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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Mais textos de blogs católicos, publicadas hoje–5–Fevereiro de 2012

Sunday, February 5, 2012

Titula o jornal "Público" hoje: "Jovens são os que menos se preocupam com as dificuldades dos pobres".

Primeiro disseram que Deus não existia.
Depois, que os valores ligados à família também não existiam.
Só o individuo existia.
Os pobres, portanto, também deixaram de existir.

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Labels: solidariedade

Porque razão nos devemos preocupar com os pobres?

Titula o jornal "Público" hoje: "Jovens são os que menos se preocupam com as dificuldades dos pobres".

Em que medida isto não está relacionado com o declínio da religiosidade católica entre as camadas mais jovens e urbanas (ver http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica_em_Portugal)?

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VOZ DA IGREJA
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Réplicas da Arca da Antiga Aliança e outras heresias


A nova "moda" das novas comunidades ditas "evangélicas" é a produção de réplicas da Arca da antiga Aliança (descrita no Antigo Testamento da Bíblia). Tais arcas são expostas durante os cultos e literalmente adoradas pelos pastores e pela assembleia reunida.
** Leia o artigo completo, e veja (se tiver estômago forte) um grotesco festival de atrocidades "evangélicas"

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Temas: "igrejas evangélicas", denúncia, imagens na igreja, polêmica, tira-dúvidas

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[ Católico de Verdade! ] A Palavra de Deus (a Bíblia)

05/02/2012 Católico de Verdade!

Imagem2

Hoje iremos falar um pouco sobre a Palavra de Deus (a Bíblia) que é o próprio Deus, uma forma que Deus encontrou de falar com você! Já aprendemos sobre e como rezar o Rosário, da importância da Santa Missa e agora aprenderemos um pouco da Bíblia. Te convido agora a mergulhar e se deliciar nessa Fonte de Vida! Saiba um pouco mais sobre o que é a Bíblia, Regras para ler a Bíblia, como ler a Bíblia e em que ordem ler a Bíblia. SIGA o @oserprofeta agora e mantenha-se mais atualizado! Siga @oserprofeta Palavra de Deus Considera-se

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António Fonseca  -  5-2-12  -  17,30 h

Blogs católicos–5-2-12

 

Sentir com a Igreja

A Teologia da Libertação e a Teologia da Prosperidade são gêmeos fraternos!

Posted: 04 Feb 2012 04:13 AM PST

Por Gutierres Fernandes Siqueira
[OBS: Recomendo a impressão deste texto, pois o tamanho é cansativo para leitura em tela]

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CEFAScast


129F48 - A Arte Cristã - Parte 1

Posted: 04 Feb 2012 02:23 AM PST

Irmãos, é com alegria que trazemos este episódio com um bate papo sobre a arte cristã com um membro da Comunidade Recado, o Alexandre Sousa, do blog Escrevendo e Semeando.
Conversamos sobre poesia, música, a Carta do Papa aos Artistas, que também é dirigida a todos os cristãos, pois todo cristão é chamado a ser um "artífice da própria existência", etc. Confira no episódio!
Esta é a primeira parte. Logo, logo estaremos publicando a segunda parte.
Baixem o mp3, escutem e divulguem.

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Renomear mp3 para:
129F48 - A Arte Cristã - Parte 1.mp3
(Conforme a postagem anterior, estamos com problemas com o servidor de arquivos. Mande-nos suas sugestões para nós! Precisamos de sua ajuda. Consegui postar este episódio, mas é um serviço de hospedagem momentâneo e limitado.)
MÚSICAS UTILIZADAS
A poesia me leva - Padre Fábio de Melo
Claves de Deus em versos de saudade - Padre Fábio de Melo
INSTRUMENTAIS
Azereus - Eleinad
Je vais partir... (Final) - Arnaud Conde
Azereus - Azubai Waterfalls
Azereus - Safran
Azereus - Dusty Lorea
Rain in a desert - BertycoX
Der Tod - Blue Keys Project
Flight To Alhambra - Blue Keys Project
City Of Light - Blue Keys Project
Essential - Blue Keys Project
Das Madchen - Blue Keys Project
N2 - Bo Moonlight

+

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Problemas no Servidor

Posted: 03 Feb 2012 11:30 PM PST

Irmãos, como anunciei no twitter e no facebook, tivemos um problema com o servidor gratuito onde hospedamos os áudios.
Pelo visto, para que o nosso trabalho seja de melhor qualidade, precisaremos migrar para um servidor pago.
O problema é que eu não entendo muito bem disso. Estou pesquisando. Se alguém puder nos ajudar, agradeço imensamente.
Não tenho condições de bancar isso sozinho, mas creio na Providência Santíssima.
Estou com o episódio pronto. Vou tentar publicá-lo provisoriamente em um serviço qualquer gratuito que eu achar e logo estaremos postando o episódio 129.
Se alguém quiser entrar em contato comigo, meu email é geruah@gmail.com; skype: alessandroger.

"Em tudo dai graças"!!!

(1Ts5,18)

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Novo post em Fratres in Unum.com


Uma Igreja feliz, sem lefebvristas.

by G. M. Ferretti

Nova Evangelização, devidamente purificada de qualquer influência malévola dos tradicionalistas radicais.

Créditos: Catholic Church Conservation, via Santa Iglesia Militante.

G. M. Ferretti | fevereiro 4, 2012 at 6:42 pm | Tags: Atualidades, Igreja | Categorias: Atualidades | URL: http://wp.me/pgELf-4Cl

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Guia de Blogs Católicos


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Novo post em Ide e Anunciai


Oração da Campanha da Fraternidade 2012

by ideeanunciai

Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos
pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho Jesus Cristo,
em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos
e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão
se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo,
e que a saúde se difunda sobre a terra.
Amém.

Fonte: CNBB

ideeanunciai | 5 05America/Sao_Paulo fevereiro 05America/Sao_Paulo 2012 at 6:56 | Categorias: Reflexão | URL: http://wp.me/pPX1K-22d

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Biblia Catolica News


Link to Bíblia Católica News


As profecias Maias relativas a 2012 deveriam nos preocupar?

Posted: 04 Feb 2012 11:00 PM PST

Autor: Manuel Mondragón L. Fonte: http://vacunadefe.com Tradução: Carlos Martins Nabeto De uns tempos para cá, tem-se propagado a ideia de que em dezembro de 2012 tudo o que conhecemos encontrará o seu fim. Alguns defendem esta crença baseada nas profecias maias, pois – segundo dizem – em 21 de dezembro desse ano ocorrerão eventos que alterarão o curso da história [...]


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Voz da Igreja +


Direto do Facebook

Posted: 04 Feb 2012 01:32 PM PST

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Grupo de Oração Frutos do Amor de Deus


NADA PODERÁ ME ABALAR, NADA PODERÁ ME DERROTAR

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Os Posts atrás publicados, são de inteira responsabilidade minha e foram colhidos através dos sites indicados.

5 de Fevereiro de 2012 -  12, 20 h  -  António Fonseca

Nº 1186-3ª Página - A RELIGIÃO DE JESUS – 5º DOMINGO DO TEMPO COMUM FEIRA - 5 DE FEVEREIRO DE 2012

Nº 1186-3

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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5 DE FEVEREIRO DE 2012

5ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Mc 1, 29-439

Saindo da sinagoga, foi para casa de Simão e André, acompanhado por Tiago e João. A sogra de Simão estava de cama com febre e imediatamente Lhe falaram dela. Aproximando-Se, tomou-a pela mão e levantou-a. A febre deixou-a e ela começou a servi-los. Ao cair da tarde, quando o sol se pôs, trouxeram-Lhe todos os enfermos e possessos e a cidade inteira estava reunida junto à porta. Curou muitos enfermos atormentados por diversos males e expulsou muitos demónios; mas não deixava falar os demónios porque sabiam quem  Ele era. De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu: retirou-Se para um lugar solitário e ali Se pôs em oração. Simão e os que estavam com Ele, seguiram-n’O. E, tendo-O encontrado, disseram-Lhe: «Todos Te procuram». Mas Ele respondeu-Lhes: «Vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de pregar ali, pois, foi para isso que saí». E foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.

1. O que mais interessa neste relato é constatar que a oração era muito importante e muito frequente na vida de Jesus. Ele era consciente da sua intimidade com o Pai (Mt 11, 27). E, sem embargo, chama a atenção à frequência, a duração e a insistência com que os evangelhos falam da oração de Jesus (Mc 1, 35; 6, 46; 14, 32. 35. 39; Mt 14, 23; 19, 13; 26, 36. 42. 44; Lc 3, 21; 5, 16; 6, 12; 9, 18.28.29; 11, 1; 22, 41. 44. 45). Repassar estes textos ilumina o nosso conhecimento sobre Jesus. Ele era consciente de que sem oração não podia levar a vida que levava

2. Jesus viu que necessitava de orar ao Pai. Necessitava muito. E com frequência. Mas, para orar não ia ao templo, nem a nenhum sítio sagrado. Jesus orava em lugares solitários, onde não se via ninguém, no campo, no monte. E assim passava noites inteiras em oração. O Deus de Jesus só vê “no escondido”, o que fica oculto, o que ninguém avisa (Mt 6, 5-6). Jesus levou uma vida tão profundamente espiritual e religiosa, como radicalmente laica e secular. Jesus ensinou-nos assim o que justamente se denomina “um cristianismo não-religioso” (D. Bonhoeffer).

3. A chave da humanidade de Jesus está na sua espiritualidade. Quer dizer, Jesus foi tão profundamente humano por causa da relação tão frequente e profunda que teve com a fonte de toda a humanidade. A condição humana, tal como de facto existe – misturada e fundida com o inumano e com a desumanização –, não dá de si que um homem, que foi “como um de tantos” (Fil 2, 7), fosse tão plenamente humano que nele não cabia inumanidade alguma. Por isso Jesus foi tão “religioso” e tão “laico”, tão “espiritual” e tão “humano”, tão “piedoso” e tão “intocável”. saber harmonizar estas atitudes é decisivo. A religiosidade laica leva diretamente à honradez ética. A religiosidade ostentosa leva inevitavelmente ao farisaísmo hipócrita (Mt 6 1-6).

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opiniãoe não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento, No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos do Evangelho de S. Marcos, - pela ordem com que são apresentados - para que, quem eventualmente esteja interessado possa seguir os factos relatados pelo Evangelista. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF

aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1186-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 5 DE FEVEREIRO DE 2012

(9)

Nº 1186-2ª Página

EVANGELHO DE S. LUCAS

PRÓLOGO
PREPARAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
A missão dos Doze – Tendo convocado os Doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem doenças. Depois, enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os doentes, e disse-lhes: «Nada leveis para o caminho: Nem cajado, nem alforge, nem pão, nem dinheiro, nem tenhais duas túnicas. Em qualquer casa em que entrardes ficai lá até ao vosso regresso. Quanto aos que vos não receberem, saí dessa cidade e sacudi o pó dos vossos pés, para servir de testemunho contra eles». Partindo eles, foram de aldeia em aldeia anunciando a Boa Nova e realizando curas por toda a parte.
 
Perplexidade de Herodes – O tetrarca Herodes ouviu dizer tudo o que se passava e andava perplexo, pois alguns diziam que João ressuscitara dos mortos, outros, que Elias aparecera, e outros, que um  dos antigos profetas ressuscitara. Herodes disse: «A João mandei-o eu decapitar, mas Quem é Este de quem oiço dizer semelhantes coisas?» E procurava vê-l’O.
 
Regresso dos Doze – Ao regressarem, os Apóstolos descreveram-Lhe tudo quanto haviam feito. Tomando-os Consigo, retirou-Se para um lugar desviado, na direção duma cidade chamada Betsaida. Mas as multidões, que tal souberam, foram atrás d’Ele. Jesus acolheu-as e pôs-Se a falar-.lhes do Reino de Deus, curando os que necessitavam de cura. Ora o dia começava a declinar, e os doze aproximaram-se e disseram-lhe: «Despede a multidão, para que, indo pelas aldeias e casas em redor, encontre alimento e onde pernoitar, pois aqui estamos num lugar deserto». Disse-lhes Ele: «Dai-lhes vós mesmos de comer». Retorquiram: «Só temos cinco pães e dois peixes; a não ser que vamos nós mesmos comprar comida para todo este povo!» Eram de facto, cerca de cinco mil homens. Disse Jesus aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta». Assim procederam e mandaram-nos sentar a todos. Tomando então os cinco pães e os dois peixes, Jesus ergueu os olhos ao Céu, abençoou-os, partiu-os e deu-os aos discípulos, para que os distribuíssem à multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e ainda apanharam o que lhes tinha sobrado: doze cestos cheios de fragmentos.
 
A fé de Pedro – Um dia, quando orava em particular, estando com Ele apenas os discípulos, perguntou-lhes: «Quem dizem as multidões que Eu sou?» Responderam-lhe: «João Baptista; outros Elias; outros, um dos antigos profetas ressuscitado». Disse-lhes Ele: «E vós quem dizeis que Eu sou?» Pedro tomou a palavra e respondeu: «O Messias de Deus».
 
Primeiro anúncio da Paixão – Ele proibiu-lhes, formalmente de o dizerem fosse a quem fosse, e acrescentou: «O Filho do Homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, tem de ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar».
 
Condições para seguir a Jesus  -  Dirigindo-Se depois a todos, disse: «Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz , dia após dia, e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, perdendo-se ou condenando-se a si mesmo? Porque, se alguém se envergonhar de Mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na Sua glória e na do Pai e dos santos anjos».
 
O Reino está à porta – «Digo-vos, na verdade: Alguns dos que estão aqui presentes não experimentarão a morte, enquanto não virem o Reino de Deus».

(Continua em, 6/2/2012, esta descrição do EVANGELHO DE SÃO LUCAS)


Transcrição de António Fonseca

Nº 1186 – 1ª Página – (36/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 5 de Fevereiro de 2012

 

Ver Notas no final

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1186 – 1ª Página – 2012

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31-1-12_thumb_thumb_thumb_thumbMount  Nemrut    -  Turquia

Aurora Boreal                                                                    Mount Nemrut - Turquia

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Adelaide de Vilich, Santa
Padroeira das doenças dos olhos

Adelaida de Vilich, Santa

Adelaida de Vilich, Santa

Martirológio Romano: Em Colónia, de Lotaringia, santa Adalheide (Adelaida) que foi a primeira abadessa do mosteiro de Vilich, em que introduziu a Regra de são Bento, passando depois ao mosteiro de Santa María de Colónia, onde faleceu (1015). Etimologia: Adelaida = Aquela que é de nobre família, é de origem germânica. Era filha de Megingoz, Conde de Guelders, e quando ainda era muito jovem, entrou no convento de Santa Úrsula em Colónia, onde se seguia a regra de São Jerónimo. Quando seus pais fundaram o convento de Villich, em frente da cidade de Bonn, no Rin, Adelaida se converteu em Abadessa deste novo convento, e depois de algum tempo introduziu a regra de São Bento, que lhe pareceu mais estrita que a de São Jerónimo. A fama de sua santidade e de seu dom de realizar milagres atraiu cedo a atenção de Santo Heriberto, Arcebispo de Colónia, que quis fazê-la abadessa do convento de Santa María em Colónia, para suceder a sua irmã Bertha, que havia falecido. Só por ordem do Imperador Otón III aceitou Adelaida sua nova dignidade. Enquanto era Abadessa de Santa Maria en Colónia, continuou sendo Abadessa de Villich. Morreu em seu convento de Colónia no ano 1015, mas foi enterrada em Villich, onde sua festa se celebra solenemente em 5 de Fevereiro, o dia de seu falecimento.

COMPLEMENTO

Adelaide, ou Adelheid, nasceu por volta do ano 960. Seu pai, o Conde Alemão Megengose de Guelder, provavelmente contribuiu para a preparação de sua filha para uma vida dedicada ao serviço de Cristo. O Conde fundou um convento em Vilich, na margem do rio Reno, perto de Colónia, e também o convento de Santa Maria, na própria cidade. Ao longo da sua vida, Adelaide foi Abadessa de ambos os conventos. Tinha cerca de 40 anos quando introduziu a Regra de S. Bento no convento de Vilich. A Regra baseava-se na oração, trabalho, jejum e serviço à comunidade como forma de servir a Deus. Adelaide é tida em tal consideração por introduzir esta regra na sua Ordem, que muitas vezes é representada com o livro da Regra de S. Bento na mão.

Importante conselheira. A piedosa Abadessa tornou-se uma respeitada Conselheira da Igreja na área religiosa e política. Heriberto, Arcebispo de Colónia e chanceler imperial, respeitava muito a sua opinião e consultava-a sobre casos da diocese e questões políticas do tempo. Para além de conselheira, Adelaide tinha também grande capacidade de chefia. Achou importante que as irmãs fossem fluentes em latim para poderem seguir os ofícios religiosos, por isso ensinou-lhes essa língua. Durante uma época de fome, fez também esforços heroicos para ajudar os pobres e famintos. Sepultada em Vilich, Adelaide continua a ser invocada como protetora contra as doenças dos olhos, provavelmente porque uma nascente de águas curativas nasceu no lugar onde era o seu sepulcro. O seu culto foi confirmado em 1966.

No seu rasto

Adelaide teve diferentes papéis quer como líder religiosa quer como conselheira política.

Beatriz Gonçalves é uma enfermeira reformada dos arredores de Viseu, e que também desempenha diversos papéis. Apesar da sua profunda Fé, Beatriz não se sentia atraída pela vida religiosa. Queria estar ao serviço dos outros inserida na comunidade, por isso optou pela profissão de enfermeira. Manteve uma prática religiosa ativa e interveniente na sua paróquia e estava sempre disponível para auxiliar gratuitamente todos os que precisavam dos seus cuidados. Constituiu família e o marido e os filhos habituaram-se a vê-la chegar do trabalho e voltar a sair, para ir ver os doentes, os pobres e os idosos da paróquia, que tanto gostavam da “enfermeira Beatriz” que dava injeções, conversava dava conselhos e auxiliava os acamados na sua higiene. Agora, já reformada, pode dedicar mais tempo ao serviço dos outros e vários dias por semana faz voluntariado no centro de dia da paróquia. Quando lhe perguntam como consegue conciliar tantos papéis, costuma dizer que gosta de servir Deus através das pessoas.

ORAÇÃO

Deus Pai Todo Poderoso, SANTA ADELAIDE era uma conselheira dotada. Permite-me dar a mesma atenção àqueles à minha volta que procuram conselho. Permite que aconselhe com sabedoria e dirija os outros com compaixão. Concede-me força para guiar os outros com sinceridade e paciência. Ámen.

(Oração contemporânea)

Durante o tempo de vida de Santa Adelaide (960-1015) ocorreram entre outros os seguintes acontecimentos: A pólvora é inventada na China (1000); Avicena, filósofo muçulmano, escreve Cânone da Medicina (1030); É construída em Espanha, a Grande Mesquita de Córdova (976); Muçulmanos destroem o Santo Sepulcro, em Jerusalém (1009).

57100 > Sant' Alice (Adelaide) di Vilich Badessa 5 febbraio MR

Ágata, ou Águeda, Santa
Mártir e Padroeira dos Bombeiros (251)

Águeda o Ágata, Santa

Águeda o Ágata, Santa

O culto de Santa Águeda, virgem e mártir siciliana, é antiquíssimo. O seu nome figura no 1º Cânone da Missa e em Roma chegou a haver mais de doze igrejas a ela dedicadas. Infelizmente as Atas do seu martírio são tardias e o autor delas propôs-se escrever um romance edificante e maravilhoso, mais que uma história. O fundo, todavia, deve conservar-se, sobretudo quando as respostas da Santa estão em plena concordância com o tempo e a psicologia dos primeiros mártires. As Atas chegaram a nós em duas recessões gregas e numa latina. As três relações concordam em quase tudo, exceptuados pequenos pormenores, e parecem derivar duma origem comum, pouco autorizada também, embora com mais traços históricos. O tempo em que padeceu a Santa, é necessário colocá-lo no império de Décio, no seu terceiro consulado, isto é, no ano de 251. Santa Águeda era natural de Catânia (Sicília) e de família nobre e rica. desde pequena conheceu o Evangelho e entusiasmou-se pelo ideal da pureza que dedicou a Cristo, como flor de brancura e aroma singular. Foi presa pelos soldados de Quinciano, procônsul da Sicília. Nas Atas há respostas e perguntas que têm o selo da autenticidade. – Qual é a tua condição? – pergunta-lhe Quinciano. – Sou de condição livre e de nobre nascimento, e disto oferece testemunho toda a minha linhagem. – Se és nobre e de ilustre família, porque te entregas à vida dos escravos?Sou serva de Cristo, e opor isso de condição servil. – Se na realidade fosses nobre, envergonhar-te-ias de falar dessa maneira. As tentações e penas, a que foi submetida, forma muitas e dolorosíssimas. Foi entregue a uma velha pervertida, chamada Afrodisia, que procurou enganá-la e precipitá-la pelo desfiladeiro do vício. Trinta dias esteve Águeda com ela, submetida a torturas morais indizíveis. Mas saiu mais pura e mais firme no seu propósito. Firme na condição de cristã, foi esbofeteada pelos lictores de Quinciano e encerrada num lôbrego calaboiço. – Que resolveste a propósito da tua salvação? – perguntou-lhe o juiz. – A minha salvação é Cristo. – Insensata, pensa de novo, renega a Cristo e comigo partilharás honras e riquezas. -És tu que deves renegar os teus deuses de pedra e de madeira, se queres libertar-te da morte eterna. Enquanto a açoitavam barbaramente, era-lhe dito: – Muda de resolução e farei cessar imediatamente o suplício. Como Águeda se mantinha firme na confissão da fé, foi submetida ao ecúleo, desconjuntaram-lhe os ossos, aplicaram-lhe lâminas ardentes de ferro e cortaram-lhe os seios, depois de os terem dilacerado com garfos de ferro. Encerrada na prisão, teve visões e consolações extraordinárias, e o anjo do Senhor, segundo as Atas, curou-a milagrosamente de todas as feridas. No dia seguinte, apresentaram-na de novo ao Procônsul e foi arrastada sobre um pavimento semeado de vidros e carvões acesos. Houve um furioso tremor de terra que assustou a cidade e os verdugos. Encerrada na prisão, morreu de joelhos, entre fervorosas orações. Um hino falsamente atribuído a São Dâmaso, de autor posterior ao ilustre Papa Ibérico, recolhe com devoção e arte as glórias da Virgem siciliana:

Águeda o Ágata, Santa

Águeda o Ágata, Santa

Hoje brilha o dia de Águeda, ilustre virgem;/ Cristo une-a consigo e coroa.-a com duplo diadema / De ilustre prosápia, formosa e bela; / mais ilustre, porém, pelas obras e pela fé / reconhece a vaidade da prosperidade terrena / e sujeita o coração aos divinos preceitos. / Bastante mais forte que os seus cruéis verdugos, / expôs os membros aos açoites. / A fortaleza do seu coração / mostra-a claramente o seu peito torturado. / Ao cárcere, que se converteu em delicioso paraíso, / desce o pastor Pedro para confortar a sua ovelhinha. / Cobrando novo alento e acesa em novo zelo, / alegre corre para os açoites./ A multidão pagã que foge amedrontada, diante / do fogo do Etna, recebe as consolações de Águeda. / A todos os que recorrem fieis à sua proteção / extingue-lhes Águeda os ardores da concupiscência. / Agora que ela, como esposa, resplandece no céu, interceda perante o Senhor, por nós miseráveis. / E queira, sim, enquanto nós lhe celebramos a festa, / ser-nos propicia a todos quantos desferimos as suas glórias. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt

22650 > Sant' Agata Vergine e martire 5 febbraio - Memoria MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

COMPLEMENTO

Há séculos que Ágata é honrada como Santa apesar dos pormenores da sua Vida serem pura lenda. A maior parte das histórias dizem que nasceu em Palermo ou em Catânia, na Sicília, no século III. Filha duma família rica, Ágata consagrou-se a Jesus e fez voto de virgindade. Muitos jovens a tentaram conquistar, entre os quais Quintiano, um oficial romano, durante a época do Imperador Décio. Quando Ágata recusou as suas propostas, Quintiano usou os decretos do Imperador contra os cristãos para a mandar prender e trazer à sua presença. Ágata continuou a recusá-lo e Quintiano mandou-a para um bordel, esperando humilhá-la e forçá-la a perder a virgindade. Apesar de um mês de insultos e abusos, Ágata não cedeu.

Um martírio brutal. Enfurecido com a atitude inflexível de Ágata, Quintiano mandou torturá-la. Durante a sua provação, Ágata teve uma visão de São Pedro e foi miraculosamente curada de algumas feridas. Mas não sobreviveu à tortura e acabou por morrer em 251, em Catânia. Segundo uma fonte, um tremor de terra acabou com o sofrimento de Ágata. Hoje, é por vezes invocada como protetora dos tremores de terra. Diz-se que a presença do seu véu uma vez parou o fluxo de lava do Monte Etna, na Sicília, e a santa também protege contra as erupções vulcânicas. A Igreja reconheceu Ágata e o seu martírio pouco depois da sua morte. Foi objeto de um poema escrito no século IV pelo Papa Dâmaso I e foram construídos em Roma vários santuários para albergarem as suas relíquias.

No seu rasto

A experiência de Ágata lembra que muitas mulheres estão sujeitas a abusos.

A violência contra as mulheres, sobretudo no seio da própria família não é nova, mas recentemente ganhou visibilidade e começaram a ser tomadas medidas para proteger as mulheres. Em Portugal, a Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres é um dos mecanismos governamentais para a igualdade de direitos e oportunidades. No âmbito desta instituição, foi criado um Serviço de Apoio a Vítimas da Violência Doméstica, do qual constam gabinetes de atendimento ao público e um serviço de atendimento telefónico 24 horas por dia que visa a prestação de informação sobre as medidas de informação sobre as medidas a tomar no caso de violência. São também dadas informações práticas sobre a importância da ida ao hospital; a necessidade de apresentação de queixa; a forma de obter patrocínio judiciário; e a ajuda na elaboração de formas de segurança pessoal para que a vítima sobreviva nas várias situações. Para mais informações sobre este serviço, pode contactar o número 800 21 21 48.

ORAÇÃO

Jesus Cristo, Senhor de todas as coisas! Vês o meu coração, conheces os meus desejos. Tu e só Tu possuis tudo o que eu sou. Sou a Tua ovelha; torna-me capaz de vencer o mal. Senhor, meu criador, proteges-me desde o berço. Retiraste-me do amor das coisas mundanas e deste-me paciência para sofrer. Recebe agora o meu espírito.. Ámen.

(Oração de Santa Ágata)

Durante o tempo de vida de Santa Ágata (século III) ocorreram entre outros os seguintes acontecimentos: Vida de Bhasa, dramaturgo indiano em sânscrito (275-335); Os britânicos revoltam-se contra Roma (208); Diofanto de Alexandria inventa a álgebra (250); O Cristianismo chega à Arménia (300).

Jacob, Santo

Antigo Testamento

Jacob, filho de Isaac e de Rebecca, atraiu as preferências divinas já antes do nascimento (Rm 9, 10-13), saiu do seio da mãe segurando o calcanhar do irmão Esaú, como se o quisesse suplantar: daí lhe veio o nome de Jacob. Na verdade, comprou a Esaú do direito de primogenitura, surpreendeu a bênção paterna, destinada ao mais velho, em circunstâncias que os Padres da Igreja declaram verdadeiramente misteriosas, apesar de elas não deixarem de merecer censura (Gn. 27, 36). De costumes amáveis, Jacob gostava de viver na tenda dos pais, tinha a predileção da mãe Rebecca sobretudo por causa das promessas divinas que lhe diziam respeito,. Depois da bênção profética de Isaac, a vida de Jacob encerra dois períodos.

Desde a fuga para a Mesopotâmia até ao regresso a Canaã (Gn 28-33). -  Para escapar à vingança de Esaú e se casar dentro da parentela, Jacob fugiu para Harrán. Em casa de seu tio Labão, durante vinte anos de trabalhos e decepções, expiou por si e pela mãe a trapaça de que usou; mas se ele se viu abandonado pelos homens, Deus mostra-Se visivelmente seu protetor. Logo que transpôs o Jordão, o Senhor apareceu-lhe perto de Luz (Betel), prometeu-lhe velar por que não corresse perigo e reconduzi-lo à terra dos seus pais. Durante a permanência em Harrãn, casou-se com as duas filhas de Labão, Lia e Raquel, as quais, com suas escravas, lhe dão onze filhos e uma filha chamada Dina; adquire ele fabulosas riquezas, a ponto de excitar a inveja de Labão. Por ordem de Deus, volta a Canaã, protegido pelo Senhor, mas contra Labão que o persegue e contra Esaú que lhe vem ao encontro. Apresenta-se ao seu lado uma legião de anjos para lhe garantir o socorro do céu. Nas margens do rio, Jacob trava misterioso combate com Deus, de que lhe vem o seu nome de Israel. A entrevista com Esaú é muito cordial; Jacob atravessa em seguida o Jordão, demora-se algum tempo em Siquém e em Betel, põe-se a caminho para Mambré, onde vive o pai Isaac, chora durante este trajeto a morte de Raquel, que, na altura de morrer. dá à luz Benjamim. Torna a ver o idoso pai Isaac, que não tarda que morra.

2º Desde a volta a Canaã até à sua morte (Gn 34-50). No segundo período da sua vida, Jacob passa para segundo plano, e os acontecimentos contados pela Sagrada Escritura são agrupados à volta de José, que se torna a personalidade dominante. As provas não faltam a Jacob; vêm-lhe das dissensões dentro da família, dos crimes de vários dos seus filhos e sobretudo da perda de José. Na vida deste último, como na história dos patriarcas, manifesta-se a intervenção de Deus. Jacob, passados muitos anos, encontra o filho que chorara como morto; adopta os dois filhos de José, Manassés e Efraim, a quem dá os mesmos direitos que aos seus verdadeiros filhos na formação das doze tribos, testemunhando preferência pelo mais novo. Por último, pronuncia, antes de morrer, uma última bênção sobre os seus doze filhos, anunciando a sorte da descendência deles e acentuando pela última vez a sua predileção por José. Este fecha os olhos do seu velho pai, manda embalsamar-lhe o corpo e trata de que o transportem da terra de Géssen ao país de Canaã, para que seja sepultado em Hebron.

Santo Albuino, bispo

Em Brixen, na região de Trento, comemoração de santo Albuino, bispo, que trasladou a esta cidade a sede episcopal de Sabiona (1005/1006)

SANTA FRANCISCA MÉZIÈRE

39630 > Sant' Albuino di Bressanone Vescovo 5 febbraio MR

Santo Avito, bispo

Em Vienne, na Gália Lugdunense, santo Avito, bispo, que, em tempo do rei Gundobaldo, com sua fé e sua actividade pastoral defendeu a Gália da heresia ariana (518). ...[ler hagiografia]

39610 > Sant' Avito Vescovo di Vienne 5 febbraio MR

93977 > Beata Eulalia Pinos Vedova 5 febbraio

Felipe de Jesús, Santo
Primeiro santo mexicano

Felipe de Jesús, Santo

Felipe de Jesús, Santo

De pais espanhóis, nasceu Felipe de las Casas Martinez na Cidade de México em 1572. Foi o mais velho de onze irmãos, de que três seguiram a vida religiosa. Seu pai estava aparentado com outro notável monge e evangelizador de América, Frei Bartolomé de las Casas. Felipe era travesso e inquieto em criança. Estudou gramática no colégio de São Pedro e São Paulo da cidade de México, dirigido pelos jesuítas. Mostrou interesse pela artesanato da prata. Por isso, quando Felipe foi beatificado o grémio dos prateiros (ou trabalhadores em prata) o nomeou seu padroeiro. Aos 21 anos se encontrava nas Ilhas Filipinas, a onde havia ido em busca de aventura. As pessoas que viajavam a esse lugar, naqueles tempos, não o faziam geralmente por motivos piedosos. Nem tampouco predominava o espiritual no ambiente de Manila, cidade conquistada apenas em 1571. Nesta o comum era ver gente ocupada com planos de conquista militar e fazendo planos para o comércio. Aí decidiu Felipe ingressar na ordem dos Franciscanos e escolheu o nome Felipe de Jesus. Entrou para o convento de Santa María de los Ángeles de Manila. Um ano mais tarde, Jesus fez sua profissão religiosa. Quando três anos depois se acercava o tempo de sua ordenação, em 12 de Julho de 1596, partiu rumo ao México em barco. Nas Filipinas não se podia ordenar porque não havia um bispo. A viagem de Filipinas á América era uma aventura perigosa e a viagem podia durar até sete ou oito meses. A travessia do barco em que ia Felipe esteve a ponto de ser desastrosa. Durante um mês a nave esteve à deriva, arrojada pelas tempestades de um lado a outro até que, destroçada e sem governo, foi a dar às costas do Japão. No Japão, não tinham confiança aos missionários. Quando eles chegaram aí não sabiam que lhes ia a passar e assim passaram vários meses. Frei Felipe de Jesús se refugiou em Meaco, onde os franciscanos tinham escola e hospital. Em 30 de Dezembro todos os frades foram feitos prisioneiros e juntos empreenderam uma marcha em pleno inverno, por um mês, de Tokyo a Nagasaki. Em 5 de Fevereiro, 26 cristãos foram colocados em cruzes sobre uma colina fora de Nagasaki. Os fixaram às cruzes com argolas de ferro no pescoço, nas mãos e nas pernas. Os atravessaram com lanças. O primeiro foi Felipe de Jesús. Morreu repetindo o nome de Jesús. As argolas que deviam suster-lhe as pernas estavam mal postas, pelo que o corpo resvalou e a argola que lhe sujeitava o pescoço começou a enforcá-lo. Lhe deram duas lançadas no peito que lhe abriram as portas da Glória de Deus. Foi beatificado, junto com seus companheiros, em 14 de Setembro de 1627 e canonizado em 8 de Julho de 1862. Estes mártires são frequentemente recordados pelo Papa dando a saber que seu sangue não foi derramada em vão. Chegaram ao céu. Neste dia nos podemos aproximar da Eucaristia para pedir a Jesús nos ajude a realizar a vocação que temos na vida. Recorda que o testemunho dos santos confirma o amor a Deus (CEC 313). O testemunho destas pessoas nos pode ajudar a crescer em nossa vida espiritual, em nossa vida de fé. São Felipe de Jesús foi o protomártir mexicano. Foi um religioso da ordem dos franciscanos em Manila. Ao vir a ordenar-se ao México, naufragou seu barco e chegou ao Japão onde o mataram. Morreu repetindo o nome de “Jesús”.

Oração a São Felipe de Jesús

Protomártir de México, que levaste teu espírito generoso até ao extremo do mundo,
ensina-nos a medir o valor exato das coisas; que nossa pátria volta a sua antiga riqueza espiritual, e seja Deus o Senhor de cada vida. São Felipe de Jesús,que aprendamos de ti a ser como o mundo nos necessita. ¡Glorioso Mártir Mexicano, roga por tua Pátria e pelos que vivem nela!

Santa Francisca Mézière, virgem e mártir

Em Laval, - França, beata Francisca Mézière, virgem e mártir, que havendo-se dedicado a educar crianças e a curar enfermos, durante a Revolução Francesa foi condenada à morte em ódio à fé (1794).

39633 > Beata Francesca Meziere Vergine e martire 5 febbraio MR

Santo Ingenuino, bispo

Em Sabiona, de Recia, santo Ingenuino, primeiro bispo desta sede (c. 605).

SAN LUCAS ABAD

39615 > Sant' Ingenuino (Genuino) Vescovo di Sabiona 5 febbraio MR

Isabel Canori Mora, Beata
Laica

Isabel Canori Mora, Beata

Isabel Canori Mora, Beata

Martirológio Romano: Em Roma, beata Isabel Canori Mora, mãe de família, que após haver sofrido muito tempo, com caridade e paciência, a infidelidade do marido, angústias económicas e a perseguição de familiares, ofereceu sua vida a Deus pela conversão, saúde, paz e santificação dos pecadores, e entrou a formar parte da Terceira Ordem da Santíssima Trindade (1825). - Etimologia: Isabel = Aquela a quem Deus dá saúde, é de origem hebraica. - Por um minuto pensa nas pessoas que vivem em tua vizinhança. ¿Poderias chamar a algum santo? Houve um bairro em Itália onde efetivamente uma santa vivia na casa contígua. A beata Isabella Canori Mora quem levou sua vida de mãe e esposa à plena conformação com Cristo na quotidianidade e na adversidade de ter um esposo que a maltratava. Nasceu em Roma em 21 de Novembro de 1774. Filha de Tommaso e Teresa Primoli, no seio de uma família de posição acomodada, profundamente cristã e diligente na educação de seus filhos. Estudou com as Irmãs Agostinhas de Cascia (1785-88), onde se destacou por sua inteligência, uma profunda vida interior e seu espírito de penitência. De regresso a Roma, teve uma vida tranquila até que em 1796 -quando tinha 21 anos- se casou com o jovem advogado romano Cristóforo Mora. Para ella, el matrimonio fue una decisión reflexionada, madura, pero después de algunos meses, la fragilidad psicológica de Cristóforo comprometió la serenidad de la familia. Cristóforo convirtió a una mujer de mal vivir en su amante y a medida que pasaba el tiempo, humilló y abusó de su esposa en distintas formas, no ejerció más la abogacía, y gastó tanto dinero en sus aventuras que terminó llevando a su esposa e hijas a la extrema pobreza y una creciente deuda. A la violencia física y psicológica de su esposo, Isabella respondió siempre con absoluta fidelidad. Nunca puso excusas, conveniencias o intereses para justificar un abandono de su hogar, para ella sólo primaba el código de fidelidad de amor y rendición total. Elizabeth trató a su marido con paciencia gentil, ofreciendo penitencias y oraciones por su conversión. Nunca pensó en separarse de él, a pesar de los consejos de familiares y amigos. En vez de esto, siempre amó, apoyó y perdonó a su esposo esperando su conversión. En 1801 sufrió una misteriosa enfermedad que la puso al borde de la muerte. Se curó de forma inexplicable y tuvo su primera experiencia mística. Esta es una vidente italiana de las tribulaciones de los últimos tiempos de la Iglesia, que fue favorecida con los dones de la visión y de la profecía. El Señor le hizo alcanzar la madurez para recibir las visiones y las ilustraciones sobre el destino de la Iglesia. Recibió en forma clara los estigmas de la pasión de Cristo, y en sus visiones vio las tremendas batallas que tendrá que sostener la Iglesia en los últimos tiempos bajo el poder de las tinieblas. Tuvo cuatro hijos, pero los dos primeros murieron a los días de nacer. Con el abandono de su esposo, fue forzada a vivir trabajando con sus propias manos para seguir al cuidado de sus hijas Marianna y Luciana. Dedicó mucho tiempo a la oración, los pobres y los enfermos. Su hogar pronto se convirtió en un punto de referencia para mucha gente en busca de ayuda material y espiritual. Se dedicó especialmente a cuidar de las familias en necesidad. Para ella, la familia implicaba dar un espacio a cada persona, un lugar que dé frutos de vida, fe, solidaridad y responsabilidad. La familia, para ella, era el templo en el que recibía al "al amado Señor, Jesús de Nazaret" y a todos los que se dirigían a ella. A través de la auto negación, Elizabeth ofrecía su vida por la paz y la santidad de la Iglesia, la conversión de su esposo y la salvación de los pecadores. En 1807 Elizabeth se unió a la Orden terciaria Trinitaria. Respondió con dedicación a la vocación al matrimonio y la consagración secular. Sus admirables virtudes humanas y cristianas así como la fama de su santidad se difundieron a través de Roma, Albano y Marino, donde ganó fama de santidad. En 5 de febrero de 1825, mientras era asistida por sus dos hijas, Isabella falleció. Fue enterrada en Roma en la iglesia trinitaria de San Carlino alle Quattro Fontane. Poco después de su muerte, como ella misma predijo, su esposo se convirtió uniéndose a la Orden Terciaria Trinitaria y después se ordenó sacerdote de los franciscanos conventuales. Murió el 9 de setiembre de 1845 y fue enterrado en la iglesia de los franciscanos conventuales de Sezze. Fue beatificada junto al joven mártir Zaire Isidore Bakanja, y a otra madre italiana santa, Gianna Beretta Molla, por el Papa Juan Pablo II el 24 de abril de 1994, en el Año Mundial de la Familia. Su fiesta se celebra cada 4 de febrero.- Algumas visões de Isabella Canori - Numa visão de 25 de Março de 1816 viu: - "A los miserables que cada día con mayor orgullo y desfachatez, de palabra y de obra, con incredulidad y apostasía, van pisoteando la santa religión y la divina ley. Se sirven de las palabras de la Sagrada Escritura y del Evangelio, corrompiendo su verdadero sentido para respaldar así sus perversas intenciones y sus torcidos principios". - El 15 de octubre de 1818 tuvo otra visión terrible: - "De repente, dice, le fue mostrado el mundo. Lo veía todo en revolución, sin orden ni justicia. Los siete vicios capitales (soberbia, lujuria, ira, envidia, pereza, guía y avaricia) eran llevados en triunfo, y por todas partes se veía reinar la injusticia, el fraude, el libertinaje y toda clase de iniquidades. Vio también Sacerdotes despreciando la Santa Ley de Dios y cómo se cubría el Cielo de nubes negras; se levantaba un tremendo huracán y en el mayor desconcierto se mataban los hombres unos a otros. En castigo de los soberbios que con impía presunción intentaban demoler la Iglesia desde los cimientos, permitía Dios a los poderes de las tinieblas abandonar los abismos del infierno . . ." El triunfo de la Iglesia: - En 1821 oyó al Señor hablar del triunfo de la Iglesia, pues ésta saldría renovada de aquellas tormentas, encendida en el primitivo celo de la Gloria de Dios, y que sería recordada universalmente por los pueblos. Vendrá la reforma de la Iglesia . . . "y la restauración de todas las cosas no se verificará sin un profundo trastorno de todo el mundo, de todas las poblaciones".

90597 > Beata Elisabetta Canori Mora Sposa 5 febbraio MR

 

Jesús Méndez Montoya, Santo
Sacerdote e Mártir

Jesús Méndez Montoya, Santo

Jesús Méndez Montoya, Santo

Martirológio Romano: Em Valtiervilla, lugar de México, são Jesús Méndez, presbítero e mártir, que morreu por Cristo durante a perseguição mexicana (1928). Nasceu em Tarímbaro, Michoacán, el 10 de junho de 1880, filho de Florentino Méndez e de Maria Cornélia Montoya. Foi batizado na igreja paroquial do lugar em 12 do mesmo mês e recebeu o sacramento da confirmação aí mesmo em 12 de Setembro de 1881. Cresceu Jesús Méndez no ambiente são dos povos. Seus estudos primários os realizou na escola oficial. Ingressou ao Seminário de Morelia aos 14 anos de idade, dedicando-se com atenção ao estudo. Sua família era muito pobre e alguns vizinhos de seu povo natal o ajudavam com gosto a sua sustentação, o mesmo que toda sua família, enquanto podia. Em 23 de Julho de 1905 recebeu o diaconado e foi ordenado sacerdote em 3 de Junho de 1906 por imposição de mãos do senhor arcebispo Atenógenes Silva. Cantou sua Primeira Missa em seu povo natal em 22 de Junho do mesmo ano. Desempenhou seu ministério sacerdotal nas seguintes paróquias: São Juan Huetamo, Mich., como vigário cooperador, de 1906 a 1907, onde sofreu um esgotamento nervoso que alarmou a seus familiares. Uma vez reposto disso, se o mandou a Pedernales, onde permaneceu de Abril de 1907 a Fevereiro de 1913, mas de novo os nervos votaram a atraiçoar pelo que o senhor arcebispo o enviou a Valtierrilla, Guanajuato, para que melhorasse de saúde. Em todas partes trabalhou muito. Se distinguiu também por sua devoção à Santíssima Virgem a que procurava venerar e honrar de uma maneira especial nas festas marianas, que celebrava com a maior solenidade possível. Fundou e atendeu associações paroquiais: Catecismo, Apostolado da Oração, Vela Perpétua, Filhas de Maria, Obreros Guadalupanos. Objecto especial de sua preocupação pastoral foi a atenção à escola paroquial. Promoveu obras sociais e fundou uma cooperativa de consumo. En Valtierrilla, como en muchas otras partes, durante la persecución callista, muchos sacerdotes se alejaron de sus parroquias para esconderse buscando siempre lugares más seguros, pero el Padre Méndez siguió al pie del cañón aunque ejerciendo su ministerio de manera oculta, celebrando su misa muy temprano y, asimismo, bautizaba y confesaba a esas horas. También por las noches salía a bautizar a las casas. Durante el día se dedicaba a atender a los enfermos. Agotados los recursos pacíficos y legales para que se derogasen las leyes persecutorias, en diversos lugares de la Patria comenzaron a tomarse las armas en acto de legítima defensa. Algunos en Vatierrilla quisieron sumarse a los cristeros y fijaron como fecha para el levantamiento el 5 de febrero de 1928, pero fueron delatados y vinieron los soldados de Sarabia, poblado cercano, a sofocar el levantamiento. El Padre Méndez nada tuvo que ver con ese asunto ya que jamás empuñó las armas. El día cinco señalado, estaba el Padre Méndez terminando de celebrar su misa en una dependencia de la notaria cuando se oyeron los primeros disparos de la fuerza federal, que venían entrando al pueblo en busca de los que se iban a levantar en armas. El Padre Méndez ante el inminente peligro, tomó el copón con las Hostias consagradas y lo escondió bajo su zarape, con el cual se cobijaba cuando hacía frío, mas sintió la necesidad de proteger mucho más al Santísimo y por lo mismo, trató de no hacerse visible. Saltó por una ventana de la notaría que estaba al pie de la torre del templo. Los soldados, que se habían subido precisamente a lo alto del campanario para poder vigilar mejor los movimientos del pueblo, vieron que alguien abría la ventana tratando de escapar y avisaron a los de abajo, quienes hicieron salir al Padre Jesús. Cuando vieron al padre, sin conocerlo, deben haber pensado que se trataba de algún cristero, creían que bajo la cobija llevaba alguna arma y le exigían que la entregara, a lo que respondió que no tenía arma. Recibieron la orden de registrarlo, un soldado dio un jalón a la cobija descubriendo el copón que apretaba contra su pecho. Le hicieron la clásica pregunta: "¿Es usted Cura?" a lo cual respondió: "Sí soy Cura". Esto bastó para que lo aprehendieran. El Padre Méndez les dijo: "A ustedes no les sirven las Hostias consagradas, dénmelas". Pidió a los soldados unos momentos para recogerse en oración, se puso de rodillas y comulgó. Dijeron después los soldados: "No queremos alhajas, deles esa joya a las viejas", refiriéndose a la hermana del padre, Luisa, y a la sirvienta de esta, María Concepción, que trataban de defender al sacerdote. Les entregó el copón diciéndoles: "Cuídenlo y déjenme, es la voluntad de Dios", y dirigiéndose a los soldados: "Ahora haced de mí lo que queráis; estoy dispuesto". Seis u ocho soldados lo llevaron al lugar del sacrificio, distante una media cuadra de la plaza. Lo sentaron en un tronco que había ahí, en medio de dos soldados. El capitán Muñiz intentó dispararle, pero la pistola no funcionó. Ordenó entonces a los soldados que le dispararan. Tres veces lo hizo cada uno con su rifle, pero ninguno hizo blanco, sea porque no hayan querido o no hayan podido hacerlo. Enfadado el capitán, ordenó al prisionero que se pusiera de pie, lo registró y le quitó el crucifijo y unas medallas que traía, lo colocó junto a unos magueyes y le disparó. El Padre Jesús cayó al suelo ya muerto. Eran aproximadamente las siete de la mañana del día 5 de febrero de 1928. Como a las tres de la tarde de ese mismo día 5, los restos del sacerdote mártir fueron llevados a Cortazar en una camioneta de redilas, propiedad del gobierno. En ese lugar los soldados lo pusieron junto a la vía del tren, con el fin de que cuando este pasara lo destrozara, no sin antes hacer desfilar a todas las personas de Valtierrilla, Gto., que se habían llevado en calidad de detenidos. Las mujeres de los oficiales, más sensatas y valientes, fueron a la vía del tren a quitar el cuerpo de ahí para llevarlo hacia un portalillo cercano. Acto seguido, los soldados cavaron una fosa en el machero de los caballos para enterrarlo, pero las soldaderas se opusieron, y como el señor Elías Torres les pidió el cuerpo para sepultarlo, se lo concedieron. Un carpintero de Sarabia, Alberto Delgado, hizo el ataúd y fue velado el cuerpo en el portal de los Carmona y sepultado en Cortazar por Elías Torres. El Padre Jesús Méndez Montoya fue sacrificado por odio a la fe. él conocía los riesgos de su ministerio; sin embargo jamás abandonó a su feligresía y en muchas ocasiones expresó su deseo de ser mártir. Cinco años después, el Padre Segoviano, Vicario de Valtierrilla, junto con su feligresía fueron a Cortazar y exhumó los restos que fueron identificados por el señor Elías Torres; los familiares también los identificaron por un mechón blanco que tenía en el cabello y por la ropa que vestía. Además, el sitio de la sepultura era conocido por la gente del lugar. El Padre Segoviano depositó la urna con los restos en el piso del presbiterio de la iglesia parroquial de Valtierrilla, Guanajuato, donde permanecen hasta la fecha. El Padre Jesús Méndez Montoya fue declarado Beato por S.S. el Papa Juan Pablo II en la ceremonia efectuada en la Basílica de San Pedro en Roma, Festividad de Cristo Rey, el día 22 de noviembre de 1992, en compañía de sus 24 compañeros Mártires Mexicanos. El día 21 de mayo del Año Santo 2000, Jubileo de la Encarnación de Jesucristo, el Papa Juan Pablo II realizó la ceremonia de Canonización de los 25 Mártires Mexicanos, incluido el Beato Jesús Méndez Montoya, en la Plaza de San Pedro, ante la presencia de más de cuarenta mil peregrinos. "Los cristianos esperan encontrar en el sacerdote no sólo un hombre que los acoge, que los escucha con gusto y les muestra una sincera amistad, sino también y sobre todo un hombre que les ayude a mirar a Dios, a subir hacia él". (Exhortación Pastoral "PASTORES DABO VOBIS", N. 47) ¡San Jesús Méndez Montoya, que durante tu ministerio sacerdotal tuviste un gran amor a Jesús en la Eucaristía, ruega por nosotros! Fueron muchos los fieles que sufrieron el martirio por defender su fe, de entre ellos presentamos ahora a veinticinco que fueron proclamados santos de la Iglesia por Juan Pablo II. Os 25 santos canonizados em 21 de Maio de 2000 foram: Cristobal Magallanes Jara, Sacerdote - Roman Adame Rosales, Sacerdote - Rodrigo Aguilar Aleman, Sacerdote - Júlio Alvarez Mendoza, Sacerdote - Luis Batis Sainz, Sacerdote - Agustin Caloca Cortés, Sacerdote - Mateo Correa Magallanes, Sacerdote - Atilano Cruz Alvarado, Sacerdote - Miguel De La Mora De La Mora, Sacerdote - Pedro Esqueda Ramirez, Sacerdote - Margarito Flores Garcia, Sacerdote - José Isabel Flores Varela, Sacerdote - David Galvan Bermudez, Sacerdote - Salvador Lara Puente, Laico - Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Sacerdote - Jesus Mendez Montoya, Sacerdote - Manuel Morales, Laico - Justino Orona Madrigal, Sacerdote - Sabas Reyes Salazar, Sacerdote - José Maria Robles Hurtado, Sacerdote - David Roldan Lara, Laico - Toribio Romo Gonzalez, Sacerdote - Jenaro Sanchez Delgadillo - David Uribe Velasco, Sacerdote - Tranquilino Ubiarco Robles, Sacerdote Para ver as biografias dos Mártires Mexicanos do século XX - Faz Click AQUI

90126 > San Gesù Mendez Montoya Sacerdote e martire 5 febbraio MR

• Lucas de Demenna, Santo
Abade,

Lucas  de Demenna, Santo

Lucas de Demenna, Santo

Martirologio Romano: En Lucania, san Lucas, abad, que abrazó la vida monástica, según las instituciones de los santos orientales, primero en Sicilia, su patria, pero debido a la invasión de los sarracenos se mudó a otros lugares, muriendo en el monasterio de los Santos Elías y Anastasio del Carbone, que él mismo había fundado (995). Algunos autores erróneamente lo han hecho nativo de Tauriano en Calabria, y hermano de san Fantino el Joven (uno de los maestros de san Nilo de Rossano en el monte Mercurio). En realidad san Lucas nació, en Demenna (en la provincia de Enna, Sicilia, Italia), y fue orientado en el ascetismo basiliano en el monasterio de San Felipe de Agira, lugar en el que también recibieron otros famosos monjes griegos del siglo X. Para huir de los maltratos de los sarracenos, que habrían conquistaron la isla, atravesó el estrecho y fue admitido por San Elías Espeleota. Pero pronto esta zona de Aspromonte (Calabria) también fue atacada por los sarracenos, por lo que se san Lucas se dirigió al norte hasta llegar al famoso monasterio de Mercurion, en los confines entre Calabria y Lucania, meta de todos los santos italo-griegos del siglo X. Se afincó en el territorio de Noia (hoy Noepoli), dónde restauró la ruinosa iglesia de san Pedro y vivió con sus discípulos por siete años, practicando el más riguroso ascetismo y realizando trabajos en el campo, para cambiar el desierto en jardín. Deseoso de mayor soledad, pasó al territorio de Agromonte, cerca del río Agri, dónde restauró el monasterio de san Julián. Realizó su acción de caridad cristiana atendiendo a los soldados heridos en el conflicto entre los sarracenos y los alemanes de Otón II; fortificó el castillo de Armento y la iglesia de la Madre de Dios, dejando su custodia a sus discípulos. Aquí tuvo origen, por el año 971, el célebre monasterio de los Santos Elías y Anastasio del Carbone, que se convertiría en el cuartel general de san Lucas, ya sea como baluarte fortificado contra las incursiones de los sarracenos, o como escenario de los muchos milagros que él os obró. San Lucas murió asistido por san Sabas el jovén, el 5 de febrero de 995 y fue enterrado en la iglesia del monasterio, dónde tuvo culto público. Reproducido con autorización de Santiebeati.it  responsable de la traducción: Xavier Villalta

91273 > San Luca di Demenna o d'Armento 5 febbraio MR

Santos Mártires de Ponto, mártires

Em Ponto, comemoração de muitos santos mártires que morreram na perseguição sob o imperador Maximiano. Uns foram molhados com chumbo derretido, outros atormentados com canas entre as unhas, outros mais vexados com repetidos tormentos, até merecer todos eles do Senhor a palma e a coroa do martírio (s. III ex.).

39605 > Santi Martiri del Ponto 5 febbraio MR

 

São Sabas, monge

Em Roma, no mosteiro de São Cesareo, são Sabas, monge, chamado o Jovem, que junto com seu irmão são Macário difundiu a vida cenobítica por Calábria e Lucania, em tempo da devastação causada pelos sarracenos (995).

39620 > San Saba il Giovane Monaco 5 febbraio MR

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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.Hoje POR EXEMPLO foi incluído como Complemento nas vidas de ANSCÁRIO (ou ÓSCAR), BRÁS, LOURENÇO DE ESPOLETO e WERBURGA.Estrela

  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.

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