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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Diocese do Porto–Boletim–17-1-2012

Nº 46 | Janeiro de 2012

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Decorrendo de 18 a 25 de Janeiro a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, este ano subordinada ao tema “Todos seremos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo”, segue anexo algum material de divulgação das iniciativas programadas. Gostaríamos que, na medida do possível, esse material pudesse ser divulgado na página da Diocese do Porto. Das várias iniciativas sublinhamos a celebração ecuménica que se realizará em 18 de Janeiro, às 21.30, na Igreja Metodista do Mirante Porto.
Pode também fazer-se uma chamada para o site da Comissão Ecuménica do Porto (que integra as várias confissões cristãs), onde as várias iniciativas vão sendo divulgadas:
http://www.ecumenismoporto.org

Ler Mais...

Seminário "Lusofonia: Valores e Desenvolvimento - 19 de Janeiro

A iniciativa tem "o objectivo de promover uma reflexão alargada sobre os processos de desenvolvimento que têm ocorrido nos países lusófonos, analisando diferentes perspectivas, a abordagem de diferentes actores, os resultados alcançados e as aprendizagens decorrentes desses processos", informa a organização. O evento visa também "aprofundar a relação existente entre os mecanismos de desenvolvimento e os valores éticos e humanos, procurando perceber em que medida estes valores são tidos em conta nas decisões políticas, empresariais, sociais, culturais e religiosas."

O seminário é organizado pelos Leigos para o Desenvolvimento, em parceria com a UCP e com o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto.

Programa: LINK

Jornada Diocesana da Família - 4 de Fevereiro


“Família e Juventude em Comunhão” é o tema que o Secretariado da Pastoral Familiar, em parceria com o Secretariado da Juventude, colocam à reflexão de toda a Diocese, no dia 4 de Fevereiro, na Casa Diocesana de Vilar, em sintonia com o objectivo proposto pelo nosso Bispo para este ano pastoral.
Será um espaço de formação, segundo o método ver, julgar e agir, com um alargado leque de reflexões, que vão contribuir para o enriquecimento dos participantes, esperando-se que surjam propostas pastorais em ordem à evangelização das famílias e dos jovens e ao aumento da comunhão em família.
Os boletins de inscrição estão disponíveis em todas as paróquias, reitorias, capelanias e nos Institutos Religiosos Masculinos, bem como na recepção da Casa Diocesana de Vilar.

Visitas Pastorais


Vigararia de Gondomar

D. Manuel Clemente - 20 a 22 de Janeiro / Paróquia de Fânzeres


Vigararia de Santa Maria da Feira

D. João Lavrador - 17 a 22 de Janeiro / Paróquia de Arrifana




Post colocado em 17-1-12  -  19,18 h. 

António Fonseca

Nº 1167-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 17 DE JANEIRO DE 2012

Nº 1167-2ª Página

(Continuação (22)
LIVRO QUINTO
UNIVERSALISMO DO REINO
22 – A boda do filho do ReiTendo Jesus recomeçado a falar em parábolas, disse-lhes: «O reino dos céus é comparável a um rei que preparou um banquete nupcial para seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram comparecer. de novo mandou outros servos, ordenando-lhes: «Dizei aos convidados: A comida está pronta; abateram-se os meus bois e os meus cevados, tudo está preparado. Vinde às bodas». Mas eles, sem se importarem, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio. Os restantes, apoderando-se dos servos, maltrataram-nos. O rei ficou extremamente irritado e enviou as suas tropas, que exterminaram aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse depois, aos servos: «O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas todas quantos encontrardes».Os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos aqueles que encontraram, maus e bons, e a sala do banquete encheu-se de convidados. Quando o rei entrou para ver os convidados, viu um homem que não trazia o traje nupcial. «Amigo, disse ele, como entraste aqui sem o traje nupcial?» O outro emudeceu. O rei disse, então, aos servos: «Amarrai-lhe os pés e a as mãos e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes». Porque muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos».
O tributo a César Então, os fariseus reuniram-se para combinar como O haviam de surpreender nas Suas próprias palavras. Enviaram-Lhe os seus discípulos, acompanhados de herodianos, a dizer-Lhe: «Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, sem Te preocupares com ninguém, pois não olhas à condição das pessoas. Diz-nos, portanto, o teu parecer: É lícito ou não pagar o imposto a César?» Jesus, conhecendo-lhes a malícia, retorquiu: «Porque Me tentais, hipócritas?» «Mostrai-me a moeda do imposto». Eles apresentaram-Lhe um denário. «De quem é, perguntou, esta imagem e esta inscrição?» «De César», responderam. Disse-lhes então: «Dai pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus». Quando isto ouviram, ficaram maravilhados e, deixando-O retiraram-se.
A ressurreição dos mortos  Nesse mesmo dia, os saduceus, que não acreditavam na ressurreição, foram ter com Ele e interrogaram-n’O. «Mestre, Moisés disse: «Se algum homem morrer sem filhos, o seu irmão casará com a viúva, sua cunhada, para suscitar descendência ao irmão». «Ora, entre nós, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu sem descendência, deixando a mulher a seu irmão; sucedeu o mesmo ao segundo, depois ao terceiro, a assim sucessivamente até ao sétimo. Depois de todos eles, morreu a mulher». «Na ressurreição, de qual dos sete será ela mulher, visto tê-lo sido de todos?» Jesus respondeu-lhes: «Estais enganados, porque desconheceis as Escrituras e o poder de Deus». «Porque, na ressurreição, nem os homens terão mulheres, nem as mulheres, maridos; mas serão como anjos de Deus no céu». «E quanto á ressurreição dos mortos, não lestes o que Deus disse «Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob?» Não dos mortos, mas dos vivos é que Ele é Deus»! E a multidão, ouvindo-O maravilhava-se com a Sua doutrina.
O mandamento do amorConstando-lhes que Jesus reduzira os saduceus ao silêncio, os fariseus reuniram-se em grupo, e um deles, legista, perguntou-Lhe para O embaraçar. «Mestre, qual é o maior mandamento da lei?» Jesus, disse-lhes: «Amarás ao senhor, teu Deus, com  todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente». «Este é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é-lhe semelhante: «Amarás ao teu próximo como a ti mesmo». Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os Profetas».

O Filho de David é o SenhorEstando os fariseus reunidos, Jesus interrogou-os: «Que pensais vós de Cristo? De quem é Filho?» responderam-Lhe: «De David». Disse-lhes Ele: «Como é então que David, sob a influência do Espírito, lhe chama Senhor, dizendo: «Disse ao Senhor ao Meu Senhor: Senta-te à Minha direita, até que Eu ponha os Teus inimigos por escabelo de Teus pés?» Se David lhe chama Senhor, como é seu filho?» E ninguém soube responder-Lhe palavra. A partir de então ninguém mais se atreveu a interrogá-lo.
(continua em 18/1/2012)



Transcrição de António Fonseca


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Nº 1167-1ª Página - (17-2012) - 17 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

NOTA DE AUTOR:
 
A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de ANTÓNIO DO EGIPTO E SULPÍCIO ii Santos Estrela
 
 
Nº 1167 – 1ª Página – 2012
 
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Será esta porventura, a nova imagem do €uro de agora em diante,
ao contrário…(?) – se calhar …
 
Feliz Ano de 2012
 
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95421 > Nostra Signora di Pontmain 17 gennaio

 
SANTO ANTÓNIO (ou antão) DO EGIPTO
Abade

Antonio, Santo 

Martirológio Romano: Memória de santo António, (ou Antão) abade, que, havendo perdido a seus pais, distribuiu todos seus bens entre os pobres seguindo a indicação evangélica e se retirou para a solidão da Tebaida, no Egipto, onde levou uma vida ascética. Trabalhou para reforçar a ação da Igreja, sustentou aos confessores da fé durante a perseguição do imperador Diocleciano e apoiou a santo Atanásio contra os arianos, e reuniu a tantos discípulos que mereceu ser considerado pai dos monges (356).  Etimologicamente: António = florido, inestimável”. Vem da língua grega. Data de canonização: Foi canonizado no ano 491. António nasceu no povo de Comã, perto de Heraclea, no Alto Egipto. Se conta que em redor dos vinte anos de idade vendeu todas as suas posses, entregou o dinheiro aos pobres e se retirou a viver numa comunidade local fazendo ascética, dormindo num sepulcro vazio. Logo passou muitos anos ajudando a outros ermitãos a dirigir sua vida espiritual no deserto, mais tarde foi-se internando muito mais dentro do deserto, para viver em absoluta solidão. De acordo com os relatos de santo Atanásio e de são Jerónimo, popularizados no livro de vidas de santos A lenda doirada que compilou o dominicano genovês Santiago de la Vorágine no século XIII, António foi reiteradamente tentado pelo demónio no deserto. A tentação de santo António se voltou em tema favorito da iconografia cristã, representado por numerosos pintores de fuste.  Sua fama de homem santo e austero atraiu a numerosos discípulos, aos que organizou num grupo de ermitãos junto a Paspir e outro em Arsínoe. Por isso, se o considera como fundador da tradição monacal cristã. Sem embargo, e pese o atrativo que seu carisma exercia, nunca optou pela vida em comunidade e retirou-se para o monte Colzim, perto do Mar Vermelho como ermitão. Abandonou seu retiro em 311 para visitar Alexandria e pregar contra o arianismo. Jerónimo de Estridón, em sua vida de Paulo o Simples, um famoso decano dos anacoretas de Tebaida, conta que António foi a visitá-lo em sua idade madura e o dirigiu na vida monástica; o corvo que, segundo a lenda, alimentava diariamente a Paulo entregando-lhe uma fogaça de pão, deu as bem-vindas a António subministrando duas fogaças. À morte de Paulo, António o enterrou com a ajuda de dois leões e outros animais; daí seu patronato sobre os coveiros e os animais. Se conta também que numa ocasião se lhe acercou uma javali com suas crias (que estavam cegos), em atitude de súplica. António curou a cegueira dos animais e desde então a mãe não se separou dele e o defendeu de qualquer mal que se aproximasse. Mas com o tempo e pela ideia de que o cerdo era um animal impuro se fez costume de o representar dominando a impureza e por isto lhe colocavam un cerdo domado aos pés, porque era vencedor da impureza. Além disso, na Idade Média para manter os hospitais soltavam os animais e para que a gente não se apropriasse deles, puseram-nos sob o patrocínio do famoso Santo António, pelo que corria sua fama. Na teologia o colocar os animais junto à figura de um cristão era dizer que essa pessoa havia entrado na vida bem-aventurada, isto é, no céu, posto que dominava a criação. Se afirma que António viveu até aos 105 anos, e que deu ordem de que seus restos repousassem à sua morte num túmulo anónimo. Sem embargo, em redor de 561 suas relíquias foram levadas a Alexandria, onde foram veneradas até redor do século XII, quando foram trasladadas para Constantinopla. A Ordem dos Cavaleiros do Hospital de Santo António, conhecidos como Hospitalários, fundada por essa altura, se pôs sob sua invocação. A iconografia o reflete, representando com frequência a António com o hábito negro dos Hospitalários e a TAU ou a cruz egípcia que veio a ser o emblema como era conhecido. Após a queda de Constantinopla, as relíquias de António foram levadas para a província francesa do Delfinado, a uma abadia que anos depois se fez célebre sob o nome de Saint-Antoine-en-Viennois. A devoção por este santo chegou também a terras valencianas, difundida pelo bispo de Tortosa a princípios do século XIV. A ordem dos antonianos se há especializado desde o princípio na atenção e cuidado de enfermos com doenças contagiosas: peste, lepra, sarna, venéreas e sobretudo o ergotismo, chamado também fogo de Santo António, fogo sacro ou serpentina. Se estabeleceram em vários pontos do Caminho de Santiago, nos arrabaldes das cidades, donde atendiam aos peregrinos afectados. O hábito da ordem é uma túnica de saial com capucho e levam sempre uma cruz em forma de TAU, como a dos templários. Durante a Idade Média além disso, tinham o costume de deixar seus cerdos soltos pelas ruas para que a gente os alimentasse. Sua carne se destinava aos hospitais ou se vendia para recolher dinheiro para a atenção dos enfermos. Estrela Santo Atanásio, na biografia que escreveu de Santo Antão (ou António), destaca nove ensinamentos que o grande patriarca da Tebaida deu aos discípulos, que são os seguintes:

1. Nada pode haver mais útil, para o cristão, do que pensar todos os dias: Hoje estou a começar a servir a Deus, e o dia de hoje pode ser o meu último. 2. Vida pura e fé viva na presença de Deus são os meios mais eficazes para evitar o pecado. 3. Quem quer vencer as tentações não confie em si, mas em Deus. 4. O melhor remédio contra a tibieza é a lembrança de que a vida é curta e incerto o fim dela. 5. O inimigo infernal é muito fraco para quem sabe desarmá-lo; treme diante do jejum, da oração, da humildade e outras boas obras. Só o sinal da cruz tem força bastante para confundir-lhe as artimanhas e ilusões,. 6. Não convém esquadrinhar as coisas futuras, mas muito convém confiar em Deus. 7. A luz do espírito é muito superior à luz material. 8. Um olhar impuro basta para abrir as portas do inferno. 9. Um monge é como o peixe. Este morre, saindo da água; aquele, quando abandona a solidão.

Estrela Esta parte do texto foi retirada do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Tudo o que antes está escrito vem de www.escatholic.

22300 > Sant' Antonio Abate 17 gennaio - Memoria MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

 
 
COMPLEMENTO
 
António nasceu no seio de uma rica família cristã no Alto Egipto aproximadamente no ano de 251. Por volta do ano 271, seus pais morreram, deixando-lhe uma grande soma de dinheiro. A partir desse momento, António decidiu seguir a mensagem de Jesus: “Se desejas ser perfeito, vai, vende tudo aquilo que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro mo céu. Depois vem, segue-Me”. (Mateus 19:21). António doou a maior parte das suas propriedades, vendeu o resto e deu o dinheiro aos pobres e tornou-se um seguidor do eremita local. Mais tarde, António começou a viver uma vida solitária e ascética, passando o seu tempo a ler, a rezar, a trabalhar no jardim e a tecer esteiras. Trinta anos mais tarde, foi para o cume duma montanha situada no deserto da Arábia e apartou-se de todo o contacto humano durante os 20 anos seguintes.
 
O primeiro mosteiro  – No ano 306, António desceu da montanha, organizou o primeiro mosteiro e dedicou os anos seguintes a ensinar uma grande colónia de ascetas que se tinha formado para seguir o seu exemplo. Embora tivesse fundado um outro mosteiro, chamado Paspir, António voltou a retirar-se para o cume solitário de uma montanha. No entanto, visitou Paspir regularmente para curar os doentes. Mais tarde, no ano 311, atravessou o deserto até chegar a Alexandria para dar força e consolo aos mártires cristãos.
 
Fuga do mundoAntónio morreu no ano de 356. A sua vida representa “a fuga do mundo”, uma característica fundamental do monasticismo que ele fundou. Através da sua vida de profunda austeridade, das suas lutas contra a tentação e do ensino do amor e caridade, António demonstrou ser um dedicado servo de Deus.
 
