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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

BLOGS CATÓLICOS - 20-1-2012

Cristo em Nós


A Única Igreja Verdadeira

Posted: 19 Jan 2012 02:14 PM PST

Cristo só fundou uma única Igreja...

Diz Cristo: "Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16,18). “Se não escutar a Igreja, seja ele para ti como gentio e publicano" (Mt 18,17). Cristo fala de um único rebanho e de um só pastor (Jo 10,16), de uma única videira (Jo 15), do reino dos céus na terra (Mt 13,24.47).
Os Apóstolos falam de uma única Igreja, que Cristo amou e pela qual se entregou (Ef 5, 25.27.32), de um único corpo de Cristo (l Cor 12,20; Cl 1,18), de uma só esposa (Ap 21,9). Os coríntios se tinham dividido em partidos. São Paulo exclama: "Estará por ventura Cristo dividido?" (l Cor 1,13).
Comenta Clemente de Alexandria: "Há um só Pai de todos, um único Verbo para todos e um só Espírito Santo que está em toda parte. E há, outrossim, uma só e única virgem mãe que eu chamo a Igreja".
A Igreja de Cristo é a Igreja Católica.

Jesus Cristo, Nosso Salvador, fundou apenas uma Igreja, não várias, como é desejo dos hereges. Ele fundou a Igreja Católica Apostólica Romana: "Cabe ao Filho realizar, na plenitude dos tempos, o plano de salvação de seu Pai. este é o motivo de sua missão. O Senhor Jesus iniciou sua Igreja pregando a Boa Nova, isto e, o advento do Reino de Deus prometido nas Escrituras havia séculos" (Catecismo da Igreja Católica, 763).
Os pastores evangélicos, em geral, costumam apontar o dedo para o próprio peito dizendo serem eles a "pedra" sobre a qual Cristo Jesus fundou a Sua Igreja; outros bem mais "cultos" e "místicos", dizem que a "Igreja" está dentro do coração, e aquele que "aceitar" Jesus, pertence à Igreja de Nosso Senhor.

São Cipriano que não era herege, ambicioso nem enganador diz: "Cristo edifica a Igreja sobre Pedro. Encarrega-o de apascentar-lhe as ovelhas. A Pedro é entregue o primado para que seja uma Igreja e uma cátedra de Cristo. Quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual foi fundada a Igreja, não pode pensar em pertencer à Igreja de Cristo" (De un. Eccl. cap. IV), e: "Pedro é o vértice, o chefe dos Apóstolos" (I Concílio de Nicéia).
Por mais que os hereges gritem, apontem o dedo e mentem, não dá para enganar aquele católico bem instruído; só escorregam em suas salivas, aqueles que se dizem católicos e que vivem às margens da Igreja: Quando Jesus Cristo diz: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei A MINHA IGREJA, e as portas do inferno não prevalecerão contra ELA” (Mt 16, 18) a que Igreja se refere? Não é ao Protestantismo, nem a nenhuma Igreja protestante em particular, porque as Igrejas protestantes só começaram a existir no século XVI.
Refere-se, sem dúvida alguma, à IGREJA CATÓLICA; é fácil demonstrá-lo.

Logo nos inícios da Igreja, os seguidores de Cristo foram designados com o nome de cristãos. Assim podiam distinguir-se dos filósofos pagãos e dos judeus ou seguidores da sinagoga. Este nome de cristãos como se sabe, já vem na própria Bíblia, e tal denominação começou em Antioquia: “em Antioquia é que foram os discípulos denominados CRISTÃOS, pela primeira vez” (At 11, 26), “Então Agripa disse a Paulo: Por pouco me não persuade a fazer-me CRISTÃO” (At 26, 28). “Se padece como CRISTÃO, não se envergonhe; mas glorifique a Deus neste nome” (1Pd 4, 16).
Aconteceu, porém que, tão logo a Igreja começou a propagar-se, começaram a aparecer os hereges, seguindo doutrinas diversas daquela que tinha sido recebida dos Apóstolos, mas tomando o nome de cristãos, pois também criam em Cristo e d’Ele se diziam discípulos. Era preciso, portanto, um novo nome para designar a verdadeira Igreja, distinguindo-a dos hereges. E desde tempos antiquíssimos, desde os tempos dos Apóstolos, a Igreja começou a ser designada como IGREJA CATÓLICA, isto é, UNIVERSAL, a Igreja que está espalhada por toda a parte, para diferençá-la dos hereges, pertencentes à igrejinhas isoladas que existiam aqui e acolá. Assim é que já Santo Inácio de Antioquia, que foi contemporâneo dos Apóstolos, pois nasceu mais ou menos no ano 35 da era cristã e, segundo Eusébio de Cesaréia no seu Chrónicon, foi bispo de Antioquia, entre os anos 70 e 107, já Santo Inácio nos fala abertamente da Igreja Católica, na sua Epístola aos Esmirnenses: “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2).
Outro contemporâneo dos Apóstolos foi São Policarpo, bispo de Esmirna, que nasceu no ano 69 e foi discípulo de São João Evangelista. Quando São Policarpo recebeu a palma do martírio, a Igreja de Esmirna escreveu uma carta que é assim endereçada: “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”. Nessa mesma Epístola se fala de uma oração feita por São Policarpo, na qual ele “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra” (c. 8).
O Fragmento Muratoriano que é uma lista feita no segundo século, dos livros do Cânon do Novo Testamento fala em livros apócrifos que “não podem ser recebidos na IGREJA CATÓLICA”.
São Clemente de Alexandria (também do século segundo) responde à objeção dos infiéis que perguntam: “como se pode crer, se há tanta divergência de heresias, e assim a própria verdade nos distrai e fatiga, pois outros estabelecem outros dogmas?” Depois de mostrar vários sinais pelos quais se distingue das heresias a verdadeira Igreja, assim conclui São Clemente: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas". (Stromata 1.7. c. 15). O mesmo argumento podemos formular hoje. Há uma só Igreja que vem do princípio: é a IGREJA CATÓLICA. As seitas protestantes, umas são chamadas pelos nomes dos homens que as fundaram, ou cujas opiniões seguem, como: Luteranos (de Lutero), Calvinistas (de Calvino), Zuinglianos (de Zuínglio), etc. Outras, do lugar donde vieram: Igreja Livre Evangélica Sueca, Irmão de Plymouth; Outras, de um povo: Anglicanos (da Inglaterra), Irmãos Moravos (da Morávia);

No século III, Firmiliano, bispo de Capadócia, diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA” (Ep. De Firmiliano nº 14).
Na história do martírio de São Piônio (morto em 251) se lê que Polemon o interroga:
— Como és chamado?
— Cristão.
— De que igreja?
— Católica (Ruinart. Acta martyrum pág. 122 nº 9).
São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz: é necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente” (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3).
Lactâncio, convertido ao cristianismo no ano 300, diz: “Só a IGREJA CATÓLICA é que conserva o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; do qual se alguém sair, está privado da esperança de vida e salvação eterna” (Livro 4º cap. III).
São Paciano de Barcelona (morto no ano 392) escreve na sua epístola a Simprônio: “Como, depois dos Apóstolos, apareceram as heresias e com nomes diversos procuram cindir e dilacerar em partes aquela que é a rainha, a pomba de Deus, não exigia um sobrenome o povo apostólico, para que se distinguisse a unidade do povo que não se corrompeu pelo erro?... Portanto, entrando por acaso hoje numa cidade populosa e encontrando marcionistas, apolinarianos, catafrígios, novacianos e outros deste gênero, que se chamam cristãos, com que sobrenome eu reconheceria a congregação de meu povo, se não se chamasse CATÓLICA? (Epísola a Simprônio nº 3). E mais adiante, na mesma epístola: “Cristão é o meu nome; CATÓLICO, o sobrenome” (idem nº 4).
São Cirilo de Jerusalém (do mesmo século IV) assim instruiu os catecúmenos “Se algum dia peregrinares pelas cidades, não indagues simplesmente onde está a casa do Senhor, porque também as outras seitas de ímpios e as heresias querem coonestar com o nome de casa do Senhor, as suas espeluncas; nem perguntes simplesmente onde está a igreja, mas onde está a IGREJA CATÓLICA; este é o NOME PRÓPRIO desta SANTA MÃE de todos nós, que é também a ESPOSA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO” (Instrução Catequética c. 18; nº 26).

Santo Agostinho (do séc V) dizia: “Deve ser seguida por nós aquela religião cristã, a comunhão daquela Igreja que é a CATÓLICA, e CATÓLICA, é chamada não só pelos seus, mas também por todos os seus inimigos” (Verdadeira religião c 7; nº 12).
E quando o Concílio de Constantinopla, no ano de 381, colocou, no seu Símbolo estas palavras: “Cremos na Igreja Una, Santa, CATÓLICA e Apostólica”, isto não constituía novidade alguma, pois já desde tempo antiquíssimo, se vinha recitando no Credo ou Símbolo dos Apóstolos: creio na Santa Igreja CATÓLICA.

Vemos, portanto, na história do Cristianismo, o contraste evidente entre aquela igreja que veio desde o princípio e logo se espalhou por toda a parte (Ide, pois, e ensinais todas as gentes – Mt 28, 19) e que desde o começo foi chamada CATÓLICA, segundo o que acabamos de demonstrar, e as heresias que foram aparecendo no decorrer dos séculos, discordando deste ou daquele ponto, inventadas por um homem qualquer, mas todas levadas de vencida pela Igreja, pois ou desapareceram por completo ou ficaram reduzidas em número de adeptos que logo mergulharam no esquecimento.
Chega esta Igreja ao séc. XVI. Aparece então Martinho Lutero, pretendendo afirmar que esta Igreja está completamente afogada no erro e é preciso fazer uma reforma doutrinária. Queremos aqui fazer apenas uma pergunta ao “inspirado” e “esclarecido” Lutero: “Como é que Cristo deixou durante tantos séculos a sua Igreja mergulhada completamente no erro, e só no séc. XVI fez aparecerem os “inspirados” e “esclarecidos” doutrinários da verdade: Onde está a Providência Divina com relação à obra de Deus que é a sua Igreja?

Se tal desastre se tivesse verificado, então teria falhado completamente a promessa de Cristo: “E as portas do inferno não prevalecerão CONTRA ELA” (Mt 16, 18).
“Nem toda a água do rio Elba daria lágrimas bastante para chorar a desgraça da Reforma” (Melanchton, amigo de Lutero)" (Lúcio Navarro, Legítima Interpretação da Bíblia).
Católico, tampe os ouvidos diante dos uivos dos lobos que trabalham furiosamente para arrancar-te do seio da Verdadeira Igreja, não lhes dê ouvidos, mas lembre-se com freqüência de que Cristo Jesus é o Santo Fundador da Única Igreja, e por mais que lancem pedras sobre ela, jamais a destruirão: "Cristo é o único Senhor da Igreja. Ela lhe pertence, pois é ele quem a edifica. É Pedro, porém, quem lhe guarda as chaves - para abrir - fechar - cerrar - excluir. Inimigos ardilosos, que a não conseguiram suplantar em campo aberto - tentarão - introduzir-se à socapa em seu seio, procurando combatê-la e destruí-la pelo interno" (Alfred Barth, Enciclopédia Catequética, Vol. II).

Ame, sirva e defenda a Igreja Católica, Cristo Jesus deu a vida por ela: "Com a vitória da cruz, ele adquiriu para si o poder e o domínio sobre todas as gentes" (Santo Tomás de Aquino, Summa Theol., III, 42, 1), e: "Aquele que, feito homem, se tornara cabeça e senhor da humanidade, ora resgatou seu povo com seu Sangue - libertou-o - remiu-o - fê-lo seu. O véu do templo - a antiga aliança - rasgou-se" (Leão I, Serm., 68, 3), e também: "Amem esta Igreja, sejam essa Igreja, fiquem na Igreja! E amem o Esposo!" (Santo Agostinho).
Fora da Igreja Católica não há salvação

“Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, (o Concílio) ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar” (Catecismo da Igreja Católica, 846).

Fonte: Pensamentos de Deus

pOST Colocado em 20-1-2012

 

23.45 H   ANTÓNIO FONSECA

Apostolado da Oração - 20-1-2012

MENSAGEIRO DO CORAÇÃO DE JESUS

FEVEREIRO 2012

Já está em distribuição a edição da revista Mensageiro do Coração de Jesus de Fevereiro de 2012. O dossier deste mês é dedidcado ao tema "Sofrimento Redentor". Neste contexto,

João Duque escreve sobre o enigma do sofrimento, dando perspectivas para olhar além desse enigma, a partir de Cristo;

Cláudia Pereira lembra os muitos sofrimentos que afligem o nosso mundo e propõe atitudes que ajudem a transformar as dificuldades em âncoras que ajudam a seguir em frente;

Elias Couto reflecte sobre o sentido teológico presente no "oferecer" os próprios sofrimentos, com Cristo, ao Pai, atitude tão característica do Apostolado da Oração e tão presente na mensagem de Fátima;

Dário Pedroso, s.j. medita o apelo de Nossa Senhora, em Fátima, chamando os pastorinhos a ofecerecerem os seus sofrimentos a Deus, e aplica este pedido aos cristãos de hoje, às comunidades cristãs, a toda a Igreja.

O dossier inclui ainda dois textos breves, do Beato João Paulo II e do Papa Bento XVI, com profundas meditações sobre o sofrimento e o modo de o viver, dando-lhe sentido, em união com Cristo.

Na secção habitualmente dedicada ao Congresso Eucarístico 2012, os leitores são convidados a reflectir sobre "A liturgia na vida da Igreja". É também apresentada a Oração do Congresso.

Este número do Mensageiro inclui igualmente reflexões sobre as Intenções do Papa Bento XVI para Fevereiro, um esquema para a Reunião de Grupo A.O. de Fevereiro e a secção Boa Nova para cada dia, com indicação das leituras bíblicas e um comentário para cada dia do mês.

Na secção Apostolado da Oração é Notícia, destaque para a inauguraçãodas novas instalações do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração.

Na Igreja é Notícia, uma síntese dos principais acontecimentos da vida da Igreja em Portugal e também um olhar sobre o que se passa noutros países. Destaque para o discurso do Papa Bento XVI à Cúria Romana, na apresentação de votos natalícios em 2011, e para os atentados contra os cristãos, que marcaram o Natal do ano passado na Nigéria.

SUGESTÃO DE LEITURA

Sentido cristão do sofrimento humano - Beato João Paulo II

Uma reflexão profunda sobre o sofrimento, como realidade constitutiva da natureza humana, realidade enigmática e, não raro, escandalosa – sobretudo, o sofrimento dos inocentes. Mas é à luz do sofrimento do Inocente por excelência, Jesus Cristo, que o escândalo pode ser superado. João Paulo II mostra-o com palavras fortes, pois “o amor é a fonte mais plena para a resposta acerca do sentido do sofrimento. Esta resposta foi dada por Deus ao homem na Cruz de Jesus Cristo”.

O MUNDO À NOSSA VOLTA

Esperança em tempo de crise?

A. da Costa Silva. s.j.

Se soubermos aproveitar o momento difícil em que nos encontramos, podemos sair dele mais doridos, mas também mais amadurecidos. A crise é sempre um choque com a realidade, que nos obriga não só a parar, mas também a “reparar” [...]. Neste aspecto, é uma porta aberta e uma ocasião favorável à esperança que está do outro lado da crise em busca de resposta, quando não escondida dentro da mesma crise e, neste caso, à espera que a acordem.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

QUEREIS OFERECER-VOS A DEUS?

Dário Pedroso, s.j.

Tendo por base o apelo de Nossa Senhora em Fátima, aos Pastorinhos, em Maio de 1917, este Livro, com prefácio de D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, enquadra-se na preparação do Centenário das Aparições. Os temas propostos pretendem ajudar os diversos sectores da Igreja a responder aos apelos da Virgem Maria, que o Santuário de Fátima coloca ao longo do ano pastoral 2011/2012, dedicado precisamente ao tema «Quereis oferecer-vos a Deus?»

www.apostoladodaoracao

Post em 20-Janeiro-2012, às 19,55 h por

António Fonseca

VISÃO DE DOM BOSCO SOBRE O PURGATÓRIO - 20-Janeiro-2012

Do Site

http://emanoelcrangel.blogspot.com/2012/01/as-almas-do-purgatorio-o-que-sentem.html

tomo a liberdade de transcrever  o seguinte texto:

VISÃO DE DOM BOSCO SOBRE O PURGATÓRIO - LEIAM COM ATENÇÃO.

Ontem à noite, depois dos meus queridos jovens terem-se deitado, não conseguindo adormecer logo, estava a pensar na natureza e no modo da existência da Alma:

Como ela era feita; de que modo poderia encontrar-se e falar na outra vida, estando separada do corpo; como faria para deslocar-se dum lugar para o outro; como nos poderemos conhecer uns aos outros depois da morte, não sendo então senão puros espíritos.

E, quanto mais pensava nessas coisas, mais obscuro me parecia tal mistério.

Enquanto divagava por essas ideias e outras semelhantes, adormeci..., e pareceu-me que estava na estrada que conduz a... (Dom Bosco nomeou a cidade), e que eu caminhava nessa direção.

Andei durante algum tempo, atravessei lugares para mim desconhecidos, até que, em certo momento, ouvi que alguém chamava pelo meu nome.

Era a voz duma pessoa, parada na estrada:

– Vem comigo – disse-me a estranha personagem –, e poderás ver logo o que desejas!

Obedeci imediatamente.

Mas a pessoa andava com a rapidez do pensamento, e eu no mesmo passo que esse meu guia.

Andávamos de maneira tal que os nossos pés nem tocavam no solo.

Chegados por fim a uma certa região, que eu desconhecia, o guia parou.

Erguia-se, sobre uma proeminência do terreno, um magnífico palácio, de construção admirável.

Não sabia onde estava, nem sobre qual montanha; nem me recordo mais se estava realmente numa montanha, ou se estava no ar sobre as nuvens.

Era inacessível, e não se via caminho algum para poder chegar até ao palácio.

As suas portas eram de considerável altura.

– Sobe a esse palácio – disse-me o guia.

– Como vou fazer? – observei eu. – Como fazer para subir? Aqui por baixo não há entrada, e não tenho asas.

– Sobe! – replicou ele com autoridade. E, vendo que eu não me movia, disse:

– Faz como eu: levanta os braços, com boa vontade, e subirás. Vem comigo.

E, assim dizendo, levantou ao alto as mãos, dirigindo-as para o céu.

Eu também abri os braços, e senti-me num só instante alçado pelos ares, como uma nuvenzinha.

Eis que chego aos umbrais do palácio. O guia acompanhou-me até lá.

– Que há aqui dentro? – perguntei.

– Entra, visita-o e verás. Ao fundo, num salão, encontrarás quem te ensinará.

E ele desapareceu, ficando só eu, como guia de mim mesmo.

Entrei no pórtico, subi as escadas e cheguei a um salão verdadeiramente régio.

Percorri salas espaçosas, aposentos riquíssimos de ornamentos, e longos corredores.

Caminhava com velocidade muito acima da normal.

Cada sala brilhava com a magnificência de tesouros espantosos, e naquela velocidade percorri tantos aposentos que me foi impossível contá-los.

Mas uma coisa era mais admirável: para correr com a rapidez do vento, eu não movia os pés.

Suspenso no ar com as pernas juntas, deslizava sem esforço, como sobre um cristal, mas sem tocar no pavimento.

Passando assim de um aposento a outro, vi finalmente, no fundo dum corredor, uma porta.

Entrei e encontrei-me num salão grande, que superava em magnificência todos os demais.

No fundo dele, sobre uma cadeira de espaldar alto, avistei um Bispo, majestosamente sentado, em posição de quem se prepara para dar audiência.

Aproximei-me com respeito, e fiquei admiradíssimo por reconhecer naquele prelado um íntimo amigo meu.

Era Dom... (disse o nome), Bispo de..., falecido há já dois anos.

Parecia sentir-se muito bem, e o seu aspecto era radiante, afetuoso, e de tão grande beleza que não consigo exprimi-la...

– Oh! Senhor Bispo, vós por aqui? – perguntei, com grande alegria.

– Não me vê? – perguntou o Bispo.

– Mas, como isso? Ainda estais vivo? Não morrestes?

– Sim, morri – respondeu o Bispo.

– Se morrestes, como é que estais sentado aqui, tão radiante e satisfeito? Se ainda estais vivo, por caridade, esclarecei-me: Na Diocese de..., há já um outro Bispo, Dom..., no vosso lugar. Como se explica tal confusão?

– Esteja tranqüilo, e não se preocupe, que eu já morri...

– Ainda bem que já está outro Bispo no vosso lugar.

– Eu sei disso. E o senhor Dom Bosco, está vivo ou morto?

– Eu estou vivo. Não vedes que estou aqui, em corpo e alma?

– Aqui não se pode ver com o corpo.

– Mas, sem embargo, aqui estou – respondi-lhe eu.

– Isso é o que lhe parece; mas não é assim – disse-me ele...

E eu apressei-me em falar-lhe, fazendo perguntas e mais perguntas, sem receber mais respostas...

Até que perguntei-lhe:

– Como pode ser que eu, estando vivo, esteja aqui convosco, Senhor Bispo, enquanto vós já morrestes?

Tinha receio de que o Bispo desaparecesse, pelo que lhe roguei:

– Senhor Bispo, por caridade, não me deixeis. Necessito de saber muitas coisas. Dizei-me, Senhor Bispo, salvastes vossa alma?

O Bispo, vendo-me tão ansioso, disse:

– Não se aflija tanto e fique calmo, que eu não fugirei. Pode falar.

– Dizei-me, Senhor Bispo, estais salvo?

– Olhe-me; observe como estou robusto, cheio de louçania e brilho.

O seu aspecto dava-me realmente a certeza de que estava salvo; mas, não me contentando com essa impressão, repliquei:

– Dizei-me se estais salvo; sim ou não?

– Sim, estou num lugar de salvação.

– Mas já estais no Paraíso, gozando do Senhor? Ou estais ainda no Purgatório?

– Estou num lugar de salvação, mas ainda não vi a Deus, pelo que necessito de que rezem por mim.

