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quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher - 8 de Março

Novo post em Jovens Revolucionários


Feliz Dia Internacional da Mulher!

by Robson Landim

Feliz Dia Internacional da Mulher!

És uma linda flor, regada pelo Espírito do Senhor!
Que você, assim como a Virgem Maria, possa ser sinal da presença e do amor de Deus por onde passar. Que sua singeleza, cuidado, carinho e amor sejam para nós, homens, filhos, maridos, sobrinhos, netos... um verdadeiro abraço do Céu! Parabéns!

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Robson Landim | 08/03/2012 at 12:56 am | Categorias: blog | URL: http://wp.me/p5npG-1kq

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Catolicos com Jesus

Dia da Mulher: Lições que só a vida ensina

Posted: 08 Mar 2012 01:44 AM PST

Escrito por Regina Brett, 90 anos, de "The Plain Dealer", Cleveland, Ohio A vida não é justa, mesmo assim é boa.A vida é curta para perdermos tempo odiando a alguém.Chorar com alguém alivia mais que chorar só.Faça as pazes com teu passado para não arruinar o presente.Não compares tua vida com a dos outros. Se uma relação tem que ser secreta, melhor não tê-la.Respira profundamente. Isso acalma a mente.Elimina tudo que não seja útil, belo ou alegre. O que não te mata, na realidade te faz mais...
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Dia da Mulher? Todos os dias com certeza

Posted: 08 Mar 2012 01:39 AM PST

O meu nome é MULHER! No princípio eu era a Eva Criada para a felicidade de Adão Para eu encontrar perdão. Passei a ser Amélia A mulher de verdade Para a sociedade Não tinha a menor vaidade Mas sonhava com a igualdade. Muito tempo depois decidi: Não dá mais! Quero minha dignidade Tenho meus ideais! Hoje não sou só esposa ou filha Sou pai, mãe, arrimo de família. Sou caminhoneira, taxista, Piloto de avião, policial.Operária em construção... Ao mundo peço licença Para atuar onde...

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Posts colocados em 8-3-12 -  12,20 h

António Fonseca

Nº 1218-4 - «REZAR NA QUARESMA» - 8 de Março de 2012 - (Quinta-feira)

 

 

2ª SEMANA DA QUARESMA

Quinta-feira

Lucas 16, 19-31

“Se não dão ouvidos a Moisés e aos profetas, também não se deixarão convencer se alguém ressuscitar dos mortos.”

****************

Todos os momentos e lugares são bons para escutar e acolher os convites que Deus faz a uma vida feliz.

Mas essa abundância de ocasiões pode levar a um adiar constante.

“Mais tarde…”,

“ainda há tempo…”

Jesus insiste na urgência de dar uma resposta positiva aos seus apelos.

Ele fala aqui e agora.

E pede já uma resposta decidida.

 

»»»»»»»»»»

Hoje, Senhor Jesus, é um bom dia

para Te abrir as portas do meu coração.

Para me deixar tocar pelos sinais com que me falas.

Para abrir os olhos à luz que envias à minha vida.

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1218 - 2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 8 DE MARÇO DE 2012

(7)
 
Nº 1218-2ª Página

EVANGELHO DE S. JOÃO
 
V – FESTA DOS TABERNÁCULOS
 
7 – JESUS SOBE A JERUSALÉM PARA A FESTA E ENSINA … Depois disto, andava Jesus pela Galileia, pois não queria andar pela Judeia, porque os judeus procuravam dar-Lhe a morte. Estava perto a festa judaica dos Tabernáculos. Disseram-Lhe, pois, os Seus irmãos: «Sai daqui e vai para a Judeia, a fim de os Teus discípulos também verem as obras que Tu fazes, pois ninguém, que pretenda ser conhecido, atua em segredo. Já que fazes estas coisas, manifesta-Te ao mundo». De facto, nem os Seus irmãos acreditavam n’Ele. Jesus disse-lhes então: «O Meu Tempo ainda não chegou, mas para vós o tempo é sempre oportuno. O mundo não pode odiar-vos, mas odeia-Me a Mim, porque faço ver que as suas obras são más. Subi vós à festa. Eu não subo a essa festa, porque o Meu tempo ainda não chegou». E tendo-lhes dito isto, ficou na Galileia. Mas depois de os Seus irmãos terem subido para irem à festa, Ele também foi, não manifestamente, mas em segredo. Ora os judeus procuravam-n’O durante a festa e diziam: «Onde está Ele?» E havia grande murmúrio a Seu respeito entre a multidão. Uns diziam: «É um homem de bem». Outros afirmavam: «Não, Ele engana o povo». Ninguém, contudo, falava d’Ele, abertamente, com medo dos judeus. Já a festa estava a meio, quando Jesus subiu ao Templo e Se pôs a ensinar. Os judeus admiravam-se, dizendo: «Como é que Ele conhece as Escrituras sem ter estudado?» Jesus respondeu-lhes: «A Minha doutrina não Me pertence, é d’Aquele que Me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade d’Ele, saberá se a Minha doutrina vem de Deus ou se falo de Mim mesmo. Aquele que fala de si mesmo procura a própria glória, mas quem procura a glória de quem O enviou, esse é verídico e nele não há impostura. Não foi Moisés que vos deu a Lei? Nenhum de vós, porém, cumpre a Lei! Porque procurais matar-Me?» A multidão respondeu: «Estás possesso do demónio. Quem Te quer matar?» Jesus respondeu-lhes: «Fiz uma só obra e todos vós, por isso, estais maravilhados. Moisés deu-vos a circuncisão – não que ela venha de Moisés, mas dos patriarcas - e vós circuncidais ao sábado. Se um homem  recebe a circuncisão ao sábado, para não se violar a lei de Moisés, porque vos irritais Comigo por ter curado completamente um homem ao sábado? Não julgueis pelas aparências, julgai segundo a justiça». 
 
DISCUSSÕES POPULARES SOBRE A ORIGEM DO CRISTO – … Diziam então alguns dos de Jerusalém: «Não é a Este que procuram matar? Fala livremente e não Lhe dizem nada. Teriam as autoridades reconhecido que Ele é, na verdade, o Messias? Nós, porém, sabemos de onde Ele é; mas o Messias, quando vier, ninguém saberá de onde é». Entretanto, Jesus estava a ensinar no Templo e disse em voz alta: «Sim, conheceis-Me e sabeis de onde Eu sou; se bem que Eu não tenho vindo de Mim mesmo; mas Aquele que Me enviou e que vós não conheceis, esse é verdadeiro. Eu conheço-O, porque venho de junto d’Ele  e foi Ele Quem me enviou». Procuravam então, prendê-Lo, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a sua hora.
 
JESUS ANUNCIA A SUA PRÓXIMA VINDA … Dentre a multidão, muitos acreditaram n’Ele e diziam: «Quando vier o Messias fará mais milagres do que Ele tem feito?» Os fariseus ouviram o que a multidão murmurava a respeito de Jesus e os príncipes dos sacerdotes e fariseus mandaram guardas para O prenderem. Jesus disse então: «Ainda estou por pouco tempo convosco; depois vou para Aquele que Me enviou. Haveis de procurar-Me e não Me encontrareis, e, para onde eu for, não podeis ir». Os judeus disseram uns aos outros: «Para onde irá Ele, de modo a não ser encontrado por nós? Irá juntar-se aos que estão dispersos entre os gregos e ensinar os gregos? Que quis Ele dizer com estas palavras: «Haveis de procurar-Me e não Me encontrareis e para onde Eu for não podeis ir?».
 
PROMESSA DE ÁGUA VIVA No último dia, o mais solene da festa, Jesus, de pé, disse em voz alta: «Se alguém tem sede venha a Mim e beba!  Do seio daquele que acredite em Mim, correrão rios de água viva, como diz a escritura». Jesus falava do Espírito que deviam receber os que n’Ele acreditassem; pois o Espírito ainda não viera, por Jesus não ter sido ainda glorificado.
 
NOVA DISCUSSÃO SOBRE A ORIGEM DO CRISTO – …Entre a multidão, alguns que O tinham ouvido diziam: «Ele é, na verdade, o Profeta!» Outros afirmavam: «É o Messias!» Outros, porém, diziam: «O Cristo virá da Galileia? Não diz a Escritura que é da descendência de David e da povoação de Belém, donde era David, que vem o Messias?» Houve, pois desacordo entre a multidão por Sua causa. Alguns deles queriam prendê-Lo, mas ninguém Lhe deitou a mão. Os guardas foram, então, ter com os príncipes dos sacerdotes, e com  os fariseus e eles perguntaram-lhes: «Porque não O trouxestes?» Os guardas responderam: «Homem algum, falou como esse homem!» Os fariseus replicaram: «Também vos deixastes seduzir? Porventura creu n’Ele alguns dos chefes ou dos fariseus? Quanto a essa gente que desconhece a lei, é maldita!» Nicodemos, aquele que tinha ido anteriormente ter com  Jesus e que era um deles, disse-lhes: «Acaso condena a nossa Lei um homem, sem primeiro o ouvir e saber o que ele faz?» Responderam-lhe eles: «Serás tu também da Galileia? Investiga e verás que profeta algum surgiu da Galileia». E retirou-se cada qual para sua casa.
 
 
Amanhã, dia 9/3/12, segue-se o Capítulo seguinte do Evangelho de SÃO JOÃO.
António Fonseca
aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1218 – 1ª Página – (68/2012) - SANTOS DE CADA DIA (2ª Semana da Quaresma) – 8 de Março de 2012

 
Ver Notas no final
 
Nº 1218 – 1ª Página – 2012
 
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Quaresma
 
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João de Deus, Santo
Fundador (1495-1550):

Juan de Dios, Santo

João de Deus, Santo

João Cidade, fundador da Ordem dos Irmãos Hospitaleiros (ou Hospitalários), nasceu em Montemor-o-Novo, Portugal, em 1495, e morreu em Granada, Espanha, a 8 de Março de 1550. Tinha oito anos quando, ao ouvir as descrições dum peregrino, sendo sonhador e ambicioso das novidades, se lançou no desconhecido e penetrou em terras de Espanha; atravessou o Guadiana e chegou por fim à vila de Oropesa, onde, extenuado e quase sem sinais de vida, foi recolhido por um rico proprietário, que o manteve ao seu serviço, primeiro como pastor, depois como maioral e administrador, e ultimamente como homem de plena confiança. João cresce no campo, suportando o ardor do sol toledano, respirando o ar são das pastagens. Um dia, a filha do seu amo enamorou-se dele, e o pai não só consentiu no casamento, mas procurou-o por todos os meios. João pede tempo para refletir. Uma voz interior diz-lhe: “Tu não podes prender-te a uma mulher, nem a uma casa rica, nem a um porvir desafogado mas incerto”. Desaparece e alista-se na hoste que o Conde de Oropesa estava a reunir, contra os franceses de Francisco I. Como Inácio de Loyola, toma parte na guerra de Navarra e está presente no cerco de Fuenterrabia. Foi para ele, que ia chegar aos 25 anos, tempo de duras provas. Sem que alguém saiba como, falta um rico depósito que lhe tinha confiado o seu capitão. Isto leva a que João, o responsável, seja condenado à morte. Já estava perto da árvore em que ia ser enforcado, quando chega um oficial superior. Este contenta-se com expulsá-lo do exército. Volta derrotado e triste a casa do seu antigo amo de Oropesa, e novamente se alista, desta vez nas campanhas contra o Turco no centro da Europa; chega até Viena e, terminada a empresa, vai como peregrino a Santiago de Compostela. Recorda-se lá da terra natal e dos pais. Vai a Montemor, mas na casa ninguém o conhece, pois tinham morrido o pai e a mãe. Mas um parente afastado oferece-lhe hospitalidade, carinho e dinheiro; ele porém não aceita e volta a Espanha, fazendo-se guardador de gado em Sevilha. E transfere-se depois para África, no séquito dum fidalgo português que vai degredado e embarca em Gibraltar. Em Ceuta é pedreiro e com os ganhos ajuda enfermos e necessitados. As suas aventuras vão-se todavia orientando pouco a pouco com a luz da vocação divina. Volta a Península; pára em Gibraltar e torna-se vendedor de livros e imagens. Entre o que é piedoso, fornece também, livros de cavalaria; mas tem escrúpulos e frequentemente dissuade os compradores de que os leiam. Como vendedor ambulante percorre, com as mercadorias às costas, as ruas de Gibraltar, de Algeciras e doutras cidades da costa. Assim chega até Granada onde, na idade madura de 42 anos, Deus o espera para finalmente lhe dar a conhecer a sua verdadeira vocação. Instala a sua livraria na rua de Elvira, onde pouco depois nasceria o Doutor Exímio, Francisco Suárez, futuro catedrático da Universidade de Coimbra. O porquê da vinda para Granada, assim o explica uma velha tradição. Encontrou-se um dia com um menino andrajoso, que só com dificuldade caminhava, mostrando-se cansado e doente. João compadeceu-se dele, pô-lo às costas e, como outro S. Cristóvão, transportou-o assim durante muito tempo. Chegados perto duma fonte, João parou dominado por ardente sede. O menino desceu-lhe dos ombros e mostrou-lhe uma granada ou romã aberta, com uma representação da santa cruz por baixo. E, referindo-se à cidade espanhola com este nome, disse-lhe: “Granada será a tua cruz”. Logo a seguir, desapareceu. A 20 de Janeiro de 1537 pregou nesta cidade S. João de Ávila. Descreveu com viveza S. Sebastião, heroico atleta que, debaixo da clâmide de soldado, usava a túnica vermelha da caridade de Cristo. Traçou um quadro vigoroso das amarguras do prazer e das alegrias da dor cristã, ponderando as recompensas inefáveis que esperam a virtude. As palavras do pregador atingiram o íntimo de João Cidade, como setas ao corpo de S. Sebastião. Sentiu-se tão arrependido dos pecados que, saindo precipitadamente do templo, pôs-se a correr pelas ruas gritando a plenos pulmões: – Misericórdia, Senhor, misericórdia! As pessoas que o viam a correr e a gritar, tomando-o por doido – as crianças primeiro e depois a população toda – começaram a injuriá-lo, a atirar-lhe pedras e todas as imundícies encontradas. João distribuiu aos pobres tudo quanto possuía e começou vida de tão rigorosa penitência, que a maior parte da gente tomou-o por louco, chegando ele a ser metido num hospital de alienados. O sistema, que até então se usava com os doidos, baseava-se em rigor e pancada. João comovia-se ao ouvir os queixumes e protestava: “Cruéis, perversos, verdugos; tende compaixão desses desgraçados, que estão inocentes. E quereis que esta casa se chame instituição de caridade?” As pancadas choviam então sobre o Santo; mas ele, em vez de se queixar, instigava-os dizendo: “Castigai, castigai esta carne, que tem a culpa de tudo”. A loucura de S. João de Deus manteve-se até que S. João de Ávila a proibiu. Assim o nosso Santo imediatamente se tornou cordato e dedicou-se a tratar os doentes. Tinha encontrado, no termo de tantas curvas, o caminho recto da sua vocação. reuniu esmolas e construiu um amplo e bem organizado hospital em Granada. Juntaram-se-lhe outras almas generosas e sacrificadas, e nasceu a Ordem dos Irmãos Hospitaleiros. Desde o primeiro dia teve o hospital 50 camas, com cobertores, esteiras, almofadas, e na cabeceira de cada leito uma cruz. Primeiro tratava-se da alma, depois do corpo. “Há muito tempo que não te confessas?” – perguntava aos miseráveis que vinham pedir socorro. A todos admitia e de todos cuidava com o mesmo amor. Percorria diariamente a cidade, mendigando para os seus pobres. Como antes choviam as pancadas, agora chovem as esmolas. O pastor, o soldado, o pedreiro, o vendedor ambulante. Lida agora com milhares de escudos, a sua mão não passa porém de ser conduta, por onde as águas correm até ao fundo do vale da dor e da miséria, para limpar, curar e vivificar. Recordemo-nos do quadro famoso de Murillo. O santo volta a casa com o cesto cheio; no caminho, estendido a uma esquina, um mendigo doente e ulcerado. Com grande dificuldade o põe às costas e, coxeando, dirige-se para o hospital. De repente, vem-lhe ao encontro um desconhecido, pega-lhe pelo braço e guia-o. É o arcanjo S. Rafael. Granada inteira o admira e ajoelha-se diante dele. S. João de Ávila anima-o e dirige-o no seu zelo caritativo. O Arcebispo auxilia-o e nota que ele usa cada dia um vestuário diferente, cada vez mais roto e despedaçado. Averigua que João não pode ter dois dias seguidos a mesma capa, as mesmas calças nem a mesma camisa, porque, logo que vê um pobre mais mal vestido que ele, propõe-lhe uma troca, para o necessitado vantajosa. Um dia o hospital é invadido pelas chamas; João lança-se para o meio do fogo e salva os doentes um por um, sem sofrer absolutamente nada. Mas depois, caindo em doença grave, ao sentir próxima a morte , levanta-se da cama, veste-se e prostra-se no chão. Apertando ao peito um crucifixo, exala o último suspiro. Granada inteira desfila diante daquele homem-prodígio de humildade e caridade. Foi o beatificado em 1630 e canonizado em 1690. Clemente IX declarou-o patrono dos hospitais católicos. Leão XIII ordenou que o seu nome fosse mencionado nas Ladainhas dos Agonizantes, juntamente com, São Camilo de Lélis. E, em 1930, Pio XI colocou sob a proteção dos dois Santos os enfermeiros católicos e suas associações. O corpo de S. João de Deus – que assim se ficou chamando desde os primeiros contactos com S. João de Ávila – venera-se na sua basílica menor de Granada. Desta cidade recebeu Portugal certa compensação, com a vinda dos seus dois filhos – o Doutor Exímio e Frei Luís de Granada – que jazem, respectivamente, em S. Roque e em S. Domingos, de Lisboa. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesduitas.pt. Ver também www.es.catyholic e www.santiebeati.it.

26300 > San Giovanni di Dio Religioso - Memoria Facoltativa MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

COMPLEMENTO
 
João nasceu a 8 de Março em Montemor-o-Novo (Portugal). Impetuoso ao longo de toda a sua vida, fugiu de casa aos oito anos para viajar até Espanha com um Padre que estava de passagem. Aí, foi educado por uma família que o ensinou a ser pastor. Em 1522, ingressou no exército espanhol. Durante a guerra contra a França, caiu de um cavalo perto do campo do inimigo e, abalado, pediu o auxílio da Virgem Maria. Conseguiu regressar para junto dos seus camaradas, mas foi depois acusado de roubar, e escapou por pouco à forca. Ao saber que a mãe tinha falecido e seu pai se tinha professado num convento franciscano, João decidiu expiar os seus pecados. Ansioso por ajudar os outros, foi para África, onde os cristãos estavam a ser perseguidos.
Visão de Jesus – Um monge franciscano aconselhou-o a regressar a Espanha. Um dia, teve uma visão do Menino Jesus a chamar-lhe “João de Deus” a dizer-lhe para ir para Granada. Aí ouviu pregar João de Ávila, que falava da alegria daqueles que sofrem, por Cristo. Emocionado, João descontrolou-se e teve de ser internado. Após a recuperação, decidiu tomar contra dos doentes e dos pobres. Fundou um hospital em Granada e obtinha recursos para cuidar dos doentes pedindo esmola. Havia tantos doentes que construiu um segundo e depois um terceiro hospital. Durante um incêndio num dos hospitais, João salvou sozinho muitos pacientes e ajudou a extinguir o fogo. O Bispo de Tuy concedeu-lhe o nome de “João de Deus” e, em reconhecimento pelo seu serviço aos outros, deu-lhe um hábito religioso para usar. João faleceu em oração no dia em que fazia 55 anos.
 
No seu rasto
O impetuoso desejo de ajudar os menos afortunados fez com que João se esquecesse de si próprio e das suas necessidades.
Séculos mais tarde, Sir John Foster Wilson, que cegou aos 12 anos, devido à explosão de um bico de Bunsen, dedicou a sua vida a salvar os outros sem pensar na sua incapacidade. Wilson nasceu em Inglaterra, filho de um sacerdote anglicano. Após o acidente, frequentou a universidade, mas não quis seguir uma carreira académica, preferindo trabalhar no Instituto Nacional dos Cegos. A sua ação levou à criação de uma organização hoje chamada Sight Savers, que tem por objectivo prevenir a cegueira por todo o mundo e o fornecimento de medicamentos e cuidados médicos em zonas distantes. Autor de vários livros sobre a cegueira e outras deficiências, John Wilson foi nomeado cavaleiro em 1975 e recebeu três importantes condecorações pelo seu trabalho humanitário. Faleceu em 1999, mas a sua obra continua. O trabalho generoso em favor dos outros pode oferecer uma nova perspectiva sobre as nossas vidas e ajudar-nos a enfrentar os momentos difíceis.
 
Oração
 
Ó Deus, que depois de abrasardes a Alma de S~ºao João no Vosso amnor, o fizestes passar incólume por entre as chamas, e que, por meio dele, enriquecestes a Igreja com uma nova família, concdede4i-nos, pelos Seus méritos, que com o fogo da Vossa caridade, sejamos curados dos nossos vícios e providos dos remédios eternos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho Ámen.
(Oração tradicional)
 
 
No período da vida de São João de Deus (1495-1550) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Richard Burbage recebe permissão para abrir um teatro em Londres (1574); Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil (1500); É produzido éter a partir de álcool e ácido sulfúrico (1540); A Rússia inicia a conquista da Sibéria (1581).
Senan, Santo
Bispo

44260 > San Senano Abate MR

COMPLEMENTO
 
Conta a lenda que o próprio São Patrício profetizou o nascimento de Senan. Filho de um agricultor, nasceu no condado de Clare. Foi confiado aos cuidados do Abade Cassidan ainda criança e continuou a sua educação com o Abade Notal. O seu primeiro ato como missionário foi fundar a paróquia ainda conhecida hoje como Templeshannon (ou Teampul Senain). Depois foi em peregrinação a Roma. Quando regressou, fundou vários mosteiros ao longo da costa irlandesa. Entre esses mosteiros destaca-se Inishcarra, perto de Cork. Acabou por se instalar na ilha de Scattery, no estuário do rio Shannon, onde fundou uma abadia e uma escola e estabeleceu uma Diocese. Tendo ouvido falar da sua reputação de grande espiritualidade, São Ciaran e São Brendan visitaram-no aí.
Direitos das mulheres – Uma das mais famosas lendas sobre Senan conta como ele conheceu alguém que lhe fez frente. Senan tinha decretado que nenhuma mulher deveria pisar a ilha de Scattery. No entanto, uma mulher moribunda, chamada Cannera, chegou à ilha, na esperança de receber a Eucaristia e ser aí enterrada. Senan deteve-a na praia dizendo “Regressa ao mundo e não nos incomodes. A tua alma pode ser pura, mas continuas a ser mulher”. Mas Cannera recusou-se a ser intimidada pela Ordem do Abade. Argumentou que Cristo não sofrera mais às mãos das mulheres do que dos homens e que ambos os sexos entravam no paraíso. Além disso, alguns dos amigos mais próximos de Jesus na terra eram mulheres. Senan desistiu. Deu a Eucaristia a Cannera e, após a sua morte, permitiu que fosse sepultada em Scattery.
 
No seu rasto
 
Os esforços missionários de Senan espalharam o Cristianismo pela Irlanda.
Hoje, a Irlanda continua a sofrer com a violência entre católicos e protestantes. Um grupo chamado Co-operation Irland (Co-operação irlandesa) tenta ajudar a melhorar a situação. Esta organização local promove a paz das seguintes formas:
* Trocas reciprocas entre escolas na República da Irlanda e a Irlanda do Norte, de forma a encorajar as crianças a verem-se umas às outras como pessoas, não como adversários.
* Cooperação económica que promove os laços entre os dois países, baseando-se na ideia de que uma economia estável contribuirá para uma sociedade em paz.
* Apoio especial da União Europeia, que encoraja a interacção com empresas e instituições culturais na Europa.
* Recolhas de fundos e iniciativas especiais, tal como uma volta à Irlanda do Norte em bicicleta, percorrendo a fronteira e encorajando a interacção pacifica entre o Ulster e a República.
 
Oração
 
Deus Todo-Poderoso e eterno, agradecemos-Vos o Vosso servo Senan a quem chamastes a pregar o Evangelho ao povo da Irlanda. Suplicamos-Vos que façais surgir, aqui e em toda a terra, evangelizadores e arautos do Vosso reino, que a Vossa Igreja possa proclamar as riquezas incontáveis do Nosso Salvador Jesus Cristo, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, agora e para sempre. Ámen.
(Livro das Orações Comuns da Igreja Anglicana)
 
No período da vida de Santo Senan (séculos V-VI) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Emergência da dinastia Chalukya na Índia (550); O lendário Rei Artur derrota os Saxões (503); Grande epidemia de peste mata metade da população europeia (541-543); Os chineses inventam a ponte suspensa (580).

Faustino Miguez, Beato
Presbítero Esculápio e Fundador

Faustino Miguez, Beato

Faustino Miguez, Beato

Etimologicamente significa “afortunado”. Vem da língua latina. A família e, no seu caso, o próprio lugar montanhoso em que vivia, o fizeram um jovem trabalhador, sensível ao olhar de Deus na natureza e nas pessoas. Veio ao mundo num povo de Orense, Espanha, no ano 1831. Os pais o enviaram a que estudasse no santuário de Nossa Senhora dos Milagres da capital. Vendo a rectidão e a felicidade daqueles professores, sentiu o desejo de ser sacerdote esculápio com o fim de dedicar-se por inteiro ao trabalho pastoral e educativo nos colégios. Ordenado de sacerdote, foi destinado ao colégio de Getafe, Madrid. Deste centro, como é habitual nos religiosos dedicados à educação, foi passando por muitos outros centros. Gostava das ciências naturais. Desde pequeno as apreciava naquelas paragens de sua terra natal. Não gostava de figurar em nada. Seu prazer era a obra a favor dos meninos e jovens. Tratava-os com muita amabilidade, respeito e afeito. Só buscava fazer-lhes o bem humano e espiritual. Era um verdadeiro mestre amigo das pessoas. Seus tempos livres empregava-os escrevendo livros simples sobre ciências naturais. E como sacerdote, gostava muito de estar horas e horas no confessionário. Homem com grandes dotes científicas. Não passou de largo ante a dor físico dos homens de seu tempo, sobre eles quis derramar o azeite do amor e da ciência para aligeirar o peso de seu sofrimento. Foi em Guanabacoa onde observa o uso pelos habitantes das plantas com fins terapêuticos, e sente-se atraído por isso. Pôs seus estudos e dotes científicos ao serviço de quem sofre a enfermidade. Como o samaritano que percorre os caminhos do mundo, desde seu olhar atento, não passa ao largo ante a dor física dos homens de seu tempo, sobre eles quis derramar o azeite do amor e da ciência para aligeirar o peso de seu sofrimento. Faustino tem a ocasião de conhecer mais de perto e de forma mais continuada a utilidade terapêutica das plantas. Inicia suas experiências com a flora do país que continua no seu regresso à Península. Em 1872 o Ayuntamiento de Sanlúcar de Barrameda encarregam-no da análise das propriedades curativas das águas dos mananciais da cidade. Deus concedeu-lhe o dom de curar a enfermos. Muitos outros acudiam a ele para lhe fazer consultas sobre plantas medicinais. Elabora uns preparados medicinais, A Direção Geral de Saúde registou, no ano 1922, doze de seus preparados a que se deu o nome de "Específicos Miguez", dando origem a uns dos legados do P. Faustino, o "Laboratório Miguez". Este surge da conjunção de vários rasgos característicos nele: caminhar próximo das necessidades dos homens, a preocupação pelo que sofre no corpo, o amor à ciência e a convicção que tem que Deus colocou na natureza os meios suficientes para curar a enfermidade, e precisamente nas plantas.O P.Faustino sabe que as meninas de seu tempo são "as esposas e mães de amanhã", descobre nelas "a apóstola da família, a parte mais interessante da sociedade, a portadora de paz, e a alma da família ". Desde sua experiência, descobre a necessidade que tem a meninice feminina de alguém que a guie pelo caminho da promoção humano-cristã. Sua resposta para fazer presente o Reino entre os marginados com um novo projeto de fundação: a Congregação de Filhas da Divina Pastora cujo fim é:" formar o coração e ilustrar a inteligência do belo sexo para fazer culto e civilizado segundo o espírito de Jesus Cristo, a fim de que seja um dia a alma da família e a salvação da sociedade".Já ancião, aos 94 anos morreu em Getafe em 8 de março de 1925. João Paulo II o beatificou em 23 de Outubro de 1998. ¡Felicidades a quem leve este nome! (A informação foi completada com dados obtidos em http://www.diocesisgetafe.es/)

90248 > Beato Faustino Miguez Padre Scolopio MR

Félix de Dunwich, Santo
Bispo

Félix de Dunwich, Santo

Félix de Dunwich, Santo

São Félix, que converteu os anglos de este, nasceu na região de Borgonha (que agora é França). Era um bispo que foi enviado a Inglaterra por ordens de Santo Honório de Canterbury para evangelizar em Anglia de Este. São Félix se estabeleceu em Dunwich na costa de Suffolk no ano 731, e trabalhado ali com êxito por dezassete anos. Fundou uma escola para jovens com a ajuda do rei Siegeberto, e comandado por professores de Canterbury. São Félix morreu no ano 748 e foi enterrado em Dunwich, mas suas relíquias foram transferidas para a abadia de Ramsey em Huntingdonshire no ano 971. São Félix deu seu nome a Felixstowe em Suffolk, e a Felixkirk em Yorkshire.

92289 > San Felice di Dunwich Vescovo MR

Teófilo de Nicomedia, Santo
Bispo

Teófilo de Nicomedia, Santo

Teófilo de Nicomedia, Santo

Martirológio Romano: Em Nicomedia, de Bitinia, são Teofilacto ou Teófilo, bispo, que desterrado por defender o culto das sagradas imagens, faleceu em Estróbilo de Caria (c. 840). Etimologicamente: Teófilo = Aquele que ama a Deus, é de origem grego. Foi discípulo de São Tarásio que ao dar-se conta da vocação e dons do rapaz para a vida religiosa, decidiu confiá-lo a outros de seus discípulos, São Miguel o Confessor, que se achava fundando um mosteiro junto ao Bósforo. Anos mais tarde, e logo depois de suportar ambos as mais duras e difíceis provas, São Tarásio conferiu a dignidade episcopal: Teófilo recebeu a sede de Nicomedia e Miguel a de Sínada. Quando León V empreendeu de novo sua batalha contra as imagens, São Nicéforo, sucessor de São Tarásio na sede de Constantinopla, convocou a um Concílio para manter a doutrina católica contra o imperador. São Teófilo e outros teólogos de grande saber defenderam com eloquência o ponto de vista da Igreja, mas o imperador permanecia inamovível Foi então, que o santo, ao ver a dureza do coração do imperador, vaticinou terríveis desgraças e pesares que cairiam sobre ele; o imperador, enfurecido, mandou encarcerar o santo numa escura e terrível cela, onde faleceu trinta anos depois. São Teófilo teve um coração grande e generoso; seu incansável serviço e entrega para com os mais pobres e enfermos levou a que mais adiante, o santo fundaste vários hospitais na região.

44270 > San Teofilatto di Nicomedia Vescovo MR

Veremundo, Santo
Abade,

Veremundo, Santo

Veremundo, Santo

Etimologicamente significa “verdadeiramente limpo”. Vem da língua alemã. Viveu na Idade Média, morreu no ano 1092. Seu tio era um beneditino da abadia de Nossa Senhora de Irache, mesmo ao lado de Estella, na Ribera de Navarra, Espanha. Com o tempo, se converteu em abade, seguindo a seu tio na mesma vocação a que Deus o havia chamado, e durante seus anos de abade desta preciosa abadia, a influência religiosa e cultural que saiam de seus muros foi muito importante para todo o reino desta autonomia espanhola. Veremundo, por seus méritos, preparação intelectual e seus dotes de prudência se erigiu em conselheiro dos próprios reis. Mas, sem dúvida, o que mais destacam seus biógrafos, foi sua entrega os pobres e uma cuidada recitação do Oficio divino, as orações que os monges fazem no coro várias vezes ao dia. É uma característica da Ordem beneditina o cuidado, esmero e elegantes ritos durante as celebrações dos mistérios sagrados. Teve suas controvérsias acerca de se empregar ou não o rito moçárabe, uma vez que se havia aprovado e estendido por todo o universo o rito romano. O suprimiu. Uma pena porque, a estas alturas, se volta a empregar de novo, e não somente em Toledo – onde nunca se perdeu – mas porque supõe um rito tipicamente hispânico e seria uma lástima que se tivesse perdido. Sua estância na abadia, situada nas faldas do Montejurra, foi nada menos que de 42 anos: desde 1056 a 1098. Uma das coisas que também distinguiu este lugar onde se forjaram santos, foi a acolhida que dispensavam aos peregrinos do Caminho de Santiago. A razão era porque ali fundou um hospital para atender aos enfermos, igual ao que havia em Puente la Reina e em Eunate. Desde Nájera a Pamplona, Irache foi o foco cultural mais importante junto com o mosteiro de são Salvador de Leire, junto a Sangüesa. ¡Felicidades a quem leve este nome!

44320 > San Veremondo Abate MR

Vicente (ou Vincent) Kadlubek, Santo
Bispo de Cracóvia

Vicente (o Vincent) Kadlubek, Santo

Vicente (o Vincent) Kadlubek, Santo

Bispo de Cracóvia, cronista, nascido em Karnow, ducado de Sandomir, Polónia, em 1160; faleceu em Jedrzejow em 8 de Março de 1222. Filho de uma rica família polaca, fez tais progressos em seus estudos que em 1189 podia firmar como “Magister Vincentius(Zeissberg, in “"Archiv fur osterreichische Geschichte", XLII, Vienna, 1870, 25), do qual alguns concluem que para esse então era canónico em Cracóvia e diretor da escola catedralicia. Noutro documento de 1212 (Zeissberg, 29) firma como quondam Sandomirensis praepositus. Quando morre o bispo Fulk de Cracóvia, em 11 de Setembro de 1207, o capítulo votou por Vincent. Inocêncio III aprovou a eleição em 28 de Março de 1208, e Vicente foi consagrado por Henry Kielicz, arcebispo de Gnesen. Polónia se encontrava então num estado de degradação moral no político e no eclesial, e Inocêncio havia pedido ao arcebispo, seu companheiro de estudos, que levasse a cabo uma reforma no clero e no povo. Vicente trabalhou em harmonia com seu metropolita, e nas suas visitas e sermões buscou obedecer às instruções do Pontífice. Assistiu aos religiosos na sua diocese, e fez importantes doações aos mosteiros de Sulejow, Koprzywnica e Jedrzejow. Também foi através de sua influência que em 1214 se restaurou a paz entre Andrés de Hungria e Leslek de Polónia, que estavam lutando pela posse de Galícia.

Vicente (o Vincent) Kadlubek, Santo

Vicente (o Vincent) Kadlubek, Santo

Em 1218, Vicente enviou sua renúncia, e depois de ser aceite por Honório III, ingressou no mosteiro de Jedrzejow. Foi o primeiro polaco em receber o hábito de Cisterciense (Starovolscius, 56). Em seu devido momento realizou sua profissão, e viveu no retiro até sua morte. Foi enterrado diante do altar mor da igreja abacial. Em 1682 John Sobieski solicitou à santa Sede sua beatificação. O capítulo Geral da Ordem de Cister fez um pedido similar em 1699. Em 18 de Fevereiro de 1764, Clemente XIII ratificou seu culto com base na solicitude de Wojciech Ziemicki, abade de Jedrzejow.

92845 > Beato Vincenzo Kadlubek Vescovo, monaco cistercense MR

44240 > Santi Apollonio e Filemone Martiri MR

 
93988 > Beato Bernardo Montagudo Vescovo

 
94698 > San Botmaele Monaco in Bretagna


93989 > Beato Carlo Catalano Mercedario

 
44310 > San Duthac Vescovo MR

 


44290 > San Litifredo di Pavia Vescovo MR

 
44230 > San Ponzio di Cartagine Diacono MR

 
91194 > San Probino di Como Vescovo MR

 

44330 > Santo Stefano d'Obazine Abate MR

 

44280 > Sant' Unfrido di Therouanne Vescovo MR

 

 


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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • João de Deus,e Senan, SantosEstrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt