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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

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Vida dos Papas da Igreja Católica (22) - 31 de Dezembro de 2012


Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12 que venho a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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SANTO HORMISDAS
Santo Hormisdas
Santo Hormisdas
(De 514 a 523)
O seu pontificado, com início em 20 de Julho de 514, do cisma que desde há 35 anos mantinha a Igreja do Oriente separada de Roma.
Pressionado pelo conde Vitaliano, de fé católica, que derrotara as tropas imperiais, o imperador Atanásio manda emissários ao papa para a realização de um concílio destinado ao restabelecimento da unidade. Tudo era falso, pois Anastásio pretendia apenas iludir Vitaliano e levá-lo a assinar um tratado de paz, mas o imperador morre repentinamente em 518, vitimado por um raio no seu próprio palácio, sucedendo-lhe Justino, que compreende a necessidade da paz e da unidade religiosa.
Publica um édito a ordenar o reconhecimento do Concílio de Calcedónia e pede aos bispos que redijam uma profissão de fé nesse sentido. Ao mesmo tempo, levanta o exílio dos bispos fiéis a Roma, reintegrando-os na posse dos seus bens e convida o papa a deslocar-se ou a enviar delegados ao Oriente.
Hormisdas aceita e a 28 de Março de 519 o patriarca de Constantinopla, João, assina a profissão de fé por ele enviada.
Terminava um cisma de 35 anos. A fórmula de fé de Hormisdas, para repor a ortodoxia do Concílio de Calcedónia, é enviada a Antioquia e Alexandria onde é acolhida e subscrita por quase todos os bispos.
Já sem o peso deste problema Santo Hormisdas nomeia como seus vigários o bispo de Vienne, Santo Aveito para a Gália e os bispos João, de Tarragona, e Salústio, de Sevilha, para Espanha (Bética e Lusitânia). Pouco depois em 518, escreve aos bispos de Espanha recomendando que não ordenem clérigos sem a necessária erudição e a imprescindível virtude.
O Liber Pontificalis atribui-lhe a restauração e consolidação do episcopado africano, maltratado pelos Vândalos e arianos, bem como uma enérgica intervenção em Roma contra um ativo grupo de maniqueus, cujos livros mandou queimar numa grande fogueira frente à Basílica de São João de Latrão.
Deixou cerca de 90 cartas, a maior parte tendo por assunto o cisma de Acácio.
Pouco antes de morrer, recebeu uma coroa de ouro para o túmulo de São Pedro, enviada por Clóvis, rei dos Francos.
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SÃO JOÃO I
So Joo I
São João I
(De 523 a 526)
Foi eleito em 10 de Agosto de 523.
O imperador Justino, que tornara possível a unificação da fé, com a Igreja do Oriente a abandonar o cisma e a regressar a obediência a Roma, publica um édito contra os hereges arianos que, perseguidos, enviam legados a Itália, a pedir auxilio ao rei Teodorico. este, também de crença ariana, sente-se atingido e toma atitudes hostis contra os católicos, uma delas a prisão do filósofo Boécio, expoente da cultura filosófica e humanista cristã. Não contente, intima o papa a ir a Constantinopla para obrigar o imperador a cessar a perseguição aos arianos e para que lhes restituísse os bens confiscado.
Recebido triunfalmente em Constantinopla, João I, como prova de gratidão, coroa solenemente Justino como imperador.
Aborrecido com esse gesto, Teodorico manda-o meter na prisão em Ravena, onde veio a falecer pouco tempo depois.
Trasladado para Roma, foi sepultado na Basílica de São Pedro, onde o seguinte epitáfio assinala a sua memória: «Sumo sacerdote do Senhor! Sucumbiste como vítima imolada a Cristo».
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SÃO FÉLIX IV
So Flix IV ou III
São Félix IV
(De 526 a 530)
O rei godo Teodorico, estava preocupado com  a prisão e morte do papa João I e, para calar o povo e o clero, recomendou para a sucessão, Félix, um sacerdote romano de reconhecido espírito conciliador, que foi eleito em 12 de Outubro de 526.
O clero e o povo optaram, a bem da paz, por eleger o candidato do rei. Entretanto, Teodorico morre repentinamente, o que deu lugar à criação de lendas falando em castigos de Deus.
Aproveitando a compreensão de Amalasunta, mãe do falecido rei e então regente, Félix IV obtém a concessão de o antigo privilégio de qualquer demanda judicial contra um membro do clero ficar diretamente sujeita ao poder eclesiástico, assim como a cedência de dois templos pagãos, junto ao Fórum, que transforma na basílica destinada aos santos irmãos médicos, Cosme e Damião, uma homenagem diplomática à Igreja do Oriente em reforço das boas relações.
Como ação pastoral houve intervenção de São Félix relacionada com doutrinas semipelagianas que ameaçavam dividir a unidade da fé católica na Gália. Os bispos recorreram ao papa e este envia-lhes, por intermédio de Cesareu, bispo de Arles, uma explanação doutrinal sobre a graça, os Capitula, com textos quase todos extraídos das obras de Santo Agostinho e que constituía uma norma de fé assinada por todos os bispos no Concilio de Orange, em 529.
Antes de morrer e vendo Roma dividida em dois partidos, um favorável ao rei godo e outro ao imperador de Bizâncio, concede o pálio episcopal ao arcediago Bonifácio, seu auxiliar de confiança, propondo_o como seu sucessor, o que, diga-se, não conseguiu, com a eleição de Dióscoro.
O seu pontificado fica assinalado pela difusão em Itália do monacato de São Bento (490-543), o qual em 529 inicia a construção de Monte Cassino, casa-mãe de uma ordem que deu à Igreja numerosos papas.
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DIÓSCORO  -  (antipapa)

