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domingo, 8 de janeiro de 2012

Nº 1158-3ª Página - A RELIGIÃO DE JESUS–BAPTISMO DO SENHOR - 8 DE JANEIRO DE 2012

Nº 1158-3

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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8 DE JANEIRO DE 2012

BAPTISMO DO SENHOR

 

Mc 1, 7-11

Naquele tempo proclamava João: «Depois de mim, vai chegar outro que é mais poderoso do que eu, diante do Qual não sou digno de me prostrar para Lhe desatar as correias das sandálias. Eu vos batizarei em água, mas Ele batizar-vos-á no Espírito Santo». Por aqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João, no Jordão. No momento em que saía da água, viu os céus abertos e o Espírito como uma pomba, descer sobre Ele. E dos céus veio uma voz: «Tu és o meu Filho muito Amado, em Ti pus toda a Minha complacência».

1. O batismo é um rito religioso de iniciação, quer dizer, trata-se de um ponto de partida de um novo caminho para a vida. Este rito pratica-se mediante um símbolo aquático. A Água é fonte de vida. Às vezes, mata (aos que se afogam). Utiliza-se para lavar e limpar. E sempre nos tira a sede. As religiões servem-se destes efeitos da água para expressar que o crente renasce para uma nova vida. É como se nascesse outra vez, para começar uma vida diferente.

2. Jesus chega onde estava João, põe-se na fila dos pecadores, os que se viam necessitados de uma mudança de vida, os que talvez pensassem que tinham que nascer de novo. Jesus fez isto como todos os outros. Ele não fazia teatro, nem representava um papel de que não estava convencido. Jesus foi de Nazaré persuadido de que tinha de mudar de vida e começar uma tarefa nova e diferente. Certamente, o Espírito lhe fez ver que seu povo e sua gente necessitavam de ver Deus e a viver a relação com Deus de outra maneira. Nisto esteve o motivo da vida de Jesus.

3. Envolver-se na água e sair de novo simboliza fundir-se na morte e renascer para a vida. Jesus morreu para o passado, ou seja abandonou a sua vida anterior. E começou uma forma nova de viver. Nesse momento vi o céu aberto. Viu o Espírito que pousava sobre Ele. E ouviu a voz de Deus sentindo como o Pai o queria indizivelmente. Jesus mudou desde aquele momento a sua ideia de Deus. Desde então, já não falou do “Altíssimo” ou do “Céu”, mas sempre falou do “Pai”. Nunca, do Pai como “autoridade” ou “poder”, mas sim como “bondade”, “acolhimento”, “amor”.

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opiniãoe não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento, No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos do Evangelho de S. Marcos, - pela ordem com que são apresentados - para que, quem eventualmente esteja interessado possa seguir os factos relatados pelo Evangelista. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF.

Nº 1158-1ª Página - (8-2012) - 8 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

NOTA DE AUTOR:

A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de RAIMUNDO DE PENHAFORTE, SantoEstrela

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1158 – 1ª Página - 2012

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Baptismo de Jesus

Feliz Ano de 2012

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Baptismo de Jesus

 BAUTISMO DEL SEÑOR

BATISMO DO SENHOR


Esta festa, com que se encerra o tempo litúrgico de Natal, é como um desdobramento da festa do Domingo passado: se continua com o mesmo tema das grandes manifestações (Epifanias) do Senhor...


Há uma diferença importante entre os dois batismos: o de João: com água, exterior, sinal de arrependimento para o perdão dos pecados. o de JESUS: com Espírito Santo, renovação interior que nos faz "participar da natureza divina” "Não sou digno nem sequer de desatar a correia de sua sandália..." trabalho reservado ao mais inútil dos escravos... João destaca a infinita distância entre ele e Jesus... ¿Porquê então Jesus se faz batizar por João? [é uma cena tão impressionante, que poderia resultar incompreensível, e até escandalosa]... Mas admita-mo-lo, e descubramos novamente o "modo" que Deus emprega para salvar-nos: hoje se põe na fila dos pecadores, e ainda que não o necessite, submete-se também a um batismo de penitência... Se faz semelhante a nós em tudo, e por isso não se envergonha de colocar-se na fila daqueles que se preparavam para a chegada do Reino de Deus... assim como tampouco se envergonhou de nós quando tomou sobre si todos nossos pecados, e subiu à Cruz como se fosse um delinquente... Mas o batismo que recebeu Jesus foi muito "especial": certos factos nos indicam que com Ele começa um novo batismo:  O céu aberto (já nunca mais cerrado pelos pecados, como até este momento) Quer dizer, começa uma nova etapa de relação entre Deus e os homens: o Céu vem a nós, e nós vamos lá: vem com Cristo e o Espírito Santo. Chega todo, porque Deus mesmo em, e Ele será para nós e nos dará tudo. Estamos frente ao começo de uma nova humanidade, divinizada.  Na proposição que São Marcos faz no seu Evangelho. o Pai não "apresenta" a seu Filho (“Este é meu Filho amado”), mas dirige-se a Ele (“Tu és meu Filho...”): Cristo nos representa a todos, que desde esse momento passamos a ser filhos amados, complacência do Pai... Canudo somos batizados, esta vocação eterna se verifica efetivamente, verdadeiramente: somos uma nova criação. Portanto, nossa dignidade, nossa glória, e nosso compromisso passa por VIVER NOSSO BATISMO... "Este é meu Filho" (Evangelho)... "Este é o servidor sofredor" (Iª leitura.)... Sigamos a Cristo pela Cruz à Luz. Ámen

PEDRO TOMÁS, Santo

Patriarca, mártir (1305-1366)

Como este santo, que foi sucessivamente carmelita, bispo, arcebispo e patriarca, encontramo-nos diante duma interessante combinação de vida religiosa e carreira diplomática. Nascido em 1305 numa aldeola de Périgord, França, Pedro Tomás cedo se fez carmelita. Terminado o noviciado, professou na idade de 20 anos; estudos brilhantes levaram-no, cinco ou seis anos mais tarde, à ordenação sacerdotal. Tomou graus em teologia na Faculdade de Paris e ensinou aos estudantes da sua Ordem. Em 1342, nomeado procurador geral dela, foi residir para Avinhão, onde se encontravam então os Papas antes do cisma do Ocidente. O manejo das incumbências e a reputação de pregador puseram-no depressa em contacto com os membros da corte pontifícia; foi encarregado da oração fúnebre de Clemente VI, que morreu em 1352. Inocêncio VI, sucessor de Clemente, constituiu Pedro Tomás seu legado e enviou-o a Génova em 1353; no ano seguinte, nomeou-o bispo e fê-lo seu representante junto do imperador Carlos IV. Pedro Tomás passou depois à Sérvia para tratar da reconciliação dos cismáticos com a Santa Sé; teve por missão aplanar as dificuldades entre Veneza e a Hungria, e viajou até Constantinopla a fim de negociar a reunião dos ortodoxos com Roma. Seguiu para Jerusalém e passou à ilha de Chipre para regressar a Avinhão. Um facto que mal concorda com os nossos conceitos modernos é ver o papa colocar praticamente um bispo à frente duma expedição militar. Lembremos, porém, que S. Bernardo comandou cruzados (alguns até ajudaram a reconquistar Lisboa em 1147); e nessa altura, os poderosos turcos, não só ameaçavam Constantinopla que cairia em 1453, pondo termo ao caquético Império Romano do Oriente, mas também a toda a cristandade e até à própria Roma papal. Em 1359, é enviado Pedro Tomás a Constantinopla, acompanhado dum contingente de tropas, com uma soma considerável e o título de legado universal para o oriente, À volta, entrou em relações íntimas com Pedro I, rei de Chipre, que se lançara com todo o entusiasmo na ideia duma nova cruzada contra os Turcos. A santa Sé apoiava-a , mas foi somente em 1365, no pontificado de Urbano V, que ela foi posta em execução, ainda que de maneira imperfeitíssima. Uma força expedicionária atacou Alexandria, e de novo o legado recebera dela a direção. Durante várias horas, os cristãos dominaram a cidade, mas não conseguiram manter-se, e o resultado foi desastroso. O legado, no ponto mais vivo do ataque, mantivera-se, de cruz alçada, no meio dos combatentes; recebeu várias feridas que lhe motivaram a morte alguns meses mais tarde. Reconduzido a Chipre, Pedro Tomás retirou-se para Famagusta. Lá celebrou a festa de Natal, mas pouco depois caiu de cama. Plenamente consciente, quis fazer confissão geral e aconselhou otimamente toda a criadagem. Pediu aos presentes que lhe perdoassem tudo e renovou a profissão de fé. Veio a falecer placidamente a 6 de Janeiro de 1366. Os carmelitas apresentaram-no como um dos ardorosos defensores da Imaculada Conceição. Realmente, num tratado que possuímos, afirma e defende a isenção de pecado original em Maria Santíssima e preconiza os seus outros privilégios. Logo que Pedro Tomás faleceu, vieram milagres proclamar-lhe a santidade; e alguns livros litúrgicos da sua Ordem, apresentam-no até como mártir, pois sucumbiu das consequências dos ferimentos, embora alguns meses mais tarde. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Severino, Santo

Abade (482) - Pregador

Severino, Santo

Severino, Santo

Durante o século V o império romano de Ocidente viu-se invadido pouco a pouco pelos visigodos, ostrogodos, vândalos, francos, etc. Na devastação só as autoridades e estruturas cristãs constituíram um ponto firme para a sobrevivência. Este é o contexto histórico eh que se apresenta a figura e a obra de santo Severino, que nasceu de uma nobre família romana no ano 410. Depois de uma estadia no Oriente, em 454 estabeleceu-se perto do Danúbio, onde construiu mosteiros para albergar os habitantes ameaçados e para que, ao mesmo tempo, fossem pontos de irradiação do Evangelho entre as tribos bárbaras. Inclinado tanto à vida contemplativa e eremítica como à atividade missionária, e favorecido com o carisma da profecia, são Severino fez também previsões sobre o plano humano temporal. Com efeito, compreendeu que o movimento dos jovens povos bárbaros era indestrutível e que a decadente sociedade romana recuperaria seu vigor graças a estas novas forças. Mas era necessário que essas mentes fossem iluminadas pelas verdades do Evangelho, e para isso havia que entrar em contacto direto com elas. Com um gesto valente que lhe fez ganhar a admiração dos rudes guetos, chegou até Comagén, já em mão dos inimigos; sua concreta caridade para com os necessitados lhe conquistou definitivamente o coração simples dos “bárbaros”, começando por dois dos chefes. Gibuldo, rei dos alamanos, tinha-lhe “suma reverência e afecto”, como disse seu biógrafo Eugipo, e o escutava com respeito, dócil como um filho; Flaciteo, rei dos rugos, “o consultava nas empresas perigosas como a um oráculo celestial”. Não faltaram sinais do céu que confirmavam suas palavras. Um dia a nora de Flaciteo, contra o parecer de Severino, o havia convencido de que não desse a liberdade aos prisioneiros; Severino a admoestou energicamente e na mesma noite o sobrinho de Flaciteo caiu prisioneiro de outra tribo bárbara e obteve a liberdade só por intervenção de Severino. Respeitado e amado pela gente humilde como pelos reis e guerreiros, viveu muito pobremente, sem tirar nenhuma vantagem material para si mesmo: vestia a mesma túnica tanto no inverno como no verão, dormia poucas horas encostado no solo e com cilícios, e se diz que na quaresma só comia uma vez por semana. Morreu em 8 de Janeiro do ano 482. Suas veneradas relíquias repousam em Frattamaggiore (Nápoles) junto ao mártir Sosso.

36600 > San Severino Abate 8 gennaio MR

Ascolta da RadioMaria:

• Eurósia Fabris, Beata

Janeiro 8 - Esposa

Eurosia Fabris, Beata

Eurósia Fabris, Beata

Ela nasceu em Quinto Vicentino, uma pequena aldeia perto da cidade de Vicenza (Itália), em 27 de Setembro de 1866, seus pais eram camponeses. Em 1870 a família mudou-se para Marola, uma outra cidade na província de Vicenza, onde Eurósia passou a vida inteira. Ele só pôde ir à escola dois anos entre 1872 e 1874, e então teve que ajudar o pai no trabalho agrícola e sua mãe nos afazeres domésticos. Na escola, ela aprendeu pelo menos a ler e escrever. Isso permitiu-lhe ler os textos sagrados da Bíblia e alguns outros de conteúdo religioso, como o Catecismo e História Sagrada. Ela ajudou sua mãe no comércio como costureira, de que se tornou uma especialista. Dotada de grandes qualidades humanas e de fé, sempre esteve atenta às necessidades de sua família. Aos doze anos recebeu sua primeira comunhão. Desde aquele dia ela participava em todos os feriados religiosos, pois naquela época não era permitido Comunhão diária. Matriculou-se na associação das Filhas de Maria, na freguesia de Marola. Frequentemente ia a reuniões regulares do grupo e rapidamente aprendeu os seus estatutos. Ela cultivou uma fervorosa devoção ao Espírito Santo, Cristo crucificado, a Virgem Maria e as almas do Purgatório. Seu amor por Maria foi favorecida pela sua família, incluindo seus amigos da paróquia, ensinando o catecismo às meninas e adolescentes que vinham a sua casa para aprender a arte da costura. Aos dezoito anos ela era uma mulher responsável jovem, piedosa e trabalhadora. Estas virtudes e beleza não se perderam, e recebeu várias propostas de casamento, que não teve em conta. Em 1885, a dolorosa experiência que mudou sua vida: uma vizinho, uma jovem mulher morreu, deixando três filhas muito pequenas, a primeira das quais morreu pouco depois de nascer, a segunda tinha vinte meses, e a terceira, quatro anos. Com Charles, o pai dos órfãos, eles viviam com um tio e avô, doentes crónicos, três homens de diferentes naturezas e muitas vezes em conflito uns com os outros. Durante seis meses, veio Eurósia todas as manhãs para cuidar dos filhos e limpar a casa. Então, seguindo os conselhos de parentes e do pastor, depois de rezar intensamente, concordou em casar com Charles, mas estava consciente dos sacrifícios que eles teriam de enfrentar. Ela sentiu o casamento como a vontade de Deus, que apelou a uma nova missão. O pastor disse mais tarde: "Foi realmente um ato heróico de caridade para com o próximo." O casamento teve lugar no dia 5 de Maio de 1886 e foi coroado com nove crianças. Ela agiu com a maior fidelidade aos deveres de esposa e mãe de profunda comunhão com seu marido, que se tornou o conselheiro e reconfortante, dando terno amor a todos os filhos (seus e do marido) ; intensa vida de oração, o amor de Deus e da devoção à Eucaristia e a Virgem Maria. Ela entrou na Ordem Terceira Franciscana, agora chamada de Ordem Franciscana Secular, e viveu a sua pobreza de espírito e a alegria de trabalhar e de oração, em louvor a Deus, o Criador, fonte de todo bem e toda a nossa esperança. Ela fez de sua família uma verdadeira igreja doméstica, onde aprendeu a criar seus filhos em oração, obediência, temor de Deus, sacrifício, trabalho duro e as outras virtudes cristãs. Aí se sacrificou dia a dia, como uma lâmpada sobre o altar da caridade. Morreu em 8 de Janeiro de 1932, e foi beatificada pelo Papa Bento XVI em Novembro 6, 2005. Para saber mais alguma coisa sobre isto por favor "click" AQUI

92211 > Beata Eurosia Fabris Barban Terziaria francescana 8 gennaio (9 gennaio)

Gúdula, Santa
Janeiro 8 Padroeira de Bruxelas

Gúdula, Santa

Gúdula, Santa

Todos os visitantes de Bruxelas conhecem sua catedral, dedicada a esta virgem que é também padroeira da cidade, mas fora de Bélgica é muito pouco conhecida, e a muitos seu nome lhes soará a estranho e bárbaro, como a obscura e longínqua época em que viveu. Segundo uma biografia da santa, escrita em 1047, Santa Gúdula nasceu no seio de uma aristocrática família franca: seu pai era Witger, duque de Lorena, e sua mãe, Santa Amalberga. A Santa veio ao mundo no ano 650, em Brabante (Pagus Brachatensis), região situada na parte central da atual Bélgica. Sua indecisa silhueta aparece no meio de uma constelação familiar de santos: como temos dito, era filha de santa Amalberga, - afilhada de santa Gertrudes de Nivelle e irmã de santo Aldeberto e santa Reinalda. Santa Gúdula se educou no convento de Nivelle sob a tutela de sua santa madrinha. Morta Santa Gertrudes em 659, voltou-se Gúdula para a casa paterna. Segundo uns, viveu recolhida no oratório de São Salvador de Moorsel, a poucas milhas de seu povo natal. Segundo outros, permaneceu em casa de seus pais, levando uma vida extraordinária de piedade e recolhimento. Conta a lenda que gostava Santa Gúdula de se dirigir todas as manhãs antes da aurora à capelinha de madeira dedicada a São Salvador, em Moorsel, e que um dia o demónio, furioso de vê-la tão devota; lhe apagou a lanterna que levava na mão. Gúdula se pôs em oração, ajoelhada no barro, e a lâmpada voltou a acender-se milagrosamente. Esta lenda deu lugar ao distintivo iconográfico da Santa: uma lanterna, ás vezes representada por um círio, que a Santa leva na mão, enquanto o demónio dá sinais de raiva a seus pés e um anjo lateral acende de novo o círio. Hubert, o antigo cronista de Lobbes, nos apresenta a Santa Gúdula como uma mulher consagrada em corpo e alma ao socorro do próximo. Voltando um dia da capela de Moorsel, encontrou a uma pobre mulher que levava nos braços um menino de dez anos paralítico de pés e mãos. Gúdula o tomou em suas mãos, o acariciou e rogou fervorosamente a Àquele que disse: "Todo o que pedirdes a meu Pai em meu nome Ele vos concederá" Imediatamente o menino se sentiu curado e começou a dar saltos de alegria. Em outra ocasião veio a seu encontro uma leprosa chamada Emenfreda. A Santa examinou suas chagas, a consolou com doces pensamentos e depois a curou. A notícia de estes prodígios se estendeu rapidamente por toda a região. E uma multidão de desgraçados acudia a ela em busca de socorro. Após breve enfermidade Gúdula morreu, provavelmente em 8 de Janeiro de 712. Hubert nos descreve a desolação das pobres gentes da comarca que estavam acostumadas a ver nela uma espécie de fada protetora. E nos transmite os grandes louvores que as gentes fizeram da Santa com motivo de sua morte. Foi enterrada em Vilvoorde. Depois de algum tempo foi trasladado o corpo de Santa Gúdula a Moorsel, onde se estabeleceu um mosteiro de religiosas que durou pouco tempo. Mais tarde seus restos mortais foram confiados a Carlos de França, filho de Luís, duque da Baja Lorena. Provavelmente em 977. Durante uns sessenta anos o corpo de Santa Gúdula repousou na igreja de São Géry de Bruxelas, então simples capela castrense, construída junto à residência condal. Por fim, o conde de Lovaina, Lamberto II, fez trasladar em 1047 o precioso depósito para a igreja de Molemberg, dedicada a São Miguel, que foi provavelmente a primeira paróquia de Bruxelas e que depois mudou seu nome pelo de Santa Gúdula. Ao mesmo tempo o príncipe erigiu ali um capítulo. Uma antiga nota, que se conserva nos Arquivos Gerais do Reino de Bruxelas, relata a história desta fundação. O martirológio romano celebra a festa de Santa Gúdula em 8 de Janeiro, enquanto que na arquidiocese de Malinas e na diocese de Gante se celebra em 19 do mesmo mês.

92856 > Santa Gudula Vergine 8 gennaio MR

• Lorenzo Justiniano, Santo

Janeiro 8 - Patriarca de Veneza

Lorenzo Justiniano, Santo

Lorenzo Justiniano, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Veneza (hoje Itália), são Lorenzo Giustiniani, bispo, que ilustrou a esta Igreja com sua doutrina de sabedoria eterna (1456). São Lorenzo nasceu em Veneza em 1381, e desde menino abrigou o desejo de ser santo. Quando tinha dezanove anos sentiu o chamamento de Deus para se consagrar de maneira especial a seu serviço, e por revelação divina se entregou inteiramente à procura da ciência e o amor de Deus. A força de sua resolução para seguir o tortuoso caminho da cruz ficou demonstrada na rigorosa severidade com que tratava a seu corpo e a constante dedicação de sua mente aos assuntos da religião. Em 1406, o santo recebeu a ordenação sacerdotal. O fruto de seu espírito de oração e penitência foi o conhecimento profundo das coisas espirituais e os caminhos interiores da virtude, assim como uma grande destreza e uma enorme prudência na direção das almas. Pouco depois de sua ordenação foi nomeado preboste de São Jorge e, para instruir a seus discípulos, só tratava de lhes inculcar a mais sincera humildade. Em 1433, o Papa Eugénio IV nomeou São Lorenzo para a sede arcebispal de Castello, uma diocese que incluía parte de Veneza. O mesmo, como religioso e como prelado, foi admirável na sua piedade sincera para com Deus e a grandeza de sua caridade para os pobres. São Lorenzo deixou alguns escritos ascéticos muito valiosos; tinha setenta e quatro anos quando escreveu seu último trabalho, titulado "Os Graus de Perfeição". São Lorenzo faleceu em 8 de Janeiro de 1455, mas sua festa se celebra neste dia, em que recebeu sua consagração episcopal. Foi canonizado em 1690.

34500 > San Lorenzo Giustiniani Vescovo 8 gennaio MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

92124 > Sant' Alberto di Cashel Vescovo 8 gennaio MR

 
36610 > Sant' Apollinare di Gerapoli Vescovo 8 gennaio MR

 
36680 > Beato Edoardo Waterson Sacerdote e martire 8 gennaio MR

 
92123 > Sant' Erardo di Ratisbona Vescovo 8 gennaio MR



93930 > Beata Giacobella Maria della Croce Vergine mercedaria 8 gennaio

 
91628 > San Giorgio il Chozibita Eremita 8 gennaio MR

 

93931 > Beato Leandro Mercedario 8 gennaio

 

36630 > Santi Luciano, Massimiano e Giuliano Martiri di Beauvais 8 gennaio MR

 
36700 > San Massimo di Pavia Vescovo 8 gennaio MR

 
36670 > San Nathalan Vescovo dell'Aberdeen-Shire 8 gennaio MR

 
36640 > San Paziente di Metz Vescovo 8 gennaio MR

 

36620 > Santi Teofilo ed Elladio Martiri 8 gennaio MR

 

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

  • Nº 1158-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 8 DE JANEIRO DE 2012


    Nº 1158-2ª Página



    (Continuação (13)

    SERMÃO EM PARÁBOLAS
     
    13 – SERMÃO EM PARÁBOLAS Naquele dia, Jesus saiu de casa e sentou-Se à beira-mar. reuniu-se a Ele uma tão grande multidão, que teve de subir para um barco e sentar-Se, enquanto toda a multidão se conservava na margem.
     
    O semeador Falou-lhes de muitas coisas em parábolas, dizendo: «O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e vieram as aves e comeram-nas. Outras caíram em sítios pedregosos, onde não havia muita terra, e logo brotaram porque a terra era pouco profunda; mas, assim que o sol se ergueu, foram queimadas e desprovidas de raízes, secaram; Outra caíram entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-nas. Outras caíram em terra boa e deram fruto: Umas cem; outras, sessenta; e outras trinta. Aquele que tiver ouvidos, que ouça!»
     
    Duas razões para falar em parábolas  Aproximando-se d’Ele os discípulos, disseram-Lhe: «Porque lhes falas em parábolas?» Respondendo, disse-lhes: «A vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Pois àquele que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas àquele que não tem, ser-lhe-á tirado mesmo o que tem. É por isso que lhes falo em parábolas; pois veem sem ver e ouvem sem ouvir nem compreender. Cumpre-se neles a profecia de Isaías, que diz: «Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis; e, vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo tornou-se duro, e duros também os seus ouvidos; fecharam os olhos, não fossem ver com  os olhos, ouvir com os ouvidos, compreender com o coração e converter-se para Eu os curar». Quanto a vós, ditosos os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Em verdade vos digo. Muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram, e ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram».
     
    Explicação da parábola «Escutai, pois, a parábola do semeador. Quando, um homem ouve a palavra do reino e não compreende, chega o maligno e apodera-se do que foi semeado no seu coração. Este é o que recebeu a semente à beira do caminho. Aquele que recebeu a semente em sítios pedregosos, é o que ouve a palavra, e a acolhe, de momento, com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, é inconstante: Se vier a tribulação ou a perseguição por causa da palavra, sucumbe logo. Aquele que recebeu a semente entre espinhos, é o que ouve a palavra; mas os cuidados deste mundo e a sedução da riqueza sufocam a palavra, que assim não produz fruto. E aquele que recebeu a semente em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende: Esse dá fruto e produz ora cem, ora sessenta, ora trinta».
     
    Parábola do joio «Propôs-lhe outra parábola: «O reino dos céus é comparável a um homem que semeou boa semente no seu campo. Ora, enquanto dormiam os homens, veio o inimigo semeou joio no meio do trigo, e afastou-se. Quando a haste cresceu e deu fruto, apareceu também o joio. os servos do dono da casa foram ter com ele e disseram-Lhe: «Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio?» «Foi algum inimigo meu que fez isto» – respondeu ele. Disseram-lhe os servos: «Queres que vamos arrancá-lo?» «Não, disse ele, não suceda que, ao apanhardes o joio, arranqueis o trigo ao mesmo tempo. Deixai um e outro crescer juntamente, até à ceifa; e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em feixes para ser queimado; e recolhei o trigo no meu celeiro».
     
    O grão de mostarda - O fermento Propôs-lhe outra parábola. «O reino dos céus é semelhante, a um grão de mostarda, que um homem tomou e semeou no seu campo. É a mais pequena de todas as sementes, mas, depois de crescer, torna-se a maior planta do horto, e transforma-se numa árvore, a ponto de virem as aves do céu abrigar-se nos seus ramos». Disse-lhes outra parábola: «O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até que tudo esteja fermentado».
     
    Duas razões para falar em parábolas – Tudo isto disse Jesus, em parábolas, à multidão, e nada lhes dizia sem ser em parábolas, à multidão, e nada lhes dizia sem ser em parábolas. Deste modo cumpria-se o que fora anunciado pela profeta: «Abrirei a minha boca em parábolas e proclamarei coisas ocultas desde a criação do mundo».
     
    Explicação da parábola do joioAfastando-Se, então, das multidões, foi para casa e os Seus discípulos, aproximando-se d’Ele, disseram-lhe: «Explica a parábola do joio no campo». Ele, respondendo, disse-lhes: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo, a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno, e o inimigo que a semeou é o diabo. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os anjos. Assim, pois, como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: «O Filho do Homem enviará os Seus Anjos que hão-de tirar do Seu reino todos os escandalosos e todos quantos praticam a iniquidade, e lançá-los-ão na fornalha ardente; ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o Sol, no reino de seu Pai. Aquele que tem ouvidos, que ouça!».
     
    O tesouro e a pérola – «O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem encontra, mas torna a esconder. Cheio de alegria, vai, vende tudo o que possui, e compra o campo. O reino dos céus é também semelhante a um negociante que busca boas pérolas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, vende tudo quanto possui e compra a pérola».
     
    A rede – «O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, apanha toda a espécie de peixes. Logo que ela se enche, os pescadores puxam-na para a praia, sentam-se e escolhem os bons para as canastras e os ruins deitam-nos fora. Assim será no fim do mundo: Sairão os anjos e separarão os maus do meio dos justos e lançá-los-ão na fornalha ardente: Ali haverá choro e ranger de dentes».
     
    Conclusão – «Compreendestes tudo isso?» «Sim», responderam eles.- Disse-lhes então: «Por isso, todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira coisas novas e velhas do seu tesouro». Depois de terminar estas parábolas Jesus partiu dali.

    (continua em 9/1/2012)


    Transcrição de António Fonseca

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