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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Jovens Revolucionários; Ide e Anunciai - 25 de Janeiro de 2012

 

Formação| Conversão de São Paulo

O martírio de São Paulo é celebrado junto com o de São Pedro, em 29 de junho, mas sua conversão tem tanta importância para a história da Igreja que merece uma data à parte. Neste dia, no ano 1554, deu-se também a fundação da que seria a maior cidade do Brasil, São Paulo, que ganhou seu nome em homenagem a tão importante acontecimento.

Saulo, seu nome original, nasceu no ano 10 na cidade de Tarso, na Cilícia, atual Turquia. À época era um pólo de desenvolvimento financeiro e comercial, um populoso centro de cultura e diversões mundanas, pouco comum nas províncias romanas do Oriente. Seu pai Eliasar era fariseu e judeu descendente da tribo de Benjamim, e, também, um homem forte, instruído, tecelão, comerciante e legionário do imperador Augusto. Pelo mérito de seus serviços recebeu o título de Cidadão Romano, que por tradição era legado aos filhos. Sua mãe uma dona de casa muito ocupada com a formação e educação do filho.

Portanto, Saulo era um cidadão romano, fariseu de linhagem nobre, bem situado financeiramente, religioso, inteligente, estudioso e culto. Aos quinze anos foi para Jerusalém dar continuidade aos estudos de latim, grego e hebraico, na conhecida Escola de Gamaliel, onde recebia séria educação religiosa fundamentada na doutrina dos fariseus, pois seus pais o queriam um grande Rabi, no futuro.

Parece que era mesmo esse o anseio daquele jovem baixo, magro, de nariz aquilino, feições morenas de olhos negros, vivos e expressivos. Saulo já nessa idade se destacava pela oratória fluente e cativante marcada pela voz forte e agradável, ganhando as atenções dos colegas e não passando despercebido ao exigente professor Gamaliel.

Saulo era totalmente contrário ao cristianismo, combatia-o ferozmente, por isso tinha muitos adversários. Foi com ele que Estêvão travou acirrado debate no templo judeu, chamado Sinédrio. Ele tanto clamou contra Estevão que este acabou apedrejado e morto, iniciando-se então uma incansável perseguição aos cristãos, com Saulo à frente com total apoio dos sacerdotes do Sinédrio.

Um dia, às portas da cidade de Damasco, uma luz, descrita nas Sagradas Escrituras como “mais forte e mais brilhante que a luz do Sol”, desceu dos céus, assustando o cavalo e lançando ao chão Saulo , ao mesmo tempo em que ouviu a voz de Jesus pedindo para que parasse de persegui-Lo e aos seus e, ao contrário, se juntasse aos apóstolos que pregavam as revelações de Sua vinda à Terra. Os acompanhantes que também tudo ouviram, mas não viram quem falava, quando a luz desapareceu ajudaram Saulo a levantar pois não conseguia mais enxergar. Saulo foi levado pela mão até a cidade de Damasco, onde recebeu outra “visita” de Jesus que lhe disse que nessa cidade deveria ficar alguns dias pois receberia uma revelação importante. A experiência o transformou profundamente e ele permaneceu em Damasco por três dias sem enxergar, e à seu pedido também sem comer e sem beber.

Depois Saulo teve uma visão com Ananias, um velho e respeitado cristão da cidade, na qual ele o curava. Enquanto no mesmo instante Ananias tinha a mesma visão em sua casa. Compreendendo sua missão, o velho cristão foi ao seu encontro colocando as mãos sobre sua cabeça fez Saulo voltar a enxergar, curando-o. A conversão se deu no mesmo instante pois ele pediu para ser Batizado por Ananias. De Damasco saiu a pregar a palavra de Deus, já com o nome de Paulo, como lhe ordenara Jesus, tornando-se Seu grande apóstolo.

Sua conversão chamou a atenção de vários círculos de cidadãos importantes e Paulo passou a viajar pelo mundo, evangelizando e realizando centenas de conversões. Perseguido incansavelmente, foi preso várias vezes e sofreu muito, sendo martirizado no ano 67, em Roma. Suas relíquias se encontram na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na Itália, festejada no dia de sua consagração em 18 de novembro.

O Senhor fez de Paulo seu grande apóstolo, o apóstolo dos gentios, isto é, o evangelizador dos pagãos. Ele escreveu 14 cartas, expondo a mensagem de Jesus, que se transformaram numa verdadeira “Teologia do Novo Testamento”. Também é o patrono das Congregações Paulinas que continuam a sua obra de apóstolo, levando a mensagem do Cristianismo a todas as partes do mundo, através dos meios de comunicação.

Fonte: Site Paulinas

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by ideeanunciai

3. Continuou ele: Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade, instruí-me aos pés de Gamaliel, em toda a observância da lei de nossos pais, partidário entusiasta da causa de Deus como todos vós também o sois no dia de hoje. 4. Eu persegui de morte essa doutrina, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres. 5. O sumo sacerdote e todo o conselho dos anciãos me são testemunhas. E foi deles que também recebi cartas para os irmãos de Damasco, para onde me dirigi, com o fim de prender os que lá se achassem e trazê-los a Jerusalém, para que fossem castigados. 6. Ora, estando eu a caminho, e aproximando-me de Damasco, pelo meio-dia, de repente me cercou uma forte luz do céu. 7. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? 8. Eu repliquei: Quem és tu, Senhor? A voz me disse: Eu sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues. 9. Os meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz de quem falava. 10. Então eu disse: Senhor, que devo fazer? E o Senhor me respondeu: Levanta-te, vai a Damasco e lá te será dito tudo o que deves fazer. 11. Como eu não pudesse ver por causa da intensidade daquela luz, guiado pela mão dos meus companheiros, cheguei a Damasco. 12. Um certo Ananias, homem piedoso e observador da lei, muito bem conceituado entre todos os judeus daquela cidade, 13. veio ter comigo e disse-me: Irmão Saulo, recobra a tua vista. Naquela mesma hora pude enxergá-lo. 14. Continuou ele: O Deus de nossos pais te predestinou para que conhecesses a sua vontade, visses o Justo e ouvisses a palavra da sua boca, 15. pois lhe serás, diante de todos os homens, testemunha das coisas que tens visto e ouvido. 16. E agora, por que tardas? Levanta-te. Recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome.

ideeanunciai | 25 25America/Sao_Paulo janeiro 25America/Sao_Paulo 2012 at 7:19 | Categorias: Reflexão | URL: http://wp.me/sPX1K-7732

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Post colocado em 25-1-12  -  20,30 horas

António Fonseca

Nº 1175-3ª página–(25-2012) - A CONVERSÃO DE SÃO PAULO (e, conclusão do Oitavário pela Unidade da Igreja–de 18 a 25/1)

 

(Conclusão do Oitavário pela unidade da Igreja)

A Conversão de S. PAULO

Festa Litúrgica,

La conversión de San Pablo

A conversão de São Paulo

Foram tão grandes os benefícios que a Igreja recebeu da poderosa mão de Deus pelo ministério de S. Paulo que, em sinal de agradecimento, quis celebrar particularmente a memória da conversão do glorioso Apóstolo. Estabeleceu, pois, a Igreja uma festa para dar graças a Deus pela conversão deste Apóstolo, pela sua divina vocação e pela sua missão especial de pregar o Evangelho aos Gentios. Estes três favores, que Jesus Cristo fez a S. Paulo no momento da sua conversão, constituem o objecto principal desta festividade. Com efeito, se entre o povo judaico era celebrado solenemente o dia aniversário das grandes vitórias que tinham sido muito vantajosas para o estado, que vitória houve já, que fosse tão frutuosa para a Igreja e lhe sujeitasse tantos povos, como a que Jesus Cristo alcançou do mais furioso perseguidor dos fiéis, e pela qual do seu maior inimigo fez o mais valoroso defensor da sua Lei, um vaso de eleição, o doutor das gentes, e finalmente num dos seus maiores Apóstolos? Saulo, que depois tomou o nome de Paulo, era judeu de nação, da tribo de Benjamim, e tinha nascido em Tarso, capital da Cilícia. Seu pai professava a seita farisaica, isto é, pertencia ao número daqueles judeus que faziam profissão de ser os mais exatos observantes da lei e de seguir a moral mais rígida e severa. Pelo nascimento era ele cidadão romano, por ser um dos privilégios da cidade de Tarso, que era Município de Roma, título mais nobre que o de Colónia, em atenção a que nas guerras civis se tinha declarado sempre por Júlio César e depois por Augusto, até tomar o nome de Juliópolis. Os primeiros anos da infância passou-os em Tarso, estudando as ciências gregas, que aí eram ensinadas do mesmo modo que em Alexandria e em Atenas. Como Saulo fosse dotado de muito engenho e amor ao estudo, seus pais enviaram-no para Jerusalém, onde aprendeu na escola de Gamaliel, célebre doutor da lei, que o instruiu com esmero em tudo quanto pertencia à religião, costumes e cerimónias dos judeus. Não foram infrutuosos os seus estudos; tornaram-no dentro de pouco tempo zelosíssimo na observância da lei, de procedimento irrepreensível e um dos mais ardentes e obstinados defensores da seita dos fariseus. Zelo tão intenso pelas cerimónias de seus pais não podia deixar de fazer dele um irreconciliável inimigo da religião cristã, e como tal se declarou logo. Supõe-se que foi Saulo um dos judeus da Cilícia que se levantaram contra Santo Estêvão e disputaram contra ele. Pelo menos é indubitável que foi dos que com mais ardor clamaram pela sua morte, e que desejou ter o gosto de guardar as capas dos que o apedrejavam, como diz Santo Agostinho, para o fazer pelas mãos de todos. O sangue deste primeiro Mártir acendeu ainda mais a raiva e irritou a cólera dos judeus. Por isso trataram de excitar uma horrível perseguição contra a Igreja de Jerusalém. Nesta guerra assinalou-se Saulo. Animava-o um zelo que parecia furor. Vendo-se aplaudido e autorizado pelos da sua nação, nada era capaz de o deter. Entrava pelas casas, arrancava delas todos os que suspeitasse serem cristãos, metia-os nos cárceres e carregava-os de cadeias. A sua raiva contra os fiéis crescia à medida dos resultados. Obteve facilmente do sumo sacerdote Caifás poderes discricionários para fazer exata pesquisa de todos os cristãos, com faculdade de os castigar. Entrava em todas as sinagogas, mandava açoitar cruelmente a quantos criam em Jesus Cristo e punha em execução todos os meios possíveis para os obrigar a blasfemar do seu santo Nome. Era olhado como furioso perseguidor dos cristãos, como inimigo jurado de Jesus Cristo e açoite dos seus fiéis servos. Só o nome de Saulo aterrava! Dir-se-ia que os limites da Judeia, da Galileia e de toda a Palestina, eram muito estreitos para conter o zelo, ou antes a fúria, deste perseguidor desesperado. Todo ele era ameaças, todo sangue e morte, quando ouvia o nome de cristão. Chegando ao seu conhecimento que em Damasco, célebre cidade da outra parte do monte Líbano, dia a dia aumentava o número dos discípulos do Salvador, pediu ao príncipe dos sacerdotes cartas para aquelas sinagogas, autorizando-o a prender todos os cristãos que encontrasse e a conduzi-los para Jerusalém, onde os podia mandar punir mais livremente. Achava-se já a duas ou três léguas daquela cidade, quando, em pleno meio-dia, viu baixar do céu uma luz mais resplandecente que o próprio sol, a qual o cercou. Caindo em terra, Saulo ouviu uma voz que lhe dizia em hebraico: Saulo, Saulo, porque Me persegues? Então Saulo, mais atónito ainda, perguntou: Quem sois , Senhor? E a mesma voz respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues: duro é para ti recalcitrar contra o aguilhão. Saulo, tremendo e espavorido, replicou: Senhor, que quereis que eu faça? E o Senhor respondeu-lhe: Levanta-te, entra na cidade, e aí se te dirá o que convém fazer. Enquanto isto se passava, os que iam em companhia de Saulo estavam espantados. Ouviam sim a voz, mas sem ver ninguém. Levantou-se então Saulo e, tendo os olhos abertos, nada enxergava. Desta maneira, guiando-o pela mão, introduziram-no em, Damasco. Esteve aí três dias, cego, sem comer nem beber. Vivia naquele tempo em Damasco um discípulo de Cristo, chamado Ananias, homem de grande piedade e a quem todos, mesmo os judeus, veneravam. Apareceu-lhe o Senhor em visão e disse-lhe: Levanta-te, e vai à rua que se chama Direita,e procura em casa de Judas a um chamado Saulo de Tarso, porque ele está ali orando. Ananias, espantado ao ouvir o nome de Saulo, respondeu: Senhor, tenho ouvido a muitos, a respeito deste homem, quantos males tem feito aos vossos santos em Jerusalém,. Aqui mesmo tem poder dos príncipes dos sacerdotes para prender todos aqueles que invocam o vosso nome. Vai, replicou o Senhor, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, dos reis e dos filhos de Israel. Além de que eu lhe mostrarei quanto é necessário que ele padeça em meu nome. Obedeceu Ananias à voz de Deus e, procurando Saulo no lugar indicado, pôs as mãos sobre ele, dizendo: Saulo, irmão, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou para que recebas a vista e sejas cheio do Espírito Santo. Imediatamente caíram dos olhos de Saulo umas escamas e logo começou a ver com toda a claridade. Levantou.se cheio de alegria e dos mais vivos sentimentos de gratidão e amor. Ananias declarou-lhe então que o Senhor lhe tinha dado a entender com respeito à sua vocação, e batizou-o. Tendo ambos dado graças a Deus, Saulo tomou alimento e ficou confortado. esteve depois alguns dias com os discípulos que havia em Damasco. Crê-se que a esse tempo contava cerca de 36 anos de idade. Antes de sair de Damasco, pregou na sinagoga que Jesus, a quem ele havia perseguido, era o verdadeiro Messias, Filho eterno de Deus vivo. É fácil imaginar a admiração com que o ouviram aqueles que, poucos dias antes, o tinham visto perseguir tão raivosamente a religião cristã e sabiam que Saulo viera a Damasco para aprisionar todos os que a professavam. Há muitos séculos já que se fixou a festa da Conversão de S. Paulo no dia 25 de Janeiro. Tem por origem uma trasladação do corpo do santo.

Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic, www.santiebeati,it, além de muitos escritos e transcrições que foram feitos para este blogue, durante o Ano Paulino que decorreu entre 29 de Junho de 2008 a 29 de Junho de 2009 (celebração do 2000º aniversário de S. Paulo) através de livros como (Um ano a caminhar com São Paulo) – (Um ano com S. Paulo) – (Paulo de Tarso na estrada de Damasco) – (Eu Paulo…), Celebra-se também, hoje o fim do Oitavário pela Unidade da Igreja, que se iniciou, como habitualmente, no passado dia 18, em toda a Igreja Católica, o que foi assinalado neste mesmo blogue, no referido dia, por mim próprio.

Em 2011, do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo Comentário ao Evangelho do diaCiclo A (2010-2011)Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: transcrevi o seguinte texto: com tradução de espanhol para português.

25 de Janeiro - TERÇA-FEIRA - A CONVERSÃO DE SÃO PAULO

MC 16, 15-18

Naquele tempo apareceu Jesus aos Onze e disse-lhes: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura. Quem acreditar e for batizado será salvo, mas quem não acreditar será condenado. Eis os milagres que acompanharão aqueles que a creditarem: Em Meu nome expulsarão os demónios, falarão línguas novas, apanharão serpentes com as mãos e, se ingerirem alguma bebida mortífera, não sofrerão nenhum mal: imporão as mãos sobre os enfermos e eles recuperarão a saúde”.

1. O Apóstolo Paulo refere-se várias vezes ao episódio de sua “conversão” (Gal 1, 11-16; 1 Cor 9, 1; 15, 8; 2 Cor 4, 6). E Lucas, no livro dos Atos  refere o mesmo em três ocasiões (9, 1-19: 22, 3-21; 26, 9-18). É evidente que esta mudança de vida, em Paulo, teve uma importância enorme para a vida da Igreja primitiva. Todos estes textos se referem à visão e à experiência que teve Paulo de Cristo ressuscitado. Paulo, portanto, não conheceu Jesus na terra. Daí que as preocupações de Paulo estiveram centradas na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, não na vida terrena de Jesus. E mais, Paulo chega a dizer que o Cristosegundo a carne” (e o homem terreno Jesus) não lhe interessa (2 Cor 5, 16). Portanto, a “Cristologia” de Paulo” é inevitavelmente incompleta. E centrada, mais na salvação eterna, que na salvação histórica e temporal, pela qual tanto trabalhou Jesus.