Dióscoro
(Em 530)
O papa Félix IV, antes de morrer, pretendendo evitar as discussões entre os partidários de Bizâncio e dos Godos, designou o arcediago Bonifácio como seu sucessor, com  o nome de Bonifácio II. Contudo, como tal procedimento só seria válido com a concordância do clero e do povo, uma facção de filobizantinos resolveu eleger o diácono de Alexandria, Dióscoro, o qual foi consagrado para em 22 de Setembro de 530, por ter obtido maior número de votos que Bonifácio II.
Com esta eleição surgiram graves problemas, que só terminaram com a morte súbita de Dióscoro, 23 dias depois da sua eleição.
Bonifácio II foi então aceite pelo Senado, pelo clero e pelo povo, não deixando de condenar a memória de Dióscoro, pelo que muitos analistas o consideraram como antipapa, porque a sua eleição teria sido canonicamente irregular. No entanto, bem analisados os factos , não se pode duvidar da sua legitimidade, tanto mais que Agapito I reabilitou a sua memória, conseguindo que um concílio romano levantasse a excomunhão de Bonifácio II.
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Continua:…
Post colocado em 31-12-12 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA
Esta é a última edição desta página, no ano de 2012.
Amanhã, se Deus quiser, iniciar-se-á o ano de 2013.


Nº 1516- - (4) - A RELIGIÃO DE JESUS - FIM DE ANO - 31 de Dezembro de 2012

1516-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
31 de Dezembro de 2012
FIM DE ANO
SEGUNDA-FEIRA (OITAVA DO) NATAL
Jo 1, 1-18
No princípio já existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava, no princípio, com Deus, tudo começou a existir por meio d’Ele, e, sem Ele nada foi criado. N’Ele estava a Vida e a Vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, mas as trevas não a admitiram. Surgiu um  homem enviado por Deus, cujo nome era João. Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de todos crerem por Seu intermédio. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. O Verbo era a Luz verdadeira que vindo ao mundo, a todo o homem ilumina. Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, mas o mundo não O conheceu. Veio ao que era Seu e os Seus não O receberam. Mas a todos os que O receberam aos que crêem n’Ele, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; eles que não nasceram do sangue, nem de vontade carnal, nem de vontade do homem, mas, sim  de Deus. E o Verbo Se fez homem e habitou entre nós, e nós vimos a Sua glória, glória que Lhe vem do Pai, como Filho único cheio de graça e de verdade. João dá testemunho dele e exclama nestes termos: «Este é Aquele de Quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente porque existia já antes de mim». «E da Sua plenitude é que todos nós recebemos, graça sobre graça. Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus: O Filho único, que está no seio do Pai é que O deu a conhecer».
 
1 – Discute-se entre os estudiosos do IV Evangelho, a origem e o significado deste prólogo que o autor pôs no seu escrito. Seja o que for, nesta introdução ao IV Evangelho cabem destacar três ideias, que se expressam em três palavras chave: «Palavra»; «Carne»; «Revelação».
 
