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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Nº 1271–1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - SEGUNDA-FEIRA - 30 DE ABRIL DE 2012

Nº 1271 – 1ª Página – 2012
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A Terra vista da Lua
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30 DE ABRIL DE 2012

Segunda-feira

Erconvaldo, Santo

COMPLEMENTO

De origem real, Erconvaldo desejava retirar-se do mundo terreno. Para tal, deixou a sua terra e estabeleceu-se na Saxónia Oriental. Aí fundou um mosteiro em Chertsey, Surrey, e tornou-se superior do mesmo. Também construiu um mosteiro para freiras em Barking, nomeando para o cargo de Abadessa a sua irmã Etelburga. Erconvaldo levou uma tranquila vida monástica até ao ano de 675, quando Teodoro, Arcebispo de Cantuária, o designou Bispo da Saxónia Oriental. Trabalhou com afinco para restabelecer o Cristianismo na sua diocese, conhecida por não ser muito devota. Além disso, mandou ampliar a Catedral de São Paulo, em Londres, conseguiu mais doações para a Igreja e desempenhou um papel importante na negociação de uma disputa entre Teodoro e o Bispo Wilfrid.
Sinais de santidadeErconvaldo foi muito venerado pela santidade que emanava da sua pessoa. Assistiu o Rei Ine de Wessex na redação do código legal e diz-se que inúmeros milagres “atestam a sua virtude”.
Um santuário popularErconvaldo foi Bispo durante 11 anos, tendo-se depois retirado para o Mosteiro de Barking, onde veio a falecer em 693. Foi sepultado na Catedral de São Paulo e os seus restos mortais foram posteriormente trasladados para uma capela que chegou a ser das mais visitadas pelos peregrinos de visita à catedral.
 
No seu rasto
 
Erconvaldo ficou famoso pelo seu dom de curar. Muitas pessoas tocavam na sua liteira na esperança de que se produzisse um milagre. Também há hoje quem espere milagres.
Joana Mendes, submetida durante 12 anos a tratamentos de hemodiálise, passou muito tempo à espera de um rim. Por fim, em dezembro de 2000, recebeu com sucesso o transplante de um rim. O rim fora recolhido de um jovem que falecera num acidente de mota. A família conseguiu sair do seu luto para permitir o transplante de órgãos do jovem falecido. Esse gesto concedeu a Joana uma vida normal. Medicamentos mais eficazes e novos procedimentos médicos tornam possível aos doentes receberam órgãos doados por pessoas que não são da mesma família. Recentemente, a lei portuguesa tornou-se das mais flexíveis da Europa ao assumir que todos são dadores voluntários, a não ser que tenham declarado explicitamente não o serem. A recolha de órgãos tornou-se mais simples, concedendo um novo alento e esperança aos que sofrem.
 
Oração
 
Senhor, Deus Pai Todo-Poderoso, o Vosso santo servo Erconvaldo sacrificou a vida para responder ao chamamento da Sua pátria, fortalecer a Igreja e devolver a Fé ao Seu povo. Ajudai-nos a seguir o seu exemplo,  derrubando as barreiras que nos separam do mundo e chegando aos que desejam conhecer o Vosso amor. A Vós rogamos por Jesus Cristo Nosso Senhor que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
No período da vida de Santo Erconvaldo (século VII) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Pontificado de Vitaliano (657-672); Erupção do vulcão Loma Caldera em São Salvador (600); Na Índia empregam-se avançados métodos cirúrgicos (650); Os Bispos de Constantinopla votam a favor do casamento dos Padres (692).
 
Pio V, Santo

Bispo de Nepi e Sutri, Cardeal e Papa

Pío V, Santo

Pío V, Santo

Tinham-se reunido nos princípios do ano de 1566, cinquenta e dois cardeais para eleger o sucessor de Pio IV. S. Carlos Borromeo, Cardeal de Milão era quem mais podia influir no conclave. O Cardeal Pacheco, como escreve a Filipe II, pediu-lhe que trabalhasse quanto pudesse “para fazer um Papa muito para serviço de Deus e útil à Igreja, porque nisto me parece que mereceria mais do que em jejuar e em açoitar-se toda a vida”. Carlos Borromeo trabalhou efectivamente porque fosse escolhido o Papa que então requeriam as necessidades da Igreja, e foi eleito o Cardeal Miguel Ghislieiri, que tomou o nome de Pio V, filho dum humilde lavrador de Bosco, aldeola do território de Milão. Guardou ovelhas na infância. sendo ainda muito novo, entrou na Ordem de S. Domingos. Em 1556 subia a bispo de Sútri; e em 1557 a cardeal. Foi cardeal austero, parco em palavras, e mais amante da sua túnica dominicana que dos reflexos da púrpura. Vivia modestamente; um frade da sua Ordem fazia-lhe companhia, e ele mesmo varria a habitação e construía com ramos de palmeira as vassouras que usava. Como eram conhecidos o seu rigor e austeridade, alguns sentiram a sua eleição. “Não me importa que não se alegrem no principio do meu pontificado; o que desejo é que sintam pena quando eu morrer”. E assim foi. Por poucos Pontífices terão chorado tanto Roma e a cristandade inteira, como pela morte de Pio V . Toda a sua vida foi constante subir pelos degraus do altar. Claro que manteve como Papa a simplicidade da sua vida; reduziu ao mais indispensável os gastos da sua pessoa; os seus parentes deixou-os no estado em que se encontravam e dedicou-se de corpo e alma, desde o principio, a velar pela pureza da fé e pela promoção da reforma cristã. A sua primeira solicitude foi a aplicação dos decretos do Concilio Tridentino. Segundo eles, já em em 1566 apareceu o Catecismo Romano e continuou a trabalhar-se, sob o seu impulso, na edição do Breviário Romano, que se publicou em 1570.

Pío V, Santo

Pío V, Santo

O alvo principal da sua atividade esteve na defesa da fé. Por isso favoreceu constantemente o trabalho da Inquisição, excomungou em 1570, Isabel de Inglaterra e apoiou o apostolado de S. Pedro Canísio na Alemanha. Em 1568 publicou a Bula In Coena Domini, resumo das Censuras reservadas ao Papa e, apesar dos vivíssimos protestos que houve contra ela em Veneza e na Espanha, pois os príncipes civis julgavam estar lesados os seus direitos, Pio V manteve energicamente os da Santa Sé. A luta contra o Islão é glória também de Pio V. Os Turcos tinham avançado muito e constituíam verdadeira ameaça contra a Hungria e as possessões venezianas do Oriente. No ano de 1570 rendeu-se Chipre, última praça forte dos cristãos. Pio V promoveu a cruzada e, ao cabo de esforços dolorosos, conseguiu unir as frotas de Espanha, Veneza e dos Estados Pontifícios, sob o comando de D. João de Áustria. A célebre e retumbante vitória de Lepanto, de 7 de Outubro de 1571, deveu-se tanto às armas, como às orações do Santo Pontífice e à invocação por ele ordenada de Nossa Senhora do Rosário. É notável como Pio V, de origem modesta, de pouca ou nenhuma preparação política, pôde desempenhar um pontificado tão glorioso. O segredo da sua atividade e êxitos foi certamente a santidade que tinha, a pureza de intenção e as constantes preces. A 21 de Abril de 1572, dez dias antes da morte, quis visitar as Sete Basílicas de Roma, com a esperança de ver depressa os Santos Mártires no céu. A partir da Basílica de S. Paulo fez a pé o longo e penoso trajeto até à de S. Sebastião, na Via Ápia. Quando chegou esgotado a S. João de Latrão, pediram-lhe os seus que subisse para a liteira ou deixasse o que faltava da peregrinação para o dia seguinte. Respondeu em Latim que, quem tinha feito tudo, terminaria o que faltava; qui fecit totum, ipse perficiet opus. E continuou caminhando. Já tarde, entrou no Vaticano, onde repousou e mandou que lhe lessem os Sete Salmos Penitenciais e a Paixão do Senhor, não tendo ele nem sequer força para tirar o Solidéu, quando era lido o nome de Jesus. Quis celebrar a Santa Missa a 28 de Abril, mas não pôde. recebeu os últimos Sacramentos e morreu na véspera do primeiro de Maio, com estas palavras, que eram invocação do Breviário:

Quaesumus, Autor omnium, In hoc Paschali gaudio, Ab omni mortis impetu Tuum defende populum. (Pedimos-Te, Senhor de todos, que nesta alegria pascal, salves o teu povo de todo o perigo mortal)

Sisto V colocou-lhe o corpo numa magnifica urna, na capela do Santíssimo Sacramento, da basílica de Santa Maria Maior. www.jesuitas.pt . Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

A seguir, transcrevo texto publicado no livro “O Papado – 2000 anos de História”, de Mendonça Ferreira – Círculo de Leitores, sobre este Papa:

Nasceu em Bosco, Piemonte (Itália), em 1504. Chamava-se Miguel Ghislieiri e era conhecido por cardeal Alexandrino e filho dum modesto lavrador. Guardou ovelhas na infância e, muito novo, entrou na Ordem de S. Domingos. Foi mestre de Filosofia e de Teologia, bispo de Sutri, nomeado por Paulo IV, inquisidor-mor em Milão e depois inquisidor-mor de toda a Cristandade. Morreu em 30 de Abril de 1572, foi beatificado por Clemente X, em 1672, e canonizado em 1712, por Clemente XI. Tem a sua festa em 30 de Abril. Cinquenta e dois cardeais reuniram-se no princípio de Janeiro de 1566 para eleger o papa. São Carlos Borromeu, cardeal de Milão, e o cardeal Pacheco tiveram grande influência na escolha, chegando este a escrever a Filipe II pedindo-lhe que trabalhasse quanto pudesse «para fazer um papa muito para serviço de Deus e útil à Igreja, porque nisto me parece que mereceria mais do que em jejuar e açoitar-se toda a vida». O cardeal Miguel Ghislieri foi eleito em 7 de Janeiro de 1566 e tomou o nome de Pio V, mas não foi fácil convencê-lo a aceitar, porque era um homem modesto, vivia com um frade da sua ordem que lhe fazia companhia e ele próprio varria a habitação e preparava a vassoura que usava, com ramos de palmeira. Como era conhecido o seu rigor e austeridade, alguns sentiram a sua eleição e ele disse: «Não me importa que se não alegrem no princípio do meu pontificado; o que eu desejo é que sintam pena quando eu morrer». Logo que foi eleito mostrou que a escolha tinha sido acertada, pois mandou distribuir pelos pobres tudo o que tencionava gastar na coroação. Conservando o hábito branco de dominicano, foi sempre mais pastor do que senhor temporal e os descontentes, por vê-lo frugal e mais dado à oração do que às vaidades, tiveram de se calar e submeter. Os que viviam à custa da Cúria foram mandados embora e a própria Cúria adoptou um regime sóbrio e austero. Roma mas também sofreu mudanças. Acabaram as liberdades das cortesãs, puniram-se com medidas rigorosas a profanação de domingo, a blasfémia, o adultério e toda a imoralidade pública, proibindo-se as manifestações pagãs, como eram as corridas de touros e, pouco a pouco, Roma voltou a merecer o nome de Cidade Santa. Instituiu a Confraria da Doutrina Cristã que, por bula dirigida a todos os bispos, obrigava a ensinar o catecismo às crianças todos os domingos e em todas as dioceses. Para a concretização da reforma no campo da instrução religiosa, aparece o Catecismo Romano, inestimável auxílio dos párocos para uma catequese mais esclarecida e eficaz. Dois anos depois, publica-se o Breviário Romano, para uso do clero e ordens conventuais, mas a grande reforma foi a publicação do Missal Romano, em 1570, que vigorou até à reforma operada pelo Concílio Vaticano II. Neste pontificado iniciou-se o trabalho para uma edição correta e definitiva da Vulgata, elaborada por São Jerónimo nos fins do século IV e adoptada como versão oficial. Pio V iniciou grandes obras públicas para melhorar as condições de vida da população de Roma, entre as quais a abertura de estradas e reparação de aquedutos de Trevi. Este papa teve de enfrentar problemas internacionais. Na Inglaterra, a rainha Isabel I, excomungada em 1570 por ter mandado matar a rainha Maria Stuart, da Escócia, lança o país num protestantismo claramente anti episcopal. Na Alemanha, que pela Dieta de Augsburgo, de 1566, tinha aceitado oficialmente os decretos tridentinos nos estados católicos, sobretudo na região da Baviera, o imperador Maximiliano II, não vendo aceites as suas exigências de comunhão sob as duas espécies e abolição do celibato para o clero, não aceita os decretos da reforma. Na França, ainda agitada pela guerra dos huguenotes (calvinistas), embora aceitando –se as decisões doutrinárias do concílio, promulgar-se-iam decretos gradualmente, por meio de sínodos provinciais. Um facto positivo se deu, a vitória da armada cristã, com as frotas de Espanha, Veneza e dos Estados Pontifícios, sob o comando de D. João de Áustria, na vitória contra os Turcos na batalha de Lepanto, em 7 de Outubro de 1571. Um dos participantes nesta batalha foi Miguel de Cervantes o imortal autor de D. Quixote. Pio V faleceu em Roma, com estas palavras que eram invocação do Breviário: QUAESUMUS, AUCTOR OMNIUM. IN HOC PASCHALI GAUDIO. AB OMNI MORTIS IMPETU TUUM DEFENDE POPULUM – «pedimos-Te, Senhor de todos, que nesta alegria pascal salves o teu povo de todo o perigo mortal»). Sisto V colocou-lhe o corpo numa magnifica urna, na Capela do Santíssimo Sacramento, da basílica de Santa Maria Maior. Pio V publicou duas bulas que foram muito discutidas: uma proibindo as corridas de touros e a outra mandando Daniel Volterra cobrir os corpos nus que, anos antes, Miguel Ângelo havia pintado na Capela Sistina. No que respeita a Portugal, aprovou a Ordem dos Irmãos de São João de Deus e ofereceu ao rei D. Sebastião, em 1567, uma espada e um capacete por ele benzidos na noite de Natal.

COMPLEMENTO

O futuro Papa Pio V recebeu o nome de Antonio Ghislieri quando nasceu. Aos 14 anos de idade entrou para a Ordem dos Dominicanos e tomou o nome de Miguel. Depois de ordenado, Miguel dedicou-se ao ensino durante 16 anos. Esteve ligado à Inquisição, uma tentativa da Igreja para salvar o Catolicismo quando a reforma protestante se espalhou pela Europa. Miguel mostrou grande zelo na preservação da Fé católica tradicional. Em 1556, foi nomeado Bispo de Nepi e Sutri e no ano seguinte tornou-se Cardeal. A sua reputação de reformador contribuiu para que fosse eleito Papa em 1566. Como papa Pio V, imediatamente pôs fim às extravagâncias que tinham marcado a Santa Sé. Comia refeições simples e usava os fundos papais em benefício dos hospitais, conventos e no auxilio aos mais necessitados. Pio estendeu as suas reformas para além de Roma, ordenando que os Padres vivessem nas suas paróquias e os Bispos nas suas sés. Eliminou a corrupção dentro das ordens e estabeleceu um sistema formal de Catecismo a ser ensinado pelos Padres locais. Numa altura em que o Catolicismo se encontrava ameaçado. Pio fortaleceu os seus alicerces.
Assuntos europeusPio teve um papel ativo nas questões políticas, tentando espalhar a Contra-Reforma. Apoiou monarcas católicos e esforçou-se por fazer Isabel de Inglaterra regressar à Igreja Católica. Tendo falhado, excomungou a Rainha protestante. Em 1571, Pio organizou uma força naval católica que destruiu a armada turca na batalha de Lepanto. As orações e o jejum do Papa durante a campanha inspiraram todos à sua volta. Pio morreu no ano seguinte e, apesar do seu pontificado ter durado apenas seis anos, exerceu uma influência decisiva na Igreja que tanto amava.
 
No seu rasto
 
Os tempos difíceis muitas vezes produzem homens e mulheres com a força e as qualidades de chefia necessárias para ultrapassar as crises .
Pio possuía simultaneamente um entendimento intelectual dos dogmas da sua Fé e uma paixão pela respectiva preservação e tomou medidas decisivas , mantendo-se sempre fiel,  às suas raízes monásticas. Nos últimos anos, muitos  líderes revelaram semelhante aptidão para conquistar a confiança dos outros e pôr em prática um plano de ação. Lech Walesa, por exemplo, um eletricista polaco desempregado, tornou-se um líder influente na Polónia na década de 1070. Uniu os Polacos contra o governo comunista que os obrigara a abandonar a sua religião e a sua liberdade. Walesa viria a:
* Dirigir a Central sindical Solidariedade.
* Ganhar o Prémio Nobel da Paz.
* Ser o primeiro Presidente de uma Polónia Livre.
Se algum dia formos chamados a desempenhar um cargo de liderança, rezemos pedindo força e sabedoria para saber usar a responsabilidade e para servir a Deus.
 
Oração
 
Ó Deus, escolhestes Pio para Vos servir a Vós e à Igreja num período conturbado. Através de Vós ele encontrou força para agir com sabedoria, coragem e compaixão. Concedei-me os mesmos dons, pois procuro seguir o exemplo do Vosso servo e viver de acordo com os ensinamentos do Vosso único Filho Nosso Senhor Jesus Cristo. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
No período da vida de São Pio V (1504-1572) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Michangelo completa a sua Pietà (1555); Fernão de Magalhães faz a primeira viagem de circum-navegação (1519-1522); O calendário gregoriano substitui o juliano (1552); início da dinastia dos Filipes em Portugal (1580).
 

SANTOS AMADOR e companheiros PEDRO e LUÍS

Mártires (855)

A cruel perseguição que suscitaram os mouros em Córdova nos meados do século IX tinha os cristãos em grande aflição e tristeza; todavia, não escasseavam muitos ilustres e zelosos fiéis, que se apresentavam todos os dias aos tribunais, com santa intrepidez e coragem verdadeiramente heroica, a confessar a divindade de Jesus Cristo. Do número destes heróis foram Amador, Pedro e Luís, dos quais nos diz Santo Eulógio, historiador dos seus gloriosos triunfos, que Amador foi “ilustre sacerdote, natural da antiga cidade de Tucci, colónia de romanos. Viera a Córdova com o pai e irmãos com o nobre intento de se instruir nas ciências sagradas”. Acompanhavam Amador um célebre monge, chamado Pedro , e Luís, irmão de S. Paulo, diácono e parente de Santo Eulógio, ambos naturais de Córdova e filhos de pais cristãos. A conformidade da religião, sentimentos e costumes uniu os três cristãos pelos vínculos da mais estreita amizade, amizade santa, que os impulsionou a pactuarem de nunca se separarem e de comprarem o céu com o sangue, já que se lhes oferecia tão belo ensejo na perseguição terrível, suscitada contra a Igreja de Córdova. Apresentam-se perante o juiz agareno, pregando audaciosamente as verdades do Evangelho. Este magistrado sem gastar tempo em formalidades de processos, entregou-os aos seus carrascos, para que lhes fizessem pagar com a cabeça as pretendidas loucuras. Foram executadas as ordens do tirano no dia 30 de Abril de 885; mas, não satisfeito o bárbaro com o injusto castigo, mandou ainda lançar os três cadáveres ao rio Guadalquivir, para tirar aos cristãos as veleidades de futuras práticas de veneração. Assim se fez; mas, poucos dias depois, quis Deus manifestar na margem do mesmo rio os corpos de S. Pedro e de S. Luís, não aparecendo o de Santo Amador, por maiores diligências que para isso fizeram os cristãos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

SÃO DONATO

Bispo (387)

S. Donato recebeu desde a infância uma educação modelada pelos preceitos do Evangelho. Graças às suas distintas qualidades, teve a fortuna de instruir e converter o Imperador Teodósio e sua filha, aos quais administrou o sacramento do baptismo. As famílias principais de Constantinopla foram também convertidas por este Santo. Foi elevado por unânime aclamação à dignidade de sucessor dos apóstolos, e por isso consagrado bispo de Evoreia, cidade do Epiro. A sua vida de bispo, do mesmo modo que a de sacerdote, foi sublime e bem acabado exemplo de todas as virtudes evangélicas. os pobres eram os prediletos de Donato. Por último, cheio de santidade e merecimentos, descansou no Senhor nos fins do século IV, em 387 segundo o Martirológio Romano. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

SÃO JOSÉ BENTO COTTOLENGO

Confessor (1786-1842)

José Benito Cottolengo, Santo

José Benito Cottolengo, Santo

Nasceu José Cottolengo na vila de Bra, no Piemonte, Itália, a 3 de Maio de 1786. Teve a sorte de encontrar uma mãe inteligente e profundamente cristã. Desde os cinco anos, notava nele a mãe um amor especial pelos pobres. Um dia encontrou-o a medir com uma vara os quartos de casa: “Que fazes aí? Para que tomas tantas medidas?” - “Olhe, mamã: queria saber quantas camas se poderiam colocar nesta casa, pois, quando eu for maior, quero enchê-la de pobres e doentes”. Todos os seus biógrafos estão concordes em que José não tinha grande facilidade para o estudo. A escola para ele era um martírio. dela voltava e lançava-se a chorar nos braços da mãe, dizendo: “Não entendo nada”. Propôs-lhe ela que se consagrasse a S. Tomás de Aquino. Este foi o seu guia e a sua luz no estudo. Aos 17 anos vestiu a batina dos clérigos, embora continuasse a viver em casa. Em 1805 entrou no seminário de Turim e aos 15 anos ordenou-se de sacerdote, em 1811. O irmão mais novo, Inácio, ajudava-lhe todos os dias à Missa e dizia à mãe, ao voltar a casa: “Mas, porque chora José no altar? - “Deixa-o chorar. José bem sabe o que faz. É tão agradável chorar no altar”. Desde que o admitiram como membro do Corpus Domini de Turim, piedosa associação de sacerdotes, ficou sendo, por direito próprio, cónego da Metropolitana da Santíssima Trindade. O “cónego bom” muito depressa começou a ser director de almas, pai dos pobres e solicito enfermeiro. Em 1817 estava na igreja de Corpus Domini, quando viu uma pobre mulher, que não tinha podido encontrar acolhimento nos hospitais da cidade. Deus inspirou então ao cónego que fundasse o Pio Instituto da Divina Providência. Começou por arrendar algumas moradas na Volta Rossa, que se foram desenvolvendo até se converterem em verdadeiro hospital. Para cuidar dos enfermos, fundou as Damas de Caridade. Chamou-lhes Vicentinas, mas o povo preferiu designá-las como Cottolenguinas. Por ocasião da cólera-morbo de 1831, as autoridades de Turim obrigaram a fechar o hospital de Volta Rossa. “Tudo está acabado”, diziam amigos e inimigos. Ele respondia: “Agora vamos transplantar as couves”. E a 27 de Abril de 1832 abria-se a Píccola Casa (pequena Casa) da Providência de Valdocco, nos arrabaldes de Turim. “Chama-se Pequena Casa, escrevia o santo fundador, porque em comparação com o mundo inteiro, que é igualmente casa da Divina Providência, é com toda a certeza, pequena”. O lema de Cottolengo era “caridade e confiança”. Fazer todo o bem possível e confiar sempre em Deus. A Deus custa o mesmo dar de comer a dois pobres e doentes, ou a dois mil. Quem reza com confiança tem à sua disposição todos os recursos de Deus. Inspirado nestes princípios, Dom Cottolengo dava sempre, sem olhar ao dinheiro que despendia. “Se Nosso Senhor disse que não saiba a mão esquerda o que dá a direita, porque o há-de saber a vista?”. Não pensava senão nos pobres. Convidado por uma família rica, ofereceram-lhe um cálice de vinho fino. Bebeu um pouco e depois, olhando para o vinho que ficava no fundo, disse: “Um cálice deste vinho velho tornaria felizes os meus doentes do hospital”. No dia seguinte, chegaram dois barris com esta direcção: “Ao Rev. Cónego Cottolengo, para os seus doentes”.

José Benito Cottolengo, Santo

José Benito Cottolengo, Santo

Noutra visita encontrou a senhora da casa a tecer umas camisolas de lã para os netos. Louvou o trabalho e disse: “Como ficariam quentinhos, com uma camisola como esta, os pobres meninos do meu bairro!” Uma semana depois, recebia cem camisolas de lã. A confiança em deus era a fonte da sua generosidade e amor aos pobres. Um dia, a Superiora das Irmãs da Caridade mostrou-se aflita porque, pata todos os asilados, não tinha mais que uma moeda de ouro de vinte liras. “Onde está a moeda?”, perguntou o Santo. Pegou nela, embrulhada num papelito, foi à janela e com toda a força atirou-a para o jardim. “Agora, Irmã, confie. Deus proverá”. Outro dia, a Irmã Dominica foi-lhe dizer que não havia pão para o almoço. “Na devida hora que vão almoçar, a Providência não se esquecerá de que têm de almoçar”. E foi para a igreja rezar. Ao padeiro da “Píccola casa” chegou o Santo a dever 18 000 liras (de então). O homem necessitava de as receber e Dom Cottolengo não tinha nem um cêntimo: “Tenha um poucochinho de paciência”. - “Já tive muita”, e o padeiro foi-se embora muito aborrecido. Mas logo que chegou á padaria, um senhor entregou-lhe quanto lhe devia Dom Cottolengo. O rei Carlos Alberto, de Turim, quis informar-se do que se passava na Píccola casa e mandou lá o Conde de Escarena. – “O senhor é director da Píccola Casa?” – “Eu não. Sou apenas agente da Divina Providência, que é quem dirige a casa”. – “Com que recursos conta?” – “Com os que me dá a Divina Providência”. – “Para sustentar mais de 600 bocas, terá algumas rendas fixas?”“Crê Vossa Excelência que à Divina Providência lhe vão faltar fundos?” O rei quis tomar sob a sua protecção a Píccola Casa. Dom Cottolengo agradeceu-lhe a boa intenção, mas recusou, “porque o Patrono é Deus”. Também quis visitar a Casa. O Santo agradeceu o anúncio da visita, mas acrescentou que agradeceria a Sua Majestade que a não visitasse, “pois semelhante manifestação da protecção humana não seria talvez do agrado da Divina Providência”. Noutra ocasião perguntou-lhe o Rei: “Meu querido cónego, espero que Deus lhe conceda uma vida prolongada. Mas, quando faltar, que disposições tomou sobre o sucessor? – “Tem Vossa Majestade desconfiança na Divina Providência? Porque não hei-de deixar que Deus escolha o sucessor?” E acenou ao Rei para a janela da sala, donde se via a rendição da guarda: “Uma palavra entre um soldado e outro, e a nova guarda substitui a anterior. Assim acontecerá, quando Deus dispuser a minha substituição. Falará ao ouvido de alguém e a nova sentinela virá ocupar o meu posto”. O Rei queria que houvesse contas na Píccola casa. O Cónego negava-se a isso: “Quanto tempo há que a Divina Providência governa o mundo? fez alguma vez mal a alguém ou negou-lhe o que lhe tocava"?” A Píccola casa levada dez anos de existência, quando adoeceu gravemente Dom Cottolengo, vítima do tifo. O natural era que desejasse morrer entre os seu pobres. Mas não foi assim. Fez que o levassem para Chieiri e não se tornou a ouvir-lhe nem uma palavra sobre a Píccola casa. Deixava-a nas mãos da Divina Providência. O resto não tinha importância… Morreu a 13 de Abril de 1842, aos 56 anos de idade. Foi beatificado por Bento XV, a 29 de Abril de 1917 e canonizado por Pio XI, a 19 de Maio de 1934. A Píccola casa, há muito tempo chamada Cottolengo – com várias comunidades de oração e milhares de pessoas a receberem ou prestarem cuidados – subsiste em Turim até aos nossos dias, com muita alegria e eficiência, sem quaisquer rendimentos fixos , dependente só da caridade, monumento vivo da Providência

 

BEATA MARIA DA ENCARNAÇÃO

Religiosa (1599-1672)

María de la Encarnación Guyart, Beata

María de la Encarnação Guyart, Beata

Veio ao mundo em TOURS, a 28 de Outubro de 1599, João Paulo II, na homilia da beatificação, a 22 de Junho de 1980, retrata a Serva de Deus da seguinte forma: “Maria da Encarnação (Marie Guyart) foi chamada ‘Mãe da Igreja Católica no Canadá’. Aos 17 anos casa-se com Claude Martin; aos 18 anos é mãe; aos 20 anos é já viúva. Maria recusa um segundo casamento que lhe propõem os pais e, aos 32 anos, entra no mosteiro das Ursulinas de Tours. Deus levou-a a compreender a fealdade do pecado e a necessidade da redenção. Tendo profunda devoção ao Coração de Jesus e meditando assiduamente o mistério da Encarnação, ela leva à maturidade a sua vocação missionária: ‘O meu corpo estava no nosso mosteiro, escreverá ela na sua autobiografia, mas o meu espírito não podia estar encerrado. O Espírito de Jesus levava-me às Índias, ao Japão, à América, ao Oriente, ao Ocidente, às paragens do Canadá e dos Hurões, e a toda a terra habitável onde houvesse almas racionais que eu via pertencerem a Jesus Cristo”. Em 1639, está ela no Canadá. É a primeira irmã francesa missionária. O seu apostolado catequético em favor dos indígenas é infatigável: compõe um catecismo na língua dos Hurões, outro na dos Iroqueses e um terceiro na dos Algunquins. Alma profundamente contemplativa, comprometida todavia na acção apostólica, faz o voto de ’procurar a maior glória de Deus em tudo o que seja de maior santificação’ e, em Maio de 1653, oferece-se interiormente em holocausto a Deus pelo bem do Canadá. Mestra da vida espiritual, a ponto de Bossuet a definir como a ‘Teresa do Novo Mundo’, e promotora de obras evangelizadoras, Maria da Encarnação une em si, de maneira admirável, a contemplação e a acção. Nela a mulher cristã realizou-se plenamente e com raro equilíbrio, nos seus diversos estados de vida: esposa, mãe, viúva, directora de empresa, religiosa, mística, missionária, isto sempre na fidelidade a Cristo, sempre em união estreita com Deus”. Faleceu em Quebeque, a 30 de Abril de 1672. L’OSS. ROM. 29.6.1980. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

Paulina von Mallinckrodt, Beata
Fundadora

Paulina von Mallinckrodt, Beata

Paulina von Mallinckrodt, Beata

Estrela Devido a problemas técnicos e outros não me foi possível traduzir por completo esta biografia. As minhas desculpas. AF.

Martirológio Romano: Em Paderborn, na Alemanha, beata Paulina von Mallinckrodt, virgem, fundadora das Irmãs da Caridade Cristã, para atender às crianças, pobres e cegos e auxiliar aos enfermos e pobres (1881). Etimologicamente: Paulina = Aquela de pequeno tamanho, é de origem latina. Paulina von Mallinckrodt nasce em 3 de Junho de 1817 em Minden, Westfalia. É a mais velha dos filhos de Detmar von Mallinckrodt, de religião protestante e alto funcionário de governo do estado de Prússia e de sua esposa, a baronesa Bernardine von Hartmann, de religião católica, originária de Paderborn. Desde pequena absorve com avidez a formação cristã que lhe dá sua mãe, com amor. Dela herda uma fé profunda, um grande amor a Deus e aos pobres e uma férrea adesão à Igreja católica e a seus para com os outros e o cumprimento da palavra empenhada. Parte de sua meninice e juventude passa Paulina em Aquisgrán, onde foi trasladado seu pai. Por precoce morte de sua mãe, Paulina, quando só conta 17 anos de idade, toma em suas mãos a direção de sua casa e a educação de seus irmãos mais novos Jorge e Herman e da pequena Berta. Cumprindo sua tarefa a plena satisfação de seu pai, encontra tempo e meios para por-se ao serviço de tantos pobres que por mudanças técnicas, económicas e sociais de seu século, sofrem de misérias materiais e espirituais. Em Aquisgrán, com suas amigas, cuida enfermos, crianças e jovens. A los 18 años recibe el sacramento de la Confirmación y se hace habitual en ella la Misa diaria. Un poco más tarde su confesor le permite la comunión diaria, algo infrecuente en esa época. Fruto de la Confirmación es también la decisión de Paulina de consagrar su vida entera al servicio de Dios. Cuando su padre se retira del servicio estatal y se instala con su familia en Paderborn, prosigue Paulina su actividad caritativa. Invita y entusiasma a señoras y jóvenes a colaborar en el cuidado de enfermos pobres; pero ante todo le parece necesaria la educación e instrucción de los niños pobres.  Funda para ellos una guardería y acoge niños ciegos para cuidarlos e instruirlos. Impulsada por la fuerza de la gracia, organiza la Liga Femenina para el cuidado de los enfermos pobres. Luego funda un jardín de infantes para atender a los niños de las madres que deben trabajar fuera de su hogar para ganar el sustento diario de la familia. La fundación de este kindergarten en 1840 fue una idea novedosa y de avanzada para proteger y dar un ambiente de contención y afecto a estos niños que no podían ser cuidados por sus madres. Llega hasta las chozas de los pobres para aliviar sus miserias; los ayuda, consuela, exhorta y ora con los enfermos, sin temer ni la suciedad ni los contagios, sino por el contrario, lo afronta todo con una sonrisa dedicando gran parte de su vida en un incansable servicio en favor de los que sufren. "Nunca he encontrado a una persona como ella; es difícil describir la imagen tan atrayente y emotiva de su vivir en Dios" escribe en una carta su prima Bertha von Hartmann.  En 1842 poco después de la muerte del señor von Mallinckrodt, le confían a Paulina el cuidado de unos niños ciegos muy pobres. Ella los atiende con la exquisita afabilidad que la caracteriza. Y como Dios sabe guiar todo según sus planes, son los niños ciegos los que darán origen a la Congregación, porque a Paulina la admiten en distintas congregaciones religiosas pero no así a los ciegos. Paulina pide una vez más consejo a Monseñor Antonio Claessen quien después de escucharla atentamente y de hacer mucha oración le hace ver que ella está llamada por Dios a fundar una Congregación. Y obtenida la aprobación del Obispo de Paderborn Monseñor Francisco Drepper, el 21 de agosto de 1849 funda la Congregación de las Hermanas de la Caridad Cristiana, Hijas de la Bienaventurada Virgen María de la Inmaculada Concepción con tres compañeras más. Pronto se abren otros campos de actividad: hogares para niños y escuelas. Bendecida por la Iglesia, la Congregación florece y se extiende rápidamente en Alemania; pero como toda obra grata a Dios, debe ser probada por el sufrimiento; la prueba no tarda en llegar. El Canciller von Bismark emprende en 1871 una dura lucha contra la Iglesia católica. Una tras otra ve la Madre Paulina cómo se van cerrando y expropiando las casas de la Congregación en Alemania. Con su profundo espíritu de fe la Madre Paulina ve la mano de Dios en esta persecución religiosa. Las casas de la joven Congregación fueron confiscadas, las Hermanas expulsadas, la fundación parecía llegar a su fin. Pero justamente así produjo frutos, se extendió por Estados Unidos y América Latina. En la misma época de las persecuciones en Alemania llegan muchos pedidos de Hermanas desde Estados Unidos y Sudamérica para enseñar a los niños inmigrantes alemanes. Paulina respondió enviando pequeños grupos de Hermanas a Nueva Orleans en 1873.  En los siguientes meses se enviaron más grupos de religiosas a los Estados Unidos y ella misma hizo dos largos viajes a América para constatar en persona las necesidades del Nuevo Mundo, donde fundó al poco tiempo una Casa Madre en Wilkesbarre, Pennsylvania. Desde entonces las Hermanas abrieron además casas en las arquidiócesis de Baltimore, Chicago, Cincinnati, New York, Philadelphia, St. Louis, y St. Paul, y en la diócesis de Albany, Belleville, Brooklyn, Detroit, Harrisburg, Newark, Sioux City y Syracuse. En noviembre de 1874 arriban las primeras religiosas a la diócesis de Ancud, en Chile, solicitadas por Monseñor Francisco de Paula Solar. De allí partirían unos años más tarde hacia el Río de la Plata, en 1883 a Melo, Uruguay, y en 1905 a Buenos Aires, Argentina. A fines de década de 1870 la persecución religiosa terminó en Alemania y las Hermanas pudieron volver desde Bélgica a su patria donde prosiguieron con su obra. La Comunidad había crecido en integrantes y en misiones durante los años de opresión. La Madre Paulina volvió a Paderborn después de su viaje a América en 1880. A los pocos meses, ante el dolor de las Hermanas, la Madre Paulina enfermó gravemente de neumonía y murió el 30 de abril de 1881. S.S. Juan Pablo II la beatificó el 14 de Abril de 1985.

 

Benito (ou Bento) de Urbino, Beato
Presbítero Capuchinho

Benito de Urbino, Beato

Benito de Urbino, Beato

Estrela Devido a problemas técnicos e outros não me foi possível traduzir por completo esta biografia. As minhas desculpas. AF.

Martirológio Romano: Em Fossombrone, de Piceno, em Itália, beato Benito de Urbino, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores Capuchinhos, que foi companheiro de santo Lorenzo de Bríndisi na pregação entre husitas e luteranos (1625). Etimologicamente: Benito = Aquele a quem Deus bendiz, é de origem latina. Nunca se é completamente livre para poder eleger o que cada um queira. Ao menos isso é o que me passou a mim. Porque eu nasci em Urbino, uma cidade das Marcas na Itália central, em setembro de 1560 e dentro duma familia de nobres, os Passionei. Fui o sétimo de onze irmãos, e aos poucos dias me batizaram impondo-me o nome de Marcos. Aos quatro anos fiquei sem pai; e aos sete nos deixou também minha mãe. Total, que os tutores da familia nos foram criando e educando até que pudemos valer-nos por nós mesmos. Pelo que a mim respeita, ainda recordo aquele 28 de maio de 1582 quando nove ilustres «leitores» do Estudo universitário de Pádua me declaravam doutor em leis, em direito civil e canónico, entregando-me a toga, o barrete e o anel doutoral; tinha 22 anos. O mundo se abria ante mim, e para o conquistar de uma forma mais rotunda me fiz apresentar no ambiente da nobreza romana, sobretudo eclesiástica.Mas a coisa não foi como eu sonhava. O preço do êxito era demasiado caro para que me decidisse a investir nele, pelo que apenas aguentei um ano no medio desse ambiente que me produzia asco e também medo. De volta ao povo começou a invadir-me uma espécie de «crise» espiritual. Minha vida ia tomando sentido à medida que a sonhava como una entrega total a Deus e à gente. E uma forma de concretizá-la era fazendo-me Capuchinho. Muchas tardes subía al convento y me pasaba las horas muertas en la iglesia; hasta que me decidí a comunicarle al P. Guardián mi voluntad de hacerme religioso. Pero todos se pusieron en contra: los Capuchinos, mi familia, y hasta el obispo. A los frailes les parecía que un señorito como yo no podría aguantar el rigor de la vida capuchina. Para mi familia era demasiado duro tener que perder a uno de sus miembros más cualificados; mientras que el señor obispo trataba de desviarme hacia otra Orden menos austera, como eran los Camaldulenses. Sin embargo, aunque de naturaleza frágil y quebradiza, mi tenacidad era de acero, por lo que insistí varias veces hasta conseguir que me admitieran en el Noviciado. Recuerdo que al recibir en la calle la noticia de mi admisión pegué tal salto y tal grito de alegría, que todos se quedaron extrañados, dada mi habitual compostura y timidez. Mi gozo era tan grande que me fui directo al convento sin pasar siquiera por mi casa a despedirme. En el Noviciado lo pasé francamente mal, debido a mi quebradiza salud; pero mi empeño por seguir adelante -y mi enchufe con el General, que todo hay que decirlo- hizo que pudiera profesar como Capuchino. Repartí todos mis bienes y comencé una vida nueva. Una vez ordenado sacerdote y tras ejercer el ministerio por los conventos de las Marcas, me enviaron a Bohemia, junto con S. Lorenzo de Brindis y otros hermanos, a convertir a los protestantes. Menos mal que estuve poco tiempo, porque aquello fue durísimo. De nuevo volví a las Marcas y allí se desarrolló toda mi vida. Los que escribieron mi biografía han dicho que me distinguí por tres cosas: por la cantidad y calidad de la oración, por mi austeridad de vida, y por dedicarme al ministerio de los pobres. Ellos sabrán. Lo que sí os puedo decir es que, después de abandonar mi vida de «señorito» y hacerme fraile, estaba como seducido por esa presencia misteriosa que es Dios, de modo que dedicaba a Él todo mi tiempo disponible; así fue como me salieron hasta callos en las rodillas de estar arrodillado en su presencia. Sin embargo lo que más me asombraba era experimentarlo como un Dios sufriente; de ahí que reflexionara continuamente sobre la Pasión de Cristo. Esto me hacía pensar en mi frágil salud y en la urgencia de remediar las necesidades de los pobres. Con frecuencia los enviaba a casa de mis hermanos para que los atendieran, hasta el punto de que solían decir, en plan de broma: «Nuestro hermano el fraile, no contento con haber distribuido todo lo suyo en limosnas, quiere también repartir todo lo nuestro». La verdad es que yo me contentaba con poco, y hubiera estado dispuesto a repartirlo cien veces si hubiera tenido algo que dar; pero sólo disponía de mi persona y del servicio que pudiera prestar a los demás. Así que la mayoría del tiempo lo pasaba predicando en los pueblecitos donde me llamaban, ya que, por lo visto, mi oratoria no iba muy allá. Sin embargo yo me encontraba muy a gusto entre esa gente pobre, pues eran más receptivos al Evangelio. Y así estuve casi toda mi vida, hasta que mi frágil cuerpo empezó a envejecer y a resistirse a caminar. Ya al final de mis días, un hermano religioso, creyendo que estaba ya en la agonía final encendió, como era costumbre, una vela; pero yo me di cuenta y le hice una señal para que la apagara, porque todavía no me estaba muriendo. Tardé tres días más, y el 30 de abril de 1625 me encontraba con la hermana muerte. La gente me veneraba como un santo, hasta el punto de que tuvieron que cambiarme de sepultura y guardarme en un lugar tan escondido, que estuvieron dos siglos sin encontrarme. Por fin lo hicieron y pudieron beatificarme en 1867. Después de todo me cabe la satisfacción de no ser un «santo» del todo, sino simplemente el beato Benito de Urbino.

 

Gualfardo, Santo
Monge Camaldulense

Gualfardo, Santo

Gualfardo, Santo

Martirológio Romano: Em Verona, na região de Veneza, santo Gualfardo, que, oriundo de Alemanha e carniceiro de profissão, depois de passar vários anos na solidão foi recebido pelos monges do mosteiro de São Salvador, perto da cidade (1127). De origen germánico y de profesión guarnicionero (talabartero), san Gualfardo, obedeciendo a su deseo interior de una vida todo entregada a Dios, después de haber transcurrido algún tiempo en Verona, se apartó en soledad eremítica, como hicieron muchos jóvenes hombres de la Edad Media, en un lugar cerca del Adige. Sobre el ejemplo de san Romedio, ermitaño en el Val di Non en Trentino, pasadas en este lugar solitarios veinte años de aislamiento, luego algunos barqueros que navegaron por el río lo descubrieron, obligándolo así a trasladarse a Verona cerca de la iglesia de San Pedro. Después de cierto tiempo, pasó a la iglesia de la Santísima Trinidad fuera de los muros de la ciudad y por fin fue acogido caritativamente como oblato, por los monjes camaldulenses de San Salvador de Corteregia en Verona, con los que permaneció durante diez años hasta su muerte. Mediante la oración incesante, las vigilias nocturnas, los ayunos, las penitencias, logró llegar a los más altos grados de la contemplación y santidad; todo lo anterior estaba entretejido con gracias tales como equilibrio, serenidad, modestia y prudencia, que reflejaban su paz interior y su íntima unión con Dios. Un monje contemporáneo, que fue el autor de la primera hagiografía de San Gualfardo, describió el fervor que aquel ponía en la santa conversación con los fieles y con los camaldulenses; además relató muchos milagros que obró en vida y después de muerto. Murió en el convento de Verona el 30 de abril de 1127; los veroneses celebran la fiesta el 1° de mayo como protector de los guarnicioneros, mientras que el orden Camaldulense y el Martirologio Romano, lo recuerda el 30 de abril, aniversario de su nacimiento al cielo. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it responsável da tradução (para espanhol): Xavier Villalta

 

51390 > Sant' Adiutore di Vernon Monaco MR
90564 >
Santi Amatore, Pietro e Ludovico di Cordova Martire MR
51380 >
Sant' Augulo Vescovo MR
90347 >
Beato Benedetto da Urbino (Marco Passionei) Sacerdote cappuccino MR
51330 >
Santi Diodoro e Rodopiano Martiri MR
51340 >
San Donato di Evorea Vescovo MR
93365 >
Sant' Earconvaldo Vescovo MR
51320 >
Sant' Eutropio di Saintes Vescovo MR
94081 >
San Forannan di Waulsort Abate
32150 >
San Giuseppe Benedetto Cottolengo Sacerdote MR
51420 >
San Giuseppe Tuan Sacerdote domenicano, martire MR
92681 >
San Gualfardo Religioso camaldolese MR
51410 >
San Guglielmo Southerne Martire MR
92169 >
Beata Ildegarda (Hildegarda) di Kempten Regina
91609 >
San Lorenzo di Novara Vescovo e martire MR
93718 >
Beati Luigi Puell e 69 compagni Martiri mercedari
91912 >
Beata Maria dell’Incarnazione Guyart Vedova e fondatrice MR
93818 >
San Mariano Venerato ad Acerenza
51360 >
San Mercuriale di Forlì Vescovo MR
91635 >
Beata Paolina von Mallinckrodt Fondatrice MR
44800 >
Beato Pietro Diacono (Levita) MR
27000 >
San Pio V (Antonio Ghislieri) Papa - Memoria Facoltativa MR
51370 >
San Pomponio di Napoli Vescovo MR
92135 >
San Quirino Martire, venerato a Neuss MR
94280 >
Beata Rosamunda
51450 >
Santa Sofia di Fermo Vergine e martire MR
90821 >
San Ventura di Spello

 

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Erconvaldo, Pio V, Santos ,)Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
  • domingo, 29 de abril de 2012

    Nº 1270 – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 4º DOMINGO DE PÁSCOA - 29 de Abril de 2012

    Nº 1270 – 1ª Página – 2012
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    A Terra vista da Lua
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    29 DE ABRIL DE 2012

    4º Domingo de Páscoa 

    Hugo de Cluny, Santo

    Abade beneditino

    Hugo de Cluny, Santo

    Hugo de Cluny, Santo

    Martirologio Romano: En el monasterio de Cluny, en Borgoña (hoy Francia), san Hugo, abad, que gobernó santamente su cenobio durante sesenta y un años, mostrándose entregado a las limosnas y a la oración, mantenedor y promotor de la disciplina monástica, atento a las necesidades de la Iglesia y eximio propagador de la misma (1109). Etimológicamente: Hugo = Aquel de inteligencia clara, es de origen germano. El glorioso y venerable abad de Cluny, san Hugo, nació en Semur, de una ilustre y antigua familia de Borgoña. Su padre llamado Dalmacio era señor de Semur, y su madre Aremberga, descendiente de la antigua casa de Vergi.  Quería el padre que su hijo Hugo siguiese, como noble la carrera de las armas, pero sintiéndose él más inclinado al retiro y a la piedad que a la guerra, recabó licencia para ir a cultivar las letras humanas en Châlon-sur-Saône, donde la santidad de los monjes de Cluny, gobernados por el piadoso abad Odilón, le movió a dar libelo a todas las cosas de la tierra, y a tomar el hábito en aquel célebre monasterio.  Hizo allí tan extraordinarios progresos en las ciencias y virtudes, que corriendo la fama de su eminente santidad, sabiduría y prudencia por toda Europa, el emperador Enrique le nombró padrino de su hijo; y Alfonso rey de España, hijo de Fernando, acudió a él para librarse de la prisión en que le tenía su ambicioso hermano Sancho, lo cual recabó el santo con su grande autoridad, y también puso fin a las querellas del prelado de Autún y del duque de Borgoña que devastaba las posesiones de la Iglesia. Y no fue menos apreciado de los sumos pontífices, por su rara prudencia y santidad. Nombróle León IV para que le acompañase en su viaje a Francia, y su sucesor Víctor II previno al cardenal Hildebrando, después Gregorio VII, que le tomase por socio y consejero en la legacía cerca del rey de los franceses; Esteban X que sucedió a Víctor, le llamó y quiso morir en sus brazos. El gran pontífice Gregorio VII se aconsejaba con este santísimo abad de Cluny en todos los negocios más graves de la cristiandad. Entre las muchas cartas de san Hugo, se halla una escrita a Guillermo el Conquistador, el cual le había ofrecido para su monasterio cien libras por cada monje que le enviase a Inglaterra. Respóndele el santo abad que él daría la misma suma por cada buen religioso que le enviasen para su monasterio. si fuese cosa que se pudiese comprar en cuyas palabras manifestaba el temor de que se relajasen los monjes que enviase a Inglaterra no pudiendo vivir allí en monasterios reformados. Y si todas estas preocupaciones juzgaba el santo necesarias para conservar la virtud de aquellos tan fervorosos monjes, ¿cómo imaginamos nosotros poder estar seguros de no perder la gracia divina, si temerariamente nos metemos en medio de los peligros y lazos del mundo? Quéjanse muchos de las tentaciones que padecen, y murmuran de la Providencia por los recios y continuos combates que les dan los tres enemigos del alma: mundo, demonio y carne: pero día vendrá en que Dios se justifique recordándo1es que ellos mismos se metían las más de las veces en las tentaciones, y haciéndose sordos a las voces de la gracia y de la conciencia, se ponían voluntariamente en las ocasiones de pecar, y se rendían a sus mortales enemigos. Es increíble lo mucho que trabajó este santo en la viña del Señor, edificándola con sus heroicas virtudes, defendiéndola de sus enemigos, y acrecentándola con su celo apostólico, Finalmente después de haber fundado el célebre monasterio de monjas de Mareigni, y echado los cimientos de la magnífica iglesia de Cluny, lleno de días y mere cimientos falleció en la paz del Señor a la edad de ochenta y cinco años.

      COMPLEMENTO

    Nascido em 1024, Hugo era o filho mais velho de Dalmácio, Conde de Sémur. Muito inteligente, podia ter tido uma carreira brilhante, mas cedo se interessou pelos estudos religiosos. Entrou para a Abadia beneditina de Cluny aos 14 anos de idade e foi ordenado sacerdote aos 20. Em 1048, foi nomeado prior e colaborou estreitamente com Odílio, Abade, que tinha começado a organizar a federação de claustros de Cluny. Após a morte de Odílio em 1049, Hugo foi eleito Abade, cargo que deteve durante 60 anos. Prosseguiu as reformas iniciadas por Odílio e fez de Cluny a abadia mais importante do seu tempo. Durante o seu mandato, o número de monges subiu de 50 para 300 e o de abadias federadas de cerca de 70 para mais de 1 200.
    Pacificador incansável – Além do trabalho que realizou em Cluny, Hugo foi conselheiro de papas e príncipes para a paz entre a Igreja e o Império. Em 1050 esteve presente no Concílio de Reims, que o papa Leão IX convocou a fim de condenar a simonia (venda ou compra de bens espirituais ou cargos eclesiásticos) e defender o celibato dos padres. Em seguida, participou no sínodo que condenou os ensinamentos de Berengário de Tours, que questionava o facto de não terem ocorrido alterações no pão e no vinho quando a eucaristia foi consagrada. Mais tarde, em 1077, Hugo foi medianeiro numa querela entre o papa Gregório VII e o Imperador Henrique IV, persuadindo Gregório a não excomungar Henrique. Hugo passou grande parte da sua vida a viajar, mas isso não o impediu de administrar eficientemente Cluny, ficando conhecido como um chefe inteligente. Mandou construir na Abadia de Cluny uma igreja de cinco naves, a maior do seu tempo. Morreu em 1109 e foi canonizado 11 anos depois.
     
    No seu rasto
     
    O trabalho diplomático de Hugo visou sempre o estabelecimento da paz.
    Na década de 1940, Vinoba Bhave, natural da Índia, também se esforçou por conseguir a paz para as pessoas que sofriam sob o jugo do império britânico. Em 1940, Bhave, um discípulo de Mahatma Gandhi, iniciou uma campanha pacifista contra o tratamento dado aos pobres na Índia pelo governo inglês. Por esse motivo passou cinco anos na prisão. Depois de libertado, prosseguiu a sua luta:
    * Em 1951, viajou a pé, de aldeia em aldeia, pedindo doações de terrenos para os pobres. Em 1955, tinha já conseguido 2,5 milhões de acres.
    * Tentou sensibilizar aldeias inteiras para o ideal e Gandhi, o sarvodaya, ou uma sociedade sem violência. Em 1970, cerca de 160 000 aldeias tinham concordado em participar.
    Infelizmente, o movimento desfez-se. Bhave dedicou os seus últimos anos à oração e morreu em 1982. Encorajar soluções pacíficas é praticar a Palavra de Deus. Rezemos pela paz e contribuamos para a levar à nossa comunidade.
     
     
    Oração
    Louvai a Deus, cantai salmos ao Seu nome, abri caminho àquele que cavalga sobre as nuvens; o Seu nome é Senhor! Exultai na Sua presença! Ele é o pai dos órfãos e defensor das viúvas, o Deus que habita no Seu santo Templo. Deus prepara uma casa para os desamparados e liberta aqueles que estão prisioneiros; mas os rebeldes viverão em terra estéril. Ámen.
    (Salmo 68)
     
     
    No período da vida de Santo Hugo de Cluny (1024-1109) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Chung-Jen, pintor chinês, pinta sobre seda com tinta-da-china (1088); Guido d’Arezzo inventa a notação musical (1025); Início da construção da Catedral de Pisa (1063); D. Teresa governa o Condado Portucalense (1114). 
     
    Pedro de Verona, Santo

    Frade dominicano e Padre

      COMPLEMENTO

    No início do século XIII, a Itália do norte era o centro da heresia Cátara. os seus apoiantes acreditavam que Deus criara a parte espiritual do mundo, mas que Satã era o criador de tudo o que era físico. A família de Pedro de Verona acreditava nesta doutrina. Não havia uma escola cátara em Verona, por isso seu pai enviou-o para uma escola católica, onde lhe ensinaram as ideias ortodoxas. Pedro era um estudante de talento, o que tornou o pai muito orgulhoso. Como seu pai considerava que podia formar em casa a educação teológica do filho, não se preocupava com a ideologia da escola. Mas esses ensinamentos influenciaram profundamente Pedro. Quando terminou os estudos, foi para a Universidade de Bolonha. Aí conheceu S. Domingos, cujos ensinamentos fortaleceram ainda mais a Fé de Pedro.
    Combatente incansável – A família de Pedro ficou chocada quando o jovem entrou, aos 16 anos, para a Ordem dos Irmãos Pregadores. Aí, o seu fervor era tão notório que o Papa Gregório IX o nomeou inquisidor com uma missão especial: defender a heresia cátara. Em breve Pedro empreendeu uma fervorosa missão de pregação, que atraía grandes multidões onde quer que fosse. Os Cátaros, tentaram o que puderam para o deter. Até que, um dia, um grupo de heréticos atacou Pedro na estrada para Milão. Ferido de morte, conseguiu erguer-se até se ajoelhar e, molhando o dedo no seu próprio sangue, escreve “Credo in Deem” = (Creio em Deus”) no chão. Os seus assassinos apunhalaram-no no coração, matando-o. O seu corpo foi levado para Milão. Foram atribuídos tantos milagres ao missionário assassinado que o papa Inocêncio IV o canonizou um ano depois.  
     
    No seu rasto
     
    Pedro enfrentou aqueles que insultavam os ensinamentos cristãos com tal zelo que criou inimigos.
    Mary Whitehouse foi uma inglesa que sentiu a mesma necessidade de se pronunciar firmemente contra alguns dos males da sociedade. Em 1964, Mary Whitehouse fundou a National Viewers and Listener’s Association (Associação Nacional de Espectadores e Ouvintes) denunciando a decadência moral, promovida pela televisão e pela rádio em Inglaterra. A sua posição era tão extrema que lhe criou muitos inimigos, sobretudo nos meios de comunicação social, e até recebeu ameaças de morte. No entanto, não desistiu, e conseguiu que fosse criada legislação para controlar a violência e pornografia nos média. Apesar da sua posição extremista ter sido ridicularizada por muitos. Mary foi das primeiras pessoas a chamar a atenção para a necessidade de controlar a violência nos programas televisivos para crianças e a pornografia expostos em locais a um público indiscriminado, como montras de lojas. Hoje, as autoridades e a população estão conscientes da necessidade de prevenir e evitar essas situações.
     
    Oração
    Deus Todo-Poderoso, por cuja graça e poder o Teu Santo mártir, Pedro, triunfou sobre o sofrimento e foi fiel até à morte; concede-nos, agora que o recordamos em acção de graças, a mesma fidelidade no testemunho que damos de Ti neste mundo, para que com Ele possamos receber a coroa da vida; por Jesus Cristo Nosso Senhor, que contigo vive e reina na unidade do Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Ámen.
    (Livro das Orações Comuns da Igreja Anglicana)
     
     
    No período da vida de São Pedro de Verona (1205-1252)  ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: A Rússia torna-se parte do Império Mongol (1237); Marco Polo explora a China (1275-1292); Poetas italianos desenvolvem o soneto (1220); Conquista definitiva do Algarve aos mouros (1249). 
     
    Roberto de Molesme, Santo

    Roberto de Molesmes, Santo

    Roberto de Molesmes, Santo

    Martirologio Romano: En el monasterio de Molesmes, en Francia, san Roberto, abad, el cual, deseoso de una vida monástica más sencilla y más estricta, ya fundador de monasterios y superior esforzado, ya director de ermitaños y restaurador eximio de la disciplina monástica, fundó el monasterio de Cister, que rigió como primer abad, y llamado de nuevo como abad a Molesmes, allí descansó en paz (1111). Etimológicamente: Roberto = Aquel que brilla por su fama, es de origen germánico.  Nacido alrededor del año 1029, en Champagne, Francia, de padres nobles llamados Thierry y Ermengarde; muerto en Molesmes, el 17 de Abril de 1111.  A los quince años de edad comenzó su noviciado en la abadía de Montier-la-Celle, o St.Pierre-la-Celle, situada cerca de Troyes, de la cual posteriormente llegó a ser prior. En 1068 fue sucesor de Hunaut II como abad de St. Michael de Tonnerre, en la diócesis de Langres. En esa época una banda de siete ermitaños que vivían en el bosque de Collan, en la misma diócesis, buscaron tener a Roberto como su jefe, pero los monjes, a pesar de que resistían su autoridad constantemente, insistieron en conservarlo como su abad porque gozaba de una gran reputación y era el ornamento de su casa.  Las intrigas de ellos determinaron a Roberto a renunciar a su cargo en 1071 y buscar refugio en el monasterio de Montier la Celle. El mismo año él fue colocado en el priorato de St. Ayoul de Provins, que dependía de Montier-la-Celle. Mientras tanto dos de los eremitas de Collan viajaron a Roma y rogaron a Gregorio VII les concediera como superior al prior de Provins. El Papa accedió a la solicitud y en 1074 Roberto inició a los eremitas de Collan en la vida monástica.  Como la localización de Collan fue encontrada inadecuada, Roberto fundó un monasterio en Molesme, en el valle de Langres a fines de 1075. A Molesmes llegó como huésped el distinguido canonista y doctor (écolâtre) de Reims, Bruno, quien en 1082, se colocó él mismo bajo la dirección de Roberto, antes de fundar la celebrada orden de Chartreux (Cartuja).  En ese tiempo la primitiva disciplina estaba aun en pleno vigor, y los religiosos vivían del trabajo de sus manos. Pronto, sin embargo, el monasterio llegó a enriquecerse a través de una multitud de donaciones, y con la riqueza, a pesar de la vigilancia del abad, vino el aflojamiento de la disciplina.   Roberto se esforzó en reestablecer la primitiva austeridad, pero los monjes mostraron tanta resistencia que abdicó y dejó el cuidado de su comunidad a su prior, Alberico, quién se retiró en 1093.  Al año siguiente él volvió con Roberto a Molesme. El 29 de Noviembre de 1095, el Papa Urbano II confirmó el instituto de Molesme. En 1098 Roberto, aún incapaz de reformar a sus rebeldes monjes, obtuvo de Hugo, arzobispo de Lyons y Le gado de la Santa Sede, autoridad para fundar una nueva orden conforme a nuevas reglas.  Veintiún religiosos dejaron Molesmes y alegremente se pusieron en camino hacia un lugar deshabitado llamado Cister en la diócesis de Chalons, y la abadía de Cîteaux fue fundada el 21 de Marzo de 1098.  Dejados a sí mismos, los monjes de Molesmes apelaron al Papa, y Roberto fue reestablecido en Molesme, que desde entonces llegó a ser un ardiente centro de vida monástico.  Roberto murió el 17 de Abril de 1111 y fue sepultado con gran pompa en el iglesia de la abadía. El Papa Honorio III en 1222, mediante Cartas Apostólicas, autorizó su veneración en la iglesia de Molesmes y poco después esa veneración se extendió a la Iglesia entera mediante un Decreto pontificio.  La fiesta fue fijada inicialmente el 17 de Abril, pero luego fue transferida al 29 de Abril.  La abadía de Molesmes existió hasta la Revolución Francesa. Los restos del santo fundador se conservan en la iglesia parroquial.

      COMPLEMENTO

    Filho de uma nobre família francesa, Roberto ficou conhecido pelas suas qualidades de reformador e dedicou a sua vida a ajudar os monges a dar mais valor às virtudes cristãs do que aos bens materiais. Aos 15 anos, Roberto ingressou numa abadia beneditina como monge. O jovem depressa se tornou prior e finalmente Abade de Tonnerre. Quando aí estava, um pequeno grupo de eremitas que viviam na floresta, não muito longe de Dijon, pediu a Roberto para se juntar à sua pequena comunidade como Abade. Roberto concordou e, em 1075, instalou-se com os seus companheiros num mosteiro próximo de Molesme. Nessa época, era comum que as dádivas oferecidas a comunidades religiosas  as tornassem ricas. Em, poucos anos, o mosteiro ficou abastado. Alguns dos monges pareciam mais interessados nos bens materiais do que na busca de uma vida pobre, simples e virtuosa.
    Regresso à Ordem Roberto estava convencido de que riqueza e virtude não eram compatíveis. Quando os monges resistiram ao seu esforço de reinstalar o rigor monástico, deixou essa comunidade e fundou uma nova abadia em Citeaux em 1098, aos 61 anos. Esta viria a ser a casa-mãe da grande Ordem monástica de Cister. Sem Roberto, Molesme entrou em decadência. os monges fizeram uma petição para que Roberto voltasse e ele acedeu a regressar. O segundo período foi um sucesso e ajudou a transformar Molesme num centro de reforma espiritual e disciplina. O dedicado Abade viveu aí até à sua morte aos 83 anos.
    No seu rasto
    Os monges da Ordem de Cister que Roberto ajudou a criar são também conhecidos como “trapistas”. O nome vem do Mosteiro de Notre Dame de La Grand Trappe, que renovou o interesse pela Ordem no século XVII. Os trapistas afastam-se das questões mundanas e procuram o silêncio de forma a dedicarem o seu tempo por inteiro à oração e à adoração.
    Hoje continuam a haver muitos trapistas. No Brasil, no Paraná, existe o Mosteiro de Nossa Senhora do Novo Mundo, onde os monges trapistas levam uma vida de clausura e de oração, observando os três votos da vida religiosa: obediência, castidade e pobreza, num compromisso de conversão contínua na comunidade. A solidão monástica, contudo, não os afasta da humanidade, serve pelo contrário para despertar a experiência profunda da solidariedade, orando a Deus em nome de todos. O mosteiro onde qualquer pessoa pode passar alguns dias oferece hospitalidade tradicional. O ambiente monástico de silêncio, solidão e a participação na oração dos monges, favorecem uma reflexão pessoal mais profunda.
     
     
    Oração
    Pai, a tentação da riqueza e dos bens materiais é forte. Somos tentados pela segurança que parecem oferecer, mas muitas vezes não vemos o que exigem de nós. São distracções que nos podem roubar o tempo que podemos passar a servir-Vos e a servir as pessoas que necessitam de nós. Ajuda-nos a agir como Jesus e os Apóstolos preconizaram: tornar nosso objectivo alcançar tesouros no Céu em vez do que na terra.  Ámen.
    (Oração contemporânea)
     
     
    No período da vida de São Roberto de Molesme (1027-1110) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: A cultura esquimó Thule floresce na região árctica da América do Norte (1085); Guido d’Arezzo inventa a notação musical (1025); Os almorávidas, conquistam a cidade de Koumbi, no Gana (1076); Erupção do Monte Helka na Islândia (1104).
     
    Catarina de Siena, Santa
    Padroeira de Itália

    Catalina de Siena, Santa

    Catalina de Siena, Santa

    Virgen y Doctora de la Iglesia  -  Patrona de Italia y de Europa

    Martirologio Romano: Memoria de santa Catalina de Siena, virgen y doctora de la Iglesia, que habiendo entrado en las Hermanas de la Penitencia de Santo Domingo, deseosa de conocer a Dios en sí misma y a sí misma en Dios, se esforzó en asemejarse a Cristo crucificado y trabajó también enérgica e incansablemente por la paz, para que el Romano Pontífice regresara a la Urbe y por la unidad de la Iglesia, dejando espléndidos documentos llenos de doctrina espiritual (1380). Etimológicamente: Aquella que es pura y casta, es de origen griego. Lo que más maravilla en la vida de Santa Catalina de Siena no es tanto el papel insólito que desempeñó en la historia de su tiempo, sino el modo exquisitamente femenino con que lo desempeñó. Al Papa, a quien ella llamaba con el nombre de “dulce Cristo en la tierra”, le reprochaba la poca valentía y lo invitaba a dejar Aviñón y regresar a Roma, con palabras humanísimas como éstas: “¡Animo, virilmente, Padre! Que yo le digo que no hay que temblar”. A un joven condenado a muerte y a quien ella había acompañado hasta el patíbulo, le dijo en el último instante: “¡a las bodas, dulce hermano mío! que pronto estarás en la vida duradera”.  Pero la voz sumisa de la mujer cambiaba de tono y se traducía frecuentemente en ese “yo quiero” que no admitía tergiversaciones cuando entraba en juego el bien de la Iglesia y la concordia de los ciudadanos.  Catalina nació en Siena (Italia) el 25 de marzo de 1347 y era la vigésimo cuarta hija de Santiago y Lapa Benincasa. A los siete años celebró su místico matrimonio con Cristo. Esto no se debió a fantasías infantiles, sino que era el comienzo de una extraordinaria experiencia mística, como se pudo comprobar después . A los quince años entró a la Tercera Orden de Santo Domingo, comenzando una vida de penitencia muy rigurosa. Para vencer la repugnancia hacia un leproso maloliente, se inclinó y le besó las llagas.

    Catalina de Siena, Santa

    Catalina de Siena, Santa


    Como no sabía leer ni escribir, comenzó a decir a varios amanuenses sus cartas, afligidas y sabias, dirigidas a Papas, reyes, jefes y a humilde gente del pueblo. Su valiente compromiso social y político suscitó no pocas perplejidades entre sus mismos superiores y tuvo que presentarse ante el capítulo general de los dominicos, que se celebró en Florencia en mayo de 1377, para explicar su conducta.  En Siena, en el recogimiento de su celda, dictó el “Diálogo sobre la Divina Providencia” para tributar a Dios su último canto de amor. En los comienzos del gran cisma aceptó el llamamiento de Urbano VI para que fuera a Roma. Aquí se enfermó y murió rodeada de sus muchos discípulos a quienes recomendó que se amaran unos a otros. Era el 29 de abril de 1380: hacía un mes que había cumplido 33 años.  Fue canonizada el 29 de abril de 1461. En 1939 fue declarada patrona de Italia junto con San Francisco de Asís, y el 4 de octubre de 1970 Pablo VI la proclamó doctora de la Iglesia, y el 1 de Octubre de 1999 S.S. Juan Pablo II la declaró Patrona de Europa.Además Santa Catalina tiene los siguientes patronatos:


    ° contra los incendios;
    ° contra los males corporales;
    ° contra la enfermedad;
    ° contra los abortos involuntarios;
    ° contra las tentaciones;
    ° Allentown, Pennsylvania;
    ° para la prevención de incendios;
    ° de los bomberos;
    ° de las enfermeras;
    ° de las personas ridiculizadas por su piedad;
    ° de los enfermos.

      COMPLEMENTO

    Catarina nasceu em meados do século XIV no seio de uma família rica em Siena, Itália. desde a mais tenra idade, ela escolheu dedicar-se a Cristo em vez de se casar e procurar confortos materiais, apesar da forte objecção dos pais. A partir do momento em que Catarina escolheu este caminho, ela teve numerosas visões divinas. Numa experiência extraordinária, ela sentiu que realmente tinha trocado o seu coração pelo de Cristo. Numa outra ocasião, ela pensou que tinha recebido os estigmas, embora tivesse rezado para que as marcas permanecessem invisíveis. Durante toda a sua vida Catarina comia apenas o suficiente para sobreviver. Ela era impulsionada pela sua missão de chegar a todas as pessoas. Apesar de não saber escrever, ela ditava muitas cartas, oferecendo conselho espiritual a ricos e pobres de modo idêntico.
    Embaixadora de DeusCatarina começou a ser conhecida pela sua convicção e sabedoria espiritual, que demonstrou ser imensamente valiosa, especialmente durante o grande Cisma quando a Igreja foi assediada por conflitos e corrupção. O clero tinha fixado impostos altos para manter o seu estilo de vida luxuoso. Os italianos estavam muito aborrecidos porque a Igreja tinha mudado a sua sede para Avinhão. França, em lugar de Roma. Quando o estado italiano de Florença se rebelou contra o Papado, o Papa Gregório XI escolheu Catarina como embaixadora para mediar entre as partes. Catarina teve êxito ao persuadir o Papa a voltar para Roma. Enquanto ela defendia o Papa, fomentava também reformas na Igreja, denunciando o estilo de vida indulgente do clero. Entretanto, ela continuou a comunicar os seus pensamentos e sentimentos espirituais mais profundos, ditando orações e meditações que se transformaram em clássicos da literatura religiosa italiana.
    No seu rasto
    Catarina tornou-se embaixadora durante momentos turbulentos para a Igreja. Ela foi a escolha ideal porque ninguém duvidava do seu amor por Deus. Por causa do seu compromisso total a Igreja Catarina aceitou os desafios do seu novo cargo e uniu com sabedoria as pessoas para discutir os seus pontos de vista. depois, sempre guiada por aquilo que seria melhor para a Igreja, Catarina pensou nas formas de reunir a sua comunidade divina.
    Nós também temos muitas oportunidades para actuar como embaixadores ou mediadores.
    * Quando uma nova família se muda para a as vizinhanças, organize uma reunião e apresente-a aos seus vizinhos.
    * Seja um representante exemplar da sua empresa e comunique uma imagem positiva.
    * Quando a sua família tem um desacordo, dê a todos a oportunidade de falar sem ser interrompidos. Escreva os pontos de vista, preocupações e sugestões de cada pessoa. Em seguida prepare uma segunda reunião para analisar as contribuições de cada um e desta forma resolver o problema de uma maneira razoável.
     
     
    Oração
    Bondade eterna, Tu desejas que eu Te contemple e veja que Tu me amas, que Tu me amas desinteressadamente, para que eu possa amar todas as pessoas com o mesmo amor. Tu desejas que eu, então, ame e sirva os meus próximos desinteressadamente, ajudando-os espiritualmente e materialmente tanto quando puder, sem esperar um beneficio ou prazer egoísta. Nem Tu desejas que eu vacile por causa da sua ingratidão ou perseguição, ou por algum abuso que eu possa sofrer por parte deles. Ámen.
    (Santa Catarina de Siena)
     
     
    No período da vida de Santa Catarina de Siena (1347-1380) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Vida do Principie Timur (Tamerlão) o conquistador tártaro (1336-1405); Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra (1337-1453); O Grande Cisma da Igreja (1378-1417); Construção da Cidade Proibida na China (1406-1421).
     
     
     

    Antonio Kim Song-u, Santo
    Catequista y Mártir,

    Antonio Kim Song-u, Santo

    Antonio Kim Song-u, Santo

    Martirologio Romano: En Seúl, en Corea, san Antonio Kim Song-u, mártir, que acostumbraba a reunir en su casa a varios fieles hasta que, encerrado en prisión, fue estrangulado (1841). Etimológicamente: Antonio = Aquel que es digno de estima, es de origen latino. Nació en Gusan, Corea del Sur, en el año 1795. En Seúl, en Corea, san Antonio Kim Song-u, catequista y mártir, que acostumbraba a reunir en su casa a varios fieles hasta que, encerrado en prisión, fue estrangulado el 29 de abril de 1841. Fue canonizado, junto con otros 102 mártires coreanos, por S.S. Juan Pablo II el 6 de mayo de 1984.

    Cristino, Santo

    Cristino, Santo

    Cristino, Santo

    Mártir - Patrono de Portoferraio

    Etimológicamente: Cristino = Es una variante de Cristián = Aquel que sigue a Cristo, es de origen latino.Cristino, es el santo patrón de Portoferraio, ciudad italiana situada en la isla de Elba. Su reliquia llamada devotamente "cuerpo santo" es conservada y venerada en la iglesia perteneciente a la "Cofradía de la Misericordia". En 1661 el "cuerpo santo" fue descubierto en las catacumbas romanas de Priscila. El portoferraiense Antonio Vai, perteneciente a la Cofradía de la Misericordia recaló casualmente por Roma. El Papa de aquel entonces, Alejandro VII decidió donar el cuerpo santo a la comunidad de Portoferraio. La reliquia llegó un 29 de abril, día que se convierte en fiesta patronal para toda la comunidad portoferraiense. En 1764, el papa Clemente XIII aprueba la elección de San Cristino como santo patrón de la ciudad. Es entonces, el 7 de abril de 1764 cuando la S. Congregazione dei Riti, concede a la fiesta de San Cristino todos los honores al ser la celebración del principal protector de Portoferraio. El 9 de agosto de 1764 el emperador Francisco I muestra su beneplácito mediante un decreto. Por ocasión de sus fiestas, generalmente se abre la cripta donde reposan los restos de San Cristino, y se exponen en la iglesia de la cofradía, tras lo cual se trasfieren al Duomo de la ciudad. Tras esto se lleva a cabo una celebración religiosa y la urna con los restos de San Cristino es llevada por las calles del casco antiguo de la ciudad repartiendo su bendición sobre la ciudad.

     

     

    Severo de Nápoles, Santo
    bispo,

    Severo de Nápoles, Santo

    Severo de Nápoles, Santo

    Martirologio Romano: En Nápoles, de la Campania, san Severo, obispo, al que san Ambrosio amó como a un hermano y su Iglesia como a un padre (c. 409). Etimológicamente: Severo = Aquel que se comporta de forma austera o inflexible, es de origen latino. En el catálogo de los obispos napolitanos ocupa el duodécimo lugar; de su vida anterior a su ministerio episcopal, no se sabe prácticamente nada. San Severo sirvió su episcopado de febrero de 363 al 29 de abril de 409, por lo tanto algunas décadas después de la libertad de culto establecida por Constantino a favor de los cristianos (año 313); fue ciertamente un período en que las dos religiones, pagana y cristiana, fueron obligadas a convivir, y los retrocesos al paganismo fueron frecuentes. Su obra se desarrolló después de estos retornos al paganismo y los violentos ataques de los heréticos arrianos; los seguidores del herético Ario de Alejandría (280 -336) afirmaban que el Verbo, encarnado en Jesús, no tenía misma sustancia del Padre, y que era tan sólo la primera de sus criaturas; la herejía condenada por los Concilios de Alejandría del 321 y Nicea del 325, provocó una lucha a veces también violenta, entre las dos posiciones existentes en la Iglesia de aquel entonces. La Iglesia de Nápoles, con la guía iluminada de San Severo, refloreció en la fe auténtica del cristianismo; reestableció en la ciudad las obras de su predecesor san Máximo (siglo IV) quien murió en el destierro en Oriente, durante la persecución ariana. Hace falta decir que san Máximo fue el décimo obispo de Nápoles y san Severo el duodécimo, entre los dos estuvo el usurpador ariano Zosimo, quien durante sus seis años de episcopado, retornó a la fe original, por lo que si está legítimamente considerado como el 11° obispo. Varios documentos antiguos confirman que se ganó, no sólo consideración y cariño de los cristianos, sino también la de los paganos. Fue amigo de san Ambrosio (340 -397) obispo de Milán, a quien tuvo ocasión de conocer durante el Concilio plenario realizado en el 392 en Capua. Le son atribuidas la construcción de cuatro basílicas, de una de ellas, engalanada con mármoles y preciosos mosaicos fue dedicada al Salvador, de esta antigua basílica llamada luego San Giorgio el Mayor, ha quedado tan sólo la cúpula.  A Severo es atribuida también la construcción del célebre Baptisterio de Nápoles, anterior con cerca de treinta años a aquel erigido en Laterano por Sisto III (432 -440) siendo por tanto el más antiguo de occidente. El Baptisterio está actualmente adosado a la basílica de Santa Restituta en la Catedral de Nápoles; también llamado "San Giovanni in fonte", se inspira en cánones orientales, con preciosos mosaicos traídos de otros baptisterios.
    Fuera de los muros de la ciudad, Severo hizo construir a poca distancia de la Basílica de San Fortunato, una basílica cementerial, dónde hizo colocar las reliquias del obispo san Máximo y que parece fue incluso su primera sepultura. De esta basílica, sus reliquias fueron trasladadas hacia la mitad del siglo IX, a un oratorio de la Basílica urbana de S. Severo en el barrio Sanità, propiedad de una Congregación sacerdotal. En el 1310 el arzobispo Humberto de Ormont, quien antes fuera el abad de la Basílica de San Severo, colocó las reliquias bajo el altar mayor, dentro de un magnífico tabernáculo de mármol, que algunos estudiosos atribuyen a Tino de Camaino o a su escuela. Este último traslado de las reliquias, despertó el culto por el santo obispo, que se había visto bastante adormecido, luego de que en el año 1294 se popularizara la devoción hacia el mártir dominico san Pedro de Verona. San Severo también es patrono de la ciudad y diócesis de San Severo, en la provincia de Foggia. ¡Felicidades a quienes llevan este nombre! responsable de la traducción: Xavier Villalta

    San Tíquico, santo del NT

    Conmemoración de san Tíquico, discípulo del apóstol san Pablo, al que, en sus epístolas, llama hermano carísimo, ministro fiel y consiervo en el Señor (s. I).

    San Torpetes, mártir


    En Pisa, de la Toscana, san Torpetes, mártir (s. inc.).

    San Acardo, abad y obispo


    En el monasterio de Lucerna, en Normandía, san Acardo, obispo de Avranches, que, siendo abad de San Víctor de París, escribió varios tratados de vida espiritual para conducir el alma cristiana a la perfección, falleciendo y siendo enterrado en esa abadía de la Orden Premonstratense, que visitaba a menudo (1172).

     
     

    51220 > Sant' Acardo Abate 29 aprile MR
    51230 >
    Sant' Antonio Kim Song-u Catechista e martire 29 aprile MR
    20900 >
    Santa Caterina da Siena Vergine e dottore della Chiesa, patrona d'Italia 29 aprile - Festa MR
    91883 >
    San Cristino Martire 29 aprile
    94116 >
    Beato Giovanni Vargas Mercedario, martire 29 aprile
    91851 >
    San Severo di Napoli Vescovo 29 aprile MR
    51210 >
    San Tichico 29 aprile MR
    90607 >
    San Torpete (Torpes, Torpè) Martire 29 aprile MR
    91535 >
    Sant' Ugo di Cluny Abate 29 aprile MR

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Hugo de Cluny, Pedro de Verona, Roberto de Molesme e Catarina de Siena, Santas,)Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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