2. Sem dúvida, a grandeza de Paulo está em que tirou o cristianismo dos limites inevitavelmente reduzidos do judaísmo. E por isso pôde fazer do incipiente movimento de Jesus uma “religião” universal da humanidade (H. Kung). Além disso, Paulo contribuiu decisivamente para organizar o cristianismo como uma instituição e um projeto viável ao alcance das massas (R. Aguirre). Por isso é acertado recordar hoje este texto do evangelho de Marcos, que foi acrescentado ao evangelho original no século II.

3. Este evangelho não anuncia a existência do inferno. Nem diz que necessariamente haja pessoas condenadas. Só indica que se alguém resistir a acreditar, se perderá. Pois não sabemos se alguém morreu em tais condições. Nem sabemos em que pode consistir essa “condenação”. O importante deste evangelho está nos “sinais” pelos quais se verá se uma pessoa tem fé; se liberta das forças do mal, se fala de maneira que se pode fazer entender por todo o mundo, se supera o que a todos os mortais lhes dá medo, e sobretudo se passa pela vida liberto da dor e das penas os que sofrem. www.edescleee.com - Compilação e tradução de António Fonseca.

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Para ser editado em 25-Janeiro-2012 – às 10,30 h.  A.F.

Nº 1175-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 25 DE JANEIRO DE 2012

 

Nº 1175-2ª Página

EVANGELHO DE S. LUCAS

PRÓLOGO
 
 
EVANGELHO DA INFÂNCIA
 
1 - O Evangelho da InfânciaJá que  muitos empreenderam compor uma narração dos factos que entre nós se consumaram, como no-los transmitiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e se tornaram servidores da Palavra, resolvi eu também, depois de tudo ter investigado cuidadosamente desde a origem, expor-tos por escrito e pela sua ordem, ilustre Teófilo, a fim de que reconheças a solidez da doutrina em que fostes instruído.
 
Anúncio do Nascimento de João Nos dias de Herodes, rei da Judeia, existiu um sacerdote chamado Zacarias, da turma de Abiá, cuja esposa era da descendência de Aarão e se chamava Isabel. Eram ambos justos diante de Deus, cumprindo irrepreensivelmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Não tinham filhos, pois Isabel era estéril e os dois de idade avançada. Ora, estando Zacarias no exercício das funções sacerdotais diante de Deus, na ordem da sua turma, coube-lhe, segundo o costume sacerdotal, entrar no santuário do Senhor para queimar o incenso. Todo o povo estava da parte de fora em oração, à hora do incenso. Apareceu-lhe, então, o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e encheu-se de temor. Mas o anjo disse-lhe: «Não tenhas receio, Zacarias, a tua súplica foi atendida. Isabel, tua mulher, vai dar-te um filho e chamar-lhe-ás João. Será para ti motivo de regozijo e de júbilo, e muitos se regozijarão com o seu nascimento. Será grande aos olhos do Senhor e não beberá vinho nem bebida alcoólica; será cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe e reconduzirá a muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus. Irá à frente, diante d’Ele, com o espírito e o poder de Elias para fazer volver os corações dos pais a seus filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, a fim de proporcionar ao Senhor um povo com boas disposições». Zacarias disse ao anjo: «Como hei-de verificar isso, se estou velho e minha mulher avançada em anos?» O anjo respondeu: «Sou Gabriel, aquele que está diante de Deus, e fui enviado para te falar e dar-te estas boas novas. Vais ficar mudo, sem poder falar, até ao dia em que tudo isto vai acontecer, por não teres acreditado nas minhas palavras, que se cumprirão na altura própria». O povo, entretanto, aguardava Zacarias e admirava-se por ele se demorar no santuário. Quando saiu, não lhes podia falar e eles compreenderam que havia tido uma visão, no santuário. Fazia-lhes sinais e continuava mudo. terminados os dias de serviço, regressou a casa. Passados estes dias, sua mulher, Isabel concebeu e, durante cinco meses, permaneceu oculta. «Assim procede o Senhor para comigo, nos dias em que Lhe aprouve tirar-me a ignominia entre os homens», dizia ela.
 
Anúncio do Nascimento de Jesus – Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David, e o nome da virgem era Maria. Ao entrar em casa dela, o anjo disse-lhe: «Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo». Ao ouvir estas palavras, ela perturbou-se e inquiria de si própria o que significava tal saudação. Disse-lhe o anjo: «Não tenhas receio, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus dar-Lhe-á o trono de Seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o Seu reinado não terá fim». Maria disse ao anjo: «Como será isso, se eu não conheço homem?» O anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a Sua sombra. Por isso mesmo que o Santo que vai nascer há-de chamar-se Filho de Deus. Também a tua parenta Isabel concebeu um filho na sua velhice e está já no sexto mês, ela, a quem chamavam estéril, porque nada é impossível a Deus». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra». E o anjo retirou-se de junto dela.
 

(Continua em, 26/1/2012, esta descrição do EVANGELHO DE SÃO LUCAS)


Transcrição de António Fonseca

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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1175-1ª Página - (25-2012) - 25 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 
 
NOTA DE AUTOR
 
 
A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – ONTEM POR EXEMPLO foi incluído como complemento na vida de FRANCISCO DE SALES Santo Estrela
 
 
 
 
Nº 1175 – 1ª Página – 2012
 
 
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Será esta porventura,
a nova imagem do €uro de agora em diante,
ao contrário…(?)
– se calhar …
 
 
Feliz Ano de 2012
 
 
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20700 > Conversione di San Paolo Apostolo 25 gennaio - Festa MR

Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

 Estrela Por favor ver Página 3, deste mesmo Blogue.

 
MARIA GABRIELA SAGHEDDU, Beata
Religiosa (1914-1939)
 

“- Madre Superiora, dê-me licença de oferecer a minha vida pela união de todos os cristãos – suplica a jovem religiosa Irmã Maria Gabriela. Como a Superiora não responde, insiste humildemente: – Madre, dê-me licença! Eu não presto para nada. A minha vida não tem qualquer valor.Não lhe digo que sim nem que não – responde a Superiora. Só lhe digo que pense bem diante de Deus. Passados dias, depois de muito ter reflectido e rezado, declara a Irmã: – Parece-me que Nosso Senhor quer o meu sacrifício. A Superiora manda-lhe consultar o confessor, que aprova o seu projeto. E a Irmã Maria Gabriela oferece o sacrifício da sua vida pela união de todos os cristãos, o grande desejo de Cristo: “Que todos sejam um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti” (Jo 17, 21). Este facto passa-se no Convento Cisterciense de Grottaferrata (Roma). A Irmã Gabriela conta 23 anos, pois nasceu na Ilha da Sardenha em 1914, filha robusta de lavradores e pastores. Aos 21 anos, entrou no convento. Toda a sua paixão é rezar e sacrificar-se pela unidade da Igreja. No mesmo dia em que fez a oferta da sua vida, sentiu uma violenta dor no peito. Depois de 15 meses de contínuo e vivo sofrimento, suportado alegremente pela Igreja, veio a falecer aos 25 anos de idade, no dia 23 de Abril de 1939, exatamente no Domingo do Bom Pastor, quando o Evangelho proclamava: “Haverá um só rebanho e um só pastor” (Jo 10, 16). Desde então, muitos Protestantes e cristãos separados do Oriente têm visitado o túmulo da Irmã Gabriela, vindo depois, não poucos deles, a converter-se à única e verdadeira Igreja de Cristo. Na cerimónia da beatificação da Irmã Gabriela, realizada a 25 de Janeiro de 1983, na conclusão do Oitavário de orações pela união dos cristãos, disse o Santo Padre João Paulo II:Sim, ó Senhor, que todos se apressem a ser um só. Juntamente connosco Vo-lo pede a nova Beata que, na chama deste anseio, consumiu, em alegre imolação, a sua juvenil existência”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 
PROJECTO e MARINHO, Santos
(676)
 
São Projecto, bispo de Clermont, França, excomungou o conde Heitor por causa dum rapto por ele cometido. Para desconsiderar o Prelado, Heitor correu a levar ao rei Childerico II tremendas calúnias. O Soberano chamou as partes em litígio, descobriu a verdade, e veio a ser cortada a cabeça ao raptor. Mas quando Projecto, com um clérigo chamado Marinho, voltava para a sua cidade episcopal, encontrou numa aldeia um grupo de espadachins que a família do decapitado enviara ao seu encontro. Estes mataram Marinho, julgando matar o Bispo, e depois afastavam-se, quando Projecto os chamou, mostrando-lhes o erro; e eles liquidaram-no também!  Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.Ver também www.es.catholic (em Outros Santos e Beatos) e www.santiebeati.it

38665 > Santi Preietto (Proietto) ed Amarino Martiri 25 gennaio MR

Santo Agileo, mártir

Em Cartago, cidade de África, santo Agileo, mártir, do qual, no aniversário de sua morte e na sua basílica, santo Agostinho pregou ante o povo (s. III/IV).

