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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

9 de Janeiro de 2012 - In memoriam - 108 anos depois

 

 

9-1-1904 a 19-3-1986

ARLINDO JOAQUIM PINTO DA FONSECA,

natural de Cinfães do Douro, onde nasceu em 9 de Janeiro de 1904 e que faleceu em 19 de Março de 1986. se hoje ainda fosse vivo, completaria 108 anos de idade.

Era um simples cidadão, trabalhou toda a vida, desde os 9 anos quando emigrou para o Porto, onde começou por ser ajudante numa padaria, depois de acabar a Instrução primária, Pouco depois, por volta dos anos 1912 a 1914, trabalhou em vários locais, aprendendo bem e depressa e a determinada altura, foi trabalhar para um escritório de advogados, onde esteve a trabalhar até aos 75 anos. Nesse escritório de advogados, aprendeu a escrever à máquina e trabalhava com um conceituado advogado (Dr. Morais de Almeida) e mais tarde, com o filho deste (que era mais ou menos da sua idade), que ainda foi mais famoso do que o pai, que entretanto já havia falecido. Este advogado, sabia praticamente de cor, todos os livros de Direito, pois havia-os lido quase todos, antes de se formar e começar a exercer a sua atividade e normalmente dizia ao empregado para procurar na biblioteca do escritório determinados livros dando a indicação exata dos nºs dos artigos, códigos, etc., de que necessitava, para qualquer causa de que estivesse a tratar no momento, no escritório ou no Tribunal. Era um indivíduo sumamente inteligente e leitor compulsivo de todas as leis que iam saindo, de tal modo, que devido à sua sapiência, nos anos de 1950/60, teve que ser internado na Suíça, onde esteve alguns anos, para ser tratado a problemas do foro mental, sem resultados favoráveis. Acabou por ter de voltar para casa onde faleceu na década de 60, após se ter delapidado a sua fortuna, e, bem assim, grande parte da fortuna de sua mulher –. que não sei se ainda é viva, - com os tratamentos a que foi submetido no estrangeiro e em Portugal, durante longos anos.

Meu Pai, - que é dele que se trata afinal, - tinha casado aos 25 anos (em 1929) com minha mãe que se chamava Regina, tendo ido morar para Rio Tinto, primeiro nu lugar da Campainha (creio eu) e depois na Rua de Medancelhe, onde ainda hoje vive a minha irmã mais nova. Minha mãe teve 8 filhos, mas dois morreram à nascença e outro que seria mais velho do que eu, parece que sobreviveu ainda alguns meses. Entretanto havia nascido em 1935 a minha irmã Maria Regina; em 1940 nasci eu; em 1943 nasceu meu irmão Fernando; em 1948 nasceu minha irmã Arminda e depois em 1952 (já não esperávamos…) nasceu meu irmão Luís Francisco, que faleceu de acidente vascular ou coisa parecida, quando estava na Guarda Nacional Republicana (antiga Brigada de Trânsito) em 1980 com 28 anos incompletos.

Por volta dos seus 18 ou 19 anos, foi fundado o Corpo Nacional de Escutas (CNE) e meu pai com alguns colegas da mesma idade ou aproximada, envolveram-se entusiasticamente nessa Associação, sendo considerado por muitos e por mim, principalmente, um dos fundadores do Escutismo na Região do Porto. Fundou vários Agrupamentos na cidade do Porto e nos arredores, nomeadamente em Rio Tinto, participou em inúmeras caminhadas e em todos os Acampamentos de Agrupamentos, Regionais e Nacionais. Com muita pena sua e também porque os tempos eram muito difíceis, só não pôde ir a Jamborees realizados fora do País, porquanto apenas ele trabalhava, para sustentar esta família que chegou a ser formada por sete pessoas (meus pais e cinco filhos, todos menores). No entanto, não esmoreceu nunca o seu entusiasmo pelo Escutismo, tendo levado todos os filhos para essa atividade. Primeiro minha irmã mais velha, que chegou a ser Chefe de Alcateia, no Grupo 10, sito no Bonfim. A seguir fui eu (com 6 anos apenas) fui integrado na referida Alcateia, como Lobito, onde percorri os escalões de sub-guia e guia de Bando (de Lobitos); depois fui Explorador, onde também fui sub-guia e guia de patrulha (patrulha Lobo). Mais tarde, ao atingir a idade de 16 anos, transferi-me por opção para o grupo de Campanhã, onde fui Caminheiro e Guia de Clã e finalmente na minha maioridade, que nessa altura, era aos 20 anos (creio eu) fui refundar o Agrupamento de Águas Santas, que estava paralisado por falta de Chefes, onde até 1962 exerci as funções de Chefe de Agrupamento. Meu irmão Fernando, também foi Lobito e Explorador no Bonfim. A Arminda foi Pioneira em Rio Tinto, assim como meu irmão Luís também andou por lá algum tempo.

Entretanto meu pai, conhecido como CHEFE ARLINDO ou VELHO LOBO DO NORTE – enquanto eu era o LOBO DO NORTE … -  não só no meio escutista, mas até fora dele, sofreu diversos dissabores, na Região do Porto, nomeadamente por parte de alguns dirigentes que na altura mandavam na Junta Regional do Porto, que o desrespeitaram muitíssimo; inclusive alguns desses dirigentes (que já cá não estão, felizmente..) tiveram o topete de o insultar, proibindo-o até de exercer as funções de dirigente de Agrupamento, nomeadamente o de Rio Tinto, que aliás tinha sido o primeiro por ele fundado. Mau grado, essas tribulações, que a mim pessoalmente, envergonhavam porque estive presente quando tal sucedeu, não esfriaram o seu entusiasmo, e fez questão de que quando morresse lhe vestissem a farda de Escuta (que sempre foi) e com o Rosário na mão.

O Escutismo foi para ele a sua meta; em tudo que ali fez, empregou todo o seu saber, entusiasmo, alegria e contagiava todos os que o rodeavam, com as canções que cantava e fazia cantar; sabia-as todas na ponta da língua e quando era preciso falar perante fosse quem fosse, fazia-o sem se preocupar com as críticas que alguns (… os já acima citados…) pejorativamente lhe manifestavam. Nunca odiou ninguém, pelo contrário, sempre os ajudou a manter viva a chama do Escutismo que nele ardia com muita intensidade. Morreu perdoando a todos e uma hora antes de falecer, no Hospital de S. João, ao fim de oito dias de internamento, quando lhe perguntei se já tinha falado com o Confessor, ele disse-me que não me preocupasse porque já o tinha feito e estava completamente em paz com os Homens e com Deus e só esperava a chamada final

Adeus meu querido Pai e até quando Deus quiser.

Pai Nosso e Ave Maria. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre. Ámen.

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Post colocado em 9/1/2012, às 15,36 Horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1159-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 9 DE JANEIRO DE 2012


Nº 1159-2ª Página

(Continuação (13)

LIVRO QUARTO
 
O REINO TORNA-SE IGREJA
 
SEGUNDA VISITA A NAZARÉ Chegado à Sua terra, ensinava na sinagoga de modo, que todos se enchiam de assombro e diziam: «De onde Lhe vem esta sabedoria e o poder de fazer milagres? Não é Ele o filho do carpinteiro? Não se chama Sua mãe Maria e Seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Suas irmãs não estão todas entre nós? De onde Lhe vem, pois, tudo isto?» E estavam escandalizados com Ele. Mas Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua pátria e em sua casa». E não fez ali muitos milagres por causa da falta de fé daquela gente.
 
14 – Execução do Baptista Por aquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos de Herodes, o tetrarca,  e ele disse aos seus cortesãos: «Esse homem é João Baptista! Ressuscitou dos mortos, e, por isso, tais poderes miraculosos se manifestam n’Ele». Herodes, com efeito, depois de prender João, algemara-o e metera-o na prisão, por causa de Herodíade, mulher de Filipe, seu irmão, pois João dizia-lhe: «Não a podes ter contigo». Quisera mesmo dar-lhe a morte, mas teve medo do povo, que o considerava um  profeta. Ora, quando Herodes festejou o seu aniversário, a filha de Herodíade dançou em público e agradou a Herodes, pelo que se comprometeu, sob juramento, a dar-lhe o que ela lhe pedisse. Induzida pela mãe, respondeu: «Dá-me, aqui, num prato, a cabeça de João Baptista». O rei ficou penalizado, mas, devido ao juramento e aos convidados, ordenou quer lha trouxessem e mandou decapitar João Baptista na prisão. Trouxeram num prato a cabeça e deram-na à jovem, que a levou á mãe. Os discípulos de João vieram buscar o cadáver e sepultaram-no: depois foram dar a notícia a Jesus.
 
Jesus alimenta a multidão  Jesus, quando isto ouviu, retirou-Se dali numa barca, para um lugar solitário e afastado; mas o povo, quando soube disto, seguiu-O a pé, desde as cidades. Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, e possuído de grande compaixão por ela, curou os seus enfermos. Ao entardecer, os discípulos abeiraram-se d’Ele e disseram-Lhe: «Este sítio é deserto e a hora já é avançada; manda embora toda esta gente para ir às povoações comorar alimento». Mas Jesus disse-lhes: «Não é preciso que vão; dai-lhes vós de comer». «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes», responderam. «Trazei-mos cá», disse Ele. E, depois de ordenar à multidão que se sentasse na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu e pronunciou a bênção; partiu, depois, os pães e deu-os aos seus discípulos, e estes à multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e com o que sobejou encheram doze cestos! Ora, os que comeram eram uns cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.
 
Jesus caminha sobre as ondas Depois, Jesus, obrigou os discípulos a embarcar e a ir adiante para a outra margem, enquanto despedia as turbas. E, logo que as despediu, subiu a um monte para rezar na solidão. E, chegada a noite, estava ali só. A barca ia já no meio do mar, açoitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Ao verem-n’O caminhar sobre o mar, os discípulos assustaram-se, dizendo: «É um fantasma!» E gritaram. No mesmo instante, Jesus falou-lhes, dizendo: «Tranquilizai-vos, sou Eu; não temais». Pedro respondeu-Lhe: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem», disse-lhe Jesus. E Pedro, descendo da barca, caminhou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento, teve medo e, começando a ir ao fundo, gritou: «Salva-me, Senhor!» Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?» E quando entraram na barca, o vento amainou. Os que se encontravam na barca prostraram-se diante de Jesus, dizendo: «És realmente o Filho de Deus!»
 
Sumário: Resumo da atividade de Jesus Após a travessia, pisaram terra em Genesaré. Ao reconhecerem-n’O, os habitantes daquele lugar espalharam a notícia por toda aquela região. Trouxeram-Lhe, então todos os doentes, suplicando-Lhe que, ao menos, os deixasse tocar na orla da Sua capa. E todo aqueles que a tocaram, ficaram completamente curados.
 

(continua em 10/1/2012)


Transcrição de António Fonseca

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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
 
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email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1159-1ª Página - (9-2012) - 9 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 

 

NOTA DE AUTOR:

A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de ADRIANO DE CANTUÁRIA (ou CANTERBURY), Santo e FORTUNATO, O FILÓSOFO, SantoEstrela

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1159 – 1ª Página - 2012

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4-1-12

Feliz Ano de 2012

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ADRIANO DE CANTUÁRIA (ou CANTERBURY), Santo

Adrián (Adriano) de Canterbury, Santo

Adrián (Adriano) de Canterbury, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Canterbury, em Inglaterra, santo Adriano, abade, o qual, nascido em África, chegou a Inglaterra desde a cidade de Nápoles, da Campânia, e muito preparado em ciências eclesiásticas e civis, educou egregiamente a grande número de discípulos (710). Etimologia: Adrián = Adriano = Aquele que vem do mar, é de origem latino. Santo Adrián havia nascido em África. Era abade de Nérida, perto de Nápoles, quando o Papa São Vitaliano, à morte de Santo Adeodato, arcebispo de Canterbury, o escolheu por sua ciência e virtude para instruir a nação inglesa, ainda jovem na fé. O humilde servo de Deus tratou de declinar a eleição, recomendando a São Teodoro para o cargo, mas mostrou-se disposto a compartilhar os trabalhos da missão. O Papa acedeu a suas súplicas e o nomeou assistente e conselheiro do novo bispo, no qual Santo Adriano conveio gostosamente. São Teodoro o nomeou abade do mosteiro de São Pedro e São Paulo de Canterbury, que mais tarde havia de chamar-se Santo Agostinho, onde nosso santo ensinou o grego, o latim, a ciência dos Padres e, sobretudo, a virtude. Sob Adrián e Teodoro, a influência da escola monástica de Canterbury se estendeu enormemente. Santo Aldelmo acudiu a ela desde Wessex, Oftforo desde Whitby, e outros estudantes desde Irlanda. Era uma escola de Direito Romano e de Ciências eclesiásticas. Santo Beda refere que os discípulos de Santo Adrián conheciam bastante bem o grego e falavam o latim como o inglês. Santo Adrián ilustrou o país com sua doutrina e o exemplo de sua vida, durante trinta e nove anos. Morreu em 9 de Janeiro do ano 710. Goscelino de Canterbury nos deixou uma narração muito interessante da descoberta dos restos de Santo Adrián, que se achavam incorruptos e despediam uma suave fragrância. As recentes escavações confirmam este relato. O túmulo de Santo Adrián se fez famosa pelos milagres nele operados, segundo nos diz Goscelino, citado por Guillermo de Malmesbury.

COMPLEMENTO

Adriano começou a sua vida religiosa no mosteiro beneditino em Nerida, perto de Nápoles, na Itália. Ele estava muito contente com a vida simples e religiosa que levava como monge, porém a sua grande inteligência rapidamente o colocou em evidência e, em muito pouco tempo, foi nomeado Abade. Alguns anos mais tarde, o Arcebispo de Canterbury faleceu, e o Papa Vitaliano escolheu Adriano para ocupar o prestigioso cargo. No entanto, como era um homem muito humilde, Adriano recusou-se a aceitar o cargo. Em lugar dele, Adriano sugeriu o nome de Teodoro de Tarso que, segundo ele, poderia ser mais qualificado para esta posição elevada dentro da hierarquia eclesiástica. O Papa decidiu nomear Teodoro, porém também pediu a Adriano para ser o seu conselheiro. O santo concordou e os dois homens partiram para Inglaterra. No entanto, esta viagem durou muitos anos. Suspeitando que Teodoro apoiasse o Imperador bizantino que desejava conquistar o poder no ocidente, eles foram presos em França. Apesar de Adriano não ser considerado suspeito, também foi preso. Três anos mais tarde, Adriano e Teodoro foram colocados em liberdade. Quando finalmente chegaram a Inglaterra, Adriano foi nomeado Abade do Mosteiro de São Pedro e São Paulo, situado perto de Canterbury. Ele também acompanhou Teodoro nas suas viagens por toda a Inglaterra, durante as quais eles tentavam fazer com que as igrejas locais operassem em conformidade com Roma.

A escola de Canterbury – Entretanto, o Santo conseguiu fundar uma escola em Canterbury, onde ensinou grego, latim, Escrituras, teologia e direito romano. Estudantes de toda a Europa e Irlanda, inclusive muitos futuros Abades e Bispos, estudaram ali. Em 710 Adriano faleceu. Foi enterrado no seu mosteiro.

NO SEU RASTO

Adriano sentia-se muito feliz com a vida que levava no mosteiro em Nerida, e se não tivesse sido pela intervenção do papa, ele provavelmente teria permanecido ali. No entanto, a sua presença era necessária noutros sítios e ele sabia que a sua relação com Deus poderia florescer onde quer que ele estivesse. Mais de 12 séculos depois, Carlo Carretto, um filósofo católico italiano, compartilhava os mesmos sentimentos de Adriano e acreditava que:

* As pessoas devem reservar um lugar nas suas vidas que lhes ofereça a tranquilidade para poderem ouvir a Palavra de Deus.

* É possível viver uma vida contemplativa no meio deste mundo. O desafio do Evangelho é aquele de transformar o amor de deus num “oásis” em qualquer “deserto” em que nos encontremos.

Tal como Adriano e Carretto sabiam, fazer com que Deus permaneça nas nossas vidas não precisa de ser necessariamente complicado. O importante é fazer com que Deus seja uma prioridade nas nossas vidas. Ele está em todo o lado e deseja participar em tudo aquilo que nós fazemos.

ORAÇÃO

Venerado Pai que estás no Céu, junto do Teu único Filho, Jesus Cristo, que nos redimiu, e do Espírito Santo, que Cristo enviou para nos guiar, Tu és o único e verdadeiro Deus, a santíssima Trindade. Nós rezamos para que a unidade da Tua Divindade seja mais uma vez reflectida na Tua Igreja. Faz com que todos nós cristãos sejamos capazes de nos unir para podermos pôr de lado as nossas diferenças e adorar-Te juntos em tempos futuros como membros de uma Igreja unida. Ámen.

No período de vida de Santo Adriano (século VII-VIII), decorria: o reinado de Huang-Tsung na China (712-756); o reinado do Papa Vitaliano (657-672); a Fundação da Abadia de Gloucester (681); e, o Período de Tchouuen-Khi drama heroico chinês (720).

92880 > Sant' Adriano di Canterbury Abate 9 gennaio MR

Ascolta da RadioRai:

FORTUNATO, O FILÓSOFO, Santo

Pouco se sabe sobre a vida de Fortunato, o Filósofo. É muitas vezes confundido com Venâncio Fortunato. Ambos os Santos viveram em Itália durante o século VI e ambos foram escritores, apesar de Venâncio Fortunato ter sido poeta. Fortunato, o Filósofo, foi um Bispo expulso da sua diocese, na Itália do Norte, pelos lombardos. Anteriormente conhecidos como “langobards” (que significa “barbas longas”), esta tribo germânica teve a sua origem no sul da Suécia. Os lombardos tinham-se vindo a instalar em Itália ao longo de 400 anos. No século VI, já tinham estabelecido a lei germânica no país e integraram-se completamente. Uma parte da Itália do norte tornou-se conhecida como Lombardia, nome que ainda mantém.

Disputas papais – Os lombardos envolviam-se frequentemente em disputas políticas com o Papa, razão pelo qual o papa pediu ajuda militar aos francos, que disputavam aos lombardos o domínio de partes do sul de Itália. Apesar do Bispo Germano de Paris ter Fortunato em alta consideração, este não conseguiu manter a sua posição como Bispo. O poder dos lombardos era muito grande e Germano não conseguiu convencê-los. A confusão entre os dois Santos deve-se provavelmente ao facto de Venâncio Fortunato ter escrito poemas em louvor da vida de Germano. Contudo, Fortunato o Filósofo faleceu por volta do ano 569, cerca de 7 anos antes da morte de Germano.

NO SEU RASTO

Apesar de Fortunato ter sido obrigado a abandonar o seu cargo como Bispo, continuou a ter o apoio e o respeito do Bispo Germano. Adolfo Pérez Esquível, o defensor argentino dos direitos humanos, ganhou reconhecimento internacional apesar de ter sido injustamente encarcerado em 1977. Pérez Esquível foi secretário-geral do Serviço de Paz e Justiça, uma rede de ativistas dos direitos humanos na América Latina, uma das suas principais preocupações era os milhares de pessoas que desapareceram durante a violência política na Argentina, na década de 1970. Pérez Esquível defendeu:

* O respeito pelos direitos humanos baseado nos princípios cristãos.

* A filosofia não violenta de Gandhi.

Em 1977, o governo militar argentino prendeu-o quando pedia um passaporte. Esteve preso sem culpa formada durante 14 meses e depois ficou sujeito a prisão domiciliária durante mais de um ano. Em 1980, Pérez Esquível recebeu o Prémio Nobel da Paz, demonstrando que um único paladino da justiça pode ser mais poderoso do que toda uma cidade silenciosa.

Durante o período de Vida de São Fortunato (século VI), ocorreram os seguintes factos: Alexandre de Trulles escreve livros sobre medicina (575); Os guptas inventaram o sistema decimal (520); Os Maias conquistaram a cidade de Tikai (562); e, a varíola espalha-se na China ao sul da Europa (600).

SANTO ANDRÉ CORSINI

Confessor (1302-1373)

A família dos Corsini era uma das principais de Florença no século XIV. Nicolau Corsini e Peregrina, sua esposa, viveram muito tempo sem filhos: depois de muito rezar, obrigaram-se com voto a consagrar ao senhor aquele que lhes concedesse. A 30 de Novembro de 1302 nasceu-lhes um filho, a que deram o nome de André. Mas este, apesar dos cuidados dos pais, caiu na libertinagem, não pensou senão em divertir-se, sem se ocupar com salvar-se. Peregrina, sua santa mãe, não parava de chorar e de pedir pela conversão dele. Tinha uns 15 anos quando um dia ela lhe disse na amargura da sua alma: “Bem vejo que tu és esse lobo que me foi mostrado em sonhos”. E perguntando-lhe André, cheio de surpresa, o sentido dessas palavras, ela continuou: “Quando eu te trazia no seio, sonhei que daria à luz um lobo, mas que esse lobo, tendo entrado numa igreja, se mudava em cordeiro. O teu pai e eu consagramos-te a Deus e esperamos de ti uma bem diferente maneira de viver”. Estas palavras fizeram em André a mais viva impressão; pensou nelas toda a noite. No dia seguinte, entrou cedo na igreja dos carmelitas, rezou muito tempo diante da imagem de Maria, honrada com o título de Nossa Senhora do Povo, e, sem voltar sequer à casa dos pais, foi pedir ao provincial dos carmelitas que aceitasse admiti-lo entre os seus religiosos. Admitido a vestir o hábito em 1318, fez o noviciado, resistiu corajosamente às solicitações dum tio que desejava vê-lo regressar ao mundo, e pronunciou os votos a 6 de janeiro de 1321. Desde então, redobrou de fervor na prática das virtudes, em particular da humildade; a sua alegria estava em servir os pobres e os doentes, em trabalhar na cozinha e em ir mendigar pelas ruas. Praticava em tudo a obediência, e entregava-se cuidadosamente ao estudo e à oração. Fez rápidos progressos no conhecimento das ciências sagradas. Ordenado sacerdote em 1328, levou a que seus pais pasmassem, indo ele celebrar a Missa Nova num conventinho a sete milhas de Florença, isto para evitar qualquer solenidade exterior que lhe perturbasse o recolhimento e a devoção. Pregou algum tempo em Florença e depois, por ordem dos superiores, dirigiu-se a Paris, a fim de se aperfeiçoar no conhecimento da teologia. No regresso, passou por Avinhão, onde encontrou o seu parente Pedro Corsini, bispo de Volterra, criado mais tarde cardeal pelo papa Urbano V. Passou alguns dias com este prelado e, no intervalo, deu a vista a um cego que pedia esmola à porta duma igreja. Regressando a Florença, foi prior do convento desta cidade. Deus honrou-o com o dom dos milagres e das profecias; os frutos de edificação e de zelo que lhe seguiam os sermões fizeram que fosse considerado o segundo apóstolo da região. Entre os milagres e conversões que realizou, conta-se a volta a Deus de seu primo João Corsini, a quem libertou duma úlcera no pescoço. Vindo a morrer o bispo de Fiésole, vila a uma légua de Florença, o clero, de comum acordo, elegeu em seu lugar o Rev. Padre André. Este, informado da sua eleição, foi-se esconder na cartuxa de Florença. Perdia-se a esperança de o descobrir e pensava-se já fazer segunda eleição, quando uma criança de três anos se apresentou no meio da assembleia dos eleitores e disse: “Deus escolheu André para bispo; está em oração na cartuxa, é lá que o encontrareis”. Ao mesmo tempo, outra criança aparecia ao Padre André para lhe dizer: “Não temas, serei o teu guarda, Maria será em toda a parte a tua ajuda e a tua protetora”. Então o santo religioso foi ao encontro dos que o procuravam. Foi sagrado bispo no começo do ano de 1360. Nada diminuiu nas suas austeridades, usava um cilício e um cinto de ferro; cada dia, após rezar os sete salmos penitenciais, tomava a disciplina até ao sangue rezando as ladainhas. A sua cama era constituída por ramas de videira. Não dava nenhum momento do dia ao recreio, para nada tirar à meditação e à leitura dos Livros Sagrados. Às mulheres falava o menos possível e recusava-se a dar ouvidos aos lisonjeiros. Toda a vida teve um coração compadecido pelas misérias do próximo; mandou fazer a lista dos pobres envergonhados para os ajudar. Na quinta-feira de cada semana, lavava os pés aos pobres que recebia; um dia apareceu um, que recusou este serviço por ter as pernas cobertas de úlceras; André insistiu e, mal tinha acabado o seu trabalho, o homem sentiu-se completamente curado. André assinalava-se em restabelecer as amizades e acalmar as discussões. Urbano V mandou-o como núncio a Bolonha com a missão de restabelecer lá a paz perturbada pelas facções. André conseguiu tudo e encheu a cidade de alegria. Cuidou também de reparar os templos materiais; mandou restaurar a sua catedral, que ameaçava ruína Por fim, tocou para ele a hora da paga. Na noite de Natal, quando celebrava a missa, a Santíssima Virgem apareceu-lhe e anunciou-lhe que no dia de Reis deixaria este mundo para entrar no céu. No dia seguinte, atacou-o a febre, e pôs em ordem os seus assuntos. Na festa da Epifania mandou que lhe trouxessem o saltério rezou com os presentes os símbolos dos Apóstolos, de Niceia e de Santo Atanásio, pronunciou o primeiro versículo do Nunc dimittis, e entregou serenamente a sua alma a Deus (6 de Janeiro de 1373). O corpo de André, tirado secretamente de Fiésole, foi transportado para Florença, para uma esplêndida capela da igreja dos Carmelitas. Os florentinos sentiram muitas vezes os efeitos da sua eficaz proteção . O processo de canonização principiou no tempo de Eugénio IV e terminou em 1629 com Urbano VIII. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuítas.pt. Ascolta da RadioVaticana:  Ascolta da RadioMaria:

MARCIANA, Santa

Virgem, mártir (303)

Era virgem consagrada a Deus, que se entristecia e exasperava com a vista dos ídolos. Passando um dia por uma estátua de Diana na praça principal de Cesareia da Mauritânia (Argélia), não pôde resistir a cortar-lhe a cabeça; isto valeu-lhe ser condenada às feras. Os espectadores do teatro admiraram-lhe a coragem. Veio um leão, farejou-a e afastou-se; um touro selvagem espetou-lhe as pontas no peito e lançou-a por terra; veio por último um leopardo que a fez em pedaços e lhe bebeu o sangue. Isto pelo ano de 303. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Santa Ágata e Santa Teresa Yi Kim, mártires

Em Seul, uma cidade da Coreia, santas mártires Agatha, virgem, cujos pais também morreram mártires, e Yi Kim Teresa, viúva, que, enquanto estavam presas, foram agredidas primeiro e depois decapitadas (1840).

36755 > Sante Agata Yi e Teresa Kim Martiri 9 gennaio MR

Alexia (Alicia) le Clerc (María Teresa de Jesus), Beata

Janeiro 9 - Virgem e Co-fundadora

Alexia (Alicia) le Clerc (María Teresa de Jesús), Beata

Alexia (Alicia) le Clerc (María Teresa de Jesus), Beata

Martirológio Romano: Na cidade de Nancy, em França, beata María Teresa de Jesus (Alexia) Le Clerc, virgem, que, junto com são Pedro Fourier, fundou a Congregação de Canonesas Regulares de Nossa Senhora, sob a Regra de santo Agostinho, para a educação das jovens (1622). Nasceu em 2 de Fevereiro de 1576 em Remiremont (França), ducado de Lorena. Sua família ocupava uma posição destacada; mas é pouco o que sabemos da vida de Alexia até aos dezassete anos. A essa idade era uma jovem alta e formosa, ruiva, de constituição delicada, atrativa e inteligente; numa palavra, como o faz notar Mons. Francis Gonne, Alexia era uma jovem sumamente espiritual. Ela mesma, num de seus escritos, nos informa que se distinguia na música e na dança, que era muito popular e que tinha muitos admiradores. Alexia deixa entender que se desvanecia de tudo isto. Aos dezanove anos teve o primeiro dos sonhos que haviam de marcar sua vida. Se viu numa igreja, perto do altar; a seu lado se achava Nossa Senhora, vestida com um hábito religioso desconhecido, falando-lhe: "Vem, filha minha, que eu mesma vou dar-te as boas vindas", lhe dizia. Pouco depois, a família Le Clerc foi a habitar a Hymont. Aí encontrou Alexia a São Pedro Fourier, que era vigário de uma paróquia de Mattaincourt, nas cercanias. Um dia que assistia a missa nessa paróquia, Alexia ouviu um ruído de tambor e viu o demónio que fazia bailar aos jovens "ébrios de alegria". Nesse instante se operou a conversão de Alexia, que nos diz: "Aí mesmo resolvi não me misturar com semelhante companhia". Na Missa de Natal de 1597, Alexia Le Clerc, Ganthe André, Isabel e Juana de Louvroir se consagraram publicamente a Deus, fundando, sob a Regra de santo Agostinho, a Congregação de Canonesas Regulares de Nossa Senhora. Em 1621, Alexia obteve permissão de renunciar ao cargo de superiora local de Nancy, e entrou num curto período de extraordinária paz, que foi o prelúdio de sua morte. Estava enferma desde tempo atrás. Os médicos a declararam incurável, diagnóstico que desconsolou a toda a Nancy, desde o duque e a duquesa de Lorena até as colegiais e os mendigos. São Pedro Fournier acudiu a toda pressa a Nancy, mas não pôde penetrar na clausura, até que o bispo o autorizou a isso. A ouviu em confissão e a preparou para a passagem "da morte à vida". A beata se despediu solenemente da comunidade no dia da Epifania, exortando a suas religiosas ao amor e à união. O fim chegou em 9 de Janeiro, depois de uma longa agonia. A beata não havia cumprido ainda os quarenta e seis anos. O Papa Pio XII a beatificou em 4 de Maio de 1947.

92104 > Beata Alessia Le Clerc (Maria Teresa di Gesù) Cofondatrice 9 gennaio MR

Santo António Fatati, bispo

Em Ancona, na região Piceno (hoje Itália), Santo Anthony Fatati, Bispo, que em todas as missões confiadas ao Romano Pontífice se manteve cauteloso e equilibrado, austero para si próprio e generoso para com os pobres e necessitados (1484) .

36745 > Beato Antonio Fatati Vescovo 9 gennaio MR

• Eulógio de Córdoba, Santo
Memória Litúrgica,

Eulogio de Cordoba, Santo

Eulógio de Córdoba, Santo

Martirológio Romano: Memória litúrgica de santo Eulógio de Córdoba, presbítero e mártir, degolado por sua preclara confissão de Cristo, cujo martírio ocorreu em 11 de março (859). Etimologicamente: Eulógio = Aquele que fala bem. Dizem que Santo Eulógio é a maior gloria de Espanha no século nono. Viveu na cidade de Córdoba, que estava ocupada pelos muçulmanos ou maometanos, os quais somente permitiam ir à missa os que pagavam um imposto especial por cada vez que fossem ao templo, e castigavam com pena de morte a que se falasse em público de Jesus Cristo, fora do templo. Nasceu em 800 de uma família que se conservava ferventemente a fé católica no meio da apostasia geral quando a maioria dos católicos havia abandonado a fé por medo ao governo muçulmano. Este santo consegue renovar o fervor pela religião católica em sua cidade e arredores. Seu avô, que se chamava também Eulógio, ensinou-o desde pequeno a que cada vez que o relógio da torre dava as horas, dissesse uma pequena oração, por exemplo: "Meu Deus, vem em meu auxilio, Senhor, vem depressa socorrer-me". Teve por mestre um dos maiores sábios de seu tempo, o famoso Esperaindeo, o qual o formou muito bem em filosofia e outras ciências. Como companheiros de estudos teve Pablo Alvarez, que foi sempre seu grande amigo e escreveu mais tarde a vida de Santo Eulógio com todos os detalhes que logrou ir coleccionado. Seu biógrafo o descreve assim na sua juventude: "Era muito piedoso e muito mortificado. Sobressaía em todas as ciências, mas especialmente no conhecimento da Sagrada Escritura. Seu rosto se conservava sempre amável e alegre. Era tão humilde que quase nunca discutia e sempre se mostrava muito respeitoso com as opiniões dos outros, e o que não fosse contra a Lei de Deus ou a moral, não o contradizia jamais. Seu trato era tão agradável que ganhava a simpatia de todos os que lidavam com ele. Seu descanso preferido era ir a visitar templos, casas de religiosos e hospitais. Os monges tinham-lhe tão grande estima que o chamavam como consultor quando tinham que redigir os Regulamentos de seus conventos. Isto lhe deu ocasião de visitar e conhecer muito bem um grande número de casas religiosas em Espanha". Ordenado de sacerdote se fue a trabajar con un grupo de sacerdotes y pronto empezó a sobresalir por su gran elocuencia al predicar, y por el buen ejemplo de su santa conducta. Dice su biógrafo: "Su mayor afán era tratar de agradar cada día más y más a Dios y dominar las pasiones de su cuerpo". Decía confidencialmente: "Tengo miedo a mis malas obras. Mis pecados me atormentan. Veo su monstruosidad. Medito frecuentemente en el juicio que me espera, y me siento merecedor de fuertes castigos. Apenas me atrevo a mirar el cielo, abrumado por el peso de mi conciencia". Eulogio era un gran lector y por todas partes iba buscando y consiguiendo nuevos libros para leer él y prestar a sus amigos. Logró obtener las obras de San Agustín y de varios otros grandes sabios de la antigüedad (cosa que era dificilísimo en esos tiempos en que los libros se copiaban a mano, y casi nadie sabía leer ni escribir) y nunca se guardaba para él solo los conocimientos que adquiría. Trataba de hacerlos llegar al mayor número posible de amigos y discípulos. Todos los creyentes de Córdoba, especialmente sacerdotes y religiosos se fueron reuniendo alrededor de Eulogio. En el año 850 estalló la persecución contra los católicos de Córdoba. El gobierno musulmán mandó asesinar a un sacerdote y luego a un comerciante católico. Los creyentes más fervorosos se presentaron ante el alcalde de la ciudad para protestar por estas injusticias, y declarar que reconocían como jefe de su religión a Jesucristo y no a Mahoma. Enseguida los mandaron torturar y los hicieron degollar. Murieron jóvenes y viejos, en gran número. Algunos católicos que en otro tiempo habían renegado de la fe por temor, ahora repararon su falta de valor y se presentaron ante los perseguidores y murieron mártires. Algunos más flojos decían que no había que proclamar en público las creencias, pero San Eulogio se puso al frente de los más fervorosos y escribió un libro titulado "Memorial de los mártires", en el cual narra y elogia Eulogio de Córdoba, Santo con entusiasmo el martirio de Eulogio de Córdoba, Santo los que murieron por proclamar su fe en Jesucristo. A dos jóvenes católicas las llevaron a la cárcel y las amenazaron con terribles deshonras si no renegaban de su fe. Las dos estaban muy desanimadas. Lo supo San Eulogio y compuso para ellas un precioso librito: "Documento martirial", y les aseguró que el Espíritu Santo les concedería un valor que ellas nunca habían imaginado tener y que no les permitiría perder su honor. Las dos jóvenes proclamaron valientemente su fe en Jesucristo y le escribieron al santo que en el cielo rogarían por él y por los católicos de Córdoba para que no desmayaran de su fe. Fueron martirizada y pasaron gloriosamente de esta vida a la eternidad feliz. El gobierno musulmán mandó a Eulogio a la cárcel y él aprovechó esos meses para dedicarse a meditar, rezar y estudiar. Al fin logra salir de la cárcel, pero encuentra que el gobierno ha destruido los templos, ha acabado con la escuela donde él enseñaba y que sigue persiguiendo a los que creen en Jesús. Eulogio tiene que pasar diez años huyendo de sitio en sitio, por la ciudad y por los campos. Pero va recogiendo los datos de los cristianos que van siendo martirizados y los va publicando, en su "Memorial de los mártires". En el año 858 murió el Arzobispo de Toledo y los sacerdotes y los fieles eligieron a Eulogio para ser el nuevo Arzobispo. Pero el gobierno se opuso. Algo más glorioso le esperaba en seguida: el martirio. Había en Córdoba una joven llamada Lucrecia, hija de mahometanos, que deseaba vivir como católica, pero la ley se lo prohibía y quería hacerla vivir como musulmana. Entonces ella huyó de su casa y ayudada por Eulogio se refugió en casa de católicos. Pero la policía descubrió dónde estaba y el juez decretó pena de muerte para ella y para Eulogio. Llevado nuestro santo al más alto tribunal de la ciudad, uno de los fiscales le dijo: "Que el pueblo ignorante se deje matar por proclamar su fe, lo comprendemos. Pero Tú, el más sabio y apreciado de todos los cristianos de la ciudad, no debes ira sí a la muerte. Te aconsejo que te retractes de tu religión, y así salvarás tu vida". A lo cual Eulogio respondió: "Ah, si supieses los inmensos premios que nos esperan a los que proclamamos nuestra fe en Cristo, no sólo no me dirías que debo dejar mi religión, sino que tu dejarías a Mahoma y empezarías a creer en Jesús. Yo proclamo aquí solemnemente que hasta el último momento quiero ser amador y adorador de Nuestro Señor Jesucristo". Un soldado le abofeteó la mejilla derecha y nuestro santo le presentó la mejilla izquierda y fue nuevamente abofeteado. Luego lo llevaron al lugar de suplicio y le cortaron la cabeza. Poco después martirizaron también a Santa Lucrecia. San Eulogio: ¡Consíguenos un gran entusiasmo por nuestra religión!.

Santo Eustratius "Taumaturgo", Abade

No Monte Olimpo, na Bitínia (atual Turquia), Santo Eustratius, apelidado "Taumaturgo”, abade de Abgar (século IX).

36720 > Sant' Eustrazio Abate 9 gennaio MR

São Felan, abade

Na Escócia, São Felan, abade do mosteiro de Santo André, notável por sua vida austera e por ter vivido na solidão (c. 710).

93487 > San Fillano Abate 9 gennaio MR

Santo Honoré de Buzançais, secular

Em Thenezay na região de Poitiers, Aquitânia (atual França), Saint Honore de Buzançais, que, como concessionário, dividia seu dinheiro entre os pobres e foi morto por ladrões que repreendeu (1250).

36730 > Sant' Onorato di Buzançais 9 gennaio MR

Beato José Pawlowski e Casimiro Grelewski,

presbíteros e mártires

No campo de concentração de Dachau, perto de Munique, Baviera, Alemanha, beato José Pawlowski e Casimiro Grelewski, presbíteros e mártires, por ser invadida a Polónia durante a guerra foram deportados, e consumaram o seu martírio por enforcamento (1942) .

36760 > Beati Giuseppe Pawlowski e Casimiro Grelewski Sacerdoti e martiri 9 gennaio MR

Júlia de la Rena de Certaldo, Beata

Reclusa Agostinha

Julia de la Rena de Certaldo, Beata

Rena Júlia de Certaldo, Beata

Martirológio Romano: Em Certaldo, lugar da Toscana (hoje Itália), beata Júlia de la Rena, da Terceira Ordem de Santo Agostinho, que permaneceu encerrada numa pequena cela junto à igreja, em que viveu só para Deus (1367). Etimologia: Júlia = Nascida no sétimo mês. É de origem latina. Nasce em Toscana (Itália), não distante de Certaldo, em torno ao ano 1320, de pais de nobres vindos a menos. Órfã em sua juventude, passa ao serviço da família Tinolfi, na vizinha cidade de Florença. Após entrar em contacto com os agostinhos e conhecida sua espiritualizar, sem contar vinte anos de idade, solicita e recebe o hábito de agostinha secular. Sentindo-se chamada a uma forma de vida mais radical e austera, em plena flor de sua existência, decide abandonar a cidade e recolher-se num lugar solitário. Volta a Certaldo se aloja num pequeno local contíguo à igreja agostiniana de São Miguel e Santiago, no qual fez abrir duas minúsculas janelas, uma que dava para a igreja para poder assistir às sagradas funções, e a outra para o exterior, por onde receber o alimento que a piedade popular pudesse proporcionar-lhe. E uma vez colocado sobre a parede um grande crucifixo, com solenidade e em presença de numeroso público entre devoto e incrédulo, desde o exterior um mestre pedreiro tapou a entrada. Desde este momento nunca sairá de sua pequena reclusão. Como uma emparedada, viverá segregada do mundo por um período de aproximadamente trinta anos, percorrendo até ao fundo o longo caminho da ascética e da mística. Penitência e oração foram suas ocupações quotidianas. De sua manutenção se encarregavam os habitantes de Certaldo e seus arredores. Tradições populares referem que até os meninos, privando-se de alimentos e guloseimas, corriam em sua ajuda levando-lhe algo de comer, e que Júlia, agradecida e sorridente, em troca, até no inverno os obsequiava com flores frescas. Nada mais se sabe desta intrépida mulher, a não ser a grande veneração para com ela de seus concidadãos por semelhante vida de piedade vivida ante seus próprios olhos. Júlia morre em torno a 1370. Seu culto se iniciou imediatamente depois de sua morte, pois já em 1372 consta a dedicação de um altar na igreja junto à qual havia transcorrido a maior parte de sua vida e onde ao falecer havia sido sepultado seu corpo. Desde 1506 o alcaide concorre com os gastos da festa em honra da beata, a cujo favor várias vezes foi atribuída a libertação de pestes e contágios em toda a comarca. O culto ab immemorabili foi confirmado por Pio VII em 1819.

90162 > Beata Giulia Della Rena da Certaldo 9 gennaio MR

• Lucrécia de Córdoba, Santa

Mártir

Lucrecia de Córdoba, Santa

Lucrécia de Córdoba, Santa

Martirológio Romano: Na cidade de Córdoba, na região hispânica de Andaluzia, memória de santa Lucrécia, virgem e mártir, batizada por santo Eulógio, presbítero e mártir (859). Santa Lucrécia, foi uma donzela cordovesa, filha de pais muçulmanos. Habitava por então em Córdoba Santo Eulógio, varão famoso por sua sabedoria, seus dotes de prudência, e quando era preciso seu arrojo e valentia. A Lucrécia lhe fascinava a ideia de um Deus entregue inteiramente aos homens por amor, com um amor de benevolência, quer dizer, amor de gratuidade absoluta. Querendo instruir-se no cristianismo, acudiu ao santo. Mas nunca teve medo em seu coração. Era consciente de que os pais de Lucrécia se opunham a que deixasse a religião muçulmana. Quando Lucrécia viu que não podia viver com seus pais porque estes lhe faziam a vida impossível, foi para casa de santo Eulógio, que a recebeu com grande caridade, e como tinha muitas ocupações pastorais, a entregou a sua irmã Amilona. Os pais de Lucrécia começaram a buscar a sua filha, cuja desaparição já haviam denunciado aos juízes. Ao encontrá-la, como ela se negasse a abjurar do cristianismo, lhe deram morte decapitando-a e a atiraram ao rio Guadalquivir.

• Marcelino de Ancona, Santo

Bispo

Marcelino de Ancona, Santo

Marcelino de Ancona, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Ancona, no Piceno (hoje Itália), são Marcelino, bispo, que, segundo escreveu o papa são Gregório I Magno, por graça de Deus livrou a cidade de um incêndio (s. VI). Etimologia: Marcelino = Aquele que procede de Marte (Deus romano da guerra). Nascido na cidade italiana de Ancona, foi consagrado bispo dessa diocese em redor do ano 550. Dele escreveu São Gregório Magno referendo que livrou milagrosamente a cidade de Ancona de um grande incêndio. Quando o santo foi levado na sua cadeira, por não poder caminhar, até onde chegava o fogo, as chamas retrocederam e todo o incêndio se consumiu. Faleceu pelo ano 566

36710 > San Marcellino di Ancona Vescovo 9 gennaio MR




20160 > Battesimo di Gesù 9 gennaio (celebrazione mobile) - Festa MR

 

Ascolta da RadioRai:

 

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com