– E quanto tempo ainda devereis estar no Purgatório?

– Olhe aqui e leia – disse ele, apresentando-me uma folha de papel.

Tomei na mão o papel; observei atentamente, mas nada vendo escrito, disse-lhe:

– Não vejo nada!

– Veja bem o que nele está escrito, e leia.

Que neblina é essa?

– São todas as coisas mundanas, que impedem de ver as coisas celestiais como de fato são.

– E que devem fazer para afastar essa neblina?

– Considerem o mundo exatamente como ele é – "Mundus totus in maligno positus est [o mundo está todo posto no maligno]" –, e então salvarão a alma.

Que eles não se deixem enganar pelas aparências do mundo.

Os jovens crêem que os prazeres, as alegrias, as amizades do mundo, podem fazê-los felizes, e, portanto, não esperam senão o momento de poder gozar esses prazeres.

Mas recordem-se de que tudo é vaidade e aflição de espírito, e tomem o hábito de ver as coisas do mundo não como elas parecem ser, mas como realmente elas são.

– E essa neblina, como é principalmente produzida?

– Assim como a virtude que mais brilha no Paraíso é a Pureza, assim a obscuridade e a neblina são produzidas, principalmente pelo pecado da imodéstia e impureza.

É como uma negra nuvem densíssima que tolda a visão e impede os jovens de verem o precipício, rumo ao qual caminham.

Diga-lhes, portanto, que conservem zelosamente a virtude da Pureza, porque os que a possuem "florebunt sicut lilium in civitate Dei [florescerão como o lírio na cidade de Deus]".

– E o que se requer para conservar a Pureza? Dizei-me, e di-lo-ei aos meus caros jovens, da vossa parte.

Recolhimento, obediência, fuga do ócio e oração.

– E o que mais?

Oração, fuga do ócio, obediência e recolhimento.

– Nada mais?

Obediência, recolhimento, oração e fuga do ócio. Recomende-lhes estas coisas, que elas são suficientes.

Teria querido perguntar-lhe muitas coisas mais, porém não me vinham à lembrança.

Assim é que, mal o Bispo terminou de falar, impaciente para vos transmitir aqueles avisos, deixei apressadamente o salão e corri para o Oratório.

Voava com a rapidez do vento, e num instante encontrei-me na porta de casa.

Mas, ao chegar, parei e pensei:

Por que não permaneci mais tempo com o Senhor Bispo?

Teria conseguido ainda melhores esclarecimentos. Fiz mal em deixar escapar uma ocasião tão boa. Teria aprendido muitas coisas interessantes...

E, imediatamente, voltei atrás com a mesma rapidez com que tinha vindo, receoso de não mais encontrar o Senhor Bispo.

Entrei novamente no palácio e no salão...

Mas que mudanças se haviam operado em poucos instantes!

O Bispo, pálido como cera, estava agora estendido sobre um leito, e parecia um cadáver!

Nos seus olhos brilhavam ainda as últimas lágrimas, pois estava em agonia!

Só pelo ligeiro movimento do peito, produzido pelos últimos alentos, se deduzia que ainda estava vivo.

Aproximei-me, com grande preocupação, e perguntei-lhe:

– Senhor Bispo, que vos aconteceu?

– Deixe-me! – respondeu, com um gemido.

– Teria ainda muitas coisas para vos perguntar.

– Deixe-me só! Sofro profundamente!

– Que posso fazer por vós?

– Reze e deixe-me ir embora!

– Para onde?

– Para onde me conduz a Mão onipotente de Deus.

– Mas, Senhor Bispo, rogo-vos que me digais o local.

– Sofro imensamente, deixe-me!

Eu repetia:

– Mas ao menos dizei-me: O que posso fazer por vós?

– Reze por mim.

– Uma só palavra: tendes algum encargo que eu possa fazer-vos no mundo? Não quereis dizer nada para o vosso sucessor?

– Vá ao atual Bispo de..., e diga-lhe, da minha parte, tal e tal coisa...

As coisas que me disse não vos interessam, queridos jovens, e por isso as omito.

E o Bispo acrescentou:

– Diga também a tais e tais pessoas, tais e tais coisas secretas...

(Também sobre esses recados, Dom Bosco calou-se.

Mas tanto os primeiros como os segundos recados, parece que se referem a avisos e remédios com respeito à sua antiga Diocese).

– Nada mais?

– Diga aos seus jovens que eu sempre lhes quis muito bem, e que enquanto vivi sempre rezei por eles, e ainda agora me recordo deles. Que também eles rezem por mim.

– Tende a certeza, Senhor Bispo, de que assim o direi. E começaremos imediatamente a oferecer sufrágios por vossa Alma.

Mas quando o Senhor Bispo estiver no Paraíso, lembre-se de nós.

O Bispo tinha tomado um aspecto ainda mais sofredor!

Era um tormento vê-lo! Sofria muitíssimo! Era uma agonia das mais angustiosas!

– Deixe-me! – repetiu ele – Deixe-me que vá para onde o Senhor me chama!

– Senhor Bispo! Senhor Bispo! – repetia eu cheio de indizível compaixão.

– Deixe-me! Deixe-me! – respondia ele.

Parecia que expirava!

E logo uma força invisível arrastou-o dali para habitações mais interiores, de modo que desapareceu...

Eu, com tanto sofrer, assustado e comovido, quis voltar atrás; mas, tendo batido com o joelho num objeto qualquer daquela sala, acordei, e encontrei-me de repente deitado no meu quarto...

Como vedes, caros jovens, este foi um "sonho" como todos os demais.

E no que se refere a vós, não tendes necessidade de mais explicações, porque todos o entendestes bem.

E Dom Bosco concluiu a narração dizendo:

"Neste sonho, aprendi tantas coisas, a respeito da Alma e do Purgatório, como antes jamais havia chegado a compreender; e vi-as tão claramente que jamais as esquecerei".

Assim termina a narração dos nossos apontamentos.

Parece que, em dois quadros distintos, o Venerável Dom Bosco quis expor o estado de graça das Almas do Purgatório, e os seus sofrimentos expiatórios.

Nenhum comentário ele fez acerca do estado daquele bom Bispo.

Sabe-se, aliás, por revelações digníssimas de Fé e pelo testemunho dos Santos Padres, que até algumas almas de santidade consumada, lírios de virginal pureza, carregadas de méritos, fazedores de milagres, almas que nós hoje veneramos nos altares, também tiveram de permanecer algum tempo no Purgatório, por impurezas ou defeitos ligeiríssimos (não devidamente expiados neste mundo).

A Justiça Divina quer que, antes de entrar no Céu, cada um pague até à última parcela das suas dívidas.

Nós, que escrevemos isto, tendo perguntado algum tempo depois a Dom Bosco se havia executado os encargos recebidos daquele Prelado, com a confiança com que ele nos honrava, respondeu-nos:

"Sim, executei fielmente o que ele me recomendou".

Observamos também que a pessoa que transcreveu o sonho omitiu uma circunstância, que agora nós recordamos, talvez porque então não entendia o seu sentido e importância:

Dom Bosco havia perguntado, a certa altura, quanto tempo ainda viveria, e o Bispo havia-lhe apresentado um papel cheio de rabiscos entrecruzados, parecidos com o número 8, mas sem dar explicação alguma desse mistério...

Indicaria o ano de 1888, ano em que Dom Bosco faleceu.

S. João Bosco começou por chamar Oratório, ou Oratório festivo, às reuniões que fazia para os jovens nos Domingos e Dias de Festa.

Nessas reuniões, rezava com os rapazes, dava catequese, ministrava os Sacramentos e proporcionava sadia recreação.

Com o passar do tempo, o Oratório passou a designar, por extensão, o local de Turim, onde o Santo estabeleceu a sua obra.

Na Itália, o tratamento respeitoso de "Dom" (de Dominus, isto é, Senhor) é dado habitualmente aos Sacerdotes seculares.

No Oratório, chamava-se “Boa Noite” à alocução, geralmente breve, que Dom Bosco costumava fazer no fim de cada dia.

Tal costume permanece até hoje nas Casas salesianas.

Da narrativa de S. João Bosco, pode certamente depreender-se que, neste caso concreto (assim como de outros semelhantes), não se tratou de um sonho normal, mas de uma visão sobrenatural.

Na sua profunda humildade, o Santo terá tentado ocultar, com as frases que acabamos de ler, o verdadeiro caráter místico dessas revelações recebidas.

Postado por emanoelrangel@hotmail.com às 16:31

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Esta transcrição foi-me facilitada através do site

GUIA DE BLOGS CATÓLICOS, que subscrevo e recomendo.

 

António Fonseca

Postado por aarfonseca0491@hotmail.com às 19,20 h  -  20-1-2012 

Nº 1170-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. MATEUS - ANO B – 20 DE JANEIRO DE 2012

Nº 1170-2ª Página

(Continuação (25)

LIVRO QUINTO
 
UNIVERSALISMO DO REINO
 
25 – Parábola das dez virgens – «O Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. Ora, cinco delas eram néscias e cinco sensatas. As néscias ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo, enquanto as sensatas, com as suas lâmpadas, levaram azeite nas almotolias. Como o esposo se demorasse, começaram a dormir e adormeceram. À meia noite ouviu-se um brado: «Aí vem o esposo, ide ao seu encontro!» Despertaram, então, todas aquelas virgens e aprontaram as lâmpadas. As néscias disseram às sensatas: «Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão a apagar-se». Mas as sensatas responderam: «Não, talvez não chegue para nós e para vós: ide antes aos que o vendem e comprai-o para vós mesmas». Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo e as que estavam prontas entraram com ele para a sala das núpcias, e fechou-se a porta. Mais tarde chegaram as outras virgens e disseram: «Senhor, senhor, abre-nos a porta». Mas ele respondeu: «Em verdade vos digo: Não vos conheço». Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora».
 
Parábola dos talentos Será também como um homem que, ao partir para fora, chamou os servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois, e a outro um, a cada qual conforma a sua capacidade; e depois partiu. Aquele que recebeu cinco talentos negociou com eles, e ganhou outros cinco. Da mesma forma, aquele que recebeu dois, ganhou outros dois. Mas aquele que recebeu apenas um, foi fazer um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. Passado  muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e pediu-lhes contas. Aquele que tinha recebido cinco talentos, aproximou-se e entregou-lhe outros cinco, dizendo: «Senhor, confiaste-me cinco talentos, aqui estão outros cinco que ganhei». O senhor disse-lhe: «Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor». Veio, em seguida, o que tinha recebido dois talentos: «Senhor, disse ele, confiaste-me dois talentos, aqui estão outros dois que ganhei». O Senhor disse-lhe: «Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor». Veio finalmente, o que tinha recebido um só talento: «Senhor, disse ele, sempre te conheci como homem duro, que ceifas onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. Por isso, com medo, fui esconder o teu talento na terra. Aqui está o que te pertence». O senhor respondeu-lhe: «Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu ceifo onde não semeei e recolho onde não espalhei. Pois bem, devias ter levado o meu dinheiro aos banqueiros e, no meu regresso, teria levantado o meu dinheiro com juros. Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. Porque ao que tem dar-se-á e terá em abundância; mas ao que não tem, ser-lhe-á tirado até mesmo o que tem. A esse servo inútil lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes».
 
O Juízo Final – «Quando o Filho do Homem vier na Sua glória, acompanhado por todos os Seus anjos, sentar-Se-á, então, no Seu trono de glória. Perante Ele reunir-se-ão todas as nações e Ele apartará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À Sua direita, porá as ovelhas, e à Sua esquerda, os cabritos. O Rei dirá, então, aos da Sua direita: «Vinde, benditos de Meu Pai, recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e sede e deste-Me de comer e de beber; era peregrino e recolheste-Me; estive na prisão e fostes ter Comigo». Então, os justos responder-Lhe-ão: «Senhor, quando foi que Te vimos com fome e Te demos de comer, ou com sede e Te demos de beber? Quando Te vimos peregrino e Te recolhemos, ou nu e Te vestimos?» «E quando Te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-Te?» E o Rei dir-lhes-á em resposta: «Em verdade vos digo: sempre que fizestes isto a um destes Meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes». Em seguida dirá aos da esquerda: «Afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno que está preparado para o diabo e para os seus anjos. Porque tive fome e não Me destes de comer; tive sede e não Me destes de beber; era peregrino e não Me recolhestes; estava nu, e não Me vestistes, enfermo e na prisão, e não fostes visitar-Me». Por sua vez, eles perguntarão: «Quando foi que Te vimos com  fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não Te socorremos?» Responder-lhes-á então: «Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a Mim que o deixastes de fazer. E estes irão para o suplicio eterno, e os justos para a vida eterna».

(continua em 21/1/2012)


Transcrição de António Fonseca

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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1170-1ª Página - (20-2012) - 20 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

NOTA DE AUTOR:
A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de EUTÍMIO, o GRANDE, FABIANO E SEBASTIÃO Santos Estrela
Nº 1170 – 1ª Página – 2012
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Será esta porventura, a nova imagem do €uro de agora em diante,
ao contrário…(?) – se calhar …
Feliz Ano de 2012
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EUSTÓQUIA (ESMERALDA) CALAFATO DE MESSINA, Santa
Religiosa (1434-1485)

Eustoquia (Esmeralda) Calafato de Mesina, Santa

Eustóquia (Esmeralda) Calafato de Messina, Santa

Foi solenemente canonizada no dia 12 de junho de 1988, em Messina, cidade que a viu nascer, a 25 de março de 1434. Aos 15 anos entrou para o mosteiro das Clarissas de santa Maria de Basicó. Onze anos mais tarde, insatisfeita com a vida no Mosteiro, em decadência, Eustóquia, com autorização pontifícia, fundou outro mosteiro segundo o genuíno espírito de pobreza franciscana. João Paulo II, na sua homilia, revela-nos o interior da alma da nova santa: “Ela, pondo-se com assiduidade na escola de Cristo crucificado, cresceu no seu conhecimento e, meditando os seus mistérios esplendentes de graça, concebeu um fiel amor por Ele. Para a nossa Santa a vida claustral não foi uma simples fuga do mundo para se refugiar em Deus. Ela, com a severa ascese, que se tinha imposto, queria certamente unir-se a Cristo, eliminando cada vez mais aquilo que nela, como em cada ser humano, havia de caduco, mas sentia que, ao mesmo tempo, estava unida a todos. Da cela do Mosteiro de Montevergine, Ela fazia extensivos à sua oração e o valor das suas penitências ao mundo inteiro. Deste modo pretendia estar próxima de cada irmão, aliviar toda a dor, pedir perdão pelos, pecados de todos. Hoje Santa Eustóquia ensina-nos a preciosidade da consagração total a Cristo, que deve amar-se com afecto esponsal, devoto, completo. Quando se adere a Ele, ama-se com o mesmo Coração, que tem uma capacidade infinita de caridade”. AAS 77 (1985), 907-11; L’OSS ROM. 19.6.1988. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic; www.santiebeati.it

38340 > Santa Eustochia (Smeralda) Calafato di Messina 20 gennaio MR

 
 
EUTÍMIO, o GRANDE, Santo

92493 > Sant' Eutimio Abate 20 gennaio MR

COMPLEMENTO
 
Segundo o seu biógrafo grego, do século VI, chamado Cirilo de Scitópolis, Eutímio era filho de um rico mercador de Melitina, hoje Malatia, na Turquia. Foi educado em casa do Bispo Orteu de Melitina, o que leva alguns historiadores a concluírem que, provavelmente, Eutímio teria ficado órfão muito jovem. Por volta de 396, Eutímio foi ordenado e posteriormente o Bispo nomeou-o superintendente dos mosteiros da diocese. Quando Eutímio tinha cerca de 30 anos, retirou-se para uma cela, a cerca de 10 quilómetros de Jerusalém. Sustentava-se fazendo cestos e guardava para si só o suficiente para comprar pão, distribuindo o restante pelos necessitados. Cinco anos  mais tarde, foi viver para uma gruta perto de Jericó com um homem chamado Theoctistus. Um pequeno número de discípulos em breve se reuniu à sua volta, formando uma pequena comunidade. De início, Eutímio e Theoctistus deixavam a cela regularmente para oferecerem aos seus seguidores conselhos espirituais. Contudo, com o crescimento da comunidade, Eutímio deixou Theoctistus à frente da comunidade e começou a deslocar-se de caverna em caverna, perto do Mar Morto, de forma a levar uma vida mais solitária de oração.
Curas milagrosas e conselhos – Conta-se que, após Eutímio ter curado um menino paralítico, filho de um xeque árabe, se converteram tantos árabes que o Patriarca de Jerusalém consagrou Eutímio Bispo e construiu um mosteiro entre Jerusalém e Jericó. Também se conta que a Imperatriz Eudóxia, viúva do Imperador Teodósio II, procurou o seu conselho. Eutímio veio a falecer aos 95 anos, tendo passado quase 70 anos da sua vida no deserto.
 
NO SEU RASTO
 
Eutímio escolheu a solidão mas estava sempre disponível para ajudar os outros.
Os jovens da Equipa d’África estão prontos para ajudar os necessitados. A Equipa d’África é um projeto de acção social das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, nascido em 1998. Tem como finalidade cooperar e colaborar com organizações de carácter social e pedagógico para o desenvolvimento e melhoria das condições de vida dos mais desfavorecidos. Este grupo de jovens prepara-se durante o ano com encontros semanais, retiros e outras atividades e, no Verão, participa em campanhas, que vão de um a dois meses, em zonas pobres, em particular em Moçambique. Aí, colaboram com as equipas missionárias locais e desenvolvem atividades de catequização, apoio escolar e ocupação dos tempos livres das crianças, alfabetização, apoio hospitalar, campanhas de higiene, etc.,. Tal como Eutímio, estes jovens empenham-se na ajuda aos outros, consagrando o seu período de férias ao serviço das comunidades carenciadas.
 
ORAÇÃO
 
Deus  Todo-Poderoso, tal como Santo Eutímio muitas vezes pôs de lado o seu desejo pessoal de solidão para ajudar os outros, concede-me a capacidade de dar sem egoísmo. Rezo para que sempre me lembre que dar é muito mais importante do que receber. Faz com que, pelas minhas ações, os outros sintam o Teu amor eterno. Peço-Te humildemente em Teu nome. Ámen.
(Oração contemporânea)

No período em que viveu Santo Eutímio (378-473) ocorreram entre outros, os seguintes factos:
Átila é derrotado nos Campos Cataláunicos (451); Em Roma, é proibida a adoração de ídolos pagãos (3902); Os Maias fundam a cidade de Copán, na América central (426); Lyons torna-se a capital da Borgonha (461).

Santo Eutímio, abade

SAN EUTIMIO

Santo Eutímio, abade

Na Palestina, santo Eutímio, abade, que, nascido na Arménia e consagrado a Deus desde a infância, foi a Jerusalém e, depois muitos anos passados na solidão, no final de sua vida, fiel e esforçado na humildade e na caridade, morreu deixando exemplo de observância e disciplina (473).

 
 
FABIANO, ou FABIÃO, Santo

XX Papa, mártir (250)

Fabián, Santo

Fabião, Santo

A Igreja celebra hoje também a festa de S. Fabião, Papa e Mártir. Era romano e sucedeu ao Papa Santo Antero, no ano de 236. A sua eleição foi maravilhosa, segundo conta Eusébio. Tinham-se reunido o clero e o povo para nomear sucessor a Santo Antero; e como estivessem divididos os votos, viu-se baixar do alto uma pomba, que foi poisar na cabeça de Fabião. Imediatamente todos os fiéis começaram a clamar que devia ser ele o escolhidos. E por mais que resistisse, alegando que era indigno de tão alta dignidade, foi consagrado Sumo Pontífice naqueles difíceis e calamitosos tempos da cruel perseguição de Maximino. Exuberantes provas deu este Santo Papa da sua firmeza e vigilância em conservar a pureza da fé e a santidade da religião cristã, pelo modo como castigou Priva, Bispo de Lambessa, em África, acusado de heresia e de vida escandalosa. Ao zelo deste santo Papa deve a Igreja de França a frutuosa pregação de vários missionários, dirigidos por S. Dinis. Finalmente, havendo, sob o Império de Décio, uma cruel perseguição contra os cristãos, á frente dos quais se colocou Fabião, que heroicamente os animava com a palavra e com o exemplo, veio o Santo a receber a coroa do martírio no ano de 250. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic; www.santiebeati.it

COMPLEMENTO
Fabiano era um obscuro agricultor cristão no tempo do Papa Antero. Quando este faleceu, em 235, foi a Roma com outros cristãos, para participar no Concílio convocado para eleger o novo Papa, um processo então menos formal do que nos nossos dias. Durante o Concílio, uma pomba pousou na cabeça de Fabiano. Vendo nisto um sinal de Deus, a assembleia gritou: “Digno!” e elegeu por unanimidade o espantado camponês como pontífice. Durante os 8 anos seguintes, Fabiano dirigiu a Igreja na sua maioria clandestina devido às perseguições das autoridades romanas. No entanto, em 244, Filipe o Árabe, simpatizante da Igreja emergente, derrotou o hostil Imperador, Gordiano III. Em resultado disso, a Igreja pôde sair da clandestinidade e florescer.
Período de progresso Fabiano lançou-se ao trabalho e dividiu Roma em várias zonas, cada uma das quais administrada por um diácono. Ordenou que os registos dos julgamentos dos mártires cristãos fossem recolhidos para a posteridade. Também procedeu à trasladação do corpo do Papa Ponciano, da Sardenha para Roma, para ser sepultado na catacumba de Calisto, que foi adornada com  murais. Fabiano ainda consagrou 7 Bispos para ministrarem na Gália, um dos quais era Dinis, que mais tarde se tornou Santo. O período dourado não durou  muito. A violência anti-cristã aumentou quando os romanos se ressentiram cada vez mais do crescimento da Igreja. Quando o Imperador Filipe faleceu, em 249, após um reinado de 5 anos, o seu sucessor, Décio, proibiu o Cristianismo. Nas brutais perseguições que se seguiram, Fabiano foi a primeira vítima em Roma, tendo sido sepultado na catacumba de Calisto
NO SEU RASTO
Fabiano teve um papel fundamental no crescimento da Igreja do seu tempo.
Nos nossos dias, torna-se especialmente importante fortalecer a Igreja para que, cada vez mais, seja um  farol que ilumina o mundo em direção à paz e à concórdia universal. Hoje, na Europa, não se fala em perseguições aos cristãos mas, com a institucionalização da Igreja, muitos afastaram-se da prática religiosa, preferindo o comodismo de uma vida sem Deus. A sociedade dos nossos dias é consumista e fácil, parece ser possível comprar e resolver com o dinheiro e a felicidade parece estar dentro do próximo objecto inútil que compramos. O papel do cristão é mostrar a importância da vida espiritual  e espalhar à sua volta a paz e a felicidade interior que a sua Fé lhe dá. Com os seus exemplo, feito de simplicidade, caridade e a alegria, o cristão mostra ao mundo que há um oásis de espiritualidade no deserto do materialismo e da indiferença que o rodeiam.
ORAÇÃO
Senhor, que chamastes o Vosso servo Fabiano ao cargo de Bispo e o guiastes de forma a fortalecer a Vossa Igreja para que se mantivesse firme nos dias de provação. Permiti que aqueles que chamas a cargos na Igreja sejam obedientes ao Vosso chamamento e capazes de prosseguir as suas tarefas co diligência e fidelidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, pelos séculos dos séculos,. Ámen.
(Oração tradicional)

No período em que viveu São Fabiano (século III) ocorreram entre outros, os seguintes factos:
Vida de Bhasa, dramaturgo indiano em sânscrito (275-335); Os romanos fazem garrafas e janelas em vidro (200); Roma celebra o seu milésimo aniversario (248); Os romanos tomam a Arménia aos persas (297).

25750 > San Fabiano Papa e martire 20 gennaio - Memoria Facoltativa MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

 
 

BEATO JOSÉ FREINADEMETZ, S. V. D.

 

Sacerdote (1852-1908)

Nasceu em 15 de Abril de 1852, na cidade de Badia, na Áustria, sendo batizado no mesmo dia, sob o nome de José. Ordenado em 25 de Julho de 1875. Foi professor e catequista n a paróquia de S. Martinho. Dois anos depois pediu licença ao Bispo para se consagrar às Missões. Ingressou no seminário de Steyl, na Holanda fundado e dirigido pelo Servo de Deus, Arnaldo Janssen. Seguiu para Hong Kong no ano seguinte e preparou-se para a missão na China. Fez-se chinês como os chineses, como Paulo se fez para todos a fim de salvar a todos (I Cor 9,22). Percorreu de lés a lés o Vicariato de Shantung Meridional, tendo-lhe sido confiada a regência do Seminário. O Bispo recorria a ele sempre que era necessário dar início a uma nova cristandade entre pagãos. Nesses anos de missionário não é fácil avaliar os trabalhos, angústias, moléstias, doenças, dores físicas e morais por ele suportadas. Em 1900 foi nomeado Superior de toda a missão. Por trina anos ininterruptos deu provas de perfeita fidelidade ao seu Instituto. Missionou até à morte, que ocorreu a 28 de janeiro de 1908, devido ao tifo, que o contagiou quando tratava um doente. A fama de santidade que o aureolava em vida confirmou-se depois da morte com milagres, que foram oficialmente reconhecidos pela Igreja, e foi beatificado por Paulo VI a 19 de Outubro de 1975. AAS (1951) 684-6; 62 (1970) 787-91; 68 (1976) 247-50). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SÃO SEBASTIÃO

Mártir (288)

Sebastián, Santo

Sebastião, Santo

Sebastião, que mereceu o cognome de Defensor da Igreja pelas maravilhas que realizou em defesa da fé, nasceu em Narbona, onde viviam seus pais, que eram oriundos de Milão. Foi educado com todo o esmero no seio do Cristianismo e da piedade. O seu génio afável , manso, prudente, generoso e outras belas qualidades, segundo refere Santo Ambrósio, bem depressa o tornaram conhecido na corte dos Imperadores. Chegou a ser um dos favoritos do Imperador Diocleciano, que o nomeou capitão da primeira companhia dos seus guardas. Embora Sebastião se sentisse abrasado dum desejo ardentíssimo do martírio, entendeu que devia moderar o seu ardor, conservando-o como que escondido debaixo do seu uniforme de soldado, porque as funções do cargo que exercia, dando-lhe um lugar na corte, proporcionavam-lhe ocasião de prestar grandes serviços à Igreja e socorrer os cristãos perseguidos. Era em favor desta santa causa que empregava a sua autoridade e haveres, sem se poupar a trabalhos e fadigas de nenhuma espécie. Fortificava com exortações e socorria com esmolas os gloriosos Confessores de Cristo, de que regurgitavam os cárceres. Sustentou a coragem de muitos que vacilavam, nos tormentos e fortaleceu os que pareciam desanimar em face dos suplícios. Era o apóstolo dos Confessores e dos Mártires; e se parecia ser pródigo com a vida dos que enviava ao céu adiante dele, não era para poupar a sua. Tão longe estava de a amar que todos os dias se expunha a perdê-la. A morte de cada mártir que Sebastião robustecia na fé e acompanhava até ao lugar do martírio, era um novo sacrifício que fazia da sua própria vida. A cada instante a renunciava, para impedir que os outros renunciassem a Jesus Cristo. Marco e Marcelino, dois jovens romanos, tinham sido presos e condenados à morte por terem confessado a sua fé em Jesus. Depois de terem suportado gloriosamente a tortura, iam a ser degolados, quando seu pai Tarquilino e sua mãe Márcia, acompanhados das mulheres e dos filhos dos dois defensores de Cristo, se foram lançar aos pés do governador, chamado Cromácio, e com lágrimas e rogos obtiveram que se diferisse a sentença por espaço de trinta dias. Neste intervalo de tempo não faltaram súplicas, carícias, gemidos, enfim tudo quanto podem inspirar o amor e a ternura para comover a um coração brando e generoso. Tanta impressão causou este contínuo e terrível combate que os dois Confessores da fé começaram a fraquejar visivelmente. Notou isto Sebastião que os visitava com frequência e chegou tanto a tempo o seu socorro, e foi tão abençoado de Deus o poder que tinha de persuadir, quer não só animou aqueles espíritos já abatidos, mas em poucos dias converteu à fé cristã a Nicóstrato, primeiro escrivão do tribunal, a Cláudio, carcereiro, a muitos presos, e, o que é mais admirável, ao próprio pai, mãe, mulheres e filhos de Marcelino e Marco. Tão assombrosas conversões não podiam ser feitas sem muitos e grandes milagres. Enquanto Sebastião estava animando, com palavras ardentes de zelo e caridade, os dois santos Confessores, em casa de Nicóstrato, aonde tinham sido conduzidos sob fiança, uma brilhante luz resplandeceu por toda a sala onde ele falava e encheu de admiração e alegria os circunstantes. No meio dessa luz apareceu o Senhor, acompanhado de sete Anjos, e, aproximando-se de Sebastião, deu-lhe o ósculo da paz, assegurando-lhe que estaria sempre com ele. É Santo Ambrósio quem refere esta maravilha. Zoé, mulher de Nicóstrato, muda havia muito tempo, recobrou imediatamente a fala, só com Sebastião lhe fazer o sinal da cruz na boca. Todos os neófitos, que padeciam alguma enfermidade, receberam a saúde do corpo, ao mesmo tempo que pelo batismo recuperaram a da alma. Mas o maior de todos os prodígios foi a conversão de Cromácio, governador da cidade. Mandando chamar Tarquilino para saber se os filhos se tinham deixado persuadir das suas lágrimas, ficou surpreendido quando viu que o próprio Tarquilino se tinha feito cristão. «Os meus filhos, respondeu Tarquilino, são ditosos, e eu também o sou desde que Deus me abriu os olhos da alma para conhecer a verdade e a santidade da religião cristã, fora da qual não há salvação». «Com que então, disse Cromácio, também tu endoideceste, agora que estás no fim da vida?» «Não, respondeu-lhe o santo Velho, antes nunca tive entendimento nem juízo, enquanto não logrei a ventura de ser cristão. Porque não há maior loucura do que preferir, como eu o tinha feito e tu ainda o estás fazendo agora, o erro à verdade e a morte eterna a uma vida de poucas horas». «E atrever-te-ás, perguntou Cromácio, a provar-me plausivelmente a verdade da religião cristã?» Sim, respondeu o novo apóstolo, contanto que queiras prestar ouvidos ao que eu e Sebastião te dissermos». Não foi longa a conversa; dentro em breve Cromácio dava-se por convencido e convertido. À conversão de Cromácio, seguiu-se a de toda a sua família. Muitos dos seus escravos receberam o baptismo e depois foram postos em liberdade. Entretanto, a perseguição foi dia a dia aumentando em Roma, e por isso julgou-se conveniente que Cromácio, que tinha renunciado a seu cargo, se retirasse para o campo, onde a sua casa era o asilo dos perseguidos. Todos os fiéis, e nomeadamente São Caio, que regia então os destinos da Igreja, instavam com Sebastião para que se retirasse também para ali, mas este grande herói da fé pediu que o deixassem ficar em Roma, para fortificar e socorrer muitos outros cristãos que estavam encarcerados. E tais razões apresentou ao Sumo Pontífice Caio, que este lhe tornou: «Fica, meu filho, fica no campo de batalha e, debaixo desse uniforme de oficial do imperador, sê o glorioso defensor da Igreja de Jesus Cristo». Em breve se conheceu quão necessária era a sua presença para socorrer e animar os mártires. A primeira que recebeu a coroa do martírio foi Zoé, a quem suspenderam pelos pés sobre o fogo, cujo fumo a sufocou. Seguiu-se-lhe Tarquilino, que estando a orar sobre o túmulo dos Apóstolos S. Pedro e Paulo, foi surpreendido pela plebe que o agarrou e apedrejou. Nicóstrato, seu irmão Castor, Cláudio e Sinforiano, seu filho, e Vitoriano, seu irmão, não tardaram a ser presos e, depois de atormentados por três vezes, foram conduzidos a Ostia e lançados ao mar. Tibúrcio, filho de Cromácio, foi decapitado. Cástulo, oficial do Imperador e cristão zelosíssimo, foi enterrado vivo. Marco e Marcelino foram cravados pelos pés a um poste e depois, tendo-os deixado desfalecer vinte e quatro horas neste suplicio, acabaram-nos a flechadas. Entretanto, Sebastião, que acabava de imolar ao Deus vivo estas gloriosas vítimas, precisos frutos do seu zelo, suspirava pelo momento de se lhes ir reunir no céu. Seus desejos não tardaram a ser satisfeitos. Um infeliz apóstata informou Fabiano, sucessor de Cromácio, de que era Sebastião quem convertia os pagãos e mantinha a fé dos fiéis. Não se atreveu Fabiano a prendê-lo, em virtude do lugar que o Santo ocupava na corte, mas foi procurar o Imperador e informou-o de tudo. Assombrado do que ouvia, Diocleciano mandou logo chamar Sebastião e exprobou-lhe a pretendida ingratidão com que tinha pago os seus benefícios, sobretudo por haver intentado irritar a cólera dos deuses contra o Império, introduzindo até no seu próprio palácio essa nova religião tão perniciosa ao Estado. Sebastião respondeu respeitosamente que a seu ver não podia prestar maior serviço ao Imperador e ao Império, do que adorando o único verdadeiro Deus, e que estava tão distante de faltar ao seu dever, pelo culto que prestava a Jesus Cristo, quanto era certo que nada podia ser mais vantajoso ao Príncipe e ao Estado, como ter vassalos fiéis que desprezando os falsos deuses, orassem incessantemente ao Soberano Árbitro e Criador do Universo pela salvação de um e do outro. Diocleciano, irritado com estas palavras, ordenou, sem outra forma de processo, que Sebastião fosse amarrado a um poste e atravessado com flechas pelos próprios soldados da guarda. Esta ordem foi cruelmente executada. Na noite seguinte, Irene, viúva do Santo Mártir Cástulo, tendo ido para levar o seu corpo e dar-lhe sepultura, descobriu que Sebastião ainda estava vivo. Fê-lo conduzir secretamente para sua casa, onde, em pouco tempo, se curou completamente de todas as feridas que recebera. Em vez de se retirar e esconder, como lhe diziam seus irmãos, o santo Mártir foi um dia ao Palácio e esperou Diocleciano na escada que chamavam Mirante de Heliogábalo. Logo que viu o Imperador perto de si, disse-lhe animosamente: «É possível, Senhor, que vos deixeis eternamente iludir pelas imposturas e calúnias que se andam incessantemente inventando contra os cristãos? Sabei que os fiéis estão longe de ser inimigos do Estado, que é somente às suas orações que vós sois devedor de todas as prosperidades». O Imperador, surpreendido ao ver e ouvir um homem que considerava morto, perguntou: «És tu realmente aquele Sebastião a quem eu mandei tirar a vida?» – «Sou esse mesmo, respondeu o Santo, e o meu Senhor Jesus Cristo quis conservar-me a vida, opara que na presença deste povo eu viesse dar um público testemunho da impiedade e da injustiça que cometeis, perseguindo com tanto furor os cristãos». Enfurecido, Diocleciano mandou conduzir imediatamente Sebastião ao circo, para aí ser morto a varadas. Com este cruel suplicio, o santo Mártir voou ao Céu, onde foi recebera coroa do martírio, no ano 288. Os pagãos, querendo impedir que se desse sepultura ao corpo do Santo, arrojaram-no a um lugar imundo, porém tal precaução foi inútil. O corpo ficou suspenso dum gancho e o mesmo S. Sebastião apareceu a uma mulher cristã, chamada Luciana, a quem mandou que o fosse tirar e o enterrasse no cemitério de Calisto. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic; www.santiebeati.it e, ainda www.quiosqueazul.blogspot.com, de onde foi retirada a imagem que se segue:

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<div align=center><a href="http://quiosqueazul.blogspot.com/2010/01/viva-sao-sebastiao.html%22 title="Viva São Sebastião! Padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, Rogai por Nós." target="_blank"><img style="width:400px;height:310px" src="http://lh5.ggpht.com/__pDtqQ5sKEQ/S1XXCHSbXpI/AAAAAAAAAqQ/lFP1c-93-Mo/oracoes_sao_sebastiao.gif%22></a></div>

COMPLEMENTO
 
Segundo a tradição, Sebastião nasceu no século III. Durante a infância frequentou uma escola em Milão, Itália. Quando era um adolescente começou a mostrar-se muito preocupado com a perseguição a que eram submetidos os cristãos. Com a esperança de encontrar oportunidades para encorajar os cristãos, Sebastião ingressou no exército romano em 283. Embora mantivesse secreto o seu próprio Cristianismo perante os chefes do exército, discretamente converteu muitos romanos. À medida que as perseguições contra os cristãos aumentavam. Sebastião incitou com muita discrição os cristãos que duvidavam da sua fé a manterem-se firmes. Quando a fé do santo foi finalmente descoberta, o Imperador Diocleciano condenou-o à morte. Sebastião foi atado a uma árvore e o seu corpo foi atravessado por flechas. os seus executores pensavam que ele estava morto, porém Sebastião conseguiu sobreviver.
Um segundo martírio – Uma viúva cristã chamada Irene, que tinha vindo para o sepultar, em lugar disso cuidou dele e curou-o. Impertérrito perante o seu sofrimento, Sebastião enfrentou Diocleciano e denunciou as suas atrocidades contra os cristãos. O Imperador ficou surpreendido ao ver Sebastião vivo, porém não se arrependeu. Em vez disso, ele ordenou que Sebastião fosse espancado até à morte com clavas e que o seu corpo fosse atirado para uma cloaca. Conta a lenda que antes deste facto, Sebastião tinha aparecido numa visão a uma mulher cristã chamada Lucina. Portanto, quando ela soube do seu martírio, recuperou o seu corpo e enterrou-o dignamente nas catacumbas, num cemitério cristão situado por debaixo da cidade de Roma.
NO SEU RASTO
 
Uma das razões pelas quais Sebastião pôde sobreviver depois de ter sido atravessado pelas setas foi as suas excelentes condições físicas assim como espirituais. A saúde física é um complemento importante para o bem-estar espiritual. Quanto melhores forem as nossas condições de saúde, mais preparados estaremos para servir a Deus.
 
As boas condições físicas são algo que as famílias devem procurar através de:
 
* Exercício físico frequente.
* Uma dieta nutritiva.
* Descanso físico e espiritual.
 
Recorde-se, não tente fazer demasiado exercício físico em pouco tempo, mas sim gradualmente. Um pouco de exercício mais do que uma vez por semana é m,melhor do que um treino exaustivo e longo uma vez por mês. As Associações Médicas aconselham que os adultos de boa saúde façam exercício físico três ou quatro vezes por semana durante 30 a 60 minutos. Quando cuidamos melhor de nós, temos mais energia e vigor para realizar o trabalho de Deus.
 
ORAÇÃO
 
Querido comandante da corte do Imperador romano. Tu também escolheste ser um soldado de Cristo e atreveste-te a difundir a fé no Rei dos reis – pelo que fostes condenado à morte. O Teu corpo, no entanto, demonstrou ser fisicamente forte e as setas executoras extremamente débeis. Então foi escolhida uma outra forma para Te matar e Tu deste a Tua vida ao Senhor. Faz com que os atletas sejam sempre tão firmes na sua fé como o seu Santo Padroeiro tão claramente o foi. Ámen.
(Oração contemporânea)

No período em que viveu São Sebastião (século III) ocorreram entre outros, os seguintes factos:
Décio começa as +primeiras perseguições contra os cristãos em todo o Império Romano (250); Vida de Plotino, filósofo romano (205-270); Cipriano publica a Unidade da Igreja (251); A Rainha Zenóbia conduz uma rebelião contra os romanos que não foi bem sucedida (272).

25800 > San Sebastiano Martire 20 gennaio - Memoria Facoltativa MR

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Angelo Paoli, Beato

Angelo Paoli, Beato

Angelo Paoli, Beato

Em Roma, Beato Angelo Paoli, sacerdote ( 1720) Data de beatificação: 18 de abril de 2010, em San Giovanni in Laterano, Roma, no pontificado de S.S. Bento XVI Nasceu em 1 de setembro de 1642 em Argigliano, alheio então do município de Fivizzano, hoje de Casola em Lumigiana (Massa). No baptismo lhe puseram o nome de Francisco. Em 1660 recebeu a tonsura e as duas primeiras ordens menores. Depois de passar alguns meses com sua família, tomou o hábito carmelita em Fivizzano e foi enviado a fazer o noviciado em Siena e ali pronunciou os votos em 18 de dezembro de 1661. Estudou filosofia e teologia em Pisa e Florença e nesta cidade celebrou sua primeira Missa em 7 de janeiro de 1667. Su vida puede dividirse en dos periodos: en su provincia religiosa de Toscana y en Roma. El primer periodo se caracteriza por frecuentes cambios de residencia: en Argigliano y en Pistoya, en 1675 vuelve a Florencia como Maestro de novicios. Dieciocho meses más tarde se halla de párroco en Corniola y en 1677, diez meses después, es trasladado a Siena y luego a Montecatini en 1680, donde dos años después se le encarga la enseñanza de la gramática a los religiosos jóvenes; pero ese mismo ano le trasladan a Pisa y pocos meses mas tarde a Fivizzano como organista y sacristán. En 1687 el General de la Orden lo llama a Roma donde, en el convento de S. Martino ai Monti, vivió los treinta y dos años restantes de su vida, primero como Maestro de novicios y luego como ecónomo, sacristán y organista y al mismo tiempo como director del conservatorio para muchachas fundado por Livia Vipereschi. Durante la primera época de su vida, por doquier había ido dejando a su paso el muy grato recuerdo de un alma sedienta de silencio, de oración, de mortificación, pero sobre todo de un hombre entregado a la caridad espiritual y corporal hacia los enfermos y los pobres, tanto que en Siena le dieron el apelativo de “Padre Caridad”. Y siempre hizo honor a este apelativo dondequiera que se hallara, especialmente en Roma donde cuido de los dos hospitales de S. Juan (el de hombres y el de mujeres) y fundo el hospicio para convalecientes pobres en la avenida entre el Coliseo y la basílica de S. Juan. Su lema fue: “Quien ama a Dios debe buscarlo entre los pobres». Supo también atraer a muchas personas que le imitaron en su atención a los necesitados. Y así se comprobó sobre todo durante las calamidades públicas, tales como los terremotos e inundaciones que se abatieron sobre Roma en los anos 1702 y 1703, en una época en la que el fasto de unos pocos contrastaba con la miseria de la mayoría. Acertó a dar a los ricos muy buenos consejos y ellos le estimaron y le secundaron y emplearon como mediador en sus propias obras de beneficencia. Enseñó a los pobres a ser agradecidos y a encontrar en su humilde condición motivos de perfeccionamiento moral. Fue consejero de príncipes y de otros “grandes” de la Roma de entonces o de los huéspedes ilustres de la ciudad. Cardenales y altos prelados le tenían en gran estima. Rehusó la púrpura que le ofrecieron Inocencio XII y Clemente XI porque - decía – “habría redundado en perjuicio de los pobres a los que no habría podido atender”.Tuvo una confianza plena en la Divina Providencia, a la que solía llamar su “despensa”, en la cual nunca falta nada. Esta confianza se vio no pocas veces recompensada con hechos humanamente inexplicables, tales como la multiplicación de cosas sencillas destinadas al alimento de los pobres. Al practicar la caridad, no descuidaba, sin embargo, la justicia: siendo el mismo ejemplo de justa retribución a 1os obreros, sabía conseguir también que obraran con justicia quienes a veces se olvidaban de ello. Su unión profunda con Dios la buscaba en la oración solitaria, ya fuese en una cueva como cuando era niño en Argigliano, en los espacios ilimitados del Monte S. Peregrino, en los sótanos del convento de Florencia, o en las catacumbas romanas, en su celda o en el corillo de la iglesia de S. Martino donde la noche se le pasaba en un santiamén, descansando —solía decir— como S. Juan “sobre el pecho de Cristo por medio de la oración”. Destaco por su amor a la Cruz que quiso alzar incluso materialmente allá donde le fue posible: entre Argigliano y Minucciano, en el Monte S. Peregrino, junto a Corniola, y en Roma tres en el Testaccio y tres dentro del Coliseo. El Señor le dio a conocer algunos sucesos lejanos (como la muerte de Luis XIV y la victoria del Príncipe Eugenio de Saboya; en Petrovaradin) o futuros (como su propia muerte y la de otros). Varias personas le atribuyeron señaladas gracias estando él todavía en vida. Murió el 20 de enero de 1720 y fue sepultado en la iglesia de S. Martino ai Monti donde se encuentra actualmente en la nave izquierda. Tres af1os después de su muerte se inicio el proceso informativo diocesano en Florencia, Pescia y Roma. El apostólico se desarrollo de 1740 a 1753. La heroicidad de sus virtudes fue reconocida por Pío VI en 1781. El Papa Benedicto XVI el 3 de julio de 2009 firmó el decreto de reconocimiento de un milagro obrado por intercesión del P. Angel.

95034 > Beato Angelo (Francesco) Paoli Sacerdote carmelitano 20 gennaio

Santa Ascla, mártir

Na cidade de Antinoe, na Tebaida (hoje Egipto), santa Ascla, mártir, que não temeu as ameaças do juiz, dado que lhe causava muito mais temor renegar de Cristo, e depois de variados tormentos, foi atirado ao rio (s. IV)

38335 > Sant' Ascla Martire 20 gennaio MR

 

• Basílio António Maria Moreau, Beato

Sacerdote e Fundador

Basilio Antonio María Moreau, Beato

Basílio António María Moreau, Beato

O Beato Basílio António Maria Moreau nasceu em Laigné-en-Bélin, distrito de Le Mans (França), em 11 de Fevereiro de 1799. Foi o oitavo de catorze filhos de uma família piedosa. Com seu pároco, o p. Julián Le Provost, aprendeu as primeiras noções de latim. Prosseguiu os estudos no colégio de Château-Gontier, e os terminou no seminário maior de Le Mans. Em 12 de Agosto de 1821 recebeu a ordenação sacerdotal. Em seu coração ardia o zelo pelas missões, mas seu bispo, Mons. De la Myre, que o queria para professor no seminário diocesano, o enviou a realizar estudos superiores, primeiro em São Sulpício, em Paris, e depois na "Solitude D´Issy", dirigida também pelos sulpicianos. Ali permaneceu de 1822 a 1823, e encontrou a quem seria seu pai espiritual, o p. Gabriel Mollevaut. Ao voltar a Le Mans, ensinou filosofia, teologia dogmática e sagrada Escritura desde 1823 até 1836. Ao mesmo tempo, desenvolveu com fruto uma intensa atividade pastoral. Em 1833 participou na fundação do Bom Pastor de Le Mans, instituição destinada à reeducação de delinquentes juvenis. Em 1835 seu bispo, Mons. Bouvier, o encarregou a guia espiritual da congregação dos Irmãos de São José, constituída por laicos fervorosos que tinham como missão instruir a gente do campo de Le Mans.Nesse mesmo ano fundou a sociedade de Sacerdotes Auxiliares, com a finalidade de ajudar aos párocos mediante retiros espirituais, pregações de missões populares e cursilhos. Em 1 de Março de 1837 o p. Basílio uniu os Sacerdotes Auxiliares com os Irmãos de São José numa única comunidade, que tomou o nome de Congregação da Santa Cruz. Completou sua obra em 1841, fundando o ramo feminino das Marianitas de la Santa Cruz. Desse modo, realizou seu ideal de uma única congregação religiosa com três secções, seguindo o exemplo da Sagrada Família de Nazaré: aos sacerdotes lhes deu o nome de Salvatoristas; aos irmãos, o de Josefinos; e as religiosas, o de Marianitas. A finalidade da Congregação era: a educação, a pregação, sobretudo nas zonas rurais e nas missões estrangeiras, o ministério paroquial, a difusão da boa imprensa, assim como a direção de casas destinadas à acolhida de delinquentes jovens ou de pessoas abandonadas. Entre os anos 1840 e 1847 a Congregação, respondendo ao impulso missionário de seu fundador, enviou a alguns de seus membros a Argélia, Estados Unidos e Canadá para estabelecer novas casas. Por desejo expresso do Papa Pío IX, o p. Basílio fundou na Argélia as primeiras escolas cristãs do país e contribuiu para a introdução e ao progresso da Igreja católica nos Estados Unidos. Em 1853 a Congregação assumiu a responsabilidade da missão em Bengala (atualmente Bangladesh). A vida do p. Basílio, como a vida de quase todos os fundadores, esteve marcada pelo sofrimento e a incompreensão, mas ele se sentiu sempre um simples instrumento nas mãos de Deus: "A obra da Santa Cruz — escreveu a seus filhos espirituais — não é obra do homem, mas sim obra de Deus mesmo. (...) Por isso os exorto a renovar o espírito de vossa vocação, que é um espírito de pobreza, castidade e obediência". Ainda que o nome eleito para a Congregação não foi fruto de sua devoção particular à cruz de Cristo, esta esteve muito presente em sua vida, e insistiu a miúdo nela para formar a vida espiritual de seus membros. Por isso deu como lema a sua comunidade o verso de um hino litúrgico: "Salve, oh cruz, nossa única esperança". O Beato viveu retirado durante seus últimos anos numa casita junto ao Instituto da Santa Cruz; pregava nas paróquias dos arredores de Le Mans, onde morreu em 20 de Janeiro de 1873. Os três ramos da Congregação, que têm vindo a crescer e estendendo-se pelo mundo, estão presentes em França, África e Ásia. Desempenham sua missão em escolas e universidades, na pastoral e serviços sociais. A fase diocesana da causa de beatificação do Beato começou em Le Mans em 1948; em 1994 prosseguiu em Roma, na Congregação para as causas dos santos. Em 12 de Abril de 2003 o Santo Padre João Paulo II declarou ao p. Basílio António Maria Moreau "venerável", reconhecendo suas virtudes heroicas e S.S. Bento XVI o declarou beato em 15 de Setembro de 2007 em cerimónia realizada em Le Mans (França). Reproduzido com autorização de Vatican.va Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Basílio, contacte a: Congregazione di S. Croce, via Framura, 85 - 00168 Roma, ITALY - o - Soeurs de Sainte-Croix 905, rue Basile-Moreau - Saint-Laurent, QC H4L 4A1, CANADA - o - Sisters of the Holy Cross - Saint Mary’s - Bertrand Hall, Notre Dame, IN 46556, USA - o - Marianites of the Holy Cross - 1011 Gallier Street - New Orleans, LA 70117, USA

92763 > Beato Basilio Antonio Maria Moreau Sacerdote e fondatore 20 gennaio

Beato Benito Ricasoli, monge eremita

BEATO BENITO RICASOLI

Beato Benito Ricasoli, monge eremita

No mosteiro de Coltibuono, na Toscana (hoje Itália), beato Benito Ricasoli, eremita da Congregação de Valumbrosa (c. 1107).

38355 > Beato Benedetto Ricasoli da Coltibuono Eremita 20 gennaio MR

93933 > Beato Bernardo di Poncelli Mercedario 20 gennaio

• Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Presbítero

Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, Beato

Martirológio Romano: No mosteiro de Mount Saint Bernard, perto de Leicester, em Inglaterra, beato Cipriano (Miguel) Iwene Tansi, presbítero, da Ordem Cisterciense, que nasceu no território de Onitsha, na Nigéria, e sendo ainda menino, e contra sua família, abraçou a fé cristã. Foi ordenado sacerdote, dedicando-se com grande diligência à cura pastoral até que, feito monge, mereceu coroar com uma santa morte uma vida santa (1964). Iwene Tansi nasceu em Aguleri, perto de Onitsha, Nigéria, no ano 1903. Foi batizado com a idade de 9 anos com o nome cristão de Miguel. Seu baptismo o afectou profundamente apesar de seus poucos anos, e chocou com seus pais não-cristãos, ao atrever-se a destruir seu ídolo pessoal, dado tradicionalmente aos meninos varões no momento de nascer. Depois de trabalhar por vários anos como mestre e catequista, entrou no seminário em 1925, onde deixou uma impressão perdurável por sua entrega, por seu zelo pelo Reino de Deus e por seu intenso espírito de oração. Foi ordenado sacerdote em 1937 para a diocese de Onitsha. Como sacerdote, trabalhou sem repouso e com toda sua alma durante 13 anos para aliviar as necessidades espirituais e materiais de seu povo. Tinha que caminhar a pé para visitar as aldeias e as capelas de sua grande paróquia. Logo passava dias inteiros no confessionário. Prestava atenção especial à preparação adequada para o matrimónio, contra a tradição, muito difundida entre os pagãos de aquele então, de "matrimónios provisórios". A grande quantidade atual de cristãos em muitas aldeias da tribo igbo testemunha seu zelo sacerdotal. Sem embargo e apesar de tudo o que fazia, o P. Tansi sentia a chamada a servir a Deus de uma maneira mais directa numa vida de oração e contemplação, com o desejo também de trazer a Nigéria a vida monástico- contemplativa. Assim, no ano 1950, seu bispo o deixou livre para provar sua vocação cisterciense na abadia de Mount Saint Bernard,perto de Nottingham em Inglaterra. No mosteiro se chamava "Padre Cipriano". A mudança total de vida, especialmente o viver sob a obediência depois de haver sido um líder de seu povo, a mudança de clima, de comida e, sobretudo, a mudança brutal de cultura punham à prova sua vocação, mas estava No ano 1962 Mount Saint Bernard decidiu fazer uma fundação em África, haja sido nomeado mestre de noviços para a fundação, Padre Cipriano, já muito enfermo, não pôde ir. Morreu em 20 de Janeiro de 1964, poucos meses depois da saída dos fundadores. A reputação de santidade que havia deixado em Nigéria antes de ir a Inglaterra não deixou de crescer. Muitas pessoas afirmaram haver recebido favores por meio de sua intercessão, de tal maneira que a causa de sua beatificação, aberta na diocese de Nottingham, foi transferida em 1986 à arquidiocese de Onitsha. O arcebispo de Onitsha era então Monsenhor (logo Cardeal) Francis Arinze, que havia sido entre os primeiros meninos batizados pelo Padre Tansi quando era um jovem pároco. Em 22 de Março de 1998, em Onitsha, durante uma viagem a Nigéria feito precisamente para este fim, o Santo Padre João Paulo II beatificou ao Padre Cipriano Miguel Tansi, ao propô-lo como modelo de zelo e de oração sacerdotais.

