeta Abate 29 dicembre MR

Santo Martiniano, bispo

Em Milão, da Ligúria, santo Martiniano, bispo (c. 431).

83340 > San Martiniano di Milano Vescovo 29 dicembre MR

Santo Trófimo, bispo

Em Arlés, da Provenza, na Gália, santo Trófimo, considerado como o primeiro bispo de esta cidade (s. III).

83330 > San Trofimo di Arles Vescovo 29 dicembre MR




94828 > Beato Francesco Ruiz Martire mercedario 29 dicembre

 

 

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  • WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
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