OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

domingo, 4 de março de 2012

Uma efeméride curiosa e muito pessoal - 4 de Março de 2012

 

Esta mensagem destina-se a todos os trabalhadores no ativo ou reformados do Sindicato dos Bancários do Norte e dos SAMS – Serviços de Assistência Médico-Social, que porventura leiam ou venham  a ler este blogue.

Trata-se realmente duma efeméride muito curiosa e muito pessoal, e por isso mesmo não resisto a fazer aqui a respetiva menção:

Ou melhor, não é uma efeméride apenas, mas sim duas ou melhor três (!) E como ?

A resposta é a seguinte:

É fácil: Em 4 de Março de 1962, (com 22 anos de idade) por sinal, Segunda feira de Carnaval, fui admitido ao serviço do Sindicato Nacional dos Empregados Bancários do Distrito do Porto, que mais tarde se chamou, Sindicato dos Bancários do Porto e finalmente após o 25 de Abril – creio – passou a chamar-se SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO NORTE. Esta admissão ocorreu seis meses depois de eu ter ficado desempregado – (trabalhei cerca de 10 anos, em vários locais desde 1953) e por meio de um anúncio publicado no JN por aquela Associação Sindical que foi respondido inicialmente por meu falecido pai, por carta, nas últimas semanas do mês de Fevereiro antecedente.

Lembro-me de ter sido chamado para prestação de provas (que hoje se chama creio eu, psicométricas, psicotécnicas –“ou um palavrão parecido”), e, que constavam de: escrever um “texto ditado, no qual se incluíam palavras iguais mas de grafias diferentes: por exemplo: Concelho e conselho; como “de comer” e como” de “proposição”, etc.; uma cópia de um outro texto; (à mão e à máquina de escrever); provas de matemática, ( multiplicar, dividir, somar e subtrair) com números de mais de cinco algarismos, e entrevista pessoal, além de outras coisas que não me recordo, de momento, como ir bem vestido, com boa apresentação, etc.).PARECE-ME QUE ATUALMENTE E NA MAIORIA DOS CASOS JÁ NÃO SE FAZ NENHUM EXAME PARECIDO, graças aos Ventos da Mudança… do 25 do 4… ).Fiz todas estas provas conjuntamente com mais 32 candidatos. Fiquei em 2º lugar (ex-aequo) com o primeiro, mas acabei por ser admitido, porque o que ficou em 1º lugar recusou o lugar, dado que estava empregado, era mais velho do que eu, era casado e queria mais dinheiro… Esta, portanto, a Primeira efeméride – 50 ANOS após a admissão no SBN.

Passados precisamente 40 anos (estando eu pois com a idade de 62 anos), em face de problemas que se vinham arrastando há alguns anos, que foram colocados por mim, às várias Direções e, principalmente, a partir de 1987 e que diziam respeito à não resolução de vários assuntos, relativos à minha carreira profissional, nomeadamente no que se referia às promoções que me deviam ter sido feitas contratualmente e não o foram, e, também porque no princípio de 1998 fui colocado “contra-natura” no “gueto” – num serviço que eu não gostava, nem para o qual tinha quaisquer aptidões - tendo estado cinco anos (!!!) naquela situação desmoralizante, num gabinete interior junto do saguão do prédio, só porque era Amigo (e ainda sou) do Presidente da Direção que havia perdido as eleições realizadas em fins de 1997 e dado que não queriam (ou não podiam) despedir-me com justa causa, sem uma indemnização bastante elevada, não atendendo portanto aos conhecimentos que possuía, sobre os serviços do Sindicato, ou mais propriamente sobre os SAMS (Serviços de Assistência Médico Social) que eu havia ajudado a fundar (além de lhe ter dado o nome…) sem ter absolutamente nada para fazer, sem ter qualquer companheiro de trabalho – apesar de receber o meu vencimento pontualmente. Como não me sentia bem com essa situação e não me era dada resposta ou solução às propostas que fazia regularmente por escrito e pessoalmente, entendi ter chegado a hora de me reformar e através da Caixa Nacional de Pensões requeri a Reforma, apesar de me sentir no pleno uso das minhas faculdades mentais e profissionais para continuar; assim em 4 de Março de 2002, passados exatamente 40 anos como acima digo, passei à situação de Aposentado (ou Reformado)não sei bem qual a diferença… mas enfim… Esta pois a Segunda efeméride. – 40 ANOS DE TRABALHO AO SERVIÇO DA CLASSE BANCÁRIA, NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO NORTE.

Procede daí, que hoje, 4 de Março de 2012 – celebro 10 anos de Aposentação ou de Reforma, como que lhe queiram chamar…, ou seja, a Terceira Efeméride. O que quer dizer, que faz 50 anos que entrei ao serviço da Classe Bancária, embora só durante 40 anos para ela tivesse trabalhado ativamente.

Uma coisa é certa: É que durante quarenta anos a trabalhar para a Classe Bancária, aprendi muita coisa, obtive Amigos em todos os sectores políticos (e não só) da referida Classe Bancária e fiz tudo o que estava ao meu alcance, para que os trabalhadores (todos os trabalhadores “administrativos, enfermeiros, médicos e outro pessoal” do SBN e dos SAMS) obtivessem todas as regalias, direitos e deveres, de que aliás já eram detentores – apesar de nada estar escrito nessa altura – (sem nunca prejudicar, de modo algum, a Entidade Patronal) que inclusive até elogiou por várias vezes essa atividade que exercíamos, e sem ter que recorrer a  GREVES, MANIFESTAÇÕES COM REIVINDICAÇÕES ABSURDAS (E POR ISSO MESMO ESTÚPIDAS), como hoje é usado e abusado (por tudo e por nada) em todos os parâmetros da vida social, que só prejudicam não só os próprios grevistas, como prejudicam toda a gente que quer trabalhar, todo um País, mas tudo mesmo (e estou a falar de Sindicatos, estou a falar de Política, estou a falar de certas Religiões (ou conceitos religiosos) que se instalaram em Portugal, na Europa e no Mundo) e não traz benefício a ninguém, a não ser aos seus organizadores que com  palavras de ordem, muitas vezes de modo subversivo, não atendem às dificuldades que provocam e estão sempre, mas sempre contra a ordem estabelecida, seja ela de direita, de esquerda, do centro, da extrema direita ou da extrema esquerda, conforme se tem visto em Portugal após o 25 de Abril de 1974.