38645 > Sant' Agileo Martire 25 gennaio MR

• Ananias, Santo
Batizou a São PauloEstrela Ver Conversão de S. Paulo – (publicada na Pág. 3 deste blogue),

Ananías, Santo

Ananias, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de santo Ananias, discípulo do Senhor, que em Damasco (hoje na Síria) batizou a são Paulo (s. I). "Irmãos e pais, escutai a defesa que agora faço ante vós". Ao ouvir que lhes falava em língua hebraica guardaram o mais profundo silêncio. E disse: Eu sou judeu, nascido em Tarso de Cilicia, mas educado nesta cidade, instruído aos pés de Gamaliel na exata observância da Lei de nossos pais; estava cheio de zelo por Deus, como o estais todos vós no dia de hoje. Eu persegui à morte a este Caminho, encadeando e atirando à cadeia a homens e mulheres, como pode testemunhar o Sumo Sacerdote e todo o Conselho de anciãos. Deles recebi também cartas para os irmãos de Damasco e me pus a caminho com intenção de trazer também presos a Jerusalém a todos os que ali havia, para que fossem castigados. Mas indo a caminho, estando já perto de Damasco, perto do meio dia, me envolveu de repente uma grande luz vinda do céu; caí ao solo e ouvi uma voz que me dizia: "Saulo, Saulo, ¿porque me persegues?" Eu respondi: "¿Quem és, Senhor?" E ele a mim: "Eu sou Jesús Nazareno, a quem tu persegues". Os que estavam comigo viram a luz, mas não ouviram a voz de quem me falava. Eu disse: "¿Que hei-de fazer, Senhor?" E o Senhor me respondeu: "Levanta-te e vai a Damasco; ali se te dirá tudo o que está estabelecido que faças". Como eu não via, por causa do resplendor daquela luz, conduzido pela mão por meus companheiros cheguei a Damasco. Um tal Ananias, homem piedoso segundo a Lei, bem acreditado por todos os judeus que habitavam ali, veio a ver-me, e apresentando-se a mim disse-me: "Saulo, irmão, recobra a vista". E naquele momento pude ver. Ele me disse: "O Deus de nossos pais te há destinado para que conheças sua vontade, vejas o Justo e escutes a voz de seus lábios, pois hás-de ser testemunha ante todos os homens do que vistes e ouvistes. E agora, ¿que esperas? Levanta-te, recebe o batismo e lava teus pecados invocando seu nome". (Act 22,4-16). Santo Ananias é uma figura bíblica. Os Atos dos Apóstolos no-lo apresentam como um cidadão de Damasco, judeu de raça. Era já cristão quando batizou a Saulo de Tarso e devia ter uma posição distinta na jovem igreja Damasco, já que foi a ele a quem o Senhor revelou o destino do Apóstolo das Gentes. Sua grande glória foi precisamente o haver recebido na Igreja de Cristo a Saulo o perseguidor dos cristãos, e ter consolidado sua Fé. Uma antiga tradição bizantina, assegura que Ananias foi um dos setenta e dois discípulos de Jesús dos que fala São Lucas, (10,1) e que voltou a Damasco depois da lapidação de Santo Estevão, sendo mais tarde consagrado bispo da cidade. Se afirma também que enquanto estava pregando pelos territórios de Síria foi preso pelo governador Licínio e condenado à morte. Ananias morreu lapidado às portas de Damasco, no primeiro dia de outubro e seu corpo foi trasladado para a cidade por seus discípulos. Suas relíquias se conservam, desde sempre, em São Pablo de Roma. No século XIV Carlos IV, Imperador dos Romanos e Rei de Boémia, obteve a cabeça de Santo Ananias, transferindo-a para igreja de Praga.

Oração

Oh Deus,
que por meio de teu Filho ressuscitado
enviaste a teu servo Ananias a Saulo de Tarso,
para que este recuperasse a vista,
se enchesse de Espírito Santo
e fosse batizado,
faz que, por intercessão do santo mártir Ananias,
todas as gentes sejam iluminadas e batizadas
para a remissão dos pecados,
e recebam o dom do Espírito Santo.
Por Jesus Cristo nosso Senhor.
Ámen.

38650 > Sant' Anania di Damasco Martire 25 gennaio MR

Ascolta da RadioVaticana:

• Antonio Migliorati de Amándola, Beato
Presbítero,

Antonio Migliorati de Amándola, Beato

Antonio Migliorati de Amándola, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Amándola, do Piceno, beato Antonio Migliorati, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho (1450). Data de beatificação: 11 de julho de pelo Papa Clemente XIII. Antonio nasceu em Amándola (Itália) em 17 de Janeiro de 1355 de uma família de humildes camponeses. Seu pai se chamava Simpliciano Migliorati. A fama de santidade de São Nicolau de Tolentino († 1305) o induziu a solicitar a entrada entre os agostinhos de seu povo natal, onde foi ordenado sacerdote. Depois de haver vivido cerca de doze anos no convento de Tolentino, a obediência o enviou por algum tempo para a cidade de Bari, e, já em princípios do século XV, para Amándola (Áscoli Piceno). Nomeado superior do pequeno convento ali existente, o fez ampliar, iniciando junto a ele a construção de uma nova igreja. A morte, acontecida em 25 de janeiro de 1450 o impediria de a ver concluída. A veneração que havia suscitado em vida não diminuiu com a morte. Em 1453, com motivo de se multiplicarem os prodígios que se lhe atribuíam, inclusive a ressurreição de defuntos, seu corpo, exumado da sepultura comum dos religiosos em que se achava até àquele momento, foi posto numa arca de madeira e colocado sobre um altar dedicado a sua memória. Em 1641 foi trasladado a outra caixa melhor elaborada, também de madeira, obra de Domenico Malpiedi, que atualmente pode ver-se no coro da igreja, após ser substituída em 1897 por um sarcófago de mármore. Em 1798 a soldadesca revolucionária tirou Antonio da urna em que jazia e profanou seus restos. Em 1899 sua cabeça foi aureolada com uma coroa de ouro. Em onze de julho de 1759 Clemente XIII inscreveu a Antonio no número dos beatos, reconhecendo-lhe o culto "ab immemorabili" e em 20 de abril de 1890 Leão XIII concedeu indulgência plenária a quantos visitaram seu santuário.

90147 > Beato Antonio Migliorati da Amandola Religioso 25 gennaio MR

Beato Antonio Swiadek, presbítero mártir

No campo de concentração de Dachau, perto de Munich, na Alemanha, beato Antonio Swiadek, presbítero e mártir, que durante a guerra, por defender a fé ante aqueles que seguiam doutrinas que negavam a dignidade humana e cristã, adquiriu uma coroa imarcescível (1945).

38690 > Beato Antonio Swiadek Sacerdote e martire 25 gennaio MR

• Arcângela Girlani, Beata
Virgem Carmelita,

Arcángela Girlani, Beata

Arcângela Girlani, Beata

Martirológio Romano: Em Mântua, cidade da Lombardía, beata Arcângela (Leonor) Girlani, virgem da Ordem das Carmelitas, prioresa do convento de Parma e fundadora do cenóbio de Mântua (1495). Data de beatificação: em 1 de outubro de 1864 pelo Papa Pío IX. Nasceu em Trino (Monteferrato-Itália) na segunda metade do século XV. Chamou-se Leonor no mundo. Seus pais se opunham a que abraçasse a vida religiosa. A célebre Congregação Mantuana, que em inícios estava em todo seu esplendor, fundou um convento de monjas de clausura em Parma e nele, no ano 1477, vestiu o hábito Leonor, mudando seu nome pelo de Arcângela. Por sua virtude e seus dotes naturais, foi eleita prioresa pela mesma comunidade, cargo que aceitou para cumprir a vontade de Deus. Foi desde então o refrigério e a consolação de todas as monjas e entre elas a mais humilde e serviçal. As enfermas consolava com carinho maternal e lhes fazia considerações oportunas, animando-as a sofrer com resignação. Quinze anos levava residindo no convento de Parma, santificando-se e santificando a suas religiosas com seu bom exemplo e a heroicidade de suas virtudes, quando os superiores determinaram fazer uma nova fundação de monjas em Mântua e elegeram para pedra fundamental a beata Arcângela. Com grande sacrifício obedeceu ao ponto e, habituada aos caminhos do Senhor, em Mântua inicia a mesma vida que seguia em Parma, pelo que cedo os habitantes de Mântua se precataram do bem que Deus lhes havia proporcionado com o convento das carmelitas. As matronas, à porfia, levavam a suas filhas, com o fim de que a Beata Arcângela as instruísse nos caminhos do Senhor. O efeito não se fez esperar, pois sete daquelas jovens tomaram o hábito e sob sua direção, se santificaram no claustro. Quando depois de penosa enfermidade se sentiu morrer, reuniu a suas monjas para as exortar e lhes dar à maneira de testamento, seus últimos conselhos. Expirou dizendo: “Jesús, amor meu, tem piedade de mim”. Era 25 de Janeiro de 1495 e foi enterrada no mesmo convento de Mântua. Seu corpo se venera na igreja do Hospital de São Lorenzo de Turim.

39100 > Beata Arcangela Girlani Vergine 25 gennaio MR

• Artémio, Santo
Mártir,

Artemio, Santo

Artémio, Santo

Martirológio Romano: Em Pozzuoli,na região da Campânia (hoje Itália), santo Artemio (Artemas), mártir (s. III/IV) Temos que nos contentar em saber que santo Artémio merece realmente ser contado entre os santos. Sua imagem e seu nome se achavam nos mosaicos da cúpula na antiga basílica de São Prisco perto de Cápua. Os ditos mosaicos, que desgraçadamente já não existem, datavam aproximadamente do ano 500. O Hieronymianum nos diz que Santo Artémio era venerado em Pozzuoli, não longe de Cápua, onde provavelmente sofreu o martírio. E isto é tudo o que sabemos com certeza sobre ele. Uma lenda posterior, que provavelmente se refere a nosso mártir, afirma que Artémio, em criança, ensinava o catecismo a seus companheiros; que havia sido denunciado como cristão, e que seus próprios discípulos o haviam apunhalado com as punções que usavam para escrever sobre as tábuas de cera. Mas a mesma história se conta de são Cassiano de Imola, e, anteriormente, de são Marcos de Aretusa. Apenas há dúvida de que a lenda se tomou das mesmas fontes e se aplicou a santo Artémio, á falta de detalhes autênticos sobre ele.

90316 > Sant' Artema Martire 25 gennaio MR

• Bretanión de Tomis, Santo
Bispo,

Bretanión de Tomis, Santo

Bretanión de Tomis, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de santo Bretanión, bispo de Tomis, em Escitia (atual Constanza, Roménia), que se opôs energicamente ao imperador ariano Valente e se distinguiu por sua santidade e por seu zelo em defesa da fé católica (s. IV). Data de canonização: Informação não disponível, a antiguidade dos documentos e das técnicas usadas para os arquivar, a ação do clima, y em muitas ocasiões do próprio homem, impediram que tenhamos esta concreta informação no dia de hoje. Sabemos que foi canonizado antes da criação da Congregação para a causa dos Santos, e que seu culto foi aprovado pelo bispo de Roma, o Papa. São Bretanión (às vezes conhecido também como Bretânio ou Vetrânio) viveu no século IV e foi bispo de Tomis, atual Constanza na Roménia, nas ribeiras do Mar Negro. Segundo Sozomeno, durante a campanha contra os godos nas regiões danubianas, por volta do ano 368, o imperador Valente se deteve em Tomis e falou ao povoo reunido na catedral para os persuadir de atraiçoar a fé ortodoxa proclamada pelo concílio de Niceia. Parece com efeito que a este imperador se lhe houvesse metido na cabeça visitar todas as dioceses do império para convencer a todos os fiéis abraçar a heresia ariana. O bispo Bretanión interveio e como líder do clero e do povo de Tomis retirou-se, junto com muitos dos presentes, da igreja em que Valente estava realizando sua campanha a favor dos arianos. Por este gesto o santo pastor foi desterrado, mas graças ao protesto dos fregueses e ao temor de uma sedição em territórios tão longínquos, o imperador foi induzido a revogar o castigo com respeito ao bispo. Bretanión mandou a São Basilio de Cesareia o corpo do célebre mártir São Saba o Godo, morto em território romeno, acompanhando-o com uma carta aos fieis godos enviada com o fim de ilustrar a "paixão" do santo, Esta carta é atribuída a Ulfila, mas indubitavelmente foi redigida pelo próprio Bretanión. São Basilio lhe agradeceu com uma carta pessoal. Noticias contraditórias têm sido transmitidas acerca de sua eventual participação no I Concílio Constantinopolitano, celebrado em 381: segundo algumas fontes, com efeito, Tomis foi representada não por Bretanión mas sim pelo bispo Geronzio (Terêncio).O Cardeal Cesare Barónio, ao copiar o Martyrologium Romanum, parece haver eleito arbitrariamente a data da comemoração de São Bretanión: 25 de Janeiro. responsável da traducción (em espanhol): Xavier Villalta

38655 > San Bretannione Vescovo di Tomi 25 gennaio MR

92668 > Santa Dwyn (Dwynwen) Principessa 25 gennaio

93702 > Beata Eleonora d’Aragona Regina, mercedaria 25 gennaio

• Elvira, Santa

Abadessa

Elvira, Santa

Elvira, Santa

Etimologicamente significa “prudente conselheira”, Vem da língua alemã. Alguém, muito amante da vida e profundamente crente, dizia a miúdo:"Me alegro de cada instante que vivo". Era vista sempre com o rosto alegre repetindo em sua oração pessoal estas palavras: Jesus, minha alegria, minha esperança e minha vida. Um crente que vive nesta dimensão, tudo relativiza e sabe dar importância cada dia ao que é fundamental. Elvira celebra seu santo no mesmo dia que a Virgem do Carmo, devoção tão arreigada em Espanha e no mundo inteiro. Elvira consagrou sua vida ao Senhor mediante os três laços imperecíveis da virgindade, a pobreza e a obediência no mosteiro. Sua virtude resplandecia entre todas suas irmãs. Por isso, apenas tiveram ocasião, a elegeram abadessa ou superiora do mosteiro. Foi uma alegria para todas. Soube dirigir o mosteiro com tanta prudência, amabilidade e bom conselho, que as monjas e quantas pessoas a tratavam ficavam encantadas ante o atrativo de sua santidade e a delícia de seu coração virgem. O mosteiro em que surgiu seu apostolado, brilhou por seus dotes de atenção aos pobres e suas qualidades para o governar segundo as regras. Se chama D´Ohren, já que está situado junto da Renânia alemã. Tudo isto sucedeu no século XII. ¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários ao P. Felipe Santos: mailto:fsantossdb@hotmail.com.subject=Comentarios desde Catholic.net al Santoral

 

• Enrique Suso, Beato

Dominicano

Enrique Suso, Beato

Enrique Suso, Beato

Martirológio Romano: Em Ulm, cidade de Suabia (hoje Alemanha), beato Enrique Suso, presbítero da Ordem de Pregadores, que suportou pacientemente muitos contratempos e enfermidades, compôs um tratado sobre a sabedoria eterna e pregou amiudadamente sobre o Nome de Jesus (1366). Etimologicamente: Enrique = Aquele que é o caudilho de sua morada, é de origem germânica. Místico alemão, nasceu em Constanza em 21 de Março provavelmente de 1295; morreu em Ulm, em 25 de Janeiro de 1366; foi declarado Beato em 1831 por Gregório XVI. Seu pai pertenceu a uma nobre família de Berg; sua mãe, uma santa mulher da qual ele tomou seu nome, a uma família de Sus (ou Süs, daí o nome Suso ou Susso). Aos treze anos de idade ingressou no convento dos Dominicanos em Constanza, onde realizou estudos de preparatória, filosofia e teologia. De 1324 a 1327 tomou um curso suplementário de teologia no Estudo Geral dos Dominicanos em Colónia, onde se sentou aos pés de Johann Eckhart "o Mestre", e provavelmente foi condiscípulo de Tauler, ambos célebres místicos. De regresso a Constanza foi nomeado para o oficio de leitor, do qual parece ter sido removido várias vezes entre 1329 e 1334. No último ano começou sua carreira apostólica. Para 1343 foi eleito superior de um convento, provavelmente em Diessenhofen. Cinco anos mais tarde foi enviado de Constanza a Ulm onde permaneceu até sua morte. A vida de Susso como místico começou aos dezoito anos, quando, rompendo com seus maus costumes dos cinco anos anteriores, se fez a si próprio "o Servente da Eterna Sabedoria", a qual ele identificava com a essência Divina e, numa forma concreta, com a pessoa da Eterna Sabedoria feita homem. Daí em diante, um ardente amor pela Eterna Sabedoria dominaria seus pensamentos e controlaria suas ações. Teve frequentes visões e êxtases, praticou uma severa austeridade (a que prudentemente moderou em seus anos maduros), e suportou com paciência inusual as aflições corporais, amargas perseguições e dolorosas calúnias. Converteu-se no mais destacado entre os Amigos de Deus no trabalho pelo restabelecimento da observância religiosa nos claustros. Sua influência foi especialmente forte em muitos conventos de mulheres, particularmente no convento das Dominicanas de Katherinenthal, uma famosa escola de misticismo nos séculos XIII e XIV, e no de Toss, onde vivia a mística Elsbeth Stagel, que traduziu alguns de seus trabalhos em Latim para Alemão, reuniu e preservou a maior parte de suas cartas existentes, e conseguiu dele a história de sua vida, a qual depois ele próprio desenvolveu e publicou. Em muitas partes era muito estimado como pregador, e foi escutado em cidades e povos de Suavia, Suíça, Alsácia e os Países Baixos. Sem embargo, seu apostolado não era com as massas, mas com indivíduos de todas as classes, que o buscavam por sua personalidade singularmente atrativa, e para os quais ele se converteu no diretor pessoal de sua vida espiritual. A miúdo se tem dito incorretamente que ele estabeleceu entre os Amigos de Deus uma sociedade chamada a Irmandade da Eterna Sabedoria. A assim chamada Regra da Irmandade da Eterna Sabedoria não é senão uma tradução livre de um capítulo de seu Horologium Sapientiae, e não fez sua aparição até ao século XV.

38675 > Beato Enrico Suso (Susone) Domenicano 25 gennaio MR

Ascolta da RadioMaria:

SÃO GREGÓRIO NAZIANZENO

Teólogo, Bispo de Nazianzo e Doutor da Igreja (390)

Gregorio Nacianceno, Santo

Gregório Nazianzeno, Santo

Estrela Esta biografia foi já publicada em 2 de Janeiro (em curso) neste mesmo blogue…

Já nos referimos no dia de hoje a este Santo, como aos dois irmãos São Basílio e São Gregório Nisseno. Estas três figuras dominam a história da Igreja do Oriente na segunda metade do século IV, ainda agitada e cheia de contrastes, devido às últimas lutas contra o arianismo e à longa série de divisões religiosas e políticas que a heresia arrastou atrás de si. Entre os “luminares da Capadócia”, Gregório de Nazianzo foi ao mesmo tempo homem de ação e de contemplação; filósofo e poeta; dividido, melhor incerto, entre a vida ativa e a vida ascética, entre a pregação e a meditação. Nasceu duma família de Santos. Santo o pai, Gregório, o Velho, que foi depois Bispo de Nazianzo e conselheiro do filho; Santa a mãe, Nona, que trouxera o marido à conversão; Santa a irmã, Gorgónia; homem de muita consciência e alguns minutos Santo o irmão, Cesário, médico, batizado na hora da morte. Desde a meninice, consagrou-se Gregório à castidade, que lhe aparecera em sonhos como menina vestida de branco. Já maior, estudou nas mais importantes cidades do Oriente: em Cesareia, na Palestina; em Alexandria, no Egito, onde era bispo Santo Atanásio, o grande adversário do arianismo; em Atenas, na Grécia, sede duma bem conhecida escola de retórica. Precisamente em Atenas conheceu aquele Julião que mais tarde havia de ser imperador e, cognominado Apóstata, causaria tantos males à Igreja. O jovem Gregório pressentiu, no ambicioso estudante, o futuro inimigo dos Cristãos. Contra ele viria a escrever, dez anos mais tarde, um violentíssimo discurso, apostrofando-o com estes termos: «Ó homem, estultíssimo, impiíssimo e imperitíssimo,o nas grandes coisas!» Ainda em Atenas, cimentou-se a amizade de Gregório com Basilio; voltando os dois à Capadócia, decidiram retirar-se, para a solidão e meditação, formando um cenobiozinho. A vocação para a vida solitária viria a ser fiel companheira dos altos e baixos de São Gregório, estando ela sempre presente e encontrando-se sempre insatisfeita, por causa dos seus compromissos e também do seu temperamento inconstante. Teve de regressar a Nazianzo para ir acompanhando os velhos que o tinham gerado. Aqui Gregório pai, Bispo da cidade, ordenou sacerdote Gregório filho. Este fugiu, porém, e refugiou-se junto do amigo Basilio. Em seguida, por obediência, aceitou as obrigações da ordenação e, voltando para Nazianzo, colaborou com o pai Bispo. A sua atividade mais célebre anda, porém, ligada a Constantinopla, a nova capital do Império, que se tornara, mesmo sob o ponto de vista religioso, a cidade mais importante do mundo antigo. O Imperador Teodósio empenhava.-se em reconquistar a Igreja inteira à doutrina ortodoxa; mas em Constantinopla, os arianos e outros hereges eram ainda poderosos. para a cidade sediciosas e dividida o Imperador enviou São Gregório, que foi recebido às portas dela à pedrada. Aí parou, junto duma igrejinha a que deu o nome de “Anastásis”, isto é, Ressurreição, como bom sinal do ressurgir espiritual da gente. E começou a pregar. São Gregório narra que, em Constantinopla, bastava entrar numa padaria para ouvir falar do problema da Santíssima Trindade. Isto, se era claro indício do profundo interesse despertado pelas polémicas religiosas, abaixava as questões da fé até ao nível do sacrilégio e da blasfémia. Quem trata do dogma, deve estar à altura do dogma, declarou São Gregório. Ele esteve verdadeiramente à altura da sua missão e tornou-se, além de sábio, convincente, porque não só conhecia a doutrina cristã, mas vivia-a de maneira exemplar. Assim, essa pregação em breve tempo reconduziu a cidade à fé verdadeira, e o santo pôde entrar triunfalmente na Catedral de Santa Sofia. Por uma série de oposições maldosas, Gregório não pôde, todavia, chegar a ser Bispo de Constantinopla, como o povo desejava. O Santo despediu-se humildemente, voltando à sua terra natal. Em silêncio continuou o seu falar com o homens e com Deus. Escreveu, e conservam-se, 240 cartas, importantíssimas pelo conteúdo teológico ou moral, e belíssimas pela forma literária. Antes de morrer, o que se deu em 390, compôs centenas de poesias, em elegantes versos gregos, que, além da gloriosa fama de Santo, lhe merecera, lugar saliente, também na história da poesia. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholi e www.santiebeati.it

91948 > Beato Guardato di Belforte Piceno Religioso 25 gennaio

• Manuel Domingo e Sol, Beato
Sacerdote Fundador,

Manuel Domingo y Sol, Beato

Manuel Domingo y Sol, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Tortosa, em Espanha, beato Manuel Domingo y Sol, presbítero, que instituiu a Sociedade de Sacerdotes Operários, para fomentar as vocações sacerdotais (1909). Data de beatificação: Em 29 de março de 1987 pelo Papa João Paulo II. MANUEL DOMINGO Y SOL nasceu em Tortosa (Tarragona - Espanha) a 1 de abril de 1836. Sua vida inteira foi uma paixão ardente pelo sacerdócio, e viveu com toda intensidade. Atraíam-lhe, por sua vez, todas as facetas do apostolado sacerdotal: “uma ilusão santa parecia querer-nos lançar ao mesmo tempo a todos os campos”, confessava em certa ocasião. Com a idade de 15 anos ingressou no seminário diocesano. Foi ordenado sacerdote em Tortosa no dia 2 de Junho de 1860 na idade de 24 anos. Celebrou sua primeira Missa en Igreja de S. Brás, no dia 9 de Junho de 1860. Seu primeiro destino foi La Aldea (Tortosa), em 7 de Março 1862 e um ano mais tarde faz o cargo da paróquia de Santiago de Tortosa. Durante os primeiros 13 anos de seu sacerdócio, foi missionário diocesano, pároco, confessor de Religiosas -levantou três conventos de religiosas de clausura- e professor do Instituto de Tortosa. Se dedicou, sobretudo, ao apostolado com a juventude. Construiu de nova planta um Centro para jovens, e fundou a primeira revista juvenil católica de Espanha: O Congregante. Mas nada disto enche suas aspirações. Necessitava de um ponto de apoio definitivo para anular tudo, influir em tudo, e restaurar tudo. Deus respondeu a seus desejos: “O Senhor, sem o merecer, sem nos advertir quase, sem pensar nem o poder prever, descerrou a cortina, e mostrou-nos um campo vastíssimo, de facilíssimo cultivo, de resultados indubitáveis, campo no qual, e com uma vida puramente sacerdotal, poderíamos impulsionar, coadunados, todos os interesses de sua máxima gloria, que nossa piedosa imaginação e nosso ardente zelo pudesse sonhar jamais". Um dia do mês de fevereiro do ano 1873, se encontrou com o seminarista Ramón Valero, pobre e humilde, que vivia de esmola com outros seminaristas num albergue. O Seminário de Tortosa havia sido destroçado pela Revolução do ano 1868, e os poucos seminaristas que ainda restavam viviam disseminados pela cidade, com fome e sem formação. Ramón Valero contou a dom Manuel a estreiteza em que vivia, sem pão, sem luz para estudar, sem orientação. Don Manuel viu muito claro e para sempre: a chave de seus anseios era dar pão e carinho, ilusão sacerdotal e formação adequada aos futuros sacerdotes. Havia encontrado a "pérola preciosa" da parábola, e vendeu todas as coisas para a comprar. Desde então viveu convencido de que “a formação do Clero é o que poderíamos dizer a chave da colheita em todos os campos da glória de Deus. Nós mais que apóstolos parciais, temos de ser moldadores e formadores de apóstolos”, dizia a seus operários. No mês de setembro de 1873 começou a tarefa ingente de sua vida com a humilde “Casa de San José”, onde reuniu a 24 seminaristas pobres. Muito cedo teve de adquirir uma casa mais ampla para os 98 alunos que tinha o ano 1876. O dia 11 de abril de 1878 pôs a primeira pedra do novo “Colégio de São José para Vocações Eclesiásticas”, e inaugurou-o em 11 de abril de 1879 com 300 seminaristas. Educava e mantinha, gratuitamente a outros 100 seminaristas no Palácio de São Rufo. Durante os primeiros anos de funcionamento do Colégio de São José, D. Manuel foi amadurecendo ideias e viu que os esforços individuais não tinham garantia de perenidade: o homem passa e os problemas permanecem. Queria dar consistência a sua "Obra" e irradiar sua atividade a outras dioceses. Assim, em 29 de Janeiro de 1883, depois de celebrar a Santa Missa, recebeu a luz do alto, e “esteve dois dias sob a influência daquela inspiração sobrenatural”. Viu com claridade a fundação de uma Irmandade de Sacerdotes Operários que, com acendrado espírito de Reparação, se dedicaria à formação de futuros sacerdotes. A Irmandade será aprovada pelo bispo de Tortosa no dia 17 de maio do ano 1883. Com um punhado de sacerdotes bons e entregues, dom Manuel se sentiu capaz de levar a cabo sua empresa. A situação dos Seminários espanhóis era bastante precária: “Não é possível compreender como estava a formação dos jovens em minha época, e algo anterior e bastante posteriormente, em estudos, em piedade e disciplina e vigilância e provas de vocação”. Dom Manuel soube elevar o nível espiritual, disciplinar e intelectual de tal maneira que ressaltava a formação dada no Colégio de Vocações e começarem a chover sobre ele petições dos bispos para que os Sacerdotes Operários foram a suas diocese. 1884: Funda o Colégio de Vocações em Valência. 1888: Múrcia. 1889: Orihuela. 1893: Placência. 1894: Burgos. 1896: Almería. 1896: Lisboa (Portugal). 1898:Toledo. O fundou o Beato Manuel Domingo y Sol no ano 1892 e é, sem lugar a dúvidas, uma das mais importantes realizações suas. È indiscutível a influência deste Centro na renovação espiritual e intelectual dos seminários e do clero espanhol. Desde então, no Pontifício Colégio Espanhol de São José de Roma formaram-se mais de 3.000 alunos, deu mais de 70 bispos às dioceses espanholas, e são muitíssimos os antigos alunos que trabalharam e trabalham em cargos de direção e de ensino nos centros de formação sacerdotal. O novo estilo dos Colégios de São José se ia impondo pouco a pouco. “Seu método se determina por uma seleção delicada dos alunos, candidatos ao sacerdócio, un ambiente de família e de compreensão entre educando e superior e uma vida de piedade sincera e profunda, onde se poem de relevo as máximas qualidades do sacerdócio, unido todo isso a uma fervente adesão ao Vigário de Cristo”. E por isso muitos bispos se empenharam em confiar Don Manuel e a sua Irmandade de Sacerdotes Operários Diocesanos a direção de seus respectivos Seminários. 1897: se fez cargo do Seminário de Astorga. 1898: Toledo. 1898: Chilapa (México). 1899: Zaragoza. 1900: Cuernavaca (México). 1901: Sigüenza e Cuenca. 1902: Badajoz e Puebla dos Angeles (México). 1903: Baeza. 1904: Jaén, Ciudad Real, Málaga. 1905: Barcelona. 1906: Segóvia. 1907: Almería. 1908: Tarragona. A espiritualidade do Beato Manuel Domingo y Sol se cifra no espírito de Reparação ao Coração de Jesús, principalmente na Santíssima Eucaristia. Era um ardente enamorado da Eucaristia. Dizia: “uma das coisas que nos envergonhariam no céu, se pudesse haver confusão, seria o pensar que lhe temos tido na terra, e não nos absorveu toda a vida, todo nosso coração”. Legou à Irmandade esse espírito como um de seus fins principais. Este amor a Jesús na Eucaristia, este espírito de Reparação, é o manancial de sua entrega para trabalhar na delicada e difícil missão de formar aos futuros sacerdotes. Escreve: “se descermos ao fundo, ao manancial dos sentimentos de nossa piedade, talvez encontrássemos o que não havíamos reparado nem discorrido: que a origem de nosso desejo pelo bem e fomento das vocações eclesiásticas, de que Deus tenha muitos e bons sacerdotes, há sido nosso instintivo amor a Jesús Sacramentado”. Este amor a Jesus Cristo na Eucaristia o fazia arder em ânsias de levantar Templos de Reparação. Pôde aceitar o Templo Nacional Expiatório de São Felipe de Jesús, no México, no ano 1889. Mas sua ilusão era levantar um em cada diocese. No ano 1903 pôde realizar o sonho de edificar o novo Templo de Reparação de Tortosa, onde descansam seus restos mortais. Disse sua última missa em 18 de Janeiro de 1909. Morre em 25 de Janeiro de 1909, deixando aos 75 operários que compunham a Irmandade 10 colégios de vocações, 17 seminários, 2 templos de reparação e o Colégio Espanhol de Roma. É declarado venerável pelo Papa Paulo VI, em 4 de Maio de 1970, com a denominação de "Santo Apóstolo das Vocações".

91475 > Beato Manuel Domingo y Sol Fondatore 25 gennaio MR

• María Antónia (Teresa) Grillo. Beata
Viúva e Fundadora,

María Antonia (Teresa) Grillo. Beata

María Antónia (Teresa) Grillo. Beata

Martirológio Romano: E Alexandria, do Piemonte, em Itália, beata María Antónia (Teresa) Grillo, religiosa, que, havendo ficado viúva, assumiu com misericórdia as necessidades dos pobres e, depois de vender todas suas posses, fundou a Congregação das Irmãzinhas da Divina Providência (1944). Data de beatificação: Sua Santidade João Paulo II, por ocasião da pública exposição de Semana Santa, a beatificou em Turim em 24 de maio de 1998. Teresa Grillo nasce em Spinetta Marengo, província de Alessandria, em 25 de setembro de 1855. Quinta e última filha de José Grillo, médico chefe do Hospital de Alessandria e de María Antonieta Parvopassu, descendente de uma antiga e ilustre família daquela região, foi batizada no dia seguinte na Igreja paroquial de Spinetta, recebendo o nome de Magdalena. Dotada de um temperamento inclinado à caridade, alimentado por um ambiente rico em espírito cristão, em 1 de outubro de 1867 recebeu a confirmação na catedral de Alessandria e cinco anos depois, enquanto estava ainda no colégio, a primeira comunhão. Depois de terminada a escola elementar, a que assistiu em Turim, onde sua mãe se havia trasladado para acompanhar os estudos universitários de seu filho Francisco, em 1867, logo após a morte de seu pai, foi matriculada como aluna interna no colégio das Damas Inglesas, em Lodi, onde se graduou com a idade de 18 anos. Terminado o colégio, regressou a Alessandria, onde, sempre sob a guarda materna, começou a frequentar as famílias aristocráticas da cidade. Foi precisamente neste ambiente que conheceu a seu futuro esposo, o culto e brilhante capitão de infantaria, Juan Bautista Michel. Celebrada a boda em 2 de agosto de 1877, mudou-se primeiro para Caserta, a seguir para Acireale, na Catânia, para Portici e finalmente para Nápoles, lugares para que foi transferido seu esposo. Nesta última cidade, uma fulminante insolação durante um desfile militar surpreendeu a morte do capitão Michel, em 13 de junho de 1891. Teresa se submergiu numa profunda angústia que roçou o desespero. A recuperação posterior, ocorrida quase de improviso, devida, em parte à leitura da vida do Venerável Cottolengo e a ajuda de seu primo sacerdote, Mons. Prelli, desembocou na opção de abraçar a causa dos pobres e necessitados. Teresa começou assim a abrir de par em par as portas de sua própria casa senhorial às crianças pobres e às pessoas abandonadas e necessitadas de ajuda. Era o fim do ano 1893, dado que “os pobres aumentam diariamente e quisera poder alargar os braços para acolher a todos sob as asas de la Divina Providência”, vendeu a grande casa Michel e adquiriu um velho edifício na rua Faa de Bruno. Aqui deu inicio aos trabalhos de reestruturação e ampliação, construindo um piso superior e comprando algumas pequenas casas vizinhas. Surge assim o ”Pequeno Lar da Divina Providência”. a obra guiada por Teresa, não esteve certamente livre de adversidades, que apareceram não só pelo lado das autoridades civis, mas sobretudo por parte de seus amigos e familiares. Especialmente ante a incompreensão daquelas se fez evidente a solidariedade e o afecto dos pobres, das pessoas generosas e de suas colaboradoras. Seguindo a solicitude da Autoridade Eclesiásticas, em 8 de Janeiro de 1899, vestindo o hábito religioso na capelita do Pequeno Lar, Teresa Grillo, com oito de suas colaboradoras deu vida à Congregação das Pequenas Irmãs da Divina Providência. Nos seguintes 45 anos, sua responsabilidade prioritária foi a de difundir e consolidar o Instituto. Quase imediatamente depois de realizada a fundação a Obra começou a ter casas em diversos lugares do Piemonte, desenvolvendo-se rapidamente inclusive nas regiões do Vêneto, Lombardía, Ligúria, Puglia e Lucania. A partir de 13 de junho de 1900 o instituto se estendeu no Brasil e desde 1927, por solicitude de São Luis Orione, fundou inclusive casa na Argentina. Sem aforrar esforços, Teresa animava e alentava a suas irmãs com sua carismática e solícita presença nas comunidades. Em seis oportunidades atravessou o oceano para chegar até América Latina, onde como frutos de sua solicitude surgiram numerosas fundações com asilos, orfanatos, escolas, hospitais e asilos para anciãs. A oitava viagem, feita no ano 1928, na idade de 73 anos. Em 8 de junho de 1942, a Santa Sede concedia a Aprovação apostólica à congregação das Pequenas Irmãs da Divina Providência. A Beata Teresa Grillo se apagou em Alessandria em 25 de Janeiro de 1944 na idade de 89 anos. Seu instituto contava então com 25 casas em Itália, 19 no Brasil e 7 na Argentina. Com o Processo Informativo, em 1953 foi introduzida a Causa de Canonização. Em 6 de julho de 1985, o Santo Padre João Paulo II, declarando-a Venerável, decretou a heroicidade de suas virtudes. O Espírito da Beata Teresa Grillo Michel fazia aos indigentes permanece particularmente na obra de suas Irmãs, a que costumava repetir: “Continuarei invocando sobre vós a abundância do espírito que deve distinguir a Pequena Irmã da Divina Providência: espírito de confiança verdadeiramente heroica nesta admirável emanação da Divina Bondade, porque nós devemos estar totalmente e em cada hora à mercê de sua Providente ajuda”. Se tiverem informação relevante para a canonização da Beata María Antónia, contacte a:Piccole Suore della Divina Provvidenza - Via Divina Provvidenza, 41 - 00166 Roma, ITALIA

90552 > Beata Teresa Grillo Michel Fondatrice 25 gennaio MR

93942 > Beato Michele de Plagis Mercedario 25 gennaio

São Palemón, eremita

Em Tabennesi, de Tebaida, no Egipto, são Palemón, anacoreta, homem assíduo à oração e a austeridade, que foi mestre de são Pacómio (s. IV).

38660 > San Palemone Anacoreta in Tebaide 25 gennaio MR

• Popone, Santo
Abade,

Popón, Santo

Popón, Santo

Martirológio Romano: Em Marchiennes, em Flandres, santo Popón, abade dos mosteiros de Stavelot e Malmedy, que difundiu em muitos mosteiros de Lotaringia a observância de Cluny (1048). Santo Poppóne nasceu na Flandres (hoje Bélgica), no ano 978. Foi educado por sua virtuosa mãe, que morreu sendo religiosa em Verdún. Poppón serviu durante alguns anos, no exército; mas, compreendendo que a meditação e a oração lhe proporcionavam maiores deleites que todos os prazeres dos sentidos, renunciou à carreira das armas e ao matrimónio que sua mãe havia arranjado. Antes de entrar na religião, havia visitado os Santos Lugares de Jerusalém, de onde trouxe numerosas relíquias que deu à igreja de Nossa Senhora de Deynze. Ao regressar de uma peregrinação a Roma, tomou o hábito no mosteiro de Saint Thierry, perto de Reims. No ano 1008, Ricardo, abade de Saint-Vanne, teve ocasião de conhecer a são Poppón e viu nele a um homem singularmente dotado para o ajudar em seu trabalho. Não sem muitas dificuldades, conseguiu que o santo fosse transferido a seu mosteiro para o encarregar da restauração da observância nas abadias de Saint-Vaast, em Arras, em Beaulieu, e algumas mais. Pouco a pouco, San Poppón se tornou independente de Ricardo, o abade de Saint-Vanne, e chegou a ser eleito abade de Stavelot. Desde então, parece haver atuado como uma espécie de abade geral de todos os mosteiros de Lotaringia, onde foi muito venerado e preservou admiravelmente a disciplina. O imperador são Enrique II o estimava muito. Diz-se que solicitou seu prudente conselho em muitos assuntos de política. San Poppón morreu em Marchiennes (França), em 25 de Janeiro de 1048, aos setenta anos de idade. Recebeu a extrema-unção de mãos de Everelmo, abade de Hautmont, que escreveu depois sua vida, ou, mais exatamente, reviu a longa biografia escrita pelo monge Onulfo.

38670 > San Poppone Abate 25 gennaio MR

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.
  • WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
    WWW. SANTIEBEATI.IT
  • Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
    As minhas desculpas e obrigado.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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