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sábado, 14 de janeiro de 2012

A propósito de “Maçonaria em Portugal” - Opinião - 14-1-12

Do site: CATÓLICOS CONSERVADORES, do Brasil, transcrevo este artigo:
A serviço da vida, da família, da liberdade e do conservadorismo católico.

08 jan 2012

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Maçonaria e Igreja Católica: inconciliabilidade entre as duas.

Católico e maçom, é possível ser os dois?

Deixemos que as partes envolvidas, a Igreja Católica e a própria Maçonaria, respondam estas indagações.

D. João Evangelista Martins Terra, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, escreveu um livro que aborda justamente este assunto: “Maçonaria e Igreja Católica”, que é uma pesquisa histórica sobre a maçonaria, sua expansão e situação no mundo de hoje, especialmente no Brasil. Faz uma análise dessa organização e apresenta a posição da Igreja Católica pós-conciliar.

Usaremos este artigo para mostrar a posição da Igreja Católica para com a maçonaria e como ela orienta a seus fiéis e clérigos.

O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO (Obra citada, pág. 70 a 72)

“O Código de Direito Canônico de 27-5-1917 contém os seguintes cânones relativos à maçonaria”:

Cân. 684: “Os fiéis fugirão das associações secretas, condenadas, sediciosas, suspeitas ou que procuram subtrair-se à legítima vigilância da Igreja”.

Cân. 2333: “Os que dão seu próprio nome à seita maçônica ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra os legítimos poderes civis, incorrem ipso facto na excomunhão simpliciter reservata à Sé Apostólica”.

Cân. 2336: “Os clérigos que cometeram o delito de que tratam os cânones 2334 e 2335 devem ser punidos, não somente com as penas estabelecidas nos cânones citados, mas também com a suspensão ou privação do mesmo benefício, ofício, dignidade, pensão ou encargo que possam ter na Igreja; os religiosos, pois com a privação do ofício e da voz ativa e passiva e com outras penas de acordo com suas constituições. Os clérigos e os religiosos que dão o nome à seita maçônica ou a outras associações semelhantes devem, além disso, ser denunciados à Sagrada Congregação do Santo Ofício”.

Cân. 1399, nº 8 – são ipso facto proibidos: “Os livros que, tratando das seitas maçônicas ou de outras associações análogas, pretendem provar que, longe de serem perniciosas, elas são úteis à Igreja e à sociedade civil”.

Ver ainda os cânones: 693; 1065; § 1 e § 2, 1240; 1241.

Desses cânones do Código de 1917 resulta claramente que:

Todo aquele que se inicia na maçonaria, incorre, só por este fato, na pena de excomunhão (cân. 2335).

Por ter incorrido na excomunhão, todo maçom: a) deve ser afastado dos sacramentos (confirmação, confissão, comunhão, unção dos enfermos), ainda que os peça de boa fé (cân. 2138, § 1); b) perde o direito de assistir aos ofícios divinos, como sejam: A Santa Missa, a recitação pública do Ofício Divino, procissões litúrgicas, cerimônias da bênção dos ramos etc. (cf. cân. 2259, § 1; 2256, n. 1); c) é excluído dos atos eclesiásticos legítimos (cân. 2263), pelo que não pode ser padrinho de batismo (cân. 765, n. 2) nem de crisma (cân. 795, n. 1); d) não tem parte nas indulgências, sufrágios e orações públicas da Igreja (cân. 2262, § 1).

O maçom não pode ser admitido validamente nas associações ou irmandades religiosas (cân. 693).

Os fiéis devem ser vivamente desaconselhados de contrair matrimônio com maçons (cân. 1065, § 2).

Só após prévia consulta do bispo e garantida a educação católica dos filhos, pode o pároco assistir ao casamento com um maçom (cân. 1065, § 2).

O maçom falecido, sem sinal de arrependimento, deve ser privado da sepultura eclesiástica (cân. 1240).

Deve-se negar aos maçons qualquer missa exequial, assim como quaisquer ofícios fúnebres públicos (cân. 1241).

O Santo Ofício declarou, no dia 20 de abril de 1949, numa resposta ao bispo de Trento, que nada tinha mudado na disciplina do Código de Direito Canônico a respeito da maçonaria”.
Façamos então uma nova pergunta: A situação hoje ainda é a mesma? Ou houve alguma mudança?

Em 27 de novembro de 1983, entrou em vigor um novo Código de Direito Canônico: “O Novo Código apresenta um cânon relativo à maçonaria”:

Cân. 1374: “Quem se inscrever em alguma associação que maquina contra a Igreja seja punido com justa pena; e quem promover ou dirige uma dessas associações, seja punido com interdito”. (Obra citada, pág. 99).

No mesmo dia em que entrava em vigor o novo Código de Direito Canônico, L´Osservatore Romano publicava esta Declaração da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, sobre a maçonaria:

“Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo fato de que, no novo Código de Direito Canônico, ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior. Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério relacional, seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categoria mais amplas. Permanece, entretanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja, e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas, com juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, pp. 240-241). O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação. Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983″. (Obra citada, pág. 100 e 101).
E o que diz a maçonaria? Vejamos.


CATÓLICO E MAÇOM?

C. W. Leadbeater, conhecido escritor maçônico, sustenta que “seria um empreendimento colossal escrever uma história da Maçonaria, pois seriam necessários conhecimentos enciclopédicos e muitos anos de pesquisas”.

Por seu lado, Marius Lepage, em seu livro História e Doutrina Franco-Maçonaria, após perguntar “quem poderia escrever uma história da Ordem em algumas semanas?”, responde que “seriam necessários anos de trabalho”.

Dom Ivo Lorscheiter, Bispo responsável pelo Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, escreve e assina: “O estudo da Maçonaria é, sem dúvida, difícil e complexo. Sua história, suas concepções profundas, suas atitudes concretas, as sucessivas severas manifestações do Magistério da Igreja Católica, o espírito de diálogo hoje reinante – tudo parece conduzir a esta pergunta fundamental e de largas consequências: Afinal, a Maçonaria e a Doutrina Católica são conciliáveis entra si?”.

