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Imagens e Frases de Natal Religioso

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Nº 1247-4 - «REZAR NA QUARESMA» - 6 de Abril de 2012 –(Sexta-feira Santa) – Crucifixão e Morte de Jesus Cristo

SEMANA SANTA

Sexta-feira

Crucifixão e Morte de Jesus Cristo

João 18, 1 - 19-42

“Disse: Tenho sede...”

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Amou-nos até ao fim,

até ao limite.

Deixou-Se capturar para que os amigos pudessem fugir.

Deu as roupas a quem O executava.

O seu amor não pede nada em troca.

Mas deseja produzir amor,

até no nosso coração de pedra.

A sede de que Jesus fala é sede de amor.

Do amor do Pai.

Mas também do meu amor.

»»»»»»»»»»

Senhor Jesus,

chegaste ao fim do caminho.

Deste tudo quanto tinhas.

Mas apesar da aparência de derrota,

és Tu o vencedor.

És Tu que mostras o poder do amor.

 

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1247-3 - A RELIGIÃO DE JESUS – Sexta feira Santa – Paixão e Morte do Senhor – 6 de Abril de 2012

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Nº 1247-3

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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6 DE ABRIL DE 2012

Sexta feira Santa

Paixão e Morte do Senhor 

Jo 18, 19-42

Prisão de Jesus – Tendo dito isto, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente de Cédron onde havia um horto, no qual Ele entrou com os discípulos. Ora Judas, que O ia entregar, também conhecia aquele lugar por Jesus Se lá ter reunido muitas vezes com os discípulos. Então Judas, conduzindo a coorte e os guardas fornecidos pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus foi ali ter com lanternas, archotes e armas. Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «A quem buscais?» Responderam-Lhe: «A Jesus, o Nazareno». «Sou Eu», retorquiu Jesus. E Judas, que O ia trair, também estava com eles. Quando Jesus lhes disse: «Sou Eu», recuaram e caíram por terra. Perguntou-lhes novamente: «A quem buscais». E eles disseram: «A Jesus, o Nazareno». Jesus respondeu: «Já vos disse que sou Eu. Se é, pois, a Mim que buscais, deixai partir estes». Isto, para que se cumprisse a palavra que havia dito: «Dos que Me deste não perdi nenhum». Então Simão Pedro que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu um servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco. Mas disse Jesus a Pedro: «Mete a tua espada na bainha; não beberei Eu o cálice que Meu Pai Me deu?» Então a coorte, o tribuno e os guardas dos judeus apoderaram-se de Jesus e manietaram-n’O. Conduziram-n’O primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, que era Sumo Sacerdote, desse ano. Tinha sido Caifás quem  dera este conselho aos judeus: «É preferível que morra um só homem pelo povo».

Primeira negação de Pedro – Entretanto, Simão Pedro, com outro discípulo, seguia a Jesus. Este discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote, enquanto Pedro ficava à porta, do lado de fora. Saiu então o outro discípulo, conhecido do Sumo Sacerdote, falou á porteira e levou Pedro para dentro. Então a porteira disse a Pedro: «Não és tu dos discípulos desse homem?» Ele respondeu: «Não sou». Estavam ali presentes os servos e os guardas, que , por estar frio, tinham feito um braseiro e estavam a aquecer-se. Pedro também estava com  eles a aquecer-se.

Jesus ante o tribunal judaico – Então, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos Seus discípulos e da Sua doutrina. Jesus, respondeu-lhe: «Falei abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em segredo. Porque me interrogas? Pergunta aos que ouviram aquilo que lhes ensinei: bem sabem o que Eu disse». Tendo dito isto, um dos guardas, que ali estava, deu uma bofetada a Jesus, dizendo: «É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?» Jesus respondeu-lhe: «Se falei mal, mostra onde está o mal; mas se falei bem, porque Me bates?» Então, Anás mandou-O, manietado, ao Sumo Sacerdote Caifás

Segunda negação de Pedro – Entretanto, Simão Pedro estava ali a aquecer-se. Disseram-lhe então: «Não és também tu um dos Seus discípulos?» Ele negou e disse: «Não sou». E um dos servos do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: «Não te vi eu no horto com ElePedro negou outra vez,e nesse momento um galo cantou.

Jesus perante o tribunal romano – Depois levaram Jesus da casa de Caifás ao pretório. Era de manhã cedo e eles não entraram no pretório para não se contaminarem e poderem, assim, celebrar a Páscoa. Pilatos então, saiu cá fora e disse-lhes: «Que acusação apresentais contra este homem?» Disseram-lhe em resposta: «Se Ele não fosse malfeitor, não t’O entregaríamos». Retorquiu-lhes Pilatos: «Levai-O vós e julgai-O segundo a vossa lei». Disseram-lhe então os judeus: «A nós não nos é lícito matar pessoa alguma». Isto, para que se cumprisse a palavra dita por Jesus, ao indicar de que morte ia morrer. Pilatos tornou a entrar no pretório, chamou Jesus e disse-Lhe: «Tu és o rei dos judeus Jesus respondeu-lhe: «É por ti mesmo que dizes isso, ou disseram-to outros de MimPilatos respondeu: «Porventura sou eu judeu? A Tua nação e os sumos sacerdotes é que Te entregaram a mim; Que fizesteJesus respondeu: «O Meu Reino não é deste mundo; se o Meu Reino fosse deste mundo, pelejariam os Meus servos, para que Eu não fosse entregue aos judeus; mas o meu Reino não é daqui». Disse-lhe Pilatos: «Logo Tu és reiJesus retorquiu: «Tu o dizes! Eu Sou Rei! Para isso nasci e para isto vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz». Disse-lhe Pilatos: «Que é a verdade?» Dito isto, tornou a ir ter com os judeus e disse-lhes: «Não acho n’Ele culpa alguma; Vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus?» Então eles gritaram de novo: «Esse não, mas Barrabás». Barrabás era um salteador.

Jesus é maltratado e condenado à morte – Então Pilatos mandou que levassem Jesus e O açoitassem. E, os soldados, depois de tecerem uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e envolveram-n’O com um manto de púrpura. depois, avançavam para Ele e diziam: «Salvé, ó Rei dos Judeus!» E davam-Lhe bofetadas. Pilatos saiu outra vez fora e disse-lhes: «Aqui vo-l’O trago fora, para que saibais que não acho n’Ele culpa alguma». Saiu, pois, Jesus fora, levando a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Pilatos disse: «Eis aqui o homem!» Assim que O viram, os príncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram>: «Crucifica-O! Crucifica-O!” Tornou Pilatos a dizer: «Tomai-o vós e crucificai-O, que eu não encontro n’Ele culpa alguma». Responderam-lhe os judeus: «Nós temos uma Lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus!». Quando Pilatos ouviu estas palavras, mais atemorizado ficou. Entrou outra vez no pretório e disse a Jesus: «De onde és Tu?». Mas Jesus não lhe deu resposta. Disse-Lhe então Pilatos: «Não me falas? Não sabes que tenho poder para Te soltar e poder para Te crucificar»?» Jesus respondeu: «Nenhum poder terias sobre Mim se do Alto te não fosse dado. por isso, aquele que Me entregou a ti tem maior pecado». A partir de então, Pilatos procurava libertá-lo; mas os judeus gritavam: «Se O libertardes, não és amigo de César; todo aquele que se faz rei é contra César». Ouvindo isto, Pilatos levou  Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Lajeado, em hebraico “Gabbathá”. Era a Preparação da Páscoa e quase à hora sexta. Pilatos disse aos judeus. «Eis aqui o vosso Rei»!» Mas eles gritaram: «À morte, à morte, Crucifica-O» Pilatos retorquiu: «Hei-de crucificar o vosso rei?» Os príncipes dos sacerdotes responderam: «Não temos outro rei  senão a César!». Então, entregou-Lho para ser crucificado.

A crucifixão – Levaram, pois, consigo Jesus. E, carregando às costas a cruz, saiu para o lugar chamado Crânio, que em hebraico se diz “Gólgota”, onde O crucificaram, e, com Ele, mais dois: Um de cada lado e Jesus no meio. Pilatos escreveu também um letreiro e pô-lo no cimo da cruz. Nele estava escrito: «JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS». Muitos dos judeus leram, esse letreiro, porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade e o letreiro estava escrito em hebraico, grego e latim. Disseram então os príncipes dos sacerdotes a Pilatos: «Não escrevas: o Rei dos judeus, mas que Ele disse: «Eu sou o rei dos judeus». Pilatos respondeu: «O que escrevi, está escrito».

Distribuição das vestes – Tendo os soldados crucificado Jesus, tomaram as Suas vestes – de que fizeram quatro partes, uma para cada soldado – e também a túnica. A túnica, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram uns aos outros: «Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será». Assim se cumpriu a Escritura: “Repartiram entre si as Minhas vestes e sobre a Minha túnica deitaram sortes”. Assim fizeram, pois, os soldados.

Jesus e Sua Mãe – Junto da cruz de Jesus estavam Sua mãe, a irmã de Sua mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria de Magdala. Ao ver Sua mãe e junto dela, o  discípulo que Ele amava, Jesus disse a Sua mãe: «Mulher, eis aí o Teu filho». Depois disse ao discípulo: «Eis aí a tua mãe». E, desde aquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa.

Morte de Jesus – Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede». Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam, uma esponja no vinagre, fixando-a a um rapo de hissopo, levaram-lhe à boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito.

O golpe da lança – Então os judeus, visto ser o dia da Preparação, para os corpos não ficarem na cruz ao sábado – pois era um grande dia aquele sábado –, pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. Vieram então os soldados e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao segundo dos que tinham sido crucificados com Ele. Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados perfurou-lhe o lado com uma lança e logo saiu sangue e água. Aquele que viu é que o atesta, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que diz a verdade, para que também vós acrediteis. E isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Nem um só dos Meus ossos se há-de quebrar”. E outra vez diz a Escritura: “Hão-de olhar para Aquele que trespassaram”.

Jesus é sepultado – Depois disto. José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, ainda que em oculto por medo dos judeus, pediu a Pilatos para levar o corpo de Jesus. Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e tirou o corpo. Veio, também Nicodemos, aquele que, anteriormente, se dirigira de noite, a Jesus, trazendo uma composição de quase cem libras de mirra e aloés. Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em ligaduras juntamente com os perfumes, segundo a maneira de sepultar usada entre os judeus. No lugar em que Ele tinha sido crucificado, havia um horto e, no horto, um túmulo novo, no qual ninguém fora ainda depositado. Por causa da Preparação dos judeus como o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.

1 – Uma coisa é a história da morte de Jesus e outra coisa é a interpretação teológica que se deu a esta morte. A História da morte diz-nos que os Sumos Sacerdotes deram conta de que Jesus e a  Religião (tal como eles a entendiam) são incompatíveis: «Nós temos uma lei e segundo essa lei tem que morrer». Jesus é irreconciliável com a Religião quando nela uns homens (os dirigentes) se servem de Deus para dominar, submeter e exercer violência sobre os outros seres humanos.

2 – A interpretação teológica da morte de Jesus não pode fazer-se de forma que, em definitivo, se termine dizendo que “sem derramamento de sangue não há perdão” (Heb 9, 22). Porque esse critério está recusado na carta aos hebreus. E porque semelhante princípio leva diretamente à ideia do “deus vampiro”, que necessita de sangue e morte para perdoar. Uma blasfémia.

3 – Do dito se segue que a morte de Jesus não se pode entender desde a religião; porque não foi um ato religioso, mas sim a execução de um condenado pela autoridade civil. Nem se entende desde a devoção, porque um crucificado não é uma imagem de piedade, mas sim o símbolo mais forte da exclusão social. Tampouco se entende desde a política, porque Jesus não foi um subversivo nacionalista, mas sim que acabou assim a sua vida por fidelidade ao desígnio do Pai do céu. A morte de Jesus só se pode compreender como expoente máximo da luta pela liberdade, quer dizer, pela luta pela humanização que supera a desumanização.

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento,

No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos dos Evangelhos. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF

Mais uma nota final:

Como devem ter reparado (e já a partir de 23 de Abril) o meu anterior contacto de email, foi desativado e, desde então, passaram a ser estes os meus endereços:

aarfonseca@hotmail.com

antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1247 – 1ª Página – (92/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 6 de Abril de 2012 - 4º ano–(Sexta-feira Santa–”Paixão, Morte e Crucifixão de Jesus”)

Ver Notas no final
Nº 1247 – 1ª Página – 2012
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Semana Santa
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6 DE ABRIL DE 2012

Sexta feira Santa

Paixão – Crucifixão e Morte de Jesus

Jo 18, 1-42

Prisão de Jesus – Tendo dito isto, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente de Cédron onde havia um horto, no qual Ele entrou com os discípulos. Ora Judas, que O ia entregar, também conhecia aquele lugar por Jesus Se lá ter reunido muitas vezes com os discípulos. Então Judas, conduzindo a coorte e os guardas fornecidos pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus foi ali ter com lanternas, archotes e armas. Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «A quem buscais?» Responderam-Lhe: «A Jesus, o Nazareno». «Sou Eu», retorquiu Jesus. E Judas, que O ia trair, também estava com eles. Quando Jesus lhes disse: «Sou Eu», recuaram e caíram por terra. Perguntou-lhes novamente: «A quem buscais». E eles disseram: «A Jesus, o Nazareno». Jesus respondeu: «Já vos disse que sou Eu. Se é, pois, a Mim que buscais, deixai partir estes». Isto, para que se cumprisse a palavra que havia dito: «Dos que Me deste não perdi nenhum». Então Simão Pedro que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu um servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco. Mas disse Jesus a Pedro: «Mete a tua espada na bainha; não beberei Eu o cálice que Meu Pai Me deu?» Então a coorte, o tribuno e os guardas dos judeus apoderaram-se de Jesus e manietaram-n’O. Conduziram-n’O primeiramente a Anás, por ser sogro de Caifás, que era Sumo Sacerdote, desse ano. Tinha sido Caifás quem dera este conselho aos judeus: «É preferível que morra um só homem pelo povo».  Primeira negação de Pedro – Entretanto, Simão Pedro, com outro discípulo, seguia a Jesus. Este discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote, enquanto Pedro ficava à porta, do lado de fora. Saiu então o outro discípulo, conhecido do Sumo Sacerdote, falou á porteira e vou Pedro para dentro. Então a porteira disse a Pedro: «Não és tu dos discípulos desse homem?» Ele respondeu: «Não sou». Estavam ali presentes os servos e os guardas, que , por estar frio, tinham feito um braseiro e estavam a aquecer-se. Pedro também estava com eles a aquecer-se.  Jesus ante o tribunal judaico – Então, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos Seus discípulos e da Sua doutrina. Jesus, respondeu-lhe: «Falei abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em segredo. Porque me interrogas? Pergunta aos que ouviram aquilo que lhes ensinei: bem sabem o que Eu disse». Tendo dito isto, um dos guardas, que ali estava, deu uma bofetada a Jesus, dizendo: «É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?» Jesus respondeu-lhe: «Se falei mal, mostra onde está o mal; mas se falei bem, porque Me bates?» Então, Anás mandou-O, manietado, ao Sumo Sacerdote CaifásSegunda negação de Pedro – Entretanto, Simão Pedro estava ali a aquecer-se. Disseram-lhe então: «Não és também tu um dos Seus discípulos?» Ele negou e disse: «Não sou». E um dos servos do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: «Não te vi eu no horto com ElePedro negou outra vez,e nesse momento um galo cantou.  Jesus perante o tribunal romano – Depois levaram Jesus da casa de Caifás ao pretório. Era de manhã cedo e eles não entraram no pretório para não se contaminarem e poderem, assim, celebrar a Páscoa. Pilatos então, saiu cá fora e disse-lhes: «Que acusação apresentais contra este homem?» Disseram-lhe em resposta: «Se Ele não fosse malfeitor, não t’O entregaríamos». Retorquiu-lhes Pilatos: «Levai-O vós e julgai-O segundo a vossa lei». Disseram-lhe então os judeus: «A nós não nos é lícito matar pessoa alguma». Isto, para que se cumprisse a palavra dita por Jesus, ao indicar de que morte ia morrer. Pilatos tornou a entrar no pretório, chamou Jesus e disse-Lhe: «Tu és o rei dos judeus Jesus respondeu-lhe: «É por ti mesmo que dizes isso, ou disseram-to outros de MimPilatos respondeu: «Porventura sou eu judeu? A Tua nação e os sumos sacerdotes é que Te entregaram a mim; Que fizesteJesus respondeu: «O Meu Reino não é deste mundo; se o Meu Reino fosse deste mundo, pelejariam os Meus servos, para que Eu não fosse entregue aos judeus; mas o meu Reino não é daqui». Disse-lhe Pilatos: «Logo Tu és reiJesus retorquiu: «Tu o dizes! Eu Sou Rei! Para isso nasci e para isto vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz». Disse-lhe Pilatos: «Que é a verdade?» Dito isto, tornou a ir ter com os judeus e disse-lhes: «Não acho n’Ele culpa alguma; Vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus?» Então eles gritaram de novo: «Esse não, mas Barrabás». Barrabás era um salteador.  Jesus é maltratado e condenado à morte – Então Pilatos mandou que levassem Jesus e O açoitassem. E, os soldados, depois de tecerem uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e envolveram-n’O com um manto de púrpura. depois, avançavam para Ele e diziam: «Salvé, ó Rei dos Judeus!» E davam-Lhe bofetadas. Pilatos saiu outra vez fora e disse-lhes: «Aqui vo-l’O trago fora, para que saibais que não acho n’Ele culpa alguma». Saiu, pois, Jesus fora, levando a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Pilatos disse: «Eis aqui o homem!» Assim que O viram, os príncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram>: «Crucifica-O! Crucifica-O!” Tornou Pilatos a dizer: «Tomai-o vós e crucificai-O, que eu não encontro n’Ele culpa alguma». Responderam-lhe os judeus: «Nós temos uma Lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus!». Quando Pilatos ouviu estas palavras, mais atemorizado ficou. Entrou outra vez no pretório e disse a Jesus: «De onde és Tu?». Mas Jesus não lhe deu resposta. Disse-Lhe então Pilatos: «Não me falas? Não sabes que tenho poder para Te soltar e poder para Te crucificar»?» Jesus respondeu: «Nenhum poder terias sobre Mim se do Alto te não fosse dado. por isso, aquele que Me entregou a ti tem maior pecado». A partir de então, Pilatos procurava libertá-lo; mas os judeus gritavam: «Se O libertardes, não és amigo de César; todo aquele que se faz rei é contra César». Ouvindo isto, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Lajeado, em hebraico “Gabbathá”. Era a Preparação da Páscoa e quase à hora sexta. Pilatos disse aos judeus. «Eis aqui o vosso Rei»!» Mas eles gritaram: «À morte, à morte, Crucifica-O» Pilatos retorquiu: «Hei-de crucificar o vosso rei?» Os príncipes dos sacerdotes responderam: «Não temos outro rei senão a César!». Então, entregou-Lho para ser crucificado.  A crucifixão – Levaram, pois, consigo Jesus. E, carregando às costas a cruz, saiu para o lugar chamado Crânio, que em hebraico se diz “Gólgota”, onde O crucificaram, e, com Ele, mais dois: Um de cada lado e Jesus no meio. Pilatos escreveu também um letreiro e pô-lo no cimo da cruz. Nele estava escrito: «JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS». Muitos dos judeus leram, esse letreiro, porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade e o letreiro estava escrito em hebraico, grego e latim. Disseram então os príncipes dos sacerdotes a Pilatos: «Não escrevas: o Rei dos judeus, mas que Ele disse: «Eu sou o rei dos judeus». Pilatos respondeu: «O que escrevi, está escrito».  Distribuição das vestes – Tendo os soldados crucificado Jesus, tomaram as Suas vestes – de que fizeram quatro partes, uma para cada soldado – e também a túnica. A túnica, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram uns aos outros: «Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será». Assim se cumpriu a Escritura: “Repartiram entre si as Minhas vestes e sobre a Minha túnica deitaram sortes”. Assim fizeram, pois, os soldados.  Jesus e Sua Mãe – Junto da cruz de Jesus estavam Sua mãe, a irmã de Sua mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria de Magdala. Ao ver Sua mãe e junto dela, o discípulo que Ele amava, Jesus disse a Sua mãe: «Mulher, eis aí o Teu filho». Depois disse ao discípulo: «Eis aí a tua mãe». E, desde aquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa.  Morte de Jesus – Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede». Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam, uma esponja no vinagre, fixando-a a um rapo de hissopo, levaram-lhe à boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito.  O golpe da lança – Então os judeus, visto ser o dia da Preparação, para os corpos não ficarem na cruz ao sábado – pois era um grande dia aquele sábado –, pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. Vieram então  s soldados e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao segundo dos que tinham sido crucificados com Ele. Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados perfurou-lhe o lado com uma lança e logo saiu sangue e água. Aquele que viu é que o atesta, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que diz a verdade, para que também vós acrediteis. E isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Nem um só dos Meus ossos se há-de quebrar”. E outra vez diz a Escritura: “Hão-de olhar para Aquele que trespassaram”.  Jesus é sepultado – Depois disto. José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, ainda que em oculto por medo dos judeus, pediu a Pilatos para levar o corpo de Jesus. Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e tirou o corpo. Veio, também Nicodemos, aquele que, anteriormente, se dirigira de noite, a Jesus, trazendo uma composição de quase cem libras de mirra e aloés. Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em ligaduras juntamente com os perfumes, segundo a maneira de sepultar usada entre os judeus. No lugar em que Ele tinha sido crucificado, havia um horto e, no horto, um túmulo novo, no qual ninguém fora ainda depositado. Por causa da Preparação dos judeus como o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.

20258 > Venerdì Santo - Passione del Signore 6 aprile (celebrazione mobile) - Solennità

48660 > San Guglielmo di Eskill Abate 6 aprile MR

COMPLEMENTO

Guilherme nasceu em Saint Germaine, França, e foi educado na Igreja Colegial de Santa Genoveva em Paris, onde foi nomeado para servir como cónego. Em 1148, o Papa Eugénio III apresentou diretivas para melhorar a disciplina monástica e foram promulgadas regras novas e mais rigorosas em relação à conduta dos monges. Guilherme adaptou-se perfeitamente ás novas regras, dando um bom exemplo aos outros monges. Ele conquistou uma excelente reputação por promover a disciplina, a tal ponto que se tornou conhecido em lugares tão distantes como a Dinamarca, onde a disciplina monástica se tinha tornado um problema sério. Em 1179, o Bispo Axel de Rothskilde, na Dinamarca, convidou Guilherme ao mosteiro de Eskill, para que servisse como abade e ajudasse a restabelecer e manter a ordem. O santo aceitou de bom grado o que seria um grande desafio.
Problemas nas fileiras – Os problemas disciplinares em Eskill eram realmente sérios. Num determinado momento, Guilherme viu-se obrigado a expulsar dois monges do mosteiro. Não obstante, por fim, ele conseguiu estabelecer a ordem com sucesso, ensinando aos monges a seguirem as regras de boa vontade. Depois de servir em Eskill durante muitos anos, Guilherme viajou para Seeland, na Dinamarca, onde fundou o mosteiro de São Tomás. No entanto, surgiram mais problemas disciplinares noutros mosteiros da Dinamarca e o Bispo Axel que entretanto se tinha tornado Arcebispo, chamou Guilherme para pôr as coisas nos eixos ali também. Mais uma vez, ele realizou o seu trabalho com êxito. O santo conseguiu manter as regras estabelecidas pela Igreja sem provocar ressentimentos entre os monges que supervisionava. Por fim, Guilherme regressou a Eskill, onde morreu em 1203. Foi canonizado em 1224.
No seu rasto
Guilherme fomentou a disciplina e restabeleceu a ordem entre aqueles que corriam o risco de seguir maus caminhos. Ele compreendeu que a disciplina concederia estrutura.
Como Guilherme, Kirt Bennett, o Diretor executivo da Academia de Líderes Jovens em Baton Rouge, Louisiana, dedicou a sua vida a ajudar a colocar as vidas dos outros no bom caminho. A Academia ensina aos rapazes afro-americanos, com idades compreendidas entre os 8 e os 13 anos.
* A importância de fazer parte de um grupo e servi-lo.
* Como tornarem-se líderes que, por sua vez, serão um bom exemplo para os outros.
Hoje em dia, quando as crianças estão expostas a tanto caos e violência, a necessidade de orientação e liderança é tão importante como o foi no tempo de Guilherme. Kirt Bennett e outras pessoas dignas de imitar como ele esforçam-se por incutir nas crianças princípios que as ajudarão a tornar-se adultos responsáveis e produtivos. Com a ajuda de Deus talvez você possa ajudar uma criança e exercer uma influência positiva na sua vida.
Oração
Ó Senhor Jesus Cristo, Te rogamos que a força daqueles que abandonam todas as coisas e Te seguem, faça surgir as bvocaç~ºoes que a Igreja necessita. Ajuda os nossos jovens a compreender a felicidade que sente o sacerdote quando continua o trabalho de Cristo e traz o próprio Deus ao altar para o homem. Inspira-os com um desejo ardente para participar nesta sabedoria. Ámen.
(Oração contemporânea)
No período da vida de São Guilherme de Eskill(1125-1203) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Começa a construção da torre de Pisa (1173); Os trovadores florescem no sul de França (1120); Vida do Papa Inocêncio III (1161-1216); Reinado de Ricardo I de Inglaterra (1189-1199).
Juliana de Cornillon, Santa

Virgem (1192-1258)

Juliana de Monte Cornillon, Beata

Juliana de Monte Cornillon, Beata

Virgen y Reclusa Agustina

Martirologio Romano: En el lugar de Fosses, en Brabante, hoy en Bélgica, beata Juliana, virgen de la Orden de San Agustín, que fue priora de Mont-Cornillon, junto a Lieja, y llevó después vida recluida, en la cual, fortalecida con gracias especiales, promovió la solemnidad del Cuerpo de Cristo. ( 1258) Fecha de beatificación: Culto confirmado en el año 1869 por el Papa Pío IX. También es conocida como: Juliana de Lieja Monja, nacida en Retinnes, cerca de Lieja, Bélgica, en 1193; murió en Fosses el 5 de abril de 1258. A la edad de cinco años perdió a sus padres y fue colocada en el convento de Mont-Cornillon, cerca de Lieja. Hizo rápidos progresos, y leyó con placer los escritos de San Agustín y San Bernardo. También cultivó un ardiente amor por la Santísima Virgen, la Sagrada Pasión, y especialmente el Santísimo Sacramento. En 1206 recibió el velo y se dedicó a los enfermos en el hospital a cargo del convento. Desde muy temprano empleó toda su energía para introducir la fiesta del Corpus Christi. Este deseo se dice haberse intensificado por una visión que ella tuvo de la Iglesia bajo la apariencia de luna llena con una mancha negra, que significaba la ausencia de esta solemnidad. Ella comunicó esta visión a Roberto de Thorete, el entonces obispos de Liège, también al docto Dominico Hugh, más tarde cardenal legado de los Países Bajos; a Jacques Pantaleón, en ese tiempo archidiácono de Liège, después obispo de Verdun, Patriarca de Jerusalén y finalmente al Papa Urbano IV. El obispo Roberto se impresionó favorablemente y como en ese tiempo los obispos tenían el derecho de ordenar fiestas para sus diócesis, invocó un sínodo en 1246 y ordenó que la celebración se tuviera el año entrante; también el Papa ordenó, que un monje de nombre Juan debía escribir el oficio para esa ocasión. En 1230 fue elegida superiora por el voto unánime de la comunidad. Pero pronto Dios le envió pruebas pesadas. Su convento estaba bajo la supervisión de un superior general, Roger, un hombre de hábitos viciosos y escandalosos; él aseguró esta posición en 1233 mediante intrigas y sobornos. Disgustado por las virtudes y la piedad de Juliana, y mucho más por sus súplicas y reproches, incitó a la multitud contra ella. Ella escapó a la celda de Beata Eva de Lieja, y luego a una casa que le fue dada por John, un canónigo de Lausana. Reivindicada en las cortes mediante la influencia de Roberto de Thorate, Obispo de Lieja, ella fue restaurada a su posición en la comunidad, y Roger fue desposeído. Pero en 1247 Roger estaba otra vez en el poder, y consiguió de nuevo expulsar a la beata. Juliana encontró refugio en Namur y después en Fosses, donde pasó los últimos años de su vida en reclusión. Por petición propia fue enterrada en Villiers. Después de su muerte, un número de milagros ocurrieron por su intercesión (Acta SS., April, I, 435 sq.). En 1869 Pío IX confirmó el culto y permitió el oficio y Misa en su honor.

48625 > Beata Giuliana di Cornillon o di Liegi 5 aprile MR

COMPLEMENTO

Nascida perto de Liège, hoje na Bélgica, os pais de Juliana faleceram quando tinha 5 anos e a menina e sua irmã foram educadas pelas irmãs do convento de Mont Cornillon. O Duplo mosteiro tinha um hospital especializado no tratamento de leprosos e Juliana passava muitas horas a tratar dos doentes. Ingressou na Ordem Agostiniana em 1206. Ao longo do tempo, Juliana tornou-se muito devota do Santíssimo Sacramento e começou a receber visões de uma lua atravessada por uma faixa negra. Não compreendeu o significado de tal imagem até Cristo lhe aparecer e lhe dizer que a lua representava o calendário da Igreja, onde não havia um dia consagrado ao Santíssimo Sacramento. Juliana ficou convencida de que estava nas suas mãos corrigir tal omissão.
Festa do Corpo de Deus – Após ter sido nomeada Prioresa de Mount-Cornillon, por volta de 1225, alguns amigos persuadiram-na a pedir conselho a um cónego da zona. Por sua vez, o cónego falou com  o Arquidiácono de Liège, James Pantaléon, que em breve se viria a tornar o Papa Urbano IV. Ambos apoiaram a causa. No entanto, outras pessoas importantes dentro da Igreja suspeitavam das visões de Juliana. Foi falsamente acusada de roubar dinheiro do hospital e forçada a deixar o mosteiro. Mas o Bispo da diocese confirmou Juliana no seu cargo e introduziu na diocese a festa do Corpo de Deus, em 1246. Quando mo Bispo faleceu, Juliana viu-se mais uma vez forçada a abandonar o mosteiro. retirou-se para Fosses, onde veio a morrer em 1258. Seis anos depois, o papa Urbano IV ordenou que a celebração do Corpo de Deus passasse a ser parte do calendário universal da Igreja. Em Portugal, esse dia é um feriado religioso.
No seu rasto
Juliana ajudava os doentes que sofriam de lepra, uma das doenças mais assustadoras do tempo.
Vários séculos depois, Amabile Lucia Visitainer seguiu o seu corajoso exemplo. Nascida em Itália, em 1865, emigrou em criança, para o Brasil, com a sua familia. Esta instalou-se em Vigolo, santa Catarina, a 100 quilómetros de Florianópolis. Descobriu cedo o dom de cuidar dos doentes, e rodeou-se de um grupo de amigas que se queriam dedicar a Deus, nascendo assim a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Em 1895, a nova Ordem foi reconhecida pelo Bispo de Curitiba e Amabile tornou-se a Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus e foi escolhida para superiora geral da Congregação. Fixando-se em São Paulo, madre Paulina e as suas companheiras dedicaram-se intensivamente à prestação de cuidados aos doentes. Madre Paulina faleceu em 1942 e a 19 de Maio de 2002, foi canonizada pelo papa João Paulo II, tornando-se a primeira santa brasileira.
Oração
Divino Salvador, vimos até à Vossa santa mesa alimentar-mo-nos, não com pão, mas com o Vosso corpo, o verdadeiro pão da vida eterna. Ajudai-nos a fazer cada dia uma boa refeição com  este alimento divino. Permiti que sejamos continuamente refrescados pelo perfume da Vossa bondade e caridade. Que o Espírito Santo nos preencha com o Seu amor. Entretanto, preparemos um lugar para este santo alimento no nosso coração. Ámen.
(Oração contemporânea)
No período da vida de Santa Juliana (1192-1258) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Inicio da construção da catedral de Toledo (1227); Kublai Khan funda a dinastia Yuan na China (1280); A lepra espalha-se pela Europa (século XIII); Henry Raspe é eleito anti-Rei da Alemanha (1246).

92670 > San Brychan di Brecknock Re di Gwynedd 6 aprile

Catalina de Pallanza, Beata
Abril 6 Virgen, 6 de abril

90061 > Beata Caterina Morigi di Pallanza 6 aprile MR

Ceferino Agostini, Beato
Abril 6 Presbítero y Fundador, 6 de abril

Ceferino Agostini, Beato

Ceferino Agostini, Beato

Presbítero y Fundador de la
Congregación de Ursulinas Hijas de María Inmaculada

Martirologio Romano: En Verona, en Italia, beato Ceferino Agostini, presbítero, que se dedicó al ministerio de la predicación, catequesis e instrucción cristiana, y trabajó para ayudar a la juventud, a los pobres y a los enfermos, instituyendo la Congregación de Ursulinas Hijas de María Inmaculada ( 1896). Etimológicamente: Ceferino = Viento suave, es de origen latino. Fecha de beatificación: 25 de octubre de 1998 por el Papa Juan Pablo II. Ceferino Agostini nació en Verona el 24 de setiembre de 1813. Fue el mayor de los dos hijos del matrimonio formado por Antonio Agostini y Angela Frattini. Su padre era un buen cristiano, médico de profesión.  Ceferino fue bautizado el 28 de septiembre de 1813. Llamado al sacerdocio, se distinguió en el Seminario por la piedad y el buen éxito en los estudios. Ordenado Sacerdote el 11 de marzo de 1837, se dedicó enseguida al ministerio como cooperador en su Parroquia de los Santos Nazario y Celso, fue nombrado Párroco de la misma el 29 de junio de 1845 y permaneció allí hasta la muerte.  Grabando en si mismo la imagen del Buen Pastor, dirigió su empeño hacia las personas más pobres y descuidadas, en particular hacia la juventud de su Parroquia, ayudado en esto por sus dos primeras colaboradoras, nombradas luego por él, en el año 1869, Ursulinas Hijas de María Inmaculada.  Fundador de la Compañía de Santa Úrsula en Verona, les indicó a sus hijas como madre y modelo de Santa educadora a Santa Ángela Merici; las quiso atentas y fieles herederas de su espíritu acerca de la educación humana y cristiana de la juventud.  Rico de virtudes murió el 6 de abril de 1896, a la edad de 83 años.  El 25 de octubre de 1998, en la Basílica de San Pedro, Juan Pablo II lo proclamaba "Beato" y establecía el 24 de setiembre día de su fiesta litúrgica.

91256 > Beato Zefirino Agostini Sacerdote e fondatore 6 aprile MR

Eutiquio de Constantinopla, Santo
Abril 6 Obispo, 6 de abril

92492 > Sant' Eutichio Patriarca di Costantinopoli 6 aprile MR

San Filarete, monje
En el monasterio de San Elías de Aulina, cerca de Palmi, en Calabria, Italia, san Filarete, monje, célebre por su vida entregada a la oración. († 1070)

48640 > San Filarete di Calabria 6 aprile MR

Gala de Roma, Santa
Abril 6 Viuda, 6 de abril

Gala de Roma, Santa

Gala de Roma, Santa

Viuda

Martirologio Romano: En Roma, santa Gala, hija del cónsul Símaco, la cual, al fallecer su cónyuge, vivió cerca de la iglesia de San Pedro durante muchos años, entregada a la oración, limosnas, ayunos y otras obras santas, y cuyo felicísimo tránsito fue descrito por el papa san Gregorio I Magno ( s. VI). Etimológicamente: Gala = Aquella que procede de la Galia (región francesa), es de origen latino.  Santa Gala de Roma, era hija de Q. Aurelio Memmio Simmaco, miembro del senado, durante muchos años consejero del Rey Teodorico, que, sin embargo lo mandó matar en Ravenna (525) por sospechas infundadas de traición. Santa Gala fue entregada como esposa a un joven patricio del que no se conoce el nombre. al año del casamiento enviudó, y pese a que querían casarla nuevamente, prefirió consagrarse a Dios, primero en el ejercicio de las obras de misericordia y más tarde retirándose a un monasterio cerca de la Basílica vaticana.  Afirma San Gregorio que vivió muchos años "en la simplicidad del corazón, dedicada a la oración, distribuyendo grandes limosnas a los pobres". La decisión de la joven viuda causó gran impresión en Roma, y sus ecos llegaron lejos. Desde Cerdeña, en donde por segunda vez se encontraba en el exilio, San Fulgencio de Ruspe (que a su paso por Roma había tenido ocasión de conocer a la familia de la santa), le escribió una bellísima carta, casi un pequeño tratado de veintiún capítulos en los que la confirma en la decisión tomada y le imparte consejos ascéticos. Antes de morir la santa tuvo una visión del Apóstol San Pedro invitándola al cielo. Por esta razón San Gregorio en sus Diálogos, en el libro IV, dice que puede demostrarse la inmortalidad del alma, a través de las apariciones y visiones que tuvieron algunas almas selectas. Según la tradición, mientras la santa llevaba a cabo una de sus obras de caridad se le apareció la Virgen. La milagrosa aparición se recuerda en una pintura del siglo XI que se encuentra en la iglesia de Santa María en Portico en Campitelli. La fiesta conmemorando tales apariciones, por concesión de la Congregación de Ritos se celebra en Roma el 17 julio, mientras que en el Martirologio Romano se conmemora el 5 de octubre. Hacia la mitad del siglo XVII, por obra de M. A. Anastasio Odescalchi, con el permiso de Inocencio XI, se funda en Roma un hospicio bajo el patrocinio de la Santa. Es allí en donde Juan B. De Rossi desenvolvió durante muchos años su actividad. En 1940, se le dedicó a la Santa una iglesia parroquial.

48590 > Santa Galla di Roma 6 aprile MR

 

94050 > Beato Guglielmo di San Romano Mercedario 6 aprile

San Ireneo de Sirmio, obispo y mártir


En la región de Sirmio, en Panonia, hoy en Serbia, pasión de san Ireneo, obispo y mártir, que en tiempo del emperador Maximiano, y bajo el prefecto Probo, fue primero atormentado, después encarcelado y finalmente decapitado. († s. IV)

48580 > Sant' Ireneo di Sirmio Vescovo 6 aprile MR

Metodio, Santo
Abril 6 Obispo, 6 de abril

Miguel Rúa, Beato
Abril 6 Sacerdote Salesiano, 6 de abril

Miguel Rúa, Beato

Miguel Rúa, Beato

Presbítero Salesiano

Martirologio Romano: En Turín, en Italia, beato Miguel Rua, presbítero, propagador eximio de la Sociedad Salesiana ( 1910). Fecha de beatificación: 29 de octubre de 1972 por el Papa Pablo VI. San Juan Bosco, en 1852, se encontró en la calle con unos jóvenes que le pedían alguna medalla. A cada uno le obsequió su medalla, menos a uno pálido y delgaducho, de noble mirada, al cual el santo le dijo: "A ti sólo te doy esto", al mismo tiempo el santo hacía un gesto con su mano derecha como si partiera su propio brazo izquierdo en la mitad. El joven no entendió ni se atrevió a preguntar, pero 30 años más tarde, le preguntará a Don Bosco: "¿Qué me quiso decir en mi niñez cuando me ofreció regalarme la mitad de su brazo?", y el santo le responderá: "Te quise decir que los dos obraríamos siempre ayudándonos el uno al otro y que tú serías mi mejor colaborador". San Juan Bosco una vez mas probó ser un gran profeta pues así fue en verdad. Miguel Rúa nació en Turín (Italia) de una modesta familia. Hizo sus estudios de primaria con los Hermanos Cristianos que lo apreciaron mucho porque era sin duda el alumno de mejor conducta que tenían en su escuela. Y resultó que al Instituto de los Hermanos iba San Juan Bosco a confesar y los alumnos se encariñaron de tal manera con este amable santo que ya no aceptaban confesarse con ningún sacerdote que no fuera él. Rúa fue uno de los que se dejaron ganar totalmente por la impresionante simpatía y santidad del gran apóstol. Al quedar huérfano de padre, empezó a frecuentar el Oratorio de Don Bosco, donde los muchachos pobres de la ciudad iban a pasar alegre y santamente los días festivos. Allí oyó un día que el santo le preguntaba: "Miguelín: ¿nunca has deseado ser sacerdote?". Al jovencito le brillaron los ojos de emoción y le respondió: "Si, lo he deseado mucho, pero no tengo cómo hacer los estudios". "Pues te vienes cada día a mi casa y yo te daré clases de latín", le dijo Don Bosco. Y así empezó el joven sus clases de secundaria. Más tarde Don Bosco lo envió a que recibiera clases de un excelente profesor de la ciudad, y cuando le pidió informes acerca de su alumno, el profesor respondió: "Es el mejor de la clase en todo: en aplicación, en conducta y en buenos modales". San Juan Bosco deseaba mucho fundar una comunidad religiosa para educar a los jóvenes, y se propuso formar a sus futuros religiosos de entre sus propios alumnos. Al primero que eligió para ello fue al joven Rúa. Le impuso la sotana y se interesó porque fuera haciendo sus estudios lo más completamente posible. En 1856 Don Bosco hizo una votación entre los centenares de alumnos de su Oratoria de Turín (en el cual había muchos internos). Las preguntas eran estas: 1ª. ¿Cuál es el más santo y piadoso de los oratorianos? 2ª. ¿Cuál es el más simpático y buen compañero de todo el Oratorio? La segunda pregunta la ganó Santo Domingo Savio. La primera la ganó por amplia votación el joven Rúa. La votación de aquellos jóvenes resultó ser muy acertada pues ambos llegaron a ser formalmente reconocidos por la Iglesia por su santidad.  Rúa fue el primer alumno de Don Bosco que, ordenado de sacerdote, se quedó a colaborarle en su obra. Fue también el primer director de colegio salesiano y el hombre de confianza que acompañó durante 37 años al gran apóstol en todas sus empresas apostólicas. En él depositaba San Juan Bosco toda su confianza y era en todo como su mano derecha. Del beato Miguel Rúa hizo San Juan Bosco el siguiente elogio: "Si Dios me dijera: hágame la lista de las mejores cualidades que desea para sus religiosos, yo no sé qué cualidades me atrevería a decir, que ya no las tenga el Padre Miguel Rúa".  Cuando el Padre Rúa fue nombrado para ser director del primer colegio salesiano que se fundaba fuera de Turín, le pidió a su maestro Don Bosco que le trazara un plan de comportamiento, y el santo le escribió lo siguiente: "Ante todo trate de hacerse querer, más que de hacerse temer. Recuerde lo que decía San Vicente de Paúl: ‘Yo tenía un carácter demasiado serio y un temperamento amargo, y me di cuenta de que si no hay amabilidad, se hace más mal que bien en el apostolado. Y me propuse adquirir un modo de ser amable y bondadoso’. Este sea su plan de comportamiento". Miguel Rúa conservó toda su vida estos consejos y llegó a practicarlos de manera admirable. San Juan Bosco decía al final de su vida: "Si el Padre Rúa quisiera hacer milagros, los haría, porque tiene la virtud suficiente para conseguirlos". El era humilde y no hablaba de sus logros. Pero un día, ya ancianito, le preguntaron los religiosos jóvenes: "Padre, ¿nunca le ha sucedido algún hecho extraordinario?". Y él, por bromear, les dijo: "Sí, un día me dijeron: ya que está reemplazando a Don Bosco que era tan milagroso, por favor coloque sus manos sobre una enferma que está moribunda. Yo lo hice, y tan pronto como le coloqué las manos sobre la cabeza, en ese mismo instante... ¡la pobre mujer se murió!".  San Juan Bosco era ya muy ancianito, el Santo Padre León XIII le dijo: "Dígame cuál es su sacerdote de mayor reemplazo". El santo le dijo que era Miguel Rúa y este recibió el encargo Pontificio de reemplazar a Don Bosco cuando muriera. Y así lo hizo en 1888 al morir el santo. Quedó Rúa elegido como Superior General de los salesianos y en los 22 años que dirigió la Congregación Salesiana, esta multiplicó por cinco el número de sus religiosos y abrió casas y obras sociales en gran cantidad de países. Los salesianos decían: "Si alguna vez se perdiera nuestra Regla o nuestros Reglamentos, bastaría observar cómo se porta el Padre Rúa, para saber ya qué es lo que los demás debemos hacer". Su exactitud era admirable. Siempre amable y bondadoso, comprensivo con todos y lleno de paciencia, pero exactísimo en el cumplimiento de todos sus deberes. Cuando Rúa tenía apenas unos 25 años, un día se enfermó muy gravemente y mandó llamar a San Juan Bosco para que le impusiera los santos óleos y le llevaran el viático. El santo respondió: "Miguel no se muere ahora, ni aunque lo lances de un quinto piso". Y después explicó el por qué decía esto. Es que en sueños había visto que todavía en el año 1906 (40 años después) estaría Miguel Rúa extendiendo la comunidad salesiana por muchos países del mundo. Y a él personalmente le dijo después: "Miguel: cuando ya seas muy anciano y al llegar a una casa alguien te diga: ‘Ay padre, ¿por qué se ha envejecido tan exageradamete?’, prepárate porque ya habrá llegado la hora de partir para la eternidad". Y así sucedió. Al principio del año 1910, el Padre Rúa fue a Sicilia a visitar un colegio salesiano y un antiguo discípulo suyo, al verlo le dijo: "Ay padre, ¿por qué se ha envejecido tan exageradamente?". El santo sacerdote palideció y se preparó para bien morir. El 6 de abril de 1910, después de exclamar: "Salvar el alma, eso es lo más importante", expiró santamente. Había dedicado su vida con todo su corazón a comunicar el amor de Dios según el carisma que recibió de San Juan Bosco.

35150 > Beato Michele Rua Sacerdote 6 aprile MR

Notkero Balbulo, Beato
Abril 6 Monje, 6 de abril

92077 > Beato Notkero il Balbuziente Monaco di San Gallo 6 aprile MR

Pablo Le Bao Tinh, Santo
Abril 6 Sacerdote y mártir, 6 de abril

48670 > San Paolo Le Bao Tinh Sacerdote e martire 6 aprile MR

Pedro de Verona, Santo
Abril 6 Mártir Dominico, 6 de abril

51250 > San Pietro da Verona Sacerdote e martire 6 aprile MR

Ascolta da RadioVaticana:

Pierina Morosini, Beata
Abril 6 Virgen y Mártir, 6 de abril

Pierina Morosini, Beata

Pierina Morosini, Beata

Virgen y Mártir

Martirologio Romano: En el lugar Fiobbio di Albino, cerca de Bérgamo, en Italia, beata Pierina Morosini, virgen y mártir, que a los veintiséis años, regresando a casa desde su trabajo, por defender frente a un joven la virginidad que había prometido a Dios, fue herida en la cabeza hasta la muerte ( 1957). Etimológicamente: Pierina = En Italiano es una variante femenina de Pedro = Piedra Fecha de beatificación: 4 de octubre de 1987 por el Papa Juan Pablo II. Beatificada por Juan Pablo II el 4 de octubre de 1987. Hija mayor de los esposos Roque Morosini y Sara Noris, nació en Fiobbio, diócesis y provincia de Bérgamo, el 7 de enero de 1931. Educada cristianamente por sus padres, y en especial por su madre. Hizo sus estudios primarios con buenos resultados, pero, debido a la pobreza de la familia, que necesitaba de su trabajo, aprendió el oficio de la costura, y a la edad de quince años se colocó a trabajar en la fábrica de confecciones Honeger de Albino.  Allí iba todos los días a pie, con la alegría de ser útil a los suyos. En el ambiente de trabajo se distinguió siempre por su diligencia y cortesía, su espíritu reservado, su fe y caridad, de modo que se ganó la estima y el respeto de los directivos y de sus compañeros de trabajo, a quienes edificaba con su ejemplo. Inscrita en la Juventud Femenina de la Acción Católica participó en la peregrinación a Roma para la beatificación de María Goretti (27.04.1947); fue el único viaje que realizó en su vida.  Se empeñó activamente en todas las obras parroquiales, especialmente como celadora del seminario y de las Misiones. Cada mañana antes de ir al trabajo se acercaba a la mesa eucarística y mientras iba al trabajo o regresaba del mismo, rezaba siempre el Rosario. Como de costumbre, el 4 de abril de 1957 había comenzado oportunamente su actividad acostumbrada. En las primeras horas de la tarde, mientras regresaba de Albino a su casa, en un lugar solitario fue abordada por un joven que no le ocultó sus torpes propósitos. Pierina trató de hacerle entender la gravedad de sus intenciones y le opuso una fuerte resistencia. Fue inútil. Agredida, se defendió con todas sus fuerzas. Herida mortalmente en la nuca con una piedra repetidas veces, siguió pronunciando palabras de fe y de heroico perdón, hasta que entró en un coma irreversible.  Hallada más tarde en el lugar de su martirio, fue llevada al hospital de Bérgamo, donde, sin volver en sí, falleció el 6 de abril siguiente. Tenía 26 años de edad.  El cirujano que la visitó en el hospital, inmediatamente exclamó: «Tenemos una nueva María Goretti» y cuantos conocían su bondad yrectitud, de inmediato la consideraron mártir. La Beata Pierina ofrece un sendero luminoso para todos los que sienten la fascinación de los retos del evangelio. Para ver más sobre su martirio haz "click" AQUI

52000 > Beata Pierina Morosini Vergine e martire 6 aprile MR

94367 > Santa Platonide 6 aprile

Prudencio de Troyes, Santo
Abril 6 Obispo, 6 de abril

Prudencio de Troyes, Santo

Prudencio de Troyes, Santo

Obispo

Martirologio Romano: En Troyes, de Neustria, san Prudencio, obispo, que preparó para los itinerantes un breviario del Salterio, recogió de las Sagradas Escrituras los preceptos para los candidatos al sacerdocio y restauró la disciplina de los monasterios ( 861). Etimológicamente: Prudencio = Aquel que prevé, es de origen latino.  Parece que fue el primer controversista español. Probablemente de origen pirenaico. Dejó su patria -como tantos- por la invasión de los musulmanes y buscó fortuna al otro lado de los Pirineos, al amparo de la corte de los carolingios. Supo encontrarla y, además, su vida y ministerio sirvió como vehículo de la tradición isidoriana por tierras más allá de los montes. Amén de historiador erudito y sabio teólogo, fue obispo y santo.  Mantiene a lo largo de su vida con orgullo noble su condición de español. De hecho, en el evangeliario de su biblioteca, bellamente iluminado con las figuras simbólicas de los evangelistas, confiesa su origen hispano: "Yo, Prudencio, soy quien mandó hacer esta obra; yo, que nací en Hesperia y llevo la sangre de los celtíberos". ¡Quién sabe si el mismo nombre de Prudencio lo tomara en honor del paisano historiador y poeta de los siglos IV y V!. Gobernó la iglesia de Troyes, iluminándola con la doctrina y defendiéndola con su pluma. Gran conocedor de la Sagrada Escritura y consciente de que ella encierra el tesoro de la Palabra, enseñó a rezar a sus fieles con los salmos escribiendo para ellos el Breviarium Psalterii. También divulgó el Florilegium ex sacra Scriptura, un manual de ética con sentencias espigadas de los libros santos. Consiguió reunir una gran biblioteca -manía de todos los intelectuales- donde se refugiaba en los momentos libres de atenciones pastorales, para preparar otras labores pastorales futuras. Pasa ratos y a veces temporadas dedicados a la reflexión y el estudio. Allí pudo reunir ejemplares que encerraban gran parte del saber teológico del tiempo; sus favoritos son Gregorio Magno, Isidoro de Sevilla, San Agustín. Adquirió gran erudición eclesiástica y agudeza discursiva que le capacitaron para tomar parte en las controversias teológicas de altos vuelos que hubo en su tiempo. Por ejemplo, la disputa entre Godescalco - a quien es posible que conociera en la juventud, en las aulas de Fulda, donde Rabano Mauro era maestro-, acusado de hereje por Hincmaro, el temible arzobispo de Reims, que no paró hasta meterlo en prisión. Fueron conflictos de pensamiento teológico en cuestiones de predestinación y libre albedrío, y en ellas se vió envuelto el irlandés Escoto Erígena. Tuvo que intervenir Prudencio para dar salida a la pureza de la fe, poniendo en juego toda la agudeza del raciocinio del teólogo al tiempo que supo conjugar la caridad con la más implacable fuerza dialéctica No extraña que conste en su curriculum de historiador y teólogo el hecho de llegar a ser capellán y consejero de Ludovico Pío y Carlos el Calvo. Troyes lo veneró como santo desde su muerte por haber sido un pastor celoso de la fe y de las almas, que supo hermanar la fuerza y rigidez de pensamiento con la blandura de un padre en sus gestos.

48620 > San Prudenzio di Troyes Vescovo 6 aprile MR

San Winebaldo de Troyes, abad
En Troyes, en Neustria, en Francia, san Winebaldo, abad del monasterio de San Lupo, preclaro por su austeridad. († c.620)

48610 > San Vinebaldo Abate 6 aprile MR


 

92670 > San Brychan di Brecknock Re di Gwynedd 6 aprile


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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

    António Fonseca