OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

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sábado, 3 de março de 2012

Nº 1213-4 - «REZAR NA QUARESMA» 3 de Março de 2012

 

1ª SEMANA DA QUARESMA

Sábado

Mateus 5, 43-48

amai os vossos inimigos… para serdes filhos do vosso Pai celeste.”

****************

Como entender estas palavras exigentes?

Não serão impossíveis

(é impossível amar quem me faz mal?)

Ou inúteis (eu não tenho inimigos…?)

Jesus pede-me que mude a forma com,o olho para quem está ao meu lado.

É um inimigo, um rival, um pedaço do cenário?

Está na hora de fazer como Jesus:

olhar para o outro como irmão e amigo.

Com um amor verdadeiro, grande.

À maneira de Deus.

»»»»»»»»»»

Será possível?

Conseguirei amar, como Tu pedes,

quem me feriu, humilhou, ignorou?

Antes de tentar, estou aqui,

diante de Ti para pedir o Teu amor.

Só depois de curado pela Tua presença

serei capaz de amar o meu próximo.

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1213-3ª Página - Recordando o Padre Salgueirinho – Vitral - 3 de Março de 2012

 

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O prometido é devido

Quando iniciei esta Página, o intuito que me guiou era de que  todos os Sábados, em jeito de HOMENAGEM, incluiria aqui um ou mais textos que o Saudoso Padre Mário Salgueirinho - (de quem fui muito Amigo, desde os meus longínquos tempos de rapazinhode 14 anos somente”, primeiro durante o meu internamento no ex-Hospital D. Manuel I <hoje conhecido por Hospital de Gaia>, depois num pequeno período de meia dúzia de anos, se tanto, (quando eu por vezes tinha ocasião de o contactar por via de estar integrado no Corpo Nacional de Escutas, como explorador, caminheiro e posteriormente como Chefe de Agrupamento, até cerca de 1960-62) - e mais tarde, dos anos 71 em diante até à data da sua morte ocorrida a 29 de Outubro do ano passado (2011) – em que já nos encontrávamos praticamente todas as semanas – porque vinha celebrar Missa na Igreja de S. Paulo -  Comunidade do Bairro do Viso, essa Amizade foi crescendo mutuamente e como tal senti que tinha o dever de o recordar sempre que possa encontrar material escrito que ele foi deixando ao longo de vários anos, principalmente através do seu Vitral que era publicado na VOZ PORTUCALENSE (de que foi Diretor e Administrador), ou através de outros escritos, nomeadamente Poesia e Pensamentos sobre a Doutrina da Igreja e sobre os quais existem vários livros em casa de muitos católicos, e não só.

Logo que ocorreu o seu falecimento (que me deixou um pouco chocado, porque inclusivamente devo ter sido uma das poucas pessoas que com ele estiveram antes de falecer – apenas pouco mais de 24 horas do desenlace – ) daí partiu a minha determinação em cumprir o que prometi, pontualmente todos os sábados, recorrendo não só à Voz Portucalense, como a livros a que possa ter acesso e, também obtendo o endereço do seu blogue, em que aleatoriamente sem assuntos ou datas  predestinadas, recolheria tudo o que pudesse para prosseguir esta missão.

Como devem ter reparado, ultimamente (talvez por falta de espaço ou tempo, ou outro motivo preponderante a Voz Portucalense não tem podido dar seguimento à publicação de Vitrais). Recorri já por várias vezes ao blogue que, ele escreveu, e que graças a Deus, vai permanecendo na Internet, e desta vez segui o mesmo critério, e resolvi recolher os textos que foram  ali publicados no mês de Março de 2007, em 10, 16, 18 e 28 do referido mês, e que focam diversos assuntos tais como; O primeiro é o caso  de um homem que para escapar à desgraça, matou a mulher e depois suicidou-se a ele próprio, o que lembra o caso passado na semana passada em Beja de um homem que se suicidou, depois de ter matado a esposa, a filha e a neta: O segundo texto é sobre a existência de um livro seu, em que  exprime vários Pensamentos; o terceiro fala sobre a nomeação do Bispo D. Manuel Clemente para pastorear a Diocese do Porto; e finalmente o quarto é sobre a doença que acabou por levar à inatividade o também saudoso Bispo D. Armindo Lopes Coelho.

Uma nota curiosa: Por sinal esta publicação ocorreu 3 dias depois, de ser empossado como novo Bispo do Porto D. Manuel Clemente !!!

Espero que estes escritos sejam lidos ou relidos por todos os meus leitores e que também sejam pensados devidamente. Numa nota final quero ainda esclarecer que  a publicação não foi alteradaa não ser na grafia que está atualizada – mas a sua disposição é mantida “aliás como sempre faço” e as datas estão em sentido descendente. Os meus cumprimentos. António Fonseca

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Wednesday, March 28, 2007

O Nosso Bispo Armindo

Ando, há tempos, com a ideia de escrever sobre D.Armindo, que a enfermidade feriu com gravidade e ensombrou o seu tempo de merecido repouso depois de tantos anos de trabalho.
Cada Pastor tem o seu estilo. Pode conduzir o seu rebanho para pontos altos ou para zonas de alimentos mais acessíveis.
O Bispo Armindo foi um Pastor atento, competente, culto, organizado, respeitador do seu presbitério e do redil a ele confiado.
Como adoeceu assim?
É difícil e pesada a função de um Bispo: guardar e defender a Fé, ensinar, corrigir, proclamar, e administrar a porção da Igreja confiada. Quanto sacrifício, quantos problemas, quantas angústias, quantos desgostos desanimantes. Tudo isso foi pesando noite e dia sobre os ombros humanos deste Bispo empenhado em servir quanto a saúde lhe permitia dar-se.
D. Armindo sonhou partilhar o seu tempo de justo repouso colaborando com o Pastor que lhe sucedesse, oferecendo a sua experiência proveitosa. Talvez a doença - de que tem melhorado visivelmente - não permita colaborar tanto quanto gostaria, mas há uma certeza para todos nós, homens de fé: será com a sua cruz uma alavanca de auxílio à Diocese que serviu e amou quanto soube e pôde. E talvez esse sofrimento pela sua Diocese tenha contribuído para a nomeação do seu sucessor - um Bispo com os predicados que a grande e exigente Igreja do Porto necessita nesta hora.
Não tivemos a oportunidade de agradecer solenemente ao Pastor D. Armindo a sua generosidade, a sua doação, o seu martírio.
Mas, em expressão de admiração e de gratidão, evoco neste meu "Vitral" simples o Bispo D. Armindo, para que a luz possibilite compulsar o tamanho da sua personalidade e da sua ação episcopal.

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Sunday, March 18, 2007

O Novo Bispo do Porto

O próximo dia 25 de Março será um dia grande para a Diocese do Porto, porque nesse dia novo Bispo da Diocese, D. Manuel Clemente vai assumir o pastoreio do seu redil, na Sé catedral do Porto.
Esperamos que seja escasso o espaço para a cerimónia da tomada de posse, porque a gente da Diocese estará presente em massa, para acolher o seu Pastor " que vem em nome do Senhor".
D. Manuel Clemente, pelo que dele conhecemos, é um Pastor solícito, bem preparado na sequência dos seus ilustres antecessores. Começará por conhecer, como disse na sua primeira Saudação, essa mole imensa que é a Diocese do Porto: o seu presbitério, as congregações religiosas masculinas e femininas, as Instituições numerosas e variadas, a população crente e não crente, etc..
Mas a alegria com que é esperado e recebido, nesta hora de sofrimento do seu antecessor e daqueles que partilham da sua dor, é um compromisso de colaboração, de empenhamento nos trabalhos pastorais propostos, de conhecimento da voz do seu Pastor. " Conheço as minhas ovelhas e elas conhecem a minha voz" - disse Jesus, o Bom Pastor.
Esta recepção acolhedora será uma manifestação de disponibilidade para colaborar com o seu novo Bispo,ouvindo a sua palavra, acatando as suas orientações, apoiando as suas iniciativas, aceitando as suas decisões e partilhando dos seus momentos difíceis.
O povo do Porto costuma ser simpático, espontâneo, generoso e atento aos problemas da sua Igreja. Será interessado pelo percurso do seu novo Pastor, suavizando o ónus que ele assume, para que não se sinta só, mas sim rodeado de pessoas de boa vontade, disponíveis, entusiastas e fiéis.
É fundamental que os membros da Igreja portucalense - clero e leigos - estejam presentes na Sé catedral com o seu Bispo: com as suas orações com as suas saudações calorosas, os seus cânticos de júbilo, de ação de graças e de esperança, "bendizendo o que vem em nome do Senhor".

posted by Maia @ 5:46 PM 0 comments

 

