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domingo, 11 de março de 2012

Nº 1221 - 2ª Página - EVANGELHO, SEGUNDO S. LUCAS - ANO B – 11 DE MARÇO DE 2012

(10)
 
Nº 1221-2ª Página

EVANGELHO DE S. JOÃO
 
VI – A FESTA DA DEDICAÇÃO
 
 
JESUS DECLARA-SE MESSIAS …Celebrava-se então, em Jerusalém, a festa da Dedicação. Era Inverno, e Jesus andava a passear no Templo, no pórtico de Salomão. Rodearam-n’O os judeus e disseram-Lhe: «Até quando terás a nossa alma suspensa?» «Se Tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente». Respondeu-lhes Jesus: «Já vo-lo tenho dito e não credes. As obras que Eu faço em nome de Meu Pai testificam de Mim. Mas vós não credes, porque não sois das Minhas ovelhas. As Minhas ovelhas ouvem a Minha voz; Eu conheço-as e elas seguem-Me. Dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de perecer, e ninguém as arrebatará das Minhas mãos. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de Meu Pai».
«Eu e o Pai somos um».
Os judeus pegaram, então, outra vez, em pedras para O apedrejar. Jesus disse-lhes: «Tenho-vos mostrado obras boas procedentes de Meu Pai; por qual destas obras Me apedrejais?» Os judeus responderam-Lhe: «Não é por alguma obra que Te apedrejamos, é por blasfémia, porque, sendo Tu homem, Te fazes Deus a Ti mesmo». Respondeu-lhes Jesus: «Não está escrito na vossa Lei: «Eu disse: Vós sois deuses?» Pois, se a Lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida – e a escritura não pode ser anulada –, de Mim, a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas, porque Eu disse: Sou Filho de Deus? Se não faço as obras de Meu Pai, não me acrediteis. Mas, se as faço, e não credes em Mim, crede nas Minhas obras; para que conheçais e acrediteis que o pai está em Mim e Eu n’Ele».
Procuraram, pois prendê-l’O, mas Ele escapou-Se das suas mãos.
 
 
JESUS RETIRA-SE PARA A OUTRA MARGEM DO JORDÃO – E retirou-Se novamente para além do Jordão, para o lugar onde João tinha primeiramente batizado; e ali ficou. Muitos iam ter com Ele e diziam: «Na verdade, João não fez sinal algum, mas tudo quanto João disse d’Ele era verdade». E muitos ali, creram n’Ele.
 
 
Amanhã, dia 12/3/12, segue-se o Capítulo seguinte do Evangelho de SÃO JOÃO.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1221-4 - «REZAR NA QUARESMA» - 11 de Março de 2012 –(Domingo)

3ª SEMANA DA QUARESMA

Domingo

João 2, 13-25

“… não façais da casa de Meu Pai, casa de comércio.”

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Sem diplomacias nem paninhos quentes!

Jesus está profundamente apaixonado por Deus,

a quem chama “Pai” e pelo seu sonho de amor e vida abundante para toda a humanidade

Usa toda a sua energia,

paciência e criatividade para propor o Reino a quem encontra.

Mas não tolera que a imagem de Deus seja distorcida.

O Deus que é amor não pode ser transformado numa mercadoria.

Jesus perde a paciência quando destroem a possibilidade de encontrar o Deus verdadeiro.

Que é dom, oferta e não rito mecânico que se compra.

 

»»»»»»»»»»

Purifica, Senhor Deus,

a imagem que faço de Ti.

É forte a tentação de Te imaginar

em função dos meus interesses.

Abre o meu coração à Tua novidade,

às Tuas surpresas.

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1221 – 1ª Página – (71/2012) - SANTOS DE CADA DIA (3ª Semana da Quaresma) – 11 de Março de 2012 - 4º ano

 
Ver Notas no final
 
Nº 1221 – 1ª Página – 2012
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Quaresma
 
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Oengus, Santo
Abade e Bispo de Conenagh

44560 > Sant' Oengus il Culdeo 11 marzo MR

COMPLEMENTO
 
Nascido em meados do século VIII, Oengus estudou no Mosteiro de Clonenagh. Em pouco tempo, ele começou a ser conhecido como um grande estudioso de religião e o homem mais virtuoso da Irlanda, pelo que foi merecedor do título celta de Ceile De, cujo significado é «servo de Deus». Oengus deixou o mosteiro e tornou-se um eremita. Vivendo sozinho, ele preencheu a sua vida com a oração e praticou várias abnegações para provar a sua devoção. A sua reputação de homem piedoso propagou-se e por este motivo muitas pessoas afluíam ao seu remoto santuário. Incomodado com tanta atenção. Oengus desapareceu e começou a vaguear pelas regiões rurais irlandesas. Por fim, ele instalou-se no mosteiro de Tallaght, nas proximidades de Dublin. Como desejava ser considerado um simples irmão leigo, Oengus ocultou a sua identidade a Maelruain, que era o Abade do convento.
Um novo chamadoOengus viveu anonimamente em Tallaght durante sete anos, ocupando-se dos trabalhos mais difíceis e sujos. Por fim, Maelruain descobriu a sua verdadeira identidade e os dois homens tornaram-se amigos e colaboradores. Por volta do ano 790, eles escreveram o Martirológio de Tallaght, uma crónica sobre a vida dos Santos irlandeses. O Santo também começou a escrever um hino poético acerca dos santos intitulado Félire. Depois de ter partido de Tallaght, Oengus regressou a Clonenagh e foi nomeado Abade do mosteiro da referida localidade. Na mesma altura, foi investido Bispo, o que era uma prática comum na Irlanda.
Solidão tranquila – Perto do final da sua vida, Oengus mais uma vez se retirou da vida monástica para ficar sozinho e terminar os seus escritos acerca dos Santos. Faleceu por volta de 824. Nas suas orações privadas, Oengus deu mostras de uma profunda Fé cristã. Através dos seus escritos, ele inspirou as outras pessoas a recorrer aos Santos à procura de orientação.
 
No seu rasto
 
Como o estudioso respeitado que era, Oengus poderia ter encontrado um certo bem-estar em qualquer convento irlandês, porém ele optou por viver sozinho. Mais tarde, a sua fama como eremita que praticava austeridade tornou-se uma distração do seu verdadeiro objectivo de aproximar-se cada vez mais de Deus. Então, num determinado momento da sua vida, Oengus sacrificou com alegria o reconhecimento e a fama por trabalhos subalternos para ter mais tempo para a meditação que tanto ansiava.
Nos nossos dias, algumas pessoas famosas também se afastaram das suas vocações por um breve período de tempo ou de forma permanente – para se dedicarem ao seu crescimento espiritual:
 
* Dolores Hart, que fez um filme com Elvis Presley. parecia que a atriz estava a caminho da celebridade quando abandonou a sua carreira para se tornar uma freira beneditina.
 
Recorde-se sempre de arranjar uns momentos de tranquilidade para manter fresca a sua relação com Deus. Falar com Ele lhe dará conforto e o ajudará a encontrar a paz.
 
Oração
 
Concede-me tempo e tranquilidade, Senhor amado, para procurar consolo na Tua graça. Permite que eu me afaste das preocupações e exigências que algumas vezes encobrem a minha visão e me impedem de ver a Tua magnificência. nestes momentos de tranquilidade, enche-me com o teu espírito, para que eu nunca nme possa esquecer do teu poder imperecível e da promessa da salvação eterna através do teu Filho Jesus Cristo. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
No período da vida de Santo Oengus (séculos VII-IX) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Egberto de Wessex derrota os bretões de Cornwall (815); A farmacologia e a medicina tornam-se duas ciências separadas (750); Começa a construção da Catedral de Fulda (792); Os árabes aperfeiçoam o astrolábio (850).
 
Eulógio, Santo
Mártir (859)

Eulogio de Córdoba, Santo

Eulógio de Córdoba, Santo

Eulógio, um dos mais célebres eruditos e um dos mais ilustres mártires de Jesus Cristo, nasceu na cidade de Córdova, no tempo em que os árabes eram senhores dela. Abraçou o sacerdócio, consagrando-se com o maior desvelo ao estudo da Sagrada Escritura e à santificação própria e alheia. Depois de visitar um mosteiro vizinho aos Pirenéus, dirigiu-se a Pamplona. Causou admiração, em numerosos eclesiásticos, com o seu vasto saber e altas virtudes. Descobriu vários livros até então desconhecidos, como “A Cidade de Deus” de Santo Agostinho, “A Eneida” de Virgilio, as “Sátiras” de Juvenal e os “Poemas Sagrados” de Prudêncio. Ao mesmo tempo teve conhecimento de muitos varões ilustres, cuja memória ficaria quase esquecida se o nosso Santo não a houvesse ressuscitado. Voltou a Córdova com mais esforçado ardor apostólico: visitava as igrejas e os mosteiros, quando Abderramão, em 850, suscitou cruel perseguição contra os cristãos; e seu filho Maomé prosseguiu na mesma atitude. Entretanto, Eulógio, posto à frente da Igreja de Córdova, empregou todo o zelo em animar os que iam dando, com o sangue, testemunho da fé que professavam E celebrou-lhes a heroicidade em livros que redigiu, com o título de Memorial dos Santos e Apologética. Mantendo-se porém os cristãos em grande constância, foi aconselhada ao filho de Abderramão outra atitude; chamou este o indigno prelado Recaredo, que deu largas à sua ira contra os cristãos; prendeu o bispo Eulógio e os sacerdotes que pôde encontrar, encarniçando-se contra todos, mas principalmente contra Eulógio, chefe reconhecido dos fieis. Este redigiu na prisão o Documento do martírio, dirigido às virgens Flora e Maria, que estavam também, presas pela fé. Se era grande o zelo de Eulógio pela defesa da crença, antes de ser preso por Recaredo, não foi menor depois de recuperar a liberdade. Absteve-se de celebrar a Missa e de qualquer outra função do seu ministério, para não comunicar, no sagrado, com o indigno pastor; e foi esta louvável resolução, juntamente com a hospitalidade oferecida a Santa Lucrécia, que lhe mereceu a coroa do martírio. Conduzido primeiro à presença do juiz, que de modo algum pôde abalar-lhe a constância, foi depois apresentado ao conselho do rei, para que este supremo tribunal julgasse a causa dum homem do seu carácter. Um dos conselheiros, movido de compaixão e do afecto que tinha a Eulógio, quis persuadi-lo a ceder no ardor com que manifestava a fé, a renunciar – embora só de boca, perante o Tribunal – a Jesus Cristo, pois deste modo conseguiria a liberdade e poderia continuar a exercer o sagrado ministério. Ouviu Eulógio com o máximo horror tal proposta, e com santa intrepidez confessou e defendeu a fé, sendo por isso imediatamente condenado à morte.

Eulogio de Córdoba, Santo

Eulógio de Córdoba, Santo

Quando o conduziam ao suplicio, um dos criados do rei descarregou-lhe uma bofetada terrível; porém o santo, longe de se queixar da injúria, ofereceu-lhe imediatamente a outra face, segundo o Evangelho, a qual o infeliz teve a ousadia de ferir também. Chegado ao lugar onde ia ser decapitado, ajoelhou com o semblante radioso de alegria, deu graças a Deus pela grande mercê e, fazendo o sinal da cruz, ofereceu docemente o pescoço ao verdugo, que dum só golpe lhe arrancou a vida mortal, indo a alma pura receber a coroa da v ida imortal no dia 11 de março de 859. O corpo foi sepultado na igreja de S. Zoilo, de onde foi trasladado, com o de santa Lucrécia, para Oviedo, no ano de 883. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/

Sant' Eulogio di Cordoba Sacerdote e martire

Ascolta da RadioMaria:

Trófimo e Tales, Santos

Mártires (308)

 

Trófimo e Tales, naturais de Estratónica, eram irmãos. Na perseguição de Diocleciano, foram presos como cristãos em Laodiceia por ordem do prefeito Asclepiano. O suplício da lapidação nenhum efeito teve neles, pois pareciam defendidos contra as pedras por um escudo de ferro. Surpreendido com tal prodígio, o prefeito soltou-os por algum tempo. Mas, denunciados de novo como cristãos, professaram com toda a publicidade acreditar em Nosso Senhor Jesus Cristo. Foram condenados a ser expostos nus sobre o cavalete de execução, e a serem desfeitos em pedaços. Mas continuando eles, no meio dos tormentos, a rezar e a repreender os pagãos, o prefeito ordenou serem crucificados. Os fieis recolheram o sangue que se desprendia das feridas; depois de os mártires expirarem invocando o Senhor, os corpos foram piedosamente recolhidos, sepultados na igreja de Laodiceia e, mais tarde, transferidos para Estratónica. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/

44520 > Santi Trofimo e Tallo Martiri di Laodicea di Frigia 11 marzo MR

 
Vicente Abade, Ramiro e mais 10 companheiros monges, Santos
Mártires (555)

 

Os suevos, estabelecidos no antigo reino da Galiza, adeptos da heresia ariana, procederam contra os católicos com mais rigor talvez do que os pagãos. Reuniram um conciliábulo em Leão no tempo em que se encontrava ali S. Vicente – abade do mosteiro dos Santos Cláudio, Lupércio e Vitórico, - um dos mais vigorosos defensores da Divindade de Jesus Cristo, que era o ponto principal da renhida controvérsia. Citado por estes a comparecer no conciliábulo, com intenção de o obrigarem a subscrever a impiedade da seita, o insigne prelado apresentou-se e, cheio de valor, não só condenou a execrável blasfémia com energia inexcedível, mas declarou aos hereges que nem creria nem confessaria jamais outra fé senão a definida no 1º Concílio de Niceia, por cuja defesa estava pronto a dar a vida. Os hereges, levados de extraordinário furor, despiram-no imediatamente e, colocando-o no meio do conciliábulo, retalharam-lhe o corpo com açoites; porém, horrorizados à vista do sangue a correr pelo chão, resolveram encerrá-lo numa hedionda enxovia e fazer-lhe sofrer os maiores tormentos. Mandaram os arianos que o santo comparecesse pela segunda vez no conciliábulo, e ficaram atónitos ao observar a maravilha da sua cura prodigiosa. Persistindo, porém, no intento, logo lhe intimaram, com terríveis ameaças, que subscrevesse a heresia, mas debalde. Persuadidos de que a fortaleza de Vicente era invencível, condenaram-no à morte, com a circunstância de ser executado à porta do seu mosteiro, para aterrar os monges. Levaram-nos os verdugos ao lugar marcado, e descarregando-lhe um golpe mortal sobre a cabeça, separaram-lha do corpo, no ano de 555. Os monges, valendo-se do silêncio da noite, deram-lhe sepultura, próximo do lugar onde descansam os ilustres mártires Cláudio, Lupércio e Vitórico, patronos do mosteiro. Algum tempo depois, S. Vicente aparecendo, preveniu os monges que a perseguição recomeçaria, portanto que os dispostos a tudo suportar a esperassem no mosteiro, mas que os menos corajosos procurassem onde se refugiar. Bem cedo se verificou o aviso de S,. Vicente, pois os hereges resolveram, acabar com os monges de S. Cláudio. O que tinha ficado a fazer as vezes de superior depois da morte do santo, era Ramiro, varão perfeito em todo o género de virtudes. Depois de exortar os monges à defesa da fé, mandou para as montanhas da Galiza aqueles que se não achavam com valor para entrar no combate e, descendo à igreja com doze ilustres religiosos, postos todos em oração, ficaram à espera de ser vítimas dum instante para outro do furor ariano. Não tardaram a aparecer os hereges, que se apresentaram armados, batendo às portas com grande ruído. Foi o santo prior abrir as portas e, ao vê-los, começou a entoar com os outros monges o Símbolo de Niceia, repetindo acentuadamente as palavras condenatórias do arianismo. Os hereges acometeram-nos com fúria diabólica e despedaçaram-nos à força de cutiladas. Ficaram espalhados pelo chão os santos cadáveres, que os católicos puderam recolher, sepultando-os todos juntos no mesmo mosteiro, excepto o de S. Ramiro, que depositaram num sepulcro de pedra tosca. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/

• Cláudia Russo, Serva de Deus

Fundadora

Claudia Russo, Sierva de Dios

Cláudia Russo, Serva de Deus

Esta laboriosa napolitana não sonhava que um dia seria a fundadora de “As pobres Filhas da Visitação de Maria”, quando veio ao mundo em Barra (Nápoles) em 18 de Novembro de 1889, foi a quinta de dez filhos. Quem a conheceu –já que morreu em 11 de Março de 1964– conta que era uma rapariga tão sensível e tão intuitiva respeito aos pobres, que qualquer coisa que lhe fizessem para meter-se com eles ou algum outro desaire, o sentia como se o fizessem a ela mesma. O encontro com pessoas de valia pessoal, sempre aportam riquezas e ideias para as emular. Cláudia teve a sorte de conhecer em Nápoles a hoje Beata Catalina Volpicelli. Tanto influiu nela o gesto e a amabilidade daquela fundadora que, desde então, lhe entrou, por inspiração divina, o desejo de consagrar sua vida servindo a Deus através dos mais necessitados. Como ocorreu já muitas vezes ao longo da história da Igreja, se uniu com várias amigas íntimas e com uma vivência profunda da vida cristã. Entre todas elas trabalhavam e prestavam sua assistência aos pobres do bairro em que viviam. Para isso pediam esmola, trabalhavam inclusive de noite no campo para que nenhum pobre fosse para a cama sem ter comido algo. Deus, ao ver sua generosidade e sua entrega à porção evangélica por excelência, que são os mais necessitados, a animou a que fundasse a “Casa dos Pobres”. No ano seguinte, em 20 de Junho de 1926, este grupo de raparigas formou a primeira comunidade religiosa com sete jovens como religiosas e doze anciãs como colaboradoras. Como obra que vinha de Deus e no do capricho destas jovens, Deus lhe deu muitas vocações e campos de apostolado nas paróquias e em casas para os pobres. A Santa Sede aprovou esta congregação nova em 25 de Fevereiro do ano 1947. Seu processo de beatificação iniciou no ano 1971 ¡Felicidades a quem leve este nome!

Constantino de Escócia, Santo

Rei e Mártir

Constantino de Escocia, San

Constantino de Escócia, Santo

Constantino é um nome afortunado e o demonstra a longa lista de santos que o levaram, começando pelo próprio imperador Constantino, cujo culto se estendeu rapidamente em todo o Oriente e se fixou a festa para 21 de Maio junto com a de sua mãe, santa Elena. No Ocidente seu culto se limitou às regiões de Sicília, Calábria e Sardenha, pela influência bizantina nesses lugares. Hoje a Igreja latina celebra a festa de outro Constantino, também rei, que coroou sua atormentada vida com o martírio. Sua devoção se difundiu sobretudo na Grã Bretanha e Irlanda. No inicio de sua juventude levava uma vida desregrada, tanto em público como em privado, manchando-se com várias culpas, como assassinatos e sacrilégio; para ficar mais livre para suas conquistas amorosas, se havia divorciado de sua mulher. Mas depois, sendo todavia jovem, foi tocado pela graça, se converteu e cambiou radicalmente de vida. Em primeiro lugar abandonou o trono e o poder e, para expiar seus pecados, se retirou ao mosteiro irlandês de Rathan. Era a época de grande florescimento do monaquismo irlandês, que havia começado com a pregação de são Patrício e continuado nos séculos seguintes graças ao bom número de santos. Sob a guia de santa Columba, o ex-rei Constantino se fez sacerdote depois de sete anos de vida penitente e de estudo da Sagrada Escritura; depois regressou a Escócia, não já com as insígnias reais, mas sob o humilde traje de monge, a pregar o Evangelho. Foi neste período quando o país se converteu ao cristianismo, assumindo o nome de “Scotia”, que até esse tempo havia pertencido a Irlanda. Constantino havia ido a construir o Reino de Deus na terra onde havia cometido tantas maldades, já sanadas pelo perdão de Deus e pelo grande testemunho de seu amor a Cristo. Com efeito, Constantino recebeu a palma do martírio na Escócia, onde foi assassinado por alguns pagãos fanáticos, por sua fé no Evangelho que ia pregando pelas ruas e praças. É considerado o primeiro mártir de Escócia.

 

Sofrónio de Jerusalém, Santo

Patriarca

Sofronio de Jerusalén, Santo

Sofrónio de Jerusalém, Santo

Sofrónio nasceu em Damasco e desde pequeno estudou tão excessivamente, que esteve a ponto de ficar cego; mas graças a isso o santo chegou a ser tão versado em filosofia grega, que recebeu o sobrenome de "o sofista". Junto com seu amigo, o célebre ermitão Juan Mosco, viajou muito por Síria, Ásia Menor e Egipto, onde tomou o hábito de monge, no ano 580. Os dois amigos viveram juntos durante vários anos na "laura" de São Sabas e no mosteiro de Teodósio, perto de Jerusalém. Seu desejo de maior mortificação os levou a visitar aos famosos ermitãos de Egipto. Depois foram a Alexandria, onde o patriarca São Juan el Limosnero lhes rogou que permanecessem dois anos em sua diocese o ajudar a reformá-la e a combater a heresia. Na dita cidade foi onde Juan Mosco escreveu o "Prado Espiritual", que dedicou a São Sofrónio. Juan Mosco morreu no ano 620, em Roma, a onde havia ido em peregrinação. São Sofrónio retornou a Palestina e foi eleito patriarca de Jerusalém, por sua piedade, saber e ortodoxia. Enquanto tomou posse da sede, convocou a todos os bispos do patriarcado para condenar a heresia monotelita e compôs uma carta sinodal, em que expunha e defendia a doutrina católica. Essa carta, que foi mais tarde ratificada pelo sexto Concilio Ecuménico, chegou às mãos do Papa Honório e do patriarca de Constantinopla, Sérgio, que havia aconselhado ao Papa que escrevesse em termos evasivos acerca da questão das duas vontades de Cristo. Parece que Honório não se pronunciou nunca sobre o problema; seu silêncio foi muito pouco oportuno, pois produzia a impressão de que o Papa estava de acordo com os hereges. Sofrónio, vendo que o imperador e muitos prelados do oriente atacavam a verdadeira doutrina, se sentiu chamado a defendê-la com maior zelo que nunca. Levou ao Monte Calvário a seu sufragâneo, Estevão, bispo de Dor e aí o conjurou, por Cristo Crucificado e por conta que teria que dar a Deus no dia de juízo, "a ir à Sede Apostólica, base de toda a doutrina revelada, e importunar o Papa até que se decidisse a examinar e condenar a nova doutrina". Estevão obedeceu e permaneceu em Roma dez anos, até que o Papa São Martínho I, condenou a heresia monotelita, no Concilio de Latrão, no ano 649. Cedo teve São Sofrónio que se enfrentar com outras dificuldades. Os sarracenos haviam invadido Siria e Palestina; Damasco havia caído em seu poder em 636; e Jerusalém em 638. O santo patriarca, havia feito quanto estava em sua mão por ajudar e consolar a sua grei, ainda em risco de sua vida. Quando os maometanos sitiavam a cidade, São Sofrónio teve que pregar em Jerusalém o sermão de Natal, pois era impossível ir a Belém naquelas circunstâncias. O santo fugiu depois da queda da cidade e, segundo parece, morreu em pouco tempo, provavelmente em Alejandría. Além da carta sinodal, São Sofrónio escreveu várias biografias e homilias, assim como alguns hinos e odes anacreónticas de grande mérito. Se há perdido a "Vida de Juan el Limosnero", que compôs em colaboração com Juan Mosco; também se perdeu outra obra muito volumosa, em que citava 600 passagens dos Padres para provar que em Cristo havia duas vontades.

90499 > San Sofronio di Gerusalemme Patriarca 11 marzo MR

Ascolta da RadioVaticana:

 

San Benedetto di Milano Vescovo

San Constantino Re e martire

Ascolta da RadioMaria:

San Domenico Cam Martire del Tonchino

 

Beato Giovanni Kearney Sacerdote e martire

 

Santi Marco Chong Ui-bae e Alessio U Se-yong Martiri

90379 > Beato Giovanni Righi da Fabriano 11 marzo MR

 
44610 > Santi Marco Chong Ui-bae e Alessio U Se-yong Martiri 11 marzo e 20 settembre MR

 

44510 > San Pionio (o Pione) di Smirne Martire 11 marzo MR

 

Ascolta da RadioRai:


44550 > Santa Rosina di Wenglingen Vergine, martire 11 marzo



44570 > Beato Tommaso Atkinsons Sacerdote e martire 11 marzo MR

 

44530 > San Vindiciano di Cambrai-Arras Vescovo 11 marzo MR

 


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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • João Ogilvie e Ludovico Jacob, SantosEstrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt