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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Nº 1163-1ª Página - (13-2012) - 13 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 
NOTA DE AUTOR:
A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de HILÁRIO DE POITIERS, Santo e Bispo e KENTINGERN, Santo e Bispo Estrela
Nº 1163 – 1ª Página - 2012
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Será esta porventura, a nova imagem do €uro de agora em diante,
ao contrário…(?) – se calhar …
Feliz Ano de 2012
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GUMERSINDO e SERDIEU, Santos
Mártires (852)
Gumersindo ou Gomes, natural de Toledo, era ainda criança quando veio para Córdova com os pais. Admitido no clero e elevado ao diaconato, ocupou-se em formar piedosos mestres para a juventude, junto da basílica dos Santos mártires Fausto, Januário e Marcial. Ordenado sacerdote, foi encarregado de ocupar-se duma igreja de aldeia, perto de Córdova. Abderramão II, que reinava nesta cidade, tinha permitido a qualquer muçulmano tirar a vida, sem inquérito prévio, a qualquer cristão que se atrevesse a dizer mal de Maomé. Um dia em que Gumersindo, acompanhado dum monge chamado Serdieu (= Servus Dei), veio a Córdova, foram ambos denunciados como cristãos e decapitados por causa da fé (13 de Janeiro de 852). Os corpos destes mártires foram levados às escondidas pelos cristãos, que os sepultaram na igreja de S. Cristóvão. Começaram logo a ser venerados como objetos de culto; e os nomes foram incluídos no martirológio romano na data de hoje. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
37460 > Santi Gumesindo e Servidio Martiri 13 gennaio MR
HILÁRIO DE POITIERS, Santo
Bispo, Doutor da Igreja (315-267)
Hilario de Poitiers, Santo
Hilário de Poitiers, Santo
Martirológio Romano: Santo Hilário, bispo e doutor da Igreja, que foi elevado à sede de Poitiers, em Aquitânia (hoje França), no tempo do imperador Constâncio, que havia abraçado a heresia ariana, e lutou denodadamente em favor da fé nicena acerca da Trindade e da divindade de Cristo, sendo desterrado, por esta razão, durante quatro anos para a Frigia. Compôs uns comentários muito célebres sobre os Salmos e sobre o evangelho de são Mateus (367). Etimologia; Hilário = Aquele que esta sorridente, é de origem latina. Nasceu a princípios de século IV em Poitiers. Foi chamado “o Atanásio de Ocidente”, de quem era contemporâneo. Ambos tiveram que combater contra o mesmo adversário, o arianismo. Participaram nas polémicas teológicas com discursos e sobretudo com escritos. Hilário foi desterrado para Frigia pelo imperador Constâncio, que havia alinhado com as decisões do sínodo ariano de Béziers do ano 356. O contacto com o Oriente foi providencial para o bispo de Poitiers. Durante os cinco anos de permanência na Frigia aprendeu o grego e descobriu a Orígenes, como também a grande produção teológica dos Padres orientais, obtendo uma documentação importantíssima para o livro que lhe mereceu o título de doutor da Igreja: De Trinitate, cujo título original é De Fide adversus Arianos. Com efeito, era o tratado mais importante e profundo que havia aparecido até então sobre o dogma principal da fé cristã. Apesar de estar desterrado, não permaneceu inativo. Com o opúsculo Contra Maxertiam atacou violentamente o mesmo Constâncio, acusando-o de cesaro-papismo e de imiscuir-se nas disputas teológicas e assuntos internos da disciplina eclesiástica. De regresso a Poitiers, o valente bispo continuou sua obra pastoral, ajudado eficazmente pelo jovem Martinho, o futuro santo bispo de Tours. Hilário nasceu no seio do paganismo. Seu afã por buscar a verdade, o levou a estudar as diferentes correntes filosóficas da época, recebendo um influxo especial do pensamento neo-platónico. A procura da resposta sobre o fim do homem o levou à leitura da Bíblia, onde finalmente encontrou o que buscava; então se converteu ao cristianismo. Era um nobre terra-tenente, e quando se converteu estava casado e tinha uma filha, Abre, a quem amava ternamente. Pouco depois do baptismo, o povo o aclamou como bispo de sua cidade natal. Foram seis anos de intenso estudo e pregação, antes de partir para o desterro que, como atrás se recorda, aperfeiçoou sua formação cultural e teológica. Junto à voz retumbante do polemista e do defensor da ortodoxia teológica, há nele também outra voz, a do pai e pastor. Humano na luta, e humaníssimo na vitória. Defendeu aos bispos que reconheciam seu próprio erro, e até apoiou o direito a conservar seu cargo. Morreu em Poitiers no ano 367
COMPLEMENTO
Hilário de Poitiers nasceu num período conturbado da história da Igreja. Quando ainda era criança, o Imperador Constantino legalizou o Cristianismo em todo o Império Romano, abrindo novas portas ao jovem Hilário. Embora tivesse nascido de pais ricos e pagãos, Hilário sentia grande curiosidade pelas Escrituras e decidiu aprender mais sobre a Palavra do Senhor. Após um período de estudo árduo que durou vários anos, tornou-se fiel a Jesus Cristo. Hilário casou e foi pai, mas a sua era de tal modo intensa que foi nomeado Bispo de Poitiers. De início, recusou o cargo. Porém, a sua humildade e a relutância em aceitar a nomeação só serviram para aumentar a admiração que o povo sentia por ele, e Hilário acabou por aceita-la.
Defensor da Fé – Entretanto, uma heresia chamada arianismo ganhava cada vez mais adeptos, entre eles o Imperador Constantino. Os arianos diziam que Cristo não era filho de Deus, mas uma criação meio divina, meio humana. Para contentá-los, Constantino ordenou aos bispos que sustentassem a heresia. Os que se recadaram a fazê-lo, entre eles Hilário, foram expulsos. Nada disso impediu que Hilário defendesse o conceito da Santissima Trindade. Ao fim de 3 anos, o Imperador autorizou relutantemente que Hilário regressasse a Poitiers, onde foi recebido com júbilo. Quando Constantino morreu no ano seguinte, Hilário pôde finalmente restabelecer a ordem na Igreja. Obrigou mesmo um proeminente ariano a admitir publicamente a natureza divina de Cristo. Sete séculos depois a veda de Hilário serviu de inspiração ao grande evangelista irlandês, Malaquias, que veio a ser canonizado.
NO SEU RASTO
Hilário é o santo padroeiro das crianças co problemas de aprendizagem. Hoje existem escolas especializadas no ensino dos que têm necessidades especiais. As Cooperativas de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados, conhecidas como CERCI são instituições que prestam assistência educativa a crianças que, por dificuldades expressas de aprendizagem ou por deficiências (motoras, sensoriais ou psicológicas), não conseguiam integrar-se totalmente no ensino regular. Algumas CERCI também alargam o seu âmbito aos jovens e adultos deficientes, que por vezes enfrentam sérias dificuldades de inserção sócio-profissional. Nas CERCI, para além da escolaridade, as crianças deficientes aprendem a ser independentes nas suas atividades diárias, têm aulas de educação física, natação e trabalhos manuais. Conforme as condições de cada instituição, é possível também ter outras atividades como horticultura, jardinagem, carpintaria, etc.. Com o apoio de todos, as crianças com deficiências poderão integrar-se na sociedade e ter uma vida feliz e produtiva.
ORAÇÃO
Senhor, não permitais que caiamos na banalidade das palavras. Concedei-nos o dom constante da verdade! Conservai em nós uma Fé verdadeira e imaculada para que possamos professar firmemente o que nos foi ensinado aos sermos batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, para que Vos possamos ter como Pai e que possamos habitar em Teu filho e na Unidade do Espírito santo. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Ámen.
(Oração de Santo Hilário de Poitiers)

No período em que viveu Santo Hilário de Poitiers (300-368), ocorreram entre outros, os seguintes factos: Morre em Roma, Fabíola a primeira mulher médica (399); Reinado do Imperador Maximino (306-311); Os cristãos são perseguidos na Mesopotâmia (341); O paganismo é proibido em Itália (392).
25700 > Sant' Ilario di Poitiers Vescovo e dottore della Chiesa 13 gennaio - Memoria Facoltativa MR
Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

KENTIGERN, Santo
Bispo de Glasgow
Kentigerno (Mungo), Santo 
Kentigerno (Mungo), Santo
Martirológio Romano: Em Glasgow, cidade de Escócia, são Kentigerno, bispo e abade, que estabeleceu naquele lugar sua sede, e dele se conta que reuniu uma grande comunidade de monges, para imitar a vida da primitiva Igreja (603/612). Kentigerno, mais conhecido pelo apodo de Mungo (“querido amigo”) teve um mau começo em sua vida, a princípios do século VI. Quando se descobriu que a princesa pictia Tanew ou Tannoch ia a dar a luz a um filho sem estar casada, seu enfurecido pai a atirou juntamente com o filho (que ainda não havia nascido) desde a cúspide de sua fortaleza de Caprain Law. Tanto a mãe como o filho escaparam milagrosamente desta experiência terrível e fugiram para Este, acolhendo-se em sagrado na capela de São Ninian de Glasgow. Com a passagem dos anos, o filho de Tanew foi ordenado, e com o tempo foi ordenado bispo desta cidade. Sua mãe, após seus começos infortunados, pôde recompor-se e se fez uma pia mulher. Anos depois foi canonizada. St Enoch, no coração de Glasgow é uma corrupção de seu nome, St Tannoch. Kentigerno é uma figura de que temos muito pouca informação, tal como sucede com São Ninian, e se lhe recorda principalmente por seus quatro milagres representados no escudo de Glasgow, da qual é padroeiro. Foi obrigado a fugir para Gales, onde se refugiou com São David em Menevia, e mais tarde fundou o mosteiro de São Asaph’s. Quando o rei Rhydderch venceu aos pagãos na batalha de Arderydd no ano 573, Mungo voltou a Strathclyde,preparando sua sede em Hoddam no condado de Dumfries-Dumfriesshire) antes de voltar a Glasgow, onde deixou sua grande catedral que permanece ainda hoje. São Kentigerno morreu no ano 612.
COMPLEMENTO
Kentigern foi um importante sacerdote à volta do qual cresceram muitas lindas. Pensa-se que era filho ilegítimo de uma princesa celta. A sua mãe, grávida, foi condenada à morte e lançada de um penhasco. Como não morreu, foi lançada ao mar num barco à deriva. Kentigern nasceu na praia escocesa onde o barco encalhou e foi levado para uma comunidade cristã dirigida por Serf, que mais tarde seria Santo. Serf chamava-lhe Mungo, “querido”, o nome porque também é conhecido. Kentigern recebeu uma formação cristã do tipo irlandês. Foi para Glasgow onde foi consagrado Bispo. Hoje , a Catedral de Glasgow ergue-se no local onde Kentigern construiu a sua igreja há 1500 anos. Mas questões políticas levaram ao seu exílio e vagueou pela Inglaterra antes de ser chamado de volta pelo Rei Rydderech.
Símbolos sagrados– Alguns dos símbolos de Kentigern são um tordo, um anel, um salmão e uma árvore. O tordo era o companheiro de Serf. Quando Kentigern foi injustamente acusado de ter morto o passarinho, devolveu-lhe a vida. O anel provém de uma história sobre a mulher infiel de Rydderech, que oferecera ao amante a joia que lhe fora dada pelo marido. Rydderech, vendo o anel no dedo do homem, apercebeu-se da verdade, por isso roubou-o e atirou-o ao rio. Então pediu à rainha que lhe devolvesse o anel. Aflita, esta pediu ajuda a Kentingern, a quem confessou o sucedido. O Bispo disse ao mensageiro da Rainha que fosse pescar e o precioso anel apareceu dentro de um salmão que apanhou. O rei tranquilizou-se e a Rainha não voltou a pecar. Segundo uma outra lenda, em criança, Kentingern teria acendido milagrosamente uma fogueira usando um ramo congelado de avelaneira. É possível, que para o fim da vida, Kentingern se tenha encontrado com o grande Columba, e que os 2 homens tenham trocado báculos, símbolos do cargo de Bispo.
NO SEU RASTO
Durante pelo menos 2 períodos da sua vida, Kentigern, ou Mungo, conheceu a dor de não ter um lar. E tal como sua mãe recebeu abrigo na Escócia, nos nossos dias a organização São Mungo tem vindo a dar um lar aos sem-abrigo de Londres e a ajudá-los a viver com dignidade. Fundada em 1969, esta organização:
* Fornece abrigo a 1287 pessoas todas as noites.
* Aconselha a apoia centenas de pessoas com problemas psicológicos ou dependências químicas.
* Procura alojamento permanente para alguns dos desalojados.
* Oferece 12 cursos de formação profissional para os sem-abrigo.
* Dirige mais de 30 centros onde os doentes mentais podem trabalhar.
Os albergues de São Mungo destinam-se a ajudar alcoólicos, idosos, àqueles que procuram asilo e outros necessitados da cidade de Londres. No espírito de Kentigern, estes albergues oferecem compaixão e cuidados a todos os filhos de Deus.


ORAÇÃO
Senhor, Nosso Pai do Céu, que criaste o Teu fiel servidor Kentigern para ser Bispo e pastor na Tua Igreja e alimentar o Teu rebanho. Concede em abundância aos Teus pastores os dons do Espírito Santo, para que possam ministrar na Tua casa como servos de Cristo e representantes dos Teus divinos mistérios. Ámen.
(Oração contemporânea)
No período em que viveu São Kintergen (518-603)ocorreram entre outros, os seguintes factos: Recaredo, Rei dos visigodos, abraça a Fé católica (586); Na Índia, os guptas inventam o sistema decimal (520); Os lombardos invadem a Itália (568); Primeira escola inglesa fundada em Cantuária (598)
37440 > San Chentingerno (Kentingern) Vescovo e abate 13 gennaio MR
Agricio de Tréveris, Santo
Agricio de Tréveris, Santo
Martirológio Romano: Em Tréveris, cidade da Gália Bélgica (hoje Alemanha), são Agricio, bispo, que converteu em igreja o palácio que lhe deu santa Elena (c. 330). A vida de São Agrécio (ou Agrício) há adquirido particular interesse nestes últimos anos, devido às discussões sobre a autenticidade da "Santa Túnica de Tréveris". Segundo a vida do santo (se trata de un documento certamente não anterior ao século XI e considerado pelos críticos como obra de pura imaginação), Agrécio foi primeiro, Patriarca de Antioquia; depois, o Papa São Silvestre, a instâncias da Imperatriz Elena, mãe de Constantino, o nomeou bispo de Tréveris. Essa região de Alemanha, que havia sido evangelizada quase dois séculos antes, voltou a cair praticamente no paganismo. São Agrécio se dedicou a construir ali igrejas e a estabelecer relações mais estreitas com o centro da cristandade. Santa Elena o animou nesta tarefa e lhe enviou uma parte das preciosas relíquias descobertas por ela na Terra Santa. Assim chegaram a Tréveris um dos cravos da cruz, a faca da Última Ceia, os corpos dos santos Lázaro e Marta, e o que passava por ser a túnica inconsútil (de uma só peça) do Senhor. Mas o carácter pouco fidedigno da biografia de São Agrécio, que narra isto, não é um argumento em favor da autenticidade dos factos. Por outra parte, a placa de marfim de origem bizantina, que alguns interpretam como uma representação dos santos Silvestre e Agrécio transportando num carro as relíquias a Tréveris, se refere provavelmente a outra translação de relíquias a Constantinopla, sob o imperador Leão I (457-474). Se afirma também que São Silvestre concedeu a Tréveris, na pessoa de São Agrécio, a primazia sobre todos os bispos da Gália e Germânia. Deixando aparte estas ficções, os únicos dados certos que possuímos sobre São Agrécio são que assistiu como bispo de Tréveris ao Concílio de Arlés, em 314, e que foi sucedido por São Maximino.
37420 > Sant' Agrizio di Treviri Vescovo 13 gennaio MR
92234 > Beato Amedeo di Clermont Monaco 13 gennaio
Domingo Pham Trong (An) Kham, seu filho Lucas (Cai) Thin, e
José Pham Trong (Cai) Tá
Santos e mártires
Na cidade de Nam Dinh, em Tonquín (hoje Vietname do Norte), santos mártires Domingo Pham Trong (An) Kham, Lucas (Cai) Thin, seu filho, e José Pham Trong (Cai) Tá, todos os quais, em tempo do imperador Tu Duc, preferiram os tormentos e a morte antes que pisar a cruz (1859).
Beato Emílio Szramek
presbítero e mártir
B. EMILIO SZRAMEK
No campo de concentração de Dachau, perto de Munich, de Baviera, na Alemanha, beato Emílio Szramek, presbítero e mártir, que sendo oriundo de Polónia, durante a guerra foi enviado a este lugar por defender a fé e Cristo, e ali faleceu depois de haver sido atormentado de diversas maneiras (1942).
37490 > Beato Emilio Szramek Sacerdote e martire 13 gennaio MR
94501 > Sant' Erbino (Ervan) Re di Cornovaglia 13 gennaio e 29 maggio
Godofredo de Cappenberg, Santo
Godofredo de Cappenberg, Santo
Martirológio Romano: No mosteiro de Ilbenstad, na Alemanha, são Godofredo, que, sendo conde de Cappenberg, desejou uma vida mais perfeita, para o qual converteu seu castelo em mosteiro e, havendo tomado o hábito canonical, se entregou a servir a pobres e enfermos (1127). Etimologia: Godofredo = que vive em paz, é de origem germânica. Godofredo, que morreu aos trinta anos de idade, pertence à categoria dos santos jovens que passaram sua vida na terra, preparando-se para o céu. Godofredo era conde de Krappenberg e senhor de um grande distrito na diocese de Münster de Vestefália. Sua esposa provinha de uma família tão distinta como a sua. Sob a influência de São Norberto, fundador dos canónicos Premonstratenses, Godofredo decidiu converter seu castelo de Cappenberg em mosteiro dessa ordem,e em seguida persuadiu a sua mulher e a seu irmão para que renunciassem como ele ao mundo e se fizessem religiosos sob a direção de São Norberto. O sogro de Godofredo lhe opôs uma resistência muito violenta e ainda o ameaçou de morte, mas o beato não deixou por isso de dar todas as suas posses aos premonstratenses. Perto de Cappenberg construiu um convento em que sua esposa e duas de suas irmãs tomaram o véu. Fundou além disso vários hospitais e outras instituições de caridade. Sendo noviço premonstratense, se empregava nas ocupações mais humildes e lavava os pés aos enfermos e peregrinos albergados no hospital. Ainda que haja recebido já as ordens menores, não viveu o tempo suficiente para ser ordenado sacerdote. Em 13 de Janeiro de 1127 entregou gozosamente sua alma a Deus, declarando que não queria viver um momento mais, nem por todo o ouro do mundo. Os premonstratenses celebram sua festa em 16 de Janeiro.
37450 > San Goffredo di Cappenberg Monaco 13 gennaio MR
Hildemar, Beato
Hildemar, Beato
Etimologicamente significa “guerreiro”. Vem da língua alemã. Há nomes que não são próprios de nossa cultura e, sem embargo, em outras abundam muito. O jovem Hildemar havia seguido a Guillermo o Conquistador em todas suas aventuras guerreiras por vários lugares de Europa. Em recompensa por sua fidelidade e amizade, uma vez que conquistou Inglaterra, lhe deu o cargo de capelão da corte. Durou nada mais que o tempo em que esteve Guillermo no poder, pois apenas morreu, o perdeu. Então, após chorar a morte de seu amigo, voltou a Tournai (Bélgica), de onde era originário. Foi neste tempo quando se recompôs de novo sua vida para lhe dar uma nova volta. Com efeito, com dois bons amigos muito devotos, empreendeu uma nova aventura distinta das outras que havia levado com Guillermo. Eles três se foram a um bosque em Arrouaise (Somme) com a santa intenção de viver entregues à oração e à penitência como ermitãos. Nenhum dos três sabia que este bosque era propriedade de Berenger, um chefe de bandidos e ladrões que assaltavam e roubavam quanto podiam. Durante o tempo que julgou conveniente, fez vista grossa ante os novos visitantes, mas as suspeitas lhe vinham à mente com não muitos bons fins. Por curiosidade enviou um dia a um de seus ladrões com toda a maior educação que se pode imaginar. Lhes rogou que o deixassem entrar em seu grupo para fazer oração e penitência. Era pura falsidade. Efetivamente, o admitiram como noviço entre eles para que aprendesse as regras de se comportar e saber a arte de fazer oração e levar uma vida segundo manda o Evangelho. Hildemar o recebeu com os braços abertos. Ao cabo de 24 horas, o falso noviço os apunhalou enquanto oravam humildemente ao Senhor. Isto ocorreu em 13 de Janeiro de 1087. ¡Felicidades a quem leve este nome! “A maior vitória: o vencer-se a si mesmo” (Calderón de la Barca). Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Santos Hermilio e Estratonico,
mártires
SANTOS HERMILIO Y ESTRATONICO
Em Singidón, em Mesia (hoje Roménia), santos mártires Hermilio e Estratonico, que, depois de cruéis tormentos, foram precipitados no rio Ister (hoje Danúbio), em tempo do imperador Licínio (c. 310).
93021 > Santi Ermilio e Stratonico Martiri 13 gennaio MR
Santa Juta ou Iveta,
reclusa
Perto de Huy, na região de Liege, na Bélgica, santa Juta ou Iveta, a qual, havendo ficado viúva, se dedicou a curar leprosos e, mais tarde, se fez reclusa numa cela perto deles (1228).
37470 > Santa Ivetta (Iutta) di Huy 13 gennaio MR
90621 > San Leonzio di Cesarea di Cappadocia Vescovo 13 gennaio
93927 > Beato Matteo de Lana Mercedario 13 gennaio
São Pedro,
presbítero e mártir
Na cidade de Capitolias, em Batanea (hoje Israel), são Pedro, presbítero e mártir, que acusado ante Walid, príncipe dos sarracenos, de pregar em público a fé em Cristo, consumou seu martírio cravado numa cruz, depois de lhe terem amputado a língua, mãos e pés (713).
72850 > San Pietro di Capitolias Martire 13 gennaio MR
Remigio de Reims, Santo
Remígio de Reims, Santo
Martirológio Romano: Na cidade de Reims, na Gália Bélgica (hoje França), morte de são Remígio, bispo, que depois de iniciar ao rei Clodoveo na fonte baptismal e nos sacramentos da fé, converteu a Cristo todo o povo franco e, depois de mais de sessenta anos no episcopado, faleceu célebre por sua vida e sua santidade (c. 530). Etimologia: Remígio = aquele que rema, é de origem latina. São Remígio foi o grande apóstolo dos franceses. Se fez célebre por sua sabedoria, sua admirável santidade e seus muitos milagres. Durou de bispo 70 anos e chegou a ser famoso em toda a Igreja. Recém ordenado sacerdote já era considerado como um dos melhores oradores de sua época, e quando tinha só 22 anos, foi eleito bispo. O rei dos franceses, Clodoveo, era pagão e não aceitava converter-se ao cristianismo. Sua esposa santa Clotilde rezava muito por ele e o recomendava à conversão. E sucedeu que os germanos ou alemães atacaram com forte exército aos francos e Clodoveo saiu com seus soldados a defender a pátria. Ao despedir a seu esposo que ia para a guerra, Clotilde lhe disse: "Se quer obter a vitória, invoque ao Deus dos cristãos. Se tem confiança n’Ele ninguém será capaz de o derrotar". Clodoveo prometeu converter-se se conseguisse a vitória. Em plena batalha, quando o triunfo lhe parecia impossível, recordando as palavras de sua esposa gritou para o céu: "Oh Cristo, a quem minha esposa invoca como filho de Deus. Te peço que me ajudes. Creio em Ti. Se me salvas de meus inimigos receberei o baptismo e entrarei na tua religião". Em seguida os franceses atacaram aos alemães com extraordinário valor e obtiveram uma grande vitória.  Santa Clotilde mandou então chamar a São Remígio, que tinha fama de santo e de sábio, e lhe pediu que se dedicasse a ensinar a Clodoveo a doutrina cristã. O rei ao volver vitorioso, saudou a sua esposa com estas palavras: "Clodoveo venceu aos alemães, e tu venceste a Clodoveo". Mas ela lhe respondeu: "Essas duas vitórias são obra de um só: Nosso Senhor Jesus Cristo". Desde então o terrível pagão começou a estudar a religião para se fazer batizar. Tinha temor de que o povo se revoltasse por lhes querer tirar a religião de seus antigos deuses, mas o exército e a multidão, ao saber que seu rei tão estimado se ia fazer cristão, lhe gritaram em uníssono: "Desde hoje nos separamos dos deuses mortais, e nos declaramos seguidores do Deus imortal do qual nos fala Remígio". Nosso santo e seus sacerdotes se dedicaram com todo o empenho a ensinar a religião a Clodoveo e a todos os que iam fazer-se batizar junto com ele a Rainha Clotilde, para impressionar a imaginação daquele povo bárbaro, mandou que adornassem com palmas e flores as ruas que levavam desde o palácio do rei até ao templo onde ia a ser o baptismo. E que todo o trajeto e também o templo se iluminasse com grande quantidade de tochas e que fossem queimando incenso que enchesse o ar de agradáveis aromas. Os que iam ser batizados dirigiram-se até a Casa de Deus cantando as ladainhas dos santos e levando cada um sua cruz. São Remígio conduzia a mão ao rei, seguido pela rainha e todo o povo. Antes de lhe deitar a água do baptismo o santo bispo lhe disse : "Orgulhoso guerreiro: tens que queimar o que hás adorado, e adorar o que hás queimado". Com isto queria dizer-lhe que daí em diante devia abandonar seus antigos maus costumes pagãos e observar a santa religião de Cristo Jesus. Em seguida São Remígio, ajudado por outros três bispos e por muitos outros sacerdotes, batizou a duas irmãs do rei e a três mil de seus soldados com suas mulheres e filhos. Esse foi um dia grande em que a nação francesa começou a pertencer à nossa santa religião. O resto de sua vida a empregou Remígio em instruir ao povo e em ajudar aos necessitados, e combater os hereges que ensinavam doutrinas equivocas. Deus lhe concedeu o dom de fazer curas e anunciar o que ia a suceder no futuro. Morreu em 530. Quando já era um ancião de mais de noventa anos, alguns se riram dele dizendo-lhe que era demasiado velho, e lhes respondeu: "Em vez de se rirem porque cheguei a esta idade, o melhor que deveriam fazer seria dar graças a Nosso Senhor, porque em todo este tempo não dei mau exemplo a ninguém". Oxalá pudéssemos repetir também nós semelhante afirmação tão consoladora. Os franceses têm tido sempre uma grande admiração e veneração por São Remígio e nós damos graças a Deus porque nunca deixará de enviar a sua Igreja apóstolos que convertam os pecadores.
72600 > San Remígio di Reims Vescovo 13 gennaio MR
Verónica de Binasco, Beata
Verónica de Binasco, Beata
Martirológio Romano: Em Milão, de Lombardia (hoje Itália), beata Verónica de Binasco Negroni, virgem, que entrou no mosteiro de santa Marta, onde se seguia a Regra de santo Agostinho, alcançando uma profunda contemplação (1497). Verónica nasceu em Binasco, perto de Milão, em 1445, era filha de humildes camponeses. Aos vinte e dois anos entrou no convento agostinho de Santa Maria em Milão, e nele passou trinta anos de vida religiosa no humilde ofício de Irmã mendicante. Morreu em 13 de Janeiro de 1497, e aos dez anos da morte, Leão X lhe concedeu o culto privado. Enquanto viveu em família só aprendeu o duro trabalho camponês; não foi à escola, assim que quando entrou no convento teve que lutar bastante para aprender a ler e escrever, mas os resultados foram escassos. Sem embargo, aprendeu a mais importante lição de vida ascética, quando a Virgem lhe revelou numa visão qual era o caminho a seguir para aprender a ciência divina que leva a Deus1) A pureza de coração.  2) A paciência para com o próximo, que não nos faz escandalizar das culpas, mas que nos leva a orar pelos que as cometem.  3) A meditação diária sobre a Paixão de Jesus. Para que se lhe gravassem na memória estas simples mas preciosas noções, a Virgem as traduziu não em letras de alfabeto, mas com poético simbolismo de cores: o branco da pureza e do amor de Deus, o negro da paciência e o roxo da Paixão. Assim, esta humilde monja analfabeta aprendeu a sabedoria diretamente da fonte divina. Sem haver aberto nenhum livro de teologia, e muito menos um tratado de psicologia. Soror Verónica maravilhava a quantos se lhe acercavam pela audácia de sua doutrina. Também tinha uma clara intuição das aflições dos outros. Soror Verónica, estava em contacto permanente com a gente pelo ofício que tinha de pedir esmola de porta em porta, mas ela dava mais do que recebia dando a quantos se aproximavam o pão que alimenta a alma. Por convite da Virgem, viajou a Roma a levar uma mensagem ao Papa, Alexandre Vl. O Papa (um grande devoto da Virgem) a recebeu amavelmente e a escutou com atenção porque compreendeu que se encontrava ante uma alma privilegiada.  A beata Verónica gozou do dom da profecia e usou-o para pré-anunciar o dia e a hora de sua morte. A profecia se cumpriu pontualmente, e soror Verónica expirou serenamente, em 13 de Janeiro de 1497. O Papa Leão X confirmou seu culto em 1517.
37500 > Beata Veronica da Binasco Vergine 13 gennaio MR
Ascolta da RadioMaria:
90700 > San Vivenzio 13 gennaio
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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.
    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
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    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
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  • Apostolado Da Oração–13-1-12

    • Para celebrar e viver o Ano da Fé‏

    09:56

    •  

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      ApostoladoDaOração

      info@apostoladodaoracao.pt

    Para aarfonseca@hotmail.com

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    ApostoladoDaOração (info@apostoladodaoracao.pt)

    Enviada:
    sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012 09:56:06

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    VATICANO DÁ INDICAÇÕES

    PARA A CELEBRAÇÃO DO ANO DA FÉ

    A Congregação para a Doutrina da Fé publicou uma Nota com indicações pastorais para o Ano da Fé – a celebrar entre 11 de Outubro de 2012 e 24 de Novembro de 2013 – , indicações essas que, segundo o documento, «desejam favorecer tanto o encontro com Cristo por meio de autênticas testemunhas da fé, quanto o conhecimento sempre maior dos seus conteúdos».

    Na Nota são apresentadas sugestões para a celebração do Ano da Fé, ao nível da Igreja universal, das conferências episcopais, das dioceses e das paróquias, comunidades, associações e movimentos.

    No âmbito da Igreja universal, o documento refere que o principal evento eclesial no início do Ano da Fé é a Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, convocada por Bento XVI para Outubro de 2012, sobre a Nova evangelização para a transmissão da fé cristã, durante a qual tem lugar uma celebração solene de inauguração do Ano da Fé.

    Durante este período «devem-se encorajar as romarias dos fiéis à Sé de Pedro», «será importante favorecer também as romarias à Terra Santa» e, procurando «encorajar qualquer iniciativa que ajude os fiéis a reconhecer o papel especial de Maria no mistério da salvação», «será muito conveniente organizar romarias, celebrações e encontros junto dos maiores Santuários».

    O documento aponta ainda a realização de simpósios, congressos e encontros «de grande porte, também a nível internacional», e a organização de «várias iniciativas ecuménicas».

    Num âmbito mais restrito, a Nota defende que as conferências episcopais dediquem «uma jornada de estudo ao tema da fé, do seu testemunho pessoal e da sua transmissão às novas gerações».

    Além disso, «será útil favorecer a republicação dos Documentos do Concílio Vaticano II, do Catecismo da Igreja Católica e do seu Compêndio, também em edições de bolso» e espera-se um «esforço renovado para traduzir os documentos do Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica nas línguas em que ainda não existem».

    Aproveitando as potencialidades dos novos meios de comunicação, os Pastores devem empenhar-se em «promover transmissões televisivas ou radiofónicas, filmes e publicações, também a nível popular e acessíveis a um grande público, sobre o tema da fé, dos seus princípios e conteúdos, como também sobre o significado eclesial do Concílio Vaticano II».

    No âmbito diocesano, «deseja-se uma celebração de abertura do Ano da Fé e uma solene conclusão do mesmo a nível de cada Igreja particular» e propõe-se que em cada diocese do mundo se organize uma jornada sobre o Catecismo da Igreja Católica, «convidando especialmente os sacerdotes, as pessoas consagradas e os catequistas».

    Além disso, cada Bispo poderá dedicar uma Carta Pastoral «ao tema da fé, recordando a importância do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica», e deseja-se que em cada diocese se organizem momentos de catequese dirigidos aos jovens e aos que procuram um sentido para a vida.

    «Os Bispos são convidados a organizar, especialmente no período da Quaresma, celebrações penitenciais nas quais se peça perdão a Deus, também e particularmente, pelos pecados contra a fé. Este Ano será também um tempo favorável para se aproximar com maior fé e maior frequência do sacramento da penitência».

    A Nota fala ainda no «envolvimento do mundo académico e da cultura por uma renovada ocasião de diálogo criativo entre fé e razão por meio de simpósios, congressos e jornadas de estudo, especialmente nas universidades católicas» e em aproveitar-se o Ano da Fé para «prestar uma maior atenção às escolas católicas, lugares próprios para oferecer aos alunos um testemunho vivo do Senhor».

    Finalmente, ao nível das paróquias, comunidades, associações e movimentos, a Congregação começa por dizer que, preparando o Ano da Fé, «todos os fiéis são convidados a ler e meditar atentamente a Carta Apostólica Porta fidei», de Bento XVI. Este Ano é uma «ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia».

    Os sacerdotes podem prestar mais atenção ao estudo dos documentos do Concílio e do Catecismo da Igreja Católica, «tirando daí fruto para a pastoral paroquial».

    Os catequistas devem aproveitar a «riqueza doutrinal» do Catecismo e as paróquias devem ter um «empenho renovado na difusão e na distribuição do Catecismo da Igreja Católica ou de outros subsídios adequados às famílias».

    Os membros dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica são desafiados a empenhar-se «na nova evangelização, com uma adesão renovada ao Senhor Jesus», as comunidades contemplativas «dedicarão uma intenção de oração especial para a renovação da fé no Povo de Deus e para um novo impulso na sua transmissão às jovens gerações» e as associações e movimentos eclesiais são convidados a promover iniciativas específicas que, «pela contribuição do próprio carisma e em colaboração com os Pastores locais, sejam inseridas no grande evento do Ano da Fé».

    O MUNDO À NOSSA VOLTA

    Uma nuvem de poeira

    Dário Pedroso, s.j.

    O Ano da Fé vai ajudar a dissipar a nuvem de poeira, vai ajudar a desfazer o “fumo de Satanás”, vai conseguir que a nossa fé se torne mais adulta, mais amadurecida, mais culta. Começa a 11 de Outubro de 2012, na celebração dos 50 anos do início do Concílio Vaticano II e nos 20 anos do lançamento do Catecismo da Igreja Católica, e termina na Solenidade de Cristo Rei, a 24 de Novembro de 2013. Será para todos um tempo de graça. Aproveitemos esta iniciativa que o Papa nos propõe, deixando-nos conduzir pelo Espírito, para dissipar as trevas e deixar brilhar em nós e nos outros a Luz da Fé.

    Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

    SUGESTÕES DE LEITURA

    A Porta da FéBento XVI

    A Carta Apostólica Porta fidei, do Santo Padre Bento XVI, pela qual se proclama o Ano da Fé, a celebrar entre 11 de Outubro de 2012 e 24 de Novembro de 2013, uma forma de assinalar os 50 anos do Concílio Vaticano II (1962-1965), para relançar o anúncio da fé na sociedade contemporânea. O documento apresenta as linhas gerais orientadoras desta celebração e uma síntese dos seus objectivos. «Para fazer brilhar a alegria e o entusiasmo do encontro com Cristo».

    Aumenta a nossa fé – Dário Pedroso, s.j. e Elias Couto

    Sem pretensões a ser curso de teologia nem mesmo abordagem a todas as questões ou temas ligados à fé, esta obra procura dar resposta a muitas questões que os cristãos se colocam. Em jeito de catequese de adultos, apresenta de forma simples, mas sistemática, temas para cultivar e viver a fé no quotidiano.

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