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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Nº 1161-1ª Página - (11-2012) - 11 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

NOTA DE AUTOR:

A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de TEODÓSIO, O Cenobiarca, Santo e Monge Estrela

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1161 – 1ª Página - 2012

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Será esta porventura, a nova imagem do €uro de agora em diante,

ao contrário…(?) – se calhar …

Feliz Ano de 2012

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HIGINO, Santo

Papa (142)

Higinio Santo

Higino Santo

Tem o Senhor grande cuidado de conservar e defender a sua Igreja contra todos os esforços do inferno, conforme as suas promessas. Por isso, quando eram muitos e poderosos os seus inimigos, mais vigiava em a prover de Prelados santos, sábios e valorosos. Santo Higino, pertence ao número desses varões predestinados. Era oriundo de Atenas, filho dum filósofo, e por suas grandes e heroicas virtudes mereceu ocupar a vacatura deixada pelo Santo Mártir e Pontifice S. Telésforo, no reinado de Antonino Pio. Foi papa, ao que parece, entre os anos 136 e 140, sendo o 8º sucessor de S. Pedro. Muitas e terríveis foram as desgraças que durante o seu pontificado sobrevieram. Acreditavam os gentios que os cristãos eram feiticeiros, e por isso atribuíam-lhe a causa dos flagelos que sofriam; daí perseguirem-nos sem tréguas,. julgando obsequiar particularmente os ídolos ao darem a morte aos cristãos. Sobre esta calamidade, veio outra perturbar os confessores da fé. Quase todos os inimigos de Jesus Cristo haviam concorrido a Roma, com  o perverso intuito de envenenarem a fonte da doutrina evangélica. Valentim, homem de vivo engenho, cheio de fogo e de brilhante eloquência, andou enganando o povo com a sua afectação de reforma. Outro famoso heresiarca, Marcião – separado da Igreja pelo seu próprio pai, que foi Bispo depois de ficar viúvo – não podendo ser admitido em Roma à comunhão dos fiéis, apesar de se cobrir com a máscara da mais austera virtude, cheio de soberba aceitou os erros de Cerdão, acrescentando muitas impiedades às do seu perverso mestre. Contra tantos inimigos teve de lutar Higino; mas, como era homem de tão superior engenho, de tão eminente sabedoria, de tão extraordinária grandeza de alma e de tanta intrepidez, condenou-os definitivamente. Muito contribuiu para tão gloriosa empresa S. Justino, luz brilhante do seu século e depois Mártir de Jesus Cristo. Com as suas doutíssimas Apologias da Religião Cristã expôs e defendeu a verdadeira crença. À vigilância e grande zelo de Higino se deveu o fervor que no seu tempo mostraram os fiéis, apesar das perseguições dos pagãos e esforços dos hereges. Conseguidos tão brilhantes triunfos, o santo Pontífice consagrou-se à reforma do clero, nos diferentes graus da sua hierarquia. Embora esta se encontrasse já estabelecida desde os Apóstolos, com vários regulamentos posteriores de disciplina, as perseguições de Trajano e Adriano tinham dado causa à sua confusão ou relaxação. Higino restituiu e aperfeiçoou esses regulamentos, ordenando em cada um dos graus eclesiásticos o modo de exercer as respectivas funções. Segundo o Martirológio Romano foi mártir. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

36950 > Sant' Igino Papa 11 gennaio MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

VITAL, Santo

Monge (625)

Vital de Gaza, Santo

Vital de Gaza, Santo

Tinha sessenta anos quando, recordando-se que também as mulheres de má vida são chamadas para o reino de Deus (Mt 21, 31), resolveu empenhar-se em fazê-las entrar nele. Abandonou a região de Gaza (Palestina), onde vivia como ermitão, e foi para Alexandria onde julgava poder praticar o seu zelo. Alugou um quartinho e repartiu o tempo a meias; mendigava pelas casas abastadas e dirigia-se para o bairro da má fama. Essas pobres mulheres afeiçoaram-se a ele, pois era tão bom e misericordioso nos seus juízos! Dirigindo-se à que lhe parecia mais triste, oferecia-lhe o dobro do que ela contava ganhar, contanto que aceitasse ouvi-lo. Concluído o contrato, narrava-lha a história da ovelha perdida (Lc 15), falava-lhe da felicidade que dá uma boa consciência, rezava com ela e conseguia muitas vezes fazê-la mudar de vida. Todavia o Bispo, levado por devotas que se escandalizavam, mandou prender Vital. Grande protesto entre as mulheres dessa qualidade, que principiaram a vir, todas as noites, gritar e fazer assuada por baixo das janelas da residência episcopal, reclamando quem tanto se interessava por elas. O prelado, que já não conseguia dormir, informou-se, descobriu a verdade e soltou o seu preso. Vital morreu pelo ano de 625, vítima dum homem de baixo comércio a quem o santo tirava aquelas que ele explorava. Esse energúmeno apunhalou-o na rua. Vital conseguiu voltar a casa e escrever numa tabuinha que foi encontrada junto do seu cadáver: “Cidadãos de Alexandria e outros lugares, não espereis o dia de amanhã para vos converter; mas esperai, para julgar, o dia do juízo”. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

TEODÓSIO, o CENOBIARCA

Eremita e fundador monástico

Teodosio el Cenobita, Santo

Teodósio o Cenobita, Santo

O bem-aventurado padre são Teodósio, chamado Cenobita, que quer dizer padre de muitos monges, nasceu numa aldeia de Capadócia. Havia-se dado aos estudos, e ainda declarava ao povo as letras divinas, quando desejoso da perfeição, partiu para os santos lugares. Em chegando a Antioquia, quis ver a insigne anacoreta santo Simeão Estilita, o qual, inspirado do Senhor, lhe disse: «Teodósio, varão de Deus, serás bem vindo». Espantou-se Teodósio ouvindo esta voz, porque o chamava por seu nome, e porque o honrava com o titulo de varão de Deus. Subiu a coluna por ordem de são Simeão e pôs-se a seus pés; ouviu seus conselhos e tudo o que daí em diante lhe havia de suceder; e tomada sua bênção, seguiu seu caminho até Jerusalém, onde ele adorou e regou com suas lágrimas aqueles sagrados lugares que Cristo nosso Senhor consagrou com sua vida e sua morte. Retirou-se depois para a solidão, e veio a ter tantos discípulos, que lavrou um grande mosteiro, no qual acolhia aos pobres lhes dar de comer fechassem as portas, são Teodósio mandou abri-las e dar-lhes a todos o necessário, e o Senhor os providenciou com tão larga mão, que depois ficavam as arcas cheias de pão. Era também seu mosteiro, hospital de enfermos, a quem servia e beijava as chagas com grande amor. Havia entre seus discípulos homens ricos e poderosos, militares e sábios, dos quais saíram muitos bispos e superiores de sorte que quando morreu o santo, haviam já falecido seiscentos noventa e três de seus discípulos. O imperador Anastácio, que favorecia aos hereges Acéfalos, enviou-lhe uma boa quantidade de ouro para seus pobres: aceitou-a e repartiu-a o santo mas escreveu ao imperador, que nem ele nem os seus consentiriam com os hereges, ainda que a vida lhes custasse. Foi logo, velho como era, a pregar sem temor algum pelas cidades daqueles hereges que condenavam o concílio de Calcedónia; e subindo uma vez ao púlpito, fez sinal ao povo que se calasse, e disse: «O que não receber os quatro concílios gerais, como os quatro Evangelhos seja maldito e excomungado». Então o imperador o desterrou, mas durou bem pouco o desterro, porque o monarca herege caiu morto, ferido por um raio. Teodósio voltou de seu desterro, glorioso e triunfante. Muitas foram as obras admiráveis que fez este varão de Deus em sua longa vida; muitas vezes multiplicou o pão, anunciou o terramoto que assolou a cidade de Antioquia, e cheio de méritos e virtudes, descansou na paz do Senhor com a idade de cento e cinco anos. Honraram seu cadáver o patriarca de Jerusalém com outros bispos e multidão de monges, clérigos e seculares.

COMPLEMENTO

Segundo os relatos sobre os seus primeiros anos de vida Teodósio deixou o seu país inspirado pela história de Abraão e partiu em peregrinação a Jerusalém . Pelo caminho visitou e ouviu os conselhos de Simeão, o Estilista, que viveu parte da sua vida no alto duma coluna. Teodósio visitou os lugares santos de Jerusalém e solicitou orientação espiritual a um homem de nome Longino, que lhe pediu para dirigir uma comunidade eclesiástica na estrada para Belém. Mas nunca conseguiu alcançar o isolamento que procurava, tantos foram os discípulos que atraiu. De início Teodósio tentou limitar o número de entradas, mas viu-se obrigado a aceitar todos os que o procuravam. A comunidade cresceu tanto que teve de mudar de localização.

Consolar os outros – Teodósio construiu um mosteiro perto de Belém. Possuía quatro igrejas: uma para cada um dos três grupos de nacionalidades presentes (gregos, arménios e eslavos) e uma para os que cumpriam penitência. Havia também enfermarias para doentes, idosos e os que padeciam de doenças emocionais. O mosteiro tornou-se um modelo e o Patriarca de Jerusalém nomeou Teodósio Cenobiarca, isto é, o chefe de todos os mosteiros da Palestina. No início do ano 500, quando o Imperador proclamou a Monofisismo, que reconhecia só uma natureza na pessoa de Cristo, Teodósio percorreu a Palestina pregando as duas naturezas de Jesus, a humana e a divina. Foi banido por essa razão, mas após a morte do Imperador regressou ao seu mosteiro e veio a falecer em 529.

NO SEU RASTO

Teodósio auxiliava todos os que o procuravam, incluindo os doentes. Patsy e Robb Keech, de St. Paul, Minnesota, EUA, são um exemplo de como a provação pessoal pode abrir as portas para um maior empenhamento na ajuda aos nossos irmãos. Quando o filho de ambos adoeceu gravemente, foram os amigos que os ajudaram a pagar a hipoteca da casa. Desejando poder fazer o mesmo por outras pessoas, o casal Keech criou uma fundação que oferece aos familiares de crianças com doenças graves três tipos de apoio:

* Apoio emocional. As famílias percebem que não estão sozinhas e podem contar com o amor dos que já passaram pela mesma situação.

* Apoio comunitário. A Fundação sensibiliza a comunidade para o problema das famílias, de modo a que estas possam contar com os vizinhos.

* Apoio financeiro. É feito um empréstimo aos pais de crianças com doenças graves que tenham dificuldades em pagar a sua hipoteca.

Rezemos por todas as famílias que sofrem e procuremos modos de ajudar as que nos estão próximas.

ORAÇÃO

Cremos e confessamos que Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, é aio mesmo tempo Deus e homem. É Deus pelo Pai, criado antes do princípio dos tempos, e homem pela Mãe, nascida no tempo; perfeito Deus e perfeito homem, composto de alma racional e corpo humano; igual ao Pai na Sua Divindade, inferior ao Pai pela Sua humanidade. Embora seja Deus e seja homem, é, não obstante, um só Cristo… Tal como uma alma racional e um corpo são uma única pessoa, também Deus e homem são um só Cristo. Ámen. (De um credo do século XV)

37040 > San Teodosio il Cenobiarca 11 gennaio MR

No tempo da vida de São Teodósio, (423-529) ocorreram ainda alguns factos, como: Vida do filósofo romano Boécio (480-524); Nanquim, torna-se capital da China (420); Os vândalos germânicos saqueiam Roma (455); Queda do Império Romano do Ocidente (476). 

93944 > Sant' Alessandro di Fermo Vescovo 11 gennaio


95568 > Beata Anna Maria Janer Anglarill Fondatrice 11 gennaio


91922 > Sant' Aspasio Vescovo in Gallia 11 gennaio

• Bernardo Scammacca, Beato

Dominicano

Bernardo Scammacca, Beato

Bernardo Scammacca, Beato

Bernardo, antes António, nasce em Catânia (Sicília) de família nobre no ano 1430. Depois de uma juventude dissipada, prostrado por uma grave ferida recebida num duelo e movido pela graça divina, quis ser inscrito entre os frades Pregadores o ano 1452. Se dedicou com ardor e exclusividade a Deus e se esforçou em conformar-se a Cristo crucificado, cuja paixão considerava devotamente, por meio de uma caridade ardente e frutos abundantes de fundação de um hospital, que ainda existe, com a ajuda de seus nobres concidadãos e que ele mesmo dirigiu em vida. Foi dos primeiros religiosos observantes de Santa Zita de Palermo, prior de Santo Domingo em Catânia e depois em Palermo e finalmente vigário geral dos conventos reformados de Sicília, dando, por conseguinte, uma extraordinária colaboração para a restauração da vida regular. Foi pregador ardoroso e levou muitas pessoas a Deus. Dele disse Tomás Schifaldo: «Homem bom, piedoso e modestíssimo, ouvindo todas as consciências.» Pôs sua experiência ao serviço de seu ministério apostólico, mostrando-se amorosamente compassivo com os pecadores e dando graças em sua oração pela misericórdia divina. Morreu em Catânia, confirmada sua vida com numerosos carismas, em 11 de Janeiro de 1487 e ali se venera seu corpo incorrupto. Leão XII aprovou seu culto em 8 de Março de 1825.

90751 > Beato Bernardo Scammacca Domenicano 11 gennaio MR

92378 > San David I Re di Scozia 11 gennaio e 24 maggio

Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa

Fundadora

Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa

Francisca de Sales (Leonia Aviat), Santa

Nasceu em Sézanne (França), departamento de Marne, em 16 de Setembro de 1844. Foi batizada ao dia seguinte de seu nascimento com o nome de Leónia. Frequentou as primeiras classes elementares em seu povo natal; depois, seus pais a levaram ao mosteiro da Visitação de Troyes pois, ainda que praticassem pouco, eram honrados comerciantes que desejavam para sua filha uma boa educação cristã. Sua vida esteve marcada por três etapas fundamentais: o período de formação no mosteiro da Visitação de Troyes, capital de Champagne; o encontro com o p. Louis Brisson, futuro fundador dos Oblatos de São Francisco de Sales; e a aplicação das leis subversivas contra os institutos religiosos em França a finais de século. Leonia permaneceu no mosteiro da Visitação até à idade de 16 anos. Já então manifestou à superiora seu desejo de se fazer religiosa, mas ela lhe respondeu: "Aquilo para o que Deus te tem destinada não está ainda preparado; deixa-o atuar e faz sempre a vontade divina". Quando saiu do mosteiro, seu pai havia disposto para ela um matrimónio com um rico e distinto senhor do lugar, mas Leonia pensava já na vocação religiosa e não quis aceder aos desejos de seu pai. Com a idade de 21 anos, em 1865, visitou um estabelecimento industrial de Sézanne e surgiu nela o desejo de atender as operárias. Entretanto, o p. Louis Brisson, que havia sido capelão da Visitação quando ela estava interna ali, dado seu incansável zelo pela proteção e a formação religiosa das jovens operárias que vinham dos campos e estavam expostas aos perigos mais graves, havia fundado no ano 1858 as "Obras para as trabalhadoras jovens", pondo-as sob a proteção de são Francisco de Sales: proporcionavam as jovens locais seguros, comida e a assistência de almas boas e generosas, mas fazia-lhes falta também a formação humana e a educação religiosa. Em 1866 Leonia pediu regressar à Visitação para pedir luz ao Senhor, antes de tomar uma decisão definitiva sobre sua vocação. Então conheceu a obra de assistência as jovens que havia começado o p. Brisson, o qual estava pensando em fundar uma congregação de religiosas. Compartilhou imediatamente o projeto do padre. Em 30 de Outubro de 1868 Leonia vestiu o hábito religioso, junto com outra antiga companheira do internado, e tomou o nome de Francisca de Sales. Em 11 de Outubro de 1871 emitiu os votos religiosos, junto com sua primeira companheira, iniciando assim a congregação de Oblatas de São Francisco de Sales. Outras jovens se uniram a elas, mas a ocupação alemã de 1870 retardou sua profissão religiosa. Se multiplicaram os patronatos e casas-família; as jovens recebiam, junto com a formação religiosa, a educação prática que as preparava para sua vida futura de mães de família. A madre Francisca de Sales, que foi a primeira superiora geral, se fez operária entre as operária; as ajudou a desfrutar do trabalho bem realizado, ainda que o ganho fosse mínimo; as jovens trabalhadoras compreendiam a dignidade do trabalho, como algo que vem de Deus e instrumento de caridade, porque permite ajudar as companheiras que estão necessitadas. Daí nasceu uma competição de solidariedade humana. Depois de haver consolidado as obras em Troyes, foi a Paris e organizou ali um internato para jovens de posição social acomodada. Obteve com a alta sociedade parisiense o mesmo êxito que havia tido com as operárias. Oito anos mais tarde regressou a Troyes, onde esteve outros 15 anos, quatro delas como uma religiosa mais, e nelas que teve que suportar a hostilidade de alguns membros de sua comunidade. Em 1893 foi eleita novamente superiora geral, cargo que exerceu até sua morte. Enviou religiosas às missões de Sul de África e de Equador. O instituto se estendeu também por Suíça, Áustria, Inglaterra e Itália. Em 1903 entraram em vigor em França as leis subversivas, que decretaram a expropriação dos bens das congregações religiosas: se encerraram 23 casas bem organizadas e 6 de apoio aos padres oblatos. A madre Francisca de Sales e seu conselho refugiaram-se em Itália e desde ali aperfeiçoaram a organização da congregação e sustentaram as religiosas com cartas e visitas. Sua última grande prova foi a morte do p. Brisson, acontecida em seu povo natal de Plancy em 2 de Fevereiro de 1908. Em seus últimos seis anos de vida velou zelosamente pela redação definitiva das Constituições, que foram aprovadas pelo Papa Pio X em 1911. Faleceu com a idade de 69 anos, em Perusa (Itália), em 10 de Janeiro de 1914. O Papa João Paulo II a beatificou em 27 de Setembro de 1992 e ele mesmo a canonizou em 25 de Novembro de 2001. Reproduzido com autorização de Vatican.va

• Francisco Rogaczewski, Beato

Mártir

Francisco Rogaczewski, Beato

Francisco Rogaczewski, Beato

Nasceu em Lipanki em 1892 e foi martirizado durante a ocupação nazi. Foi indicado para a Paróquia Cristo Rei da diocese de Gdansk. Era um pastor estimado muito procurado como confessor. Prenderam-no por ser sacerdote católico em 1 de Setembro de 1939, devendo sofrer prolongadas torturas, até que foi finalmente fuzilado em 11 de Janeiro de 1940. Forma parte dos 108 mártires polacos da Segunda Guerra Mundial beatificados pelo Papa João Paulo II, em 1999. Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

37060 > Beato Francesco (Franciszek) Rogaczewski Sacerdote e martire 11 gennaio MR

92094 > Beato Guglielmo (William) Carter Martire 11 gennaio e 4 maggio MR

37000 > San Leucio di Brindisi Vescovo 11 gennaio MR


37200 > Santa Liberata Vergine e martire 11 gennaio

37100 > Santa Luminosa di Pavia Vergine 11 gennaio

37050 > Sant' Onorata di Pavia Vergine 11 gennaio MR

Paulino de Aquileia, Santo

Paulino de Aquileya, Santo

Paulino de Aquileia, Santo

Martirológio Romano: Em Forlí, cidade da região de Veneza, são Paulino, bispo de Aquileia, que se esforçou em converter aos ávaros e aos eslovenos, e apresentou o rei Carlos Magno um poema insigne sobre a Regra da fé (804). Um dos mais ilustres e santos prelados dos séculos VIII e IX foi Paulino de Aquileia, que parece ter nascido no ano 726, numa granja perto de Friuli. Sua família vivia do trabalho da granja, e o jovem Paulino passava boa parte de seu tempo nos trabalhos de campo. Sem embargo, lograva reservar algumas horas ao estudo, e com os anos chegou a ser um famoso gramático. Carlomagno o chamou, numa carta, Mestre de Gramática e Muito Venerável. Estes epítetos nos fazem supor que Paulino era já sacerdote. o próprio monarca, em reconhecimento dos méritos de Paulino, deu-lhe certas possessões em seu país. Parece que no ano 776, Paulino foi elevado contra sua vontade à sede do Patriarcado de Aquileia. Na dita Igreja se deixaram sentir os benéficos efeitos de seu zelo, piedade e inteligência. Carlomagno lhe pediu que assistisse a todos os grandes concílios de seu tempo, por remotos que fossem os sítios em que se reuniam, e o próprio santo reuniu um sínodo em Friuli, em 791 ou 796, contra os erros que se iam propagando sobre o mistério da Encarnação. El más grave de esos errores era la herejía adopcionista: Félix, obispo de Urgel de Cataluña, profesaba que Cristo, en cuanto hombre, era simplemente hijo adoptivo de Dios. San Paulino escribió contra él una refutación que remitió a Carlomagno. El santo prelado no se ocupaba menos de la conversión de los paganos, que de la supresión de los errores, y predicó incansablemente el Evangelio a los idólatras de Carintia y Estiria que no habían abandonado la superstición. Al mismo tiempo, la conquista de los avaros por Pipino había abierto un nuevo campo al celo del obispo. Muchos de los avaros, evangelizados por los misioneros enviados por San Paulino y los obispos de Salzburgo, abrazaron la fe. El santo se oponía con todas sus fuerzas a que los bárbaros fuesen bautizados antes de haber sido suficientemente instruidos en la fe, y en general al abuso, tan común en aquellos tiempos, de imponérsela. Cuando el duque de Friuli fue nombrado gobernador de las tribus de los hunos, a las que había recientemente conquistado, San Paulino escribió para él una excelente «Exhortación», en la que urgía a buscar la perfección cristiana, le daba reglas sobre la práctica de la penitencia y remedios contra los diferentes vicios, especialmente contra el orgullo; le instruía además sobre el deseo de agradar a Dios en todas las acciones, sobre la oración y las disposiciones esenciales para ella, sobre la comunión, el cuidado de evitar las malas compañías y algunos otros puntos. El libro termina con una hermosa oración y la promesa del santo de pedir por la salvación del buen duque. Las ardientes súplicas de San Paulino atraían constantes bendiciones del cielo sobre las almas que le habían sido confiadas. Alcuino le rogó que no se olvidase de implorar para él la divina misericordia, cada vez que ofreciera el santo sacrificio del altar. La vida de Paulino terminó con una santa muerte, el 11 de enero de 804.

91143 > San Paolino d'Aquileia Vescovo 11 gennaio MR

37030 > San Pietro, detto Apselamo o Balsamo Martire 11 gennaio MR

37010 > San Salvio Martire in Africa 11 gennaio MR

37150 > Santa Speciosa di Pavia Vergine 11 gennaio

37020 > San Tipasio di Tigava Martire 11 gennaio MR

• Tomás de Cori, Santo

Franciscano Menor

Tomás de Cori, Santo

Tomás de Cori, Santo

Nascido em Cori (Latina) em 4 de Junho de 1655, Tomás teve uma infância marcada pela perda prematura de sua mãe primeiro e de seu pai depois, ficando só, aos catorze anos, ao cuidado da irmã mais pequena. Fará de pastor, aprendendo a sabedoria das coisas simples. Casadas as irmãs, fica livre para seguir a inspiração que desde há alguns anos guardava no silêncio do coração: pertencer completamente a Deus na vida religiosa franciscana. Havia conhecido os Frades Menores na sua própria cidade no Convento de S. Francisco. Casadas as duas irmãs e livre de toda a preocupação, foi acolhido na Ordem e enviado a Orvieto para fazer o ano de noviciado. Professada a Regra de S. Francisco e finalizados os estudos de teologia, se ordena sacerdote em 1683. Foi nomeado imediatamente vice mestre de noviços no convento da Santíssima Trindade de Orvieto; seus superiores reconheceram desde muito cedo seus dotes. Pouco tempo depois frei Tomás ouviu falar dos Retiros que começavam a florescer na Ordem e da intenção dos Superiores da porta do pobre Convento em 1684, dizendo: "Sou frei Tomás de Cori e venho para fazer-me santo". Com uma linguagem talvez longe da nossa, expressava ele sua ânsia de viver radicalmente o Evangelho segundo o espírito de S. Francisco. Desde então, frei Tomás permanecerá em Bellegra até à morte, excepto seis anos (1703-1709) nos quais será Guardião no Convento de Palombara, onde instaurou o Retiro, em base ao de Bellegra. Escreveu Regras para um e para outro, que ele primeiro observou cuidadosamente, consolidando com a palavra e com o exemplo a nova instituição dos dois Retiros. Os longos anos transcorridos em S. Francisco de Bellegra se podem resumir em três pontos: Oração Santo Tomás de Cori foi seguramente, como se há dito de S. Francisco, não tanto um homem que orava, como um homem feito oração. Esta dimensão animou toda a vida do Fundador do Retiro. O aspecto mais evidente de sua vida espiritual foi sem dúvida a centralidade da Eucaristia, testemunhada por Tomás na celebração eucarística, intensa e participada, e na oração silenciosa de adoração nas largas noites de Retiro depois do ofício divino celebrado à meia noite. Sua vida de oração esteve marcada por uma aridez persistente de espírito. A ausência total de uma consolação sensível na oração e em sua vida de união com Deus, se prolongaria durante mais de quarenta anos, encontrando-o sempre sereno e radical na vivência do primado de Deus. Verdadeiramente sua oração se configurou como " memória Dei " realizando concretamente a unidade de vida não obstante as múltiplas atividades. Santo Tomás não se encerrou no Retiro, olvidando o bem de seus irmãos e o coração da vocação franciscana, que é apostólico. Foi chamado com razão o apóstolo de " Sublacense ", havendo percorrido comarcas e cidades no anúncio incansável do Evangelho, na administração dos sacramentos e no surgir de milagres à sua passagem, sinal da presença e proximidade do Reino. Sua pregação era clara e simples, persuasiva e forte. Não subiu aos púlpitos mais ilustres do tempo: sua opção concreta pelos mais pobres. Santo Tomás de Cori foi para seus irmãos padre amabilíssimo. Ante as resistências de alguns irmãos em seu desejo de reforma e de radicalidade em viver o ideal franciscano, o Santo soube responder com paciência e humildade, encontrando-se inclusive só para atender o convento. Havia compreendido muito bem que toda autêntica reforma inicia por si mesmo. O notável epistolário que nos há chegado, demonstra a atenção de Tomás às mais pequenas expectativas e necessidades de seus irmãos e de tantos amigos, penitentes e frades que se dirigiam a ele para receber um conselho. No convento demonstrou seu espírito de caridade na disponibilidade a qualquer necessidade, inclusive a mais humilde. Rico de méritos, adormeceu no Senhor em 11 de Janeiro de 1729. Santo Tomás de Cori resplandece entre nós e em Roma, de que é co-padroeiro, sobretudo na sua ânsia de ideal cristão e franciscano puro e vivido no essencial. Uma provocação para todos nós, a não tomar com ligeireza o Evangelho e suas exigências radicais. Reproduzido com autorização de Vatican.va

30800 > San Tommaso Placidi da Cori Sacerdote 11 gennaio MR






 

 

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

  • Nº 1161-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 11 DE JANEIRO DE 2012

    Nº 1161-2ª Página

    (Continuação (16)

     
    LIVRO QUARTO
     
    O REINO TORNA-SE IGREJA
     
    16 – Pedem um sinal Aproximaram-se então d’Ele os fariseus e os saduceus, e para O tentarem, pediram-Lhe que lhes fizesse ver um sinal do céu. Ele respondeu-lhes: «Durante o crepúsculo, dizeis: «Vamos ter bom tempo, pois o céu está avermelhado. De manhã cedo, dizeis: Hoje temos tempestade, pois o céu está de um vermelho sombrio. Como se vê, sabeis interpretar o aspecto do céu, mas, quanto aos sinais dos tempos, não sois capazes de os interpretar! Esta geração má e adúltera exige um sinal! Mas sinal algum lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas». Depois afastou-Se.
     
    O fermento dos fariseus Ora, os discípulos, ao atravessaram para a outra margem do lago esqueceram-se de levar pão. Jesus disse-lhe: «Abri os olhos e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus!» E eles começaram a discorrer entre si, dizendo: «Foi por não termos trazido pão». Mas Jesus, que tudo compreendeu, observou-lhes: «Homens de pouca fé, porque estais a discorrer entre vós por não terdes trazido pão? Ainda não compreendeis? Não vos recordais dos cinco pães para os cinco mil homens e de quantos cestos recolhestes? Nem dos sete pães para os quatro mil homens e de quantos cestos recolhestes? Como é que não compreendeis que não era do pão que falava quando vos disse: «Acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus?». Compreenderam então que Jesus não havia dito que se defendessem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus.
     
    Fé de Pedro. Jesus é o Messias  Chegado à região de Cesareia de Filipe, Jesus fez a seguinte pergunta aos Seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?» Responderam: «Uns, que é João Baptista, outros, que é Elias, e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas». «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Tomando a palavra, Simão Pedro respondeu: «Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo». Jesus, disse-lhe em resposta: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne nem o sangue quem to revelou, mas o Meu Pai que está nos céus. Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra, edificarei a Minha Igreja e as portas do inferno nada poderão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo quanto ligares na terra ficará ligado nos céus, e tudo quanto desligares na terra será desligado nos céus». Depois ordenou aos discípulos que a ninguém dissessem que Ele era o Cristo».
     
    Primeiro anúncio da Paixão … A partir desse dia, Jesus começou a fazer ver aos Seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, e, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas, ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar. Tomando-O de parte, Pedro começou a repreendê-lo, dizendo: «Deus te livre de tal, Senhor. Isso não há-de acontecer!» Ele, porém, voltando-Se, disse a Pedro: «Afasta-te, Satanás! Tu és para Mim um  estorvo, porque os teus pensamentos não são os de Deus, mas os dos homens».
     
    Condições para seguir Jesus – Jesus disse, então aos discípulos: «Se, alguém quiser vir após Mim, renegue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas quem perder a sua vida por Minha Causa, encontrá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se, depois, perde a sua alma? Ou que poderá dar o homem em troca da sua alma? Porque o Filho do Homem, há-de vir na glória de Seu Pai, com os Seus anjos, e então retribuirá a cada um conforme o seu procedimento. Em verdade vos digo, alguns dos que estão aqui pressentes não hão-de experimentar a morte, antes de terem visto chegar o Filho do Homem com o Seu Reino».

    (continua em 12/1/2012)


    Transcrição de António Fonseca

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