Friday, March 16, 2007

Obras

Coleção «Pensamentos Belos»
(organizada por Mário Salgueirinho)
É uma colecção, com boa apresentação e preço acessível, constituída pelos títulos seguintes:
1 - AMIZADE
2 - MÃE
3 - FELICIDADE
4 - AMAR
5 - NATAL
6 - ALEGRIA
7 - DEUS
8 - JUVENTUDE
9 - PAI
10 - GRATIDÃO
11 - BONDADE
Outras obras:
- REZAR COM VIDA

posted by Maia @ 11:56 AM 0 comments

 

Saturday, March 10, 2007

A força do desespero

Há uma faixa etária extremamente abandonada, ingratamente tratada: é constituída pelos idosos, essa pléiade de homens e mulheres com a vida prolongada porque a sua estrutura física e cuidados médicos permitiram viver mais tempo que os seus avós e seus pais.
Os idosos pobres e os doentes em fase de dependência total, estão abandonados, não obstante algumas manifestações de apoio do Estado ou da Igreja.
Não precisei de abrir o meu jornal diário, pois a notícia bárbara vinha logo na primeira página. Para quem não leu (há gente que não gosta de ler notícias tristes...) - para quem não leu, eu sintetizo.
Um homem idoso, morador numa terra do sul do país, tinha a esposa gravemente doente, acamada numa situação de total dependência. O marido procurou interná-la em hospitais mas não conseguiu. Tentou interná-la num lar, mas também não conseguiu, porque não tinha dinheiro suficiente. Que fez ele então?
Aturdido pelo desespero, pela incapacidade de tratar da mulher, matou-a e seguidamente suicidou-se.
Duas vidas anuladas por falta de acolhimento, de assistência conveniente a que todos têm direitos constitucionais.
Pouca gente deve saber o quanto custa conseguir um lugar num lar. Os lares de idosos são muitos. Numa pequena rua da cidade há cinco ou seis mas a quantia que pedem é inatingível para a maior parte dessas pessoas carentes. Recorre-se a influências, algumas de peso, promete-se a reforma do interessado, mas a resposta é negativa: ou porque não há vagas ou porque não pertence a essa área geográfica ou porque exigem uma entrada elevada e uma mensalidade também alta.
Tive ocasião de verificar tudo isto.
Não me surpreendeu a dor e a atitude tresloucada daquele marido, cansado de pedir, desesperado pela situação grave da mulher.
É preciso que quem tem obrigação olhe atentamente para a carência penosa desta gente, que serviu a nação, que gastou as suas energias e envelheceu ou adoeceu com uma pensão insuficiente para o essencial quer para a alimentação, quer para a medicação quer para obter um lugar de repouso para fechar seramente o ciclo da sua vida terrestre.
Padre Mário Salgueirinho

posted by Maia @ 5:30 AM 0 comments

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Autoria do Padre Mário Salgueirinho Barbosa.


Esta transcrição conforme é dito acima foi efectuada  através do ex-blog: http://padremariosalgueirinho.blospot.com pois não o pôde ser de outro modo.

Do blog http://padremariosalgueirinho.blogspot.com,

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ANTÓNIO FONSECA

para publicar neste blogue, em 3-3-2012 – 10,20 horas

Nº 1213-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 3 DE MARÇO DE 2012

(3)

Nº 1213-2ª Página

EVANGELHO DE S. JOÃO

A REVELAÇÃO DO MISTÉRIO DO ESPÍRITO A UM MESTRE DE ISRAEL

3 – ENCONTRO DE NICODEMOS COM JESUS Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais entre os judeus. Foi ter com Jesus, de noite, e disse-Lhe: «Rabbi, sabermos que vieste, como Mestre, da parte de Deus, pois ninguém pode fazer os milagres que Tu fazes, se Deus não estiver com ele».  Jesus respondeu-lhe: «Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus». Disse-lhe Nicodemos: «Como pode nascer um homem sendo velho? Poderá entrar segunda vez no seio de sua mãe e voltar a nascerJesus respondeu: «Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne, e o que nasceu do Espírito é espírito. Não te admires por Eu te haver dito: Tendes de nascer de novo. O vento sopra onde quer; ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim é todo aquele que nasceu do espírito». Nicodemos inquiriu: «Como pode ser isso?» Jesus respondeu: «Tu és mestre em Israel e não sabes estas coisas? Em verdade, em verdade te digo que nós falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos mas vós rejeitais o nosso testemunho. Se não Me acreditais quando falo das coisas da terra como Me acreditareis se vos falar das coisas do Céu» Ninguém subiu ao Céu a não ser Aquele que desceu do Céu, o Filho do Homem, que está no céu. Assim como  Moisés levantou a serpente no deserto, assim também, tem de ser levantado o Filho do Homem, a fim de que todo aquele que n’Ele crer tenha a vida eterna. Porque Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho único, para que todo o que n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. porque Deus  não enviou o Seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas, para que o mundo seja salvo por Ele. Quem n’Ele crê não é condenado e quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus. E a causa da condenação é esta: A luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más.Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para não serem postas a descoberto as suas obras. Mas quem pratica a verdade, aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, pois são feitas em Deus».

II – VIAGEM NA SAMARIA E NA GALILEIA

ÚLTIMO TESTEMUNHO DE JOÃO – Depois disto, foi Jesus com os Seus discípulos para a terra da Judeia, permaneceu ali com  eles e batizava. João estava também a batizar em Enon, perto de Salim, porque havia ali muita água e acorria gente para ser batizada. João ainda não tinha sido encarcerado. Levantou-se uma disputa entre os discípulos de João e um judeu acerca da purificação. Foram ter com João e disseram-lhe: «Rabbi, Aquele que estava contigo além do Jordão, de Quem deste testemunho, está agora a batizar e todos vão ter com Ele». João respondeu: «O homem não poder receber coisa alguma se não lhe for dada do Céu. Vós próprios sois testemunhas de que eu disse: “Não sou o Messias; apenas fui enviado adiante d’Ele”. Quem tem a esposa é o esposo; e o amigo do esposo, que o acompanha e escuta, alegra-se sobremaneira, ouvindo a voz do esposo.- Essa é a minha alegria, que agora é completa. Ele deve crescer e eu diminuir. Aquele que vem do alto está acima de todos; o que é da terra, pertence à terra e falar da terra. Aquele que vem do Céu, dá testemunho do que viu e ouviu, mas ninguém recebe o Seu testemunho. Quem recebe o Seu testemunho certifica que Deus é verdadeiro. Porque Aquele a Quem Deus enviou refere as palavras de Deus, pois Deus não Lhe dá o Espírito por medida. O Pai ama o Filho e pôs todas as coisas nas Suas mãos. Quem acredita no Filho tem a vida eterna. Quem se recusa a crer no Filho não verá a Vida, e a ira de Deus permanece sobre ele».

Amanhã, dia 3/3/12, segue-se o Capítulo seguinte do Evangelho de SÃO JOÃO.

António Fonseca

Nº 1213– 1ª Página – (63/2012) - SANTOS DE CADA DIA (2º Sábado da Quaresma) – 3 de Março de 2012

Ver Notas no final

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1213 – 1ª Página – 2012

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Quaresma

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Beata Catarina Maria Drexel

Fundadora (1858-1955)

Catalina Drexel, Santa

Catalina Drexel, Santa Estrela Ver publicação no blogue de 2 de Março

Fundadora da Congregação
das irmãs do Santíssimo Sacramento

Catarina Maria Drexel nasceu no lar de um rico banqueiro de Filadélfia, a 26 de Novembro de 1858. Não conheceu a mãe, que faleceu um mês depois do parto. Foi educada pela madrasta, Ema Bouvier, segunda esposa do pai, Francisco Drexel. O dinheiro não corrompeu a família Drexel, porque em sua casa a religião e a caridade estavam acima de tudo. O pai sustentava vários institutos católicos, que cuidavam dos pobres; a mãe adotiva era conhecida como a “matrona da bondade”, pois visitava e socorria os necessitados em seus tugúrios. Muitas vezes fazia-se acompanhar por Catarina ou por qualquer outra das suas duas irmãs. Ensino da religião e prática da caridade são as linhas mestras que vão orientar toda a vida de Catarina são as linhas mestras que vão orientar toda a vida de Catarina. Desde jovem , vê-mo-la entregar-se a ensinar o catecismo com alegria e entusiasmo. A frequência dos sacramentos e o exercício da caridade levaram-na a progredir no caminho espiritual, de tal forma que sentia desejos de abraçar a vida consagrada. Todavia, o Padre Tiago O’Connor, seu diretor espiritual, fez-lhe ver que ela no mundo podia fazer muito pelo Reino de Deus, ajudando as missões entre os índios e os negros do país. Ela concordou, mas isto não a impediu de se consagrar totalmente a Deus com o voto de virgindade, para melhor O conhecer, amar e servir. (…) Fiel ao carisma da promoção dos indígenas e dos negros americanos, a Irmã Catarina Drexel empregou todos os bens da família que lhe tocaram por herança na construção de 60 escolas, 3 casas para assistência social, um centro missionário. Levou o seu arrojo até à criação da Universidade Xavier em Nova Orleães, para formar os negros, que não podiam entrar nas Universidades comuns do Estado. Enquanto as forças lho consentiram, visitava com regularidade todos os centros que fundara. Em 1937, contando 79 anos, entregou o governo da Congregação a outra Irmã e recolheu-se a uma vida de mais intensa oração e contemplação. Assim viveu até 3 de Março de 1955, em que placidamente faleceu no Senhor, com mais de 96 anos de idade. Tendo sido aprovado um milagre atribuído à sua intercessão, foi beatificada por João Paulo II no domingo, 20 de Novembro de 1988. AAS 79 (1987) 610-14; DIP 3, 980. AAS 80 (1988) 1802-6; W. MEYER, OP.F.M. To The Least, Munster 2 1976. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

COMPLEMENTO
 
A mãe de Catarina morreu cinco semanas depois dela ter nascido. O seu pai, um banqueiro rico chamado Francisco Drexel, posteriormente casou-se com Ema Bouvier, uma católica devota. Foi Ema que incutiu em Catarina o grande amor pela caridade. Como acreditava que Deus lhes tinha concedido a riqueza para que pudessem ajudar os outros, Ema envolveu Catarina em atividades como distribuir comida, medicamentos, roupas e dinheiro  pelos pobres. Quando o pai dela morreu. Catarina herdou milhões de dólares, que usou para ajudar os necessitados. Catarina começou a suportar os custos da educação dos nativos americanos. Apesar dos seus amigos íntimos lhe terem dito que provavelmente ela poderia ajudar mais as outras pessoas se saísse do convento, Catarina sentia-se demasiado atraída pela vida contemplativa para seguir o conselho. Em 1889, ela tornou-se uma Irmã da Misericórdia.
Uma Ordem nova – Em 1891, Catarina fundou uma Ordem que hoje em dia é conhecida como as Irmãs do Santíssimo Sacramento. Além dos votos tradicionais de pobreza, caridade e obediência, as irmãs prometiam solenemente “ser mães e servas” dos nativos americanos e afro-americanos. As freiras construíram  a sua primeira escola missão para os nativos americanos em Santa Fé, no Novo México. Nos anos sucessivos, elas fundaram um total de 145 missões e 12 escolas para os nativos americanos e 50 escolas para os afro-americanos. Catarina fundou também a Universidade Xavier em Nova Orleães, o primeiro colégio universitário católico para afro-americanos. Em 1935, Catarina sofreu um ataque de coração grave e passou os últimos 20 anos de vida na tranquilidade do retiro, dedicando-se à oração. Depois da sua morte em 1955, o resto dos seus bens foi destinado à caridade. A Madre Drexel foi canonizada no ano 2000.
 
No seu rasto
 
Catarina foi uma pioneira em favor dos nativos americanos e afro-americanos.
Muitas outras pessoas seguiram o seu exemplo desde então. Em seguida iremos mencionar três das organizações que lutam para estabelecer a igualdade e a justiça aos diferentes povos que vivem na América e em todo o mundo:
 
* A Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor, outra organização pioneira, continua a sua luta pelos direitos dos afro-americanos.
* O Centro Comunitário Web para os Povos >Nativos, que põe em contacto os povos indígenas através da Internet proporcionando-lhes os elementos e os recursos que necessitam para comunicar uns com os outros.
* A Organização Internacional do Trabalho uma agência das Nações Unidas, que tenta promover a justiça social e o reconhecimento internacional dos direitos laborais e humanos.
Catarina, e muitas outras pessoas como ela , seguiram a mensagem de Jesus de nos amarmos uns aos outros. No entanto, ainda se encontram pessoas de todas as raças que precisam de ajuda. Considere a possibilidade de dar o seu contributo hoje. 
 
ORAÇÃO
 
Pai-Nosso que estais no Céu, abençoa-nos com a Tua riqueza espiritual como abençoaste a Tua serva Santa catarina Drexel. Que o exemplo desta extraordinária mulher ajude especialmente a juventude a compreender que neste mundo não se pode encontrar tesouro maior que seguir Cristo com todo o coração e usar generosamente as ofertas que nós recebemos para servir os outros e para construir um mundo mais justo e fraternal. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
Durante o tempo de vida de Santa Catarina Drexel (1858-1955)  ocorreram entre outros os seguintes acontecimentos: Refrigera-se pela primeira vez o sangue para praticar posteriormente uma transfusão (1916); Emancipação dos servos russos (1861); Óscar Wilde publica A Importância de se chamar Ernesto (1899); Os Tratados de Paz que põem fim à Segunda Guerra Mundial são assinados em Paris (1947). 
  • 43675 > Santa Caterina (Katharina) Drexel Fondatrice MR

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  • Cunegundes, Santa

  • Imperatriz de Alemanha

  • Cunegunda, Santa

    Cunegunda, Santa

    Martirológio Romano: No mosteiro de Kaufungen, em Hesse, santa Cunegunda, que aportou muitos benefícios à Igreja juntamente com seu cônjuge, o imperador são Enrique, e após a morte deste abraçou a vida cenobítica no mosteiro onde se havia retirado. Ao morrer fez a Cristo herdeiro de todos seus bens e seu corpo foi colocado junto os restos de são Enrique, em Bamberg (1033/ 1039). Etimologicamente: Cunegunda = Aquela guerreira de origem nobre, é de origem germânica. Imperatriz alemã. Nasceu em 980, filha do conde Sigfredo de Luxemburgo. Em 998-1000 casou-se com o último sucessor da casa reinante de Saxónia, duque Enrique de Baviera (Enrique II o Santo), eleito em 1002 rei de Alemanha e que em 1014, junto com sua esposa, foi coroado Imperador em Roma pelo papa Bento VIII. O matrimónio, ainda que muito feliz, não teve descendência. Cunegunda possuía uma formação muito boa para sua época, participou em muitas gestões de governo, acompanhou a seu esposo em viagens e campanhas, exercendo como suas predecessoras uma grande influência política. Em 1012 e 1016 representou a Enrique como governadora do reino de Saxónia. Constantemente tratou de moderar o Imperador, impulsivo e iracundo por natureza, intercedendo sempre pela paz interior e exterior, assim como pela justiça social. Cunegunda estava em relação com o mosteiro reformado de Cluny em França, que também visitou pessoalmente. Desde esse lugar o casal imperial era animado a levar a cabo a reforma do sistema eclesiástico em Alemanha (que tantas falhas mostrava, sobretudo nos mosteiros beneditinos e no alto clero), tal como ordenava especificamente o sínodo de Pavia de 1022, convocado pelo Papa e o Imperador. Por meio de ricas fundações sufragadas com seu dote, Cunegunda apoiou o episcopado de Bamberg, de nova criação, assim como o de Merseburg, desde onde se iniciou a evangelização. Ao morrer Enrique II em 1024, Cunegunda fez de regente tomando parte ativa na nomeação de Conrado 11 como rei de Alemanha, retirando-se logo para a abadia de monjas beneditinas de Kaufungen (Hessen-Kassel), fundada por ela, onde, já como monja, realizou grandes obras de caridade. Morreu nesta abadia em 3 março 1033, sendo enterrada na catedral de Bamberg, junto a seu defunto esposo. Enrique foi canonizado em 1145 e Cunegunda em 1200. O povo e a liturgia a veneram como a imperatriz virgem que manteve uma relação muito especial com a Virgem Maria. Em redor de sua recordação se tecem várias lendas (por exemplo, a prova de fogo narrada pela Lenda áurea de Jacobo de Varagine a que se submeteu por pretendida infidelidade). Segundo a versão das novas investigações, também é fruto de lenda popular a versão de voto de castidade no matrimónio imperial. A festa de Cunegunda se celebra em 3 de março. As principais fontes para conhecer sua vida são especialmente a crónica de seu contemporâneo, o Bispo Thietmar de Merseburg (ed. R. Holtzmann, MGH, Scriptores reruin Germanicarum, IX), e a bula de canonização (Acta Sanct., marzo 1,281 ss.).

  • 43700 > Santa Cunegonda Imperatrice MR

  • Ascolta da RadioVaticana:
    Ascolta da RadioRai:

    COMPLEMENTO
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    Cunegundes nasceu no seio da realeza e cresceu numa família religiosa. Casou com Henrique II, Duque da Baviera, que partilhava a sua Fé. Em 1002, Henrique tornou-se Rei da Alemanha. Doze anos depois, o papa Benedito VIII coroou Henrique e Cunegundes, Imperador e Imperatriz do Sacro Império Romano. Nesse tempo, a moralidade de parte do clero era suspeita. Com o apoio de Cunegundes, Henrique tentou reformar aqueles que se afastaram dos seus votos. Cunegundes também influenciou Henrique noutras áreas. Convenceu-o a fundar a Catedral e Mosteiro de Bamberg,que se tornou um episcopado bávaro. Por si só, Cunegundes fundou um mosteiro beneditino em Kaufungen. Foi então que Henrique ouviu dizer que a esposa lhe tinha sido infiel. Cunegundes negou veemente a acusação e para o provar caminhou sobre pás de arado quentes, teste comum na época para provar a inocência. Não sofreu qualquer dano, o que foi considerado um sinal divino da sua fidelidade e Henrique não voltou a duvidar dela.
    Cuidando dos outros – Após a morte de Henrique, Cunegundes entrou para o mosteiro em Kaufungen e dedicou-se à oração e aos cuidados dos doentes. Pôs de lado todos os privilégios que tivera como Imperatriz. No seu leito de morte, em 1039, insistiu em ser sepultada nas simples vestes de freira, mostrando a sua devoção a Deus.
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    No seu rasto
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    Por vezes, o chamamento para uma vocação religiosa chega tarde na vida, tal como aconteceu com Cunegundes. 
    Nos tempos mais recentes, a Igreja Católica tem visto um número cada vez maior de pessoas mais velhas, muitas vezes viúvos ou viúvas, por vezes com filhos já adultos, responderem, ao chamamento para servir a Deus e à Igreja. Muitas pessoas, após anos duma vida adulta proveitosa como laicos, e por vezes em consequência de mudanças profundas optam por entrar na vida religiosa. Estas pessoas levam para a Igreja a sua experiência social e profissional do mundo e estão livres de muitas dúvidas e indecisões que podem afectar os mais novos que ponderam sobre a suas vocação religiosa. A Igreja está aberta a todos, seja qual for a sua idade. se está a considerar a possibilidade duma vocação religiosa, converse com o Padre da sua paróquia, que lhe poderá dar conselhos frutuosos e encaminhá-lo para as estruturas locais. Se preferir, poderá contactar diretamente o seminário mais próximo ou qualquer convento, onde lhe darão todo o apoio necessário.
     
    ORAÇÃO
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    Meu Deus, Pai misericordioso, fonte de generosas colheitas, concede a Tua graça àqueles que chamaste a recolher os frutos do Teu trabalho; conserva-os e fortalece-os no seu serviço a Ti. Abre os corações dos Teus filhos para que reconheçam a Tua vontade Divina; inspira-os a amarem e desejarem entregar-se ao serviço dos outros em nome de Teu Filho, Jesus Cristo. Ensina aos Teus fieis a seguirem os seus caminhos na vida, guiados pela Tua Palavra e Verdade Divinas. Pela intercessão da Santíssima Virgem Maria, pelos Anjos e Santos, humildemente Te suplicamos, escuta as nossas orações e atende às necessidades da Tua Igreja, por Cristo Nossos Senhor. Ámen.
    (Oração contemporânea)
    Durante o tempo de vida de Santa CUNEGUNDES (séculos X-XII) ocorreram entre outros os seguintes acontecimentos: Erik o Vermelho descobre a Gronelândia (980-983); Guido d’Arezzo cria o sistema de notação musical (1025); A cultura toltec torna-se dominante no México (950); A pólvora é inventada na China (1000).
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  • Gervino, Santo
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  • COMPLEMENTO
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    Gervino nasceu no nordeste de França durante o século XI. Estudou na escoa da catedral de Reims, mas abandonou os estudos temendo que a poesia secular o conduzisse ao pecado e tornou-se cónego da Catedral de Reims. Quando os seus pais faleceram, encontrou um marido para sua irmã e ofereceu a maior parte da sua fortuna ao jovem casal. Gervino pediu então a Ricardo, Abade do convento de Saint-Vannes, em Verdun, que o aceitasse como monge. Adaptou-se bem à vida monástica e pouco depois foi nomeado Capelão. Gervino também acompanhava Ricardo com frequência nas suas viagens. Numa visita à corte, Henrique I de França pediu-lhe para se tornar Abade de Saint-Riquer. Gervino pediu consentimento à sua comunidade e aceitou com relu6tância. Como Abade, Gervino vivia uma vida de austeridade, jejuando e preferindo a oração ao repouso. era também muito empenhado no seu trabalho. Para além de gerir a Abadia e reunir manuscritos para a biblioteca, construiu capelas e santuários, e viajava pregando e ouvindo confissões. Foi mesmo a Inglaterra, onde a Abadia possuía propriedades, e tornou-se amigo do rei Eduardo, o Confessor.
    O Santo Abade – Muito admirado por todos os que o conheciam, Gervino era chamado o “Santo Abade”. Quando atingiu o ponto mais alto do seu sucesso, surgiu a maior provação: descobriu que tinha lepra. Recusou lamentar-se e continuou a levar uma vida de oração e agradecia a deus todos os dias. Em 1075, o “Santo Abade” faleceu em paz diante do altar da sua igreja e rodeado pelos seus companheiros monges.
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    No seu rasto
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    Gervino viveu uma vida cheia cuidando dos seus monges. Quando adoeceu, aceitou a sua doença como a vontade de Deus e continuou a rezar com grande devoção.
    Hoje, os cuidados dos doentes são normalmente confiados aos hospitais, onde os que sofrem têm assistência médica e cuidados de saúde. No entanto, há muitos outros serviços de que um doente necessita: companhia, carinho, apoio espiritual. Os voluntários levam aos doentes essas outras coisas de que necessitam para que a passagem pelo hospital não seja tão penosa. Estes serviços são normalmente organizados pela capelania do hospital, que poderá contactar se achar que pode auxiliar. Todos podemos participar desse apoio visitando os nossos amigos e conhecidos que estão doentes, sobretudo aqueles cuja família não lhes pode dar um apoio permanente. Por vezes uns minutos de conversa, uma pequena ajuda, ou mesmo momentos de oração em conjunto poderão ser um  grande apoio para os que sofrem. Poderemos também rezar pedindo a Deus o alivio do sofrimento dos nossos doentes. 
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    ORAÇÃO
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    Deus Todo-Poderoso, em cujas mãos reside todos os poderes dos homens, permite que não desperdicemos a vida que nos deste em questiúnculas inúteis; permite-nos que através do Espírito Santo afastemos a preguiça e a negligência para que cada dia possamos levar a cabo a tarefa que nos destinaste e assim obter o sucesso que promova a Tua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Ámen.
  • (Oração do Dr. Samuel Johnson)
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    Durante o tempo de vida de Santo Gervino (século XI) ocorreram entre outros os seguintes acontecimentos: Vida de Omar Khayyám, poeta persa (1048-1122); O Papa Urbano proclama a Primeira Cruzada (1095); Início da construção da Catedral de Pisa (1063); Reinado de Henrique I de Inglaterra (1100-1135).
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  • Frederico de Hallum, Beato

    Abade

    Frederico, nascido em princípios do século XII, era ainda criança quando perdeu o pai; a mãe educou-o no temor de Deus e na prática da virtude. E mandou-lhe terminar os estudos em Munster, Vestefália. Quando ele recebeu o sacerdócio, os compatriotas pediram-no para ajudar o pároco e, por morte deste, Frederico viu-se encarregado da freguesia. passou vários anos neste cargo modesto, unicamente ocupado com os seus deveres e com a santificação da paróquia. Mas tinha o projeto de se fazer religioso em vida comum. Animado pelo bispo de Utrecht, estabeleceu a abadia do Jardim de Maria (Mariengardt) que se tornou célebre mais tarde, quando os premonstratenses lá se viram instalados. O santo pároco tinha passado algum tempo no convento deles de Mariengardt para se habituar à disciplina e às observâncias da vida religiosa. Depois, foi preciso em Mariengardt juntar-lhe dois anexos, que ficaram igualmente sob a direção de Frederico. Este operou vários milagres durante a vida e a seguir à morte. Esta surpreendeu-o em Hallum, a 3 de Março de 1175, e o corpo ficou depositado na capela que ele mandara construir no princípio da fundação. Em 1616, os premonstratenses fizeram o levantamento do seu corpo afim de o transferirem para a abadia da Boa Esperança, na diocese de Cambraia; e conservaram disso a lembrança no martirológio deles, a 6 de Dezembro. Mas celebram a festa principal a 3 de Março. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

  • 43850 > Beato Federico di Hallum MR

  • • Liberato Weiss e companheiros, Beatos

    Samuel Marzorati (António Francisco) e Miguel Pio Fasoli

    Mártires (1716)

    Liberato Weiss y compañeros, Beatos

    Liberato Weiss e companheiros, Beatos Samuel Marzorati (de secular, António Francisco) e Miguel Pío Fasoli

    Na solenidade de Cristo Rei, domingo, 20 de Novembro de 1988, João Paulo II elevou às honras de beatificação os Padres Liberato Weiss, Samuel Marzorati e Miguel Pio Fasoli, da Ordem dos Frades Menores Franciscanos e mártires na Etiópia em Março de 1716. Liberato Weiss nasceu em Konnersreuth, na Baviera, a 4 de Janeiro de 1675. Aos 18 anos pediu para ingressar na Ordem dos Frades Menores. Fez o noviciado em Graz (Áustria). recebeu a ordenação sacerdotal, cinco anos mais tarde, em Viena. Samuel Marzorati veio à luz do dia em Biurno Inferiore (Itália), a 10 de Setembro de 1670. No batismo tomou os nomes de António e Francisco. passou os anos da puerícia no mosteiro dos Frades Menores onde entrou com o nome de Samuel. Ordenado sacerdote, não duvidou em pedir para se preparar a fim de um dia ir para as missões. Miguel Pio Fasoli, que nasceu em Zerbo, perto de Pavia (Itália), a 3 de Maio de 1676, foi igualmente admitido na Ordem dos Frades Menores. Depois da ordenação sacerdotal, aplicou-se ao ensino da teologia, manifestando ao mesmo tempo o desejo de ir para as missões da Etiópia. De facto para lá partiram. Depois de uma breve permanência no Cairo, chegaram à Etiópia nos meados de 1712. Com a mudança política no país , os três missionários foram encarcerados e lapidados a 3 de Março de 1716. Na homilia da beatificação, o santo Padre elucida-nos algo a respeito das causas que levaram os missionários a dar a vida pela fé católica: «A celebração do martírio destes Franciscanos recorda-nos também os períodos durante os quais as relações entre a Igreja católica e a Igreja etíope eram difíceis. A fraternidade, que deveria ter reinado entre as duas Igrejas irmãs, estava então conturbada por graves e reciprocas incompreensões causadas pela ignorância da linguagem de uns e de outros, pela diferença de cultura e por varias circunstâncias”, Só com o Concílio Vaticano II começou o diálogo ecuménico entre as diversas Igrejas. Por isso, o Santo Padre encerra a sua exposição com estas palavras: “ Observo com alegria que hoje os vínculos de fraternidade entre os cristãos na Etiópia são mais profundos e que eles conduzem , em particular, a uma colaboração em ordem a aliviar as dores de quem sofre. Oxalá os novos beatos e todos os Santos do céu intercedam junto do Senhor, a fim de que nesse País, onde desde há tantos séculos os cristãos têm testemunhado a sua fidelidade a Cristo até ao ponto de darem a vida por Ele, vivam todos na unidade de fé e de amor”. AAS 82 (1990) 313-17; L’OSS. ROM. 27.11.1988. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

  • 91250 > Beato Liberato Weiss e compagni Martiri francescani MR78600 > Beato Michele da Zerbo e compagni Martiri MR

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    Marino e Astério, Santo

  • Mártires (260)

    Marino y Asterio, Santos

    Marino e Astério, Santos

    Não havia sinais de perseguição contra os cristãos em qualquer parte do Império, escreve Eusébio, quando vagou o lugar de centurião em Cesareia da Palestina. Um oficial cristão, chamado Marino, tinha todas as probabilidades de ser nomeado, mas apareceu um rival que alegou a existência duma lei antiga, segundo a qual ninguém podia ser nomeado centurião sem oferecer um sacrifício. Não recorrendo a qualquer subterfúgio, Marino confessou a sua fé. Foi-lhe concedido em consequência o prazo de três horas para escolher entre a apostasia e a morte. Ao sair do pretório, encontrou o bispo Teotecno que o levou à igreja e, apontando-lhe para a espada e para o Evangelho, o incitou a fazer uma escolha digna de um cristão. O oficial colocou as mãos sobre o livro santo. A seguir, o bispo despediu-se dizendo: “Conta com a graça de Deus para permaneceres fiel à tua escolha e mereceres as recompensas prometidas pelo Evangelho”. Passadas as três horas, Marino apresentou-se diante dos chefes e declarou que não podia prestar ao imperador um culto que só era devido a Deus. Foi, por isso, decapitado imediatamente. Astério, estendendo a capa, envolveu nela o corpo e a cabeça de S. Marino. Pondo tudo aos ombros, levou a enterrar os despojos do mártir. Esta ação valeu-lhe também a ele a coroa do martírio. Isto pelo ano de 260. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

  • 43750 > Santi Marino di Cesarea e Asterio Martiri MR

  • Ascolta da RadioRai:
    Ascolta da RadioMaria:

    • Anselmo de Nonántola, Santo
    Abade

    Anselmo de Nonántola, Santo

    Anselmo de Nonántola, Santo

    Martirológio Romano: Em Nonántola, na Emília, santo Anselmo, fundador e primeiro abade deste mosteiro, em que durante cinquenta anos promoveu a disciplina monástica, tanto com seus preceitos como no exercício das virtudes (803). Etimologicamente: Anselmo = Aquele que tem a proteção divina, é de origem germânica. Quando o rei Astulfo governava Itália, seu cunhado Anselmo, duque de Friuli, o acompanhou em suas campanhas militares. O duque não só era um valente soldado, mas também um fervoroso cristão. Primeiro fundou um mosteiro e um hospital em Fanano, na província de Módena e mais tarde, uma grande abadia a uns 30 quilómetros ao sul de Nonántola. Desejoso de consagrar-se inteiramente a Deus, Santo Anselmo foi para Roma, onde tomou o hábito de São Bento e foi nomeado abade da nova comunidade. O Papa Estevão III lhe deu também permissão de trasladar a Nonántola o corpo do Papa São Silvestre. Astulfo enriqueceu muito a abadia, e lhe concedeu grandes privilégios, de sorte que se fez famosa em toda Itália. O abade Anselmo chegou a governar a mais de mil monges. Igualmente estava encarregado de um grande hospital e de um albergue para os enfermos e peregrinos que ele mesmo havia construído perto do mosteiro, em honra de Santo Ambrósio. Desidério, o sucessor de Aistulfo, desterrou o santo abade a Monte Cassino, onde passou sete anos; mas Carlomagno o restituiu a Nonántola, e aí morreu, já muito ancião, depois de haver passado cinquenta anos na religião.

  • 90975 > Sant' Anselmo di Nonantola Abate MR

  • Santos Cleónico e Eutrópio,

    mártires

    Cleónico y Eutropio, Santos

    Cleónico e Eutropio, Santos

    Martirológio Romano: Em Amasea (hoje Amasya), no Ponto, hoje Turquia, santos Cleónico e Eutropio, mártires na perseguição sob o imperador Maximiano, sendo procurador Asclepiódato (s. IV). Existe uma antiga narração relativa a três mártires, militares de profissão: os irmãos Eutropio, Cleónico e Basílico, este último parente de são Teodoro o recluso, que foram descobertos como cristãos e depois de terem sido submetidos a uma grande variedade de tormentos, foram trasladados a Comona onde Eutropio e Cleónico foram executados imediatamente, enquanto Basílico teve que esperar até 22 de maio para receber sua palma de martírio.

  • 92996 > Santi Cleonico ed Eutropio Martiri MR


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    • Emetério e Celedónio, Santos
    Mártires

    Emeterio y Celedonio, Santos

    Emetério e Celedónio, Santos

    Martirológio Romano: Em Calahorra, na Hispânia Tarraconense, santos Emeterio e Caledónio, os quais, estando cumprindo a milícia nos acampamentos junto a Leão, na província de Galiza, por confessar o nome de Cristo no inicio da perseguição foram conduzidos a Calahorra e ali coroados com o martírio (c. s. IV). Etimologicamente: Emetério = Aquele que é defensor, é de origem grega, Em verso recolheu por escrito os relatos de sua morte, o poeta hispano Prudêncio. Calahorra (La Rioja, Espanha) está unida a estes soldados pelo facto de seu martírio e talvez também por ser o lugar de seu nascimento. Outros assinalam a Leão como berço pelos livros de orações leoneses - antifonários, lecionários e breviários do século XIII - ao interpretar «ex legione» como lugar de sua proveniência, quando parece ser que a frase latina é melhor referida á Legión Gemina Pia Felix a que pertenceram e que esteve acampada perto da antiga Lancia, hoje Leão, segundo se encontra no documento histórico denominado "Actas de Tréveris" do século VII. Na parte alta de Calahorra está a igreja do Salvador - provavelmente em testemunho perpétuo do facto martirial - por onde antes esteve um convento franciscano e antes ainda a primitiva catedral visigótica que se construiu, segundo o costume da época, junto à residência real, para defesa ante possíveis invasões e que foi destruída pelos muçulmanos na invasão de 923, segundo consta no códice primeiro do arquivo catedralicio. Não se conhecem as circunstâncias do martírio destes santos; não as refere Prudêncio. ¡Que pena que o imperador Diocleciano ordenasse queimar os códices antigos e expurgar os escritos de seu tempo! Com isso tentou, pelo que nos refere Eusébio, que não ficasse constância nem servisse como propaganda dos mártires e evitar que se estendesse o incêndio. (Ver mais sobre SANTOS EMETÉRIO E CELEDÓNIO em http://es.catholic.net/santoral.)

  • 43740 > Santi Emiterio e Cheledonio Martiri MR

  • • Inocêncio de Berzo, Beato
    Presbítero Capuchinho

    Inocencio de Berzo, Beato

    Inocêncio de Berzo, Beato

    Martirológio Romano: Em Bérgamo, também de Lombardia, em Itália, beato Inocêncio de Berzo (Juan) Scalvinoni, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores Capuchinhos, que brilhou por sua eximia caridade difundindo a palavra de Deus e escutando as confissões (1890). Etimologicamente: Inocêncio = Aquele que não tem maldade, é de origem latino Sacerdote da Primeira Ordem (1844‑1890). Beatificado por João XXIII em 12 de novembro de 1961. Inocêncio, filho de Pedro Scalvinoni e Francisca Poli, nasceu em 19 de março de 1844 em Niardo em Valcamonica (Brescia), no baptismo se lhe chamou Juan. Perdeu cedo a seu pai. Entrou no Seminário e se ordenou sacerdote em 2 de junho de 1867. Coadjutor paroquial, se distinguiu por seu desprendimento das coisas, pela assiduidade no confessionário e sua caridade para com os pobres, a assistência aos enfermos e a pregação humilde. Nomeado por seu bispo Vice-reitor do Seminário, um ano depois foi novamente destinado ao trabalho pastoral paroquial em Berzo, onde desenvolveu uma intensa atividade apostólica, a base de oração, bom exemplo e uma pregação simples e paternal, acompanhamento individual às pessoas para as conduzir a Deus. Mas o Senhor o chamava a uma vida mais austera. Depois de uma maior preparação espiritual, superadas não poucas dificuldades, pediu ser admitido entre os Irmãos Menores Capuchinhos, onde ingressou em 1874, com o nome de Frei Inocêncio. Foi a Albino, logo ao convento da Santíssima Annunciatta, como vice mestre de noviços; em 1880 foi assinalado á redação dos Anais franciscanos em Milão. Depois foi a Crema, levando a todas partes a irradiação de sua santidade. Novamente destinado ao convento da Santíssima Annunciatta, onde encontrou o que seu espírito ansiava: ser santo a todo o custo. No solitário convento tinha modo de submergir-se em aquela união com Deus que era acorde com seu temperamento, secundar sua intensa ânsia de sacrifício, de penitência e de ocultamento. Seu ideal era anular-se e fazer-se olvidar, o exercício de prolongadas horas de oração e de contemplação, o desempenho dos humildes ofícios do ministério sacerdotal e de aqueles todavia mais humildes da vida conventual, como a petição de esmola de casa em casa, com a pregação do bom exemplo e de uma boa palavra. A beleza de sua alma transparecia através destas manifestações. Pregou cursos de exercícios espirituais a seus co-irmãos, nos quais derramou a abundância de seu espírito seráfico. Neste ministério da pregação de exercícios espirituais deveu impor-se violência, pois não se considerava capaz de nada. Morreu aos quarenta e seis anos em 3 de março de 1890, na enfermaria do convento de Bérgamo. O Senhor chamou a si ao servo bom e fiel, que havia vivido na humildade e na pobreza. Seus paisanos de Berzo reivindicaram o corpo deste autêntico filho de São Francisco.

  • 72400 > Beato Innocenzo da Berzo Sacerdote MR

  • • Jacobino de Canepacis, Beato
    Religioso Carmelita

    Jacobino de Canepacis, Beato

    Jacobino de Canepacis, Beato

    Martirológio Romano: Em Vercelli, no Piemonte, beato Jacobino de’ Canepacci, religioso da Ordem dos Carmelitas, preclaro por sua dedicação á oração e à penitência (1508). Etimologicamente: Jacobino = Pertencente à família de Jacobo, é de origem latina. Nasceu em Piasca, diocese de Vercelli (Itália), em 1438. Seus pais, bons cristãos, o educaram em todas as virtudes humano-divinas. O menino e o jovem Jacobino ia pouco a pouco assimilando estes ensinamentos. Sendo já um jovem maduro e atraído pela especial devoção que conheceu que os carmelitas professavam á Santíssima Virgem, pediu ser acolhido entre eles. Desde o princípio rogou ser admitido como irmão de obediência e se pôs ao serviço de todos e á disposição incondicional tanto dos superiores como de todos os demais irmãos. Ao professar, o primeiro ofício que o encarregaram os superiores foi o de esmoler. Maus tempos aqueles para a débil economia conventual. Abundavam também as pestes e outras enfermidades. Tudo isso contribuía a penúria que reinava em quase todos os conventos. Frei Jacobino percorria, com grande sacrifício e bondade, ruas e praças, tanto de Vercelli como de outros povos vizinhos, para recolher quantas esmolas lhe davam os bons cristãos. Com estas esmolas, além de ajudar a sua própria comunidade, ajudava também, com permissão dos superiores, a quantos pobres encontrava á sua passagem. Outro cargo que também desempenhou com a admiração de todos foi o de porteiro do convento de Vercelli durante muitos anos. Ele sabia muito bem que quantos visitam os conventos a imagem que levam dele é o que lhes há dado o irmão porteiro. O Irmão Jacobino procurava dar bom exemplo sempre e a todos com sua afabilidade, humildade e distinto trato. Todos ficavam admirados de sua bondade e o tinham por santo. Cheio de méritos, aos 70 anos de idade, e depois de lhe haver sido anunciado a Santíssima Virgem Maria, É conhecido com o duplo nome de Jacobino de Canepacis ou de Crevacuore. O papa Gregório XVI, em 5.3.1845, aprovou seu culto imemorial.

  • 43725 > Beato Giacomino da Crevacuore (di Canepaci) MR

  • • Pedro Geremía, Beato
    Sacerdote Dominicano

    Pedro Geremía, Beato

    Pedro Geremía, Beato

    Martirológio Romano: Em Palermo, na Sicília, beato Pedro Geremia, presbítero da Ordem de Pregadores, que, confirmado por são Vicente Ferrer no ministério da palavra de Deus, se entregou de todo à salvação das almas (1452). O Beato Pedro Geremia nasceu em Palermo (Itália), em 1399. Estudou direito em Bolonha e em 1424, na véspera de sua graduação, entrou num convento da Ordem Dominicana. Foi noviço de Santo António. Participou na reforma espiritual de Ordem e ajudou na reforma do clero diocesano. Morreu em 1452. O culto foi confirmado pelo Papa Pio VI em 12 de Maio de 1784.

    • Pedro Renato Rogue, Beato
    Mártir

    Pedro Renato Rogue,  Beato

    Pedro Renato Rogue, Beato

    Martirológio Romano: Em Vannes, da Bretanha Menor, em França, beato Pedro Renato Rogue, presbítero da Congregação da Missão e mártir, que em tempo da Revolução Francesa, recusando o injusto juramento imposto ao clero, permaneceu secretamente na cidade, para atender com seu ministério aos fieis, e finalmente, condenado a pena capital, descansou na misericórdia do Senhor na mesma igreja onde celebrava os sagrados mistérios (1796). A figura do Beato Pedro Renato Rogue, missionário paul e mártir durante a Revolução francesa, é uma figura atraente e de grande atualidade. Se chama "Mártir da Eucaristia e da Caridade". Com este sobrenome se compendia sua jovem vida, ao serviço de Deus e dos irmãos. Vannes é uma antiga cidade da Bretanha francesa, onde nasceu Pedro Renato, em 11 de Junho de 1758, sendo seus pais Cláudio Rogue e Francisca Loiseau, pertencentes à classe média da cidade. Como bons cristãos batizaram a seu filho no dia seguinte ao seu nascimento. La prueba se abatió sobre la familia Rogue con la muerte del padre, cuando Pedro Renato no tenia más que tres años. Su madre, como la mujer fuerte de la Biblia, supo hacer frente a su desgracia y educar adecuadamente a su hijo, en el Colegio de san Ivo, dirigidos por los Jesuitas. Formó parte de la Congregación mariana del Colegio y en ella profundizo en la devoción a la Virgen, que perduraría durante toda su vida. En aquel ambiente no fue extraño el brote vocacional al sacerdocio, animado por su generosa madre. Estaba el Seminario diocesano de Vannes, dirigido por los Hijos de san Vicente de Paúl, que lo recibieron en l776, cuando contaba 18 años. Quizás por no dejar sola a su madre, paso un tiempo como externo. Fue un discípulo aventajado en virtud y ciencia, necesarias para la vida sacerdotal Terminados su estudios, fue ordenado sacerdote el 21 de septiembre de 1782, celebrando al día siguiente su primera misa en la iglesia del Seminario diocesano, Enseguida su Obispo le nombró cape1lán de la Casa de Ejercicios espirituales para mujeres, donde continuo su dedicación a la oración y al estudio, que hizo florecer en su alma el deseo de un compromiso mayor en el servicio a Dios y a las hermanos, volviendo sus ojos a los Hijos de san Vicente de Paúl, que habían sido sus formadores en la virtud y en la ciencia. Pero no le resultaba fácil tal determinación: debería separarse de su madre y su apostolado en la Diòcesis que le llenaba plenamente. Pero la llamada de Dios le hizo superar todo, ingresando en el Seminario interno (noviciado) de los Hijos de san Vicente de Paúl, en la Casa Madre de san Lázaro de Paris, el 25 de octubre de 1786. Dos años duraba el noviciado. Quienes le conocieron en aquella época, afirmaban que poseía la figura de un predestinado: su bondad se reflejaba en todo su ser: su carácter dulce y afable atraía a cuantos le trataban. Al terminar el primer año de noviciado, juzgaron los superiores (por su formación tanto espiritual como teológica), podría ser ya destinado, para seguir su segundo año de noviciado en su destino, Ya era misionero de san Vicente de Paúl. Sus superiores, pensando que en su anciana madre y también en el apostolado anterior en Vannes, quizás pedido por el Obispo, que tan bien conocía a Pedro Renato, le destinaron al Seminario diocesano de Vannes, su ciudad natal, como profesor de teología. Al1i completo su noviciado y pronuncio sus votos en la Congregación de la Misión, el 26 de octubre de 1788. El entonces Superior general de los Hijos de san Vicente de Paúl, P. Jacquier, dejo un hermoso retrato del misionero, como sacerdote de la Congregación de la Misión:"Exacto en la hora de levantarse, en la oración comunitaria y demás ejercicios de piedad de la Regla. Exacto en sus obligaciones. Todo su tiempo lo dedica al ejercicio de sus funciones sacerdotales o a prepararlos con la oración o el estudio. Amigo del silencio, separado del mundo y si en él está, es para ayudar a todos, Fiel imitador de san Vicente de Paúl en la sencillez, humildad, mansedumbre, mortificación y celo por la salvación de las almas, Por todas partes deja "el buen olor de Cristo". Esta era la vida de Pedro Renato Rogue. Por otra parte Dios le había dotado de dones preciosos que conquistaba las almas, de una fisonomía serena, hermosa voz que le ayudaba en la predicación; incansable en el confesionario al que dedicaba la mayoría del tiempo que le dejaban sus clases de teología. El horizonte de Francia no se veía muy halagüeño. El pueblo pedía un mejor régimen social, La iglesia pedía se corrigiesen los abusos. Pero la revolución estaba servida: era el mes de mayo de 1789.El 13 de junio, la Casa Madre de los Hijos de san Vicente, san Lázaro, era asaltada y profanada por los revolucionarios. Al día siguiente fue tomada la Bastilla y un largo y sangriento etc. El 12 de julio de 1790, se voto la famosa Constitución civil del Clero, que no reconocía al Papa como cabeza de la Iglesia y si al Estado. El Papa Pío VI, en abril de 1791 previno a los fieles que dicha Constitución civil era cismática. La persecución se desato contra el clero fiel, El Rey fue encarcelado, los bienes de la Iglesia, fueron confiscados, las Ordenes religiosas suprimidas. El 2 de septiembre de 1792, comienzan las horribles matanzas en Paris, donde tres Obispos y 250 sacerdotes y religiosos fueron martirizados. El clero de Vannes con su Obispo a la cabeza, rehusaron, desde el primer momento, la Constitución civil, negándose a prestar juramento. Algunos sacerdotes fueron sobornados, entre ellos el Superior del Seminario, que prometieron emitir el juramento. Y surge la figura de Pedro Renato Rogue: comenzó a animar al Superior del Seminario para que se retractase de la promesa del juramento. Los sacerdotes que habían dado palabra para el juramento lo rechazaron con una sola excepción. Pedro Renato era mirado por el clero de Vannes, como el defensor de la Iglesia. El Obispo, los sacerdotes y religiosos fueron expulsados. La casa de su anciana madre fue el refugio de Pedro Renato, pero tuvo que disfrazarse y cambiar de domicilio, al arreciar la persecución tuvo que disfrazarse y cambiar de domicilio mientras seguía visitando enfermos, animando a los que flaqueaban. Su coraje y su animo juvenil le llevó incluso a entrar en las cárceles para animar a los presos y administrar los sacramentos. Tan querido y respetado era que a pesar de ser reconocido, nadie se atrevió a denunciarle. En la vigilia de la Navidad de 1795, a las 9 de la noche, fue llamado a atender a un moribundo. Llevando consigo el viático, fue apresado poco antes de llegar a la casa del enfermo. Despidió apresuradamente a los que le acompañaban para que no fueran también detenidos y se dejó prender por aquellos que le perseguían, entre los cuales, uno que había recibido de Pedro Renato abundantes ayudas de todo género: un nuevo Judas, Fue llevado al tribunal, formado por algunos antiguos compañeros suyos, que se enfrentaron con los que le habían detenido, señal de gran aprecio y estima que hacia Pedro Renato sentían. Le dieron ocasión para que pudiera huir y esconderse, pero no acepto, para no comprometerles."Llevo conmigo la Sagrada Eucaristía", les dijo y retirándose a un rincón, ele mismo se comulgó, ante el silencio respetuoso de todos, Llevado a la cárcel el mismo 24 de diciembre, en ella permaneció hasta el 3 de marzo siguiente. Fue encerrado en una de las torres de la antigua prisión de la ciudad de Vannes, llena de humedad y frío, sin que de sus labios saliera una sola queja. En aquellas fechas la persecución parecía amainar y tan ilusionado como estaba por el martirio, que creía cercano, llegó a exclamar:"Señor, no soy digno. . ".Pero la calma de la persecución fue sólo temporal. Llamado al tribunal y después del interrogatorio de rigor, confeso y no negó su condición de sacerdote refractario a la Constitución civil y que había seguido ejercitando su ministerio sacerdotal: por ella fue condenado a la guillotina. La sentencia debía ser ejecutada antes de veinticuatro horas y en la plaza pública, sin que pudiera haber remisión alguna. Su madre estaba presente en el juicio y se le permitió abrazarla por ultima vez. Terminado aquel inicuo proceso, fue devuelto a la cárcel, desde donde escribió la ultima carta a su anciana madre y a sus hermanos de Comunidad, comunicándoles que va a morir por la fe y que en aquellos momentos se sentía feliz y contento al dar su vida por Cristo, Hubo varias tentativas para sacarle de la prisión, mientras él pasó la noche en oración y ayudando a los que, como él, habían sido condenados a muerte.Era jueves, el 3 de marzo de aquel año de 1796, a las tres de la tarde, cuando Pedro Renato, con las manos atadas a la espalda fue sacado de la prisión y conducido a las guillotina, que había sido colocada cerca de su colegio, donde se había consagrado al Señor y que traería a su mente tantos y tantos recuerdos La cuchilla de la guillotina segó su cabeza en pocos minutos, mientras pronunciaba las palabras de Cristo:" A tus manos, Señor, encomiendo mi espíritu". La multitud, sin miedo alguno, se lanzo al patíbulo para empapar en la sangre del mártir lienzos, que se guardaron como preciosas reliquias. Los soldados volvieron de la ejecución llenos de admiración y respeto hacia el heroico mártir, exclamando:"No era un hombre, era un ángel". Tenia 38 años. Al día siguiente su cuerpo fue inhumado en el cementerio de la ciudad. Cinco personas se atrevieron a asistir al entierro y una de ellas escribió su nombre "Rogue", sobre un trozo de pizarra, que colocó sobre su cuerpo, para poder, algún día identificarlo. Su propia madre, pasada la época de la persecución, hizo colocar una cruz sobre la tumba de su querido hijo. Vannes siempre considero a aquel hijo preclaro, como un santo y un mártir. Su tumba era muy frecuentada y se la atribuían favores de todo tipo. El Papa Hipo X1, el 12 de junio de 1929, firmo el Decreto de la Causa de Beatificación y el 10 de mayo de 1934 en la basílica de san Pedro del Vaticano era declarado BEATO Pedro Renato Rogue, misionero de san Vicente de Paúl y mártir de la Eucaristía y de la Caridad, La ciudad de Vannes le honró con grandes fiesta y colocó sus reliquias en una hermosa imagen yaciente en su iglesia Catedral, donde se venera.

  • 43780 > Beato Pier Renato (Pierre-René) Rogue Sacerdote vincenziano, martire MR

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    • Teresa Eustochio Verzeri, Santa
    Fundadora

    Teresa Eustochio Verzeri, Santa

    Teresa Eustochio Verzeri, Santa

    Virgem e Fundadora das Filhas do Sagrado Coração de Jesus

    Martirológio Romano: Em Brescia, na Lombardia, santa Teresa Eustoquio (Ignacia) Verzeri, virgem, fundadora do Instituto das Filhas do Sacratíssimo Coração de Jesus (1852). Teresa Verzeri nasceu em Bérgamo de Lombardia, em 31 de julho de 1801. Era uma das filhas de António Verzeri e de sua esposa Elena, pertencente à família dos condes de Pedroça-Grumelli. Os Verzeri professavam grande devoção a São Jerónimo. Um de seus filhos, que foi mais tarde bispo de Frescia, se chamava Jerónimo e Teresa tinha como segundo nome Eustóquio, em recordação da filha de Santa Paula. Como é bem sabido, estas duas santas haviam sido muito amigas de São Jerónimo e haviam exercido, por turno, o superiorado do convento de mulheres que este havia fundado em Jerusalém. No caso de Teresa, o nome Eustóquio resultou profético. Se cuenta que Teresa decidió hacerse religiosa a los diez años de edad, el día de su primera comunión. Tales inspiraciones no son raras a esa edad, pero la firme resolución de Teresa no hizo más que crecer hasta el día de su confirmación. En esto le ayudó mucho al canónigo José Bengalio, de la catedral de Bérgamo. Es difícil determinar si el canónigo tenía ideas claras sobre Teresa o si estaba tratando de probar su vocación, pues tres veces la hizo entrar y volver a salir del convento de las benedictinas de Santa Grata. La obediencia ciega de Teresa al canónigo le valió no pocas críticas y burlas, pero la beata las soportó con paciencia y alegría. Fue sin duda una época de rudo aprendizaje. Después de haber salido por tercera vez del convento, Teresa se consagró enteramente a la instrucción religiosa de las niñas en una pequeña casa llamada Gromo, que pronto se convirtió en la semilla de la nueva congregación religiosa que había de fundar. Antonia, su hermana y otras dos jóvenes, llamadas Virginia Simoni y Catalina Manghenoni, se le unieron al poco tiempo. Las cuatro hicieron la profesión de votos simples ante el canónigo Benaglio, quien las destinó a la enseñanza de la juventud. La vida de la nueva comunidad era muy austera, con largos períodos de silencio y ayuno. Teresa tuvo que hacer frente a muchas dificultades espirituales, dudas y tentaciones. La congregación empezó pronto a crecer, pues ingresaron en ella numerosas jóvenes de buena familia, entre las que se contaban tres hermanas de Teresa, llamadas María, Judit y Catalina, además de su propia madre que había quedado viuda. El canónigo Benaglio se encargaba de la dirección espiritual de la comunidad y ayudó a redactar las reglas y constituciones que comprendían diferentes obras de caridad: escuelas para los niños pobres, visitas a las mujeres enfermas, centros religiosos y de recreación para las jóvenes que se hallaban en peligro y sobre todo, retiros para mujeres, según el espíritu de San Ignacio de Loyola. El obispo de Bérgamo, Mons. Carlos Gritti-Morlacchi, favoreció al principio a la nueva congregación, pero después se dedicó a obstaculizar su crecimiento. Mayor prueba fue para Teresa su propia indecisión y humildad. ¿La llamaba Dios realmente a fundar una nueva congregación, dado que ya existían otros institutos similares, como el del Sagrado Corazón, fundado por Santa Magdalena Sofía Barat? Teresa fue a Turín, donde la madre Barat había empezado a organizar, desde 1832, los retiros para mujeres y se sintió muy inclinada a unir su congregación con la de la santa. Pero pronto comprendió que la voluntad de Dios era diferente, pues había campo más que suficiente para las dos congregaciones, por similares que fuesen. Así pues, la beata tuvo que superar ésta y otras dificultades y soportar con paciencia numerosas desilusiones, antes de conseguir que se estableciera sólidamente su instituto. Finalmente, en 1841, Teresa y sus compañeras pudieron hacer la profesión solemne en manos del mismo prefecto de la congregación de obispos y religiosos, el cardenal Constantino Patrizi. Unos cuantos días más tarde, fue publicado el decreto aprobatorio de la Santa Sede y la congregación fue definitivamente confirmada en 1847. Con esta ocasión, se autorizó a la fundadora a abrir una casa en Roma. Entre los que ayudaron a Teresa Verzeri en las dificultades, se contaba el Beato Luis Pavoni, de Brescia, quien se encargó de imprimir las constituciones de la nueva congregación, en un momento en que esto significaba exponerse a muchas molestias; pero el beato hizo caso omiso de las murmuraciones y hablillas. Además, intercedió ante Mons. Speranza para que apoyase en Roma la causa de las Hijas del Sagrado Corazón. Cuando Teresa compró un antiguo monasterio en Brescia, el Beato Luis proyectó los cambios que era necesario hacer al edificio y se encargó de vigilar personalmente la obra. Para ayudar a Teresa, hizo varios viajes a Bérgamo y a Trento, y se comprometió a asegurar la misa diaria en la casa madre. Nada era demasiado difícil para el Beato Luis, cuando se trataba de ayudar a las religiosas. La gran estima mutua que se profesaban el Beato Luis y la Beata Teresa ha continuado entre sus congregaciones respectivas, en el siglo que ha transcurrido desde su muerte. La beata vivió todavía cuatro años después de la fundación de la casa de Roma. Durante ellos creció en gracia y santidad y su congregación con ella. El cólera que azotó el norte de Italia, arrebató a la beata el 3 de marzo de 1852. La multitud que asistió a sus funerales fue el mejor testimonio de la reputación de santidad de que gozaba y que no ha hecho sino aumentar con el tiempo. Teresa fue beatificada en 1946 por Pío XII y canonizada el 10 de Junio de 2001 por Juan Pablo II.

  • 75450 > Santa Teresa Eustochio Verzeri (o 27 ottobre) MR

  • • Ticiano de Bréscia, Santo
    Bispo

    Ticiano de Brescia, Santo

    Ticiano de Brescia, Santo

    Martirológio Romano: Em Brescia, na região de Veneza, são Ticiano, bispo (c. 526). Etimologia: Ticiano = Tito = o valente defensor, é de origem italiana. Ante as rivalidades que imobilizam, nada tão essencial como pôr-se em marcha para se visitar uns a outros, escutar, e celebrar juntos o mistério pascal. Não se sabe muito da vida deste bispo de Brescia, cidade de que têm saído muitos ao longo da história da Igreja. Lhe tocou viver em finais do século V. Intentou – como o Papa são Simplício, reconstruir tudo o que haviam destruído os Bárbaros. Seus restos mortais foram sepultados na igreja de são Cosme e Damião. Sabe-se que foi ele próprio quem a mandou construir. Muito cedo se lhe fez mesmo ao lado dela, um mosteiro. Mais tarde, em 1202, o bispo Berardo Maggi mandou que se destruísse tudo para que o Palácio Broletto tivesse mais espaço. Na atualidade é o que ocupa a Praça del Duomo. A igreja e o mosteiro foram reconstruídos na parte ocidental da cidade, na zona dos Campos Baixos onde segue ainda. Suas relíquias se tiraram. E o bispo Paolo Zane, em 1505, mandou construir uma arca de mármore na capela da esquerda. Nela estão agora. Seu sarcófago primitivo está hoje na fonte da praça de Tito Speri. ¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários ao P. Felipe Santos: Santoral">fsantossdb@hotmail.com

  • 43800 > San Tiziano di Brescia Vescovo MR

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    Santa Artelaides, virgem

    Em Benevento, na Campânia, santa Artelaides, virgem (c. 570).

  • 43770 > Sant' Artellaide Vergine MR

  •  São Winwaleo, abade

    Na península de Armórica (Bretanha), são Winwaleo, primeiro abade de Landevenec, do qual a tradição narra que era discípulo de são Budoco na ilha de Lavret, e que com sua vida ilustrou a regra monástica (533).

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  • 43760 > San Vinvaleo Abate di Landevennec 3 marzo MR



  • 92028 > Beato Benedetto Sinigardi da Arezzo (13 agosto)


  • 94087 > San Caluppano Eremita in Alvernia


  • 92290 > Santa Camilla di Auxerre Vergine





  • 94557 > Santi Nove Fratelli Chercheulidze Martiri (Chiese Orientali)


  • 94734 > Santa Piamun Vergine in Egitto



  • 90811 > Beato Pietro Geremia Domenicano MR

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    78550 > Beato Samuele Marzorati e compagni Sacerdote e martire 3 marzo MR

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.Hoje POR EXEMPLO foi incluído como

  • Complemento na vida de

  • ( Catarina Drezxel, Santa, Cunegundes, Santa, Gerbino, Santo)Estrela

  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.

  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

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