Digo isto conscientemente, porque de facto não vi nunca que as greves que se têm realizado, todos os anos e em todos os locais e de todas as formas, TENHAM RESOLVIDO ALGUM PROBLEMA!!!. Os Sindicalistas (não digo todos) mas a maior parte, que apareceram a fazer reivindicações juntamente com greves, vão-se mantendo nos seus lugares há quase 40 anos, não os cedendo a outros; não sabem fazer mais nada, a não ser comunicados, panfletos, cartazes, manifestações, greves, hostilizando os Governos, hostilizando a classe patronal, hostilizando a banca, hostilizando a Igreja, etc., etc. e nada resolvem para bem dos que dizem que estão a defender, antes pelo contrário. Mal acaba uma greve ou manifestação, começam logo a tratar de fazer outras a seguir. Portugueses, reparem em alguns Sindicalistas (sejam eles de direita ou de esquerda, ou do centro): nenhum larga o “tacho”. Exatamente o que fazem também alguns Governantes; exatamente o que fazem alguns gestores, etc., etc..

No SBN no mesmo ano em que fui admitido, entrou mais 1 funcionário e 1 enfermeira, além de 2 ou três Médicos. Nos anos seguintes  o Pessoal foi crescendo com a admissão consecutiva de vário Pessoal para diversos sectores. Passados quase 10 anos já havia mais cerca de 100 pessoas a trabalhar. Posso dizer que foi que por minha iniciativa, em 1971, após uma “época negra” para os bancários, (que até chegaram a ver fechadas as sedes dos Sindicatos e a prisão de alguns sindicalistas), e com o apoio de todos os Colegas, foi possível compilar e levar a cabo o 1º Acordo Colectivo de Trabalho para o pessoal administrativo e auxiliar a que foram agregados depois os enfermeiros e médicos, que trabalhavam no SBN. Por arrastamento, os funcionários de outros Sindicatos também puderam passar a ter regalias que até essa altura, eram dadas por favor por algumas Direções, e mesmo assim, alguns desses Organismos só tinham um ou dois funcionários e nem sequer tinham receitas para sobreviver…  

Depois e já no auge do Verão quente (em Setembro de 1975) – dei início à formação de uma Comissão Ad Hoc formada  pelas Chefias dos Serviços dos 3 Sindicatos (SBSI, SBC e SBN) com alguns colaboradores advogados dos seus Contenciosos, e, ainda Diretores dos mesmos, pela qual foram definitivamente assentes as bases e concluídos os Estatutos e Regulamentos que iriam orientar a partir de Janeiro de 1976, a implementação dos SAMS – Serviços de Assistência Médico-Social. Tive a responsabilidade interina de representar o Chefe dos Serviços do SBN em virtude do mesmo se encontrar ausente por doença (o que sucedeu desde Agosto de 1975 a Maio de 1976) nas negociações de instauração dos SAMS, onde assessorei o Contencioso e os Diretores do SBN que o assinaram juntamente com os Colegas dos outros Sindicatos. Aliás, fui eu que iniciei todo este trabalho contactando diretamente as Chefias dos outros Sindicatos, que por sua vez o fizeram relativamente às Direções e compareci às três reuniões efetuadas em Coimbra, Porto (25 de Novembro) e em Lisboa (13 de Dezembro). Também o nome que identifica os SAMS, foi por mim proposto na reunião efetuada em Lisboa, tendo sido aceite e aprovado por unanimidade dos presentes. Foi assim, que até, pelo menos, Março de 1987, foram considerados a nível nacional os MELHORES SERVIÇOS MÉDICOS DE PORTUGAL. Hoje infelizmente parece tal não acontecer, embora ainda sejam um dos melhores, mas… isso são outras contas do rosário, e não me compete a mim ajuizar, pois já estou retirado, reformado ou aposentado e não posso riscar absolutamente nada. Basta comer e calar. Alguém será o responsável, mas uma coisa vos garanto, desde 1987 que não tenho nada a ver com a evolução dos SAMS, do SBN e dos seus trabalhadores, o que muito lamento, mas a vida é assim e não há nada a fazer.

De Janeiro de 1976 até Junho do mesmo ano, trabalhei diretamente com o Conselho de Gerência dos SAMS, na execução dos trabalhos exigidos pela entrada em vigor do regime dos SAMS. A partir daí deixei de exercer essa atividade, dado que o Chefe dos Serviços que era o Manuel Ricardo já tinha regressado ao trabalho. Iniciei depois o trabalho de elaborar o Regulamento para os Trabalhadores dos SAMS (para onde foram transferidos evidentemente todo o Pessoal Médico, de Enfermagem e Pessoal auxiliar, alguns funcionários - eu e mais 3 funcionários antigos incluindo outros que foram admitidos entre 1971 e 1975 - a exemplo do que já existia para os trabalhadores do Sindicato, que entrou em vigor em Novembro de 1977, com a assunção plena dos seus direitos e deveres por todos os trabalhadores e pelas Direções então em exercício; Resta-me dizer uma coisa apenas: Há 50 anos conheci novos Amigos (pelo menos 20 que eram os que trabalhavam no Sindicato); desses a maior parte já desapareceu, mas ainda restam o Moura de Oliveira (o mais antigo trabalhador vivo); o Dr. Samagaio (o médico mais antigo – com 92 anos), o Dr. Mena de Matos e o Dr. Cidrais Rodrigues, E ainda a Maria Júlia – (a mais antiga trabalhadora – 92 anos também) e o Fernando Pinto, o segundo trabalhador mais antigo. A todos eles estou muito grato por conservarem a amizade que me dedicaram e felicito-os pelos 50 anos desta Amizade.