91015 > Beato Cipriano Michele Iwene Tansi Religioso 20 gennaio MR

• Enrique de Upsala, Santo

Bispo e Mártir

Enrique de Upsala, Santo

Enrique de Upsala, Santo

Martirológio Romano: Em Finlândia, santo Enrique, bispo e mártir, nascido em Inglaterra, a que se confiou a igreja de Upsala, onde se dedicou com empenho à evangelização dos finlandeses, sendo ferido de morte por um homicida, a que havia tratado de corrigir com a disciplina eclesiástica (c. 1157). Etimologia: Enrique = Aquele que é chefe de lar, é de origem germânica. Por falta de documentos contemporâneos de valor, só podemos dar um breve resumo da vida de Santo Enrique. Se bem tenha nascido em Inglaterra, é possível que residisse em Roma, quando o cardeal Nicolás Breakspear, que foi posteriormente Papa com o nome de Adriano IV, tenha partido como legado pontifício a Escandinávia, em 1151. Enrique parece haver formado parte de sua comitiva, e não faltam razões para crer que o próprio legado pontifício o consagrou bispo de Upsala, em 1152. O novo bispo ganhou a benevolência do rei São Erico de Suécia. Quando o monarca empreendeu uma espécie de cruzada contra os pagãos de Finlândia, o bispo o acompanhou nela. Os suecos obtiveram uma assinalada vitória, a qual teve como efeito a conversão de alguns finlandeses. Erico retornou a Suécia, mas o bispo ficou na Finlândia para continuar o trabalho das conversões "com zelo apostólico, ainda que em algumas ocasiões, com pouca prudência apostólica". Santo Enrique impôs penitência a um convertido, chamado Lali, que havia cometido um assassinato. Considerando-a este como uma humilhação, se pôs à espreita do bispo e o assassinou. O santo realizou algumas curas e outros milagres. Ainda que a afirmação de que o mártir foi canonizado pelo Papa Adriano não descansa sobre nenhuma prova, o certo é que os holandeses o consideram como seu santo patrono, desde épocas muito remotas. Segundo se depreende de uma carta de Bonifácio VIII, escrita em 1296, a catedral de Abo estava já dedicada a Santo Enrique; e quando, no século XVI, a série de pinturas dos mártires ingleses foi colocada no Colégio Inglês de Roma, o patrono de Finlândia figurava nela. De maior interesse e mérito artístico é o extraordinário baixo relevo de bronze (c. 1440), todavia existente, que cobria as relíquias de Santo Enrique em Nousis, com nove placas secundárias em que estavam gravados os milagres e episódios de sua vida. As relíquias de Santo Enrique foram trasladadas em 1300 para a catedral de Abo (atualmente Turku).

38360 > Sant' Enrico di Uppsala Vescovo e martire 20 gennaio MR

Santo Esteban Min Kuk-ka, mártir

Em Seul, cidade de Coreia, santo Esteban Min Kuk-ka, mártir, que foi degolado na cadeia por ser catequista cristão (1840).

92122 > Sant' Eusebio Eremita 20 gennaio

94083 > San Fechin di Fobhar Abate 20 gennaio

• María Cristina da Imaculada Conceição (Adelaide) Brando

Virgem e Fundadora

María Cristina de la Inmaculada Concepción (Adelaida) Brando,

María Cristina da Imaculada Conceição (Adelaida) Brando,

Martirológio Romano: Na cidade de Casoria, perto de Nápoles, em Itália, beata María Cristina de la Imaculada (Adelaida) Brando, virgem, que dedicou sua existência à formação cristã das crianças e fundou a Congregação das Irmãs Vítimas Expiatórias de Jesus Sacramentado, com a qual promoveu em grande maneira a adoração à Sagrada Eucaristia (1906). Etimologia: Adelaida = aquela que é de nobre berço, é de origem germânica. Nasceu em Nápoles em 1 de Maio de 1856. Sua mãe morreu poucos dias depois. De carácter amável e dócil, recebeu uma boa educação religiosa. Pronto deu sinais de uma clara inclinação à oração e a a virgindade. Atraída pelas coisas de Deus, fugia das Costumava repetir: "Devo ser santa; quero ser santa". Aos doze anos fez voto de castidade perpétua ante uma imagem do Menino Jesus. Em 1876 ingressou na congregação das Sacramentinas de Nápoles, tomando o nome de María Cristina de la Inmaculada Concepción. Por motivos de saúde teve que abandonar esse caminho que havia iniciado com tanto fervor. Então compreendeu que havia chegado o momento de dar vida a um instituto, missão a que se sentia chamada. Em 1878 fundou as Religiosas Vítimas Expiadoras de Jesus Sacramentado, congregação que cresceu rapidamente, apesar das estreitezas económicas, as oposições e a saúde precária da fundadora. Depois de mudar de sede várias vezes, a comunidade, por conselho do servo de Deus Michelangelo da Marigliano e do beato Ludovico de Casoria, se estabeleceu em Casoria, perto de Nápoles. O novo instituto enfrentou numerosas e sérias dificuldades, mas sempre experimentou a ajuda da divina Providência, e pôde contar com o apoio de muitos benfeitores e amigos eclesiásticos. A congregação se incrementou com novos membros e casas, mostrando grande solicitude pela educação de meninos e meninas. Em 1897 a serva de Deus emitiu os votos temporais. Em 20 de Julho de 1903 a congregação obteve a aprovação canónica por parte da Santa Sede, e em 2 de Novembro desse mesmo ano a fundadora, juntamente com muitas irmãs, emitiu a profissão perpétua. Viveu sua consagração com generosidade, com perseverança e gozo espiritual, e desempenhou o cargo de superiora geral com humildade, prudência e amabilidade, dando às irmãs contínuos exemplos de fidelidade a Deus e à vocação. Sua vida sempre esteve iluminada por uma fé simples, firme e viva, que alimentou com a escuta da palavra de Deus, com a frutuosa participação nos sacramentos, com a assídua meditação das verdades eternas e com a oração fervorosa. Cultivou particularmente a devoção à Encarnação, à paixão e morte de Cristo, e à Eucaristia. Para estar mais perto do Sacrário, com o espírito e com o corpo, mandou construir uma cela contígua à igreja. Foi muito intensa sua espiritualidade reparadora, até ao ponto de que se converteu no carisma de sua congregação. "O fim principal da Obra – afirma - é a reparação dos ultrajes que recebe o Sagrado Coração de Jesus no Santíssimo Sacramento, especialmente as muitas irreverências e descuidos, comunhões sacrílegas, sacramentos recebidos indignamente, missas mal escutadas, e o que amargamente trespassa aquele Coração Santíssimo, é que muitos de seus ministros e muitas almas consagradas a ele se unem a esses ingratos (...). As Adoratrices perpétuas ao divino Coração de Jesus há querido encomendar-lhes o doce e sublime ofício de vítimas de perpétua adoração e reparação a seu divino Coração horrivelmente ofendido e ultrajado no Sacramento do amor". Percorreu com grande empenho o caminho da santidade e progrediu ininterruptamente na imitação do Senhor, na obediência ao Evangelho e na perfeição cristã. Morreu em 20 de Janeiro de 1906. Foi beatificada por S.S. João Paulo II em 27 de Abril de 2003.

91063 > Beata Maria Cristina dell'Immacolata Concezione (Adelaide Brando) Religiosa e fondatrice 20 gennaio MR

95433 > San Molacca Monaco 20 gennaio

• Neófito, Santo

Mártir

Neófito, Santo

Neófito, Santo

Martirológio Romano: Em Niceia, cidade de Bitinia (hoje Turquia), são Neófito, mártir (s. IV). Foi um jovem cristão de Nicea, em Bitinia. Seus pais foram cristãos, desde a época em que Diocleciano governava o Império. Como dado prodigioso de sua vida, se conta que, aos nove anos, era capaz de instruir aos companheiros de sua idade e que aos dez, se retirou para uma gruta do monte Olimpo. Uma estranha besta vermelha saiu da sua cova para o sitiar. Quando tinha quinze anos, ena altura em que a perseguição ardia com mais fúria, foi detido por cristão, em Niceia de Bitinia. Recusou sacrificar aos ídolos e por este motivo foi açoitado com varas e atirado a um braseiro ardente. Como estes suplícios não fizeram nenhum efeito nele foi decapitado. Barónio nas suas Notas sobre o martyrologe romain o há inscrito no dia 20 de Janeiro, segundo o que disse dele o monológico grego.

38345 > San Neofito di Nicea Martire 20 gennaio MR

38365 > Santo Stefano Min Kuk-ka Catechista e martire 20 gennaio MR

• Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Monge e Bispo

Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Wulfstano (Wolstan) de Worcester, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Worcester, em Inglaterra, são Wulfstano, bispo, que, passando do claustro à sede, manteve os costumes monásticos junto ao zelo pastoral. Visitou incansavelmente as paróquias de sua diocese, ocupando-se em erigir igrejas, fomentar os estudos e condenar a venda de escravos (1095). Beneditino e bispo de Worcester; nasceu em Long Itchington, Warwickshire, Inglaterra, aproximadamente em 1008; morreu em Worcester, em 19 de Janeiro de 1095. Foi educado nas grandes escolas monásticas de Evesham e Pterborough. Resolutamente combateu e superou as tentações de sua juventude, e ingressou ao serviço de Brithege, Bispo de Worcester, que o ordenou como sacerdote aproximadamente em 1038. Recusando todas as prerrogativas eclesiásticas, chegou a ser noviço no grande priorado de Worcester, e logo de ocupar posições em várias oficinas no mosteiro chegou a ser prior da catedral. Manteve esta posição de maneira edificante, guiado por seu sentido de caridade, santidade em sua forma de vida, e estrita observância das normas,até 1062, quando a Sede de Worcester teve como vacante o cargo de Bispo, devido a que quem o ocupava, o Bispo Aldred, foi para ser Arcebispo de York. Dois cardeais romanos, recomendaram a Wolstan ante o Rei Eduardo para que preenchesse esta vaga. Estes dois cardeais haviam sido hóspedes de nosso personagem com anterioridade. O rei acedeu e o consagrou em 8 de Setembro de 1062. Não foi exatamente um homem de aprendizagem especial, nem de grande intelecto, sem embargo se dedicou com devoção durante sua vida completa ao cuidado de sua diocese, visitando, pregando, e confirmando. Sem intermediários, reconstruiu sua catedral no mais puro estilo saxão, além de estabelecer igrejas em muitos lugares. Em tudo isso manteve sua atitude e forma de vida caracterizada pelos hábitos ascéticos que havia adquirido em sua vida enclaustrada. Não obstante isso, sua vida esteve cheia de assíduas atividades, além de estar dedicada à oração e meditação. Os Salmos estiveram sempre em seus lábios, e recitava o Divino Ofício em voz alta, com os assistentes no que ia até à área rural a fim de cumprir com seus deveres episcopais. Wolstan foi o último bispo inglês que foi nomeado por um rei saxão, o último representante episcopal representante da Igreja de Bede e de Cuthbert, e o enlace entre estas igrejas e a Igreja de Lanfranc e Anselmo. Logo da conquista, quando quase todos os saxões nobres e o clero foi despojado de suas oficinas e honras a favor dos normandos, Wolstan reteve sua sede, e gradualmente foi ganhando a estima e a confiança tanto de Lanfranc e do próprio conquistador. Aelred de Rievaulx conta a lenda de quando se lhe pediu que renunciasse a ser bispo, e de como colocou sua cruz frente ao túmulo de Eduardo o Confessor em Westminster. A cruz se manteve fixa, como um símbolo do céu de que o santo bispo devia permanecer em seu cargo. Sobreviveu tanto a Guillermo o Conquistador, como a Lanfranc, e foi um dos que consagrou a Santo Anselmo.


92663 > San Vulstano di Worcester Vescovo 20 gennaio MR

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