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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Nº 1152–1ª Página (2/2012) - 2 de JANEIRO de 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1152 – 1ª Página - 2012

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Feliz Ano de 2012

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Basílio Magno, Santo

Bispo, Doutor da Igreja (379)

Basilio Magno, Santo

Basílio Magno, Santo

Em Moscovo, na célebre e majestosa “Praça Vermelha”, que deve o nome à tonalidade característica das construções que a fecham, levanta-se a catedral de São Basílio, constituindo um dos tesouros históricos e artísticos da metrópole russa. Antes de ser capital do Império dos Tzares e centro da União Soviética, Moscovo foi a Cidade Santa da Rússia, e tem no Kremlin, isto é, no “castelo”, os mais gloriosos monumentos da sua história e as Igrejas dos Santos preeminentes. Recordaremos os três “luminares da Capadócia”, região da Turquia, contemporâneos e entre si amigos, São Gregório Nisseno, seu irmão Basílio, e Gregório Nazianzeno. Nesta tríade luminosa, São Basílio constitui o astro mais resplandecente, que bem mereceu o título de “Grande”. Durante a tempestuosa história do Oriente cristão, na segunda metade do século IV, São Gregório Nazianzeno é o filósofo elegante, o poeta delicado, o contemplativo irrequieto, sendo Gregório Nisseno o pensador esclarecido, teólogo profundo. São Basílio, por sua vez, é o homem de ação e não só de pensamento. Não escreve, prega; não especula, socorre; não polemiza, combate. Também ele, nascido em Cesareia duma família de Santos, estudara, profunda e utilmente, primeiro sob a orientação do pai, depois em Constantinopla e por último em Atenas, onde se iniciou a fértil amizade com Gregório de Nazianzo. Terminados os estudos, começou por ensinar retórica. E como a profissão de mestre de retórica era então a mais brilhante e honrosa, e também a mais bem remunerada, o jovem Basílio, como Santo Agostinho, sonhou algum tempo com a glória e a fama do mundo, e também com o desafogo económico. Estava porém destinado a glória mais alta, para que se encaminhou retirando-se alguns anos no Ponto (Mar Negro), dedicado à vida de oração e penitência. Realizou longa série de viagens ao Egito, Palestina e Síria, para conhecer e estudar a vida dos monges e dos eremitas. Tendo regressado ao seu refúgio solitário, uniu-se a ele São Gregório Nazianzeno, e os dois deram origem a uma comunidade monástica. Mas nas cidades, à volta das instáveis cátedras episcopais, ardia a luta contra o arianismo e, para tomarem parte na batalha, os dois monges desceram para Cesareia e não tiveram medo de opor-se nem sequer ao Imperador Oriental, Valente, que apoiava com decisão os hereges arianos. De Cesareia foi depois eleito Bispo, em 370, São Basílio, e, uma vez na cátedra episcopal, a ação do defensor da unidade da Igreja, contra todas as insídias e divisões, tornou-se ainda mais viva e eficaz.

Basilio Magno, Santo

Basílio Magno, Santo

Mas, além de corajoso combatente, foi óptimo administrador, sagaz diplomata e esclarecido organizador. Antes de subir ao episcopado, tinha-se em modos inúmeros para aliviar as misérias provocadas por uma terrível carestia de vida. Chegou mesmo a fundar uma verdadeira cidade da caridade, com hospitais, orfanatos e albergues a que o povo, em sua honra, chamou “Basiliades”. Ao Papa São Dâmaso escreveu corajosamente, expondo as difíceis e agitadas condições da Igreja do Oriente, e solicitando o envio de legados a Roma. Morreu, como se costuma dizer, no campo de batalha, em 1739, ainda jovem. Com o fim de Valente, que apesar de tudo nunca se atrevera a abrir conflito claro com o grande Bispo, e com a proclamação do Imperador Teodósio, viu ele desenhar-se a vitória da ortodoxia e da unidade católica, pela qual sempre lutara. Morreu por isso consolado e esperançado e, durante o funeral, uniram-se aos Cristãos, os Judeus e os Pagãos, para honrar o Bispo que fora, para o povo, verdadeiro pai, de leal justiça e caridade suma. São Basílio Magno, além disso, disciplinou e coordenou as regras monásticas do seu tempo, até então inúmeras e variadíssimas, redigindo as suas Grandes Regras e Pequenas Regras. Como fez mais tarde São Bento para o monaquismo ocidental, não lançou as bases do monaquismo oriental, pois já existia e florescia. Mas revelou a força e a profundeza da espiritualidade oriental, tornando-lhe possível a gloriosa continuidade no tempo. Através dos séculos, os chamados Monges basilianos mantiveram alto o nome de São Basílio em toda a Igreja Oriental, como está alta sobre as torres do Kremlin a catedral de São Basílio, no coração da Rússia Cristã. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

COMPLEMENTO

Basílio, proveniente de uma família rica, recebeu uma excelente educação em Constantinopla e em Atenas. Posteriormente, Basílio estava a fazer uma brilhante carreira como advogado e professor de oratória. Preocupado com o seu orgulho pudesse interferir com a sua devoção, Basílio decidiu renunciar à sua carreira e tornou-se um monge. Viajou por diversos centros monásticos no Oriente para estudar a sua forma de vida, e em seguida fundou o primeiro mosteiro na Ásia Menor, mais precisamente em Pontus. Convencido que a obediência com amor era preferível à disciplina drástica, Basílio criou uma regra monástica que se tornou tão popular que ainda hoje é praticada na Igreja oriental. Durante os anos seguintes, Basílio pregou de forma eloquente às multidões e fundou muitos outros mosteiros. A Santíssima TrindadeBasílio foi nomeado Arcebispo de Cesareia em 370, quando a Igreja lutava contra o Arianismo. Com o objectivo de acabar com  este conflito, o Santo formulou o conceito da Santíssima Trindade, para mostrar que o Pai, o Filho e o Espírito Santo eram três pessoas num só Deus. Valente, o Imperador ariano que estava a perseguir os  cristãos, ameaçou Basílio de morte ou de exílio, porém Basilio perseverou e Valente finalmente cedeu. Este Santo defendeu os necessitados e os oprimidos. Ele também trabalhou para reformar o Clero, escreveu várias obras e construiu um enorme complexo hospitalar. Durante um período de seca e de fome prolongado, ele usou toda a sua herança para ajudar os necessitados e dar de comer aos esfaimados. Basílio, fundador de um dos conceitos mais importantes da filosofia cristã, morreu quando tinha apenas 49 anos. No seu rasto. Basílio dedicou grande parte da sua vida aos pobres e necessitados. Podemos seguir o seu exemplo auxiliando aqueles que precisam da nossa atenção e carinho. Entre o muito que podemos fazer pelos nossos semelhantes conta-se o apoio às crianças de meios desfavorecidos que necessitam de ajuda na sua relação com a escola. Algumas crianças com dificuldades de adaptação ao meio escolar melhoram sensivelmente quando alguém lhes dedicava um pouco do seu tempo e as ajuda a estudar e a melhorar o seu nível cultural. Muitas vezes, umas explicações ou o acompanhamento regular de crianças com dificuldades académicas poderá ser uma forma permanente de as auxiliar e a prosseguirem os seus estudos, evitando o abandono escolar precoce. Esta é uma forma de lutar contra a pobreza, ajudando as crianças a estudar para, mais tarde, virem a conseguir ocupações que lhes permitam ganhar a sua vida honradamente.

ORAÇÃO

Deus Nosso Senhor, ensina-nos a pedir as bênçãos corretas. Dirige o barco das nossas vidas em direção a Ti, porto sereno de todas as almas tempestuosas. Mostra-nos o rumo que devemos seguir. Renova em nós um espírito de vontade. deixa que o teu Espírito refreie os nossos sentidos caprichosos, e nos guie até ao nosso verdadeiro bem-estar, para cumprir as Tuas leis,  em e m todos os nossos trabalhos em toda a parte para regozijar na Tua gloriosa e alegre Presença.- Tua é a glória e os louvores de todos os Teus Santos agora e para sempre. Ámen.

Na vida de São Basílio decorrida entre 329 e 379, ocorreram vários eventos, como: Um terramoto devastou o porto de Alexandria, no Egipto, em 365; Surgiu a idade do ouro da civilização hindu, de 320 a 520; Os livros começaram a substituir os rolos (cerca de ano de 360) e de 408 a 450 reinou o Imperador Teodósio.

22200 > San Basilio Magno Vescovo e dottore della Chiesa 2 gennaio - Memoria MR


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22225 > Santi Basilio Magno e Gregorio Nazianzeno Vescovi e dottori della Chiesa 2 gennaio - Memoria MR

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Gregório Nazianzeno, Santo

Teólogo, Bispo de Nazianzo e Doutor da Igreja (390)

 

Gregorio Nacianceno, Santo

Gregório Nazianzeno, Santo

Já nos referimos no dia de hoje a este Santo, como aos dois irmãos São Basílio e São Gregório Nisseno. Estas três figuras dominam a história da Igreja do Oriente na segunda metade do século IV, ainda agitada e cheia de contrastes, devido às últimas lutas contra o arianismo e à longa série de divisões religiosas e políticas que a heresia arrastou atrás de si. Entre os “luminares da Capadócia”, Gregório de Nazianzo foi ao mesmo tempo homem de ação e de contemplação; filósofo e poeta; dividido, melhor incerto, entre a vida ativa e a vida ascética, entre a pregação e a meditação. Nasceu duma família de Santos. Santo o pai, Gregório, o Velho, que foi depois Bispo de Nazianzo e conselheiro do filho; Santa a mãe, Nona, que trouxera o marido à conversão; Santa a irmã, Gorgónia; homem de muita consciência e alguns minutos Santo o irmão, Cesário, médico, batizado na hora da morte. Desde a meninice, consagrou-se Gregório à castidade, que lhe aparecera em sonhos como menina vestida de branco. Já maior, estudou nas mais importantes cidades do Oriente: em Cesareia, na Palestina; em Alexandria, no Egito, onde era bispo Santo Atanásio, o grande adversário do arianismo; em Atenas, na Grécia, sede duma bem conhecida escola de retórica. Precisamente em Atenas conheceu aquele Julião que mais tarde havia de ser imperador e, cognominado Apóstata, causaria tantos males à Igreja. O jovem Gregório pressentiu, no ambicioso estudante, o futuro inimigo dos Cristãos. Contra ele viria a escrever, dez anos mais tarde, um violentíssimo discurso, apostrofando-o com estes termos: «Ó homem, estultíssimo, impiíssimo e imperitíssimo,o nas grandes coisas!» Ainda em Atenas, cimentou-se a amizade de Gregório com Basilio; voltando os dois à Capadócia, decidiram retirar-se, para a solidão e meditação, formando um cenobiozinho. A vocação para a vida solitária viria a ser fiel companheira dos altos e baixos de São Gregório, estando ela sempre presente e encontrando-se sempre insatisfeita, por causa dos seus compromissos e também do seu temperamento inconstante. Teve de regressar a Nazianzo para ir acompanhando os velhos que o tinham gerado. Aqui Gregório pai, Bispo da cidade, ordenou sacerdote Gregório filho. Este fugiu, porém, e refugiou-se junto do amigo Basilio. Em seguida, por obediência, aceitou as obrigações da ordenação e, voltando para Nazianzo, colaborou com o pai Bispo. A sua atividade mais célebre anda, porém, ligada a Constantinopla, a nova capital do Império, que se tornara, mesmo sob o ponto de vista religioso, a cidade mais importante do mundo antigo. O Imperador Teodósio empenhava.-se em reconquistar a Igreja inteira à doutrina ortodoxa; mas em Constantinopla, os arianos e outros hereges eram ainda poderosos. para a cidade sediciosas e dividida o Imperador enviou São Gregório, que foi recebido às portas dela à pedrada. Aí parou, junto duma igrejinha a que deu o nome de “Anastásis”, isto é, Ressurreição, como bom sinal do ressurgir espiritual da gente. E começou a pregar. São Gregório narra que, em Constantinopla, bastava entrar numa padaria para ouvir falar do problema da Santissima Trindade. Isto, se era claro indício do profundo interesse despertado pelas polémicas religiosas, abaixava as questões da fé até ao nível do sacrilégio e da blasfémia. Quem trata do dogma, deve estar à altura do dogma, declarou São Gregório. Ele esteve verdadeiramente à altura da sua missão e tornou-se, além de sábio, convincente, porque não só conhecia a doutrina cristã, mas vivia-a de maneira exemplar. Assim, essa pregação em breve tempo reconduziu a cidade à fé verdadeira, e o santo pôde entrar triunfalmente na Catedral de Santa Sofia. Por uma série de oposições maldosas, Gregório não pôde, todavia, chegar a ser Bispo de Constantinopla, como o povo desejava. O Santo despediu-se humildemente, voltando à sua terra natal. Em silêncio continuou o seu falar com o homens e com Deus. Escreveu, e conservam-se, 240 cartas, importantíssimas pelo conteúdo teológico ou moral, e belíssimas pela forma literária. Antes de morrer, o que se deu em 390, compôs centenas de poesias, em elegantes versos gregos, que, além da gloriosa fama de Santo, lhe merecera, lugar saliente, também na história da poesia. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholi e www.santiebeati.it

COMPLEMENTO

Gregório de Nazianzo estava destinado a ser Santo. Ambos os seus pais (o pai também se chamava Gregório), seu irmão e sua irmã aparecem no cânone dos Santos, mas Gregório, o Jovem, é possivelmente o mais conhecido de toda a sua santa família. Recebeu a mais esmerada educação cristã da época, indo para Atenas onde se tornou grande amigo de Basílio, que também, aí estudava. Os 2 homens fizeram-se eremitas, passando os dias em contemplação, oração e a escrever. Gregório só deixou o seu amigo quando o pai o chamou, pedindo-lhe auxilio com a sua diocese. Aí, seu pai, Gregório o Velho, tentou convencê-lo a tornar-se sacerdote. Gregório ressentiu-se com a insistência do pai e regressou a Atenas, mas acabou por decidir que o seu dever era mesmo tornar-se sacerdote.

UM DIRIGENTE BRILHANTE. No seu novo papel, Gregório conseguiu ajudar a sarar o cisma causado pelo Arianismo, uma heresia que negava a divindade de Jesus Cristo. Entretanto, Basílio tinha-se tornado Arcebispo de Cesareia e nomeou Gregório, Bispo de Sasima. Gregório recusou o cargo, criando alguma tensão entre os dois amigos. No entanto, Gregório não podia recusar facilmente o chamamento de um grupo de bispos, em 380, para reconstruir a igreja de Constantinopla. Reforçou a doutrina da Santíssima Trindade, a ponto de o novo Imperador, Teodósio, expulsar os arianos e instalar Gregório como bispo. Mas os heréticos continuaram a conspirar contra ele. Desgastado pelas controvérsias, Gregório resignou e regressou a Nazianzo, onde terminou os seus dias em solidão.

NO SEU RASTO. Gregório de Nazianzo gostava de passar o seu tempo em solidão a adorar a Deus. Hoje a vida é muito agitada e cheia de solicitações e temos dificuldade em encontrar momentos de pausas onde possamos meditar em silêncio. Em Portugal há um lugar onde se encontra a paz e o silêncio que convidam, à meditação: Fátima. Aí é possível encontrar as circunstâncias exteriores que convidam a um momento de oração e de comunhão com Deus. Nos momentos difíceis, quando as preocupações parecem ser mais fortes do que nós, uma visita a Fátima concede-nos o silêncio necessário para escutar a voz de Deus. Se sentir que precisa de um conselho ou simplesmente de conversar sobre os seus problemas, há em Fátima diariamente sacerdotes disponíveis para ouvir em confissão e aconselhar sobre as situações mais difíceis. A Igreja pediu especialmente que se reze pela paz em Fátima, entre as nações e entre os indivíduos e as famílias. Em Fátima e com o especial auxílio da Mãe de Deus é mais fácil encontrar a paz dentro de nós próprios.

ORAÇÃO


Deus Todo-Poderoso, que palavras podem cantar o Teu louvor? Que mente pode provar o Teu segredo? Só Tu estás para lá do poder das palavras, e no entanto tudo o que dizemos emana de Ti. Só Tu estás para lá do poder do pensamento, mas tudo o que concebemos vem de Ti. Toda a esperança e dor do mundo se funde em Ti. És um e és todos, e no entanto não és nada do que existe: nem parte nem todo. Podes usar qualquer nome, mas como te chamarei, único e inominável? Deus Todo-Poderoso!

Durante a vida de São Gregório, de 329 a 390, ocorreram os seguintes factos: Os polinésios iniciam a migração, em direção ao Havai, em canoas (400); Constantino proíbe combates públicos de gladiadores (325), É neste tempo que vive Hipátia, filósofa e matemática (370 a 415); finalmente as legiões romanas retiram-se da Grã-Bretanha (407).

22250 > San Gregorio Nazianzeno Vescovo e dottore della Chiesa 2 gennaio (e 25 gennaio) - Memoria MR

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Gregório Nazianzeno, Santo, o Velho

S. Gregório de Nazianzo, o Velho

Gregório nasceu em 276 em Nazianzo, uma cidade na província da Capadócia, na Ásia Menor. Pensa-se que pertencia a uma família proeminente e abastada. Gregório foi magistrado na sua cidade natal e pôde proporcionar a seus filhos, Gregório o Jovem e Cesário, uma boa educação enviando-os para uma famosa escola em Cesareia. Era membros dos Hipsistarianos, um  grupo judaico-pagão e foi convertido ao Cristianismo por sua esposa, mulher muito piedosa, em 325, aos 49 anos de idade. Três anos depois, foi nomeado Bispo de Nazianzo, uma posição que manteve durante 45 anos. Gregório serviu fielmente a Igreja e sua congregação. Toda a sua família, incluindo a mulher, a filha Gorgona e os seus dois filhos já atrás citados, viriam a ser canonizados.

PILAR DA IGREJA. Durante a maior parte das 3 primeiras décadas como Bispo, a Igreja estava dividida por disputas sobre a natureza de Cristo. Ário, um sacerdote de Alexandria, afirmava que o Filho não era Eterno ou igual ao Pai, o que estava em desacordo com a posição tradicional da Igreja que acreditava que Jesus era o único Filho de Deus e unido a Ele na Trindade. Durante algum tempo, Gregório parece ter encarado a heresia ariana com interesse, mas foi conduzido de novo à posição tradicional da Igreja pelo seu filho Gregório o Jovem, em 361. A afirmação da posição tradicional foi oportuna. De 360 a 363, o Imperador Juliano tentou afastar o Cristianismo como religião oficial do Império Romano. Em parte, foi pelo exemplo de homens como Gregório que a tentativa do Imperador falhou. Gregório faleceu aos 98 anos.

NO SEU RASTO. Como bispo e líder religioso, Gregório preocupava-se com o bem-estar, físico e espiritual do povo. No século XX, um outro Bispo marcou a vida portuguesa com as suas corajosas tomadas de posição em defesa do povo de Deus. Dom António Ferreira Gomes, Bispo do Porto desde Outubro de 1952, teve a coragem de afirmar publicamente o seu desacordo com o regime ditatorial da época, em particular com a manipulação para fins políticos da doutrina social da Igreja. A 13 de Julho de 1958 enviou uma carta ao chefe do governo, Salazar, em que se afastava das linhas políticas oficiais. Esta carta acabou por ser divulgada e o Bispo foi perseguido, espiado, e finalmente impedido de entrar em Portugal. O seu exílio durou 10 anos, só lhe sendo permitido regressar à sua diocese após a morte do ditador, apesar de muitos protestos. “A liberdade postula moralidade, a democracia requer virtude; o Cristianismo é por isso o verdadeiro fermento da liberdade, a escola da genuína democracia”, afirmou Dom António. Viria a falecer em 1989, aos 82 anos, vendo a democracia com que sonhara em plena estabilidade.

ORAÇÃO

Meu Deus, generoso e amantíssimo, ajuda-me a encontrar os meios de curar a minha comunidade, ajudar os meus vizinhos, escutar os meus filhos, respeitar a minha família e dar-Te glória a Ti, Senhor, todos os dias da minha vida. Ámen.

Durante a  vida de São Gregório, o velho, de 276 a 374, registou-se o seguinte: Um terramoto destruiu o porto de Alexandria no Egito (365); Reinou o Imperador Marco Aurélio Probus (276-282); Constantino proíbe os combates públicos de gladiadores (325): e o Rei Shapur da Pérsia conquista a Mesopotâmia (363)

Adelardo, (Abelardo ou Alardo) Santo

Abade, 2 de Janeiro

Etimologicamente significa “ nobre e valente”. Vem da língua alemã. Este nome se diz também Abelardo ou Alardo. É maravilhoso constatar como ao longo da vida destas pessoas exemplares, há sempre uma grande amizade. Este jovem passava muito bem na corte de seu avô Carlos Martel e de seu tio o rei Pepino o Breve. Não lhe faltava absolutamente nada. Fazia com facilidade amizade com gente de fora e dentro do palácio. Tudo lhe sorria ante seus olhos. Sem embargo, quando estava sozinho, dava voltas à cabeça. Notava que a felicidade que dava a corte não o preenchia totalmente. E assim passou uma temporada. Por fim um dia, ante o assombro de quantos e de quantas o contemplavam, disse algo que os deixou alucinados. Com sua voz clara e jovem anunciou a todos que ia para monge. ¡Risos e chispas de desconcerto! Pensavam que era uma de suas brincadeiras. Ele, com cara complacente mas forte na sua decisão, no ano 773 saiu da corte e encaminhou seus passos para um mosteiro onde encontrasse a paz interior que ninguém lhe dava nas festas palacianas.  Entregou-se com tal ardor à vida da alma que em pouco tempo ganhou a estima de todos os irmãos consagrados a Deus. Sua fama correu de mosteiro em mosteiro. Naqueles dias havia eleição do novo superior do mosteiro de Corbie, França. Dizem que seus conselhos a irmãos em religião e a todo o mundo eram tão sábios e acertados que o próprio imperador Ludovico os acolhia com mesura e discernimento. A característica fundamental de sua vida consistiu, além disso, em se dedicar aos pobres. Desde o amor bem entendido aos mais desfavorecidos passou à casa do Pai no ano 827.  ¡Felicidades a quem leve este nome!  http://es.catholic.net/santoral

36140 > Sant' Adalardo di Corbie Abate 2 gennaio MR

SÃO FULGÊNCIO DE RUSPAS

Cartago – África do Norte

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Nascido numa família nobre por volta de 468, Fulgêncio era um rapaz sensato que gostava de estudar. seu pai morreu quando ainda era criança e a mãe ensinou-lhe latim e grego, que aprendeu a falar fluentemente. Na sua juventude, Fulgêncio geriu as propriedades da família e foi nomeado procurador de Bisacena. Mas aspirava a uma vida contemplativa num mosteiro. Com 22 anos, pediu para ser aceite num mosteiro das redondezas. De início, o Bispo Fausto desencorajou Fulgêncio porque considerou que o jovem era demasiado fraco para as duras realidades da vida monástica. Fulgêncio acabou por conseguir persuadir o Bispo. Quando a mãe soube das suas intenções ficou entristecida. Apesar das suas lágrimas, Fulgêncio estava decidido a ficar no mosteiro . Mas a influência do Arianismo tornou-se cada vez mais forte em Cartago e Fulgêncio teve de fugir de mosteiro em mosteiro para evitar perseguições. Chegou mesmo a ser preso e torturado por aquilo em que acreditava. Apesar da sua sensatez terem levado a que fosse nomeado Bispo de Ruspas, Fulgêncio continuou a enfrentar perseguições e passou a maior parte da sua vida no exílio. Fulgêncio usou o seu tempo com sabedoria, escrevendo textos que ensinavam o Cristianismo. Era também um extraordinário orador que levava às lágrimas quem o ouvia. Mesmo o rei ariano se impressionou com os argumentos de Fulgêncio e muitas pessoas em Cartago reconciliaram-se com a Igreja devido ao poder de persuasão do seu Bispo. Um homem humilde, Fulgêncio contentava-se com uma vida austera e empenhou-se em, devolver ao Cristianismo as almas desavindas. Fulgêncio foi desencorajado de entrar para um mosteiro  porque era jovem e tinha uma aparência frágil. Mas, tal como ele demonstrou, os jovens podem ter tanta compaixão e perseverança como os adultos. Também nós podemos incentivar as crianças e os jovens a serem mais solidários. A sugestão de que podem ajudar um amigo com dificuldades nos seus trabalhos escolares é simples, mas torna uma criança consciente de que pode ter um papel na promoção dos outros. A oferta de alguns brinquedos ou de uma parte do seu dinheiro de bolso para campanhas de solidariedade é uma outra prática que deve ser apoiada. Quando são um pouco mais velhos, poderão ter uma participação ativa em organizações de caridade. deste modo, tomarão consciência de que existem outras crianças desfavorecidas e que está nas suas mãos fazer alguma coisa para as ajudar. Desde pequenos, estes cidadãos do futuro aprenderão a solidariedade. Na vida de S. Fulgêncio mais ou menos entre 468 e 533, ocorreram os seguintes factos: Grande tremor de terra em Antioquia, no ano de 526, nasceu, cresceu e reinou como Imperador de Bizâncio, Justiniano (483-565); os Gruptas da Índia inventaram o sistema decimal (520) e iniciou-se o monasticismo na Irlanda (550).

Oração

“Como sou pequeno, temeroso e inseguro, Senhor, diante dos preconceitos dos outros. Quero ser forte, ser justo e defender aquilo em que acredito. Mas temo o riso dos outros ou que se afastem descontentes. Senhor, dá-me a coragem de ser verdadeiro, de defender os que não se podem defender a si próprios. Ensina-me a ser um espelho do Teu amor e a refletir a Tua compaixão”.

 

Guillermo Repin, Beato

Sacerdote e Mártir, 2 Janeiro

Guillermo Repin, Beato

Guillermo Repin, Beato

Sacerdote da diocese de Angers, nasceu em 26 de Agosto de 1709 em Thouarcé, Maine-et-Loire, França. Morre martirizado na Revolução Francesa em 2 de Janeiro de 1794 em Angers, Maine-et-Loire, França. Suas virtudes heróicas foram aprovadas em 9 de Junho de 1983, foi beatificado em 19 de Fevereiro de 1984 junto com noventa e sete companheiros mártires da Revolução Francesa assassinados entre 1792 e 1796.

91915 > Beato Guglielmo Repin Sacerdote e martire 2 gennaio MR

Marcolino Amanni de Forli, Beato

Dominicano, 2 Janeiro

Marcolino Amanni de Forli, Beato

Marcolino Amanni de Forli, Beato

O nome de família de Marcolino era Amanni. Se conta que o beato entrou na ordem de São Domingos, aos dez anos de idade. Suas qualidades mais notáveis eram a exata observância das regras, o amor à pobreza e à obediência, mas sobretudo, o espírito de humildade, que o impulsionava a evitar todas as ocasiões de se fazer notar, encontrando seu maior gozo no exercício dos ofícios mais baixos e humildes. Se nos diz também que praticava rigorosas penitências corporais, que amava muito os pobres e as crianças, e que o céu o favorecia com frequentes êxtases. Tão prolongadas e constantes eram as orações de Marcolino que, a sua morte, se descobriu que seus joelhos eram dois enormes calos. O beato Raimundo de Cápua, superior geral da ordem de Santo Domingo, tinha em alta estima o P. Marcolino, ainda que a timidez deste o havia impedido colaborar ativamente na reforma da Ordem de Pregadores, a raiz da peste negra e das dificuldades produzidas pelo Grande Cisma. O P. Marcolino, que havia predito sua morte, segundo se conta, faleceu em Forli, em 2 de Janeiro de 1397, aos oitenta anos de idade. Para surpresa de seus irmãos, a cujos olhos havia passado inadvertida a santidade do religioso, uma grande multidão assistiu a seus funerais, congregada, segundo diz a lenda, por um anjo disfarçado de criança que havia anunciado a notícia pelos arredores. O culto ao beato foi confirmado em 1750.

90754 > Beato Marcolino Amanni da Forlì Domenicano 2 gennaio MR

Maria Anna Blondin, Beata

Fundadora, 2 Janeiro

María Anna Blondin, Beata

María Anna Blondin, Beata

Esther Blondin, Irmã Marie-Anne, nasce em Terrebonne (Québec, Canadá), em 18 Abril de 1809, dentro de uma família fundamente cristã. Herda de sua mãe uma piedade centrada na Providência e na Eucaristia; de seu pai, uma fé sólida e uma grande paciência no sofrimento. Esther e sua família são vítimas do analfabetismo reinante nos meios canadenses-franceses do século XIX. Na idade de 22 anos, é contratada como doméstica ao serviço das Irmãs da Congregação de Nossa Senhora recém chegadas ao seu povo. No ano seguinte, inscreve-se como interna com vista a aprender a ler e escrever. É encontrada depois no noviciado da mesma Congregação, de onde sairá sem embargo, por causa de sua saúde demasiado frágil. Em 1833, Esther volta a ser mestra de escola no povo de Vaudreuil. Ali, se dá conta que um regulamento da Igreja proibindo às mulheres ensinar aos meninos e aos homens as meninas pode ser uma causa do analfabetismo. Os curas, na impossibilidade de financiar duas escolas, elegem não financiar nenhuma. E os jovens ficam na ignorância, sem poder aprender o catecismo e fazer a primeira comunhão. Em 1848, com a audácia de profeta movido pela chamada do Espírito, Esther submete a seu Bispo, Monsenhor Ignace Bourget, o projeto de fundar uma Congregação religiosa “para a educação das crianças pobres do campo, em escolas mistas”. O projeto é inovador para a época! Incluso, parece “temerário e subversivo da ordem estabelecida”. Mas, posto que o Estado favorece este tipo de escolas, o Bispo autoriza um intento modesto, para evitar um mal maior. A Congregação das Irmãs de Santa Ana funda-se em Vaudreuil, em 8 de Setembro de 1850. Daí em diante, Esther passa a chamar-se “Madre Marie-Anne”. É nomeada primeira superiora. O crescimento rápido da jovem Comunidade requer muito cedo uma mudança. No verão de 1853, o Bispo Bourget muda a Casa mãe para Saint-Jacques de l’Achigan. O novo Capelão, Louis-Adolphe Maréchal, vai meter-se na vida interna da Comunidade, numa maneira abusiva. Na ausência da Fundadora, ele muda o preço da pensão das alunas. E, quando ele tem de se ausentar, as Irmãs têm que esperar sua volta para se confessar. Depois de um ano de conflito entre o Capelão e a Superiora muito preocupada pelos direitos de suas irmãs, o Bispo Bourget pensa encontrar uma solução. Em 18 de Agosto de 1854, manda a Madre Marie-Annedepor-se”. Convoca as eleições e exige da Madreque não aceite o mandato de Superiora se as irmãs quiserem reelegê-la”. Despojada do direito que lhe dá a Regra da Comunidade, Madre Marie-Anne obedece ao Bispo que é para ela o instrumento da Vontade de Deus sobre ela. Bendiz “mil vezes a Divina Providência pela conduta materna que tem para ela, fazendo-a passar pelo caminho das tribulações e cruzes”. Então, é nomeada Diretora do Convento de Sainte Geneviève, Madre Marie-Anne volta a existir uma investigação de parte das novas Autoridades da Casa mãe, subjugadas pelo despotismo do Capelão Maréchal. Com o pretexto de má administração, chamam-na à Casa Mãe em 1858, com a ordem episcopal de “tomar os meios para que não faça dano a ninguém”. Desde essa nova destituição até sua morte, mantêm-na fora de todas as responsabilidades administrativas. É também afastada das deliberações do Conselho Geral onde teria que estar segundo as eleições de 1872 e 1878. Destinada aos mais obscuros trabalhos da lavandaria e passando a ferro, leva uma vida de renúncia total, o que assegura o crescimento de sua Congregação. Ali está o paradoxal de sua influência: quiseram neutralizá-la no sótão escuro da passagem a ferro da Casa mãe, mas muitas gerações de noviças receberam da Fundadora exemplos de humildade e de caridade heroica. Uma vez, uma noviça se assombrou ao ver a Fundadora mantida em tão humildes trabalhos e pediu a razão à Madre. Ela respondeu com calma: “Mais uma árvore funda suas raízes no solo, mais possibilidade tem de crescer e produzir frutos.” A atitude de Madre Marie-Anne frente às situações injustas, sendo ela vítima delas, nos permite descobrir o sentido evangélico que ela soube dar aos acontecimentos de sua vida. Como Cristo apaixonado pela glória de seu Pai, ela não buscou outra coisa em tudo que a glória de Deus, o que é o fim de sua Comunidade. “Dar a conhecer o Bom Deus aos jovens que não tinham a felicidade de o conhecer” era para ela o meio privilegiado de trabalhar para a glória de Deus. Despojada de seus mais legítimos direitos, espoliada de sua correspondência pessoal com seu Bispo, ela cede a tudo sem resistência, esperando de Deus o desenlace de todo, sabendo que Elena sua Sabedoria saberá discernir o verdadeiro do falso e recompensar a cada um segundo suas obras”. As Autoridades que lhe sucederam proibiram chamá-la Madre. Madre Marie-Anne não se aferra zelosamente a seu título de Fundadora. Melhor, aceita seu anonimato como Jesusseu Amor crucificado”, a fim de que viva sua Comunidade. Sem embargo, não abdica da sua vocação de “madre espiritual” de sua Congregação; se oferece a Deuspara expiar o mal cometido em sua Comunidade; todos os dias, pede a Santa Ana em favor de suas filhas espirituais, as virtudes necessárias às educadoras cristãs”. Ao igual que todo o profeta investido por uma missão em favor dos seus, Madre Marie-Anne viveu a perseguição, perdoando sem restrição, pois estava convencida que “há mais felicidade em perdoar que em vingar-se”. Este perdão evangélico era para ela a garantia de “a paz de alma” que ela considerava como "o mais precioso bem". Deu um último testemunho disso em seu leito de agonia quando pediu a sua superiora chamar ao Padre Maréchalpara edificar as Irmãs”. Frente à morte, Madre Marie-Anne deixa a suas filhas à maneira de testamento espiritual, estas palavras que resumem sua vida: “Que a Eucaristia e o abandono à Vontade de Deus sejam vosso céu na terra”. Então se apagou pacificamente na Casa mãe de Lachine, em 2 de Janeiro de 1890, “feliz de ir onde está o Bom Deus” que ela havia servido toda sua vida.  Reproduzido com autorização de Vatican.va

91474 > Beata Maria Anna Sureau Blondin Fondatrice 2 gennaio MR

SÃO PEDRO DE ATROA

Ásia Menor

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Nascido na Ásia Menor em 773, Pedro recebeu o nome de Teofilacto. Aos 18 anos, juntou-se a Paulo, o Recluso, no seu eremitério da Frígia, tomou o nome de Pedro e fez-se monge. Pedro foi ordenado alguns anos mais tarde. Diz a lenda que quando Pedro deixou a Igreja onde fora ordenado, curou um homem com um espírito impuro que por ali andava. Pouco tempo depois, Pedro e Paulo foram em peregrinação a Jerusalém. Pelo caminho, segundo a lenda, apareceu-lhes Deus numa visão e disse-lhes para se dirigirem para Betânia e fundarem um  mosteiro. Obedeceram e pouco tempo depois fundaram o Mosteiro de São Zacarias em Atroa,. Quando Paulo faleceu em 805, Pedro sucedeu-lhe como Abade e o mosteiro prosperou. Nesse tempo, uma grande polémica dividia a Igreja, discutindo-se se era ou não aceitável honrar ícones e imagens de santos. Um grupo a que chamavam os iconoclastas opunha-se à tradição, mas Pedro e os seus monges defendiam-na. O Imperador apoiava os iconoclastas e Pedro depressa se deu conta de que ele e os seus companheiros estavam em perigo. Encerrou o mosteiro à pressa e enviou todos os monges para esconderijos. Pedro quis dedicar-se a uma vida de recolhimento, mas a sua fama como milagreiro fazia com que atraísse muita gente em busca de ajuda. Acabou por regressar ao mosteiro de São Zacarias, embora alguns anos mais tarde uma outra vaga de violência provocada pelos iconoclastas o tivesse forçado a ausentar-se novamente. Pedro fez uma última visita a São Zacarias. Diz-se que aí faleceu em paz ao som dos seus monges cantando durante o serviço religioso noturno. No seu rasto – Várias vezes, Pedro teve de agir com rapidez paras salvar os seus monges de serem perseguidos pelas suas crenças. Séculos mais tarde, Raoul Wallenberg, um diplomata sueco e homem  de negócios, lutou para salvar milhares de judeus durante a segunda Guerra Mundial. Quando Wallenberg chegou a Budapeste em 1944, Adolfo Eichmann tinha enviado mais de 400 mil judeus húngaros para campos de concentração. Com a ajuda de grupos de apoio suecos e americanos, Wallenberg conseguiu ajudar dezenas de milhares de judeus húngaros. * Escondeu muitos em “casas de proteção” que arvoravam a bandeira sueca. * Distribuia alimentos e roupa a prisioneiros deportados em comboios. * Emitiu milhares de passaportes suecos para permitir a saída do pais. Quando as tropas soviéticas chegaram a Budapeste, prenderam Wallenberg acusando-o de espionagem. Apesar de nunca mais ter sido visto, o mundo não esqueceu o homem cuja coragem e engenho salvou a vida de tantos. Durante a vida de S. Pedro (773 a 837) ocorreram, os seguintes factos: Luís O Piedoso reinou de 814 a 840; Um terramoto atinge Roma em 851. Kyoto torna-se capital do Japão (794); e São Cirilo e São Metódio inventam o alfabeto cirilico (863).

Oração

Senhor, deste a Pedro paciência para responder às necessidades infindáveis do próximo, até ao momento em que finalmente descansou nos Teus amados braços. Também, eu ouço vozes que clamam a minha presença.  Enche-me com a força do teu espírito. Alimenta o meu ser e preenche a minha alma. deixa-me regressar ao mundo uma pessoa nova, desejosa de partilhar com  os outros a Tua misericórdia e amor.

Telésforo, Santo

VIII Papa

Telésforo, Santo

Telésforo, Santo

Martirológio Romano: Em Roma, morte de são Telésforo, papa, que, segundo recorda santo Ireneu, sendo o sétimo sucessor dos apóstolos, sofreu um glorioso martírio (c. 136). Etimologicamente significa “o que cumpre”. Vem da língua grega. Estamos hoje lutando contra uma cultura pagã que exalta a violência e o sexo, entre outras coisas. Pois bem, Telésforo, que morreu no ano 136, nasceu na Grécia e por razões de estudos e de sua grande valia pessoal, foi para Roma onde se ordenou sacerdote para prestar um serviço muito mais abnegado à Igreja e aos pobres. Dos 14 bispos que seguiram a são Pedro no papado até ao fim do século II, cada um deles está anotado na lista dos mártires que deram sua vida pela fé em Cristo, e por não renegar do que Deus lhes havia concedido. Ele era um cristão de proa. Sua valentia era tão grande que não temia pregar a Palavra de Deus ante qualquer um, sob pena de cair nas suas garras mortíferas. Não cabe dúvida de que lhe teria sido muito fácil renegar de seus princípios e assim ficar bem com o imperador e, deste modo, salvar a vida de muitos cristãos. Mas estou seguro de que os mesmos crentes – de lhe ter feito caso ao imperador – se houvessem voltado contra ele. Sempre fez honra a seu nome. Quando teve que suceder ao Papa anterior, Sixto I, não pensou duas vezes. O guiava seu amor a Deus e seu afã de estender sua palavra por todas partes. ¡Oxalá tivesse tido – como hoje – páginas Web na internet para poder comunicar-se com todo o mundo! Como o fazem hoje todas as dioceses sensibilizadas com a mensagem de Cristo Salvador. Santo Irineu, um padre inteligente da primitiva Igreja, disse que Telésforo sofreu um glorioso martírio. e é tanto assim que em todo o Oriente e no Ocidente há igrejas que o honram e o veneram depois de tantos séculos. O imperador que reinava em seu tempo era Adriano Na arte é representado como um Papa com um cálix com três Hóstias. ¡Felicidades a quem leve este nome! “Há triunfado quem uniu o útil ao agradável” (Horácio). Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

36375 > San Telesforo Papa e martire 2 gennaio MR


90549 > Sant' Airaldo di Saint-Jean-de-Maurienne Monaco e vescovo 2 gennaio MR

 
36110 > Santi Argeo, Narciso e Marcellino Martiri 2 gennaio MR

 
36120 > San Blidulfo (Bladulfo) Monaco a Bobbio 2 gennaio MR


90201 > San Defendente di Tebe Martire 2 gennaio


90897 > San Giovanni il Buono Vescovo di Milano 2 gennaio MR

 
93922 > Beato Guglielmo de Loarte Mercedario 2 gennaio

 

93486 > Beato Lorenzo Batard Martire 2 gennaio MR

 
36135 > San Mainchin Vescovo di Limerick 2 gennaio MR

 


91172 > San Silvestro di Troina Abate 2 gennaio MR


57650 > Beata Stefana Quinzani Domenicana 2 gennaio MR

 

36115 > San Teodoro di Marsiglia Vescovo 2 gennaio MR


36130 > San Vincenziano Eremita 2 gennaio MR

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POR FAVOR VEJAM NOTA EXPLICATIVA INSERTA NO 1º BLOGUE DESTE ANO DE 2012, ONTEM MESMO PUBLICADA. DESCULPEM E OBRIGADO.AF

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com