A todos os trabalhadores que entraram para o serviço do Sindicato e para os SAMS (e que ainda ali se conservam) endereço os meus cumprimentos e faço votos para que todos possam atingir as metas que fixaram tanto no aspecto pessoal como profissional.

Muito obrigado.

António Fonseca

368776_1310893607_1376691004_n

4 de Março de 2012 – (4 de Março de 1962 a 4 de Março de 2002)

aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1214-4 - «REZAR NA QUARESMA» 4 de Março de 2012

 

2ª SEMANA DA QUARESMA

Domingo

Marcos 9, 2-10

“Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar isolado”.

****************

Quando Jesus quer falar contigo, chama-te à parte;

ele pede toda a tua atenção.

Sem distrações

Tu ficas capaz de perceber toda a tua beleza.

Claro que podes encontrar-te com Jesus em qualquer lugar.

Mas os encontros importantes,

aqueles que são imensamente desejados,

pedem um lugar isolado.

Para estares tu e Jesus.

 

»»»»»»»»»»

Leva-me Contigo, Jesus,

para um lugar calmo

Onde os meus olhos

possam ver os teus olhos.

E quando descer do monte,

os meus olhos serão capazes

de Te reconhecer nos meus irmãos.

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1214-2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 4 DE MARÇO DE 2012

(4)

Nº 1214-2ª Página

EVANGELHO DE S. JOÃO

A REVELAÇÃO DO MISTÉRIO DO ESPÍRITO A UM MESTRE DE ISRAEL

4 – A REVELAÇÃO DO SALVADOR AOS SAMARITANOS …Tendo o Senhor sabido que os fariseus ouviram dizer que Ele fazia e batizava mais discípulos do que João – se bem que Jesus não batizava, mas sim os Seus discípulos. –, deixou a Judeia e partiu de novo para a Galileia. Tinha de passar por Samaria. Chegou, pois, a uma cidade chamada Sicar, perto das terras que Jacob tinha dado a seu filho José, onde estava o poço de Jacob. Fatigado da caminhada, Jesus sentou-Se, à vontade à beira do poço. Era por volta da hora sexta. Chegou uma mulher para tirar água e Jesus disse-lhe: «Dá-me de beber», – pois os Seus discípulos tinham ido à cidade comprar mantimentos. A samaritana respondeu-Lhe; «Como é que Tu, sendo judeu, me pedes a mim, que sou uma mulher samaritana?» – É que os judeus não se dão com os samaritanos. Jesus respondeu-lhe: «Se conhecesses o dom de Deus e Quem é Aquele que te diz, dá-me de beber, tu é que Lhe terias pedido, e Ele dar-te-ia uma água viva». «Senhor, disse ela, nem sequer tens um balde e o poço é fundo; de onde Te vem, pois, essa água viva?» «Serás Tu maior que o nosso pai Jacob, que nos deu este poço do qual ele mesmo bebeu, assim como os seus filhos e os seus rebanhosJesus retorquiu: «Quem bebe desta água voltará a ter sede; mas quem beber da água que Eu lhe der jamais terá sede, porque a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente de água a jorrar para a vida eterna». «Senhor, suplicou a mulher, dá-me dessa água, para que eu não sinta mais sede e não tenha de vir aqui tirá-la». Jesus disse-lhe: «Vai chamar o teu marido e volta cá». «Não tenho marido». respondeu a mulher. Jesus replicou: «Disseste bem: Não tenho marido, pois tiveste cinco maridos e aquele que agora tens não é teu; quanto a isso, falaste verdade». Disse-lhe a mulher: «Senhor, vejo que és profeta. Os nossos pais adoraram neste monte e vós dizeis que é em Jerusalém, que se deve adorar». Jesus disse-lhe: «Acredita-Me, mulher, vai chegar a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém, adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vai chegar a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em espírito de verdade, pois são esses os adoradores que o Pai deseja. Deus é Espírito, e os Seus adoradores em espírito e verdade é que O devem adorar». A mulher retorquiu: «Sei que o Messias (que Se chama Cristo), está para vir, e que, quando vier, tudo nos dará a conhecer». Jesus disse-lhe: «Sou Eu, que falo contigo». Nisto, chegaram os discípulos e ficaram admirados por Ele estar a falar com uma mulher; nenhum deles, porém, Lhe disse: «Que pretendes?» ou: «Porque falas com ela?» A mulher, então, deixando a bilha foi à cidade e disse aos homens: «Vinde ver um homem que me disse tudo quanto fiz. Não será Ele o Messias?» Eles saíram da cidade e foram ter com Jesus. Entretanto, os discípulos insistiram com Ele, dizendo: «Come, Rabbi». Mas Ele respondeu-lhes: «Tenho um alimento para comer, que vós não conheceis». Os discípulos diziam entre si: «Acaso Lhe trouxe alguém de comer?» Disse-lhe Jesus: «O Meu alimento é fazer a vontade d’Aquele que Me enviou e realizar a Sua Obra».«Não dizeis vós que dentro de quatro meses chegará o tempo da ceifa? Pois bem, Eu digo-vos: Erguei os olhos e vede: Os campos estão brancos para a ceifa. O ceifeiro já recebe o salário e recolhe o fruto para a vida eterna, de modo que o semeador se alegra juntamente com o ceifeiro . Pois nisto se verifica o ditado:  - Um é o que semeia e outro é o que ceifa - . Enviei-vos a ceifar o que vós não trabalhastes; outros trabalharam e vós aproveitai-vos do seu trabalho». Muitos samaritanos daquela cidade acreditaram n’Ele por causa da palavra da mulher que testemunhava: «Ele disse-me tudo o que eu fiz». Por isso, quando foram ter com Jesus pediram-Lhe que ficasse com eles; e ficou lá dois dias. Ao ouvi-Lo, muitos mais acreditaram; e diziam à mulher; «nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo».