NO SEU RASTO
 
Hoje em dia é difícil compreender a vida de simplicidade de Santo António.
Nós vivemos numa sociedade que nos pressiona constantemente a ter cada vez mais, em vez de cada vez menos. Por exemplo, somos capazes de trabalhar mais horas só para comprar mais “coisas”. Antes de aceitar um segundo trabalho ou aumentar as suas responsabilidades atuais, faça uma pausa de reflexão para pensar e apreciar o que você realmente tem. Depois pergunte-se:
 
* Você e a sua família precisam realmente de mais – ou você simplesmente quer mais?
* Você estará mais tempo longe da sua família do que com ela? Tem que deixar os seus filhos com uma ama mais vezes?
* A sua família apoiará a sua decisão?
* Você ainda terá tempo para o seu crescimento pessoal e devoção?
 
Fale com a sua família acerca das suas preocupações. Se, de qualquer das formas, você decidir que precisa de uma entrada extra, pelo menos saberá que tentou tomar a melhor decisão.
 
ORAÇÃO
 
Pai, Tu chamaste Santo António para renunciar ao mundo e servir-Te na solidão do deserto. Através das suas orações e exemplo, possamos aprender a renunciar a nós mesmos e a amar-Te sobre todas as coisas. Concede-nos este pedido através de Jesus Cristo Nosso Senhor, teu Filho, que vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, um Deus, para todo o sempre.
(Oração tradicional)

No período em que viveu Santo António, ocorreram entre outros, os seguintes factos:
Constantino converte-se ao Cristianismo e torna-se Imperador romano (312); Diofante de Alexandria introduz a álgebra (250); O Império romano divide-se em Oriental e Ocidental (285); A civilização maia floresce na América Central (300-400).
 

BEATA ROSALINA DE VILLENEUVE

Virgem (1329)

Roselina (Rosalina) de Villeneuve, Santa

Os pais de Rosalina eram de nobre linhagem. Na juventude encontra ela neles forte oposição, quando se quis consagrar ao Senhor. Tinha sido educada pelas clarissas, mas preferiu à regra delas a austeridade da regra cartuxa. Tendo vinte e cinco anos, foi recebida no mosteiro de Bertrand e, passados mais dez anos, ficou sendo prioresa de Celle-Roubaud, na Provença, fundação de seu irmão, HÉLIO DE VILLENEUVE. As suas austeridades foram excessivas; aconteceu-lhe passar uma semana inteira sem comer; tomava cruéis disciplinas e apenas se concedia a si três ou quatro horas de sono. Quando lhe perguntavam qual o meio de ir para o céu, respondia muitas vezes: “Conhecer-se bem cada um a si mesmo”. Teve frequentemente visões e êxtases, e tinha o dom extraordinário de ler no fundo dos corações. Morreu a 17 de Janeiro de 1329. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

90540 > Santa Roselina di Villeneuve Vergine e monaca certosina 17 gennaio MR

SULPÍCIO, Santo

Sulpicio el Pío, Santo

Sulpício o Pío, Santo

Martirológio Romano: Em Bourges, cidade de Aquitânia, são Sulpício, chamado o Pío, bispo, que havendo passado do palácio real ao episcopado, sua maior preocupação foi o cuidado dos pobres (647). São Sulpício II, chamado «o Pío», foi bispo de Bourges, na França centro-setentrional. Sua vida, escrita pouco depois de sua morte, narra uma versão bastante clássica de sua juventude, quer dizer, a passagem de uma vida agitada à renúncia a seus bens e a completa doação aos pobres, seguida de uma conduta muito austera: rígidos jejuns, oração noturna, recitação quotidiana do saltério inteiro. A data de sua eleição como bispo, situada habitualmente antes de 627, porque nesse ano participou do Concílio de Clichy, e consagrou a são Desidério como bispo de Cahors. Os dois mantinham uma regular correspondência epistolar. Foi um pastor amadíssimo por seu povo, a que defendia da tirania de Lullo, ministro do rei Dagoberto. Os reis merovíngios eram neste período veladores da Igreja, mas Sulpício, organizando um jejum de três dias, intentou convencer o novo soberano, Clodoveo II, de tratar a seu povo com maior suavidade.  Pouco tempo antes de morrer, já extenuado pela fadiga, pediu ao rei ser substituído no ministério episcopal, para poder dedicar-se mais intensamente ao cuidado dos pobres. Morreu em 647, e em seus funerais viram-se espetaculares manifestações de luto, tanto que o clero teve que apurar a celebração das exéquias. À sua memória se dedicou o célebre seminário parisiense de Saint-Sulpice (em que, entre outros, estudasse São João Baptista de La Salle).  responsável da tradução: Xavier Villalta

 

COMPLEMENTO
 
Sulpício, ou Sulpice, nasceu no seio de uma família bastada. Desde muito novo mostrou grande compaixão pelos necessitados, rejeitando a ideia do casamento para poder devotar o seu tempo à prestação de cuidados aos pobres e abandonados. Após a sua ordenação, o jovem Sulpício serviu na corte como esmoler e capelão do Rei Clotário II. Conta-se que, graças às preces de Sulpício, o rei recuperou de uma grave enfermidade. Nomeado Bispo de Bourges em 624 (não deve ser confundido com um Bispo anterior com o mesmo nome), tornou-se um empenhado defensor do seu rebanho. ressentiu-se do duro tratamento infligido ao povo de Bourges pelo ministro do Rei Dagoberto e apelou a um jejum de toda a cidade para forçar o sucessor do monarca a ser mais indulgente.
Milagreiro por muitos Conta-se que Sulpício realizou muitos milagres, incluindo apagar um grande incêndio, fazendo o sinal da cruz. Também se diz que converteu todos os judeus da cidade, unicamente com o exemplo da sua santidade. Passava muitas das suas noites em oração, jejuava continuamente e recitava diariamente todo o Livro de Salmos. É provável que tenha estado presente no Concílio de Clichy, em 627; trocou correspondência com Didier de Cahors, que Sulpício consagrara Bispo, em 630. Cansado da administração da diocese. Sulpício renunciou ao cargo para poder passar mais tempo ministrando aos pobres. Faleceu alguns anos depois. Segundo uma testemunha ocular do funeral, o povo chorava e os gritos angustiados tornaram-ser tão agudos que os sacerdotes quase não conseguiam celebrar a cerimónia.
 
NO SEU RASTO
 
Sulpício preocupou-se muito com os mais pobres, a quem prestava especial carinho e atenção.
Hoje as Misericórdias são instituições que, em Portugal, se dedicam ao alívio da pobreza e ao auxílio aos desamparados. Colaborando com  a Misericórdia da nossa zona, todos podemos ajudar os mais pobres. As Misericórdias organizam realmente campanhas que envolvem todos os que quiserem participar. Na altura do Natal, é frequente ser lançada uma campanha de recolha de roupas e brinquedos, Para as crianças que estão ao cuidado das instituições dependentes da Misericórdia. Os nossos filhos e netos podem aprender a ajudar os meninos mais pobres, escolhendo alguns brinquedos interessantes e em bom estado para oferecer. Envolvendo pessoalmente os meninos na entrega dos brinquedos, esse gesto pode-se tornar também um importante  ato educativo, aprendendo a dar e não unicamente a receber.
 
ORAÇÃO
 
Senhor do Céu, São Sulpício desprezou as riquezas e os confortos da terra, preocupando-se unicamente com a defesa dos pobres e dos oprimidos. Faz com que tenhamos sempre consciência das necessidades dos que nos rodeiam para que, como São Sulpício, possamos conhecer a glória de Te servir, agora e no mundo que há-de vir. Ámen.
(Oração contemporânea)

No período em que viveu São Sulpício, ocorreram entre outros, os seguintes factos:
Columbano funda o mosteiro em Bobbio, Itália (612); Um tremor de terra abala a cidade de Constantinopla (557); Tem início a perseguição dos judeus em Espanha (609); Os árabes destroem,m o império persa (641).

38185 > San Sulpizio il Pio Vescovo di Bourges 17 gennaio MR

94309 > Beato Enrico da Comentina Patriarca di Costantinopoli, martire 17 gennaio


93952 > Beata Eufemia Domitilla 17 gennaio

38190 > Beato Gamelberto 17 gennaio MR

38170 > San Giuliano Saba Eremita 17 gennaio MR

 

Sacerdote e Mártir,

Jenaro Sánchez Delgadillo, Santo

Jenaro Sánchez Delgadillo, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Tocolatlán, no México, são Jenaro Sánchez Delgadillo, presbítero, mártir durante a perseguição mexicana (1927). Data de canonização: 21 de maio de 2000 pelo Papa João Paulo II. Nasceu em 19 de setembro de 1886 em Agualele, povoação próxima a Zapopan, Jalisco. Seus pais foram Cristóbal Sánchez e Júlia Delgadillo, de condição humilde e cristãos observantes, que no povo gozavam de estima por ser pessoas muito boas. Jenaro chegou a Tamazulita no ano de 1923, acompanhado de seus pais.Neste lugar exerceu seu ministério até ao martírio, em Janeiro de 1927. Perante a perseguição desencadeada pelo governo de Calles, especialmente contra os sacerdotes, o Padre Jenaro sentiu em seu coração a impossibilidade de desempenhar convenientemente seu ministério, e chorou quando se deu ordem de cerrar os templos. Desde antes de chegar a Tamazulita havia sentido já o primeiro impacto da perseguição quando foi encarcerado por ler no templo paroquial de Zacoalco, Jalisco, a carta pastoral de seu bispo, Monsenhor Francisco Orozco e Jiménez. A carta era um protesto do prelado pelos artigos persecutórios que contra a Igreja e seus ministros continha la Constituição de 1917. Ao suspender-se el culto público o P. Jenaro teve que exercer seu ministério sacerdotal a escondidas. Em várias ocasiões comentou com alguns deles: Nesta perseguição vão morrer muitos sacerdotes e talvez eu seja um dos primeiros". E assim foi. Em 17 de Janeiro de 1927 o P. Jenaro andava no campo com um grupo de vizinhos. Ao regressar ao rancho, o Padre e seus acompanhantes deram conta que uns soldados os andavam buscando. Ao chegar ao rancho o sacerdote foi preso e levado a Tecolotlán. O chefe dos soldados, mandou soltar a todos menos ao sacerdote, e puseram-lhe uma arreata ao pescoço. O P. Jenaro disse: "Bom amigos, vão pendurar-me; eu os perdoo e que meu Pai Deus também os perdoe, e sempre ¡Que viva Cristo Rei!". Logo os soldados puxaram a corda com violência de maneira que a cabeça do Padre Jenaro foi contra o ramo da árvore onde haviam pendurado a soga. Assim esteve o corpo até à madrugada e antes de que amanhecesse voltaram os soldados, atiraram uma bala no ombro esquerdo, desceram-no e estando no chão o cadáver, um soldado trespassou-o com a baioneta Perto das onze da manhã deram aviso à mãe do sacerdote e dona Júlia chegou e abraçou o cadáver de seu filho e, colocando-o sobre seus joelhos, chorou amargamente. A noticia da morte moveu os habitantes dos arredores a mudar-se em massa a Tecolotlán. Ao ver tal quantidade de gente as autoridades temeram uma reação violenta da multidão, pelo que ordenaram a imediata sepultura do P. Jenaro. Sua recordação e testemunho ficou gravado na memória da Igreja de México e os fieis não deixaram de invocar sua intercessão. O Papa João Paulo II canonizou-o junto a outros 24 mártires mexicanos no Jubileu do ano 2000, em 21 de maio.

90133 > San Jenaro (Gennaro) Sanchez Delgadillo Martire Messicano 17 gennaio MR


38180 > San Marcello Vescovo di Die 17 gennaio MR


91613 > Santa Neosnadia Vergine 17 gennaio




38165 > Santi Speusippo, Elasippo, Melesippo e Leonilla Martiri 17 gennaio MR

 

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.
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  • WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
  •  
  • Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    email: aarfonseca0491@hotmail.com