2 – Em todo o Antigo Oriente, a palavra não tinha primordialmente uma função indicadora para designar um objecto ou uma pessoa. A palavra era um poder, uma força, que transformava o real, mudava as coisas e as pessoas. Por isso, é impressionante saber que Deus se define como «Palavra». E que Jesus é a «Palavra», quer dizer, a força que comunica a Deus, que dá sentido à vida e transforma ao que a recebe.
 
3 – «A Palavra faz-se carne» (Jo 1, 14). Na cultura grega, a palavra «carne» (sarx) estava especialmente ligada à condição da debilidade e de fugacidade da vida humana. Por isso, para os gregos, os deuses não eram (sarx), mas sim eram noús (razão, força). Por isso, quando dizemos que a Palavra (Deus se fez carne (sarx), em realidade o que afirmamos é que Jesus é encontrado no fraco, no pobre, no pequeno, deste mundo.
 
4 – A conclusão final é que «a Deus nunca ninguém o viu» (Jo 1, 18). Quer dizer, não conhecemos nem podemos conhecer a Deus. É Jesus quem no-lo dá a conhecer. Em Jesus vemos Deus (Jo 14, 9) e apalpamos a Deus (Jo 20, 25-27). Só a paixão pelo humano e pela fraqueza do humano nos diz onde está, o que quer Deus e como o encontramos.
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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 31-12-2012 - 10,45 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
 
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Nº 1516-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Levítico “11” - 31 de Dezembro de 2012

Último
dia do ano de
2012
 
 
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FELIZES  FESTAS  DE  2012
e
BOM  ANO  NOVO  DE 2013
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.
LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1516 - 2ª Página

31 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

L E V Í T I C O
11 – ANIMAIS PUROS E IMPUROS
 
11 – ANIMAIS PUROS E IMPUROS – O Senhor disse a Moisés e a Aarão: «Falai assim aos filhos de Israel: «Eis aqui os animais que podereis comer, de entre todos os quadrúpedes que vivem sobre a terra: podereis comer todo o animal que tem a unha fendida e o casco dividido e que rumina. Mas não comereis aqueles que só ruminam e não têm a unha fendida ou só têm a unha fendida e  ruminam. A estes tê-los-eis por impuros tal como o camelo que rumina, mas não tem o casco fendido. Igualmente, como o coelho que rumina, mas não tem a unha fendidas: tê-los-eis por impuros. A lebre, porque rumina, mas não tem a unha fendida, será impura, para vós. O porco que tem o pé córneo e até o casco bifurcado, mas que não rumina, será impuro para vós. Não comereis carne de nenhum deles nem tocareis nos seus cadáveres: são impuros para vós. Eis aqui o que podereis comer dos diversos animais aquáticos; podeis comer tudo o que, nas águas, mares ou rios, tem barbatanas e escamas. mas tudo o que não tem barbatanas e escamas, nos mares ou nos rios, quer o que pulula na água, quer os animais que nela vivem, são abomináveis para vós, e abomináveis continuarão a ser: não comais a sua carne e considerai os seus cadáveres como abomináveis. Tudo o que, nas águas, não tem barbatanas e escamas será para vós abominável. Eis aqui de entre as aves, as que vós repelireis: não comereis, porque são abomináveis, a águia, o xofrango e o halieto; o falcão e o abutre de qualquer espécie ; toda a variedade de corvos; o avestruz, a andorinha, a gaivota e o gavião de qualquer espécie; o mocho, o corvo marinho e o bufo; o porfirião, o pelicano e o abutre do Egipto; toda a variedade de garças, a cegonha, o tetraz e o morcego. Todo o insecto alado que anda sobre quatro pés será para vós abominável. Mas, entre os insectos alados que andam sobre quatro pés, podereis comer aquele que tem acima dos pés articulações de que faz uso para saltar sobre a terra. Podeis, então comer os seguintes: toda a espécie de gafanhotos, de solam, de hargol e de hagab, qualquer outro insecto alado, de quatro pés, será para vós considerado abominável. Eles tornar-vos-ão impuros; quem tocar nos seus cadáveres, ficará contaminado até à tarde, e quem transportar seja o que for dos seus cadáveres lavará as suas roupas e ficará contaminado até à tarde, e quem transportar seja o que for dos seus cadáveres lavará as suas roupas e ficará contaminado até à tarde. Todos os quadrúpedes que têm a unha dividida mas não bifurcada, ou que não ruminam, esses são impuros para vós: quem neles tocar, ficará impuro. Todos aqueles que, de entre os quadrúpedes, andam, servindo-se de patas, são impuros para vós; quem tocar nos seus cadáveres ficará impuro até à tarde, quem transportar os seus cadáveres deve lavar as suas roupas e ficar impuro até à tarde; são animais impuros para vós. Eis aqui os animais que tereis por impuros. Dentre os répteis que se arrastam sobre a terra; a toupeira, o rato, o lagarto e todas as suas espécies; o ouriço cacheiro, o crocodilo, a salamandra, a lesma e o camaleão. Entre todos os répteis, estes são impuros para vós: quem os tocar depois de mortos, ficará impuro até à tarde. Todo o objecto sobre o qual cair qualquer coisa destas, depois de morta, ficará impuro: utensílios de madeira, vestuário, peles, sacos e todo e qualquer objecto de uso deverá ser passado pela água, e ficará contaminado até à tarde; só depois é que ficará puro. Se cair alguma coisa destas no interior de um vaso de barro, todo o seu conteúdo ficará contaminado, e quebrareis o vaso. Todo o alimento que for tocado pela água , será susceptível de impureza; toda a bebida seja qual for o recipiente que a contenha, será impura. Todo o objecto sobre o qual cair alguma coisa do seu cadáver, ficará contaminado; ainda que seja um forno ou um fornilho, serão destruídos. São impuros e impuros ficarão para vós. Contudo, uma fonte ou uma cisterna contendo uma quantidade de água permanecerá pura; mas quem  tocar nos cadáveres, ficará contaminado. Se alguma parte dos seus cadáveres cair sobre qualquer semente vegetal que deve ser semeada, a semente ficará impura. Mas, se a água foi lançada sobre um vegetal e sobre ele cair alguma coisa do seu cadáver, considerá-la-eis impura para vós. Se morrer um dos animais que vos é lícito comer, quem tocar no seu cadáver ficará impuro até à tarde. Aquele que comer essa carne morta, lavará as suas roupas e ficará impuro até à tarde; e aquele que a transportar lavará as suas roupas e ficará impuro até à tarde. Todo o réptil que rasteja sobre a terra é coisa abominável; não poderá ser comido. Tudo o que se arrastar sobre o ventre, o que se mover sobre quatro pés, ou sobre um número maior de pés, entre os répteis que se arrastam sobre a terra, não comereis isso porque são coisas abomináveis. Não vos torneis vos mesmo abomináveis, por causa desses seres que rastejam; não vos torneis impuros devido a eles; pois, por causa deles, ficareis contaminados. Porque Eu sou o Senhor, vosso Deus, deveis santificar-vos e permanecer santos, porque Eu sou santo; e não contamineis as vossas pessoas devido a todos esses répteis que se movem sobre a terra. Porque Eu sou o Senhor que vos fez sair do Egipto, para ser o vosso Deus, sereis santos, porque Eu sou santo. Esta é a doutrina relativa aos quadrúpedes, ás aves, a todos os seres vivos que se movem nas águas e a todos aqueles que rastejam sobre a terra, a fim de que se distinga o que é impuro do que é puro, o animal que se pode comer daquele que se não deve comer».
 
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A Arca da Aliança
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31 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Esta é a última edição desta página,
no ano de 2012.
Amanhã, se Deus quiser,
iniciar-se-á o ano de
2013.

Nº 1516-1 - (366-12) - SANTOS DE CADA DIA - 31 de Dezembro de 2012 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com
Último dia do ano de 2012 
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Boas  Festas
 e   bom
A N O  N O V D 2 0 1 3
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Nº 1516-1 - (366-12)
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Nº 1516-1 – (366-12)

COMBA DE SENS, Santa
Mártir (início do séc. III)
Santa Comba é venerada por ter sido martirizada em Sens, no tempo do imperador Aureliano (270-275). As suas Atas, escritas no século VIII, dizem que teve sempre grande horror aos ídolos. Foi por esse motivo que fugiu de Espanha ainda menina e entrou em França onde, segundo lhe diziam, florescia uma religião muito mais pobre. A família virtuosa que a recebeu, batizou-a e educou-a na perfeição. Entretanto, aconteceu passar por Sens o imperador Aureliano, que mandou matar todos os cristãos. Foi Comba a única pessoa que encontrou graça a seus olhos, tal a nobreza das suas feições, reveladoras de ascendência ilustre. Foi em vão, porém, que ele tentou seduzi-la. Às suas intenções, a donzela respondia com palavras tão dignas, que Aureliano acabou por se encolerizar e deu ordem para que a entregassem a alguns libertinos. Surgiu, porém, dos bosques um urso, que se deitou a seus pés e conservou à distância os que se queriam aproximar dela. Não a deixou mais, e os carrascos viram-se por muito tempo impossibilitados de executar as ordens recebidas. Foi preciso Comba mandar embora o seu protetor, para que os carrascos a pudessem decapitar. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt
Melania la Jven, Santa
Melânia a Jovem, Santa
Nascida em Roma, Melânia tinha apenas treze anos quando casou com Piniano. Tiveram vários filhos que morreram todos em tenra idade. Fizeram então voto de continência, deram liberdade aos seus escravos e, a fim de darem o produto aos pobres, venderam os bens que possuíam na Hispânia e na Gália, reservando os que tinham na Itália, na Sicília e em África. A seguir, foram fazer uma visita a Santo Agostinho, construíram dois mosteiros na sua diocese e foram depois fixar-se em Jerusalém. Melânia perdeu o marido em 435. Assumiu durante algum tempo a direção dum mosteiro, empreendeu uma viagem a Constantinopla, a fim de converter seu tio Volusiano, e regressou a Jerusalém, onde morreu em 439. ¡Felicidades a quem leve estes nomes! “Conhece-te a ti mesmo” (Sócrates). ¡Feliz final de Ano!

SILVESTRE I, Santo
Papa (335)
Silvestre I, Santo
Silvestre I, Santo
Piedoso e santo mas de personalidade pouco marcada, apagou-se ao lado dum Imperador culto e ousado como Constantino, o qual, mais que servi-lo se terá antes servido dele, da sua simplicidade e humanidade, agindo por vezes como verdadeiro bispo da Igreja, sobretudo no Oriente, onde recebe o nome de Isapóstolo, isto é, igual aos apóstolos. E na realidade, nos assuntos externos da Igreja, o Imperador considerava-se acima dos próprios bispos, o bispo dos bispos, com inevitáveis intromissões nos próprios assuntos internos, uma vez que, com a sua mentalidade ainda pagã, não estava capacitado para entender e aceitar um poder espiritual diferente e acima do civil ou político. E talvez S. Silvestre, na sua simplicidade, tivesse sido o Papa ideal para a circunstância. Outro Papa mais exigente, mais cioso da sua autoridade, teria irritado a megalomania de Constantino, perdendo a sua proteção. Ora estava ainda muito viva a lembrança dos horrores por que passara a Igreja no reinado de Diocleciano, e S. Silvestre, testemunha dessa perseguição que ameaçou subverter por completo a Igreja, terá preferido agradecer este dom inesperado da proteção imperial e agir com moderação e prudência. Constantino terá certamente exorbitado. Mas isso ter-se-á devido ao desejo de manter a paz no Império, ameaçada por dissensões ideológicas da Igreja, como na questão do donatismo, que, apesar de já condenado no pontificado anterior, se vê de novo discutido, em 316, por iniciativa sua. Dois anos depois, gerou-se nova agitação doutrinária mais perigosa, com origem na pregação de Ario, sacerdote alexandrino que negava a divindade da segunda Pessoa e, consequentemente, o mistério da Santíssima Trindade.
Silvestre I, Santo
Silvestre I, Santo
Constantino, inteirado da agitação doutrinária, manda mais uma vez convocar os bispos do Império para dirimirem a questão. Sabemos pelo Líber Pontificalis, por Eusébio e Santo Atanásio, que o Papa dá o seu acordo, e envia, como representantes seus, Ósio, bispo de Córdova, acompanhado por dois presbíteros. Ele, como dignidade suprema, não se imiscuiria nas disputas, reservando-se a aprovação do veredicto final. Além, disso, não convinha parecer demasiado submisso ao Imperador. Foi o primeiro Concílio Ecuménico (universal) que reuniu em Niceia, no ano 325, mais de 300 bispos, com o próprio imperador a presidir em lugar de honra. Os Padres conciliares não tiveram dificuldade em fazer prevalecer a doutrina recebida dos Apóstolos sobre a divindade de Cristo, proposta energicamente pelo bispo de Alexandria, Santo Atanásio. A heresia de Ario foi condenada sem hesitação e a ortodoxia trinitária ficou exarada no chamado Símbolo Niceno ou Credo, ratificado por S. Silvestre. Constantino, satisfeito com a união estabelecida, parte no ano seguinte para as margens do Bósforo onde, em 330, inaugura Constantinopla, a que seria a nova capital do Império, eixo nevrálgico entre o Oriente e o Ocidente, até à sua queda em poder dos turcos otomanos, em 1453. Data dessa altura a chamada doação constantiniana, mediante a qual o Imperador entrega à Igreja, na pessoa de S. Silvestre, A Domus Faustae, Casa de Fausta, sua esposa, ou palácio imperial de Latrão (residência papal até Leão XI), junto ao qual se ergueria uma grandiosa basílica de cinco naves, dedicada a Cristo Salvador e mais tarde a S. João Baptista e a S. João Evangelista (futura e atual catedral episcopal de Roma, S. João de Latrão). Mais tarde, doaria igualmente a própria cidade. Depois de um longo pontificado, cheio de acontecimentos e transformações profundas na vida da Igreja, morre S. Silvestre I no último dia do ano 335, dia em que a Igreja venera a sua memória. Sepultado no cemitério de Priscila, os seus restos mortais seriam trasladados por Paulo I (757-767) para a Igreja erguida em sua memória. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it ¿Queres saber más? Consulta ewtn

Bispo (1593-1659)
 
Nasceu em Belet (França), a 25 de Novembro de 1593. Aos 20 anos ingressou na Abadia de Chancelade, pertencente aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho. Na Epifania de 1623 recebe a bênção abacial e entrega-se à reestruturação material e espiritual da sua Abadia. Feito Bispo de Cahors em 1636, trabalhou incansavelmente durante 22 anos. Visitou nove vezes cada uma das 800 paróquias da diocese. Faleceu santamente a 31 de Dezembro de 1659. Na homília da beatificação, a 4 de Outubro de 1981, João Paulo II fez este apelo: «Oxalá os Bispos da França e de todos os países encontrem na vida do Beato Alão de Solminihac a coragem de evangelizar sem temor o mundo contemporâneo AAS 74 (1982) 261-3; L’OSS. ROM. 11.10.1981. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt
 
Josefina (Giuseppina) Nicoli, Beata
Josefina (Giuseppina) Nicoli, Beata
Conhecida como Soror Sorriso digna Filha da Caridade de São Vicente de Paulo
Josefina Nicoli nació en Casatisma (Pavía, Italia) el 18 de noviembre de 1863. Era la quinta de diez hijos de una familia de clase media y de profunda fe. Cursó la escuela primaria con las religiosas agustinas, en Voghera; y estudió magisterio en Pavía. Su deseo secreto, que la impulsó a realizar estos estudios, era el de dedicarse a la educación de niños pobres en un tiempo en el que era muy alto el porcentaje de analfabetismo entre la gente de menos recursos. Este deseo fue madurando, sobre todo, a través de la experiencia del dolor, que visitó su familia con la muerte de algunos de sus hijos, entre ellos Juan, de quien Josefina se había convertido en su servicial enfermera personal. En medio de estas situaciones dolorosas aprendió a considerar el valor de la vida y la fragilidad de las cosas humanas. Josefina era querida por todos, su carácter dulce era un don natural; y un sacerdote de Voghera, don Giacomo Prinetti, su director espiritual, la guió en el camino de la perfección del espíritu, mientras maduraba la llamada a consagrar su vida a Dios. El 24 de septiembre de 1883, a la edad de veinte años, ingresó en la Compañía de las Hijas de la Caridad de San Vicente de Paúl, en la casa "San Salvario" de Turín, donde hizo el postulantado y el noviciado. Recibió el hábito propio de la Compañía en París, en una ceremonia que tuvo lugar en la Casa madre de las Hijas de la Caridad. En el año 1885 fue trasladada a Cerdeña. Su primera misión, que acogió con gran entusiasmo, fue la de enseñar en el "Conservatorio de la Providencia" de Cágliari. La experiencia educativa entre niñas pobres la marcó de forma especial. Durante este tiempo no se limitó a mirar sólo lo que sucedía entre los muros del conservatorio, sino que intensificó cada vez más su unión con el Señor crucificado en medio de las vicisitudes cotidianas. En el año 1886, la ciudad de Cágliari fue azotada por la epidemia del cólera, y sor Josefina, juntamente con sus hermanas del conservatorio, se dedicó, en los momentos que le quedaban libres después del horario escolar, a socorrer a las familias pobres de la ciudad, organizando "cocinas económicas" que pusieron a disposición de las autoridades civiles. Este servicio le permitió salir al encuentro de los muchachos abandonados por las calles de Cágliari, enseñándoles el catecismo en los encuentros que programaba los domingos. Más tarde organizó a los muchachos en una asociación que llamó "Los Luisitos", estimulándolos a vivir en actitud de ayuda fraterna y educándolos a una sana sociabilidad que, a muchos de ellos, los condujo a cambiar de vida. Después de casi quince años de activa vida apostólica en Cágliari, en el año 1889 fue trasladada al orfanato de Sássari. También allí desarrolló un amplio proyecto apostólico, organizando diversas instituciones orientadas siempre al servicio hacia los pobres. Se preocupó por la formación de escuelas de catequesis que cada domingo reunían a cerca de 800 niños, y, sobre todo, dedicó muchas de sus energías a dar vida a la "Escuela de religión" para las jóvenes universitarias, con el fin de prepararlas para ser buenas maestras en la fe, y así contrarrestar la masonería que se difundía por Sássari y trataba de debilitar la presencia de los católicos en la ciudad. En los proyectos de la divina Providencia, le espera un nuevo destino: Turín (1910-1913). Por sus dotes organizativas la nombraron ecónoma provincial, y un tiempo después pasó a ser directora de la casa de formación de las Hijas de la Caridad, misión a la que se dedicó con gran entrega. Se enfermó gravemente de tuberculosis y fue trasladada a Cerdeña —con gran dolor para el consejo provincial—, ya que el clima de las islas era favorable para su salud. De regreso a Sássari, en el año 1914, reinaba un ambiente hostil a causa del anticlericalismo. Su permanencia en las islas mejoró el estado de su salud, pero comenzó su calvario interior. Una serie de malentendidos y falsos testimonios por parte de la administración del orfanato obligaron a los superiores a trasladarla nuevamente. Sor Josefina estaba a completa disposición, aceptando en silencio la humillación más grande que hubieran podido hacerle: la declararon incapaz de administrar el orfanato. Ante esta situación se repetía a sí misma: "Josefina, esto te viene muy bien. Aprende a ser humilde". La Providencia la condujo en la última etapa de su vida al Asilo de la Marina, en Cágliari. En su nuevo destino, se encontró en medio de un barrio superpoblado, ubicado en las cercanías del puerto, y donde la pobreza alcanzaba índices muy altos, haciendo que las condiciones de vida fueran muy precarias. A los niños, por ser pobres, se les negaba el derecho a la educación, lo que favorecía los malos comportamientos. En el contacto directo con la pobreza material descubrió heridas aún más secretas: las de la pobreza moral y espiritual. Su celo apostólico la impulsó nuevamente a salir al encuentro de los jóvenes, enseñándoles el catecismo, y orientando a quienes emigraban de las zonas rurales a la ciudad. Fundó la primera sección en Italia de la "Pequeña obra de Luisa de Marillac". Formó también el primer grupo de la Acción Católica femenina en Cágliari. Pero a quienes dedicó gran parte de sus iniciativas apostólicas, como una bondadosa y paciente madre, fue a los llamados "is piccioccus de crobi", "los muchachos de la cesta". Era un grupo numeroso que vagaba por la ciudad, sobre todo en las cercanías del mercado de la ciudad, llevando consigo su instrumento de trabajo: una cesta; y se ganaban su sustento llevando equipajes de la estación al puerto. La caridad fue la norma de su vida, y en cada circunstancia hizo realidad su constante deseo de entregarse al Señor, formulando, desde edad muy temprana, como un firme propósito: "Deseo ser toda suya". En el último año de su vida, no obstante todo el bien realizado, se repitió la situación de calvario al ser calumniada ella y su obra en el Asilo de la Marina. Como en otras ocasiones, sor Josefina aceptó en silencio cuanto acontecía, y el testimonio de su vida llevó al funcionario que la calumnió a retractarse y reconocer su error. La caridad humilde que testimonió hizo que el funcionario difamador se acercara a su lecho de muerte, y ella, sonriendo, lo perdonó. Murió en Cágliari, a causa de una bronco-pulmonía, el 31 de diciembre de 1924; el funeral se celebró el día 1 de enero. Su muerte —dijo una hermana de la comunidad— fue "la corona de una vida íntegra y la prueba de una virtud practicada de modo heroico". El milagro por su intercesión presentado para la beatificación tuvo lugar en Milán: un joven militar fue curado de un tumor óseo. La caridad ha glorificado a sor Josefina en un camino de humildad que la llevaba a ocultarse ante los aplausos del mundo y le abría las puertas a la inhabitación de Cristo. La caridad era la norma de todos sus pensamientos, de todas sus palabras, de todas sus acciones; y así penetró el misterio de la caridad hacia los pobres como acto de amor hacia el Señor, esa fue su gloria. Fue beatificada por S.S. Benedicto XVI el 3 de febrero de 2008. Reproduzido con autorização de Vatican.va
Mario, Santo
Mário, Santo
Martirológio Romano: Em Lausanne, entre os Helvécios (hoje Suíça), santo Mário, bispo, que mudou para ali a sede de Aventicum, edificou muitas igrejas e foi defensor dos pobres (594). Em recentes investigações que levou a cabo Mário Besson, encontraram-se noticias seguras acerca da vida e das obras apostólicas de santo Mário. Pelo que diz, parece que nasceu no ano 530, e que chegou a ser bispo de Aventicum em 574. Em 587 tomou parte ativa no concílio de Macon. Nesse mesmo ano consagrou uma igreja dedicada à Virgem de Payerne. Para maior segurança de sua pessoa, o mudaram para Aventicum como bispo. Havia lutas políticas e insegurança social. Morreu aqui no ano 594. Enterraram-no na igreja de santo Tirso, mas mais tarde se chamou de santo Mário. Seu culto começou a por-se em prática a princípios do primeiro milénio. Sua representação como bispo não aparece até ao século XVI. Umas vezes aparece com uma palma e ornamentos episcopais e o título de mártir. A diocese de Lausana e de Basileia, Suíça, festejam-no em 31 de dezembro. Mário é o autor de uma crónica de são Próspero. É um documento muito exato, breve e precioso para os historiadores. Bastam estas notas para se fazer uma ideia de como estava Itália e o Oriente, os reinos francos e o de Borgonha. ¡Felicidades a quem leve este nome! ¡Feliz final de Ano! “Se o enfermo se envergonha de descobrir sua chaga ao médico, a medicina não cura o que ignora” (São Jerónimo). Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
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Seguem-se os nomes de vários Portugueses a caminho dos altares, que constam do livro SANTOS DE CADA DIA, dos quais possivelmente alguns já tenham sido beatificados ou canonizados, ou o poderão ser nos próximos tempos…
ALEXANDRINA MARIA DA COSTA
FRANCISCO RODRIGUES DA COSTA, Padre
D. MANUEL MENDES DA CONCEIÇÃO SANTOS, Arcebispo de Évora
SÍLVIA CARDOSO
MARIA DA CONCEIÇÃO PINTO DA ROCHA
MANUEL NUNES FORMIGÃO, Padre
AMÉRICO MONTEIRO DE AGUIAR, Padre (Pai Américo)
D. ANTÓNIO BARROSO, Bispo do Porto
D. BERNARDO DE VASCONCELOS, Beneditino
D. FERNANDO, O Infante Santo
GONÇALO DA SILVEIRA, Padre
GUILHERME BRAGA DA CRUZ, Doutor
JOSÉ APARÍCIO DA SILVA, Padre
MARIA CLARA DO MENINO JESUS, Irmã
MARIA DO LADO
RITA AMADA DE JESUS
MARIA DA CONCEIÇÃO FERRÃO DE PIMENTEL (SÃOZINHA)
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Silvestre I, Santo
Diciembre 31 Papa
Mario, Santo
Diciembre 31 Obispo
Melania la Jóven, Santa
Diciembre 31 Penitente
Josefina (Giuseppina) Nicoli, Beata
Diciembre 31 Hija de la Caridad
92533 > Beato Alano di Solminihac Vescovo 31 dicembre MR

83490 > San Barbaziano di Ravenna 31 dicembre MR

79550 > Santa Caterina Labouré 31 dicembre MR

91596 > Santa Colomba di Sens Vergine e martire 31 dicembre MR

94829 > Beato Domenico de Cubells Mercedario 31 dicembre

91449 > Santa Donata e compagne Martire a Roma 31 dicembre MR

66225 > San Giovanni Francesco Regis 31 dicembre MR

93508 > Beata Giuseppina Nicoli Suora vincenziana 31 dicembre

90606 > San Mario di Losanna Vescovo 31 dicembre MR

83500 > Santa Melania la Giovane Penitente 31 dicembre MR

92117 > Santa Paolina Vergine e martire 31 dicembre

30600 > San Silvestro I Papa 31 dicembre - Memoria Facoltativa MR

83480 > San Zotico di Costantinopoli 31 dicembre MR


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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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  • Edição: 31-12-2012 – 10,00 H
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