 

CURA DUM FILHO DUM FUNCIONÁRIO REAL – …

Amanhã, dia 5/3/12, segue-se o Capítulo seguinte do Evangelho de SÃO JOÃO.

António Fonseca

Nº 1214– 1ª Página – (64/2012) - SANTOS DE CADA DIA (2º DOMINGO da Quaresma) – 4 de Março de 2012

Ver Notas no final

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1214 – 1ª Página – 2012

Tero_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_t[1]God-Remained-Posters_thumb_thumb_thu[2]

#####################################

Quaresma

##################################### #####################################

Casimiro, Santo

Confessor (1458-1484) 

Casimiro, Santo

Casimiro, Santo

Entre os filhos de Casimiro IV, rei da Polónia e grã duque da Lituânia, e sua esposa Isabel de Áustria, Casimiro foi o terceiro, tendo nascido em 1458. Teve como preceptor João Dugloss, bispo de Lemberg, e, embora tivesse mostrado boa aptidão para o estudo e conscienciosa aplicação, foram sobretudo as lições espirituais que ele aproveitou. Deu desde muito cedo a impressão de pretender seguir o caminho da santidade, manifestando-se indiferente às honras e prazeres, vigiando os sentidos, chorando ao meditar nos sofrimentos do Senhor e encontrando toda a sua felicidade na oração,. Graças a um servo discreto, foi-lhe possível, sem despertar atenções, pôr em prática as suas penitências prediletas, como, por exemplo, dormir no chão junto dum leito confortável, trazer cilícios e passar noites ajoelhado diante da porta das igrejas. Casimiro IV, que pusera o seu primogénito no trono da Boémia, quis dar ao terceiro o trono da Hungria. tendo-lhe garantido que Matias Corvino (1490), rei deste país, estava destituído de quem o apoiasse, enviou-o à frente dum exército para o acabar de destronar. Mas, ao chegar o principezinho à fronteira húngara, deparou com o exército do rei Matias. Concluiu então que a empresa em que o tinham comprometido era injusta e, satisfeito por ter de renunciar a ela, retirou-se durante três meses para o Castelo de Glozki, não só para não ter de aparecer diante do pai, mas também, como dizia, para expiar as suas faltas. De 1479 a 1483 teve de governar a Polónia, na ausência do pai, ocupado então na Lituânia. Tentaram nessa altura levá-lo a desposar a filha do imperador da Alemanha, mas Casimiro recusou,. para se manter fiel ao voto de continência quer tinha feito. Já antes os médicos o tinham aconselhado a casar-se, assegurando-lhe que seria bom para se libertar da tísica que o ia consumindo. Veio a morrer no dia 4 de Março de 1484, tendo apenas vinte e três anos e meio. Foi canonizado em 1522 e declarado patrono da Polónia em 1602. A seu pedido foi sepultado levando consigo o hino Omni die dic Mariae, que tantas vezes rezara em vida. É do teor seguinte:

«Não deixeis passar, ó minha alma, dia algum sem render os teus respeitos a Maria; soleniza com devoção as suas festas, celebra as suas assombrosas virtudes. / Admira a sua grandeza e a sua elevação sobre todas as criaturas; não cesses de publicar a dita que teve de ser Mãe de Deus sem deixar de ser Virgem. / Honra-a com o tua Rainha, para que te alcance o perdão dos pecados; invoca-a como a tua boa Mãe, e não permitirá que sejas arrastado pela torrente das paixões. / Ainda que sei muito bem que Maria está acima de todo o louvor, também sei que é impiedade, que é loucura deixar de a louvar. / Ela deve ser singularmente amada e exaltada por todos os homens; e não deveríamos jamais cessar de louvá-la, bendizê-la e invocá-la. / Virgem Santa, ornamento e glória do vosso sexo, vós sois reverenciada em toda a terra, e estais colocada tão elevadamente no céu. / Dignai-vos ouvir as orações dos que se gloriam em cantar os vossos louvores, alcançai-nos o perdão dos nossos pecados, e fazei-nos dignos da felicidade eterna. / Deus vos salve, Virgem e Mãe, pois por vós se nos abriram, a nós miseráveis, as portas do céu, por vós a quem a antiga serpente não pode morder nem enganar. / Depois de Deus, ninguém teve maior parte que vós em nossa redenção; por isso pomos em vós toda a nossa confiança, e esperamos por vossa santa intercessão que não nos há-de tocar a infeliz sorte dos réprobos. / Livrai-me desse lago de fogo, onde se padecem todos os tormentos, e obtende-me por vossas orações um lugar de estância feliz dos bem-aventurados. / Alcançai-me pureza inalterável, modéstia que edifique, doçura universal, devoção constante , prudência verdadeira, coração sem artifício e espírito recto. / Desterrai do meu coração todo o sentimento de aversão ou tibieza; acendei nele uma caridade perfeita; extingui todo o sentimento, toda a inclinação de concupiscência; consegui-me a perseverança final, e que encontre em vós toda a assistência necessária contra os inimigos da minha eterna salvação».

26250 > San Casimiro Principe polacco - Memoria Facoltativa MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:


Humberto III de Saboia, Beato

Confessor (1136-1189)

Humberto III, filho de Amadeu III, conde de Sabóia, e de Matilde de Viena, nasceu em 1136; teve de tomar o governo do condado aos treze anos, quando o pai lhe morreu em Nicósia, no regresso da Terra Santa. Tomou, como guia e presidente do seu conselho, o Beato Amadeu, bispo de Lausana; sob esta santa direção, soube juntar ao mesmo tempo a arte de governar e a de santificar-se. Um dos seus primeiros cuidados foi restituir à abadia de Santo Maurício as somas que o pai tomara, como emprestadas, para a cruzada. Fazia um retiro na abadia de Haute-Combe quando o delfim do Vienense veio cercar a cidade de Montmèlian. Sem perder tempo, Humberto pôs-se à frente das sus tropas, venceu o agressor e depois entrou em Haute-Combe, para agradecer a Deus a graça e terminar o seu retiro espiritual. A fama da sua sabedoria, probidade e das outras virtudes espalhou-se bem para além dos limites dos seus estados; recebeu numerosos testemunhos da estima e da confiança dos seus contemporâneos. Tendo perdido a sua segunda mulher, de quem tivera uma filha, Humberto resolveu tomar o hábito monástico na abadia de Haute-Combe para se preparar para o julgamento de Deus com as austeras observâncias da vida religiosa. Mas os barões saboianos, ameaçados de cair sob o domínio dum príncipe estrangeiro, obrigaram–no a sair do claustro, a desposar em terceiras núpcias uma filha de Gerardo, conde da Borgonha, que lhe deu um filho e sucessor. Grande pela fé, bondade e coragem, Humberto morreu em Chambéry, a 4 de Março de 1189. O seu culto imemorial foi aprovado por Gregório XVI em 1836. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

92000 > Beato Umberto III di Savoia Conte MR

Lúcio I, Santo

Papa, mártir (254)

Um dos ilustres presbíteros que seguiram o Santo papa S. Cornélio no desterro de Civita Vecchia, foi Lúcio, romano. Tendo Cornélio falecido neste desterro no ano de 253, foi Lúcio chamado a suceder-lhe na cátedra de S. Pedro. E pouco depois foi-lhe possível ficar a residir em Roma. S. Cipriano felicitou-o por carta.E noutra missiva escreveu que Santo Lúcio e seu predecessor “foram cheios do Espírito Santo e mártires gloriosos do Senhor”. Realmente, limitando-nos a Lúcio, diremos que se notabilizou muito na promoção da piedade, na defesa da fé até ao sangue, em promover a unidade e em destruir os restos do cisma de Novaciano. Mas foi muito breve o seu papado. Por último, foi o nosso Santo coroado com o martírio; e quando o conduziam para ele, encomendou a Igreja e os fieis dela a seu arcediago Estevão, que lhe veio a suceder no pontificado. Descansou no Senhor no dia 4 de Março do ano de 254, sendo sepultado no cemitério de Calisto. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

• João António Farina, Beato
Bispo e Fundador,

Juan Antonio Farina, Beato

Juan Antonio Farina, Beato

Bispo de Vicenza
e Fundador do Instituto das Irmãs Mestras de Santa Doroteia Filhas dos Sagrados Corações

Martirológio Romano: Em Vicenza, cidade de Itália, beato Juan António Farina, bispo, cujo trabalho no campo da pastoral foi intenso, e fundou o Instituto das Irmãs Mestras de Santa Doroteia Filhas dos Sagrados Corações, para a formação das jovens pobres e ajuda às pessoas aflitas (1888). Sacerdote de extraordinária espiritualidade e de grande generosidade apostólica, Juan António Farina pode ser considerado um dos bispos mais insignes do século XIX italiano. Foi o fundador das Irmãs Mestras de S. Doroteia Filhas dos Sagrados Corações, que atualmente se encontram em várias partes do mundo com atividades educativas, assistenciais e pastorais. Originario de Gambellara (Vicenza), lugar en el que nació el 11 de enero de 1803 de Pedro y Francisca Bellame, Juan Antonio Farina recibió la primera formación bajo la tutela de su tío paterno, un santo sacerdote que fue para él un verdadero maestro del espíritu además de su preceptor, ya que todavía no existían las escuelas públicas en los pueblos pequeños. A los quince años entró en el seminario diocesano de Vicenza donde asistió a todos los cursos distinguiéndose por su bondad y una particular aptitud para el estudio. A los 21 años, mientras todavía asistía a los cursos de Teología, fue destinado a la enseñanza en el mismo seminario, revelando así sus marcadas dotes como educador. El 14 de enero de 1827 recibió la ordenación sacerdotal y poco después obtuvo el diploma que lo habilitaba a la enseñanza en las escuelas de primaria. En los primeros años de su ministerio se ocupó de varios encargos: la enseñanza en el seminario durante 18 años, la capellanía en la parroquia de S. Pedro en Vicenza por 10 años y la participación en distintas instituciones culturales, espirituales y caritativas de la ciudad, entre las cuales la dirección de la escuela pública primaria y superior. En 1831 dio inicio a la primera escuela popular femenina y en 1836 fundó las Hermanas Maestras de S. Dorotea Hijas de los Sagrados Corazones, un instituto de «maestras de auténtica vocación, consagradas al Señor y dedicadas totalmente a la educación de las niñas pobres».Poco después, quiso también que sus religiosas se dedicasen a las hijas de familias acomodadas, a las sordomudas y a las ciegas; más tarde las envió a la asistencia de los enfermos y de los ancianos en los hospitales, en los asilos y en sus domicilios. El 1 de marzo de 1839 obtuvo el decreto de alabanza del Papa Gregorio XVI; la Regla por él redactada permaneció en vigor hasta 1905, año en que el Instituto fue aprobado por el Papa Pío X, quien había sido ordenado sacerdote por el obispo Farina. En 1850 fue nombrado obispo de Treviso y recibió la consagración episcopal el 19 de enero de 1851. En esta diócesis desarrolló una variada actividad apostólica: en seguida inició la visita pastoral y organizó en todas las parroquias asociaciones para la ayuda material y espiritual de los pobres, incluso llegó a ser llamado «el obispo de los pobres». Propagó la práctica de los Ejercicios espirituales y la asistencia a los sacerdotes pobres y enfermos; cuidó la formación doctrinal y cultural del clero y de los fieles, y la instrucción y catechesis de los jóvenes. Los diez años de su episcopado en Treviso fueron marcados por el sufrimiento debido a cuestiones jurídicas con el Cabildo de la Catedral; esta situación condicionó la realización de su programa pastoral obstaculizando varias iniciativas y llegando a impedir la celebración del Sínodo diocesano. El 18 de junio de 1860 fue trasladado a la sede episcopal de Vicenza, donde puso en acto un amplio programa de renovación y desarrolló una importante obra pastoral orientada a la formación cultural y espiritual del clero y de los fieles, a la catechesis de los niños, a la reforma de los estudios y de la disciplina en el seminario. Convocó el Sínodo diocesano, que no había sido celebrado desde el 1689; en su visita pastoral a veces recorría kilómetros a pie o a lomos de una mula para poder llegar a los pueblos de montaña que no habían visto nunca un obispo. Instituyó numerosas confraternidades para socorrer a los pobres y sacerdotes ancianos y para la predicación de Ejercicios espirituales al pueblo; propagó una profunda devoción al Sagrado Corazón de Jesús, a la Virgen María y a la Eucaristía. Entre diciembre de 1869 y junio de 1870 participó al Concilio Vaticano I, donde hacía parte de los que sostenían la definición de la infalibilidad pontificia. Los últimos años de su vida fueron señalados con públicos reconocimientos por su labor apostólica y su caridad, pero también con fuertes sufrimientos e injustas acusaciones frente a las cuales él reaccionó con el silencio, la paz interior y el perdón, en fidelidad a su propia conciencia y a la regla suprema de la «salvación de las almas». Después de una primera grave enfermedad en 1886, sus fuerzas físicas se fueron debilitando gradualmente hasta el momento en que un ataque de apoplejía lo llevó a la muerte el 4 de marzo de 1888. Si usted tiene información relevante para la canonización del Beato Juan Antonio, contacte a: Sr. Albarosa Ines Bassani, SDVI - Suore Maestre di Santa Dorotea - Via S. Domenico 23 - 36100 Vicenza, ITALIA

90331 > Beato Giovanni Antonio Farina Vescovo MR

• Maria de Mattias, Santa
Fundadora

Maria de Mattias, Santa

Maria de Mattias, Santa

Martirológio Romano - Em Roma, beata María de Matías, virgem, que fundou o Instituto das Irmãs da Adoração do Preciosíssimo Sangue do Senhor (1866). Nasceu em 4 de Fevereiro de 1805 em Vallecorsa (Itália) numa família acomodada e de profunda fé cristã. já desde menina se familiarizou com a Sagrada Escritura, e sentiu um grande amor a Jesus, Cordeiro imolado pela salvação da humanidade. Teve especial devoção pelo Sangue de Cristo, derramado por amor aos homens. Pelos costumes da época, viveu sua meninice e adolescência relativamente isolada, com poucos contactos e relações exteriores. Em seu interior, sem embargo, buscava o sentido de sua vida, que esperava encontrar num amor sem fim. Encomendou-se á Virgem Maria para que a iluminasse e Deus a fez experimentar a beleza de seu amor, que se manifestou com plenitude em Cristo crucificado, em Cristo que derramou seu preciosíssimo sangue por nossa salvação. Esta experiência foi a fonte, a força e a motivação que a levou a difundir por todos o amor misericordioso do Pai celestial, e o amor de Jesus crucificado. Estava convencida de que a reforma da sociedade nasce do coração das pessoas e que os homens se transformam quando chegam a compreender quão valiosos são aos olhos de Deus, quando caem na conta do imenso amor de que hão sido objecto: Jesus deu todo seu sangue para os resgatar. Quando tinha 17 anos, são Gaspar del Búfalo pregou em Vallecorsa uma missão popular e Maria viu como se transformava o povo, com a conversão de muitas pessoas. Em seu interior surgiu o desejo de contribuir, como esse santo, para a transformação espiritual das pessoas. Sob a guia de um companheiro de são Gaspar, o venerável dom Giovanni Merlini, em 4 de Março de 1834 fundou a congregação das Religiosas Adoratrices de la Sangre de Cristo. Além de promover a educação das meninas, reunia as mães e as jovens para as catequizar, para fazer que se enamorassem de Jesus, impulsionando-as a viver cristãmente, segundo seu estado de vida. Muitos homens, aos que não podia falar, por causa dos costumes da época, acudiam espontaneamente a escutá-la. Apesar de seu carácter tímido e introvertido, o zelo pela causa de Cristo a converteu numa grande pregadora, que convencia tanto as pessoas simples como as cultas, tanto aos laicos como aos sacerdotes, porque quando falava dos mistérios da fé dava a impressão de que havia experimentado pessoalmente essas realidades. Seu grande desejo era que não se perdesse nem sequer uma gota do Sangue de Cristo,mas que chegasse a todos os pecadores para os purificar e para que, lavados naquele rio de misericórdia, voltassem ao bom caminho. Este zelo arrastou a muitas jovens. Assim, pôde fundar perto de setenta casas religiosas, principalmente em Itália, mas também na Alemanha e Inglaterra. Quase todas suas casas se abriam em pequenas aldeias abandonadas do centro de Itália, a exceção de Roma, a onde foi chamada pelo Papa Pío IX para dirigir o Hospício de São Luís e uma escola em Civitavecchia. Viveu toda sua vida com o único desejo de agradar a Jesus, que lhe havia roubado o coração desde sua juventude, e com o compromisso gozoso de difundir ao máximo o conhecimento do amor de Deus pela humanidade. Para isso não escamoteou esforços, nem se deixou abater pelas dificuldades. Sempre atuou em profunda comunhão com a Igreja universal e particular, e por amor a ela. Morreu em Roma em 20 de Agosto de 1866. Foi beatificada pelo Papa Pío XII em 1 de Outubro de 1950. Foi canonizada em 18 de Maio de 2003 pelo Papa João Paulo II, dia em que além disso Sua Santidade cumpriu 83 anos de idade. Em 20 de Agosto se recorda o nascimento ao céu de Santo Domingo Sávio, sendo em 4 de Março a data fixada para a celebração litúrgica de sua festa. ¡Felicidades a quem leve este nome! Reproduzido com autorização de Vatican.va

• Plácida Viel, Beata
Virgem,

Plácida Viel, Beata

Plácida Viel, Beata

Superiora Geral da
Congregação das Escolas Cristãs da Misericórdia

Martirológio Romano: No cenóbio de Saint-Sauveur-le-Vicomte, de Normandía, em França, beata Plácida (Eulália) Viel, virgem, que brilhou por seu zelo e humildade, dirigindo a Congregação das Escolas Cristãs da Misericórdia (1877).Etimologicamente: Plácida = Aquela que possui um carácter tranquilo, vem do latim. Victoria Eulália Jacqueline Viel, que um dia seria superiora geral das Irmãs das Escolas Cristãs da Misericórdia, nasceu numa aldeiazinha normanda de Val-Vacher. Era a oitava filha de um agricultor e sua instrução se reduz a sete anos de escola primária, na cidade de Quettehou. A beata era séria e tímida por temperamento. Até aos dezassete anos, viveu a existência tranquila e ordenada de uma filha de agricultor, encarregada de fazer casa a seu irmão. A essa idade foi visitar a uma tia sua, que era religiosa no convento de Santa María Magdalena Postel, em Saint-Sauveur-le- Vicomte. A visita impressionou tanto a jovem, que decidiu ingressar na comunidade. Foi admitida e tomou o nome de Plácida. La madre Postel, que tenía ya ochenta años, vio en la joven religiosa a una sucesora ideal para el gobierno de la congregación. Así pues, cuando Plácida terminó sus dos años de noviciado, asistió a unos cursos intensivos en la escuela normal de Argentan y después fue nombrada profesora en un pensionado. Al mismo tiempo, la santa fundadora la iba iniciando en los deberes y responsabilidades da administração y aun la mandó a abrir algunas nuevas casas. A los cinco años de vida religiosa, Plácida fue nombrada maestra de novicias, pero bien pronto tuvo que dejar el cargo para ir a París a reunir fondos para la restauración de la iglesia en la abadía de Saint-Sauveur y a arreglar otros asuntos de importancia. Santa María Magdalena Postel murió el 16 de julio de 1846. El capítulo general de las Hermanas de las Escuelas Cristianas escogió a Plácida para sucederla. La hermana María, su tía, esperaba ser elegida y, aunque la nueva superiora le dio mucha autoridad y responsabilidades, la hermana María, que ya desde antes se había mostrado hostil a su sobrina, obstaculizó mucho el gobierno de la madre Plácida durante los diez años siguientes. Para evitar esa dificultad, la beata residía el menor tiempo posible en la casa matriz y, mientras vivió su tía, gobernó la congregación "desde los abruptos y tortuosos caminos y senderos del centro y el oeste de Francia." En efecto, durante esa época, beata viajó mucho por Francia para recoger fondos y visitar los conventos de la congregación, que crecía rápidamente. Trabajó con particular empeño por obtener la aprobación oficial de la congregación. Las negociaciones fueron muy laboriosas y en una ocasión, la beata tuvo que hacer un viaje secreto a Viena para ver al conde de Chambord. La madre Plácida fue superiora general durante treinta años y la congregación prosperó mucho bajo su gobierno; se multiplicaron los orfanatos, las casas de cuna, los talleres y las escuelas primarias gratuitas. Una de las más famosas fundaciones fue el orfanato del Sagrado Corazón de María, en París, donde en 1877, había ya 500 niños. La beata pudo también llevar felizmente a término la reconstrucción de la gran iglesia de la casa matriz, emprendida por la fundadora. El cardenal Guibert, arzobispo de Burdeos, hablando de la situación de Francia en 1870, aplicó a la madre Plácida lo que se había dicho de la Beata Ana Javouhey: "Sólo conozco a una persona capaz de restablecer el orden en Francia: la madre Plácida, del convento de Saint-Sauveur-le-Vicomte". La impresión que dejan la vida y las realizaciones de la beata es la de que fue una religiosa de gran encanto personal y buen humor, serenamente decidida a hacer por las niñas lo que San Juan Bautista de la Salle había hecho por los niños. Durante su gobierno, se abrieron en Normandía treinta y seis colegios para niñas pobres y se suprimió como libro de lectura "Les ordonnances de Louis XIV." La vida de la beata fue muy sencilla en todos sentidos. No tuvo pruebas espirituales especiales ni gracias místicas. Sin embargo, no faltaron algunos hechos milagrosos, que ella atribuía a la intercesión de la madre Postel por cuya beatificación trabajó mucho. Su muerte ocurrió el 4 de marzo de 1877, cuando tenía sesenta y dos años de edad. Bajo su gobierno, el número de conventos de la congregación aumentó de treinta y siete a ciento cinco y el número de religiosas, de ciento cincuenta a más de mil. Si usted tiene información relevante para la canonización de la Beata Plácida escriba a: Abbaye de Ste-Marie-Madeleine-Postel
50390 Saint-Sauveur-le-Vicomte, FRANCIA

