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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Nº 1210-4 - «REZAR NA QUARESMA» 29 de Fevereiro de 2012

1ª SEMANA DA QUARESMA

Quarta-feira

Lucas 11, 29-32

“ESTÁ AQUI QUEM É MAIOR DO QUE JONAS”

****************

Maior do que Jonas,

que a Rainha de Sabá

e maior que todos os outros.

Maior do que a opinião pública

e maior do que os meus preconceitos e fantasmas.

Está aqui Jesus,

O rosto de amor e da ternura de Deus.

 

»»»»»»»»»»

Os sinais que Tu me dás, Jesus,

não chegam quando tenho o coração distraído.

Ajuda-me a reconhecer a Tua presença na minha vida.

Ajuda-me a ver na Tua morte um amor sem limites.

Na Tua ressurreição, a porta que se abre

para uma esperança sem fim.

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1210-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 29 DE FEVEREIRO DE 2012

 

(1)

Nº 1210-2ª Página

EVANGELHO DE S. JOÃO

INTRODUÇÃO

PRÓLOGO

1 – PRÓLOGO –

No princípio já existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

Ele estava, no princípio, com Deus.

Tudo começou a existir por meio d’Ele, e, sem Ele nada foi criado.

N’Ele estava a Vida e a Vida era a luz dos homens.

A luz resplandece nas trevas, mas as trevas não a admitiram.

Surgiu um homem enviado por Deus, cujo nome era João.

Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de todos crerem por Seu intermédio.

Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.

O Verbo era a luz verdadeira que vindo ao mundo, a todo o homem ilumina.

Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, mas o mundo não O conheceu.

Veio ao que era Seu e os Seus não O receberam.

Mas a todos os que O receberam, aos que creem n’Ele, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus;

eles que não nasceram do sangue, nem de vontade carnal, nem de vontade do homem, mas, sim de Deus.

E o Verbo fez-Se homem e habitou entre nós, e nós vimos a Sua glória,

Glória que Lhe vem do Pai, como Filho único cheio de Graça e de Verdade.

João dá testemunho d’Ele e exclama, nestes termos:

«Este é Aquele de Quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente porque existia antes de mim».

E da Sua plenitude é que todos nós recebemos, graça sobre graça.

Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.

Ninguém jamais viu a Deus: O Filho único que está no seio do Pai é que O deu a conhecer.

 

Amanhã, dia 1/3/12, iniciarei a descrição do Evangelho de SÃO JOÃO com o seu Primeiro Capítulo.

António Fonseca

Nº 1209-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 28 DE FEVEREIRO DE 2012

(24)

Nº 1209-2ª Página

EVANGELHO DE S. LUCAS

PRÓLOGO

RESSURREIÇÃO E ASCENSÃO

 

24 – O TÚMULO VAZIO: PREGÃO PASCAL - No primeiro dia da semana, ao romper da alva, foram ao sepulcro, levando os perfumes que haviam preparado. Encontraram a pedra do túmulo removida e, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Estando elas perplexas com o caso, aparecerem-lhes dois homens em trajes resplandecentes. Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, eles disseram-lhes: «Porque buscais entre os mortos Aquele que vive? Não está aqui; ressuscitou! Lembrai-vos de como vos falou quando ainda estava na Galileia, dizendo que o Filho do Homem havia de ser entregue às mãos dos pecadores, ser crucificado, e ressuscitar ao terceiro dia». Recordaram-se, então, das Suas palavras. Voltando do túmulo, foram contar tudo isto aos onze e a todos os restantes. Eram elas Maria de Magdala, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres, que estavam com eles, diziam isto aos apóstolos, mas as suas palavras pareceram-lhes um desvario e eles não acreditaram nelas. Pedro, no entanto, pôs-se a caminho e correu, ao sepulcro. debruçando-se, apenas viu as ligaduras e voltou para casa, admirado com o sucedido.

NO CAMINHO DE EMAÚSNesse mesmo dia, dois deles iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios, e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera. Enquanto conversavam e discutiam, acercou-se deles o próprio Jesus e pôs-Se com eles a caminho; os seus olhos, porém, estavam impedidos de O reconhecerem. Disse-lhes Ele: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto andais?» Pararam entristecidos, e um deles, de nome Cléofas, respondeu: «Tu és o único forasteiro em Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias! Perguntou-lhes Ele. «Que foi?» Responderam-lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo; como os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram, para ser condenado à morte e crucificado. Nós esperávamos que fosse Ele Quem libertasse Israel, mas com tudo isto, já lá vai o terceiro dia desde que se deram estas coisas… Verdade é que algumas mulheres do nosso grupo, nos deixaram perturbados, porque foram ao sepulcro, de madrugada, e não Lhe achando o corpo, vieram dizer que lhes apareceram uns anjos que afirmavam que Ele vivia. Então uns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres haviam dito, mas a Ele não O viram». Jesus disse-lhes então: «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito em crer em tudo quanto os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?» E, começando por Moisés e seguindo por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, tudo o que lhe dizia respeito. Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, insistiam com Ele, dizendo: «Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso». Entrou para ficar com eles; e, quando Se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a benção e, depois de o partir, entregou-lho. Abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n’O; mas Ele desapareceu da sua presença. Disseram então um ao outro: «Não estava o nosso coração a arder cá dentro, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as escrituras?» Partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém, e encontraram reunidos os onze e os seus companheiros, que lhes disseram: «Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!» E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer ao partir do pão.

JESUS APARECE AOS ONZEEnquanto isto diziam, Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz seja convosco!» Dominados pelo espanto e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes então: «Porque estais perturbados e porque surgem nos vossos corações tais pensamentos?» «Vede as Minhas Mãos e os Meus pés; sou Eu mesmo. Palpai-Me e olhai que um espírito não tem carne, nem ossos, como verificais que Eu tenho». Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E, como na sua alegria não queriam acreditar, de assombrados que estavam, Ele perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa que se coma?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado; e, tomando-a, comeu diante deles.

ÚLTIMAS INSTRUÇÕESDepois, disse-lhes: «Estas foram as palavras que vos disse, quando estava convosco: Que era necessário que se cumprisse tudo quanto a Meu respeito está escrito em Moisés, nos Profetas e nos Salmos». Abriu-lhes, então, o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos ao terceiro dia, que havia de ser pregado, em Seu nome, o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas. E eu vou mandar sobre vós O que Meu Pai prometeu». «Entretanto, permanecei na cidade até serdes revestidos com a força lá do Alto».

A ASCENSÃODepois, levou-os até junto de Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, separou-Se deles e elevava-Se no céu. E eles, depois de O terem adorado, voltaram para Jerusalém com grande alegria. e estavam continuamente no Templo a bendizer a Deus.

Amanhã, dia 29/2/12, iniciarei a descrição do Evangelho de SÃO JOÃO com o seu Primeiro Capítulo.

António Fonseca

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Qual a Igreja dos primeiros cristãos ? Uma pergunta pertinente… 27-2-12

Cristo em Nós


A qual Igreja pertenciam os primeiros cristãos?

Posted: 28 Feb 2012 08:12 AM PST

Talvez o seguinte diálogo lhe seja familiar:

A - Você já ouviu falar de Jesus?

B - Ahnn...já...

A - Posso perguntar de qual igreja você é?

B - Bem, eu sou católico...

A - Ah! Você sabia que o que Jesus quer é que sirvamos a ele e que obedeçamos a tudo o que Ele manda na Bíblia? Jesus nunca fundou nenhuma igreja! E nem me venha com a citação daquela passagem do Evangelho de Mateus (cf. Mt 16, 17-18), sabemos que os cristãos primitivos não possuíam igreja nenhuma.

(Curioso é que, pouco depois, a pessoa "A" do diálogo vá convidar "B" para assistir a um "culto" na sua "igreja"...)

E o tal católico em questão pode apresentar uma das duas reações bem típicas: ele escandaliza-se com a petulância de seu pretenso evangelizador (o qual no decorrer do diálogo começa a adjetivar a Igreja com termos pouco fraternos), mas nada responde e finge que o que está acontecendo não é com ele; ou, então, começa a ficar cada vez mais interessado naquilo que estão lhe dizendo e a cada segundo faz uma cara de "Puxa! Como eu nunca tinha pensado nisso?!".

É provável que você, caro leitor, já tenha estado em uma das duas posições de nosso diálogo hipotético.

Não pretendo neste texto fazer uma exegese do trecho de Mateus citado acima. Devo admitir que eu não consigo entender porque tornam este trecho do Evangelho, o qual é por si só claríssimo, tão polêmico e tão controverso.

Os adversários do catolicismo lançam diversos argumentos para tentar incutir a ideia de que Nosso Senhor jamais fundara qualquer Igreja ou instituição, e muito menos a Igreja Católica. Os mais clássicos são os seguintes: a Igreja Católica foi fundada por Constantino em meados do século IV (não se sabe quando exatamente, se antes ou depois do Concílio Ecumênico de Niceia); os cristãos primitivos jamais pertenceram a nenhuma instituição específica; nunca fora instituída por Cristo uma autoridade visível que devesse regular a doutrina cristã; entre outras coisas.

Para estas pessoas, o cristianismo funciona mais ou menos sob o seguinte esquema: Deus toma a forma humana e vem ao encontro do homem ensinar-lhe a salvação, o que é algo bastante sério, convenhamos. Mas este Deus não se preocupa em deixar desde o começo tudo muito bem claro acerca das coisas que devem ser feitas. Não! Ele simplesmente vai embora e deixa tudo aí, espalhado. Ele quer que cada um tenha a sua própria interpretação daquilo que Ele ensinou. E, assim, mesmo com ensinamentos completamente divergentes, todos aqueles que têm fé e ficam apenas com a Bíblia (a qual só foi aparecer séculos após Cristo) já estão salvos. Fácil, não?

Não, não é tão fácil assim. Acontece que, para os que atacam a Igreja, tudo aquilo que Jesus ensinou há dois mil anos foi interpretado de maneira equivocada. Deus parece ter ficado esperando alguém interpretar corretamente a doutrina da salvação, mas enquanto isso não acontecia, infelizmente, ia todo mundo para o inferno. Até que um belo dia, centenas ou milhares de anos após a vinda de Jesus, surge um "profeta" que vai ensinar aos cristãos a verdadeira fé. Pobres cristãos! Ficaram tantos anos na ignorância e só agora Deus envia um "profeta"...confesso que, ao menos para mim, seria difícil amar a um Deus assim, que permite que caminhemos no erro por tantos e tantos anos. Coitados de meus antepassados que não puderam conhecer a "verdade"!

E o mais curioso é ver todas estas "verdades" proclamadas por aí dividindo-se cada vez mais, tornando-se cada vez mais "verdadeiras"...

É evidente que a verdade é una, e o erro é múltiplo. Há várias soluções erradas para 2 + 2, mas apenas uma verdadeira, apenas uma correta.

Em primeiro lugar é certo que Deus não iria deixar a sua mensagem vazia por séculos e séculos. É claro também que este mesmo Deus que se fez homem, e homem perfeito, não deixaria a Sua Igreja imersa no caos, sem qualquer diretriz. Ora, quem ama cuida. Será que Deus, amando-nos como nos ama, permitiria que ficássemos sem qualquer tipo de cuidado? Não, não permitiria.

A Verdade tão preciosa ensinada por este Deus não poderia ficar perdida por séculos. Ela deveria ter uma aplicação imediata e eterna. E o próprio Cristo, ao confiar aos homens a guarda de seus ensinamentos, teria que estar junto à instituição reponsável pela guarda da Verdade e guiá-la pelos séculos sob a inspiração do Espírito Santo. Mas, não é isso que lemos no trecho de Mateus? Então, a instituição que verdadeiramente conserva integralmente os ensinamentos de Nosso Senhor tem, necessariamente, que ter os mesmos dois mil anos que nos separam de Cristo. Deus não permitiria que vivêssemos nem sequer um dia nas trevas da mentira, muito menos anos e anos.

Desde que a Igreja começou a propagar-se, começaram a pulular aqui e acolá seitas que tinham a pretensão de ser "a única igreja de Cristo". Esta triste realidade não é privilégio de nosso tempo, uma vez que já nos primeiros séculos podemos observar este fenômeno. Uns negavam isto, outros aquilo, outros ainda achavam que tal ensinamento deveria ser acrescentado à doutrina para deixá-la, digamos, mais atualizada. E como os cristãos que haviam sido instruídos pelos apóstolos se comportavam? Vejamos:

Sto. Inácio de Antioquia, bispo de Antioquia e que havia convivido com os apóstolos, nos alerta já no século I:

"Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Cristo Jesus, aí está a Igreja Católica" (Epístola aos Esmirsenses c.8, 2, sublinhado meu).

"Ah!", clamarão nossos adversários, "Imagine! Todos sabemos que a palavra "católico" significa universal, e não uma instituição específica!". Curioso é que Sto. Inácio, de qualquer modo, atesta existir uma fé que é universal e é a mesma em todos os lugares, com os mesmos ensinamentos. Acaso é assim em qualquer denominação protestante? Qual seria, então, a única instituição com dois mil anos de existência onde os seus ensinamentos doutrinários são os mesmos para qualquer parte da Terra? Qual a única instituição que jamais alterou o que fora ensinado por Cristo e pelos apóstolos, embora seja taxada de "antiquada", na melhor das hipóteses?

Aliás, Sto. Inácio era bispo de Antioquia e ele viveu duzentos anos antes de Constantino. Mas, se Sto. Inácio era bispo, quem o havia erigido como tal, sendo que não havia, nos primórdios do cristianismo, qualquer autoridade visível? Será que Sto. Inácio um belo dia acordou e disse: "Ah! Hoje estou com vontade de tornar-me bispo"! E ainda, mesmo que ele tivesse se auto-proclamado bispo, só poderia ter sido bispo de alguma igreja, correto? Entretanto, Sto. Inácio não se auto-proclamou bispo, visto que sua autoridade era respeitada por cristãos "de toda a Igreja Católica espalhada por toda a Terra", conforme a igreja localizada em Esmirna escreve (Epístola aos Esmirsenses c.8). É patente, pois, que havia uma hierarquia na igreja primitiva, hierarquia que deveria ser respeitada e que era encarregada de consagrar os bispos da única Igreja de Cristo.

E o que dizer de S. Clemente de Alexandria, que viveu no segundo século? Já no segundo século havia um grande número de heresias. Um dia, os fiéis procuram Clemente e lhe indagam:

"Como se pode crer, se há tanta divergência de heresias, e assim a própria verdade nos distrai e fatiga, pois outros estabelecem outros dogmas?" (Até parece que estavam escrevendo para o nosso tempo!)

S. Clemente dá uma resposta espantosamente atual:

"Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio, pela excelência, só há uma igreja antiga e é a Igreja Católica. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras pelo lugar de onde vieram, como os Peráticos; outras, do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensinos, como os Docetas e os Hematistas". (Stromata 1.7.c.15, grifo meu).

E isso antes de Constantino e Niceia!

Até parece que S. Clemente estava se referindo aos protestantes! Imaginem só: "Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Lutero, Calvino e Zuínglio; outras pelo lugar de onde vieram, como a Igreja Livre Evangélica Sueca; outras, do povo, como os Anglicanos; outras, de alguma operação, como os Batistas e os Pentecostais; outras, de seus próprios ensinos, como os Metodistas".

Sem sairmos do segundo século, podemos encontrar Irineu, bispo de Lião, que foi discípulo de São Policarpo, o qual, por sua vez, fora ensinado pelo próprio apóstolo João. Para todos aqueles que acham que "Igreja Católica" entre os primeiros cristãos não designa outra coisa que as várias igrejas existentes, como se todas fossem independentes umas das outras, Sto. Irineu responde assim:

"Como, no entanto, seria muito tedioso, em um volume como este, contar as sucessões [episcopais] de todas as Igrejas, nós confundimos todos aqueles que, de qualquer maneira, seja por uma auto-satisfação diabólica, pela vanglória, ou ainda por cegueira e opinião perversa, encontram-se em reuniões não autorizadas; [fazemos isso, digo], mostrando aquela tradição derivada dos apóstolos, dos grandessíssimos, da igreja muito antiga e universalmente conhecida fundada e organizada em Roma pelos dois gloriosos apóstolos, Pedro e Paulo, como também [mostrando] a fé pregada aos homens, que vem até o nosso tempo por meio das sucessões dos bispos. Pois é uma questão de necessidade que cada Igreja deve concordar com esta Igreja, em virtude da sua autoridade preeminente, isto é, os fiéis por toda parte, na medida em que a tradição foi preservada de forma contínua por aqueles [homens fiéis] que existem em toda parte"(Contra as heresias III 3,2, grifo e sublinahdo meus).

E após dizer isso, Sto. Irineu começa a enumerar todos os bispos de Roma até a época dele. E tudo isso antes de Niceia, antes de Constantino...

Na narração do martírio de São Piônio, meados do século III, temos o seguinte diálogo entre este e Polemon, que o interroga:

"- Como se chama?

- Cristão.

- De que igreja?

- Católica." (Ruinart Acta martyrum pág. 122 n° 9).

Podemos perceber, assim, que é na Igreja Católica, fundada por Cristo e preservada pelos apóstolos e defendida pelos verdadeiros cristãos desde o cristianismo primitivo, que os cristãos sempre se reúnem. Espero que o católico do diálogo que abre este texto tenha agora uma reação distinta daquelas que descrevi e que não omita a verdade; no entanto, que não abra mão da caridade.

Para encerrar, deixo ainda mais três referências dos primeiros cristãos:

S. Paciano, século IV, escreve assim a Simprônio:

"Como, depois dos Apóstolos, apareceram as heresias e com nomes diversos procuraram cindir e dilacerar em partes aquela que é a rainha, a pomba de Deus, não exigia um sobrenome o povo apostólico, para que se dintinguisse a unidade do povo que não se corrompeu pelo erro?... Portanto, entrando por acaso hoje numa cidade populosa e encontrando marcionistas, apolinarianos, catafrígios, novacianos e outros deste gênero, que se chamam cristãos, com que sobrenome eu reconheceria a congregação de meu povo, se não se chamasse Católica?" (Epístola a Simprônio n° 3, grifo e sublinhado meus). E continua: "Cristão é o meu nome; católico o sobrenome" (ibidem n° 4).

S. Cirilo de Jerusalém, século IV:

"Se algum dia peregrinares pelas cidades, não indagues simplesmente onde está a casa do Senhor, porque também as outras seitas de ímpios e as heresias querem coonestar com o nome de casas do Senhor as suas espeluncas; nem perguntes simplesmente onde está a igreja, mas onde está a Igreja Católica, este é o nome próprio desta santa mãe de todos nós, que é também a esposa de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Instrução catequética c.18; n° 26, grifo e sublinhado meus).

S. Agostinho, século V:

"Deve ser seguida por nós aquela religião cristã, a comunhão daquela Igreja que é Católica, e Católica é chamada não só pelos seus, mas também por todos os inimigos" (Verdadeira Religião c.7; n°12)

Agora, caro leitor, já se pode responder claramente à pergunta contida no título deste texto.

A Igreja primitiva era, pois, Católica! Por isso cantamos há vários séculos:

"Et [credo in] unam, sanctam, catholicam et apostolicam Ecclesiam"

Pax Domini Sit Semper Vobiscum


Autor: William Bottazzini
Fonte: Tu es Petrus

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Post colocado em 27 de Fevereiro de 2012 – 23, 30 horas por

António Fonseca

Nº 1208-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 27 DE FEVEREIRO DE 2012

 

(23)

Nº 1208-2ª Página

EVANGELHO DE S. LUCAS

PRÓLOGO
 
 
PAIXÃO, MORTE E SEPULTURA DE JESUS
 
 
 

A CRUCIFIXÃOQuando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-n’O a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. Jesus dizia: «Perdoa-lhes, Ó Pai, porque não sabem o que fazem». Depois deitaram sortes para dividirem entre si as Suas vestes. O povo permanecia ali a observar e os chefes zombavam, dizendo: «Salvou os outros; salve-Se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito!» Os soldados também, troçavam d’Ele, aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre. Diziam: «Se és o rei dos Judeus salva-Te a Ti mesmo!» E por cima d’Ele havia uma inscrição: «ESTE É O REI DOS JUDEUS».

OS DOIS LADRÕESOra, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-te a Ti mesmo e a nós também». Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Nem sequer temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplicio? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo que as nossas ações mereciam, mas Ele nada praticou de condenável». E acrescentou:: «Jesus lembra-te de Mim quando estiveres no teu reino». Ele respondeu-lhe: «Em verdade te digo: Hoje estarás Comigo no Paraíso».

MORTE DE JESUSPor volta da hora sexta, as trevas cobriram toda a terra, até à hora nona, por o Sol de haver eclipsado. O véu do templo resgou-se ao meio, e Jesus exclamou, dando um grande grito: «PAI, NAS TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO». Dito isto, expirou. Vendo o que se passava, o centurião deu glória a Deus, dizendo: «Verdadeiramente, este homem era justo!» E toda a multidão que tinha assistido àquele espetáculo, vendo o que acontecera, regressava, batendo no peito. Todos os seus conhecidos e as mulheres que O acompanhavam, desde a Galileia, se mantinham, a distância, observando estas coisas.

A SEPULTURA DE JESUSUm membro do Conselho, chamado José, homem recto e justo, não tinha concordado com a decisão nem com  o procedimento dos outros. Era natural de Arimateia, cidade da Judeia, e esperava o Reino de Deus. Foi ter com Pilatos, pediu-lhe o corpo de Jesus e, descendo-O da cruz, envolveu-O num lençol e depositou-O num sepulcro talhado na rocha, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Era o dia da Preparação e já amanhecia o sábado. Entretanto, as mulheres que tinham vindo com Ele da Galileia, acompanharam José, observaram o túmulo e viram como o corpo de Jesus fora depositado. Ao regressar prepararam, aromas e perfumes. E, no sábado, observaram o descanso, conforme o preceito.

 

Amanhã, dia 28/2/12, continua a descrição do Evangelho de SÃO LUCAS com o seu último Capítulo.

 

António Fonseca

Nº 1209-4 - «REZAR NA QUARESMA» 28 de Fevereiro de 2012

1ª SEMANA DA QUARESMA

Terça-feira

Mateus 6, 7-15

“… REZAI ASSIM: PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS…

****************

Esta oração do Pai-Nosso é muito bela.

Revela-nos Deus como um pai carinhoso e firme.

Um Pai que nos guia na descoberta da nossa identidade de filhos sempre amados,

mesmo quando pecadores.

Que nos ensina a tratar por “irmão” qualquer pessoa que está ao nosso lado.

O “Pai-Nosso” educa os nossos desejos,

habituando-nos a pedir com confiança aquilo de que realmente precisamos.

»»»»»»»»»»

Usar as tuas palavras, irmão Jesus,

é sentir-mo-nos face a face com o Pai.

É ter a certeza de sermos escutados.

É deixar crescer o desejo mais profundo

que sabemos que só o Pai saciará.

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Do blog SENTIR COM A IGREJA - 27/2/2012

http://youtu.be/nAI_xI9wQnE

 

http://youtu.be/dKFd_Dj5TIw

http://youtu.be/o9tJW9MDs2M

Conheça a fé de um dos maiores ícones da música pop internacional

O cantor Justin Bieber é tema de lançamento escrito por Cathleen Falsani

Você certamente já ouviu falar de Justin Bieber, o jovem cantor que encantou multidões ao redor do mundo. Seu talento na música e na dança despertou uma febre em milhares de adolescentes e crianças, que fizeram suas músicas estourarem nas rádios, seus CDs venderem milhões de cópias e sua imagem ser vista e sua presença requisitada em programas de TV. Mas quem é Bieber? Por que ele faz tanto sucesso?
Nem todos sabem, mas Justin Bieber é cristão. Essa e outras novidades sobre ele você vai descobrir em Justin Bieber - Fama, fé e coração, obra da jornalista Cathleen Falsani, que a
Mundo Cristão lança no mês de março aqui no Brasil.
Cathleen Falsani é americana, jornalista, blogueira e escritora, especialista em assuntos. Sua especialidade é escrever sobre assuntos relacionados a religião. É autora de vários livros que lidam com questões religiosas, espirituais e culturais. Foi considerada a escritora religião do ano de 2005 pela Religion Newswriters Association.
Justin Drew Bieber nasceu em London, no Canadá em 1/3/1994. É filho de Pattie Mallete e Jeremy Bieber. Quando veio ao mundo, seus pais eram ainda muito jovens, tinham 18 e 20 anos respectivamente. Dez meses após seu nascimento, eles se separaram. O livro mostra que mesmo separados, seus pais tinham um bom relacionamento e Jeremy, era um bom exemplo de pai. Já sua mãe Pattie trabalhava em 3 empregos para poder sustentar o pequeno Justin. Contavam, ainda, com a ajuda dos avós e de amigos e pastores da igreja que freqüentavam na cidade de Stratford. "Eu conto com os meus amigos da mesma forma que dependo dos cabos de segurança nos shows", diz Justin. "Você nunca sabe quando ou porque vai precisar deles, mas sabe que eles nunca te deixarão na mão, independente da situação".
Cathleen Falsani revela ainda que Bieber não teve uma infância rica e glamourosa, aliás, passou por muitas dificuldades e até o risco de não ter com o que se alimentar, junto com sua mãe. A autora conta, ainda, que desde os primeiros momentos de vida, o garoto estava inserido numa comunidade evangélica cercado de fé e orações, feitas por cristãos amorosos que cuidaram dele e de sua mãe. Entre 8 e 9 anos, Bieber quis ser batizado, por decisão própria.
Na obra, a jornalista mostra a trajetória de sucesso de Justin, fundamentada em sua espiritualidade viva e prática, a qual deixa clara a seus seguidores nas redes sociais e transmite, em forma de breves mensagens, aos fãs durante seus shows. Falsani explica, também, porque Justin Bieber, levou multidões aos cinemas para assistir a um filme sobre sua vida, porque seus álbuns têm um nível de vendagem superelevado e o interesse de outros cantores, muito conhecidos no showbizz, em fazer parceria com o jovem prodígio.
A fé de Justin Bieber faz diferença em sua vida e também na carreira. Descubra em detalhes como isso acontece!
Fonte: Mundo Cristão

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Post colocado em 27-\2-12  -  23,40 horas

António Fonseca

André Rieu–100 vídeos - 27 de Fevereiro de 2012

http://youtu.be/H4l3Rgq-L1M

 

 

 

Apresentação deste post por

António Fonseca

27-2-12  -  22,46 h

Nº 1208-4 - «REZAR NA QUARESMA» 27 de Fevereiro de 2012

1ª SEMANA DA QUARESMA

Segunda-feira

Mateus 25, 31-46

“QUANTAS VEZES O FIZESSTES A UM DOS MEUS IRMÃOS MAIS PEQUENINOS, A MIM O FIZESTES

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Jesus identifica-Se com os pequenos, com os frágeis.

Jesus não diz “é como se…”

Ele é muito claro: “foi a Mim que o fizestes”.

Jesus identifica-Se realmente com os que passam fome,

com os idosos abandonados,

com as mulheres abusadas,

com os imigrantes explorados,

com os povos oprimidos.

Tens a certeza que ainda queres passar pela vida

encolhendo os ombros e fingindo não ver a dor à tua volta?

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Senhor Jesus, aumenta a minha Fé.

Faz-me ver a Tua presença nos meus irmãos.

Abre o meu coração a um amor

que se torna justiça, solidariedade, serviço.

 

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1207-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 26 DE FEVEREIRO DE 2012

 

(23)

Nº 1207-2ª Página

EVANGELHO DE S. LUCAS

PRÓLOGO
 
 
PAIXÃO, MORTE E SEPULTURA DE JESUS
 
 
23 – No tribunal romano – Levantando-se todos, levaram-n’O a Pilatos e começaram a acusá-lo, dizendo: «Encontramos este homem a sublevar o povo, a impedir que se pagasse tributo a César e a dizer-Se Ele próprio o Messias-Rei». Pilatos interrogou-O: «Tu és o Rei dos Judeus?» Jesus respondeu: «Tu o dizes». Pilatos disse, então, aos príncipes dos sacerdotes e à multidão: «Nada encontro de culpável neste Homem». Mas eles insistiram, dizendo: «Ele amotina o povo, ensinando por toda a Judeia, desde a Galileia, onde começou, até aqui. Ao ouvir isto, Pilatos perguntou se o homem era galileu; e ao saber que era da jurisdição de Herodes, enviou-O a Herodes, que também, estava em Jerusalém nesses dias.
 
Jesus perante Herodes – Ao ver Jesus, Herodes ficou extremamente satisfeito, pois havia bastante tempo que O queria ver, devido ao que ouvia dizer d’Ele esperando que fizesse algum milagre na sua presença. Fez-lhe muitas perguntas, mas Ele nada respondeu. Os príncipes dos sacerdotes e os escribas que lá estavam acusavam-n’O insistentemente. Herodes, com os seus oficiais, tratou-O com desprezo e, por troça, mandou-O cobrir com uma capa magnifica, enviando-O de novo a Pilatos. Nesse dia, Herodes e Pilatos ficaram amigos, pois eram inimigos um do outro.
 
Novamente perante Pilatos – Pilatos convocou os príncipes dos sacerdotes, os chefes e o povo, e disse-lhes: «Trouxeste este Homem à minha presença como andando a revoltar o povo. Interroguei-O diante de vós e não encontrei n’Ele nenhum dos crimes de que O acusais. Herodes tampouco, visto que no-Lo mandou de novo. Como vedes, Ele nada praticou que mereça a morte. Vou, portanto libertá-Lo, depois de O castigar». Ora, pela festa, Pilatos era obrigado a soltar-lhes um preso. E todos se puseram a gritar: «Dá a morte a esse e solta-nos Barrabás!» Este último fora metido na prisão por causa de uma insurreição desencadeada na cidade, e opor um homicídio. De novo Pilatos lhes dirigiu a palavra, querendo libertar Jesus. Mas eles gritavam,: «Crucifica-O Crucifica-O!» Pilatos disse-lhes pela terceira vez: «Que mal fez Ele então? Nada encontrei n’Ele que mereça a morte. Libertá-Lo-ei, portanto, depois de o castigar». Mas eles insistiam entre altos brados, pedindo que fosse crucificado, e os seus clamores aumentavam de violência. Pilatos, então, decretou que se fizesse o que eles pediam. Libertou o que fora preso por sedição e homicídio, como eles reclamavam, e entregou-lhes Jesus para o que eles queriam.

A caminho do calvário – Quando O iam conduzindo lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que voltava do campo e carregaram-no com a cruz, para a levar atrás de Jesus. Seguiam-n’O uma grande massa de povo e umas mulheres que se lamentavam e choravam por Ele. Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes: «Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim, chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos, pois dias virão em que se dirá: Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram. Hão-de então dizer aos montes: Caí sobre nós! e às colinas: Cobri-nos. Porque se tratam assim a madeira verde, o que acontecerá à seca?» E levavam também dois malfeitores para serem executados com ele.
 
 
Continua em, 27/2/2012, esta descrição do EVANGELHO DE SÃO LUCAS)


Transcrição de António Fonseca