Todavia, todas as dificuldades apontadas e conhecidas não impediram que a Maçonaria fosse agredida, injuriada, caluniada e condenada por muitos, mas principalmente pela Igreja Católica Apostólica Romana. Vários Papas, que são os bispos da Diocese de Roma, chefes e reis do Estado Pontifício com sede no Vaticano, têm condenado a Maçonaria, e eles foram:

Clemente XII – Bula “In eminenti” -1738.
Bento XIV – Bula “Provida Romanorum Pontificum” – 1751.
Pio VII – Bula “Ecelesian a Jesus Christo” – l800
Leão XII – Bula “Onde .Graviora” – 1823.
Pio VIII – Encíclica de 20/3/1829.
Pio IX – Encíclica “Omi Pluribus” = 1864 – Alocução de 20/4/1864 – Encíclica Nascita et Nobiscum – 1894 – Constituição Apostólica “SEDIS” – 1869
Leão XIII – Encíclicas de 1872, 1878, 1884 e 1892.
Não vamos comentar todas as Bulas e Encíclicas. Vamos apontar as duas realmente importantes para o nosso trabalho:

Clemente XII: a primeira condenação da Maçonaria. Notem que haviam decorridos apenas 21 anos da constituição da Grande Loja de Londres (24/6/1717), e portanto a Ordem era pouco conhecida do Vaticano. Alguns escritores afirmam que “o motivo da condenação não era religioso, mas de ordem política”.

Entretanto, o Padre Ferrer Benimeli, conhecido maçonólogo, garante que “esta hipótese é totalmente insustentável do ponto de vista histórico, à luz da documentação vaticana da época”.

O Padre Jesus Hortal, é teólogo e canonista, muito ligado aos temas de ecumenismo e diálogo inter-religioso; nos esclarece que o documento de Clemente XII é algo obscuro na sua redação, mas que o resumo dele feito na Bula “Providas Romanorum Portificum” promulgada pelo Papa Bento XIV aos 18 de maio de 1751 oferece uma melhor compreensão, pois ali estão enumeradas seis razões para a condenação:

“a primeira é que, nas tais sociedades e assembleias secretas, estão filiados indistintamente homens de todos os credos; daí ser evidente a resultante de um grande perigo para a pureza da religião católica;

“a segunda é a obrigação estrita do segredo indevassável, pelo qual se oculta tudo que se passa nas assembleias secretas;

“a terceira é o juramento pelo qual se comprometem a guardar inviolável segredo, como se fosse permitido a qualquer um apoiar-se numa promessa ou juramento com o fato de furtar-se a prestar declarações ao legitimo poder… ;

“a quarta é que tais sociedades são reconhecidamente contrárias às sanções civis e canônicas …;

“a quinta é que em muitos países as ditas sociedades e agremiações foram proscritas e eliminadas por leis de princípio seculares;

“a última enfim é que tais sociedades e agremiações por homens prudentes e honestos”.

Não é nosso objetivo, pelo menos hoje, discutir ou debater as seis razões apontadas acima, as quais serviram para os Papas Clemente XII em 1738 cominar a pena de excomunhão, e Bento XIV, em 1751, confirmá-la.
Não se iludam. Já se passaram 260 anos da condenação de Clemente XII, e a posição da Igreja de Roma não mudou nada com relação à maçonaria e aos católicos que são iniciados na ordem maçônica, como veremos adiante.

Além de considerar a maçonaria como uma seita, entre outras, conforme se constata na Constituição Apostólica Ecelesian, 13/9/1821, do Papa Pio VII, condenando especificamente a Carbonária, mas estabelecendo um laço de continuidade com os maçons do século XVIII condenados por – Clemente XII e Bento XIV. Ainda mais: O Papa Leão XII na Bula .”Quo Graiora”, 13/5/1825, considerou a maçonaria como uma sociedade – que tem como finalidade “maquinar (ou seja, conspirar) contra a Igreja e os legítimos poderes do Estado”, conforme se lê nos Estudos da CNBB n° 66, produzido pelo Padre Jesus Hortal.

Em 1917, quando foi promulgado o primeiro Código de Direito Canônico, manter-se a proibição dos católicos filiarem-se à Maçonaria. Lá estava bem clara a pena de excomunhão (cânon 2335). Passaram-se mais 57 anos, e, em 1974, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (SCDF) enviou uma carta a algumas conferências Episcopais mantendo a pena do Cânon 2335 (excomunhão) para os que se inscreverem na ordem maçônica.

É muito importante a Declaração dos Bispos Alemães, publicadas em 12/5/1980, que conclui ” pela inconciabilidade, pelos seguintes motivos, entre outros:

“a maçonaria admite um conhecimento objetivo de Deus, no sentido pessoal do “teísmo”. O ´Grande Arquiteto do Universo´ é ´algo´ neutro, indefinido e aberto a qualquer interpretação;

a maçonaria apresenta aos seus membros uma exigência de totalidade, que reclama uma pertença a ela na vida e na morte, o que parece não deixar espaço para a igreja”.
Logo a seguir, uma declaração da SCDF, em 17/2/1981, confirmam e precisa:

“não foi modificada de algum modo a disciplina canônica, que permanece em todo o seu vigor”;

NÃO FOI PORTANTO AB-ROGADA A EXCOMUNHÃO NEM AS OUTRAS PENAS CANÔNICAS PREVISTAS”.
A 26/11/1983 na véspera da entrada em vigor do novo Código de Direito Canônico, a Congregação para a Doutrina da Fé, agora sob a direção do Cardeal Ratzinger, reafirma:

“Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois seus princípios FORAM SEMPRE CONSIDERADOS INCONCILIÁVEIS COM A DOUTRINA DA IGREJA e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. O Sumo Pontífice João Paulo II, durante audiência concedida ao subscrito cardeal Prefeito, aprovou a presente declaração, e ordenou a sua publicação”.
Parece-nos sem sombra de qualquer dúvida, ser impossível para o católico uma dupla fidelidade eclesial e maçônica.

A linha 5 da CNBB, desde alguns anos vem realizando com a presença de bispos e sacerdotes, bem como um grupo de maçons convidados – nós comparecemos em quatro reuniões – cujo assunto principal era saber se a doutrina católica, era ou é compatível com a doutrina maçônica. Após inúmeras discussões, que duraram anos, os maçons não conseguiram obter nenhuma declaração favorável à maçonaria. Sempre esbarraram nos cânones do Vaticano, em vigor até hoje. Na última reunião, realizada no dia 13/10/l997, o tema conciabilidade entre maçonaria e igreja católica foi abandonado, e agendado: o simbolismo dos três primeiros graus, com interpretação católica e interpretação maçônica.

Por tudo o que já foi apresentado documentadamente, preferimos concordar com o Padre Jesus Hortal:

Maçonaria e Igreja Católica são simplesmente inconciliáveis, com uma inconciabilidade que não depende de conjunturas históricas, nem de ações particulares, mas que é intrínseca à própria natureza de ambas as instituições”.

Autor: Renato Brenner Napoleão

fonte do artigo escrito: www.rainhamaria.com.br

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Postado em Maçonaria

Nº 1164-3ª Página - Recordando o Padre Salgueirinho–Vitral - 14 de Janeiro de 2012

 

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Na Voz Portucalense, desta semana, (11/1/2012) vem publicado o seguinte VITRAL:

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Corações impenetráveis


A força do amor do Natal de Jesus Cristo, influencia cristãos. Toda a gente na quadra do Natal se sente mais solidária; mais atenta à pobreza que a rodeia, à injustiça que observa, à desigualdade que dói, ao exagero escandaloso dos que gastam em reveillons caríssimos e à penúria de tanta gente sem emprego, sem pão, sem medicamentos, sem agasalhos, sem tecto, sem nada.

Mas a onda do amor do nascimento de Cristo torna-nos mais generosos, mais partilhantes com os que mendigam ou com os que se envergonham der estender a mão, mesmo com evidente necessidade.

Dias antes do Natal, no dia de Natal e nos primeiros dias do novo ano, a generosidade é maior, a entreajuda é maior, a compaixão é mais viva e mais ativa.

Mas o pior é o que acontece ao longo do ano…

Acontece o mesmo que a um seixo duro que vamos tirar de um rio. Seixo mergulhado na água durante meses, durante anos, mas que quando o partimos deparamos com o interior totalmente seco. A água não penetrou.

Com o coração de muitos cristãos acontece infelizmente algo parecido. Estão desde a infância e durante muitos anos mergulhados no cristianismo: na vivência cristã, na família, na igreja, etc. .

A palavra de Deus passa pelos seus ouvidos, na catequese, mas aulas de Religião e Moral, mas mensagens do Papa e dos Bispos, nas leituras bíblicas, mas não entra: – o coração é duríssimo como o seixo, a palavra não penetra, à semelhança da chuva que entra na terra para fertilizar as sementes.

 

Autoria do Padre Mário Salgueirinho Barbosa.
Transcrição efectuada através de http://vp-vozportucalense.pt

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ANTÓNIO FONSECA

para publicar neste blogue, em 14-1-2012 – 10,30 horas

Nº 1164-1ª Página - (14-2012) - 14 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

NOTA DE AUTOR:

A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de SABA DA SÉRBIA, Santo e Bispo Estrela

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1164 – 1ª Página - 2012

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Será esta porventura, a nova imagem do €uro de agora em diante,

ao contrário…(?) – se calhar …

Feliz Ano de 2012

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FÉLIX DE NOLA, Santo

Confessor (256)

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Félix de Nola, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Nola, na Campânia (hoje Itália), são Félix, presbítero, que segundo conta são Paulino, enquanto receava a perseguição foi encarcerado e submetido a cruéis sevícias. Restabelecida a paz, pôde voltar para os seus e viveu na pobreza até uma venerável ancianidade, como invicto confessor da fé (séculos III/IV).

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Félix de Nola, Santo

A S. Paulino, Bispo de Nola, devemos as notícias mais exatas da vida de S. Félix, presbítero também de Nola. Aquele santo Prelado escreveu-as em verso latino, que o venerável Beda reduziu a prosa; são resumidamente como seguem: Era sírio de nação, e chamava-se Hérmias o militar, pai de S. Félix. Em Nola, a umas cinco léguas de Nápoles, teve dois filhos: Hérmias, que se alistou nos exércitos do Imperador; e Félix, que serviu com todo o coração o supremo Imperador e Rei dos reis: Jesus Cristo. Félix, havendo repartido pelos pobres a maior parte dos seus haveres, dedicou-se ao serviço da Igreja. Ordenado sacerdote, edificava a todos, já com a excelência da doutrina, já com o exemplo duma vida santa e verdadeiramente cristã. Levantaram-se no seu tempo contra a Igreja as horríveis perseguições de Décio (245-50) e de Valeriano (256). Vieram a Nola os emissários imperiais e trataram de procurar as primeiras colunas do edifício cristão, para que, partidas elas, desabasse o edifício e, morto o pastor, se dispersasse o rebanho. Era por este tempo Bispo de Nola um ínclito varão chamado Maximiano, avançado em idade, santo nos costumes, de aspecto venerando, zeloso e sábio. Mas, lembrando-se daquelas palavras que o Divino Mestre disse aos discípulos “quando vos persigam numa cidade, fugi vós para outra” (Mt 10, 73), guardou-se para melhor ocasião, como fez também S. Cipriano na África. Deixando a Félix a direção da sua amada grei, retirou-se para lugares ocultos e seguros. Não tendo os perseguidores encontrado o santo Bispo, descarregaram sobre Félix os seus furores. Valeram-se primeiro das promessas, e logo depois das ameaças e dos tormentos, Vendo que nem uns nem outros surtiam o desejado efeito, encerram-no num tenebroso cárcere, por cujo pavimento espalharam agudos pedaços de telhas. Félix preso não conseguia valer a todas as necessidades dos fiéis. Maximiano afligia-se e quis voltar mas não conseguiu. Além disso, ma sua velhice, sofria muito frio e de escassez de alimentação. Mas renovando-se o milagre da libertação de S. Pedro a quem Herodes prendera, ouviu Félix uma voz que dizia: “Segue-me”. Obedeceu prontamente o santo, e logo um anjo, abrindo todas as portas da prisão, lhe deu a liberdade, e por fim o conduziu ao monte em que estava Maximiano. Félix abraçou Maximiano e como o visse em tão deplorável estado, levou-o aos ombros a casa duma piedosa viúva onde se reanimou. Depois de piedosos colóquios, os dois Santos determinaram regressar à cidade para utilidade e alegria dos fiéis. A caridade multiplicou as forças de S. Félix; e movido pelo amor que votava a Maximiano, e pela esperança do fruto que as almas colheriam com a visita do seu Pastor, tomou sobre os ombros o santo velho, e assim entraram secretamente na cidade. Conservaram-se algum tempo escondidos, até que, serenada a borrasca, apareceram em público e foram animar os fiéis. Foi breve a duração desta tranquilidade para a Igreja e para a cidade de Nola. Bem depressa estalou de novo, e com mais fúria, a perseguição, que desta vez alvejava mais particularmente aquelas duas colunas do edifício da fé. Mal chegaram à cidade, os emissários do Imperador trataram de procurar Félix, que vem sabiam ser o principal sustentáculo daquela cristandade. retirou-se o santo para casa duma piedosa mulher, onde viveu por espaço de três meses, como refere S. Paulino , sem ser conhecido nem visto. Finalmente, terminada a tormenta, saiu a público e novamente começou a exortar a prática da virtude. Os fiéis olhavam Félix como enviado do céu. Morreu por aquele tempo o Bispo Maximiano, vítima da idade e dos muitos trabalhos. Os cristãos lembraram-se logo de Félix para lhe suceder. Mas este, escusando-se, tratou de os resolver a escolherem Quinto, clérigo da mais santa vida. Por este modo teriam os fiéis os trabalhos e serviços de Quinto e Félix. Assim aconteceu, assumindo aquele o governo da diocese, e continuando este a sua pregação frutuosíssima,. Finalmente, depois de edificar a todos com vida exemplar, cheio de anos, porém mais ainda de virtudes e merecimentos, faleceu na era de 256. Foi tido na qualidade de mártir, se bem que não tivesse sofrido a pena capital. O grande papa S. Dâmaso compôs diversos versos em ação de graças pela saúde que, por intermédio de S. Félix, o Senhor lhe havia conhecido. Fazem menção de S. Félix, S. Paulino, como já dissemos, Santo Agostinho e Gregório Turonense. Afirma S. Paulino que Nola era, depois de Roma, o segundo centro de numerosas peregrinações no século IV. Do livro Santos de Cada dia, de http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://www.es.catholic/. e http://www.santiebeati.it/

37550 > San Felice da Nola Confessore e martire 14 gennaio MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:

MACRINA, A ANTIGA, Santa

Viúva – Avó de S. Basílio Magno (340)

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Macrina a Maior, Santa

Macrina, avó de S. Basílio Magno, pertencia a uma família notável pelo número de santos que deu à Igreja; pareceu que nela era a virtude hereditária. Nasceu em Neocesareia, no Ponto, pouco depois da morte de S. Gregório Taumaturgo. O que ensinava este Santo prelado sobreviveu-lhe e, da boca dos seus discípulos, Macrina recebeu uma doutrina que transmitiu fielmente a filhos e netos. De harmonia com o seu marido, manteve-se na fé e na prática da religião; tiveram de retirar-se durante a perseguição cruel de Galério e Maximino (305-313). Durante sete anos passaram vida extremamente dura no meio da floresta do Ponto. Um dia, extenuados pelo jejum e privados de todos os recursos, pediram a Deus que os aliviasse como fez outrora pelo seu povo no deserto. Em especial a oração de Macrina foi tão fervorosa que Deus ouviu-a imediatamente; passaram ao lado deles animais ferozes que se deixaram apanhar facilmente. depois deste perigo, sobreveio outro; a perseguição trouxe consigo a confiscação dos bens que tinham. Basílio Magno testemunhou nos seus escritos dever muito aos ensinamentos da avó: “Essa santa mulher, diz ele, tinha conservado fielmente a lembrança da pregação de Gregório; moldou as nossas almas infantis com uma piedade baseada na sã doutrina”. Tendo a perseguição acabado, os dois esposos voltaram a Neocesareia; Macrina sobreviveu ao marido; e veio a morrer a 14 de janeiro dum ano impreciso, por volta de 340. Do livro Santos de Cada dia, de http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://www.es.catholic/. e http://www.santiebeati.it/

37625 > Santa Macrina l'Anziana 14 gennaio

MÁRTIRES DO MONTE SINAI, pelo menos 38

(Século IV)

No tempo do imperador Teodósio o Antigo (fins do século IV), na época em que Pedro II, sucessor de Atanásio, governava a Igreja de Alexandria, precipitaram-se alguns nómadas, em desordem e sem chefe, sobre a solidão do Sinai; sem misericórdia assassinaram os anacoretas do monte Sinaí e de alguns mosteiros vizinhos; só escaparam alguns a quem foi possível fugir. Pouco depois, os solitários sobreviventes vieram à procura doas corpos e encontraram trinta e oito. Este morticínio realizou-se no segundo dia do mês a que os Egípcios chamam tybi, dia que equivale a 14 de janeiro. Do livro Santos de Cada dia, de http://www.jesuitas.pt/.

93022 > Santi Monaci del Monte Sinai e d’Egitto Martiri 14 gennaio MR

MÁRTIRES DE RAITA (JEREMIAS e mais de 300…)

Santos Monges de Egito, monges e mártires

(século IV)

 

Raita, a três léguas das montanhas do Oreb e do Sinaí, estendia-se para o Mar Vermelho sobre uma planície de cerca de seis léguas (é o Elim da Sagrada Escritura). Viviam lá anacoretas, passando uma vida tão perfeita como os do Sinaí; eram quarenta e três). Trezentos Blémios (nómadas da região da Abissínia), depois de matarem a população de Farán e do forte de Raita, voltaram-se contra os religiosos que oravam na própria Igreja; um monge , chamado Jeremias, foi o primeiro esquartejado por recusar dizer quem era o superior. E os outros foram em seguida executados de maneiras diversas. Um só conseguiu escapar à chacina e foi levar a notícia ao monte Sinaí. Também este martírio se deu no século IV. Do livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt.

PEDRO DONDERS, Beato

Religioso (1809-1887)

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Pedro Donders, Beato

No dia 23 de Maio de 1982, Sua Santidade João Paulo II fez cinco beatificações, entre as quais a do Padre Pedro Donders, a quem se referiu nestes termos: “Pedro, que nasceu no princípio do século precedente nos Países Baixos, passou a maior parte da vida no Suriname. Proclamou o Evangelho aos escravos, aos Negros e aos Índios, e é sobretudo conhecido pelo cuidado espiritual dos leprosos, de tal maneira que foi chamado com razão o apóstolo dos leprosos, de tal maneira que foi chamado com razão o apóstolo dos leprosos. Pode-se dizer que foi o apóstolo dos pobres, e teve de levar vida de trabalhador antes de poder seguir a sua vocação sacerdotal. Consagrou toda a vida de sacerdote aios pobres. É convite e incentivo a que se renove a faça florescer o zelo missionário que, a partir dos Países Baixos, no século XIX e neste século XX, ofereceu contributo tão excepcional para que se realizasse a missão da Igreja. Como membro da Congregação dos Redentoristas, à qual se ligou no fim da vida, pôs em prática de maneira excepcional o que Santo Afonso propôs como ideal aos seus religiosos: na pregação da palavra de Deus aos pobres, imitar o exemplo e as virtudes do Redentor. Pela sua vida demonstrou até que ponto a proclamação da Boa Nova da redenção e da libertação do pecado deve encontrar apoio e confirmação numa vida autenticamente evangélica, vida de amor efetivo em favor do próximo, e antes de tudo dos mais desfavorecidos dos irmãos de Cristo”. Nasceu em Tilburg, em 1809, e faleceu em Paramaribo (Guiné Holandesa), a 15 de Janeiro de 1887. Aos 22 anos entrara num seminário como serviçal. Dedicou ao estudo as horas livres do trabalho; tanto progrediu que aos 28 anos passou para o seminário maior e em 1841 foi ordenado sacerdote. No ano seguinte, partiu como missionário para Suriname. Em 1866 vestiu o hábito da Congregação do Santíssimo Redentor, continuando as missão que já tinha entre os indígenas. Do livro Santos de Cada dia, de http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://www.es.catholic/. e http://www.santiebeati.it/

91264 > Beato Pietro Donders Redentorista 14 gennaio MR

 

SABA DA SÉRBIA, SANTO

Bispo da Sérvia

COMPLEMENTO

Nascido em 1174, Sava (ou Saba) era o filho mais novo do Príncipe Estevão I da Sérvia, o governante que conseguiu a independência do Império bizantino. Atraído mais pela vida espiritual do que pela política, Saba tornou-se monge em 1191, quando entrou para um mosteiro no Monte Athos, na Grécia, aos 17 anos. Em 1198, seu pai abdicou do trono e reuniu-se a Saba no mosteiro. Juntos, fundaram Khilandari, um mosteiro para monges sérvios no Monte Athos que existe ainda hoje. Em 1206, Saba regressou à Sérvia para resolver uma disputa entre os seus irmãos sobre a herança. Nos 25 anos seguintes, trabalhou arduamente para converter os sérvios, muitos dos quais adoravam os deus pagãos.

Construir uma Igreja – Para formar sacerdotes sérvios, Saba fundou o Mosteiro de Studenica e também outros mais pequenos. Também foi a Nicaea para persuadir o Imperador bizantino, Teodoro II, e o Patriarca do Oriente, Germano I, a nomear um Bispo para a Sérvia, um passo que fortaleceria a posição da Igreja nessa zona. Em 1219, Saba foi ordenado o primeiro Bispo da Sérvia. Como Bispo, Saba encomendou a tradução dos ensinamentos cristãos ortodoxos do grego para o sérvio e também escreveu duas Regras monásticas. Os seus esforços incansáveis para organizar a Igreja foram em larga medida responsáveis pela reforma da vida religiosa na Sérvia. Mais tarde, fez várias peregrinações a Jerusalém. Faleceu a 14 de Janeiro de 1237, na Bulgária, no regresso da Terra Santa.

NO SEU RASTO

Muitos calendários latinos chama a Saba “o iluminado”.  Por isso é natural que o dirigente máximo da Igreja sérvia, o patriarca Pavle, se inspirasse no exemplo de Saba quando, em 1999, procurou pôr fim à guerra do Kosovo e restabelecer relações entre os sérvios e os albaneses. “A Igreja deve condenar todas as atrocidades que são cometidas, não importa qual a fé ou a origem de quem as comete” afirmou Pavle. Em busca da paz, o Patriarca:

* Enviou emissários a Washington e às conversações de paz em Rambouillet, França, apelando para umas solução pacífica para os conflitos na Bósnia e no Kosovo.

* Pediu a renúncia do presidente sérvio Slobodan Milosevic.

* Instalou-se em Pec, no Kosovo, para iniciar pessoalmente o processo de reconciliação entre os sérvios e os albaneses kosovares.

A obra do patriarca Pavle lembra-nos de que a Palavra de Cristo é eterna e muito necessária no mundo laico que buscam orientação espiritual.

ORAÇÃO

Ó guia da ortodoxia e bendito mestre de virtudes, purificador e luz da minha pátria, beleza da condição monástica, padre sábio, Santo Saba, pelos Vossos ensinamentos iluminastes o Vosso povo. Ó flauta do espírito, orai a Cristo Nosso Deus pelas nossas almas Ámen.

(Oração de Patéricon sérvio)

No período em que viveu Santo Saba (1174-1237), ocorreram entre outros, os seguintes factos: Em Inglaterra é assinada a Magna Carta (1215); Os muçulmanos conquistam Jerusalém (1187); Início da construção da Catedral de Toledo (1227); É desenvolvida a forma musical o motete (1265).

37725 > San Saba Arcivescovo di Serbia 14 gennaio (Chiese Orientali)

91105 > Beata Alfonsa Clerici Vergine 14 gennaio

• Dácio de Milão, Santo

Bispo

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Dácio de Milão, Santo

Martirológio Romano: Em Milão, na região de Ligúria (hoje Itália), sepultura de são Dácio, bispo, que na controvérsia dos “Três Capítulos” defendeu a sentença do papa Vigil, ao qual acompanhou a Constantinopla, onde morreu (552). São Dácio viveu em tempos muito agitados. Durante a maior parte de seu episcopado, que durou pelo menos de 530 a 552, teve que defender constantemente os interesses temporais e espirituais de sua Igreja. Para salvar a cidade de Milão, dos godos, se aliou com Belisário, que desgraçadamente não pôde enviar-lhe reforços antes de que a cidade fosse atacada e saqueada. É possível que Dácio ata sido feito prisioneiro e libertado depois, graças à influência de seu amigo Casiodoro. Expulso de Milão, o bispo se refugiou em Constantinopla, onde, o ano 545 apoiou valentemente ao Papa Vigilio contra Justiniano, na controvérsia sobre os "Três Capítulos". Parece que Dácio morreu em 552, em Constantinopla, de onde seus restos foram trasladados mais tarde para Milão, sua cidade episcopal. São Gregório o Grande conta em seus “Diálogos", a curiosa história de uma casa em que o diabo costumava aterrorizar aos ocupantes, imitando discordantes e horríveis rugidos de feras. São Dácio entrou sem temor na casa, pôs em fuga o demónio e restaurou a paz.

37590 > San Dazio Vescovo di Milano 14 gennaio MR


92120 > Sant' Engelmaro Martire 14 gennaio

Santo Eufrásio, Bispo

Em Auvérnia (hoje Clermont-Ferrand), em Aquitânia (hoje França), santo Eufrásio, bispo, de que são Gregório de Tours louva a hospitalidade (515/516)

37580 > Sant' Eufrasio Vescovo 14 gennaio MR

São Fermín (Firmino), Bispo

Na região de Gévaudan (hoje França), são Fermín, bispo (século V).

37570 > San Firmino Vescovo 14 gennaio MR

• Fulgêncio de Écija, Santo

Bispo

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Fulgêncio de Écija, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Écija, na província romana de Bética (hoje Espanha), são Fulgêncio, bispo, irmão dos santos Leandro, Isidoro e Florentina. Seu irmão Isidoro lhe dedicou seu tratado Dos ofícios eclesiásticos (c. 632).Filho de Severiano e Túrtura. Seu pai foi um nobre visigodo, São Fulgêncio foi o segundo dos cinco irmãos, quatro dos quais foram considerados santos pela Igreja Católica Romana e a Igreja Católica Ortodoxa. Seus outros irmãos canonizados são Santo Isidoro, São Leandro e Santa Florentina. Todos eles são conhecidos como os Quatro Santos de Cartagena. São Fulgêncio nasceu em Cartagena em torno do ano 540 e cedo sua família se traslada a Sevilha. Na dita cidade seriam arcebispos seus irmãos São Leandro e Santo Isidoro.São Fulgêncio foi Bispo, ocupando a sede de Écija e, em duas ocasiões, a de Cartagena. Homem eloquente e um grande orador, Recaredo lhe encomendou diversas missões para o seu reino. Foi considerado um homem sábio, sendo elevado ao posto de Doutor da Igreja em 1880 por Pío IX. São Fulgêncio é Padroeiro das Dioceses de Placência e Cartagena e desde o século XVI dá nome ao seminário diocesano. Também é o padroeiro da cidade de Placência.

92009 > San Fulgenzio di Astigi Vescovo 14 gennaio MR


São Glicério, diácono e mártir

Em Antioquia de Síria (hoje Turquia), são Glicério, diácono e mártir

37560 > San Glicerio Diacono e martire 14 gennaio MR

93937 > Beato Guglielmo de Sanjulia Mercedario 14 gennaio


Nino (Nina, Cristiana) de Geórgia, Santa Virgem

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Nino (Nina, Cristiana) de Geórgia, Santa

Martirológio Romano: Na região dos iberos, ao outro lado do Ponto Euxinio (atual Geórgia, junto ao mar Negro), santa Nino, que sendo cristã foi levada para aquele país, onde, por sua vida santa, suscitou a reverência e admiração de todos, até ao ponto de que a própria rainha, a quem curou um de seus filhos com suas orações, o rei e todo o povo abraçaram a fé cristã (século IV).Etimologia: Nino = juramento de Deus. Vem da língua hebraica. Esta jovem escrava da corte real de Mzkheta, não longe de Tbilisi, Geórgia, festeja-se hoje na Igreja de Oriente e na de Ocidente em 15 de Dezembro. Graças a que há pessoas que se preocupam pela vida dos outros, conhecemos a vida desta rapariga pelas obras do escritor eclesiástico Rufino. É ele quem nos traça uma pequena lembrança de Nina. Logrou sua conversão na Ibéria, como se chamava anteriormente o que é hoje Geórgia. Provinha do Egito como uma escrava cristã cativa. A colocaram a trabalhar na corte. Apesar de que ninguém era cristão, ela soube manter sua fé apesar dos pesares. Ganhou a corte, não só por sua beleza física – que era muito elegante – mas, sobretudo, por sua virtude, seu grande amor já que cedo chegaria a ser amada por todos. Aconteceu algo singular. Uns pais lhe pediram que curasse a seu filho. Nina orou com tal fervor e com tal fé que o rapaz se curou. Graças a isto, a rainha mandou que estivesse sempre a seu lado. Também se pôs enferma a soberana Nana. E pelas orações de Nina se curou também. Então o rei sentia em sua alma o desejo de a recompensar de alguma maneira. Ela lhe disse que o melhor favor que podia fazer-lhe, seria que se convertesse ao cristianismo. O rei apresentou o tema a sua mulher.  Passado algum tempo, o rei lhe rogou ao arcebispo de Constantinopla que lhe enviasse um bispo para evangelizar seu reino. Estamos no século IV. Quando começou a evangelização de Geórgia, Nino se foi à região de Bobdé. Morreu no ano 335. Em Mzekheta há uma pequena capela que recorda em nossos dias o baptismo de Geórgia. ¡Felicidades a quem levem este nome! A solidão é o império da consciência” (Cármen Díez de Ribera). Comentários ao P. Felipe Santos: mailto:fsantossdb@hotmail.com

91921 > Santa Nino (Nouné, Nina, Cristiana) Apostola della Georgia 14 gennaio MR

• Odão de Novara, Beato

Monge Cartuxo

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Odón de Novara, Beato

Martirológio Romano: Em Tagliacozzio, em Abruzo (hoje Itália), beato Odón de Novara, presbítero da Ordem dos Cartuxos (c. 1200). O Beato Odón monge cartuxo do século XII, é um dos poucos homens de Deus daquela época, sobre o que temos documentos de primeira mão. O Papa Gregório IX mandou que se fizessem investigações sobre sua vida com o fito da sua canonização, e as declarações dos testemunhos que chegaram até nós. Um ou dois extractos delas nos darão uma ideia da personalidade de Odón. "Maestro Ricardo" bispo de Trivento, depois de haver jurado pelo Espírito Santo, ante os Evangelhos, que diria a verdade, afirmou que ele havia conhecido o bem-aventurado Odón como a um homem temente de Deus, modesto e casto, entregue noite e dia à vigília e à oração; que vestia ásperas túnicas de lã e vivia numa estreita cela, de que não saía mais que para orar na igreja, e que obedecia sempre ao sino, quando este o chamava ao oficio. Quantos foram a ele se sentiram animados no serviço de Deus. Lia constantemente as Escrituras e, apesar de sua avançada idade, se empregava em sua cela em trabalhos manuais para não ser presa de ociosidade. O bispo dá em seguida um breve resumo da vida de Odón, e faz notar que havia sido nomeado prior do novo mosteiro cartuxo de Geyrac, em Eslavonia. Mas que a cruel perseguição de que o havia feito objecto o bispo Dietrich o obrigou a abandonar essa comunidade, e ir a Roma para pedir permissão ao Papa de renunciar a seu cargo. A anciã abadessa de um mosteiro de Tagliacozzo lhe havia oferecido hospedagem, e impressionada por sua santidade, obteve licença de o guardar como capelão da comunidade. Muitos outros testemunhos da edificante vida de Odón falaram de suas austeridades, de sua caridade e de sua humildade. Um deles, o arcipreste Oderisio, atesta que esteve presente nos últimos momentos de Odón, e que "este se achava encostado no chão da dita cela, vestido com uma camisa de cerdas, e que dizia em sua agonia: ´Espera um pouco, Senhor, espera um pouco; já vou a Ti´; e quando os presentes lhe perguntaram com quem falava, respondeu: ´Com meu Rei, a quem estou vendo e em cuja presença me acho´. Ao pronunciar estas palavras, o bem-aventurado Odón se endereçou, como se alguém lhe estendesse a mão, e com elas estendidas, passou ao Senhor". Isto acontecia em 14 de Janeiro do ano 1200, e com a idade de Odón se calculava em cem anos. O beato obrou muitos milagres em vida e depois de sua morte, mas tinha horror de que as gentes lhe atribuíssem poderes sobrenaturais. "Irmão - disse a um homem que solicitava sua ajuda - ¿porque te ris de mim que sou um malvado pecador e um saco de putrefacção? Deixa-me em paz; o único que pode curar-te é Jesus Cristo, o Filho de Deus vivo"; e ao dizer isto, se lhe soltaram as lágrimas. O enfermo ficou nesse instante são de uma enfermidade que, segundo o testemunho, que o havia conhecido pessoalmente, o atormentava desde havia muitos anos. O culto do beato Odón foi confirmado em 1859.

90548 > Beato Oddone (Oddo) di Novara Monaco 14 gennaio MR

• Odorico de Pordenone, Beato

Missionário Franciscano

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Odorico de Pordenone, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Udine, na região de Veneza (hoje Itália), beato Odorico de Pordenone Mattiuzzi, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, que viajou pelas regiões dos tártaros, dos índios e dos chineses até à principal cidade de China chamada Kambalik. Em todas essas regiões converteu a muitos à fé de Cristo com sua pregação do Evangelho (1331). Franciscano, sacerdote, missionário por terras de Oriente. Seu culto foi aprovado por Bento XIV em 2 de Julho de 1775, e sua festa se celebra em 14 de Janeiro, aniversário de sua morte em Udine. Nascido em Villanova de Pordenone, província de Friul (Itália), em 1265, Odorico foi uma espécie de Marco Polo mas de hábito, viajando em prol das almas. Antes de pedir permissão para ir ao Oriente como missionário, Odorico havia levado vida eremítica e havia desenvolvido atividades apostólicas em seu Friul natal. Humilíssimo e penitente, rigoroso e silencioso, este irmão que se vestia de túnica marrom, caminhava descalço e se alimentava de pão e água, estava bem preparado para a vida missionária e para as viagens longas e incómodas. E sua viagem foi bem longa, pois durou 33 anos. De Veneza a Trebisonda, de onde seguiu por terra. Penetrou na Arménia, atravessou a Pérsia, e em Ormuz se embarcou de novo até chegar à Índia. Na Índia recolheu as relíquias de quatro franciscanos martirizados, e voltou a embarcar. Finalmente chegou a Zaiton, na China do Sul. Em Zaiton frei Odorico se sentiu como em sua casa. Os franciscanos já tinham ali dois florescentes conventos. Fazia quase um século que os Irmãos Menores haviam feito seu caminho até ao Oriente. O primeiro intento missionário, o de Juan de Pian Carpino, companheiro de São Francisco, não havia tido o êxito esperado; mas mais tarde, outro franciscano italiano, Juan de Montecorvino, não somente havia chegado a China, mas que havia permanecido ali longamente, chegando a ser arcebispo e Patriarca do Extremo Oriente desde a cátedra arcebispal de Kambalik, o atual Pequim, capital do império mongol e sede do Grande Khan. Odorico chegou ali em 1325 e permaneceu três anos. Juan de Montecorvino e seus franciscanos já haviam realizado milhares de conversões. Odorico não foi menos. Em breve tempo administrou milhares de baptismos. Mas o velho arcebispo quis que o frade de Friul regressasse a Itália para contar ao Papa a situação do Oriente e para pedir novos missionários para a extensa diocese. Odorico se pôs a caminho, desta vez por terra. Cobriu esta longa distância em pouco mais de dois anos e em 1330 estava de regresso a Veneza. Quis ir de imediato a onde o Papa estava em Avinhão, mas em Pisa adoeceu gravemente. Fez-se levar ao convento de Pádua, onde ditou a um irmão de sua Ordem a relação de sua viagem e das atividades missionárias dos franciscanos no Extremo Oriente, que outro apresentou ao Papa de parte do irmão enfermo. Entretanto Odorico morria em seu convento de Udine em 14 de Janeiro de 1331, aos 66 anos de idade, outros 50 missionários franciscanos partiam para Khambalik a prosseguir a obra apostólica iniciada e desenvolvida heroicamente por estes invictos pioneiros do Evangelho.

37700 > Beato Odorico da Pordenone Sacerdote 14 gennaio MR

• Potito, Santo

Mártir Adolescente

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Potito, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de são Potito, mártir, que, depois de ser atormentado na cidade de Sárdica, na antiga província romana de Dácia (hoje Roménia), alcançou finalmente o martírio ao ser executado pela espada (s. inc.) As Atas que os bolandistas apresentaram sobre este mártir, não inspiram nenhuma confiança. Nelas, se apresenta a Potito como originário de Sardenha, convertido ao cristianismo, sendo ainda menino, e sem que seu pai - que era idólatra - o soubesse  Ao inteirar-se este da conversão de seu filho, meteu-o na cadeia. Mas Potito, com suas orações e ensinos conseguiu convertê-lo. Em seguida, não podendo resolver-se a viver entre pagãos, se refugiou numa cidade que não se há podido identificar (Valeria ou Gárgara). Ali curou a lepra a uma mulher de um senador chamado Agatón, e converteu a toda sua família. A fama desta conversão chegou até Roma. Se mandou trazer a Potito, que livrou de um demónio à filha do imperador; mas esta cura se atribuiu à magia. Quiseram obrigar o jovem a que adorasse aos deuses do império, mas ele se recusou e morreu nos tormentos em Roma, ou numa cidade do sul de Itália. Os bolandistas não têm melhor informação sobre a sorte que coube às relíquias do mártir.  Se diz que haveriam sido trasladas de Asculum a Sardenha com as de São Efisio, cuja festa se celebra em dia 15 de Janeiro. Todavia se honra a São Potito em Nápoles, onde lhe foi dedicada uma igreja. Os beneditinos, que celebram seu ofício nesta igreja, obtiveram do Papa Clemente XII um ofício especial em sua honra. Os hinos deste ofício hão sido editados pelos bolandistas. A festa do santo mártir não está assinalada mais que nos martirológios relativamente novos.

91841 > San Potito Adolescente martire 14 gennaio MR


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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

  • Nº 1164-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 14 DE JANEIRO DE 2012

    Nº 1164-2ª Página

    (Continuação (19)

    LIVRO QUINTO
    UNIVERSALISMO DO REINO
    O matrimónio é indissolúvel Alguns fariseus, para O experimentarem, aproximaram-se d’Ele e disseram-Lhe: «É permitido a um homem repudiar sua mulher por qualquer motivoEle respondeu: «Não lestes que o Criador, desde o princípio, fê-los homem e mulher, e disse: «Por isso, o homem deixará o pai e a mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne». «Pois bem, o que Deus uniu, não o separe o homem». «Porque foi, então, perguntaram, que Moisés preceituou dar-lhe carta de divórcio ao repudiá-la?» Respondeu Jesus: «Por causa da dureza do vosso coração, Moisés permitiu que repudiásseis as vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Ora, eu digo-vos: Se alguém repudiar sua mulher – excepto em caso de adultério – e casar com outra, comete adultério».
     
    Valor da virgindade Os discípulos disseram-Lhe: «Se é essa a situação do homem perante a mulher, não é conveniente casar-se!» Respondeu-lhes: «Nem todos compreendem esta linguagem, mas apenas aqueles a quem isso é dado. Há eunucos que nasceram assim do seio materno, há os que se tornaram eunucos pela interferência dos homens, e há aqueles que se fizeram eunucos a si mesmos por amor do reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda».
     
    As crianças  Apresentaram-Lhe, então, umas criancinhas, para que lhes impusesse as mãos e rezasse por elas, mas os discípulos repreenderam-nas. Jesus disse-lhes: «Deixai as criancinhas e não as impeçais de vir a Mim, pois delas é o reino dos céus». E, depois, de lhes ter imposto as mãos, prosseguiu o Seu caminho.
     
    O perigo das riquezas Aproximou-se d’Ele um jovem e disse-Lhe: «Mestre, que hei-de fazer de bom para alcançar a vida eternaJesus respondeu-lhe: «Porque Me interrogas sobre o que é bom? Bom é um só. Mas se queres entrar na vida eterna, cumpre os mandamentos». «Quais?» perguntou ele. Retorquiu Jesus: NÃO MATARÁS; NÃO COMETERÁS ADULTÉRIO; NÃO ROUBARÁS; NÃO LEVANTARÁS FALSO TESTEMUNHO; HONRA TEU PAI E TUA MÃE; E AINDA AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO. Disse-lhe o jovem: «Tenho cumprido tudo isto: que me falta ainda?» «Se queres ser perfeito, disse-lhe Jesus, vai, vende tudo o que possuíres, dá o dinheiro aos pobres, e trás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-Me». Ao ouvir isto, o jovem retirou-se contristado, porque possuía muitos bens. Jesus disse então, aos discípulos: «Em verdade vos digo que dificilmente entrará um rico no reino dos céus». «Repito-vos: É mais fácil passar um camelo pelo fundo duma agulha do que um rico entrar no reino dos céus». Ao ouvir isto, os discípulos ficaram estupefactos e disseram: «Quem pode então salvar-se?» Fixando neles o olhar, Jesus disse-lhes: «Aos homens é impossível, mas a Deus tudo é possível». Tomando a palavra, Pedro disse-Lhe: «Nós deixamos tudo e seguimos-Te, qual será a nossa recompensa?» Jesus respondeu-lhes: «Em verdade vos digo: No dia da renovação, quando o Filho do Homem Se sentar no Seu trono de glória, vós, que Me seguistes, sentar-vos-eis em doze tronos para julgardes as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher , filhos ou terras por causa do Meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna. Muitos dos primeiros serão os últimos, e muitos dos últimos serão os primeiros».

    (continua em 15/1/2012)


    Transcrição de António Fonseca

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