43890 > Beata Placida Viel Vergine MR

Zoltán Lajos Meszlényi, Beato
Bispo e Mártir,

Zoltán Lajos Meszlényi, Beato

Zoltán Lajos Meszlényi, Beato

Data de Beatificação: 31 de Outubro de 2009, durante o pontificado de S.S. Bento XVI, em cerimónia realizada na Catedral de Esztengom. Zoltán Lajos nasceu em 2 de Janeiro de 1892 no seio de uma família de sólida tradição católica. Chamado ao sacerdócio, conseguiu na Pontifícia Universidade Gregoriana o doutorado em Filosofia e em Teologia e o título em Direito Canónico. Em 28 de Outubro de 1937 foi ordenado bispo e nomeado auxiliar da arquidiocese de Esztergom na Hungria. Sua preparação e seu zelo pastoral lhe permitiram uma notável laboriosidade pastoral e cultural. Imediatamente depois da segunda Guerra Mundial, o regime comunista húngaro iniciou um encarniçado ataque contra a Igreja católica, aplicando a seus integrantes formas de intolerância que a miúdo desembocaram em violentas e sanguinárias perseguições. Acontecimento emblemático deste período de terror e real opressão foi a detenção do Primaz de Hungria, o arcebispo Jozsef Mindszenty. En el 1950, en oposición al deseo gubernativo, los canónigos de la catedral de Esztergom-Budapest eligieron al Beato Meszlényi como nuevo Vicario capitular, reconociendo así su rectitud y firmeza. Mons. Meszlényi, consciente de los riesgos, aceptó el nombramiento con prontitud y disponibilidad. La represión del régimen no se hizo esperar. Diez días después, el obispo fue detenido y, sin ningún proceso, fue internado en el establecimiento penal de Recsk y luego deportado al campo de concentración de Kistarcsa, cerca de Budapest, donde lo mantuvieron en total aislamiento. Iniciaron así ocho meses de cruel reclusión, en los que tuvo que sobrevivir casi sin comida y ni calefacción, jornadas de trabajo forzado y de violencias e inexplicables torturas, cosas en que los opresores de todos los tiempos son muy expertos. Frente al dilema ´fidelidad-traición´, Mons. Meszlényi confirmó con fortaleza su fidelidad al Evangelio, pese a vivir la perversidad de los acontecimientos, nunca perdió su fe en la misericordia y providencia divina. Soportó todo con amor. Murió agotado de privaciones el 4 de marzo1951. La reclusión inhumana literalmente lo mató. El móvil de su martirio fue el odio de los verdugos hacia Jesús, hacia Evangelio y hacia Iglesia. Esa es la consecuencia del mal que engendra odio: se va dejando una estela de muerte, destrucción y dolor indecible. Apenas se supo la noticia de su muerte, los que lo conocieron vieron en lo vivido por Mons. Meszlényi el sello del martirio. El régimen comunista obstaculizó de todos los modos posibles cualquier investigación para conocer la realidad de lo acontecido. Pero, como se sabe, la mentira no puede vencer a la verdad. Después de la caída del régimen la verdad brilló en toda su magnitud por el múltiple testimonio de documentos y personas.La Iglesia es una Iglesia de mártires, es decir de fuertes y atrevidos testigos del Evangelio. El mártir cristiano tiene a una muy precisa cualidad. Es asesinado, no mata. Es ultimado por odio a Jesús y a su Evangelio de vida y verdad. Pero su respuesta no es el odio sino el amor, no es la venganza sino el perdón, no es el resentimiento sino el rogar por la salvación de sus perseguidores y verdugos. Y esta es la gran lección de vida que mons. Meszlényi nos deja hoy, primera víctima del régimen comunista soviético posterior a la II Guerra Mundial que llega a la gloria de los altares. Si usted tiene información relevante para la canonización del Beato Zoltan, contacte a: Dr Andrea Ambrosi Primási és Érseki Hivatal Mindszenty hercegprímas tér 2 Pf. 25 H-2501 Esztergom, HUNGARY - Reproducido con autorización de Santiebeati.it -responsable de la traducción: Xavier Villalta

95079 > Beato Zoltan Lajos Meszlenyi Vescovo e martire

São Apiano, eremita

Em Comacchio, na província de Flaminia, são Apiano, monge, que, enviado desde o mosteiro de Pavía, levou nesta cidade vida eremítica (s. VIII).

43870 > Sant' Appiano di Comacchio Monaco MR

São Basino, monge e bispo

Em Tréveris, de Renânia, na Austrásia, são Basino, bispo, da família dos duques do reino de Austrásia, que primeiro foi monge, depois abade de São Máximo de Tréveris e, elevado finalmente à sede episcopal da cidade, aprovou a fundação do mosteiro de Epternach, realizada por santa Irmina (705).

43865 > San Basino di Treviri Vescovo MR

Beatos Cristóbal Bales, presbítero, Alejandro Blake e Nicolás Horner, mártires

Em Londres, em Inglaterra, os beatos Cristóbal Bales, presbítero, Alejandro Blake e Nicolás Horner, mártires, os quais, durante a perseguição sob o reinado de Isabel I, receberam ao mesmo tempo a coroa da glória (1590).

43880 > Beati Cristoforo Bales, Alessandro Blake e Nicola Horner Martiri MR

Santos Fócio, Arquelao, Quirino e

outros dezassete companheiros, mártires

Em Nicomedia, em Bitinia, os santos Focio, Arquelao, Quirino e outros dezassete companheiros mártires (s. III/IV).

43860 > Santi Fozio, Archelao, Quirino e diciassette compagni Martiri MR

São Pedro, eremita e bispo

No mosteiro de Cava, na Campânia, são Pedro, que havendo seguido desde sua juventude vida eremítica, foi eleito bispo de Policastro, mas cansado do estrépito da vida exterior, regressou ao mosteiro, onde, constituído abade, restabeleceu admiravelmente a disciplina (1123).

91054 > San Pietro I (Pappacarbone) Abate di Cava MR





93081 > Beati Miecislao Bohatkewicz, Ladislao Mackowiak e Stanislao Pyrtek Sacerdoti e martiri MR

 


94088 > Beato Ruperto di Ottobeuren Abate

 

  • 000000000000000000000000000000000000000000000000

  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000

  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

  • Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]

  • http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

  • ===================================

  • 0000000000000000000000000000000000000000000000

  • $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$SS

    «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.Hoje POR EXEMPLO foi incluído como

  • Complemento na vida de

  • ( ……..  )Estrela

  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.

  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt